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Função do 2º Grau

2019

Professor: André Luiz


1 Definição de função quadrática
Reúna-se com um colega, considerem um retângulo de pe-
Fique atento!
rímetro 20 cm e tentem responder às questões a seguir. Para chegar às suas conclusões, testem
a) Todos os retângulos de mesmo perímetro têm a mesma diversas dimensões possíveis para o
retângulo considerado (por exemplo, ele
área? Não. pode ter 8 cm de comprimento e 2 cm de
largura, ou 7 cm de comprimento e 3 cm de
b) Caso não tenham a mesma área, existem algumas dimen- largura, etc.) e calculem o perímetro e a área.
sões do retângulo que resultem em uma área máxima? Sim.

Uma função f: R → R chama-se


quadrática quando existem
números reais a, b, c, com a ? 0,
tal que f leva x em ax2 1 bx 1 c,
para todo x [ R.
Escrevemos:
f: R → R
x → ax2 1 bx 1 c

Podemos facilitar a escrita de f: x → ax2 1 bx 1 c escrevendo f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, mas sempre atentos
para não confundir a função f: x → ax2 1 bx 1 c com o número real f(x), que é o valor assumido pela função
no ponto x.
Exemplos:
a) f(x) 5 2x2 1 100x, em que a 5 21, b 5 100 e c 5 0.
Para refletir
b) f(x) 5 3x2 2 2x 1 1, em que a 5 3, b 5 22 e c 5 1. • Por que o nome “quadrática”?

c) f(x) 5 24x2 1 4x 2 1, em que a 5 24, b 5 4 e c 5 21. Por causa do expoente 2 do x (ou seja,
x está elevado ao quadrado).
d) f(x) 5 x2 2 4, em que a 5 1, b 5 0 e c 5 24.
e) f(x) 5 20x2, em que a 5 20, b 5 0 e c 5 0.
Observe que não são funções quadráticas: Veja a resposta na seção Respostas.

f) f(x) 5 2x É função linear. Para refletir


x • Por que as funções dos itens f, g
g) f(x) 5 2 É função exponencial.
e h não são quadráticas?
h) f(x) 5 x 1 2x2 1 x 1 1
3
É função do 3o grau.

Exercícios
1. Escreva no caderno um exemplo de função quadrá- 4. As funções abaixo são equivalentes à função
tica, indicando os valores dos coeficientes a, b e c. f(x) 5 ax2 1 bx 1 c. Determine, em cada uma delas,
Resposta pessoal. os valores de a, b e c.
2. Quais das seguintes funções são quadráticas?
2
a) f(x) 5 2x2 a 5 2, b 5 0 e c 5 0
x a) f(x) 5 2x c) f(x) 5 x(x 2 1)(x 2 2)
b) f(x) 5 2(x 2 3)2 1 5 a 5 2, b 5 212 e c 5 23
b) f(x) 5 2x 1 1 x d) f(x) 5 3x(x 2 1)
c) f(x) 5 (x 1 2)(x 2 3) a 5 1, b 5 21 e c 5 26
3. Para que valores de t as seguintes funções são qua-
d) f(x) 5 (4x 1 7)(3x 2 2) a 5 12, b 5 13 e c 5 214
dráticas?
Para todos os números reais e) f(x) 5 (2x 1 3)(5x 2 1) a 5 10, b 5 13 e c 5 23
a) f(x) 5 tx2 1 2x 1 5 diferentes de zero.
b) f(x) 5 25x t 1 2x 1 5 Para t 5 2. f) f(x) 5 2(x 2 3)2 1 5 a 5 2, b 5 212 e c 5 23
2 Situações em que aparece a função quadrática
Geometria
Você provavelmente estudou, no Ensino Fundamental, que o número de diagonais (d) em um polígono
n(n 2 3)
convexo de n lados é dado por d(n) 5 . Vamos relembrar.
2

n53 d50 n54 d52

n55 d55 n56 d59

Um polígono de n lados tem n vértices. De cada vértice partem (n 2 3) diagonais, e, para não conside-
rarmos duas vezes a mesma diagonal, dividimos n(n 2 3) por 2. Assim, temos d em função de n dado por:

n(n 2 3) n 2 2 3n 1 3
d(n) 5 5 ou d(n) 5 n2 2 n, Fique atento!
2 2 2 2 Neste caso, o domínio
da função quadrática
1 3 é {n [ N; n > 3}.
que é uma função quadrática em n, com a 5 , b 5 2 e c 5 0.
2 2

Fenômenos físicos
O cientista italiano Galileu Galilei (1564-1642) analisou o movimento de objetos em queda no campo
gravitacional da Terra e concluiu que, se não fosse a resistência do ar, o espaço percorrido por esses corpos
seria diretamente proporcional ao quadrado do tempo de percurso. Isso significa que, se um corpo cai, aban-
donado de sua posição de repouso, percorrendo os espaços s1, s2, s3, etc. nos tempos de t1, t2, t3, etc., temos:
s1 s s
5 22 5 32 5 ...
t 12 t2 t3

No caso em que o espaço s é medido em metros e o tempo t em segundos, o valor comum dessas razões
é aproximadamente 4,9 (metade da aceleração da gravidade: g . 9,8 m/s2). Dessa forma, a lei de Galileu
pode ser expressa por:
s g gt 2
2
5 ⇒ s 5 . 4,9t 2 ⇒ s . 4,9t2
t 2 2

Observe que s 5 4,9t2 é uma função quadrática com a 5 4,9; b 5 0 e c 5 0.

Fique atento!
O símbolo . significa aproximadamente.

Função quadrática
Esportes
Em um campeonato de futebol, cada clube vai jogar duas vezes com outro, em turno e returno (o time
A joga primeiro no campo do time B, e depois o contrário). Assim, o número p de partidas do campeonato é
dado em função do número n de clubes participantes, conforme vemos na tabela seguinte (cada time joga
com todos os outros, menos com ele mesmo):

Campeonato de futebol (turno e returno)


Número de clubes (n) 2 3 4 5 … n

Número de partidas (p) 2(2 2 1) 5 2 3(3 2 1) 5 6 4(4 2 1) 5 12 5(5 2 1) 5 20 … n(n 2 1)


Fonte: Dados experimentais.

Observe, pela tabela, que o número p de partidas é dado por Para refletir
p(n) 5 n(n 2 1) 5 n2 2 n. Quais são os coeficientes a,
b e c nessa função p(n)?
a 5 1, b 5 21 e c 5 0

3 Valor ou imagem da função quadrática


em um ponto
Se f: R → R é dada por f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, duas situações são importantes:
űƕdado x0 [ R, calcular f(x0); űƕdada f(x0), calcular x0.
Por exemplo, se f(x) 5 x2 2 5x 1 6, para calcular o valor dessa função no ponto x 5 2, ou seja, f(2), fazemos:
f(2) 5 22 2 5 ? 2 1 6 5 0. Logo, f (2) 5 0.
Agora, se f(x) 5 0, temos x2 2 5x 1 6 5 0, que é uma equação do 2o grau, que já estudamos no Ensino
Fundamental. Os valores que satisfazem essa equação do 2o grau, ou seja, as raízes dessa equação, são 2 e 3.
Verifique.

Exercício resolvido
1. Dada a função quadrática f: R → R definida por c) f(x) 5 3 ⇒ x2 2 6x 1 8 5 3 ⇒ x2 2 6x 1 5 5 0
f(x) 5 x2 2 6x 1 8, determine: D 5 36 2 20 5 16
a) os coeficientes a, b e c; 664
x5 ⇒ x9 5 5 e x0 5 1
2
()
b) f(1), f(0), f(22) e f
1
2
; Existem dois valores de x para os quais
c) se existe x [ R tal que f(x) 5 3. Se existir, f(x) 5 3: x 5 5 e x 5 1.
calcule x;
d) f(x) 5 23 ⇒ x2 2 6x 1 8 5 23 ⇒ x2 2 6x 1 11 5 0
d) se existe x [ R para que se tenha f(x) 5 23.
Se houver, calcule x; D 5 36 2 44 5 28
e) se existe x [ R para que se tenha f(x) 5 0. Não existe x [ R tal que f(x) 5 23.
Se existir, calcule x.
e) f(x) 5 0 ⇒ x2 2 6x 1 8 5 0
Resolução:
D 5 36 2 32 5 4
a) Em f(x) 5 x2 2 6x 1 8, temos a 5 1, b 5 26 e 662
x5 ⇒ x9 5 4 e x0 5 2
c 5 8. 2
b) f(1) 5 12 2 6(1) 1 8 5 1 2 6 1 8 5 3 Existem dois valores para x: x9 5 4 e x0 5 2.
f(0) 5 0 2 0 1 8 5 8
Para refletir
f(22) 5 4 1 12 1 8 5 24 Analise os itens c e d para A função não é
injetiva nem
responder se essa função é
f ( 21 ) 5 41 2 3 1 8 5 1 2 121241 332 5 214 injetiva e sobrejetiva.
sobrejetiva.
Atividade Atividade
Exercícios em dupla em equipe

5. A área de um círculo é dada em função da medida 11. A área da região em forma de trapézio é dada
r do raio, ou seja, S 5 f(r) 5 pr2, que é uma função
(B 1 b)h
quadrática. Calcule: por A 5 , em que B é a base maior, b é a
2
a) S quando r 5 5 cm; S 5 25p cm2 base menor e h é a altura. Nesse trapézio, a área
b) r quando S 5 64p m2. r 5 8 m pode ser dada em função da base menor por uma
lei do tipo f(x) 5 ax2 1 bx 1 c.
6. Quando variamos a medida , do lado de um quadrado,
sua área também varia. Então, a área é dada em função x
da medida , do lado, ou seja, f(,) 5 , 2.
,
x12

6
,

a) Determinem a lei dessa função de acordo com


as informações da figura acima. x2
f (x ) 5 1 4x 1 6
b) Identifiquem os coeficientes a, b1e c. 2
a5 ,b 5 4e c 5 6
Faça, então, o que se pede: f(10) 5 100; f(1,5) 5 2,25; 2
12. De uma folha de papel retangular de 30 cm por
a) calcule f(10), f(1,5) e f ( 2 3 ); f (2 3 ) 5 12 20 cm são retirados, de seus quatro cantos, quadra-
b) calcule , tal que f(,) 5 256; , 5 16 dos de lado x.
c) determine qual é o domínio e qual é a imagem 30 cm
x x
dessa função. D( f ) 5 R 1* ; Im( f ) 5 R 1*
x x
7. Dada a função quadrática f(x) 5 3x2 2 4x 1 1, de-
termine:
20 cm
a) f(1) f(1) 5 0
b) f(2) f(2) 5 5
x x
c) f(0) f(0) 5 1
d) f ( 2 ) f ( 2) 5 7 2 4 2 x x

e) f(22) f(22) 5 21 Determinem a expressão que indica a área da par-


te que sobrou em função de x. A 5 600 2 4x2
f) f(h 1 1) f(h 1 1) 5 3h2 1 2h
g) x de modo que f(x) 5 1. x 5 0 ou x 5 4 13. Em um campeonato de futebol, cada time vai
3
h) x de modo que f(x) 5 21. Não existe x real. jogar duas vezes com outro. Então:
a) Se o número de clubes é 10, qual é o número de
8. Seja f : R → R a função definida por jogos? 90 jogos.
f(x) 5 4x2 2 4x 1 3. Determine x, se houver, para
que se tenha: b) Se o número de jogos é 42, qual é o número de
1 times? 7 times.
a) f(x) 5 2 x 5
2
b) f(x) 5 3 x9 5 0 ou x9 5 1 14. Física
c) f(x) 5 21 Não existe. Gerador é um aparelho que transforma qualquer
tipo de energia em energia elétrica. Se a potência 3
9. (Fuvest-SP) Seja f(x) 5 2x2 2 3x 1 1. (em watts) que certo gerador lança em um circuito
 2  13 2 9 2 elétrico é dada pela re-
Calcule f  .
3  9 lação 3(i) 5 20i 2 5i 2,
10. Dada a função f : R → R tal que em que i é a intensida-
de da corrente elétrica
 x2 2 2x, para x , 5
 que atravessa o gera-
f(x) 5  3x 2 20, para 5 < x , 9 , determine:
 2x2 1 4x 2 2, para x > 9 dor, determine o nú-
mero de watts que
a) f(6); 22 c) f(10);262 e) f(5); 25 g) f(4). 8 expressa a potência 3
b) f(21); 3 d) f(9); 247 f) f(0); 0 quando i 5 3 ampères. A pilha é um tipo de gerador.
15 watts

Função quadrática
A equação do 2°- grau
São conhecidos problemas que recaem em equa-

Curadoria do Museu Britânico, Londres, Inglaterra.


ções de grau 2 desde a época dos babilônios, há quase
4 mil anos. Os antigos babilônios gravavam seus textos
e cálculos em placas de barro usando cunhas de ma-
deira para imprimir os símbolos em relevo. Esse tipo de
escrita foi chamado de escrita cuneiforme.
A imagem ao lado mostra uma placa (tablet em
inglês), em escrita cuneiforme, que descreve um pro-
blema cujo enunciado transcrito para linguagem atual
seria o equivalente a: encontrar o lado de um quadrado
cuja área, somada com o lado, é igual a 3 .
4
Muitos dos problemas que foram encontrados
nos tabletes dos babilônios consistiam em determi-
nar dois números conhecendo a soma e o produto
deles; ou em encontrar os lados de um retângulo
conhecendo o perímetro e a área. Da mesma forma,
podemos perguntar aos alunos de hoje quais seriam
as medidas (aproximadas) de um retângulo de 40 cm
de perímetro e 100 cm2 de área.
Os babilônios, naturalmente, não tinham fórmulas
para solucionar esses problemas, mas conheciam “re-
ceitas” para resolvê-los. Essas receitas conhecidas pelos
babilônios são equivalentes à fórmula de resolução da
equação do 2o grau que conhecemos hoje, mas não Tablete de argila BM 13 901. Museu Britânico, Londres (Inglaterra).
sabemos como eles as descobriram. Comprimento: 11,7 cm; largura: 19,4 cm.
Sheila Terry/Science Photo Library/Latinstock

Desde cerca de 1800 a.C. até o século XVI todos


os matemáticos resolviam as equações do 2 o grau
seguindo as “receitas” iguais ou semelhantes às dos
antigos babilônios. O administrador público e advo-
gado francês, François Viète, tinha como passatempo
a dedicação à Matemática. Apesar de não ser sua
ocupação principal, Viète desenvolveu muitos traba-
lhos matemáticos relacionados à Trigonometria e à
Álgebra. Em uma de suas célebres frases, Viète diz:
“Matemática não é apenas números, e sim envolve
letras e toda a capacidade que o ser humano conse-
guir expressar.”. Essa frase expressa um pouco a ideia
que ele teve no final do século XVI, de representar
por letras do início do alfabeto os coeficientes da
equação do 2o grau. Somente depois disso, apareceu
a fórmula que conhecemos hoje para a resolução
desse tipo de equação.

Ilustração de François Viète, advogado e matemático francês


(1540-1603), a partir de litografia que se encontra na Biblioteca
do Congresso em Washington (Estados Unidos).
Você sabia?
4 Zeros da função quadrática Este problema aparece
em registros
O estudo da função quadrática tem sua origem na resolução de equações
cuneiformes feitos pelos
do 2°- grau. babilônios por volta do
Um problema muito antigo que recai em uma equação do 2°- grau é este: ano 1700 a.C.; eles já
conheciam regras para
“Determinar dois números conhecendo sua soma s e seu produto p.” solucioná-lo.

Chamando de x um dos números, o outro será s 2 x. Assim, p 5 x(s 2 x) ou p 5 sx 2 x2, ou, ainda:
x2 2 sx 1 p 5 0
Para determinar x (e, portanto, s 2 x), basta resolver a equação do 2°- grau x2 2 sx 1 p 5 0, ou seja, de-
terminar os valores de x para os quais a função quadrática f(x) 5 x2 2 sx 1 p se anula. Esses valores são
chamados zeros da função quadrática ou raízes da equação do 2°- grau correspondente a f(x) 5 0.
Por exemplo, os dois números cuja soma é 7 e cujo produto é 12 são 3 e 4, que são as raízes da equação
x 2 7x 1 12 5 0 ou zeros da função quadrática f(x) 5 x2 2 7x 1 12.
2

Observações:
1a) Dados quaisquer s e p, nem sempre existem dois números reais cuja soma seja s e cujo produto seja p.
Por exemplo, não existem dois números reais cuja soma seja 3 e cujo produto seja 7.
a
2 ) O número D 5 b2 2 4ac é chamado discriminante da função quadrática
f(x) 5 ax2 1 bx 1 c. Para refletir
a 2 Justifique por que não
3 ) Quando D . 0, a função f(x) 5 ax 1 bx 1 c tem dois zeros reais diferentes. existem dois números
Quando D , 0, a função f(x) 5 ax2 1 bx 1 c não tem zeros. reais cuja soma seja 3
a 2 e cujo produto seja 7.
4 ) Quando D 5 0, a função f(x) 5 ax 1 bx 1 c tem dois zeros reais iguais.
Se existirem, os números serão
Determinação dos zeros da função quadrática raízes da equação
x2 2 3x 1 7 5 0. Essa equação
Vamos ver algumas maneiras de determinar os zeros da função quadrática. tem D , 0, então não existe
valor real para x.
Usando fórmula
Para usar a fórmula da resolução de equações do 2o grau b 2 4ac , que você provavelmente
b
2a
estudou no 9o ano do Ensino Fundamental, basta conhecer os coeficientes a, b e c.
Como D 5 b2 2 4 ac, se D . 0 ou D 5 0, então as raízes serão:

2b 1 D 2b 2 D
x9 5 e x0 5
2a 2a

Se D , 0, a equação ax2 1 bx 1 c 5 0 não tem raízes reais.


Observações:
1a) Relação entre coeficientes e raízes da equação do 2o grau ax2 1 bx 1 c 5 0, com a ? 0
2b 1 D 2b 2 D
Existindo zeros reais tais que x9 5 e x0 5 , obtemos:
2a 2a
2b 1 D 2b 2 D 22b 1 D 2 D b
x9 1 x 0 5 1 5 5 2
2a 2a 2a a
b
Logo: x 0 1 x9 5 2 (soma das raízes)
a
2
2b 1 D 2b 2 D b2 2 ( D ) b 2 2 b 2 1 4ac 4ac c
x9 ? x 0 5 ? 5 5 2
5 2
5
2a 2a 4a 2 4a 4a a
Logo: x9 ? x 0 5 c (produto das raízes)
a

Função quadrática
2a) Forma fatorada do trinômio ax2 1 bx 1 c, com a ? 0 Fatorar: escrever em
2 forma de produto, ou
Quando D > 0, ou seja, quando a equação ax 1 bx 1 c 5 0 possui as raízes
seja, com fatores.
reais x9 e x0, podemos escrever:

(
ax2 1 bx 1 c 5 a x 2 1
b
a
x1
c
a )
5 afx2 2 (x9 1 x0)x 1 x9x0 g 5 afx2 2 x9x 2 x0x 1 x9x0 g 5 a(x 2 x9) (x 2 x0 )

Logo: ax2 1 bx 1 c 5 a(x 2 x9 ) (x 2 x0 ) (forma fatorada do trinômio do 2°- grau)

De agora em diante, você poderá escolher a maneira pela qual determinará os zeros da função
quadrática.

Exercícios resolvidos
2. Determine, se existirem, os zeros da função quadrá- 4. Determine o valor de k positivo para que a equação
tica f(x) 5 x2 2 12x 1 35. x2 2 2kx 1 (k 1 1) 5 0 tenha uma raiz igual ao triplo
da outra.
Resolução: Resolução:
2
x 2 12x 1 35 5 0 x9 3x0
 b
a 5 1, b 5 212 e c 5 35 x9 x0 2k
 a
 c
D 5 b2 2 4ac 5 (212)2 2 4 ? 1 ? 35 x9 x 0 k 1
a
D 5 144 2 140 5 4 1
3x0 1 x0 5 2k ⇒ 4x0 5 2k ⇒ x0 5 k
D 5 4 ⇒ D . 0 (há 2 raízes reais e diferentes) 2
1 1 3
x9 k 2k ⇒x9 2k k ⇒ x9 5 k
2 2 2
2b 1 D 12 1 4 12 12
x95 5 5 57
2a 2 2 Assim:
3 1
x9 ? x0 5 k 1 1 ⇒ k ? k 5 k 1 1⇔
2 2
2b 2 D 12 2 4 12 22 3 2
x0 5 5 5 55 ⇔ k 5 k 1 1 ⇔ 3k2 2 4k 2 4 5 0
2a 2 2 4
a 5 3, b 5 24 e c 5 24
2
Logo, os zeros da função f(x) 5 x 2 12x 1 35 são
2b 6 b 2 2 4ac 2(24) 6 16 1 48
7 e 5, ou seja, f(7) 5 0 e f(5) 5 0. k5 ⇒k5 ⇒
2a 6

4 6 64 468
3. Determine, se existirem, os zeros da função quadrá- ⇒k 5 5 ⇒
6 6
tica f(x) 5 2x2 2 3x 1 5. 4 18
‚€€

k5 52
6
Resolução: ⇒ ou
2
2x 2 3x 1 5 5 0 4 28 2
k5 52 (não serve)
6 3
a 5 2, b 5 23 e c 5 5 Portanto, quando k 5 2, a equação
2 2
D 5 b 2 4ac 5 (23) 2 4(2)(5) 5 9 2 40 5 231 ⇒ x2 2 2kx 1 (k 1 1) 5 0 se transforma na equação
x2 2 4x 1 3 5 0.
⇒D,0 x2 2 4x 1 3 5 0 ⇒
Para refletir 462
⇒x 5 ⇒
Logo, a equação não tem raízes reais; consequen- Comprove que a equação 2
x2 2 4x 1 3 5 0 tem uma ⇒ x9 5 3 e x0 5 1.
temente a função f(x) 5 2x2 2 3x 1 5 não tem raiz igual ao triplo da outra. Logo, x9 5 3x0.
zeros reais.
5. Para que valores de k a função f(x) 5 x2 2 2x 1 k Então:
tem zeros reais e diferentes? f(x) 5 (x 2 3)(x 2 2)
Resolução: (Note que a 5 1 não precisa ser escrito.)
b) Fazendo g(x) 5 0, vem: 5x2 1 10x 1 5 5 0
ű Condição: D . 0
D 5 b2 2 4ac 5 102 2 4 ? 5 ? 5 5 0
ű D 5 b2 2 4ac 5 (22)2 2 4(1)(k) 5 4 2 4k
Assim: 2b 6 D 210 6 0
x5 ⇒x 5 5
2a 2?5
4 2 4k . 0 ⇔ 24k . 24 ⇔ 4k , 4 ⇔ k , 1 210
5 ⇒ x9 5 21 e x0 5 21
Portanto, a função f(x) 5 x2 2 2x 1 k terá zeros reais 10
e diferentes para quaisquer k [ R tal que k , 1. Então:
g(x) 5 5(x 1 1)(x 1 1) 5 5(x 1 1)2
6. Escreva na forma fatorada as funções:
Fique atento!
a) f(x) 5 x2 2 5x 1 6
Se D 5 0, a função quadrática é
b) g(x) 5 5x2 1 10x 1 5 um trinômio quadrado perfeito.

Resolução: 7. Escreva a função quadrática que tem como zeros os


a) A forma fatorada é f(x) 5 a(x 2 x9)(x 2 x0), em números 2 e 5 e cujo gráfico passa pelo ponto (1, 4).
que x9 e x0 são as raízes da equação f(x) 5 0.
Resolução:
Assim:
Usando a forma fatorada, podemos escrever
x2 2 5x 1 6 5 0 f(x) 5 a(x 2 2)(x 2 5). E, se (1, 4) pertence à função,
D 5 b2 2 4ac 5 (25)2 2 4 ? 1 ? 6 5 1 então f(1) 5 4, portanto:
f(1) 5 a(1 2 2)(1 2 5) ⇒ 4 5 a ? (21) ? (24) ⇒
2b 6 D 2(25) 6 1 561 ⇒45a?4⇒a51
x5 ⇒x 5 5 ⇒
2a 2?1 2 Dessa forma:
⇒ x9 5 3 e x0 5 2 f(x) 5 1 ? (x 2 2)(x 2 5) 5 x2 2 7x 1 10

Exercícios
15. Determine, se existirem, os zeros das funções qua- 19. Determine o valor de k para que a equação:
2b 6 D x2 2 (k 1 1)x 1 (10 1 k) 5 0 11
dráticas usando a fórmula x 5 . k ′ 5 8 e k ′′ 5 2
2a tenha uma raiz igual ao dobro da outra. 2
a) f(x) 5 x2 2 3x 3 e 0
b) f(x) 5 x2 1 4x 1 5 Não tem zeros reais.
20. Escreva no caderno a função quadrática f(x) em
c) f(x) 5 2x2 1 2x 1 8 22 e 4
cada item, de acordo com as informações dadas.
d) f(x) 5 x2 1 10x 1 25 25
e) f(x) 5 x2 2 8x 1 16 4 a) Zeros de f(x): x 5 1 e x 5 3;
f) f(x) 5 25x2 1 9x 1 1 Não tem zeros reais. f(x) passa por (0, 26). f(x) 5 22x2 1 8x 2 6
16. Para que valores reais de m a função: b) Zeros de f(x): x 5 2 e x 5 23;
f(x) 5 (m 2 1)x2 2 4x 2 1 2
f(x) passa por (0, 4). f ( x ) 5 2 x 2 2
2
x14
não admite zeros reais? m [ R | m , 23 3 3

17. Para que valores reais de k a função: c) Zeros de f(x): x 5 5 (duplo);


f(x) passa por (2, 29). f(x) 5 2x2 1 10x 2 25
f(x) 5 kx2 2 6x 1 1
admite zeros reais e diferentes? k [ R | k , 9 e k ? 0 21. Os 180 alunos de uma escola estão dispostos de
18. Para que valores de m a função: forma retangular, em filas, de tal modo que o nú-
f(x) 5 (m 2 2)x2 2 2x 1 6 mero de alunos de cada fila supera em 8 o número
admite valores reais? m [ R | m ø 13 e m ? 2 de filas. Quantos alunos há em cada fila? 18 alunos
6

Função quadrática
Usando a fatoração
A fatoração é um processo útil em equações quadráticas incompletas, ou seja, quando b 5 0 ou c 5 0
(principalmente nesse caso). Acompanhe os exercícios resolvidos a seguir.

Exercícios resolvidos
8. Determine os zeros das seguintes funções quadráticas: Geometricamente, podemos representar essa fato-
2
a) f(x) 5 x 2 5x 2
b) f(x) 5 x 1 2x ração assim:
x
Resolução: x 2
o
a) A equação do 2 grau correspondente é
x2 2 5x 5 0. Colocando x em evidência no x22
1o membro, temos: x x 2 x
x2 2 5x 5 0 ⇒ x(x 2 5) 5 0
Logo: 2
4 2 2
x 5 0 ou x 2 5 5 0 ⇒ x 5 5
x22 2 x22
Assim, os zeros da função são 0 e 5.
b) A equação do 2o grau correspondente é Assim:
xx 22
x2 1 2x 5 0. Fatorando o 1o membro da equação,
temos:
x2 1 2x 5 0 ⇒ x(x 1 2) 5 0 x2
x2 22 x2
x2 22
Logo:
x 5 0 ou x 1 2 5 0 ⇒ x 5 22 xx 22
2
Assim, os zeros da função são 0 e 22. A área dada por x 2 4 é a mesma que a área dada
por (x 2 2)(x 1 2). Logo, (x2 2 4) 5 (x 2 2)(x 1 2).
Fique atento!
A fatoração também pode ser usada com funções
Constate isso recortando adequadamente uma fo-
quadráticas completas, ou seja, que possuem a ? 0, b ? 0 lha de papel.
e c ? 0, embora perca um pouco da praticidade. b) f(x) 5 x2 1 2x
A equação do 2o grau correspondente é
9. Determine os zeros das seguintes funções quadráticas:
x2 1 2x 5 0.
a) f(x) 5 x2 2 4 c) f(x) 5 x2 2 6x 1 9
Fatorando o 1o membro da equação, temos:
b) f(x) 5 x2 1 2x d) f(x) 5 (x 2 3)2 2 4 x2 1 2x 5 0 ⇔ x(x 1 2) 5 0
Resolução: Logo:
a) A equação do 2o grau correspondente é x 5 0 ou x 1 2 5 0 ⇒ x 5 22
x2 2 4 5 0. Assim, os zeros da função são 0 e 22.
Fatorando o 1o membro da equação, temos: Verificação:
x2 2 4 5 0 ⇔ (x 2 2)(x 1 2) 5 0 f(x) 5 x2 1 2x
Para que um produto seja zero, pelo menos um f(0) 5 02 1 2 ? 0 5 0
dos fatores precisa ser zero. f(22) 5 (22)2 1 2(22) 5 4 2 4 5 0
Logo: Geometricamente, temos:
(x 2 2) 5 0 ou (x 1 2) 5 0 1 1 x 1 1

Se x 2 2 5 0, então x 5 2.
Se x 1 2 5 0, então x 5 22. x x2 x x x x x x2 x
Assim, as raízes da equação x2 2 4 5 0 são 22 e 2
ou os zeros da função quadrática f(x) 5 x2 2 4 são
22 e 2. x x 1 1
Verificação: x2 1 2x x(x 1 2)
f(x) 5 x2 2 4 A área dada por x2 1 2x é a mesma que a dada por
2
f(22) 5 (22) 2 4 5 4 2 4 5 0 x(x 1 2). Constate isso recortando adequadamente
uma folha de papel.
f(2) 5 22 2 4 5 4 2 4 5 0
Portanto, x2 1 2x 5 x(x 1 2).
c) f(x) 5 x2 2 6x 1 9 Assim: x23 3
o
Equação do 2 grau correspondente:
x2 2 6x 1 9 5 0. x23 x2 2 6x 9 x23
Fatorando o 1o membro, temos:
x 2 2 6x 1 95 0 ⇔ (x 2 3)2 5 0 ⇔ (x 2 3)(x 2 3) 5 0
3 3
x 2 2 ? 3 ? x 32
Logo: x23 3
A área dada por x2 2 6x 1 9 é a mesma que a dada
x 2 3 5 0 ⇒ x 5 3 ou x 2 3 5 0 ⇒ x 5 3.
por (x 2 3)2 5 (x 2 3)(x 2 3).
Nesse caso, x 5 3 é um zero “duplo” da função
Portanto, x2 2 6x 1 9 5 (x 2 3)2 5 (x 2 3)(x 2 3).
quadrática f(x) 5 x2 2 6x 1 9.
d) f(x) 5 (x 2 3)2 2 4
Verificação:
Equação do 2o grau correspondente: (x 2 3)2 2 4 5 0.
f(x) 5 x2 2 6x 1 9
Fatorando, temos:
f(3) 5 32 2 6 ? 3 1 9 5 9 2 18 1 9 5 0 (x 2 3)2 2 4 5 0 ⇒ f(x 2 3) 2 2gf(x 2 3) 1 2g 5 0 ⇒
Geometricamente, temos: ⇒ (x 2 5)(x 2 1) 5 0
x Logo:
x 2 5 5 0 ⇒ x 5 5 ou x 2 1 5 0 ⇒ x 5 1
x2 2 6x
Zeros da função: 1 e 5.
x x 2
x Verificação:
f(x) 5 (x 2 3)2 2 4
1
1 f(1) 5 (1 2 3)2 2 4 5 42 4 5 0
1
x 1 1 1 f(5) 5 (5 2 3)2 2 4 5 4 2 4 5 0

Isolando o x
Isolar o x é um processo útil em funções quadráticas que não possuem termo em x, ou seja, quando b 5 0.

Exercício resolvido
10. Determine, se existirem, os zeros das seguintes b) A equação do 2o grau correspondente é
funções quadráticas: x2 1 25 5 0. Isolando x no 1o membro, temos:
a) f(x) 5 x2 2 9 c) f(x) 5 2x2 2 14 x2 1 25 5 0 ⇔ x2 5 2 25
b) f(x) 5 x2 1 25 Porém, não existe número real cujo quadrado seja
Resolução:
negativo. Assim, essa função não tem zeros reais.
a) A equação do 2o grau correspondente é c) A equação do 2o grau correspondente é
x2 2 9 5 0. Isolando x no 1o membro, temos: 2x2 2 14 5 0. Isolando x no 1o membro, temos:
14
x2 2 9 5 0 ⇔ x2 5 9 2x2 2 14 5 0 ⇔ x 2 5 ⇔ x2 5 7
2
Logo: Logo:
x 5 6 9 ⇒ x 5 3 ou x 5 23. x 5 6 7 ⇒ x 5 7 ou x 5 2 7
Assim, os zeros da função são 3 e 23. Assim, os zeros da função são 7 e2 7.

Exercício
22. Determine, se existirem, os zeros das seguintes funções quadráticas:
a) f(x) 5 x2 2 2x 0 e 2 c) f(x) 5 x2 2 16 24 e 4 e) f(x) 5 x2 1 14x 214 e 0 g) f(x) 5 2x2 2 8 22 e 2
b) f(x) 5 2x2 1 8x 24 e 0 d) f(x) 5 x2 2 11 2 11 e 11 f) f(x) 5 3x2 1 3x 21 e 0 h) f(x) 5 2x2 1 3626 e 6

Função quadrática
Por soma e produto
Como já estudamos, a soma e o produto das raízes da equação quadrática ax2 1 bx 1 c 5 0 são dados
b c
respectivamente por 2 e .
a a

b c
Soma: S 5 x9 1 x0 5 2 e Produto: P 5 x9 ? x0 5
a a
Sendo possível determinar dois números cuja soma e cujo produto sejam os valores obtidos na equação
quadrática, esses números serão as raízes.
Esse processo é mais indicado para equações quadráticas mais simples, cujas raízes sejam números inteiros.

Exercício resolvido
11. Determine, se existirem, os zeros das seguintes funções quadráticas:
a) f(x) 5 x2 2 5x 1 6 b) f(x) 5 x2 1 3x 2 28
Resolução:
25
a) A equação do 2o grau correspondente é x2 2 5x 1 6 5 0. A soma das raízes é então dada por S 5 2 55
1
6
e o produto é dado por P 5 5 6.
1
Ou seja, procuramos um par de números cuja soma seja 5 e cujo produto seja 6. Esses números são 2 e 3.
Assim, os zeros da função são 2 e 3.
3
b) A equação do 2o grau correspondente é x2 1 3x 2 28 5 0. A soma das raízes é então dada por S 5 2 5 23 e
1
228
o produto é dado por P 5 52 228. Ou seja, procuramos um par de números cuja soma seja 23 e cujo
1
produto seja 228. Esses números são 4 e 27.
Assim, os zeros da função são 4 e 27.

Exercícios
O polígono tem 20 lados e se chama icoságono.
23. Quantos lados tem um polígono convexo que possui 170 diagonais? Qual é o nome dele?
24. Uma caixa sem tampa tem a base quadrática com lado medindo x dm e altura 1 dm. Sa- Fique atento!
Lembre que:
bendo que a área total de sua superfície é de 5 m2, calcule a medida x. x 5 1 dm n(n 2 3)
d5 .
2
25. Renata tem 18 anos e Lígia, 15. Daqui a quantos anos o produto de suas idades será
igual a 378? Daqui a 3 anos.
26. Um trem percorreu 200 km em certo tempo com velocidade constante. Para percorrer essa distância em
uma hora a menos, a velocidade deveria ser de 10 km/h a mais. Qual era a velocidade do trem? 40 km/h

Fique atento!
O espaço percorrido por um objeto em movimento retilíneo uniforme (com velocidade constante) é igual ao
deslocamento inicial do objeto mais a velocidade de deslocamento vezes o tempo de deslocamento (S 5 s0 1 v ? t).

27. DESAFIO O retângulo áureo, ou de ouro, grego, é um retângulo espe-


cial em que valem as relações entre comprimento (c) e largura (ℓ): c ,
, 5
A proporção áurea, citada no Capítulo 1 deste volume, pode ser , c 2,
observada na natureza, nas artes e nas construções.
c ↑ proporção áurea
Se considerarmos c 5 1, a proposta será: 1 5 , ⇒ <2 1 < 2 1 5 0.
, 12,
5 21
A raiz positiva dessa equação é chamada número de ouro. Qual é esse número? 2
5 Gráfico da função quadrática
eixo da parábola
Consideremos um ponto F e uma reta d que não o contém. Cha-
mamos parábola de foco F e diretriz d o conjunto dos pontos do
plano que distam igualmente de F e de d. P PF 5 PQ
A reta perpendicular à diretriz que contém o foco chama-se F
eixo da parábola. O ponto da parábola mais próximo da diretriz V
d
chama-se vértice dessa parábola. O vértice (V) é o ponto médio do D Q
segmento de reta cujos extremos são o foco (F) e a intersecção
do eixo com a diretriz (D).
É possível provar que o gráfico de uma função quadrática é uma Você sabia?
A distância de um ponto a uma reta é
parábola. Acompanhe alguns exemplos. a medida do segmento de reta
perpendicular baixado do ponto
Gráfico da função definida por f (x) 5 x 2 sobre essa reta.
A distância de P a r é igual à medida
Como já sabemos que é uma parábola, para construir o gráfico, de PA.
fazemos uma tabela com um número suficiente de valores que permita P
visualizar a parábola.

r
x 22 21,5 21 0 1 1,5 2 A

f(x) 5 x2 4 2,25 1 0 1 2,25 4 f(x)


6
5
Marcamos esses pontos no gráfico e desenhamos uma linha contí- (22, 4) 4 (2, 4)
nua passando por eles, pois estamos trabalhando com números reais. 3
Note que f(2x) 5 (2x)2 5 x2 5 f(x). Assim, (21,5; 2,25) 2 (1,5; 2,25)

űƕf(21) 5 (21) 5 1 5 1 5 f(1)


2 2 (21, 1) 1 (1, 1)
x
0
űƕf(22) 5 (22)2 5 4 5 22 5 f(2) 23 22 21 1 2 3

A curva é simétrica em relação ao eixo y, ou seja, se (a, b) pertence à curva, o mesmo ocorre com (2a, b).
Isso decorre do fato de que f(x) 5 x2 é uma função par, isto é, é uma função que tem a propriedade
f(2x) 5 f(x) para qualquer x do domínio.
O domínio dessa função é todo o eixo real e a imagem dessa função é o conjunto dos números reais y,
tal que y > 0.
Para refletir
Observe que os pontos (0,5; 0,25) e (21,5; 2,25), por exemplo, tam- Encontre outro ponto que
bém pertencem à parábola. pertença à parábola acima.
Resposta pessoal.

