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IGREJA DE JESUS CRISTO
DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS

PU BL I C A D O PEL A M I SSÃ O BRA SI L EI RA DA IG R E JA


DE JESU S CRISTO DOS SANTOS DOS Ú LTIM O S D IA S
RU A I T A PEV A I S. ° 3 7 8 • SÃ O PA U L O • B R A SI L
TODOS OS D IR EITO S RESKRVADOS PELA
IG R EJA I)E JE S U S CRISTO DOS SANTOS
DOS ÚLTIMOS DIAS

Copyright 1951
By the Corporation of the President of the
Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

1959
\4^|
\b ^

PREFACIO
Nos primeiros dias da Ig re ja de Jesus Cristo dos
Santos dos Últimos Dias, foi mandado por revelação a
Emma Smith, esposa do p ro feta Joseph Smith, que fizes
se uma seleção de hinos sagrados p ara o uso da Ig re ja ,
porque disse o Senhor: “ Pois a Minha alm a se deleita
com o canto do coração. Sim, o canto dos justos é uma
Prece a Mim, e será respondida com uma bênção sôbre
suas cabeças”.
E ntre os membros da Ig re ja havia compositores
inspirados. Muitos de seus hinos foram cantados em
épocas de alegria e de tristeza, incentivando os Santos
em suas Jo rn ad as pioneiras, e os fortalecendo em suas
provas e tribulações. Tornaram -se característicos dos
missionários da Ig re ja que viajaram p ara longe, e fo
ram uma fonte de fé e consolação, encorajam ento e
fôrça. Hoje, quando são cantados, acrescentam fervor
a nossas reuniões e provêem inspiração para todos que
os cantam ou os ouvem cantar.
INTRODUÇÃO
Oh hinos neste Livro estão em quatro classificações
gerais: para a congregação, natal, eôro, e para as crian
ças da Ig re ja . Os hinos para o côro, são indicados
para “ côro”, sob o título.
H á dois índices neste Livro: Um alfabético e um
por assunto. Ambos incluem cs mesmos hinos. No
índice por assunto a seqüência é feita de acordo com
o assunto a que estão relacionados.
ÍNDICES DOS ASSUNTOS
Para congregação ............................................... 1-142
Para Natal .......................................................... 143-154
Para côro .............................................................. 157-181
Para Crianças ...................................................... 182-200
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V.

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GLÓRIA CANTAI A DEUS


Boden Feliee Giardiui
Çont Louvor J * 92

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1 . G lê -r ia oan - t a l a Daua! Coo o la - mo - ro - aa v o i)
2 . C r la -to o Sal - va - d o s, 0 ga - oa - dor l i v - rou |
3 . H os-tas doa o4ua oan - t a l Gan- çoaa oa - la a - t l - a l a .

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Tu - do lo u - val« Por ooo • pal m xao o - br ou» m il p a i n a s
Tu - do lo u - v a i . Â r i - da an - tr a - gou, da a o r - ta
C an -tai lo u - v o r . Coo hon - ra r a l - na — r á , ooo m a -J a a -

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A. •#- A. A.
2 DEUS ACEITA NOSSAS PRECES
R. A lld r id g e Jo j o p h J Da> n «»

Suplicante J • 72

I f ’ l. J , J r-t— r - f - f r - J i J- ]
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&n-oh a a 8-s im a s n o s - s a s a l - m as, Com o e s - p í - r i — t o de p a z .


a Í - n os o t e u s&n - t o g o i — & Que a s a l —va-ç& o con —d u z ,
■ç na m&n-h a do j u l - ga-men - t o , E s - t a r - e - m o s sem te -m o r ,

!_• f.
f- . - . rjf- ~m~ fr J M
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r ___ - r r . r u r r. i_____ __ r- - 1_____ y p i i— r - p — ec-r
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ffij: f J j < »: J J Í-
Kun - oa d e i - xa - noa o a - l r em ten - t a - çao do gr&n-de m al,
S em -p re g u i - a - nos a TI Deus a gan-har o gr&n-de dom,
Jun - t o de T i e s - t& r- e - mos na e - t e r - n l — da-de 6 Deuat

tf y - H if í â á 4 £ j -p íf -u

Nun - oa d e i—za — nos oa - i r em te n - t a - ção do g r& n -d e m al.


Sem - pre g u i - a - nos & Ti Deus a —ga n -b a r o g r& n -d e doo.
Jun - to de Ti e s - t&r—e —mos na e - t e r - n i - d a-d e, 6 Deue

* t t u \m u u s j u u
3 VINDE, 0 QUE TEM O SACERDÓCIO
T. D aven p o r r O. P. H u i sh
Com A nim o J * 63

j>ÍÃ aMa |J> j I


1. Ohl v in - de o que tem de Daua o a a -o er - dfi - o io
2. Ou - ve a teu pas - t o r y re — b a —nho e s - p a - lh a - do
3. P a r - dao 3< oon - oe - deu por mal - o do b a - t i s - mo
4. P in - da» do 0 pe - sar 6 t 6 - das v o t -s a e

u
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M. JL* -#L
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Aos h o -m en s e s —o l a - m al. e a s — sim J u n -ta l seu p o - YOJ


£ tcw ne o dom que foi. pre - d i to por pro - f e - t a a ;
£ por o o n - f i r - ma - ção a s - sim a e - r e i a u - n l-d o a j
Es - p e - r a - r e l e g a - nhar r e - sur - r a l-ç ã o em g l 6 - r l a (

.A . .A . .4 .

M£ iS Í if ^ í

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A p r e —ga — çao oo — me - ça Já e Is--ra - al a


Por 61 —e s a - n u n —o l a - d o f o i que seu r e - d il se
~Rm C ria - to vo a - aa d o r o a i - r á . p o la E le e s - ou - ta
Pa p o is oom C r i e - to e s —t a - r e i s , em sua p re - sen - ça

-A- JL. JL JÈ. JL. A.

i k k
W s ig £ 14

dar de no- t o gra - ç a s ao B ei Se - nfaor.


i dar de no - v o g r a — ç a s ap B ei Se - nhor.
& o -ra -ç ã o , E d& nos bon oon - se - lh o 0 fie l Se - nhor.
a -n o s e - lo - g ia n - do ao B ei Se - n h or-
4 SE TU AO ASTRO KOLOB

W ih iam W Ph e l p s Jo t c p h J. D a/ n e*

Tu arêa que S p o s - s í - v e l ohe - gar a §s - te fim ,


voa de Deus su -su r-ra , "Ja - m ais o ho - mem • v iu " ,
Nao tem fim a m a -tl-r ia , nem o es - p í - r i — to ,

lütsfU ff ^ .f U p r èm
5 PERTO DE Tl, REDENTOR

Joteph L. Towntend William Cl aw so n


Suave J * 66

li- i
1, Per - to da Tl Re - len —t o r , Par - to , mala per—to aim.
2, Par - to da Tl Ra - d a n -to r , Par - to , mala p e r -to aim.
3, p er - to da Ti Ra - d a n -to r . Per - to , mala p e r -to aim.
4, Par - to de Tl Ra - d a n -to r , Par - to , a a ls p e r -to aim.

g M-M

San - pre eu que - ro ea - t a r , Par - t c t m alB p er-to de Tl!


Jul - g a - m e por tu - a l e i , P e r -to , mala p e r -to de Tl!
Eu Ta a - do - ro a -q u l, P a r -to , mala p e r -to de T l!
Su — a p cra -a a n - ç a ' ta r a i , P a r -to , mala p e r -to da Tl!

m -m

m m
J j u .j
Con - f i - o am tau a - m o r , Con- firo «a T l oom ar-d or |
Eu ma a-pro - x i - mo da T l , Á, r a - v a - r ín - o la praawfcarj
Por tau a — mor p a -d i-r a i, Com o — b a-d l6n —o la v l - r a l |
Quan —do pro - va - do —to u , 0 ga - laiMião ob - t a - r « i j

i M J \'.'f — ^ 1 --H
U .J —
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m U - i - y ^ 1
c om a — mo r rv - M►- ba-m ai I a r -to da Tl Ra —dar - t o r .
a*# -# .T.p.
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6 FALEMOS PALAVRAS AMÁVEIS

Jo s o p h L. T o w n so n d . ^ Bo«sle> *

A - le - gram ao t r i s - t e que o h o - r a , Va
Ab — sim oom pa — l a — v r a s a - m a -v e is , A
FALEMOS PALAVRAS AMAVKI5

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- 0—W~ W li iJ i i ü M
Oh! f a - i e — mos p a - la r v r a s a — ma - v e is » Pa - l a - v r a s de gô — zo • paz
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i A DEUS SENHOR E REI

Charles Wesley Horatio Parker


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cb à --------- £ — 4 — i ■— à — 4 - 4 J — i — J — # 3 - } id —
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E —l e vem aoe seu s oo — x a - ; o * a , r « - g o - * i - J a l oot g ra n -d * so a .

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le vem aoe seue o o —r a -ç õ e e , r e -g o - a i - J a i oom gran-de bot o .


8 0 FIM SE APROXIMA
E liza R. Snow

Com E n erffh J ■ 72

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lu a p a —b l i - q u e i s o que De í s v o e man - dij u . A - var. — t e ir -


r»i 3 mo - d l - l o que de u o Se - nh or. Ae £ 6 - res e
Deus ro s am — pe — ra» a v e r — ia - da te - re i a E E -le v os pro -
ju in -i io o s bons» s a - t a - ni s par - de - r á | A os j u s - 1 08 0

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maos e oom t t p r o - o l a - m a r - moa que Deus J í seu r e i - n o de
pe — n a s pre-een - t e s que t e - mos, Te - r ã o fim a - l e - g r ^ um
me - t e a v i - da e - t e r - na , Se sem -pre f i - é i s , 4 sua
C r ia - to d a -ri o a m - p a - ro , Se fo r-m o s f i - é i s , E - le

m tií n
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no - vo fun-dou, que Deus já seu r e i - no de* no - vo fun-dou.
tem—po me-lhoiv Te~ rto fim a —l e — gre» um tem — po m^^hor,
vo* e s —o u - t a is . Se sem — pre f i —a l e » jp. sua voz e s—ou—t e l s ,
nos s a l - v a - r á . Se f o r -m o s fl-a fs , E - le nos sa lr v a - rá .
9 AO RAIAR O NOVO DIA

R. B. Bf l i r d R & Ba i r d
HriUiantr J IOÔ
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1, Ao r a i - ir > XXO - Xro Ü - s e\i - a lu a se po - d© v e r ,
2, P a - r » n 0 8 - 1 0 0]'68 — 3Í — tt •n - 1 o p r c - c u - re-«noa no b j u n - t a r ,
3, As-sim po la, níío d68 -m a i - e - mc s n©ê - ta o -b r a do Se-nhor,

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f 2 s a— n d h— í
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Do r e - pou — 00 n o s a - oc r — da E n o s 9n - ch e de ai — m or,
T r a - b a - lh a n - a o , p r o - g r e — i 1 — moi% Com a - ] e — g r e s 0 0 - r a - ç o e s ,
Nao ca n — s e —mo% n ao pa — r e — mo^ A m al—da - de a de s-t ru - i r ,

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Tô - da na tu - r e —sa o a n - t a n fs -te dl - a do S« - n h o r.
Ao que 0om de — s e - jo b us —ca Deus da —r á a s a l - v a - ção ,
E ao er - no s em pe - r i - g o , TJe a - mi - go Deus se - r á .

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AO RAIAR O NOVO DIA

i M r-rf i -<s^ —

V a -m o s p o is sem ta r —d ar, i j - oo - l a do-mi - n i —c a l ,

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Va-<nos p o is Sem ta r —dar

M l- l.

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V a-m os p o is sem de—m o -r a r à e B- c o - la do - mi —n i — c a l .

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10 PARA SEMPRE EXALTAI A DEUS

Stew arfs Colleclion Ebenezer Beezley


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1* Pa — ra sem - pre e — xal - ta i ao Se—n h or por seu a -o o r;
2. Pe — l a a — bun —d£n — o i — a , P<^*lo r e —b a — nho sem i- g u a l,
3. G ra - ç a s da - mos n o s - s o Deus, G ra - ç a s d a - m o s em a l - i a v o e *

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r~Jijç f \h\} f if ffr-r Fif:i

Dês — se gran —de m a-n an —o i - a l Vem a gra — ça o e - l e s - t i a l


Pe - l a lu * e a v e r - d a —de, E b e -n e - í í - c i o e to —doB
Pe - l a s dá-di-vas de a-moifc Ho—j e o a n —t a — moa-Lhe lou -^ or

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11 OBSERVE TÔDA HOSTE

E can—tam—coo v l-g o r » *
E c&n—tam—com v i - g o r i A veix>aii a v e n c e r por E -le qua noe
C aa-tan - do coco v l- g o r i

feal -
Itr

va, jA ven-oexy
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a ven-oar por
m* r,
C r is - t o , Rei
t , ií

J e-su s!

T t> r ÉÜ Ém É
OBSERVE TÕDA HOSTE
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J | | <| |«]- |
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|A ven-o«iy a van-oe]iy a van-oeiy Por C r ia - to , Rei J e - a u a l.....................
Por C ris-tO f E e i, 0 Rei J e —s u s .

_____ . J Ü
<___EJ___ 1_____ E J __U___1/ 1 TI____ 1
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12 PERANTE DEUS VIMOS OUTRA VEZ


Henry F. Lyte A rthur Sullivan

|J i j i 1 ■ Ui U j j .J d
1. A — pro —l i — ma —mos ou — tr a v e z A Deus em or — a — ç&oj
2. Se - nhor per - mi - t e a nós d ea-oer Tua gra - ça o e - l e s - t i a l ;

J ,r r r r ,r rmr r r t-r-t
I f 1 lj iii 1 ^
u
Se * ja - raos d i - l i - g en —t e s poSa em nos — sa de - vo — çao,
Ar-ben-çoe ho —Je a to ■ do s e r } pro — t e — j a —nos do mal*

Cum- p rin -d o sua d i - v i - na l e i de to - do oo - ra - çã o ,


As ohu—v a s que nos man—das e o s o l oom seu oa — l o r ,
13 SÊ BEM VINDO DIA SANTO

K. B. Bair d Ebenezcr Beesley


Brilhante J 80

1. S$ bem v in - do Di - a S a n -to ,
ij.i
Ho - je v a - mos dea—o a n - s a r ,
2. Es - o u -ta i o soro a - l e —g re De o r i - a n - ç a s a s o r —r i r .
3. Ha e s - o o - la v a-m o s to - d o s De - v o - ção a Deus r e n - d e r ,
4. Aos a - mi - gos e vi - zi-nho3 No b u - n i - mos oom a - mor,

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püa f»-------r - H ------------- d — _ P 1j — i— i r r — i— i— f í ---------------
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Hos sa u -d a -m o s T u -a a u - r o - r a , D i-a S a n - to de o — r a r .
0 o&n-tar dos ça s - s a - r i - n h o s , Oh! que gra—to I o u - v i r .
Coo o s oo - r a —ço e s a - l e - g r e s , Seus en - si-n o s r e - o e - b e r .
Pa - ra ju n -to s r s —o e - b e r - o o s A h e - r a n - ç a do S e-nhor.

i i JjJ ij i *»* ’
Bem r i — so - nhos e oon -ten —t e s Ho — je va —mos nos jun - t a r
Ca - da no — t a nos oon—v i — da Pa — ra i r —mos sem ta r —dar
De Seus L i —v r o s ta o S a - g r a - d o s A p ren -d e - mos o p er-d ã o ,
Hos - sa ti de - po - s i - ta - mos Ha pa —la - vra de J e — su s

É É Iü m
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IM) 1— J l rr j n J H f* ■ ■ i «j i * * * __1___
^ 1 : f lff - t 4 4 •J '•

Ha e a - c o - la de do—m: n—g o, A v er - da - de e s - c u - t a r .
i e s -o o -la de do-m á n -g o , A v e r -d a -d e p r o -o u -ra r.
E nas Su —as L e is a - cfcia>mos Da v e r - d a - d e o o l a - r ã o ,
Sô por E - l e e s - pe - r a*moa Al-oan-nyar do oéu a l u s .

S-\Ji g. r-----— ____ ■ '» ~ ____________ •____ MJK L


u-----r------ i m i í i i ir r ■» r i \ i r___ __ i__■ n i
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SÊ BEM VINDO DIA SANTO

Sá ben
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v in -d o d i-a
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a a n -to , H o -J e va-moa d e a -c a n -sa r .

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H ís aau-da- moe tu-a au —ro - r a , D i-a aan-to de o - rar.

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14 COMUNHÃO CELESTE
Henry K. Lyte VVilliam Mtnry Monk
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1. Co - n 1 - go h arb i - t a , 6 S eu a a n 9 l - t e vam , Aa tre-v a s
2. Se pr e e - a a e n - o o n - t r a — r e i o t m m o r - t a l | Se — a a - p a
3. Vem i a - v e - l a r Te a mim, i a , S e n h o r ! Mea —t r e d i -
4. Pre-ae n - t e e e - t í a n a a t r e —iras du na 1u b | Hão ha p e -
n a___- __________ 1_____ 1___ 0. a___ • _____ a.____ «______
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cres-oemj eia Senho r , oon-vem, Que me ao-oo r - ra a T u -a
re - oe o g6 -z a te r - re - a l ) . Mu - daii - ç a ve - jo em tu-do,
v i -n o ! Hei! Con-a< - la -d o r ! lleu QuíL- a for —t e ! Am-pa-ro
r i -g o anrdan-do oom Je-eual A moir—te ea tum-ha não a -

. ______________b L . J

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.. 1-f^ 1 J
P r o - t e - çãoj Oh! vem f a - z e r
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J- j 1 —' 9 — r — -— ^■ &
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oo - mi-go h a -b i - ta -
om»
ção.
e oor-rup - ç ã o , Co - ml - go fa - ze e-ter-na ha-bi - ta - ção,
em ten -ta - ção! Tem, vem f a - z e r oo - m l- go ha-bl - ta - ção.
t e r - ra —r ã o , On — de meu Deus
■Á- .r
f i - zer ha-bi
,*•
- ta
J
- ção
15 POR QUE SOMOS?

R. Atlaridge Joseph J. Daynes


J * 72
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V 82 oÃo s s arpei~fej t-jo -em , mas e s-p e -r a m p ro -g r e -d i r»
3. 1 OS f e i- to s
P« - seu B do E - den, tão q u e -r l - do á n o e-so pa i ,
4. q as ooi- •S&fl dfii
u>ila nmn—do, eu p r e - f i - ro s a l - v a - ç ã o»
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Q»isa os p<!s as —sim no niun - do, E a —qui porque se—tão?


E se pouoo á 0 pro-fp r e s -s o , Pou-oo tf 0 g a - la r -d ã o .
0 que Deus teo d#-ore - ta - do, Tu-do tf p 'r a n o s - so beo.
P<1 - rs Le-so tf re-q u e- r i - do, 0-bras, t i , ah—ns - ga-ção|
S-* -f- ^e_ C J f -__ tr_r: . rJ r1 rJ .r----- . -
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Eu oon-c !or-do Deus 6 Pai ooa oo i - s a s que f e s tu - d o ser.
Pa — ra o que não pro-gri-de lá ma i - or o o n -d e -n a - çã o ,
E que C‘r i s - t o da - v e v ir e IX - 3Í - az^ o p la-n o fo i,
E de—j>ois a - p r e n -d e -r e -ta o s maI s do e - t e r - no p la g io seu)
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Co - l o —o o u - 0 8 oom a o a r - n e P a —r a d a r -lh e s p e r —f e i —ç a o .
0 que pe - o a , p r e —f e - r i n —d o , P a - r a t a l não h á p e r —d ã o .
Que e -x ls -tia d e s-d e a n - t e s <iie o m m -d o e A -d ã o .
Es - ta v i - da, f i - n a l - m e n - t e , T i - da < de p r o —v a - ç ã o .
16 ANCIÕES DE ISRAEL

Cyrus H. Wheelock Anon.


Exultante J * 63

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1. 6 a n -o i-õ e s de I s - r a —e l o o - m l - g o b u s-o a i os J u s-to s na
2. 0 - br e i - r o s são pou-oos m u i-to 6 o l a - b o r , Se so-mos u -
3. E ao f i - n a - l i - z a r a n oa-ea gran-de m ie -sã o , "Bem f e i - t a " pro-

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t e r - ra de on - de e s - t a o Ho p la g io ou mon-ta-nha e em

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n l - d o s, p o - d e - mos v e n - o e r ; D ei-sa i a o i - s á - n i - a e o
f e — ta e d i- r ã o sm S i — ão | Com noa—saa f a - m í - l i a s se -

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to -d o lu - g a r, E d ei - x a -o s v i r a S i - a o r e - p o u -sa r.
bus - o a i, Os j u s - t o s l i - vre-m os de t o - d o o m al.
tr i-g o
Ja-mos f e - l i s , Cla-man — do que l i - v r e S i - ão ja e s - t á .

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17 JESUS, MINHA LUZ
Jam es Nicholson John R. S<ífeney
Com Firmeza J a 80

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1. J e —s u s , mVnha l u s , eu não te -o e -r e l, Tu e s meu a -o o r ,
2. Je —su s , mt-nha lu z , e mee-mo na nê-voa, Tu e s m eu fa -ro l,
3. J e —su s , ml-nha lu z , Tu ás meu po-den E ooo seu a-mor,
4. Je - s u s , mi-nha lu z , a-mor e e o -la ^ Que fo - ge dom ai,

M -M-
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C o n -s ô - lo te-^rei> Tu ás meu e s - o u - d o do
Ho oáu v e r -te -e i, E on • de em g lô - r ia i-
Ás — sim v e n -o e -r e i| Às - sim m i-nhas f a l - t a s Tu
E rei - na em paz | Tu ás meu b e n - d i - t o , am-

SÉ t f * -i h * -

T
mal e da dor, A s-sim ae-gu-ran - ça me dá o Se-nhor.
rá go-ver-nar j For en - t r e as t r e - v a s eu h e i de fi-o a r .
h ás de p a -g a r, An-dan - do ocm f á , fir-m e h e i de fi-o a r .
pa - ro e r e i , Com san - to s e an - Jos Te lou — v a -r e i.
JESUS MINHA LUZ

18 ANTE TI SENHOR
Hammond Hanry A. Dean
Com Aâora<-<loJ — §§
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1. An - t e T i Se - nh o r do Céu, In - o l i - na - d o s ao s te u s p é s ,
2. T o -d o s de-vem &- d o - rar, • D© - vem se B -p re Te h o n - r a r ,
3. Que te u s f i - l h o e s in -ta m paz E que t€ -nham a so - l a z ,
4. Deus c o i k ©- d© - nos te u s bens E te u r e L—no do a - lém

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To dos f i Ih o s te u s e s tã o , Pro - cu r e - mos Ti em vão?


Tu a gxa ça me r© cer, Tu a s bén ção s re ce b e r .
Deus bon do so de va lo r Sem pre Ti su por

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19 QUAO GRATO É CANTAR LOUVOR

Geo. Manwaring E. Beesley

1 . Quao gra —to 6 oan—ta r lo u v o r À E—l e que por gran—de amor*


2 . Qu&o gran—do é em pas u—n i r , E de seu grande a m o r o w ir ^
3 . Ben — d l —'ta do —oe oomt>mhao de to —dos jun—to s em u—nião>

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Ao nran-do ve - io a e o -f r e r e p e -lo e ho-oene p a - d e - o e r ,


Do pão e á - gua p a r - t i- lh a r e n o e -sa f é a a -s in B os-trar.
Al — ç a -D o s can-*o« de lo u -v o r a C rie—to por seu gran-de eunor.

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P o i C ris —to que sua v i —da deu e com Seu s&n-gue no s s r0%

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C a n ta i ho—sa—nas e lovn roz^ a C rls-^ o por se u gran-de a-mor •


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20 JEOVÁ EM SUA GLÓRIA

WilliiRi Goodr Evan Stephens


Arrmâtç
Ammâfo J - 96 . , . l i ,
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> > >
1 . A p a -r e -o e em sua g ló —r i a , Je—o—vá do oáu, o H ei;
2 . Se b e - l e - s a r s - v e s t i - d a , Ds u b r e - v e - la a Si - ão,
3 . Hou-ra-rão a Deus por ju s -ti - ç a E p e - la l e i can—t a - rão ,

f r i ii r r - g r 1

E s -o u -ta i - 0 e s - o u - t a i - 0 p o is pro-ola-mam an -Jos Já,


Tem-pes-ta - d e a , ter-re-m o - t o s são s im a ls do d l - a se u ,
Em j u s - t i - ç a , em J u s - t i - ç a , 0 Se-nhor nos J u l-g a - r á ,

> > > >


a * a________________________ . _____ c a

|Es-ou- - t a l - 01 (Es-ou- -ta i - 0! p o is Br'0- c l MBan> a n -jo s já ,


Tem—pe a—t a —d e s, Ter—rcn n o -t o s são s i - n a i s do d i - a se u .
Em ju j - t i - ça , Em jui i-ti - ç a , o Se-nhor nos ju l-g a - r á .
J * í_ > > >
f- f .T |f f f f . T - ..
21 DEUS DE NOSSOS PAIS

Daniel C. Roberts C. W. W arrcn


J= 104
22 LOUVAI A DEUS
Joachitn Ncanck.
.. Com Dif/nidade J * 100

u l :1 u i wm nr
1. Lou—r a i a Deus, 0 R e i, o r i - a - dor do u - n i—r e r -
2. Lou-vai a Deu», Sen-hor • Rei d» t í - das a s o o i-
3. Lou-vai a Deus, Que t o s mos—tr a o o a -m i-n h o o o r -r e -

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so, L o u -v a i a S eu s pe - l a s a l - v a —ç a o oom t o - d o
sas | LI - v r a a g u a r - da o s san —t o s da t o —d o s p e—
to , S m ui s e - gu - ro t o s sa n -ti - rá »* f o r - d e s

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nsrap— 75r r n - - W . § i ■ * . ____ L___ ......... P - ...1 _
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1 g) • — ^----- 1-----L

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ar dor. Vin - da jun - ta r aos san - to s
rl g o s, Tu - do nos dá) oa - r i - nho
ra to s. Não o a l - o u - l a i a do quan - to

m f f f if T f
-é-

que vao can - ta r a Seus mos-trem—do seu a - mor.


b ín —ç ã o s , a a -m o r , d 'a - o 6 r — do oom seu d e -se - jo .
Ê la 6 oa — paz, do quan - to Ê —l e v o s a — ma?
2? QUÂO BELOS OS TEMPLOS DE DEUS
Frank 1. Kooyman Tracy V. Cannon

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VUJ “«I _ ■ ___ __ a ____ ■____ 3 ___ a___ ■_____ 1,1____? ___1 ___i ____ J __ :___

1 . Quão b e - l o e s ã o t e u s t e m - p l o s S e u s s a - c c r á - r i o s de v a - l o r ,
2 . Quão b e - l o e £ o £ - r a n — g e —'Lho qu e p ro -^ •em de Ti ,
3 . Quão b e - l a t a p e r s - p eo - t i - Ta qu e o r e s ^ ; m i o i já ,

i — -p- f.
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Sn p l e - n l - t u - de re »-4 ji n - r o u s o b ti - l h os te u s a - q u i j
E se g u i - r e - d o s ti j - 1% l e i que nó s t • ~ nham os paz j

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Po t os que aHirás d o váu »s ~ t Io, fa — z e -m o s o -b ra s l á t
Qu io be - l a t a e s - ] 56 “ Pan - ?a que aos ho-mens d á,
Po r - r i - t o s em t e us tem-; lio s Deus , s e - l a - mos n o s - s o amor

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P a ra que t o - n baffl a - l e - g r i - a o n -d e C r ie -to e s-tá .
Tam -b á m e 108 1l o r - t o a no a - lá m que s e - j a a s a l-v o » l á .
Que n o s v i - v am os se m -p r e a s -s im l o u —van—do ao S e-n h o r.

