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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA

COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA


MARIA
CURSO TÉCNICO EM SOLDAGEM

ENSAIO METALOGRÁFICO

RELATÓRIO AULA PRÁTICA

ALDOMAR ASSOLIN DA SILVA E DOUGLAS LÖBLER


Santa Maria, RS, Brasil
2018
ENSAIO METALOGRÁFICO

por

ALDOMAR ASSOLIN DA SILVA E DOUGLAS LÖBLER

Relatório de atividades práticas apresentado como requisito parcial para


obtenção da aprovação na disciplina de Ensaios de Materiais I do
curso Técnico em Soldagem.

Professor: Romário M. u. Nogueira


Santa Maria, RS, Brasil 2018

RESUMO

Neste relatório são descritas as atividades realizadas na disciplina de Ensaios de


Materiais I, referentes à prática do ensaio metalográfico. Dessa forma, inicialmente é
feita uma breve introdução falando a respeito da técnica, sendo em seguida definidos os
objetivos da realização desta atividade prática. Na sequência são apresentados e
descritos os materiais, métodos e equipamentos utilizados para a execução das
atividades práticas. Após, são apresentados e descritos os resultados obtidos. Por fim,
são apresentadas as conclusões a respeito dos resultados obtidos a partir da realização
do ensaio metalográfico, e as conclusões referentes ao aprendizado aprendido com a
sua execução.

SUMÁRIO

1.1 Apresentação.................................................................................................................- 4 -
1.2 Objetivos........................................................................................................................- 4 -
2. MATERIAIS E MÉTODOS........................................................................................................- 4 -
2.1 Atividade Prática N°1......................................................................................................- 4 -
2.1.1 Descrição do material analisado.......................................................................- 4 -
2.1.4 Descrição do procedimento empregado para o lixamento e polimento das
amostras.........................................................................................................................- 9 -
2.2 Atividade Prática N°2....................................................................................................- 14 -
2.2.1 Descrição do material analisado............................................................................- 14 -
2.2.2 Descrição do procedimento empregado para o corte das amostras.....................- 14 -
2.2.3 Descrição do procedimento empregado para o embutimento das amostras..-
15 -
2.2.4 Descrição do procedimento empregado para o lixamento e polimento das
amostras.......................................................................................................................- 15 -
2.2.5 Descrição do procedimento empregado para realização do ataque químico
das amostras................................................................................................................- 15 -
2.2.6 Descrição do procedimento empregado para a realização da analise por
microscopia ótica das amostras................................................................................- 15 -
3.1Resultados da Atividade prática N° 1.............................................................................- 16 -
3.2 Resultados da Atividade prática N° 2............................................................................- 16 -
4.1 O funcionamento de um laboratório de ensaios metalográficos e dos equipamentos
relacionados;........................................................................................................................- 17 -

LISTA DE FIGURAS

Figura 1......................................................................................................................................................- 5 -
Figura 2 Figura 3................................................................................- 6 -
Figura 4......................................................................................................................................................- 7 -
Figura 5......................................................................................................................................................- 8 -
Figura 6......................................................................................................................................................- 8 -
Figura 7......................................................................................................................................................- 9 -
Figura 8 Figura 9 Figura 10....................................................................................- 9 -
Figura 11 Figura 12.............................................................................- 11 -
Figura 13 Figura 14.......................................................................................- 12 -
Figura 15 Figura 16........................................................................- 13 -
Figura 17..................................................................................................................................................- 14 -
Figura 19..................................................................................................................................................- 16 -
Figura 18..................................................................................................................................................- 16 -

LISTA DE TABELAS

Tabela 1......................................................................................................................................................- 7 -
Tabela2.....................................................................................................................................................- 12 -
Tabela 3: Relação da cor das lente com seu aumento............................................................................- 14 -

1. INTRODUÇÃO

1.1 Apresentação

Este procedimento descreve os conceitos gerais aplicados na preparação do corpo de


prova para análise microscópica. Aplica-se a todos os materiais e produtos metálicos
ferrosos. As técnicas metalográficas dos não ferrosos são, em princípio, semelhantes às
utilizadas nas ligas ferrosas, por exemplo, aços e ferros fundidos, exigindo, entretanto,
preparação mais meticulosa, alicerçadas na total atenção, paciência e imaginação do
preparador.

