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PPRA

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PROGRAMA DE PREVENÇÃO
DE RISCOS AMBIENTAIS
PPRA - 2017/2018

Elaborado por: Aprovação: Validade:


QUALISEG – Qualidade em Segurança Setembro/2018
do Trabalho e Saúde Ocupacional. (82) Diretoria
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ÍNDICE

IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 03
DOCUMENTO BASE 04
INTRODUÇÃO 04
ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO 05
DEFINIÇÕES/ TERMINOLOGIAS 05
ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DO PPRA 07
ANTECIPAÇÃO,RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS 08
CLASSIFICAÇÃO DO GRAU DE RISCO 08
AVALIAÇÃO DOS RISCOS DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES 09
FLUXOGRAMA DA AVALIAÇÃO DE RISCOS 10
DEFINIÇÃO DAS RESPONSABILIDADES 11
CLASSIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS RISCOS OCUPACIONAIS 12
ESTRUTUTA ORGANIZACIONAL/DIST. DOS FUNC. P/ FUNÇÃO 13
GRUPOS HOMOGÊNEOS DE EXPOSIÇÃO AOS RISCOS-GHER 18
AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DE RISCO 19
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS 30
PRIMEIROS SOCORROS 31
ORDEM ARRUMAÇÃO E LIMPESA 31
EPI’s- EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 32
REGISTROS E DIVULGAÇÃO DOS DADOS 32
AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO 32
CONSIDERAÇÕES FINAIS 33
ANEXOS 34

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1 – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social M M P de Mesquita Cerqueira - ME


Endereço R. Deputado Eraldo Malta Brandão, 27
Bairro Feitosa
Cidade Maceió
Estado AL
C.N.P.J - MF 12.341.326/0001-61
Grau de Risco 02 (dois)
Cód.Atividade (CNAE) 85.11-2-00
Atividade Principal Educação Infantil - Creche
Elaboração Setembro/2017

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2. DOCUMENTO BASE

2.1 INTRODUÇÃO

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA é resultado de debates das


necessidades das empresas e dos profissionais da área de Higiene e Segurança do Trabalho, em
estabelecer um programa ininterrupto de controle dos riscos ambientais existentes nos mais diversos
horizontes de cada unidade de trabalho. Constitui-se como parte integrante do conjunto de maior
amplitude das iniciativas de cada empresa quanto à Prevenção, Preservação e Proteção do
Trabalhador.
O PPRA foi instituído pela Portaria n25 de 29/12/1994 que alterou a redação da NR-9
aprovadas pela Portaria n 3.214 de 08/06/1978, Lei n6.514 de 22/12/1977.
O presente programa visa também subsidiar a elaboração do PCMSO – Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional conforme NR-7 da portaria 3.214/78 MTE assim como o PPP - Perfil
Profissiográfico Previdenciário, instituído pela Instrução Normativa IN-99/2003 - INSS.

2.2 OBJETIVOS

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA tem como objetivo:


 Garantir a salubridade em todos os ambientes de trabalho da empresa;
 Prevenir os possíveis riscos ocupacionais capazes de provocar doenças profissionais;
 Controlar os possíveis riscos ambientais detectados, capazes de causar danos à saúde e bem
estar no ambiente de trabalho da empresa;
 Assegurar a todos os funcionários desta empresa, padrões adequados de saúde e bem estar
no desempenho de suas atividades;
 Informar aos funcionários desta empresa, os riscos ambientais aos quais estão expostos no
desempenho de suas atividades;
 Proteger o meio ambiente e os recursos naturais.

2.3 JUSTIFICATIVA

Atender o conjunto de iniciativas pertinentes às atividades da empresa, na área de Segurança


e Saúde Ocupacional, bem como ao que dispõe as Normas Regulamentadoras (NR´S) do MTE, em
especial a NR 09 - PPRA.

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2.4 ABRANGÊNCIA

A abrangência deste PPRA é estendida a todos os membros desta empresa, baseada no


compromisso e na participação com a Segurança e Medicina do Trabalho, visando a médio e longo
prazo, eliminar os Riscos Ambientais que possam a vir prejudicar a saúde e/ou integridade física de
nossos funcionários, da sociedade e do Meio Ambiente.

2.5 ATENDIMENTO A LEGISLAÇÃO /MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE

No Brasil, o direito dos trabalhadores à segurança e medicina no trabalho é garantido pela Lei
6.514, de 22 de novembro de 1977. Essa lei altera o Capítulo V do Titulo II da Consolidação das Leis
do Trabalho no que se refere à Segurança e Medicina do Trabalho. Sua regulamentação foi feita
através da Portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho.
Essa Portaria aprova as Normas Regulamentadoras, (NR) do Capitulo V do Título II, da
Consolidação dais Leis do Trabalho relativas à Segurança e Medicina do Trabalho e por um conjunto
de textos suplementares (leis, portarias e decretos) decorrentes de alterações feitas nos textos
originais.

2.6 DEFINIÇÕES E TERMINOLOGIAS

 PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

 NR
Norma Regulamentadora

 Agentes Ambientais
São todos os agentes físicos, químicos, biológicos e ergonômicos existentes nos ambientes de trabalho
que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempos de exposição são capazes de
causar danos à saúde do trabalhador.

 Agentes Físicos
Diversas formas de energia a que possam estar expostos os empregados, tais como ruído, vibrações,
pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes e não ionizantes, EX infra-som/ultra

 Agentes Químicos
Consideram-se as substâncias compostas ou produtos que possam penetrar no organismo pela via
respiratória, cutânea ou ingestão, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores.

 Agentes Biológicos
Consideram-se como agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus.
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 Poeiras
São formadas quando um material sólido é quebrado, moído ou triturado. Quanto menor a partícula,
mais tempo ficará suspensa no ar, permitindo que seja inalada.
Exemplos: sílica, amianto, cereais, chumbo, madeira, minérios.

 Névoas
São originadas quando líquidos são atomizados, pulverizados ou remexidos.
Exemplo: pinturas em spray.

