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Índice

1. Introdução ...................................................................................................................................... 2
2. OBJECTIVOS ............................................................................................................................... 3
2.1. Geral......................................................................................................................................... 3
2.2. Específicos ............................................................................................................................... 3
3. METODOLOGIA .......................................................................................................................... 3
4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ...................................................................................................... 4
5. CLASSIFICADOS DOS MÉTODOS DE LAVRA SUBTERRÂNEA ........................................ 5
6. A ESCOLHA DO “MELHOR” MÉTODO DE LAVRA SUBTERRÂNEA ............................... 5
7. FACTORES INFLUENTES NA SELECÇÃO DOS MÉTODOS DE LAVRA
SUBTERRÂNEA .................................................................................................................................. 6
8. MÉTODO DE CORTE E ENCHIMENTO “CUT AND FILL” .................................................. 6
9. DESENVOLVIMENTO DE LAVRA DO MÉTODO DE CORTE E ENCHIMENTO ............. 7
9.1. O CICLO DE ATIVIDADES DO MÉTODO ENVOLVE OS SEGUINTES PASSOS: ................ 8
10. APLICAÇÃO DE MÉTODO DE CORTE E ENCHIMENTO ................................................ 8
Vantagens ........................................................................................................................................... 8
Desvantagens ...................................................................................................................................... 8
11. TIPOS DE ENCHIMENTO ....................................................................................................... 9
11.1. Funções do material de enchimento: .................................................................................... 11
12. EQUIPAMENTOS UTILIZADOS .......................................................................................... 11
13. RECALQUE ............................................................................................................................. 12
13.2. Desenvolvimento de lavra do metodo recalque .................................................................... 13
14. CONCLUSAO .......................................................................................................................... 14
15. REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 15

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MÉTODO DE EXPLORAÇÃO SUBTERRÂNEA POR CORTE E ENCHIMENTO E RECALQUE
1. Introdução

A escolha de um método de lavra se dá em função de dois grupos de condicionantes: a geometria do


corpo (inclinação e espessura) e as características de resistência e estabilidade dos maciços que
constituem o minério e suas encaixantes.
De um modo geral, os métodos de lavra subterrâneos são classificados em três grupos: métodos com
realces auto-portantes, métodos com suporte das encaixantes, métodos com abatimento; ao longo deste
trabalho iremos abordar o método “CUT AND FILL STOPING” (método de corte e enchimento),
onde iermos abordar os factores a considerar na escolha do método de lavra, falaremos também da
aplicação do método cut and fill, equipamentos utilizados, as vantagens e desvantagens da utilização
desse método. E o seu densevolvimento.

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2. OBJECTIVOS

2.1. Geral
 Apresentar a sequência de exploração subterrânea usando o método “CUT AND FILL
STOPING”

2.2. Específicos
 Falar da sua aplicação do método cut and fill (corte e enchimento),

 Conhecer os tipos de enchimentos usados no método.


 Conhecer os tipos de equipamentos usados.
 Apresentar vantagens e desvantagens.

3. METODOLOGIA

para a realização desse trabalho recorremos a varias bibliografia publicadas com os principais métodos
de lavra subterrânea, finda essa fase seguimos a fase de analise de dados (na leitura resumo e
interpretação dos dados colhidos e por fim a fase de digitação do trabalho).

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4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Os métodos de lavra subterrânea são utilizados para exploração de corpos mineralizados abaixo da
superfície. A viabilidade para exploração desses corpos mineralizados está diretamente ligada a
morfologia do depósito mineral, as propriedades mecânicas das rochas, efeito das operações auxiliares,
disponibilidades financeiras iniciais e subsequentes. (LOPES, 2013).
Esses métodos de lavra subterrânea são divididos em métodos com cavidades auto suportadas, métodos
de cavidades com suporte artificial, métodos com desabamento controlado do teto e métodos mistos não
convencionais.

Produtividade: relação entre quantidade e valor produzido e a quantidade ou valor dos insumos
aplicados à produção. Já a produtividade na mineração é dada em razão da quantidade produzida pelo
número de homens e de horas trabalhadas em dado período de tempo.

Diluição: a diluição é representada pelo fator de diluição que caracteriza o percentual de estéril contido
no material extraído. A diluição esperada é aquela que se consegue mensurar durante as operações de
lavra, já a diluição interna não é mensurável e não há como se prever, pois é característica de cada
método.

Recuperação: é a quantidade de minério que se consegue recuperar nas operações de lavra em relação à
quantidade pré-existente.