1.2 Objetivos

·0 Identificar o tipo, tamanho, e local das descontinuidades estruturais no material


(rechupes, microrechupes e poros).
·1 Identificar o tipo de tratamento térmico ou termoquímico ao qual o material foi
submetido pela análise de fase.
·2 Identificar a profundidade das camadas modificadas superficialmente através de
tratamentos térmicos, termoquímicos e termomecânicos.
·3 Observar e identificar zonas de alterações micro estruturais promovidas por
ciclos térmicos gerados por processos de fabricação.
2. MATERIAIS E MÉTODOS

2.1 Atividade Prática N°1

2.1.1 Descrição do material analisado.


Aço mola temperado em água
Martensita obtida através de resfriamento na água. Aumento 200x. Ataque nital 10%.

Figura
O aço é pré-aquecido a 650-700 ºC para equalização de temperatura antes do
aquecimento até a temperatura de austenização. Este passo permite manter a
estabilidade dimensional. Segue-se o aquecimento até 800-840 ºC para a têmpera. O
meio de resfriamento é óleo ou água.
O aço é aquecido à temperatura usual de têmpera, 780 ºC em atmosfera neutra para
evitar a descarbonetação. O meio de resfriamento é água fria ou solução salina a 10%
para a máxima dureza. Agitação intensa é necessária para assegurar o resfriamento
rápido, para evitar o
aparecimento de regiões moles. Com este procedimento a profundidade de
endurecimento é de aproximadamente 3 mm.
A espessura do endurecimento pode ser aumentada até aproximadamente 6 mm se a
temperatura da têmpera for elevada para 870 ºC. Entretanto o aumento da temperatura
de têmpera causa a perda de tenacidade.
O processo pode ser seguido por revenimento em temperatura de 150- 250ºC para
obtenção de dureza desejada.

Para o corte foi usado uma Cortadora metalográfica Tecaglo MC 80

2.1.2 Descrição do procedimento empregado para o corte das amostras.

Figura Figura 3

Procedimento para o corte (pode variar com a troca do equipamento)


1 - Colocar a amostra no centro da mesa de fixação. O centro da mesa também é o
centro do disco.
2 - Fixar firmemente o corpo de prova com ambas às morsas;
3 - Após ter se certificado da correta fixação do corpo de prova, posicionar o protetor
acrílico do disco;
4 - Verificar se o disco encontra-se em sua posição de descanso, sem tocar na amostra;
5 - Ligar o motor de acionamento do disco. Isto faz com que a bomba de fluido de corte
também seja ligada; (no caso de equipamentos automáticos).
6-Verificar se a amostra está sendo resfriada pelo fluido de corte.
7 - Aplicar uma carga moderada do disco sobre o corpo de prova (evitando solavancos
que podem romper o disco de corte) até que o corpo de prova esteja cortado;
8 - Retornar o disco a sua posição de descanso e desligar o motor.
9 - Soltar o corpo de prova da mesa de fixação;
10 - Efetuar a limpeza do equipamento.

2.1.3 Descrição do procedimento empregado para o embutimento das amostras.


Para o procedimento de embutimento foi usado uma embutidora EFD 30

Figura
Procedimento (pode variar conforme o equipamento consulte o manual):
1-Posicionar o embolo da prensa de embutimento de modo que a face fique
completamente visível;
2-Borrifar desmoldante no embolo inferior (para a Baquelite não ficar presa ao embolo).
3-Colocar a amostra com a face que se quer analisar para baixo (em contato com o
embolo)
4-Baixar o embolo lentamente
5-Colocar a resina (baquelite) (3 a 5 medidas, 10 a 30 gramas)
6-Borrifar desmoldante no embolo superior
7-Colocar o embolo superior
Baquelite é uma resina sintética, quimicamente estável e resistente ao calor, que foi o
primeiro produto plástico. Trata-se do polioxibenzimetilenglicolanidrido, ou seja, é a
junção do fenol com o formaldeído (aldeído fórmico), formando um polímero chamado
polifenol

.
Figura
Tabela
Tipo de Cor N.º de Pressão Tempo de Tempo de
Plástico Medidas (Kgf/mm2) Aquecimento Resfriamento
(min) (min)
Baquelite Preta 2a5 125 a 150 10 5
Lucite Transparente 2a5 125 a 150 8 4

A amostra a ser ensaiada é colocada no local, adiciona-se o baquelite, recoloca


o embolo, após liga a maquina mantendo sua pressão em 900lbs pelo tempo
estabelecido pela máquina. Depois desse tempo a máquina libera a pressão e resfria
lentamente.
amostra embutida a quente
Figura
2.1.4 Descrição do procedimento empregado para o lixamento e polimento das
amostras.
Geralmente, para os trabalhos metalográficos as lixas utilizadas têm como grão abrasivo
o óxido de alumínio, em casos especiais, são utilizados o diamante e o carbeto de boro.
A granulometria é relatada em números. Quanto mais baixo o numero mais grossa será
a lixa, ou seja, maior os grãos abrasivos.