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24 BELA SIÃO

Serenamente J * 112 J. G. Fones


M r i H— I r * d *__d_d___d__: r - JH
_2___ I __ ^ * __s _.
W 9 rJ ,_#
f 9 ^
1. Be - la S i - í to de ineu a - nor, B e - l a m o - r a - da
2. Be - lo 1u-<ja r de pas e Lu b , Be —lo o l a r do
3. Be - la s c 0-3ro - &e lu - B i-3pão, Be - l a s pel-m ei - r a s

™ m m f- r * ______+
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i— i —i— ---------- 1— f— -i— i —i— -i-----------1—

do Se -n h o r j P o r -ta s ta o bran - c a e de p r im o r , Be - lo o
Rei Je - su s , B e - l o s o s oan - to s de lo u -v o r , Be - lo o
lá t e r —r ã o , Rou—pas fa -m o - sa s — s a - r ã o , Os que oom

fejt p\f mÊmÊ 9 —*~

ç-nm l \*
tem - p io do S e -n h o r . E — l e na oruz p re-ga -
od - ro do S e -n h o r . Ao B&l- v a -d o r a - do -

J-J-
C ris - to ven —oe - rão , Lá eu i - r e i b u s-c a r o

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p o r-tas de sa l - v * - ç £o {i-briu»
lou-vor e - t er —n 0 0an —t a - r e ii B e - l a s por—ta s , b e - la s
e ao seu La - d0 ri - v e - r e i t
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p o r -ta s| ]3e —1&e a s p o r -t a s , Be - la s p o r - ta s de Si - ã o .

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25 HA REPOUSO COM DEUS
Mary W. Bone VVilliam B. Bradbury
Kii Solenu’ J m 80
"Oftj— t 1 " T ~r ! 1 1—-d
M L t_^ ^ 1 A . P 9J __. ■1 ■ 11 n ------ J—r
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~*-a '— — f --------- -------------------- * - 1 *— 3— 1 — >. 1 g - J
1. A - deu a a tfi - das o n - r a s , cle s - pe-çc me, a - d eu s,
2. Eu que ro -arer meu 1 0 —me <som ho—me na de v a - le r j
3. Eu que —ro a e r pro — sra - ào le —van-dc m i-nha c ru z ;
P 4- ,* m .------f1------
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A - dei is ao b maus p r a - 2 e - r b s , ní1 0 que - 1 0 t f i - l o s m al8
Que dã 0 a Deus l o u - vo - r BS (» in o s-ti am s eu a - mor»
Que Dei 1 8 me ean —t i - f i - q ué 1 sem - p re me dê luE t
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A A ---- J — CA A \ H— __ .
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De - se - Jo a mo - r a — cLa a et t e r - r 1 0 e - le a - t i - a l ,
Por - t a l t e - aou - ro jra n - cle , pi *0 —1ne —t d a - g u en - t a r
0 fo - go a - poro - x i - taa, j a e i n - 1 0 se u o-a - l o r ,
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b !>m lo n - ge da ma — 11 - ol a , e o n - d<i na o há ma 1 .
A t6 - d a s a f l l - ç õ e a qu e Deus po — d s ma man — datr .
0 q u a l me pu - r i - f i - oi9L 66 a n - àt3 OCm a - mc>r.
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Zi r e - pou - - 11, bo — 11, R í r « - po u - bo

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HA REPOUSO COM DEUS

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Há r e - pou - so , Há r e - pou - sc 9 Hi re - p o u - so a - li.


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26 JEOVÁ, SENHOR DO CÉU


Eduardo Balderas Oliver Holden

rf*a- - ri — i— 1— i— - 2- 1- 1
- 1- -1 1111
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1.
2.
Oh! J e - o - v á o Deus clo Céu, Prc -o la -m a tu - le i;
Tua o - b r a há de j t r o - g re —d ir , Ter r e i - n o o r e s - o e - r á ,
a
3. Re - v e - l a à s n a - ç o e s t ua mão E te u po - d e r lh e s dá f
|.| -| |J yi- pe^j
i j # i# # .. . ir 1 1
H— J— F— F— — i

E s - t e n - d e - s e de mar amar Teu n o -m e • po - d e r,


E n e s ~ ta v i- d a nda t e - re -m o s paz e sal - v a -ç ã o ,
Que de te u relr-tio poe-sam s e r , tu a l e i a s re — ge - r á .
27 CRIATURAS DO SENHOR
Exultante 72

Í r r r' r
1* Õ, c ri - a - tu -ra s do S e -n h o r, Can - t a i oom f ô r - ç a d a i lo u -
2# Os v e n - to s f o r - t e s sem—p re sao f Mo — vem o s o 6h b que chu^ras
3* Ve - d e , a s &—guas pu —r a s sao> Lou —vam a Deus em s a n - t o
4* A t e r - r a t o - do d i —a d á , E pa —r a sem -pre a s —sim s e -

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TA - l o - l u - i a l
v o r,
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A- le - lu - ia ! A n a - t u —r e - za moa—t r a
d ão , A - l e —l u - i a l A- le - lu - ia ! A b e - l a m a -d ru -g a —da
som, A -le -lu -ia l A- le - lu - ia ! Tsu e - v a n - g e - lh o nos oon-
rá , A -le -lu -ia ! A- l e —lu — ia ! As f lo - r e s q u e a - q u í es—

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já , a s ben-çãos que o Se-nhor n c s da,
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A - le —l u - ia ! A—le —
vem, h o n -ra n —do o C ri-a - d or do a -lei% A -le -lu -ia ! A -le -
d u z, Nos g u i - a oo-mo u — ma lu z , A -le -lu -ia ! A - le -
tã o em g ló -^ ria sem—p re e x i s - t l - r ã o , A -le -lu -ia ! A - le -
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28 VEM, ó FILHO DE SIAO
WiUiam W. Phelpi John TullWge
Mnjestosamentc J m 72

1. Ao S a l-v a — do r lo u -v e - moa, 6 f i l - h o s de S i - ã o ,
2. Oh! vem J u — dá d is - p e r — ao, 0 te -m a a - p r e n -d e ij
3. Oh! Ie ^ ra - e l de no - v o , èm g ô - zo a - b u n - dai,
4. J u n - ta i- v o a p o is , d San - t o e , e em S i - ão mo - v e ij

nr r f -=
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ai i j i r r i f j n f r f ffqg
Seus r e a - g a - t a - dos v o l - tam , a -c e i-ta m j á seu dom,
Can—ta l em h a r- m o — n l — a , lo u —vo —r e a d a l ao re i,
A voz de Deus voa cha - ma com f 6 r - ç a r e s - p o n — d e i,
T a l oo - mo C ria -to man - da oom Ê - l e o a - m l - n h a lj

T tr r f r~ £

Com aan - t o s s a - c r o s - s a n — to s a C r ia - to g ra - ç a s dao,


Seu b ra - ço se ez - te n - d e, que t o - d o s pos-sam v e r,
A l i - bar - da —de dê -- lh e a, que can-tem o lo u - v o r,
vao 08 i - n l - mi - gos e maus o o n - t e n - d e - rã o ,

Por ê s —t e g ra n -d e dl - a que n6s po - de - moa ver


A con -gre-gar 08 ju s - to s e d a r -lh e s hem e s - ta r
A Cria - t o Rei e - te r - no, do mun -d o S al - v a - dor
Poia aal-va-ção se - gu - r a , 08 a a n -t o s oh - te - rão
o o
29 A RESSURREIÇÃO DE JESUS

Charles Wesley Henry Carey


Majestosa mente J = 104

1 . C r is - to j á r e s —s u s - c i - to u j A
KL?írr ^ r
le - lu — ia !
2. 17 - ma v e s na o ruz so - fre u j A le - lu - ia l
3. G ra -to s h i-n o s e n - t o - a i.} A l e - lu — ia !

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JJ Ef~' J~J I^
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So - b re a mor - te t r i - un - f ou i A le - l u - ia !
U - ma v ez p o r noa m o r - r e u j A l e - l u - ia !
A J e - s u s , o g r a n - d e R e ij A l e - l u - ia !

J:

Tu do o o n —au - ma» do e s - t á ) A l e - lu — ia !
Mas a -g o -ra v i-v o e s -tá j A le - lu - ia !
P o is a m o r -te q u is b a i - x a r , A l e - lu - ia !

m V Jr r * *
M f l j i \i
S a l - v a - çao de g x a - ç a s há} A l e - lu - ia !
£ p*-ra se m -p re r e i - n a - r á } A l e - lu - ia !
Pe - oa - d o r - e s p 'r a aal-var; A le - lu - ia !

ieV t çfip i f ii
30 JÁ ÊVIVO DEUS O FILHO

Cccil Alcxantjcr Joachim Ncandcr


<'<>m K .s p ír ito eJ=92

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1 . Já á vl vo Deue Ti - lho,
2 . Vin de e oan ta l San - to e ,
3 . Já á vi vo Deue Pi - lho,

ÍÉÜÉÍ
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* F' H >i ^ T i f
Pro—o la mai oom gran - de v o * | Da e s - ou - r i -
Can - toa ao Se - n b o r Je - a u a , Já a - o la - ra
B oa o éu a a nóe a - b r iu So —moe 11 - v r e a

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dão l i - v r OU- 8e , pri3 - o la - mai oom g ran -d e voz (


o h o - ri - zo n - t e , v « q a au - ro - i*a oom aua lu a ,
do pe - oi% - do, pr<3 - o la - mai oo» g ra n -d e voz |

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C r ia -to a mor—t e o o n -q u la -to u , to - do ho-mem p o la l i —vrou.
11 - «a - ae o di - a Já, e la a páa-ooa que v i - r á .
La» t o a - re-a o a aeu a —a o r , n e a - t a páa-ooa do Se—nhor.

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31 SE HOUVER UMA ESCOLHA

James L. Townscnd Henry A. Tuckett


H f s n h t t a m n i t i - J * 96

1 n ti M
dfc

1. Fase o bem, se h o u - v e r u m - a e s - c o - l h a e as-


2. Faze o bem, e nao d e i - i e in - d i - í e - r e n - ça o o n - q u is —
3. Faze bem, te - nha paz na con s-ci - én - c i a , fa z e o

Jl
J: i l~{' l i ■-}' ÚIJ j i- 5 ^
sim J e - su s t e g u i— a - r í Su - a lu z pa - r a
ta r na o - c a - s iã o do mal) Ou é boa ou 6
bem, sua a l - ma paz t e - r á , Faze o bem, e em

n.
P U M
SE
tn 0 a u i
sem—p re b r i —lh a - r á , e em re -ti-d a o
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tu
ii
e s -ta -rá s .
j i
má a o o n -s e -q tiá n -o ia , e s - o u te a voz oe - l e s - t i - a l ,
tu - do que p ro -o u - r a s oon - f i a em Seus que oe - de - r á ,

su f f f f f M t f Pti'\tSUi
ê*t F aze o
f rir
bem! F aze
f i-tHi
o beml E
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oom p r u - d S n - o i a a n - d a - r á s ,

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# — j-0- -0 0 •—

r M f -f ± hj j f l f l u j j n
Com a lu z fa z e o bem, E Seus a s b á n -ç ã o s t e d a -rá .

H2L U=f - M
1 ^ÉH ^J MI
32 MINHA ORAÇÃO

Philip Paul Bílss Philip Paul Bliss


Temi>o de MurchaJj* 50
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W- ü * ! ■ * J — J - 113 • J - 4 : 4 - f (
i. M ais v o n -ta - de dá - me Se o -d ia r o m al,
2. Mais p ru - d e n -te faz-m e, Mais s á - b io e g e n - t i l ;
3. Mais p u -re —za dá-m e, Mais f ô r - ç a em J e - s u s ,

* * , p— *----- m—
«d - 4 - l i Ê ± = fe
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cal-m a em p e -s a - r e s , Mais a l - t o i--de “ a l ;
M ais fir-m e na cau - s a , M ais fo r-te e v i - r i l
M ais do te u do-mí - n io , Mais paz n es - sa c ru z

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Maie f i5 no meu M(í s - tr e , Ma i s cc n - s a - g ra - ç ã o ;
Mais Ti - to na ri - d a, Ma i s t r j s - t e ao p e - c a r ,
Mai£ r j — oa e s—pe—rf m — ça, Ma i s c-b r a s a -q u i,
• f » f X__,
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33 DEVE SIÃO FUGIR À LUTA?
Evan Stephens
T em po de M archa + —100
A a a a A A A A

1. De-ve Siao fu • gir à lu — ta? de-ve a-go - ra de * sis - tir;


2. Se o po-der das tre-vas bus — ca des-tru- ir a lei de Deus,
3. A ver-da • de pro - cu- ra — mos com ca - ri - nho e a - mor,
4. Tra * ba-lha-mos por ser dig — nos da e - ter • na sal - va - çâo;
A A A , — K A .A A PW

Se es-prei-ta o i • ni • mi - go que es-pe - ra nos fe - rir? Nao!


De-ve Siao dei-xar a li - ça, es-que-cer os vo • tos seus? Nao!
Pois na ju-ven-tu-de te - mos con - fian-ça e va - lor. Sim!
E ser bons nós pro-cu * ra - mos,ten - do Deus no co - ra - cao. Sim!
A A

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34 PALAVRAS DE AMOR

J. I- Townshend Edwin F. Pmrry

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J — J _ _ 3 — 1 3 3 — S l J U . — ■ — J ------3 4 - 3 — 3 —1 —
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E nos - só Deus sua san - i a le i » Da - rá â oon - he—c sr.
Que nos e n - e in - a m o d e -v e r , Com c a l- m a • a-m s r ,
Sua r i - oa e sã i n - stru -çao, E m e -lh o r lu e te -r á .
Bus -q u e -m o s êe - se r i - oo dom» Pa - la-V T as de a-m DT.

reBir Pr Eir T)f BlT í I.A&


L. . . , m — a -j» —
.....

Coro
35 ó MEU PAI
E. R. Snow James McGranahan
Contemplação W*=58 _
dfeAte - t* 1 JfcF rrJ n
r s é d
1. 0
i 1

meu Pai,
i,

Tu
3.

que
- 3 - - ^ - - ^ 3 : - -it-

ha - bi - tas
P i-
Na re-
2. Tu ao mun - do me man-das * te Por Teu
3. Pe- Io Es - pi • ri - to Ce - les - te Cha-mar - Te
4. Quan-do dei-xar a hu * ma • na vi - da Êi - te

— P

P U r i,m
al ca-les-te man-s5o, Quan-do ve - rei a Tu - a
Glo ri - o - so Po-der, E es-que-ci - me as lem-
Pai, eu a-pren-dí, Ea do-ce iuz do E - van-
fra' gi! cor-po mor - tal, Pai e Mae ve • rei con-

H
Ó MEU PAI

ê te

ra da sem - pre fo - ra De mi-nha al ma, do • ce


ou ÇO em se*grê - do: "Um es*tra nho és a-
men te um Pai Ce-les - te? Diz a ra-zao: "Tam-bém te-mos
na da a ta - re • fa Que me man das te e-xe - cu-

f íf H T- ÉÉÈÉÉÉt

te
j; j; f í IF-„.p E±=^ TE*
làn ■ cia Foi a Teu La do meu al - tar?
gri - no, De ou - tra es-fe ra, em que vi - ví.
bli • me Nós re - ce - be mos do a - lém.
men - to Pa - ra con-Vos co sem - pre es-tar.

Jr~ .

f. »■
36 CANTAI BEM ALTO AO PAI

E vah S te p h e n s E van S te p h c n s

C om I H fin id ittlc < = J= 69

r W h r Ji — - T - - Í .■
1r r Zl 1 ^
1W4— A - - ----- -j------ *5? & ^
J ______ £ ___ ^ ^ - ^ ___
---------------------- 1 1 2 1 3 ---------
1 . C a n -ta i a l - to io 5e -n h o r, a n - lo eL Ê - le o 1ou - v o r ,
2 . U o s -tre sem p re tu - a fá e c o m st “ l e - g r i - a , p o le
9~ CL
.. ^ ^ ______ L _ s z f f2 - à s - (S*-
5 E 1 ^ - T ------
1 W 7 W X -T * * r - 4I- ^ —

■ i J . , J _ _ b — t - r 1 — - H
■3 L" * " 7 ^ --------- 1 1 - 1 ------- — - a ^ . Ih U
1 T ____a L - _<2____ ° _____ _ ____ z ___ S e ___ & í—
s J ■* * ó
U ^ T T J r

C o— mo em p re -c e p r o —c l a - m a i g ra -ç a s p o r se u g ra n -d e a -m o r.
A - tá n o s en — o o n -tra r-m o s o a n - ta - r e - m o s oom p ra - z e r.

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rr r ...l‘— p. l|a «• I i1 * 1 -9 y 4|g— v — |J
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37 OS CÉUS PROCLAMAM
Beethoven
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1 Os cdus pro - cie - mem a glo' - ria do E- ta r - no Qu 9 tu • do

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OS CÉUS PROCLAMAM
38 NAO DEIXEIS PALAVRAS DURAS
R. H. Palmer

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"Ao vos-so ir*mao a-mai," Or * de - na o Sal - va-dor, Cri - an-ças,

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39 TU, JESUS, ÉS MEU AMOR

Charles Wesley Simeon B. Marsh

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^ i • 27

Es - t e po - h re pe - ca - dor S a l - 1r& Já oom Teu p e r - dão.


Meu S e -n h o r, meu Deus, meu R e i, Só a T i eu me re n - d l .
Com te u d i - v i - n a l a —mor *A mi-«jh* a l - ma lim - pa —r á s .

~f2 ~ ty-P-__ ik s ___ • __ l ___T5*' 2. í2_!__ ______


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ffTT--- P ------ ■---- ^ T7 1
^ i i ^------ *— i ------ r ------ * i
-------:— #

O J e - s u s , meu Re - den - to r, S ei que Tu ma s a l - va - rá sj


Çu Te que - r o , 0 Je - sus, O u - tr o ser nao há 1 - g u a l)
Es a fo n — t e do p e r - dao, Só a Ti eu s e i a — mar)

^ • & * - «51— ri fi . rH f• - i fg ’
s v —? — r % p f \ Mf H - i
p -i 1 -------
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---- —1
!-- =\------- A •
IZ_E_____ —

t e

Eu
v*=¥
hem s e i que Teu  - mor Me da - r a o e - l e s - te p az.
Dá - me sem -pre Tu - a lu z , Li - v ra -m e de t o - do m al.
Teu San - t o Co - r a - ção Sem - p re que - ro eu mo - ra r.

êéê
-/g -
40 IDE EM UNIÃO
B. F. B. J. R .S .

1. Em u - ni • ao i - de das tre • vas pa - ra luz, Em u - ni - ão


2. Nos-sas fi - lei - ras pa-ra lu - Ia ja' se vJo, E pa - ra a Es-

i f í í í T.-
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III J Mm
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com ju - bi - Io - sos co - rações; A es - pe-ran - ca se -gui-
co - Ia Do - mi - ni - cal a - cor - rc m; Tp - do sol-da - do que fin-

j w aV K ’
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M JI JHjJ J j
re-moscom a * fa E sem mê - do lu • *a - re ■ mos p e - Ia fd
dar su - a mis-sSo, $em-pre vi • v e - r a' na ce*- les - trai m an *sao

In f t f f f p m n
IDE EM UNIÃO

Coro ^

O nos ■so Mes • tre se - gui - re - mos, Va - mos tam-bém mar-char;


3

f f f f t f tM h ffffrf*

ifíiHU ir í t n i m w 4
hh
Com gra-ti - dao can-íai, Ao Rei lou-vo - res dai. Nun-ca des • a - ni-

f f W r it f t u r á í M

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o nos-so bon Sal-va- dor Nos o r-d e -n a que lu • te • mos

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me-mos pois

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sem te *mor.

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tl FIRME AIUCÈRCE
Kirkham
MiljcstoxilílK

.-.ua-is «-.o5 ÍT3 mor


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62-o6m cn &
„J 204 í>;. i .ba >
1. Que f i r - me a - lj i- c e r - cp 6 San
San -—t o ss de
de Se- n h o r , Te [
2. Ha v i - á» Ou fio m ô r-tre mp ná f t W - jl
3. E q uan - do t o r - re n - t e e t i - v er-iie a . que pae—a a r ^ ' .^5 ---t i

~ljs Çt .
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E5Í3: i
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0 Môs - t r e
'i V v «- " i*
SU- a Luz* No m ar ou na
i Po i,s E - l e que
42
Annie S. Hawke* Robcrl Lowry
Com J i a i $o loiideD .H «ah&rO

li g j N ij
Ca — re ço -*- de V a - í u s l *Be TI ip j
Sm Câujfr ®fbnr < o . <^ a aíjra.TJj® ía! eJJ - <n&dfi %oeTV. ^ T 0^ 0?*
3. Ca - r e — ço da Ja - su a i E Teu nau o o - ra—çao .
“ V*. c i B- - iSPB- - ç o t" P d e elr#e -^Ô usl «%s « % * * * 0 1 «- HlP lu S .
-te h ee sin o *n o í - aiaO euo oo - ei/D -aa-aiU .£
43 ó ASSOMBROSO É

Charles H. Gabriel Charles 11. Gabriel


C om S en tim en to J • 66
r - 0 - b n — -— i---- :-------- 1---------r---- 1-----;----------------------- 1-------------- 1---------i----- 1
fi \r .: J ______ __ ___ 3-------- J— L _J-------- 1---------— \— J -------- 1 ■ 4 —
4
1. Aa - som - bro me oa u - aa o a - mor que me
2. Sur — pre - s& ms d que qui -• ss a - aa Je—
3. Hão • e-que - ço qus Cri a - to na or\j b aa d a i-

— h-------------- ___________ tf--

MV W
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1 W• . w fl____ 1 * ____ B -'"".I
W-------- wI — _ 9~
ver que por mim Su — a v l - da deu, Por
Mea — t r e p e r - dao a t& 1 pe - ca - d o r, P ra
ia - ao ao Seu Tro - ac> o - ra — re i f A

J tf
— aJ------------------ -— — gj.------------------ E— ___ 1____ _ . . *
Ó ASSOMBROSO £
44 ó V Ó S, Q U S o & M & a S H A M A D O S
Mrs. Mary Judd Page

.u a i —x ev aua - eT, , 8U3 - assZ ue2 ,o n ~ s t í > - n± o j bí ,m im

1■. ■£>=>-A v - W ^ f f lío cljfc-nw -ffiofednPà ‘ií? Ía o mi-s'sf? - ^ eJ :P |uk u t


2. .0 -com,-ba-tei a vai-da - de ea fú - til am -bi-cão,
. I S t - É b orir ua ,o á n - e i eup, oí>-ui ,e aJbT - iv
3 En - quan-lo, pe - re - gri - nos, da far em lar an - dais,
IX. Em mêPg~BTVPr- sas pe,'- ndsrnâo ha-veis I de la -men ter.) ■/ \

f f f T f W r f e g í
Ó VÓS, QUE SOIS CHAMADOS

45 CANTEMOS TODOS A JESUS


R. AlldridKe Jos. Coslett
F e r v o r o s a m e n l e J — 80

1. Can-ta - mos to - dos a Ho - sa - nas e lou-vor;


2. Mil so - fri-man - tos su Pra dar - nos a sal - va-çSo;
3. Ven-ceu a mor - te e O ten - ta - dor fa-riu;
4. To - mai da a' - gua e En> san - ta co - mu-nhão.

5. Can-ta - mos, pois, ao Rei


Pois com Seu San - gue nos
46 DOCE, GRATA ORAÇÃO

W. W. Walford William B. Bradbury


Fervorosamente J = 88
mp

1. 6 d o -o e , g ra - t a o - r a - ç ã o ! Que oal-m as t5 - d a a - f li- ç ã o ,

A.
—f-----
isfff J-f- ■f—f~ - if f-M -i r r r=j
-- ------^ — |
— U-J-----l— hi- 4~.fr.
ic = H

j j j -u rt ia n jn ¥ }
Ao P ai E - te r -n o r a ia a u -b ir e r a i a tam-bdm g o r mim p e - d ir |
Ao H ei E - t e r - n o o h a -g a -r d a • 8u - a B l n - ç a o pa - ü - r á » .

N a s ho - r a a t r i s - t e s da p a - a a r , alHoU a l - m a p o - d e d e e - o a n - s a r
Ao o o n - v i - d a r o mau S e-ohor, ao d a r - l h e t o - do meu a - m o r ,

É e sá fe
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E ae l i - v r a r da te n - ta - ç a o eco d o - o e , g ra -ta o - r a - ç ã o .
Eu a - b r i - r e i meii oo - ra - ç a o een d o - o e , g ra -ta o - r a - ç ã o .

