Você está na página 1de 98

MANEJO CLÍNICO

INSERIR O TÍTULO
DA TUBERCULOSE
DO EVENTO
X a X de XXXXXX de 2018 • Brasília/DF
Módulo 1
Programação
Avaliação
Acessar o link e responder
Orientações

Slides fundo verde: caso clínico

Slides fundo azul: teoria

Slides fundo vinho: discussão

Slides fundo branco: perguntas/respostas


LMS, homem com 35 anos, é auxiliar
de almoxarifado e reside em uma
comunidade na periferia de uma
região metropolitana há 05 anos.
Mora com esposa, 2 filhos e a sogra.
Apresentava tosse há um mês.
LMS e a família eram cadastrados na
Unidade de Saúde da Família (USF).

Sua casa era visitada pelo agente


comunitário de saúde (ACS) da
micro-área para avaliação da
situação vacinal das crianças.
Numa dessas visitas, LMS estava em
casa com muita tosse, mas o ACS não
observou.

O ACS verificou que as carteiras


vacinais não estavam em dia.
Orientou a família quanto ao
calendário e os encaminhou à USF.
LMS levou as crianças para
vacinação na USF e, na sala de
espera, teve um acesso prolongado
de tosse.
Vendo o episódio, o técnico de
enfermagem que fazia o
acolhimento lhe ofereceu um copo
d’água.
Três meses após o início dos sintomas,
LMS permanecia com tosse.

Também começou a perceber a


presença de raias de sangue e
secreção esverdeada ao expectorar,
febre vespertina, sudorese noturna e
perda de cerca de 10kg.
Procurou a emergência por três
vezes.
No último atendimento, após
radiografia de tórax, foi diagnosticado
com “princípio de pneumonia” e
medicado com antibiótico.
Além disso, foi orientado a procurar a
USF para acompanhamento.
1 – Em relação a história clínica de LMS, houve
falha de abordagem:

•Na visita domiciliar e na


a) emergência

b) •Na USF e na emergência

•Na visita domiciliar, na


c) emergência e na USF
1 – Em relação a história clínica de LMS, houve
falha de abordagem:

•Na visita domiciliar e na


a) emergência

b) •Na USF e na emergência

•Na visita domiciliar, na


c) emergência e na USF
2 – O que você considerou como falha na
abordagem?

a) •Orientação para a família ir à USF

b) •Falta de acolhimento na USF

•Ausência de busca ativa de


c) sintomático respiratório
2 – O que você considerou como falha na
abordagem?

a) •Orientação para a família ir à USF

b) •Falta de acolhimento na USF

•Ausência de busca ativa de


c) sintomático respiratório
BUSCA ATIVA

Identifica precocemente
pessoas que tossem:
Sintomático Respiratório
(SR)
OBJETIVOS DA BUSCA ATIVA
Descoberta precoce das
pessoas com TB que eliminam
bacilo por via respiratória
Interrupção da cadeia de
transmissão da TB
3 – Define-se
Define-se comocomo SINTOMÁTICO
sintomático RESPIRATÓRIO
respiratório o indivíduo(SR)
quena
apresenta tosse
busca ativa na por tempo igual
população geral,ou superiorque
a pessoa a:
apresenta tosse por tempo igual ou superior a:

a) •Duas semanas

b) •Três semanas

c) •Quatro semanas
3 – Define-se
Define-se comocomo SINTOMÁTICO
sintomático RESPIRATÓRIO
respiratório o indivíduo(SR)
quena
apresenta tosse
busca ativa na por tempo igual
população geral,ou superiorque
a pessoa a:
apresenta tosse por tempo igual ou superior a:

a) •Duas semanas

b) •Três semanas

c) •Quatro semanas
O QUE É UM SINTOMÁTICO
RESPIRATÓRIO?