Figura

Figura Figura Figura


Procedimento para o lixamento
1-verificar se há todas as lixas necessárias para a preparação da amostra
mecanográfica
2-verificar se há água
3-fazer um ponto de referencia na amostra
4-começar o lixamento de desbaste
5-lixar ate que só restem os riscos da ultima lixa utilizada
6-gire 90° e vá para a próxima lixa
7-repetir passos 5 e 6 ate chegar à lixa de granulometria 1500.
Lixar a amostra sucessivamente com lixas de granulometria cada vez menor,
mudando-se de direção (90°) em cada lixa subsequente até desaparecerem os traços
da lixa anterior.
A sequência mais adequada de lixas para o trabalho metalográfico com aços é
100, 220, 320, 400, 600, 1200 e 1500 (Pode haver variações). Para se conseguir um
lixamento eficaz é necessário o uso adequado da técnica de lixamento, pois de acordo
com a natureza da amostra, a pressão de trabalho e a velocidade de lixamento,
permanecem riscos das lixas anteriores.

·4 Polimento
Operação pós lixamento que visa um acabamento superficial polido isento de marcas,
utiliza para este fim abrasivos como pasta de diamante ou alumina.
Antes de realizar o polimento deve-se fazer uma limpeza na superfície da amostra, de
modo a deixá-la isentam de traços abrasivos, solventes, poeiras e outros.
A operação de limpeza pode ser feita simplesmente por lavagem com água, porém,
aconselha-se usar líquidos de baixo ponto de ebulição (álcool etílico, fréon líquido, etc.)
para que a secagem seja rápida.

·5 Verificar se o pano da Politriz é adequado para o tipo de abrangente e se


encontra em condições de uso
·6 Verificar se o pano de polimento está limpo
·7 Verificar se o motor está funcionando corretamente
·8 Ligar a água (bem pouco)
·9 Se for polir com alumina coloque a mesma sobre o pano de polimento e abra a
agua (bem pouco) para a lubrificação e eliminação de impurezas, se for polir
com pasta de diamante espalhe a mesma sobre o pano e lubrifique com álcool.
·10 Segurar a amostra levemente encima do pano de polimento, se recomenda
movimentar a amostra o no sentido inverso ao do movimento do pano, mas para
iniciantes recomenda-se apenas segurar a amostra encima do pano para não
riscar.

·11 Cuidados que devem ser observados no polimento:


·12 A superfície deve estar rigorosamente limpa;
·13 A escolha adequada do material do polimento;
·14 Evitar polimentos demorados;

·15 Nunca polir amostras diferentes sobre o mesmo pano de polimento (por causa
da diferença de dureza entre elas, um pequeno cavaco da amostra mais dura irá
riscar a mais macia);
·16 Evitar fricção excessiva;
Evitar pressão excessiva sobre a amostra. (aplicar um pouco mais que o próprio
peso da amostra) polida.

Para lixamento e polimento foi utilizado uma Lixadeira e politriz PFL

Figura Figura

2.1.5 Descrição do procedimento empregado para realização do ataque químico das


amostras.
Para o ataque dessa amostra foi usado o reagente NITAL 10% POR 10
segundos.

Designação metalográfica Composição Aplicação

Reativo p/ micrografia de aço e ferro não ligado


e de baixa liga, metal branco, ligas de
magnésio. Também para aços de alta liga com
Nital a 2% 97 ml álcool etílico estrutura martensítica.
2 ml ácido nítrico
Em ataques microscópicos de ação profunda para
tornar visível constituintes especiais da estrutura em
aços e ferros (carbonetos, eutético fosforoso) não
90 ml de álcool etílico ligados e de baixa liga. Em casos isolados também
Nital a 10% 10 ml de ácido nítrico como reativo p/ microscopia de alta liga. Em
macroscopia p/ camadas cementadas
concentrado
respectivamente profundidade de endurecimento.