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Eu a - b r i - r e l meu oo —ra - ç a o em lo - o e , g r a - t a o - ra -ç ã o .
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47 DEUS DE MEUS PAIS

Rudyaril Kipling LeRoy J Robertson


('om Dignidade cJ = 63

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1, Seus de meus p a i s , i San - to S e u s, Se nos - so
2, Mor - rem os g r i - t o s • o la - mor , P as-sa dos
3. Na te r-ra ho-m ens e na - 00*8, C h ei-o s de

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po - ro 4e S e - n h o r | Vem l i - h e r - ter os F i - lh o e
r « la o r £ o po - d e r , U ee T eu S i - r i - no Se - p le n -
- ra oón - t r i - ç í o , S r - guem e T i *4u e oo - r e -

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Teue oom Teu A - mor, oon Teu A - mor, Teue Man-da-
dor H< de v i - ver, hi de v i - r e r . Teue Man-da-
ç õ e s , Eo - gu> a Ti o Teu Per - dão. J u iz da» na-

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=0= .j — j - j g : » 3 J j J j+ g = H

men —t o s , 6 Se —n h o r , Não n o s p e r - m i - t a s es - q u e—c e r .


m e n -to s, 6 S e-n h o r , Não n o s p e r - m i - t a s es - q u e -o e r .
ções, o Teu P er - dão Nao n o s p e r - m i - t a s es - q u e -o e r .

im m
48

S. M. I. Henn E. 0. Excell
niw liyuo' í. ijüiiqi/i in r .v b u íl

1. Eu sei que Deuvé sa-- be-dor Do meu so frer da mi - nha der, '
0 0
Í? iIEueasei*att8Í Deusír sa” tefc-dor;^QUélfbf E4mr grah-ddfei"1-cavdor
sçí; s e - e s '1 , T o ai — e lo e eoi - ít $ ao a a-f t om
si Eií COsei, d que Deus*’ sa-be-dor Das mi - «has fat-las, meü te-mor;

mm
~ajr?—Mr"jff ~~WP iil6 j - - a v -rjá | É 2*

eo^X - t , & l . t?i^:Wmcjue meu Pe' nar/ En gò * zo po *de »rans-for-mar,


”ííe^ ~ * Mas éf&rn' pk-dèr' e com-pai-xao Li - vrou - me da des - tru - i - çao,
— ~ o*- airài* x?
i j Mas p{on-to es-ta pra me va-ler, De to - do o mal m< pro - le-ger,
Jgj ■‘i t '*•

h<u :&■~cfc-£tfr
P F P f fr m j j ____ I L - . -T-
iJ Cf— fY—1f------ |
DEUS Ê SA BED O R

49 VEM, SEGUE-ME
John Nicholson S. McBumey
-8vpticnntem=*Jlo

£ -& P
1. Vem se - gue - me Je -su s fa - lo u , £ seu e-
2. Vem se - gue - me J e - ays fa - lo u , Ver - da - de
3• Bas - ta en - ta o a £ le v ir , Fa - zer con-
4. B o n -ra do - n í — n io e po - d er, Gló - r i a e-

■- -&■ ■0. 3*'

v if m
Ê 3 J.I ~i 1■J; I.^ i i \J
xem — p io noa d ei - xou, E só as - elm te ~
sim - p le e nos mos - trou $ Com es - ta fr a - se
vó - u io s e par - t ir ? Nao, p o is , a to - dos
ter — na po - de — moe t e r | de — ve — mos nós

-P~ . (p - _____ 0.__ - fQ • — _ * ____- i , tu

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UM --- l T -! ■ -d i r ■

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r e in o s a - mor por Deus e C ris “ to Sja l —va — dor.
p a -r a nos dar in s - p i - ra - ção a p ro - c ia - mar.
deu um de - v e r , ao qual f i - é i s de - ^ e — mos ser.
ei>*quan - to açLui, o - be - de - c e r , "Vem £e - gue - me .

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so ESPÍRITO DE DEUS

William W. Phelps
Exultante J=*100

^ Jl J1 . Tal oo — mo um fa - cho
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de lu a vem ar —den — do
2 . Ee - ten - de o Fai s f i - b r e nós Su - a s Bín - çãoe,
3 . Fa - r e - moa de - p ree-ea emso - le -n e a s - s e m - b l í i - a,
4 . Que d i - a dl - to - so em que os o o r - d e l - ros,
J ^

O E e-pi - rl - to San to do liau S a l- va - dor. Os


Tal qual no prin - o i p io , rea -ta u -ra o po - dar, 0
0 Bel - no do Olu aa raa - ta - ba - la - oer, For
Coa fe - roa l e - ô e a , aan te -m o r , v l - ve - rão, E-

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cso - nhe - o i - men - to de D•u e au - m en- tan - do, 0
o - bras e fl re - oe - be - moe a b ín - çâo, A
f ra - lm em S ião her - da - r í t6 - das b ín - ç a o s, Os

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C - C ~ r - f ............... r \
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an — jo e d e s -c e n - do c a n - ta n - dcl o u —v o r . Can - t© - mos, c l a -
véu da dee-cren - ça c o -ra e - ç a a ro ro -p e r. Can - t e - aios, c l a -
g ló - r i a de C r is - to po - de — moer e - v e r , Can- t e — moe,c l a -
ho - m e n s lo u - v o - r e s a C r is - tc d a —r ã o . Can - t e - mos, c i a -

PÜ êêm m
ESPIRITO OE DEUS

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51 VAI FUGINDO 0 DIA


Sabine Baring-Gould Joseph Bamby
J-54
52 0 SENHOR MEU1 PASTOR É
53 P R IM E IR A O R i í f i ^ I Ô ^ R f t O F E T A «
Geo. M anw aring A. C. Smyth
t fl b ith r ' "« = 84 Enarifj-jlfj l’l

lí Qo« ma-fihaiò» - ra*i vi V IHõ- sã! - * 83-Thã'dfcoi no' céu "de nil;
.-- 2. E hu-mtl - de, a-|o.- « • lha•do *>:; Gra -^avao S*JObor.'i pe i. diu/1 ' .1
‘ '3 .- F n c P tíu v e - r « V (iif - o e r ill e uo ' Mafit tM ãftn T »# *« ,i» B<f© * ? * • £ ? •?
-■ *rO.H_' HÍ fJi j. £ £ - CC ÜTíf 7 O £D - CT .£
4. *jEíj Meu ri-mo, bem A • ma-do Do - ce voz.Jo-se ou - viu.
* i • .*_ ..a -

~í t - ?.»i- - Kr o í i F 6«“T:ev'
—$• ». ■ e ^s | 7 cc*“~^i' c.*'yí ot ^ a í*iO isa 301.:
Que can-çao gen - til, ma - vio - sa, Das a - be^ lhas i *a - v,«s mil.
Q uan-doatôr-ça do _ p* - ia ' v ^ - r v ^
Çy p o - dar do O-ni -■por-’
E ã* - sim ar - re ~ “b f ‘Ja -
54 TRABALHEMOS HOJE

Evan Stcphens Evan Stcphens


Marcado 104

wj n f U J j jy
1 . Tra - b a - l h e - mos ho - j© na o - bra do S© - nhor, E ga-
2« N os-© as ba - ta - lhÕes nun - oa des - fa -1 © - o© - rao , S ó - br©
3 , Tô - da o - bra bo - a a - l a s —ta o t© - mor E nós
e r e *

PPPPP i

nh© — mos a s—sim um lu —gar o e -le s —t i —a l i íin pu—n h a i, na


o a d - v e i ^ s á —r io v i - tó - r i - a te -r a o ; E do oóu o
t e — mos em C rie —to um bom d e - fe n —so r j Nes — t&s pro — vas

SI
I pi. J. Ji, .t.( m m

11 ■w-» »4 H i JU
lu — ta cru —©1 sem te-rnor  ©a —pa — da da r e —den—ça o.
C r is -to po —der nos d a -r á Em d a - f e - sa da r e - l i - g i a o .
du —ra s t© —nha —mos va—lo r P©— l i g ló —r i a do S al —va —d or.

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F ir - mea, sem-pre fir -m e s , p r o « e ^ u i t
f 'g ^
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To - do
l J i-n i-
(F ir-m os, sem-pre fir-m©s,s©m-pr© p ros-s© -gu i,E sem f a l - t a to-d o i-n i)

t?f f £ £ ÉÉéá
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mi - go
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c o n -fu n -d i. Lu - t a - r © - mo« pon - do to - do v a - lo r
(m i-g o c o n -fu n -d i. Lu - t a - r e - m o s L u -ta -r e -m o s pon-do o v a - lo r )

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TRABALHEMOS HOJE

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Ao se r-v i - ço de J e - s i s , Se - n h o r. ^
(Ao s e r - v i - ço de J e - s as, >e-nb o r , s 6 - m e n -te do S e-n h or.

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55 A ALMA É LIVRE
Wffllam C. Gregs Evan Stephens

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m * it ir a J__ __3 _____J ___ ___ 3 ___ 2 ___ J___ J_t____ 1 _____ « ___ 1 ___ 1
-M- * »

1. A a l - ma é l i - v r e n5 des — t i - no sen - do
2. A - pe - n a s m o s - t r a o ca - m i - nho dá — mos
3. Eo ho - mem l i - v re t >'jrá t>en - s a r , sem is - so

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L » ,iiu j= - 1. r c ( - 1 ^ = f - T r m

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g ran - de ou pe - que - n<>, E es - ta le i su-
b£n - ção s l u z , ca - ri - nho, gui - a oom be-
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pre-roa I, A al - ma Deus não for-ça - rá.
ne_ vo-l£n - cia, A men - te, Deus não for-ça - rá.
ra-cio-nal, P'ra não pen - sar no bem ou mal.

«_j-- p- í- -
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'í t ^ " t - l
56 VENCENDO COM JESUS
Julia Ward Howc
-À -

1. Ja fü - fui - ge a gló-ria e-ter - na de Je-sus, o Rei dos reis, Bre-ve,


2. O cia-rim que cha-ma os jus-tos a ba - ta - lha iá so • ou Cris toa
3. E per fim en *fro - ni - za-do as nê-çoes há de |ul-gar To-dos

(.òro
VENCENDO COM JESUS

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Gló • ria, gló-ria! A • le • lu ia! Ve n- c en • do vem Je - sus

MEf- f ^ 4 ^
V V v V

57 ó PAI BENDITO, VIMOS A TI


C. W. Penrose E. Beesley
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< P j r1 j ! » -------------------------------------1 *
1 m — —
é íé é é é é
1. Oh! Pa i b en - d i- t o n ís vi- m o s a T i , Dan — do—Te g r a—ç as p o r
2. Com g r a - t i —dão p e- lo s dons de a- m or, H i- n o s can - ta—mos de
3. Os dons sem f im da m en- sa- gem de p az , Tu com a- m or em Si -
4. F ô r - ç a oon- oe—d a- n os h o - j e 6 Deus; F ir — me ir- m ãoes e o

É#É ÉÉÉÉÉÉ
f f i J i n j i :! i if f f i f
b fin - ção s a - q u i, Tu - a p re - sen - ça que- re- mos go - z a r ,
gran- < le lo vn ro r, Em nos- eas v i - d as t u po- des b r i - lh a r ,
ao n o s d a- rás, Teu sa - c e r - d6 - c io po- de- mos ga—n h ar,
m al r e - s i s - t a i % Em su a p r e —sen - ça po- de- mos m o - r a r ,
I
3 íÊ J J J- ,J= lW - £ _ £ :

P U J -----•;-------
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d e i —x e e r-ra r, s e m - p r e , s e m - p r e , se m -p r e d e - v e -tn o s o -ra r.

-p- *
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' r r— *- T r— 1 — i— 1 i F
58 QUEM SEGUE AO SENHOR?

H. Cornaby Arr. by George Careless


Com Sinceridade J wm 76
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7 T * 1- - - * - - i-
1- - - 1 ^ ^ ________ __
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° -f- ~é
1 . Quem se - giie ao Se- n h o r? Ho— j e p o - d e- mos re r ,
2 . Mar- cha- m o 3 sem t e- ín o r , Sem mê- do de p er —cLer,
3. Se - gui- m o 3 ao Se- n h o r Pa - r a p o - d e r mos- 1 r a r ,

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4» Er - guei- v< 3S oom v i- g o r Po r Deus e pe - lo 1 em,
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— — -l<— L*— L— f - - - - L-— —^
i- - - - '

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C la —me—mos sem t e - m o r , Quem se-gu e ao Se - nhor?
P o is lu - t a Deus tam-bémj Quem se—gue ao Se - nhor?
F i r - me - za e v a -lo r; Quem se-gue ao Se -n h o r?
Com a l - ma e oom v a - l o r ; Quem se-gue ao Se —nhor?

Mf l r f f U , [ - N f f f F lf f
í >%”(
/ t"C
A g u er —r a i r e — a l
C f t
C p rin -o i-
m êpe do mal
As h o s - te s i n - f e r - n a l a Seus d a r-d o s lan-çam j á ,
E — 1 6 1 - e i —to s i - rão A — on —der Deus man—d a r ,
De p re s - sa le - v a n - t a i De Deus o p a - v i - l h ã o ,

m f E f £ift v r

Com—ha - t e oom fu -ro r; Quem se—gue ao Se —nhor?


Mas nao d e s - a — n i - m ar; Quem se -g u e ao Se - nhor?
P or E - le l u - t a - r ã o ; Quem se-gu e ao S e - nhor?
H o n -re -m o s nos - so P a i; Quem se-gu e ao Se - nhor?

M - Í1 M f f lF M l f l t I
<^UEM SEGUE AO SENHOR?

59 VEM À ESCOLA DOMINICAL


w . c . u. W I!k Ulcy

1. Vem á Es - co - Ia Do Vem re - u - nir-tè, vem


2. Nes - ta Es - co - Ia Do To * dosem co-mu-nhao
3. Nes ■ ta Es - co - Ia Do A lei a - pren-de - rás.

já não de-mo-res mais. Vem com fer-vor ve-raz, Vem, vem, vem, Vem, nao va-
Can-tam fe-liz can*çao. Mar-cham em u - ni - ao, Vem, vem, vem. Tu po-des
A Deus te u-ni-rás, Ao Rei e-xal-ta*rás, Vem, vem, vem Por ■que de-

mo-ras mais7 O Teu con-cur-stí traz, O teu es-for-ço faz, Vem, vem, vem.
60 O DIA SANTO DO SENHOR
Geo. Manwaring R. Lowry

$ rnr É iÊ
rn
1. No Di - a San Io do Se-nFor, Di - a de re - pou-sar;
2. A nos o di a da - do foi, Di - a de re - pou-sar;
3. For-mo - so di a do Se-nhor, Di-a de re - pou-sar;

VT v í
m
Dei - xe - mos to dos o la-bor, Di-a de re - pou-sar.
Lou - ve - mos to dos .ao Se-nhor, Di-a de re - pou-sar.
Es - eu - ta-nos o bom Se-nhor, Di-a de re - pou • sar.

Nos vi - mos ho - a - do-rar, A ho - me-na - gem dis - pen-sar,


Hu-mil - de-men vos che-gai, Com re - ve-rên - cia a - do-rai,
Je-sus nos man ob - ser-var, Seu San - to Di_ - a con - sa - grar.

J-Jl m _m.

m t t t m -n gp ü
FT
A Deus a gra ti - dão mos-trar, No d i - a de re - pou - sar.
E gra - ças ao Se - nhor can-tai, No d i- a de re - pou • sar.
Di - vi - no cul to ce - le-brar, No d i- a de re - pou-sar.
i-J>
Cdro
p ü i
$ Re - pou-sar,
t Jiim l
Re D i-a
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de re - pou - sar.

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O DIA SANTO DO SENHOR

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61 MEU LAR NATAL


Errunelinc B. Wells Evan Stephens
d o m , S im p J ie iâ a d e « = 8 8
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C AT U A __ , _!_í___ 1___J__ i__ ____ 1 J *___ ■ __ m __
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1. M« u be - 1c lax n a - tal, - rôj 08 de cris-tal
1 t ir Ȓ

2. Seus h<>r - to s r . - CO s são bo - as fru - tas dão,


3• Eir - pa'a - do s di px i-iror, - vo - re e em flor,
4. As i - ve s 00m suia voz, gra - cas * seu Deus,
^ _, fl p p P - i ___ \ a.
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se v| oor - rer, Se v£ oor - r e r . Seus va - le a sem i-g u a l,
e em sa - bor, £ em sa - b or. Dão gos - to e pra—zer
em to - do ser, Em to — do eer, A mao do c r i — a - dor
en - to - ar - ao , En — to - ar - ão , S e u s tr l- nos de lo u -v o r .

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F lô -r e s t&n eem r i - v a i , Fra-gr£n—o ia c e - l e e - t i a l quão l i n —das são,


P a - r a os ho-m ens v e r , £ sn —che nos - so s s r de gra»-de enxior.
Te-m os em d e r -r e -d o r , 0 be —lo res-p len -d o r de seu p o -d e r .
A—ola-mem ao Se nhor, Sua o — bra com a — mor ex —a l - t a - r ã o .
62 DEUS VOS GUARDE
i . E . R a n k i n , D .D . \V. G. Tomer
Reverente « = 76

1. Deus vos guar-de com o Seu Po-der, Sem-pre es-te-ja ao vos-so la-do,
2. Deus vos guar-de bem no Seu A-mor Con - so-la-dos e con-ten - tes,
3. Deus vos guar-de do po-der do mal, Da ru - í-na, do pe - ca - do,
4. Deus vos guar-de pa-ra o Seu Lou-vor, Pa - ra o Seu Pre-sen-te Go-zo,

V i
Vos dis-pen-se o Seu Cui-da-do Deus vos guar-de com .o Seu Po-der
A • che-ga-do pa-ra os cren-les, Deus vos guar-de bem no Seu A-mor.
Dos mo-fins de qual-quer la-do, Deus vos guar-de do po - der do mal.
Seu Ser-vi-ço Glo-ri - o ♦ so, Deus vos guar-de pa-ra o Seu Lou-vor.
' -a. . ____ -m.
M i ;i i i É p
63 DA CÔRTE CELESTIAL
Kliza R. Snow Thos. Mclntyre

1. Da cftr • te ca - les-te p - Ia man-dou Com gran - de a-mor des-cer,


2. Seu San - gua li - vre der - ra-mou E Su • a Vi - da dau;
3. Por o - be-dièn - cia a Sau Deus O prê • mio con - quis-tou.
4. Oh! Que glb-rio - so e ca - bal O pia • no do Se-nhor,

DEUS TRABALHA MISTERIOSAMENTK


Wllliam Cowpt. William B. Bradbury

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M a r r a d o e>= 54

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ge Deus( Que
da. - de Tem
3. 0 ra - ja i, As
a Deus, Mas
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Na te m -p e s -ta - de r e - ge - j á , E p a s -s pe - 1 o m ar,
E_ en - t e - s o u - r a >la-noe se u s E 0 -b: í6, 1seu p0 - d e r.
São o o l—s a s que lo - go v i - rão, S er Den-çi loa que Be us dá .
A - lém d as som-bras I eu s e s - t á , S o r-rin -c o <som a1 - m or.
AL AL -A_ -A_ f- + ♦ HP - -#■ p~
<*)la y — —^ II
65 DE SIÃO CANTAI OS HINOS
Lillio T. Frce/.e H. A. Tuckett

1. De Si-ao can-tai os hi-nos! Serr-pre, em qual-quer lu - gar,


2. As can-çoes dos ho-mens jus-fos O - ra-çoes sao pa - ra Deus,
3. De Si-ao can-fai os hi-nos! Com a - le-gre, gra - to som,

Ao Se - nhor ren - dei as gra-ças Pe - Io Seu Su • pre - mo A-mor.


E ca - dei - a que nos li * ga Ao Se-nhor em co - mu-nhao.
DE SIÃO CANTAI OS HINOS

66 HINO BATISMAL
Psriey P. P rs tt F ra n k W. Aap«r
J *96

1.
r
A - o re —d i - ta ' - moa noa - ao P ai Na pro - ma - t i - da f 6
2. J á nó a v i - v e - moa sem p e -o a r Com lim - po oo - r a - ção ,
3. Se - re-m oa se - p u l - t a - d o % sim , Em no - me de Je-su s,
4. Es —o u —t e nos — sa o — r a - ç a o , Pe—d i — moa oom fex—v o r,
5. Em te u r e - d i l r e - ce - be-no% E dá o o n - f ir - m a -ç ã o ,

T rif fi|Tf F'r Fl^ P


frjhJ
E r e — oe —be — moa oom a —m or a re - ve—l a — da l e i .
Em Teu co n - vé — n io ao en - trar, a es - o o - lh e r o dom.
Ae- sim oon f é eu — ba — moa pa - r a r e - oe—b er a lu z .
E dá - n o s lu z e Tu - a p az , p e r —d o- a ao pe - o a- d o r .
E oom oa aan - t o s , o u i - d a- n o s , p e r - f e i - t o s em u - n ião .
67 SOMOS OS SOLDADOS

Williani B. Bradbury
T e m p o âe M a r c h a m — 108

mm 1 . So-mos oa
2. A b a -ta -lh e
s o l - d a - dos que
se tr a -v o u
cora-ba - tem
com g ran - de
m
o m al,
clar*mor,
V a- mos m ar-cb a r,
F ir-m e a m a r-c h a i,
3 . Pe - l o r e i - n o lu - t a - r e - m o s c o n -tra o m al, V a-m os m ar-ch a r,

f:S>r m M
£

m Va - mos m ar-char! A
iitint
c o -ro - a nos e s-p e -ra
u
do
jj
v e n -c e -d o rj
F i r - mes m ar-ch a i! F a - zem f a l - t a m ais s o l - d a - d o s de a l - t o v a -lo r,
Va - mos m ar-char! S o -m o s lu z do m u n -d o e da t e r - r a o s a í,

J-444- t:t i í C:Ç r . E j T. H


í vv i í b E E 'F— b—-g

—J---- í-.—r— t----f—


S> i í l r*- • f £=
Va-mos con - quis-tá - la com va-! or. Já na ba —
ta - lha
A ban-dei — ra do Se-nhor se - gui. 0 nos - so Che - fe
A vi - tá - ria do Se-nhor se - rá. En - tre pe - ri - gos
-p-•
w • 11 i r i f ,^

l ii't i M |
va - mos e n - t r a r E a v e r—da-de lá co n -q u i s - t a r , N os-so pen-dão bem
f ô r - ça nos dá, 0 que de - mo-ra P« - r e - ce - r á , Por J e - s u s Cris-*to
nao há t e —mor, P o is nos pro—te—ge o Sal - va - d o r, E - l e nos gui - a
SOMOS OS SOLDADOS

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So - mos os s o l - da - dos que c o m -fc a -te m o m al, Va - moa m ar-

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C í C í C í V V / í -
68 A CANÇÃO ENTOAI
Julia H. Johnson H. R. Paimer

lor, E Seus Dons são tão '• • CCS de fan • to va • !cr


ão. Com a ■■ *a con •• stru - à - mos a nos •• sa rra*' - são
rá, E a to - dos os jus - tos Seus Do tes da - ra .
A CANÇÃO ENTOAI

Coru ív ?

rjjii A • le • lu - ia!
j j. jii
A - le - lu - ia!
j j.jiJ
A can-gao
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en ■ to - ai
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J>- i J J LÍ
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¥■? t-g 11 .j. j\
* Com ju - bi - Io - sos co • ra - ções, To - dos lou - ve • mos

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M a rca d o J= 54

Lou - vai o E - ter * no Cri - a dor; Lou - vai - O to - dos, com fer • vor;

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Lou-vai-O que - ru - bins dos céus; Lou-vai,' A Deus eo Fi - Iho Seu.
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70 LOUVOR AO PROFETA
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Í OIIVOR AO PROFETA

71 GUIA-ME À VIDA ETERNA


John A. Widtsoe Alexander Schreinei
M n jetito xn m en tc ò — 108

a h iJ: l i fi <i i j i i/ Jj i
1 . G u l- a - me á v i - da e-ter-na pe - lo e - van - ge - lh o 6 P ai |
2 . P ai do Céu meu oo - r a - ç ã o e s t á ooa o s e r - v i - ço Teu,
3 . Quan-do eu o - r a r , a T i, 6 P a i, e s - te n -d e Tu — a mâíoj

M ? f f f lf- f f f I f f f [

iu i g ij j i j ii j j
Dá - me dons e T u - a s b S n -ç ã o s e a t o - d o s f l - l h o e , d a l.
Gul - a - me a e n -o o n -tr a r os J u s -to a , pro - o u - r a n - d o a T i .
Dá —me m ais sa —be —do — r i — a ) ou —ve a mi—nba o — ra — ç ã o .

1 lf fr f f l f f f f l f f ú
72 FIZ HOJE ALGUM BEM?

es - se
FIZ HOJE ALGUM BEM?

JJ
faz al - g o m ai s, nõa q u ei- r as sè- m en - le so - nh ar Pe - Io

^ í fj
b em q ue fa- ze*m os a p az ga- nha • re- m os N o céu que se - ra n os- so lar.

73 ó DEUS DE HOSTES
A. Dalrymple

1. 6 Deus de hos - t e s , da - nos ho - j e Teu d i - v i - no dom;


2. Que—r e - mos sem — p re r e - o o r-d a r Tua p ro - va—ção o r u - e l ;
3. A — Ju - d e-n o s a oom - preen -der T u a g r a - ç a s e po—d e r ;
4. Que paz te n - h a - mos com f e r - v o r em i r - man-dade e a -m o r;

Que lim - pa nos—s a s a l - mas p a - r a oo - mun-hão to -m a r.


Que pa - de—c e s - t e s6-bre a c ru z , e sem - p re s e r fl-e l .
Pe dar - nos s a l —v a-q ão e luz; sin> ao s que bus - oam p az,
E go —zo c a - d a s e r t e - r á , lo u -v a n - do ao Sen-bor.
74 0 MUNDO DESPERTA
J. L. Townsena Wi< * -ti ('íayson
Com Júbilo • = 132

f. O mun-do des - per - ta em no - va au *ro - ra, Já fo • ge da


2. Os san-tos, em tem-pios deDeis re - u - ni-dos A Deus se di*
3. Ja • mais es - que - ça - mos, mas sen - pre vi *gie-mos Pois tu * do de*
4. Bem Io - go com Cris - to Je • sus vi - ve - re-mos Pois nf - lesau-

, 4\j j i
noi - to o tris - to no -gror;Cia - me-mos, se ou - vem, Si
ri - gem comgran - de fer - vor, No bom da ver - da - de tra-
pon - de de nos - so va - lor; Se lor-mos con - stan-tes, a
do - mos o bomSal - va - dor; O mun-do in - tei - ro vi-

ú
.j. 1i i j
nais se di - vi - sam do di -a bem - di - to de iuz e a - mor.
ba-lham, con-stan - tes com fá nes - se di - a de iuz e a* mor.
Cris-to ve - re - mos rei * nar nes - se di - a de luz e a - mor.
rá re - u - nir * se com Deus em Seu di - a de luz e a * mor.

Coro
\^ow Moderalo
moaeraw ,

- íPm i í ’í
Di - a de paz, a-mor e luz. Bri-lha a
Di-a de paz, a • mor e luz.
— *—
O MUNDO DESPERTA

ria de Je ■sús; Ve-mos bri-lhar com


ria de Je-sus, Ve-mos bri-lhar com

T
m z iE

t t# : «

es - plen-dor A al-vo - ra - da do Se-nho*.


es ■ plen-dor A al • vo-ra - da do Se-nhor.