 Fumos
São pequenas partículas formadas quando um metal ou plástico é aquecido, vaporizado e este vapor é
resfriado rapidamente.
Exemplos: solda, fusão de metais.

 Gases
São substâncias que não são líquidas ou sólidas nas condições normais de temperatura e pressão.
Exemplos: oxigênio, dióxido de carbono, nitrogênio.

 Vapores
São formados através da evaporação de líquidos ou sólidos. Exemplos: gasolina, solvente de tintas.

 Limites de Tolerância (LT)


Limites abaixo dos quais a maior parte dos trabalhadores pode se expor sem sofrer efeitos adversos à
saúde. Não devem ser utilizados como linhas rígidas entre um ambiente saudável e um não saudável.
Os limites de tolerância mais usados são:

TWA: Time Weighted Average, ou média ponderada no tempo, geralmente para oito horas de
trabalho/dia.

STEL: Short-Term Exposure Limit, ou limite para exposição de curta duração (15 minutos), que só
pode ocorrer 4 (quatro) vezes por dia, com intervalo mínimo de 60 (sessenta) minutos entre uma e
outra ocorrência, e a exposição não pode causar efeitos irreversíveis à saúde.
IDLH: Immediate Dangerous to Life and Health, ou seja, a concentração imediatamente perigosa à
vida e à saúde.

LT: Limites de Tolerância definidos na Norma Regulamentadora nº 15.

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 Monitoramento
Processo periódico e sistemático da avaliação ambiental dos agentes químicos e físicos no ambiente de
trabalho, podendo ser individual ou ambiental.

 ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Hygiene


Organização americana que pesquisa Limites de Tolerância. Vale lembrar que a NR-9, através de seu
item 9.3.5.1, determina que quando da ausência de limites de tolerância na NR-15, deverão ser
seguidos os da ACGIH.

 Nível de Ação
Valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de
que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. Para agentes químicos,
o nível de ação é igual à metade do Limite de Tolerância. Para ruído, o nível de ação é um valor de
dose de 0,5 (50%).
 Dose
É a relação entre o tempo de exposição a um determinado nível de pressão sonora e o tempo
permitido para exposição a este nível.
 Nexo-Causal
Relação causa-efeito entre, danos observados na saúde dos trabalhadores e o ambiente ao qual estão
expostos.
 Grupos Homogêneos de Exposição ao Risco – GHER
Grupos de trabalhadores expostos de forma semelhante a um determinado agente.

2.7 ESTRUTURA DO PPRA

O PPRA contém os seguintes aspectos estruturais:


 Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;
 Estratégias e metodologia de ação de desenvolvimento de cada etapa;
 Formas de registro, manutenção e divulgação dos dados;
 Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

2.8 DESENVOLVIMENTO DO PPRA

O PPRA foi elaborado com base no desenvolvimento das etapas que seguem um Programa de
Higiene Ocupacional, que consiste em:
 Antecipação dos riscos;
 Reconhecimento dos riscos;
 Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
 Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
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 Registro e divulgação dos dados;


 Balanço anual do programa.

2.8.1 ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS

2.8.1.1 ANTECIPAÇÃO

Esta etapa envolve a análise de novos projetos, instalações, produtos, métodos ou processos
de trabalho ou de modificação das já existentes. O objetivo é a identificação dos riscos potenciais e a
introdução das medidas de controle necessárias, antecipando-se a exposição ao risco ambiental.

2.8.1.2 RECONHECIMENTO

Esta etapa envolve a identificação qualitativa e a explicitação, dos riscos existentes nos
ambientes de trabalho. As informações necessárias nesta etapa são:

 A determinação e localização das possíveis fontes geradoras, trajetórias e meios de


propagação, caracterização das atividades e do tipo de exposição, identificação das funções e
determinação do número de trabalhadores expostos ao risco.
 A descrição das medidas de controle já existentes na empresa e das possíveis alterações para
aumentar a sua eficiência na redução ou eliminação dos riscos ambientais e informações .

2.8.1.2.1 CLASSIFICAÇÃO DO GRAU DE RISCO

Para efeito deste trabalho, adotamos as seguintes definições para os graus de riscos, que
podem ser classificados conforme a sua categoria:

GRAU DE
RISCO CATEGORIA SIGNIFICADO
Fatores do ambiente ou elementos materiais que não
0 Insignificante constituem nenhum incômodo e nem risco para a saúde ou
integridade física.
Fatores do ambiente ou elementos materiais que constituem
1 Baixo um incômodo sem ser uma fonte de risco para a saúde ou
integridade física.
Fatores do ambiente ou elementos materiais que constituem
2 Moderado um incômodo podendo ser de baixo risco para a saúde ou
integridade física.
Fatores do ambiente ou elementos materiais que constituem
3 Alto ou Sério um risco para a saúde e integridade física do trabalhador,
cujos valores ou importâncias estão notavelmente próximos
dos limites regulamentares.

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2.8.1.3 AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

A avaliação quantitativa deverá ser realizada sempre que necessária para comprovar o
controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento,
dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

A priorização de avaliações quantitativas para os contaminantes atmosféricos e agentes físicos


do ponto de vista do Programa de Prevenção de Risco Ambientais podem ser definidas conforme a
tabela abaixo, partindo-se sempre do nível do Grau de Risco identificado para a definição da
prioridade das avaliações quantitativas a serem realizadas.

 CRITÉRIO DE PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS

GRAU DE
PRIORIDADE DESCRIÇÃO
RISCO
Não é necessária a realização de avaliações quantitativas das
0e1 Baixa
exposições
A avaliação quantitativa pode ser necessária porém não é
prioritária. Será prioritária somente se for necessário para
2 Média
verificar a eficácia das medidas de controle e demonstrar que os
riscos estão controlados
Avaliação quantitativa prioritária para estimar as exposições e
3 Alta verificar a necessidade ou não de melhorar ou implantar medidas
de controle
Baixa Avaliação quantitativa não é prioritária, não é necessária a
realização de avaliações quantitativas para se demonstrar a
exposição excessiva e a necessidade de implantar ou melhorar as
4
medidas de controle.