Após o ataque químico com nital 10% a amostra foi lavada com álcool etílico e
passou por secagem com secador com ar quente.

Figura Figura

Seu objetivo é permitir a identificação (visualização) dos contornos de grão e as


diferentes fases na microestrutura.
Um reagente ácido é colocado em contato com a superfície da peça por certo tempo. O
reagente causará a corrosão da superfície. Os reagentes são escolhidos em função do
material e dos constituintes macroestruturais que se deseja contrastar na análise
metalográfico microscópica
Alguns grãos e fases serão mais atacados pelo reagente que outros. Isso faz
com que cada grão e fase reflita a luz de maneira diferente de seus vizinhos. Isso realça
os contornos de grão e dá diferentes tonalidades às fases permitindo sua identificação
das mesmas no microscópio. Ao incidir a luz sobre a superfície metálica polida há uma
reflexão uniforme, de modo que se faz necessário um contraste para distinguirem-se os
detalhes de sua estrutura. Tal contraste é obtido por meio do ataque, o qual pode ser
efetuado através de mudanças do sistema óptico empregado ou da amostra
propriamente dita.
Método Descrição e notas
Ataque por imersão A superfície da amostra é imersa na solução de
ataque; o método mais usado.
Ataque por gotejamento A solução de ataque é gotejada sobre a superfície
da amostra. Método usado com soluções reativas
dispendiosas.
Ataque por lavagem A superfície da amostra é enxaguada com a solução
de ataque. Usado em casos de amostras muito
grandes ou quando existe grande desprendimento
de gases durante o ataque.
Ataque alternativo por A amostra é imersa alternadamente em duas
imersão soluções. As camadas oriundas do ataque com a
primeira solução são removidas pela ação do
segundo reagente.
Ataque por esfregação A solução de ataque, embebida em um chumaço de
algodão ou pano, é esfregada sobre a superfície da
amostra, o que serve para remover as camadas
oriundas da reação.
Tabela
2.1.6 Descrição do procedimento empregado para a realização da analise por microscopia ótica
das amostras.
Microscópio ALLTION usado para a análise microscópica da amostra

Figura Figura
Partes de um microscópio óptico de reflexão
Com a câmera do microscópio selecionada no computador, foi colocada a amostra no
local de observação e selecionado a lente de aumento de 10x que com o aumento do
microscópio também de 10x nos da uma resolução de 100x, Assim foi escolhido a
região da amostra a ser analizada com os comando do microscópio. As imagens foram
analizadas também em aumento de 200x. Essas imagens foram salvas no computador.
Tabela : Relação da cor das lente com seu aumento.
Lentes 10X 20X 50X 80X 100X
Cor da Preta
Amarela Verde Azul Branca
objetiva

2.2 Atividade Prática N°2

2.2.1 Descrição do material analisado.

Aço mola recozido


Imagem obtida do ensaio de um aço mola recozido. Ataque com nital 10% com tempo de 10
segundos na solução. Vemos microestruturas ferríticas nas fases escuras, perlíticas nas fases
mais claras e martensíticas principalmente no canto superior direito. Assim como algumas
inclusões no material.

wop7936.tmpApresenta__o_do_Microsoft_Office_PowerPoint1.pptx

Figura
Recozimento de recristalização é um processo semelhante à têmpera, no qual a dureza
de uma microestrutura deformada mecanicamente é reduzida em altas temperaturas. As
peças são aquecidas a temperaturas na faixa de 600- 650 ºC, e mantidas nesta
temperatura por uma hora ou mais. A seguir são resfriadas por ar.

2.2.2 Descrição do procedimento empregado para o corte das amostras.


Procedimento para o corte (pode variar com a troca do equipamento)
1 - Colocar a amostra no centro da mesa de fixação. O centro da mesa também é o
centro do disco.
2 - Fixar firmemente o corpo de prova com ambas às morsas;
3 - Após ter se certificado da correta fixação do corpo de prova, posicionar o protetor
acrílico do disco;
4 - Verificar se o disco encontra-se em sua posição de descanso, sem tocar na amostra;
5 - Ligar o motor de acionamento do disco. Isto faz com que a bomba de fluido de corte
também seja ligada; (no caso de equipamentos automáticos).
6-Verificar se a amostra está sendo resfriada pelo fluido de corte.
7 - Aplicar uma carga moderada do disco sobre o corpo de prova (evitando solavancos
que podem romper o disco de corte) até que o corpo de prova esteja cortado;
8 - Retornar o disco a sua posição de descanso e desligar o motor.
9 - Soltar o corpo de prova da mesa de fixação;
10 - Efetuar a limpeza do equipamento.

