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DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SEVERIM DE FARIA, ÉVORA - 135550


Sede – Escola Secundária Severim de Faria – 402795

6º Teste 10º Ano VA Turma: CT3 Físico-Química 5 /2018

Constantes e Formulário
Conversão de temperatura (de °C para K)….......................................................................................................................................................T(K)= °C+273,15
Primeira Lei da Termodinâmica ………………………………………………………………………….…………………………………………………………………..……………….….. U  Q  W  R
ΔU – variação da energia interna do sistema
W – energia transferida para fora do sistema ou recebida do exterior como trabalho
Q – energia transferida para fora do sistema ou recebida do exterior como calor
R - energia transferida para fora do sistema ou recebida do exterior como radiação
E P
Irradiância, ……………………………………….…………………………………………………………………………………… Er  ou ……… Er 
At A

Energia transferida sob a forma de calor ………………………………………………………………………………………………………………………………………… Q  mc ou E  mcT


c – capacidade térmica mássica m – massa Δθ – variação de temperatura
Q f  Lf m Q f  H f m
Calor Latente de Fusão ou Entalpia de Fusão ……………………………………………………………………………….………………….…….. ou
LF=33,5 x 106 J/kg ΔHf - Variação de entalpia (mássica) de fusão

Calor Latente de Vaporização ou Entalpia de Vaporização …………………….………………………………………………………………………..


Qv  Lv m ou Qv  H f m
Lv=226 x 104 J/kg ΔHv - Variação de entalpia (mássica) de Vaporização
E  Q 
 A  KT A
Condutividade térmica – λ ……………………………………………………………………………….……………….…………………………..…………….…. t d ou t d
A – área d – espessura Kt ou λ – condutividade térmica Δθ – diferença de temperatura

1. A cobra imóvel, estendida ao sol sobre uma rocha, tal qual um veraneante numa praia. (…)
- Eh … dona Cobra, bom dia! … venho para a entrevista….
- Ah, ssssssiiiiim … a entrevista …
- Não, desculpe, aí ao sol não posso, está muito calor … mas já me esquecia que vocês são animais de sangue frio…
- Nós, quanto a sangue frio, não temos cá disso: somos equilibrados, ou seja, estamos em equilíbrio térmico com o
ambiente, isto é, mantemos a mesma temperatura de tudo o que nos circunda.
Adaptado de a Física do miau – asas, patas e caudas explicam a ciência

1.1. Identifique o termo, utilizado no texto, com significado científico diferente da linguagem comum.

1.2. “ … estamos em equilíbrio térmico com o ambiente …” significa que:


(A) não há trocas de energia sob a forma de calor entre a cobra e o meio circundante.
(B) a temperatura da cobra é e a mesma do meio circundante, durante o dia.
(C) a temperatura da cobra é a mesma do meio circundante.
(D) o sistema “cobra” apenas absorve energia por radiação.

1.3. Seleciona a opção que contém os termos que completam corretamente a proposição seguinte.
A energia transferida, como ___________, corre, espontaneamente, de um sistema a temperatura mais
__________ para um sistema a temperatura mais _____________, nunca ao contrário.

(A) calor … baixa … alta


(B) radiação … baixa … alta
(C) radiação … alta … baixa
(D) calor … alta … baixa

1.4. Se a cobra está à mesma temperatura da rocha e a rocha está à temperatura da areia, então a cobra está à
temperatura da areia.
A proposição anterior corresponde ao enunciado da
(A) Lei Zero da Termodinâmica. (B) 1ª lei da Termodinâmica.
(C) 2ª Lei da Termodinâmica. (D) 1ª Lei de Newton.

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2. Classifique de verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmações seguintes.
(A) Os sistemas físicos só podem ser abertos ou fechados.
(B) A energia interna de um sistema mantém-se sempre constante.
(C) Um sistema a temperatura elevada tem mais energia interna do que o mesmo sistema a temperatura mais baixa.
(D) Um sistema está em equilíbrio térmico com a sua vizinhança quando a temperatura é a mesma.

