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A forma de psicologia e religião mais clara do planeta são os ensinamentos

hunas do Hawaí.
ALOHA , leitores !!!
Através de nossas experiências multidimensionais e mesmo avaliando no plano
físico apenas, notamos que várias comunidades indígenas que existem
espalhadas pelo mundo criam campos energéticos fortíssimos e muito saudáveis
. Notamos que eles estão mais conectados com a natureza , com os animais , com
os vegetais , com os seres elementais , com os seres dévicos, enfim , com um
amparo sempre muito especial. Estão conectados mais à Fonte Cósmica do que
os seres chamados “civilizados.” E vários ensinamentos e citações indígenas
mostram a verdadeira sabedoria em todas as suas nuances.
Em um artigo nosso de junho intitulado JORNAL DA NAVE SHAN : ALERTA GERAL
PARA O ATO DA ORAÇÃO E DO AUTO-DOMÍNIO DOS PENSAMENTOS informamos
que mais de noventa por cento das orações que são efetuadas no mundo tem sua
energia não dirigida para a Fonte Cósmica, mas apenas atingem as dimensões
intermediárias astral e mental, onde são interceptadas por seres “vagantes e
desocupados” interdimensionais de polaridade negativa que se passam por
deuses ou entidades divinizadas pela população.
Nós que somos oriundos de uma nave espacial chamada Shan que é uma nave-
cidade-mãe que existe no espaço , normalmente não usamos e aplicamos o
estado da oração, mas sim da meditação para atingir à Fonte Cósmica. No
entanto, como notamos que a maioria da população terrestre têm necessidade
em orar , mas tal ato é feito de forma ineficaz , começamos a atrair e perguntar
como seria fazer uma oração de perfeito alinhamento com a Fonte Cósmica de
forma pormenorizada para informar os habitantes da superfície terrestre.
Em viagens extracorpóreas patrocinadas por amparadores interdimensionais
fomos levados para a ilha do Hawaí e vimos astralmente que comunidades
indígenas havaianas utilizam muito o ato de oração. Verificamos que eles faziam
uma oração perfeita, porque, no momento da mesma , recebiam banhos
energéticos potentíssimos e terapêuticos que mostravam que a conexão direta
com à Fonte Cósmica é feita regularmente. Muitos sacerdotes havaianos ,
chamado kahunas , conseguem catalisar esta forma de oração , sem que fossem
interceptadas por seres regressivos ou de polaridade negativa.
Curiosamente quando tive esta experiência, pela lei da sincronicidade universal ,
quando acordei numa manhã , notei que apareceu como seguidor meu na rede
social twitter , uma comunidade havaiana huna que queria me contatar. Também
lembravam das experiências extracorpóreas que tive por lá e perceberam que eu
queria escrever um artigo pormenorizado de como fazer uma oração perfeita.
Depois de várias conversas com um kahuna havaiano por e-mails e com base num
livro raro que achei chamado MILAGRES DA CIÊNCIA SECRETA do autor MAX
FREEDOM LONG , consegui várias informações que são passadas nos parágrafos
abaixo...então vamos lá !!!
Os ensinamentos dos hunas havaianos constituem uma ciência secreta que
chegou ao Ocidente através do trabalho de Max Freedom Long. Inicialmente ,
Long aprendeu a respeito com William Tufts Brigham , que vivera quarenta anos
no Hawaí tentando compreender o segredo desses ensinamentos. Ele conseguira
obter muitas informações , porém nunca chegara ao âmago dos ensinamentos.
Long tinha ouvido falar sobre o interesse de Brigham nos hunas e o procurou.
Brigham percebeu , após uma breve conversa , que , aos oitenta e dois anos de
idade , havia encontrado o homem que levaria adiante seu estudo e sua pesquisa
pela essência dos ensinamentos dos hunas que ele não fora capaz de encontrar.
Max Freedom Long estudou o trabalho de Brigham e , de fato , o levou adiante.
Porém , deparou-se com os mesmo obstáculo encontrado pelo pesquisador.
Os ensinamentos dos hunas eram tradição antiga que havia sido transmitida
oralmente. Toda vez que Max Freedom Long fazia um esforço para compreendê-
los , encontrava um obstáculo. Os poucos kahunas que ainda restavam no Hawaí
recusavam-se a falar-lhe. Por muitos anos ficou preso num impasse.
Então , em um mil novecentos e trinta e cinco , teve uma inspiração. Ao despertar
, teve o vislumbre de fazer uma nova tradução dos cânticos e orações gravadas ,
baseando-se nas raízes das palavras ( A língua havaiana é feita de palavras longas
construídas a partir de palavras de raízes curtas ). A nova tradução foi a chave
que liberou o segredo de como os kahunas realizavam seus feitos aparentemente
mágicos.
Max Freedom Long passou os quarenta anos seguintes estudando e trabalhando
com os ensinamentos hunas até sua morte em um mil novecentos e setenta e
um. Foi nessa época que o aprendizado passou para E. Otha Wingo. Este é o chefe
do Huna Research Associates ( Associados da Pesquisa Huna ) e é autor do Curso
por Correspondência Huna em Doze Lições. Esse curso ensina a aplicação prática
dos ensinamentos hunas.
O que apresento a seguir baseia-se nos ensinamentos hunas do modo como
compreendi a partir de Max Freedom Long, de E. Otha Wingo e do sacerdote
kahuna com quem converso por e-mails e na rede social twitter.
A essência desses ensinamentos é que o ser humano tem três eus , ou mentes.
Facilmente podem ser chamadas de mente subconsciente , mente consciente e
mente superconsciente. Os kahunas chamam a mente consciente de “uhane” ,
ou eu médio. Esse eu médio é a parte de um ser humano que é consciente de sua
própria existência e tem a capacidade de raciocinar. Também tem livre-arbítrio
para criar como quiser , junto com o eu inferior.
A mente subconsciente é chamada “unihipili” , ou eu inferior. É a parte do ser
humano que apresenta o material inconsciente à mente consciente e assim ela
pode argumentar a favor ou contra ele. O eu inferior é o depósito de toda a
memória e o lugar das emoções. Sua forma de atividade mental é considerada
como sendo a do raciocínio em nível animal. O termo “inferior” não tem
conotação de grau ou importância e refere-se apenas aos fatos de estar abaixo
do nível de consciência do eu médio e de seu centro corporal encontrar-se no
plexo solar , e não na cabeça.
A terceira parte é o eu superior , chamado “aumakua” pelos kahunas. O eu
superior é o “mais velho , inteiramente confiável , aparentado eu do espírito.”
Esse eu superior vive num plano mais elevado de consciência fora do corpo físico.
Ele não intervêm nos assuntos da vida a menos que seja solicitado. Essa é uma lei
cósmica e o eu superior precisa segui-la.
O eu superior tem uma forma de atividade mental mais elevada do que a do eu
médio e a do eu inferior. É a parte que dirige os sonhos , as intuições e
premonições por meio do eu subconsciente. Os ensinamentos hunas dizem que
o eu superior constrói seu futuro a partir dos pensamentos , esperanças e receios
dos eus médio e inferior.
O eu superior deve ser capaz de ver o futuro dentro do limite em que seus
pensamentos foram cristalizados. Como os pensamentos mudam diariamente na