Exercícios
28. Trace, no caderno, o gráfico de f(x) 5 x2 e determine os valores f(x) para x igual a:
1 f 21 5 1 5 3
a) 2
2
( )
2 4
b)
2
f ( 25 ) 5 254 c) 2
2
( 23 ) 5 94
f 2

Verifique esses valores no gráfico. Veja os gráficos dos exercícios 28


e 29 no Manual do Professor.
29. Como seria o gráfico de f(x) 5 x2 se considerássemos:
a) somente os pontos cujas coordenadas são números inteiros?
b) somente os pontos cujas coordenadas são números racionais?

Função quadrática
Gráfico da função definida por f (x) 5 ax2, a ? 0 Para refletir
No final do capítulo, na seção Um pouco mais..., apresentamos assuntos para aprofundar e complementar Como são as abscissas e as
esta abordagem.
1
2 1 ordenadas de dois pontos, um
Examine os gráficos da função definida por f(x) 5 ax , para a 5 ,a 5 , em cada parábola e simétricos
10 2
1 1 em relação ao eixo x?
a 5 1, a 5 2 e a 5 5, e para a 5 25, a 5 22, a 5 21, a 5 2 e a 5 2 .
2 10 Abscissas iguais, ordenadas opostas.

a.0 a,0

y 5 5x2 y
x
y 5 2x2
y 5 x2
y 0
1 2
y5 x 1 2
2 y52 x
10
1 2 1 2
y5 x y52 x
10 2
y 5 2x2
x y 5 22x2
0 y 5 25x2

Observe que:
y f(x) 5 4x2
űƕquando a . 0, a concavidade está voltada para cima, o menor valor (1, 4)
assumido por f(x) 5 ax2 é zero, não assume valor máximo, ou seja, é
ilimitada superiormente;
űƕquando a , 0, a concavidade está voltada para baixo, o maior valor
assumido por f(x) 5 ax2 é zero, não assume valor mínimo, ou seja, é
(x, y)
ilimitada inferiormente;
[2 1 , 1]
2
űƕtodas as parábolas têm o mesmo vértice (0, 0) e o mesmo eixo de x
simetria x 5 0;
0
űƕquanto menor o valor absoluto de a, maior será a abertura da [2 1 , 21]
parábola; 2
(2x, 2y)
űƕquanto maior o valor absoluto de a, menor será a abertura da
parábola;
űƕos gráficos das funções quadráticas f(x) 5 ax2 e g(x) 5 a9x2, em que
a e a9 são números opostos, são simétricos em relação ao eixo x. Há
uma reflexão em torno do eixo horizontal, ou seja, uma transformação (21, 24)
que leva (x, y) em (x, 2y). Veja ao lado, por exemplo, os gráficos de g(x) 5 24x2

f(x) 5 4x2 e g(x) 5 24x2.

Exercício
30. Trace no caderno o gráfico de cada uma das seguintes funções quadráticas em um mesmo sistema de eixos:
1 2
a) f(x) 5 2x2 c) f (x ) 5 x
2
1
b) f(x) 5 22x2 d) f (x ) 5 2 x 2
2
Gráfico da função definida por f(x) 5 ax2 1 k, com a ? 0
Examine os gráficos das funções quadráticas definidas por: y
2 y 5 x2 1 2
űƕf(x) 5 x 1 2 6
y 5 x2 1 1
űƕg(x) 5 x2 1 1 5
y 5 x2
űƕh(x) 5 x2 2 1 4
y 5 x2 2 1
3
űƕw(x) 5 x2 2 2 y 5 x2 2 2
2
Compare-os com o gráfico da função f(x) 5 x2 que está tracejado. 1
O eixo de todas as parábolas é x 5 0. O ponto mínimo de f(x) 5 x2 1 2 x
23 22 21 0 1 2 3
é (0, 2); o de g(x) 5 x2 1 1 é (0, 1); o de h(x) 5 x2 2 1 é (0, 21) e o de 21
w(x) 5 x2 2 2 é (0, 22). 22

De modo geral, para a . 0, o ponto mínimo


de f(x) 5 ax2 1 k é (0, k).

Observe agora os gráficos das funções quadráticas definidas por: y


2
űƕf(x) 5 2x2 1 2 1
űƕg(x) 5 2x2 1 1 23 22 21 0 1 2 3
x

űƕh(x) 5 2x2 2 1 21
22
űƕw(x) 5 2x2 2 2 y 5 2x2 1 2
23
2
Compare-os com o gráfico de f(x) 5 2x que está tracejado. O ponto 24
y 5 2x2 1 1

máximo de f(x) 5 2x2 1 2 é (0, 2); o de g(x) 5 2x2 1 1 é (0, 1); o de 25


y 5 2x2

h(x) 5 2x2 2 1 é (0, 21) e o de w(x) 5 2x2 2 2 é (0, 22). 26


y 5 2x2 2 1
y 5 2x2 2 2

De modo geral, para a , 0, o ponto máximo de


f(x) 5 ax2 1 k é (0, k).

Repare que o gráfico de f(x) 5 ax2 1 k é congruente ao gráfico de f(x) 5 ax2, porém sua posição é,
em valores absolutos, k unidades acima ou abaixo, conforme k seja positivo ou negativo. Dizemos que
o gráfico de f(x) 5 ax2 1 k é o gráfico de f(x) 5 ax2 transladado de k unidades para cima ou para baixo.
É uma translação vertical que leva (x, y) em (x, y 1 k), segundo o eixo y. A parábola intersecta o eixo y
no ponto (0, k).

Exercícios
31. Escreva no caderno as coordenadas do vértice e o eixo da parábola para cada uma das funções quadráticas:
1 2
a) f(x) 5 3x2 1 1 c) h(x ) 5 x 2 1;
V(0, 1); x 5 0 3
V(0, 21); x 5 0
b) g(x) 5 23x2 1 2 d) w(x) 5 3x2 2 1
V(0, 2); x 5 0 V(0, 21); x 5 0
32. Quais das funções do exercício anterior possuem um valor mínimo e quais têm um valor máximo? Quais são
esses valores? Valor mínimo: f(x) → 1, h(x) → 21,
w(x) → 21; valor máximo: g(x) → 2.
33. Esboce no caderno o gráfico de uma parábola dada por f(x) 5 ax2 1 m, com a e m positivos.

Função quadrática
Gráfico da função definida por f (x) 5 a(x 2 m)2, com a ? 0
Observe a tabela e os gráficos das funções definidas por f(x) 5 2x2 e g(x) 5 2(x 2 3)2 traçados em um
mesmo sistema de eixos:

x ... 22 21 0 1 2 3 4 5 ...

f(x) 5 2x2 ... 8 2 0 2 8 18 ... ... ...

g(x) 5 2(x 2 3) 2
... ... ... 18 8 2 0 2 8 ...

y (1, 8)
(22, 8) (2, 8) (5, 8)

f (x) 5 2x2 g(x) 5 2(x 2 3)2


(1, 2)
(21, 2) (2, 2) (4, 2)
x
(0, 0) (3, 0)

O eixo da parábola f(x) 5 2x2 é x 5 0 e o eixo da parábola g(x) 5 2(x 2 3)2 é x 5 3. A parábola é simétri-
ca em relação a esse eixo. A parábola g(x) 5 2(x 2 3)2 é congruente à parábola f(x) 5 2x2, mas sua posição
é 3 unidades à direita do gráfico de f(x) 5 2x2.
De modo geral:
űƕo gráfico de f(x) 5 a(x 2 m)2 é congruente ao gráfico de g(x) 5 ax2,
y 5 ax 2
y
y 5 a(x 2 m)2
porém sua posição, em valores absolutos, é m unidades à di-
reita ou à esquerda do gráfico de g(x) 5 ax2, conforme m seja (x, a(x 2 m)2)
positivo (m . 0) ou negativo (m , 0), respectivamente. Dize-
mos que o gráfico de f(x) 5 a(x 2 m)2 é o gráfico de f(x) 5 ax2
x
transladado m unidades à esquerda ou à direita, conforme m m
seja negativo ou positivo, respectivamente. É uma translação
horizontal que leva (x, y) em (x 1 m, y).
űƕse a . 0, a concavidade da parábola é para cima e ela tem um ponto mínimo (m, 0); se a , 0, a concavi-
dade é para baixo e a parábola tem um ponto máximo (m, 0).
űƕo gráfico é simétrico em relação à reta x 5 m e essa reta é o eixo da parábola.

Exercícios
Veja os gráficos no Manual do Professor.
34. Desenhe no caderno o gráfico de cada uma das funções quadráticas abaixo, indicando o eixo da parábola e o
ponto máximo ou mínimo da função.
1 2
a) f(x) 5 (x 2 2)2 d) f (x ) 52 (x 1 2)
3
b) f(x) 5 22(x 1 1)2 e) f(x) 5 3(x 2 2)2
1 2
c) f (x ) 5 (x 2 1) f) f(x) 5 25(x 2 1)2
2
35. Observando as funções quadráticas do exercício anterior, responda:
a) Quais delas possuem um ponto máximo? a) Ponto máximo: b(21, 0); d(22, 0); f(1, 0).
b) Ponto mínimo: a(2, 0); c(1, 0); e(2, 0).
b) Quais delas têm um ponto mínimo? c) Esses pontos são os vértices das parábolas.

c) Quais são esses pontos?


Gráfico da função definida por f (x) 5 a(x 2 m)2 1 k, com a ? 0
O gráfico de f(x) 5 a(x 2 m)2 1 k é congruente ao gráfico de f(x) 5 ax2, tendo x uma posição que
está, em valores absolutos, m unidades à direita (m . 0) ou à esquerda (m , 0) do gráfico de f(x) 5 ax2
e k unidades acima (k . 0) ou abaixo (k , 0) do gráfico de f(x) 5 ax2. O eixo de simetria da parábola dada
por f(x) 5 (x 2 m)2 1 k é x 5 m.

g(x) 5 2(x 2 3)2 1 1


y

h(x) 5 2(x 1 3)2 1 1


Observe, por exemplo, os gráficos das funções quadráticas f(x) 5 2x2,
g(x) 5 2(x 2 3)2 1 1 e h(x) 5 2(x 1 3)2 1 1.
A parábola dada por g(x) 5 2(x 2 3)2 1 1 está 3 unidades à direita

f(x) 5 2x2
e 1 unidade acima da parábola dada por f(x) 5 2x2 e é simétrica em
relação ao eixo x 5 3.
(23, 1) (3, 1)
A parábola dada por h(x) 5 2(x 1 3)2 1 1 está 3 unidades à esquerda
x
e 1 unidade acima da parábola dada por f(x) 5 2x2 e é simétrica ao eixo x 5 23 0 x53
x 5 23.

Observação: A função f(x) 5 a(x 2 m)2 1 k, com a ? 0, é equivalente à função f(x) 5 ax2 1 bx 1 c (a ? 0),
b D
em que m 5 2 ek52 . Essa forma é chamada de forma canônica da função quadrática (ver
2a 4a
página 139). O vértice da parábola dada por f(x) 5 a(x 2 m)2 1 k é V(m, k) e sabendo que as coordenadas do
2
vértice são (xv, yv), então também podemos reescrevê-la como f(x) 5 a(x 2 xv) 1 yv . O vértice da parábo-
la g(x) 5 2(x 2 3)2 1 1 é V(3, 1) e o vértice da parábola h(x) 5 2(x 1 3)2 1 1 é V(23, 1).

Exercícios
36. Observe os gráficos das funções quadráticas 37. Observe os gráficos das funções a seguir:
f(x) 5 x2, f(x) 5 (x 2 2)2 e f(x) 5 (x 1 2)2 y
e responda: f(x) (x 2 2)2 ! 3
4
y
3
f(x) x2
2
f(x) 5 (x 1 2)2 5 1
f(x) 5 x2
5 x2 1 4x 1 4 x
f(x) 5 (x 2 2)2 5
24 23 22 21 1 2 3 4 5
5 x2 2 4x 1 4 21
x 22
22 0 2
23 y 5 x2; (0, 0)
f(x) (x ! 2)2 2 3 24 y 5 (x 2 2)3 1 3; (2, 3)
y 5 (x 1 2)2 2 3; (22, 23)
a) Escreva no caderno as coordenadas do vértice de
2 cada parábola.
a) Como é o gráfico da função f(x) 5 (x 2 2) em
relação ao gráfico de f(x) 5 x2? b) Como é o gráfico da função f(x) 5 (x 2 2)2 1 3
Ele é deslocado duas unidades para a direita. em relação ao gráfico de f(x) 5 x2? Ele é deslocado
b) E o da função f(x) 5 (x 1 2)2 em relação ao grá- três unidades para cima e duas unidades para a direita.
c) E o de f(x) 5 (x 1 2)2 2 3 em relação ao gráfico
fico de f(x) 5 x2?
Ele é deslocado duas unidades para a esquerda.
de f(x) 5 x2? Ele é deslocado três unidades para
baixo e duas unidades para a esquerda.
c) Quais são as coordenadas dos vértices das pará- d) E o de f(x) 5 (x 2 m)2 2 k em relação ao gráfico
bolas y 5 x2, y 5 (x 2 2)2 e y 5 (x 1 2)2? de f(x) 5 x2? Ele é deslocado k unidades para baixo e m
(0, 0), (2, 0) e (22, 0) unidades para a direita, se k . 0 e m . 0.
d) E as do vértice da parábola y 5 (x 2 m)2? E a e) Quais são as coordenadas dos vértices da pará-
parábola y 5 (x 1 m)2? (m, 0); (2m, 0) bola y 5 (x 2 m)2 1 k? (m, k)

Função quadrática
Gráfico da função definida por f(x) 5 ax 2 1 bx 1 c y
eixo de simetria

parábola

Vamos estudar os efeitos dos parâmetros a, b e c na parábola que c


é gráfico da função quadrática f(x) 5 ax2 1 bx 1 c. x1 x2 x
O
V
vértice
Parâmetro a
O parâmetro a é responsável pela concavidade e abertura da parábola.

űƕSe a . 0, a concavidade é para cima. űƕSe a , 0, a concavidade é para baixo.


y y

x x

Além disso, como dito na página 114, quanto maior o valor absoluto de a, menor será a abertura da
parábola (parábola mais “fechada”), independentemente da concavidade ser para cima ou para baixo.
a.0 a,0
y 5 5x2 y
x
y 5 2x2
y 5 x2 0
y
1 2
y5 x
2 1 2
y52 x
1 2 10
y5 x
10 1 2
y52 x
2
y 5 2x2
x y 5 22x2
0 y 5 25x2

Parâmetro b
O parâmetro b indica se a parábola intersecta o eixo y no ramo crescente ou decrescente da parábola.

űƕSe b . 0, a parábola intersecta űƕSe b , 0, a parábola intersecta o


o eixo y no ramo crescente. eixo y no ramo decrescente.
y y
y y

x x x x

űƕSe b 5 0, a parábola intersecta o eixo y no vértice.


y y

x x
y
Parâmetro c
O parâmetro c indica o ponto onde
a parábola intersecta o eixo y. c
x

A parábola intersecta o eixo y no ponto (0, c), ou seja, f(0) 5 c.

Exercício resolvido
12. Quais são os sinais de a, b e c no gráfico da função quadrática f(x) 5 ax2 1 bx 1 c dado abaixo?
y

x
0

Resolução:
ű a , 0, pois a concavidade está para baixo.
ű c . 0, pois f(0) 5 c e a parábola corta o eixo vertical em sua parte positiva.
ű A abscissa do vértice é dada por 22ab . Portanto, a e b têm sinais iguais quando a abscissa do vértice é negativa
e têm sinais diferentes quando a abscissa do vértice é positiva.
Logo, neste exemplo, a e b têm sinais contrários, pois a abscissa do vértice é positiva. Como a , 0, então b . 0.

Exercícios
38. Escreva no caderno a lei da função correspondente a 39. Quais são os sinais de a, b e c nos gráficos da função
cada gráfico dado, na forma f(x) 5 ax2 1 bx 1 c. (Dica: quadrática f(x) 5 ax2 1 bx 1 c dados abaixo?
Comece usando a forma canônica e/ou fatorada.) a) y
a) y c) y

3 3 a , 0, b , 0, c . 0

2 x
f(x) 5 x2 2 2x 1 3
2 f(x) 5 x2 1 2 0
x x
0 1 0 b) y
1
f(x) 5 2x2 1 3x 1 4
b) y d) y
a . 0, b . 0, c , 0
f(x) 5 2x2 1 4x
4
4 x
0

x x c) y
21 0 4 0 2 4
21

a , 0, b . 0, c 5 0

Fique atento!
Forma canônica: f(x) 5 a(x 2 xv)2 1 yv x
Forma fatorada: f(x) 5 a(x 2 x9) (x 2 x0) 0

Função quadrática
A parábola
Durante o século IV a.C. os matemáticos gregos descobriram e passaram a estudar as curvas resultantes
da seção de um plano em uma superfície cônica de revolução. Nas figuras a seguir aparecem, da esquerda
para a direita, os esboços dessas famosas curvas: a circunferência, a parábola, a elipse e a hipérbole.

Banco de imagens/Arquivo da editora


A descrição completa dessas curvas e suas propriedades foi obtida pelo matemático grego Apolônio, que
nasceu em Perga (atualmente, localiza-se próxima da região metropolitana de Antália, Turquia) e viveu no
período de 262 a.C. a 190 a.C., aproximadamente. Nesse período, que foi chamado de “idade áurea” da ma-
temática grega, viveram também outras pessoas importantíssimas para a Matemática, das quais duas
merecem destaque por suas contribuições: Euclides e Arquimedes.
Apolônio estudou em Alexandria (Egito) e também em Pérgamo
(atualmente, localiza-se na região noroeste da cidade de Bergama, Turquia),
um importante centro de cultura em sua época, com uma universidade e e 5 eixo da
g e
uma biblioteca que parece ter sido similar à famosa Biblioteca de Alexan- parábola
dria. Durante o período em que esteve em Pérgamo, Apolônio escreveu Plano paralelo
à geratriz g
uma coleção de oito livros chamados de “As Cônicas” e, felizmente, os
sete primeiros resistiram ao tempo e podem ser consultados ainda hoje.
Na figura acima, observe com mais detalhes parte do esboço de uma parábola obtida da seção de um
plano em uma superfície cônica de revolução e note que o plano corta uma parte da superfície cônica parale-
lamente a uma geratriz dessa superfície.
Quando você desenha o gráfico de uma função do tipo y 5 ax2, essa curva é exatamente a curva resul-
tante do corte de um cone por um plano paralelo à sua geratriz e, dependendo do ângulo que a geratriz do
cone faz com o seu eixo, a parábola será mais aberta ou mais fechada. Portanto, quando a função quadrá-
tica foi “inventada” o seu gráfico era uma curva que já era conhecida quase 2 000 anos antes!

Localização das antigas cidades gregas de Perga e Pérgamo


Banco de imagens/Arquivo da editora

Importante cidade do período


Pérgamo
helenístico. Foi onde Apolônio
GRÉCIA estudou e trabalhou. Acredita-se
Bergama
que a palavra “pergaminho”
tenha se originado nesta cidade.
Esmirna

Atenas TURQUIA

Mar Egeu

Antália Perga

O L Antiga cidade grega, local


de nascimento de Apolônio.
0 85 170 km Atualmente é um grande
S Creta sítio arqueológico e também
35º N uma cidade turística.

25º L

Fonte: GOOGLE MAPS. Disponível em: <www.google.com.br/maps/@37.3623961,26.1912803,7z>.


Acesso em: 13 abr. 2016.
Matemática e tecnologia
Gráfico da função quadrática no computador
Agora, vamos aprender a construir gráficos de funções quadráticas usando outro software livre,
o GeoGebra.
Este é um software matemático, criado por Markus Hohenwarter, que reúne Álgebra e Geometria.
Ele pode ser utilizado em todos os níveis de ensino e já recebeu diversos prêmios na Europa e nos
Estados Unidos.
A instalação desse software é simples:
űƕAcesse o site <www.geogebra.org> e clique em “Baixe agora” para tê-lo instalado no computador,
ou em “Comece a criar”, para usá-lo on-line.
Veja a reprodução da tela a seguir.

Reprodução/Arquivo da editora
Captura de tela do site do software.

Captura de tela do site do software.


Optando por utilizar a versão on-line, você deve clicar no botão “Álgebra”; a tela que abrirá é bem
parecida com a reproduzida abaixo.
Reprodução/Arquivo da editora

Barra de ferramentas

Menu
Região gráfica

Entrada de comando Barra de estilos

Teclado virtual

Captura de tela do software no modo Álgebra.


Observe que destacamos o nome das partes que compõem a tela inicial do software.
Agora, faça o que se pede.

Função quadrática
1. Construa o gráfico da função quadrática f(x) 5 x2 2 6x 1 5 e destaque alguns pontos importan-
tes. Para isso, realize os passos a seguir.

1o passo: No campo Entrada de comando (situado na parte esquerda da tela) digite a função
f(x) 5 x2 2 6x 1 5 e tecle “Enter”.
2o passo: Para obter as raízes da função f, ainda no campo Entrada de comando, digite Raiz [ f ] e
tecle “Enter”. Veja que foram destacados os pontos A 5 (1, 0) e B 5 (5, 0), que são as raízes da
função.

3o passo: Para obter o vértice da parábola, digite Extremo[ f ] e tecle “Enter”. Assim, foi des-
tacado o ponto C 5 (3, 24), que corresponde ao vértice da parábola.

4o passo: Agora, vamos determinar o ponto em que a parábola intersecta o eixo das ordenadas
(eixo y). Para isso, digite no campo de entrada Interseção[ f, x 5 0] e tecle “Enter”. Observe que
o ponto de intersecção com o eixo y, ponto D 5 (0, 5), tem como ordenada o valor do termo in-
dependente (c) da função quadrática.

Reprodução/Arquivo da editora

Captura de tela do 4°- passo.

Fique atento!
Você pode mover, ampliar ou reduzir a sua imagem utilizando da Barra de
ferramentas. Outra opção para aumentar ou diminuir o zoom é utilizar o scroll
do mouse (aquela “rodinha” que fica na parte superior da maioria dos mouses).

Agora, determine as raízes e o vértice da função utilizando as fórmulas que você já conhece e, em
seguida, compare os resultados obtidos no GeoGebra. Os resultados são os mesmos.
2. Clique em “Menu”, “Arquivo”, depois em “Novo” e grave o gráfico construído. Para isso você de-
verá criar uma conta no próprio site (para criar uma conta, você já precisa possuir uma conta de
e-mail). Para realizar a segunda etapa da atividade, siga os passos abaixo.

1o passo: Na Barra de ferramentas, clique com o botão esquerdo do mouse, inicialmente na opção
"Controle Deslizante" , e, em seguida, clique em qualquer ponto da janela de visualização
(Região gráfica); automaticamente abrirá uma janela; clique em “OK”. Nesse instante, aparecerá
o parâmetro a (com valor inicial igual a 1). Veja:

Repita a operação e insira novos parâmetros (b e c).


2o passo: No campo Entrada de comando digite a função:
f(x) 5 apx2 1 bpx 1 c
e tecle “Enter”. Observe que p significa a operação de multiplicação.
Dessa forma, você terá o gráfico da função:
f(x) 5 x2 1 x 1 1
3o passo: Do lado direito da Barra de ferramentas clique na Barra de estilos e, depois, em “Exibir
ou esconder a malha”. Selecione a malha quadriculada.
Você agora deverá ter uma imagem igual à apresentada abaixo.

Reprodução/Arquivo da editora
Captura de tela do 3°- passo.

4o passo: Agora você poderá observar significados importantes para os coeficientes a, b e c.


Clique na bolinha do controle deslizante de a e altere lentamente o seu valor (basta arrastar
a bolinha para um dos lados).
Reprodução/Arquivo da editora

Captura de tela do 4°- passo.

Observe o que acontece com o gráfico da parábola. Repita a operação para os controles deslizan-
tes de b e c (utilize um controle deslizante por vez).
Agora, responda:
a) Qual o efeito do parâmetro a no gráfico da função? Altera a abertura e a concavidade da parábola.
b) Qual o efeito do parâmetro b no gráfico da função? Altera a posição do vértice.

c) Qual o efeito do parâmetro c no gráfico da função? Altera o ponto onde a parábola cruza o eixo y.

Função quadrática
6 Determinação algébrica das intersecções
da parábola com os eixos
Nos gráficos seguintes, de funções quadráticas, estão indicados os pontos de intersecção de cada pará-
bola com os eixos.
Veja como são determinados algebricamente esses pontos de intersecção a partir da lei da função.

a) f(x) 5 x2 2 2x 1 1 Intersecção com o eixo y:


y x 5 0 ⇒ f(0) 5 02 2 2 ? 0 1 1 5 1
A parábola intersecta o eixo y em (0, 1).

(0, 1) Intersecção com o eixo x:


x f(x) 5 0 ⇒ x2 2 2x 1 1 5 0
(1, 0) D 5 4 2 4 5 0 ⇒ D 5 0 (a equação admite uma raiz dupla)
260
x 5 51
2
A parábola intersecta o eixo x em um só ponto: (1, 0). Isso significa que
a função possui um zero duplo: 1.

b) f(x) 5 24x2 1 1 Intersecção com o eixo y:


y
x 5 0 ⇒ f(0) 5 24 ? 02 1 1 5 1
A parábola intersecta o eixo y em (0, 1).

Intersecção com o eixo x:


[2 , 0]
1 (0, 1)
2 x f(x) 5 0 ⇒ 24x2 1 1 5 0 ⇒ 24x2 5 21 ⇒ 4x2 5 1 ⇒
[
1
, 0] 1 1
2 ⇒ x2 5 ⇒ x 5 6 (a equação admite duas raízes diferentes)
4 2
Observe que, nesse caso, D 5 0 1 16 5 16, ou seja, D . 0.

A parábola intersecta o eixo x em dois pontos: ( 21 , 0) e (2 21 , 0).


1 1
Isso significa que os zeros da função f(x) 5 24x2 1 1 são 2 e .
2 2

c) f(x) 5 x2 1 2x 1 3 Intersecção com o eixo y:


y
x 5 0 ⇒ f(0) 5 02 1 2 ? 0 1 3 5 3
A parábola intersecta o eixo y em (0, 3).

Intersecção com o eixo x:


(0, 3) f(x) 5 0 ⇒ x2 1 2x 1 3 5 0
D 5 4 2 12 5 28 ou D , 0 (a equação não tem raízes reais)
x
A parábola não intersecta o eixo x.
A função f(x) 5 x2 1 2x 1 3 não admite zeros reais.
Conclusões:
űƕComo já estudado na página 119, a parábola, gráfico da função quadrática
f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, intersecta o eixo y sempre no ponto (0, c), pois
f(0) 5 a ? 02 1 b ? 0 1 c 5 c.
űƕEssa parábola pode intersectar o eixo x em um ou dois pontos ou pode não intersectar o eixo x, depen-
dendo do valor de D 5 b2 2 4ac da equação correspondente.
Veja: f(x) 5 0 ⇒ ax2 1 bx 1 c 5 0
€

D50 uma raiz real dupla (a parábola intersecta o eixo x em um só ponto)


D.0 duas raízes reais diferentes (a parábola intersecta o eixo x em dois pontos)
D,0 nenhuma raiz real dupla (a parábola não intersecta o eixo x)
Graficamente, temos:
Para refletir
y a.0 y a,0 Por que a parábola sempre intersecta o
D,0 eixo y em um só ponto?
D50 x
D.0 Porque é o valor da
função quando x vale 0.
x D.0
D50 44.
D,0 a) Eixo x: (5, 0) e (6, 0); eixo y: (0, 30).
b) Eixo x: (3, 0) e (27, 0); eixo y: (0, 221).
c) Eixo x: (6, 0) e (26, 0); eixo y: (0, 236).
d) Eixo x: ( 31 , 0) e ( 21 , 0); eixo y: (0, 1).
Exercícios
40. Esboce no caderno o gráfico da função quadrática 45. Em cada gráfico da função quadrática
f cuja parábola passa pelos pontos (3, 22) e (0, 4) e f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, com D 5 b2 2 4ac, descubra
tem vértice no ponto (2, 24); em seguida, verifique se a , 0 ou a . 0 e se D . 0, D , 0 ou D 5 0.
qual das seguintes sentenças corresponde a essa a) y d) y
função:
x
a) f(x) 5 22x2 2 8x 1 4 x
x b) f(x) 5 2x2 2 8x 1 4
c) f(x) 5 2x2 1 8x 1 4 a , 0, D . 0 a , 0, D 5 0
Veja o gráfico no Manual do Professor. b) y e) y
41. Verifique quais dos seguintes pontos pertencem à x
parábola que representa graficamente a função x
f(x) 5 x2 2 5x 1 6:
x a) A(2, 0) a . 0, D . 0 a , 0, D , 0
x b) B(4, 2) c) y f) y
c) C(21, 10)
x x
42. Determine o valor de m para que o ponto A(2, 1)
pertença à parábola que representa graficamente
a . 0, D , 0 a . 0, D 5 0
a função dada por f(x) 5 (m 1 1)x2 2 1. m 5 2 1
2
46. O gráfico abaixo representa uma função do tipo
43. Determine os zeros das seguintes funções quadráticas:
y 5 ax2 1 bx 1 c, a ? 0.
a) f(x) 5 x2 2 11x 1 30 x9 5 6 e x0 5 5
Então, podemos afirmar que:
b) f(x) 5 x2 1 4x 2 21 x9 5 3 e x0 5 27 y
2
a) a . 0, b2 5 4ac, c . 0 e b , 0.
c) f(x) 5 x 2 36 x9 5 6 e x0 5 26
1 1
x b) a , 0, b2 . 4ac, c , 0 e b . 0. x
d) f(x) 5 6x2 2 5x 1 1 xx9
′ 55 e x0
x′ 5
5
c) a , 0, b2 , 4ac, c , 0 e b . 0. 0
2 3
44. Em que pontos a parábola de cada função do exer- d) a , 0, b2 . 4ac, c . 0 e b . 0.
cício anterior intersecta os eixos x e y? e) a , 0, b2 , 4ac, c , 0 e b , 0.

Função quadrática
7 Vértice da parábola, imagem e valor
máximo ou mínimo da função quadrática
A determinação do vértice da parábola ajuda na elaboração do gráfico e permite determinar a imagem
da função, bem como seu valor máximo ou mínimo.

a,0 a.0

y
y Im( f )

valor
yv
máximo
ponto de
mínimo x
xv

xv x

ponto de
máximo

Im( f )
valor
mínimo
yv

Uma das maneiras de determinar o vértice é lembrar que a parábola, que representa uma função qua-
drática, é simétrica em relação a um eixo vertical. Determinando a posição desse eixo, encontraremos a
abscissa do vértice, e com a abscissa do vértice obteremos a ordenada (veja exemplo a). Opcionalmente,
podemos usar fórmulas para obter o vértice (veja exemplo b).
Examine os exemplos:
Fique atento!
Se 2 é a abscissa do vértice, os
a) f(x) 5 2x2 2 8x pontos de abscissas 1 e 3 são
simétricos na parábola. Os de
1o modo: abscissas 0 e 4 também.
Obtendo as raízes, teremos x9 5 0 e x0 5 4. Dada a simetria das parábolas, o
x9 1 x 0 014
eixo de simetria terá abscissa x v 5 5 5 2.
2 2
Substituindo x 5 2 na função, obtemos a ordenada do vértice y

f(2) 5 2 ? 22 2 8 ? 2 5 28.
Então, o vértice é o ponto (2, 28).
x
o 0
2 modo: 1 2 3 4
Escrevendo na forma canônica, ou seja, determinando f(x) 5 a(x 2 xv)2 1 yv,
temos: f(x) 5 2(x2 2 4x) 5 2(x2 2 4x 1 4 2 4) 5 2(x2 2 2)2 2 8 Im( f )
Assim, xv 5 2 e yv 5 28.
A função assume valor mínimo 28 quando x 5 2.
Observação: Se o valor mínimo é y 5 28, então Im( f ) 5 h y [ R u y > 28j.
26
Valor mínimo da função: 28
Im( f ) 5 h y [ R u y > 28j 28
(2, 28)
Essa função não tem valor máximo. É ilimitada superiormente.
b) f(x) 5 24x2 1 4x 1 5
b 4ac 2 b 2 D
Na forma canônica é possível determinar que x v 52 e yv 5 52 (veja mais detalhes
2a 4a 4a
na página 139); então, o vértice de uma parábola dada por f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, a ? 0 também pode ser

calculado assim: V 2 ( b
2a
,2
D
4a
. )
Nesse caso, temos: Para refletir
2 xv é a média aritmética dos
f (x ) 5 2 4x 1 4x 1 5 zeros da função quadrática
2b 24 1 (se estes existirem). Comprove!
xv 5 5 5
2a 28 2
2D 2(16 1 80) 296
yv 5 5 5 56
4a 216 216 y
1
Então, V , 6 .
2 ( ) 6
[ , 6]
1
2
1 5
A função assume valor máximo 6 quando x 5 .
2
Logo, Im( f) 5 hy [ R u y < 6j.
Valor máximo da função: 6 Im( f )
Im( f) 5 hy [ R u y < 6j
Essa função não tem valor mínimo. É ilimitada inferiormente. x

De modo geral, dada a função f: R → R tal que f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, 21 0 1 1 2


2
com a ? 0, se V(xv, y v) é o vértice da parábola correspondente, temos então:

a . 0 ⇔ yv é o valor mínimo de f ⇔ Im( f) 5 {y [ R u y > yv} 23


a , 0 ⇔ yv é o valor máximo de f ⇔ Im( f ) 5 {y [ R u y < yv} f(x) 5 24x2 1 4x 1 5

Exercícios resolvidos passo a passo: exercício 16

13. Física
A trajetória da bola, em um chute a gol, descreve uma parábola. Supondo que sua altura h, em metros, t segundos
após o chute, seja dada por h 5 2t2 1 6t, responda:
a) Em que instante a bola atinge a altura máxima?
b) Qual é a altura máxima atingida pela bola?
Dartfish Solutions/
Arquivo da editora

Representação da trajetória da bola em um chute a gol.


Resolução:
h 5 2t2 1 6t
Ponto de máximo: V(tV, hV)
b 26 26
a) A bola atinge a sua altura máxima quando: tv 5 2 5 5 53s
2a 2(21) 22
Logo, a bola atinge a altura máxima 3 segundos após o chute.
b) A altura máxima atingida pela bola é:
D 36 36 2
hv 52 52 52 5 9 ou h(3) 5 23 1 6 ? 3 5 29 1 18 5 9
4a 4(21) 24
A altura máxima atingida pela bola é 9 metros.