Pessoa com tosse por


tempo igual ou superior a
três semanas
TEMPO DE TOSSE POR POPULAÇÃO
Tempo Exame de Raio
Periodicidade da
População (Duração) escarro X de
busca ativa
de tosse solicitado tórax
Em todas as visitas
População geral Baciloscopia
do ACS ou outro
adscrita ao 3 semanas ou Não
profissional da
território da ESF TRM-TB
equipe
População geral
que procura o Em todas as visitas Baciloscopia
serviço de saúde 2 semanas do usuário ao ou Não
(ESF, UBS ou serviço de saúde TRM-TB
Hospitais)*
Baciloscopia
Contato de TB Qualquer Na identificação
ou Sim
pulmonar duração do caso índice.
TRM-TB
TEMPO DE TOSSE POR POPULAÇÃO
Exame de Raio X
Tempo (Duração) Periodicidade da
População escarro de
de tosse busca ativa
solicitado tórax
Qualquer
duração.
Baciloscopia
Acrescida da
Sempre que ou
investigação de
PVHIV visitar o serviço TRM-TB e Sim
febre ou
de saúde cultura com
emagrecimento
TS
ou sudorese
noturna.
TEMPO DE TOSSE POR POPULAÇÃO
Tempo Exame de Raio X
Periodicidade da busca
População (Duração) escarro de
ativa
de tosse solicitado tórax
No momento da
Baciloscopia
admissão no sistema
ou
Qualquer prisional. Pelo menos
PPL TRM-TB e Sim
duração uma vez ao ano ou,
cultura com
idealmente, a cada 6
TS
meses (em “campanha”)
Baciloscopia
Pessoas Em todas as
Qualquer ou
em oportunidades de
duração TRM-TB e Pode
situação contato com
cultura com
de rua profissionais da saúde
TS
TEMPO DE TOSSE POR POPULAÇÃO
Tempo Exame de Raio X
Periodicidade da
População (Duração) escarro de
busca ativa
de tosse solicitado tórax
Albergues,
Qualquer Na entrada e repetir Baciloscopia ou
instituições
duração com a periodicidade TRM-TB e Pode
de longa
avaliada localmente cultura com TS
permanência
Todos os contatos
Qualquer com profissionais da Baciloscopia ou
Indígenas duração saúde e visitas do TRM-TB e Pode
agente de saúde cultura com TS
indígena
TEMPO DE TOSSE POR POPULAÇÃO
Tempo Exame de Raio X
Periodicidade
População (Duração) de escarro de
da busca ativa
tosse solicitado tórax
Qualquer Admissão e Baciloscopia ou
Profissionais
duração exame médico TRM-TB e Sim
de saúde
anual cultura com TS
Qualquer
Planejar
duração em
estratégias de Baciloscopia ou
situações de
Imigrantes busca de acordo TRM-TB e Pode
maior
com a realidade cultura com TS
vulnerabilidad
local
e
Sempre que
Diabetes Baciloscopia ou
2 semanas visitar o serviço Sim
mellitus TRM-TB
de saúde.
Define-se
4 – Ocomo
que sintomático respiratóriopara
é mais importante o indivíduo
uma
que apresenta tosse por tempo igual ou superior a:
estratégia de busca ativa?

a) • População alvo e tempo de tosse

• Periodicidade e disponibilidade
b)
do exame de escarro

c) • Respostas a e b estão corretas


Define-se
4 – Ocomo
que ésintomático respiratóriopara
mais importante o indivíduo
uma
que apresenta tosse por tempo igual ou superior a:
estratégia de busca ativa?

a) • População alvo e tempo de tosse

• Periodicidade e disponibilidade
b)
do exame de escarro

c) • Respostas a e b estão corretas


5 – Quais populações são prioritárias para a
busca ativa de sintomático respiratório?

• Pessoas vivendo com HIV


a) • Contatos de pessoas com TB pulmonar

• Contatos de pessoas com TB pulmonar


b) • Pessoas com diabetes

• Pessoas com diabetes


c) • Pessoas vivendo com HIV
5 – Quais populações são prioritárias para a
busca ativa de sintomático respiratório?