vida dos eus médio e inferior , de acordo com os ensinamentos hunas , o futuro
também muda. Também a comunicação com o eu superior ocorre muito
naturalmente durante o sono. Nesse contato , a maioria dos pensamentos do dia
devem ser calculados pelo eu superior e utilizados , por algum mecanismo
misterioso , para materializar as condições do futuro.
Nos ensinamentos hunas , cada um dos três eus tem seu papel apropriado para
desempenhar na vida de cada pessoa. Vida , saúde e felicidade relacionam-se à
integração , combinação e harmonização desses três eus.
O outro ensinamento básico huna é que as pessoas são constituídas de dez
elementos básicos. Para compreender esse conceito é necessário entender a
tríade mente-força-matéria. Já mencionei os três níveis da mente : subconsciente
, consciente e superconsciente. Acredita-se também que a força vital básica , ou
energia , no corpo de uma pessoa é dividida em três voltagens. A voltagem mais
baixa é a do eu inferior ou subconsciente. Essa mesma força vital , quando
utilizada pelo eu médio , ou mente consciente , é elevada a uma voltagem maior.
Do mesmo modo , quando a força vital é elevada ao nível da consciência do eu
superior , ela é elevada , outra vez , a um nível ainda mais alto. A força vital básica
de uma pessoa muda segundo o eu que está usando aquela energia.
O último elemento dessa tríade é o da matéria. Os ensinamentos hunas dizem
que cada um dos três eus tem um corpo sombra , o corpo etérico. Os corpos
sombras são corpos metafísicos e duplicatas exatas de tudo o que existe no
mundo físico. São esses moldes energéticos que mantêm todas as formas físicas
juntas. Tudo o que já foi criado tem um corpo sombra.
O corpo sombra do eu inferior é um molde de todos os tecidos do corpo físico.
Dessa forma , o corpo sombra do eu inferior se parece exatamente com o corpo
físico , exceto pelo fato de ser metafísico na forma. Toda a memória é
armazenada nesse corpo sombra do eu inferior. O corpo sombra do eu médio é
um corpo de energia na região da cabeça física. Dessa forma , os eus inferior e
médio , interpenetram o corpo físico com seus corpos sombras.
O eu superior também tem um corpo sombra , mas ele não interpenetra o corpo
físico. O eu superior está conectado ao eu inferior por um cordão de energia. Esse
cordão tem sido chamado o cordão de prata em outros ensinamentos.
Até aqui mencionei nove elementos. O décimo elemento é o corpo físico , que é
o veículo ou instrumento pelo qual o eu inferior e o médio operam e vivem.
Os ensinamentos hunas dizem que o eu superior exprime todas as qualidades
divinas : compaixão , paciência , amor , perdão. É o ideal ao qual o eu médio
aspira. É um passo avançado nos poderes mentais e nas capacidades criativas. O
eu superior também é considerado como uma comunidade combinada de
espíritos. Eus superiores são considerados como sendo individuais quanto à
identidade e , no entanto , um com todos os outros eus superiores ao mesmo
tempo. O eu superior também é considerado uma perfeita fusão do masculino e
do feminino , um eu andrógino.
Os corpos sombras dos três eus são feitos de uma substância chamada “aka” ,
que tem uma qualidade pegajosa e elástica e pode se esticar sem romper. Essa
substância também é um transportador e condutor perfeito da força vital. De
acordo com os ensinamentos hunas , o corpo sombra do eu inferior é capaz de
mudar de forma , temporária ou permanentemente , para formar um fio de
conexão entre os eus médio e superior. Se você tem um bom relacionamento e
uma forte forte ligação com seus eus inferior e superior , você transformou esses
fios “aka” em cordões “aka”. A força vital e as formas-pensamento transitam
sobre esses fios e cordões “aka”.
Toda vez que você entra em contato com seu eu inferior , seu eu superior ,
qualquer objeto ou qualquer pessoa no mundo , vocês estão enviando fios “aka”.
Quando o contato é feito entre duas pessoas , um fio longo e pegajoso se forma
entre elas. Outro contato acrescenta outros fios “aka” , e eles se entrelaçam
juntos , formando um cordão “aka”. Este resulta numa forte compatibilidade
entre as duas pessoas.
A comunicação telepática , de acordo com os ensinamentos hunas , relaciona-se
com o trânsito da energia vital e de formas-pensamento ao longo dos cordões
“aka”. Essa transmissão telepática de formas-pensamento e energia vital pode
ocorrer entre os eus médio , inferior e superior e entre duas pessoas que têm
uma forte conexão de cordão “aka”.
Todo pensamento também tem um corpo sombra ao seu redor. Quando um
pensamento é formado , ele é ligado por um fio de “aka” aos fios do pensamento
que vieram antes dele. Esse conceito é a explicação para a associação de idéias
reconhecida pela psicologia moderna. Em outras palavras , um dado pensamento
atrai os fios de todos os pensamentos semelhantes.
Outro aspecto extremamente importante dos ensinamentos hunas é a
importância do “mana” , ou força vital. Mana é a energia básica em tudo. Os
ensinamentos hunas dizem que o mana é retirado do alimento e do ar pelo eu
inferior e armazenado no corpo sombra do eu inferior. Essa força vital no corpo
sombra do eu inferior pode ser utilizada para qualquer coisa que o eu médio
queira. Quando utilizado pelo eu médio , o mana é elevado do corpo sombra do
eu inferior para a região física da cabeça do eu médio e , no processo em que é
elevado , muda de alguma forma sutil. Essa força , quando elevada , chama-se
vontade pela psicologia moderna. Quando o eu médio não utiliza essa força de
vontade como deveria , o eu inferior entra em cena e passa rapidamente de uma
atividade para outra sem transportar nenhuma sugestão ou comando
eficazmente.
O eu inferior ou subconsciente é como uma criança. Ele precisa ser amado e
tratado com firmeza e de maneira disciplinada. Se a criança for mimada e não
receber nenhum tipo de disciplina , vai se expressar descontroladamente. Dá-se
o mesmo com o eu inferior. Por isso é essencial que o eu médio eleve o mana
para utilizá-lo como força de vontade. O eu médio é a mente que raciocina , é
como o pai do eu inferior , do mesmo modo como o eu superior é o pai do eu
médio. Os três eus são graduações de consciência.
Os kahunas acreditam que tudo no Universo está em evolução , incluindo os
elementos , as plantas , os insetos , os animais , os eus inferiores , os eus médios
e os eus superiores. Eles vêem todo o Universo como graduações de consciência.
Os kahunas acreditam que o Criador é um ser trino , da mesma forma que as
pessoas. Eles acreditam que o Criador é uma trindade de níveis de espírito ; e
chamam esses três níveis de Ku ,Kane e Kanaloa. Esse conceito do Criador é
correlato ao de outras religiões , como o cristianismo ( Pai , Filho e Espírito Santo
) e o hinduísmo ( Brahma , Vishnu e Shiva ). Os kahunas acreditam que o processo
de evolução é de mudança por meio desses níveis de consciência de volta ao final
com o Criador , ou Ku.
Fazer orações para o eu superior é semelhante ao processo utilizado entre o eu
inferior e o médio. Uma vez que o eu médio tenha elevado a energia vital do