Função quadrática
14. Determine a Im( f ) e o valor máximo ou mínimo da 1. Lendo e compreendendo
2
função quadrática f(x) 5 x 1 4x 2 2. a) O que é dado no problema?
Resolução: É dada a lei da função real que expressa a parábo-
la, a qual forma a parte interior da taça, e a proje-
f(x) 5 x2 1 4x 2 2
ção da taça em um plano cartesiano, informando
yv 5
2D
5
2(16
61 88)
526 que o vértice da parábola intersecta o eixo x e o
4a 4 ponto C intersecta o eixo y.
a . 0, então a concavidade é para cima. b) O que se pede?
Im( f ) 5 hy [ R u y > 26j A altura do líquido dentro da taça, em centímetros.
Valor mínimo de f: 26 2. Planejando a solução
Observando a projeção da taça no plano cartesiano,
15. Determine m de modo que a função
f(x) 5 (3m 2 1)x2 2 5x 1 2 admita valor máximo. verifica-se que o vértice da parábola tem como coor-
denadas (xv, 0), ou seja, o yv 5 0. A partir dessa infor-
Resolução:
mação é possível calcular o valor de C utilizando as

( )
Para que a função f(x) 5 (3m 2 1)x2 2 5x 1 2 admita  b 
valor máximo, devemos ter a , 0 (concavidade para coordenadas do vértice da parábola V , ,
 2a 4a 
baixo). chegando a uma equação do 1o grau em que a incógni-
Condição: a , 0 ⇔ 3m 2 1 , 0 ta será C, que é a altura do líquido na taça.
1 3. Executando o que foi planejado
3m 2 1 , 0 ⇒ 3m , 1 ⇒ m , .
3
2D 2(b 224ac )
Logo, m pode ser qualquer número real menor do Se yv 5 5 50 ⇒
4a 4a
1
()
que . 3
3 262 2 4 ? ? C
 2  2[3626C] C
Resolvido passo a passo ⇒ 3 50⇒ 50⇒
4? 6
2
16. (Enem) A parte interior de uma taça foi gerada pela
rotação de uma parábola em torno de um eixo z, C 23616C
⇒ 50⇒ 2 6 1 C 5 0 ⇒ C 5 6
conforme mostra a figura. 6

4. Verificando
3
Eixo de rotação (z) A partir da lei da função f ( x ) 5 x 2 2 6 x 1 6, calcu-
2
y (cm) lamos o valor de yv:

2D 2 b 224ac )

2(26)224 ⋅
 ()
3
2

⋅ 6

()
yV 5 5 5
3
5
4a 4a 4⋅
C 2
2[36236]
x (cm) 5 50
V 6
que corresponde ao valor obtido a partir do enunciado.
Assim, fica verificado que o valor de C (altura do líqui-
do na taça) é 6 cm.
5. Emitindo a resposta
A função real que expressa a parábola, no plano car- A resposta é a alternativa e.
3
tesiano da figura, é dada pela lei: f ( x ) 5 x 2 2 6 x 1 C, 6. Ampliando o problema
2
onde C é a medida da altura do líquido contido na a) Determine o valor de V demarcado na figura. (2, 0)
taça, em centímetros. Sabe-se que o ponto V, na b) Discussão em equipe
figura, representa o vértice da parábola, localizado Troque ideias com seus colegas sobre a importân-
sobre o eixo x. cia da Matemática na determinação de medidas
Nessas condições, a altura do líquido contido na para as indústrias, como a altura, o comprimento,
taça, em centímetros, é: o volume, etc., e como elas as utilizam para ter o
a) 1. b) 2. c) 4. d) 5. e) 6. maior rendimento possível na produção.
Exercícios
47. Determine o vértice V da parábola que representa 55. DESAFIO Determine o conjunto A para que a função

a função quadrática: f: A → [3, 7], definida por f(x) 5 x2 2 4x 1 7, seja


a) f(x) 5 x2 2 2x 2 3 d) y 5 x2 V(0, 0) bijetiva e crescente. A 5 f2, 4g
V(1, 24)
b) f(x) 5 2x2 1 3x 2 5 e) y 5 (x 2 2)2 1 3 V(2, 3)
56. Um ônibus de 40 lugares foi fretado para uma
c) f(x) 5 x2 2 4x 1 3
V(2, 21)
b) V ( 23 , 2 114 ) excursão. A empresa exigiu de cada passageiro
48. Determine o valor de k para que a função R$ 20,00 mais R$ 2,00 por lugar vago. Qual o núme-
f(x) 5 (2 2 k)x2 2 5x 1 3 admita valor máximo. ro de passageiros para que a rentabilidade da em-
k.2 presa seja máxima? 15 passageiros.
49. Qual o valor de m para que a função
f(x) 5 (4m 1 1)x2 2 x 1 6 admita valor mínimo? 1 57. (Faap-SP) Supondo que no dia 5 de dezembro
m .2 de 1995 o Serviço de Meteorologia do Estado de
4
50. Faça no caderno o esboço do gráfico das seguintes São Paulo tenha informado que a temperatura na
funções quadráticas e determine o conjunto ima- cidade de São Paulo atingiu o seu valor máximo
gem de cada uma delas: às 14h, e que nesse dia a temperatura f(t) em graus
a) f(x) 5 x2 1 4x 1 3 Im( f ) 5 h y [ R | y > 21j é uma função do tempo t medido em horas, dada
b) f(x) 5 2x2 1 6x 2 9Im( f ) 5 h y [ R | y < 0j por f(t) 5 2t2 1 bt 2 156, quando 8 , t , 20.
Veja os gráficos no Manual do Professor. Obtenha o valor de b.
51. A reta, gráfico da função f(x) 5 3x 2 1, e a
DESAFIO
a) 14 x c) 28 e) 42
parábola, gráfico da função g(x) 5 x2 2 x 1 2, têm
pontos comuns? Se tiverem, descubra quais são. b) 21 d) 35
Sim, (1, 2) e (3, 8).
Dois pontos,
um ponto Para refletir 58. (UFPE) Num voo com capacidade para 100 pes-
ou nenhum Quantos pontos comuns podem soas, uma companhia aérea cobra R$ 200,00 por
ponto. ter uma reta e uma parábola? pessoa quando todos os lugares são ocupados. Se
existirem lugares não ocupados, ao preço de cada
52. Dada a função quadrática f(x) 5 2x2 2 x 2 3, de- passagem será acrescida a importância de R$ 4,00
termine: por cada lugar não ocupado (por exemplo, se exis-
a) se a concavidade da parábola definida pela fun- tirem 10 lugares não ocupados o preço de cada
Para cima.
ção está voltada para cima ou para baixo; passagem será R$ 240,00). Quantos devem ser os
3
4 (
b) os zeros da função; x9 5 2 e x 0 521 c) V 1 , 2 25
8 ) lugares não ocupados para que a companhia obte-
nha o faturamento máximo? 25 lugares.
c) o vértice da parábola definida pela função;
d) a intersecção com o eixo x; (21, 0) e ( 2 , 0)
3
59. (Vunesp) Suponha que um grilo, ao saltar do solo,
e) a intersecção com o eixo y; (0, 23) tenha sua posição no espaço descrita em função do
1 tempo (em segundos) pela expressão h(t) 5 3t 2 3t2,
f) o eixo de simetria; x 5
4
em que h é a altura atingida em metros.
{
g) Im( f ); Im(f ) 5 y [ R | y ù 2 25
8 }
h) o esboço do gráfico no caderno. a) Em que instante t o grilo retorna ao solo? 1 s
Veja o gráfico no Manual do Professor.
b) Qual a altura máxima em metros atingida pelo
53. Sabe-se que o custo C para produzir x unidades
grilo? 0,75 m
de certo produto é dado por C 5 x2 2 80x 1 3 000.
Nessas condições, calculem:
a) a quantidade de unidades produzidas para que
o custo seja mínimo; 40 unidades.
b) o valor mínimo do custo. 1 400
54. Uma bola é lançada ao ar. Suponham que sua
altura h, em metros, t segundos após o lançamento,
seja h 5 2t2 1 4t 1 6. Determinem:
a) o instante em que a bola atinge a sua altura
máxima; 2 s
b) a altura máxima atingida pela bola; 10 m
c) quantos segundos depois do lançamento ela
toca o solo. 310 s Grilo. Comprimento: 2,5 cm a 5 cm.

Função quadrática
8 Estudo do sinal da função quadrática
e inequações do 2o grau
Estudar o sinal da função quadrática f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, a ? 0, significa determinar os valores reais de x
para os quais f(x) se anula ( f(x) 5 0), f(x) é positiva ( f(x) . 0) e f(x) é negativa ( f(x) , 0), ou, de modo equi-
valente, significa resolver inequações do tipo f(x) > 0 e f(x) , 0. Esse estudo vai depender do discriminante
D 5 b2 2 4ac, da equação do 2o grau correspondente ax2 1 bx 1 c 5 0, do coeficiente a e dos zeros da função
(se existirem).
Dependendo do discriminante, podem ocorrer três casos e, em cada caso, de acordo com o coeficiente a,
podem ocorrer duas situações:

1o caso: D . 0
Neste caso:
űƕa função admite dois zeros reais diferentes: x9 e x0;
űƕa parábola, que representa a função, intersecta o eixo x em dois pontos.

a.0 a,0

f(x) . 0

x
f(x) . 0 f(x) . 0 x0 x9
x f(x) , 0 f(x) , 0
x0 x9

f(x) , 0

f(x) 5 0 para x 5 x0 ou x 5 x9 f(x) 5 0 para x 5 x0 ou x 5 x9


f(x) . 0 para x , x0 ou x . x9 f(x) . 0 para x0 , x , x9
Ilustrações técnicas desta página: Banco de imagens/Arquivo da editora
f(x) , 0 para x0 , x , x9 f(x) , 0 para x , x0 ou x . x9

Dispositivo prático:

D.0 e a.0 D.0 e a,0

1 x
1 1 x0 x9
x 2 2
x0 2 x9

Assim, quando D . 0, f(x) tem o sinal oposto ao de a


quando x está entre as raízes da equação e tem o sinal
de a quando x está fora do intervalo das raízes.

Para refletir Eles indicam os intervalos


O que significam os nos quais a função
sinais 1 e 2 no assume valores positivos
dispositivo prático? ou negativos.
2o caso: D 5 0
Neste caso:
űƕa função admite um zero real duplo x9 5 x0;
űƕa parábola que representa a função tangencia o eixo x.
a.0 a,0
x0 5 x9 x

f(x) . 0 f(x) . 0
f(x) , 0 f(x) , 0
x
x ! x"

f(x) 5 0 para x 5 x9 5 x0 f(x) 5 0 para x 5 x9 5 x0


f(x) . 0 para x ? x9 f(x) , 0 para x ? x9

Dispositivo prático:

D50 e a.0 D50 e a,0

x ! x" x

1 1 2 2
x
x9 5 x0

Assim, quando D 5 0, f(x) tem o sinal de a para x diferente da raiz dupla da equação.

3o caso: D , 0
Neste caso:
a função não admite zeros reais;
űƕ
a parábola que representa a função não intersecta o eixo x.
űƕ
a.0 a,0
x
f(x) , 0

f(x) . 0

f(x) . 0 para todo x real f(x) , 0 para todo x real

Dispositivo prático:
D,0 e a.0 D,0 e a,0
x
222222222

111111111 x

Assim, quando D , 0, f(x) tem o sinal de a para qualquer valor real de x.

Função quadrática
Exercícios resolvidos
17. Resolva as inequações: 18. Resolva a inequação 2x2 1 6x 2 9 . 0 ou, de modo
2
a) x 2 3x 1 2 , 0 2
b) 2x 1 9 > 0 equivalente, determine os valores reais para os
quais a função f(x) 5 2x2 1 6x 2 9 é positiva.
Resolução:
Resolução:
a) Resolver a inequação x2 2 3x 1 2 , 0 significa de- 2x2 1 6x 2 9 . 0
terminar os valores reais de x para os quais a função
a 5 21 , 0; a , 0
f(x) 5 x2 2 3x 1 2 assume valores negativos.
D 5 (6)2 2 4(21)(29) 5 36 2 36 5 0; D 5 0
a 5 1 . 0; a . 0
A inequação 2x2 1 6x 2 9 . 0 tem uma raiz dupla:
D 5 (23)2 2 4(1)(2) 5 9 2 8 5 1 . 0; D . 0
x9 5 x0 5 3
As raízes da equação x2 2 3x 1 2 5 0 são x9 5 1
e x0 5 2. Dispositivo prático:
3 x
Dispositivo prático: 2 2 2 2 2 2 2 2

1 1 x
1 2 2

Como devemos ter f(x) . 0, então S 5 h j 5 [.


Como devemos ter f(x) , 0, então 19. Resolva a inequação 2x2 2 2x 1 5 . 0 ou, de modo
S 5 hx [ R u 1 , x , 2j é a solução da inequação. equivalente, determine os valores reais para os
b) 2x2 1 9 > 0 quais a função f(x) 5 2x2 2 2x 1 5 é positiva.
a 5 21 , 0; a , 0 Resolução:
D 5 (0)2 2 4(21)(9) 5 36 . 0; D . 0 2x2 2 2x 1 5 . 0
2
As raízes da equação x 2 9 5 0 são x9 5 23 a 5 2 . 0; a . 0
e x0 5 3. D 5 (22)2 2 4(2)(5) 5 4 2 40 5 236 , 0; D , 0
Dispositivo prático: A equação 2x2 2 2x 1 5 5 0 não tem raízes reais.
Dispositivo prático:
23 1 3 x
2 2

1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 x
Como devemos ter f(x) > 0, então
S 5 hx [ R u 23 < x < 3j é a solução da inequação. Como devemos ter f(x) , 0, então S 5 R.

Exercícios 60. a) f(x) 5 0 para x 5 21 ou x 5 4; f(x) . 0 para x , 21 ou x . 4; f(x) , 0 para 21 , x , 4


b) f(x) 5 0 para x 5 22 ou x 5 2; f(x) . 0 para x , 22 ou x . 2; f(x) , 0 para 22 , x , 2
60. Estude o sinal das seguintes funções quadráticas: 65. Considerem a função f(x) 5 x2 1 1. Calculem os
2 2
a) f(x) 5 x 2 3x 2 4 b) f(x) 5 x 2 4 valores reais de x para que se tenha f(x 1 2) , f(2).
61. Para que valores reais de x a função f(x) 5 x 1 7x 1 10 2 x [ R | 24 , x , 0
x , 25 ou x . 22
66. Resolvam as seguintes inequações do 2o grau
é positiva? 1
62. Para que valores reais de x a função f(x) 5 x2 2 2x 1 6 {
em R: S 5 x [ R | x ø 2 ou x ù 5
2 }
é negativa? Para nenhum valor real de x.
a) 3(x 2 1) 2 6x > 2 2 2x(x 2 3)
b) 2(x 2 1)2 , x S 5 x [ R | 1 , x , 2
{ }
63. Para quais valores de m a função f(x) 5 x2 1 5x 1 5m 2 1
assume valores positivos para todo x real?
m [ R |m .
5 {
c) 22x2 2 x 1 1 < 0 S 5 x [ R | x ø 21 ou x ù
2 }
64. Resolva as seguintes inequações do 2 o
grau em R:
4 67. Qual é o menor número inteiro positivo que
1
2
a) 3x 2 10x 1 7 , 0 2
b) 24x 1 9 > 0 x<
satisfaz a condição 3x , x (x 2 1)? 7
2
7 3 3
{
64. a) S 5 x [ R | 1 , x ,
3 } {
b) S 5 x [ R | 2
2
øxø
2 }
Outros tipos de inequações
Veja como resolver algumas inequações mais complexas.

Exercícios resolvidos
20. Resolva a inequação simultânea 28 < x2 2 2x 2 8 < 0 Quadro de resolução:
em R. 24 1 3
Resolução: f(x) 2 2 2

{ {
g(x) 2
x 2 2 2x 2 8 ø 0 x 2 2 2x 2 8 ø 0
2 ⇒ 2
x 2 2x 2 8 ù 28 x 2 2x ù 0 f(x) ! g(x) 2 2
2
x 2 2x 2 8 < 0 (I) 24 1 3
a51.0 De acordo com a inequação dada, devemos ter
D 5 36 . 0 1 1 x f(x) ? g(x) . 0. Então: Pelo mesmo processo da multiplicação
de números reais: sinais iguais,
22 2 4
x9 5 4 e x0 5 22 S 5 {x [ R u 24 , x , 1 ou x . 3} produto positivo; sinais
diferentes, produto
SI 5 {x [ R u 22 < x < 4} negativo.
Para refletir
x2 2 2x > 0 (II) Como são obtidos os sinais de f(x) ? g(x)?
a51.0 1 1 x
2x 1 3
D54.0 0 2 2 22. Resolva a inequação-quociente .0
x 2 2 4x 2 5
x9 5 2 e x0 5 0 em R.
SII 5 {x [ R u x < 0 ou x > 2} Resolução:
1 x
f(x) 5 2x 1 3
Como temos duas condições que devem ser satis- 3 2
feitas simultaneamente, vamos determinar a in- a 5 21; a , 0
tersecção S 5 SI > SII: raiz: x 5 3
22 4 g(x) 5 x2 2 4x 2 5
SI 1 1 x
a 5 1; a . 0
21 2 5
SII D 5 36 . 0
0 2
raízes: x9 5 5 e x0 5 21
S
22 0 2 4 Restrição: x2 2 4x 2 5 ? 0 ⇒ x ? 5 e x ? 21
S 5 {x [ R u 22 < x < 0 ou 2 < x < 4} Quadro de resolução:
21 3 5
21. Resolva a inequação-produto (x 2 3)(x2 1 3x 2 4) . 0. f(x) 1 1 2 2
Resolução: g(x) 1 2 2 1
f(x) 5 x 2 3 1 x f(x) 1 2 1 2
g(x)
a 5 1 . 0; a . 0 2 3 21 3 5
x 2 3 5 0 ⇒ x 5 3 (raiz) S 5 {x [ R | x , 21 ou 3 , x , 5}
g(x) 5 x2 1 3x 2 4
a 5 1 . 0; a . 0
1 1 x Fique atento!
24 2 1 Analise com atenção o significado das flechas,
D 5 25; D . 0 das bolinhas vazias (s), das bolinhas cheias (d)
x9 5 1 e x0 5 24 (raízes da equação) e do traço mais forte nos dispositivos práticos.

Exercícios 69. a) S 5 hx [ R | 22 , x , 3 ou x . 5j c) S 5 hx [ R | x . 3j
68. Resolva no caderno em R: b) S 5 hx [2 R | x < 0 ou 2 < x < 3j d) S 5 hx [ R | x < 1 ou 2 < x , 4j
x 1 6x 1 8 ù 0 x 2 2 6 ù 0
a) 26 , x2 2 5x , 6 b)  c) 7 < x2 1 3 , 4x d)  2
S 5 hx [ R | 21 , x , 2 ou 3 , x , 6j x 1 5 , S05 hx [ R | x , 25j S 5 hx [ R | 22 < x , 3j 2x 1 2x 1 3 ù 0
S 5 hx [ R | 21 < x < 0j
69. Resolva no caderno as seguintes inequações em R:
x 2 2 5x 1 6 2
a) (x 2 3)(2x2 1 3x 1 10) , 0 b) (x2 2 3x)(2x 1 2) > 0 c) .0 d) x 2 3x 1 2 ø 0
x 22 x 24
70. Para quais valores reais de x o produto (x2 2 5x 1 6) (x2 2 16) é positivo? x [ R | x , 24 ou 2 , x , 3 ou x . 4

Função quadrática
9 Conexão entre função quadrática e Física

Movimento Uniformemente Variado (MUV)


O Movimento Uniformemente Variado (MUV) é caracterizado pela função quadrática:

1 Fique atento!
f (t ) 5 at 2 1 bt 1 c Dizemos que a função quadrática
2 constitui o modelo matemático para o
Movimento Uniformemente Variado.

que fornece a posição de um objeto em certo instante t.


Nesse caso, a é a aceleração, b é a velocidade inicial (quando t 5 0) e c é a posição inicial do objeto.
A representação gráfica do Movimento Uniformemente Variado é uma parábola. Se a aceleração for
positiva, a concavidade da parábola será voltada para cima; se a aceleração for negativa, a concavidade
será voltada para baixo.

Sabemos que velocidade escalar média (v) em um intervalo de tempo é igual a:

variação do espaço ( )
tempo de percurso ( Dt )

No caso do movimento de um objeto dado por uma função f, temos que sua velocidade média no
intervalo ft, t 1 hg é dada por:

f (t h) f (t )
v5
h

1 2
Para f (t ) 5 at 1 bt 1 c , temos:
2
1 1 1
f (t 1 h) 5 a(t 1 h)2 1 b(t 1 h) 1 c 5 at 2 1 ath 1 ah2 1 bt 1 bh 1 c
2 2 2
e
1 1 1 1
f (t h) f (t ) at 2 ath ah2 bt bh c at 2 bt c ath ah2 bh
2 2 2 2
Assim:

1
f (t 1 h) 2 f (t ) ath 1 ah2 1 bh
2 1
5 5 at 1 ah 1 b
h h 2

Se tomarmos h cada vez menor, o valor da velocidade média se aproximará de at 1 b. Daí dizermos que
v(t) 5 at 1 b é a velocidade do ponto (no MUV) no instante t.
Observe que, se t 5 0, v(0) 5 b. É por isso que chamamos b de velocidade inicial.
Na função afim v(t) 5 at 1 b, a constante a (aceleração) é a taxa de variação da velocidade. Como ela é
constante, o movimento chama-se uniformemente variado.

Fique atento!
Um movimento é uniforme quando a
velocidade média tem o mesmo valor, qualquer
que seja o intervalo de tempo considerado.
Exercícios resolvidos
23. Um automóvel viaja com velocidade de 108 km/h 24. Um automóvel, partindo do repouso, mantém ace-
(ou seja, 30 m/s) em um trecho retilíneo de uma leração constante de 4 m/s2 durante 5 s. A partir daí,
estrada quando, subitamente, o motorista vê um mantém velocidade constante durante 10 s, quando
acidente na pista. Entre o instante em que o moto- começa a frear, variando sua velocidade em 4 m/s
rista avista o acidente e aquele em que começa a a cada segundo, até parar. Calcule:
frear, o carro percorre 20 m. Se o motorista frear o
carro à taxa constante de 5,0 m/s2 mantendo-o em a) a distância total percorrida pelo automóvel du-
sua trajetória retilínea, ele só evitará o acidente se rante todo o seu percurso;
o tiver percebido a, no mínimo, qual distância? b) a velocidade média desse automóvel durante
Resolução: esse intervalo de tempo.
1a maneira: Resolução:
Como o carro freia com aceleração constante de
a) 1a maneira:
5 m/s2, podemos escrever sua aceleração como
sendo a 5 25 m/s2 . Assim, o tempo de frenagem Neste caso temos três tipos de movimentos inde-
será dado por: pendentes: na primeira parte, o automóvel mantém
Dv 230 230 velocidade variável com aceleração constante (MUV
a5 ⇒ 25 5 ⇒ Dt 5 56s – Movimento Uniformemente Variado). Na segun-
Dt Dt 25
Logo, Dt 5 6 s da parte ele mantém velocidade constante (MU –
Como a distância percorrida é dada por Movimento Uniforme). E, finalmente, na terceira
at 2 parte ele volta a acelerar (MUV). Assim, temos:
S5 1 v0t 1 s0 e temos que s0 5 20 m, Parte 1: Movimento Uniformemente Variado
2
v0 5 30 m/s, t 5 6 s, a 5 25 m/s2, calculamos S: (acelerado)
(25)62 Temos:
S5 1 30 ? 6 1 20 5 290 1 180 1 20 5 110
2 v0 5 0
Logo, S 5 110 m. t 55s
2a maneira: a 5 4 m/s2
Construímos o gráfico da velocidade 3 tempo. s0 5 0
v (m/s) Então:
30 at 2
20
S 1 (t ) 5 1 v 0 t 1 s0 ⇒
2
10 4 ? 52 4 ? 25
t (s) ⇒ S1 (5) 5 1 0?5 1 0 5 5 50
0 2 2
1 23456
Assim, S1 5 50 m.
É possível provar que a superfície compreendida Como v 5 v0 1 at, temos v1 5 0 1 4 ? 5 5 20.
entre o gráfico e os eixos coordenados tem área A
 Logo, v1 5 20 m/s.
numericamente igual ao deslocamento S basta o
Parte 2: Movimento Uniforme
S S
a obs ervar que A vt , mass v .A
Ass i m, t,o A Temos:
 t t
m t ou seja,, A S . v 5 constante
 t 5 10 s
v (m/s) s0 5 0
Mas, S2 (t)
t 5 s0 1 vt .
v A
t (s) Como v 5 v1 5 20 m/s, vem:
t S2 5 0 1 20 ? 10 5 200
Nesse caso, Logo, S2 5 200 m.
base ? altura 60 ? 30 Parte 3: Movimento Uniformemente Variado
S5 5 5 90. Logo, S 5 90 m.
2 2 (retardado)
Como o automóvel percorre uma distância de 20 m, Temos:
antes de acionar os freios, a distância total percor- a 5 24 m/s2 (movimento retardado)
rida será de D 5 20 m 1 90 m 5 110 m. v0 5 20 m/s
Portanto, o motorista só evitará o acidente caso o v 5 0 m/s
tenha avistado a pelo menos 110 m de distância. s0 5 0

Função quadrática
Então: 1a maneira:
Dv v v0 220 S 300 m
a5 5 ⇒ 24 5 ⇒t55s vm 5 5 5 15 m/s, ou seja,
Dt t t0 t t 20 s
at 2 vm 5 15 m/s.
S3 ( t ) 5 1 v 0 t 1 s0 ⇒
2
2a maneira:
24 ? 52
⇒ S3 (5) 5 120 ? 5 1 0 5250 1 100 550 300 m
t vm 5 5 15 m/s, ou seja, vm 5 15 m/s.
20 s
Logo, S3 5 50 m.
Para calcular a distância total percorrida, deve- 25. Uma partícula está em movimento sobre um eixo
mos somar todos os deslocamentos: a partir do ponto de abscissa 212, com velocidade
inicial de 7 m/s e aceleração constante de 22 m/s2.
S 5 S1 1 S2 1 S3
Em quanto tempo a trajetória mudará de sentido?
Logo, S 5 50 1 200 1 50 5 300, ou seja, S 5 300 m.
Resolução:
2a maneira: 1a maneira:
Da Física temos que em um gráfico da velocida- A trajetória da partícula é dada em função do
de por tempo a área da superfície compreendida tempo por:
entre o gráfico e os eixos coordenados é nume-
ricamente igual ao deslocamento. Neste caso: 1 2
f (t ) 5 at 1 bt 1 c
2
v (m/s)
20 Nesse caso, a 5 22, b 5 7 e c 5 212.
Assim, temos:
Banco de imagens/

S
Arquivo da editora

t (s)
0 5 15 20 f(t) 5 2t2 1 7t 2 12
10 s 5s Ponto de máximo:

(B b)a b 27
Área do trapézio: A 5 ; t 52 5 5 3,5
2 2a 22
B 5 20, b 5 10 e a 5 20.
2a maneira:
(20 110)20 600
A5 5 5 300. Nesse instante, a velocidade é zero, ou seja, v(t) 5 0.
2 2
Então:
Portanto, S 5 300 m.
b) Vamos calcular a velocidade média desse auto- v(t) 5 at 1 b ⇒ 0 5 22t 1 7 ⇒ t 5 3,5 s
móvel durante esse intervalo de tempo. Portanto, depois de 3,5 s a partícula mudará de sentido.

Exercícios
71. Uma partícula é colocada em movimento sobre um 72. Um carro de Fórmula 1, partindo do repouso, man-
eixo. Calcule em quanto tempo a trajetória mudará tém aceleração constante de 5 m/s2 durante 8 s. A
de sentido nos seguintes casos: partir daí, mantém velocidade constante durante
a) a posição inicial é igual a 23, a velocidade ini- 20 s, quando começa a acelerar novamente, va-
cial é de 4 m/s e a aceleração constante é de riando sua velocidade em 5 m/s, a cada segundo,
22 m/s2; t 5 2 s até atingir a velocidade de 80 m/s. Calcule a dis-
tância total percorrida pelo carro durante todo o
b) a posição inicial é igual a 216, a velocidade ini-
seu percurso. 1 440 m
cial é de 12 m/s e a aceleração constante é de
24 m/s2; t 5 3 s 73. Partindo do repouso, um avião percorre a pista de
c) a posição inicial é igual a 15, a velocidade inicial decolagem com aceleração constante e atinge a
é de 28 m/s e a aceleração constante é de velocidade de 360 km/h (100 m/s) em 20 s. Calcule:
2 m/s2; t 5 4 s a) o valor da aceleração desse avião (m/s2);
a 5 5 m/s2
d) a posição inicial é igual a 236, a velocidade inicial b) o comprimento mínimo da pista de decolagem
é de 218 m/s e a aceleração constante é de 4 m/s2. para que o avião consiga decolar.
t 5 4,5 s Comprimento mínimo da pista: 3 km
10 Conexão entre função quadrática
e progressão aritmética
Já estudamos no capítulo anterior que uma função afim f(x) 5 ax 1 b transforma uma progressão arit-
mética em outra progressão aritmética. Estudamos também que essa propriedade caracteriza a função afim,
ou seja, se uma função tem essa propriedade, ela é considerada afim e, reciprocamente, se ela for afim, terá
essa propriedade.
Vejamos agora o que ocorre com a função quadrática.
Consideremos a função quadrática f(x) 5 x2 e a progressão aritmética:

1, 3, 5, 7, 9, 11, ..., 2n 1 1, ...

e vejamos o que ocorre com:

űƕf(1) 5 1 űƕf(7) 5 49 űƕ...


űƕf(3) 5 9 űƕf(9) 5 81 űƕf(2n 2 1) 5 4n2 2 4n 1 1
űƕf(5) 5 25 űƕf(11) 5 121 űƕf(2n 1 1) 5 4n2 1 4n 1 1
Assim, obtemos a sequência:

1, 9, 25, 49, 81, 121, ..., 4n2 2 4n 1 1, 4n2 1 4n 1 1, ...

Essa nova sequência não é uma progressão aritmética, pois a diferença entre dois termos conse-
cutivos não é constante. Mas, se tomarmos as diferenças entre os termos consecutivos dessa nova
sequência, teremos:
8, 16, 24, 32, 40, ..., 8n, ...

que é uma progressão aritmética de razão 8.


É possível provar que isso ocorre não só com a função quadrática mais simples, f(x) 5 x2, mas com qualquer
função quadrática f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, a ? 0. Essa propriedade caracteriza a função quadrática, ou seja, se f é
uma função quadrática, então ela transforma uma PA em uma sequência cujas diferenças dos termos conse-
cutivos formam uma PA. E, reciprocamente, se uma função transforma uma PA em uma sequência cujas dife-
renças dos termos consecutivos também formam uma PA, então essa função é uma função quadrática.

76. Exercício 74: razão da primeira PA: 1; razão da última PA: 2; a 5 1; 2ar2 5 2 ? 1 ? 12 5 2 (correto)
Exercícios Exercício 75: razão da primeira PA: 2; razão da última PA: 8; a 5 1; 2ar2 5 2 ? 1 ? 22 5 8 (correto)

74. Dada a progressão aritmética 1, 2, 3, 4, 5, ..., n, n 1 1, ... 76. É possível provar que, se r é a razão da primeira PA,
e a função quadrática f(x) 5 x2 1 1, verifique que a então a razão da última PA será 2ar2. Constate esse
fato nos dois exercícios anteriores.
sequência formada pela diferença dos termos conse-
cutivos de f(1), f(2), f(3), f(4), f(5), ..., f(n), f(n 1 1), ... 77. Dada a progressão aritmética 1, 4, 7, 10, 13, 16, ...,
é uma PA. É uma PA de razão 2. 3n 1 1, ... e a função quadrática f(x) 5 4x2 2 4x 1 1:
a) verifique que a sequência formada pela diferen-
75. Dada a progressão aritmética 1, 3, 5, 7, 9, 11, ..., 2n 1 1, ... ça dos termos consecutivos de f(1), f(4), f(7), f(10),
e a função quadrática f(x) 5 x2 2 2x 1 1, verifique que f(13), f(16), ..., f(3n 1 1), ... é uma PA;
É uma PA de razão 72.
a sequência formada pela diferença dos termos con- b) determine as razões da primeira e da última PA.
secutivos de f(1), f(3), f(5), f(7), f(9), f(11), ..., f(2n 2 1), Constate que, se r é a razão da primeira PA, a
f(2n 1 1), ... é uma PA. É uma PA de razão 8. razão da última pode ser encontrada por 2ar2.
Razão da primeira PA: 3; razão da última PA: 72;
a 5 4; 2ar2 5 2 ? 4 ? 32 5 72 (correto).

Função quadrática
Outros
contextos
As curvas que confundiram os matemáticos
É muito comum nos depararmos com situações (mesmo em vestibulares) envolvendo certas curvas que são tra-
tadas como parábolas.
Galileu Galilei (1564-1642) propôs a conjectura de que um fio flexível suspenso entre dois pontos sob a ação exclu-
siva da gravidade descreveria uma parábola. A situação suposta por Galileu gera uma curva muito parecida com pará-
bola, mas não é parábola.
Em 1646, aos 17 anos, o matemático Christiaan Huygens mostrou que esse tipo de curva não era uma parábola,
mas outra curva com uma equação um pouco complicada para o Ensino Médio, pois envolve o conceito de relações
trigonométricas hiperbólicas. Em todo caso, são curvas de equações do tipo y 5 a ? cosh
x
a
. ( )
Leibniz (1646-1716) batizou essa curva com o nome de catenária (derivada do latim: cadeia). Veja a representação
da catenária e de seu parâmetro a:

6
O cosseno hiperbólico ou cosh e o seno hiperbólico ou
senh são funções que originam hipérboles. Suas leis
5
de formação são expressas por:
4 e x 1 e2 x e x 2 e2 x
a52 cosh (x) 5 e senh (x) 5 .
2 2
3 Estas funções são obtidas da representação de
2 a51 e x 1 e2 x e x 2 e2 x
f(x) 5 ex, uma vez que: e x 5 1 .
2 2
1
a 5 0,5
0
25 24 23 22 21 0 1 2 3 4 5

5 a ? cosh
yy5 ( ax ), com a 5 0,5, a 5 1, a 5 2, ...
Para melhor compreensão, diríamos que a catenária é a forma de
uma corda de suspensão ideal para dois pontos. A expressão “corda
de suspensão ideal” significa que a corda é perfeitamente flexível e parábola
não extensível e com uma densidade uniforme. A catenária (em azul)
e a parábola (em rosa) são quase coincidentes, e por isso é compreen-
sível o erro de Galileu. No entanto, as duas curvas são diferentes. catenária

Uma corrente presa a dois postes de mesma altu-


ra descreve uma curva. Se nenhuma outra força atuar
sobre essa corrente além da força da gravidade, ela
estará descrevendo uma catenária e não uma parábo-
la ou outra curva qualquer.
Corrente suspensa.
Uma catenária pode se transformar em parábola?
Parece incrível, mas pode. Quando se aplicam cargas distribuídas em intervalos iguais, a catenária assume a con-
figuração de uma parábola. Um exemplo é a ponte 25 de Abril, em Lisboa, que podemos ver na fotografia a seguir.

Ponte 25 de Abril em Lisboa, Portugal. Fotografia de 2012.


A catenária tem grande aplicação na arquitetura, na engenharia de um modo geral
e até nas artes.
Vamos conhecer a Gaudí Chair, uma cadeira que pesa apenas 1 kg e foi projetada
pelo designer Bram Geenen. A peça é feita com fibras de carbono, náilon e vidro, unidas
por um jato de laser. Seu projeto foi desenvolvido com a ajuda de um software que dis-
tribuiu linhas verticais e horizontais ao longo da superfície do objeto, formando um feixe
de grades. É na construção do “esqueleto” que entra a teoria da catenária, curva muito
explorada pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí (1852-1926), homenageado no nome da
obra de arte. O modo de fabricar a estrutura que sustenta a cadeira é obtido por um
raciocínio análogo ao de suspender o conjunto de grades no teto e deixar que a gravida-
de atue sobre ele, adquirindo o formato mais lógico e a força máxima necessária, como Gaudí Chair, cadeira projetada
acontece com estruturas suspensas como as descritas pela equação de uma catenária. pelo designer Bram Geenen, 2010.

Trabalhando com o texto


1. Observando a representação da catenária, presente no texto, é correto afirmar que essa curva possui um eixo de simetria?
Sim, assim como a parábola, a catenária possui um eixo de simetria que passa pelo seu vértice.
2. Observe o gráfico da página 141 e responda: quanto maior for o parâmetro a na equação da catenária, a curva se
aproxima ou se afasta do eixo de simetria? Afasta-se.
3. Na brincadeira de “pular corda”, se a extremidade dessa corda está presa a uma mesma altura e a corda não toca
o solo, qual a curva que ela descreve? Catenária.
Pesquisando e discutindo
4. Pesquise outras obras arquitetônicas nas quais apareçam arcos descritos que podem ser relacionados a uma catenária.
5. Pesquise a obra do arquiteto Antoni Gaudí e exemplos de como ele empregava a catenária em suas obras.

Veja mais sobre o assunto


Procure mais informações e curiosidades sobre parábolas e catenárias em jornais, revistas, livros e na internet.
Sugestões: (acessos em: 21 mar. 2016)
ű SOS Matemática: <sosmatematica.com.sapo.pt/mundomatematico/catenaria.htm>.
ű Apresentação de dissertação de mestrado em ensino de ciências e matemática. “Parábola e catenária: histórias e
aplicações”: <www.nilsonjosemachado.net/sema20081125.pdf>.
ű A Arte de construir pontes. TV escola: <www.tvescola.org.br/matematica-em-toda-parte-2/fasciculos/transporte/>.
ű Parábola e catenária: histórias e aplicações. Talavera, Leda Maria Bastoni; orientação Antonio Carlos Brolezzi.
São Paulo: s.n., 2008.
ű Manual do Engenheiro. (Vários autores). Rio de Janeiro: Globo, 1964.
Função quadrática
Um pouco mais...
Assunto
Determinação dos zeros por completamento de quadrado opcional

O completamento de quadrado é um procedimento muito útil no estudo da função quadrática.


Analise alguns exemplos:
a) x 2 1 6x 5 1x4444444
2
1 2 ?42 ? x 1 332 2 32 5 (x 1 3)2 2 9
344444444
(x 1 3)2

(somamos e subtraímos 32)


x2 3x
Logo, x2 1 6x 5 (x 1 3)2 2 9. (Veja a figura ao lado.)
b) x 2 2 10x 5 1x4444444
2
2 2 4?2 ? x 1 532 2 52 5 (x 2 5)2 2 25
544444444
(x 2 5)2
(somamos e subtraímos 52) 3x 9
Assim, x2 2 10x 5 (x 2 5)2 2 25.
5
c) x 2 2 x 5 x 2 2 2 ?
2
5
4
?x1
5 2
4 ( ) ( ) (
2
5 2
4
5 x2
5 2
4
2 )
25
16
Faltam 9 regiões quadradas de
área 1. Por isso somamos e
d) x2 1 8x 5 (x 1 4)2 2 16 subtraímos 9 para “completar

( )
2 o quadrado”.
e) x 2 2 4 x 5 x 2 2 2 4
3 3 9
f) 2x 1 8x 1 3 5 2(x 1 4x) 1 3 5 2f(x 1 2)2 2 4g 1 3 5 2(x 1 2)2 2 8 1 3 5 2(x 1 2)2 2 5
2 2

De modo geral, temos que: Fique atento!


p 2 p2 2
x2 px x 2  4
somamos e subtraímos
p
2  Somar e subtrair um mesmo número
em uma expressão não altera seu valor.

