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CURSO: ENGENHARIA DE PROJETOS INDUSTRIAIS

Disciplina:

INSTRUMENTAÇÃO E
AUTOMAÇÃO

Prof. : Luís Gonzaga M. M. Oliveira


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 1
• Luís Gonzaga M. M. Oliveira
– Técnico em Eletrônica – CEFET-MG
– Engenheiro Eletricista – PUC-MG
– Especialista em Automação - UFMG e JICA
– Técnico e Engenheiro em Instrumentação nas
áreas de siderurgia e celulose
– Coordenação de Engenharia e Projetos na área de
celulose
– luis.gonzaga.mmo@uol.com.br
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Engenharia de Projetos Industriais -
Instrumentação
•História do controle e automação
•Projetos básicos de instrumentação
•Projetos detalhados de instrumentação
•Medição de pressão
•Medição de nível
•Medição de vazão
•Medição de temperatura
•Elementos finais de controle
•Documentação do projeto

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Engenharia de Projetos Industriais -
Instrumentação
•Avaliações
•Projeto sobre o fluxograma do processo fictício:
30 pontos.
•2 Avaliações múltipla escolha ao final de cada
aula: 10 e 20 pontos.

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Engenharia de Projetos Industriais
Automação
•Introdução à Automação
•TA e TI
•Supervisório
•PLC
•SDCD
•PIMS
•MÊS
•Avaliações
•Projeto sobre programação de PLC: 30 pontos.
•Avaliação múltipla escolha ao final da aula: 10
pontos.

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Engenharia de Projetos Industriais
Instrumentação e Automação
•Bibliografia
•https://sites.google.com/site/instrumentacaoeautomacao/home
•BEGA, Egídio A. (org.). Instrumentação Industrial. 3ª ed.
São Paulo: Interciência, 2.011.
•LIPTÁK, Béla (org.) Process Measurement and Analysis -
vol. I. 4th ed. New York: CRC Press, 2.006.
•LIPTÁK, Béla (org.) Process Measurement and
Optimization - vol. II. 4th ed. New York: CRC Press, 2.006.
•SENAI. Instrumentação Básica I. Espírito Santo, 1.999.
•SENAI. Instrumentação Básica II. Espírito Santo, 1.999.

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Evolução do Controle,
Instrumentação e Automação

Luís Gonzaga M. M. Oliveira

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Tópicos

• Processos contínuos e sequenciais


• Aplicações de automação em processos
contínuos
• Aplicações de automação em processos
sequenciais

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Manter um carro na estrada

monitora-se a trajetória/
velocidade/ tráfego
atua-se sobre volante/
acelerador/ freio
controla-se a trajetória
segurança: guard-rails/
muretas

Tomar uma ducha quente


monitora-se temperatura/
vazão da água

x
Figura imprópria para este horário
atua-se sobre as torneiras
controla-se a temperatura (e
vazão, se der)
segurança: box maior que o
jato da ducha
Controle de orçamento

monitora-se o saldo bancário


atua-se sobre desembolsos
controla-se o orçamento
segurança: poupança?

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Processos

• Processamento de uma matéria-prima com


uso de energia para gerar um produto
especificado
• Um sistema a ser controlado

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Definições de Controle de Processos

PLC SDCD
Controle
Controle
contínuo
sequencial Açúcar

Cachaça Limão

R,S,T

CCM
Motores Gelo

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Caipirinha
Processos Contínuos

• Aquele que, por um longo período, recebe


uma entrada constante e do qual é requerido
produzir uma saída contínua constante
• O objetivo do controle é manter o produto
dentro das especificações, apesar dos
distúrbios

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Processos Contínuos

Tau

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Processos contínuos

Controlador

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Processos contínuos - Histórico

• Primeiros controles com a inteligência


humana

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Processos contínuos - Histórico

• A inteligência passou a ser mecânica – 1787

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Processos contínuos - Histórico

• Com a tecnologia de transmissão de sinais à


distância, a inteligência passou gradualmente
a ser centralizada em painéis remotos
• Primeiros controladores remotos ainda eram
mecânicos

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Processos contínuos - Histórico

• Surgimento dos primeiros controladores


eletrônicos (analógicos)

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Processos contínuos - Histórico

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Processos contínuos - Histórico

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Processos contínuos - Histórico

• Surgimento dos controladores digitais


microprocessados ( SDCD e CLP)
• Uma única CPU controlando diversas variáveis
• Inteligência centralizada

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Processos contínuos - Histórico

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Processos contínuos - Histórico

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Processos contínuos - Internet

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Processos contínuos - Histórico

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Processos contínuos - Histórico

• Facilidades de transferência de informação a


outros níveis gerenciais dentro da empresa

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UTILITES / BOILERS CHEMICAL PLANT DRYING MACHINES DIGESTER / BLEACHING
ÁREA 240 ÁREA 220 ÁREA 230 ÁREA 210

RMS RMS RMS PIMS RMS PIMS

RB1/Eva2 TG2 217/218/221 212/215/216/ 113/115/116/ 117/118/ 121


TCP/IP 113/142/142A/B/143/144/145/162 125 / 127/227/161 222 / 231/122 Massa L1/L2

50 49 48 47 46 51 39 40 41 42 43 44 45 58 54 55 61 62 63 64 59 60 56
64 63 62 61 50

V-NET

Hcopy ENGS
EPRT EPRT Hcopy

25

ENGS

32

28 29 30 31 28 29 30 31 ÁREA 117
HF-Bus A HF-Bus B V Net
20

25 26 27 28 29 30 31 32 33 34
38 37 36 35 01/02/03 04/05 06/07/08 09/11

02 04 06 07 08 17 18 20 23 21 10/22 02 03 05 15
RMS RMS
PIMS RMS 07 08 09
241/151/145/152/154/155/157/254/257 163/263 TCP - IP 131/132
341/357

64 58 59 56 57 54 55
MB300

AC450

AF100

(C) 2018 - Luís GonzagaAC80


M. M. Oliveira 31
01 03 09 12 23 ABB DEENP - (Marcos)
Processos contínuos - Internet

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Processos contínuos - Fieldbus

• Link de comunicação digital bidirecional entre


os dispositivos no nível de campo e de
controle para substituir o padrão 4-20 mA
• Tecnologia aberta e inter-operável que
permite a migração das funções de controle
para os dispositivos de campo

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Processos contínuos - Fieldbus

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Processos contínuos - Fieldbus

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Processos contínuos - Fieldbus

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Processos sequenciais

37
Processos sequenciais

• Quadros de relés

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Processos sequenciais

• Quadros de relés

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Processos sequenciais

CLP ( PLC )

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Processos sequenciais

CLP ( PLC )

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Processos sequenciais

CLP ( PLC )

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Processos sequenciais

CLP ( PLC )

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Processos sequenciais

• Robôs

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Processos sequenciais

• Robôs  Braços mecânicos que executam


tarefas pré-programadas numa
ordem definida e repetitiva.
 Muito “obedientes” e não
adoecem, garantindo a qualidade
do serviço executado.

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Perguntas ?

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OBRIGADO!

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Projetos de Instrumentação

PROJETO PROJETO INSTALAÇÃO COMISSIO- START-UP


BÁSICO DETALHA- e NAMENTO
DO MONTAGEM

SEQUÊNCIA DE PROJETO E INSTALAÇÃO DE INSTRUMENTAÇÃO

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Projeto Básico

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Liís Gonzaga M. M. Oliveira
Projeto Básico

• Conhecer como funciona o processo da planta industrial


• Necessidades de instrumentação e automação para seu controle
• Instalações, produto manipulado, meio-ambiente, segurança,
classificação de áreas
• Um bom projeto deve ter como premissa a colocação da planta
em funcionamento no menor tempo possível, com a melhor
instrumentação envolvida e com o menor custo possível

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Projeto Básico

• Os documentos mais importantes a serem desenvolvidos nesta


fase são:
– Critérios de Projeto (“Concept Project”)
– Fluxograma de Processo (“Process Flow Diagram - PFD”)
– Fluxograma de Engenharia (“Piping and Instrumentation –
P&I”)
– Folha de dados do Processo “Process Data Sheet”
– Lista de Instrumentos
– Planta de Classificação da Área

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Critérios de Projeto

• Condensação de todos os detalhes sobre o processo e o trabalho


a ser realizado
• Deve constar objetivo, a descrição de processo, necessidades de
controle para o processo, requisitos de equipamentos, detalhes
de construção, matéria-prima e produto final, capacidades do
sistema, requisitos de segurança e futuras expansões
• Exemplo: N-1882 da Petrobrás

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Critérios de Projeto

• Seleção de instrumentos;
• Requisitos de instalação de instrumentos
• Seleção de painéis e salas de controle;
• Alimentação elétrica e pneumática;
• Simbologia, unidades e escalas:
• Sistemas de intertravamento;
• Seleção de válvulas

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Fluxograma de Processo

• PFD – Process Flow Diagram ou Balanço de Material


• Engenheiro de Processo ou Químico
• Linhas de fluxo e suas características físicas, não mostrando a
instrumentação envolvida
• Principais equipamentos de processo
• Informações de processo que indicam as condições de operação
de cada equipamento ou linha (vazão, pressão, temperatura,
viscosidade, etc.), balanço de material
• Representação gráfica do processo e uma tabela constando os
dados do processo

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Fluxograma de Processo

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Fluxograma de Engenharia

• P&I – Piping and Instrumentation


• Engenheiro de Instrumentação
• Inclui detalhes do processo e dos equipamentos
• Os equipamentos, tubulações, motores, válvulas,
instrumentação para controle e seus tags são incluídos em um
ou mais desenhos (P&I)

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Fluxograma de Engenharia

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Fluxograma de Engenharia

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Fluxograma de Engenharia

• Instrumentos In-line e On-line devem estar claramente indicados


através de correta simbologia
• Requisitos de by-pass ou válvulas de bloqueio, filtros ou válvula
de dreno devem estar no P&I
• Conexões de instrumentos em vasos devem claramente indicar
se serão montados no topo ou na lateral
• Um instrumento que necessite de um ponto de amostra
dedicado no topo ou no lado de um vaso deve ser mostrado
como um ponto independente no P&I, e caso mais de um
instrumento divida este ponto, eles devem estar sendo mostrado
na mesma tomada

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Definições Básicas

PLANTA
• Grupo de equipamentos que funciona conjuntamente, cuja finalidade
é desenvolver uma dada operação.

PROCESSO
• Processamento de uma matéria-prima com uso de energia para gerar
um produto especificado;um sistema a ser controlado.

MALHA
• Conjunto de instrumentos, interligados entre si que tem com objetivo
transmitir, indicar, registrar e/ou controlar uma grandeza (Variável de
Processo)
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Definições Básicas

Malha
(loop)

Processo

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Características dos Instrumentos
de Medição
• Faixa de Medição (range), Campo de Medida
• Largura de Faixa (Span), Alcance
• Histeresis
• Exatidão

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Faixa de Medição (Range)

• É o conjunto de valores compreendidos dentro dos limites


superior e inferior da capacidade de medição ou de
transmissão do instrumento.

40ºC

36ºC
43ºC
42ºC
41ºC

39ºC

35ºC
45ºC
44ºC

38ºC
37ºC

34ºC
• Diz-se então que o RANGE do termômetro acima é de 34
à 45ºC, ou seja, o termômetro pode medir valores entre 34
e 45ºC.

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Largura de Faixa (Span)

• É o variação máxima de valores que pode ser medida por


um instrumento.
• É obtida através da diferença entre os valores superior e
inferior da faixa de medição (RANGE) do instrumento.

37ºC
45ºC

41ºC

39ºC
44ºC
43ºC
42ºC

40ºC

38ºC

36ºC
35ºC
34ºC
• Diz-se então que o SPAN do termômetro acima é de 11ºC,
ou seja, o termômetro pode ter uma variação máxima de
temperatura de 11ºC.
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Histerese
• Maior diferença entre a indicação na subida e na descida
da variável medida em um instrumento
• É dado em tantos por cento do Span e fornecido pelo
fabricante.
Saída
(%)
100
Sentido
Descendente

Sentido
Ascendente

0 (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 100 Entrada 65


(%)
Classificação de Instrumentos de
Medição
• Por Função

• Por Sinal de Transmissão ou Suprimento

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Classificação por Função

Indicador Controlador
• Detector
Integrador • Transmissor
• Indicador
• Registrador
• Conversor
Transmissor
Atuador • Unidade Aritmética
Conversor • Integrador
• Controlador
• Válvula
Detector Válvula (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 67
Classificação por Sinal de
Transmissão ou Suprimento
• Tipo Pneumático
* Utiliza Ar Comprimido ( Nitrogênio, Gás Natural)
* 0,2 a 1,0 kgf/cm² (Sistema Internacional) ou 3 a 15
psi (Sistema Inglês)
* Vantagem - Pode ser usado em ambientes
explosivos.
* Desvantagens - Necessário tubulação e
equipamentos auxiliares; Distâncias pequenas (100m);
Difícil detecção de vazamentos; Não pode ser conectado
diretamente ao computador; Resposta Lenta.

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Classificação por Sinal de
Transmissão ou Suprimento
• Tipo Hidráulico
* Utiliza Óleo Hidráulico
* Vantagem - Gera grandes forças, resposta rápida.
* Desvantagens - Necessário tubulação, equipamentos
auxiliares e inspeção periódicas; Não pode ser conectado
diretamente ao computador.