75 DEUS ESCUTA-NOS ORAR


Annie Malin Gottschalk
76 DEUS DÁ VALOR
W. G. ITickson

h i J> K N- > r 1

dao te - re-mos, Deus da va - lor, Deus dá va * lor.


nun-ca fa - les. Deus da va - lor, Deus dá va - lor.
to bus - ca-mos Deus da va - lor, Deus dá va - lor.
J
m U É
77 JEOVÁ, SÊ NOSSO GUIA

d N 1- f j J -1----- f= j= - J H - -1
_5 > * -
M - J -
So - mos fra - cos, mas con-fia - mos Na di - vi - na pro te-çâo.
O pi - lar e a nu - vem se - iam Nos - sos gui - as na u-niao.
Ao che-gar o jul - ga-mcn - Io Dá ■ nos, Cris - to, Teu A-mor.

I t l 1 -g = " | g = f f =
* \ k i — p ~
= & = *

J r j r J j J i-j-j r
Dá • nos, Cris-to, Teu So-cor-ro, Li • vra*nos da ten * ta*çao.
O Mes - si - as, Ó Mes-si - as, Dá * nos Tu • a Pro • te*ç3to.
Em Teu Rei-no, Lou - va-re-mos O Teo No - me com fer-vor.

rr i'ir v n r f r nr r^
78 DE UM A OUTRO POLO

Reginald Heber Lowcll Mason


S e r e n a m e n te d 60
J i i
1. D* um a ou - t r o p6 - lo , Da C hi-na ao Pa - na
2. De Deus a s ma - r a - v i - lh a s . Que v e-m o s ao p a s -
3. Mas n ás que oo - n h e - o e - ao s a B r i - lh a n - te lu z da
4. Seu No — me ê p r o —o la —ma — do, A tÔ —da g s —r a —

m f 11- t f-N
h"h~í
má, Do A - fr i - ca - no so - lo , Ao
s&r, P or te r - ras e por i - lh a s , E
N as tr e — vas d ei — za — re — moe A—
ça o » TS a o a m a is a - fa s - ta - do D a-

----
- ------- n i- E- .. 4 = 1 F = F 7 9- - - -
i f= l

artí— 1- - - ^ - - - — fcd— “ 7 4 ' - —!—


r v * - - - a- - - 3 ___P 1____J ___ ?___ 1 _1___
— 1— C— ' — Í- J ----- r--- é > i >- - - - * - - -
- - - - i- - L
a l-to Ca — n a - dá, P or mui lo n - g í n —q u a s t e r - r a s , N ós
p e - lo a r -g fin -te o m ar, São t a n - ta s, sao i - m e n - s a s ! Mas
q u í - l e que não orS? Sem m a is de - m o- r a v a - m o s, F a -
rá a s a l - va - ção. A te r -r a en - tã o ren - d l - d a , A o-

A
§i i i
i s
p
v a — mos sem pa - vor, P or va - l e s e por
© e- g o sy os pa - gao s, P ro - f e s —sam fa l - sa s
la r -lh e do per — dao $ Que p or Je - su s go-
no - ms de Je — su s, Te - r á as - sim a

i § :z= m
I)E UM A OUTRO POLO

$' d J J ! j J 1 j
ra a , PrA - gan - do o Sal - va -
dor
$ a s, A - do — ram deu — 808 vãos
’ mos E te r na sal - va - ção
VÍ - da Que pro — ma - nou da orus

J _____ fz ____ 1 _a__

79 TÃO HUMILDE AO NASCER


P. P. P ratt English Chorister
S o l e n e J ■ 63 ,
lj> LL , ^ j - - 1
--- a ------ ------
•J P
"— 9 fj f ty 9 9

1. Tão hu - mil - de a o nas - cer, Cris - to vem com


2. Qual cor - dei - ro a n - tes foi, Ho - ie é o
3. On - tem tan - ta, t ín — ta dor, Ho - je vem com
4. Des - er - ta - dos fo - dos os seus, Pôs a* Su • a

■ , í ------f —r í ------Ç— r #=------- & - T - P -------T-r-fiP---- ã - r - f i ------


m a p ...f f r ~ - f ü , t = = f = ^ = -------------- - k . - f
** i i 11 ♦J
r f ..... .. ' 1

r ei no re ce • beu, Ho ie o Rei no re ce beu


glo ria con quis • tou, Mas a gSó r>a con quis • tou
B do mun • do Rei, Ho ie s* do mun do Rei.
nós Je sús so • freu, Só por nós Je sus so freu
Q__ J t t I— Q A-
^ 4 = i= a
>— t" P .......... ■ 3 ^
80 FAZE O BEM
M a rca d o • “ 100

1. Fa - ze o bem, o di - a das • pon ■ ta Pa


2. Fa - ze o bem as por-tas sa a ■brem Que
3. Fa - ze o bem com san - Ia co • ra - ge<n. Ei
S -------- 0 . 0- - - - - m— r 0- - - - - 0- - - - - v— — *

■ r f l.U ^1 M1i ^a+—1 n -----1 r—|------ n —;1— 1|— ■h H J ------ lfír-3H


irrm*k pl - m ----~k~-
— ■— w—---1
“MT—: ---1--- ■--- ~—
17 v ^ w ------—^ --------------- w —m -V- - é - " »■ -0 - • -i
no-tam e veem To - doso a - tos. Oh! Fa - ze o be m.
da - de que vem Ces - sam a do - res; Oh! Fa ■ ze o be m.
fi - tam o a • lem, Se - rao er • xu - tos. Oh! Fa • ze o be m.
/
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FAZE O BEM

T uA rU* ! * — Ji|— rhT,J


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77
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tu - ro Iam - b« m, Deus te pro - te - ge Oh1 Fa - ze o bem

81 NO NOME DO SENHOR
John Nicholson Alexander Schreiner
tteverrnte • '= 78
r— ■ h b - r r -------- 1-------- 1 M
* U«_ M f 1 f — ------- 1-----
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r 1________9 ____ 9 J J' ^ 1 1 !
V ____ 9 __ ____ A L g. f
Kj 9-------- 5?
1. ío no - n e de Jt - sua e - nh o r, fia - te a em-
2. Cr i a - to 8 eu s&n - gu e der - i 'a - mcu , £ pe - lo a
3. Lei q ue - b ra - det r e e - t au - ro u f Je - su s mor-

0 f ã_____ &_____£ o +«_____ ^ •_____m____ m____ m


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pP 4 — i— — i------(—

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------- ------ M +J i= j — j—i J: "
d a r, Co - r a - ço es pu ro a p o is to - m ai.
lou Hu — ma - ni - da — de p o ia sal - vou.
b ro u , Aa - sim do tú - m ulo• nos li - vrou,
82 GUIA-ME A TI
F e r v e n tly • = 104 O. P. Huish
P

r s f
1. Cris - to meu Sal ? va - dor, Gu - a - me a Ti!
2. Do mun - do pe - ca - dor, Gui - a - me a Ti!
3. Quan-do em ten - ta - çao, Gui - a - me a Ti!
4. A mor - te per - to es-tá, Gui - a - me a Ti!

m v
m r s r
Dá - me o Teu A - mor, Gui - a - me Ti,
Que - ro vi - ver me - Ihor, Gui a - me Ti!
Tur • vos meus o - Ihos sao, Gui a - me Ti!
Con - se * Iho me da - rás, Gui a - me Ti'

r s p
Fo - ra daes-cu - ri - dão, Gui -a - me a Ti!
Mi - nha cer - te • za ser, Gui -a - me a Ti!
Mas Tu me gui - a - rás, Gui -a - me a Ti!
Gui -a - me à sa! • va - ção, Gui -a - me a Ti!
83 FIZESTE A PRECE?
C om S in c e r id a d e *=72

1. Com fer-vor fi-zes-tea pre - ce Ao a - ma - nhe - cer’


2. Com fer-vor fi-zes-tea pre - ce Ao en'-fu - re - cer?
3. Com fer-vor fi-zes-tea pre - ce Ao en-tris - te - cer?

tfí
Su - pli-cas-te pe - Ia gra Sa E am-pa-ro dês-te di - a,
Nao pe-dis-te pe - Ia gra 5a De, aossê-res o-fen-di - do,
Quar> - do chei-o de pe - sa res Um a - lí - vio pro-cu * ras - te
84 MESTRE, O MAR SE REVOLTA
r M. A. Baker H. R. Palmer
tI m
III p loVIr aUIIHs
n te W. -
= t/O
58 I

f J f 1i-4'U
0. Mes-tre, o mar se re - vol - ta, As on-das nos dão pa - vor,
2. Mes-tre, tão gran-de Iris - le - za Me cuertio-je con - su -mir;
3. Mes-tre, che-gou a bo - nan- ça Em paz eis o céu e o mar.

m m

t t u t i i f til i J i u u
O ceu se re-ves-te de tre - vas, Não te-mosumSal - va - dor!
f ih h
A dor que per-tur - ba minh-’al - ma Eu pc - jo Te, vem ba - nir!
O meuco-ra-jao go-za cal - ma Que não po- de - rá fin-dar.

Nao se te dá que mor • ra Po des as - sim dor • mir.


De on-das do mal que meen-co - Lrem Qu«rr me fa * rá
Fi • ca co - mi • go, o Mes - tre, Do* no da ter

ffP FP P Vv
Se a ca-da mo-men-to nos ve - mos Ja ores-les a sub - mer-gir’
Eu pe * re-ço sem Ti, ó meu Mes - tre, Te ro*go, vem me a - cu »dir!
E as - sím che-ga-rei bem se - gu - ro Ao DÔr-to, des-ti - no meu.

m r r p r f f irt
JL ~e~‘ f

( th,
r —r
M ESTRE, O MAR SE REVOLTA

^ r~ ___ h ft h TÇ h I ,A TYI t t — n — n ------

Sai! Se • ja en - ca - pe - Ia - do o mar, a i . ra dos


sos - se * gai

nau tra - gar, Que le - va o Mes • tre do céu e mar, Pois

» f - y r f \ 8
A '

r IJ j j r + j
to • dos ou-vem o meu man-dar: Sos * se-gai! sos - se • gai! Con-

J=
85 AMA 0 PASTOR SEIJ REBANHO
Mrs. Mary B,Wingate Wm. J. Kirkpatrick

:
Oa gló - na e-ter - na os lau - réis.
i :I
A ■ma o Pas*
Ea in - fe - liz que fu - giu; O bom Pas-
Co - mo em ri - so - nho |ar - dim; Se u • ma o-

i • •* j

A . ■ . . . *- p m = áe=
—m -
■— *

tor as o - ve - lhas, mes-mo a que lhe fu - giu.


tor as con-for - ta, Dá- hes a - ni - go e ca lor;
ve-lha p er-d er,.................. Vai o af - li - to Pas - tor
_t ; , m • — — • —r M—
t i >....- > J - >i
* * M * + - à - »i&| J ----= *—1
T ----
^ \
AMA O PASTOR SEU REBANHO

C\ to ro
86 ESCUTA AO BOM SENHOR
Com J ú b ifo


• —108
H- -- -H -
-----—t
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J
“ 31----- -------^ ----3l— -1
— u- - - - - - - - -
1.1
■ 1 ^ __ H1___
_
- *L
4 ___1
V
-,

1. Al - mii es-cu-ta ao bom Se - nhor, A Je - sus, o Sal - va * dor,


2. "Mi-nh a G)o-na tu ve - ras, Mi - nha Gra - ça go - za * ras.

m 1' Mrf 11
-A.- -m. m m m m m . m *#■ ^ *#■ «
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87 ALMA BRILHANTE
E. E. Hewitt Jno. R. Sweney
Com A le g r ia • — 88

1. Mi-nha al *ma ho - je tem a luz: Um es-plen-di - do da - rao,


2 . 'Mi-nha al -ma ho • je can-tos tem, Em lou-vor do Ex -cel-so Rei
3. Mi-nha al -ma ho - je é fe -liz Por-que sen*te meu Se - nhor

Bri-lha mais que o sol no céu a - zul, Pois vem de meu Je * sus.
E Je • sus os po - de per - ce - ber Can çoes do co - ra • çao
Su • a Paz sa - ci - a 9 co - ra - çao In - spi - ra a • tos bons.

Ff-fTíf- F'F: Ef
T
tsnm ww?
Seu ca • lor eu áin-to na al - ma Nos mo-
seu ca - lor eu sin - to n'al - ma eu sin - to seu ca-lor

I-» f- ‘ « . r . r -

men - tos de a - le - gri - a e paz Com


a-mor e paz
JL i t
l í j j l í í i 1.
88 ENTOAI SAGRADO SOM
W. W. Phelps T. C. Grigjrs

de • vo - çao; Re -pou - sa - reis. Re - pou sa • reis.


nhao te ■ rás Que Deus no! da, Que Deus nos da.
o - ra •çoes; E em un - iao E em un - iao.
pro - te - çao. Pois o Se - nhor Pois o Se - nhor;

e A • mor,
P ij r J
Por
r
Seus
1 j
Do - tes
J id
e A • mor.
co - mu - nhao, To na reis a co • mu * nhao.
co - ra - çao, Um con tri - to co - ra - jao,
con - sa - grou, Ês te di - a con sa - grou.
zgz
89 G U IA C R IST O M IN H A N A U

Edward Hopper J. E. CJould


tervnrommente 58
- 9 f e n ----- ^ ------------ * n ■. ^
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H?K P • V f T ^ . ____ ■ ____ _ __ • ___ J .___ _______________ I________I___ j
vvw q-— r ~ ‘-------- j --------- 1*— a— 1 ----- — # ------------- * -= ------- ■-------

2. Co - no sa - be a© — re - nar Bo - a
3, Se no p ír - to quan-do en - tra r, Uai a o
p -ffi---------- ,
j*):, b — f - 1— f — -f-* — | f — = F = =
9-------
- í # = l l—

r-Ô -b 1--------- h n - jT - rl - , ______I t , -- 4 ---------


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vem gtd - ar Mi - nha nau, v md pi- lo - ta r*
sus, 6 vem gvii - ar Mi - nha nau, v va pi- lo - t a r .
po - bre vi - a - jo x , No das - oan - s 0 do Se - nhor".
*£ *
«____ a.______a_!___ m___ * *___ :
l __ 1 t 1__ r 1 _ 1 1 i u c — n --------r i
r / ‘. u r if r * - * 1 r W 1 11
r ----- r — ~~t~ II
1" < f * -----^
90 LÁ NOS CUM ES DAS M ONTANHAS

John Kelly A. C. Smyth


C om F irm eza ♦*=92

fekJi J p\è t t j
Ho f i - n al po • ro - oo - rá , Sl«-ao bom
j
d i —t a ,
Co* Im - pá — v i do Ta - lop j S i-ã o não mu - da,
Ao fu - ror daa gon -- toa más, Bouo to-pro - to - g o ,

Mf HRip ^ m
j ..|P ‘ II
3 1 - ao bom dl - ta f Pro - xo - çao ao Bouo to - r á .
SI - ao não mu - da, Pola a lu a tom do So - nhor.
Doua to pro - to — g o, Bous to dá ( a - mor e paz.

m m
91 SEMEANDO

11. A. Tuckett
^ om F ir m eza é — 72

T i ------ 1------- f — M
1 J l . — trr
r ____________ 12____ C_ _1_____ ___ A__ ■_______
J Í b 4 — ------ “ TÉ-----É------^ • ■ ■ _— J ■_ a - m * i _sd—
1 0 ) 4 ’M . *U‘ V V____ w •__ w__,LE____E____ W-l__ E--- 1—
X—!-----E---- A
1 l
1. Se - me - an - do d i - a a d i » a Se - ae » an - do heit e mal,
2. Há se -• m en-tes que fe -n e -o e m Sem v i - v »r n o en - b ri " ãoj
, 3. N oe»sas fa l-ta s Tu o o -n h e -c e s F ô r - ç a s âiá - nc s p* ra se--mear |

-#-• i 0- -]0- -0-


? t T r • • T
fF). n~P ------r - r ___ F____E___ C___ E____ E____ E____E__ _ J±___
1 -g- 1__ J____
r_ v- i »
/ /

Es -- pa - lha - mos as se -m e n -te s Sob o d u - ro


TT
vsn - da — v a i.
O u -t r a s há que v i - vem^ores - oem, Pola p lan -tou a bo — a mao.
An - jo s guax - dem nos - sos oam» po b P a » ra a p la n ta g e r - m i - nar.

r r r r r r r t i H - a

U - mas sao a - b e n -ç o - a - das p s - la c h u -v a


P=T
o e » le s » tia lj
F r a -e e a há que tra-eem bSn - çaoe Ou - tr a s há qus tra-eem dor \
E os fru “ t o s des - aa soa - ra C res-oao o h s l-o s de v i — gor.

f•' ir r vun T zr^f- vt


i f i \fl
O u -t r a s fo - ram a - t i - ra -d a s em te r - re-no es-t< - r i l , mau.
Há se - men - te a de pe - o a -d o ) Há s e » m e n -te sd e a » mor.
Fru» t o s sao da v i - da e^ er—na, Que s e — mesr-mos oon a - mor.

r u r r H ir r r r ir r r f i m
92 REGOZIJEMO-NOS
W. W. Phelps

P m f
po-vos re - ce-bem Eem bre i ve *i-rá a fi • na! re - den - f$ o .
m«-rem de mâ-doGuar-de • mos s cren ça do bom Sal - va - dor.
lhei-ta pas * sa-rem Se - re mos cs jus tos cha-ma-dos aos céus.

ü â
REGOZIJEMO-NOS

Aa ê .

—$ —m
1j 1jI J1 | “ * f J> J u J PK J au
i 1i J 1 J_
j a ■

1• * * ---------------- ----------------------------
- dem a • le-gre, Je - sus fa-la-ráa Is - ra-el: "Vem i Mim."
- dem a - le-gre, Je - sus fa-la-ra'a Is - ra-elt "Vem < Mim."
-dem ce - les * te Eo po - vo de Cris - to, i - raí paz $o - zar.
J i

» Ir 1

93 ANTES DE NOSSA PARTIDA


Geo. Manwaring E. Beesle;
Contemnlaeãn * = fíft

1.
r r #^
Nós pe - di- mos - Te Se-nhor Que do Mes-tre as li-(ões
2. Com pu - re - za in - fan - til Nós cum - pri-mos o da - ver;
3. Pai de Ca - ri -da - de e A-mor, Dá - nos que vi • va - mos bem,
4. Nos-sos er - ros per-doa • rás. Li - vra - nos da ten - ta - çío;

T i
j;. ^
Ven-ham ho • je se gra *var Sê - bre nos-sos co - ra-ç5es.
Nos ca • mi - nhos do Se - nhor Nos fa - re-mos Teu Que-rer.
Pois a - cha - mos só em Ti A es - p e.- ran - §a no a - lem.
Faze-nos sem - prebem vi - ver Sob a Tu - a Pro - te - çao.

ââ *
94 SECRETA ORAÇÃO

H. H. Petersen

6 | Ir---- lr—Kr—|----------N—r —S fc|i I------------- N fti j ---------- r-


Jr ir'.---- rt—NiJ d*—ft It ^Püa«------------ ■< d i t J 1-----r-—H —\— *—n
~ v w~
Ga-nha-rei porès-sedom Com os an - jos co mu-nh*o
Ga-nha- rei por es - se dom
» r » ? r » |
p f í f í « « J - p p — li
------- 1-------1--------------------1—i-----------
95 MARCHEMOS À GLÓRIA

v .. J. M. Ch amberlain
i ^ m po d e M a rch a 104

r
—ô __i__i_______S __i___ , 1 1 - - - - 1- - — j- - -
W TW.- C I T - - - - - - - - - f— i — ^ — i— i- - - - 1—
T r U 1P / | J - - 3 “ TÉ— TB- - - - - - - 1- - -
U__I j • i :- - - — . m * . • H — — m -~ 9 ri—

71r t ^ ’ i
1. A g o - r a nos i - re- m os Em bus - ca dum lu - g ar ;
Z. A mar - c i a nao pa - re- m os Vi - va • m os em u * n ao;

J
3. Co m s an- 1< >s vi * ve - re- m os, No lar ce - les - ti - a t , .

ü
. _______

- - - ^T7- - - - - ---
r

É É # tt =F =SF
Mar - che-mos, sim, mar - che - mos Ao lar ce-les - ti

T f p \f

rfriU
x u“i ^ ri ^ i l mI ^ J n J | i a- a --
■JJ----- -é-, •—•---~—"*---^--- V--------- ------ ^ — w~
A sal - va - ^ao bus - que - mos, Com nos ♦ sa fe re - a 1
o* A
s kiv i U W w
- r r t — — 1-— M— — 1— L
GRAÇAS PELA ESCOLA DOMINICAL
96
tVm. Willes J»s. R. Murr»y

J i J, i a- I-; -J—^
mi ni-cal do Sal - va - dor; Gra - gas er - ga - mos ao
fu des, ven - cer ten - ta - gao; De - mosim - pul - so ao
das pru - den cia mos - trar; len - do de Deus * fi-

p p p é

Rei Ce-les - hal Por nos-sos do • cen-tes de no-brei-de - aí.


bom í-de - al, Lu - tan-do com 2 - ni - mo con-tra o mal.
el pro-fe * gao Que - re-mos ga • nhar pa * ra nos sal * va-gao.

Côro

* U -i í i - F i - T i
Jun • los can - te mos a do - ce can - çío, I - de, fi-

I j; I
dis ao com - pas - so do som, Um ga-lar - dão os o-

f * Tf f f- É
GRAÇAS PELA ESCOLA DOMINICAL

f r l -----}' " r p ‘i-------------—|----- | | —| N—j—i— p- | 1 | ;— r— ía


t j ---- *r ' ^ ♦
bre* ros te - rao Que, pe - Ia ius * t» - ga, er • gue-rem e mio
__ 0** f - f rf ir r r i
» \ • f f iT ' a
1f f i p~f M r p F1r F r 1^
1 4

9 7 A O P A R T IR C A N T E M O S
George Manwaring Ebenezer Beesley
I t v v i r i n tr + — 72

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<MI ■ * J______1_L5?___1__ L*__ 1___■ :»-r— l __ m . í

ü m " z r r »• '• c r
1. Ao par-tir, oan- te - mos Hi- i108 d6 lou - vorj Ao Se - nhor e
2. Por mi - se-3:i - oér-dia E leu gx annie a-mor, Ora - ti - dão e
3. Ho - je e-qui 3an - te-mos Hi - 1 íos ao Se - nhor! A Je - sus tra
. L ■T2- F- -FL J ____ _L___
1
fe
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e±^rjH-r» 9 F 9 9 9 F

ter- no
H i I: i
Por Seu gxan ■de a-mor,
i i : Kli :
Por Seus gra-toa do - tes
ter- na De- moa ao Se - nhor. Cán — ti— oos a — le — gres,
se - moe Nos — aa fé e a - mor. Sal - va-nos, 6 Cris - to,

HH
jsu

tr j: Jj JU^I i f f
T **r
E oui - da-dos Seus, Sub-bam nos-^os ni-nos Sem-pre, sem-pre a Deus,.
Chei-oe de fer-vor, Ao Se-nhor e le -v a m Nos-ao grande a-mor.
Pa-ra Te ser-vir. Dá-nos Teu Au-xí-lio Pa - ra Te se - guir,

W :f F lf-ll
98 0 NOME DE JESUS
H. R. Palmer

'Í! k j) kW =4
?>•
1. Do Sal-va-dor
r <
o no-me traz
i
Re-cor-da-
2. Em Ti, Se-nhor, eu go - zo paz E tu - do

L
3. Des-pre-za ia o vil fa - laz, E crê em

í4 m i L f lf
99 D Á -N O S T U , P A I B O N D O S O
Waltcr Shirley Jean Jacques Roúsaeau
Com A n i m o » — 6 9

1 . D á -n o s TlJ ó Pai Bon - do - s o , Tu - a Bín - ção, Tu - a paz.


2. Ps —lo doa do E —van —ge —li.o Da—mos gr a —ças • lo u —vo r.

j: Ji A
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A l\r
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J - -V r- — =■ 1T r 0q a
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J ___ 1 ___ 1 9 M__,__a _- a ___ V___ 1 __
J i i r 1 1 1 P l 1
Dá que to —dos nós t e - n h a - mos T u -a Gra - ça e - f i - oaz.
E que se - jam nos-sas v i - das Fru—to do Teu e s - p l e n —dor,

>C— - _ n .a i -p- T ]
k- r ^ k k x m j ----- c -----’----------- x ------
f£ vAu W |F r 1 w F rI r! 9
iir | f
i r w I" a a
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1 - 1 — 3 b - T " f 4 — 4—

yl • ? N. * í J 3 13 -3. 3
Dá e u s-te n -to , dá sua - ten - to P a - ra nós a lu z noe trator
Som - pre f o r - t e a , oem-pre f o r —t e e , Na pa — la - vra do ãfc^rilior.

P-h m í~-Pi\tâ$
JÊ.

=S= :^
100 CONTA AS BÊNÇÃOS
Rev. J. Oatman, Jr. K. O. fCxreil
F e r v o r o s o m e n te

1. Se da vi-da as va-gas pro-ce • Io - sas são, Se com des -a-


2. Tens a - ca-so má-goas7 Tris-te e teu li dar? t a cruz pe
' 3. Quan-do vi-res ou * tro com seu ou - ro e bens, lem-bra que te-
4. Quan-do de-fron-ta - res os con-fli - tos teus, Não te des-a

len - to, jul-gas tu- do váo, Con-ta as mui-fas ben-çâos, dT- Ias
sa - da que tens de le - var? Con-ta as mui-tas ben-çaos, nao du-
sou-ros pro-me - ti - dos tens; Nun-caos bens da ter - ra po-de-
ni - mesmas es - pe - ra em Deus. SeuDi-vi-no Au-xi - lio mi-no-

l.ow
CONTA AS BÊNÇÃOS

101 ORAÇÃO HUMILDE


James Montgomery Ceorge Careless
Stíttvr «J=72

r
j l J»J
1. E is nos a - go - ra a-quí, Se-nhor, Teu Ho —me a oe — l e - b r a r j
2. D l g - n a - t e , ÓBeu% nos as - s ie -t ir Nee~ta ho-ra de o - ra - ção |
3. Con - t i - go a-go - r a , oo — nm—nhao Que-re-moe to - dos te r }
4. A - te n -d e as nos—sa s pe - ti-çÕ es Tu ó D i-v i-n o A - mor|

nr in irrnrt
If i JNj i if í i u m j j ij r j j ij j l
Can-tan - do j u n - t o s Teu lo u -v o r , E j u n -to s a Ti a -m a r .
E Teu a - mor nos f&z se n tir â s ca - da oo — r a - ç a o .
Vem nos mos -trar Tua s a l - v a -ç ã o Vem Tu em nós v i-v e r .
A u-m en—taem n o s - s o s oo - r a - ç õ e Ha f é , o sa n -to a r-d o r.

