A Nova NR-6 – Comentada Equipamento de Proteção Individual e a Aposentadoria Especial Leonídio F.

Ribeiro Filho

Portaria Secretaria de Inspeção do Trabalho/Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho nº 25, de 15 de outubro de 2.001 Item 1- Objetivo: Alterar a NR-6, aprovada pela Port. MTb nº 3.214, de 08/06/78, que passa a vigorar, com texto apresentado pelo Grupo de Trabalho Tripartite – GTT/EPI e aprovado pela Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTTP. Item 2 – Vigência: Data de sua publicação, portanto, em vigor, com exceção do item 6.9.3, que diz respeito ao Certificado de Aprovação – C.A. que passa a vigorar a partir de 180 dias, da data de vigência desta Portaria, isto é, 15/03/2002. Item 3 – Conceito: EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos susceptíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho (item 6.1). Comentário: Introduz, como inovação, no conceito produto para viabilizar por exemplo, o "Creme Protetor" como EPI. Item 3.1 – Extensão do Conceito: "Equipamento Conjugado de Proteção Individual", todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Comentário: Por exemplo, o capacete de segurança, ao qual está acoplado, o protetor auditivo, tipo concha. Item 4 – C.A.: Previsto no item 6.2 (EPI só com C.A.), é idêntico ao 6.5, do antigo texto. Comentário 4.1: Para fins de comercialização o CA concedido aos EPI terá validade (6.9.1): a. de 5 (cinco) anos, para aqueles equipamentos com laudos de ensaio que não tenham sua conformidade avaliada no âmbito do SINMETRO (inovação); b. do prazo vinculado à avaliação da conformidade no âmbito do SINMETRO, quando for o caso;

o lote de fabricação e o número do CA. o nome comercial da empresa fabricante.c. constitui uma inovação pois. 4.2). podendo ser renovado até 2006. renováveis por igual período. o lote de fabricação e o número do CA (6. bem como determinadas divergências ou oposições de aspectos legais: a.3 (empresa obrigada a fornecê-lo de modo gratuito). para os EPI desenvolvidos até a data da publicação desta Norma. é idêntico ao 6.3 – Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e vem visíveis.1) Item 5 – Fornecimento de EPI: Previsto no item 6. desconsiderando determinadas realidades e peculiaridades. o órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho poderá autorizar forma alternativa de gravação. mediante apresentação e análise do Termo de Responsabilidade Técnica e da especificação técnica de fabricação. sendo que nesses casos os EPI terão sua aprovação pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. do antigo texto: Comentário: Continuam as mesmas restrições relacionadas a implantação e uso do EPI. 4. ou. quando não existirem normas técnicas nacionais ou internacionais. e. Item 6 – Lista de Equipamentos de Proteção Individual: Previsto no item 6.1 (6. sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho. oficialmente reconhecidas. mediante apresentação e análise do Termo de Responsabilidade Técnica e da especificação técnica de fabricação. o enfoque era . d.4 – Na impossibilidade de cumprir o determinado no item 4. caso em que os EPI serão aprovados pelo DSST.9. devendo esta constar do CA (6. para atender a situações de emergência. para os EPI desenvolvidos após 15/10/2001.3).4.9. oficialmente reconhecidas. principalmente no que diz respeito a implantação de medidas de proteção coletiva relacionadas ao ruído e agentes químicos. no caso de EPI importado. no antigo texto. 4.2. c. item 6.3.3.3. ou laboratório capacitado para realização dos ensaios. e. o nome do importador. de 2 (dois) anos. a ser proposta pelo fabricante ou importador. b.9. quando não existirem normas técnicas nacionais ou internacionais. de 2 (dois) anos. quando se expirarão os prazos concedidos. ou laboratório capacitado para realização dos ensaios. enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas.2 – O DSST quando necessário e mediante justificativa poderá estabelecer prazos diversos daqueles dispostos no subitem 4.