3. Uma das formas de aproveitamento da radiação solar é a sua transformação em energia elétrica, em painéis
fotovoltaicos. Um painel fotovoltaico é constituído por células fotovoltaicos de um material semicondutor, como
o silício. A incidência da radiação solar nestas células cria uma diferença de potencial elétrico nos seus terminais,
produzindo uma corrente elétrica contínua. Quando se pretende instalar um painel fotovoltaico, por exemplo,
numa habitação, é preciso conhecer a potência elétrica necessária, a potência solar média disponível por unidade
de área do painel e a potência elétrica fornecida pelo painel por unidade de área, para depois se calcular a área
adequada do painel fotovoltaico a instalar nessa habitação.

3.1. O que é necessário conhecer para dimensionar a área de um painel fotovoltaico para uma determinada
instalação elétrica?

3.2. Suponha que a energia solar total incidente no solo, durante um ano, na Localidade onde vive, é de 2,20 x 1010 J.
Calcule a área de painéis fotovoltaicos necessária para um gasto diário médio de eletricidade de 19,0 kW.h, se
instalar na sua casa painéis com um rendimento de 30%.

3.3. Os painéis solares fotovoltaicos são, hoje, ainda muito pouco utilizados, a nível mundial, para produzir energia
elétrica em larga escala. Tal facto deve-se, por exemplo…
(A) … aos custos elevados da tecnologia utilizada, à necessidade de ocupação de grandes áreas e ao baixo
rendimento do processo de produção de energia elétrica.
(B) … à falta de tecnologia, ao recurso de uma energia renovável e ao número reduzido de horas de luz solar por
dia.
(C) … à poluição atmosférica, ao efeito de estufa e ao número reduzido de horas de luz solar por ano.
(D) … à falta de tecnologia, ao grande impacto ambiental e ao elevado investimento a longo prazo.
Selecione a opção correta.

3.4. Com base na informação apresentada no texto, selecione a opção que contém os termos que devem preencher
os espaços, de modo a tornar verdadeira a afirmação seguinte.
“A potência elétrica fornecida por um painel fotovoltaico __________ da sua orientação relativamente aos
pontos cardeais e __________ da sua inclinação.”
(A) … não depende… não depende (B) … não depende… depende
(C) … depende… depende (D) … depende… não depende

3.5. O gáfico seguinte mostra como varia a potência fornecida por


um painel fotovoltaico em função da tensão aos seus
terminais, para temperaturas constante e diferentes valores
de irradiância.
3.5.1. Comente a afirmação “nem sempre, para a maior
irradiância, o painel fornece mais energia”.
3.5.2. Faça uma estimativa da potência máxima que se pode obter
com o painel.
3.5.3. Usando o valor estimado para a potência máxima, e sabendo
que o painel usado tem um rendimento de 14,6%, determine a área do painel.
Apresente todos os cálculos efetuados.
3.5.4. Com base nos dados do gráfico, identifique qual das seguintes afirmações está correta.
(A) A corrente elétrica disponibilizada por um painel iluminado por uma radiação constante é sempre a mesma.
(B) Quanto maior for a diferença de potencial nos terminais do painel maior é a sua potência útil
(C) A potência útil do painel só depende da intensidade da radiação que o ilumina.
(D) O rendimento do painel também depende das características do circuito onde está iintercalado.

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4. Com o objetivo de estabelecer o balanço energético de um sistema gelo + água líquida. Um grupo de alunos
realizou uma experiencia, na qual adicionou 30,0 de gelo fragmentado, à temperatura de 0,0°C, a 260,0 g de água
líquida, a 20,0°C.
Os alunos consultaram tabelas de constantes físicas e registaram os seguintes valores:
C água líquida (capacidade térmica mássica da água líquida) = 4180 J/kg.°C ΔH fusão gelo (variação da entalpia (calor) de fusão do gelo = 3,34 x 105 J/kg

4.1. A capacidade térmica mássica do gelo é cerca de metade da capacidade térmica mássica da água.
Se for fornecida a mesma energia a uma amostra de 200 g de gelo e a uma amostra de 100 g de água, a variação
de temperatura da amostra de gelo será, aproximadamente,
(A) igual à variação de temperatura da amostra de água.
(B) o dobro da variação de temperatura da amostra de água.
(C) metade da variação de temperatura da amostra de água.
(D) um quarto da variação de temperatura da amostra de água.

4.2. Quando o sistema gelo + água líquida ficou em equilíbrio térmico com a sua vizinhança, a temperatura média do
sistema passou a ser constante.
Estabelecido o equilíbrio térmico, o sistema:
(A) deixou de absorver energia do exterior.
(B) deixou de trocar energia energia com o exterior.
(C) passou a emitir e a absorver energia à mesma taxa temporal.
(D) passou a emitir e a absorver energia a taxas temporais diferentes.