corpo sombra do eu inferior para utilizá-la como vontade , ele pode fazer
qualquer coisa que quiser com essa energia. Essa vontade pode ser utilizada para
exercício físico , ou para controlar o eu inferior ou para pensar , ou orar , ou o que
quer que seja. O processo de orar ao eu superior envolve elevar a força vital , ou
mana , para cima , do eu médio à voltagem próxima.
O aspecto único dos ensinamentos hunas é que o eu inferior leva a oração ao eu
superior. Se o eu inferior tem um complexo de pecado , culpa , falta de
merecimento ou dúvida , ele nunca entregará a oração. O eu inferior usa o mana
que o eu médio elevou e envia essa energia vital para cima ao cordão “aka” com
a oração.
Os kahunas crêem que o eu superior não pode manifestar uma oração a menos
que receba o mana necessitado dos eus médio e inferior. Assim , é essencial , de
acordo com o ensinamento huna , acumular uma sobrecarga de força vital antes
de começar a orar ao eu superior. Uma grande ênfase é dada a como isso é feito.
Como mencionei antes , uma certa quantidade de força vital é criada a partir a
partir do alimento que você ingere e do ar que você respira. Os ensinamentos
hunas falam de vários outros meios para acumular energia extra :
- Pedir ao eu inferior e comandá-lo para acumular uma sobrecarga de energia
vital para uso na oração ;
- Exercício físico ;
- Respiração profunda , que provoca a queima de mais açúcar do sangue ( o
método principal ) ;
- Posturas ;
- Alimentação nutritiva ;
- Visualizar a força vital elevando-se como uma fonte de água da base da coluna
para cima até o alto da cabeça ;
- Manter uma atitude mental para ganhar poder e força pessoal , como a atitude
que você manteria ao se preparar para uma corrida ;
- Sono e descanso apropriados ;
- Afirmações ditas em voz alta , como “ A força de vida Universal está fluindo em
mim agora. Eu a sinto.”
Além da necessidade de uma sobrecarga de mana , há a necessidade de “Clarificar
o Caminho”. Isso significa remover todas as formas-pensamento que possam
sabotar a oração. Essas formas-pensamento podem ocorrer na mente consciente
ou na subconsciente. Por exemplo , se você fizer uma oração de cura e depois
disser que acha que não vai funcionar , então você está , obviamente ,sabotando
seus esforços com formas-pensamento opostas. Também pode ocorrer que sua
mente consciente esteja atrás da oração , mas sua mente subconsciente não
esteja. O eu inferior pode transmitir a oração , porém arruiná-la com formas-
pensamento de dúvida ou medo . Outra possibilidade é a de o eu inferior recusar-
se a transmitir a oração em virtude de suas fixações com sentimentos de culpa e
falta de merecimento. Por isso, o relacionamento entre o eu médio e o eu inferior
é essencial antes de você pode envolver eficazmente o eu superior.
De acordo com as orações hunas , o único pecado que existe é o de ferir outra
pessoa. Não é possível pecar contra o Criador ou contra o eu superior. Para
clarificar o caminho , você deve reparar ou saldar as mágoas infligidas a outrem.
Isso pode ser feito de infinitas maneiras , com a condição de o eu inferior estar
convencido de que foram feitos reparos. Algum tipo de ação ou estímulo físico ,
em geral , é mais convincente para o eu inferior. Qualquer ato percebido como
um sacrifício , ou um serviço prestado a outros , pode ajudar a equilibrar
complexos de culpa e sentimentos de falta de merecimento.
O eu médio e o eu inferior podem ser treinados para conhecer o que é
pecaminoso de verdade , em oposição ao que é considerado pecaminoso
segundo o dogma da religião tradicional. Uma vez que a clarificação do caminho
tenha sido realizada , o eu inferior pode enviar o mana acumulado e orações em
forma-pensamento diretamente do cordão “aka” ( o antakarana , na terminologia
hindu ) ao eu superior.
O último passo no processo é criar um pensamento apropriado em forma de
oração. As orações hunas ensinam que pensamentos são como sementes. De
alguma forma sutil , o eu superior utiliza seus pensamentos para criar seu futuro.
A ação daquele que ora é um meio de enviar novas formas-pensamento ao eu
superior , a fim de materializar um resultado desejado no plano terrestre.
Ao fazer orações , os kahunas enfatizam a importância de preparar , com muito
cuidado , as sementes em forma-pensamento que você deseja criar. Uma regra é
que aquilo que você pede não fira outros e seja um pedido razoável de algo
sinceramente necessitado por você ou outros. Sugere-se que as palavras exatas
da oração sejam escritas em papel ; assim , um quadro preciso daquilo que é
desejado pode ser visualizado. Também é essencial que a oração seja
pronunciada em linguagem positiva e não negativa.
Os ensinamentos hunas dizem que uma oração de cura deve ser articulada em
palavras de maneira a descrever o resultado desejado , em vez de mencionar a
doença. Por exemplo , uma oração fraca , segundo eles , seria : “Curai minha
perna machucada.” Mencionar a perna machucada é apresentar a forma-
pensamento negativa. Um modo melhor de fazer essa oração é : “Peço que minha
perna seja curada de modo que eu possa correr , saltar e andar , com facilidade ,
equilíbrio e conforto perfeitos , para alegria de meu coração.” Nesse exemplo , a
forma-pensamento não menciona a lesão , mas , antes , visualiza o resultado da
cura. A visualização da forma-pensamento desejada é um meio de fortalecer os
pensamentos da semente enviados ao eu superior.
Em suma , o método de oração huna inicia-se clareando o caminho , removendo
todas as formas-pensamento negativas dos eus médio e inferior que impediriam
o eu inferior de levar a oração em forma-pensamento ao eu superior.
O segundo passo consiste em criar a oração em forma-pensamento exata ,
inclusive escrevê-la em papel , e desenvolver uma nítida visualização do
resultado.
O terceiro passo é promover o acúmulo de energia vital no corpo sombra do eu
inferior para uso do eu médio quando tiver início a ação da oração.
Quando esses três passos tiverem sido cumpridos , a oração é repetida em voz
alta , três vezes , e você utiliza a sua vontade para imprimi-la no eu inferior e
construir fortes grupos de formas-pensamento. Tendo sido pronunciada dessa
maneira , a oração fica retida na mente e o eu inferior recebe a ordem de levá-la
ao eu superior ( a alma ). Quando se sente um formigamento elétrico , a oração
é chamada de volta , ou repetida em voz alta , de modo a poder ser enviada ao
eu superior com o suplemento extra de força vital necessário para materializar as
formas-pensamento da oração no presente ou no futuro.
A parte final da oração deve ser definida ; caso contrário , há o perigo de fazer
uma mixórdia de pensamentos contaminados na forma-pensamento preparada.
Os kahunas terminam suas orações com as seguintes palavras : “A oração alça
vôo. Que caia a chuva de bênçãos.” Essa declaração é importante , pois o eu
superior só manifestará o que lhe for pedido para manifestar ; “Que caia a chuva
de bênçãos“ é o pedido para que a oração seja atendida.