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5. CLASSIFICADOS DOS MÉTODOS DE LAVRA SUBTERRÂNEA

 métodos com realces auto-portantes


 métodos com suporte das encaixantes
 métodos com abatimento

Métodos sem suporte


São métodos em que o maciço não requer um sistema artificial mais amplo de suporte para manter a
estabilidade das escavações. As próprias paredes das escavações e pilares naturais são suficientes em
geral. Reforço estrutural leve é admitido (parafusos de teto, madeira, arcos metálicos) desde que não
altere significativamente a capacidade de sustentação natural do maciço.
Métodos:
 room-and-pillar,
 stope-and-pillar,
 sublevel stoping,
 VCR,

Com suporte
Quando as aberturas não se mantêm estáveis pelo tempo de vida necessário sem que substancial uso de
suporte artificial seja feito.
Principal método:
 cut-and-fill.
 Recalque (shrinkage).

6. A ESCOLHA DO “MELHOR” MÉTODO DE LAVRA SUBTERRÂNEA

A selecção do método de lavra é um dos principais elementos, em qualquer análise económica de uma
mina, e sua escolha permite o desenvolvimento da operação. Comummente o método de lavra é
designado como sendo a técnica de extracção do material. Isso define a importância de sua selecção, já
que todo o projecto é elaborado em torno da técnica utilizada para lavrar o depósito. Os trabalhos de
infra-estrutura estão directamente relacionados com o método, conforme Macedo et al. (2001).

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Ainda, segundo os mesmos autores, os principais objectivos da selecção do método estão relacionados
com os aspectos ambientais, económicos e sociais. O método deve ser seguro e produzir condições
ambientais adequadas para os operários; os impactos causados ao meio ambiente devem ser reduzidos; o
método deve permitir condições de estabilidade durante a vida útil da mina, deve assegurar a máxima
recuperação de minério com mínima diluição, deve ser flexível para adaptar às diversas condições ge-
ológicas e à infra-estrutura disponível e deve permitir atingir a máxima produtividade, reduzindo,
consequentemente, o custo unitário do minério.

7. FACTORES INFLUENTES NA SELECÇÃO DOS MÉTODOS DE LAVRA


SUBTERRÂNEA

I. Morfologia do depósito mineral (forma, tamanho e posição espacial)


II. Distribuição 3-D dos teores de minério
III. Propriedades mecânicas da rocha e do minério
IV. Disponibilidades financeiras iniciais e subsequentes
V. Segurança, higiene e respeito pela legislação
VI. Efeito das operações subsidiárias (ventilação, drenagem, redes eléctrica, de água, ar comprimido,
etc.)
VII. Outros factores específicos.

8. MÉTODO DE CORTE E ENCHIMENTO “CUT AND FILL”

A lavra por corte e enchimento ou corte e aterro (cut and fill mining) é um método de lavra geralmente
ascendente, em que o minério é completamente removido e o material de enchimento suporta as paredes
e fornece piso para a lavra da próxima fatia de minério. É um método que permite lidar com variações
quanto à continuidade e homogeneidade da qualidade do minério, provendo diluição e recuperação
aceitáveis. Caso o material de enchimento seja estéril (do desenvolvimento ou outra fonte), configura-se
o enchimento dito mecânico (rockfill), que pode ser feito com ou sem a adição de cimento. Quando o
material de enchimento é uma polpa (backfill), o rejeito do beneficiamento (sandfill), cimentado
(pastefill) ou não, configura-se o rejeito hidráulico.
É um método que permite bom grau de mecanização. O grau de mecanização e o tamanho dos
equipamentos são definidos a partir da geometria do corpo, sendo usados sistemas mecanizados sempre

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que a espessura e inclinação o permitirem; nesses casos, utilizam-se equipamentos de pequeno ou médio
porte.

figura 1: Arranjo Típico da lavra por corte e enchimento (Atlas Copco, 1997).

9. DESENVOLVIMENTO DE LAVRA DO MÉTODO DE CORTE E ENCHIMENTO

A lavra por corte e enchimento é desenvolvida em fatias horizontais ao longo do corpo de minério onde,
primeiro as fatias inferiores são extraídas, após a extração do minério o vão pode ser preenchido tanto
pelo próprio rejeito gerado, que pode ser espessado até alcançar uma quantidade de 70% a 80% de
sólidos, que poderá ser misturada com um material cimentante assim como também pode ser também
preenchida com material rochoso proveniente do “Overburden”, sendo o material britado até atingir
utilizado escolhido através da relação de resistência da rocha e a viabilidade para transporte do mesmo.
Esse preenchimento tem como objetivo aumentar a sustentação do material evitando subsidências, assim
como também serve como plataforma para equipamento, uma vez que serão alocados sobre esse
“backfill” com a finalidade de continuar lavrando o minério do depósito. Quando um Stope é concluído,
um novo desvio na rampa de acesso é criado, para continuar a produção dentro do limite superior