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Classificação por Sinal de
Transmissão ou Suprimento
• Tipo Elétrico
* Utiliza sinais elétricos de corrente ou tensão.
* 4 a 20mA (Grandes distâncias) ou 1 a 5V (Até 15m).
* Vantagem - Longas distâncias; Alimentação e Transmissão
de sinal pelo mesmo par de fios; Sem necessidade de
equipamentos auxiliares; Fácil conexão ao computador; Fácil
instalação; Facilita a execução de operações matemáticas.
* Desvantagens - Necessário técnico especializado, Cuidados
especiais em áreas de risco; Cuidados especiais no
encaminhamento de cabos e fios de sinal; Cabos de sinal devem
ser protegidos contra ruídos.
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Classificação por Sinal de
Transmissão ou Suprimento
• Tipo Digital
* Utiliza “pacotes de informações”.
* Vantagem - Não necessita ligação ponto a ponto por
instrumento; Par Trançado ou Fibra Óptica; Imune a Ruídos;
Permite configuração, diagnóstico e calibração em qualquer
ponto da malha; Menor custo final.
* Desvantagens - Vários protocolos; Perda de informações
e/ou controle de malhas com rompimento no cabo.

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Classificação por Sinal de

Transmissão
Via Rádio
ou Suprimento
* Utiliza ondas de rádio.
* Faixa de freqüência especifica.
* Vantagem - Sem cabos de transmissão de sinal; Utilizado
para máquinas móveis.
* Desvantagens - Alto custo inicial; Necessita de técnicos
altamente especializados.
• Via Modem
* Utiliza sinais em freqüência, fase ou amplitude.
* Vantagem - Baixo custo de instalação; Longas distâncias.
* Desvantagens -Necessita de técnicos especializados; Baixa
velocidade; Sujeito a interferências externas.
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Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)
• Tipos de Conexões
• Conexão do processo, ligação ou
suprimento ao instrumento
• Sinal pneumático ou sinal
indefinido para diagramas de
processo
• Sinal elétrico
• Tubo capilar (sistema cheio)
• Sinal hidráulico

• Sinal eletromagnético ou sônico


(sem fios)
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Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)
• Código de Identificação de Instrumentos

• Identificação Funcional • Identificação da Malha

T RC 210 A
1ª letra Letras subseqüentes Nº da Malha Sufixo (normalmente
não é utilizado)

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Significado das Letras de Identificação

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Significado das Letras de Identificação

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Significado das Letras de Identificação

• FI • FT
• TR • TT
• LSLH • FQ
• PIC • FY√
• TSALH • FYI/P
• WI • TRC

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Identificação de instrumentos de Campo e Painel

Montado Montado Montado


localmente entre o painel no painel
Símbolo Geral (Campo) e o campo
de Instrumento

 Montagem Local  Montagem no painel


Instrumento de Instrumento de
função única função única

Instrumento de Instrumento de
função múltipla função múltipla
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Instrumentação de Vazão

Placa de Orifício Medidor Venturi

Tubo Pitot
Válvulas de Controle
Válvula com atuador pneumático de diafragma

Válvula com atuador elétrico (senoidal ou motor)

Válvula com atuador hidráulico ou pneumático tipo pistão

Válvula manual

Válvula com atuador pneumático de diafragma


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Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)

Exemplo:
1 ~ 5V 4 ~ 20mA

FR-210 FIC-210

4 ~ 20mA
4 ~ 20mA
FT-210 FCV-210
I/P
FE-210 FY-210

TUBULAÇÃO DO PROCESSO

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Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)

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Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)

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Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)

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Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)

• Desenhar malhas • Malha de indicação e


conforme fluxogramas controle de vazão na
de processo tubulação de
enchimento do tanque
• Malha de medição e
indicação de nível no
tanque
• Malha de indicação de
temperatura no tanque
• Instrumentos
eletrônicos 4 a 20 mA 84
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira
Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)

• Malha de indicação e controle de vazão na tubulação de


enchimento do tanque
• Instrumentos eletrônicos 4 a 20 mA

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 85


Simbologia Conforme ABNT
(NBR-8190)

• Malha de medição e indicação de nível no tanque


• Malha de indicação de temperatura no tanque
• Instrumentos eletrônicos 4 a 20 mA

I I

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Projeto Básico 2

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Fluxograma de Engenharia

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Folha de Dados de Processo para
Instrumentos
• Informações de processo básicas que permitirão a correta
seleção e dimensionamento dos instrumentos
• Serviço, produto, condições mínimas, normais e máximas
das principais variáveis, condições de alarme, segurança,
etc
• Agrupar em um único documento todas as informações do
processo necessárias para a especificação dos
instrumentos
• Se qualquer uma das informações necessárias da folha de
dados do processo não estiver disponível, o engenheiro de
instrumentação deve notar a falta desta informação e
obtê-la com o engenheiro de processo ou o departamento
de produção (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 89
Folha de Dados

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 90


Folha de Dados
• Revisão
– Quando algum dado constante da folha for revisto,
assinalar com o número da revisão e a linha na qual
este dado se localiza.
• Identificação
– Indicar a identificação do instrumento (“tag”) de
acordo com a sistemática adotada.
• Fluido (Estado)
– Especificar o fluido de processo e entre parêntesis seu
estado físico; se o estado físico for evidente a partir da
designação do fluido, sua indicação é dispensável.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 91


Folha de Dados - Vazão
• Vazão: Fornecer os valores de vazão normal, máxima e
mínima.
• Pressão: Indicara a pressão normal, máxima e mínima, a
montante do elemento primário.
• Temperatura: Fornecer os valores das temperaturas
normal, máxima e mínima.
• Densidade: Para líquidos, fornecer as densidades relativas
nas condições de referência (temperatura de referência) e
nas condições de operação (temperatura normal). Para
gases utilizar o mesmo procedimento ou
preferencialmente indicar o peso molecular e fatores de
compressibilidade.
• Peso molecular: Informar no caso de vapores e gases.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 92


Folha de Dados - Vazão
• Fator de compressibilidade: Para vapores e gases
informar o valor do fator de compressibillidade nas
condições de referência (pressão e temperatura de
referência) e nas condições de operação (pressão e
temperatura normais). Se o fator de compressibilidade for
omitido, será considerado igual a 1.
• Viscosidade: Indicar a viscosidade nas condições normais
de operação.
• Ponto de Atuação: Quando o instrumento for uma chave
de vazão, fornecer a vazão correspondente ao ponto de
atuação da chave nas unidades indicadas para as vazões
normal, máxima e mínima.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 93


Folha de Dados - Pressão
• Pressão: Fornecer os valores de pressão normal, máxima e
mínima.
• Temperatura: Fornecer os valores da temperatura normal,
máxima e mínima.
• Ponto de Atuação: Quando o instrumento for um
pressostato, indicar a pressão correspondente ao ponto
de atuação.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 94


Folha de Dados - Temperatura
• Temperatura: Fornecer os valores da temperatura normal,
máxima e mínima.
• As temperaturas máxima e mínima geralmente
corresponderão à temperatura de projeto mecânico dos
equipamentos aos quais os instrumentos estão ligados.
• Pressão: Fornecer os valores de pressão normal, máxima e
mínima.
• Ponto de Atuação: Quando o instrumento for um
termostato, indicar o valor da temperatura
correspondente ao ponto de atuação.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 95


Folha de Dados

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 96


Folha de Dados - Nível
• Nível: Indicar os níveis normal, máximo e mínimo.
• Densidade relativa
• Para líquidos a densidade relativa será dada em relação à
densidade da água na temperatura de referência. Para
gases e vapores, a densidade relativa será dada em
relação ao ar nas condições de referência.
• As condições de referência, salvo indicação em contrário,
serão:
• Para líquidos...........................20ºC
• Para vapores e gases..............1,013 Bar e 0ºC (CNTP)

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 97


Folha de Dados - Nível
• Equipamento: Indicar a identificação do equipamento, o
tipo de acordo com croquis numerados e as dimensões
principais em milímetros.
• Fluido: No caso de interfaces líquido/gás ou vapor
especificar apenas o fluido inferior. Para interfaces
líquido/líquido, especificar ambos líquidos inferior e
superior.
• Pressão: Fornecer a pressão normal, máxima e mínima.
• Temperatura: Fornecer os valores das temperaturas
normal, máxima e mínima.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 98


Folha de Dados - Nível
• Densidade: No caso de interface líquido/gás ou vapor,
informar a densidade relativa do líquido. No caso de
interface líquido/líquido, fornecer ambas densidades.
• Viscosidade: Indicar a viscosidade do(s) líquido(s) nas
condições normais de operação.
• Ponto de Atuação: Quando o instrumento for uma chave
de nível, indicar o nível correspondente ao ponto de
atuação da chave.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 99


Folha de Dados

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 100


Folha de Dados - Válvulas
• Vazão: Fornecer os valores de vazão normal, máxima e
mínima.
• Pressão: Dar os valores da pressão normal, máxima e
mínima a montante da válvula de controle.
• Pressão diferencial (P): Fornecer a queda de pressão na
válvula de controle na vazão normal, máxima e com a
válvula totalmente fechada. Os dois primeiros valores
serão usados para os cálculos dos CV’s normal e máximo.
O diferencial de pressão com a válvula fechada será usado
para dimensionamento do atuador e também para
estimar o CV mínimo, e consequentemente a faixa de CV
nas quais a válvula deverá operar.
• Temperatura: Fornecer os valores das temperaturas
normal, máxima e mínima.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 101


Lista de Instrumentos Nº :
PROJETO - CLIENTE
Nº Cliente:
Folha Nº: Rev.:
LISTA DE INSTRUMENTOS Por: Verif.: Data:
FLUXO- FOLHA DE DIAGRAMA DIAGRAMA TÍPICOS DE LISTA DE PLANTA
SERVIÇO LOC. TAG GRAMA INSTRUMENTO ESPECIF. FAIXA UNID. DE MALHA INTERTRAV. MONTAGEM CABOS INSTRUM. NOTAS

T-Tubulação NOTAS:
E-Equipament o
C-Campo
F-Fornecido p/ Terceiros
CLP-Sist ema Supervisório
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 102
Lista de instrumentos
• Índice dos instrumentos da planta industrial, ordenados
pelas suas identificações (TAG´s)
• Serviço, fluxograma, equipamentos ou linha onde são
instalados, desenhos dos detalhamentos de instalação
elétrica, pneumática, de processo, diagrama de malha,
planta de instrumentação pneumática, planta de
instrumentação elétrica, isométrico ou planta de
tubulação, fabricante e modelo dos instrumentos.
• Normalmente é A3.
• Instrumentos deverão ser agrupados por variável e
ordenados por malhas ou serviço que estão executando,
seguindo a ordem numérica de identificação (tag)

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 103


Lista de instrumentos
• SERVIÇO: Preenchido com a função a qual o instrumento
ou a malha que o mesmo pertence está realizando.
Normalmente existe mais de um instrumento executando
um mesmo serviço.
• LOC. (Localização): Preenchido com o local em que o
instrumento está instalado. Normalmente as opções mais
comum são: Painel; Linha ou Tubulação; Equipamento;
Campo ou CLP.
• TAG: Preenchido com o tag do instrumento.
• FLUXOGRAMA: Preenchido com o código do documento
“Fluxograma de Engenharia – P&ID”.
• INSTRUMENTO: Descrição resumida do instrumento, por
exemplo: Indicador de nível.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 104
Lista de instrumentos
• FOLHA DE ESPECIFICAÇÃO: Preenchido com o código do
folha de especificação.
• FAIXA E UNID.: Valores retirados da folha de especificação
do instrumento.
• DIAGRAMA DE MALHA; INTERTRAVAMENTO; TÍPICOS DE
MONTAGEM; LISTA DE CABOS E PLANTA DE
INSTRUMENTAÇÃO: Preenchido com o código do
documento relativo ao instrumento.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 105


Projetos de Instrumentação e
Automação

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 106


Projeto Detalhado
• Desenvolvidos os cálculos de engenharia e seus
memoriais, desenhos e diagramas, especificações de
instrumentos, requisições de compra, organização de
literaturas e documentos.
• Necessário um sistema para manter o controle e
rastreabilidade da documentação devido ao aumento de
volume.
• Documentos contemplem as seguintes informações:
– Número
– Título
– Tipo
– Tamanho
– Data de criação
– Data de Revisões
– Nota das revisões (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 107
Projeto Detalhado
• Documentos mais importantes a serem desenvolvidos
– Memorial de cálculo de instrumentos
– Folha de Especificação de Instrumentos
– Diagrama de fiação ou ligação
– Diagrama de malha
– Diagrama lógico
– Diagramas de detalhamento típico de instrumentos
– Planta de encaminhamentos de cabos
– Planta de encaminhamentos de cabos na sala de controle
– Desenhos de painel
– Especificações de instrumentos, folha de dados, memoriais,
informações de fabricantes, etc. podem também ser numerados e
arquivados.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 108


Folha de Especificações
• Objetivos
– Facilidade no estabelecimento dos dados mínimos
necessários à especificação dos instrumentos;
– Uniformização da terminologia;
– Padronização na apresentação dos dados, permitindo
critérios uniformes de análise de especificações,
cotações, ordens de compra, inspeção e recebimento;
– Aumento de eficiência no processamento das
informações, desde a concepção inicial até a operação
dos sistemas de instrumentação e controle

