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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

CAUÃ PIUCCHO DEBIASI


GABRIEL COSTA NUNES
GEISI DA SILVA CANEVER
HENRIK GHIZI ZANINI
JUAN CARLOS REDIVO NAZÁRIO
LUIZA LUIZA VALÉRIA SILVA DECCONTO

FUNDAMENTOS DA COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA


HISTÓRIA DO CACHORRO QUENTE

ORLEANS
2019
CAUÃ PIUCCHO DEBIASI
GABRIEL COSTA NUNES
GEISI DA SILVA CANEVER
HENRIK GHIZI ZANINI
JUAN CARLOS REDIVO NAZÁRIO
LUIZA LUIZA VALÉRIA SILVA DECCONTO

FUNDAMENTOS DA COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA


HISTORIA DO CACHORRO QUENTE

Trabalho apresentado à disciplina


de Fundamentos da comunicação
oral e escrita, solicitado pela
professora Gisele Barbara da
Conceição.

ORLEANS
2019
A HISTÓRIA DO CARCHORRO QUENTE

A origem certa do cachorro quente é algo difícil de se definir, já que se


trata basicamente de um pão no qual é usado salsicha de recheio. Mas a
história mais aceitada sobre a origem do cachorro quente é a de Anton
Feuchtwanger.
Em 1904, na cidade americana de St. Louis, o alemão Anton Feuchtwanger
vendia salsichas quentes durante uma exposição e para evitar que os seus
clientes queimassem as mãos, servia as salsichas e fornecia uma luva para
eles usarem. O problema é que muitos dos clientes acabavam por não devolver
as luvas, o que lhe começou a dar prejuízo no seu negócio. Pensando numa
forma de resolver o problema, lembrou-se de falar com o seu cunhado, que era
padeiro, e juntos chegaram à fabricação dos pães compridos à medida das
salsichas. Estava assim inventado o “formato” do nosso cachorro-quente.
No Brasil existem vários tipos de cachorro quente, ele chegou ao Brasil na
década de 1920, com a inauguração da Cinelândia, no Rio de Janeiro Pelo
Brasil, salsicha e pão são combinados de várias maneiras diferentes. Em São
Paulo, por exemplo, o cachorro-quente pode levar purê de batata, enquanto no
Rio de Janeiro as barraquinhas acrescentam ovo de codorna ou até uva-passa.
Os ingredientes variam muito dependendo do local em que o cachorro quente
for preparado e também do que a pessoa que esteja preparando deseje
colocar, a foto ao lado mostra os
principais ingredientes que são
utilizados na maioria dos
cachorros quentes.
O modo de preparo do cachorro quente também varia dependendo do que a
pessoa que está
fazendo resolve colocar
na receita, o modo de
preparo para a receita
ao lado pode ser
visualizado na foto ao
lado.
Ao longo dos anos e nas
viagens pelos países,
o cachorro
quente acabou por
ganhar modificações.. A foto abaixo mostra algumas variações desta receita em
outros países:

Entre as fotos é possível perceber a diferença que cada um sofre, nos países
asiáticos como o Japão e a Coréia(do sul), o formato é totalmente alterado.
No Brasil, ele recebeu os mais diferentes ingredientes como queijo (comum
e/ou ralado), catupiri e vários tipos de molho. No Havaí, se tornou conhecido
como Puka Dog e tem a adição do abacaxi à receita; já na Suíca ele se tornou
uma espécie de mistura entre o hog dog padrão e pizza, tornando o lanche
mais calórico, um pesadelo para aqueles que lutam contra a balança, porém
mais saboroso. Na China, o cachorro quente recebeu uma caraterística a mais,
já que ele é inserido em pães quentes, que se parecem com os pães caseiros
feitos no Brasil; inclusive, o hot dog ao estilo chinês pode ser consumido
facilmente no Brasil em lanchonetes fundadas pelos imigrantes chineses por
aqui. Na Guatemala ele apresenta algumas variações, sendo que uma das
mais conhecidas é chamada de “Durty Dog” (cachorro sujo) e se parece com o
sanduíche brasileiro com alface, tomate, mostarda e outros ingredientes.
Independentemente do país, e com as suas peculiaridades, o cachorro
quente pode ser encontrado com as suas variações e sabores, mostrando-se
como um lanche que se encaixa não somente nas mais diversas ocasiões, mas
também culturas.