Alta A avaliação quantitativa somente será prioritária para o grau de

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risco 4 quando for relevante para planejamento das medidas de


controle a serem adotadas ou para registro da exposição

 FLUXOGRAMA DA AVALIAÇÃO DE RISCOS

INVENTÁRIO
(RECONHECIMENTO
DE RISCOS)

LEVANTAMENTO
AMBIENTAL

NÃO MEDIDAS DE
METODOLOGIA
CONTROLE
DE AVALIAÇÃO
POSSÍVEIS

SIM

VALORES < L.T. SIM VALORES < SIM


*
NR 15 / ACGIH ** NÍVEL DE AÇÃO

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NÃO NÃO
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CONTROLAR RISCO E
INLCUIR NO
INCLUIR NO
PROGRAMA DE
PROGRAMA DE
MONITORAMENTO
MONITORAMENTO
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(*) Limite de
Tolerância
(**) American
Conference of
Governmental
Industrial Hygienists

2.9 DEFINIÇÃO DAS RESPONSABILIDADES

 Cabe ao empregador

O empregador é o responsável por estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do


PPRA, como atividade permanente da empresa, informando aos trabalhadores sobre os riscos
ambientais existentes e meios disponíveis de proteção.

 Cabe aos trabalhadores

Os trabalhadores têm como responsabilidade colaborar e participar na implementação e


execução do PPRA, seguindo as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos; informando ao seu
superior hierárquico direto as ocorrências que, a seu julgamento, possa implicar riscos à saúde
trabalhadores.

 Integração com a CIPA

Os empregados terão participação efetiva no programa, através dos seus representantes da


CIPA que estiver em gestão, dando sugestões e informando a administração sobre condições que
julgarem de risco.
O documento base, suas alterações e complementações deverão ser apresentados e discutidos
na CIPA, quando existente na empresa, de acordo com a NR-5, sendo uma cópia anexada ao livro de
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ata dessa comissão.

 Cabe ao SESMT - Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho

Quando existente, deve ser o responsável por assessorar as unidades do estabelecimento na


efetiva implantação do PPRA e em todos os demais assuntos relacionados com a Engenharia de
Segurança do Trabalho.
Tem a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade física dos empregados e
realizar anualmente, junto à administração do estabelecimento a reavaliação do PPRA.

 Cabe ao responsável pela implantação do PPRA

O responsável pela implantação do PPRA será sempre a pessoa designada pelo


estabelecimento onde se realizará o PPRA, ao qual caberá coordenar o seu desenvolvimento, a
definição de prazos e ações para execução das medidas de controle necessárias, com vistas a se
atingir as metas estabelecidas.

3- CLASSIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS RISCOS OCUPACIONAIS

GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3

FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO

Ruído Poeiras Vírus

Vibrações Fumos Bactérias

Radiações Ionizantes Névoas Protozoários

Radiações Não - Inonizantes Neblinas Fungos

Frio Gases Parasitas

Calor Vapores Bacilos

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Pressões Anormais Substân /Compost ou prod. Químicos -

Umidade - -

3 – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL / DISTRIBUIÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS POR


FUNÇÃO

Quadro
Ordem Setor Função
Efetivo (*)
Professor 03
Secretária 01
Ag. Administrativo 01
01 ADMINISTRATIVO
Diretor 01
Auxiliar de Sala 01
Porteiro 01
Legenda:
* Jornada de 44 horas/Semanais

4 - RECONHECIMENTOS DOS RISCOS POR SETORES

Cargo -Professor
Atividades -Ministrar as aulas programadas para as devidas classes, monitorar sua turma
desenvolvidas e verificar as suas necessidades.
Risco Sem riscos específicos
Agente de risco - Outras situações causadoras de stress físico e ou psíquico

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- Atenção
Fonte Geradora - Sala de aula
- Turma de alunos
Medidas de controle - Posto de trabalho confortável, cadeira com regulação e birô adequada às
existentes condições especificas.
Possíveis danos a - Stress físico e mental.
saúde

Cargo -Auxiliar de Sala


Atividades -Auxiliar na ministração das aulas programadas para as devidas classes,
desenvolvidas monitorar sua turma e verificar as suas necessidades.
Risco Sem riscos específicos
Agente de risco - Outras situações causadoras de stress físico e ou psíquico
- Atenção
Fonte Geradora - Sala de aula
- Turma de alunos
Medidas de controle - Posto de trabalho confortável, cadeira com regulação e birô adequada às
existentes condições especificas.
Possíveis danos a - Stress físico e mental.
saúde

Cargo -Diretor
Atividades Coordenam, supervisionam, controlam desenvolvimento projetos de
desenvolvidas pedagógicos e coordenação de ensino.
Risco Sem riscos específicos
Agente de risco - Postura
- Digitação
Fonte Geradora - Cadeira / posto de trabalho
- Necessidade da digitação de trabalhos, relatórios.
Medidas de controle - Posto de trabalho confortável, cadeira com regulação e birô adequada às
existentes condições especificas.
Possíveis danos a - Dores de coluna / D.O.R.T.( Doenças Osteo-Musculares )
saúde

Cargo -Secretária Escolar


Atividades
Organizam documentos e realizam atendimento aos clientes e fornecedores.
desenvolvidas
Risco Sem riscos específicos.
Agente de risco - Postura
- Digitação
Fonte Geradora - Cadeira / posto de trabalho
- Necessidade da digitação de trabalhos, relatórios.
Medidas de controle - Posto de trabalho confortável, cadeira com regulação e birô adequada às
existentes condições especificas.
Possíveis danos a - Dores de coluna / D.O.R.T.( Doenças Osteo-Musculares )
saúde