O término formal de uma oração pode ser adiado de quinze segundos a um
minuto , para permitir ao eu inferior realizar seu trabalho de enviar a força vital
e a oração em forma-pensamento para cima, ao cordão “aka”. Durante esse
período , é essencial que o eu médio relaxe , a fim de evitar que o eu inferior seja
chamado para retornar de imediato e iniciar outra tarefa.
Quando a oração tiver sido completada , ela precisa ser liberada para a guarda do
eu superior. Então , é necessário apenas que o eu médio e o inferior sintam fé e
confiança em que a oração será respondida. Qualquer pensamento diferente
sabotaria o procedimento da oração. O modo como a oração será respondida
deve ser deixado a cargo do eu superior.
Nesse ponto, é extremamente importante , que o eu médio , você , a
personalidade consciente que fez o pedido , faça tudo o que for humanamente
possível para ajudar a manifestar a oração. Só porque uma oração foi feita não
significa que você pode limitar-se a ficar sentado no quarto esperando a
manifestação dos resultados. O eu médio e o eu inferior devem continuar a
cumprir sua parte para manifestar a oração , enquanto evitam pensamentos
negativos.
Também é importante que você não fale sobre a oração com ninguém que viesse
a sugerir qualquer dúvida ou negatividade sobre a manifestação dela.
Quando uma oração é feita para a cura de outra pessoa , esta deve ser purificada
de todos os complexos negativos como condição preliminar ; caso contrário , seu
eu inferior impedirá a cura.
O último ponto nesta apresentação do método de oração huna é que você deve
estar preparado para rezar da mesma e exata maneira diariamente , até o
resultado que deseja alcançar.
O fenômeno da cura instantânea pelo eu superior , de acordo com esses
ensinamentos , envolve o corpo sombra ou etérico do eu inferior. Como foi
explicado acima , o corpo sombra do eu inferior é um molde metafísico perfeito
do corpo físico. Um osso pode quebrar no corpo físico , porém o projeto ou molde
perfeito no etérico , não será afetado.
No processo de cura instantânea , o molde esvaziado de tecidos rompidos ou
doentes é preenchido outra vez com substâncias básicas que estão de acordo
com o molde não afetado. De algum modo sutil isso é feito pelo eu superior ,
quando lhe for pedido , quando o caminho estiver claro e a força vital necessária
para fazer a mudança tiver sido fornecida.
O mesmo processo explica o fenômeno dos aportes. Usualmente , isso se refere
à mudança de objetos físicos através de longas distâncias por espíritos
desencarnados. A explicação é que , de algum modo , o espírito obtém um
acúmulo de energia vital extra e a utiliza para desmaterializar o objeto físico para
sua forma etérica ou sombra e depois leva o objeto para o lugar desejado e o
materializa outra vez na fisicalidade.
Ainda por esses ensinamentos , também é possível ao eu superior controlar
coisas , como o tempo , os animais , os insetos , a vida vegetal – de fato, tudo o
que for tri ou quadridimensional no plano da realidade.
A presença de espíritos numa sessão ocorre porque eles utilizam a força vital do
médium e do grupo para se formar em matéria mais densa.
Há uma observação interessante sobre a força vital e seu uso pelos kahunas ,
relacionada à época da guerra do Hawaí. Um kahuna pegaria um bastão e o
encheria de força vital. Quando jogasse sobre o inimigo próximo , este seria
atingido e nocauteado na hora , ficando inconsciente. Por isso, da importância de
ser ético em todas as situações da vida.
O processo da psicometria envolve em dar ordem ao eu inferior para seguir os
fios “aka” de um objeto até seu proprietário , que pode estar do outro lado do
mundo ou em outras dimensões. Aparentemente , isso não tem importância para
o eu inferior. Os pensamentos , memórias e aparência da pessoa são anotados e
, então , levados de volta e entregues ao eu médio.
Como o corpo sombra do eu inferior é uma duplicata do corpo físico , o eu inferior
, em conseqüência , tem cinco sentidos interiores , do mesmo modo que o corpo
físico tem cinco sentidos exteriores. O eu inferior pode ser treinado para obter a
informação que seria impossível ao eu médio conseguir. O fenômeno da viagem
astral ocorre quando o eu inferior , ou o eu inferior e o médio , deixam o corpo
físico por um certo período de tempo e viajam na freqüência astral. Os hunas
ensinam que todas as pessoas fazem isto todas as noites durante o sono , ainda
que não se lembrem de nada ao acordar. Também você pode se projetar em
dimensões superiores através do seu eu superior ou “aumakua” que , na verdade
, jamais está encarnado.
Acredita-se que depois da morte física , a pessoa cria uma forma-pensamento ,
ou “purgatório” , na qual ela , como num sonho , passaria por todas as
experiências e acontecimentos pelos quais teria de passar.
O último ponto que eu gostaria de apresentar sobre os ensinamentos hunas é o
conceito de vida formal. A integração dos três eus era o objetivo , porém os
kahunas acreditavam que cada coisa viva estava em seu estágio de evolução
intencionada e que havia tempo suficiente para tudo crescer para o alto. Eles
acreditavam que a vida familiar e toda vida normal eram boas. Não pregavam
uma doutrina de ascetismo ou de negação de si mesmo. Eles achavam que o eu
inferior era tão importante no mecanismo da vida quanto o eu superior e que o
Criador não podia ser alcançado indo-se diretamente para cima, mas vivendo-se
adequada e normalmente , e em irmandade na Terra. Mas , às vezes , os indígenas
hunas conseguem fazer uma conexão direta com a Fonte Cósmica , mesmo que
não lembrem das experiências depois.
Agora para terminar vamos passar um exemplo de oração huna que me foi
explicado pelo kahuna que conversa comigo por e-mails , mudando alguns seres
evocados :
“Amada Presença da Fonte Cósmica , minha Poderosa Presença do Eu Sou , minha
Mônada , Mestres Ascensionados , Logos Planetário , meu Eu Superior ,
Comandos Extra-Planetários , Comandos Suprafísicos ou Intraterrenos ,
Comandos Intraoceânicos e Atmosféricos , Seres Dévicos , Seres Elementais e a
Hieraquia Planetária Terrestre “ :
“Venho pedir e orar , de todo o meu coração , de toda a minha alma , de todo o
meu entendimento e de toda a minha força , rogando a sua divina ajuda ,
orientação , conselho e divina intervenção na minha vida , para que eu – aqui
você define o que quer manifestar em sua vida”.
“Amém”
Repita três vezes em voz alta.
“Minha amada mente subconsciente , peço e ordeno que você leve esta oração-
forma-pensamento à Fonte Cósmica , por meio da minha amada Mônada , com
toda a força vital e o mana necessários e imprescindíveis à manifestação e à
expressão desta oração.”
Aguarde quinze segundos a um minuto e visualize a oração jorrando para cima
pelo chacra da coroa , no topo da cabeça , como um gêiser.
“Senhor , que caia sobre mim uma Chuva de Bençãos !!!”
SHAUMBRA , NAMASTÊ e ALOHA a Todos !!! E que caia a Chuva de Bençãos para
Todos Vocês !!!
Publicada por Renan Roxan,Saches, Noah,Ethan and Diego em 01:08