meia (inovação). cinturão. macacão (inovação). luvas. manga (inovação). b. calçado.tecnico@abraphiset. óculos.dado a parte do corpo a ser protegida sem qualificar o EPI correspondente. adquirir o adequado ao risco de cada atividade.com. sendo as conclusões submetidas à SIT/DSST (inovação). O presente Anexo. protetor auditivo (antes incorretamente protetor auricular). e. capuz (inovação).br): a. fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. (Vide Anexo 1) Comentário: São qualificados os seguintes EPI: capacete. d. . quando danificado ou extraviado. orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. do ponto de vista técnico e administrativo. f. perneira. poderá ser alterado. ao responsável designado pela empresa. para o cumprimento desta recomendação. Item 8 – Responsabilidades do Empregador: Previsto no item 6.5. por portaria específica.4. conforme subitem 5. Comentário: Continua de competência do SEESMT e da CIPA e nas empresas que não os possuem. a chamada "Tecnologia de Proteção Individual" e conseqüentemente. conjunto (inovação). praticamente idêntico ao antigo 6.4. respirador de adução de ar.6. Para maiores informações a respeito da colocação em prática de cada um desses itens. protetor facial. c. máscara de solda. responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. correspondente ao antigo 6. por avaliação da CTTP. caberá. respirador purificador de ar (inovação). gera o EPI correto e no que diz respeito a Aposentadoria Especial. braçadeira (inovação). Comentário: O devido e adequado cumprimento das sete alíneas. creme protetor. consultar o CD nº 2 – Leonídio On Line.6. Item 7 – Recomendação sobre uso do EPI: Previsto no item 6. calça (inovação). e. Chancela ABRAPHISET (diretor. da NR-5. dedeira (inovação). a eliminação do benefício correspondente. guarda e conservação. substituir imediatamente. respirador de fuga (inovação). dispositivo trava-quedas (inovação). vestimentas (inovação). vestimenta de corpo inteiro (inovação).6. exigir seu uso.

6-1997: METHODS FOR MEASURING THE REAL-EAR ATTENUATION OF HEARING PROTECTORS. Neste importantíssimo item. e F = 0. aplicando a fórmula constante do Quadro Destaque 1.5 para EPI tipo espuma moldável. sendo: NPSc = nível de pressão sonora no ouvido. isto é. darão informações subjetivas das respectivas atenuações nas diversas frequências e que serão impressas no CA do EPI em pauta.75. NPSa = nível de pressão sonora no ambiente em dB(A) F = fator de correção (F = 0. Quadro Destaque 2 NPSc = NPSa – NRR + 7(dB(A). Esta Norma orienta que deve ser constituído um grupo de pessoas com boa audição. Quadro Destaque 1 NPSc = NPSa – (NRR x f – 7). de 400 a 4000 Hertz. a Lei Federal de Segurança e Saúde no Trabalho dos Estados Unidos da América (OSHA) utiliza o "Método NRR . Observação: No que diz respeito a alínea "a". sendo: . de 10/10/2001. F = 0. como o protetor auditivo tem que ser adequado ao risco de cada atividade. para EPI tipo concha. com a nova proposta que será estabelecida pela legislação trabalhista. poderá existir uma divergência entre o estabelecido pela Previdência Social no artigo 173 da sua Instrução Normativa INSS nº 57. em cada uma das frequências. Por outro lado. comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. deve ser analisado o nível de ruído em faixas de frequências. que é a atenuação resultante da avaliação do ouvido real (humano) com base na Norma ANSI S12. para EPI tipo plug de inserção. com protetor em dB(A). para se verificar a real atenuação que é oferecida por esse EPI. O NRR é calculado segundo o Quadro Destaque 2. principalmente as da "Intelegibilidade da Fala Humana".3. que considera o Nível de Redução de Ruído (NRR) obtido pelo uso do protetor.Noise Reduction Rating" que geralmente é usado na maioria das empresas. naturalmente.g. devidamente treinados e em ambiente acústico adequado que utilizando os vários tipos de protetores.