• Pessoas vivendo com HIV


a) • Contatos de pessoas com TB pulmonar

• Contatos de pessoas com TB pulmonar


b) • Pessoas com diabetes

• Pessoas com diabetes


c) • Pessoas vivendo com HIV
COMO PLANEJAR A BUSCA
ATIVA?
• Conhecer a meta anual de investigação
SR (1% da população geral)
• Registrar os dados no livro de SR
• Solicitar e orientar a coleta de escarro
• Fornecer os resultados com
orientações
LOCAIS ESTRATÉGICOS PARA A
BUSCA ATIVA DE SR
Todas as unidades de saúde:
• Primárias;
• Secundárias; e
• Terciárias, incluindo hospitais gerais
e emergências.
LOCAIS ESTRATÉGICOS PARA A
BUSCA ATIVA DE SR
Serviços de atendimento a PVHIV
Domicílios cobertos pela ESF
Outras instituições: sistema
prisional, asilos, hospitais
psiquiátricos, albergues de pessoas
vivendo em situação de rua
BUSCA ATIVA DE SR:
Domicílios cobertos pela ESF
Conhecer o território:
Qual a Rede de Assistência disponível?
• Identificar a presença de grupos com
maior vulnerabilidade.
• Identificar a rede de apoio de sua
unidade e estabelecer os fluxos.
Risco de adoecimento por tuberculose nas
populações vulneráveis*
Populações vulneráveis Risco de adoecimento por TB
Pessoas vivendo em situação de
56 X maior**
rua

Pessoas que vivem com o HIV 28 X maior

Pessoas privadas de liberdade 28 X maior

Indígenas 3 X maior

*Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação –Sinan/avaliados março de 2017, exceto**, retirado do Sistema de
Notificação e Acompanhamento dos Casos de Tuberculose – TB-WEB/SP e Prefeitura Municipal da São Paulo. Secretaria Municipal
de Assistência e Desenvolvimento Social. Censo da população em situação de rua na municipalidade de São Paulo, 2015. São Paulo,
2015.
PROCEDIMENTOS PARA A BUSCA
ATIVA DE SINTOMÁTICO
RESPIRATÓRIO
•Observar e perguntar: presença e duração
da tosse
•Orientar: coleta do escarro
•Conduzir: corretamente os casos com
diagnóstico bacteriológico positivo e
negativo
•Registrar: Livro do SR
EFETIVIDADE DA BUSCA DE CASOS
1. Qualidade dos registros.

2. Sistema de informação: desde a busca de SR até o


encerramento do caso.

3. Laboratório
• Público
• conveniado/Comissão intergestores regional (CIR)

4. Cálculo/transporte de amostras/motorista.

5. FICHAS/LIVROS/GAL/SINAN
BUSCA ATIVA

A BUSCA ATIVA DO
SINTOMÁTICO RESPIRATÓRIO É
MISSÃO DE TODOS!
BUSCA PASSIVA DO
SINTOMÁTICO RESPIRATÓRIO

A pessoa vem encaminhada de


outro serviço e/ou procura a
unidade espontaneamente por
estar com tosse.
BUSCA PASSIVA DO
SINTOMÁTICO RESPIRATÓRIO
É necessário que:
 A pessoa reconheça os sintomas da TB e
procure o serviço de saúde.
 O profissional de saúde conheça:
 sinais;
 sintomas;
 critérios para suspeição da doença; e
 métodos de diagnóstico para detectar a
doença.
BUSCA PASSIVA
ABORDAGEM DIAGNÓSTICA
1. Valorizar a presença de tosse,
independentemente do tempo.

2. Investigar a presença de sintomas gerais.

3. Solicitar exames complementares,


conforme sinais e sintomas.