Exercício resolvido
26. Determine os zeros das seguintes funções qua- b) f(x) 5 2x2 2 5x 1 3
dráticas, usando completamento de quadrados. Equação do 2o grau correspondente:
a) f(x) 5 x2 1 6x 1 5 b) f(x) 5 2x2 2 5x 1 3 2x2 2 5x 1 3 5 0.
Essa equação é equivalente a outra em que divi-
Resolução:
dimos todos os termos por 2:
a) f(x) 5 x2 1 6x 1 5
5 3 5 3
Equação do 2o grau correspondente: x2 2 x 1 5 0 ⇒ x2 2 x 5 2
2 2 2 2
x2 1 6x 1 5 5 0. Completando o quadrado, temos:
Completando o quadrado, temos: 5 25 3 25 ⇒
x2 2 x 1 52 1
x2 1 6x 1 9 5 25 1 9 ⇒ (x 1 3)2 5 4 2 16 2 16

( )
2
Extraindo a raiz quadrada em ambos os membros, ⇒ x2 5 1 ⇒x 2 5 1
5 56 ⇒
temos: 4 16 4 4
x 1 3 5 2 ⇒ x 5 21 x 5 1 6 3
 x5 5
(x 1 3) 5 62 ⇒ ou  4 4 4 2
⇒ ou
x 1 3 5 22 ⇒ x 5 25 x 5 1 4
2 x5 51
 4 4 4
Zeros da função: 21 e 25. 3
Zeros da função: e 1.
Verificação: 2
Verificação:
f(x) 5 x2 1 6x 1 5
f(x) 5 2x2 2 5x 1 3
f(21) 5 (21)2 1 6(21) 1 5 ⇒
⇒ f(21) 5 1 2 6 1 5 5 0
f () () ()
3
2
52
3 2
2
25
3
2
13 ⇒

f(25) 5 (25)2 1 6(25) 1 5 ⇒ ⇒ f ()3


2
5 2
9
2
15
2
13 50
⇒ f(25) 5 25 2 30 1 5 5 0 f(1) 5 2 ? 12 2 5 ? 1 1 3 ⇒ f(1) 5 2 2 5 1 3 5 0
Forma canônica da função quadrática
Dada a função quadrática f: R → R, tal que f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, com a ? 0, podemos escrever:

b c
f (x ) 5 ax 2 1 bx 1 c 5 a x 2 1 x 1 
 a a 

As duas primeiras parcelas dentro dos colchetes são as mesmas duas parcelas do desenvolvimen-
to do quadrado:
2
b2 b2
( x
b
2a ) x2 2 x
b
2a 4a 2
x2
b
a
x
4a 2

Completando o quadrado, temos:

 b b2 b2 c
f (x ) 5 ax 2 1 bx 1 c 5 a x 2 1 2 ? x1 2
2 1 
 2a 4a 4a 2 a

ou seja,

( )
2
 b 4ac 2 b 2 
f (x ) 5 ax 2 1 bx 1 c 5 a  x 1 1 (forma canônica)
 2a 4a 2 
ou ainda:

( )
2
b 4ac 2 b 2
f (x ) 5 a x 1 1
2a 4a

b 4ac 2 b 2
Chamando de m 5 2 ek 5 , concluímos que k 5 f(m).
2a 4a
Assim, para todo x [ R e a ? 0, podemos escrever qualquer função quadrática f(x) 5 ax2 1 bx 1 c
da seguinte maneira:

b
f(x) 5 a(x 2 m)2 1 k, em que m 5 2 ek f (m)
2a
(outra maneira de escrever a forma canônica)

Por exemplo, vamos escrever a função f(x) 5 x2 2 4x 2 6 na forma canônica.


1a maneira:
Completando o quadrado:
x2 2 4x 2 6 5 (x2 2 4x) 2 6 5 (x2 2 4x 1 4) 2 4 2 6 5 (x 2 2)2 2 10
Logo, f(x) 5 x2 2 4x 2 6 5 (x 2 2)2 2 10.
2a maneira:
b
Calculando m 5 2 , k 5 f (m) e substituindo em f(x) 5 a(x 2 m)2 1 k:
2a
f(x) 5 x2 2 4x 2 6 → a 5 1, b 5 24, c 5 26
4
m5 52
2
k 5 f(2) 5 22 2 4 ? 2 2 6 5 4 2 8 2 6 5 210
Portanto, f(x) 5 (x 2 2)2 2 10.

Função quadrática
Decorrências da forma canônica
1a) Valor mínimo e valor máximo da função f(x) 5 ax2 1 bx 1 c
Consideramos a função quadrática f(x) 5 3x2 2 5x 1 2.
Nesse caso, temos: Fique atento!

() () ()
De modo geral, da forma
5 5 5 2 5 1 canônica f(x) 5 a(x 2 m)2 1 k,
m5 ek 5 f 53 25 125 2
6 6 6 6 12 concluímos que, para qualquer

( )
2 x [ R:
5 1 a) se a . 0, o menor valor de
e a forma canônica é dada por f (x ) 5 3 x 2 2 .
6 2 f(x) é k 5 f(m);
b) se a , 0, o maior valor de
Analisando essa forma canônica, podemos concluir que f(x) é k 5 f(m).
c) Assim, xv 5 m e yv 5 k.
o menor valor de f(x) para todo x [ R é 2 1 . Isso ocorre
2
5
quando x 5 .
6
a
2 ) Zeros da função quadrática e raízes da equação correspondente

( )
2
5 1
f(x) 5 3x2 2 5x 1 2 ⇒ f (x ) 5 3 x 2 (forma canônica)
2
6 12

( ) 2 121 5 0 ⇒ 3(x 2 65 ) ( )
2 2
5 1 ⇒ 5 2 1 ⇒ 5 1
3x2 5 x2 5 x2 56 ⇒
6 12 6 36 6 6
x 2 5 5 1 ⇒ x 5 1
 6 6
⇒
5 1 4 2
x 2 5 2 ⇒x 5 5
 6 6 6 3
2
Logo, os zeros de f(x) 5 3x2 2 5x 1 2 são 1 e , que são também as raízes da equação
3
3x2 2 5x 1 2 5 0.

Fique atento!
b
De modo geral, da forma canônica de f(x) 5 ax2 1 bx 1 c, com a ? 0, que é a(x 2 m)2 1 k com m 5 2 e k 5 f(m),
2a
o 2
podemos chegar à fórmula que fornece os zeros da função e, portanto, às raízes da equação do 2 grau ax 1 bx 1 c 5 0.
Observe as equivalências:
2b 6 b 2 2 4ac
ax2 1 bx 1 c 5 0 ⇔ a(x 2 m)2 1 k 5 0 ⇔ x 5 (fórmula que fornece as raízes da equação do 2o grau
2a
ax2 1 bx 1 c 5 0).

Exercícios adicionais
1. Faça o completamento de quadrado em: 4. Determinem, se existirem, os zeros das fun-
a) x2 2 2x b) x2 1 6x 2 16 ções quadráticas:
(x 2 1)2 2 1 (x 1 3)2 2 25
a) f(x) 5 (x 2 2)2 2 9 b) f(x) 5 2(x 1 1)2 1 4
2. Usando o completamento de quadrado, de- 21 e 5 23 e 1
termine os zeros das seguintes funções qua- 5. Determinem o menor valor que a função
dráticas: f(x) 5 2(x 2 1)2 1 10 pode assumir para todo
a) f(x) 5 x2 1 10x 1 21 b) f(x) 5 x2 2 2x 2 3 x [ R. 10
23 e 27 3 e 21
3. Escreva no caderno na forma canônica as se- 6. Qual é o maior valor que a função
guintes funções quadráticas: f(x) 5 23x2 2 x 1 1 pode assumir para qualquer
a) f(x) 5 x2 1 2x 2 3 b) f(x) 5 2x2 1 8x 2 5 x [ R? (Dica: Usem a forma canônica.) x 5 2 1
6
f(x) 5 (x 1 1)2 2 4 f(x) 5 2(x 1 2)2 2 13
Resolução dos Exercícios
7. a) f(1) 5 3(1)2 2 4(1) 1 1 5 3 2 4 1 1 5 0 c) 2x2 1 2x 1 8 5 0
b) f(2) 5 3(2)2 2 4(2) 1 1 5 12 2 8 1 1 5 5 a 5 21, b 5 2, c 5 8
c) f(0) 5 3(0)2 2 4(0) 1 1 5 1 D 5 b2 2 4ac 5 22 2 4 ? (21) ? 8 5 4 1 32 5 36
d) f ( 2 ) 5 3( 2 )2 2 4( 2 ) 1 1 5 6 2 4 2 1 1 5 7 2 4 2 2b 6 D 22 6 36 22 6 6
x5 5 5 ⇒
2
e) f(22) 5 3(22) 2 4(22) 1 1 5 12 1 8 1 1 5 21 2a 2(21) 22
f ) f(h 1 1) 5 3(h 1 1)2 2 4(h 1 1) 1 1 5 x9 5 22 1 6 5 4 522
 22 22
5 3(h2 1 2h 1 1) 2 4h 2 4 1 1 5 ⇒
5 3h2 1 6h 1 3 2 4h 2 4 1 1 5 3h2 1 2h x 0 5 22 2 6 5 28 5 4
 22 22
g) 3x2 2 4x 1 1 5 1 ⇒ 3x2 2 4x 5 0 ⇒ x(3x 2 4) 5 0 ⇒
4 Zeros da função: 22 e 4.
⇒ x 5 0 ou x 5
3 d) x2 1 10x 1 25 5 0
h) 3x2 2 4x 1 1 5 21 ⇒ 3x2 2 4x 1 2 5 0 a 5 1, b 5 10, c 5 25
D 5 16 2 4(3)(2) 5 16 2 24 5 28 D 5 b2 2 4ac 5 102 1 4 ? 1 ? 25 5 100 2 100 5 0
e x real » f(x) 5 21 2b 6 D −10 6 0 210
x5 5 5 5 25
8. a) 4x2 2 4x 1 3 5 2 ⇒ 4x2 2 4x 1 1 5 0 2a 2?1 2
D50 Zeros da função: 25 (duplo).
4 1 e) x2 2 8x 1 16 5 0
x5 5
8 2 a 5 1, b 5 28, c 5 16
D 5 b2 2 4ac 5 (28)2 2 4 ? 1 ? 16 5 64 2 64 5 0
b) 4x2 2 4x 1 3 5 3 ⇒ 4x2 2 4x 5 0 ⇒ x2 2 x 5 0 ⇒
⇒ x(x 2 1) 5 0 ⇒ x9 5 0 e x0 5 1 2b 6 D ( 8) 6 0
22 8
x5 5 5 54
c) 4x2 2 4x 1 3 5 21 ⇒ 4x2 2 4x 1 4 5 0 ⇒ x2 2 x 1 1 5 0 2a 2?1 2
D 5 1 2 4(1)(1) 5 23 zeros da função: 4 (duplo)
e x real | f(x) 5 21 f) 25x2 1 9x 1 1 5 0
2 a 5 25, b 5 9 e c 5 1
 2  2  2 4
9. f 5 2 2 3 115 2 2 115 D 5 b2 2 4ac 5 92 2 4 ? 25 ? 1 5 81 2 100 5 219
 3   3   3  9 Logo, a equação não tem raízes reais e, consequentemente, a
429 2 19 13 2 9 2 função não tem zeros reais.
5 5
9 9 16. (m 2 1)x2 2 4x 2 1 5 0
a 5 m 2 1 (m ? 1), b 5 24, c 5 21
10. a) f(6) 5 3 ? 6 2 20 5 22 D , 0 ⇒ b2 2 4ac , 0 ⇒ (24)2 2 4(m 2 1)(21) , 0 ⇒
b) f(21) 5 (21)2 2 2 ? (21) 5 1 1 2 5 3 ⇒ 16 1 4m 2 4 , 0 ⇒ 4m , 212 ⇒ m , 23
c) f(10) 5 2100 1 40 2 2 5 262 Para todo m [ R tal que m , 23.
d) f(9) 5 281 1 36 2 2 5 247
17. kx2 2 6x 1 1 5 0
e) f(5) 5 3 ? 5 2 20 5 15 2 20 5 25 a 5 k (k ? 0), b 5 26, c 5 1
f) f(0) 5 02 2 2 ? 0 5 0 D . 0 ⇒ b2 2 4ac . 0 ⇒ (26)2 2 4 ? k ? 1 . 0 ⇒ 36 2 4k . 0 ⇒
g) f(4) 5 42 2 2 ? 4 5 16 2 8 5 8 ⇒ 24k . 236 ⇒ k , 9
Para todo k [ R tal que k , 9 e k ? 0.
(6 1 x )(x 1 2) 6x 1 12 1 x 2 1 2x
11. a) f(x) 5 5 5
2 2 18. (m 2 2)x2 2 2x 1 6 5 0
2 2
x 1 8x 1 12 x a 5 m 2 2 (m ? 2), b 5 22, c 5 6
5 5 1 4x 1 6
2 2 D > 0 ⇒ b2 2 4ac > 0 ⇒ (22)2 2 4(m 2 2) ? 6 > 0 ⇒
12. Ar 5 30 ? 20 52 13
⇒ 4 2 24m 1 48 > 0 ⇒ 224m > 252 ⇒ m < ⇒m<
Aq 5 x2 24 6
13
A 5 Ar 2 4Aq 5 600 2 4x2 Para todo m [ R tal que m < em?2
6
13. a) P(n) 5 n2 2 n ⇒ P(10) 5 102 2 10 5 100 2 10 5 90; 90 jogos 19. x2 2 (k 1 1)x 1 (10 1 k) 5 0
b) P(n) 5 n2 2 n 5 42
n2 2 n 5 42 ⇒ n2 2 n 2 42 5 0 x9 5 2x 0
 b k 11
D 5 1 2 4(1)(242) 5 169 x9 1 x 0 5 2 5 1 5k 11
 a 1
1 6 13 
n5 ⇒ n9 5 7 e n0 5 26 (não convém) c 10 1 k
2 x9x 0 5 51 5 10 1 k
 a 1
Portanto, são 7 times. k 11
2x0 1 x0 5 (k 1 1) ⇒ 3x0 5 k 1 1 ⇒ x0 5
14. 3(3) 5 20(3) 2 5(3)2 5 60 2 45 5 15 watts 3
2(k 1 1)
15. a) x2 2 3x 5 0 x9 5
3
a 5 1, b 5 23, c 5 0 2(k 1 1) k 11
D 5 b2 2 4ac 5 (23)2 2 4 ? 1 ? 0 5 9 x9 ? x0 5 10 1 k ⇒ ? 5 10 1 k ⇒
3 3
2b 6 D 2(23) 6 9 363 2
2k 1 2k 1 2k 1 2
x5 5 5 ⇒ ⇒ 5 10 1 k ⇒
2a 2?1 2 9
x9 5 3 1 3 5 3 ⇒ 2k2 1 4k 1 2 5 90 1 9k ⇒ 2k2 2 5k 2 88 5 0
 2
⇒ a 5 2, b 5 25, c 5 288
x 0 5 3 2 3 5 0 D 5 b2 2 4ac 5 (25)2 2 4 ? 2 ? (288) 5 25 1 704 5 729
 2
Zeros da função: 3 e 0. 2b 6 D 2(25) 6 729 5 6 27
k5 5 5 ⇒
2
b) x 1 4x 1 5 5 0 2a 2?2 4
a 5 1, b 5 4, c 5 5 k9 5 5 1 27 5 8
D 5 b2 2 4ac 5 42 2 4 ? 1 ? 5 5 16 2 20 5 24  2
⇒
Logo, a equação não tem raízes reais; consequentemente, a função k 0 5 5 2 27 5 2 22 5 2 11
f(x) 5 x2 1 4x 1 6 não tem zeros reais.  2 4 2
20. a) Usando a forma fatorada, podemos escrever f(x) 5 a(x 2 1)(x 2 3). 24. x2 1 x 1 x 1 x 1 x 5 5 ⇒ x2 1 4x 2 5 5 0
E, se (0, 26) pertence à função, então f(0) 5 26, portanto:
D 5 b2 2 4ac 5 16 2 4 ? 1(25) 5 36
f(0) 5 a(0 2 1)(0 2 3) ⇒ 26 5 a ? 3 ⇒ a 5 22
Dessa forma: 2b 6 D 24 6 6
f(x) 5 22(x 2 1)(x 2 3) 5 22(x2 2 3x 2 x 1 3) 5 x5 5 ⇒
2a 2
5 22(x2 2 4x 1 3) 5 22x2 1 8x 2 6
b) f(x) 5 a(x 2 2)(x 1 3) x9 5 24 1 6 5 1
 2
f(0) 5 4, portanto: ⇒
2
f(0) 5 a(0 2 2)(0 1 3) ⇒ 4 5 a(22)(3) ⇒ 4 5 a(26) ⇒ a 5 2 x 0 5 24 2 6 5 25 (não serve)
3  2
Dessa forma:
2 2 2 Logo, x 5 1 dm.
f(x) 5 2 (x 2 2)(x 1 3) 5 2 (x 1 x 2 6) 5
3 3
2 2
5 2 x2 2 x 14 25. (18 1 x)(15 1 x) 5 378 ⇒ 270 1 18x 1 15x 1 x2 2 378 5 0 ⇒
3 3
c) f(x) 5 a(x 2 5)(x 2 5) ⇒ x2 1 33x 2 108 5 0
f(2) 5 29, portanto:
D 5 b2 2 4ac 5 332 2 4 ? 1 ? (2108) 5 1 089 1 432 5 1 521
f(2) 5 a(2 2 5)(2 2 5) ⇒ 29 5 a(23)(23) ⇒ 29 5 a(9) ⇒ a 5 21
Dessa forma: 2b 6 D 233 6 1 521 233 6 39
f(x) 5 21(x 2 5)(x 2 5) 5 21(x2 2 10x 1 25) 5 2x2 1 10x 2 25 x5 5 5 ⇒
2a 2?1 2
21. x(x 1 8) 5 180 ⇒ x2 1 8x 2 180 5 0
x9 5 233 1 39 5 3
D 5 b2 2 4ac 5 64 2 4 ? 1(2180) 5 64 1 720 5 784  2
⇒
x5
2b 6 D
5
28 6 784
5
28 6 28
⇒ x 0 5 233 2 39 5 236 (não serve)
2a 2?1 2  2
x9 5 28 1 28 5 10 Logo, daqui a 3 anos, o produto de suas idades será igual a 378.
 2
⇒
x 0 5 28 2 28 5 2 18 (não serve)
 2 26. Considerando que o deslocamento inicial é igual a zero, temos
Número de alunos em cada fila: 10 1 8 5 18. que S 5 v ? t.
2
22. a) f(x) 5 x 2 2x O trem percorre 200 km em certo tempo, ou seja, 200 5 v ? t.
x2 2 2x 5 0 ⇒ x(x 2 2) 5 0 ⇒ x 5 0 ou x 2 2 5 0 ⇒ x 5 2
200
Assim, os zeros da função são 0 e 2. Logo t 5 .
v
b) f(x) 5 2x2 1 8x
Para percorrer 200 km em uma hora a menos, a velocidade deveria
2x2 1 8x 5 0 ⇒ 2x(x 1 4) 5 0 ⇒ 2x 5 0 ⇒ x 5 0 ou x 1 4 5 0 ⇒
⇒ x 5 24 ser de 10 km/h a mais, ou seja, 200 5 (v 1 10) ? (t 2 1). Substituindo
Assim, os zeros da função são 24 e 0.
200
c) f(x) 5 x2 2 16 t por , temos:
v
x2 2 16 5 0 ⇒ x 5 6 16 ⇒ x 5 64
Assim, os zeros da função são 24 e 4.
200 5 (v 1 10) ?
v1
200
2
2 1 ⇒ 200 5 200 2 v 1
2000
v
2 10 ⇒
2
d) f(x) 5 x 2 11 2000 2000
⇒v2 1 10 5 0 ⇒ v ? (v 2 1 10) 5 v ? (0) ⇒
x2 2 11 5 0 ⇒ x 5 6 11 v v
Assim, os zeros da função são 2 11 e 11 .
⇒ v2 1 10v 2 2000 5 0
2
e) f(x) 5 x 1 14x
x2 1 14x 5 0 ⇒ x(x 1 14) 5 0 ⇒ x 5 0 ou x 1 14 5 0 ⇒ x 5 214 Para encontrarmos as raízes da equação de 2o grau, temos que:
Assim, os zeros da função são 214 e 0.
210 6 100 1 8000 210 6 90
f) f(x) 5 3x2 1 3x v 5 5 5
2 2
3x2 1 3x 5 0 ⇒ 3x(x 1 1) 5 0 ⇒ 3x 5 0 ⇒ x 5 0 ou x 1 1 5 0 ⇒
v9 5 80 5 40 (a velocidade não pode ser
⇒ x 5 21 
5  2 negativa, pois o movimento é
Assim, os zeros da função são 21 e 0.
v 0 5 2100 5 250 retilíneo e progressivo)
g) f(x) 5 2x2 2 8  2
2x2 2 8 5 0 ⇒ 2x2 5 8 ⇒ x2 5 4 ⇒ x 5 6 4 ⇒ x 5 62
Logo, a velocidade do trem era de 40 km/h.
Assim, os zeros da função são 22 e 2.
h) f(x) 5 2x2 1 36
2x2 1 36 5 0 ⇒ 2x2 5 236 ⇒ x2 5 36 ⇒ x 5 66 27. ,2 1 , 2 1 5 0
Assim, os zeros da função são 26 e 6.
D 5 b2 2 4ac 5 12 2 4 ? 1 ? (21) 5 1 1 4 5 5
n(n 2 3) n(n 2 3)
23. d 5 ⇒ 170 5 ⇒ n2 2 3n 2 340 5 0
2 2 2b 6 D 21 6 5 21 6 5
,5 5 5 ⇒
D 5 b2 2 4ac 5 (23)2 2 4 ? 1(2340) 5 9 1 1 360 5 1 369 2a 2?1 2

2b 6 D 2( 23) 6 1 369 3 6 37 
n5 5 5 ⇒ 21 1 5
2a 2?1 2 ,9 5 2
⇒
n9 5 3 1 37 5 20 ,0 5 21 2 5 (não serve)
 2  2
⇒
n0 5 3 2 37 5 2 17 (nãoserve)
 2 5 21
O número é .
Portanto, o polígono tem 20 lados e se chama icoságono. 2
28. f(x) 1
c) f (x ) 5 (x 2 1) 2
25 2
4

7
6
5
9 4
4 3
1 2
4 x 1
5 3 10 1 3 5 0
2 2 2
2 2 2 2 2 2 27262524232221 0 1 2 3 4 5 6 7
21
22

1
29. a) b) d) f (x ) 5 2 (x 1 2) 2
f(x) f(x) 3

2
(23, 9) (3, 9) 1
0
27262524232221 0 1 2 3 4 5 6 7
21
22
23
(21, 1) (1, 1) x x 24
(0, 0) 25
26
27

30. 33. f(x) e) f(x) 5 3(x 2 2)2


f(x) a) y 5 2x2

c) y 5 1 x2
2
7
x 6
5
4
m x 3
d) y 5 2 1 x2 2
2 22 21 0 1 2
b) y 5 22x2 1
0
27262524232221 0 1 2 3 4 5 6 7
21
22
34. a) f(x) 5 (x 2 2)2

f) f(x) 5 25(x 2 1)2


7
6 2
5 1
4 0
3 27262524232221 0 1 2 3 4 5 6 7
2 21
22
1 23
0
27262524232221 0 1 2 3 4 5 6 7 24
21 25
22
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26
27

b) f(x) 5 22(x 1 1)2 38. a) c 5 3 é onde o gráfico intersecta o eixo das ordenadas. O vérti-
ce tem coordenadas (1, 2) então xv 5 1 e yv 5 2.
Forma canônica: f(x) 5 a(x 2 xv)2 1 yv
f(x) 5 a(x 2 1)2 1 2 5 a(x2 2 2x 1 1) 1 2 5 ax2 2 2x 1 a 1 2
2
Como c 5 3, temos:
1
0 a1253⇒a51
27262524232221 0 1 2 3 4 5 6 7 Logo, f(x) 5 x2 2 2x 1 3.
21 b) c 5 4 é onde o gráfico intersecta o eixo das ordenadas.
22
23 Zeros da função: x9 5 21 e x0 5 4
24 Forma fatorada: f(x) 5 a(x 2 x9)(x 2 x0)
25 Então, f(x) 5 a (x 1 1)(x 2 4) 5 a(x2 2 4x 1 x 2 4) 5 ax2 2 3xa 2 4a
Como c 5 4, temos:
26
27 24a 5 4 ⇒ a 5 21
Logo, f(x) 5 2x2 1 3x 1 4.
c) c 5 2 é onde o gráfico intersecta o eixo das ordenadas. Temos b) a . 0, concavidade para cima.
que f(1) 5 3 e o vértice tem coordenadas (0, 2). D . 0, intersecta o eixo x em dois pontos.
Forma canônica: f(x) 5 a(x 2 xv)2 1 yv c) a . 0, concavidade para cima.
Substituindo o vértice, temos: D , 0, não intersecta o eixo x.
f(x) 5 a(x 2 0)2 1 2 5 ax2 1 2
d) a , 0, concavidade para baixo.
Mas:
D 5 0, intersecta o eixo x em um só ponto.
f(1) 5 3 ⇒ a ? 12 1 2 5 3 ⇒ a 1 2 5 3 ⇒ a 5 1
e) a , 0, concavidade para baixo.
Logo, f(x) 5 x2 1 2.
D , 0, não intersecta o eixo x.
d) c 5 0, é onde o gráfico intersecta o eixo das ordenadas. f) a . 0, concavidade para cima.
Zeros da função: x9 5 0 e x0 5 4 vértice (2, 4) D 5 0, intersecta o eixo x em um só ponto.
Forma canônica: f(x) 5 a(x 2 xv)2 1 yv
f(x) 5 a(x 2 2)2 1 4 5 a(x2 2 4x 1 4) 1 1 5 ax2 2 4ax 1 4a 1 4 46. a , 0 (concavidade voltada para baixo)
Como c 5 0, temos: D . 0 (2 zeros da função diferentes) ⇒ b2 2 4ac . 0 ⇒ b2 . 4ac
4 c , 0 (valor de y em que a parábola intercepta o eixo y)
4a 1 4 5 0 ⇒ a 5 2 521
4 b . 0 (a parábola cruza o eixo y no ramo crescente da parábola)
Substituindo a: Resposta: alternativa b.
f(x) 5 21x2 2 4 ? (21)x 1 4 ? (21) 1 4 ⇒
⇒ f(x) 5 x2 1 4x 2 4 1 4 Resolvido passo a passo
Logo, f(x) 5 2x21 4x. 3 2
6. a) V representa o vértice da parábola f (x) 5 x 2 6x 1 c
2
39. a) a , 0, concavidade para baixo. 2b 2(26)
b , 0, intersecta o eixo y no ramo descendente. xv 5 5 52
2a 3
c . 0, intersecta o eixo y em sua parte positiva. 2?
2
b) a . 0, concavidade para cima. 2D 0
yv 5 5 50
b . 0, intersecta o eixo y no ramo ascendente. 4a 6
c , 0, intersecta o eixo y em sua parte negativa. Logo, V(2, 0).
c) a , 0, concavidade para baixo.
b . 0, intersecta o eixo y no ramo ascendente.
c 5 0, intersecta o eixo y em sua origem. 47. a) f(x) 5 x2 2 2 2 3 → a 5 1, b 5 22
D 5 4 2 4 ? 1 ? (23) 5 16
40. y Como a concavidade da parábola é
2b 2
4 para cima, a . 0. xv 5 5 51
2a 2
3 Como a parábola intersecta o eixo y
2 no ramo decrescente, b , 0. 2D 16
yv 5 52 5 24
21 1 1 2 3 x Como a parábola intersecta o eixo y 4a 4
0 4 em (0, 4), c 5 4. V(1, 24)
21
22 Portanto, a função correta é b) f(x) 5 2x2 1 3x 2 5 → a 5 21, b 5 3
23 f(x) 5 2x2 2 8x 1 4 D 5 9 2 4 ? (21) ? (25) 5 9 2 20 5 211
24
Resposta: alternativa b. 2b 23 23 3
xv 5 5 5 5
2a 2 ? (21) 22 2
41. a) 22 2 5(2) 1 6 5 4 2 10 1 6 5 0 2D 2(211) 11 11
yv 5 5 5 52
A(2, 0) pertence à parábola. 4a 4 ? (21) 24 4
b) 42 2 5(4) 1 6 5 16 2 20 1 6 5 2
B(4, 2) pertence à parábola.
V ( 23 , 2 114 )
c) (21)2 2 5(21) 1 6 5 1 1 5 1 6 5 12
c) f(x) 5 x2 2 4x 1 3 → a 5 1, b 5 4
C(21, 10) não pertence à parábola. D 5 16 2 4 ? 1 ? 3 5 4
1 2b 2(24) 4
42. (m 1 1)(2)2 2 1 5 1 ⇒ 4m 1 4 2 1 5 1 ⇒ 4m 5 22 ⇒ m 5 2 xv 5 5 5 52
2 2a 2?1 2
43. a) x2 2 11x 1 30 5 0 2D 24
yv 5 5 5 21
D 5 121 2 4 ? 1 ? 30 5 121 2 120 5 1 4a 4?1
2( 2 11) 6 1 11 6 1 V(2, 21)
x5 5 ⇒ x9 5 6 e x0 5 5
2?1 2
d) y 5 x2 → a 5 1, b 5 0
b) x2 1 4x 2 21 5 0
D50
D 5 16 2 4 ? 1 ? (221) 5 16 1 84 5 100 2b
xv 5 50
24 6 10 2a
x5 ⇒ x9 5 3 e x0 5 27
2 2D
yv 5 50
c) x2 2 36 5 0 ⇒ x2 5 36 ⇒ x 5 6 36 ⇒ x9 5 6 e x0 5 26 4a
d) 6x2 2 5x 1 1 5 0 V(0, 0)
D 5 25 2 4 ? 6 ? 1 5 25 2 24 5 1 e) y 5 (x 2 2)2 1 3
561 1 1 Forma canônica: y 5 (x 2 xv)2 1 yv
x5 ⇒ x9 5 e x0 5
12 2 3 Logo, xv 5 2 e yv 5 3.
V(2, 3)
45. a) a , 0, concavidade para baixo.
D . 0, intersecta o eixo x em dois pontos. 48. a , 0 ⇒ 2 2 k , 0 ⇒ 2k , 22 ⇒ k . 2
1 2b 80
49. a . 0 ⇒ 4m 1 1 . 0 ⇒ 4m . 21 ⇒ m . 2 53. a) xv 5 5 5 40 unidades
4 2a 2
50. a) x2 1 4x 1 3 5 0
2D 5 600
D 5 16 2 4 ? (1) ? (3) 5 4 b) Cv 5 5 5 1 400
4a 4
24 6 2
x5 ⇒ x9 5 21 e x0 5 23
2
2b 24
Eixo x: (21, 0) e (23, 0) 54. a) tv 5 5 52s
2a 22
Eixo y: (0, 3)
2D 240
2b 24 b) hv 5 5 5 10 m
xv 5 5 5 22 4a 24
2a 2
2D 24 c) 2t2 1 4t 1 6 5 0
yv 5 5 5 21 D 5 16 2 4(21)6 5 40
4a 4
V(22, 21) 24 6 2 10 4 6 2 10
t5 5 ⇒ t9 5 2 2 10 (não convém)
Im( f ) 5 {y [ R » y > 21} 22 2
y
3 e t0 5 2 1 10 . 5,16 . 5 min 10 s 5 310 s

55. Para a função f: A → [3, 7], dada


y
22 x por f(x) 5 x2 2 4x 1 7 ser bijetiva
23 21 0
é necessário ser:
21 7
• sobrejetiva: Im( f ) 5 [3, 7]
b) 2x2 1 6x 2 9 5 0 • injetiva: x1 ? x2 ⇒ f(x1) ? f(x2)
D 5 36 2 4 ? (21) ? (29) 5 36 2 36 5 0 Como f tem a concavidade voltada
3
26 6 0 26 para cima (a . 0) e f deve ser V
x5 5 5 3 (duplo)
2 ? (21) 22 crescente, temos: x
Eixo x: (3, 0)
52 
b (24) 0 2 4
x v 52 52
2b 26 2D 2a 2?1 
xv 5 5 5 3 e yv 5 50  V (2, 3)
2a 2 ? (21) 4a D (212)
y v 52 52 5 3
V(3, 0) 4a 4?1 
Im( f ) 5 {y [ R » y < 0} Para y 5 7:
y
3 x2 1 4x 1 7 5 7 ⇒ x2 2 4x 5 0 ⇒ x 5 0 ou x 5 4
x
0 Logo, o conjunto A, domínio da função, é A 5 [2, 4].

56. Seja x o número de lugares vazios (0 < x < 40). O lucro da empre-
sa é dado pela função L(x) 5 (40 2 x)(20 1 2x). Para determinar o
lucro máximo, basta determinar a abscissa do vértice da parábola
29
L(x) 5 2x2 1 30x 1 400. Assim:
b 30
51. x2 2 x 1 2 5 3x 2 1 ⇒ x2 2 4x 1 3 5 0 xv 5 2 52 5 15
2a 2(21)
D 5 16 2 4 ? 1 ? 3 5 4
Portanto, temos o lucro máximo da empresa quando 15 passagei-
462
x5 ⇒ x9 5 4 e x0 5 1 ros forem transportados.
2
Substituindo x na equação da reta ou da parábola:
x51→y52 57. f(t) 5 2t2 1 bt 2 156
2b 2b b
x53→y58 tv 5 14 ⇒ 5 14 ⇒ 5 14 ⇒ 5 14 ⇒ b 5 28
2a 2 ? (21) 2
Logo, há dois pontos comuns, que são (1, 2) e (3, 8).
Resposta: alternativa c.
52. a) Para cima, pois a . 0.
b) 2x2 2 x 2 3 5 0 58. Seja x o número de lugares não ocupados (0 < x < 100), o fatura-
D 5 1 2 4 ? 2(23) 5 1 1 24 5 25 mento da empresa é dado pela função F(x) 5 (100 2 x)(200 1 4x).
165 3 Para obter o faturamento máximo, basta determinar a abscissa
x5 ⇒ x9 5 e x0 5 21
4 2 do vértice da parábola F(x) 5 (100 2 x)(200 1 4x). Assim:
2b 2(21) 1 2D 225 25 F(x) 5 20 000 1 400x 2 200x 2 4x2 ⇒ F(x) 5 5 000 1 50x 2 x2
c) xv 5 5 5 e yv 5 5 52
2a 2?2 4 4a 4?2 8 2b 250 50
xv 5 5 5 5 25
V ( 41 , 2 258 ) 2a 2 ? (21) 2
Portanto, temos o faturamento máximo quando 25 lugares não
h) f(x) estiverem ocupados.