K f if n r r ir pir [it m
102 VINDE, ó SANTOS

Wffliam Clayton Old English Tune


R en o lu tam ente 66
±1

1,
i\ j i i I I r n
Yin — da, 6 san — t o s , asm mí —do ou ta - mor j
M=
Uaa a * la -
É1
2, Por -q u a d i- * a io | I du - ra a por-ção? Tu - do é boa
3. Sam af l i - ç a o sm paa • ta - mor, Ete - oon - tr a -
4. Che * gan - do amor - ta* tu - do i - r é bam, Ta - aoa pas

é
r - ô ft-u— *------ E---- -t— n -----1-------- H----- 8 — 1-------- *— f 1— í — 3 — IT T
J f k'l_* n 1 ! ■ - r
ím ^ ff i T* i II 1 ■ * ^ 3 1 j i ^ 3 I I 1/
I_ 1 .! 3 3 1 J " . 1 ___ z ___ J___ J___ sz __
* V * +
graa ain - dil i j Du - ro é o oa-ad - nho ao t r i a - i a v i - a - jo r ,
nao t a-mad aj Por qua pan—sa la ao gran - da g a -la r -d ã o ,
moa usa 1 i r } Ho - ja l i ^ b a r - t o i do pe - aar a dor
to - d 56 t s t } Li - vrea daa lu - ta a a d o -r a a tam-bém

* -• ■ * _______ - ____ - -■ +
- >
m r»
V - I *
/ g.
g -f;)
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m 1v .
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__r —__ ____L__________ - ___ m___
—l■____■________________1 ___
- - T 9 V r
Mas 0(va fé oa - mi —n b a i. E bam ma - lh or an-
Sa (L lu - ta a - v i - t a l o ? jias não d a - v a ia daa-
Va - m<58 to - doa oan - t a r , Par - t l n - do da noa - ao
Com oB iua - to a r i - v a r . Jaa ae a v i - da Daua

+ . + _____ T Z -tr -Ê- f


lAA. ^ . i i?' 1>& _____
i i \ w T p - p r i ___ - n
«gJ*. 1FW-f—___ __ Ws ___ ■___________ ______

oo - ra - jja
ar E o ao
r r fu 1
- ffrri-l m a n - toto aa
- man llii -- mi
ml -- n
nar
ar;j
1
Po-
a - n i-m a r j Sa tan - daa Daua ppaa-r-raa
daa Daua roa
voa aa mar mar Po-
oo - ra - ção al - to a oon a - mo - ção 0
noa guar-dar al — to po —da—ra — moa oan - t a r , Qn

t u ± * iL tir* tk
VINDE, Ó SANTOS

f) s I ,
U . vhWa --- » i 3 ra — i------- n------1— i
j L ft k . - , , , , r __ _ d m * ■ *
El V P 1
B ili______ 2
j i —i
_J__ 4 JI " 1— ^ EJ—
_J_8__ í
d e is & - g o -ra «m paz o a n - t a r t Tu - do b ml Tii - cLo tuml
d e is a £o - ra p r o - o la - mar t Tu - do b ml TiJ - clo tuml
no 8 - 80 g Lo - r io - b o r« - f r í o { Tu - do bim l Tia - do b<ml
u - ma a6 voz en - to - ar i Tu - do b ml T\l - dlo b<ml

, 0 - _________ J ü « - i P- *P • -fP-
/~ \t L . W r r r p------ r ----- i-------
1.
1CA “ U 1
r v i v rr ■
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103 R E D E N T O R D E IS R A E L
W. W. Phdpa
C o m F ir m e z a

i i \* Q i\i i j
dt
j y.
i. A Daus da-mos gló • ria a gran - da lou * vor. A
2. Sa ■' b#i qua E-l# vam ra . y • nir Su - a Grai, A
3. Tal C O mo ar • ran tas no mal a an '■dar. Pa-
4. Cia -mai com van • h 4 ra, o# fi - Ihof da Daui. Pra-

riQ f if ffn f

som-bra, da noi - ta. ÓS lu z ; Do mun • do, o Rai a Sa-nhor.


mor - ta par-ti • ci - pa - r i Da paz a var • da-da am Si • So.
la-gram com nos • so pa - sar. Mas li • vra sa • ra Is - ra - ai.
lai, pa - lo Rai a Sa - nhor A - tá a fi - nal ra • dan-do.
* * ^ n r i
104 AONDE MANDARES 1RE1
Mary Brown Carríe E. RounwfeH

rf1 “f - s—
v. t ' ~j
Tal-vez nao ha - ja con - fli - tos Ia Nemhon • ras eu v I en-con-trar.
Tal-vez Je-s ás o meu bom Pas-tor A - mor te-nha p ra me dar.
Pois com a-mor que-ro tra - ba-lhar, Por Cris - to meu Re - den-tor.
-0 - -0 * -#• ^ m - • -0* *0~ 1
r v to lf \j \i n v 1! r t U to* to to p -p1-u0----u
w
_i
p II— V r V r I 1— ' ------‘ p y-p- -j

rô-r—KT~t\— h—K- h — h h l _p J—i i ■ _p N—K IT—K


D— K It— D fc, i— T|1
(B r . l ■} «ü ■ ■! n J • . - 3 fl ■ ■—!■ á t - . A - l
T ' ~ -------------- ---------- P T
Eu res-pon-de-rei com a-mor, o Se-rhor! "A-on-c e man-da -res, i * rei."
Men - sa - gem de a-mor so-a - ra*, o Seohor! "0 que me man-da-res, fa • rei."
A Tu - a Von-ta-de fa-rei, ó Se-ehor! "A-on- de man-da-res, i - rei."
il m “f 1f“ í " ♦ -r-l ^ -to- ^ 0 * ~
L _ ^ u V V r V Y V -------
? P PV3 11
D.S —"O que or -de-na • res, f a • rei, 6 Se-nfcor! A *on - de man-da - res, i - rei."
AONDE MANDARES IRE1

D .S.

"A-on ■de man-da-res i - rei, Se-nhorf A-tra • ves de mon-ta»nhas ou mar/'

105 DEUS DE MEUS PAIS


K u d v ar d k ip lu iK l saac B. Wo o d h u r y
*(J= ) 7*1

1. Deus de meus pats. o San-toDeus. Denos-so po - vo és Seohor,


2. Mor-rem os gri - los e da-mor, Pas-sa dos reis o vao po-der,
3 Na ter ■ra hc - mens e na-epes CHei-os de ve - ra con-tri-çao,
106 A VERDADE É NOSSO GUIA

Eliza R. Snow Charlie D. Tillman

Bt 3

1. A ver - da - de 4 nos-so gui - a 0 E-van - ge ■ Iho é nos sa luz.


2. Se não que - res ser jul - ga ■do Tu Iam-bem nao jul • g a - rás,
3. Com a-mor e hu-mil-da- de Tu ve - ra'* ae-ter-na luz,

U E--1
A VERDADE É NOSSO GUIA

r t i . V i ------Phíh
q_■

Su- Luz nos i • lu - nsi - na, Dá - nos vi - da, paz, a - nor.

............ - M ii
4Vi li. L— — T-f—F------r —P r te.----- fe---- &----U 1 Br»---- p p p TT
■/T» L* . r g — 1

107 R O C H A -E T E R N A
A. M. Toplad;/ Thos. Hastings

t — r J n J. M
W-*-Hi==£- ^ - * * 8 ^ » J j. o-
1. Ro • cha e-ter • na, foi na cruz Que mor-res - te Tu, Je • sus;
2. Nem tra • ba - Iho nem pe-nar Pode o pe - ca - dor sai • var;

JJJm
3. Eis que vem a mor - te a-trás Des * ta vi - da tã<"> fu - gaz.
ft- i— a --------------------' -------- , _ - p a p s ____p .
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a- - f " r p 1

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«7----- r - ~ G/ A. w W ” * ^L u 1

Traz as b3n - çaos do per-d3o Go - zo, paz e sal - va - ç5o.


’e - 50 Te per - dao, Se-nhor, Pois con-fio em Teu /\ - mor.
?o - cha •ter - na, que pra ■zer Eu te - rei de em Ti ri - ver.
a_________ ______e. a ____ m* __ a _Q-i_____ 1___ 1___ ______
l g r . t= L V' B f t f 1

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108 AVANTE!
Kuth May Fox Alfred M. Durham
AVANTE!
AVANTE!

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Da vi - da e-ter na ao pre • mio Ha-

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ve - mos de Ia - zer jus Por is - se i - de - al su-

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109 JUVENTUDE DE ISRAEL
J. L. Townacnd Wm. CU71011

Es - cu-tai ao gran - de Mes-tre, E se-guí - o em u - nião.


Ju - ven-tu - de, pe - Ias ar - mas I - de e - Ias con - quis - tar.
Em - pu-nhai as vos ■sas ar - mas - A ver-da - de de - (en - dei.

ffflr r .rnf ,

Côro Spintoso
110 ó MONTANHAS MIL
C. W. Penrose

|- 4 ,(. ■-— >HH — a ~ 4 = £ = \


m \ n : ? r $ — .

va - ies dos ho • mens de bem; O n-deoven-to traz es - pe-


mi) - des que - ri - da fu e's; Ou-1 ros po-dem sor-rír de ti
fe • tas e ser - vo de Deus. O ti - ra - no cai«ra, o o-pres-

i í\j T~
ran - ça e paz, Eu qui * se - ra em teu sei-o es - tar tam-bém
po * dem fu-gir; Nos • so a-mor nós dfc'po*mo$aos teus pés.
sor mòr - re rá E o gen * ti-o ou - v - rá co-man-dos teus
ó MONTANHAS MIL

111 DOCE É O TRABALHO


Isaac Watts John J. McCIellan

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gra - ça s
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Moe - t r a r nas o - b ras


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0 - b r a s, be - Ia s sã o ; E — Ia s r e - b r i - lhaco r.
r e i — no eu 8U - b ir j E tu - a fa - oe
n es - t e mun - do q u la . Tu — do o que t e - nho

F fi1 p+r;i
112 SE A VIDA É PENOSA
W. H. Fl»ville John R. Sweney

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1. Se a vi - da e' pe-no - sa pa - rs nós (pa-ra nós) Se pe-
2. Se tris - te - zas se pre-pa - ram pa • ra nos (pa-ra nós) O fu-
3. Se na vi - da há des-gos-tos pa - rí nós (pa-ra nós) Cris-to

sa - res são di - t í - ceis pa - ra nói (pa-ra nós) Se a


tu - ro se - rá do - ce pa - ra nó- (pa-ra nós) Se in-
sem - pre tem con - so - los pa - ra nói (pa-ra nós) Su - a
N N h Jv N
É
^ Ji Jgg ^
vi - da é a ■mar-ga, Nos-sa di - ta já não tar - da, E o
ve - |a nós so - fre-mos, Ten-ta - goes en- con-tra • re - mos, Mas vem-
Gra - ga nos al - can-ga, NE - ie te - nos es - pe - ran - ga, Su ; a
m __ ___ ___ m —

í J í í í í í [ i r i i r r n i1
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É
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go - zo se a-lar-ga pa-ra nós (pa • ra nósí
Nao te can-ses de lu-
tu • ras nós te • re-mos pa • ra nos (pa - ra nófl
Nao te can-ses
Voz e sem-pre man-sa pa-ra nós (pa - ra nós
g g -g .

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4 4 .
W - è i — LI
tar Ou - ve de Deus a voz. Deus des-can-so man-da-
can-ses de lu-tar Su-a Voz
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SE A VIDA Ê PENOSA

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ra*. Per - dâ o e
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gra-gas pa - ra nós (pa-rands).

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sim man>da - rk

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113 VERÃO
Joseph Baílantyne

1. Di * as da ven-tu - ra, Di - as de ve-r3o,


2. Dum ma-tiz bri-lhan - te Cam - pos ma - ta-gais;

u í u í * i j * |i t | i<

Du • ma vis - ta pu bem que-ri - dos são;


A - guas mur * mu-ran

iu«
sob os sal - guei-rais;

u í u í J T X u J i t ü
r H r - ir - tr

ffp pif f J i j n l i f \\LM.


Tu - do re * a • li za co • mo o ar - re-bol,
A * ves chii • re-an do hi - nos de a*mor;

m !f V !f-
IN j|j-jrir. -j|^ i^ - j r r - ^ c g
Le • ves co - mo a bri sa Ao se pôr o sol.

Ui i JiIJ-J-r-jl J-^ ,
Tu - do en - Io - an do Hi - nos ao Se-nhor

ir~ ir* ir* ii


*
Mi
114 ó SENHOR, A CRUZ LEVANTO
H. F. Lyte S. L. Fish

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1. O Se-nhor,
Ui
a cruz le van - to
i W r J *
Pra se - guir - Te on - de vás;
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ü i> , k T r 1~ N -J 1 -frr
J- 3 ar'i! **
6^
Po *bre, tris - te, des *pre - za • do, So de Ti es - pe • ro paz.

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Mi-nhas do - ces es - pe - ra n . ças, TB - das e - Ias já dei - xei,

J ) - -efe j»J-- -el


----------------- r = ^ = ------ --------

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Mas a ri - co meu le - ga <• do, O per-dao de Deus ga-nhei

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Ó SENHOR, A CRUZ LEVANTO

Nao me fe re tal de.*pre * zo Pois de Deus a-mor me vem

M P'if -*--P

Se ti - ver o Teu So • cor * ro, Deus de for - ça e po-der,

I - ni • mi - gos in - ve - io - sos To - dos pos - so eu ven - cer.

A fJk. k k k .*
JLk MT^ ■ 3-*— rr r -1-------
m í "h1 j h» d,
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- ni - mi - gos in - ve - jo - sos To - dos pos - so eu v«n-Cer.

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1_____ T „ / _11_ • - 1 U* U M» PM M M M n
8 af--frLf — p p pif—j
115 NOSSA LEI É TRABALHAR
Will L. Thompson

f p~| 1 I i-r t
1. À vi - dae'lu - ta semquar ♦ tel, vi • ver e ba - ta - lhar;
2. Nao há pre-gui ■ ça en •tre nds, sai - ba - mos bem lu - tar.
3. Em tô - da ho - ra e lu * gar con - ten - te hei de es - tar,
4. Na lu • ta con -tra o ten - ta - dor nao há- de-sa - ni • mpr

Por - tan - to, vin - de, meus ir-maos; nos - saleié tra - ba - lhar.
Que a lu - ta é lon - ga e du - ra mas nos - saleie tra - ba - lhar.
Pois tra - ba - lhan • do sou fe - liz; nos- sa lei e tra • ba * lhar.
Por is - soa-van-te, meus ir-maos; nos - saleietra • ba * lhar.

f r í tff^ à p
C.dro
116 EM GLÓRIA RESPLANDECE
William G. Mills Geo. Careless

*sb(J=80) ^ Ij j i - J 1! s: **
1. Em gló-ria res-plen » de ce, Si - ao, lu-gar de paz!
2. Con-stru-a - se de • pres sa, Con • for - me Su * a Lei,
3. Mal-gra-do a des - cren ;a Do ho - mem pe • ca-dor,
4. Ou - ví o Seu De - cre to "Jun - tai * vos em Si • ao!"

tre ne * gras tre Deus teu pro - te


• va-çao da mor Ti, Si «ao, bus
• tas or - de - nan rao a co * nhe
que O des • pre mal con - fes * sa
117 LUZ ESPALHAI

Lanta Wilson Smith E. O. Excell


T O J Ü ij J : i ; &i
1. Em um mun-do tris • te Va-mos en -con-trar Se - res des-pre-
2. As can-joes a - !e - gres Sem-pre po-dem dar Ao via-jorcan-
3. Se é tris - te o di - a Com fer-vor can-tai, E com fe' se-

IW I

P* j, - i I i Jij^H
za - dos Chei-os dea-mar-gor. Que a-le-gri ■a e • xis - te
sa - do Paz, des-can-so e a mor. Os pe - que - nos a - tos
gu - ra Es - pa-lhai a luz. O quan-ta a • le - gri - a,

pr ir pr.gi£ ■ rm rr

Em su-a-vi-zar
mm 3 Ü P
Co • ra-ções ma-goa-dos Dis - tri-buin-do a-mor.
Gô*zo vao le-var Ao tris-te i-so-h • do Seu gen-til ca-lor.
Quan-ta fe', a-mor Es - sa o - bra pj - ra Com va-lor pro-duz.

tf g m T .r c ^ g f s

Coro
LUZ ÊSPALHAI

dai - lha» Dit • rri-buin-ò© luz!


dai - lhes Dis - tri-buin • do hizl

J-i

118 ó NAO DESANIMAI

nr • dor b ri - lh a o eol que oe f a s d ia - s i- p a r


T j l - t » • rão da - p ola do du - ro f r i - o h i - ber-nal
E - le deu g l o - r l - f 1 - ean — do Deus o nos — ao P ai
119 A V E R D A D E ó Q U E É?

John Jaques
120 C O RACÕ ES. CANTAI A DEUS
Tracy Y. Cannon Tracy Y. Cannon
C o m J ú b ilo J = 06

^ . 1 j j V H 4- i gj I j j j; 0
1. Co - ra çoes pola ex ul tai © can - tai lou-
2. Pro cia mal em al ta voz e oan tai o
3. Pai, Se nhor e ter no Deus, Tu és vi da,

------CL.
1 • - r \

f ‘ vor
1
a Deus, Pe - la vi - da e a luz.
no - me seu, Pe - Ia gra - ça da - da a nds,
não Tens fim. TÔ - da Cri - a— ção dos oéus,

mz£-
r f r r ir r
121 UM RAPAZ MORMON
E S. E v a n St e ph k n s

j J 1 - *
mi - goe meus eu vou oon - tar nas ri-m as da oan—çao, Que
gu - Iho te - nho em oon -ta rs nas mon - ta - nhas nas —oi , On-de
pai um Mor - mon f i - e] Sf e quan-do ho-men fdr, Como

f = t = i- m ^ í - n - j ^
r i t--» j ■» i 1

p »— r * r ■y — f *= ? = y
^ i> I * ■ — - r y
UM RAPAZ MORMON

$ -r^ f s j\ j' i ^
tí - ria de um j u - v e - n i l t for-te e re - al, A
ves - 8 0 âa vêzes poe- 8 0 ser mas bom de oo-ra-çãoi A-
to - dos que-roo bem fa - zer hon - rar o dom dea-mar, E

f j t t ín m n n i ■t
3

$ to —
ml -
dos que - ro
gos ela a
pro - cia - mar
oon — fie - sao
um
um
Mor— mon,
Mor— mon,
pois
pois
su
su
sou.
sou.
com or — gu - lho oa — mi — nhar um Mor— mon, pois su sou.

^ o ^ r i ? t 1i — j. i

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ê t í-
Mor— mon
.
sou, Um Mor-mon sou e sou com de-vo - çao,

r t* í - s h -i ? f f : r . i
U V V

J' f f J i
In — ve - ja a to - dos vou
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cau-sar um Mor— mon
$ -l.
pois eu sou.
1

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122 ALERTA, O SALVADOR VIRA
William W. Phelps Samuel B. Milton
Com Energia W—100
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1* A — l e r —ta 6 po •• voe | >Ol( lo-go Ti - r á Cria - t o |
2, Sl proa - t a s d 1 - lhas j>oia lo-go t í - r á Cria - to ,
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ALERTA. O SALVADOR VIRA

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0 dl a t>em l o - go i —rá se re — t l rar E
A voz às na - 9 o es p o is no tem - po # da da,

k f i f f fir' r1^ ,»f i f f

ÉÉ Mr- i- f i# r
Sim m ais so -frx - men - to do que no d i - l t i - v io
E cha - ma os ju s — t o s dos can — t o s da t e r — va

J7V
1$ 1 Ê
m èèêM m
Sim os ps - oa - do - res tr is - ts - za s ts - rão.
E C ris - to v i - rá s a - qui r e i - na - rá .


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123 OBRAS DE DEUS

i ■ t u JU.H i m p
ju a - t o s sso os os - ml - nhos t s - u s! Quso
ffn —ts ppo — mas — ss s n o s oh# *** g s — rá, Sn^

f í I M' m ú í
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h»------ * T q d z ii;!. ^
r rhon -
nao ra - rí e 4uen não t e - ma - r í , Teu
tã o a Ter - da - de ee pro - pe - ga - r i , 0
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no - mK SS - gra - do Tau jrsn - da po - dar?


po — VD S Ti oo — ao )aus ; ou - TS -* rá •

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124 ESTA CASA DEDICAMOS A TI


Henry W. Naisbett Krank W. Asper
S u p lic a n te *—84

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1. HAa d a -d i - oa*4noB as - ts o s — ss» Seua da n oe-aae p a la .
2. I n - s p l - r a a ta u a s a r - t o s qusn -do f a - l a « eA -b re T i,
3 . A - 4ul te u e f i-lh o e tossi s - ms - dos pas au - oon -4ra - rão ,
ESTA CASA DEDICAMOS A TI

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r f # - t - ■ ------^ ------*i--------1---------■ -------^ j
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A — o e i —t e — a e nos paro - t s - j * oa - da d l — a n a ls
E gui a t6 da al ma so . . . . . p s t l dão a T l.
Coo g r a - t l dão nos oo ra çõss a Tl a do ra rão .

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BT7TP---- : ------ 1— - 1---------■ i----------1---------- 1--------1-------- : c
r c 7 * --r - ------ f— r — s— |— — ■ ------- r ------- 1 t l I U r9 f
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125 U M A VOZ F A L A N D O DO P ó
J. Marinus Jensen J. J. Keeler
C om Júbilo J = 100

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J ' p J 'I I 1 1 f 1 -------- 1------ 1
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- - - nr s- -¥ r ^ .r H
sa - gem pu - ra tr a z j que o h<> — mem v i—
sem - pre no Se - nhor» E su - por - t e - moe
sa - gsm nos da - r á , Que o h<> — mem v i—

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▼a oom a - La - g r i - a a V íe t e — nba paz.
o P* - aar a — té da no—tro 3 so l b r i - lh a r .
va oom a - La - g r i - a a V ae t e - nha paz.

j . *2_____ ja_____________ . ___ S k . n . _


ipj i v a ui_ i T Ti 1 I 11
H r a r V — r — w W — r- L ■ W. m • II r 1 II
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126 O ESTANDARTE DO SENHOR

ifll* 1 J J J 4 1 H ■ J J — ^= E ^E E

E o mi - l í - n io o te - g a - n i p 'r á l i - b e r - da - da d ar,
S .u e ra n -d e a-m or r e - p a r - t i -«4 l em ca — cLa oo - re - ç a o ,

** ^ -• è>» 0

Ja - sua os Ju e-toa v a s -ti-r á oom T i - da i - m o r -ta l.


0 t e r —re —a l e oe —l a w t i a l re ^ oa — ba —rao seu dem,

np i f }f f h r i f i' if f ^ p ^
127 ó DEU S, SEN H O R ETERNO

Wílliam W. Itielp* FcUx Mcndctssohn


C om S im p lic id a d e W= 69

J j j l j 1 i\iü I !1 M É

Que te - nhao Tu - a s Bén çao s, Que te- nham á- gua e pão,


Que pos • sam Teus Em - ble mas L i - g ar - noa em u - niao,
Be oar - ne r e - vee - t i do Je - sus a nós des - oeu

m
ã .. .JL __ m. JL

Que te -n h a m Tu - a s Gra - ça s Que te-n h a m Teu p e r -d ã o ,


TeuGran-de±*mor ae a -b r i - ga Eh> ca - da oo ra - çã o .
▲ t a - ça do m a r - t £ - r i o Por nós J e - su s be - beu.
128 ESCUTA AO PROFETA

4é\+* [ j» r f CI gj**'
O E - v a n -ge - Iho p# - -lo u sd - br# o • - t e r - no lar»
O gran -de í r —ro oo — m«—çou • o mun—do en - go — nau,
A t o —dos o S# - nhor man - doji "ll#ue do - t# e g u a r - da - rã o ,"

f?\H ftfh z

J í \IJ ^ 0 l^l
Ho - ▼o pro -f# — ta D*ua man—deu p a-ra a v er —da dar*
Mas ho - J* ho - mens do Senhor a s e n -d a o la ou .
31 - n a is por su - a ti t e - r i o qu# t o - d o s go rão*
129 W. Fowler DAMOS-TE GRAÇAS Mrs. Norton

1. Da-mos gra - gas a Ti, d Deus a • ma * do, Por man-da - res a


m
2. Quan-do nos so - bre-vie-rem os pe - ri - gos, Quan-do al-guem nos-sa
3. Do Se-nhor can - ta • re-mos tô-da a Glo * ria, Can - ta - re - mos fi-

Pir rtf^Tif
ÜÈÉ
nos u - ma luz, Um pro - fe - ta nos trou-xe o E-van - ge Iho
paz a - mea-gar, So em Ti, nos te - re - mos con-fi - an Sa,
eis Seu Lou-vor, E se-gui-mos o San - to E - van - ge Iho

Que ao céu nos-sas al • mas con-duz, gra - (as por tô - das a$


Pois do mal, po-de-ras nos li-vrar. Teu Gran - de A-mor co-nhe-
Oue nos dá vi - da, paz e a - mor. Se rá dos fi-eis e dos

m m
m 1 'J! JIJ O lJ m
ben çaos Que pro-man - am de Ti sô - bre f nós, Que-
mos, Dá - nos sem - pre, Se-nhor, Ju - a Máo. Se-
|US tos A glo-rio - sa e #i - nal sal - va - çao, Mas

r í : ,
P E: E f
re • mos con-ten-tes ser-vir - Te, E fi - eis a - ten-der Tu • a voz.
rao cer-ta-men - te pu - ni - dos To-dos que re-ne-ga-rem Si-ao.
ao que ne-gar a men-sa - gem, Re - ti •• ia - da se-rá a pro - te-jao.
V
i
l«x ou 2om — 9 003
|2 0 9 - 9 mOQ |«x ou 2om - 9 003
I« T ou jom - 9 003

Jn H-f-^ ri,:HTf f rS
— (— 1— | * « . • » - - - - - - - 1— r r l — 1— j — j ' ü
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«nrpp-a^f ou ve - oj vp - 9 3 jxex ou 2 0 1a - v 003'
' 2 ©Avq rp- o d
*29p-#o-uoo oa-pS 9 zv <
í Ijbx ou 20a - 9 noo 2 0 tJ up-vo

njgT- ffr : t i ; , ,
1 11r'
n . - rj *— *— T— &
r r - i- ir
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*' | V - Ü- - -

H = 4 U i , n M = F=
-1—
*
J- - i- i- l- - id- L_J— #—JL- t -J1— L H y = J—#—
op- tmm o op - o í i2vp ou 20a - 9 0103 *2x2 90 - 9^- «d npo o o p - o j, • £
ovu t v® • opp ç J29X ou 2 0 a- 9 003 *292- 92d pq 9t»- «&4ioqo 9£ *2
bo ~v z - 9X- 9q pn jx vx ou 2 0 a- 9 0103 2o p - o * 29p 09 op- oq 9 o p - iyi *X

88 f m iu i/iln s

a v i o m aow v OKI
AMOR NO LAR

m 2 m i , ~m m
Hão há dor, não há pe - sar, Com a - mor no lar!