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9.1. O CICLO DE ATIVIDADES DO MÉTODO ENVOLVE OS SEGUINTES PASSOS:

 drill-blast de uma fatia horizontal de minério, tipicamente com 3 ou 4 m de espessura, retirada do


teto do stope;
 Carregamento e transporte de minério, removido mecanicamente do stope para um orepass, e
depois para um horizonte de transporte inferior;
 Remoção de fragmentos soltos (“chocos”) pela detonação e colocação de suporte/reforço de teto;
 Enchimento do piso do stope (backfilling) com uma camada de material de composição variada e
espessura igual à espessura de minério desmontado do teto.

10. APLICAÇÃO DE MÉTODO DE CORTE E ENCHIMENTO

Para esse método, a resistência do minério dever ser média a forte, a resistência das encaixantes pode ser
fraca; a forma da jazida pode ser irregular, descontínua e de alto teor; o mergulho deve ser acima de 45 o
com uniformidade variável, o tamanho da jazida deve ter espessura de 2 a 30 m e extensão
razoavelmente grande. O método é aplicável a corpos de forte mergulho, mas adaptável a outros. O teor
do minério deve compensar o custo de uma operação adicional que é a colocação do enchimento.
Oferece como vantagem a seletividade e permite alta mecanização.

Vantagens
 Permite boa recuperação (cerca de 95%);
 Possibilita utilizar o rejeito do beneficiamento como enchimento;
 Os investimentos são moderados para implantar o método;
 Minimiza subsidência;
 Rejeitos podem ser levados ao subsolo, evitando contaminação superficial.

Desvantagens
 Lavra selectiva;
 É um método de alto custo de lavra, devido ao manuseio de estéril;
 Devido ao elevado custo de mineração, só é aplicável em minérios de elevado valor;
 Requer mão-de-obra mais especializada e intensiva;
 A actividade de enchimento complica o ciclo produtivo, causando redução na produção;
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 Há riscos de instabilidade no maciço se o backfill não for adequadamente dimensionado e
aplicado.

11. TIPOS DE ENCHIMENTO

Backfill ou enchimento é o material utilizado no preenchimento dos vãos gerados pela exploração
mineral e esses são separados em três tipos:

Enchimento Hidráulico (Hydraulic Backfill): Fração deslamada dos rejeitos com 70% de sólidos. As
frações mais grosseiras são usadas como enchimento hidráulico e as frações mais finas são colocadas na
barragem de rejeitos.

figura 2 ilustracao de Back fill.

Quando se usa enchimento hidráulico, é necessário drenar e bombear de volta para a superfície a água
utilizada no transporte dos rejeitos. Em sistemas semi mecanizados são montadas estruturas de drenagem
cuja construção é trabalhosa e onerosa. Em sistemas mecanizados estas estruturas costumam ser mais
simples. (Hartman et al., 2002).

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Enchimento de Pasta (Paste Backfill): O rejeito da moagem ou da usina como um todo é filtrado ou
espessado até uma densidade de sólidos de 80% ao qual cimento e água são adicionados para adquirir as
características reológicas e de resistência necessárias.

figura 3 ilustração de enchimento past fill

Enchimento de Rocha (Rock Backfill): Rocha estéril da superfície ou da própria mina subterrânea
britada até um tamanho de cerca de 40mm. A mesma pode ser assentada só ou com enchimento
hidráulico cimentado.

figura 4 ilustracao de enchimento rock fill

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11.1. Funções do material de enchimento:
 Preservar acessos ao stope;
 Evitar diluição do minério;
 Evitar subsidência na superfície;
 Servir como plataforma de trabalho para operários na mineração da próxima fatia horizontal;

12. EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

São utilizados nesse método de exploração:


• Perfuratrizes Hidráulicas destinado a perfuracao de rocha.

figura 5 Perfuratriz Hidraulica MAQ 554. Fonte geotecmac.

• LHD’s: Flexibilidade operacional da máquina, podendo operar como equipamento de


carga exclusivamente ou carregando e transportando material.
Proporcionam um dos meios mais econômicos de transporte em custas distâncias na
mina; para longas distâncias deve se considerar outras opções. São geralmente
movidas à óleo diesel.