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 109


Folha de Especificações
• Identificação (tag), serviço, dados operacionais e
características técnicas que permitam sua completa
definição para fins de aquisição do instrumento.
• Devem ser elaborados utilizando-se formulários
padronizados.
– Procedimento PRINST/1 do IBP
– Norma ISA-20-1981 “Formulários de especificação de
instrumentos, elementos primários e válvulas de
controle para medição e controle de processo”
• Para realizar um boa e completa especificação de
instrumento, deve-se conhecer o princípio de
funcionamento do mesmo, conceitos de normas de
classificação elétricas e mecânicas de equipamentos e
instrumentos (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 110
Folha de Especificações
• Instrumentos diversos • Anunciadores de alarme –
Gravação de Plaquetas
• Anunciadores de alarme
• Termostatos
• Termômetros bimetálicos e poços
• Bulbos de resistência e poços
• Termopares e poços
• Rotâmetros
• Instrumentos de temperatura (bulbo cheio) • Transmissores tipo turbina
• Placas de Orifíco e flanges • Totalizador local de vazão
• Medidores magnéticos de vazão • Indicadores de nível de tanque
• Visores de nível • Instrumentos de nível (empuxo)
• Chave de nível (bóia ou empuxo) • Manômetros
• Instrumentos de nível (tipo capacitância) • Transmissores de pressão
• Pressostatos • Instrumentos de pressão
• Transmissores de pressão diferencial • Válvulas termostáticas
• Válvulas controladoras de pressão
• Válvulas de controle
• Válvulas motorizadas
• Válvulas controladoras de nível eletricamente
• Instrumentos de painel • Válvulas motorizadas
pneumaticamente
• Válvulas solenóide
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 111
Nº REV
FOLHA DE ESPECIFICAÇÃO 0
UNIDADE: FOLHA
_ de _
PROJETO:

CLIENTE: MEDIDORES MAGNÉTICO DE VAZÃO


1 IDENTIFICA ÇÃ O FIT-01 FIT-02
CLA RIFICA DO EFLUENTE TRA TA DO
2 SERVIÇO P A RA ETA P A RA ETA
GERAL

3 IDENTIFICA ÇÃ O DA LINHA
4 DIÂ M ETRO DA LINHA 14" 6"
5
6
7 DIÂ M ETRO, CLA SSE E FA CE 10" 150# FP 4" 150# FP
8 A LCA NCE 0 a 1675 m³/h 0 a 270 m³/h
9 CA LIB RA ÇÃ O 0 a 500 m³/h 0 a 70 m³/h
10 M A T. DO TUB O M EDIDOR A ISI 304 A ISI 304
11 M A T. DO REVESTIM ENTO NEOP RENE NEOP RENE
12 M A T. DO FLA NGE A ÇO CA RB ONO A ÇO CA RB ONO
13 TIP O DO ELETRODO STA NDA RD STA NDA RD
MEDIDOR

14 M A T. ELETRODO A ISI 316 A ISI 316


15 LIGA ÇÃ O DA B OB INA EM SÉRIE EM SÉRIE
16 P RECISÃ O 0,5% DO VA LOR M EDIDO 0,5% DO VA LOR M EDIDO
17 REP ETIB ILIDA DE 0,1% DO VA LOR M EDIDO 0,1% DO VA LOR M EDIDO
18 A LIM ENTA ÇÃ O DO TRA NSM ISSOR DO TRA NSM ISSOR
19 CLA SSIFICA ÇÃ O DO INVÓLUCRO NEM A 4 NEM A 4
20 CONEXÃ O ELÉTRICA 1/2" NP T(F) 1/2" NP T(F)
21 VELOCIDA DE ( m/s ) 1,53 1,33
22
23
24
25 M ONTA GEM INTEGRA L INTEGRA L
26 SINA L DE SA ÍDA 4 a 20 mA ,LINEA R,ISOLA DO 4 a 20 mA ,LINEA R,ISOLA DO
TRANSMISSOR

27 COM P RIM ENTO CA B O DE SINA L - -


28 CLA SSIFICA ÇÃ O DO INVÓLUCRO NEM A 4 NEM A 4
29 CONEXÃ O ELÉTRICA 1/2" NP T(F) 1/2" NP T(F)
30 A LIM ENTA ÇÃ O 110 / 220 Vca 110 / 220 Vca
31 TIP O M ICROP ROCESSA DO M ICROP ROCESSA DO
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 112
32 INDICA ÇÃ O SIM - DIGITA L SIM - DIGITA L
33
32 INDICA ÇÃ O SIM - DIGITA L SIM - DIGITA L
33
34 P LA QUETA DE IDENTIFICA ÇÃ O SI M - A ISI 316 SI M - A ISI 316

ACESSÓRIOS
35 A NEL DE A TERRA M ENTO - -
36 A NEL DE P ROTEÇÃ O - -
37
38
39
40
41
42 FLUIDO ESTA DO FÍSICO EFL. B RUTO LÍQUIDO EFL. TRA T. LÍQUIDO
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO

43 P RESSÃ O NORM A L 2 2
44 P RESSÃ O M Á X. P RESSÃ O M ÍNIM A 5 0 5 0
45 TEM P . NORM A L TEM P . M Á XIM A AM B. AM B. AM B. AM B.
46 VA ZÃ O NORM A L 350 49
47 VA ZÃ O M Á X. VA ZÃ O M ÍNIM A 500 0 70 0
48 DENSIDA DE COND. OP ER. STA ND. 1000 1000
49 VISCOSIDA DE TEM P .OP ER. A M B . 1 1
50 SÓLIDOS EM SUSP ENSÃ O SIM - 0,1% SIM - 0,1%
51 P ESO M OLECULA R
52 CONDUTIVIDA DE ELÉTRICA
53
54
55 FA B RICA NTE
56 M ODELO
57 UNIDADES: PRESSÃO (bar) TEMPERATURA (ºC) VISCOSIDADE (cP) DENSIDADE (kg/m³) VAZÃO (m³/h)
NOTAS:

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 113


Folha de Especificações
• Classificação do invólucro IP XX

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 114


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 115
Folha de Especificações
• Classificação da área

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 116


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 117
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 118
Folha de Especificações
• Materiais
– Atenção especial com as partes molhadas ( em contato com fluído
a ser medido )
– Inox 304 ou 316
– Neoprene
– Teflon
– Monel
– Tântalo

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 119


Medição de Pressão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 120


Medição de Pressão
• Pressão atmosférica, manométrica ou relativa, absoluta,
pressão diferencial.
• Unidades práticas de pressão: mmHg, mmH2O, atm,
kgf/cm2, psi
• 8.3.1.2 Os elementos sensores do tipo “Bourdon” são os
recomendados para os instrumentos de medição local de
pressão. [Prática Recomendada]

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 121


Medição de Pressão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 122


Medição de Pressão
•8.3.5.1 O manômetro com amortecedor de pulsação deve
ser instalado em serviço onde haja pulsação do fluido de
processo, como em descarga de bombas alternativas e em
sucção e descarga de compressores alternativos.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 123


Medição de Pressão
8.3.5.3 Em linhas e equipamentos com líquido e em
temperaturas elevadas, que possam danificar o
instrumento, deve ser previsto e instalado comprimento
adicional nas linhas de impulso, para a dissipação térmica
necessária. Para aplicações onde o fluido de processo seja
vapor, utilizar tubo sifão ou serpentina de resfriamento.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 124


Medição de Pressão
• 8.3.5.4 Para linhas onde o fluido de processo seja
corrosivo, viscoso, solidificável ou tenha combinação
destas propriedades, os instrumentos de pressão devem:
– a) manômetros: utilizar diafragma de selagem;

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 125


Medição de Pressão
• 8.3.1.1 Para qualquer medição de pressão, cujo sinal deva
ser levado a mais de 10 m do ponto de medição, deve ser
utilizado um transmissor de pressão.
• 8.3.3.1 Os transmissores de pressão devem possuir as
seguintes características:
– a) serem eletrônicos, inteligentes e programáveis, com a
transmissão do sinal no mesmo meio físico que a alimentação
elétrica;
– b) poderem operar em 24 Vcc, com sinal de saída linear em 4 mA
a 20 mA, com uma resistência de carga mínima de 500 Ω;
– c) serem padronizados em toda a planta de forma a facilitar a
manutenção.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 126


Medição de Pressão
Diagnóstico

Temperatura do
Transmissor Circuito

Temperatura da
Capsula

Sensor Pressão
Estática

Pressão
Diferencial

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 127


Medição de Pressão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 128


Medição de Pressão

Sensor tipo célula capacitiva

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 129


Medição de Pressão

Sensor tipo strain gauge ( fita extensiométrica )

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 130


Medição de Pressão
• 8.3.5.4 Para linhas onde o fluido de processo seja
corrosivo, viscoso, solidificável ou tenha combinação
destas propriedades, os instrumentos de pressão devem:
– a) manômetros: utilizar diafragma de selagem;
– b) transmissores: ser instalados com pote de selagem ou selo
diafragma, conforme a necessidade.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 131


Medição de Pressão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 132


Medição de Pressão

Nº REV
FOLHA DE ESPECIFICAÇÃO 0
UNIDADE: FOLHA
_ de _
PROJETO:

CLIENTE: TRANSMISSORES DE PRESSÃO DIFERENCIAL


1 IDENTIFICA ÇÃ O 121LT01 121PT01 121FT01
2 SERVIÇO

3 IDENTIFICA ÇÃ O DA LINHA
GERAL

4 TIP O M A NOM ÉTRICO M A NOM ÉTRICO DIFERENCIA L


5 CONEXÃ O A O P ROCESSO 3" 300# FR 1/2" NP T ( F ) VER SELO
6 CONEXÃ O ELÉTRICA P G13.5 P G13.5 P G13.5
7 CLA SSIFICA ÇÃ O DA Á REA ZONA 1, GRUP O II B , T4 ZONA 1, GRUP O II B , T4 ZONA 1, GRUP O II B , T4
8 CLA SSIF. DO INVÓLUCRO IP 65 IP 65 IP 65
9 M ONTA GEM INTEGRA L INTEGRA L INTEGRA L
10
11 TIP O DO ELEM ENTO DIA FRA GM A DIA FRA GM A DIA FRA GM A
12 A LCA NCE -1 a 2 bar -1 a 2 bar 0 a 0,05 bar
13 FA IXA ( CA LIB RA ÇÃ O ) -0,2 a 1 bar -0,2 a 1 bar 0 - 0,025 bar
14 CL.P RESSÃ O SOB REP RESSÃ O - 20 bar - 20 bar - 10 bar
TRANSMISSOR

15 FLUIDO DE ENCHIM ENTO FLUORLUB E FLUORLUB E FLUORLUB E


16
17 P RECISÃ O LINEA RIDA DE 0,1% SP A N - 0,1% SP A N - 0,1% SP A N -
18 REP ETIB ILIDA DE HISTERESE - - - - - -
19
20
21 SINA L SA ÍDA IM P ED. CA RGA - - - - 4 a 20 mA 500
22 A LIM ENTA ÇÃ O SIST. TRA NSM IS. - 2 FIOS
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira- 2 FIOS 24 Vdc 2 FIOS
133
23 P ROTOCOLO P / COM UNIC. DIGITA L P ROFIB US - P A P ROFIB US - P A -
24 CONSUM O 12 mA 12 mA -
25 ELEM ENTO A ISI 316 L A ISI 316 L A ISI 316 L
26 FLA NGES E A DA P TA DORES A ISI 316 L A ISI 316 L A ISI 316

MATERIAIS
27 A NÉIS EM "O" P TFE P TFE P TFE
28 VÁ LVULA S DE VENT E DRENO - - A ISI 316
29 P A RA FUSOS P ORCA S - - - - A ÇO INOX A ÇO INOX
30 INVÓLUCRO/P INTURA A LUM ÍNIO/P OLIÉSTER A LUM ÍNIO/P OLIÉSTER A LUM ÍNIO/P OLIÉSTER
31 COR P A DRÃ O FA B RICA NTE P A DRÃ O FA B RICA NTE P A DRÃ O FA B RICA NTE
32
33
SELO DIAFRAGMA

34 TIP O - - REM OTO


35 CONEXÃ O A O P ROCESSO - - 2" 300# FR
36 DIA FRA GM A - - A ISI 316 L
37 M A TERIA L CORP O SUP . INFERIOR - - - - A ISI 316 A ISI 316
38 CA P ILA R A RM A DURA - - - - A ISI 304 A ISI 304
39 COM P RIM ENTO DO CA P ILA R - - 5 m ( CONFIRM A R )
40 FLUIDO DE ENCHIM ENTO - - 2 NOTA 2
41
42 FLUIDO ESTA DO FÍSICO VA P OR RESINA GA SOSO EFLUENTE GA SOSO Á GUA +SOLV. L+GA S.
COND. OPER.

43 P RESSÃ O NORM A L 0,06 0,06 1 0


44 P RESSÃ O M Á X. P RESSÃ O M ÍNIM A 0,8 -0,04 0,8 -0,04 1 0,02 0
45 TEM P . NORM A L TEM P . M Á XIM A 40 - 120 180 25 190 25 90
46 DENSIDA DE REL. STA ND. - - - -
47 VISCOSIDA DE TEM P .OP ER. A M B . - - - -
48 SÓLIDOS EM SUSP ENSÃ O NÃ O NÃ O NÃ O
49 P ESO M OLECULA R -
50 INDICA DOR LOCA L DIGITA L DIGITA L DIGITA L
ACESS.

51 KIT P / M ONTA GEM EM TUB O DE 2" - SIM SIM


52 M A NIFOLD INTEGRA L 3 VIA S - - -
53 P LA QUETA DE IDENTIFICA ÇÃ O A ISI 316 A ISI 316 A ISI 316
54
55 FA B RICA NTE SM A R SM A R
56 M ODELO
57 UNIDADES: PRESSÃO (bar) TEMPERATURA (ºC) VISCOSIDADE (cP)
NOTAS:

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 134


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 135


Medição de Nível
• 8.5.2.2 Os visores de nível tipo transparente devem ser
utilizados nas seguintes aplicações:
• a) produtos escuros;
• b) interface de líquidos de coloração distinta;
• c) destilados de densidade inferior 25 °API e resíduos
destilados, produtos que ataquem o vidro com vapor
d’água e soda cáustica, e que requerem a aplicação de
proteção de Mica ou Kel-F;
• d) quando se faz necessário o uso de sistema de lavagem
para o visor (“flushing”).