-J-JU
=¥ f r P ÍT T l t [ í
131 VINDE A CRISTO
O. P. Huish
M a jc s to s a m n itr

4^-j í i ^u j ij i ji J ju j
1. Vin - de a Crij * to, des - con - so - Ia - dos. Vos - sos pe-
2. Vin • de a Cris - to. t . le vos ou • ve. í • le do
3. O - rai a Cris - to, que vos a - ten - de. E su - pii-
4. Vin - de a Cris to. de td - da ter - ra. E de dii-

a __ m* m m ----- Q.— __ m

^ ¥ - h - b f4

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sa - res Lha con - lía-rais; f - vos cha
le - ma
mal VOS . li - ber - ta - rí; Com in - fi - ni • tas
cai - Lha em 0 * ra-ção; t - le vos man - da
tan - *•$ i • lhas do mar; A to dos cha - ma
«
----

ao ba - Io pÓr * to On - de des-can - so
n?r
te-reis.
bèn - çaos vos bus - ca, E Seu A-mor vos d a rá
os an • jos san - tos DeSu-a E - ter •> na Man-iâo
a voi di - vi * na "Vm - de co-mi - qo mo-rar "
1

132 BANDEIRA DE SIÃO


Jo*J *I. Johnson Eb*n*wr Bvesley
C o m SrntiMeNlaJmBQ , , I < »
.......l i 1 i— \— --------- W--------------------1-----

* X .l r » on - • e a ba - dei - ra ae al -te i a já ,
2 . H• - co r ~ cLa Deu 8 d 9 cáu, > que p r o - f e - t i - eou ,
3. Seu t etn-p l o 14 8e - rí a\jb g l6 —r i a a - b r i - lh a r ,
4. A - 3Li Dí m s nc 8 dia - rá i l e i que v a i ea - i r ,
p- *- - ^»; -fu '
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! gr-----*1------t1------tr I rr-- -- 1

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' 1 n “ r1 ----- * — r->~- 4__ u ___
Ha - ç o e s a - go - ra o - l h t i , a vo e se ^ le -v a n -to u ,
De em S i - ao a l - çar, o p a - v i - lh ã o m u n - d ia l,
E mui - t o e vão d i - ter a - lím do g r a n -d e mart
Pre - o e i - t o s fu n - d i - r á no mun-do a - r e - gerj

t- tr * £ . sa 1 ♦ ___a ____a ____. ___________


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. 1 J =

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No
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mon - te de
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Ei - ao, 68 - tá ,
À qual se rá a gran - de lu s ,
Di - la bu DOS a ser - v ir !
E ca - mi B38 OOCD su a lu s.

j- u .
m
J-
133 DÁ-ME FIRMEZA
Bertha A. Kleinman Samuel B. Mitton
Adagio (J= 72 )

m
1. Dá me fir - me za, Ò meu Sal - va - dor.
2. Dá me fir - me za, Ó meu Sal - va - dor.
3. Dá me fir - me za, O meu Sal - va - dor.

r r ♦ -ft- It#. -A-

| rT T 7 T l l p . V j lV:.;±-é
E dá - me con - fian 5a em Teu Gran - de A-mor;
E dá - me mais for Ça, con -stan - çia, va - lor;
Con - sS - Io Te pe ço cho ■ran - do de dor;

■f F f 'F Ff $
Dá-me Firmeza

/ >

f r il N O i - i f t
ce • de - me re ce-ber Meu Sai • va - dor.

J H H V M F - f

134 NAS MONTANHAS DE SIÃO


Eliza R. Snow G. F. Root

1. Nas mon ■ta - nhas de Si - 3fo O b * de to - dos san - tos sao,


2. Se sa - di • as que- remser, For - tes se de • sen - vo( • ver,
3. De *vem sem • pre pro - cu * rar Aiin - gua ■ gem re - fre ■ ar,
4. Nun * ca de *vem ol - vi - dar To - do di - a su - pli - car.
NAS MONTANHAS DE SIÃO

■f-â--- :------ k----


IH r— k----- —mb— — 1--------N-----
*— <n—■------ fc-i— fc----- fe— h-----
m \ — J \ t tl---- m i n
N
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r . *-• ------------1
______ 1

e - Ias pu - ras sao E me - re - cem sal - va - çao, Pois a


nun - ca to • ma - rao, Pou - ca car - ne co - me - rao, Pois as-
ca - das sem * pre ser, Nun - ca ou - trem o - fen *c er, Mas vi-
tô - das pro - cu • rar Su - as al • mas me * Iho • rar E a
■40* 0 -0 * 0 -0 * 0 ^0 -0 ' -0
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Co-mo an-jos tô-das sao Su - as vo - zes er-guem jun - tas ao Se*nhor.

■ETin n f f i ir r e # # #
1 3 5 COM O SOL NO CORAÇÃO

llctcn Ihingan J . M . Dungan


B r ilh a n te • —92

c
1. Dei - xa a lu a do so l e n -tr a r , D ai-xa a lu s do a o l b ri-lh & r,
2. Dia pa - la - v r a a bem g e n -t 'a Sa <iul - e e - r e a aer f e - l i e f
3. Haia f e - l i a tu vi - v e - r ta San-pra i - l e - gre aem-pre em paa9
4. Er - gue do pe - oa - do o v <u, S a l-x a a xrtr&r a lu z do olu»

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4 4 4 4 4 i *...... Í - v r- *
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i -r jJ v t o
.«L - i - l
* *r -t- -J-
Den - tr o de teu oo - ra - ça o . Po - de pou -
Ten - do o a ol no oo - ra - ç a o . Tau trarb a-lh o
Com o s o l no oo —r a - ça o . Ea - sa lu z
A - bre ao a ol teu oo - ra - ç ã o . Cam - t a ho-ea -

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Ma a v en - t u - r a s h á s de t e r , Ten-do aera—p r e o a o l no oo —r a - ç ã o .
Tu - a d o r -e s que oe—r á s , Ten—do sem - p re o a o l no co - r a -- ç ã o .
Teu oa - mi—nho a l \ n z tia -rá f Ten-do sem—p r e o a o l no c o - r a • ção.
Le —v a a Deus o te u Lovwor, Ten-do sem —p r e o a o l no co - r a - * ç ã o .

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COM O SOL NO CORAÇÃO
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ria a do - o< lu z i r - ra - d lan -d o de Je - eu s, Tu - as

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m í - g o a s l o n - g e vao _ Ten-do asm - pre o a o l no oo - ra - ç ã o .
lo n -g e vão

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136 DÊSTE MUNDO AS FLORES MIL


C a lm tM . W . P H X L P B T . C. G u sa s

1. D ía -te mun-do a a _ flo -rea m il, E a s ma - r a - v l-lh a s do mar,


2. F e - l a s v a s - t l - d o e s sem fim Cam-pos m il de v e r - d e ma - t i z ,
3. À ee-pe—ra n -ça que pro>-—vémf Do — oe men —t e do co—r a —çã o r

0 i n - f i - n l - to oéu de a —n i l , Do v e n -to e chu-va o f r a -g o r ,


Sao ou - v i - dae sem - pre Oh! sim , Mei-gas oan—ç o e s de su » v e d u l-ç o r ,
A f e - l i - o i —da - de que vem Aos nos—s o s l a —r e s oom o pe—nhor,

T u - d o que ve-mos no céu e no a r , Faa-nos lem b rar que Deus ê a-mor.


Que pe-queHii - nas a - v e s g e n - t i s Caj>*e% lo \w a n - do ao Deus de a-mor.
E i - n o s s» g ra -d o s en-4o - a — rao N u -m a só voz! Oh! Deus ê a-mor.
137 ISRAEL, JESUS TE CHAMA
Rirhard Smyth Charles C. Converse

1. Is - ra - el, Je-sús te cha - ma. Vai fin-dar o teu so-frer;


2. Is - ra *el, Je-sús te cha • ma. Vem ou - vir teu Sal-va - dor;
3. Ho - je das ce-les-tes côr tes An - jos mil des-cen-do vio,
4. Is - ra-el por que de-mo • ras, Es - que-ces-te teu te-mor?

m má

Sa - bi - lô-nia vai ca • in - do Pa - ra nâo mais re-nas-cer.


A au*ro-ra vem rom-pen - do Pa - ra o po-vo do Se-nhor.
E 'dos ho-mens pe-ca-do res r A - bran-dan-do o co-ra-çao.
Vê o juí-zo que as-si-na - Ia O cas-ti - go do Se-nhor.

' ^ Ji j * l j.
A Si - ao vem, pois, de-pres - sa, Te - me a i - ra do $e-nhor.
A Si - ão vem, pois, de-pres - sa, Em seus mu-ros paz go-zar.
A Si - ao vem, pois, de-pres - sa, O Se-nhor re-tor - na - rá.
A Si - ao vem, pois, de-pres - sa. Vem can-lar a Deus lou-vor.

A Si • ao vem, pois, de-pres - sa, Te - mea i - ra do Se-nhor.


A Si • ão vem, pois, de-pres - sa. Em seus mu-ros paz go-zar.
A Si - ão vem, pois, de-pres - sa. O Se-nhor re - tor-na - ra.
A Si - ao vem, pois, de-pres - sa. Vem can-lar a Deus lou-vor.
138 S E I Q U E V IV E M E U S E N H O R
Samuel Medlev Lcwis I). Edwards
Suplicantr

j . | j I| j I ijj Jfí
1. Eu s o l que v i —v e mou So-nhorj Con- b5—lo 4 p o -r a e u sa - b o r ,
2. Que ▼!-▼# p a - r o a p asm o dar , S oom Sou 6 - l h o mo g u l - &r }
3. Bom s o l quo v l —vo mou S o-n h or| E que por mim tom g rairto a-m or,
4. Que v l —ve,O h! lo u - v o t o s d a l! E sem -p re o C r la -to e - l o - g i - a l !

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w r r; p r 1 1 1 u^ r
Qua v l - v o , »~ín-da qu« mor-reuj E aem-pre Savi A -m or t e - r e l .
Que v l - va p a-ra o o n -o o 4 a r . Ou - t rl-d o a s ml--nhas q u e i-x a s d a r.

Jn1
E en-quan-to v l —v a oan - t a —rei* "6 ta - d en -to r , Se-nhor o R e i• M
Tão gra - t o t o u - v i r f a - l a r i "Eu tal qua v l - vo mou Senhor. ”

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1
Qua v i - va pa - i •a ben—d l - sa r , io - gar i>or iBlm a Deus no oau.
Qua v l - v a ] 0 - 1 *a mo a-3 on ‘- ta r , ▲ mdhnhai ai>tsdsH Ia oos s o - g arj
Por fi —l a a v 1 -tí a ou d a - r a i , 1 mor —to ou oon-quls^ta* ■rai

r
Qua v l - v a , 0h | 1 OU —VOT 08 d al S som pi*0 0 5rl s—t o e - l o - g 4 - a i 1

. 0. .| 0. i. .
r- f - f f - , jSL''
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ê e íí
Qua Tl - va pa- r a am-pa-ro d ar, E m i-nha a l —a* a-os—len —t a r .
Mau tu r - vo oo ■ ra -p ã o o a l-m a r , .E rjl-o o s ba - n i - f f - o l o s dar.
Tou pra - p a -r a r o mau lu - gar | Com E - la i a pra v l - v a - r a i .
Tão gra - to t o u -v ir f a - la r i "lu sal.q u a v l - va aau Sa-uhor."

&
i '16: Ff f f f i f tT r t f m
139 VEM COMIGO HABITAR

M. Lowrie Hofford H. MiUard

• J' | J :
A som • bra ves • per - ti - na, a-lém, Compres - sa já tom-bou.
An * sei - *a por es • tar tam - bem Com E - le em co-mu*nhío.*
Se a luí nao en - con-trar tam - bem Que me con-du-zi • ra'

Jl l c : e ■ Jiij* J> J > JnJ. h-fí


^r « »1
5!

>al - va-dor,vam ao mau lar! Co - ■
ni - go vem mo • rar;
P i ■■r* r r r rg: ■ ■ _-g-rir* r r i* ig . i
p-f pV P
L. L L L Ir* B r ■ n 11 L L 1» Ih
8--- 1------k-L— -g p-P M —
4*-*4
VEM COMIGO HABITAR

140 MAIS PERTO, MEU DEUS


Sarah F. Adama Dr. Lowell Mason

i. ..1 i— h -i — rrd — 1— n
f o m— y j v a • ^

1. Mais per - to qi e-roes-tar, Meu Deus, de Ti! In - da que


2. An - dan - do tr s-te a-quí, Na so ■ li - dãó Paz e des-
3. Mi ■ nha al-ma ca n - ta-rd A Ti, Se-nhor, Chei - a de
1 “►_ _ _ _ _ _ _ _ a ,_ _ _ _ _ _ _ _ _ -— -_ _ _ _ _ _ _ J________
1 tle lu r * — Ot i t 1 r PV II r r 1 Pt> g i Ir ~ w
*— i— 3---- r■--D»
" 4a ii— — ■rw -----r—
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1 i i i * '

JL* . — tz c ;

se - ja a dor Que me u - na a Ti!


^ _} t g .

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*t r r1-
r 'J
■ -1

can-soam im O s Teusbra-jos dao. > Sem • pre Hei de su - pli-car;


gra - ti - dão Pe - Io Teu A - mor. /

íp p ís í Ff Q 11r f rtw
141 COM VALOR MARCHEMOS
S. Baring-Gould A. S. Sullivan

.............r i ÍE
Com va-lor mar-cha • mos hos*tesde Je-sús, E to-mai as ar • mas
Ao so-ar a car - ga, to * ge Sa - ta - naz; Fir-mes pois mar-che mos
Que pro-gri*da sem - pre o la-bor de Deus; Jun-tos pois mar-che mos
Va - mos, ca-ma-ra ■ das, va - mos sem te-mor, E can-te-mos jun tos

da di - vi • na luz; Nos-so Co-man-dan te o Se-nhor se * ra',


nao tar-de - mos mais; O in-ter-no tre me chei - o de pa - vor,
qual sol-da • dos seus, Jun-tos, sem-pre jue - tos, sem-pre em u * niao
chei-os de va-lor; Nos-so Pai e-te* to-dos hon - ra - rao.

j j j i f!r=i f J Ji
Seu pen - dao no al to $e des - fraí - da j^.
Ao Se - nhor can • te mos hi - nos de lou - vor.
E na es * pe - ran sa do fi - nal per - dao.
An • jos com os ho mens jun * tos can - ta - rao.

Càro
COM VALOR MARCHAMOS

ó DEUS QUE DESTE NO PASSADO


142

Isaac W atts William Croft


M a rc ia l • = 69

Éi * ■ V
no paa- aa — do
—•— •— •— .

1. Ohl Deue que d es - te sem—pre teu a - mor,


2. P# - ran - t e T i a s - sim que - re - mos sem-pre ha - b i - t a r ,
3. 6 Deus, Se-nhor o oéu o r i - o u , o s m on-tes e - r i - g u i,
.• í
m - • — -O

-4 ^

Í Que oon -ce - des - te pro - t e - çao e teu e - t e r - n o la r .


i
Su - f i - o i - en - t e e teu bra - 90

t r tor-m
p a - r a nos guar d ar.
Já a n - t e s tÔ - das e s - ta p o oi - sa s Ê - l e ex - i s « t i u .
I

1
143 NOITE FELIZ
Joseph Mohr Franz Gruber
Piano J = 80
«ip

tf h jt 3j j , i n j
1. H o i-te f e - l i z l
U ii.\J
H o i-te fe -li» ! 6
J j;i
S e-n h or,
i
Deus do a^norf
2. H o i-te f e - l i z ! H o i-te fe -liz ! ó J e-su s, Deus da lu z ,
3. N o i-te fe - lis ! H o i-te fe -liz ! E is no ar vem o a n -t a r

m p
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i * — i1—
Jf !r—■ —• J tr» r r i %
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a u — ■ » ■ ■ '! - a9 •.__ ■ J J • ■ J
UM) V 9 m • V 1__ 1 ___ i ___ * *__1 __1 __
c r *— *
Po —bre—z l —nho nas-oeu «tm B i —llm , E is na L a - p a , J e - s u s n o s-so
Quão a - f á - v e l Ó Teu c o -r i - ç ã o y P o is q u i-e e s - te nae-cer n o s-so
Aos p a s - t o - r e s os an —j os d o oóu, A nun-cian-do a v i n - d a de
-0~ - -0- 0- it __________ _____ -ÈL___ * ' +
f-V U U K ■ i~ - i= * • -
FA' W W W
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F F. W. W i-------1— I—
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__ ____ V__________ S--P____L_ « yxV .Ry y. ~r— 1. .
W 1/ V 1 i/ !/

bem. Dor - me em paz 6 Je - sue! Dor-me em paz 6 Je - sus!


im a o E nós t o - d o s s a l —var! E a nós t o - d o s s a l — var!
Deus, De J e - s u s S a l-v a —dor! De J e - su s S a l-v a - dor!

f r f -i t t. ^
144 PEQUENA VILA DE BELÉM

Phillips Brooks Lewis H. Redner

i rQ ,u nl — 11------- 1------- 1------- 1~ r - — |---------------; h d ------ i------ 1------- FT


” 1 .. I I ■ I I I '
in \P m ___ 3 ________ “ 1 ■ . J
i&\) 1 1 ___ T__ M ____3 __L_ ______ _____ _■___ ■___ 3 ____3 __
J * V ■* ' * V V w - ;? •
In - oom - pa - r i - v « l d l - v l - n »l Naa-oau o bom J« - ■usl
1 to - do» bo - J« pro - o l a - mal D* Daus o » S « h i o a —mor.
Tra - n n - do aoa ho*ana r a - d a n - ç ã o , A — mor • paz aam í ia!

ll-p- ■#- - A -P- „ a . ^


■PJi. W W w F r «F r r l l " • F . a 5 ■ II
—H
1
145 MUNDO FELIZ, NASCEU JESUS
Isaac Watt* Handel

— 1-------------------
"K JS j s Js
V » ? r ~ r t » L -» -l ' i i - i - i d—
Lou ve - mos ao Se - nhor, Lou ve - mos ao Se-
Can - te - mos Seu lou vor. Ca te - mos Seu lou-
Rc - gue - mos Seu per dao, Ro- gue-mos Seu per-
Ho sa * nas ao Se • nhor, Ho sa - nas ao Se-

---------------------Ü-------

fjj , i ........... — i*—J hj r1 * ~n t 1

p
n h o r, Lo u - ve- m o s, Lo u - ve • m os A o Sa i - va d o .
vo r, Can - te- m o s, Can * te - m os O Se u lo u vo
d ao . Ro - g u e- m o s, Ro • gue - m os A Sa l - va Çac .
n h o r. Hn . 5 a - n a s, H o • sa - n as A o Re - d en lor
_______ _________N r i___ _____________ . , ____ j l
l, 1 1
b_______
i V J J
146 O MEU BOM PAPAI NOEL

f ti i fcj* J1 J 1 1 j
1. O meu bom Sao Ni ■ co • lau, Vem - me es • cu - tar,
2. Sem-pre so • nho re - ce - ber Coi ■sas sem i - gual,
3. Chi • co pe • de - te pa • tins, Joio quer um tam - bor,

S É wmm

J?J1i 1$
Nao re - ve- les a nin - guém o que vou fa • lar
Nes • sa noi- te tao fe • liz, noi - te de Na • tal
Bo - ne - qui• nha quer Ges - sy, E um trem, Nes * tor

p p p -t

y j J 1 J j> 1 t m -t j j j
Bre * ve o Na - tal vi • rá, Bem has de sa - ber
Mi - nhas mei • as pen - du - rei, Lo - go as ve - ras
So eu na - da quis pe - dir, Pois me ■Ihor pen - sei

Dize - me lo • go, a - mi - go bom, que me vais tra - zer7


Na ja - ne - Ia do quin - tal as en - con - tra * ras.
O que quei - ras me dei - xar, bem a * cei - ta - rei.
147 JESUS NUM PRESEPE NASCEU
Martin Ltl Inl. Chas. H. Gabriel

1. Je • sús num pre - se - pe sem ber - ço nas - ceu,Nâo ti - nha a-ga*


2. Mu - gi * ram oj bois e Je - sús des-per - touMas e * ra bon-
3. O lin - d o me - ni - no, ri - so-nno Je - sús, Que dor * mes na

4 f pIj M IJ X L j J Ê i W i
Rit. A tempo

rp £ E -+ J^ - i U
sa - Iho o cor pi - nho Seu.
W T 3 i~ 7
Es - trl - lar, bri - lhan - do, ba-
zi - nho e nun ca cho - rou. Tu d i, Ó Je - sús, meu Se-
pa - lha ba - nha do da luz, Qui - se - ra fa - zer - Te de

PP'lJ Pf U Tf
nha-vam de luz O lin - do, ri • so - nho me - ni - no
r
Je - sús.
nhor e meu Rei, E nun • ca, ja - mais, eu Te o - fen de - rei.
meu co-ra - çío A Tu - a mo • ra - da, A Tu ■ a man-são.
#—| ■
Vr.lsi [
L-ai——i—
. .j

Dor-mir, Dor-mir, Dot-mir, O prín • ci - pe de luz.


Dor-mir, Dor-mir,
& JL

i - rr f - r
Dor-mir, Dor-mir, Dormir,
r=rr
Se-nhor Je *sus
Dor-mir, Dor-mir, Je - sús.
148 O PRIMEIRO NATAL

Com. J ú b ilo W«84

1« E i» um &n — Jo pro-ol^cicni o ro H» - i* i 1
2. E d» «d - b i- to n o o<u llin i» i K r H » ma~ giu

m m5 ? mm
f t r J Ji ■* ròmpü
po - braa paa - to - r e s ao pA d# Ba I4m9 LA noa
r ia n -te b r i - lhou ooo aa tra -n h o fu i gor £ a

y i Q m £ U * e

f\fZf f~ :fl£ -jr-4


oan - poa a guar—daz} oa r e -^ a —nhoe do m al, Hu — ma n o l —t o tao
te r - r a r e- o e - b eu.ee- aa lu cq u a oal - u 9 k u i - ta a n o l - t a a a-

m f f \f t H f r t i f T F É

r f V ^ U I J i l p ^ g
f r i — a a ea - o u — r a ta a - bAn. Ho — a l9 Ho
I n - da « d • - x f - r i o a a -p la n -d o r. Ho - e l, Ho
149 GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
J. M arfarlan e

1. Quan-do nas-ceu em Be-I^m meu Je-sJs Os pas - tor-ri * nhos se-


2. Can - tam os an - jos no ceu, com a*mor. Do - ce men-sa • gem de
3. Tem - po vi - ra que em to - do lu-gar. Ho*n»ens vi-rao re * u-

r rT T 'r

gui - ram a luz:


paz e lou - vor: Glo’ • ria a Deus, Glo ■ ria a Deus!
ni - dos can - tar; Glo • ria a Deus nas al-

Gld • ria a Deus nas al - tu


150 ANJOS CANTEM JUBILEU
Old Freneh Melody

e na t e r - r a re - p li - c a i , - co - an do o g r a n - d e som.
po r - que ê s - te no — vo som, <*ue i n - s p i ra co - r» ^Õ es?
C r is - to nos - so i>al - va - d o r, A - d o -ra i etn o — r a —çao .

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_ - ri - a ao e i — c l - s o
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151 EIS OS ANJOS CANTAM
Chas. Wesley Felix Mendelssohn

1. 'Eis dos an - ios a har-mo * ni - a, Can-fam glo - na ao no - vo Rei,


2. Can-te o po - vo res • ga - ta • do, Glo-ria ao Prín-ci - pe da paz,
x l -m.

Ü Ü

f í n j ii * t'
Paz aos ho*mens e a - le - gri • a, Paz com Deus ea San - ta Lei.
Deus, em Cris - to re - ve - Ia - do, Vi - da e luz ao mun - do traz,

b r f i-M f±c Ç H r * á-
^V -
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= \ t= M

t
W— W ~9 ----W—
AA-j r j
Ou- çam , p o • vo s e - x ul • tan - tes, Er - gam sal- m os tri - un • fan - tes,
Nas ce pra que re - nas - ça - m os; Vi - ve pa • ra que vi * va • mos.

É Ü É àU è é é
EIS OS ANJOS CANTAM

C«ro

152 CANTO DE NATAL


(No Dia de Natal)

\J - 'J
1. No Di - a de Na tal sur - giu no ceu gen-til es - trê - Ia;
2. A luz gui - ou os ma-gos reis em bus - ca do pre - se - pe;
3. Tam-bem a • go - ra, co*mo en-tão, se ou • ve a his - tó • ria
4. O as-tro ce - les fiai da-ra a to - dos o seu bri - Iho,

Ou - vi - ram os pas - to •res, an • jos que can - ta - vam as - sim:


E Ia dor-mi-a a sor-rir O Cris-to pe - que - ni no.
Do pe-que-ni-no a sor*rir Na po-bre man- je - dou • ra.
En-quan-to riao rei-nar a paz, I • re-mos nós can - tan • do:
153 NA BELA NOITE SE OUVIU

Edwin H. Sears Kichard S. Willis


l l r i f í i a h t r J ' = 132

j Pm i j
1. Ha be - la noi —te se o u - v i i . , A -q u é - l e d o - c e som
2. g ld -r ia v e - mos a d e s - o e r Os an - jo s do S e-n h or,
3. 0 tem —po já pre - di - to f o i Por ser - vos do Se—nhor,

m íU ; if

De an - jo s e x - o l a - m an-do t6 * das no — vas em u —n ia o ,


Ho t r i s —t e m un-do se ou - v iu tão so — no—ro — sa vozj
Que n ís - te mun - do r e i - na - rá a paz e o a - mor t

i li [ií íiftn
£
m
f íij
A paz na tew ra e bo - as no •v a s do r e i c e -le s -4 ;i-a l,
E nas p i a - n í - c i e s de Be-lám se ou - v iu t a l oan—çao,
A í, e n - t a o , o Se-nhor s e - r á prín - c i - p e da paz,

P - f-
n r ii" i ip[ r r ^ [ m

0 m un-do emquieHu—de o u - v i u , 0 som a n -g e - l i - c a l.


Di - zen - do que de D eu sb a i-x o u , Ao mun —do re —d en -ç ã o .
E oan - t a - r e - mos ou —tra vez 0 c&n — to de s o —la z .

m
w iiM i ( H u m
154 ERGUEI-VOS CANTANDO

Oakeley J. Reading
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1 1l- - - - - - - - - - I—
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BHI ~ - l ___ i __ m 1 °1________L __3 ___

r * r
1. Er g u ei - vo s, can - t an - do :h ei - o s d e tri - un - fo, E vin - c e, oh,
2. Clan- tai - Lhe lou - vo - r es em ce - les- tes co • ros, Res- sS 5 o
3. Se- n i o r , ju - bi Io • sos, Teu N a - tal can • ta - m os, O Cris - t<>, a
... ú- ... 1 r i £ _________ ___________f í J < J a
• f i g i l f 4 ___1 _____ E ___
S a M______LJ_____ M __ ___L J______ I ________ ____L - . L l _____1 1 1 1 I - - - C— 1
' • T*. ..