Cargo Ag. Administrativo


Atividades Organizam documentos e efetuam sua classificação contábil; geram lançamentos
desenvolvidas contábeis, auxiliam na apuração dos impostos, conciliam contas e preenchimento de
guias de recolhimento e de solicitações, junto a órgãos do governo. Emitem notas de
venda e de transferência entre outras; realizam o arquivo de documentos.
Risco Sem riscos específicos
Agente de risco - Postura
- Digitação

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Fonte Geradora - Cadeira / posto de trabalho


- Necessidade da digitação de trabalhos, relatórios.
Medidas de controle - Posto de trabalho confortável, Cadeira com regulação e birô adequada às
existentes condições especificas.
Possíveis danos a - Dores de coluna / D.O.R.T.( Doenças Osteo-Musculares )
saúde

Cargo Porteiro
Atividades
Realiza serviços de controle de entrada e saída de alunos, funcionários e visitantes.
desenvolvidas
Risco Sem riscos específicos
Agente de risco - Postura
- Digitação
Fonte Geradora - Cadeira / posto de trabalho
- Necessidade da digitação de trabalhos, relatórios.
Medidas de controle - Posto de trabalho confortável, Cadeira com regulação e birô adequada às
existentes condições especificas.
Possíveis danos a - Dores de coluna / D.O.R.T.( Doenças Osteo-Musculares )
saúde

6. GRUPOS HOMOGÊNEOS DE EXPOSIÇÃO AOS RISCOS – GHER

Os grupos homogêneos de exposição aos riscos – GHER foram compostos em função da


exposição dos trabalhadores aos riscos (físicos e/ou químicos) presentes nas atividades e locais de
trabalho, conforme analisados, ficando assim distribuídos:

Condição de
Item Cargo / Função GHER Grau de Risco Prioridade
Exposição
Habitual e
1 Professor
Permanente

I 1 Baixo Habitual e
2 Secretária Permanente

Habitual e
3 Ag. Administrativo Permanente

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Habitual e
4 Diretor
Permanente

Habitual e
5 Auxiliar de Sala
Permanente

Habitual e
6 Porteiro
Permanente

Condição exposição:

 Habitual e permanente
 Intermitente
 Ocasional
 Não se Aplica

7. AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS DE RISCO

7.1 – FÍSICO: RUÍDO


A quantificação do ruído baseou-se no anexo 01*, da NR-15, a qual trata dos limites de
tolerância para ruído contínuo ou intermitente num ambiente laboral, estabelecendo também que
esses níveis de ruídos sejam medidos em decibéis (dB), em serviços similares.

7.1.1 – METODOLOGIA
Para o levantamento das medidas do Nível de Pressão Sonora utilizamos como instrumento de
medição o Dosímetro DOS 500 INSTRUTHERM no módulo Decibelímetro. O aparelho foi ajustado para
o circuito de compensação A e circuito de resposta lenta (SLOW) com Limite de Tolerância de 85 Db.

7.1.2 – NÍVEIS DE RUÍDO / POSTO DE TRABALHO

RUÍDO
SETORES
Db (A)
Secretaria 65.6
Coordenação 60.6
Mini Maternal 69.0
Maternal 64.6
Jardim I 67.3
Jardim II 69.0
1º Ano 69.0

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2º Ano 66.6
(*) - Quando exposto as fontes de ruído/ Habitual e Permanentemente

7.1.3- AGENTE IDENTIFICADO/ AVALIAÇÃO QUANTITATIVA/METAS:

O controle do ruído é de fundamental importância para a realização das atividades de


trabalho. Foi realizada avaliação quantitativa do ruído através de Dosímetro e Decibelímetro. Deve-se
ter como meta uma qualidade acústica satisfatória que não prejudique o ouvido humano, nem a
produtividade dos funcionários, evitando assim as doenças ocupacionais.
A meta para os setores administrativos onde são exigidos atenções constantes, é que o nível
de ruído gerado, para efeito de conforto seja de até 65 dB (A) de acordo com a NR- 17, subitem
17.5.2.1.
A meta para os demais setores é que o nível de ruído que chegue ao ouvido humano não
ultrapasse 85 dB (A), de acordo com a NR- 15, anexo n° 1.

7.1.4- MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES:

Atualmente nestes setores não há a necessidade de proteção auricular, pois o nível de pressão
sonora está abaixo do requerido pela NR.

7.1.5 - MEDIDAS DE CONTROLE A SEREM MANTIDAS:

 Efetuar controle e manutenção adequados e oportunos das fontes de ruído, quando exposto;
 Acompanhamento do PCMSO e Controle dos ASO´S.
 Treinamento periódicos quanto a utilização correta e o benefício do EPI.
 Orientação aos alunos da importância do controle do ruído.

7.1.6- FONTE GERADORA DO RISCO:

As fontes geradoras são os alunos (as) das salas de aula.

7.1.7- MEIOS DE PROPAGAÇÃO DESTE RISCO:

O meio de propagação deste risco é através do ar, das paredes do teto, do piso e das
instalações destes setores.

7.1.8- DANOS RELACIONADOS AO RISCO IDENTIFICADO:

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Não foi detectado risco quanto ao ruído, mas se este alcançar níveis maiores que 85 dB poderá
ocorrer perda auditiva, dificuldade na comunicação, fadiga crônica física e mental, cansaço, aumento
da pressão arterial.

7.1.9- PLANEJAMENTO ANUAL DAS AÇÕES:

7.1.9.1- AÇÕES DO PPRA/RESPONSÁVEIS:

RESPONSABILIDADE DA DIRETORIA E SUPERVISÃO:


 Manter os níveis de ruído abaixo do permitido pela legislação (85 dB).

RESPONSABILIDADE DA CIPA E DA EMPRESA:


 Realização de orientações periódicas sobre a necessidade de um nível de ruído
aceitável que não cause danos ao trabalhador.

RESPONSABILIDADE DO SETOR DE MANUTENÇÃO DA EMPRESA:


 Não há setor de manutenção na empresa.

7.1.10- CRONOGRAMA (PRAZO) DE EXECUÇÃO:

Prazo de execução destas ações: 2017/2018.

