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MAM

Post 1

Olá pessoal, bom dia!

Hoje o @quantosmuseus volta para o Rio, e vamos visitar um museu que é um ícone da
cidade, o Museu de Arte Moderna – MAM Rio @mam.rio. Criado oficialmente como entidade
civil em 1948, por iniciativa de um grupo de empresários, o museu foi instalado
provisoriamente em uma das salas do Banco Boavista, foi transferido, em 15 de janeiro de
1952, para o térreo do edifício do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio Gustavo
Capanema. Em novembro de 1952, a Prefeitura do então Distrito Federal, doou uma área de
40 mil metros quadrados ao museu. Só que o terreno, na verdade, ainda estava por surgir e,
àquela altura, nada mais era que uma porção da Baía de Guanabara à espera de um aterro.
Foi, portanto, sobre a água que surgiram os primeiros esboços do projeto de autoria de
Affonso Eduardo Reidy, reconhecido internacionalmente como um marco da arquitetura
moderna no Brasil. Com jardins assinados por Roberto Burle Marx, a sua localização é
altamente privilegiada: integrado ao Parque do Flamengo às margens da baía de Guanabara,
fica a dez minutos de caminhada do centro histórico da cidade, entre a Zona Sul e o Centro,
com vista de vários cartões postais como o Pão de Açúcar, o Outeiro da Glória e o Corcovado.

Maravilhoso, né? Amanhã tem mais MAM para vocês! Até loguinho!

Post 2

Um incêndio de grandes proporções consumiu parte do Bloco de Exposições, na madrugada de


08 de julho de 1978. Em menos de 30 minutos as chamas se espalharam pelos três andares do
pavilhão e destruíram quase todo o acervo do museu, incluindo obras de Picasso, Dalí,
Matisse, Portinari e Di Cavalcanti, entre outros. Em 1982, após extensos trabalhos de
restauração o Bloco de Exposições foi reinaugurado. Atualmente, O MAM tem um dos mais
importantes acervos de arte moderna e contemporânea da América Latina. Esse acervo é
formado por obras pertencentes a três coleções de procedências diversas: a coleção própria
do museu − refeita, por meio de doações como a da coleção Esther Emílio Carlos, obras doadas
por Ferreira Goulart, Governos estrangeiros e aquisições feitas com patrocínios. Destaca-se
também a coleção Gilberto Chateaubriand, a maior e mais abrangente coleção de arte
moderna e contemporânea brasileira – cedida ao museu em regime de comodato e a coleção
Joaquim Paiva, dedicada exclusivamente à fotografia de nomes de diferentes gerações e
nacionalidades.

Um grande museu, e logo ali no centro do Rio de Janeiro! Tá esperando o que pra visitar?

Até loguinho, pessoal!