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 136


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 137


Medição de Nível
• 8.5.3.1 Em tanques de armazenamento devem ser
utilizados medidores de nível de tecnologia Radar.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 138


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 139


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 140


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 141


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 142


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 143


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 144


Medição de Nível
• 8.5.4.1 Para transmissão de sinais de nível, os
instrumentos devem ser do tipo empuxo ou pressão
diferencial. Instrumentos tipo ultra-sônico,
rádiofreqüência e radioativos também podem ser
utilizados, porém devem se restringir às aplicações
específicas que justifiquem sua utilização.
• 8.5.4.2 Os transmissores de nível devem ter as seguintes
características:
– a) serem eletrônicos, inteligentes e programáveis, com a
transmissão do sinal no mesmo meio físico que a alimentação
elétrica;
• 8.5.4.3 Todas as partes em contato com o fluido de
processo, tais como: flanges, deslocadores, diafragmas,
bujões, devem ser, no mínimo, de aço inoxidável AISI 316,
exceto quando as condições de processo exigirem outro
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 145
material.
Medição de Nível
• Empuxo - Displacer

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 146


Medição de Nível
• Empuxo – Tubo de torque

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 147


Medição de Nível
• Pressão diferencial em tanques abertos

P=h.g

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 148


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 149


Medição de Nível
• Tanques fechados

Selo Remoto

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 150


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 151


Medição de Nível

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 152


Medição de Nível
• Para o tanque abaixo calcular a faixa de medição do
transmissor e nível:

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 153


Medição de Vazão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 154


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 155
Medição de Vazão
• 8.4.1.1 Na medição de vazão devem ser utilizadas placas
de orifício com transmissores de pressão diferencial.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 156


Medição de Vazão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 157


Medição de Vazão
Equação da continuidade

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 158


Medição de Vazão
Relação entre p e Vazão

Vazão

p

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 159


Medição de Vazão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 160


Medição de Vazão
Tipos de placas de orifício

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 161


Medição de Vazão
Tipos de tomadas

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 162


Medição de Vazão

Tipos de tomadas

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 163


Medição de Vazão

Escoamento laminar

Re > 2.320 turbulento

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 164


Medição de Vazão

Onde: Onde:
N = 0,0003962 dL = kgf/m3
ρ = adimensional (densidade QUL = m3/h
relativa) D = mm
QL = m3/h g = cSt
D = mm
ΔP = mmH2O

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 165


Medição de Vazão

Trechos retos
β=d/D
d = Ø do orifício
D = Ø int. da tubulação

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 166


Medição de Vazão
Trechos retos

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 167


Medição de Vazão
Trechos retos

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 168


Medição de Vazão
Montagem do transmissor – medição de gases
Evitar pontos baixos
X Válvulas de Bloqueio

TRANSMISSOR
Plugs
FT Válvulas de
Vent

Tomadas na posição
superior para aplicação
em Gases
Manifold
3-vias
Válvulas de
Bloqueio Válvulas de
Dreno
Orifício FT Plugs
TRANSMISSOR
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 169
Medição de Vazão
Montagem do transmissor – medição de líquidos
Evitar pontos altos

Orifício
X TRANSMISSOR
Plugs
FT Válvulas de
Vent
Válvulas de Manifold 3-
Bloqueio vias
Tomadas na posição
inferior para aplicação
em Líquidos

Válvulas de
Dreno
FT
Plugs
Válvulas de Bloqueio

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 170


Medição de Vazão
Montagem do transmissor – medição de vapores
Válvulas
de
Bloqueio Orifício

Tomadas na posição superior


para aplicação em Vapor

Manifold 3-
vias
Válvulas de Dreno

FT Plugs

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 171


Medição de Vazão
• 8.4.2.1 Placas de orifício:
– a) usar placas do tipo concêntrico, com bordo reto, instaladas
entre flanges de orifício;
– b) quando o nº de “Reynolds” da aplicação for inferior aos limites
previstos para as placas de bordo reto na norma ISO 5167, devem
ser utilizadas placas de bordo quadrante, ou entrada cônica,
respeitados os limites estabelecidos na norma ABNT NBR 13225;
– e) o material das placas deve ser aço inoxidável AISI 316, a menos
que as condições de serviço exijam outro material;
– i) a locação das tomadas para placas de bordo reto e quadrante
deve se dar nos flanges de orifício;
– j) não devem ser utilizadas tomadas locadas na tubulação;

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 172


Medição de Vazão
• 8.4.1.2 Os demais tipos de instrumentos, tais como:
medidores de área variável, deslocamento positivo,
medidores tipo turbina, eletromagnéticos, “vortex”, ultra-
sônicos e coriolis, podem ser usados onde sua utilização
seja estritamente necessária pelas condições do processo.
[Prática Recomendada]

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 173


Medição de Vazão
• 8.4.5 Medidores do Tipo Deslocamento Positivo
– 8.4.5.1 Devem ser utilizados em serviços de totalização de vazão
de líquidos, isentos de partículas, onde seja requerida pequena
incerteza de medição.
– 8.4.5.2 Não são recomendados para serviços com líquidos de
viscosidade muito baixa, capazes de fluir pelas folgas do
instrumento.
– 8.4.5.3 Deve ser prevista a instalação de filtro a montante do
medidor.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 174


Medição de Vazão
Deslocamento positivo

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 175


Medição de Vazão
• 8.4.6 Medidores Tipo Turbina
– 8.4.6.1 Os medidores do tipo turbina devem ter sua aplicação
limitada a sistemas de transferência para faturamento, onde se
deseja menor incerteza que a alcançada pelos medidores do tipo
deslocamento positivo ou medidores de pressão diferencial.
– 8.4.6.2 Os medidores tipo turbina não são recomendados para
fluídos com sólidos em suspensão, corrosivos ou erosivos que
reduzam a vida útil da turbina.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 176


Medição de Vazão
• Medição de volume
– Turbina

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 177


Medição de Vazão
8.4.8 Medidores Tipo Eletromagnéticos
– 8.4.8.1 Medidores eletromagnéticos devem ter suas aplicações
limitadas a líquidos com condutividade elétrica adequada a esse
tipo de medidor.
– 8.4.8.2 Medidores eletromagnéticos são recomendados onde se
deseja medir vazão de lamas, fluídos com sólidos em suspensão
ou outros fluídos de difícil medição com outros instrumentos,
como fluídos corrosivos e abrasivos. São recomendados ainda
onde se deseja a perda de carga na tubulação reduzida a um
mínimo e onde se tenha fluídos com viscosidade, pressão,
temperatura ou peso específico variando. [Prática Recomendada]

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 178


Medição de Vazão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 179


Medição de Vazão

U=B.d.v
B – intensidade do
campo magnético
d – diâmetro interno
da tubulação
v – velocidade do
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveirafluído 180
Medição de Vazão

A instalação do elemento primário


deve garantir que o tubo esteja
sempre cheio. Os eletrodos devem
ser montados em um plano
horizontal, para evitar que haja
circuito aberto causado por bolhas
de ar no topo do tubo.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 181


Medição de Vazão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 182


Medição de Vazão
• Sem perda de carga
• Sem partes móveis
• Bidirecional
• Fácil limpeza
• Medição não é afetada por mudanças na
viscosidade, densidade ou temperatura
• Capaz de trabalhar desde produtos limpos até
lama
• Alto turndown
•Trechos retos curtos ( ~ 5.D )
• Amplo range de materiais compatíveis

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 183


Medição de Vazão
• Sem perda de carga
• Sem partes móveis
• Bidirecional
• Fácil limpeza
• Medição não é afetada por mudanças na
viscosidade, densidade ou temperatura
• Capaz de trabalhar desde produtos limpos até
lama
• Alto turndown
•Trechos retos curtos ( ~ 5.D )
• Amplo range de materiais compatíveis

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 184


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 185
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 186
Medição de Temperatura

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 187


Medição de Temperatura

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 188


Medição de Temperatura

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 189


Medição de Temperatura
• 8.2 Instrumentos de Temperatura
• 8.2.1 Critérios de Seleção
• 8.2.1.1 As indicações locais devem ser feitas com
termômetros bimetálicos.
• 8.2.3.1 Os termômetros bimetálicos devem ter as
seguintes características gerais:
– a) mostrador de, no mínimo, 100 mm de diâmetro;
– b) conexão ao poço de 1/2” NPT;
– c) haste de aço inoxidável AISI 316 com diâmetro externo de 6
mm;
– d) incerteza de medição: 1 % do “span”;
– e) caixa de plástico ou AISI 304, com grau de proteção IP-55;
– f) ajuste de zero no ponteiro.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 190


Medição de Temperatura

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 191


Medição de Temperatura
• 8.2.1.2 Para indicação remota, os sensores utilizados
devem ser termopares e termo-resistências.
• 8.2.2.7 As termo-resistências devem ser do tipo 3 fios, de
platina, padrão 100 ohms a 0 °C e devem obedecer aos
padrões estabelecidos na norma IEC 60751.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 192


Medição de Temperatura
• Termo-resistências (bulbos de resistência)

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 193


Medição de Temperatura
• A termo-resistência de platina é a mais usada
industrialmente devido a sua grande estabilidade e
exatidão.
• Esta termoresistência tem sua curva padronizada
conforme norma DIN-IEC 751-1985 e tem como
características uma resistência de 100 a 0ºC.
• Convencionou-se chamá-la de Pt-100, ( fios de platina
com 100 a 0ºC ).
• Sua faixa de trabalho vai de -200 a 650ºC, porém a ITS-90
padronizou seu uso até 962ºC, aproximadamente.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 194


Medição de Temperatura
Tipos de ligação - circuito de medição a 2 fios

Tipos de ligação - circuito de medição a 3 fios

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 195


Medição de Temperatura
•8.2.2.8 Todos os acessórios incluindo poço, cabeçote,
blocos terminais e outros, devem ser fornecidos em
conjunto pelo fabricante do termo-elemento.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 196


Medição de Temperatura
•8.2.2.4 Todas as ligações entre os termo-elementos e os
cabos para transmissão de sinal devem ser realizadas no
cabeçote dos termo-elementos.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 197


Medição de Temperatura
 Termopares
8.2.2.1 A nomenclatura, materiais, requisitos, limites de
utilização e fios de extensão dos termopares devem estar
de acordo com a norma ISA MC96.1. Todos os termopares
devem ser do tipo K, exceto quando contra indicado
tecnicamente.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 198


Medição de Temperatura
Efeito Seebeck
A(+ )

T T
Q F

B( - )

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 199


Medição de Temperatura

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 200


TABELA - Tipos e termopares e faixa de temperatura usual - vantagens e restrições.
Elemento Elemento Faixa de Vantagens Restrições
Positivo Negativo temp. usual
Cobre Constantan - 184 a 3.2.1 Resiste a atmosfera corrosiva. 3.2.2 Oxidação do cobre acima
370ºC de 310ºC.
3.2.2 Aplicável em atmosfera redutora
T oxidante abaixo de 310ºC.
ou

3.2.3 Sua estabilidade o torna útil em


temperaturas abaixo de 0ºC.
Ferro Constantan 0 a 760ºC 1) Baixo Custo. 3.2.4 Limite máximo de utilização
3.2.3 Indicado para serviços contínuos até em atmosfera oxidante de
J 760ºC em atmosfera neutra ou redutora. 760ºC devido à rápida oxidação
do ferro.
3.2.5 Utilizar tubo de proteção
acima de 480ºC.
Chromel Constantan 0 a 870ºC 1) Alta potência termoelétrica. 1) Baixa estabilidade em atmosfera
E 2) Os elementos são altamente resistentes à
corrosão, permitindo o uso em atmosfera
redutora.

oxidante.

Chromel Alumel 0 a 1260ºC 3.3.1 Indicado para atmosfera oxidante.  Vulnerável em atmosferas
redutoras, sulfurosas e gases
3.3.2 Para faixa de temperatura mais elevada como SO2 e H2S, requerendo
K fornece rigidez mecânica melhor do que os
tipos S ou R e vida mais longa do que o tipo J.
substancial proteção quando
utilizado nestas condições.

Platina 1) Indicado para atmosferas oxidantes. 4.1.3 Vulnerável à contaminação


S 10%
Rhodio
Platina 1. Apresenta boa precisão a altas temperaturas. em atmosferas que não sejam
oxidante.
0 a 1480ºC
Platina 4.1.3.1 Para altas temperaturas,
R 13%
Rhodio
Platina utilizar isoladores e tubos de
proteção de alta alumina.

Platina Platina 870 a 4.1.3.2 Melhor estabilidade do que os tipos S 1) Vulnerável a contaminação em
30% 6% Rhodio 1705ºC ou R. atmosferas que não sejam
Rhodio oxidantes.
4.1.3.3 Melhor resistência mecânica. 2) Utilizar isoladores e tubos de
B 4.1.3.4 Mais adequado para altas temperaturas
do que os tipos S ou R.
proteção de alta alumina.