Como Falar Com o Seu DNA


1 DE MAIO DE 2017 0 COMENTÁRIOS
Você é energia e vibração… sua voz, seus pensamentos, tudo em você, é exatamente isso… o que você
pensa e fala influi em você, e isso pode te curar ou te adoecer. Fale com você, converse com o seu eu
interior, você perceberá como isso te fará bem.

Nosso DNA contem os segredos da imortalidade e do bem estar, dentro dele está a sabedoria não só dos
nossos antepassados genéticos, do nosso passado, como também experiências de vidas futuras. Foi-nos
dito que ativaremos as dez fitas do DNA adormecido “lixo” que estão sobrepostos nas duas vertentes ativas
do DNA, que atualmente funcionam, mas como poderemos ativar este DNA extra a fim de acessar a
sabedoria necessária para seguirmos em frente?

O que é DNA?

O DNA se encontra no núcleo de cada célula do nosso corpo, exceto nas células vermelhas do sangue, este
transporta DNA apenas nas células brancas do sangue, porque as vermelhas não possuem núcleo. As
instruções para o projeto do nosso corpo humano é replicado na íntegra em cada núcleo. Em essência, o
nosso corpo é um grande holograma com cada célula contendo um padrão completo do DNA e cada célula
contem a totalidade da nossa existência física.

Além de servir como um modelo, o DNA serve como um lugar para armazenar registros de experiências e
sabedorias, também permite a comunicação com os aspectos mais profundos de nós mesmos. Hoje, os
cientistas estão conscientes de que temos dois filamentos entrelaçados ativos de DNA, que carregam os
códigos para as nossas características e interações como seres humanos. Dentro dessas duas vertentes se
encontra a marca genética do nosso corpo físico, de nossos pais, avós, e assim por diante. Os outros
filamentos de DNA foram rotulados como inativos pela ciência. Esse DNA misterioso é a porta mágica para
um novo reino. A boa notícia é que as outras vertentes estão lentamente despertando e fundindo-se com
as duas cadeias do nosso DNA, se expandindo à medida que aumentamos a nossa vibração em conjunto
com o planeta.

O que afeta o nosso DNA?

A diminuição do campo magnético da Terra e o aumento da atividade Solar são fatores que farão com que
as outras cadeias do DNA sejam “ativadas” ou fundidas com a nossa existência.

A medida que a nossa vibração continua a aumentar, permitirá uma mudança na consciência com uma
maior sabedoria do nosso DNA sendo acessível dentro do corpo físico.

Por que eu quero falar com o meu DNA?

Cada célula do nosso DNA tem consciência de que está ligada ao EU superior, ele é a mente consciente da
nossa alma, é a maior essência de quem somos como um ser espiritual. Somos um dedo de consciência da
nossa alma, enviados para baixo nas dimensões inferiores, mas a nossa alma é muito grande para se
manifestar na baixa densidade da terceira dimensão. Como nosso universo, galáxia, e planeta estão se
expandindo, isto vai possibilitar nos expandirmos também, permitindo mais acesso as nossas partículas da
alma que estamos escolhendo trazê-las a esta realidade, para viver em um corpo humano. Fazendo isso
devemos mudar de uma estrutura de carbono para uma de densidade mais leve.

Ao nos comunicarmos com o nosso DNA, podemos realizar muitas coisas, incluindo:

Ascensão: Quando expandimos cada célula do nosso corpo com a luz, nós nos tornamos seres com base
cristalina, vibrando em uma frequência maior de amor onde não podemos sofrer a interferência de seres
vibracionais inferiores. A manifestação disso em nossa realidade, pode ser alcançada ao verbalmente
desejarmos que se manifeste em nossa realidade.

Como nossos corpos são hologramas, só precisamos falar com uma das células do nosso corpo, a fim de
nos comunicar com todas as células, pois elas estão interligadas e funcionam como um ser completo. Elas
são o modelo do que a humanidade está se esforçando ser, como um macrocosmo. No entanto, é possível
falar com células de um órgão específico, como o rim ou o fígado. Se você quiser enviar a cura
especificamente para essas células, elas irão enviar uma espécie de cura para todas as outras células do
corpo.

Como falar com o seu DNA


A comunicação com o seu DNA não é um processo difícil e pode ser tão pessoal e único como você
gostaria que fosse. Você pode tentar métodos diferentes e escolher o que sentir que seja o melhor para o
seu corpo.

A fim de obter as maiores intenções é uma boa ideia criar um ritual em miniatura antes de começar a se
comunicar com o seu corpo pela primeira vez.Se você estiver fazendo isto dentro de casa, deve incluir a
definição da energia na sala para sentir-se confortável, ou se prefere fazer isto fora, a natureza pode
fornecer a força vital necessária, que servirá como uma ponte entre você e seu EU superior através de suas
células. Depois de fazer o contato inicial com uma célula ou células no seu corpo, você pode simplesmente
ter esse momento de conversa em qualquer momento que quiser, onde você estiver. Conversar com as
suas células é uma mistura entre meditação e oração.

1. Encontre uma posição confortável que funciona para você, pode sentar-se em posição de lótus,
deitar, sentar em uma cadeira confortável, no sofá, ou mesmo sentar-se em uma banheira quente.
2. Feche os olhos e relaxe.
3. Faça algumas respirações lentas e profundas na área do seu diafragma, coloque sua atenção e
consciência em seu chacra cardíaco, faça outra respiração profunda enquanto você se concentra
na energia do seu centro cardíaco. A imaginação segue um longo caminho quando se pretende
meditar no interior, e o que você está fazendo em seu centro cardíaco é colocar você mesmo na
mais alta vibração de seu corpo, que é o amor.
4. Em seguida, pense em uma parte do seu corpo, escolha a primeira parte que vier à sua mente, não
adivinhe a sua primeira resposta intuitiva.
5. Dentro dessa parte do seu corpo, concentre o seu foco agora em uma parte menor do seu corpo.
Em seguida, vá mais e mais para dentro do seu corpo, mais e mais profundamente até que você
trave o foco em uma célula do seu corpo.
6. Fale suavemente com a sua célula e deixe-a saber que você está feliz em fazer contato com ela,
deixe-a saber as suas intenções, isto pode ser a cura, tenha uma conversa com a intenção de que
sua célula se encherá de luz no processo de ascensão. Seja qual for a sua razão para o contato, sua
célula ficará em êxtase, porque você finalmente percebeu que pode se comunicar com ela.
Conforme você praticar a comunhão com as suas próprias células, você poderá pausar e ouvir uma
resposta. É importante prestar atenção na primeira coisa que vier à sua mente, muitas vezes temos
a tendência de pensar que estamos apenas nos comunicando com a nossa própria imaginação, no
entanto, estamos de fato em contato com uma parte de nós mesmos.

