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EDUCANDÁRIO REIS DOS SANTOS

CAIO CORREIA DA COSTA

FADIGA MUSCULAR
Ed. Física

Rio de Janeiro
2019
Sumário
I. Introdução......................................................................................................................................3

II. Desenvolvimento............................................................................................................................3

III. Conclusão...................................................................................................................................5

IV. Bibliografia..................................................................................................................................5
I. Introdução
Por meio da realização desse trabalho desejo apresentar a definição de fadiga muscular, e
por meio de diversas pesquisas, também tenho o propósito de esclarecer como ocorre a fadiga
nos atletas e o porque a fadiga muscular pode ser vista como uma proteção contra lesões mais
graves. Além de relatar sobre todos os malefícios desse problema. Isso tudo só foi possível
graças as pesquisas feitas na internet cujo as fontes estão disponibilizadas no final do trabalho.

II. Desenvolvimento
Fadiga muscular é definida como a incapacidade de se manter o rendimento durante o
exercício físico intenso ou prolongado. Esta situação é comum em esportes de resistência bem
como em atividades de maior intensidade.

O controle neural do movimento envolve uma cadeia de processos fisiológicos que


abrange desde o controle cortical no cérebro até o comando periférico da musculatura
esquelética.

A fadiga muscular, uma vez instaurada, demonstra que pode ter havido uma falha em
qualquer um dos níveis do trajeto desde o sistema nervoso central até a periferia, representada
pela mecânica da contração muscular.

Situações típicas de fadiga muscular ocorrem diariamente, por exemplo, um campeão


mundial de natação que liderava todo o percurso da prova entra em fadiga muscular aguda e
perde a medalha de ouro nos metros finais daquela prova (com isso perde o treinador, perde o
patrocínio milionário e os contratos com empresas esportivas).

Por incrível que pareça, existem pontos positivos e negativos em relação a fadiga
muscular. Por exemplo, a fadiga é um mecanismo de defesa do corpo que pode proteger o
atleta.

Um indivíduo fadigado está próximo da exaustão e, consequentemente, com mais


chances de sofrer lesões, já que vai perdendo sua propriocepção e diminuindo sua
coordenação motora. Sentindo-se fadigado, a pessoa interrompe o esforço físico antes de se
machucar e acaba se protegendo.

Contudo, há o lado negativo da fadiga muscular, o indivíduo perde performance e


deixa de executar o esforço físico desejado. Isso pode significar que um obeso não consiga
completar sua caminhada ou que um atleta de elite perca uma prova por conta do esgotamento
físico.
Existe um interesse direto por parte de empresas que patrocinam grandes ídolos do
esporte, no sentido de investir em mecanismos que possam desacelerar o processo de fadiga
em atletas, para que os mesmos tenham melhor rendimento em suas competições.

É preciso considerar que a fadiga muscular depende diretamente do tipo de trabalho


que está sendo realizado, bem como da duração e da intensidade do exercício, além do tipo de
fibras musculares que foram recrutadas para aquela tarefa.

O estado de condicionamento físico do indivíduo e as condições do meio ambiente no


qual ele se encontra durante a execução do exercício também são fundamentais para ditar a
forma como a fadiga muscular irá se instaurar.

A fadiga muscular pode ocorrer basicamente de duas formas:

 Central: neurônios motores proximais em sua maioria no cérebro;

 Periférica: neurônios periféricos, as fibras musculares e as unidades motoras.

Tanto a fadiga central como a periférica (ou ambas) pode incapacitar o indivíduo a
continuar na execução de um determinado exercício físico.

A fadiga muscular central e periférica em geral leva o indivíduo a apresentar vários


desconfortos. Alguns sinais e sintomas desse quadro geral podem ser sentidos pelo
atleta/aluno ou observados pelo professor de Educação Física, tais como cansaço geral
constante, baixo rendimento durante seus treinamentos e aumento do índice de lesões.

A passagem do ácido lático da fibra muscular para a corrente sanguínea provoca


alterações no equilíbrio ácido-base, inicialmente compensadas por mecanismos tampão
fisiológicos, mas que com a sua acumulação acabam por ser suplantados, acidificando o
sangue para valores fora do normal.

Esta acidose provoca um conjunto de sinais e de sintomas, como por exemplo, queda
da pressão arterial, tonturas, náuseas e, inclusive, vômitos e incontinência de esfíncteres com
perdas involuntárias de urina ou fezes.

Esses efeitos podem ser tão sérios e prejudiciais que parte do treino dos atletas de alta
competição de modalidades com elevada produção de ácido láctico passa pelo aumento da
tolerância física e psíquica aos efeitos nocivos do ácido lático.
III. Conclusão
Por meio da realização deste trabalho, pude adquirir conhecimento sobre a fadiga
muscular, e também compreender qual são as causas que levam um atleta a sofrer a fadiga
muscular e também a preocupação com as empresas que lucram encima desses ídolos em
proteger os mesmos. Graças a este trabalho posso reconhecer quais são as consequências
positivas e negativas e em como está dividida a fadiga muscular, e sobretudo sua definição.

IV. Bibliografia
Fontes:

1. ENTENDA TUDO SOBRE COMO FUNCIONA A FADIGA MUSCULAR


por Grupo VOLL | out 4, 2017 | Biomecânica |

2. Fadiga muscular: um problema que pode ser evitado 6 DE DEZEMBRO DE


2018 POR TAMIRIS MONTEIRO

3. Mundo Estranho, Saúde O que é fadiga muscular? Por Julia Moióli 4 jul 2018

4. "A fadiga muscular" em Só Biologia. Virtuous Tecnologia da Informação,


2008-2019. Consultado em 20/10/2019 às 17:57. Disponível na Internet em:
https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/sistemamuscular2.php