8. b. página 62.5 – 7) = 96. do Livro "Você. d. recomendamos o uso do "Desvio Padrão". cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. teve por objetivo minimizar os questionamentos relacionados ao fato de que os protetores auditivos não proporcionam para o usuário. responsabilizar-se pela guarda e conservação. O fator de correção utilizado pela Previdência Social. a experiência internacional tem proposto correções para os valores nominais dos NRR: Tipo Concha –5 dB. para tanto. Aposentadoria Especial e o Perfil Profissiográfico". consultar o Quadro Análise da Atenuação do Protetor Auditivo. Para evitar essas divergências. para um cálculo mais técnico.8. Caso OSHA: NPSc = 102 – 25 + 7 = 84 dB(A). Item 10 – Responsabilidade do Fabricante e Importador: Previsto no item 6. Assim. corresponde ao antigo 6. usar. da LTR Editora. no entanto. continua a necessidade do fabricante . Item 9 – Responsabilidades do Empregado: Previsto no item 6. para inclusive minimizarmos possíveis falhas decorrentes de um uso inadequado. Plug Moldável – 10 dB. Assim temos: Caso Prático: NPSc = 102 – (25 – 5) + 7 = 89 dB(A). Comentário: Foi acrescentado a alínea "d". que deixa transparente que o empregado deve cumprir as determinações e orientações do empregador sobre o uso adequado: a. utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina. e. divulgada pela maioria dos fabricantes.7. Caso MTPS: NPSc = 102 – (25 x 0. Comentário: Foi extinto a obrigatoriedade do Certificado de Registro do Fabricante – CRF. Concha com Capacete de Segurança – 10 dB e Tipo Plug de Inserção – 15 dB. no seu diaa-dia a eficiência em termos de atenuação. praticamente idêntico ao mesmo item do texto antigo. comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso. c.Exemplo: NPSa = 102 dB(A) e protetor de espuma moldável com NRR 25 dB.5 dB(A).

cadastrar-se no DSST (Formulário ANEXO II). comercializar ou colocar à venda somente o EPI.Restauração. solicitar a emissão do CA ou a sua renovação. fazer constar do EPI o número do lote de fabricação.10 e seus subitens. as . e. recolher amostras de EPI. após ouvida a CTTP. Comentário: Praticamente ficam as mesmas competências estabelecidas no antigo texto 6. Item 11 .2.10. requisitar amostras e fiscalizar o devido cumprimento da NR-6. manutenção.2 e no antigo 6. embora na prática ocorresse. e. cancelar o CA. aplicar.10.nacional ou importador. Comentário: Mantidas as mesmas competências: fiscalizar e orientar quanto ao uso adequado e a qualidade do EPI. lavagem e higienização de EPI: Previsto no item 6. quando for o caso (inovação). Item 12 – Responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego/MTE: Previsto no item 6. Item 13 – Responsabilidade das DRTE: Previsto no subitem 6. Comentário: A questão de restauração e lavagem. os equipamentos que podem sofrer restauração e lavagem serão definidos pela comissão tripartite constituída. comunicar ao DSST quaisquer alterações dos dados cadastrais fornecidos. emitir e renovar o CA. quando vencido o prazo de validade estipulado pelo DSST. sendo as conclusões submetidas ao mesmo DSST. estabelecer regulamentos técnicos para ensaios.10. providenciar a avaliação da conformidade do EPI no âmbito do SINMETRO. restrição e demais referências ao seu uso. na sua esfera de competência. quando houver alteração das especificações do equipamento aprovado. fiscalizar a qualidade do EPI. portador do CA. não tinha um respaldo legal adequado e em função da necessidade de se manter as características de proteção original.11 e no antigo 6. comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional. orientando sua utilização.11. responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que deu origem ao Certificado de Aprovação – CA. requerer novo CA. como Cadastro do Fabricante. pelo DSST.