2.2.3 Descrição do procedimento empregado para o embutimento das amostras.


Procedimento (pode variar conforme o equipamento consulte o manual):
1-Posicionar o embolo da prensa de embutimento de modo que a face fique
completamente visível;
2-Borrifar desmoldante no embolo inferior (para a Baquelite não ficar presa ao embolo).
3-Colocar a amostra com a face que se quer analisar para baixo (em contato com o
embolo)
4-Baixar o embolo lentamente
5-Colocar a resina (baquelite) (3 a 5 medidas, 10 a 30 gramas)
6-Borrifar desmoldante no embolo superior
7-Colocar o embolo superior
2.2.4 Descrição do procedimento empregado para o lixamento e polimento das
amostras.
Procedimento para o lixamento
1-verificar se há todas as lixas necessárias para a preparação da amostra
mecanográfica
2-verificar se há água
3-fazer um ponto de referencia na amostra
4-começar o lixamento de desbaste
5-lixar ate que só restem os riscos da ultima lixa utilizada
6-gire 90° e vá para a próxima lixa
7-repetir passos 5 e 6 ate chegar à lixa de granulometria 1500.

2.2.5 Descrição do procedimento empregado para realização do ataque químico das


amostras.

Ataque efetuado com NITAL 2% por 3 segundos.


O ataque foi realizado utilizando as mesmas técnicas e insumos da atividade anterior.
Descrever o reagente químico empregado para a determinação da microestrutura do
material.

2.2.6 Descrição do procedimento empregado para a realização da analise por


microscopia ótica das amostras.

Microscopia realizada da mesma forma que a atividade anterior.


3.RESULTADOS E DISCUSSÃO

3.1Resultados da Atividade prática N° 1


Nesse ensaio vimos o resultado do tratamento térmico de têmpera com resfriamento em água
em um aço mola.

os efeitos da têmpera são:


1 - Aumento considerável da dureza do aço.
2 - Aumento da fragilidade em virtude do aumento de dureza. (O aço torna-se muito
quebradiço)
3- O aumento da resistência ao desgaste é considerável.
Imagem

wop96E5.tmpApresenta__o_do_Microsoft_Office_PowerPoint2.pptx
obtida de um aço mola temperado em água. Sem ataque.

Figura
Martensita é a constituinte metaestável endurecido do aço carbono que busca
uma melhor resistência ao desgaste desse aço.

Têmpera é o tratamento térmico aplicado aos aços com


porcentagem igual ou maior do que 0,4% de carbono. O efeito principal da
têmpera num aço é o aumento de dureza.

3.2 Resultados da Atividade prática N° 2

Neste ensaio vimos como um tratamento de têmpera pode ser desfeito através do
recozimento, bem como o emprego desse tratamento para melhorar a usinabilidade
de materiais mais duros.

·17 CONCLUSÕES
Nestes ensaios foram vistos dois tipos de tratamentos térmicos, a têmpera em óleo e o
recozimento, a tempera é usada para aumento da dureza e resistência ao desgaste. O
recozimento, de forma inversa a têmpera, é usado para desfazer o tratamento de
têmpera, ou para melhorar a usinabilidade de materiais mais duros, mudando a
microestrutura e aumentando seus grãos deixando os materiais mais ducteis.
Na micrografia com ataque químico vimos às diferentes microestruturas formadas por
esses tratamentos térmicos. No primeiro ensaio, vimos o tratamento térmico de têmpera
em um aço mola resfriado em água que gerou uma microestrutura rica em martensita
com algumas fazes de ferrita e perlita (cementita). No segundo ensaio, vimos o
tratamento térmico de recozimento, também em um aço mola, que gerou ferrita e
algumas fazes de cementita. Sendo que nesse último ensaio o material se mostra mais
ductil que a amostra do primeiro ensaio.
Com esses ensaios aprendemos:
4.1 O funcionamento de um laboratório de ensaios metalográficos e dos
equipamentos relacionados;
4.2 Como acontecem as mudanças de fases dos materiais ferrosos e como são
suas estruturas típicas;
·18 As técnicas de preparo de amostras para ensaio;