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INSTITUTO SENAI DE TECNOLOGIA EM ELETROELETRÔNICA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
INSTITUTO SENAI
DE TECNOLOGIA EM ELETROELETRÔNICA
EFICIÊNCIA
ENERGÉTICA

NOSSA IDENTIDADE

MISSÃO/OBJETIVO

O Instituto SENAI de Tecnologia em Eletroeletrônica tem como objetivo elevaracompetitividadeda indústria,promovendoainovaçãoeoferecendo soluções tecnológicas para o desenvolvimento de produtos e processos.

VALOR

Com foco de atuação na pesquisa e desenvolvimento de tecnologia eletroeletrônica para a indústria, o Instituto SENAI de Tecnologia em Eletroeletrônica direciona suas ações para a eficiência energética, com especial atenção para os impactos ambientais.

direciona suas ações para a eficiência energética, com especial atenção para os impactos ambientais.

SUSTENTABILIDADE

O Instituto SENAI de Tecnologia em Eletroeletrônica busca identificar oportunidades imediatas para a redução de custos com energia. As ações compreendem:

Ajuste da modalidade tarifária mais adequada. Aperfeiçoamento do fator de carga. Transferência, escalonamento e controle de cargas. Correção da energia reativa
Aperfeiçoamento do fator de carga. Ajuste da modalidade tarifária mais adequada. Transferência, escalonamento e controle de cargas. Correção da energia
Transferência, escalonamento e controle de cargas. tarifária mais adequada. Aperfeiçoamento do fator de carga. Correção da energia reativa e demanda reativa excedentes.
Correção da energia reativa e demanda reativa excedentes.tarifária mais adequada. Aperfeiçoamento do fator de carga. Transferência, escalonamento e controle de cargas.

Realizamos o diagnóstico para apontamentos de oportunidades de aperfei- çoamentos e ganho na eficiência energética em sistemas cuja alimentação seja oriunda de fonte de energia elétrica, para a redução de custos com este insumo.

em sistemas cuja alimentação seja oriunda de fonte de energia elétrica, para a redução de custos

ENTENDENDO O CONTEXTO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

A dependência do Brasil com relação às usinas hidrelétricas, responsáveis

pela produção de 65,7% da energia elétrica consumida no território, e os baixos índices pluviométricos apresentados em determinados períodos do ano ocasionam impactos negativos na matriz energética brasileira.

MATRIZ DE CAPACIDADE INSTALADA DE GESTÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

4,5%

65,7%
65,7%
INSTALADA DE GESTÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 9,2% 7,1% 2,6% 1,5% Hidráulica E
INSTALADA DE GESTÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 9,2% 7,1% 2,6% 1,5% Hidráulica E

0,01%

9,4%INSTALADA DE GESTÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,2% 7,1% 2,6% 1,5% Hidráulica E ó

9,2%DE GESTÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 7,1% 2,6% 1,5% Hidráulica E ó l

7,1%DE GESTÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 9,2% 2,6% 1,5% Hidráulica E ó l

2,6%GESTÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 9,2% 7,1% 1,5% Hidráulica E ó l i

1,5%DE ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 9,2% 7,1% 2,6% Hidráulica E ó l i c

ENERGIA ELÉTRICA 4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 9,2% 7,1% 2,6% 1,5% Hidráulica E ó l i c

Hidráulica

4,5% 65,7% 0,01% 9,4% 9,2% 7,1% 2,6% 1,5% Hidráulica E ó l i c a Solar

Eólica

0,01% 9,4% 9,2% 7,1% 2,6% 1,5% Hidráulica E ó l i c a Solar Gás Natural

Solar

Gás Natural

2,6% 1,5% Hidráulica E ó l i c a Solar Gás Natural Biomassa Petróleo Carvão Nuclear

Biomassa

Hidráulica E ó l i c a Solar Gás Natural Biomassa Petróleo Carvão Nuclear Fonte: EDE

Petróleo

E ó l i c a Solar Gás Natural Biomassa Petróleo Carvão Nuclear Fonte: EDE (2015)

Carvão

ó l i c a Solar Gás Natural Biomassa Petróleo Carvão Nuclear Fonte: EDE (2015) Para

Nuclear

Fonte: EDE (2015)

Para suprir o baixo nível dos reservatórios, é necessário o aumento de de- manda para geração por meio das termoelétricas. Essas unidades passam a operar para poupar o uso dos reservatórios de água e garantir a demanda de energia do país.