59. a) O grilo retorna ao solo quando h(t) 5 0. Assim:


x 3t 2 3t2 5 0 ⇒ t(3 2 3t) 5 0 ⇒ t 5 0 (não saiu do solo) ou
(21, 0)
( 23 , 0) 3 2 3t 5 0 ⇒ 3t 5 3 ⇒ t 5 1
(0, 23) Portanto, t 5 1 s.
( 41 ,2 258 ) 2D 29 9 3
b) yv 5 ⇒ yv 5 5 5 5 0,75
eixo: x 5 1
4a 4 ? (23) 12 4
4
Portanto, altura máxima 5 0,75 m.
60. a) x2 2 3x 2 4 5 0 66. a) 3x 2 3 2 6x > 2 2 2x2 1 6x ⇒ 2x2 2 9x 2 5 > 0
D 5 9 2 4(1)(24) 5 25 D 5 81 2 4(2)(25) 5 121
365 9 6 11 1
x5 ⇒ x9 5 4 e x0 5 21 x5 ⇒ x9 5 5 e x0 5 2
2 4 2
1 1 x 1 1 x
21 2 4
21 2 5
f(x) 5 0 para x 5 21 ou x 5 4 2
f(x) . 0 para x , 21 ou x . 4 1
f(x) , 0 para 21 , x , 4 {
S5 x [ R |x ø 2
2
ou x ù 5 }
b) x2 2 4 5 0 ⇒ x2 5 4 ⇒ x 5 62
b) 2(x2 2 2x 1 1) 2 x , 0 ⇒ 2x2 2 5x 1 2 , 0
1 1 x D 5 25 2 4(2)(2) 5 9
22 2 2
563 1
f(x) 5 0 para x 5 22 ou x 5 2 x5 ⇒ x9 5 2 e x0 5
4 2
f(x) . 0 para x , 22 ou x . 2
f(x) , 0 para 22 , x , 2 1 1 x
1 2 2
61. x2 1 7x 1 10 5 0 2
D 5 49 2 4(1)(10) 5 9 1
x5
27 6 3
⇒ x9 5 22 e x0 5 25
{
S5 x [ R|
2
,x ,2 }
2
c) 22x2 2 x 1 1 5 0
1 1 x D 5 1 2 4 ? (22) ? 1 5 9
25 2 22 163 1
x5 ⇒ x9 5 21 e x0 5
f(x) . 0 para x , 25 ou x . 22 24 2
1
62. x2 2 2x 1 6 5 0 21 1 2 x
D 5 4 2 4(1)(6) 5 220 2 2
1
{
S 5 x [ R | x ø 2 1 ou x ù
2 }
11111111111 x x2 x
67. 3x < 2 ⇒ 6x < x2 2 x ⇒ x2 2 7x > 0
S5[ 2 2
x2 2 7x 5 0 ⇒ x(x 2 7) 5 0 ⇒ x 5 0 ou x 2 7 5 0 ⇒ x 5 7
63. x2 1 5x 1 5m 5 0 Raízes: x9 5 0 e x0 5 7
5
D 5 25 2 4 ? 1 ? 5m 5 25 2 20m , 0 ⇒ 220m , 225 ⇒ m .
5 4
{
S5 m [ R |m .
4 } 1
0 2 7
1 x

64. a) 3x2 2 10x 1 7 5 0 Portanto, o menor número inteiro positivo que satisfaz a ine-
D 5 100 2 4 ? 3 ? 7 5 16 quação é o número 7.
10 6 4 7
x5 ⇒ x9 5 1 e x0 5 68. a) (I) x2 2 5x , 6 ⇒ x2 2 5x 2 6 , 0
6 3
D 5 25 2 4(1)(26) 5 49

1 1 x 25 6 7
x5 ⇒ x9 5 6 e x0 5 21
1 2 7 2
3
7
{
S5 x [ R |1 , x ,
3 } 1
21 2 6
1 x

9 9
b) 24x2 1 9 5 0 ⇒ 24x2 5 29 ⇒ x2 5 ⇒x56 ⇒ SI 5 {21 , x , 6}
4 4
3 3 3
⇒ x 5 6 ⇒ x9 5 2 e x0 5 (II) x2 2 5x . 6 ⇒ x2 2 5x 2 6 . 0
2 2 2
D 5 25 2 4(1)(6) 5 49
3 3
2 1 1
2 2 x 25 6 7
2 2 x5 ⇒ x9 5 3 e x0 5 2
2
3 3
{
S5 x [ R|2
2
øx ø
2 } 1 1 x
2 2 3
65. f(x 1 2) 5 (x 1 2)2 1 1 e f(2) 5 22 1 1 5 5
(x 1 2)2 1 1 , 5 ⇒ x2 1 4x 1 4 1 1 , 5 ⇒ x2 1 4x , 0 ⇒ SII 5 {x , 2 ou x . 3}
⇒ x2 1 4x 5 0 ⇒ x(x 1 4) 5 0 ⇒ x 5 0 ou x 1 4 5 0 ⇒ x 5 24 Logo:
Raízes: x9 5 0 e x0 5 24 SI
21 6
SII
1 1 x 2 3
24 2 0 S
21 2 3 6
S 5 {x [ R » 24 , x , 0} S 5 {21 , x , 2 ou 3 , x , 6}
b) (I) x2 1 6x 1 8 > 0 69. a) I) f(x) 5 x 2 3 → raiz 5 3
D 5 36 2 4(1)(8) 5 4 1 x
2 3
26 6 2
x5 ⇒ x9 5 2 e x0 5 24
2 II) g(x) 5 2x2 1 3x 1 10 → raízes: x9 5 22 e x0 5 5

1 1 x 22 1 5 x
2 2 2
24 22
SI 5 {x ø 24 ou x > 2 2} Quadro de resolução:
22 3 5
(II) x 1 5 , 0 ⇒ x , 25 f(x) 2 2 ! !
x g(x) 2 ! ! 2
25 f(x) ? g(x) ! 2 ! 2
SII 5 {x , 25} 22 3 5
Logo: S 5 {x [ R » 22 , x , 3 ou x . 5}
SI b) I) f(x) 5 x2 2 3x → raízes: x9 5 0 e x0 5 3
24 22
SII
25 1 1 x
S 0 2 3
25
II) g(x) 5 2x 1 2 → raiz 5 2
S 5 {x , 25}
1 2 x
c) (I) x2 1 3 , 4x ⇒ x2 2 4x 1 3 , 0 2
D 5 16 2 4(1)(3) 5 4 Quadro de resolução:
4 62 0 2 3
x5 ⇒ x9 5 3 e x0 5 1 f(x) ! " " !
2
g(x) ! ! " "
1 1 x f(x) ? g(x) ! " ! "
1 2 3 0 2 3
SI 5 {1 , x , 3} S 5 {x [ R » x < 0 ou 2 < x < 3}
c) I) f(x) 5 x2 2 5x 1 6 → raízes: x9 5 2 e x0 5 3
(II) x2 1 3 > 7 ⇒ x2 2 4 > 0
x9 5 2 e x0 5 22 1 1 x
2 2 3
1 1 x
22 2 2 II) g(x) 5 x 2 2 → raiz: x 5 2

SII 5 {x < 22 ou x > 2} 2 1 x


2
Logo:
SI Quadro de resolução:
1 3
SII 2 3
22 2 f(x) 1 2 1
S
2 3 g(x) 2 1 1
S 5 {22 < x , 3} f(x) 2 2 1
g(x) 2 3
2
d) (I) x 2 6x > 0
Raízes: x9 5 0 e x0 5 6 S 5 {x [ R » x . 3}
d) I) f(x) 5 x2 2 3x 1 2 → raízes: x9 5 21 e x0 5 3
1 1 x
0 2 6
1 1 x
SI 5 {x < 0 ou x > 6} 1 2 2

(II) 2x2 1 2x 1 3 > 0 II) g(x) 5 x 2 4 → raiz: x9 5 4


D 5 4 2 4(21)(3) 5 16 1 x
22 6 4 2 4
x5 ⇒ x9 5 21 e x0 5 3
2 O denominador de uma fração real deve ser sempre diferente
de zero.
21 1 3 x Logo, g(x) Þ 0 ⇒ x Þ 4, e consequentemente 4 não pertence ao
2 2
domínio da função.
SII 5 {21 < x < 3} Quadro de resolução:
Logo: 1 2 4
f(x) 1 2 1 1
SI
0 6 g(x) 2 2 2 1
SII f(x)
21 3 2 1 2 1
S g(x)
21 0 1 2 4

S 5 {21 < x < 0} S 5 {x [ R » x < 1 ou 2 < x , 4}


70. I) f(x) 5 x2 2 5x 1 6 ⇒ raízes: x9 5 2 e x0 5 3 3a parte: O automóvel volta a acelerar (MUV).

1 1 x a 5 5 m/ s2
2 2 3 v 5 40 m/ s
0

II) g(x) 5 x2 2 16 ⇒ raízes: x9 5 4 e x0 5 24 v 5 80 m/ s
S0 5 0
1 1 x
24 2 4 Dv 40
a5 ⇒ 55 ⇒ Dt 5 8 s
Dt Dt
Quadro de resolução:
24 2 3 4 at 2 5 ? 82
S3 5 S0 1 v0t 1 5 0 1 40 ? 8 1 5 320 1 160 5 480 ⇒
f(x) ! ! 2 ! ! 2 2
g(x) ! 2 2 2 ! ⇒ S3 5 480 m
f(x) ? g(x) ! 2 ! 2 ! Assim, a distância percorrida é a soma das distâncias percorridas
24 2 3 4 nas três partes.
S 5 {x [ R » x , 24 ou 2 , x , 3 ou x . 4} S 5 S1 1 S2 1 S3 5 160 1 800 1 480 5 1 440 ⇒ S 5 1 440 m

71. a) f(t) 5 2t 1 4t 2 3
2
2a maneira:
Ponto máximo: Construindo um gráfico da velocidade do automóvel em função
2b 4 4
t5 52 52 52 do tempo, temos:
2a 2(21) 22
v(t) 5 0 ⇒ a(t) 1 b 5 0 ⇒ 22t 1 4 5 0 ⇒ 22t 5 24 ⇒ t 5 2 v (m/s)
Portanto, depois de 2 s a partícula mudará de sentido. 80
1 3
b) f(t) 5 ? (24)t2 1 12t 1 c ⇒ f(t) 5 2t2 1 12t 2 16 II
Dv 5 40 m/s
2 2
40
Ponto máximo: I
1 S
2b 212 212 t (s)
t5 5 5 53
2a 2 ? (22) 24 0 8 28 36
v(t) 5 0 ⇒ a(t) 1 b 5 0 ⇒ 24t 1 12 5 0 ⇒ 24t 5 212 ⇒ t 5 3 20 s 8s
Portanto, depois de 3 s a partícula mudará de sentido.
Dv Dv
1 Parte 1: a 5 ⇒ 55 ⇒ Dv 5 40 m/s
c) f(t) 5 ? 2 ? t2 2 8t 1 c ⇒ f(t) 5 t2 2 8t 1 15 Dt 8
2
Ponto máximo: Parte 2: v 5 constante durante 20 s

2b 28 8 Dv 40
t5 52 5 54 Parte 3: a 5 ⇒ 55 ⇒ Dt 5 8 s
2a 2?1 2 Dt Dt

v(t) 5 0 ⇒ a(t) 1 b 5 0 ⇒ 2t 2 8 5 0 ⇒ 2t 5 8 ⇒ t 5 4 Como a área do triângulo I é igual à área do triângulo II , pode-


Portanto, depois de 4 s a partícula mudará de sentido. mos transladar o triângulo II para o local do triângulo I , obten-
1 2 1 do um retângulo.
d) f(t) 5 at 1 bt 1 c ⇒ f(t) 5 ? 4 ? t2 2 18t 2 36 ⇒
2 2
⇒ f(t) 5 2t2 2 18t 2 36 v (m/s)
Ponto máximo:
2b 218 18 9
t5 52 5 5 5 4,5 40
2a 2?2 4 2
v(t) 5 0 ⇒ a(t) 1 b 5 0 ⇒ 4t 2 18 5 0 ⇒ 4t 5 18 ⇒ t 5 4,5 t (s)
Portanto, depois de 4,5 s a partícula mudará de sentido. 0 8 28 36

72. 1a maneira:
Área da região retangular: A 5 36 ? 40 5 1 440
Temos três tipos de movimentos independentes.
1a parte: O automóvel mantém velocidade variável com acelera- Logo, S 5 1 440 m.
ção constante (MUV).
Dv 100 m/ s
73. a) a 5 5 5 5 m/s2
a 5 5 m/ s 2 Dt 20 s
v 5 0 b) 1a maneira:
0

Dt 5 8 s at 2 at 2
Sn 5 0 S 5 S0 1 v0t 1
2
⇒ S 2 S0 5 v0t 1
2

at 2 5 ? 82
S1 5 S0 1 v0t 1 5 0 1 0t 1 5 160 ⇒ S1 5 160 m at 2 5 ? 20 2
2 2 ⇒ DS 5 v0t 1 5 100 ? 20 1 5 2 000 1 1 000 5 3 000
2 2
v 5 v0 1 at ⇒ v1 5 0 1 5 ? 8 5 40 ⇒ v1 5 40 m/s
Logo, DS 5 3 000 m 5 3 km (comprimento mínimo da pista para
2a parte: O automóvel mantém velocidade constante (MU).
que o avião consiga decolar).
v 5 constante 5 v 1 5 40 m / s

Dt 5 20 s 2a maneira: (graficamente):
S0 5 0
 Dv v 2 100
a5 ⇒ 55 ⇒ v 5 200 m/s (velocidade após 20 s)
S2 5 S0 1 vt 5 0 1 40 ? 20 5 800 ⇒ S2 5 800 m Dt 20
3. a) x2 1 2x 2 3 5 (x2 1 2x) 2 3 5 (x2 1 2x 1 1) 2 1 2 3 5
Banco de imagens/Arquivo da editora

v (m/s)
5 (x 1 1)2 2 4
200
Logo, f(x) 5 (x 1 1)2 2 4.
5
100 b) 2x2 1 8x 2 5 5 2 (x 2 1 4x ) 2  5
 2 
5 13 
t (s) 5 2 (x 2 1 2 ? 2x 1 4) 2 4 2  5 2 (x 1 2)2 2 5
0  2   2 
20
2
5 2(x 1 2) 2 13
(B 1 b)a (200 1 100)20 Logo, f(x) 5 2(x 1 2)2 2 13.
Área 5 deslocamento 5 5 5
2 2
5 3 000 m 5 3 km 4. a) f(x) 5 (x 2 2)2 2 9
(x 2 2)2 2 9 5 0 ⇒ (x 2 2)2 5 9 ⇒ x 2 2 5 6 9 ⇒
Portanto, o valor da aceleração é de 5 m/s2 e o comprimento míni-
⇒ x 2 2 5 63
mo da pista é de 3 km.
x 2 2 5 23 ⇒ x 5 21 ou x 2 2 5 3 ⇒ x 5 5
Assim, os zeros da função são 21 e 5.
74. f(1) 5 2, f(2) 5 5, f(3) 5 10, f(4) 5 17, f(5) 5 26, …, f(n) 5 n2 1 1,
b) f(x) 5 2(x 1 1)2 1 4
f(n 1 1) 5 n2 1 2n 1 2, … 2(x 1 1)2 1 4 5 0 ⇒ 2(x 1 1)2 5 24 ⇒ (x 1 1)2 5 4 ⇒
2, 5, 10, 17, 26, …, n2 1 1, n2 1 2n 1 2, … ⇒ x 1 1 5 6 4 ⇒ x 1 1 5 62 ⇒ x 1 1 5 22 ⇒
Sequência formada pelas diferenças de termos consecutivos: 3, 5, ⇒ x 5 23 ou x 1 1 5 2 ⇒ x 5 1
7, 9, …, 2n 1 1, …, que é uma PA de razão 2. Assim, os zeros da função são 23 e 1.

5. Se, f(x) 5 a(x 2 m)2 1 k e a . 0, então o menor valor de


75. f(1) 5 0, f(3) 5 4, f(5) 5 16, f(7) 5 36, f(9) 5 64, f(11) 5 100, …, f(x) é k 5 f(m).
f(2n 2 1) 5 4n2 2 8n 1 4, f(2n 1 1) 5 4n2, … Portanto, para f(x) 5 2(x 2 1)2 1 10, o menor valor de f(x) para todo
0, 4, 16, 36, 64, 100, …, 4n2 2 8n 1 4, 4n2, … x [ R é 10. Isso ocorre para x 5 1.
Sequência formada pelas diferenças de termos consecutivos: 4, 12,
6. 23x2 2 x 1 1 5 0
20, 28, 36, …, 8n 2 4, …, que é uma PA de razão 8. a 5 23, b 5 21, c 5 1
b −1 1
m5 2 52 52
77. a) f(1) 5 1, f(4) 5 49, f(7) 5 169, f(10) 5 361, ..., 2a 2(−3) 6

( 61 ) 5 23(− 61 ) 2 (− 61 ) 1 1 5
f(3n 1 1) 5 36n2 1 12n 1 1, ... 2
k5 f −
1, 49, 169, 361, ..., 36n2 1 12n 1 1, ...
Sequência formada pelas diferenças de termos consecutivos: 1 1 1 1 21 1 2 1 12 13
5 23 ? 1 115 2 1 115 5
36 6 12 6 12 12
48, 120, 192, ... 72 n2
243 ...,que é uma PA de razão 72.
16,

( )
14
f (3n 1 1) 2 f (3n 2 2) 2
1 13
23x2 2 x 1 1 5 23 x 1 1 50
b) Razão da primeira PA: 3 (r 5 3) 6 12
Razão da última PA: 72 13
Logo, o maior valor (pois a , 0) de f(x) para todo x [ R é . Isso
a54 12
1
ocorre quando x 5 2 .
2ar2 5 2 ? 4 ? 32 5 72 (correto) 6
Realmente, se r 5 3 é a razão da primeira PA, 2ar2 5 72 é a razão
da última PA.

Exercícios adicionais
x 244
1. a) x2 2 2x 5 1 2 ?2
24 1 444 12 2 12 5 (x 2 1)2 2 1
? x 13
(x 2 1)2

x 244
b) x2 1 6x 2 16 5 1 1 22 9 2 9 2 16 5 (x 1 3)2 2 25
3x 13
? 44
(x 1 3)2

2. a) x2 1 10x 1 21 5 0 ⇒ 1
x 244
1 22
? 544 52 2 52 1 21 5 0 ⇒
x 13
( x 1 5)2

⇒ (x 1 5)2 2 25 1 21 5 0 ⇒ (x 1 5)2 2 4 5 0 ⇒

x 1 5 5 2 ⇒ x 5 23

⇒ (x 1 5)2 5 4 ⇒ x 1 5 5 62 ⇒  ou
x 1 5 5 22 ⇒ x 5 2 7

Zeros da função: 23 e 27.

b) x2 2 2x 2 3 5 0 ⇒ 1
x2
442 ?2
1 ?44 12 2 12 2 3 5 0 ⇒
x 13
( x 2 1)2

⇒ (x 2 1) 2 1 2 3 5 0 ⇒ (x 2 1)2 2 4 5 0 ⇒
2

x 2 1 5 2 ⇒ x 5 3

⇒ (x 2 1)2 5 4 ⇒ x 2 1 5 62 ⇒  ou
x 2 1 5 22 ⇒ x 5 2 1

Zeros da função: 3 e 21.
GABARITO DAS FUNÇÕES DO 2ºGRAU
© 2019 – Professor André Luiz
Todos os Direitos Reservados
© 2019 –Professor André Luiz
Gabaritos das Aplicações das Funções do 2º Grau

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Professor André Luiz

De modo geral, podemos dizer que sac fun~6es cujos 1) A parabola tem simetria em re-
graficos sac representados por parabolas. la~ao a um eixo vertical, que pas- xn+xm
sa pete seu vertice V(xv, Yv), cujas
X
v
= 2
coordenadas sac dadas por: ~
Porma geral b Ll
y= ax2+ bx+ c Xv = - (jeyv = - 4a
em que: a E IR,com a =I: 0, b E IR, C E IR 2) A parabola pode ter a concavidade (abertura) para baixo
ou para cima, dependendo do sinal do coeficiente 11.
Outras formas da
a >0 =? concavidade voltada para cima
fun.;ao quadratica a <0 =? concavidade voltada para baixo
1) Forma can6nica: y = a (x - XV)2 + Yv
sendo Xv e Yv as coordenadas do vertice.
2) Forma fatorada: y = a(x - x,) • (x - X2) Esboco do grafico de
sendo x, e X2 os zeros da fun~ao (f(x) = 0), quando
existirem. uma funcao quadratica
Sao necessarias pelo menDs quatro informa~6es a respei-
to da parabola:
A equar;ao de 29. grau 1) Determinar sua concavidade (a > 0 ou a < 0).
.e os zeros da funr;ao 2) As rafzes (x, e x2) da fun<;:ao,quando elas existirem.
3) 0 ponto (0, c) em que a parabola corta 0 eixo y.
[ flx)l~0 ] [ ax' +bx + c ~ 0 ] 4) As coordenadas do vertice (xv, Yv).
t Podemos ter seis esbo~os diferentes de graficos para uma
fun~ao quadratica:
As rafzesx, eX2 da F6rmula de Bhaskara
equa~ao sac os -b +.,JK
zeros da fun~ao. x= - eLl=b2-4ac
2a

Ll>O =? x, =l:x2
Ll = 0 =? x, = X2
Ll < 0 =? x, flIRex2 fllR

Soma das rafzes Produtos das raizes


b c
5=x, +X2 =--
a
p=x, 'X2 =-
a

o grafico de uma
funr;ao quadratic a
A curva que representa uma fun~ao quadr<ltica e deno-
minada parabola e apresenta algumas caracterfsticas ge-
rais muito particulares:
0> 0 => Yve 0 valor minima da fun~ao.
a < 0 => Yve 0 valor maximo da fun~ao.
y<O => ':fxEIR
y ;;;;.0 => nao existe x

Estudo do sinal
da funcao quadratica Determina~ao dos
Numa func;ao quadratica, a variac;ao do sinal depende es-
pecialmente do valor de Ll e do coe.ficiente 0: pontos de encontro de
1) 0> 0 uma reta e da parabola
a fun~ao e crescente no intervalo x> xv. Para encontrar as coordenadas desses pontos, basta igua-
lar as equa~6es associadas a essas curvas:
a fun~ao e decrescente no intervalo x < xv'
or
I .....
~ ;p~ra;A ;>'0..,.'
reta: y = mx + p
Igualando os y, temos:
mx + p = or
parabola: y =

+ bx + c => or
+ bx + c

+ (b :- m)x + (c - p)= 0
2
y> 0 => x<x, oux>x2 Resolvendo a equac;ao de 2 grau obtida, achamos no
maximo duas raizes (x, e x2) reais. Substituindo esses valo-
y< 0 => x, <x<x2 res na equa~ao da reta, obtemos as coordenadas dos pon- .
Y = 0 => x = x, ou x = x2 toscomuns.
J) Se x, * x2, ha dois pontos de intersec~ao:

y> 0 => xE lR,x*x, Casoemque


Y< 0 => mio existe x a reta e secante
y=O => x=x, a parabola.

I :' ;:', , paf~A:;;9~;.;;.''1


y>O => 'v'xEIR
y:s; 0 => nao existe x

2) 0<0
a func;ao e crescente no intervalo x < xv'
x x
a func;ao e decrescente no intervalo x > xv'
Areta e tangente it parabola. Areta e secante it parabola.

3) Se x, $ IRe x2 E IR,nao ha ponto de interseq:ao:


y
y< 0 => x<x, oux>x2
y> 0 => x, <X<X2
Y = 0 => x = x, ou x = x2

y<O => xEIR,x*x,


y> 0 => nao existe x
y= 0 => x=x, ConteUdo digital http://modernadlgltal.com.br
Simulador:.FunQtiEJs,
1. (UFF-RJ)A parabola abaixo representa 0 lucro mensaI L
a)Pelo:grafico, conciui-seque Opumero de pec;asque (em reais) obtido em fun<;:aodo numera de pec;asvendi-
. torna 0 lucr9 nulo (zeros da func;ao) e 100 ou 500. das de um certo produto.
bYPelogn3fico;os intervalos sac 0 < x < 100 ou x > 500:
cleA parabc:>latemvertice{300, 800le pa,ssaipel~ ponto
CO,--1.000l;log(): .. . . .
L =a{x __ XV)2 -!-' Lv"::::}
~ .::. 1.000,:= a{O - 30W + 800 :;:::}

a =-1.800= _.-L ...L = -{X-300l2-!-' 800


... ,...90.000 50 . .. 50 "

ParaL = 350, temos:

350 -- - x
2
+ 600x - 50.000 ::::}
50
::::} - x2 + qOOx - 67.500 =0

ResolVendoa equa<;:ao;temos x=150ou x= 450e,


portanto,devem servendidas150pec;:asou 450pec;:as:

Determine:
al A pqpulac;:aocrE~sceate y = Yv ,com Y k ((t). a) 0 numero de pec;asque torna 0 lucro nulo;
202 - 4· (-10)' 100 -4.400 b) o{s) valor{es) de x que torna{m) 0 lucro negativo;
Yv= 4' (-10) = -49 = 110
c) 0 numero de pe<;:as que devem ser vendidas para que
t = b. == -20
. .= 1 o lucra seja de R$350,00.
v 2a 2· ('-10)
'AP~rtir:doesbo<;:o do grMicoabaixo,podemos cOn-
2. (UFJF-MG) Um pesticida foi ministrado a uma popula-
..<-~Iuir,qu~ a pqpula<;:aode insetos cresc:edurante uma
<;:aode insetos para testar sua eficiencia. Ao proceder ao
s,emana.
contrale da varia<;:ao em func;ao do tempo, em semanas,
concluiu-se que 0 tamanho da popula<;:aoe dado par
f{t) = -lOr + 20t + 100.
a) Determine 0 intervale de tempo em que a populac;ao
de insetos ainda cresce.
b) Na ac;:aodo pesticida, existe algum momento em que
a popula<;:aode insetos e igual a populac;:aoinicial?
Quando?
b) A populac;aq inicial e 100 (pan·1.t = 0). ; c) Entre quais semanas a popula<;:aode insetos seria ex-
Daf,f{t) =100: -10t2 + 20t +100 = 100 ::::} terminada?
~i-l0t2 -+ 20t= 0 .. t = 0 ou t:=2
togo, a populac;:aode insetos s.eralgual ainidal quan~ 3. (UFPA)0 vertice da parabola y = ar + bx + ceo ponto
dot=; 2, ouseja, ao final da 2i1:semana. (- 2,3). Sabendo que 5 e a ordenada onde a curva corta
cl populac;:aoexterminada ::::} f(t) F o' . o eixo vertical, podemos afirmar que:
:. -lOt2 + 20t + 100 =o=>. d - 2t-l0 =0
11 = 4 - 4 • 1. (-10) = 44 ::::}'U == .f44 =; 2m a)
b)
a > 1, b < 1 e c < 4.
a > 2, b > 3 e c > 4.
t = -(2) ± 2m = 2± 2m
= 1±fTf
c) a< 1,b< 1 ec>4.
2·1 2·
"'".4,31ou t =1 - m
(nao conv~m). Logo, a popu- @a < 1, b > 1 e c > 4.
I~c;ao~e~iaexterminanda entre;a 4i1 e a:5i1 ~emflna, e) a < 1, b < 1 e c < 4.

4. (Unesp) 0 conjunto soluc;:ao da inequac;:ao


(x - 2f < 2x - 1, considerando como universe 0 con-
junto IR, esta definido por:
@)1 <x<5.
b) 3 <x< 5.
c) 2 <x<4.
d) 1 <x< 4.
e) 2 <x< 5.
5. (Unifesp) De um cartao retangular de base 14 cm e al-
tura 12 cm, deseja-se recortar um quadrado de lado x 'A p~~6~0Ia'te~ yertiCe(~2,3)e passa pelo. ponto (0, 5),
e um trapezio isosceles, conforme a figura, on de a parte
Temos:, ...,. ' .... . '. .. . .
hachurada sera retirada. y = a (x, = XV)2 '+ YvR 0[0,; 2)]2 +3= 40 + 3

:.0= l
2
Y =1[X~{~2)f+3=1(K+ 2)2+ 3,= ~+4x+19
2, ; , ,.; 2·' 2 .,

=> Y =0,5.F +2x 5. ,0== O,~;b = 2~c = 5

14cm

o valor de x em centimetros, para que a area total remo-


vida seja minima, e:
a) 3. e) 1,5.
b) 2. @pl.
6. (Fuvest-SP) Para cada numero real m, considere a fun-
c;ao quadrMica ((x) = Xl + mx + 2. Nessas condic;6es:
a) Determine, em func;ao de m, as coordenadas do ver-
tice da parabola de equac;ao y = ((x).
b) Determine os valores de m E IR para os quais a ima-
gem de {contem 0 conjunto {y E IR y:;:. i}. I
e) Determine 0 valor de m para 0 qual a imagem de {
I
e igual ao eonjunto {y E IR y :;:. 1} e, alem disso, {e
crescente no conjunto {x E IR x :;:. OJ. I
d) Eneontre, para a func;ao determinada pelo valor de m
do item (c) e para cada y :;:.2, 0 unico valor de x:;:' 0
tal que {(x) = y. :; ,
<tomoo> 0 e Irn(f} =
.8 - m2,
Yv=~ =>4-
" 2 , ..•.
Se f e crescenteipar~ x ~
m " , .'
Xv =, -"2 ~O 9 m :;:.0: T 2

d) I?ara'm."" 2,:f(x)'""y=Xl+ 2x +2 ~. 2.Da[:


X= (x+ly2+ 1 ~ ••±~y-l Lx+ 1
Cornox:;:.o, temos'x =i)y- 1- 1.
:: ~ ~ :

a) Areta y r= ax +b contein os

{ ~a~ ~ :
:b) ",5 rqfzes da,fun~ao ~ao;O
J3i~~I:'~fa 4

.p0l1to(J-'4, L24):iAksim:
'~=Q(XTX1)(X-X2) '-24=
Nessa figura, a reta r intercepta a parabola nos pontos
:f '0-24 :
(-4, - 24) e (2, 0). =f> 0= p=- ~a
, : ;24,; ,
a) Determine a equac;ao da reta r.
c) "ex) ±: yp~raboia-,.l'reta = +-Xl
b) Determine a equac;ao dessa parabola. ~f(x) =;= ~X2 + 2x+ 8
e) Seja f(x) a diferenc;a entre as ordenadas de pontes de Comoo!< 0, ft$m valor maximo
mesma abscissa x, nesta ordem: um sobre a parabola i-o. .. U....2)i . .
eo outro sobre a reta r. Determine x para que f(x) seja , Xv :1,20 = 2 ~(__~)r--l,j
a maiorpossivel. ":J .,-[,~. 't."::,:-
a) (x) :k 800 -HAOk -:'QOk;- x2";'~X1 + 2bx+ 8bo 8. (Unesp) Um onibus de 40 lugares transporta
mente turistas de um determinado
diaria-
hotel para um
Gonio a:<O, ftemyalor maximo (queoeorre'parafxv):}
passeio eeol6gico pel a cidade. Se todos os lugares es-
xv='1.~11) ~10 .;}10!ug~resi • • • •...• tao oeupados, 0 pre~o de cada passagem e
R$ 20,00.
Caso eontrario, para eada lugar vago sera aerescida a
=
b) )/max.F y~ -(xvf +koxv+ ~OO=-~10)2+ 20 'lp+t800' importancia de R$ 1,00 ao pre~o de eada passagem.
Xrnax'j='~OO. ..', .• .' i : ...• Assim, 0 faturamento da empresa de onlbus, em eada
port~nto,ofaturamento niaximoe deR$ 900;00. viagem, e dado pela fun~ao f(x) = (40 - x) • (20 + x),
t'--· on de x indica 0 numero de lugares vagos (0 < x < 40).
ell Are~ dafigura C: f(x) = (SOX -¥)x.~ f(x)\:=SOx ~ .x2.. Determine:
~e os pE:rfmetrpssaoi9u~is/~sarea~ da? figuras A,
a) quantos devem ser os lugares vagos no onibus, em
Ire ~ sap d~seritas da :me~ma' for"ma,' ouseN', s~ x~.
eada viagem, para que a empresa obtenha faturamen-
l,Ima'da~ dlmens6e~doiret&ng910 ~,suaareatflmbem
to maximo;
pode ser expressaclaJqrm~.sOx=x2. Asslm: .
b) qual eo faturamento maximo obtido em cada viagem.
~Ox- x2 = 400 ~X2 ~ sOx +:409 = o. •. .,
... x= 10 crn ou x =;: 40 cm '. . . : • ..••.. • ....
b) Como em (x) =50x - x2temo~ a> O,a areada figura 9. (Unifesp) As figuras A e B representam dois retfmgulos de
C e maxima (Amax.l para Ymax. = Yv. Oaf: ' perimetros iguais a 100 em, porem de areas diferentes,
iguais a 400 em2 e 600 em2, respeetivamente. A figura C
A. A 502-4' (- l) . 0
exibe um retangulo de dimens6es (50 - x) em e x em, de
Xmax. = =40= -40 . 4· (=1).
mesmo peri metro que os retangulos das figuras A e B.
.'. Amax. = 625 em2 '

a) Determine a lei, f(x), que expressa a area do retangu-


10 da figura C e exiba os valores de x que forneeem a
area do retangulo da figura A.
b) Determine a maior area possivel para um retangulo
nas condi~6es da figura C.

10. (Unesp) Considere um retangulo eujo perfmetro e


10 em
e on de x e a medida de um dos lados. Determine:
a) a area do retangulo em func;:ao de x;
b) o valor dex para 0 qual a area do retangulo seja maxima.

11. (Ufes) A temperatura de uma certa cidade num deter-


minado dia foi expressa por uma func;:ao quadratiea.
Sabendo que nesse dia a temperatura atingiu 0 valor de
20°C nos dois horarios, as 8 horas e as 18 horas, e que a
temperatura maxima desse dia foi de 30 °C, determine:
a) a expressao da temperatura em °C em fun~ao da hora
t desse dia, para 8 < t < 18;
b) os horarios desse dia, nos quais a temperatura atin-
giu 0 valor de 26,4 0(,
2x+ y+ Y+!:H=
(\cercado= x·y =;> A(x)
. -b , :20 12. (UFF-RJ) Um mura, com 6 metros de comprimento, sera
==
Xv=-.-'2a . ,2 '. (~1) aproveitado como PARTEde um dos lados do cercado re-
tangular que certo criador precisa construir. Para eomple-
=
Y 20:
~ x = 20", ~1 0 = 10
.
tar 0 contorno desse cercado 0 criador usara 34 metros
Portanto, as·dlmensoesdo
de cerca. Determine as dimens6es do cercado retangular
de maior area possivel que 0 criador pod era construir.
13. (Fuvest-SP) Num terreno, na forma de um triangulo ·';ii}'R'~r~s-e1itahdth:!S$~tria n~" y: '
t·:' I"".,--:k,,,.r""",'l.' __
~ ' ,"':; ".:1. _!
retangulo com catetos com medidas 20e 30 metros, '9 ul oreta ng u 16 nop la n Q
deseja-se construir uma casa retangular de dimens6es 'gart¢siaho c1e moci6 q~e os
x e y, como indicado na figura adiante. ~ateFps fiqu,em!sobre qs ei~
~6sK.e' Y,a$ex1trerp idCildes
~ahiipo,t~~ys~~a()!os ponL
"~osJ~O,,O)e(O, 30),'qudde~
1"") "','j,.':,:.,,, : ,; ; :.

t,erlllina~la reta!de ~quac;:ao


Y =aX+'b.!Daf, ternos: (20,0) X
...',.+- _.
-,'-,-;,L----.~".~,~,~~-.,,',c.-+"~L:-4·;~-'~,,~1~·~~--~"e;
o= a • 20 +, b e '30 a . 0 + b = b =30 a = -1,5
.i. y E-"C!l ,5X + 60 ': , •
·'·!?aralo pbntcb(y,ix}temes:,· '" .
1=,L~J+1o''k' y=g{3P,::;.X)6liY~ 20 '-::~ X
'" ,7:+'1L:;'32,;",·
20m
,b) Jilcasa:=X"Y!=> A (x), = fOxt-g;;(1 .f.Jiln\ax.Rara~=xV,
i : i ; I ; i _ ' ",j , .~ -' , __ - - j

I 20 ' , ' • 12' , '2"':


a) Exprima y em func;:ao de x. Jfv = .. 'i" ., ,,=15 ey= 20"",,=x,=;.2,0.":"';=·15:::;:,10f
b) Para que valores de x e de y a area ocupada pela casa 2H1tl'T' I .t 3
3
L+.i ::;'f
sera maxima?

14. (PUC-RJ) Qual a maior area possfvel de um terreno re-


tangular (medindo a metros por b metros), dado que
a + 2b = 120?
__ .J _. .-,"'! h:,;:,-,:iL , ,,_~,.~_,,'"
15. (Unifesp) A tabela mostra a distancia 5 em centfmetros
que uma bola percorre descendo por um plano inclina-
a+'2b '= 120 b a='12d,-~bJ 'i'
At L bab =120b - 2b?! ! '.. ""';'.!
do em t segundos.
'A~~io~~r~Cj.
· ' i ' a
~p ; V~!Qrb~~j m~,
1'202f.-. 4 ~(- 2) . or
cig,y,~IJ;2~e~,*2~~.il.
:, .ii'
A'£"'=
,mox.
\I·v=-~=
J • 4;a :. ; . '
f!-'(':'-2):
··.A'r=1800m6,
.' ,mox. " .'.;
, ».,-- ..,., .... ~

· ' , I.
's(O);=O:=:>'c±Oj ri !l!!
A distancia 5 e func;:ao de t dada pela expressao ,5(l)!==~2=f>A ±~==~2 ,(I)! i . J '.

5(t) = af + bt + c, onde a, b, c sac constantes. A distan- 5(2)'= 1i28 I=> .4at 20 = il2S . (11)., .' .....: ••••
cia 5 em centfmetros, quando t = 2,5 segundos, e igual a: iResolvEjnClo0 sistema forn;Jado p~las equac;:6es I ell,
:Obt~mosa,:::;:3;2ep=:O;t:ogO; 5(t) :::;:32t2. Assim:
a) 248. c) 208. e) 190.
.;5(2,5)..:;; 32' (2;5)2 b 32'6,25 i=. 200
b) 228. @200. '. ~ 'i
;t ! ' .' ! i
,~) 6~ai1do, a ~ 0, b fuhc;:a~tefn p~loh,enos Om kero. Oaf:
16. (UFJF-MG)Considere a func;:ao f: IR -- IR, .."'S";;:62.t-4;(~-2) ;1=6Y;;;bd ~~;O - '" , i.

f(x) = - 2;(1 + bx - 6, onde b E IR.


ilY .
a) Para quais valores de b E IR a func;:ao f admite pelo ;, ,i ..~f=oj Ie.
menos uma raiz real? V~'Y~o
b) Na figura a seguir esta representada uma parabo- :-:413 .. 4..[3' b
la, na qual A, B e C sac os pontos de intersec;:ao da
mesma com os eixos coordenados. Sabendo-se que :, b'~ =4$3' b~ ~44 '; , 00
a area do triangulo ABC, hachurado, e de 6 unidades, ;b) ~9te qu~ XA'eXBsa~ as rafz~sd~
i .. ~ : 1~_ ,'j
fUhc;:abf,
: ':
~.
Daf:
; . . ~'_. 1 I-

determine 0 unico valor de b, para que a func;:ao fte- : : ' (*B -!XA)(O -lycl! : . 12 ' ' :
nha como grafico essa parabola. : AAIJC:=: : 2, : :=6=> y- = XB~XA
"i' ; -h 211 ... L C
Ma~ Yc= f(P) =16. Oaf:;- ==XB - XA => XB:::;:
ii,,' ;..,.6: ' .. ,
,! ; : ! ! cI +-6! : , .
Alemd,sso1XA1XBra':::;:~'=>XA'xB =; 3
! 1 . • , ; • : 2; . : . , '
SLi!::1stituindO'xJipbl'(2!+'xAJemxA! ;)(B:= 3/'tem6~:"
· l("'l; )~" l ( ')2 j
(YA'!",+XA=3~XA+2xf\-a
i. ' ;;

=,O.! .