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figura 6: LHD Load Haul Dump. Fonte Sotreq

 AnfoLoader Equipamento utilizado para enchimento de esplusivo

figura 7: Anfo Loader. Fonte Thiessen

13. RECALQUE

É um método que não se presta bem à mecanização. A relação entre as dimensões dos equipamentos de
perfuração e a espessura e inclinação da camada define a diluição: desde que a espessura da camada
permita a operação de equipamentos em seu interior, opera-se com diluição aceitável. É um método
possível de ser aplicado em realces de pequena espessura.
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A perfuração costuma ser feita através de carretas de perfuração tipo jumbo ou mini jumbos, carretas tipo
wagon drill, eletro-hidráulicas ou pneumáticas ou de marteletes pneumáticos. Em geral são utilizados
furos com diâmetros entre 40 a 45mm (marteletes) ou 45 a 51mm (jumbos e wagon drills). O
carregamento do minério pode ser feito com carregadeiras rebaixadas tipo LHD a partir dos pontos de
carga, quando são usados caminhões em sistemas sem chutes ou a partir de chutes ou carregadeiras tipo
overshoot loader, quando se utilizam trens.
O transporte pode ser feito por caminhões ou trens com vagões de pequeno porte. Quando são usados
caminhões, estes são rebaixados e articulados e variam em capacidade, de 15t até 20t a 25t. Quando são
usados trens, os vagões costumam ser do tipo gramby com 4t a 8t de capacidade, em trens com 8 a 12
vagões por composição.
São todas minas semi-mecanizadas.

13.1. APLICABILIDADE DO MÉTODO RECALQUE

O método de recalque pode ser usado: quando o corpo de minério tem um mergulho que excede o ângulo
de repouso natural, tem limites regulares e não é afectado pela permanência no alargamento. A rocha
encaixante e o minério devem ser competentes (RMR maior que 60). Segundo Hustrulid (1982), é um
método aplicável às seguintes condições:
 Forma da jazida: tabular ou lenticular, mergulho e limites regulares, teor uniforme e alto;
 Mergulho forte e uniforme, profundidade de 100 a 750m;
 Tamanho da jazida: de 1 a 30 m de largura, extensão grande, alta uniformidade do minério.

Atualmente este método vem caindo em desuso devido à busca por maiores produtividades, devido às
dificuldades operacionais como perfuração manual, e também porque o retorno financeiro é demorado.

13.2. Desenvolvimento de lavra do metodo recalque

Basicamente na aplicação desse método o jazimento é decomposto, na vertical, em painéis, cuja distancia
internivel pode variar, dependendo isto, da estabilidade da rocha encaixante, mergulho e potência do
corpo de minério podem variar de30m a 60m.
No plano do corpo mineralizado através de aberturas de chaminés, ao longo do mergulho, esses painéis
são divididos em blocos que funcionam como unidades produtoras.

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14. CONCLUSAO
Depois da analise feita o grupo concluiu que o método corte e enchimento é utilizado em corpos de
minério com mergulho acentuado em minas que requerem a capacidade de uma mineração seletiva e
adaptabilidade a variações na massa rochosa, esse método é usualmente referido como um método de
mineração de pequena escala.

Concluímos também que “Cut and Fill” é um dos métodos da lavra subterrânea, que utiliza se o estéril
para o enchimento do vazio, este método acarreta maiores custos comparado aos outros e apresenta
maior flexibilidade.

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15. REFERÊNCIAS

 ANGLOGOLD ASHANTI MINERAÇÃO LTDA. Código de Procedimentos Geotécnicos Para


Operações em Subsolo na Mina Cuiabá, não publicado, Sabará,
 Carregadeiras subterrâneas para mineração do tipo LHD. Disponível em:
<https://www.sotreq.com.br/pt-br/subterraneo-rocha-dura/carregadeiras-subterraneas-para-
mineracao-do-tipo-lhd-load-haul-dump-carrega>.
 CURI, Adilson. “Lavras de Minas”. Oficina de Textos, São Paulo, 2017.p 354-375.
 Cut and Fill. NEWTRAX, 10/05. Disponível em: <https://www.newtrax.com/cut-and-fill-mining-
method-101/>.
 Hustrulid, W. A.; Bullock, R. L. 2001. Underground Mining Methods. SME.
 Tatiya, R. R. Surface and Underground Excavations, p. 152-154. 2005. Urbina, F. P. O.
 Fundamentos de Laboreo de Minas. FGP. Madri. 1994. Lisboa, F. M. Mineração – uma
experiência vivida. 2009.
 MACÊDO, A. J. B. de; BAZANTE, A. J.; BONATES, E. J. L. (2001). Seleção do método de
lavra: arte e ciência. Revista Escola de Minas. v. 54(3). Acesso: www.scielo.br
 Silva, J. M. 2010. Lavra Subterrânea. PPGEM/UFOP.
 HARTMAN, H. L. Introductory mining engineering. (2. Ed.). New York: John Wiley e Sons,
2002. p. 324-349, p. 365-371, p. 413-432.

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