O uso contínuo das termoelétricas, devido serem movidas principalmente a

combustíveis fósseis, muitas vezes, importado, torna seu custo de produção

mais alto do que os demais.

Emvirtudedoaltoíndicededespachotérmico,abandeiratarifáriautilizadaé aVERMELHA. A bandeira vermelha indica o momento crítico e acionamento das termoelétricas, sinalizando o aumento de tarifas de energia elétrica.

sinalizando o aumento de tarifas de energia elétrica. Indica o momento crítico (ausência de chuvas e
sinalizando o aumento de tarifas de energia elétrica. Indica o momento crítico (ausência de chuvas e
sinalizando o aumento de tarifas de energia elétrica. Indica o momento crítico (ausência de chuvas e
sinalizando o aumento de tarifas de energia elétrica. Indica o momento crítico (ausência de chuvas e

Indica o momento crítico (ausência de chuvas e baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas) e acionamento das termoelétricas, sinalizando período de tarifas de energia elétrica mais elevadas.

Indica o momento de atenção (reservatórios das hidrelétricas em níveis de atenção e período de baixa incidência de chuvas), sinalizando possíveis aumentos das tarifas de energia.

Indica o momento estável (reservatórios das hidrelétricas com níveis elevados e chuvas constantes), sinalizando período de tarifas de energia elétrica mais baixas.

O Brasil segue uma tendência de aumento das tarifas de energia, como mostra o gráfico a seguir:

+27,3% +7,5% 493,5 (em R$/MWh) 459,2 -20,8% +23,0% +11,5% 360,7 332,2 +36,8% 293,2 263,0 +87,6%
+27,3%
+7,5%
493,5
(em R$/MWh)
459,2
-20,8%
+23,0%
+11,5%
360,7
332,2
+36,8%
293,2
263,0
+87,6%
+48,5%
2012
jan/13
2013
2014
2015
2016

Fonte: Firjam (2015)

GESTÃO INTEGRADA E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Parareduzirosimpactosocasionadosporessesfatores,aEficiênciaEnergética pode trazer significativa redução de custos no que diz respeito a esse im- portante insumo. Traz também um aumento no rendimento energético de equipamentos e instalações, com a consequente melhoria da competitivi- dade das empresas por meio da gestão energética.

CUSTOS DE ENERGIA AGRUPADOS

Impostos Consumo 40% 35%
Impostos
Consumo
40%
35%

Demanda

25%

No passado, em razão dos baixos custos com eletricidade e da abundância de energia disponível, as empresas não se preocupavam muito com a utili- zação de equipamentos de alto rendimento, nem com ações de eficiência energética (conservação) e de geração própria de energia (autoprodução).

No setor industrial, normalmente, os maiores responsáveis pelo consumo de energia são distribuídos da seguinte forma:

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA

Iluminação Eletrolise 6% 3% Eletrotermia 23%
Iluminação
Eletrolise
6%
3%
Eletrotermia
23%

Força Motriz

68%

Fonte: Eletrobras/Procel (2015)

De modo geral, os equipamentos de alto rendimento apresentam baixo custo de aquisição relativamente aos custos derivados do consumo de energia.