4. Investigar doenças associadas.


Livro de registro do Sintomático
Respiratório
Livro de registro do Sintomático
Respiratório
Discussão

Como você planejaria a


busca ativa de casos na sua
realidade?
Lembre-se de todos os
aspectos já abordados!
LMS ...
Três dias depois do atendimento
na emergência, LMS procurou sua
USF, conforme a orientação
recebida.

Foi atendido por uma enfermeira.


6 – Em relação ao atendimento inicial de LMS
na USF, qual exame seria recomendado?

a) •Prova tuberculínica

b) •Nova radiografia de tórax

c)
•Exame bacteriológico de
escarro
6 – Em relação ao atendimento inicial de LMS
na USF, qual exame seria recomendado?

a) •Prova tuberculínica

b) •Nova radiografia de tórax

c)
•Exame bacteriológico de
escarro
7 – Para a adequada coleta de escarro,
o mais importante é:

• Orientar a pessoa sobre a


a) técnica e o local adequados

• Coletar o escarro no banheiro da


b) unidade

• Descartar amostras com aspecto


c) de saliva ou sanguinolenta
7- Para a adequada coleta de escarro,
o mais importante é:

• Orientar a pessoa sobre a


a) técnica e o local adequados

• Coletar o escarro no banheiro


b) da unidade

• Descartar amostras com aspecto


c) de saliva ou sanguinolenta
Adequada coleta de escarro
Local aberto,
preferencialmente
ao ar livre, com
condições
adequadas de
biossegurança.
Adequada coleta de escarro
1 - Inspirar profundamente pelo nariz,
reter o ar por alguns instantes e
expirar;
2 - Após repetir o procedimento três
vezes, inspirar profundamente e
expirar com esforço de tosse; e
3 - Tossir e expectorar a secreção
dentro do pote, sem tocar a parte
interna.
Repetir o procedimento quantas
vezes necessário.
Baciloscopia e TRM-TB
BACILOSCOPIA TRM-TB
•Diagnóstico de casos •Diagnóstico de casos
novos e novos
retratamento •Diagnóstico de
•Controle do resistência a
tratamento da TB rifampicina
•Simples •Detecta DNA do
•Existe há mais de complexo M.
100 anos tuberculosis
TRM-TB
8 – A baciloscopia ou TRM-TB de
escarro estão indicados para:

•Todos os sintomáticos
a)
respiratórios
•Todos que apresentem tosse,
b)
independentemente do tempo

c)
•Somente para as pessoas com
sinais sugestivos de TB pulmonar
8 – A baciloscopia ou TRM-TB de
escarro estão indicados para:

•Todos os sintomáticos
a)
respiratórios
•Todos que apresentem tosse,
b)
independentemente do tempo

c)
•Somente para as pessoas com
sinais sugestivos de TB pulmonar
A baciloscopia direta deve ser
solicitada para:
• Sintomático Respiratório
• Suspeita clínica e/ou radiológica de TB
pulmonar, independentemente do tempo de
tosse
• Suspeita clínica de TB extrapulmonar
• Controle mensal de TB pulmonar ou
laríngea
O TRM-TB deve ser solicitado para:

• Investigar TB em SR, sem tratamento


prévio;
• Investigar TB extrapulmonar nos materiais
biológicos já validados (líquor, gânglios
linfáticos e outros tecidos);
• Triagem de resistência à rifampicina nos
casos de retratamento;
O TRM-TB deve ser solicitado para:

• Triagem de resistência à rifampicina nos


casos com suspeita de falência ao
tratamento da TB; e
• Suspeita de TB em crianças (quando
possível coleta de escarro).
A baciloscopia de escarro, se
executada corretamente,
permite detectar de 60% a
80% dos casos de TB pulmonar
e o TRM-TB pode detectar até
90% dos casos.
Algoritmos diagnósticos

• Baciloscopia, independentemente da
população.
• TRM-TB, se caso novo adulto e adolescente.
•TRM-TB, se caso novo adulto e adolescente
vivendo com HIV.
• TRM-TB, se pessoa em retratamento.
Baciloscopia, independentemente da população.