4.1.3.5 Não necessita de compensação de


junta de referência, se a temperatura de seus
(C) 2018 - LuísnãoGonzaga
terminais M. M. Oliveira
exceder 50ºC. 201
Medição de Temperatura
8.2.2.2 Os termopares e termo-resistências devem ter
isolamento mineral e bainha em aço inoxidável AISI 316. Nos
casos onde não seja aplicável o uso de poços de proteção, o
material da bainha deve ser especificado de acordo com as
condições do meio.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 202


Medição de Temperatura
8.2.2.6 Os termopares devem ter junta de medição isolada
(não aterrada). Caso haja necessidade de otimização no
tempo de resposta, deve ser analisado a utilização de junta
de medição aterrada ou diâmetro da bainha inferior a 6 mm.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 203


Medição de Temperatura
8.2.1.3 Para dimensionamento do comprimento das hastes,
devem ser observados os valores indicados no ANEXO C.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 204


Medição de Temperatura

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 205


Elementos Finais de Controle

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 206


Válvulas de controle
• 8.6 Válvulas de Controle
• 8.6.1 Seleção
• 8.6.1.1 Para serviços usuais, dos seguintes tipos, listados
em ordem de preferência da PETROBRAS, devem ser
utilizados respeitados os respectivos limites de
aplicabilidade:
– a) válvulas globo gaiola;
– b) válvulas globo convencionais de assento simples ou duplo;
– c) válvulas rotativas.
• Nota: Outros tipos de válvulas podem ser utilizadas em
casos onde os tipos citados não possam ser aplicados.
[Prática Recomendada]

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 207


Válvulas de Controle
• Partes de uma válvula
» Atuador

Diafragma
Mola
Haste

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 208


Válvulas de Controle
• Partes de uma válvula
» Corpo

Haste
Castelo
Gaxeta
Obturador
Sede

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 209


Válvulas de Controle

Esfera segmentada
Globo Borboleta

Macho Diafragma
Gaveta
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 210
Válvulas de controle
• 8.6.1.4 Válvulas tipo gaiola balanceada devem ser
utilizadas em aplicações de elevados ΔP, exceto quando se
tratar de fluidos sujos, com sólidos em suspensão ou
muito viscosos.
• 8.6.1.6 Para seleção entre as válvulas globo convencionais,
sede simples ou sede dupla, devem ser observados os
seguintes critérios:
– a) sede simples: classe de vedação superior a III; (conforme norma
FCI 70-2) menor vazão mínima controlável ou corpo menor que 1
1/2”;
– b) sede dupla: classe de vedação igual ou inferior a III e elevados
valores de ΔP.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 211


Válvulas de Controle
• Por que válvula globo?

Válvulas Globo são assim chamadas por possuírem um formato


globular na cavidade onde o fluxo escoa.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 212
Válvulas de Controle
• Globo sede simples e
gaiola

213
Válvulas de controle
• 8.6.1.7 Obturadores de assento duplo devem ser providos
de guias na parte superior e inferior.
• 8.6.1.14 As válvulas globo de 3 vias do tipo
divergente/convergente podem ser usadas em serviços
em que se requeira um desvio/mistura de fluxo, desde
que observados os limites de controlabilidade e o
diâmetro máximo de 6”. Como alternativa, pode-se utilizar
2 válvulas em configuração “split-range”. [Prática
Recomendada]

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 214


Válvulas de Controle
• Globo sede dupla, 3 vias e bi-partida

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 215


Válvulas de controle
• 8.6.1.8 As válvulas borboleta podem ser aplicadas onde se
requeira coeficiente de vazão CV elevado, substituindo as
válvulas globo em tamanhos maiores que 6” ou em
serviços onde se tenha pequeno diferencial de pressão
disponível para perda na válvula. [Prática Recomendada]
• 8.6.1.9 Para aplicações de válvulas borboleta, onde não se
admitam vazamentos, as sedes com materiais especiais
antivazamento podem ser utilizados, respeitando-se as
limitações de pressão e temperatura dos materiais.
[Prática Recomendada]
• 8.6.1.13 As válvulas esfera podem ser usadas em grandes
vazões de líquidos com sólidos em suspensão, onde o ΔP
for elevado, para operações de corte ou de controle “on-
off”. [Prática Recomendada]
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 216
Válvulas de Controle
• Borboleta e esfera

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 217


Válvulas de controle
• 8.6.2.1 A característica de vazão deve ser escolhida de acordo com o
seguinte critério: seja X = (ΔP)/(ΔPs), onde: ΔP é o diferencial de
pressão na válvula na condição de vazão normal de operação, ΔPs é o
diferencial de pressão dinâmico total do sistema em que a válvula
está inserida, incluindo o próprio ΔP da válvula, na vazão normal de
operação. Logo, valores estáticos de pressão não devem ser
considerados, então:
– a) para X ≥ 0,6 utilizar característica linear;
– b) para 0,4 < X < 0,6 utilizar característica parabólica modificada;
– c) para 0,3 ≤ X ≤ 0,4 utilizar característica igual percentagem;
– d) cuidados devem ser tomados nos casos em que X < 0,3, pois a capacidade de
controle da válvula fica comprometida nessa faixa.
– excepcionalmente, quando a perda de carga não é conhecida, deve ser usada
característica de igual percentagem;
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 218
Válvulas de Controle
• Curvas inerentes de vazão

Este tipo de válvula se caracteriza pelo fato de que


acréscimos iguais no curso da haste produzem
porcentagens iguais de acréscimo em relação à vazão
do momento. Em números, uma variação de 10% de
abertura, entre 50 a 60% do máximo, varia a vazão de
14 a 21% da vazão máxima. Os mesmos 10% de
abertura, na mesma válvula entre 80 a 90% da varia a
vazão de 46 a 69%.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 219
Válvulas de Controle
• Curvas inerentes de vazão

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 220


Válvulas de Controle
• Classes de vedação

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 221


Válvulas de Controle
• Classes de vedação

Class II Class III

0.5% Rated Capacity 0.1% Rated Capacity

1,000 1,000
X.005 X.001
5 GPM 1 GPM

Figure 1-5. ANSI Class II Capacity Figure 1-6. ANSI Class III Capacity

Class IV Class V

0.01% Rated Capacity 0.0005 mL/in. port dia./psid


3 (port diameter)
1,000 X 0.0005
X.0001 0.0015
0.1GPM X 100A (minimum test psid)
0.1 mL per minute

Figure 1-7. ANSI Class IV Capacity Figure 1-8. ANSI Class V Capacity

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 222


Válvulas de Controle

• Classes de vedação

Class VI

0.9 mL/minuto, ou
6 bolhas por minuto

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 223


Válvulas de controle
• 8.6.5 Atuadores
• 8.6.5.1 Os atuadores das válvulas de controle devem ser
pneumáticos com retorno por mola.
• 8.6.5.2 Para os atuadores tipo diafragma o “range” de
operação deve ser de 0,2 kgf/cm2 a 1,0 kgf/cm2 para
aplicações normais e de 0,4 kgf/cm2 a 2,0 kgf/cm2 em
aplicações de elevados ΔP.
• 8.6.5.3 Para os atuadores tipo pistão o valor superior do
“range” deve ser de 4,5 kgf/cm2.
• 8.6.5.4 Outros atuadores, tais como: hidráulico, eletro-
hidráulico e motor elétrico, devem ser restritos a serviços
especiais.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 224


Válvulas de Controle
• Atuadores
– Diafragma

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 225


Válvulas de Controle
• Atuadores
– Cilindro pneumático

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 226


Válvulas de Controle
• Atuadores
– Posição de segurança por falha

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 227


Válvulas de Controle
• Dimensionamento de uma válvula
– Cálculo do CV
• CV: “número de galões de água em condições normais
que passam por minuto através da válvula mantendo-
se uma queda de pressão de 1 psi”

• N1 e N6: constantes numéricas em função das unidades


usadas

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 228


Válvulas de controle
• 8.6.4 Dimensionamento
• 8.6.4.1 Para o dimensionamento das válvulas de controle
deve ser utilizada a norma ISA 75.01, sendo também de
verificação obrigatória os seguintes itens:
– a) rangeabilidade (CVMÁX/CVMIN);
– b) tipo de escoamento (subcrítico, vaporização, cavitação e
bifásico);
– c) influência de viscosidade;
– d) nível de ruído segundo as normas ISA 75.17 e IEC 60534-8-4;
– e) limite de velocidade na entrada da válvula;
– f) diâmetro mínimo em escoamentos compressíveis, para evitar
velocidades sônicas.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 229


Válvulas de controle
• 8.6.4.2 Quanto a rangeabilidade, devem ser observados os seguintes
critérios:
• a) a vazão máxima a ser controlada deve ser limitada a 90 % do curso
disponível da válvula de controle;
• b) a vazão mínima a ser controlada deve ser limitada a 10 % do curso
disponível da válvula de controle;
• c) levando-se em consideração a vazão mínima, normal e máxima
através da válvula, o coeficiente de vazão escolhido para a válvula (CV
da válvula) deve ser:
– - (CVMIN /CV) > 0,10;
– - 0,30 < (CVNORMAL /CV) < 0,70;
– - (CVMAX/CV) < 0,90;
• d) caso não seja possível enquadrar esses limites, deve-se utilizar 2,
ou mais válvulas de controle, em configuração “split range”.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 230
Válvulas de Controle
• Dimensionamento de uma válvula
– Dados quanto ao fluxo
• Vazão ( máxima, normal e mínima )
• Pressão à montante e jusante
– Dados quanto ao fluido
• Estado físico
• Densidade ou peso específico
• Temperatura
• Viscosidade
• Pressão de vapor
– Geometria da tubulação

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 231


Válvulas de Controle
• Dimensionamento de uma válvula
– Cálculo do CV
• Fp, Fy e Fr: fatores de correção de geometria, de fluxo
crítico e de número de Reynolds

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 232


Válvulas de controle
• 8.6.4.3 A cavitação incipiente ou total é indesejável, sendo
portanto necessário eliminar, no projeto tal condição,
através de uma das seguintes alternativas:
– a) selecionar válvula de controle tal que seu fator de recuperação
de pressão elimine a condição de cavitação;
– b) instalar uma ou mais válvulas de controle a jusante da válvula
de controle inicialmente considerada, de modo a reduzir o valor
de ΔP na válvula; nesse caso é necessário garantir que nenhuma
dessas válvulas esteja ainda em cavitação;
– c) utilizar válvula de controle com internos anti-cavitantes.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 233


Aplicações Severas
O que é aplicação severa?

• Alto nível de ruído (> 90 dBA)


• Temperaturea acima de 400 ºC
• Combinação de alta pressão (> 600#) e pequena
vazão.
• Cavitação (alto dP em líquidos).
• Flashing (P2 < Pressão de Vapor)
• Aplicações em processos erosivos
• Aplicações em processos corrosivos

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 234


Cavitação

P1 P2

P1

P2
Pv

Pv=Pressão de vapor
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 235
Cavitação - Implosão das bolhas

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 236


Flashing – Evaporação súbita

P1 P2

P1

Pv
P2

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 237


Danos por Cavitação

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 238


Danos por Flashing

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 239


Acessórios para Aplicações Severas

WhisperFlo Trim Cavitrol III Trim


Controle de Cavitação
DST Trim

Whisper Trim III


Whisper Trim I Atuadores Especiais

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 240


Acessórios para Aplicações Severas
FOLHA DE DADOS Nº REV
0
UNIDADE: FOLHA 6 de 6
PROJETO:

CLIENTE: VÁLVULAS DE CONTROLE


1 IDENTIFICA ÇÃ O HV-01 HV-02

2 SERVIÇO
GERAL

3 LINHA
4 DIÂ M .entr./Sch. DIÂ M .saída./Sch.
5 FLUXOGRA M A
6 CLA SSIFIC. DA Á REA (IEC)
7 TIP O
8 DIÂ M ETRO / CLA SSE / FA CE
9 M A T. CORP O M A T. FLA NGES
CORPO

10 A CA B A M ENTO FA CE DOS FLA NGES


11 CA STELO
12 GA XETA S
13 P RISIONEIROS P ORCA S
14 LUB RIFICA DOR VA LV. ISOLA ÇÃ O
15 FOLE
16 Nº DE SEDES ORIFÍCIO
17 VA ZÃ O TENDE A
18 CLA SSE DE VEDA ÇÃ O (A NSI B 16.104)
INTERNOS

19 CA RA CTERÍSTICA
20 M A T. OB TURA DOR REVESTIM .
21 M A T. DA SEDE REVESTIM .
22 TIP O DA GUIA
23 M A T. DA GUIA REVESTIM .
24 M A T. DA HA STE REVESTIM .
25 TIP O
ATUADOR

26 FECHA COM A B RE COM


27 P OSIÇÃ O NA FA LHA A R
28 CONEXÃ O P NEUM Á TICA (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 241
29
Projeto Detalhado

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 242


Projeto Detalhado
• Documentos mais importantes a serem desenvolvidos
– Memorial de cálculo de instrumentos
– Folha de Especificação de Instrumentos
– Diagrama de fiação ou ligação
– Diagrama de malha
– Diagrama lógico
– Diagramas de detalhamento típico de instrumentos
– Planta de encaminhamentos de cabos
– Planta de encaminhamentos de cabos na sala de controle
– Desenhos de painel
– Especificações de instrumentos, folha de dados, memoriais,
informações de fabricantes, etc. podem também ser numerados e
arquivados.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 243


Projeto Detalhado
• DIAGRAMA DE LIGAÇÃO OU FIAÇÃO
– Detalhes de ligação dos condutores de sinal e blindagem e as
réguas terminais que interligam os instrumentos de campo aos
demais componentes do sistemas de instrumentação.
– Réguas terminais de passagem, localizadas em caixas de junção
– Réguas terminais de rearranjo localizadas em painéis locais,
armários de rearranjo ou painéis centrais.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 244


245
Projeto Detalhado
• DIAGRAMA DE MALHA
– Esquemático que mostra de forma individual os componentes de
uma malha de controle ou indicação/registro de uma variável de
processo e suas interligações.
– Baseado na norma ISA-5.4-1991.
– Utilizados em vários momentos, tais como: projeto, construção,
start-up, operação, manutenção e modificação.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 246


Projeto Detalhado
• Deve conter no mínimo as seguintes informações:
– Função da malha;
– Identificação dos dispositivos;
– Indicação da relação com outras malhas incluindo conexão a circuitos de
intertravamento e/ou sequenciamento e suas respectivas identificações, assim
como set-point remoto de malhas em cascata, circuitos de segurança e
bloqueio, etc.:
– Identificação numérica e/ou colorida de todos os terminais elétricos,
pneumáticos e hidráulico nos instrumentos, painéis, caixas de junção, armários,
etc.;
– Identificação da localização física dos instrumentos representados;
– Ligação às fontes de energia mostrando os valores de tensão e/ou pressão;
– Linhas de processo e equipamentos;
– Ações e posições de segurança em caso de falha (eletrônica, pneumática ou
ambas) dos vários dispositivos de controle, tais como: controladores, chaves,
válvulas de controle, válvulas solenóides e transmissores (se ação reversa).