A meditação de comunicação é uma ótima maneira de conhecer as necessidades do seu corpo, uma vez
que todas as células estão em comunicação umas com as outras. Você pode pedir para uma célula, se há
alguma outra célula que precisa de atenção, não se preocupe se você não receber qualquer resposta
“verbalmente” ou mentalmente. Muitas pessoas são capazes de sentir quando nossas células se comunicam
conosco, algumas pessoas sentem calafrios para cima e para baixo do corpo em resposta a verdade. Você
pode perguntar sim ou não para a sua célula e esperar por uma resposta, onde sim poderia ser
estabelecido como calafrios, e não seria a falta de calafrios.

O resultado final de falar com as suas células

Quando falamos com nossas células levamos amor para elas, o amor é a luz e como nós levamos luz, nós
elevamos nossa vibração. A medida que expandimos nossas células para receber mais luz, criamos um
ambiente para que mais luz se junte a nós. Finalmente, todos nós seremos capazes de nos comunicar
livremente com o nosso EU superior que está ligado a nossa alma, ela está ligada a nossa mônada que é
simplesmente um dedo da consciência do nosso criador.

Isto nos dá uma nova definição do que significa “ir para dentro”, a fim de ter todas as respostas que
desejamos. Nossas células estão todas ligadas umas as outras e elas ainda estão ligadas a toda a sabedoria
que poderíamos precisar.

A partir do nosso EU superior a nossa alma tem acesso a todas as experiências de tudo o que já foi
registrado nos registros akáshicos, a alma pode ou não ter acesso a certas coisas agora, mas à medida que
aprendemos a manobrar a nossa consciência até a escada de ligação ao Criador, esta sabedoria é realmente
nossa, assim como é do nosso Criador.

Quando curamos o nosso DNA ajudamos os outros também

Antes da mudança para a Era de Aquário, a porta para esta sabedoria tinha sido fechada por aqueles que
controlaram e dominaram a humanidade sobre a Terra durante cerca de 30.000 anos. Uma enorme
quantidade de dissonância foi inserida em nosso DNA, de geração em geração e de vida para vida, porém
quando limparmos essa dissonância no DNA do nosso corpo físico, limparemos toda a dissonância do
sangue dos nossos antepassados também. É uma lembrança bonita e emocionante de que algo mais está
acontecendo conosco do que apenas a ascensão, estamos reescrevendo o passado e criando um novo
futuro com uma consciência expandida como nenhuma outra.

Quando a primeira pessoa expandir a luz dentro de suas células por um tempo de potencial máximo, ainda
existindo em um corpo físico, a porta estará aberta para esta pessoa mudar sua consciência para uma
perspectiva de 5ª dimensão, pois uma vez que o corpo estará cheio de luz, não haverá preocupação em
voltar ou regredir para uma vibração mais baixa, este é o propósito e a explicação do que entendemos pelo
processo de ascensão. A maior de nós já ascendeu antes em outras vidas, no entanto deixávamos os corpos
físicos no passado e voltávamos a mover a nossa consciência em um novo corpo de luz. Neste processo
atual, precisamos verdadeiramente “aprender-como-faz”. Nós temos muita ajuda de nossos guias, anjos, EU
superior, e alma.

A partir do momento que a primeira pessoa no mundo se preparar completamente para a ascensão, ela
fornecerá um modelo para os outros seguirem rapidamente, pois nossos corpos devem ser depurados das
energias de baixa vibração e o espaço onde essas energias estavam deve ser preenchido com a luz, e
quando a maioria das células forem preenchidas com a luz, estimulará o resto a irromperem com a luz.
Então, quanto mais as pessoas se prepararem, mudando sua consciência para uma dimensão superior, mais
rápido poderemos mover partes maiores da consciência humana a uma dimensão superior.

Finalmente esta consciência se tornará UM novamente. O véu será levantado, o conhecimento será
derramado, nos abençoando com sabedoria, e com essa sabedoria poderemos descobrir que há um
número infinito de cadeias de DNA, em vez de apenas doze, já que a criação é infinita e nós somos
microcosmo do macrocosmo. A ativação das nossas cadeias de DNA trará uma clara conexão com nosso Eu
superior que será a base para a Era de Ouro, então conversar com o nosso DNA é uma ferramenta
poderosa da criação, que permite a manifestação dessa transformação em nossa realidade, estes são os
segredos que foram escondidos de nós por muitos anos, o conhecimento traz a sabedoria e a sabedoria
traz a paz.

The Secret Science Behind Miracles


1948
Max Freedom Long
Illustrations
 < Contents
 Chapter 1 >

Illustrations in the Text Explained


 The Shadowy Bodies of Man
 How a Thought Form Is Created
 The Mechanics of Telepathy
 The Mechanics of Instant Healing
 Symbols and Their Huna Significances
 The High Self and the Group Soul

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DIAGRAMMATIC REPRESENTATION OF THE SHADOWY BODIES OF MAN
A. and B. The shadowy bodies of the High Self, composed of a pair united, in which dwell the conscious
male and female Parental Spirits of the man.

C. According to the Huna beliefs, all High Selves were closely united with all other High Selves in some
mysterious way, and yet they remained separate and individual. Because man cannot understand the
mysteries of his High Self, all such beliefs remain conjectural.

D. This dotted line represents a connecting cord or thread of shadowy body substance extending from the
low self to the High Self. Along this cord can pass vital force carrying on its flow the thought forms of
prayers (upward) and the thought forms embodying visions of the future or messages from the High Self
such as inspiration etc., (downward). This cord is the symbolic "Path" connecting the lower selves to the
Higher Selves, called symbolically the "Light." If a guilt or other complex prevents the communication
along the cord, the "Path" is said to be "blocked."
The shadowy body of the middle self (conscious mind) interblends with that of the low self (subconscious),
but is symbolized as a halo around the head because the head is the center of the consciousness of the
middle self.

E. The dotted line here shows diagrammatically that the low and middle selves constantly send back and
forth to their centers of consciousness the thought forms created by all thinking, remembering, and sensory
impressions. The actual point of exchange is probably in the lower portion of the brain.

F. The dotted outline surrounding the figure of the man represents the shadowy body of the low self. It is of
about the size of the physical body and interpenetrates it, duplicating in its invisible substance every tissue
of the gross body.

G. The physical body, used in life to house the two lower spirits of man in their shadowy bodies.

H. The dotted oval indicates the magnetic field caused by the presence in the body and shadowy bodies of
electro-vital forces. The field, as we now know, extends much farther away from the body, but weakens
progressively as it extends outward.