7.2 - TEMPERATURA / CALOR

Foram realizadas avaliações quantitativas do calor e baseou-se no anexo 03, da NR-15, a qual
trata dos limites de tolerância de exposição do trabalhador no ambiente laboral, estabelecendo o tipo
de atividade (Quadro no1), o regime de trabalho (Quadro no2) e o limite das taxas de metabolismo por
tipo de atividade (Quadro no3).

tbn = 22,1 °C
 Pátio tg = 29,8 °C
sendo obtido o
IBUTG = 24,4 °C
tbn = 23,9 °C
 Recepção/Recepção tg = 27,5 °C
sendo obtido o
IBUTG = 24,9 °C
(*) - Quando exposto as fontes de calor/ trabalho contínuo

7.2.1- AGENTE IDENTIFICADO/ AVALIAÇÃO QUANTITATIVA/METAS:

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O controle da temperatura (calor) é de fundamental importância para a realização das


atividades de trabalho. Foi realizada avaliação quantitativa do calor, através do equipamento
Termômetro de Globo. Deve-se ter como meta combate ao stress térmico, melhorando a qualidade de
vida e a produtividade dos funcionários.
O homem é um ser que mantém a sua temperatura interna a um valor constante de
aproximadamente 37 °C, independente das condições de meio ambiente.
Devidamente protegido, o homem pode se expor a temperaturas de 50°C à 100°C, por curto
período. Todavia a avaliação da temperatura externa não pode ultrapassar 40°C sem que seja
comprometida a sua capacidade física e mental. Em certas condições térmicas do ambiente a
estabilidade da temperatura interna é obtida às custas de esforço do organismo, representado assim
por um desconforto e queda do rendimento laboral.
A exposição ao calor deve ser avaliada através do “ Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de
Globo (IBUTG) “ .
As medições são efetuadas no local de trabalho onde permanece o trabalhador, à altura da
região do corpo mais atingida. Os limites de tolerância são fixados por tabelas, levando-se em
consideração o regime de trabalho, o descanso e a taxa de metabolismo.

7.2.1- MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:

Atualmente estes setores apresentam ventilações naturais e artificiais eficientes e o Índice de


calor encontrado se encontra abaixo do limite de tolerância de 30,0 IBUTG de acordo com a NR-15
anexo 03, quadro 2.

7.2.2- MEDIDAS DE CONTROLE A SEREM MANTIDAS:

 Aquisição periódica de fardamento profissional leve e de algodão.


 Manter sempre a boa ventilação existente sem impedimento.
 Prover a empresa de bebedouros com água potável que supra a necessidade dos
funcionários durante a jornada de trabalho.
 Informação aos funcionários de estar hidratando o corpo com a ingestão de água para
suprir a perda durante a jornada de trabalho.

7.2.3- FONTE GERADORA DO RISCO:

Não há fonte geradora de risco.

7.2.4- MEIOS DE PROPAGAÇÃO DESTE RISCO:

O meio de propagação deste risco é através do ar.

7.2.5- DANOS À SAÚDE RELACIONADA AO RISCO IDENTIFICADO:


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Se o aumento do fluxo de sangue na pele e a produção de suor forem insuficientes para


promover a perda adequada de calor, ou se estes mecanismos deixarem de funcionar adequadamente
uma fadiga fisiológica pode ocorrer. Existem quatro categorias principais de doenças devidas ao calor:
Exaustão do calor; Desidratação; Câimbras de calor; Choque térmico.

7.2.6- PLANEJAMENTO ANUAL DE AÇÕES:

7.2.6.1- AÇÕES DO PPRA / RESPONSAVEIS:

 Responsabilidade da Diretoria e da Supervisão.


Aquisição periódica de fardamento profissional leve e de algodão
Medições periódicas da temperatura nos setores para o devido controle.
Prover a área de Produção de bebedouros com água potável que supra a necessidade
de todos os funcionários
7.2.6.2- CRONOGRAMA (PRAZO) DE EXECUÇÃO:

Prazo de execução destas ações: No decorrer da gestão 2017/2018.

7.3 – ILUMINAÇÃO:

ILUMINAÇÃO
SETORES MEDIDA
(LUX)
Secretaria 135
Coordenação 110
Mini Maternal 780
Maternal 680
Jardim I 1600
Jardim II 886
1º Ano 885
2º Ano 930

7.3.1- AGENTE IDENTIFICADO/AVALIAÇÃO QUANTITATIVA /METAS

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O espectro luminoso (iluminação) visível ao olho humano é de fundamental importância para a


realização das atividades laborais. Foi realizada avaliação quantitativa da iluminação, através do
equipamento Luxímetro. Deve-se ter como meta uma iluminação satisfatória que não prejudique a
visão nem a produtividade dos funcionários, evitando assim; acidentes e doenças ocupacionais.

7.3.2- MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES:

Atualmente a quantidade de lâmpadas existentes e a potência das mesmas não são suficientes
para uma boa acuidade visual nos Setores em que o nível medido é menor que o Ideal (300 Lux). A
arrumação das máquinas, dos birôs precisa ser ordenada em função do fluxo luminoso destes setores.

7.3.3- MEDIDAS DE CONTROLE A SEREM MANTIDAS:

É recomendado a aquisição de lâmpadas que gerem níveis de iluminação compatíveis com a


tabela anterior, limpeza e manutenção periódica das mesmas.
Recomendamos ainda que na área em que se possa utilizar a iluminação solar seja colocado
telhas transparentes para que durante o dia tenha um maior nível de iluminância natural melhorando
o ambiente e economizando energia.

Os parâmetros dos níveis de iluminação tomaram como base as seguintes Normas: NBR- 5382
; NB- 52 ; NB- 57 ; da ABNT ( ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS). Estas medidas de
controle estão relacionadas em função do receptor, ou seja dos funcionários que trabalham nestes
setores.
7.3.4- FONTE GERADORA DO RISCO:

Lâmpadas que se apresentam com pouca potência, em pouca quantidade e dispostas de


maneira inadequada em função do layout destes Setores.