:
,i"')(1=~Q9XAF=-\3(qaqtQnyem,RO;isXA?W
~ss,m: fB
=' 2 -t,-XA'=2 +1= XB= ~ • ,
:; i • iYB ~ XA i .: ,-..b I . i
Not;equexv ={ ..:e xv== F' paf:! . .
0/8+ XAL'.,f
, .,-,,,
b:t..J~h,J~.,L"""k,i""'8·.
.. ~. 4. -,
1··,,.1,,.
,.=>l.v ..:l::··r< ':'Ii
'.... L ' ;, a... J""•.",," I ' • if:"
Sendo a a hipotenusa e bee os catetos de urn triailgulo remngulo, a
equayao:
1. (pDC) Sejarn S a soma e P 0 produto das raizes do polinornio do segund 2 2 2
02 x - b X - c = 0
grau X2 + ax + b = 0, com b negativo. Entao ~ e:
(A) possui urna raiz igua~ a -1 e outra entre 0 e 1.
. P
(B) nao possui raizes real~. .
(A) ~ (B) ~ (C) nao admite raizes raClOnalS.
a b (D) (-;) (E)~
ab (D) possui uma raiz igual.l .e ou~a.e~tre 0 e-1.
(E) possui apenas urna ralZ lrnagmana.
2. (CESGRANRlO) Se MeN sac raizes de Jt-- 6x + 10 = 0, determine ~ + ~.
10. Resolva em R a equay~o:
(x - 1) (1 + x) x = x(x - 1)
3. (PUC) A diferenya entre as raizes da equayao x2 + ax + (a _ 1) = 0
vale a?
e 1. Quanto
11. (PUC) A equayao x4 - 2b2 x2 + 1 = 0
(A) naotern soluyoes reais se -1 : b < 1.
4. (PUC)
2 Urna soluyao da equayao ax2 + bx + c = 0 e 0 dobro da outra. Entao: (B) sernpre tern apenas urna solu~ao real.
(A) 4b = 9c (D) b2 = 8ac
2
(B) 2b = 9ac (E) 9b2 = 2ac (C) tern apenas duas soluyoes reals ~e b > 1.
(C) 2b2= 9a (D) sernpre tern qua~o sol';1yoesr:a1s.
(E) tern quatro soluyao reals se b - 0
5. Dada a equayao x2 - x + 2 = 0, determine:
I) A soma dos quadrados das raizes. ~ d 2° au sac dois ntimeros positivos,
12. (IBMEC) As r~esde urna equataos 0a s~a dos quadrados dessas duas
II) A soma dos cubos das raizes.
cujo produto e 19ual a P (pfirm*). e ssa equayao pode ser expressa por:
e
raizes igual a s, podernos a ar que e
(A) x2 - sx + P = 0
6. (FGY) Sejam rn e n as raizes da equayao x2-4x+7=O . Encontre uma
(B) x2 - ( ~ s - 2p ) x + ~s + 2p = 0
equayao do segundo grau cujas raizes sao m+l e n+l.
(C) x2 + sx + P = 0
m n
(D) x2 - (~ s + 2p ) x + P = 0
7. (UFF) Para que a curva representativa da equayao y = px2 _ 4x + 2 (E) x2 - .[; • x+p ~ 0
tangencie 0 eixo dos x, 0 valor da constante p deve ser:
(A)-6 (B)-2 (C)0 (D)2 (E)6 . nder a questao abaixo.
13. (UERJ) Utilize os dados abalxo.pa~a resp° as posiyoes de dois tn6veis A
Durante urn experirnento, urn pesqmsa or ana tou
2
8. Urn trinomio ax + bx + c tern coeficientes a, bee reais mo nulos. Se A = b 2 _ e B, elaborando a tabela abaixo.
4ac, a condiyao para que esse trinornio seja iguaI ao quadrado de urn
binornio do 10 grau e: Tempo (t) Posigao em metros
em segundos A B
(A) A < 0 (B) A = 0 (C) Ll> 0
(D) a . A > 0 (E) a . Ll < 0 0 -5 15
1 0 0
2 5 -5
3 10 0
4 15 15
o movimento de A e unifonne e 0 de B e unifonnemente variado.
o grafico cartesiano que melhor representa a funC;aoR(x), -para x real, e:

A aceleraC;ao do movel Be, em m/s2, igual a: (B)


(A) 2,5 (B) 5,0 (C) 10,0 . (D) 12,5 . (A) R
R
--e
14. (UFF) 0 desenvolvimento do comerclO e 0 surgimento da burguesia
impulsionaram de forma expressivao progresso das ciencias. --e
.....---0
No campo da Matematica, destacou-sea figura de Leonard Euler (1707 -
1783) pelas importantes contribuic;oesque seus estudos forneceram a x
x
diversos temas. Esse grande matemMico gostava de ilustrar a aplicac;ao de
conhecimentos algebricos resolvendo problemas curiosos,urn dos quais (D)
(C) R
representa-se a seguir, convenientemente adaptado. R
"Duas camponesas levaram urn total de 100 ovos ao mercado. Embora urna
levasse mais ovos do que a outra, urna vez tudo vendi do, ambas receberam
a mesma quantia em dinheiro.
a
Em seguida, a primeira camponesa disse segunda:

- Se eu tivesse a mesma quantidade de ovos que tu, teria recebido 15 reais.


A segunda retrucou dizendo:
- Se fosse eu que tivesse vendido os ovos que trazias, eu teria conseguido
apenas 6 + 2/3 de reais".

Resolvendo 0 problema de Euler, pode-se afinnar que a diferenc;a entre a


quantidade de ovos que urna e outra trazia era:
16. Sejam as func;5es f: IR ~ IR e
X~y=x2+x-2
g:IR~IR
15. (ENEM) Urn boat() tern urn publico-alvo e alastra-se com determinada x~y=x-l
rapidez. Em geral, essa rapidez e diretamente proporcional ao nUmero de . . f(x)
pessoas desse publico que conhecem 0 boato e diretamente proporcional Esboce 0 gnifico que representa a func;ao defmlda por y= g(x) .
tambem ao numero de pessoas que nao 0 conhecem. Em outras palavras,
sendo R a rapidez de propagac;ao, P 0 publico-alvo e x 0 ntimero de pessoas
17 RJ) Em urna analise escalar, urn corpo em queda livre esrn suje!to a
que conhecem 0 boato, tem-se: R(x) = k.x.(p - x), onde k e uma constante
. :s foryas: 0 peso Pea resistencia do ar' que e diretamente proporclOnal
positiva caracteristica do boato.
ao uadrado da velocidade V. Assim, a resultante F d~s forc;as que atuam
q '. f - P - KV2 0 gratico a segurr representa F, em
sobre esse corpo e. - .
newtons, em func;ao de V, em bletros ?or segundo, quando urn certo corpo
e abandonado em queda livre. Detennme: . F(N)

A) peso desse corpo. . . 700


B) a maior velocidade por ele atinglda.
C) 0 valor numerico da constante k para esse
corpo.
18. (UFRJ) A figura abaixo e 0 gnifieo do trinomio do 2° grau. Determine
trinomio. y .···23. (FGY) Um nUmero real x e ehamado de ponto fixo de' uma funyao f:R ~ R
3 --- quando j(x)=x.Assinale a alternativa que representa 0 grafieo de uma
fun9iio que NAo possui ponto fixo.

19. (IBMEC) A funyao f: [0, 5] ~ R e defmida por f(x) == x2 - 6x + 8.


diferenya entre 0 valor maximo e 0 valor minimo desta funyao e:
(A)2 (B) 3 (C) 6 (D)8 (E) 9

20. Determine 0 ponto de maior ordenada, pertencente ao grafieo da fum;:ao


real defmida por f(x) == (2x - 1) (3 - x).

21. (UNIRIO) Observe a figura abaixo, onde estao representadas uma reta e a
parabola y == x2 - 1. Pergunta-se: Y

24. (UFF) 0 grafico da fun9iio real f definido por f (x), ==. ax2 + bx + c (a *- 0)
intereepta 0 eixo x no ponto (1, 0) e tem um maXlmo no ponto (2, 1).
Determine os valores de a, bee.

25. (UNIRIO)
Altura
A) Quais os pontos de interseq:ao da reta com a parabola? (m)
B) Qual a equayao da reta?

A figura aeima representa a trajetoria parab6liea de urn projetil,. disparado para


eima, a partir do solo, com uma eerta inelinayao. 0 valor aproxlmado da altura
maxima, em metros, atingida pelo projetil e:

Os pontos V e P sao comuns as funyoes f(x) == 2 fi x - 8 e g(x) == ax2 + bx + e,


representadas no grafieo aeima. Sendo V 0 vertiee da parabola de g(x), 0 valor
de g(-8) e igual a:
(A) 0 (B) 8 (C) 16 (D) 32 (E) 56
26. A figura abaixo mostra urn anteparo parab6lico que e representado p 31. Dma bola e lans:ada ao ar. Suponha que sua altura h, em metros, t segundos
- If3 . -r
funs:ao f(x) = -T x 2 + 2'13 x. apos 0 lans:amento, seja h == + 4t + 6. Determine:
f (x) A) 0 instante em que a bola atinge a sua altura maxima;
B) a altura maxima atingida pela bola;
C) quantos segundos depois do lans:amento ela toca 0 solo.

32. Sabe-se que 0 lucro total de uma empresa e dado pela formula L = R - C,
em que Leo lucro total, Rea receita total e Ceo custo total da produs:ao.
Nurna empresa que produziu x unidades, verificou-se que R(x) ==6 OOOx-
2
Y! e C(x) ==x - 2 OOOx.Nessas condiyoes, qual deve ser a produs:ao x para
que olucro da empresa seja maximo?
. 0 x
Y~a .bolinh~ ~e as:o e lans:ada da origem e segue uma trajetoria retilfnea. Ao 33. (UFRJ) Oscar arremessa uma bola de basquete cujo centro segue uma
mCldir n? vet"tIc.edo anteparo e refletida e a nova trajetoria e simetrica a inicial
em re1as:aoao elXOda parabola. ' trajetoria plana vertical de equas:ao y = _!x +! x +2 ,na
2 qual os valores
o valor do angulo de incidencia a corresponde a: 7 7
(A) 30° (B) 45° (C) 60° (D) 75°

27. (pDC) 0 nfunero de pontos de intersecs:ao das dnas parabolas y = x2 e


y==2x2-1 e: ,
(A) 0 (B) 1 (C)2 (D)3 (E)4

28. (FUVEST) Para que a parabola y ==2x2 + lUX + 5 nao intercepte a reta y =
3, devemos ter
(A) -4 < m < 4 (B) m < -3 ou m > 4 (C) m> 5 ou m < -5 Oscar acerta 0 arremesso, e 0 centro da bola passa pelo ce 0 da cesta, que esta
(D)m==-50um=5 (E) m=t 0 a 3m de altura. Determine a distancia do centro da cesta ao eixo y.

29. (UFRJ) Determine 0 comprimento do segmento cujas extremidades sao os 34. (UFF) 0 custo, em reais, de fabricas:ao de x peyas, em determinada fabrica
• 2
pontos de intersecs:ao da reta y==x + 1com parabolas y==x2• e C(x) ==lUX + nx + p. Sabe-se que:
1) Se nenhurna peya for produzida, 0 custo fixo e de 80 reais.
30. Considere 0 polinomio definido por p(x) ==x2 - 746x - 981. II) Se forem produzidas 30 pes:as, 0 custo e de 50 reais.
Pode-se conduir que: III) Se forem produzidas 50 pes:as, 0 custo e de 130 reais.
(A) p(1) ==p(981) Determine:
(B) p(749) ==p(981) A) 0 niunero de pes:as que se devem produzir para que 0 custo seja 0 menor
possivel;
(C) p(740) ==p(752)
B) 0 custo minimo.
(D) 1'(100) = p(800)
(E) p(370) ==p(376)
35. (VERJ) No interior de uma floresta, foi encontrada urna area em forma.d 38. (UNIFICADO) Uma particula se move sobre 0 eixo das abscissas, de modo
retangulo, de 2 Ian de largura por 5 Ian de comprimento, completamen que sua velocidade no instante t segundos e v = f metros por segundo. A
desmatada. Os ecologistas comeyaram imediatamente 0 replantio, com . ace1era'fao dessa particula no instante t = 2 segundos e, em metros por
intento de restaurar toda a area em 5 anos. Ao mesmo tempo, madeire' segundo quadrado, igual a:
clandestinas continuavam 0 desmatamento, de modo que, a cada ano, a ax (A) 1 (B) 2 (C)3 (D) 4 (E) 6
retangular desmatada era transformada em outra area tambem retangular
Veja as figuras: 39. (UFRJ) Um aviao tem combustivel para voar durante 4 horas. Na presen'fa
1- -- -- ------- ~ -- --------- -- ---,
de uin vento com velocidade v kmIh na dire'fao e sentido do movimento, a
; AREA DE REPLANTIO i velocidade do aviao e de (300 + v) kmIh. Se 0 aviao se desloca em sentido
contrario ao do vento, sua ve10cidade e.de (300- v) kmIh.
Suponha que 0 aviao se afaste a urna distancia d do aeroporto e retome ao
ponto de partida, consumindo todo 0 combustivel, e que durante todo 0
trajeto a velocidade do vento e constante e tern a mesma direyao que a do
movimento do aviao.
A largura (h) diminuia com 0 replantio e 0 comprimento (b) aurnentava devido A) Determine d como fun<;:aode V.
aos novos desmatamentos. Admita que essas modificayoes foram observadas e B) Determine para que valor de v a distancia d e maxima.

representadas atraves das funyoes: h(t) = - ~ t + 2 e bet) = 5t + 5 (t = tempo em 40. (PUC) Um baIao est:! no solo a 10m de urn homem. 0 homem comeya a
5
anos; h = largura em Ian e b == comprimento em Ian). andar em direyao ao balao com velocidade de 2 mls no exato instante em
A) Determine a expressao da area A do retangulo desmatado, em funyao do que 0 balao come<;:aa subir com velocidade de 1 mls. A menor distancia
tempo t (0 ::;t ::;5), e represente A(t) no plano cartesiano. entre 0 homem e 0 balao sera de:
B) Calcule a area maxima desmatada e 0 tempo gasto para este desmatamento, (A) .J1Om (B) Mm (C) .Jl2m (D) .Jl8m (E) ..fiOm
ap6s 0 inicio do replantio.
41. (FUVEST) 0 valor, em reais, de uma pedra semipreciosa e sempre
36. (IBEMEC) Uma revendedora de carros novos tem urn lucro de R$ nurnericamente igual ao quadrado de sua massa, em gramas. Infelizmente
1.800,00, na venda de cada unidade do mode10 a, se for vendido ate 0 urna dessas pedras, de 8 gramas, caiu e se partiu em dois peda'fos. 0
maximo de 20 uriidades por meso A partir dai, 0 1ucro decresce, R$ 50,00 prejuizo foi 0 maior possive!. Em rela'fao ao valor original, 0 prejuizo foi
por unidade que ultrapasse 20 veiculos. de:
Assim, podemos apresentar: (A) 92% (B) 80% (C) 50% (D) 20% (E) 18%

nmnero total de 42. (UERJ) Urn barco percorre seu trajeto de descida de urn rio, a favor da
unidades = 20 + x correnteza, com a velocidade de 2m/s em relayao it agua. Na subida, contra
a correnteza, retomando ao ponto de partida, sua velocidade e de 8m/s,
o nlimero de unidades que deve ser vendido, por mes, para que 0 lucro tamb6m em relayao it agua.
dessa, revendedora, na venda desse modelo a, seja maximo e: Considere que:
- 0 barco navegue sempre em linha reta e na direylio da correnteza;
(A) 24 (B) 26 (C) 28 (D) 36
- a ve10cidade da correnteza seja sempre constante;
37. (FGY) Sejam a e b nfuneros tais que 4a + b = 90. Determine 0 valor _ a soma dos tempos de descida e de subida do barco seja igual a 10 min.
maximo do produto ab.
Assim, a maior distancia, em metros, que 0 barco pode percorrer, neste 46. (UNIRIO) Em urna fabrica, 0 custo de produs;ao de x produtos e dado por
intervalo de tempo, e igual a: c(x) :::_x2 + 22x + 1. Sabendo-se que cada produto e vendido por R$ 10,00, 0
(A) 1250 (B) 1500 (C) 1700 (D) 1000 nllinero de produtos que devem ser vendidos para se ter urn lucro de R$
44,00 e:
43. (UFF) Urn quadrado deve ser construido sobre a hipotenusa a de U111
(A) 3 (B) 10 (C) 12 (D) 13 (E) 15
triangulo retangulo de catetos bee, conforme representado na figura.
47. (FGV) Dois atletas correm, com velocidades constantes, iguais a 8km/h e a
6km/h, ao longo de duas pistas perpendiculares . As 7 horas, ambos estao a
2 kmdo ponto de encontro das pistas, indo em direyao a ele, conforme
indica a figura.

Sabendo que b + c::: 10cm, determine a, bee, para que a area desse
quadrado seja minima.

44. (UFRJ) Dois corpos A e B deslocam-se do ponto (7,10) para 0 ponto (3,2)
mantendo-se sempre, a cada instante, em urna mesma vertical. 0 corpo A
desloca-se sobre a parabola de equayao y::: x2 - 8x + 17; a trajetoria de Jl e (A) A que horas a distancia (em linha reta) entre os corredores e minima?
urnareta. (B) Neste instante, a que distilncia cada urn esta do ponto de encontro das
y
pistas?

48. (UNIFICADO) Uma loja esta fazendo urna promoyao na venda de balas:
"Compre x balas e ganhe x% de desconto". A promoyao e valida para
compras de ate 60 balas, caso em que e concedido 0 desconto maximo de
60%. Alfredo, Beatriz, Carlos e Daniel compraram 10, 15, 30 e 45 balas,
respectivamente. Qual deles poderia ter comprado mais balas e gasto a
3 x 7 x mesma quantia, se empregasse melbor seus conhecimentos de Matematica?
A) Mostre que a equayao da trajetoria de Bey::: 2x - 4.
B) Seja f(x) a funyao que determina a distilncia entre os corpos A e B para 49. (UFRJ) Urn grupo de 40 moradores de urna cidade decidiu decorar urna
cada x, 3 < x < 7. Determine x para que a distancia seja maxima. more de Natal gigante. Ficou combinado que cada urn ted urn nllineron
de 1 a 40 e que os enfeites serao colocados na more durante os 40 dias que
45. Uma excursao promovida por urna escola custara R$ 150000 a carla precedem 0 Natal da seguinte forma: 0 morador nllinero I colocani 1
enfeite por dia a partir do 10 dia; 0 morador nllinero 2 colocara 2 enfeites
estudante, se viajarem 150 estudantes; contudo 0 custo por ~essoa sera
reduzido em R$ 5,00 por cada estudante que exceda os 150. Calcule 0 por dia a partir do 2 dia e assim sucessivamente (0 morador nfunero n
0

nllinero de alunos que deve viajar para que a escola receba a maior renda colocara n enfeites por dia a partir do n-esimo dia).
bruta. A) quantos enfeites ted colocado aa final dos 40 dias a marador nfunero
13?
B) A Sra. X tera coloeado, ao final dos 40 dias, urn total de m enfeites. 53. Uma chapa mernlica tern a forma de urn setor circularde raio R e angulo e
Sabendo que nenhurn morador eolocara mais enfeites do que a Sra . .x; radianos. 0 perimetro da chapa e 40 cm. 2
determine m. A) Prove que a area da chapa em fun9ao do raio ReS = 20R - R .
B) e
Calcule R e de modo que a area da chapa seja maxima.
50. Considere a fun9ao f de domfnio [a, <Xl[ e contradominio IRt. tal que
f(x) = Xl - 2x + 1. 54. Em urn laborat6rio foram feitas tres medi90es de uma mesm.a grandeza x e
Determine: os valores encontrados foram Xl = 5,2, X2= 5,7, X3 = 5,3.
A) 0 menor valor de a de modo que f seja injetora. Resolveu-se adotar para x 0 valor que minimizasse a soma dos quadrados
B) A senten9a que define II: IR+ ~ [a, <Xl[. xi
dos erros, isto e, 0 valor x tal que (Xl - X)2 + (Xl - xi
+ (X3- fosse
minimo.
51. Deseja-se construir urna janela com a forma de urn retangulo encimado por Tal valor 6:
Ulna semi-circunferencia de raio x como indica a figura. (A) 5,3 (B) 5,4 (C) 5,5 (D) 5,6 (E) 5,7

55. (UERJ) A foto abaixo mostra Uln tUnel cuja entrada forma urn arco
parab6lico com base AB=8m e altura central OC=5,6m.

Sabendo que 0 perimetro dajanela deve ser igual a 4 m:


A) Expresse a area da janela em fun9ao de x.
B) Eneontre 0 valor de x para 0 qual a area da janela e a maior possivel.

52. (UFRJ) Um fabrieante esrn lanyando a serie de mesas " Super 4 ". Os Observe, na foto, urn sistema de coordenadas cartesianas ortogonai~, cujo
tampos das mesas dessa serie san retangulares e tern 4 metros de perimetro. eixo horizontal Ox e tangente ao solo e 0 vertical Oy representa 0 elXOde
A f6rmica usada para revestir 0 tampa custa R$lO,OO por metro quadrado. simetria da parabola. Ao entrar no tUnel, urn caminhao com altura AP igual
Cada metro de ripa usada para revestir as cabeceiras custa R$25,OO e as a 2,45 m, como ilustrado a seguir, toca sua extremidade P em um
ripas para as outras duas laterais custam R$30,OO por metro. . determinado ponto do areo parab61ico.
2
/ R$ 10,OO/m

/7/
R$ 30,O~ R$ 25,OO/m

A) Determine 0 gasto do fabricante para revestir uma mesa dessa serie com
cabeeeira de medida x.
B) Determine as dimens5es da mesa da serie "Super 4" para a qual 0 gasto
com revestimento e 0 maior possivel.
RESPOSTAS

C 13) C
56.(UERJ) As trajetorias A e B de duas particulas lan9adas em urn-plano 3 14) C
vertical xoy estao representadas abaixo. -11

B
5
1 ou 3

1)- 3
15)+Y
16)
20) -
8
21) A)( -1,0) e (2,3)
8) x-y + 1 = 0
II) - 5 22) E
2 23) B
6) x -18x+12 =Q 17) ,)70' N '
24) a = -1
7) D b) 10 m/s b=4,
8) B e) K= 7 c= -3
9) D
10) {O, 1} x2 4x 5
18) y=--+-+-
11) A 3 3 3
12) D 19) E

39. b) y=-£+l
A)
25. D 51 ..
(90.000 - v2)
1
Suas equa90es sao, respectivamente, y=--x 2 1
+3xe y=--x 2
+xnas
26.
27.
A
C
d 150 a) S=4x{7r;4)~
28. A b) Zero
2 2 40. E 4
quais x e y estao em uma mesma unidade u. Essas partfculas atingem, em 29. J10 41. C b) x=--m
Jr+4
urn mesmo instante t, 0 ponto mais alto de suas trajetorias. A distancia , 30. E 42. B
entre as partfculas, nesse instante t,na mesma unidade u, equivale a: 31. A)2 seg. 52. a) 120 + 10x-10~
43. a = 5.J2em
B) 10m b)x= 0,5 m
(A).j6 (B).J8 (C)JW (D)J20 b=c=5em
C) ""5,1 seg. 44.
32. 2.000 unidades 53.
A) DEMO a) DEMO
57. (pDC) Qual a maior area possivel de urn terreno retangular (medindo a 33.7 m
B) X = 5 b) R = 10 em e
metros por b metros), dado que a + 2b = 120? 34. a) 20 pe~as
b) R$ 40,00
35. a) A(t) =
45. 225
46. E e= 2 Rad.
47 .. 54. B
_2t2 + 8t +10 a) 7h 16min. 48s. 55. 3 m
2
b) 18km , 2 anos b) 240 m e 320 m 56. D
2
36. C 48. Daniel 57. 1800 m
37. 506,25 49. a) 364
38. D b) 420
50. a) a = 1
unesp) Encontrar a fun~ao quadratica cujo grafico {j; CalcuJe 0 valor de m, com m e:'R., de modo que 0 valor
..... : ~ssa pelospo,ntos PlO, 1), P2( -I, -2) e P3( -2, 7). minimo da func;;ao I(x) = xr~mx -:-m-6 .sl;!ja-9.·
'';;''~'" .
~t~.;'
'

0 grMico da fun~ao I(x) = ax2 + bx + c e: ~,,9wSabe-se


4i!~,
que, sob certo angulo de tira, a altura h atingida
por uma bala,em metros, em func;;ao do tempo t, em Se-
gundos, e dada por h(t) = -20t2 + 200t. Qual e a altura
maxima atingida pela bala? Em quanto tempo, ap6s 0
tira, a bala atinge a altura maxima?
Urn arquiteto dividiu urn terreno em lotes retangulares
de tamanhos diferentes, porem todos com 0 mesmo
perimetro de 80 m. Qual e a maior area que urn desses
lotes pode ter?
Urn triangulo ABC, retangulo em A, possui os catetos AB
a) Determine as valores de G, bee.
e AC medindo respectivamente 4 cm e 8 cm. Urn reUin-
b) Calcule 1(4).
gulo ADEF e inscrito nesse triangulo, de modo que os
Para que valores reais de m a func;;ao pontos D, E e F pertenc;;am respectivamente aos lados
l(;x) = mx2+ 3x + 1 possui duas raizes reais edistintas? AC, CB e AB. Calcule a area maxima que pode ter esse
retangulo.
Para que valores reais de m a func;;ao
rex) = x2 + mx + m ~ 1 admite duas raizes reais e iguais? B
1""".,
Para que val ores reais de m a func;;ao
rex) = (m - 2)x2 + 2mx + m + 3 nao ad mite raizes reais?
'1 ,,'~
""~
,~
F '.E
o grMico da func;;ao I(x) = kx2 - (2k + 4)x + k + 4, com 4em
'''''''''',
""·c.,",

k E IR, intercepta 0 eixo das abscissas em dois pontos ""-"""'",",

distintos. Determine os possiveis valores de k. 1 A b,. _ D---···----··:,:~::~~!, C


o grafico da fUOl;;aorex) + X + 2k - 3, com k E IR,
= x2
nao intercepta 0 eixo das abscissas. Determine os pos- ------ 8 em ------
siveis valores de k. Sugestoes: Fac;;a EF = x; pela semelhanc;;a entre os
Determine, algebricamente, os pont os comuns aos gnl- triangulos ABC e CDE, determine, em func;;ao de x, a
ficos das func;;oes y = x2 - 3x e y = -2x e, a seguir, es- medida do lado DE; calcule a area S do retangulo, em
boce esses grMicos e marque as coordenadas dos pon- func;;ao dex.
tos comuns.
~~i:
Em uma
-'~~,$i
fazenda, urn trabalhador deve construir urn ga-
Para que valor real de k a reta de equac;;ao y = k tern linheiro de forma retangular. Dispondo apenas de 30 m
urn (mico pontocomum com a parabola de equac;;ao de tela, ele decidiu aproveitar urn velho muro como
y = x2 + 2x? uma das laterais do galinheiro (conforme tigura). Qual
sera a area maxima desse cercado, sabendo-se que 0
Obtenha 0 conjunto imagem da func;;ao r: [0, 4[ -> IRtal
muro tern extensao suticiente para ser lateral de qual-
que rex) = x2 - 2x - 3.
quer galinheiro construido com essa tela?
Sendo 0 conjunto A = [0, +oo[ e a func;;ao r: A -> IRtal que
rex) = - x2 + 4x, qual e 0 conjunto imagem de f?
(pUCjCampinas-SP) Uma
bola e largada do alto de
urn edificio e cai em direc;;ao
ao solo. Sua altura h em re-
la~ao ao solo, t segundos
ap6s 0 lanc;;amento, e dada
pela expressao:
h = -25t2 + 625
Ap6s quantos segundos do
o custo diario da praduc;;ao de uma industria de aparelhos
de telefone e dado pel a func;;ao C(x) = x2 - 86x + 2.500,
lanc;;amento a bola ~tingira em que C(x) e 0 custoem d61ares ex eo numero de uni-
o solo? dades fabricadas. Quantos aparelhos devem ser produ-
a) 2,5 c) 7 zidos diariamente para que 0 custo seja minimo?
b)5 d) 10
(FGV-SP) Para uma determinada viagem, foi freta-
do urn aviao com 200 lugares. Cada pessoa deve pagar
-$
Determine 0 valor maximo (minimo) eo ponto de maxi-
mo (minimo) de cada uma das func;;oes: R$ 300,00 mais uma taxa de R$ 6,00 por lugar que ticar
a)y = 2x2 - 12x + 10 e)y = 3x2 vago.
a) Qual a receita arrecadada, se comparecerem 150
b)y = -x + 4x + 5 f) y = x2 - 2x + 4
2
pessoas .para a viagem?
2
c) y = x - 9 g) y = -x2 + 3x - 5 b) Qual a maxima ieceita que pode ser arrecadada nas
d)y = -x + 16
2 h)y = -x2 condic;;oes do problema?
Determine m, com m E IR,de modo que 0 valor maximo (Faap-SP) Divida 0 numero 180 em duas partes de modo
da fun-;;ao rex) = -x2 + 4x + m seja 1. que 0 seu produto seja maximo.
RESPOSTAS
C.5 y = 6x2 + 9x + 1
C.6 a) a = 1, b = - 2 e c = 2 b) F( 4) = 10
9
C.7 "1m, com mE IRI m < 4" em =1= 0 C.8 m = 2

C.9 "1m, com mE IR 1m> 6 C.10 "Ik, com k E IR*


13
C.11 "Ik, com k E IRIk >8
C.12 Os pontos comuns aos grMicos sao (0, 0) e (1, -2).
y

C.13 k = -1 C.14Im(f) = {y E IR I -4 ~ y < 5}


C.15 1m(f) = {y E IR I y,,;;; 4} C.16 b

C.17 a) 0 minimo da funl,;ao e -8, eo ponto de minimo e 3.


b) 0 maximo da funl,;ao e 9, e 0 ponto de maximo e 2.
c) 0 minimo da funl,;ao e -9, e 0 ponto .de minimo e O.
d) 0 maximo da func;:ao e 16, eo ponto de maximo e O.
e) 0 minimo da funl,;ao e 0, e 0 ponto de minimo e O.
f) 0 minima da funl,;ao e 3, e 0 ponto de minima e 1.
g) 0 maximo da func;:ao e - ~ ' e 0 ponto de maximo
, 3
e2"'
h) 0 maximo da funl,;ao e 0, e 0 ponto de maximo e O.
C.18m = -3 C.19m = -6oum =2
C.20 A altura maxima atingida pela bala e de 500 m; a bala
atinge a altura maxima em 5 s.
C.21 400 m2 C.22 A area maxima e 8 cm 2
• C.23112,5 m2
C.2443 C.25 a) R$ 90.000,00 b) R$ 93.750,00 C.26 90 e 90
€ Discuta a variacao de sinal de cada uma das funcoes: € Para que valores
f(x) = -em +
de m, com m E IR,a funcao
l)x2+ 2mx - m - 1 e negativa para qual-
1
d)y = -3x2 + 2x - 3 quer x, com x E IR?

b)f(x) = -x2 + 5x - 6 e) f(x) = 5x2 - X +1 € Determine 0 dominio da funcao: {(x) = Jx2 - 4x


1 x2 4
c)y = x2 - X + "4 f) ((x) = -3 +x - 3 € onde
(FGV-SP) Para que a funcao real
x e k sao reais, seja definida para qualquer valor
{(x) = Jx2 - 6x + k,

o custo C da construcao de urn predio de 31 apar- __ de x, k devera ser urn numero tal que:
tamentos foi 600 mil d6lares. 0 construtor espera que a a)k:s;5 b)k=9 c)k=5 d)k:s;9 e)k;;;.9
receita R, em milliares de d6lares, apurada pela venda
dos apartamentos cresca de acordo com a funcao
R = -x2 + 62x, em que x e 0 numero de apartamentos
€ 0 atual saldo bancario de urn cliente e R$ 2.000,00.
lniciando a contagem do tempo a partir desse instante
it'
vendidos. 0 lucro Lea diferenca entre a receita Reo (portanto associamos 0 valor zero a esse instante), a
custo C da obra, isto e, L = - x2 + 62x - 600. cada dia, num periodo de 30 dias, a conta desse cliente
a) 0 grMico da funCao L L recebera, em reais, urn credito de lOOt e urn debito de
e formado por pon- IOt2, sendo que t representa 0 tempo em dias.
tos isolados da para- a) De 0 saldo S desse cliente em funcao do tempo t, nes-
bola ao lado (nao e se periodo.
toda a parabola, por- b) Daqui a quantos dias 0 saldo desse cliente atingira 0
que a variavel x assu- malor valor, nesse periodo?
me apenas valores c) Para que valores de t 0 saldo S e positivo?
naturais, sendo d) Considerando a ordem crescente, qual e 0 primeiro
o :s; x :s; 31). Determi- valor de t em que S < O?
ne as abscissas Xl e X2
e a ordenada k dos
(9: a)Resolva em IRas inequacoes:
(-x + 3x - 5)(8x - 40) > 0
2
pontos comuns ao b)x(x2 - 6x + 8) > 0
grMico e aos eixos
c) -x(x2 + x) > 0
coordenados. d)(x2 - 6x + 9)(-x2 + 2x - 1)·~ 0
b) De acordo com 0 grafico do item a, qual e 0 menor
e) (x2 - 4)(2x + 1) 1= 0
numero de apartamentos que devem ser vendidos

<
para que 0 lucro passe a ser positivo?
c)FJ~i>~j~id~ vendifjos t()(}OSOS apartamentos, qual
€ (Fuvest-SP) 0 conjunto soluCao de
(-x2 + 7x - 15)(x2 + 1) < 0 e:
'N\ ·.i.~eraap()~centagem delucrosobre 0 custo da obra?
a)0 b) [3, 5] c)1R d)[-I,I] e)lR+
€ Resolva em IRas inequacoes do 2!? grau:
€ Que valores reals x satisfazem a inequacao
2x2 6 (2x - 3)5(X -1)4(x2 - 4) > O?
g) --5- + x - "5 < 0
Observa~o: A variaCao de sinal da expressao (2x - 3)5
b)'-x2 - 2x + 8 ;a. 0
e a mesma da base da potencia, pois 0 expoente e im-
par. A expressao (x - lye sempre positiva ou nula,
c)3r..,.. 2x< 0 i) x2<x
.x2 3x x2 x
a pois 0 expoente e par.
(Fuvest-SP) De x4
a)O<x< 1
-

c)-1 <x<O
x3 < 0 pode-se concluir que:
-Iou
))3-2>6-3-2 e)x< x> 1
b)1<x<2 d)-2<x<-I·
4 x2-1
e) -Jx2 + 4x - 3"" ;a.0 k) 7 Sugesm.o:Fatore 0 polinomio x4 - x3•

f)2x2+5x+l<O 6 Resolva enilR as inequacoes:


2 4
a) x -4x +5 > 0 c) 1 + x :s;
(4; (Fuvest-SP) Considere a parabola de equacao 2x- 6 x 2x- 3
y = r + 1l1x + 4m.
a) Ache a intersecCao da parabola com 0 eixo Ox, quan- b) (2x - 3)(x2 + 9x) < 0 d)-<x
1
dom = -2. x2+2x+l x
b) Determine 0 conjunto dos valores de m para os quais
a parabola nao intercepta 0 eixo Ox.
6 (UFRS) Considerando as funcoes

E; (Cesgranrio) 0 conjunto dos valores reais de p para os


((x) = x - 3e g(x) = :x ~ 2 ' para que valores reais de

> g(x)?
quais a inequacao r + 2x + p > 10 e verdadeira para x tem-se f(x)
qualquer x pertencente a IR e dado por:
aJ p >-9 c)p >11 e) n.d.a.
S<y' RibeiraORret~P) Determine 0 dominio da funcao

b)p <11 d)p < -9 ?'L~F+~'


,i'(~Jf)
Respostas dos exerclclos complementares
C.1 a) 4 5

~
b) 2 3
~

C.2 a) XI = 12, X2 = 50 e k = -600 b) 13


c) Sera aproximadamente de 60,17%.
C.3 a) S = {x E IR t x ~ 2 au x ;;;;.5}
b)S= {XEIRI-4~x~2}

c) S = {x E IR 0I < x < ;}

d)S={XElRlx* ~}

e)S= g}
f) S = {x E IRI -5 -4 JTf x
< < -5 +4JTf }

g)S= IR
h)S = {x E IR -3 I < x < 3}
i) S = {x E IR 0 I < x < I}
j) S = {x E IR I x < 3 au x> 4}

k) S = {x E IR I ~I < x < 6}
C.4 a) (4, 0) e (-2,0) b) {m E IR 10 < m < 16}
C.5 c C.6 "1m, com mE IR 1m> -2"I
C.7 O(f) = {x E IR Ix""" 0 au x;;;;. 4} C.8 e
C.g a) S = 2.000 + lOOt - IOt , com 0 ~ t ~ 30 2

b)5 dias
c) 0 < t < 20
d)t = 21
C.10a)S= {xEIRlx<5}
b)S= {xEIRI0<x<2oux>4}
c)S= {XEIRlx< -I}
d)S = {I, 3}

e) S = {x E IR I x * - 2 e x * - ~ e x * 2}
C.11c C.12S={XEIRI-l-2<X<~ oux>2ex*1}

C.13 a
C.14a)S= {XEIRlx>3}

b)S=[XEIRlx< -90uO<x< ~ ~

c) S = {x E IR I- ~ .s:;x < Oou ~ < x.s:; 3}


d)S= {xEIRI-l <x<Ooux> I}
C.15 'r/x, com x E IR I 0 < x < 2 ou x> 5}
C.16 DCt) = {x E IR I x.s:; 0 ou x;;;. 6}
(U. Sao Francisco-SP) Considere a fi.m<;;aode IR em IR A (Cefet-BA)Na figura, esta represent ado 0 grafico da fun-
dada P9r ((x) = XZ - 8x + 10.Nessa fun<;;ao,se (0c) = - 6, <;;ao((x) = 4 - XZ. A medida da area do retangulo color i-
entao x e divisor de: do e, em unidades de area:
a) 12 d) 34 a) 6
b) 18 e) 37 b)4
c) 27 c) 3
d) 12
x(1 - x) e) 9
(UFBA)A fun<;;ao((x) = ~x
4
para todo x pertencente a:

a) o[- i~
,=[ d) J-oo, ~ J
A (Vunesp) 0 grafico da fun<;;aoquadratic a definida por
b) J- 21, =[ y = XZ - mx + (m - 1), onde mE IR, tern urn (inico pon-
to em comumcom 0 eixo das abscissas. Entao, 0 valor
dey que essa fun<;;aoassocia ax = 2 e:
c) [ - ~ , oo[ a) -2 b) -1 c) 0 d) 1 e) 2

(UFAL)Urn motorista, a uma velocidade v, com v > 0, A Para que a parabola y = XZ + 2x + m nao intercepte. a
avista urn obstaculo e faz 0 carro parar 0 mais rapido reta y = 4, devemos ter: ,
posslve!. Nesse intervalo de tempo 0 carro percorre uma ~m>5 ~m<6
v b~m < 5 e) m > -1
distancia d. A f6rmulad = I O + 2~20 fornece d (em
c) m > 6
metros) em fun<;;aode v (em quil6metros horarios).
A (U. E. Londrina-PR) Seja ( a fun<;;aode
Nessa formula, se d = 50 m, tem-se v igual a:
a) 50 km/h
por ((x) =
-
x-I, se x ",;;;- 1
- x2 + 1, se -1 < x < 1
IR em IR, definida

b) 75 km/h
c) 100 km/h
d) 125 km/h o
x-I,
1 se x ;a, 1
conjunto imagem de ( e 0 intervalo:
e) 150 km/h
a) ]-00, -1] d) [1, +=[
(UFAL)Em qual dos graficos seguintes esta mais bem b) ]-00,1] e)[-I.,I]
representada a fun<;;aoreal de variavel real dada por c) [0, +oo[
Y = 0c - 3Y + 2?
a) y d) y A (UNIR-RO)A fun<;;ao(: IR -IR deflnida por ((x) = aX- + b
e tal que ((0) = -1 e ((1) == O. Sobre a fun<;;ao( considere
as afirmativas:

2 -~V ,
",,
I. Seu graflco e uma parabola de concavidade voltada
paracima.
II. ((x) < 0 se -1 < x < 1.
III. E crescente para x < O.
Das afirmativas acima SaDverdadeiras:'
a) I, II e III. d) I, apenas.
b)I e III. e) Ie II.
c) I1,e III.