L. There are a great many invisible threads of shadowy body substance extending between the man and
people or things he has once contacted. Such a thread is pictured as connecting the man and another person
(K). In passing between the man (H) and the second man (K), the thread passes through the dense materials
which might obstruct the way or tend to cut the thread. A block of wood as (J) is penetrated by the thread as
if not there. Along threads of this kind (L) pass thought forms and vital force when telepathic messages are
sent or received or when mind reading is being performed. The same mechanism is used in psychometry.

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THE HUNA IDEA OF HOW A THOUGHT FORM IS CREATED
A. A tree is seen and its image cast on the retina of the eye.

B. The image is carried to the brain.

C. The image enters the part of the brain where it becomes "rationalized."

D. The rationalized image becomes a thought form and is stored, in close association with similar thought
forms as memories. The actual storage place is in the shadowy body of the brain, which is made of a similar
tenuous and enduring substance.

E. The tree, when seen by the eye, is acted upon by the low voltage vital force and turned into a thought
form.

F. The thought form of the tree is acted upon by the middle self which calls up memories from the keeping
of the low self and compares the new tree thought form with similar ones from the memory store. The
middle self works with the middle voltage of vital force, symbolized by a double zigzag line (lightning in
the old symbology), whereas the low voltage vital force is a single zig-zag line. The thought form is said in
modern terms to pass through the screen of rationalization and be "rationalized."

G. The thought form is returned to the keeping of the low self which ties it with shadowy threads
("association" mechanism) to the thought forms of other trees to which it has been compared by the middle
self. It is also tied to thought forms of the time, place and so on.
H. The last step is to place the thought forms in the proper place in the memory storage place, the latter
pictured here as a drawer, but the kahunas symbolized it as a sack, all dark inside so that the middle self can
see nothing in it. The middle self asks for a memory and the low self responds by extending a figurative
hand into the dark sack (or hole) and pulling on the threads associated with tree thought forms, eventually
pulling up the thought forms desired. If a thought form is not tied to other thought forms, it cannot be
"remembered," but later, after a long period of searching, the low self may find it and present it to the center
of consciousness of the middle self.

I. The making of a complex may be illustrated by a skull which is seen and made into a thought form by an
action of the low voltage vital force and the low self.

J. Because of the shock of the sight, the middle self does not screen and rationalize the thought form created
by the sensory impression of the skull (or any other shocking thing) the thought form is carried on and
stored with unrelated memory thought forms.

K. The unrelated thought forms with which the skull thought form is stored, and to which it is tied, play a
dangerous part in the later action forced by the presence of the complex. For instance, if the skull idea is tied
to the ideas of doctors, the victim may show an illogical fear of death in the presence of all doctors.

L. The skull thought form becomes lost in the "dark sack" and the victim cannot "remember" it to bring it up
for later rationalization.

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THE MECHANICS OF TELEPATHY AND TELEPATHIC PRAYER
A. The physical body.

B. The shadowy body pictured as slightly out of the physical body (as in astral travel, etc.) but connected
with the physical body by a large cord of shadowy body material.

C. A cluster of grapes representing in Huna symbology the clusters of thought forms embodying all
memories. These are stored by the low self in its shadowy body (not in the physical brain) and are carried
away in the shadowy body when the physical body dies.

D. This single wavy line represents the low voltage of vital force used by the low self (and made by it in the
body). The shadowy body is an ideal storage battery to hold such vital force, and the threads of shadowy
material extending in all directions (uniting the individual with all things and persons once touched) are
ideal conductors for the low voltage vital force.

E. The thicker shadowy body material cord connecting the shadowy body with the physical body when the
low self (usually accompanied by the middle self in its shadowy body) leaves the physical body during
sleep, trance and astral travel. The zig-zag line pictures the flow of vital force along the cord.

F. The dotted circle indicates the shadowy body of the middle self. It does not have the shape of the physical
body and is thinner than the shadowy body of the low self.

G. A distant person with whom telepathic or mind reading experiments are being carried out, or to whom the
healing thought forms and vital force are being transferred in absent healing.

H. The thread or cord of shadowy body substance which connects the man with a distant person (as
explained in G). Along the connecting thread flows low voltage vital force and thought forms, both moving
to and from the experimenters. The small circles represent the thoughts as thought forms, but these would
naturally be clusters to form complete ideas or impressions gained by an extension of sensory faculties along
the thread to see, hear, smell, taste etc. and bring back reports. The kahunas symbolized this extension of
sensory organs along shadowy threads as "reaching out a finger" or "an ear" etc. The sensory organs are
duplicated in the shadowy body, so that the low self, when out of the physical, as in astral travel or after
death can still see, hear, taste, etc.

I. Low voltage vital force bringing into action the shadowy cord connecting the low self with the High Self.
This low voltage of force goes along the thread carrying the thought forms of a prayer to the High Self. It
also furnishes the High Self with the force to be used in making instant or miraculous answers to prayers for
healing.

J. The three wavy lines symbolize the flow of high voltage vital force from the High Self to the low. This is
the atom smashing voltage which can make instant changes in bodily tissues to cause instant healing, or can
produce the "physical phenomena" of Psychical Research.

K. The symbol of the High Self. It is connected with the low self by a thread of shadowy body substance.

L. Along the shadowy connecting thread move thought forms and sensory impressions, the latter gained
either by a projection of shadowy sensory organs, such as the eyes, or by impressions already recorded as
thought forms. All visions of the future are from the High Self and reach the low self as sensory impressions
or thought forms sent along the thread from the High Self to the low self. Or, the low self may extend a
portion of a shadowy body eye to the region of the High Self and "see" the thought forms of the not-yet-
materialized future which have already been constructed by the High Self.

M. The doubled wavy line represents the middle voltage of vital force used as "will" and in its thinking, by
the middle self.

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ILLUSTRATIONS PICTURING THE MECHANICS OF INSTANT HEALING
A. Representation of a broken bone.

B. A prayer has been made in the Huna manner to the High Self for instant healing of the broken bone. The
High Self uses its high voltage (atom smashing voltage) to change the dense substance of the broken parts of
the bone to the thin, invisible or "etheric" form.

C. Parenthetically, this is a representation of the shadowy body of the broken bone, BUT, the shadowy body
cannot be broken. It remains uninjured and is a perfect mold of every cell, nerve (all tissues) of the bone. It
is back into this shadowy mold that the High Self pours the thinned substance as it is re-solidified, giving -

D. The instantly healed and perfectly restored bone. The same mechanism is presented by Huna explaining
the instant healing of any injured or deformed part of the body. This work involves control of temperature
changes as illustrated in E and F.

E. The drawing pictures the symbolic use of the high voltage of vital force by the High Self in controlling
the heat of flames (or other forms of heat) to prevent burning of feet, as in fire-walking ceremonies
performed to demonstrate the fact that there are High Selves and that they can answer prayers to make fire-
immunity a fact.

F. Temperature control by the High Self covers cold as well as heat. In Psychical Research many apports of
very hot objects have been observed, also blocks of ice (as well as living creatures etc.).

G. Represents a High Self responding to the request of a low and middle self at a seance. The request has
been made for the apporting of a live fish.