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 247


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 248
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 249
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Projeto Detalhado
• TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE INSTRUMENTOS
• São desenhos que mostram os vários detalhes de instalação de instrumentos e
acessórios. Podem ser classificados em:
– Fixação de instrumentos e acessórios (detalhes de montagem, mostrando os
suportes dos instrumentos, as caixas de junção, as bandejas, etc.)
– Instalação de processo (indicativos da instalação dos instrumentos junto aos
equipamentos e tubulações de processo). Deverá caracterizar os materiais de
instalação necesários para montagem (classe de pressão, diâmetros das
tomadas, tipo de material, etc.)
– Instalação de ar (esquemático de instalação mostrando o suprimento de ar e as
interligações pneumáticas dos instrumentos discriminando todos os materiais
necessários à montagem).
– Instalação elétrica dos instrumentos (esquemático mostrando o material
necessário à instalação elétrica dos instrumentos, observando sempre a
classificação de área onde os mesmos estão localizados).

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 251


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Projeto Detalhado
• DIAGRAMA LÓGICO
– O diagrama funcional lógico e de controle tem como
função estabelecer uniformidade de símbolos e regras
na elaboração de documentos que forneceram
informações para controle, intertravamento binário e
sequencial em partida, operação, alarme e bloqueio de
equipamentos e processos nos vários segmentos
industriais.
– Os símbolos a serem utilizados nos diagramas são
normalizados pela ISA 5.2.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 253


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 254
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Projeto Detalhado
• DESENHOS DE PAINEL OU TELA GRÁFICA
– Normalmente apresentado através dos seguintes desenhos:
– Arranjo (Lay-out) do painel (Desenho contendo o arranjo frontal
do painel, com instrumentos, botoeiras, anunciadores, lâmpadas).
– Detalhe de construção do painel (Desenho contendo uma vista
traseira e lateral que mostra: canaletas, barra de terminais, barra
de terra, caixas de chave-fusívies, prateleiras de instrumentos,
etc). Este desenho deverá ser também emitido para os armários
de rearranjos de cabos.
– Detalhe de furação do painel (Desenho contendo as dimensões
dos cortes na chaparia necessários à montagem dos
instrumentos).
– Semi-gráfico do painel (Desenho que mostra os desenhos que
constituirão o semi--gráfico das diversa seções do painel).

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 256


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 257
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 258
CURSO: ENGENHARIA DE PROJETOS
INDUSTRIAIS

Disciplina:

AUTOMAÇÃO

PROF. : Luís Gonzaga M. M. Oliveira


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 259
Agenda

• Introdução
• TA e TI
• Supervisório
• PLC
• SDCD
• PIMS
• MES

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 260


“Se você não pensa que informação é
importante, talvez seus competidores
pensem de forma diferente e possam
obter uma vantagem competitiva
mudando as regras do jogo.”

(Aspen World 2000)

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 261


Era da Informação

Computaçã
o para
Todos

Computação
para Entusiastas

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 262


Era da Automação
Mais
Acessível

Supervisório
s

IHM

Internet
Fácil
Interação
Em
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira
Todo Lugar 263
Sistemas de Automação
CAMADA DE GESTÃO
EMPRESARIAL

SAP

CAMADA DE CONTROLE
AVANÇADO
APC

CAMADA DE GESTÃO DA
PRODUÇÃO

PIMS MES
FIREWALL

CAMADA DE CONTROLE

PLC Supervisório SDCD IHM

CPU CAMADA DE CAMPO


Inversor
DeviceNET Fieldbus
Instrumentos
Motor
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira de campo 264
Objetivos
Aumentar a Produtividade

Aumentar o Desempenho

Redução de Custos

Melhorar a qualidade

Melhorar a eficiência

Reduzir o tempo de decisão

Reduzir down-time
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 265
Supervisório

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 266


Hierarquia de Controle

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 267


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 268
Descrição
Esta palestra introduz os componentes básicos de
software e de hardware de um Controlador Lógico
Programável – CLP (PLC). Ela detalha a arquitetura
e conjunto de instruções básicas a todos PLCs. São
apresentadas as técnicas de programação básicas
e de projeto lógico. A palestra descreve as
características de operação de um PLC e as
vantagens de um PLC sobre um sistema de controle
físico.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 269


Objetivos
Ao final desta palestra os participantes deverão ser
aptos a:
Descrever os componentes principais de um PLC.
Interpretar as especificações de um PLC.
Converter a lógicas de relés em linguagem de PLC.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 270


Conteúdo
•História dos PLCs
•Unidade central de processamento
•Sistema de entradas/saídas
•Programação e dispositivos periféricos
•Lógica ladder
•Aplicações

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 271


Introdução aos PLCs
Vantagens dos PLCs

•Menos fiação.
•Interligações entre dispositivos e contatos de relés
são feitos no programa do PLC.
•Mais fácil e rápido para realizar alterações.
•Solução de problemas facilitadas e redução do
tempo de falha.
•Componentes confiáveis faz com que opere por
anos sem falhas.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 272


Origens dos PLCs

•Desenvolvido para substituir os relés no final dos


anos 1960.
•Custo reduziu-se e tornou-se popular nos anos 1980.
•Usado agora em inúmeras aplicações industriais.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 273


Histórico

• A Hydramatic Division da General Motors Corporation


especificou o critério para o projeto do primeiro
controlador programável em 1968.

• Seu principal objetivo:

Eliminar os altos custos associados com os sistemas não


flexíveis controlados a relés.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 274


Histórico
•O controlador deveria ser projetado de forma modular
de modo que os sub-conjuntos pudessem ser removidos
facilmente para substituição ou reparo.

•O controle necessitaria ter capacidade de passar dados


coletados a um sistema central.

•O sistema deveria ser reutilizável.

•O método de programar o controlador deveria ser


simples de modo que pudesse ser facilmente
compreendído pelos usuários.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 275


Desenvolvimento dos cont. programáveis
1968 Desenvolvido o conceito de programável.
1969 Controlador (CPU), com instruções lógicas,
1K de memória e 128 pontos de I/O
1974 Uso de vários (multi) processadores dentro
de um PLC – temporizadores e contadores:
operações aritméticas; 12 K de memória e
1024 pontos de I/O
1976 Introdução de entradas/saídas remotas
1977 Introdução de PLC baseados em
microprocessadores

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 276


Desenvolvimento dos cont. programáveis
1980 Foram desenvolvidos módulos de I/O
inteligentes.
Facilidades de comunicação foram
desenvolvidas.
Caracteríticas avançadas de software (por
exemplo: documentação).
Uso de computadores pessoais como
ferramenta de programação.
1983 Introduzidos pequenos PLCs de baixo
custo.
Pós 1985 Interligação em rede de todos os níveis de
PLC, computadores e máquinas usando
softwares SCADA
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 277
Controladores lógicos programáveis
(Definição conforme norma NEMA ICS3-1978)

Um aparato eletrônico operando digitalmente que usa


uma memória de programação para o armazenamento
interno de instruções para realizar funções específicas
como lógica, sequenciamento, temporização, contagem
e aritmética para controlar, através de módulos digitais
ou analógicos, vários tipos de máquinas ou processos.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 278


Principais fabricantes de PLC
AMERICANOS 1. Rockwell
2. Gould Modicon
3. Texas Instruments
4. General Electric
5. Westinghouse
6. Cutter Hammer
7. Square D

EUROPEUS 1. Siemens
2. Klockner & Muller
3. Festo
4. Telemechanique

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 279


Principais fabricantes de PLC
JAPONESES 1. Toshiba
2. Omron
3. Fanuc
4. Mitsubishi

BRASILEIROS 1. Altus
2. Weg
3. ?

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 280


Áreas de aplicação
•Manufatura

• Alimentos / bebidas

• Metalurgia

• Energia

• Mineração

• Petroquímica / química

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 281


Tamanho do PLC
1. PEQUENO - unidades com até 128 I/O e
memória de até 2 Kbytes.
- estes PLCs são capazes de
controles de máquinas simples até nível avançado.
2. MÉDIO - tem até 2048 I/O e até 32 32 Kbytes.
3. GRANDE - as unidades mais sofisticadas das
famílias de PLC. Têm até 8192 I/O e memórias de até
centenas de Kbytes.
- pode controlar produções de processos
individuais ou uma planta inteira.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 282


Tanque para misturar dois líquidos

MOTOR
A
FS CHAVE DE NÍVEL

solenoideS B

solenoide
TEMPORIZADOR C

1 -MINUTO

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 283


Principais componentes de um PLC

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 286


Principais componentes de um PLC
FONTE DE ALIMENTAÇÃO

Fornece as tensões necessárias ao funcionamento dos


principais componentes do PLC.

MÓDULOS DE I/O

Realizam a conversão de sinal e isolação entre os


sinais de nível lógico internos ao PLC e e os sinais de
alta energia do campo.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 287


Principais componentes de um PLC
PROCESSADOR

Fornece a inteligência para comandar e dirigir as


atividades do sistema do PLC como um todo.

DISPOSITIVO DE PROGRAMAÇÃO

Usado para escrever o programa desejado que


determinará a sequência de operação e controle do
equipamento do processo ou da máquina a ser
acionada.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 288


Configuração básica

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 289


Módulos de I/O
• A seção de interface de I/Os de um PLC conecta-o
com os dispositivos externos de campo.

• A principal finalidade da interface de I/O é condicionar


os diversos tipos de sinais recebidos ou enviados para
os dipositivos de entrada e saída externos.

• Módulos de entrada convertem sinais dos dispositivos


digitais ou analógicos de entrada para níveis lógicos
aceitáveis pelo processador do PLC.

• Módulos de saída convertem sinal do processador


para níveis capazes de acionar os dispositivos de saída
analógicos ou discretos.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 291
Módulos de I/O

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 292


Módulos de I/O
MÓDULO DE ENTRADA CC
NECESSÁRIO
USADO PARA:
PARA Evitar que
REDUZIR A transientes de tensão
TENSÃO danifiquem o
processador.
Reduzir efeitos de
ruído elétrico.

Resistor Filtros,
DO limitado ISOLADOR circuitos
PARA
DISPOSITIVO r de ÓTICO de
PROCESSADOR
DE ENTRADA corrente histerese

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 293


Módulos de I/O
MÓDULO DE ENTRADA CA
NECESSÁRIO
CONVERTE A PARA:
ENTRADA CA EM CC Evitar que
E REDUZ PARA O transientes de
NÍVEL LÓGICO tensão
danifiquem o
processador.
Reduzir efeitos
de ruído elétrico.

Retificad Filtros,
DO or, rede ISOLADOR circuitos
PARA
DISPOSITIVO de ÓTICO de
PROCESSADOR
DE ENTRADA resistores histerese

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 294


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 297
Módulos de I/O
MÓDULO DE SAÍDA CC / CA
NECESSÁRIO
PARA:
Evitar que
transientes de
tensão
danifiquem o
processador.
Reduzir efeitos
de ruído elétrico.

Amplificado
DO ISOLADOR r
Circuitos PARA
PROCESSADOR ÓTICO RELÉ
TTL DISPOSITIVO
TRIAC
DE SAÍDA
X’SISTOR

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 298


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 299
Circuitos de I/O
DIFERENTES TIPOS DE CIRCUITOS DE I/O

1. Saídas Pilot Duty


Saídas deste tipo são tipicamente usadas para acionar
cargas eletromagnéticas de elevada corrente como
solenoides, relés, válvulas e partida de motores.

Estas cargas são altamente indutivas e demandam


uma grande corrente de magnetização.

Saídas pilot duty devem ser capazes de suportar uma


corrente de magnetização de 10 vezes a carga
nominal, por um curto tempo, sem danos.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 300


Circuitos de I/O
2. Saídas de uso geral
Estas são em geral de baixa tensão e baixa corrente e
são usadas para acionar lâmpadas de sinalização e
outras cargas não indutivas. Supressão de ruído pode
ou não ser incluído em módulos deste tipo.