A (Fuvest-sPj 0 grafico ((x) = XZ - 'bx + c, em que bee

saoconstantes, passa por (0, 0) e (1, 2). Entao, (( - ; )

a) --
2
9
c) --
1
4
• e) 4

b)~ d) 1-
9 4

A (Ufiifor-CE)Considere uma fun<;;aodo 22 grau dada por


(0c) = aXZ + bx + c. Se f(-I) = 10, ((1) = 0 e ((2) = 10,
entao 0 valor de b e:
a) -9 c) -5 e) -1
b) -7 d)-3
A~FR.S)Seo graficoabaixo t7II1 e9ua~ao vender uma faixa de teJ:'n~, diminuindo x hm no compri-
)/= a.x2+ bx + c, os valqres de a,b7c sao, respectiva- mento, e, ao mesmo tempo,colJ1p{il.J:' uIIla fai.xadeWrra,
mente: aumentando x hm na largura, conforme figura.

3
a) T' -1 e 3

3
b)l , -- 2 e3

3
c)l,-leT

d) 1,8 e 3
e) 4, 8 e 3

A (U. E. Londrina-PR) Sobre 0 grafico da f~n~ao de IR em


IR definida por f(x) = -3x-Z + 18x - 15, e verdade que:
a) sua concavidade e voltada para cima.
b) intercepta 0 eixo das abcissas para x = -1.
c) intercepta 0 eixo das ordenadas para x = -5.
d) tem seu vertice no primeiro quadrante.
e) tem um eixo de simetria vertical que passa pelo ponto
(4, -12).

A Sendo A = {x E IR I x ;;. 2}, determine 0 conjunto imagem


da fun~ao f: A ....•IRtal que {(x) = x-Z - 2x - 8.

A (Univali-SC) Uma parabola, representada num sistema


cartesiano, tem por vertice 0 ponto V = (2, 1). Uma vez
que ela corta 0 eixo y no ponto A = (0, 2), a equa~ao que
a representa e: Indicando por y a area da nova chacara, podemos afir-
x2 mar que a equa~ao que expressa y em fun~ao de x, e a
d)Y=""4 -x+ 2 area maxima que a nova chacara pode ter, sao, respec-
tivamente:
e)y=x-Z- ~ -1 a)y = -x-Z + 16x + 60 e 124 hm2
, x2
b)y = -x-Z + 8x + 6 e 22 hm2
c)y= T c)y = -x-Z + 6x + 10 e 19 hm2
d)y = -x-Z - 2x + 60 e 61 hm2
AClJ.F. Sao Carlos-SP) Uma bola, ao ser chutada num tiro e)y = -x-Z + 4x + 60 e64 hm2
~emetap()rum goleiro, numa partida de futel:>0l, teve sua
tra.jet6ria gescrita pela equa~ao h(t) = -2t2 + 8t (t ;;. 0),
.A (Vunesp) Um6nibus de 40 lugares transporta diaria-
mente turistas de um determinado hotel para ,um pas-
onde te 0 tempo medido em segundos e h(!) e a altura em
seio ecol6gico pela cidade. Se todos os lugares estao
lTI!!tros cia bol~ no instante t. Oetermine, ap6s 0 chute:
ocupados, 0 pre~o de cada pa!\sagem e R$ 20,00. Caso
a) 0 instante em que a bola retornara ao solo;
contrario, para cada lugar vago sera acrescida a imp or-
b) a altura maxima atingida pela bola.
tancia de R$ 1,00 ao pre~o de cada passagem. Assim, 0

A (f!uc-SP) Usando umj'l unidade monetaria conveniente,


faturamento cia empresa de 6nibus, em cada viagem, e
dada pela fun~ao f(x) = (40 - x)(20 + x), em que x indi-
o lucro obtido com a venda de uma unidade de certo ca 0 numero de lugares vagos (0 :s; x :s; 40). De~ermine:
produto ex - 10, sendo x 0 pre~o de venda e 10 0 prel;o a) quantos devem ser os lugares vagos no 6nibus, em
de custo. A quantidade vendida, a cada mes, depende cada viagem, para que a empresa obtenha fatura-
do pre~o de venda e e, aproximadamente, igual a mento maximo;
70 - x. Nas condil;oes dadas 0 lucro mensal obtido com b) qual e 0 faturamento maximo obtido em cada via-
a venda do produto e, aproximadamente, uma func;ao gem.
quadratica de x, cujo valor maximo, na unidade mone-
taria us ada, e: A {(x)
(Mackenzie-SP) A figura mo!\tra
+ bx + c, sendo -1
= ax-Z
grafico da funl;ao
0
seu minimo.
0
a) 1.200 d) 800
Se g(x) ,= 3x - ((x), entao f(3) + g(2) vale:
b) 1.000 e) 600 a) -6
c) 900 b)2
A (Vunesp-SP) Considere um retangulo cujo pefimetroe
c) -3
d)6
10 cm e onde x e a medida de um dos lad os. Determine:
e) 9
a) a area do retangulo em funr;ao de x;
bj 0 valor de x para 0 qual a area do retangulo seja ma-
xima. '

4:0, Uma chacara retangular ABeD possui 10 hm de compri-


fIJi i& mento por 6 hm de largura. 0 proprietario preteIide
,;\ (UFES)Sabel1do-se que a imagem da funl,;ao .. ARe~olva, n() u!1iverso IR, as equal,;oes:
y = r + 5x + (k + 4) e 0 conjunto {y E IR I Y ;"'-1}, a) 13x- 81 = 2x - 1 b) Ixl . Ix - 21 =:~x - 6
podemos afirmar que 0 valor de k e:
a) 0,25 b) 0,50 c) 0,75 d) 1,00 'e}1,25 ACFEI-SP) Se 12x~ 11;;-3, entao:
a)x";;;-loux;"'2 c}x,,;;;.l
"\. Resolva em IR, as inequal,;oes: , 2
a) lOr + llx + 3,,;;;0 e)r + 6x + 9> 0 b)x;"'3 d)-I,,;;;x~2
b) ':-2r + 9x - 4 < 0
c) 4x2 - 3 > 0
0 -r + 4x - 4;",0
g) r + 3 > 0
A (Mackenzie-SP) 0 eonjunto soluc;;aode 1 < Ix - 31< 4 e
o conjunto dos niimeros x tais que:
d)-3r + 2x;", 0 a) 4 < x < 7 ou -1 < x < 2
b)-I<x<70u-3<x<-1
JA'i. (Umesp-SP)0 trin6mio do 2 grauy = (k - 2)r + kx + k,
Q
c) -1 < x < 7 ou 2 < x < 4
em que k E IR, e sempre positivo se, esomente se:
d)0<x<4
a) k >2 d) 2 < k < ~ e) -1 < x < 4 ou 2 < x< 7

b)k <0 e) k < 0 ou k > ~ A Construir 0 grafico das funl,;oes:


a) ((x) = 13x~ 61 c) hex) = Ir - 41 + 1
c) k > ~ b)g(x) = 12r - 3x + 11 d)t(x) = Ir - 41- 1

A R(FGV-SP)A reeeita mensal (em reais) de uma empresa e A. Areta e a parabola, representadas no. plano cart¢siano
20.000p - 2.000p2, onde p e prel,;o de venda de
= abaixo, sac graficos de uma funl,;ao do 1 grau ( e de
0 9

eada unidade (0 ,,;;;p ,,;;;10). uma funl,;aodo 29 grau g, respeetivamente. Todos os va~
a) Qual 0 prel,;o p que deve ser eobrado para dar uma lores de x para os quais I ((x) 1 < jg(x) I sac:
reeeita de R$ 50.000,00? a) 0 < x < 2 ex 0" 1 y
b) Para que valores de p a receita e inferior a R$37.500,00? b)0<x<2
e)x < 0 oux> 2
l~ A temperatura y de uma regiao, em um determinado pe- 'd)x < 1
rfodo, variou de acordo com a funl,;ao y = t2 - t - 20, e)x< 1 oux > 2
em que t represent a 0 tempo, emhoras, com 0,,;;;t ,,;;;7.
Nesse perfodo, a temperatura foi positiva para':
a) 5 < t ,,;;;7 c) 0,,;;;t ,,;;;
5 e) 0,5 < t < 6
b)5<t<7 d)0<t<5

J,\ (UFAL)No universe U = IR, 0 conjunto solul,;~o da ine-


qua~ao (x - 1) . (r - 6x + 5) ,,;;;0 e:
a) [1,5] d)]-=,1] A (Fuvest-SP) 0 modulo Ixl de um niimero real x e definido
b) [5, +oo[ e) ]-=,5] por Ixl = x, se x;'" 0, e Ixl = -x, se x < O.Das alternativas
c) ]-'-00,1] U [5, +=[ abaixo, a que melhor representa 0 grafieo da funl,;ao
((x) = xlxl - 2x + 2 e:
l\.(Fuvest-SP) 0 conjunto solul,;ao de a) y d)
(-r + 7x - 15) . (r + 1) < 0 e:
a)0 e)IR e)IR+
b) [3, 5] d)[-I,I]

.A (Unifor-CE)No universe IR, 0 eonjunto solul,;ao da ine-


x2 - 4 ,,;;;0 e:
qual,;ao --2-
x+
a) {x E IR I x ;", 2} \
b) {x E IR I x ,,;;;
2 ex 0" -2}
c) {x E IR I x <- 2 ou x ;",2}
d) {x E IR I - 2 < x ,,;;;2}
e){xEIRlx<-2}
A (U. F. Oura Preto-MG) 0 cohjunto solul,;ao da inequal,;ao
x-3
-- ~x-le:
x-2
a) {x E IR 11 ,,;;;x < 2} d) {x E IR 1 x < 2}
b) {x E IR I x < O} e) {x E IR 1 x > 2)
c) {x E IR I x ;", 2)

iA (PUC-SP)~ equal,;ao 12x - 11= 5 admite:


a) duas ralzes positivas.
b) duasraf:zes negativas. ,
c) uma raiz positiva e outra negativa.
d)somente uma raiz real e positiva.
e) somente uma raiz real e negativa.
Respostas das atividades
A.1 a A.2 e A.3 e A.4 d A.5 a A.6 d A.7 a A.8 e A.9 e
A.10 a A.11 e A.12 e A.13 d A.14 ImCt) = {y E IR I y;;. -8}
A.15 d
A.16 a) A bola retornara ao solo 4 segundos ap6s 0 chllte.
b) A altura maxima atinglda pel a bola foi 8 m. A.1i e
A.18 a)A = -;i2 + 5x b) 2,5 em A.1ge
A.20 a) 10 b) R$ 900,00 A.21 e A.22 e
A.23 a) S = {x E IR I - ~ ,,;;;x";;; - -} }

b)S={XEIR1X<-} ou

d)S = {x Eo IR I0 ,,;;;x,,;;; ;} f) S = {2}

e) S = {x E IR I x ,.= -3} g) S = IR
A.24a
A.25 a) R$ 5,00
b) R$ 0,00 ,,;;;p,,;;; R$2,50 ou R$ 7,50 ,,;;;p ,,;;;R$10,00.
A.26 a A.27 e A.28 e A.29 b A.30 e/
Determine a expressao das fun<;:oes dad as pel os gra- •. Sabendo que a fun<;:ao f(x) = ax2 + bx + c passa pelo
ficos: ponto (3, 0) e tem vertice V(2, 1), determine os valo-
res de a, bee.

IIUm objeto e atirado para cima, de uma altura inicial


de 5 m. Sabendo que ele atinge a altura maxima de
9 m ap6s 2,0 s, caindo em seguida, e que se tabelar-
mos todas as alturas em rela<;:ao ao tempo encontra-
remosuma fun<;:ao do 22 grau, determine a expres-
sac dessa fun<;:ao e 0 instante em que 0 objeto atinge
o solo.

Dada a fun<;:ao f : IR
cada caso), determine:
-'> e 0 conjunto
{y E
imagem da fun<;:ao y = 3x2 + 2x + (m + 1)
IR I Y ~ -4}. Quanto vale m?
e
I. Ralzes
IIDetermine a fun<;:ao quadratica f(x) = ax2 + bx + c, tal
II. Vertice que f(1) = 4, f(-1) = 6 e f(2) = 9.
III. Conjunto
IV. Grafico
imagem
IIDetermine 0 conjunto verdade das inequa<;:oes:

a) 3 - x _ 2 - 3x2 ~ 0
a) y = x2 - 12x + 37 h) Y = -2x2 + 3x + 2
4 2
b) Y = 4x-x2 i) y=x2-8x+16
b) 6x2 > x(x + 3)
c) Y = 2x2 - 28x + 96 j) Y = x + 25
2
c) -ftOx2+ 11x+-ftO<0
=
d) Y x2 - 40x + 800 I) Y = 2x2 + 5x + 12 d) -{5 x2 - 6x + 8-{5 ~ 0
e) y = _x2 + 2x - 2 m) y=-x2+3x-1
e) (x2- 5x + 4)(3 -2x) > 0
f) Y = ..,...5x-2 X + 5 n) y = 3(2x - 1)(3x - 2)
f) (8x2 + 2x + 1)(;:;'x2+ 9) < 0
g) y = 9x2 + 6x + 1 0) Y = 2(3x -1)(5x + 2)
g) -8x2 - 6x - 5 <0
3x2-3x+2
Determine 0 v.alor de m para que 0 maximo de
2
y = (m + 1)x2 + 2mx + (m - 3) seja O. h) 3x - 5x + 2 < 0
-x2 + 5x-6
Determine 0 valor de m para que 0 mlnimo de
y = x2 - 5mx - m+ 3 seja atingido na abscissa x = 15.
IIEstude 0 sinal da fun<;:ao f: IR -{3,4} -'> IR dada por
2
f(x) = x - 5x - 14 .
x2.-7x+ 12
Detenminle os valores de a e b para que a fun<;:ao
vertice v(..!.2' _ 25)4' • Fa<;:a0 estudo do sinalda fun<;:ao f : IR
por y = (3x2 - 7x + 4)(-x2 + 6x - 9).
-'> IR definida
II Determine 0 conjunto verdade das seguintes ine-
qua~oes:
a) x2 - 2ax + a2 - b2> 0 (0 < a < b)
b) x2 - (a - 2b)x - b(a - b) < 0 (0 < a < b)
c) _x_ + x+ 1 >.:!.£.
x+1 x 6
2 2
d) x - 3ax + 2a < 0 (a> 0)
x2-4ax + 3a2
20m
IISabe-se que a fun~ao quadratica y = ax + bx + 2 nao2
a) Exprima y em fun<;:aode x. ,.,
tem rafzes reais e que a abscissa do seu vertice e-3. b) Para que valores de x e de y a area ocupada pel::r.
Que valores a e b podem assumir? casa sera maxima?

Considere 0 conjunto de todos os pares de numeros (Puccamp-SP) Na figura a seguir tem-se um quadri:l-
reais (x, y) tais que a soma x + y seja igual a 12. do inscrito em outro quadrado. Pode-se calculara'area
Determine 0 par cujo produto x . y seja' maximo. do quadrado interno (A), subtraindo-seda area db

Demonstre que, entre todos os retangulos de perf-


- quadrado externo asa'reas dos 4 triahglllOs:Feitd iSSb,
verifica-se que A e uma fung8.o da medic:J?lS:Qvalpr
metro P, 0 de maior area e 0 quadrado.
mfnimo de A e:
Dentre todos os pares de numeros (x, y) tais que a) 16 cm2•
x + 3y = 5, determine aquele cuja soma dos quadra- b) 24 cm2•
dos dos numeros seja mfnima. c) 28 cm2•
d) 32 cm2•
(ITA-SP) Os dados experimentais da tabela a seguir e) 48 cm2•
correspondem as concentragoes de uma substancia
qufmica medida em intervalos de 1 segundo. Assu-
mindo que a Iinha que passa pelos tras pontos expe-
rimentais e uma parabola, tem-se que a concentra-
g8.0(em moles) ap6s 2,5 segundos e:

(UEL-PR) A fungao f, de variavel real, dada por


=
f(x) -x2 + 12x + 20, tem um valor:
a) mfnimo, igual a -16, para x = 6.
b) =
mfnimo, igual a 16, para x -12.
c) maximo, igual a 56, para x = 6.
a) 3,60. d) 3,75.
d) =
maxiino, igual a 72, para x 12.

b) 3,65. e) 3,80.
e) =
maximo, igual a 240, para x 20.

c) 3,70. (UFMG) Na figura esta representada a parabola de


(UFPE) 0 custo C, em reais, para se produzir n uni- vertice V, grafico da fun<;:aode segundo grau cuja
express8.o e:
dades de determinado produto e dado por:
C = 2510 -100n + n2, a) y = (~ ) - 2x.
Quantasunidades deverao ser produzidas para se
obter 0 custo mfnimo?
=
b) y x2 -1 Ox.
c) Y = x2 + 10x.
(Fuvest-SP) Num terreno, na forma de um triangulo
d)Y=(~)-10X.
retangulo com catetos com medidas 20 e 30 metros,
deseja-se construir uma casa retangular de dimen-
e) y = (~ ) + 10x.
soes x e y, como indicado na figura adiante.
II (PUC-SP) Usando uma unida~e J;I1q.PIt~~i.Clf9nye- II(FAAR-§~)99mrDICl9&A.ClA ~ratifg.da fungao
niente, 0 lucro obtido com a verida:deuma unidade f(x) = 2(X";'1)2 -4 saoft:)ita$~ssegl.Jinte§~firmagoes:
de certo produto e x - 10, sendo x 0 prego de venda I- e uma parabola com concavidade voltada para
e 10, 0 prego de custo. A quantidade vendida, a cada cima;
mas, depende do prego de venda e e, aproximada- 11- e uma parabola cujo vertice e 0 ponto (-2; 4);
mente, igual a 70 - x.
III - 0 ponto de intersecgao com 0 eixo y e (0; -2).
Nas condigoes dadas, 0 lucro mensal obtido com a
Nestascondigoes:
venda do produto e uma fungao quadratica de x, cujo
valor maximo, na unidade monetaria usada, e: a) somente a afirmagao I e verdadeira.
a) 1200. b) 1000. c) 900. d) 800. e) 600. b) somente a afirmagao III e verdadeira.
c) as afirmagoes I, II e III sao verdadeiras.
(FGV-SP) 0 prego de ingresso numa pega de teatro
d) as afirmagoes I e III sao verdadeiras.
(p) relaciona-se com a quantidade de freqOentadores
e) as afirmagoes II e III sao verdadeiras.
(x) por sessao atraves da relagao:
p = -0,2x + 100 III (FEI-SP) Durante 0 processo de tratamento, uma pega
a) Qual e a receita arrecadada por sessao, seo pre- de metal sofre uma varia<;aode temperatura descrita
go de ipgresso for R$ 60,00? =
pela fungao: f(t) 2 + 4t - t2, 0< t < 5.
b) Qual e 0 prego que deve ser cobrado para dar a Em que instante t a temperatura atinge seu valor
l1'\~ima receita por sessao? maximo?
=
Obser.vac;ao: receita (prego) x (quantidade) a) 1 b) 1,5 c) 2 d) 2,5 e) 3
RESPOSTAS

1. a) y = x2 - 5x + 4 =
c) I) x' 6 e x" ::::8 IV)
II) V (7, -2)
b) Y = - ~X2 + 5x + .:!E. III) Im(y) = {y E IR I y ~ -2}
2 2
2. a) I) Nao tem raizes reais. IV) y
II) V (6, 1)
III) Im(y) ={y E IR Iy ~ 1}

d) I) Nao tem raizes reais. IV)


II) V (20, 400)
III) Im(y) = {y E IR I y ~ 400}

b) I) x' = 0 e x" = 4 IV) Y


II) V (2, 4)
III) Im(y) {y= IR I Y :s;4}
E
6. a = -1, b ::= 4, C =- 3
e) V = {x E IR / x < 1 ou ; < x < 4}
7. h(t) = -t2 + 4t + 5
f) V = {x E IR / x < -3 ou x> 3}
t = 5s
g) V = IR

8.
14
m=-T h) V = {x E IR / x < ; ou 1 < x < 2 OU x> 3}
9. f(x) = 2x 2 - X +3 11. f(x) > 0 se x < -2 ou 3 < x < 4 ou x > 7
f(x) < 0 se -2 < x < 3 ou 4<x< 7
10. a) V = {x E IR / x ~ - ~ au x;e: ~ } f(x) = 0 sa x = -2 ou x = 7
4
b) V = {x E IR / x < 0 au x> ~ } 12. f(x) > 0 sa 1 < x < 3

c) = {x -{TO < x < - ~} 4


V E IR / f(x) < 0 se x < 1 au "3 < x < 3 au x> 3

d) V =0
f(x) = 0 se x = 1 au x = "34 ou x = 3

1. a) V={XE IR/x<a-baux>a+b}
8. a) y = - ; x + 20
b) V= {XE IR/-b<x<a-b}
c) V = {x E IR / -3 < x < -1 au a < x < 2} b) x = 15 m e y = 10 m
d) V = {x E IR / 2a < x < 3a} 9. d
2 4
2.0<a<g e 0<b<3

4. Demanstragaa.
13. a) R$ 12.000,00

5. U' ;) b) R$ 50,00

14. d
6. d
10 Determine os valores de p, de modo que a fun-
~ao f(x)= (p2 -49)x2 +(p -1)x -2 seja quadra-
tica. (Jet. 7 e p 7' - 7

11 Seja a fun~ao h: ~ ~~, definida por


2
h(x) =x -x-2. (
h
h(-3)=10; h(O)=-2 1)=-2;
a) Determine os valores de h(1), h(-3) e h(O).
b) Caso exista, ealcule 0 valor de x E~, tal que:

- h( x) = Ox = -1 au x = 2- h(x) =4 x = -2 au x =3

- h(x)=-8S=0 - h(X)=-% x=~


'Iii! (Cefet - PB) A trajetoria de um jato d'agua que
sai de uma mangueira desereve uma parabola.
Supondo-se que sua altura em metros e (h),
tempo (t),
em segundos, seja dada por
h= -e
+ t + 12, para um tempo de 2 segundos a
altura em metros equivale a: a
a)10 b)12 e)14 d)16 e)18
13 Sabendo que na imagem a regiao em amarelo
representa um quadrado, determine:

I
5cm

1
a) a fun~ao quadnitica que representa a area
da regiao em verde f(x)=-4x2 +32x-24
b) a area da regiao em verde se x = 2 em 24 em2
e) a medida x para que a area da regiao em
verde seja 36 em2 3 em

14 Para eada item, escreva uma fun~ao quadratiea,


na variavel x, que permite ealcular a area da fi-
gura indieada. Professor(a): Neste exerdcia, s~ necessaria,
lembre as alunos como obter a area de um
a) b)

f(x)=
e)
d) 1

4x-1
L::_ f----6---l
t(X)=9x +12X-32
t(x)=-x2-X+21
18 Seja f:IR-,-+IR, definida por f(x)=ax2+bx+c.
Sabendo que a> 0 e C > 0, com a, b e c reais,
fa~a urn esbo~o do grafico que melhor repre-
sentaf.

19 Observe as fun~oes e assode cada uma delas


ao seu grafico, escrevendo em seu caderno a
letra e 0 simbolo romano correspondentes.
a-I' b -II .
a) h(x)=x -X-22
b) m(x)=-x +5X
2

I) y
5
4
3

i!O Junte-se a urn colega e resolvam este exerdcio.


Heloisa tern uma confec~ao e calcula 0 custo
C, em reais, para produzir n unidades de certa
blusa a partir da fun~ao c(n)=-~n2+8n+100.
Custo (R$)
130

124

o 2 4 6 8 10 12 14 Produ~ao
(unidades)

a) Qual 0 custo para Heloisa fabricar:


• 6 blusas? E 10 blusas? R$130,OO; R$130,OO
• 4 blusas? E 12 blusas? R$124,OO; R$124,OO
• 2 blusas? E 14 blusas? R$114,OO; R$114,OO
b) Em rela~ao as respostas obtidas no item a,
quais regularidades podem ser observa-
das? Ha sempre duas respostas iguais.
c) Nessa confec~ao e
possivel que 0 custo
seja R$ 150,00? Justifique. Nao.

ProfeS50r(a): Veja comentarios e sugestoes sobre 0 exerdcio 20 na


Assessoria Pedag6gica.
30 Determine m para que a fun~ao y=x2+2x+m
admita zeros reais e iguais. m = 1

31 Dada a fun~ao f(X)=3x2-X+(k":"1), determi-


ne 0 maior valor inteiro de k, de modo que f
admita dois zeros reais e distintos.k=1

3i! Determine a quantidade de zeros reais da fun-


~ao y = -2x2 + X - 3m para: doi~ zero~
realstguals
1 dois ze- . 1 1
a) m<-rosreaisb) m>- c) m=-
24distintos 24nao tern 24
zero real
331 (Unicamp - SP) Determine 0 numero m, de modo
que 0 f( x) = x2 + mx + 8 - m
grcifico da fun~ao
seja tangente ao eixo dos x. Fa~a 0 grcifico da
solu~ao (ou das solu~c5es) que voce encontrar
para 0 problema. m = -8 au m = 4

34 Quais os valores de m para que a fun~ao


f( x) = mx2 - x - 5 nao admita zeros reais?*

35 Determine, segundo os valores de n, a quanti-


dade de zeros da fun~ao quadnitica
_-3 2 6x _ n Professor(a): Veja a respasta deste
y- x + .exercfcia no Caderno de respostas.
36 Seja f: IR~ IR uma fun~ao quadratica, definida
2
por f(x)=ax +bx+c. Sabendo que essa fun-
~ao assume valores estritamente positivos para
todo x real, entao:c
a)a<O e ~>O d) a<0 e ~<0
b)a>O e ~=O e)a<O e ~=O
c)a>O e ~<O

37 (PUC - RS) Num terreno plano, um corpo e lan-


~ado de um ponto no solo, descrevendo uma
2
trajet6ria parab61ica de equa~ao Y=-~+20X.
2
Se x e y sac expressos em metros, a distancia
entre 0 ponto de lan~amento e 0 ponto em que
o corpo toea 0 solo novamente e,em metros,
igual a: d

7------1
ponto de
chegada
45 Junte-se a um colega e determinem 0 valor
de v, sabendo que 0 grcifico da fun~ao qua-
dratica f(X)=4x -mx+n
2
e
uma parabola
que passa pelo ponto (0, 6) e cujas coordena-
das do vertice saD (2, v=-10v).

46 0 grcifico a seguir representa a trajet6riapara-


b6lica aproximada do corpo de um atleta du-
rante um saito em uma corrida com barreiras.

Escreva a fun~ao quadratica que melhor repre-


senta a trajet6ria do corpo de~s~ atleta. 2
YlXJ = -0,33x +1,25x
47 Escreva as coordenadas do vertice e do ponto
em que 0 grcifico da fun~ao corta 0 eixo y.

a) f(x)= 5(X-4Y (C{)f(X)= -(X-1)' +1


V(4, 0); (0,80) V 1,- ; (0,0) 2
b) f(.X)=-3(X-2r +1 d1 f(X)=2f(x-2r +3J
1),(0,-11) (0,14)
V(2,
48 De acordo com a fun~ao
V(2,6),
f (X) = (x
va algumas quest6es e de para um colega resol-
r
- 2 + 5, escre-

ver. Em seguida, verifique se as respostas estao


corretas. Pessoal.
55 A fun~ao I(x)=(x-2r +m possui zeros reais
e iguais. Junte-se a urn colega e calculern as co-
ordenadas do vertice do grafico dessa fun~ao.

56 (Cefet - PB) A figura abaixo rnostra a Igreja da


Parnpulha em Belo Horizonte (MG), projetada
por.Oscar Niemeyer.

A seguir, ternos urn esbo~o utilizando parte dos


graficos das fun~oes I, m, h e g, cujas equa~oes
sao dadas por:
I(x) = _x -10x - 22; m(x) ~ _x 6x -
2 2
- 6;

h(x)=-x +5 e g(x) = _x + 6x -7.


2 2

y
B

Suponha que este grafico represente 0 contor-


no frontal da igreja, e considere os pontos A, B
e C, rnostrados no mesmo. Qual e
a area do
triiingulo ABC?11 u.a.
107 Paracada uma das figuras, escreva uma fun~ao
f: IR-7IR, definida por f(x)==ax2+bx+.c que re-
presente a area f( x) em fun~ao da medida x do
lado.
a) I() x =23x +2
211
x-2

x-2
"'-.

lOB Paraquais valores de m, a fun~ao s={mElRlm>~}


f( x) == 2x2 - 3x + m nao admite zero real?

109 Determine os valores de m para que a fun~ao


f(x) == x2 - 3x + m tenha um zero igual ao dobro
do outro. m = 2

110 Mostre que as fun~oes quadraticas


f (x ) == 3x2 + 9 x + 6 e g (x) == mx2 + 3mx + 2m
possuem as mesmas ralzes para todo m real e
diferente de zero. profe,s~or(a): Veja a resposta deste
exerCICIO no Caderno de respostas.

111 (UEL - PR)A media aritmetica dos numeros a e

be a+b e a media geometrica de a e be .Ja·b.


2
Dois numeros tem media aritmetica 4,1 e media
geometrica 4. A alternativa correta que apre-
senta 0 maior deles e: e
a) 1 c) 2
b) 4 d) 8,2

11i! (UFAC- AC) Dois numeros positivos men, com '


m > n, estao em uma propor~ao de ouro se
ocorre que m+n == m. Se e este 0 caso, quando
m n
e
o menor numero igual a 1, 0 maior numero e
chamado de numero de aura e e denotado pela
letra grega cp - homenagem ao arquiteto grego
Phidias (490-430 a.c.). Qual dentre os val ores
abaixo e 0 numero de ouro? c

a) cp == 3,14159265...

b) cp == 1--15
2
c) cp== 1+.J5
2
116 (Unesp - SP)Um onibus de 40 lugarestransporta
diariamente turistas de um determinado 'hotel
para um passeio ecol6gico pela cidade. Setodos
os lugares sao ocupados, 0 pre~o de cada passa-
gem e R$ 20,00. Caso contrario, para cada lugar
vago e acrescida a importAncia de R$ 1,00 ao pre-
~o de cada passagem. Asslm, 0 faturamento da
empresa de onibus, em cada viagem, e dado pela
fun~ao f (x) = (40 - x)( 20 + x), em que x in-
dica 0 numero de lugares vagos (0 S; x S; 40).
Determine:
a) quantos devem ser os lugares vagos no
onibus, em cada viagem, para que a em-
presa obtenha faturamento maximo 10 lugares
b) qual 0 faturamento maximo obtido em cada
viagem R$ 900,00

117 (UEMS - MS) A figura representa um quadrado


ABCD de area 4. Considere 0 triangulo SBR de-
terminado pelos pontos 5, B e R com 5 E AB e
R E Be. Se CR = SB, pode-se afirmar que a area
maxima do triangulo SBR sera: a
D
1
a) - d) ~
2 2

b) ~
4

118 (UFPR - PR) Um determinado tipo de canhao


para artilharia antiaerea dispara projeteis que
descrevem uma trajet6ria parab6lica. Ap6s va-
rios disparos, um grupo de engenheiros milita-
res constatou que, desprezando-se a resisten-
cia do ar, os projeteis lan~ados a partir do solo
descrevem uma parabola de equa~ao
y = 16k2 X - kx2, sendo x e y dados em metros e
k um fator positivo relacionado a
inclinar;ao
que pode ser ajustado diretamente no canhao.
a) Que valor se deve atribuir a k para que um
projetillanr;ado por esse canhao atinja 0 solo
a exatamente 400 m do ponto de disparo? k", 25
b) Qual e 0 menor valor que se deve atribuir a
k para que um projetil lan~ado por esse ca-
I1hao atinja a altura de 1000 m? k '" ~
2
•• iExe:rdc:io's iCo:mp~eme:mtaJJ'es

1 Calcule 0 valor de 1(2), 1(-4) e I(i-) em cada 5 Dadas as func;:5es f:~-7~, definidas por

uma das func;5es quadraticas a seguir. f(x)=ax2+bx+c, encontre os zeros de cada uma
delas e 0 ponto em que a parabola corta 0 eixo y.
a) 1(x) = x2 + 5x - 3 c) f(x)=4x2-x+1
a) f(x)=x2+3x+2 c) f(x)=2x2_X-2
b) f(x)=-3x2+7 d) f(x)=-2x2+x+5 2
b) f(x)=-x +6x-9
2
d) f(x)=4x +2 2
2 Para cada uma das figuras, represente a area y em
func;:ao da medida x indicada. 6 Sejam x1 e x2 os zeros da func;ao f: ~ -7~, defini-
a) b) da por f(x)=2x2-x-10. 0 numero inteiro mais

r
I---x+2 I
proximo de 3(x1 +x2)-2'X1'X2 e:
T.•...
I a) -13 c) 5
'"'
b) -11 d) 11
1
N
+
'"'

1 7 (UPM - SP) Determine a para que a equac;:ao do


2.° grauax2 + x + 1 = 0 admita duas rafzes reais dis-
tintas.
3 A forma canonica das func;5es quadraticas
8 (ENCE - RJ) Determine m para que a func;:ao
f (x) = x2 - 2x + 9, g (x) = 5x2 + 5x +5 e
f(x)=(m+1)x2-2mx+m+5 possuazeros reais e
h(x)=../2x2-2x+1 estao indicadas naalternativa: desiguais.

9 (Unesp - SP) 0 grafico da func;:ao quadratica, de-


a) f(X)=(X+1)2 -8; g(x)=5(x-iY +~ ;
=
finida por y x2 - mx+(m -1), em que mE IR,tem
../2)2 ../2 um unico ponto em comum com 0 eixo das abs-
h(x)=../2 ( x- -1+ cissas. Entao, 0 valor de y que essa func;ao associa
2 2
a x =2 e:
b) f(x)=(x-1)2 -4; g(x)=5(x+1)2 _ 15; a) -2 c) 0
2
../2)2 ../2 b) -1 d) 1
h(x)=../2 ( x- +1-
2 2 ~ 10 (Unifor - CE) Na figura abaixo tem-se 0 grMico da
func;:ao quadratica definida por y = ax2+ bx + c. Se
c) f(x)=(x-1)2 +8; g(x)=5(x-iY + ~;
5 e P sao, respectivamente, a soma e 0 produto
das rafzes dessa func;:ao, e 11 = b2 -' 4ac, entiio:
,-;:; ,-;:;2 ../2
h(x)=v2(x+v2) +1--
2
2

d) f(x)= (X_1)2 + 4; g(x) = 5( x+i) + ~;

../2)2 ../2
h(x)=../2 ( x- +1-
2 2
2
a) 11< 0, 5 > 0 e P > 0
e) f(x):;::(x-1)2 +8; g(X)=5(X+~) + ~;
b) 11= 0,5 =0 e P <0
,-;:;( ../2)2 ../2 c) 11> 0, 5 < 0 e P < 0
h(x)=v2 x-'-2 +1-
2 d) 11>0,5>0 e p<O
e) 11> 0, 5 =0 e P >0
Resolva as equaC;:5esa seguir.

a) (x+4),(x-1)=0 c) x3-4x2=12x 11 (U PM - SP) 0 vertice da parabola y = x2 + kx + m


eo ponto V( -1, - 4). 0 valor de k+ me:
b)x+~=-6
.. x d) (x-5/ =0 a)-2 b)-1 c)O d)1 e)2
12 (UFAL - AL) Seja fa func;:ao de IR em IR, definida b) Se a func;:ao afim p(x)=ax+b, a*O, e decres-
por f (x) = x2 - 2x - 3. E verdadeiro que: cente, enta~ a func;:ao e negativa para todo
b
a) f admite apenas um zero real X<--.
a
b) 0 canjunto imagem de f e [-2, +oo[
c) Se a func;:ao quadratica n(x) = ax2 +bx+c e par,
e) f assume um valor minimo para x=1
entao b = 0.
d) 0 graJieo de f tem a eoneavidade para baixo
e) 0 graJieo de f nao carta 0 eixo das ordenadas
d) Se a figura ao lado repre- Yj
senta um esboc;:o do gra-

13 (UFBA- BA) {YElRly~6} e conjunto imagem da fico da fun,aD quadratica \J ./


func;:aof(x) = _x2 -2x+ p, se p for igual a:
r(x)=ax +bx+c,2
entao b e ~~
um numero real negativo.
a) -6 b)-1 c) 1 d) 4 e) 5
e) Se a func;:ao quadratica h(x)=ax2+4x+c ad-
14 (Ufla - MG) Uma bolinha de tenis, apes se chocar mite valor maximo 1 no ponto de abscissa -2,
com 0 solo, no ponto 0, segue uma trajet6ria ao entao c-a = 4.
longo de quatro parabolas, como pode ser obser-
vado no graJico. A altura maxima atingida em cada 17 (UFRGS - RS) Uma bola colocada no chao chu- e
uma das parabolas ei do valor da altura maxima tada para 0 alto, percorrendo uma trajetcria des-
4 crita por y=-2x2+12x, em que yea altura,
da parabola anterior. Sabendo-se que as distan- dada em metros. A altura maxima atingida pela
cias entre os pontos em que a bolinha toea 0 solo bola e
de:
sao iguais e que a equac;:aoda primeira parabola e "a) 36 m
y = -4x2 + 8x, a equac;:ao da quarta parabola e: b) 18 m
y
c) 12 m
d) 6 m
e) 3 m

a) y=x2-14x+48
a) ]-oo,O[ d)]O,2[

b) y=-x2-14x+48 b) [0,2] e) ]1,2[

c) Y= -27(x_6)(X_8) c) [1, +oo[


16
3 19 (UFPI- PI) A inequac;:ao mx2-4x-2~0 e verda-
d) y=-(~) (x-6)(x-8) deira para todo x real se:
a) m~-2 c) m~2
e) y=-8x2+16x

15 (Unifap - AP) Um navio com


20 (Unifor - CE) No universe IR, 0 conjunto soluc;:ao
capacidade para 200 passa-
geiros foi fretado para fazer - 1<
d a .Inequac;:ao 2 - -2x <
- --2 -
3 e:
'
x -1
o treeho Macapa-Belem. A
companhia exigiu de cada a) ]-1,1[
passageiro R$ 80,00 mais
R$ 2,00 por lugar vago. Com que numero de pas- b) [-3,-%J
sageiros a companhia tem rentabilidade maxima?