The High Self sets to work using the low voltage vital force supplied by the sitters at the seance, stepping up
its voltage to the atom smashing frequency, and

H. The live fish is changed to the invisible form.


I. The live fish has had its dense substance changed to the thin etheric (or invisible ectoplasmic) form, as
indicated by the dotted circle around the dotted outline of the fish which indicates its shadowy body, which
remains unchanged but is being carried with the etheric substance to the seance room.

J. The etheric substance of the fish is changed back from etheric to solid and placed in the shadowy body.
The vital force of the fish, its temperature, and all things belonging to it as a living organism have also been
transported and replaced in their original form by the High Self in producing the apport.

NOTE: The spirits of the departed are usually responsible for bringing the High Self to aid them in
producing apports. However, Huna suggests that the living can make the same request and get the same
results. Evidence accumulates to show that the low self alone, as a departed spirit of the poltergeist type may
also be able to make such requests of the High Self and be given apporting phenomena, as in stone throwing
cases, and the setting of fires, pouring of water, etc.

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SYMBOLS AND THEIR HUNA SIGNIFICANCES
A. The cross as an ancient symbol of the low or subconscious self or spirit of man. The central line
represents the physical body. The cross bar represents (1) the low self, (2) the shadowy body of the low self,
and (3), the low voltage of vital force.

B. The cross with three bars was a symbol much used in ancient Egypt and later became the "Pope's Cross"
of the Church of Rome. Its three bars represent the three selves of man, the three shadowy bodies used by
the three selves and the three voltages of vital force used by the three selves. The dotted lines show how the
formation gives also the triangle as a symbol of the same thing, but leaving out the center shaft of the cross,
therefore symbolizing the state after death when the physical body is gone.
C. The cross with two bars represents the low and middle selves of man, also their shadowy bodies and two
voltages of vital force. ("Cardinal's Cross" of the Church of Rome, as the single bar cross is the "Priest's
Cross.") (The Greek Catholic Church uses a cross designed after the fashion of drawing K.)

D. The vine climbing up a cross (one bar), symbolizes the rising of the low voltage vital force of the low self
to the High Self, here shown as a combined-duality in dotted lines above the cross. The leaf is to identify the
vine as a vine and not a serpent, the latter not being a symbol of vital force because a serpent cannot split or
branch out into three branches to symbolize the three voltages of vital force. The cluster of grapes or berries
on the climbing vine represents the cluster of thought forms of a prayer, being carried, figuratively, up to the
High Self on the ascending vital force or vine.

E. Vital force was also symbolized as water. Three waves are used here to indicate the high voltage of vital
force used by the High Self.

F. The middle voltage of vital force used by the middle or conscious self.

G. The low voltage of vital force used by the low self and supplied to the middle and High Selves to be
raised in voltage and used by them.

H. A pictorial representation of a single thought form of a nail.

I. Three associated thought forms of a board and two nails.

J. A large and complicated association of the thought forms that represent a house. It is a complicated
"cluster" like this that is pictured as the grape cluster in drawing D.

K. Three crosses on the tips of the one-barred cross furnish a symbol to represent the three selves, the three
shadowy bodies, the three voltages of vital force, and the physical body, all combined to represent a living
man.

L. The triangle is similar in meaning to the three-barred cross if each side may be considered to represent
three parts of the man, as the three selves for one side, the three shadowy bodies for another, and the three
vital forces for the last. The figure of a man drawn inside the triangle is placed there to indicate the physical
body, which is the base of the other nine elements during physical life.

M. The Father, Mother and child symbology is very ancient. In Huna it is to be seen in the idea that the High
Self is a united-but-separate parental pair, the child being the lesser man composed of a low and middle self.

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THE HIGH SELF AND THE GROUP SOUL. ALSO ANCIENT SYMBOLS RELATED TO HUNA BELIEFS
A. Above three human figures appear three symbols of the High Self, one for each man. But, above this
appears a single symbol for a High Self and from it a dotted line goes to each man. This latter High Self
pictures the probable doctrine of Huna assigning a "group soul" High Self to the care and direction of the
bodily processes of a related group of people. This High Self lays down the pattern of growth and directs in
some mysterious way all the intricate bodily processes which, patently, are too complicated for the low self
to understand and direct.

B. The High Self assigned to each person (or perhaps male-female pair) is indicated by the symbol of
"eternal progress" over each man in the drawing individually. This High Self makes instant changes in the
body of the man, upon proper request, and is able to influence the High Self of a less evolved order acting as
the "group soul."

C. All animals, birds, insects, fish, etc., are supposed to have High Self "group souls" guiding them, just as
the physical body and low self of man has similar guidance. The dotted lines extending from the symbols of
the High Selves (C) indicate by their plurality the fact that each overlooks a number of creatures.

D. The High Selves acting as "group souls" (as materialized by Stewart's teacher in Africa when she used
her Huna powers to act on the High Self of the local birds and cause them to gather in a great mixed flock on
a hill – becoming visible with a vague bird head on a nebulous human body floating in the air) have been
pictured as part human, and may have a beast head as in D, taken from a photo of Egyptian images on an
ancient temple wall (the god Hathor's temple). The two feathers above the globe over the head of the hawk
man suggests a representation of the dual High Self as the secret doctrine behind the exoteric feather
symbol.

E. The symbology of ancient Egypt furnishes an excellent design to represent a prayer taking its flight to the
High Self. It is indicated in the winged globe. The two serpents may represent the positive and negative in
the basic flow of vital force. Or, the low and middle voltage of vital force, both of which are involved in
making and sending the prayer thought forms, may be indicated by having two serpents.

F. The Sphinx may be a symbol related to the one of the hawk man (D), but reversed to give the head of a
human and the body of a beast.

G. An Egyptian design in which the two serpents appear in connection with symbols of flower buds and
small globes set forth to stress the idea of triplicity, perhaps pointing to the ancient Huna belief in three
selves, three shadowy bodies, and three vital forces. The waved base for the design is strongly reminiscent
of the Huna wave symbol for vital force.

H. This ancient symbol presents the winged thought form with the symbol of human force in union of the
sexes. Because of the loss of clear and workable knowledge of the three voltages of human vital force,
priests of several ancient religions guessed that the creative force used in procreation had something basic to
do with praying effectively to the "gods." This seems not to be the correct assumption as the kahunas,
whether male or female, worked their magic regardless of the use of vital force in sex. However, there was a
Huna belief that the High Self of a man was composed of a male-female pair.

I. The familiar symbol of the winged staff and its two entwining serpents often embodies the winged globe
as a part of its symbology. If the symbol of the High Self were placed over the staff, as in the sketch, the
symbol would be fairly complete from a Huna point of view. It is interesting to note the fact that there were
no snakes in Polynesia, and that snakes were not used as a symbol of vital force by the kahunas in their
verbal descriptives of the mechanisms of their psycho-religious system of magic. It is to be assumed that
they never used the serpent symbol or that they lost it after leaving the region of Egypt and living for some
centuries in Polynesia. Probably, the use of the serpent came from non-Huna sources, for the kahunas had no
word for "snake," although they had one for lizard-like creatures.