3. Entradas discretas
Circuitos deste tipo são usados para detetar o estado
de chaves limites, botões e outros sensores discretos.
Supressão de ruído é de grande importância na
prevenção de indicações falsas de entradas como
ligadas ou desligadas devido ao ruído.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 301


Circuitos de I/O
4. I/O analógico

Circuitos deste tipo sentem ou acionam sinais


analógicos.
Entradas analógicas chegam de dispositivos como
termopares, strain gauges ou sensores de pressão que
fornecem um sinal de tensão ou corrente que é
derivado da variável do processo
Sinais de entrada analógica padrões : 4-20mA; 0-10V
Saídas analógicas podem ser usadas para acionar
dispositivos como voltímetros, registradores X-Y,
acionamento de servomotores e válvulas através do
uso de transdutores.
Sinais de saída analógica padrões : 4-20mA; 0-5V; 0-
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 302
10V
Circuitos de I/O
5. I/O de finalidade especial

Circuitos deste tipo são usados para interfacear os PLC


com vários tipos de de circuitos como servomotores,
motores de passo, malhas de PID (proporcional, integral
e derivativo) , contadores de pulsos de alta velocidade,
displays multiplexados e teclados.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 303


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 304
SAÍDAS

ENTRADAS MOTOR

CONTATOR
LÂMPAD
A
PUSHBUTTONS
PLC

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 305


Allen-Bradley 1746-1A16

L1 L2 I= Input (entrada)
Número do
I:2 slot do
módulo no
rack
Número do
Botão de acionamento 0 terminal do
módulo
Endereço I:2.0/0

PROGRAMA LADDER
DIAGRAMA DE
FIAÇÃO
DE UM MÓDULO
DE ENTRADA

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 306


CONTATOR
L2 L1 N.
O

MOTOR
L2
C •SOLENOIDE
L1
•VÁLVULAS
FIAÇÃO DE •LÂMPADAS
CAMPO •BUZINAS

FIAÇÃO DO MÓDULO DE SAÍDA

L1 O:4 L2

CONTATOR 0
PROGRAMA LADDER
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 307
Entradas discretas
Uma entrada discreta, também chamada como entrada
digital,
é uma entrada que está ou LIGADA (ON) ou DESLIGADA
(OFF) e conectada à entrada do PLC. Na condição ON ela
é referida como lógica 1 ou lógica high e na condição OFF
é referida como lógica 0 ou low.
Normally Open
Pushbutton
Normally Closed
Pushbutton
Normally Open switch

Normally Closed switch

Normally Open contact

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 308


Normally closed contact
IN

OFF PLC
Logic 0 Módulo
de
entrada
24 V dc

IN

ON PLC
Logic 1 Módulo
de
entrada
24 V dc

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 309


Entrada analógica
Uma entrada analógica é um sinal de entrada que tem
uma variação contínua. Entradas típicas variam de 4 a
20 mA, 1 a 5 V ou 0 a 10 V. Abaixo um exemplo em que
um transmissor de nível monitora o nível no tanque.
Dependendo do nível o sinal aumenta ou decresce à
medida que o nível aumenta ou decresce.
Transmissor de IN
nível PLC
Módulo
de
Tanque entrada
analógico

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 310


Saída digital
Uma saída discreta está ou no estado ON ou na condição
OFF. Solenoides, bobinas de contatoras, lâmpadas são
exemplos de dispositivos conectados às saídas digitais ou
discretas. Abaixo,
a lâmpada pode ser ligada ON ou desligada OFF pela saída
do PLC a que ela esta conectada.
OUT
PLC
Lâmpada
Módulo
de
saída
digital

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 311


Saída analógica

Uma saída analógica é um sinal de saída tem uma variação


contínua. Valores típicos podem variar de 4 a 20 mA ou 0
to10V.
Transdutor elétrico para pneumático

OUT
PLC I Ar comprimido
4 a 20 mA P

Módulo
de
Saída
analógico Válvula pneumática
de controle

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 312


Processador
O módulo processador contem o microprocessador,
circuitos auxiliares e a memória de sistema do PLC.

A função principal do processador é analisar os dados


vindos dos sensores de campo através dos módulos de
entrada, tomar decisões baseadas no programa
definido pelo usuário e enviar retorno através dos
módulos de saída para os dispositivos de campo.
Sensores de campo: chaves, transmissores de vazão,
nível, temperatura, pressão, etc. Dispositivos de saída
no campo: motores, válvulas, solenoides, lâmpadas ou
dispositivos de som.

A memória de um PLC tem duas partes: uma memória


de sistema e uma memória de aplicação.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 313
Organização do mapa de memória
•A memória do sistema inclui uma área chamada
EXECUTIVA , composta de programas armazenados
permanentemente que direcionam todas as outras
SISTEMA atividades do sistema, tais como execução do
programa do usuário, comunicação com dispositivos
periféricos e outras atividades de sistema.
•A memória de sistema geralmente é baseada em
dispositivos de ROM (read-only memory).
APLICAÇÃO

•Tabela de •A memória de aplicação é dividida em área de tabela


dados de dados e área de programa do usuário.
•Programa • A tabela de dados armazena todos os dados do
do usuário programa de controle do usuário tais como estados
dos dados de entrada e saídas e armazena valores
de constantes, variáveis e valores pré-ajustados. A
tabela de dados é onde as informações são
monitoradas, manipuladas e alteradas para as
diversas finalidades.
•A área de programa do usuário é onde as instruções
de programa desejadas pelo usuário são introduzidas
e armazenadas como programa de controle da
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 314
aplicação.
Operação do PLC
Funções básicas de um PLC típico

Ler as entradas dos dispositivos de campo via módulos


de entrada, executar o programa do usuário
armazenado na memória de aplicação, então, com
base no programa elaborado pelo usuário, alterar as
saídas analógicas e digitais para os dispositivos de
campo via módulos de saída.

Este processo de sequenciamente ler as entradas ,


executar o programa da memória e atualizar as saídas
é conhecido como “scanning”.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 315


Enquanto o PLC está em execução, o scanning inclui
as seguintes quatro fases, repetidas continuamente
como ciclos individuais de operação:

FASE 1
Scan de leituras
das entradas

FASE 2
Execução do
programa

FASE 3
Diagnósticos/
Comunicações

FASE 4
Scan das saídas

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 316


FASE 1 – Scan das entradas
 Um ciclo de scan do PLC se inicia com a CPU lendo
suas entradas.

FASE 2– Execução da solução das


lógicas/Execução do programa
 O programa de aplicação é executado usando os
estados das entradas.

FASE 3– Execução da solução das


lógicas/Execução do programa
 Uma vez que o programa é executado, a CPU
realiza diagnósticos e tarefas de comunicação.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 317


FASE 4 – Scan de estados das saídas
•Um scan dos estados das saídas é então executado,
quando os valores os valores armazenados
resultandes para as saídas são enviados para os
atuadores e outros dispositivos de campo. O ciclo
termina pela atualização das saídas.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 318


Tão logo a fase 4 seja concluída, o ciclo inteiro se
reinicia no scan da fase 1.

O tempo gasto para realizar um ciclo de scan é chamado


Tempo de scan. O tempo de scan é composto pelo
tempo de scan do programa, que é o tempo demandado
para executar o programa, e pelo tempo de atualização
de I/O, ou o tempo requerido para se ler as entradas e
atualizar as saídas. O tempo de scan do programa
geralmente depende da quantidade de memória usada
pelo programa de controle e o tipo de instruções usadas
no mesmo. O tempo para realizar um único scan varia
de 1 a 100 ms.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 319


Comunicações com PLC
Usos comuns das portas de comunicações de PLC

• Alterações do programa residente -


carregamento/salvamento para controlador
supervisório (computador notebook ou desktop).

• Forçar pontos de I/O e elementos de memória a
apartir de um terminal remoto.

• Interligar um PLC em uma hierarquia de controle


contendo vários tamanhos de PLC e computadores.

•Monitoração de dados e alarmes, via impressoras ou


estações de interface de operação.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 320
Comunicações com PLC
Comunicações Seriais

Os recursos de comunicação de PLC normalmente


fornecem transmissão serial de informação.

Padrões comuns

RS 232

• Usado em pequenas distâncias para comunicação


com computadorese e seus periféricos.
• Tem uma distância efetiva máxima de approx. 30 m a
9600 baud.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 321
Comunicações com PLC
RS 422 / RS 485

• Usados para maiores distâncias, frequentemente


entre vários PCs em um sistema distribuído. RS 485
pode ter uma distância máxima de cerca de 1000
metros.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 322


Comunicações com PLC
Local Area Network (LAN)

Local Area Network fornece uma ligação física entre


todos dispositivos além de fornecer gerenciamento de
troca de dados em geral, assegurando que cada
dispositivo possa “falar” para as demais máquinas e
entender os dados recebidos das memas.
LANs fornecem o barramento de comunicações de dados
de alta velocidade que interliga todos os dispositivos na
área local.
LANs são comumente usadas em aplicações de
empresas para permitir diversos usuários dividirem caros
pacotes de software e equipamentos periféricos tais
como impressorasas e armazenamento de dados.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 323
PLC Communications
Estação de Operação

Barramento de Comunicação

Controlador Programável

Instrumentação

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 325


O processo detalhado de projeto de uma aplicação

1. Compreender o processo
2. Seleção do hardware/software
3. Desenvolvimento da lógica em ladder
4. Determinar os requisitos de tempo de scan e de
memória

Referências
1. SLC500 – Manual de Instalação e Operação
2. ControlLogix – Selection Guide

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 326


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 327
Especificações
Diversos fatores são usados para avaliar a qualidade e a
performance de controladores programáveis na seleção
uma unidade para uso particular, como listado abaixo.

QUANTIDADE DE PORTAS DE I /O

Isto especifica o número de dispositivos de I/O que


podem ser conectados ao controlador. Deve haver
número suficiente de portas de I/O para atender aos
requisitos atuais mais quantidade adequada de
sobressalentes para permitir uma moderada expansão
futuramente.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 328


Cont. Lógico Programável - CLP
Nº PROJ:
CLIENTE
Nº Cliente:
Folha Nº: X Rev.:
LISTA DE ENTRADAS E SAÍDAS Por: Verif.: Data:
ENTRADAS E SAÍDAS ESTAÇÃO DE
IDENTIFICAÇÃO SERVIÇO LOCALIZAÇÃO NOTAS
EA SA ED SD OPERAÇÃO

FIT-01 VAZÃO DE CLARIFICADO PARA ETA 1 PLC1 EO1

FIT-02 VAZÃO DE EFLUENTE TRATADO PARA ETA 1 PLC1 EO1

HY-01 EFLUENTE PARA DECANTADOR T-101 1 PLC1 EO1

HS-01 EFLUENTE PARA DECANTADOR T-101 1 PLC1 EO1

ZSL-01 EFLUENTE PARA DECANTADOR T-101 1 PLC1 EO1

ZSH-01 EFLUENTE PARA DECANTADOR T-101 1 PLC1 EO1

HY-02 EFLUENTE PARA TANQUE DE LODO T-102 1 PLC1 EO1

HS-02 EFLUENTE PARA TANQUE DE LODO T-102 1 PLC1 EO1

ZSL-02 EFLUENTE PARA TANQUE DE LODO T-102 1 PLC1 EO1

ZSH-02 EFLUENTE PARA TANQUE DE LODO T-102 1 PLC1 EO1

HY-03 ACIONAMENTO DA COMPORTA T-101 PARA T-102 1 PLC1 EO1

HS-03 ACIONAMENTO DA COMPORTA T-101 PARA T-102 1 PLC1 EO1

LSLH-01 INTERTRAVAMENTO E ALARME DAS P-101A/B DO T-101 3 PLC1 EO1

LIT-02 NÍVEL DO DECANTADOR T-101 1 PLC1 EO1

LIT-03 NÍVEL DO TANQUE T-102 1 PLC1 EO1

LEGENDA:
EO1- ESTAÇÃO DE OPERAÇÃO
PLC1 - SISTEMA DE CONTROLE
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 329
Cont. Lógico Programável - CLP

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 330


Cont. Lógico Programável - CLP

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 331


Selecionando um PLC

Critérios

•Número de entradas e saídas discretas


•Número de entradas e saídas analógicas
•Número de módulos de I/O especiais
•Memória
•Tempo de Scan
•Comunicações
•Software

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 332


Especificações
CAPACIDADE DE MEMÓRIA

A quantidade de memória requerida para uma aplicação


em particular está relacionada com o comprimento do
programa e a complexidade do sistema de controle.
Aplicações simples com somente alguns relés não
requerem quantidade significativa de memória. O
tamanho dos programas tendem a crescer ligeiramente
após algum tempo de uso. É recomendável adquirir um
controlador com maior capacidade de memória do que a
inicialmente requerida.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 333


Selecionando um PLC
Qte
I/O digitais 220 400 88.000 bytes
I/O analógicas 100 2.600 260.000 bytes
Módulos DeviceNet 2 7.400 14.800 bytes
Outros módulos de
comunicação 1 2.000 2.000 bytes
Controle de movimentos - 8.000 - bytes
0,4 Mbytes

Qte
I/O digitais 15.000 400 6.000.000 bytes
I/O analógicas 5.000 2.600 13.000.000 bytes
Módulos DeviceNet 2 7.400 14.800 bytes
Outros módulos de
comunicação 1 2.000 2.000 bytes
Controle de movimentos - 8.000 - bytes
19,0 Mbytes
Publication 1756-TD001H-EN-P - December
2013 (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 334
Selecionando um PLC
ESPECIFICAÇÃO SLC 5/01 SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04

VERSÃ VERSÃ VERSÃO


O 16K O 32K 64K
Memória do 1K ou 4K 4K 12 K 12 K 28 K 60 K
Programa Instruções Instruções palavras palavras palavras palavras
Capacidade de 256 480 960 960 960 960
E/S local máxima discreta discreta discreta discreta discreta discreta
E/S remota NA Depende da carga da fonte de alimentação e do tamnho da
memória de programa (4096 entradas e 4096 saídas)
Chassis/Ranhuras 3/30 3/30 3/30 3/30 3/30 3/30
local no máximo

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 335


PROGRAMAÇÃO

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 338


PROGRAMAÇÃO: ÁLGEBRA DE BOOLE

• Para viajar precisamos de:


– I1 Tempo E
– I2 Dinheiro
• Para chegar ao destino deve haver uma meio de
transporte disponível:
– I3 Avião OU
– I4 Ônibus
• I5 NÃO podemos estar doentes.
• CONCLUSÃO: FUI!