CUSTO MÉDIO DA VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS

100%

90%

80%

70%

60%

50%

40%

30%

20%

10%

0%

95% 2,50% 1,50% Consumo de Aquisição Manutenção
95%
2,50%
1,50%
Consumo de
Aquisição
Manutenção

Energia

Consumo de Energia70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 95% 2,50% 1,50% Consumo de Aquisição Manutenção Energia

Aquisição50% 40% 30% 20% 10% 0% 95% 2,50% 1,50% Consumo de Aquisição Manutenção Energia Consumo de

Manutenção60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 95% 2,50% 1,50% Consumo de Aquisição Manutenção Energia Consumo

O USO RACIONAL E EFICIENTE QUE GERA RESULTADOS

Conte com a equipe do Instituto SENAI de Tecnologia em Eletroeletrônica para redução dos custos e expansão de sua empresa:

Análise de custos da energia elétrica.para redução dos custos e expansão de sua empresa: Análise de perfil de consumo e comportamento

Análise de perfil de consumo e comportamento de carga por áreade sua empresa: Análise de custos da energia elétrica. e/ou equipamento. Aperfeiçoamento do perfil de energético

e/ou equipamento.

Aperfeiçoamento do perfil de energético (fator de carga).consumo e comportamento de carga por área e/ou equipamento. Correção da energia e demanda reativa excedente.

Correção da energia e demanda reativa excedente.Aperfeiçoamento do perfil de energético (fator de carga). Laudo do ICMS. Estruturação e desenvolvimento de projetos

Laudo do ICMS.carga). Correção da energia e demanda reativa excedente. Estruturação e desenvolvimento de projetos de eficiência

Estruturação e desenvolvimento de projetos de eficiênciada energia e demanda reativa excedente. Laudo do ICMS. energética. Estudo de luminotécnica. Dimensionamento de

energética.

Estudo de luminotécnica.e desenvolvimento de projetos de eficiência energética. Dimensionamento de motores. Análise termográfica de

Dimensionamento de motores.de eficiência energética. Estudo de luminotécnica. Análise termográfica de painéis.

Análise termográfica de painéis.Estudo de luminotécnica. Dimensionamento de motores. Redimensionamentodosmotoresparaassuasaplicações,adotando

Redimensionamentodosmotoresparaassuasaplicações,adotandode motores. Análise termográfica de painéis. modelos de alto rendimento; Adequação dos métodos de

modelos de alto rendimento; Adequação dos métodos de partidas

dos motores (diretas e Y/∆, compensadora, Soft-Starter, inversores

de frequência, etc.).

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ASSESSORIA DE FINANCIAMENTO

O Cartão BNDES é um produto que, baseado no conceito de cartão de cré-

dito, visa financiar os investimentos de micro, pequenas e médias empresas

e dos microempreendedores individuais. O SENAI/SC é credenciado pelo BNDES a prestar serviços financiados nesta modalidade.

Cartão BNDES 9999 9999 9999 9999 NOME SOBRENOME PEQUENA EMPRESA VALIDADE 00/00 00/00VALIDADE
Cartão
BNDES
9999 9999 9999 9999
NOME SOBRENOME
PEQUENA EMPRESA
VALIDADE 00/00
00/00VALIDADE

As condições de financiamento são:

00/00 00/00VALIDADE As condições de financiamento são: Limite de crédito de até R$ 1 milhão para

Limite de crédito de até R$ 1 milhão para cada cliente, por banco

emissor. São de responsabilidade do banco emissor a definição do

limite, a concessão do crédito e a cobrança. O cliente pode obter um

Cartão BNDES em quantos bancos emissores ele desejar. Caso um

banco emissor trabalhe com mais de uma bandeira de cartão de

crédito, o cliente poderá ter, nesse banco, um Cartão BNDES de cada

bandeira, desde que a soma dos limites não ultrapasse R$ 1 milhão.

Os Cartões BNDES emitidos pela Caixa Econômica Federal/desde que a soma dos limites não ultrapasse R$ 1 milhão. Mastercard aceitam apenas as condições

Mastercard aceitam apenas as condições de parcelamento em 3, 6,

12, 18, 24, 30, 36, 42 e 48 parcelas.

parcelamento em 3, 6, 12, 18, 24, 30, 36, 42 e 48 parcelas. Taxa de juros

Taxa de juros pré-fixada (www.cartaobndes.gov.br). Taxa de juros

novembro/2015: 1,3% a.m.