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an los,
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ter >Oh, vin - de a - do - re - mos, Oh, vin - de a - do-

Jrgi do.
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155 HINO À BANDEIRA NACIONAL

Sal- ve, Ha • do pen-diodaaape • ra a -ç a ! 8aJ - ve, tym - bo-lo aogTM - to da


Em t«n sei • o for-m o • ao re * tra * tas Es • ta céu da po • ria • si-mo a*
^Contem plan-do ta a v u l- to sa - r r a - do, Comprehanòa-mos o d o s - ao da*
Sobreaim m ensa oa-ç&o bra-si - lei • ra, Noa mo-mao- tos da fes-ta oa da

É =
£etrzn
1. p ail T n - a n o -brepre-eençaálem brança A g ra n d e -* a da P a -tria n o s tra».
2. sul, A ver-du - ra sem par dea-taa m attas.E nesplendcr do Cro-zei - ro do SoC
3. ver. Eo Bra-sil, por seus fi-Ihos a -m a -d o , P o -d e -ro -e o a fe -li» ha de ser.
4. dor. Pai-ra sempre, sa -g ra-d a ban-dei-ra, Pa-vi-lhào da J u a -tí- çaed o a • taorl
HINO À BANDEIRA NACIONAL

iHHwn»
156 HINO NACIONAL BRASILEIRO
Lmw. O. O. 8 « m4m f H a

1. Ou- * - v\ • ram do Y* pl • ran»ga as marpen®


a Dei - - - ta • do •- ter • na» mente em berço e»-

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HINO NACIONAL BRASILEIRO

1. soí da f? - Oerdade,em ral-os fui * - • gí •doa, Brl - - ttioo no céu da Patrla nessa tn*
2. gu- ra i, 6 B r a s i l flor ao da /imm • • - rl - ca, 11- • • -lu - mi- nado ao sol do No - vo

hh ---------------------------------

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1 r 1 c »• "i n
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l. m a n t a . S e o p e -n h o r dessa eguald ad e C onseguim os conq uistar com braço for . te.


2 Mun d o ’ Do que a ter ra m ais tó r r id a T eus risonhos, lindos cam pos têm mais flo-res:

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& J |3 i U 1 II Py
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M i W 1H I [ f
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1. Em teu sc • • o, ô li-O er-da-de, Dc-s-a - fia o nosso peito a p ro p ria m ori eU) P átria »•
2. têm m ais vi-da, Nossa vi-da»,no teu seio ,• mais a m o rt L» Ó
• ques boi
* Nossos P4UU ftr

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L J i-f■ r r r r T 1 r — r— r— r— rrr
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HINO NACIONAL BRASILEIRO

1, m i ^ i N o . l i t r i da. S a l v a i Sal * tfl Br» •afl, um aonho intento,ü ® ra» * i


1. ma-da. l*do • la • ira d*. Sal vel Sai • • • «•! Bra • ail da a-mor « ter • no aa •

&
t. vl do De • • mor e de espe- rança & ter-ra daa * * ca, Sa cm
t . i y o • . bo lo 0 Ia* ba • roqueoaten aaea-trel • la • • do, B

^ L* L* £ r L* L* E rfc* t l * 1tá* Cj * íi* c P


HINO NACIONAL KRASILEIRO

& J - * • f> -fe f = k - P -M J u'F J -f» J ^ - a


«J ;
t* *t>«Mo, éa forte,Impa* ví* do c o •Jo*- a E© teu fu -tu-ro espelha essa g ra n »
Lráa que um fi- Iho le-o nào fo* ge 4 Io • - *- A Nerr te*me.quem te a d o r a , a própria
•* jl j Jt- A.

\ — + X - .... — |— w J— A t- tJ —

L roor tcl ! Terra ado - r» ■ - da, Entre ontrae mil. £* va* Bra- a l 0 P atrla*

j — J -jJ - j

Qiá • - <U) Dos tl- lhoa d e ste *Alo d$ m ãe gen • ci l Pa • v i a am a da. Br *


157 EM M E M Ó R IA DO C A L V A R IO
(CÔRO) «r c .„ u
E van S tep h en * E va n S te p h en *
I f rn rt utr J = 46

j j ^ í ] f j

■a w -r ^ -r r 1 + + r +
1. Em m© —»6 —r ia do Cal- v A - r i o Ho —3© v í - ® o b , 6 S e - nhor,
2. pu - r i - f i - oa n o a -s a s a l - maa, Lim-pa - nos d© to - do mal,
3. Quan - do v i© -r© s, to - da g l ô - r i a , Co-mo Rei d© Teu© f i -- <Í8,

- - . L Ê L j f t y i » . ___ - --------------
K u O * ? w 1 •W" w p r r i ♦ i ■—-f — - ■ h ■ ■— — -
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R© - c©-ber oa Teus Em- dl© — mas, 0 pe-zíhor de Teu À —mor.
Faz© coa que fi-q u © -m oe d ig - noa De Teu Doa c a p i'- rj - t u a l .
C© - 1®■brar a aan - ta oei - a Com oa ju s - to s ou - t r a vez.

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p © r -d o -e i aos d©—v©-do - ree 5®ua p© - ca - doa c o n - t r a mim}
3uan —do ten - t a - ç o e a nos vi© - ram, DA-noa Tu o Teu p o -d e r ,
R© -co r-d a n - do no - v a men - t© T©u a -m o r ao pe - c a -d o r ,

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t> * ----------------------- -- ------------------- — ------------------ ------- E t . -----------
1 — - 7 - 1 ■
158 ÊLE VIRÁ NOS DIZER

M. N. rornelius, D.D. (CÔRO) Ja m es JVIrGranahan

Et —JU

1. A * go - ra não, mas lo-go mais, Tal vez na ter-ra do a - mor


2. O fi - o ro • to que par-tiu Se rá u * ni-do ou-tra vez,
3. Se nu • vens, em iu-gar do sol, Som brei-am nos-so co-ra-çao,
4. Je - sus que sa-be o por-quê, Com Su - a Mao nos gui-a - ra

v l é :tH Íte= B
rfrrU .
B t# V i i m • a - n :--- \ i m i--------« •. ■ ■ -j'
---------- -- ~ m m m ■£

Je -.sus vi - ra' nos en - si *nar, E ríos ex-pli-ca-ra' me I h o r


Do ceu ex-pli-ca-çào vi • rá, En - tào to-dos com-preen -de-reis
Se dú - vi-da nos faz so-frer, En . ao ve - re- mos a ra -zao
Se es - cu-fa-mos Su • a Voz, Mais tar - de t - le nos di *ra.

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159 VÊ DO CÉU POTENTE ANJO

Kobert B. Thompson ' Evan Slephen*


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1 . vé do oéu po - ten - t«» an - jo Pa - ra a
2 Vem ou - v f - 1o que pr o - o la - mas "Da v a i-
3 . Quan - do noa - so Pai C(» - l e s - te , Ao seu

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moe - trai.
go - zar.

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noeree - tau - r a r .
Voa - sa fé, Vos - aa fé em Deus moe - t r a i" .
Do - oe paz, Do - oe paz 1 - ráe go - zar.

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160 VEM, ó DIA PROMETIDO

Alex Neibaur (CÔRO) A. C. Smyth


<'om Energia —63

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0 9 i r * 1 ii
T-tJ EJ P*.__1_L___ .9 .
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Com ho - sa - n as, Ao Ss — nhor 9 - xal - ta - rá.
Com pun - g l - do Tu - a gra - ç a ho - je dá,
0 líss - s i - a s. Prln - o i - ps c• Ia - ra - a l,

-O . _____ h - J ^ _____________
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DEUS RESPONDEU A ORAÇÃO SINCERA?
(CORO)
161 Ophelia G. Adam Charles D. Tillman
Suave W” 50

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1. Deus ree - pon - deu? A o - ra —çao sin - ce - ra que ao Se—
2. Deus res - pon - deu? Qu&n-do por vez p ri - mel - ra se e - l e -
3. Deus res - pon -d eu ? P oie n u n -ca f o i ne - ga - do e ao cum-
4. Deus res - pon -d eu ? A fé já mais va - c i - la , p o is n e e -ta

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n b o r pe - d i s - t e ao so - fre r P e r - de s - t e tu -a fé ou t e s - t e -
vou a s - s im s u a p e - t i - ção, F o i ga*an-de a an—s i e - da - de e t u - a
p r i r oom t e u d e -re r f a l - to u ? A o - b ra co-nk» - çou oom te u p e -
r o - oha s e u s u s - te n —to tem? Ekn 1 6 - da tem^>es — t a — de que a

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mu - nho? As e s —pe - ?an - ç a s d e - v e s r e - v i — ve r . Du - v i - da-
f6a' - ça? Ao d e r —r a —ioar a s - s i m te u c o - r a - çã o , Eàn-bo—r a os
di - do, Deus d a r - t e - á o que j á p ro —me - t e u , Mas se tu a
meti - ça, A o - r a - ;ão de f é nos s a l —va - n , Sua fé j á -

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ré s de De us e seu po - d ir? P o is p o - de seu de - s a - jo
a nos j i pa s —sa —do a ío , Teu ch 6 - r o o Se - nh >r con-
íi i em De us pu - d er guax - d l t , Tu p o - de - r á s a gl 6 - ria
ma s a f í r - ça , per - de - r á , E te us de - se - jo s Deiis con-

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DEUS RESPONDEU A ORAÇÀO SINCERA?

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fo r - ta - r á , Teu c h í - r o 0 Se - nnor oon fo r - ta - rá .


al - oan- ç a r , Tu po - de - ráe a g lô - r ia a l - oan - ça r .
ce — de - rá, S teu e de - s e - j o s Deus oon -o© - de - r í.

m 1. ■ J ■i l . t h i »

162 ALEGRE DIA Ebenezer BtesJcy


Phllo Dibble
(CôRO)
B r ilh a n te J = 69

X.A - l e - gre di - a ohe - ga j á , Fun - da - do


2. 0 e - v a n -g e - lho se mos - trou E a v er-
3. E A — bra - ao pro - f e — ti - zoi^ Sim, d£s - te
4 . Oe San - to s já lo u - y o - res dão, A vo* de
J r

P É

a
tf * u
yer - da - de
n \è * m i
ee - t á , E an - jo s vem do
da - de re - v e l - lo u j A ter - rá que es-
dl - a que pre - v eu , E san - to s an - o i-
C rls — to ou - v i - r ío | Dos céus os an - jo s

J21
$ r >r r r r
Ê z

4 ri l í\u 'í
Hei Je - su s , E mos tram já di - v i - na lu z .
ou - ra fo i, Sua g lo ri - o sa lu z h r i - lhou.
o - so s há, 3ue Deus sua o bra fa - ça ^á ,
ohe - ~
ga - rao E com ho — mene fa - la - r a o .

- * ■ -y

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163 O QUE VIRAM NOS CÉUS?
( Có RO )

John S. Davis Evan Stcphens


Çow Alerjnu J ' = 72
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3 i i ^ i i i------- -
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l i n . __________ C- I •__S_j __* * 2 __ P 1 1 •
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1. 0 que v i - r a m lá nos o Sus? Fo i ura a n -jo que v 6 - o u .
2. 0 e -v a n -g e - lh o nao t H « aos? 0 dos ho—menBy o u H ro nao.
3. A v e ia d a —de on—de eaHia-4ra ? Ne s - t a te r-ra e -la fi-c o u ?

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Ê - l e tro u -x e u-<namen-sa - gem? 33.n1, 0 E - v a n - g e - lh o deu,
E n ^ a o que 6 Ss - t e no — vo? E 0 p ri- -m e i-ro que v o l- to u .
Nao,ao cáu f o i e - le - v a - do, E d e - p o is Deus r e s - ta u —ro u .

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Em po - de r a s e r p re -g a - do, N e e - t e n un - do t e r - re - a l .
F oi p re -g a -d o po r Sao P a u - l o , P e -d ro e J e - s us 0 R e i,
E que fim t e - r io os m o r - to s , Se 0 j la - no nj10 se deu?

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H — ^

J2 aos ho - mens n es—ta v i — da paz e a —mcr en —con —t r a —rã o ,


Es - t e e s - t a - oos en - s i - ra n - do e se-guin —do su - a l e i ,
P re - g a - r á J e - sua no mun - do dos e s - p í - r i - to s tam-bem.
164 NO C A LV ÁR I O FOI

M n. c. F. A lrxander fCÔRO) Eduardo Balrieras

j j j Ij J ljn l j l ^ J - j 1J
1* S6-bro o C a l - v á - r i o , o Se-nhor E re - d en -tor mor-reu,
2 . Hão f o i poa - s l - v e l «n - oon-trar 0 fo r - ta su - p o -r io r ,

t f a if fif n

Q. L t -------- J , J v i J j J - , H ----------- 1 t -* r-i= i

^ ^ ^ r- r
m ais po - do - mos com - p r e e n d e r ae pe - nas que so- f r e u ,
g ra n d e a - mor d e - v e - mos nds sader o o r-re e - pon--d er $

___ - . - - U - . «• J ♦ J_____ s.
r p f t S T i F ^ i ii m
165 DIANTE DE TI SENHOR

Jos*ph H. Dean Joacph


('o m S e n tim e n to • = 72

a e n -te fe - lit oom teu ea - jgl ri • to de lu z .


em seu pe - zar pe - de per - dao Ti S e-n h o r.
sen —das do mal. re - ce - be já teu S e-n h or.

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—#---• - A. A—

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Do — ce tua voz 6 Re - der. - t o r , s$ tu meu


En — ohe ml - nha. a l - ma com a lu z , que eu a
▲o r e — nae - oer pe —lo me —lb o r , ao pe - le
DIANTE DE TI SENHOR

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p o s-sa eu s e r - v i r , £ em tua le i p<>s - sa v i - vei
ga - nhar teu dom £ me - re » cer » - za . - t a - çãc>,
dá - me Se-nhor, Cc n - c e - de -• me t 3u gra j>-de a - r ao 2
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166 QUÃO GLORIOSAS COISAS FALAM!


John Newton (c ô iíO i J. S. Hanecy
Hrilhante * - 84

1. C o i-sa s g lo —r i - o - sas f a - lam, De S i-a o , de n o s-so Deus,


2. Sô-bre a ro-ch a bem fun-da - da, Que t e po - de s a - c u - d ir ,
3. S o -b r e t ô - d a oa - sa ve - mos G ran-des nu - v en s, b e - la s saio,
4. Já do mun-do des - v a - n e - ce, Com sua pom - pa e c ia - m o r ,

K M U - L .IL f C ? lf

Do que sem —pre á e —t e r — no, A mo —ra —da tu se —r á s .


De te u s mu - r o s tã o f a -m o - s o s , Po-des s o r - r ir c o n -tr a o m a l.
Que oomgl6 - r i a nos de-mons-tram A p r e -e e n -ç a do Se—nhor.

*^
Uas os san - to s com te sou —r o s , Eta S i —ao da — rao lo u -v o r .

£ T U . i??r i
16 7 UM ANJO DO ALTO

(CÔRO)
1’arley I’. 1'ratt John Tullidgc
C a lm o S ' = 92

fcfe

Be8—cen - do vem do a-lám , A d mun - do re — v e —l a r ;


A e s • pe - ra r de D eus, A 5 po - vo v i r fa -la r ;
Nos mos * t r a on - de fo i , V e r - da — de e lu z nos dá;
— # — # --

W=104

^ n r n r ii 11 m f
Que em C u - m o - r a , J a - z e o r e i g i a - t r o san-to e fi-e l,
t
0 E - v a n - g e - l h o v i r a l u z , A - n u n -o i - a n -d o o R ei J e-eu s.
0 E - v a n - g e - l h o nos m oa-trou, Em p l e - n i - tu -d e r e - v e -lo u ,

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S i - ão i - I á se le-*v a n - OTf E com (Li - v i-n . & uz t: r i - l h a r .
0 E -v an—£r6 - ] Lho <rir a Luz, A - nun —c 1 — an—d o o B e i Je —su s .
0 E--V an-g re -] ho nos mos-t rou , Jb p le - r i — tu —d e re - ve - lo u .
*■ ip- *10- 1p- 1p-
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168 TU, JESUS, ÉS MEU AMOR
Charles Wesley (CôfiO) Joseph P. Holbrook
(J = 50 )
169 ó MONTANHAS EXALTAI
CÔRO
Eduardo (ialdrras Evan Strphrns
Ó MONTANHAS EXALTAI
o mo n t a n h a s ex a l t a i
O MONTANHAS EXALTAI

0 De —ser - to já f i o —r e s — c e , co — mo be — la

T enor

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O MONTANHAS EXALTAI
O MONTANHAS EXALTAI
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Ohl m on-tan-haa e x - a l - t a i ao Se—nbor J e -- bsue


u s oan — t a i !

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Etffflr D- 5 .0

f —_ r-i d s.

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170 LAMENTO DE ISRAEL


Isaac Watts (CÓRO) Geoiftc Careles»
Iti rf rrnft' - “ «6

j i j - j [ j j l ^ ^ i j j \
1. Mor - reu o Re d e n - to r mor - reu , E Is ra-
2. 6 v in - de san to e e mos - tra i A - mor por
3. Um' g ran - de sa c ri-fl - c io fo i, Ag l í - ria
4. Je — sue o tá mu —lo dei — xou , Ita vão o

e£ê m
e l por fim cho ro u ; o mun - do 86 ob—
6 1* g ra çae d a i, 0 san - gue C rie - to
le s - t i a l d e i • xou j Lou —vo - ree ao S e-
tú - • mu - lo lu to u , Um c$ - ro oe - le s -

i .
j~ \r
ÜÉÉ

sou —
W JiJlW
re - ceu , A te r - ra nes -
jip
rt a fdor r tr er^ n e u .
der - ra - mou, P re- c io - eae gá - t a s de V a -lo r.
nhor da - rã o , P o le v i - ve, p o le r e e - eu - o i- to u .
ti-a l bai - xou Em a l - to o seu rei - l e —vou .

m -= £
_ sL _ i £i,
17] ó M EU PAI
R. Snow ( Co RO ,1
Ll i / .a James MeCranahan
0. c 50 Arr. by Evan Stephcns
Sot O ni f

0 meu Pai , Tu que ha - b i — ta s Ha re-


Tu ao mun - do me man — das - te Por Teu
P e -lo Ee - p£ - ri to Ce - l e s - te Chamar-te
4. Quando d ei - xar a hu «na - na vi - da Ee - te

"U u1. 0 meu P a i, Tu


l If t l:
que ha - b i
j:
- tae
2. Tu ao mun - do me man ~ dae — te
3. P elo Es - pl - r i - to Ce - l e e - te
4. Quando dei-etar a hu - ma - na vi - da

I al
Cio -
oe -
ri -
m
lesH e man—sao,
o - e o p o -d e r ,
Çuan—io ve - r e i
E ss*que- c i
m
Tu - a
as lem-
me
P a i, eu a - p ren -d i, E a io -o e lu s do E —van -
fr á - g il cor-po m o in a i, Pai e Mãe ve r e i oon-

Ha re —a l oe—le r 4 e man—eao,
Por teu g l o - r i - o - s o p o -d e r ,
Quan - do ve - r e i a 1 w
E e s —que —o i - me as lem—
C£a —mar Te P a i,e u a^pren-di, Ea do - ce lu s do e-van—
Es - te f r á - g i l cor-po m o r-ta l, Pai e Mae ve - r e i con-

m T O - - iJ i i í j J

P fí - j: fh H ' í'fj !j j: j j

j r - r H
Ô MEU PAI

tfV j- j-
fa - oe
ffi fl *
T u-a San ta H a -b i-ta -ç a o ? f u - a Mo-
b ran - çaa De meu preHé r i - to v i-v e r. Àa v ê-zea
ge “ lho Me en -ai-n o u v i - v e r em T i . Há aò—
te n - te , Na man-eao ce - l e s - t i - a l . E te r -m i—

V— W i' t L p k m p
Em tu a S a n -tata Ha-bi - t a - çao? T
T uu --aa Mo—
Mo—
fa - ce
b ran —çae De meu p r e - t e - r i - t o v i-v e r. Àa ve-zes
ge - lbo Me e n - a i - n o u vw er em T i. Há aô-
te n - te , Na m&n-aão ce - le e - t i - a l. E ter-m i-

j‘ j ' r ^ -ÍÍ |f I " i M


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O MEU PAI

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a -le -g r e
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no, Da
a Teu
ouHra
Mae." £ s - s a ver - da — de tao au - b l l - me Nós re-ce-
ta r, Dal - ma s&n - t o ae sen - t l - men - to Pa - ra oori-

lar?
JT J
E na m lnn' a - l e - g r e i n - f£ n « o ia
* 0
Foi a Teu
q u i. "Bem a a i que aou um pe - r e - g r i • no, De ou - tr a
Mae." Es - fia v e r - d a - d e ta o su - b l l me Nós re —oe—
ta r, D al — me a a n - t o a s sen — t l - m e n to Paca oon—

m
f f f - f t - f t -f r & M
P a -fntj. i i V ij j ; / n i
y * J ~ J J if r f f ir i rrri
í M :

la
s
do meu
m a l - tar?
eé—fe •- ra , ea que v i - v í .
be - mos do a — lóm.
vos - oo sem - pre e s-ta r .

■s U ■ | ^ -------

la -
do meu al - tar? meu al - tar?
e s -fe -
ra, em que vi - v í. em que vi - v£.
be - mos do a - lém. do a - lóm.
vos — co sem-pre es - ta r. sem- pre es — ta r.

m m
fcfc
^= p^pppi

w r r ir m
172 POR TEUS DONS CANTAMOS

Altered hy Edward L. Sloan Eviin Stephcns

Vigorosam
enteJ
tuui utH im vm r m 88 i , , . . k

i h ' i' ^ w - i n n r i ,i « 4

1. Por t e —u b dons lo u -v o r oan - ta-m os 6 Deus e—te r - n o P a i ;


2. P e - l a s mãos s u - j a s dos i - ní-quos so - fre-m os m ui-ta d o r,
3. Con—c e - d e s —t e em n o s - s a s mãos t e u , f a - r o l, 6 D eusSe-nhorj
4. P or g o - z a r t u - a in - t lu - í n - c i a , te u dom e s - p l - r i - t u a l .

4
m hkfiut r m i m

f a
Aos t e u s f i - l h o s f 6 r - ç a d es - t e , A - n l - m a s —t e o o m t u av o z j
Mas n os d e s - t e r e - s i s - t í n - c i a , E en - o h ee- t e de v a - l o r ;
An - t e t eu a l - t a r r e n - d e - mo^ Re- ver - e n - o i a e a- m o r .
Pe —l o s m a- n an - o i ais d as á - g u as E be - l e - z a ter- re- al .

BE “
& M f P r m r r . m
fa t iQ
E t e u s ser m o s t en s g u i ad o â
-mi t~ftôm
l i - b er- d a- d e e faz ,
En - t r e m u i- t os i - n± - mi - g os can - s a - mos de an - d a r ;
Nos—aa t e r - r a es - o o - ih l - d a , a he - r a n —ç a 6 deDeu a
Pe - l o s a - n l - m a i s e p e i - x e s e p âs- sa- ro ve - l o z .


m
*3T R— r - - - k - - - 1- - - u . m r - wr
t r ^ — ri 1- - - - - - n - - - - - 1 H
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<7h r — — 3 1- - - m- - - 1— - * * 1 ^ ....
V ___1 í __- u
• m r. j _k i . iV M
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por t a- ub dons l o ivMror c ai H a - i n0 S| 6 Deus, e - t e r - no Pa i ,

p* p- i p- a t ^ _ .
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173 OUVE MINHA ORAÇÃO
(CôRO)
lu x Watts Joseph J. Daynes
lii rí n ti t f é ' - 6 4

fa l t f .\fL t í t
1. 3e - nhor
iC-JH ! C ^-< lif í U
ou - ve a
a
o
des
-
-
r a - çao ,
can - s a r ,
„ue
De
2. À noi te vou
3. Te ren do bo me — na - gem Oh! òe-
4. As - sim com ae gu —ran - . ça ta l, I-

^ f if y if f

é f-ctrgi/^F
ni nba al ma f a z ,
J c J ^ütigM do pe
16 da a f l i -ç a o Em mi nha
nhor e ao m or- r e r Pe ran te
rei d o r- m ir em p a z ; Em sen ias

r r ir r f t r f
174 ROMPE A ALVA
(CóROl
Parley P. Pratt Ceoige Careless
Mfijrxtoxinucnfi W= 92
/

1. A a lv a rom - pe oota v e r - d a - d e , £ em Si - ao se
2. Di - an - te da dl - vi - na lu z Fo - ge o á r — ro
3. A p l e - n i - tu - de dos Gen-4ios, Che - ga e Is - ra -
4. G enH ios, co — me — cem a v i —v e r , E e s - cu - ta i a
5. Há an - jo a pro - c la - m a n - do j á , üue a ver - da - ^de

£
m i j f t it P ir1

n oi - te há de v i r , Ben - d l - to di - a a re -n a s-
g lá -ria de Je - su s, Já r e s - p la n - d e s - ce comf u l - g o r.
l l m - pa - do seu v i l Sn Ca - na - an b$n - çaos t e - rá .
f o r - te E -le vi - rá, E s a l - v a - ra o o po - vo seu.
le s -te já se v á , A q u al os ju a - to s gui - a - rá .

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m f ir1c\f
42. M.