7.3.5- MEIOS DE PROPAGAÇÃO DESTES RISCOS:

O meio de propagação destes riscos é através das paredes, teto, do piso e das instalações
destes Setores.

7.3.6- DANOS À SAÚDE RELACIONADOS AO RISCO IDENTIFICADO:

- Deficiência ocular.

7.3.7- PLANEJAMENTO ANUAL DE AÇÕES:

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7.3.7.1- AÇÕES DO PPRA / RESPONSÁVEIS:

Aquisição de maior quantidade de lâmpadas, com potência maior que supra a necessidade do
nível de iluminação ideal conforme tabela.

RESPONSABILIDADES: Da Diretoria e Supervisão.

7.3.7.2- CRONOGRAMA (PRAZO) DE EXECUÇÃO:

Prazo de execução destas ações: No decorrer da gestão.

7.4 AGENTES QUÍMICOS

Os Agentes Químicos, por definição em Higiene do Trabalho; são aqueles que podem reagir
com os tecidos humanos ou afetar o organismo, causando alterações em sua estrutura e/ou
funcionamento. São encontrados em forma sólida, líquida e gasosa. Os agentes são irritantes para a
pele, para os olhos e membranas mucosas das vias superiores. Ingressam no organismo geralmente
através da inalação do vapor. Nos ambientes avaliados, apenas as atividades desenvolvidas pelos
serviços gerais apresenta o contato com detergentes e desinfetantes, todos os produtos destinados a
higienização doméstica.

7.4.1 - MEDIDAS DE CONTROLE A SEREM MANTIDAS

 Monitoramento dos exames médicos de acordo com PCMSO (programa de Controle Médico de
Saúde Ocupacional);
 Promover o uso, controle e manutenção dos EPI´S;
 Controle nos ASOS e PCMSO.

7.5- AGENTES BIOLÓGICOS:

Locais de contato:
 WC/ Portaria
 WC/ Área administrativa
 WC/ Feminino/área operacional
 WC/ Masculino/área operacional
 Serviços Gerais

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7.5.1- AGENTE IDENTIFICADO/AVALIAÇÃO QUALITATIVA/METAS

Os pedaços de papeis higiênicos utilizados nas lixeiras, dão origem aos agentes biológicos.
Estes agentes se apresentam em forma líquida e /ou sólida. Os cuidados, com os funcionários que
deles se utilizam devem ter como meta a higiene pessoal tais como limpeza das mãos antes e depois
de utilizarem os WC’s.

7.5.2- MEDIDAS DE CONTROLES EXISTENTES:

Atualmente como medidas de controle, a Empresa fornece luvas impermeáveis de PVC para
manipulação de produtos de limpeza.

7.5.3- MEDIDAS DE CONTROLE A SEREM MANTIDAS:

 Aquisição de lixeiras com tampa em todos os setores descritos acima.


 Treinamentos periódicos visando a conscientização dos funcionários, através de
informações sobre higiene pessoal e educação ambiental, bem como o uso adequado
destes WC’s.
 Uso de EPI’s para os funcionários que fazem a limpeza destes setores, tais como: luva
de pvc cano longo, óculos de proteção.

7.6.1 - MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE A SEREM MANTIDAS

 Dimensionamento adequado do posto de trabalho, as condições ambientais e a organização do


trabalho;
 Melhoria do nível de iluminamento e do conforto térmico;
 Promover treinamento sobre riscos ergonômicos, através de palestras, informes educativos,
orientações biomecânicas;

7.7- AGENTES DE RISCO MECÂNICOS/ACIDENTES

Consideram-se riscos de acidentes o arranjo físico, máquinas, equipamento, ferramentas


defeituosas / inadequadas, eletricidade, falta de sinalização, transporte de materiais, armazenamento
inadequado, perigo de incêndio.
Necessário que todas as partes móveis de máquinas e Equipamentos sejam protegidos para se
evitar os possíveis acidentes.

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 EM CASO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA – CONTATOS TELEFÔNICOS


CORPO DE BOMBEIROS / DEFESA CIVIL 193
INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE – IMA 0800-82-1523
DEFESA CIVIL 199
CENTRAL DE AMBULÂNCIA 192
CEATOX (Centro de Assistência Toxicológica /Envenenamento) 1555
POLICIA MILITAR 190
DETRAN 194
SAMU 192

10 - PRIMEIROS SOCORROS:
Toda Empresa deverá ter caixa de primeiros socorros com material necessário à prestação de
primeiros socorros (ferimentos, queimaduras em geral, intoxicações, etc.) considerando-se as
características próprias da atividade desenvolvida.
Esse material deve ser guardado, em local adequado e de fácil acesso, aos cuidados de pessoa
treinada para esse fim. Essa caixa não deve permanecer trancada, para facilidade de manuseio e deve
conter, no mínimo, o material descrito no PCMSO.

11 - ORDEM, ARRUMAÇÃO E LIMPEZA.

Sem dúvida, um ambiente de trabalho limpo e arrumado, em muito contribui para a prevenção
de acidentes. Assim sendo, é dever de cada empregado manter limpo e arrumado o seu local de
trabalho, ajudando deste modo a evitar, eliminar ou controlar as condições inseguras do seu ambiente
de trabalho.
 Mantenha sempre limpas as suas máquinas e o seu local de trabalho. Estopas, lixo, papel e
outros materiais, devem ser jogados em recipientes previstos e apropriados para isto.
 Óleo ou outros líquidos derramados no piso devem ser limpos imediatamente, pois podem
ocasionar quedas perigosas.

12- EPI’S – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

É muito importante limpar e guardar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Isto


determina que, além do conforto e segurança de sempre estar sendo usado um equipamento limpo e
sem odores, a sua durabilidade estará assegurada. O usuário precisa entender que os EPI existem
para proteger sua saúde de possíveis danos decorrentes do trabalho executado, por isso, necessitam
ser tratados com respeito e cuidado. Dessa forma, estará protegendo a sua saúde.