a autoridade competente do DSST. em última . quando julgar necessário. Item 16 – Ações da Secretaria de Inspeção do Trabalho-SIT: Previsto nos subitens 6. expedirá ato suspendendo a comercialização e a utilização do lote do equipamento referenciado.12. em número a ser estabelecido nas normas técnicas de ensaio.12 e antigo 6.2 ao 6. Comentário: Por ocasião da fiscalização poderão ser recolhidas amostras de EPI. Item 15 – Ações do Laboratório Credenciado: Previstas no subitem 6. analisará o processo e proferirá sua decisão.12. junto à empresa utilizadora.2. ressalvado os casos em que o laboratório justificar a necessidade de dilatação deste prazo. antes de proferir a decisão final.12. caberá recurso.3.11. o órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. e encaminha-lo ao DSST. ensejando comunicação posterior ao órgão nacional competente. outros lotes do EPI. Comentário: A SIT. Item 14 – Estratégia de Fiscalização: Prevista no item 6. Comentário: O laboratório credenciado junto ao MTE ou ao SINMETRO. a empresa terá o prazo de 10 (dez) dias para apresentar defesa escrita ao DSST.11. publicando-a no DOU.2 e no antigo 6. mediante ofício da autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. no fabricante ou importador e seus distribuidores ou revendedores. Esgotado o prazo de apresentação de defesa escrita.penalidades cabíveis pelo descumprimento da NR6. ficando reservado a parte interessada acompanhar a realização dos ensaios. Da decisão da autoridade responsável pelo DSST. capaz de realizar os respectivos laudos de ensaios. deverá elaborar laudo técnico. no prazo de 30 (trinta) dias a contar do recebimento das amostras. Após a suspensão. publicando a decisão no Diário Oficial da União – DOU.2. a um laboratório credenciado junto ao MTE ou ao SINMETRO.6. ou ainda. as quais serão encaminhadas. Se o laudo de ensaio concluir que o EPI analisado não atende aos requisitos mínimos especificados em normas técnicas. poderá requisitar para analisar.

podendo a autoridade competente em matéria de segurança e saúde no trabalho suspender a validade dos Certificados de Aprovação de EPI emitidos em favor das mesmas. ANEXO I LISTA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (inovação) A – EPI PARA PROTEÇÃO DA CABEÇA A. o Secretário de Inspeção do Trabalho poderá determinar o recolhimento do(s) lote(s). adotando as providências cabíveis. b.1 – Óculos a. B – EPI PARA PROTEÇÃO DOS OLHOS E FACE B. no prazo de 10 (dez) dias a contar da data da publicação da decisão recorrida. . Capacete de segurança para proteção contra impactos de objetos sobre o crânio. Capuz de segurança para proteção do crânio e pescoço contra riscos de origem térmica. ensejarão comunicação imediata às empresas fabricantes ou importadoras. c. ficará a critério do DSST a decisão pela concessão. ao Secretário de Inspeção do Trabalho.1 – Capacete a. com a conseqüente proibição de sua comercialização ou ainda o cancelamento do CA.2 – Capuz (inovação) a. As demais situações em que ocorra suspeição de irregularidade. ou não. Capuz de segurança para proteção do crânio e pescoço contra respingos de produtos químicos. c. Capuz de segurança para proteção do crânio em trabalhos onde haja risco de contato com partes giratórias ou móveis de máquinas. Mantida a decisão recorrida. A. Óculos de segurança para proteção dos olhos contra impactos de partículas volantes. Nos casos de reincidência de cancelamento do CA. Óculos de segurança para proteção dos contra luminosidade intensa. b.instância. de um novo CA. b. Capacete de segurança para proteção do crânio e face contra riscos provenientes de fontes geradoras de calor nos trabalhos de combate a incêndio. Capacete de segurança para proteção contra choques elétricos.

Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra poeiras e névoas.2 – Protetor facial a. proteção dos olhos e face contra proteção dos olhos e face contra proteção dos olhos e face contra proteção dos olhos e face contra . b. e. Anexos I e II. Máscara de solda de segurança para luminosidade intensa. B. Óculos de segurança para proteção dos olhos contra radiação infravermelha.1 – Protetor auditivo (inovação) a. B. C – EPI PARA PROTEÇÃO AUDITIVA C. d. névoas.1 – Respirador purificador de ar (inovação) a. b. Protetor auditivo semi-auricular para proteção do sistema auditivo contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15. c. Protetor facial de segurança para proteção dos olhos contra luminosidade intensa. Máscara de solda de segurança para radiação infra-vermelha. Óculos de segurança para proteção dos olhos contra radiação ultravioleta. c. d. Máscara de solda de segurança para impactos de partículas volantes. Máscara de solda de segurança para radiação ultra-violeta. b. Protetor facial de segurança para proteção da face contra radiação infra-vermelha. Protetor facial de segurança para proteção da face contra respingos de produtos químicos. Óculos de segurança para proteção dos olhos contra respingos de produtos químicos. Protetor auditivo de inserção para proteção do sistema auditivo contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15. e fumos. D – EPI PARA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA D. Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra poeiras. Protetor auditivo circum-auricular para proteção do sistema auditivo conta níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15. Anexos I e II.3 – Máscara de Solda a. b. c. Anexos I e II.c. Protetor facial de segurança para proteção da face contra impactos de partículas volantes. d.

2 – Respirador de adução de ar a. Imediatamente Perigosa confinados. Respirador de fuga para proteção das vias respiratórias contra agentes químicos em condições de escape de atmosferas Imediatamente Perigosa à Vida e à Saúde ou com concentração de oxigênio menor que 18% em volume. Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra vapores orgânicos ou gases ácidos em ambientes com concentração inferior a 50 ppm (parte por milhão). Luva de segurança para proteção das mãos contra agentes biológicos. névoas. Luva de segurança para proteção das mão contra agentes abrasivos e escoriantes. b. E – EPI PARA PROTEÇÃO DO TRONCO E. D.c. e. Luva de segurança para proteção das mãos contra agentes térmicos (inovação). à Vida e à Saúde e em ambientes b. Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra partículas e gases emanados de produtos químicos. Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra poeiras. respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido para proteção das vias respiratórias em atmosferas com concentração. f. D.3 – Respirador de fuga (inovação) a. mecânica. radioativa e meteorológica e umidade (inovação) proveniente de operações com uso de água. Respirador purificador de ar motorizado para proteção das vias respiratórias contra poeiras.1 – Vestimentas (inovação) de segurança que ofereçam proteção ao tronco contra riscos de origem térmica. F – EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES F. química. Luva de segurança para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes.1 – Luva a. Luva de segurança para proteção das mãos contra choques elétricos. fumos e radionuclídeos. máscara autônoma de circuito aberto ou fechado para proteção das vias respiratórias em atmosferas com concentração Imediatamente Perigosa à Vida e à Saúde e em ambientes confinados. d. Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra gases emanados de produtos químicos. c. . g. fumos e radionuclídeos. d. névoas. e.

d. Calçado de segurança para proteção dos pés e pernas contra respingos de produtos químicos. Creme protetor de segurança para proteção dos membros superiores contra agentes químicos.f. Luva de segurança para proteção das mãos contra agentes químicos. f. F. b. braço e do antebraço contra braço e do antebraço contra braço e do antebraço contra braço e do antebraço contra uso de água. Manga de segurança para proteção do agentes cortantes e perfurantes. Manga de segurança para proteção do umidade proveniente de operações com e. Manga de segurança para proteção do choques elétricos. Manga de segurança para proteção do agentes térmicos. h. Calçado de segurança para proteção dos pés contra agentes cortantes e escoriantes. c. d. Calçado de segurança para proteção dos pés contra agentes térmicos.2 – Creme protetor a. Calçado de segurança para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos. F. Dedeira de segurança para proteção dos dedos contra agentes abrasivos e escoriantes. e. de 29/12/1994. Calçado de segurança para proteção dos pés contra choques elétricos.5 – Dedeira a. F. c. Calçado de segurança para proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água. Luva de segurança para proteção das mãos contra radiações ionizantes. de acordo com a Portaria SSST nº 26. g. braço e do antebraço contra .1 – Calçado a. b. Manga de segurança para proteção do agentes abrasivos e escoriantes.3 – Manga a. Luva de segurança para proteção das mãos contra vibrações (inovação). G – EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES G. F.4 – Braçadeira a) Braçadeira de segurança para proteção do antebraço contra agentes cortantes.

G. macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra agentes térmicos. b. H – EPI PARA PROTEÇÃO DO CORPO INTEIRO H. Perneira de segurança para proteção da perna contra agentes abrasivos e escoriantes.4 – Calça a. macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra respingos de produtos químicos. G. para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra agentes térmicos. calça de segurança para proteção das pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água. perneira de segurança para proteção da perna contra respingos de produtos químicos. c. conjunto de segurança. e. perneira de segurança para proteção da perna contra umidade proveniente de operações com uso de água. formado por calça e blusão ou jaqueta ou paletó. G. calça de segurança para proteção das pernas contra agentes térmicos. Meia de segurança temperaturas. Calça de segurança para proteção das pernas contra agentes abrasivos e escoriantes. c. Conjunto de segurança.3 – Perneira a. d. perneira de segurança para proteção da perna contra agentes térmicos. perneira de segurança para proteção da perna contra agentes cortantes e perfurantes.1 – Macacão a. Macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra chamas. macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra umidade proveniente de operações com uso de água.2 – Conjunto a. d. b. calça de segurança para proteção das pernas contra respingos de produtos químicos. c. para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra respingos de produtos químicos. d.2 – Meia a. b. b. para proteção dos pés contra baixas . formado por calça e blusão ou jaqueta ou paletó. H.

2 – Cinturão a. Vestimenta de segurança para proteção de todo o corpo contra respingos de produtos químicos. formado por calça e blusão ou jaqueta ou paletó. cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura. d. ANEXO II FORMULÁRIO ÚNICO PARA CADASTRAMENTO DE EMPRESA FABRICANTE OU IMPORTADORA DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL o Identificação do fabricante ou importador do EPI: Fabricante Importador Fabricante e Importador Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ/MF: Inscrição Estadual-IE: Inscrição Municipal – IM: Endereço: Bairro: CEP: Cidade: Estado: .c.1 – Dispositivo trava-queda a. I. I – EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL I. para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra chamas. vestimenta de segurança para proteção de todo o corpo contra umidade proveniente de operações com água. formado por calça e blusão ou jaqueta ou paletó. H. b. b. Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal. quando utilizado com cinturão de segurança para proteção contra quedas. conjunto de segurança.3 – Vestimenta de corpo inteiro a. para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra umidade proveniente de operações com uso de água. conjunto de segurança. Cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura.

b./Estado 1 2 3– Lista de EPI fabricados: 4 – Observações: a. Este formulário único deverá ser preenchido e atualizado. facultadas em Lei. Diretores: Nome Nº da Identidade Cargo na Empresa 1 b)Departamento Técnico: Nome Nº do Registro Prof. sempre que houver alteração. acompanhado de requerimento ao DSST / SIT / MTE. Cópia autenticada do Contrato Social onde conste dentre os objetivos sociais da empresa.Associanção Brasileira dos Profissionais de Higiene e Segurança do Trabalho FoneFax: (11) 228-9528 e-mail: diretor. Nota: As declarações anteriormente prestadas são de inteira responsabilidade do fabricante ou importador.Presidente Técnico-Administrativo .br . a fabricação e/ou importação de EPI.com. Leonídio Francisco Ribeiro Filho . Conselho Prof.da ABRAPHISET . passíveis de verificação e eventuais penalidades.tecnico@abraphiset.Telefone: Fax: E-Mail: Ramo de Atividade: CNAE (Fabricante): CCI da SRF/MF (Importador): 1. – Responsável perante o DSST/SIT: a.

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