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175 CEIA DO SENHOR
(CôROi

Nos a - cha - mos in *flu - í • dos


i Miiji: jlj
Per Seu Di - vi - no A mor.
De Je - sus o a-mor pro - fun - do Nos li - vrou da es-cra - vi dâo
Pa - ra nós sò - men •te e - xis - fe GS-zo em Deus, que du - ra rá.

o e - ter - no bem,
- fe de Je - sus
gem ao Se nhor,

* *
Co - mo * vi * dos, com-preen-de-mos Nos*sa cul - pa ser fam-bém.
Nos • sas pre - ten - soes dei-xa-mos Er ■cra - va - das só - breacruz.
Pe - los Seus Re - ais Fa-vo-res, Pe - Io Seu Ar-den - te Amor.
1 7 6 NO N O M E DO S E N H O R
(CÓRO)
John Nlcholson S. McBumey
I t r r n - e n te 66

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B h “a J 4 i l u l a — ■- iè - — ■ -ufrt
jy ^ » » g tei j L« — f - '“ r * r —

1 . Ho no-me de Je - sus Se - nbor, Ê s -te s en - b le—mas pax - t i - lh a i


2. C r is -to aeu san-gue d e r - ra - mou E p e -lo s f i-J hos seus san—grou
3. A l e i que>^>ra-da r e s -ta u - rou, Je—sus mor - reu e do - mi - nou,

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‘f = 3

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De — ve-^nos sem—pre noa guar—dar, Co - ra -çõ es pu-ros p o is t o - m a i .
E o pe —c a - d o a - nu - lou Hu - ma - n i • d a-d e poia s a l - vou.
Fola pe - l o ho-mexn, Ê - l e o - b r o u , A e-eim do ttS-mulo nos l i - v r o u .

wr f - r r

177 BRILHA A AURORA


(CòFtcn
John Jiques George Careless
BRILHA A AURORA

178 QUAL ORVALHO QUE DESTILA


Parley P. Pratt Joseph J. Dayncs
J-6 9

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[■,1— Ik IHWi EA1 J1 1 1 J * ^J ■h r~r*
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k r- r —r» iw
__i f J m■ “ 1 ^ J . * • L— f 1 1r “— Ju f Jl d ui r \
t €a J 1WJ V m *uM I > :
- r
1 . Qual or — va —lh o que d e s —t l —l a Nas er — v l —nhas do ver - g e l ,
2 . Dei - xa Pai 0 - n i — po —ten - t e ,T e u s en - s i —nos d e s - t i - l a r ,
3 . Ve — l a . Pai por Teus F l — l i - n h o s , E que pos-eam a nos de o-oer ,
4 . Nos - sa o —ra —çao e s — ou —t a , E der - r a —ma com ar - dor

■ rMF 14 f-L
________o. _____________________ n ^ ____ m__ a ____* ___ ^ JQ .
ii/i-i i r 5 ------c ----- 1 — '-----

E a s r e - v i - ve ao cum -prir se Seu p r o - p ó - s i - to re - a l .


A - b S n - ç o a - d o s pa - ra dai^nos 0 e - te r - no bem e s - t a r .
De Teu Tro - n o, mui - ta s bên-çãos, Qual or - va - lh o a oa - i r .
Teu E s - p í - r i - t o S u - b l i - m e , P r o -v a de Teu Gran-de Amor.

-* 9 — 9■ m M l
179 EMBORA CHEIOS DE PESAR
(C&RO)
Eliza K. snow Vjeorge Careless
Ch ih J iib ih i W --

j J=JU:.J
m f

^-J J -5 —
15?*
1. Em — bo - ra chei - oa de pe - I - de os san - to s
2. lin - bo - ra a-q u i o mal pro — v e is Teu eo - f r i - men - to
3. Er - guei oa v o b - b o s co - r a - çoes E com f e r - v o r can-

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P i ú I%I j
do
V 1^'
Se - nbor. L is que J e - s u s r e - s u s - c i - to u . E 3u-
H
pas - sa - rá . E C r i e - t o com os Seus Fi - é i s , Ao mun - do
ta i a Ce"- Em C -Jris -to a p a z en—c o n - tr a - r e i s . Kê - le t e -

J: A 1 - 1 A - 1 A A A - * jsl ju

É ü i

4. P o r-ta n -to g ld - r i a a Ceus er-g u e i e Ele Seus Ser-vos


roan-da-rá. A pro-cla-m ar a sa l-v a -ç ã o . E a to-dos.
ho^r.e: 3 paz d a -rá . E a to —dos ho^nene ja z d a - r á .
ó PAI BONDOSO
180 (CóRo)

Charles Denney George Careless


Suplicante J=
mf

j i o mp
1. Ohl bon - do - so Pai e - ter - no, Tu que r e i - cias
2. Em teu dl - a re - u - ni — moe P'ra v e r - da - de
3. E de ten - ta-çÕ es noa l i - vre, E a - ju - de o

r-í2_

--- - --- a r j ---- l


J rQ ju> i- \|» 9 ~
a— r 1r— ^ - M J - ■ 1 J 1 1--1 J — H EÀ— Jh
f n \ lf u L __ 1__ *5___ L__ .___ F 1 1 . V ■ 9 1 J. I I I Sf 9
v >l/ r. m . i-- w j ^ w ■■ i w * -------- —------■—
tj — ■— c/ •

lá nos céus, Ve - ja teus hu - mil - des fi - lhos dá - noa


re — oe - ber. Jtá - noe ho - je san — da - men — toa que pos-
mal dei - xar, G li - a - 1 108 & tu-a mo - ra - da, dá — nos

,.p
M b i j r f e

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■ap“-jt>e t— — u r i — l— r —f— _ n «^*'1— |—r 1 tl
w?\vt> b Ri ^ Vi r-* * Jl I T a ■ ~^ ------- 1— — H
Ik 1_____E ___nZ _____ 2 _____ _ 9 9 __V___4 ■— . , H
TJ--------------------------Z7 "
r r
o teu gran - de a - mor, Dá - noa o te u gran-de a - mor,
aa —mos te hon - r a r , iue pos - sa - mos te h o n -ra r.
f 6 r - ça a ven - c e r, Dá - nos fd r - ça a v e n -c e r.

yv. L___________
i r ; . . 1/ m ___ i —_____1___ s ___
^ j ] ri
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r O ~ = — p -i
181 UNIMO-NOS OUTRA VEZ
CORO

E l i u R. Sn o w Ge o Car eless
J82 DORME, MENINO Joseph Ballant/ne

1 . NÃo oh o -r ea , m e- n i - no, eu VOU t€ oo n -ta r De 00 — mo num


2 . Um an - 3 0 d i - v i - no 0 a -n u n - o i - ou, E oom lu a o e -
3. E v i e —ram ' a vé - io pas - to—r e 3 f i - Í Í B | E v i e —ram a

t J i i * i í LÀ.JLA i
r r ^

f r pi f i »W ai.J J ..j
l i n - do p a - í s da - lém mar, De o o -m o ao mun - do o
le s - te Seu roB—to b ri-lh ou j Eb - t r ê - la a no céu oa - vam

tj >j i
y | - lo de lon**ge t r é e r e i s ; âs p o -b r e p re-a e pe o i n -

i < j i < j i ■< j j

1-jr-JlJ JlJ J J» *
C r i a - t o d es-o e u Qual t u um m e - n i - n o , bo - n i - to n a a -o e u .
a do - oe lu a E u - ma g u i-a - v a a o me - n i - n o, J e-eu a .
fan —t e sor—r i u , Sam ber-çc^ nem o a —ma no fe —no d o r m iu .

j í .< j i . t j í .< j i . f j i
- V: - !r ' lr k Ir ■■

^ í fl J j;
Dor - me, me - n i - n o, d o r- me fe - l i a ,
DORME, MENINO

. J os pph Bailantjrue

1. A mi • nha pe-que-ni - na luz Com fe e pre - ca vam,


2. Nío da • vo es-con-der a luz, As * sim diz o Sa - nhor;

i4 é .1 4*
3. Cin - li - Ia, pe-que-ni - na luz, Em ca • da co - ra - ç3o;
.
r
irfr T W a
1 C8ro

*3 4 t f 3'\
a- g —
^ ^ lJ 1* ■~

1 >
'
lhan - do co-mo c sol da Daus, Pois dE *Ia vam tam - b^m
sem ♦ pre au a a - ço var A Io • dos com a - mor. Iri-lha,

i f í * L J i i j r . f i sg i H i
ou - Iras al-mas vai cla-rear Que bus-cam sal - va - çào.

5» ^----1 1J Lp-L f=z d — —

Bri-lha, Dar -do i«m-pre luz; Bri-lha, bri-lha. Ao Rei Je - sús.

f T*
^ 'f U à'\
184 A LUZ DIVINA
M atilds W. Calioon Mildrcd T. P e ttit
A LUZ DIVINA

185 AJUDAR TÔDA GENTE


W. F. li.

éééü :
1. A - ju - dar tô - da gen - fe,Que a-fe-gri - a sem par!
2. Tra Ia Ia Ia Ia Ia Ia, Tra Ia Ia Ia Ia Ia,
3. A - ju - dar tô • da gen • te,Que a*le-gri - a sem par!

Va-mos
{ j ujr i $J iéh
to - dos cor - ren - do A Ma - mãe a - ju dar.
Tra Ia Ia Ia Ia Ia Ia, Tra Ia Ia Ia Ia Ia.
Va-mos to * dos cor ■ ren - do A Pa * pai a - ju dar

f l 1 n J D nr f jáa
186 PORQUE ME TEM AMOR
Km i l .v H. M illcr H . II. JY U t s c ii

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V__A__ A___ 1 ___ A__ _«ü___ A_A__ _ vo_____
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Oo Rei que veio a ter- ra e ne - Ia ha • bii * fou;
A ou - tros pe-que • ni - nos sc en - si-nou o bem;
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Q | ti. t. p —r 'p ~ . ~- - - - - - - p — p a— dm- - - - - w m J*


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Eu sei que sou pe - que - no -nas to - nho me va - Ic r.

Se si - q o seu ca - mi - nho e mos tro meu fer - vc>r,

m r m i— w- - - - - w— w- - w i w
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" w - - - - w" n Mi- - - - - T7—2 N
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1 1 = / 7 H
MAMÃE QUE SONHO TÃO LINDO
J. S. Lewis

1. Ma - mae, Oh! que so *nho tâo lin • do! So • nhei com um


2. Um lin - do ri - a • cho com ií - rios Eu vi en - tre
3. En • tâo, en - tre ra • mos e f!o *res, O Im ■ do ri-
4. As • sim des-per ■ tei, con • tem-plan-do Do an - |o a

$ p p p i p

be - Io jar - dim; No ni - nho que vi, 0 tri - no ou-


pe-dras can - tar; E è * l e me viu, e lo • go fu*
a ■cho su - miu; E Io - go, dos ceus, um an - jo de
fa - ce lou - çâ Os o - Ihos a ■ bn, en tâo des - co-
JL .
188 BRILHANDO, BRILHANDO

JITTTFT’
Que-ro vi - ver íâc so men
Nun-ca tam-bem o - vi dá
sus Sem-pre com ros - to con ten te Bri-
rei E pe - Ia Tu ■ a Bon da de, Ao

■ ^ i iu i

lhan do por Je - sus


ca sa ao brin - car
Bri - lhan - do, Bri-
lhan do CO mo a luz

rar
lin
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do ceu
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i - rei
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L J-J U-l '■> £f j
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lhan do, ' Que - ro bri-lhar co-r«o a Iu2 .

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BRILHANDO, BRILHANDO

189 ESCOVEMOS OS DENTES


Jvy W. Stono V. Korcii/.d Mitçlioll
r

190 TU ó PAI BONDOSO


E. S. E. Stpphens
A n d a n tc

1. Tu, O Pai Bon-do • so, Ia do ceu es - cu - ta, O - lha


2. Pai, nds da - mos gra - jas pe - Ias Tu - as Bên - çãos Que, com
3. Man - da Tu - as Bên - çaos aos que nos pre - si * dem & aos

í :
| { " n j i,i n u j j j i ifihiijn j
Teus Fi-'lhi ■ nhos, Ou - ve seu lou-vor Nos - sos hi - nos
a • bun-dân - cia Sem-pre Tu nos da'- Pe • los nos - sos
mem-bros to - dos des • fa san *ta gre t^os • sos pais pro-

ff ^ e ir r
lU
sirr - pies Can - tam Tu - as gra - ças E de nos-sas fal * tás
Ia - res, Pe - Ia nos - sa gen - te, Pe - Io dompre-cio - so
te * ge Pa • ra que nos cui - derr E nos gui • a sem - pre

r A -1 JU l m
Bus-cam Teu a - mor.
r ‘r
Des - ta do ■ce paz. Com a-mor der - ra - ma Tu - as Ri - cas
Sob a Tu ■a Lei.

L
TU Ó PAI BONDOSO

4^r i't v f if ,; - f l i

J
Que em nos • sos hi - oos, U - ms • $o-pos, os

> -l> Jr-J:


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191 CRISTO É AMIGO DAS CRIANÇAS


Mildred T. Pettit

i f i ii ji| -ij j \i2i


1. Um a - mi - go das cri-an • ças e o bom Je • sús;
2. Gui - a - me por Teus Ca-mi - nhos, eu Te se - gui • rei;
=^J3 f^3,r>
r ^ r
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192 DOU GRAÇAS AO PAI
Geo. Careless

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1. D Pai tao bon *• do so , Dou gra — çae a Ti
2. i ju da me ser bom E s am pi e fi e1

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por tu - a bon - da - de. Ca - i i - n ao e a - morj


Qiue eu fa - ça que man-dam a a - mae e pa — p a i;

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------------ 0 [------------- »— ----------------------1—J ai \ ------------ 1

4' J iíU d i vi i 1 1j H - * - !
bo - ni - to la r ,
Por paia tao que - r i - dos, E
No que - r i — do no - me de Crie - to Je sus,

-O h -
p

L
193 DAMOS GRAÇAS AO PAI

Robert L Sferenson Ha^Hsn

191 ADEUS

p r6 - x l - ma e e - ma - na po — d e - mos vol - t a r .
195 AGRADECIMENTOS

A ncient FoU t-son* ol lh e N e th * rla n d s

f t t U lA j i j lj ,|
1. Bós nos re—u *- ni-*nos pe - d ir tu -a a bén-çãos e nós con -ce—
2. As — sim pe-ia v i —da nós d a -n o e -te g r a —ças por l i - vre v e -

^ i f í f if f y ir tfir 11 H 1

de - mos a Ti g r a - t i- d a o \ As vo — zea se e — le-vam em a l - t o s lou —


ver —moa en pas e a-m orj Com gra - t i-d a o os lou - v o - r e a c a n - t e -

M lj
vo - r e s , Can—tan - do ao seu no - me oom grau - de f e r -v o r .
mos Sim tÓ -d a s gra-çae dannoe a TI Deus Oh! P a i. L

vor - e s oanH a- mos por tu —do <iue t e ^ io s . Ro—g a —mos a Deus pa—r-a
AGRADECIM ENTOS

196 CRISTO, CARO SALVADOR


M arilda W Caboon Mildred T. Pettil

1 . Tu - a mae ca - r i - nho deu, Quan - do e - rae c o - mo euj


S a l-v a -d o r a - ju - da - me Que um to a e - xem-plo dej

'■m j J r J u r i r ij, .1 r
197 O MENINO DE BELÉM

Sr. á Sr a N W. Chr i s t i a nse t i

198 A G R A D EC ER EI
A n ria Jo h n s o n A Uw ;in < l< * r Sc h r e i n e r

Os meus bra-ços cru - za - rei, A *ra - de - oe - rei.


Os meus o-lhos fe - cha -rei,

1J JJ
A g r a - de - ce - rei.
Eu a Ê - le ser - vi - rei, A e r a - de - oe - rei.

wsã i m É=£= m r —h
199 JESUS UM PEQUENINO FOI

J. R. Murray Jos. Ballautyue

1 , Je - b u s um pe - que - n i - no f o i , Pe - quo - no
2 . Brin-oou ta l oo-mo nos fa - ze-m oe, E o e—

l/r
co — mo eu ,
____ *■ A to doB É - le
zeo - p io deu Sem i - ra quan - do
ÍN D IC E DOS A SSU N TO S

Agradecimentos Eternidade
Damos-Te Graças ........................ 129
Se Tu Ao Astro Kolob ............... 4
Doce É O Trabalho .................... 111
Por Teus Dons Cantemos .......... 172
Exortação

Batismo A Alma É Livre ............................ 55


Hino Batismal .............................. 66 A Deus Senhor É Rei ............... 7
A Verdade O Que Ê ................... 119
A v in te ................., ......................... 108
Bom Pastor Com O Sol No Coração ............... 135
Ama O Pastor Seu Rebanho 85 Conta As Bênçãos ......................... 100
Corações Cantai A Deus ............. 120
Dedicação Deve Sião F ugir À L uta? ......... 33
Deus Dá Valor .............................. 76
Esta Casa Dedicamos A Ti ........ 124 Deits T rabalha Misteriosamente . 64
Êle Virá Nos Dizer ....................... 158
Dia do Senhor Em iora Cheios De Pesar ........... 179
Ao Raiar o Novo Dia .............. 9 Esc ita Ao Bom Senhor ............... 86
Entoai Sagrado Som .................... 88 Falemos Palavras Amáveis . . . . 6
O Dia Santo Do Senhor .............. 60 Faze O Bem .................................. 80
Sê Bem Vindo Dia Santo .......... 13 Fiz H oje Algum Bem ............... 72
Fizeste A Prece ............................ 83
Ide Em União ................................ 40
E ncerram ento
Israiel Jesus Te Chama ............... 137
Antes De Nossa Partida ............ 93 Jeová Senhor Do Céu ................... 26
Ao P artir Cantemos .................... 97 Juventude De Israel ................... 109
Cantai Bem Alto Ao Pai .......... 36 Louvai Ao Criador ....................... 69
Dá-nos Tu, Pai Bondoso ............ 99 Luz E spalhai ................................ 117
Deus Vos Guarde ........................ 62 ' Não Deixeis Palavras Duras . . . . 38
Diante De Ti Senhor .................. 165 Nossa Lei É T rabalhar ............... 115
Ó! Não Desanimai ....................... H8
E nterro Porque Somos ................................ 15
Quem Segue Ao Senhor ............... 58
Deus Respondeu A Oração Sin R edm tor De Israel ....................... 103
cera ? ...................................... ... 161
Regozijemo-nos .............................. 92
Êle Virá Nos Dizer .................. . 158
Se A Vida É Penosa ................... 112
Há Repouso Com Deus ............ 25
Se Houver Uma Escolha ........... 31
O Meu Pai ...................... 35 e 171
Sem?ando ........................................ 91
Escola Dominical Trabalhemos H oje .......................... 54
Vem ó Filhos De Sião ............... 28
Graças Pela Escola Dominical . . 96 Vem Segue-me ................................ 49
O Deus Senhor Eterno .............. 127 Vinde A Cristo .............................. 131
Sê Bem Vindo Dia Santo ........ 13 Vince Ó Santos .............................. 102
Vem A Escola Dominical .......... 59 Vinde! O Que Tem O Sacerdócio 3
1X 1)1CE DOS ASSUNTOS

H in o M arcial Louvai A Deus ................................ 22


Louvai Ao Criador ....................... 69
Com Valor Marchemos ............ 141
Nas M ontanhas De Sião ............. 134
Ohservc Tôda Hoste ................... 11 ó Assombroso É .............................. 43
Somos Os Soldados ....................... 07 Obras De Deus .............................. 123
Vencendo Com Jesus ................... 50 ó Montanhas E xaltai ................... 169
Os Céus Proclamam ..................... 37
H inos P a ra C rianças Ó Senhor, A Cruz Levanto ........ 114
A Luz Divina ................................ 184 P ara Sempre E xaltai A Deus . . . 10
Adeus ............................................... l'J4 Um Rapaz Mormon ....................... 121
Agradecerei .................................... 199 Redentor De Israel ....................... 103
Agradecimentos ............................ 195 Verão ............................................... 113
A judar Tôda Gente ..................... 1H5
Brilha, B rilha ................................ 18.! M ilênio
Brilhando, Brilhando ................... 188
Cristo, Caro Salvador ............ 190 B rilha A Aurora ............................ 177
Cristo É Amigo Das Crianças . . . 191
Damos Graças Ao P ai ............ 191! N atal
Dou Graças Ao P ai ..................... 192
Dorme, Menino ............................... 1822 A njos Cantem Jubileu ............... 150
Escovemos Os Dentes ................... 189 Canto De N atal ........................... ]52
Jesus .Pequenino Eoi ................... 199 Eis Os A njos Cantam ............... 151
Mamãe Que Sonho Tão Lindo . . 187 Erguei-vos Cantando ................... 154
O Menino De Belém ................... 197 Glória A Deus Nas A lturas ___ 149
Porque Me Tem Amor ............ 186 Jesus Num Presepe Nasceu . . . . 147
Tu Ó P ai Bondoso ....................... 190 Mundo Feliz, Nasceu Jesus . . . . 145
Na Bela Noite Se Ouviu ........... 153
Noite Feliz ...................................... 143
Jesu s O Meu Bom P ap ai N o e l ............... 146
O Prim eiro N atal ......................... 148
Jeová Em Sua Glória ............ 20 Pequena Vila De Belém ........... 144
O Xome De Jesus ....................... 98
O bediência
Ju v en tu d e
Deve Sião F ugir A L uta? ........... 43 Aonde M andares Irei ................. 104

L ar O ração
Amor No L ar ................................ 130 Doce, Grata Oração ..................... 46
Meu L ar -N atal .............................. Cl
Oração Humilde .............................. 101
P erante Deus Vimos Outra Vez . 12
Livro D e M orm on Secreta Oração .............................. 94
Um Anjo Do Alto ....................... 167
Uma Voz Falando Do Pó ........... 125 Páscoa

L ouvor e A doração A Ressurreição De Jesus ........... 29


J á É Vivo Deus O Filho ........... 30
A Canção E ntoai .......................... 68
C riaturas Do Senhor ................... 27 P atrio tism o
De Sião Cantai Os Hinos ........... 65
Dêste Mundo As Flôres Mil . . . . 136 Hino B andeira Nacional ............. 155
Glória Cantai A Deus .........• . . . 1 Hino Nacional Brasileiro ........... 156
ÍNDICE DOS ASSUNTOS

Paz Sião
E spírito De Deus ......................... 50 Bandeira De Sião ....................... 132
Ó P ai Bendito Vimos A Ti . . . . 57 Belc Sião ........................................ 24
Em Glória Resplandece ............... 116
P ro feta Lá Nos Cumes Das Montanhas . 90
Louvor Ao P rofeta ....................... 70 Ó M ontanhas, Mil ....................... 110
Prim eira Oração Do P rofeta . . . 53 Quão Gloriosas Coisas Falam .. 166

R estau ração do E vangelho


Supiicação
Escuta Ao P rofeta .................... 128
O Que Viram Nos Céus ............... 163 Anto Ti Senhor .............................. 18
Rompe A Alva ............................ 174 Careço De Jesus ............................ 42
Vê Do Céu Potente A njo ........... 159 Comunhão Celeste .......................... 14
Dá-me Firm eza ............................ 133
S acram ento Dá-nos Tu, P a i Bondoso ............. 99
Deus Aceita Nossas Preces . . . . 2
Cantemos Todos A Jesus ........... 45 Deus Dá Valor .............................. 76
Ceia Do Senhor .............................. 175 Deus De Meus Pais ............... 47, 105
Da Côrte Celestial ....................... 63 Deus De Nossos P ais ................. 21
Deus Escuta Nos O rar ................. 75 Guia Cristo Minha N au ............... 89
Em Memória Do Calvário ........... 157 Guia-me A Ti ................................ 82
Lamento De Israel ....................... 170 Guia-me À Vida E terna ............. 71
No Calvário Foi ........................... 161 Jeo -á, Sê Nosso Guia ............... 77
No Nome Do Senhor ............... 81, 176 Mais Perto, Meu Deus ............. 140
O Deus De Hóstes ....................... ,73 Mestre, O Mar Se Revolta . . . . 84
Ó Deus Senhor Eterno ............... 127 Minha Oração ................................ 32
Quão Grato És Cantar Louvor . . 19 O Meu P ai ................................35 e 171
Sei Que Vive Meu Senhor ............. 138 O Nome De Jesus ....................... 98
Vinde A Cristo .............................. 131 O P ai Bondoso ............................ 180
Unimos-nos O utra Vez ................. 181 Ouve Minha Oração ..................... 173
Per:o De Ti Redentor ................. 5
Segunda V inda Qual Orvalho Que Destila ........... 178
Rocha E terna .................................. 107
Alegre Dia ................................... 1fil Tu, Jesus, És Meu Amor . . . . 39 e 168
A lerta, O Salvador Virá ............. 122 Vai Fugindo O Dia ................... 51
O Mundo Desperta ..................... 74 Vem Comigo H ab itar ................... 139
Tão Humilde Ao Nascer ........... 79 Vem, O Dia Prom etido ............... 160

S eg urança T em plos
Alma B rilhante ..................... 87
Deus É Sabedor .............................. 48 Quão Belos Os Templos De Deus 23
Firm e Alicerce .........<.................... 41
Jesus, Minha Luz ....................... 17 Trabalho Do M issionário
Marclíemos A Glória ................... 95
O Deus Que Deste No Passado . . 142 Anciões De Israel ......................... 16
O E standarte Do Senhor ........... 126 A Vós Que Sois Chamados ......... 44
O Senhor Meu P astor É ........... 52 De Uma Outra Polo ................... 78
Sei Que Vive Meu Senhor . . . . 138 O Fim Se Aproxima ................... 8
ÍNDICE ALFABÉTICO

Oração Humilde .............................. 101 Sei Que Vive Meu Senhor ........... 138
Os Céus Proclamam ..............., . . 37 Se Tu Ao Astro Kolob ............... 4
Ouve Minha Oração (Côro) . . . . 173 Secreta Oração .............................. 94
Semeando ...................................... 91
P Somos Os Soldados ....................... 67

P ara Sempre E xaltai A Deus . . 10 T


Pequena Vila De Belém ............. 144
Perante Deus Vimos O utra Vez . 12 Tão Humilde Ao N ascer ........... 79
Perto De Ti, Redentor ............... 5 Trabalhemos H oje ....................... 54
Por Que Somos? ........................... 15 Tu, Jesus, És Meu Amor C ô ro . 168
P or Teus Dons Cantamos (côro) 172 Tu, Jesus, És Meu Amor ........... 39
Porque Me Tem Amor ............... 186 Tu, ó P a i Bondoso ..................... 190
Prim pira Oração Do P ro feta .. . 53
U
Q
Um Anjo Do Alto (Côro) . . . . 167
Qual Orvalho Que Destila (Côro) 178 Um Rapaz Mormon ....................... 121
Quão Belos Os Templos De Deus 23 Uma Voz Falando Do Pó ........... 125
Quão Gloriosas Coisas Falam ! Unimo-nos O utra Vez (Côro) . . 181
(Coro) ........................................ 160
Quão Grato É C antar Louvor . . . 19
Quem Segue Ao Senhor? ........... 58 V

R Vai Fugindo o D i a ......................... 51


Vê Do Céu Potente A njo ........... 159
Redentor De Israel ..................... 103 Vem À Escola Dominical ............. 59
Regozijemo-nos .............................. 92 Vem Comigo H ab itar ................... 139
Rocha E terna .................................. 107 Vem O Dia Prom etido (Côro) . . 160
Rompe A Alva (Côro) ............... 174 Vem, Ó Filhos De Sião ............... 28
Vem, Segue-me .............................. 49
S Vencendo Com Jesus ................... 56
Vinde A Cristo .............................. 131
Se A Vida É Penosa ................... 112 Vinde, O Que Tem O Sacerdócio 3
Sê Bem Vindo Dia Santo ........... 13 Vinde, Ó Santos ............................ 102
Se Houver L'ma Escolha ............. ‘ 31 Verão .................................... t .. . . 113