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12.1. HIGIENE E CONSERVAÇÃO DOS EPI´s.

São apresentadas a seguir, algumas informações sobre os cuidados que se devem dispensar
ao diversos EPI recomendados para uso;
 Calçado de segurança (botina): Engraxar semanalmente, uma vez que o couro engraxado tem
maior poder de impermeabilização. A botina de segurança deve proteger os pés e o tornozelo.
 Aventais: Limpar diariamente com água e sabão e colocar para secar.
 Óculos de segurança: Limpar com frequência, com água e sabão com pano macio. Não usar
substâncias solventes que possam danificar o material.

13 - REGISTROS E DIVULGAÇÃO DE DADOS:

Considerando que um sistema de registro de dados tem a missão de subsidiar o processo de


tomada de decisão, alguns aspectos devem ser observados quanto a qualidade das informações a
integrar o banco de dados, isto é, os dados registrados devem ser capazes de:
 Informar quando, onde e que tipo de problema pode ser esperado;
 Subsidiar as indicações das medidas de controle e restrição de danos;
 Proporcionar relatórios gerenciais e de desempenho dos setores.
 Permitir o acompanhamento das efetivações das medidas de controle e a responsabilidade
pelas mesmas.

14 - AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DO PPRA

O grau de efetividade alcançado pelo programa será determinado por avaliações sistemáticas
da evolução dos seguintes indicadores:
 Coeficientes de frequência e gravidade no âmbito global da empresa;
 Índices de soluções de problemas no âmbito global da empresa;
 Cumprimento de metas e prazos.

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15 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA é validado por um período de um ano,

a contar da data de 04 de Setembro de 2017, devendo ser renovado, conforme determina a Norma

Regulamentadora 09 da Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego n° 3.214/78.

Mesmo que as condições de trabalho não sejam alteradas a reavaliação anual do PPRA deve

ser renovada por um novo documento, ficando o PPRA inicial, mantido junto com os documentos de

reavaliação e guardado por um período mínimo de vinte (20) anos, conforme determina a NR-09,

portaria 3.214/78 MTE.

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA poderá sofrer modificações

sempre que tiver alterado qualquer parecer técnico contido em seu bojo.

Maceió, 04 de Setembro de 2017.

Responsável pela elaboração do programa:

______________________________________
WELLISSON FELIPE BARBOSA
Técnico em Segurança do Trabalho
Reg. MTE SSST- 000689/AL

Responsável pela execução do programa:

_____________________________________
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M M P de Mesquita Cerqueira - ME.
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Representante Legal Setembro/2018
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ANEXOS

1- RELAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL............................... 35

2- CRONOGRAMA DE ATIVIDADES.......................................................................... 35

3- NR 15 - Atividades e Operações Insalubres........................................................ 36


3.1- Anexo - 1 Limite de tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente............... 37
3.2- Anexo - 2 Limites de Tolerância para Exposição ao Calor.................................. 38

4- Nível de ILUMINÂNCIA........................................................................................ 40

1- EPI’S APROPRIADOS À FUNÇÕES DIVERSAS.


Material Finalidade Marca CA

Garantir padronização e resistência aos


Fardamento Variável
riscos
Proteção da cabeça contra impactos, queda de Indacol
Capacete de Segurança
materiais, batidas, etc. MSA
Silo
Óculos de Segurança, Para proteção dos olhos contra projeção de
WELD
com proteção lateral partículas, respingos, poeiras, etc.
Danny
Proteção das mãos e antebraço no manuseio de Brasluvas
Luvas de Vaqueta tubos de andaimes, chaves de catraca e tábuas de Conforto
madeira, etc. Dadalto
Para serviços em locais úmidos, lamacentos
Bota de PVC Vulcabrás
ou em contato com produtos químicos
Bota de couro Nogam
tóxicos e/ou corrosivos.
Proticap
Balaska
Capa para Chuva Para serviços com exposição à intempéries
Soldasul
Trevo
Luva de PVC Proteção das mãos e antebraço no manuseio Promat
Luvas de Látex de substâncias tóxicas e/ou corrosivas Duráveis

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2- CRONOGRAMA DE METAS E PRIORIDADES

AÇÕES DO ANO 2017/2018


PROGRAMA
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
2018 2018 2018 2018 2018 2018 2018 2018 2018 2017 2017 2017
Realizar avaliação
anual do PPRA da X
empresa
Implantar PPRA e
torna-lo atividade x x x x x x x x x x x x
permanente da
empresa
Reavaliação dos
EPC’s disponíveis na x x x x x x x x x x x x
empresa. Adequar
onde necessário.
Avaliação e controle
x x x x x x x x x x x x
dos EPI´S
Treinamento de
X
Incêndio
Treinamento de
Prevenção de Conforme calendário da CIPA
Acidentes

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3- NR 15

3.1- Anexo – 1 Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente

Nível de ruído Máxima exposição diária


dB (A) PERMISSÍVEL
85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 4 horas
91 3 horas e trinta minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 15 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
98 1 hora e 15 minutos
100 1 hora
102 45 minutos
104 35 minutos
105 30 minutos
106 25 minutos
108 20 minutos
110 15 minutos
112 10 minutos
114 8 minutos
115 7 minutos

1. Entende-se por ruído contínuo ou intermitente, para os fins de aplicação de limites de tolerância, o
ruído que não seja ruído de impacto.

2. Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (dB) com instrumento
de nível de pressão sonora operando no circuito de compensação "A" e circuito de resposta lenta
(SLOW). As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador.

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3. Os tempos de exposição aos níveis de ruído não devem exceder os limites de tolerância fixados no
Quadro deste Anexo. (115.003-0 / I4)

4. Para os valores encontrados de nível de ruído intermediário será considerada a máxima exposição
diária permissível relativa ao nível imediatamente mais elevado.

5. Não é permitida exposição a níveis de ruído acima de 115 dB(A) para indivíduos que não estejam
adequadamente protegidos.

6. Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruído de


diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a soma das
seguintes frações:

...................... C
C1 + C2 + C3 +
.....+ n
T1 T2 T3 Tn

exceder a unidade, a exposição estará acima do limite de tolerância.

Na equação acima, Cn indica o tempo total que o trabalhador fica exposto a um nível de ruído
específico, e Tn indica a máxima exposição diária permissível a este nível, segundo o Quadro deste
Anexo.

7. As atividades ou operações que exponham os trabalhadores a níveis de ruído, contínuo ou


intermitente, superiores a 115 dB (A), sem proteção adequada, oferecerão risco grave e iminente .

3.2- Anexo - 2 Limites de Tolerância para Exposição ao Calor

1. A exposição ao calor deve ser avaliada através do "Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo" -
IBUTG definido pelas equações que se seguem:

Ambientes internos ou externos sem carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg

Ambientes externos com carga solar:

IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg

onde:

tbn = temperatura de bulbo úmido natural

tg = temperatura de globo

tbs = temperatura de bulbo seco.

2. Os aparelhos que devem ser usados nesta avaliação são: termômetro de bulbo úmido natural,
termômetro de globo e termômetro de mercúrio comum.

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3. As medições devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do
corpo mais atingida.

Limites de tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com períodos de
descanso no próprio local de prestação de serviço.

1. Em função do índice obtido, o regime de trabalho intermitente será definido no Quadro 1.

QUADRO 1 (115.0065 / I4)

Regime de Trabalho Intermitente com TIPO DE ATIVIDADE


Descanso no Próprio Local de
Trabalho (por hora) Leve Moderada Pesada
Trabalho contínuo até 30,0 até 26,7 até 25,0
45 minutos trabalho
30,1 a 30,6 26,8 a 28,0 25,1 a 25,9
15 minutos descanso
30 minutos trabalho
30,7 a 31,4 28,1 a 29,4 26,0 a 27,9
30 minutos descanso
15 minutos trabalho
31,5 a 32,2 29,5 a 31,1 28,0 a 30,0
45 minutos descanso
Não é permitido o trabalho sem a
adoção de medidas adequadas de acima de 32,2 acima de 31,1 acima de 30
controle

2. Os períodos de descanso serão considerados tempo de serviço para todos os efeitos legais.

3. A determinação do tipo de atividade (Leve, Moderada ou Pesada) é feita consultando-se o Quadro


3.

Limites de tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com período de
descanso em outro local (local de descanso).

1. Para os fins deste item, considera-se como local de descanso ambiente termicamente mais ameno,
com o trabalhador em repouso ou exercendo atividade leve.

2. Os limites de tolerância são dados segundo o Quadro 2.

M (Kcal/h) Máximo IBUTG


175 30,5
200 30,0
250 28,5
300 27,5
350 26,5

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QUADRO 2 400 26,0


450 25,5
Onde: M é a taxa de 500 25,0 metabolismo média
ponderada para uma hora, determinada pela seguinte
fórmula:

Mt x Tt + Md x Td
M= ———————
60

sendo:

Mt = taxa de metabolismo no local de trabalho.

Tt = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de trabalho.

Md = taxa de metabolismo no local de descanso.

Td = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de descanso.

IBUTGm é o valor IBUTG médio ponderado para uma hora, determinado pela seguinte
fórmula:

IBUTGt x Tt + IBUTGd x Td
IBUTGm = ———————————
60

sendo:

IBUTGt = valor do IBUTG no local de trabalho.

IBUTGd = valor do IBUTG no local de descanso.

Tt e Td = como anteriormente definidos.

Os tempos Tt e Td devem ser tomados no período mais desfavorável do ciclo de trabalho, sendo Tt +
Td = 60 minutos corridos.

3. As taxas de metabolismo Mt e Md serão obtidas consultando-se o Quadro 3.

4. Os períodos de descanso serão considerados tempo de serviço para todos os efeitos legais.

QUADRO 3

TAXAS DE METABOLISMO POR TIPO DE ATIVIDADE

TIPO DE ATIVIDADE Kcal/h


Sentado em Repouso 100
TRABALHO LEVE

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Sentado, movimentos moderados com braços e 125


tronco (ex.: datilografia).
Sentado, movimentos moderados com braços e 150
pernas (ex.: dirigir).
De pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, 150
principalmente com os braços.
TRABALHO MODERADO
Sentado, movimentos vigorosos com braços e 180
pernas.
De pé, trabalho leve em máquina ou bancada, 175
com alguma movimentação.
De pé, trabalho moderado em máquina ou 220
bancada, com alguma movimentação. 300
Em movimento, trabalho moderado de levantar
ou empurrar.
TRABALHO PESADO
Trabalho intermitente de levantar, empurrar ou
arrastar pesos (ex.: remoção com pá). 440
Trabalho fatigante 550

4- Níveis de ILUMINÂNCIA

De acordo com as normas da ABNT – NBR 5413, cada ambiente requer um determinado nível
de iluminância (E) ideal, estabelecido de acordo com as atividades a serem ali desenvolvidas, segundo
a tabela abaixo:

. ILUMINÂNCIA(lux) TIPO DE AMBIENTE/ATIVIDADE


20 - 30 - 50 - ruas públicas e estacionamentos
CLASSE A (áreas de
uso contínuo e/ou 50 - 75 - 100 - ambientes de pouca permanência
execução de tarefas 100 - 150 - 200 - depósitos
simples)
200 - 300 - 500 - trabalhos brutos e auditórios
300 -500 - 750 - - trabalhos normais: escritórios e
CLASSE B (áreas de 1.000 fábricas
trabalho em geral) 1.000 - 1.500 - - trabalhos especiais: gravação,
2.000 inspeção, indústrias de tecidos
2.000 - 3.000 - - trabalho contínuo e exato:
5.000 eletrônica
CLASSE C (áreas
5.000 - 7.500 - - trabalho que exige muita exatidão:
com tarefas visuais
10.000 placas eletroeletrônicas
minuciosas)
10.000 - 15.000 - - trabalho minucioso especial:
20.000 cirurgia

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