Pessoa com sinais e sintomas


sugestivos de TB pulmonar

Realizar Baciloscopia + Cultura + TS1

Baciloscopia positiva2 Baciloscopia negativa3

Iniciar tratamento para TB com EB e Mantém sintomas?


aguardar cultura + TS
Não Sim
Cultura Cultura Cultura
positiva para positiva para negativa TB Continuar
TB com TB com para TB improvável investigação5
resistência resistência Aguardar o Aguardar o
detectada não detectada resultado resultado da
Cultura Cultura da cultura cultura + TS
positiva negativa + TS
Encaminhar para MNT para MNT
para referência Continuar o
terciária4 tratamento Encaminhar
imediatamente com EB Excluído o
para
diagnóstico
referência
de TB e
terciária
MNT
imediatamente
Algoritmo diagnóstico de casos novos* de TB pulmonar e laríngea em
adultos e adolescentes, baseado no TRM-TB**

Pessoa com sinais e sintomas


sugestivos de TB pulmonar

Realizar TRM-TB

MTB detectado MTB não detectado

Pessoa com TB
Mantém sintomas?

Resistência à Resistência à Não Sim


rifampicina rifampicina não
detectada1 detectada

Realizar outro TRM- Excluir Continuar


TB (nova amostra) + Realizar cultura + diagnóstico investigação5
cultura + TS2 TS de TB (cultura / TS)
Encaminhar para Iniciar tratamento
referência terciária3 para TB com EB4
imediatamente
* População: casos novos em população geral, em profissionais de saúde, em população privada de liberdade, em população em si tuação de rua, em população indígena e em
contatos de tuberculose resistente.
** Cartucho Xpert MTB/RIF Ultra
Algoritmo diagnóstico de casos novos de TB pulmonar e laríngea em adultos e
adolescentes que vivem com HIV, baseado no TRM-TB

Pessoa com sinais e sintomas


sugestivos de TB pulmonar

Realizar TRM-TB + Cultura + TS1

MTB detectado MTB não detectado


no TRM-TB MTB traços
no TRM-TB
no TRM-TB

Pessoa com TB
Iniciar tratamento Mantém sintomas?
para TB com EB
Resistência à Resistência à Rever o
rifampicina detectada rifampicina tratamento após Não Sim
no TRM-TB2 não resultado da
detectada no cultura e TS
TRM-TB
Realizar outro TRM-
TB Continuar
TB (nova amostra)
improvável investigação5
Encaminhar para Iniciar tratamento
Aguardar o Aguardar o
referência terciária3 para TB com EB
resultado da resultado da
imediatamente Rever o tratamento4
cultura e TS cultura e TS
Aguardar o resultado após resultado da
da cultura e TS cultura e TS
Algoritmo para pessoas em retratamento, baseado no TRM-TB
Pessoa com sinais e sintomas
sugestivos de TB pulmonar

Realizar Baciloscopia + TRM-TB + Cultura + TS1

Baciloscopia positiva2 Baciloscopia Baciloscopia Baciloscopia


+ MTB detectado positiva2 + MTB negativa3 + MTB negativa3 + MTB
não detectado não detectado detectado
Pessoa com TB
Mantém Resistência Resistência à
Iniciar
Resistência Resistência à tratamento
sintomas? à rifampicina
à rifampicina rifampicina para TB rifampicina não
detectada no não com EB detectada detectada no
TRM-TB4 detectada no Rever o Não Sim no TRM-TB TRM-TB
TRM-TB diagnóstico
após
resultado Continuar Realizar outro
Realizar outro TRM-TB (nova Encaminhar
TRM-TB (nova da cultura e investigação7
Iniciar amostra) para
amostra) TS para Aguardar o
tratamento Encaminhar referência
Encaminhar exclusão de resultado da
para TB com para secundária8
para referência MNT cultura e TS
EB referência e aguardar o
terciária5 Rever o terciária resultado da
imediatamente TB
tratamento6 improvável imediatamente cultura e TS
e aguardar o após e aguardar o
resultado da Aguardar o
resultado da resultado da resultado da
cultura e TS cultura e TS cultura e TS
cultura e TS
9 – A solicitação de cultura para LMS
estaria indicada:

• Se as duas baciloscopias fossem


a) negativas

• Independentemente do resultado
b) das baciloscopias iniciais

• Porque a sua radiografia evidenciava


c) imagem cavitária
9 – A solicitação de cultura para LMS
estaria indicada:

• Se as duas baciloscopias fossem


a) negativas

• Independentemente do resultado
b) das baciloscopias iniciais

• Porque a sua radiografia evidenciava


c) imagem cavitária
Considerações importantes
1) O resultado “MTB detectado traços” deve ser
considerado positivo em crianças, PVHIV e nos casos de
TB extrapulmonar. Recomenda-se realizar também a
cultura (preferencialmente por meio líquido) para
definição do diagnóstico de TB;

2) Diante da sensibilidade do TRM-TB para o diagnóstico


em crianças <10 anos, mesmo quando o resultado for
negativo (MTB não detectado), deve-se aguardar o
resultado da cultura e também utilizar o escore clínico
para elucidação diagnóstica da TB nessa população;
Considerações importantes
3) Em amostras salivosas, quando não for possível coletar
nova amostra, deve-se realizar o TRM ao invés da
baciloscopia, mas informar a característica da amostra
no resultado. Nesses casos a sensibilidade é mais baixa,
não descartando a investigação nos casos com resultado
negativo;

4) Amostras clínicas como fezes, sangue e urina não são


validadas;
Considerações importantes
5) O TRM-TB também pode ser utilizado para o
diagnóstico de formas de TB extrapulmonar e o
cartucho Ultra possui papel importante nesse
diagnóstico, devido a sua sensibilidade, porém um
resultado negativo não exclui a TB, sendo necessário
manter a investigação (amostras validadas);

6) Para o acompanhamento do tratamento da TB, deve-se


utilizar as baciloscopias de controle e o TRM apenas
para detectar resistência à rifampicina;
Considerações importantes

7) O material genético das MNT’s não é detectado pelo


Ultra. Assim, as amostras suspeitas de MNT devem
seguir para cultura.

8) Ressalta-se a importância da anamnese em todos os


casos e a importância do diagnóstico da TB ser uma
associação do diagnóstico laboratorial ao diagnóstico
clínico.
A enfermeira solicitou duas
amostras para baciloscopia, cultura
e TS, já que na sua unidade não
havia TRM-TB disponível.
Agendou a consulta para o dia
seguinte.
LMS foi orientado a continuar com
a medicação prescrita.
LMS compareceu à consulta
médica apresentando as
mesmas queixas.
Referiu tabagismo de 20 cigarros
por dia há 25 anos e consumo
diário de cerveja após o
trabalho.
Negou doenças pulmonares
prévias. Informou que seu pai
teve TB há 20 anos e foi
tratado por seis meses.
LMS apresentava-se lúcido,
orientado, emagrecido,
afebril, anictérico, com PA:
130x70 mmHg.
O murmúrio vesicular estava
audível universalmente, rude
nos terços superiores,
principalmente à direita.
Exame físico sem mais
alterações.
Radiografia de tórax
Resultado das baciloscopias:

1ª amostra: +++
2ª amostra: coletada no dia
da consulta médica
10 – Não define o diagnóstico de
tuberculose pessoa com:

a) • Exame bacteriológico positivo


• Evidência clínica, resultados de
b) exames de imagem ou histológicos
sugestivos de TB
• Radiografia evidenciando imagem
c) cavitária
10 – Não define o diagnóstico de
tuberculose pessoa com:

a) • Exame bacteriológico positivo


• Evidência clínica, resultados de
b) exames de imagem ou histológicos
sugestivos de TB
• Radiografia evidenciando imagem
c) cavitária
Definições de caso de TB
Critério Critério clínico:
bacteriológico: Toda pessoa com
sinais e sintomas
Toda pessoa que, sugestivos de TB que
independentemente não atendeu ao
critério
da forma clínica, bacteriológico, mas
apresenta pelo menos apresentou
uma amostra positiva resultados de exames
de baciloscopia ou de de imagem ou
histológicos
cultura ou de TRM-TB. sugestivos.
Radiografia de tórax
Localizações mais frequentes
Localizações mais frequentes
Imagens sugestivas de TB
Imagens sugestivas de TB
11 – Para toda pessoa com TB está indicada
a investigação de:

a) •Doença renal

b) •Infecção por HIV

c) •Doença hepática
11 – Para toda pessoa com TB está indicada
a investigação de:

a) •Doença renal

b) •Infecção por HIV

c) •Doença hepática
12 – Sobre a coinfecção TB-HIV é correto
afirmar que:
• PVHIV tem risco igual de adoecimento
a) por TB quando comparada com
pessoas sem HIV
• PVHIV tem maiores taxas de cura para
TB do que pessoas sem HIV, pois estão
b) habituadas a tratamentos de longa
duração
• PVHIV morrem mais de TB do que de
c) outras doenças infecciosas
12 – Sobre a coinfecção TB-HIV é correto
afirmar que:
• PVHIV tem risco igual de adoecimento
a) por TB quando comparada com
pessoas sem HIV
• PVHIV tem maiores taxas de cura para
TB do que pessoas sem HIV, pois estão
b) habituadas a tratamentos de longa
duração
• PVHIV morrem mais de TB do que de
c) outras doenças infecciosas
COINFECÇÃO TB-HIV
Porque é importante realizar o teste
de HIV nas pessoas com TB?

A TB é a principal causa óbito por


doença infecciosa definida entre
PVHIV.
MANEJO DA COINFECÇÃO TB-HIV

Diagnóstico da TB em PVHIV
Sintomático respiratório com HIV,
independentemente do tempo de
tosse, solicitar: TRM-TB; Cultura e TS;
Raio X tórax.
MANEJO DA COINFECÇÃO TB-HIV

Diagnóstico HIV em pessoas com TB


Ofertar o teste de HIV a todas as
pessoas com diagnóstico TB.
Nestes casos, além do tratamento da
TB oportuno, deve ser iniciada a
terapia antirretroviral
COINFECÇÃO TB-HIV
Todas as PVHIV com TB devem iniciar TARV.
• iniciar TARV em 2 semanas:
• contagem de linfócitos T-CD4+ < 50

• iniciar TARV em 8 semanas:


• contagem de linfócitos T-CD4+ ≥ 50
• pessoas com tuberculose meníngea,
independentemente de T-CD4+
COINFECÇÃO TB-HIV

Recomenda-se a organização da
rede de atenção à saúde de
forma a garantir atenção integral
às pessoas com coinfecção TB e
HIV.
13 – Além de solicitar o exame de HIV, a outra ação
necessária após o diagnóstico de TB é a notificação do
caso. A responsabilidade do preenchimento da ficha
de notificação é do profissional:

a) •Da vigilância epidemiológica

b) •Quem fez o diagnóstico de TB

c) •Da enfermagem do PCT


13 – Além de solicitar o exame de HIV, a outra ação
necessária após o diagnóstico de TB é a notificação do
caso. A responsabilidade do preenchimento da ficha
de notificação é do profissional:

a) •Da vigilância epidemiológica

b) •Quem fez o diagnóstico de TB

c) •Da enfermagem do PCT


Ficha de Notificação de caso de TB (SINAN)
Livro de registro e acompanhamento
de caso de TB “livro verde”
Livro de registro e acompanhamento
de caso de TB “livro verde”