4.3. Identifique a fonte e o recetor, quando se inicia o processo de transferência de energia que ocorre no interior
do sistema considerado.

4.4. Qual das expressões seguintes permite calcular a energia, em Joules (J), necessária para fundir completamente
o gelo?
(A) ( 30,0 x 3,34 x 105) J (C) (0,0300 x 3,34 x 105)
 3,34 x105   3,34 x105 
(B)  J (D)  J
 0,0300   30, 0 

4.5. Com base nos resultados obtidos experimentalmente, os alunos estabeleceram o balanço energético do sistema.
4.5.1. Em que lei se baseia o estabelecimento do balanço energético do sistema?

4.5.2. Os alunos calcularam a energia recebida pelo gelo, desde que este foi adicionado à água líquida até toda a
mistura ter ficado à mesma temperatura de 11,0 °C, tendo obtido 1,140 x 104 J.
Calcularam também a energia cedida pela água líquida, inicialmente a 20,0 °C, no mesmo intervalo de tempo.
Com base nos resultados obtidos, concluíram que, naquele intervalo de tempo, tinha ocorrido transferência de
energia entre o sistema considerado e o exterior. Conclua, justificando, em que sentido terá ocorrido aquela
transferência de energia. Apresente todas as etapas de resolução.

5. Considere um vaso de cobre, com massa de 300 g, que contém 300 g de água à temperatura de 25,0 °C. Uma
esfera metálica, em equilíbrio térmico com água em ebulição, é
rapidamente introduzida dentro do recipiente. Após alguns
minutos, a temperatura de equilíbrio é de 30,0 °C. Considerando
o sistema isolado e os valores da tabela seguinte, determine:
5.1. a quantidade de energia cedida como calor, pela esfera, ao
sistema vaso de cobre + água;

5.2. a capacidade térmica da esfera;

5.3. o material de que é feita a esfera, sabendo que a sua massa é de


213 g.

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6. Para calcular a energia Libertada por uma dada massa de vapor de mercúrio para, à temperatura de ebulição,
passar completamente ao estado líquido, a pressão constante, é necessário conhecer...
(A) ... a massa do vapor de mercúrio e a capacidade térmica mássica do mercúrio líquido.
(B) ... a temperatura de ebulição e a variação de entalpia de vaporização.
(C) ... a massa do vapor de mercúrio e a temperatura de ebulição.
(D) ... a massa do vapor de mercúrio e a variação de entalpia de vaporização.
Selecione a opção correta.

7. Pretendia-se arrefecer cerveja de um barril com um bloco de gelo. Para isso, foram
avançadas duas hipóteses: colocar o bloco de gelo por cima do barril ou por baixo.
Tendo em conta o mecanismo de transferência de energia por calor que se verificaria,
conclua, justificando, qual das hipóteses é mais eficaz para obter o resultado
pretendido.

8. Quando se acende uma lareira numa sala, é transferida energia como calor para as paredes da sala.
8.1. Quais são os processos de transferência de energia como calor envolvidos neste processo?

8.2. Descreva o modo como ocorrem as transferências de energia por condução e por convecção.

8.3. Explique como é que é possível a transferência de energia como calor entre dois corpos a temperaturas
diferentes, não existindo um meio material entre eles.

9. Um cilindro contém um gás e é aquecido por uma chama que lhe fornece 1,0 x 104 J de energia. Durante o
aquecimento há uma expansão do gás e a força exercida no êmbolo do cilindro realiza um
trabalho de 5,0 x 103 J, transferindo energia para a vizinhança.
De quanto variou a energia interna do sistema? Aumentou ou diminuiu? Justifique.

Questão 1.1 1.2 1.3 1.4 2. 2.3 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5.1 3.5.2 3.5.3 3.5.4 4.1 4.2 4.4
Valores 0,5 0,6 0,6 0,6 0,5 0,8 1 0,6 0,6 0,5 0,8 0,6 1 0,6 0,6 0,6 0,6

Questão 4.5.1 4.5.2 5.1 5.2 5.3 6. 7. 8.1 8.2 8,3 9. T0TAL
Valores 0,5 1 1 1 0,6 0,6 1 0,6 1 0,6 1 20
Prof. António Ramalho