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 339


PROGRAMAÇÃO: ÁLGEBRA DE BOOLE

• Função “E”

• Função “OU”

• Função negação “NOT”

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 340


PROGRAMAÇÃO: ÁLGEBRA DE BOOLE

I1 Dinheiro B1 = I1 E I2
I2 Tempo = I1 . I2

I3 Avião
I4 B2 = I3 OU I4 Fui! =
Ônibus = I3 + I4 B1 .B2 . B3

I5 Doente
B3 = I5
• Condição verdadeira = 1
• Condição falsa = 0
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 341
PROGRAMAÇÃO: ÁLGEBRA DE BOOLE

1
B1 = I1 . I2
1 =1

1
B2 = I3 + I4 Fui! =
0
=1 B1 .B2 . B3
=1
0
B3 = I5 = 1
• Condição verdadeira = 1
• Condição falsa = 0
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 342
IN

OFF PLC
Logic 0 Módulo
de
entrada
24 V dc

IN

ON PLC
Logic 1 Módulo
de
entrada
24 V dc

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 343


PROGRAMAÇÃO LADDER

Normally Open Normally Closed


(NO) (NC)

A função normally open (NO) é verdadeira quando o


estado do bit de entrada deste contato for 1.
A função normally closed (NC) é verdadeira quando o bit
desta entrada for 0.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 344


Bobinas

Bobinas representam os relés que são energizados


quando suas condicionantes forem verdadeiras.
Quando a bobina torna-se verdadeira ela provoca que sua
correpondente saída física seja acionada mudando o
estado do bit que controla esta saída para 1.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 345


Boxes

Boxes representam várias instruções ou funções que são


executadas quando suas condicionantes tornam-se
verdadeiras. Algumas destas funções são temporizadores,
contadores e operações matemáticas.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 346


OPERAÇÃO AND (E)

A B C
Linha

Cada linha em um programa ladder representa uma


operação lógica.

Na linha acima, ambas entradas A e B devem ser


verdadeiras (1) de modo a tornar a bobina (saída) C
verdadeira (1).

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 347


OPERAÇÃO OR (OU)

A C
Linha

Na linha acima, se a entrada A OU a entrada B for


verdadeira (1), ou se ambas forem verdadeiras, então a
saída C será verdadeira (1).

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 348


OPERAÇÃO NOT (INVERSÃO)

A C
Linha

Na linha acima pode-se ver que se a condição A for


verdadeira a saída C será falsa (0).
Quando a condição A for falsa (0) a saída C será
verdadeira (1).

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 349


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 350
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 351
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 352
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 353
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 354
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 355
Programação Ladder

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 356


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 357
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 358
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 359
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 360
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 361
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 362
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 363
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 364
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 365
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 372
Referência:
Yokogawa Centum VP
TI 33K01A10-50E

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 373


•Sistema Mínimo: 1xIHM + 1xFCS
•Rede de Controle “V-Net” determinística e
redundante (20km) - Performance Garantida
• Sistema Operacional Windows 2000 e XP
Ethernet

HIS (rodando
funções de HIS
engenharia)

V Net/IP

ER bus (enhanced
remote bus)

ooo
ooo
FF-H1
FCS
KFCS (FCS for FIO)
FCS
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 374
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 376
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 377
CPU - Dual Redundante
Procedimentos de controle executados em ambos os lados e,
confrontados
V net

 Detecção de erro Left proessor card Right proessor card


eficaz V net V net
I/F I/F

 Transferência de Main
CPU1 CPU1
Main
controle suave memory Collator
+ ECC
Collator memory
+ ECC
( os procedimentos CPU2 CPU2

de controle são
sempre executados RIO bus RIO bus
I/F I/F
no lado standby )

RIO bus

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 379


Operation Keyboard

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 380


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 381
Cartões de Comunicação

Modbus RTU PLC


Allen-Bradley PLC5 PLC
Siemens S5 PLC
YEC FA-M3 PLC, Darwin DAQ
YEC Cromatógrafos GC1000, GC8 e GC6
Mitsibishi Melsec-A
Omron Sysmac-C

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 384


Alta Confiabilidade
(Meio Ambiente)
• Resistência ao Meio Ambiente Não há necessidade
do Nó Remoto de unidades de
– Temperatura de Trabalho: refrigeração.
0C a 50C  –20C a 70C
(opcional)
• Resistência a Ambientes
Corrosivos (opcional)
Maior vida útil mesmo
– Em presença de gases
em condiçoes
corrosivos  Em Conformidade
ambientais mais severas
com ISA G3
• Nó Remoto à Prova de Explosão - Classe 1, Divisão 2,
Grupos A,B,C e D T4
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 385
Barreiras de Segurança

É possível
instalação em
Zona 2

ER bus
Barreiras de
Segurança dentro
do Módulo de I/O.
(Redundância
disponível).

Zona 2 Zona 1

Área Segura Área Classificada

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 386


Control Drawing

IN LC111-11 OUT OUT PG111-11


PID S11 S12 PG-L13
XW111-11
SW-33
S10
SET
SQ111-11 CPV IN FC111-11 OUT
SQRT PID
IN
CPV SET
CL111-11 IN CPV BL111-11 IN J01 CV111-11
CALCU LAG FOUT
J02

CPV DL111-11 IN
LAG

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 388


Logic Chart

Moving into
%SW0500.PV.ON Stop ->Cool WO %SW0200.PV.L cooling phase

%SW0001.ON Cooling printout


TM100
%SW0100.PV.ON Level 1 %SW0160.PV.L
TCV full close
command
%SW0150.PV.ON Level 2
Shutoff valve 1
%SW0120.PV.ON Cool -> Stop TV100.CSV.2 open output

%SW0001.PV.ON Auto TM100 TV101.CSV.2


Shutoff valve 1
open output

TV100.PV.2 Open shutoff valve1 Open shutoff valve %SW0201.PV.L Cooling command

TV101.PV.2 Open shutoff valve2


Comment
Cooling end
RL001.X01.LT No.1temperature<-70 DO0100.PV.L voice message

RL002.X02.LT No.2temperature<-70

Conditional Comment Logic element Action Comment


signal signal

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 389


Web Display
As janelas Gráficas e
de Tendência são PC
convertidas em
arquivos HTML e
aplicações em Java
Servidor
Web

Janelas
Ethernet LAN/WAN gráficas e de
Conexão
Dial-up tendência
HIS
PC

V net
Através do Web Browser é
FCS
possível acessar os dados
da planta de qualquer
lugar do planeta

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 390


Long Term Trend

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 391


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 392
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 393
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 394
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 395
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 396
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 397
Sistema PIMS

Flávio Hirotaka Mine - CENIBRA

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 398


Agenda

• Conceito de PIMS
• Funcionalidades
• Exemplos de Utilização
• Ganhos/Visão de Futuro

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 399


Hierarquia de Controle

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 400


Introdução
PIMS ou “Plant Information Management Systems” são
sistemas que adquirem dados de processo de diversas
fontes, os armazenam num banco de dados históricos e os
disponibilizam através de diversas formas de
representação.

O PIMS nasceu na indústria de processos contínuos mais


propriamente na indústria química e petroquímica para
resolver o problema da fragmentação de dados e
proporcionar uma visão unificada do processo.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 401


Introdução

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 402


PIMS
Plant Information Management System

PIMS ou sistema de gerenciamento das informações da


planta;
Solução para integração total das informações geradas
pelos diversos processos produtivos da fábrica;
Objetivo é capturar dados relevantes das células de
processo, armazená-las historicamente;
Possibilita a distribuição dos mesmos na rede corporativa
de forma coerente e segura.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 403


PIMS
Plant Information Management System

Dados:
Variáveis analógicas;
Variáveis discretas;
String;
Cálculos;
Agregações
médias, mínimo, máximo, desvio padrão, somatório.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 404


PIMS
Plant Information Management System

Timestamp Identificação do dado (tag) Valor Qualidade do dado

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 405


PIMS
Plant Information Management System

A principal função de um PIMS é concentrar a massa de


dados e permitir transformar dados em informação e
informação em conhecimento.

Um dos maiores benefícios de um PIMS é permitir ao


engenheiro de processo entender as situações operacionais
que se apresentam, e compará-las com situações padrões
previamente arquivadas.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 406


PIMS
Plant Information Management System

Componentes:

Historiador de processos;

Interface gráfica;

As aplicações clientes complementares.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 407


PIMS
Plant Information Management System

Funcionalidades:

Interface com banco de dados;


Interface com ERP;
Gestão e tracking de bateladas;
Reconciliação de dados;
Controle estatístico do processo;
Genealogia;
Interface com outros aplicativos.
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 408
PIMS
Plant Information Management System

Comunicação:

Os Sistemas PIMS utilizam a tecnologia padronizada


denominada OPC (Ole for Process Control) na
comunicação (conectividade) com demais sistemas.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 409


Arquitetura

Firewall

INTERNET
SAP/R3 Servidor Servidor
Rede Corporativa

INTRANET Firewall

OPC Client

Rede Processo
Backup

Usuários
PLC
SDCD

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 410


Chão de Fábrica
PIMS
Plant Information Management System

Conectividade:

Os Sistemas PIMS podem armazenar dados de qualquer


sistema, independente de sua fonte geradora.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 411


PIMS
Plant Information Management System

Compressão de dados:

Uma das características mais importantes de sistemas PIMS


é sua grande capacidade de compressão de dados históricos,
o que torna possível armazenar até 10 anos da operação de
uma planta em um disco rígido de capacidade típica em um
PC.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 412


PIMS
Plant Information Management System

Algoritmo de compressão de dados:

Alta velocidade de compressão;


Alta velocidade de descompressão;
Alta taxa de compressão;
Boa reconstrução dos dados;
Segurança de dados.

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 413


Compressão e Descompressão de dados

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 414


PIMS
Plant Information Management System

Cuidados:
1 Dado 100 Dados 10.000 Dados
Frequencia Ano Ano Ano
1 segundo 73,83 7382,81 738281,25
2 segundos 36,91 3691,41 369140,63
5 segundos 14,77 1476,56 147656,25
10 segundos 7,38 738,28 73828,13
30 segundos 2,46 246,09 24609,38
1 minuto 1,23 123,05 12304,69
5 minutos 0,25 24,61 2460,94
10 minutos 0,12 12,30 1230,47
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 415
PIMS
Plant Information Management System

Softwares de Mercado:
Empresa Produto Endereço
Aspentech Infoplus.21 www.aspentech.com
OSI Software
PI www.osisoft.com
(Oil Systems Incorporated)
Knowledge Manager
ABB www2.abb.com
Enterprise Historian
Uniformance/PHD
Honeywell www.hispec.com
Process History Database
Yokogawa Exaquantum www.yokogawa-marex.com
Kvaerner MOPS www.mopssystems.com
FLS Plant Guide
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira
www.flsa.com 416
Exemplos

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 417


Sistemas de Auditorias

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 418


Acompanhamento Diário

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 419


Acompanhamento Diário

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 420


Rastreabilidade

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 421


Ganhos

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 422


Produtividade

Alertas Pages/emails Espaços Colaborativos Busca de Formulários Flexíveis


Intranet/Internet de Reuniões Informações/Pessoas Gerenciamento de
Espaços Colaborativos Notificações/Alertas Processos
para Equipes

Poder para os times serem mais efetivos


Conectar os times internos, clientes, fornecedores e parceiros
Colaboração Integrada em Tempo Real com suas ferramentas de
Produtividade Pessoal

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 423


Visão Corporativa

Múltiplos modelos de Experiência Intuitiva e


presença baseados em contextualizada do
colaboração usuário

Maior poder para


tomada de decisão
Melhorar a
comunicação e a
integração
Disponibilizar
resultados mais
Integração Nativa à
Infraestrutura
efetivos Disponibilidade
Universal entre
Organizacional dispositivos e redes

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 424


Desafios Atuais das Organizações
Funcionários obtém 50%-75%
de informações importantes para
suas atividades diretamente de
outras pessoas.

Mais de 80% da informações


digitais das organizações estão em
discos rígidos individuais e
arquivos pessoais.

As pessoas detêm a chave para a


economia do conhecimento e grande
parte disso é perdido quando deixam a
corporação.

Fonte “The Knowledge Worker Investment Paradox”


Pesquisa Gartner 17/7/2002 (C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 425
Desafios de negócios
Demanda dos Executivos
Redução de Custos

Aumentar faturamento
Tomar melhores decisões… rapidamente
Fazer mais com… equipes menores
Garantir conformidade
Obter mais valor dos parceiros
Aumentar a satisfação do cliente
Colaborar além da organização

Ambiente de negócios
• Intensa complexidade
organizacional
• Pressão competitiva
• Renovado foco no cliente e
relações com os
(C) 2018 - Luís Gonzaga parceiros
M. M. Oliveira 426
Necessidades a serem atendidas
Redução de Custos

Confiabilidade
Implementação de e estabilidade
soluções rápidas
Segurança

Maior
produtividade

Trabalho em Equipe Integridade


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 427
Manufacturing Execution Systems
(MES)

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 430


O que é MES ( Manufacturing Execution
Systems) e SFC ( Shop Floor Control) ?

“É um sistema de chão-de-fábrica
orientado para a melhoria de
desempenho que complementa e
aperfeiçoa os sistemas integrados de
gestão ( planejamento e controle) da
produção.”

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 431


Importância do MES/ SFC

• Controle

• Liberação e alocação

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 432


Funcionalidades do SFC/MES

• Gerência dos lotes de produção


• Gestão detalhada de recursos incluindo
seqüenciamento, liberação,
monitoramento de equipamentos
• Alocação e coordenação de recursos
humanos e ferramental
• Instruções de trabalho
• Rastreabilidade
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 433
Sistemas de programação da produção
com capacidade finita

M3
filas?
M1 M6
prioridade ?
M4
abertura ?
roteiro? M7
M2

M5

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 434


Sistemas de programação da
produção com capacidade finita:
• Modelam o sistema produtivo
• Informam a demanda
• Informam as condições reais do sistema
produtivo num determinado momento
• Modelam alguns parâmetros para a
tomada de decisões

(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 435


(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 436
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 437
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 438
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 439
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 440
(C) 2018 - Luís Gonzaga M. M. Oliveira 441