16 Com base nos conhecimentos sobre func;:6es, jul- c) [-3, -%Ju ]-1, 1[
gue as afirmac;:6es abaixo em verdadeiras ou falsas.
d) [-3,+00[-{-1,1}
a) Se a func;:ao afim m(x)=ax+b, a*O, e cres-
cente, entao a> ° ou x> _!?..
a
e) [-3, 1]~ {-1}
30 Em uma partida de futebol, ao ser chutada por um
jogador, a bola descreveu, ate tocar 0 solo, uma
trajet6ria definida pela fung8.oy = ~ x - 4~ x2, em que
y corresponde a altura da bola em relag8.oao solo
ap6s ter percorrido horizontalmente uma distancia
x. Observando 0 esquema e considerando as me-
didas x e y em metros, qual a distancia que essa '
bola percorreu ate tocar 0 solo pela 1<! vez? 60 m
y

31 (UEL-PR) Considere a fung8.o real definida por


f(x)=ax2+bx+c, cujo gratico e 0 seguinte:
y

Com base na situag8.o exposta e nos conhecimen-


tos sobre 0 tema, considere as seguintes afirma-
tivas:
I) Ll = b2 - 4ac > 0

II) a(b+c»O

III) t( -b :2a )=f( -b2~2a)


2
IV) a,fi. >0
Escreva a alternativa que contem todas as afirma-
goes corretas. c
a) I e III d) I, II e IV
b) III e IV e) II, III e IV
c) I, II e III
102 De acordo com grafico de f(x)=ax2+bx+c,
0
demos afirmar que: b

a) Escreva a fungao quadratica que determina a


area:
a) a>O, b<O, c<O e 11>0
-90 triangulo verdeAv(x)=x2+x
b) a>O. b>O, c<o e 11>0
- total da figuraAt(x)=7x2-2x
c) a>O, b>O, c=o e 11>0
CeJcule a area:
.-doJriangulo verde para x = 3 cm 12cm2 d) a<O, b>O, c<o e 11<0
- t()tal da figura para x=2 cm 24cm2 e) a>O, b<O, c>O e 11=0
-total da regiao da figura em vermelho ou ama-
103 Para determinarmos 0 numero d de diagonais d~
relo para x = 4 cm 84cm2
um polfgono convexo de n lados, podemos utilizar
Aqueda livre dos corpos, _ , . n2-3n .
a fungao quadratlca d(n)=-2-'
desconsiderando a resis-
tencia do ar, e determinada a ) Quantas diagonals tem um pentagono convexo?
.Rala lei s(t)=4,9f. em que s E um polfgono convexo de 20 lados? \
5 diagonais;170diagonai
e 0 espago percorrido em b) Quantos lados possui 0 polfgono convexo qu.. C'

metros e t e 0 tempo em tem 54 diagonais? E 0 que tem 119 diagonals?


segundos. Calcule 0 tempo 12lados;17lad(js
c) Existe algum polfgono convexo que possua
necessario para um corpo se chocar com 0 solo
13 diagonals? Justiflque.Nao, paisparaa polfgonq
caso seja solto em queda livre de uma altura de existira numeron deladosdeveserinteiromaiorque2.
78,4 m.4s 104 Sabendo que no triangulo retangulo a segui
x+y=36 cm, calcule quais devem ser as medida.
100 Determine os zeros apenas das fungoes quadra-
x e y para que esse triangulo tenha area maxim
ticas.
e, nesse caso, qual e essa area.
a) f(x)=( 4x + 1)x+(x- 2)2naopossuizeroreal
b) f(x)=(x2 +3x)+ x2(1- x) naoe umafungaoquadratica x=y=18cm;
area:162cm2
c) f(X)=6(X2_X)_(X+5)Xl=~ e X2=-~
d ) f (x) = 4x2- (2x2+ X + 10) X naoe umafungaoquadratica
101 Determine 0 valor de p, de modo que a fungao
g(x)=(p+2)x2 +.J3X+(P+1) admita dois zeros reais
. . 5 1
e IguaIS.p='-- aup=--
2 2
32 (FURG-RS) A figura ao lado y
representa uma parabola
cuja equagao e definida por
y=-xz+10x. As areas A1 e
Az assinaladas sao respec-
tivamente iguais a: e
a) 42 e 50
b) 10,5 e 12,5
c) 42 e 25
d)21 e50
e) 21 e 25
35 (Cefet-PB) A trajetoria de um jato-d'agua,
que sai
de uma mangueira descreve uma parabola. Su-
pondo-se que sua altura (h), em metros e tempo
(t), em segundos, seja dada
par h=-t2+t+12, para um
tempo de 2 segundos a al-
tura em metros equivale a:a
a) 10 d) 16
b) 12 e) 18
c) 14

36 (UFJF-MG) Considere um retangulo de altura h


de base b. Constroi-se um novo retangulo, cuja
nova base e menor que a antiga x unidades, e a
nova altura e maior que a antiga x unidades. Qual
eo valor de x para que esse novo retangulo tenha
area maxima?b
b·h c)b+h
a)-
2 2
b)b-h d)h-b
2 2

37 (FGV-SP) Uma loja de departamentos compra car-


tuchos para uma determinada impressora jato de
tinta a R$ 28,00 a unidade e preve que, se cada
cartucho for vendido a x reais, serao vendidos·
200-2x cartuchos por meso

a) Encontre uma formula que fornega 0 lucro


mensal em fungao do prego de venda x de
cartucho. L(x)=-2x2+256x-5 600
b) Estabele<;a matematicamente 0 intervale
valores de x para os quais existe
lucro.28<x<100
c) Para que 0 lucro seja maximo, qual deve
prec;;:ode venda x de cada cartucho?R$
d) Qual sera 0 lucro maximo e quantos
seraa' vendidos mensalmente ao prec;;:o
maximiza esse lucro? R$2592.00;72 cartuchos
38 (UEPB-PB) Sabendo que 0 gr8.fico da fung13.o
f(x)=ax2+bx+1 tangencia 0 eixo OX em um (mico
ponto, xo=3, 0 valor de a+b e igual a:c
2 5 1
a)-- c)-- e)---
9 9 27
9 1
b)-- d)--
27 3
39 (UERJ-RJ) 0 peso P de um objeto, a uma altura h
acima do nivel do mar, satisfaz a seguinte equa-
g13.o:

P= ( -
r )2 .p Po:peso do objeto ao nivel do mar
h+r 0 r: raio da Terra
Sabe-se que P equivale a 81 % de Po quando 0
objeto se encontra a uma altura h1"
Calcule, em fung13.ode r, 0 valor de h1"h1=.!:.
9
40 (UFMA-MA) Numa empresa, a salario de um grupo
de empregados e R$ 380,00, mais uma quantia
variavel correspondente a i da produg13.o de
um dos produtos da empresa, cuja produg13.ofoi
estimada para daqui a t anos pela fung13.o
p(t)=50f-50t+100. Daqui a quantos anos 0 sa-
lario deste grupo de funcionarios aumentara 50%
em relagao ao valor atual? e
a ) 2 anas c ) 8 anos e ) 5 anos
b) 4 anos d ) 6 anos

41 (UFRRJ-RJ) Um aluno do curso de Fisica desenhou


as graficos abaixo, das fungoes Y1=x2-7x+10 e
Y2 = - x2 + 7x -10, com x representando 0 tempo, e
y, a posig13.ode dois m6veis. Entretanto, como
gostava de Matematica, resolveu determinar a area
do quadrilatero ABCD"

Yt c
o --------
I
I
I
I
I

j
i AI--------
~
Sabendo-se que Bee sao pontos de minimo e
maximo das fungoes Y1e Y2, a area do quadrilate-
ro e: a
a) 15,75 unidade de area
b) 15,55 unidade de area
c) 15,45 unidade de area
d) 14,75 unidade de area
e) 14,55 unidade de area
113 Determine conjunto imagem das seguintes
0 116 Determine m na func;ao y = 2x2 + 4x + 3m, de
func;6es quadraticas: respostas no final do livre modo que 0 conjunto imagem seja {y E IR I y ;;;.S}.
a) f(x) = x2 - lOx +9
117 Determine a func;ao quadratica
b) f(x) = 3x2 - 2x - 1 y = ax2 + bx + 5 correspondente ao grcifico.
c) fex) = x2 - Sx +4
d) fex) = -2x 2
+ 1
e) f(x) = x2 - 6x
f) fex) = -3x2 + 2x - 1
g) fex) = x2 - x-I
h) f(x) = -Xl + 4
i) f(x) = -x2 + 6x - 10

114 Calcule a, bee de modo que 0 vertice da pa-


rabola representativa da func;ao f(x) = ax2 + bx + c 118 A parabola y = ax2 + bx + c passa pelos
seja (1, -16) e que -3 seja um zero da func;ao. tos (1,2), (0,3) e (2,4). Determine as
a = 1, b = -2 e c = -15 do seu vertice. (.2.- ..1L)
6' 24

115 Determine a e b para que 0 grcifico da func;ao 119 A parabola de equac;ao y = ax2 passa pelo
y = ax2 + bx + 6 tenha 0 vertice no ponto ( ~, - ~ ). tice de outra parabola cuja equac;ao e y= 4x -
a = 1 e b ~ -5 Ache 0 valor de a. a = 1
125 A empresa Plastilit planeja produzir urn tipo a) Admitindo que 0 preyo (p) relaciona-se com 0
de arquivo para pastas, a partir de urn pedac;o retan- mimero de freqiientadores por dia (x) atraves de
gular de plastico de 80 em por 50 em e, para isso, e uma funyao do 1Q grau, obtenha essa func;ao.
p = -0,25x + 60
preciso fazer duas dobras no plastieo ao longo do b) Num outro parque, B, a relaC;ao entre p e x e dada
maior lado, for- por p = 80 - O,4x. Qual 0 prec;o que devera ser
mando 0 arquivo eobrado para maximizar a reeeita diaria? R$ 40,00
na forma de U.
Que medida de al- 129 (PUC-SP) Na figura abaixo tem-se 0 retangulo
tura (x) devera ter ABCD, eujas dimens6es sac AB = 6 em e BC = 10 em.
esse arquivo, para I:x Tomando-se sobre os seus A P 0
que seu volume lados os pontos M, N, a e P,
"interno" seja distintos dos vertices e tais 0
maximo? 20 em
que ME = BN = OD = DP, M
qual e a area mcixima que 0
126 (Vunesp-SP) Suponha que urn grilo, ao saltar quadrilatero MNOP pode ter? B N C
32 cm2
do solo, tenha sua posic;ao no espac;o deserita em
func;ao do tempo (em segundos) pela expressao 130 (IBMEC-SP)Os alunos de uma eseola fretaram,
h(t) = 3t - 3t2, onde h e a altura atingida em metros. para sua viagem de formatura, urn aviao com eapa-
a) Em que instante t 0 grilo retorna ao solo? 1 s cidade para 200 pessoas. Cada estudante compro-
b) Qual a altura mcixima em metros atingida pelo grilo? meteu-se a pagar R$ 210,00, easo 0 aviao ficasse
0,75 m totalmente eheio. Caso 0 aviao nao ficasse eheio,
127 (UFOP-MG) Certo dia, numa praia, a tempe- entao eada aluno pagaria urn adicional de R$ 1,70
ratura atingiu 0 seu valor maximo as 14 horas. Su- por eada lugar que ficasse vazio.
ponhamos que, nesse dia, a temperatura f(t) em graus a) Qual a reeeita obtida se, no dia, eompareeerem
era uma func;ao do tempo t, medido em horas, dada 160 estudantes? R$ 44 480,00 R(x) = -1,7£ + 550x
por f(t) = -t2 + bt - 160, quando 8 ~ t ~ 20. b) Qual a equac;ao da reeeita, R, em func;ao do nQ x
Obtenha: de alunos que iraQ eompareeer? Obs.: x ~ 200
a) 0 valor de b; 28 c) Qual valor de x que gera reeeita maxima? 162
b) a temperatura maxima atingida nesse dia; 36"
c) 0 grafico de f. resposta no frnal do livro 131 (Inatel-MG) A agua que esguieha de um boeal
mantido horizontalmente a 4 metros acima do solo
128 (FGV-SP) Num parque de divers6es, A, quan- desereve uma eurva parab6liea com vertice no bocal.
do 0 prec;o de ingresso e R$ 10,00, verifiea-se que 200 Se a corrente de agua desee 1 metro medido na verti-
freqiientadores eompareeem por dia; quando 0 prec;o cal nos primeiros 10 metros de movimento horizontal,
e R$ 15,00, eompareeem 180 freqiientadores por dia. a que distancia horizontal do boeal ira atingir 0 solo?
20m
137 Estude os sinais das seguintes fun90es: 140 Determine os valores de x para os quais a fun-
a) f(x) = x2 - 3x - 10 respostas no final do livre 9aOf(x) = 4x2 + 3x - 1, e positiva. {x E R I x < -1 au x
b) f(x) = -x2 + 2x 141 (Unic-MT-adaptado.) Na agricultura, em cer-
c) f(x) = -4x2 + 4x - 1 tas regioes sac lan<;adosfoguetes com cargas de sais.
d) f(x) = x2 - X + 10 Estes sais sao responsaveis pela condensa9ao das
e) f(x) = x2 + 6x + 9 moleculas de agua em gotas que posteriormente
caem na forma de chuva. Observe 0 movimento do
f) f(x) = -4x2 + 3x - 6
foguete mostrado na figura e considere que a altura
g) f(x) = x2 -18 em metros do mesmo em rela9ao a nuvem em fun-
h) f(x) = x2 +4 913.0do tempo (segundos) e dada pela fun9ao

138 (UFPB)Urn fabricante de picoh~s distribui di-


f(x) = --tX2 + 30x - 400.
ariamente, com seus vendedores, caixas contendo, trajet6ria do foguete
cada uma, 300 picoles. 0 lucro diario, em reais, na
venda desses picoles, e dado pela fun9ao
L(n) = -200n2 + 1 600n - 2400, onde n e 0 mime-
ro de caixas vendidas. Considere as afirma90es rela-
tivas ao lucro diario:
v a) Para 2 < n < 6 0 fabricante tera lucro. foguete
v b) 0 lucro nao podera ser superior a R$ 1000,00.
Em que intervale de tempo 0 cronometro do fogue-
F c) 0 lucro sera maximo quando forem vendidos
te deve ser programado para disparar acima da nu-
1 500 picoles vem? 20<t<40
Quais afirma90es sao verdadeiras?
142 (FGV-SP)Uma fun9ao quadratica tern urn gra-
a fun9ao: fico cujo vertice e 0 ponto (3, -4). Sabe-se que 2 e
- 1)x2 - (m + 2)x + 2m. Determine os uma raiz da fun9ao.
verificam a condi9ao "Ix E JR, a) Obtenha a expressao da fun<;aof. f(x) ~ 4x' - 24x + 32
b) Para que valores de x, tem-se f(x) > O?
{x E R Ix < 2 ou x > 41
1 (UFG)Urn padeira fabrica 300 paes por hora. Conside- a) Quanto gastara 0 consumidor se, em urn mes, ele con-
rando esse dado, pede-se: sumir:
a) a f6rmula que representa 0 numera de paes fabricados >- 15 m3 >- 35 m3 R$ 18,00; R$ 54,00
(p) em func;ao do tempo (t); p(t) = 300t b) Escreva a func;ao que relaciona y e x. raspostas no final do IivrD
b) a quantidade de paes fabricados em 3 horas e. C) Desenhe 0 esboc;odo grafico da func;aodo item anterior.
30 minutos. 1 050
5 (UFPel-RS)Nos fins de semana, muitos carros dirigem-
2 (UFCE)Seja (uma func;ao real, de variavel real, defini- se a uma cidade balnearia. A policia rodoviaria controla
da por f(x) = ax + b. Se f(l) = -9 e b2 - a2 = 54, calcule o fluxo de vefculos contando os carras em urn pedagio.
o valor de a - b.6 Essa contagem tern inicio as 12 h de sexta-feira e se es-
ten de ate as 24 h de sabado. Calcula-se que nesse peda-
3 (UFSCar-SP) Sabendo que a func;ao f(x) = mx + n ad- gio passam, por minuto, em media, 50 carros. Expresse,
mite 5 como raiz e f(- 2) = - 63, qual 0 valor de f(16)1 99 sob a forma de func;ao, 0 numero de carros (y) que passa
pelo pedagio no tempo (t), dado em minutos. Com base
4 Em certa cidade 0 valor y, em reais, que urn consumi-
nessa func;ao, calcule 0 numero de carros que devera se
dor paga a companhia de agua, e uma func;ao do mlmero dirigir a essa cidade balnearia no pr6ximo fim de semana
x de metros cubicos consumidos por meso 0 prec;o do (das 12 h de sexta-feira as 24 h de sabado). 10800carros
metro cubico e dado por esta tabela: 6 (PUCC-SP) Para produzir urn numero n de pec;as (n
inteiro positivo), uma empresa deve investir R$ 200000,00
em maquinas e, alem disso, gastar R$ 0,50 na produc;ao
de cada pec;a. Nessas condic;6es, 0 custo C, em reais, da
produc;ao de n pel;as e uma funl;ao de n dada por:
a) C(n) = 200000 + 0,50 d) C(n) = 200000 - 0,50n
b) cen) = 200 ooOn e) cen) = 200000 + n
2
xc) C(n) = ~ + 200000
13 Uma barra de ferra com temperatura inicial de -10 °C
foi aquecida ate 30°C. 0 grMico representa a variat;ao da
temperatura da barra em funt;ao do tempo gasto nessa -2 "'" x+2 "'" 2 {XERlx,,;foux;;os}
x-2
experiencia. Calcule em quanta tempo, ap6s 0 infcio da
experiencia, a temperatura da barra atingiu °C. 1min 15s ° 20 (PUC-SP) Dada a funt;ao f(x) = 3x· - 5x + m, calcu-
Ie m para que a funt;ao tenha raizes reais iguais. m ~ ~~

21 As raizes da funt;ao f(x) = x· + ax + b sac 4 e -8.


Calcule os valores de a e b. a ~ 4; b ~ -32

22 (Faap-SP) A taxa de inscrit;ao de urn clube de nata-


tempe t;ao e R$ 150,00 para 0 curso de 12 semanas. Se uma
(minutes) pessoa se ins creve ap6s 0 inicio do curso, a taxa e reduzi-
da linearmente.
14 Um recipiente, contendo certa substancia, foi levado a) Expresse a taxa de inscric;ao em func;ao do mlmero de
ao fogo durante 12 minutos. A figura a seguir representa semanas transcorridas desde 0 inicio do curso.
T(xi = 12,50(12 - xl
a variat;ao da temperatura da substancia em funt;ao do b) Calcule quanto uma pessoa pagou ao se inscrever cin-
tempo do experimento. co semanas apes 0 inicio do curso. R$ 87,50
De a expressao da func;ao que associa a temperatura T ao
tempo t. resposta no final do Iivro
23 (UFOP-MG)Sejam as funt;5es
f(x) = -x· + 4x + 5 e g(x) = x + 1. Pede-se:
a) Encontre as raizes e 0 vertice de f. -1 e 5; V ~ (2, 9)
b) Encontre os pontos de intersect;ao dos grMicos de f
e g. (4,5)e(-1,0)
c) Fat;a um esbot;o unico dos graticos de f e g, destacan-
do os pontos de intersect;ao. resposta no final do Iivro

o 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 t 24 (UFU-MG)Uma funt;ao quadratica tem 0 eixo dos y


-5 (min)
como eixo de simetria. A distancia entre os zeros da fun-
c;ao e de 4 unidades e 0 valor minima da funt;ao e
1 S Resolva as seguintes inequat;5es: -5. Esta funt;ao quadratica e:
a) (x + 1)(x - 1) (x - 3) > 0
b)x(x - 2)(-x + 1) "'" ° respostasnofinaldolivro
a) y = 5x· - 4x - 5 xd) y = 2.. x2
4
- 5

b)y=5x2-20 e)y=2..x2-20
16 (UFOP-MG)Urn grupo de 100pessoas fez urn contra- 4
to com uma empresa aerea para viajar nas terias. A em- c) y = 2..x2 - 5x
presa cobrani R$ 2 000,00 por passageiro que embarcar e 4
R$ 400,00 por passageiro que desistir da viagem.
a) Qual a relat;ao entre a quantidade de dinheira que a 2S (MACK-SP)0 gratico de uma funt;ao f e uma parabola
empresa recebera do grupo e 0 mlmero de passageiros que passa pelos pontos (1, 0), (3, 0) e (2, -1). 0 grafico
que iraQ embarcar? y ~ 1 600x + 40000 da funt;ao g e uma reta que passa por (1, 0) e (0, -1).
b) Quantos passageiros deverao embarcar para que a Resolva a equat;ao f(x) = g(x). (1, 4)
empresa receba R$ 136 OOO,OO? 60
26 A parabola que representa graficamente a funt;ao
17Determine 0 conjunto verdade do sistema y = -2x2 + bx + c passa pelo ponto (1,0) e seu vertice
X(2X - l)(-x + 6) "'"
{ (4x+ 1)(-2x+5) >0
° {XERlo,,;x,,;-H
eo ponto de coordenadas (3, k). Determine 0 valor de k.
k= 8

27 (UNI-RIO)A funt;ao linear f(x) = ax + b e represen-


18(FGV-SP) A solut;ao da inequat;ao tada por uma reta que contem 0 ponto (2, -1) e que
- _x_ ;;.
x-I
° e: passa pelo vertice da parabola y = 4x - 2x2• A funt;ao e:

d) x"'" °
e) x:1= -1 ou x:1= 1
xa) f(x) = -3x + 5
b) f(x) = 3x - 7
d) f(x) = x - 3
e) f(x) = 1. x - 1.
3 3
Determine 0 polin6mio do 2<>
grau cujo grMico e: 30 (FEI-SP)Durante 0 processo de tratamento, uma pec;:a
=4x'-12x+8
de metal sofre uma variac;:aode temperatura descrita pela
fun<;aof(t) = 2 + 4t - t2, 0 < t < 5. Em que in stante t a
temperatura atinge seu valor maximo? I = 2

31 (Unicentro-PR) Urn agricultor precis a cercar urn espa-


<;0reservado a uma horta com formato retangular. A cerca
para tres lados da horta custa R$ 40,00 0 metro e a cerca
para 0 quarto lade custa R$ 60,00 0 metro. 0 agricultor
disp6e de R$ 720,00 para gastar na cerca. Que dimens6es
ele deve dar a esse espa<;opara maximizar a sua area?
a) 4,5 m x 3 m d) 5,4 m x 3,6 m
b) 5,4 m x 3 m e) 6,1 m x 3,2 m
(UFSC)Um(p~~£~~!l)e lan<;adoverticalmente para cima xc)4,Smx3,6m
velocidade inicial de 300 m/s (suponhamos que nao
32 (FATEC-SP)Sejam as fun<;6es f e g , de IR em JR,defi-
nenhuma outra for<;a,alem da gravidade, agindo sobre
nidas, respectivamente, por f(x) = 2 - x e g(x) = x2 - 1.
ele). A distancia d (em metros) do ponto de partida, sua
velocidade v (em m/s) no instante t (em segundos conta- Com relac;:aoa func;:aogof, definida por (gof) (x) = g(f(x)),
dos a partir do lan<;amento) e acelera<;aoa (em m/s2) sac e verdade que:
dadas pelas f6rmulas: a) a soma dos quadrados de suas raizes e igual a16.
b) 0 eixo de simetria de seu grMico e y = 2.
d = 300t - ~ . 10t2, V = 300 - lOt, a = -10
• xc) 0 seu valor minima e -1.
a(s) proposic;:ao(6es) correta(s). d) 0 seu conjunto imagem esta contido em [0, + 00 [.
(01) 0 projetil atinge 0 ponto culminante no instante e) (gof) (x) < 0 se , e somente se, 0 < x < 3.
t = 30 s.
(02)A velocidade do projetil no ponto culminante e nula. 33 (FGV-SP)Quando uma pizzaria cobra R$ 14,00
(04)A acelerac;:aodo projetil em qualquer ponto da sua pizza, 80 unidades sac vendidas por dia. Quando
trajet6ria e a = -10 m/s2• e R$ 12,00 por pizza, 90 unidades sao vendidas.
(08) 0 projetil repassa 0 ponto de partida com velocida- a) Admitindo que a quantidade vendida (y) seja fun~ao
de v = 300 m/s. do 1<>grau do pre<;o (x), qual 0 pre<;o que deve ser
(16)A distancia do ponto culminante, medida a partir do cobrado para maximizar a receita diaria? R$ 15,00
ponto de lanc;:amento, e de 4 500 m. b) Se a realac;:ao entre y e x fosse y = -4x + 160, e a
(32) 0 projetil repassa 0 ponto de lanc;:amentono instante custo de cad a pizza R$ 8,00, qual a prec;:oque deveria
t = 60 s. 01 + 02 + 04 + 16 + 32 - 65 ser cobrado para maximizar 0 lucro? R$ 24,00
1. Das fun\;oes em IRabaixo, identifique quais saD fun-
\;oes quadniticas e, nesse caso, determine 0 valor dos
coeficientes a, bee.
xa) g(x) =x2-x a=1,b=-1ec=0
X b) hex) = x 2
+ ff a = 1, b= 0 e c= .J7
c) i(x) = if)( +2
X d) j(x) = (x - 3)2 a = 1, b = -6 e c=9
3 2
e) lex) = x + 2x - 4x - 8
-2
f) m(x) = (x - 20)3
21. Nao existe x real que satisfaga ((x) = 20.
2. Dada a fun\;ao lex) = - ~ + 5x + 6, calcule:
X= -1 ou
a) j(-I) 0 d) xparaj(x) = OX=6

b) j( 5) 4 + 5../2 e) x para j(x) =:; ; a) Qual e a lei de forma\;ao que expressa a area
desse piso em fun\;ao de x? A = 4x" + 64x
b) A = 228 m2

c) j(_'±') .1i- f) xparaj(x) = 20


5 25 b) Calcule a area A, em m2, para x igual a 3 m.
Ver resolugao no Guia do professor. Be. Sendo no numero de pessoas, 0 numero de e-mails e n(n - 1).
• Analisando esses valores, e possivel determinar
8. COMUNICA~.AO. Urn grupo de estudo formou uma
se a fun\;ao e crescente ou decrescente?
lista de discussao pela internet. 0 combinado foi
• Na sua opiniao, haveria uma forma de represen- que, depois de cada aula, os integrantes trocariam
tar essa fun\;ao que facilitasse sua analise? e-mails com as conclusoes individuais sobre a aula
e mandariam para todos os integrantes da lista.
3. Sabendo que j e uma fun\;ao quadratica tal que
Todos cumpriram 0 combinado.
j(O) = -4, j(3) = 8 e j( -2) = 4, obtenha 0 valor de
a) Se 0 grupo fosse formado por 2 pessoas, quantas
j(-3). ~
5 mensagens seriam enviadas ap6s uma aula?
4. Que valores reais de p tornam as fun\;oesje 9 qua- Ese 0 grupo fosse formado por 3 pessoas, quan-
dnHicas? tas mensagens seriam enviadas? E se fossem
a) j(x) = (2p - 3)x2 + txp + 2 p ¢ ~
4 pessoas? E se fossem 10? 2;6; 12; 90
b) Fa\;a uma tabela e mostre como voce calculou
b) g(x) = [(3p + 5)(p + 7]x2 + 3x + 11 5 o numero de mensagens para cada numero de
P¢-3ep* -7
pessoas. Ver resolugao no Guia do professor.
5. FiSICA. Observe a foto de uma
c) Descubra a expressao que determina 0 numero
gota em queda livre.
de mensagens em fun\;ao do numero de pessoas
Nesta foto, foi utilizado urn
do grupo.
metodo que permite visualizar d) Calcule 0 numero de integrantes do grupo sa-
as posi\;oes da gota em queda bendo que foram enviadas 132 mensagens ap6s
de acordo com a varia\;ao do uma aula. 12
tempo, A lei que relaciona a po-
si\;ao (em metro) do objeto em 9. Escolhendo alguns algarismos de 1 a 9, agrupam-se
fun\;ao do tempo (em segundo) esses algarismos dois a dois, totalizando 12 nume-
e s(t) = 4,9 . e. Calcule a po- ros de dois algarismos distintos. Quantos algaris-
si\;ao s da gota para t = 1 s, mos foram escolhidos? x(x - 1) = 12
4 algansmos
t = 2 set = 3 s.
Observe que 0 modelo mate- 10. ESPORTE. Em certa fase de urn campeonato, os times
jogaram turno e returno, ou seja, cada time jogou duas
maticoj(x) = ax2 que aparece
vezes com cada urn dos outros times: uma partida no
aqui e 0 mesmo utilizado por
pr6prio campo e outra no campo do adversano. Sa-
Galileu na experiencia do
bendo que nessa fase houve 56 jogos, quantos eram
plano incl1nado. os times? x(~ - 1) = 56
5(1) = 4,9 m, 5(2) = 19,6 m e 5(3) = 44,1 m 8 times
6. PROJETO. Uma pe\;a metalica e construida conforme
11. CONTAGEM. No primeiro dia de aula, depois das
o molde de urn setor circular.
ferias de julho, todos os alunos de uma c1asse se
curnprimentaram com urn abra\;o. Ao todo foram 276
cumprimentos. Quantos alunos estavam na c1asse
nesse dia? Que expressao fornece 0 numero total
de cumprimentos em funKao do numero de alunos
presentes na classe? 24 a unos
a) Escreva a lei que relapiona 0 raio desse setor e a . n(n-1)
area da figura. A = n; 12. GEOMETRIA. Qual e a se~ten\;a que determina 0
b) Considerando 3,14, determine 0 raio para que
1t = numero dde diagonais de urn poligono convexo de
a area da pe\;a seja igual a 25 cm2• r= 5,64 em n lados? d = n(n - 1) n ou d = n(n - 3)
2 2
53. FiSICA. Uma pedra e lalll;(ada verticalmente para
cima. Urn segundo ap6s 0 lan<;:amento,a pedra atinge
5 metros de altura e come<;:aa descer. A lei que des-
creve a altura h, em metro, em rela<;:aoao tempo t,
em segundo, e do tipo h(t) = at2 + bt, com a, bE IR
e a* O.
a) Determine a lei dessa fun<;:ao. h(t) = -5t2 + 10t
b) Qual e a altura da pedra 2 segundos ap6s 0
lan<;:amento? 0 m
c) Construa 0 grafico correspondente a essa situa-
<;:ao. Ver resolugao no Guia do professor.
d) Compare 0 tempo de subida com 0 tempo de
descida da pedra. 0 que voce pode conduir?
ObseNando 0 grafieo, pereebemos que 0 tempo de subida e igual ao de desclda.
54. ESPORTE. Urn jogador de basquete lan<;:auma bola
em dire<;:ao a cesta e a bola descreve urn area
de parabola. A lei que desereve essa parabola e
h(t) = -t2 + 4t, em que t e 0 tempo decorrido ap6s 0
lan<;:amento, em segundo, e he a altura, em metro,
em que a bola esta no instante t.
Sabendo que a bola esta a 2 metros de altura quando
parte da mao do jogador, calcule a altura maxima
que a bola atinge nesse lan<;:amento. 6 m

55. A soma dos numeros naturais indicados por x e y


e 10. Determine esses numeros para que 0 produto
entre eles seja maximo. x = y = 5
56. Desenhe 0 grafico das funr;oes a seguir. 58. BALisTICA. Urn projetil e lanr;ado e descreve uma
3~ curvasegundo a lei h(t) = -4,ge + 24,5t + 9,8, com
a) j(x) = -4x2 + 6x - 9 c) h(x) = -5- +x +5 h em metro e t em segundo. Determine os intervalos
b) g(x) = x2
+ 6x d) i(x) = 2x2
+ 7x - 4 de tempo em que 0 projetil esta subindo e descendo,
Ver reso!ugao no Guia do professor. respectivamente. subida: 0 a 2,5 s
57. ECONOMIA. Uma empresa de televisao a cabo, que descida: 2,5 a 5,37 s (aproximadamente)

tern 20.000 assinantes e cobra R$ 35,00 mensais,


faz uma pesquisa de mercado para decidir 0 au-
mento que aplicara na sua mensalidade. Os resul-
tados· desse estudo indicam que a empresa perdera
400 assinantes para cada real que se aumente.
a) De a lei da funr;ao que determina a entrada
mensal (em reaisJ, dependendo da quantidade
de reais que se aumente na mensalidade.
b) De quanto deve ser 0 aurnento para maxiniizar
a entrada de dinheiro por mes? R$ 7,50
59. FiSICA. Dois moveis, A e B, no mesmo instante,
c) Qual e a arrecadar;ao mfucirnaque a empresa pode partem do mesmo ponto e realizam movimentos
obter em urn mes, ao aplicar esse aumento? retilineos que obedecem as leis SA(t) = 5 + 5t e
d) Quantos assinantes d evera- ter essaR$ empresa
722.500,00
SB(t) = 5 ....:5t + e.
Determine 0 intervalo de tempo
para obter a arrecadar;ao maxima? 17.000 em que 0 move! A fica na frente do movel B.
57a. y = 700.000 + 6.000x - 400x2 o move I A fica na frente do movel B no intervalo ]0, 10[.
108. Existem parabolas que tern overtice sabre 0 eixo y.
Nos demafs casos, overtice pone 'estar i diteita ou a.
esquerda desse eixo..
a) Quando a fun~ao e. do tipo y = + bx + c, 0
que determina a posi~ao do vertice em rela~ao ao
eixo y7 Justifique.
b) E quando a fun~ao e do tipo y = ax2 + bx + c7
Justifique., .
Ver resolugao no Guia do professor.
109. Resolva os sistemas graficamente. Ver resolug8.o no
Gula do professor.
2
a) {y=X -2X+l S={(1,0),(2,1)}
y=x-l

b) {:::2X+_ 3
;; ~ ~ 0 S=[-2, -n CO:nsidere que, para produzir el3sacai~a, f~i'
neces~ariauma Jolha de papelaodedirnens5es"
450mm por540 mm,e que alguns cantosde:ssa
foilia foram recortados paraobter apia.riific~Ca9
110. AGRICULTURA. 0 valor p em reals por acr~(4,04:TlIlet.ros daca:ixa(figura I).
quadrados) de uma prodw;;aode trigo, .d diasdepois
de plantado, e dado por:
p = 12d - 0,05d2, com20< d<80
a) Encontre 0 valor (p) do acre de trigo 50 dias depois
. de 0 grao ter sidoplantado.R$475,OO
b) Ap6s quantos diasdepois deplantado 0 trigo ob-
tem-se p = 4007 40 dias de po is

Figura I
G) 48.600mm ® 32.400mm ® 97.200mni
2 2 2

a) Calcule a area de cada parte da planifica~ao des-


tacada na figura 1. .
b) Considere outra folha com as mesmas dimensoes·
da folha da figura I, em que e feita a planifica~ao de
outra caixa (figura.II). Determine a lei e 0 dominio
a) Calcule as dimens5es minirnas que uma folha retan- da: fun~ao que relaciona a area A dessaplanifica-
gular de papeliio deve ter para construir a planifi- ~ao e a. medida x indicada na figura II. Desenhe 0
ca~ao dessa caixa. 360mm por 450mm esbo~o do graftco del;lsa fun~ao.
b) Determine a fun~ao que relaci<;:maa area A da parte Ver resolug8.o no Guia do professor. .
colorida e a medida x indicada na figura. 113. ECONOMIA. 0 lucrode uma empresa e dado pela lei
32.400+ 1.170x - x2 . L(x):::-x2+ 8x -
7, em que xe a quantidade vendida
2 . (eni inilhares de unidades) e Leo lucro (em milhares
de reais).
a) Determine os valores de x para os quais 0 lucro e
positivo. 1 < x < 7 (em milhares de unidades)
Calcule a quantidade que se deve vender para se
obter lucro maximo; 4.000
Determine 0 lucr6maximo. R$9.000,00
5. (Unifesp)As figuras A e B representam dois retfulgulos
( Capitulo 01------------- de perimetros iguais a 100 em, porem de areas diferen-
tes, iguais a 400 cm2 e 600 cm2, respeetivamente.
1. (Unesp) Seja a funt;ao: y = :K - 2x - 3. 0 vertice V
e 0 conjunto imagem da funt;ao saD dados, respecti-
vamente, por:
a) V= (1, 4), 1m = {y E IRly ~ 4) Figura A Figura B
Xb) V= (1, -4), 1m = {y E IRly ~ -4} A figura C exibe um retangulo de dimensoes
c) V = (1,4), 1m = {y E IRI y ~ 4} (50 - x) em e x em, de mesmo perimetro que os
d) V= (1, -4), 1m = {y E IRI y ~ -4} retangulos das figuras A e B.
I
e) V = (1, 1), 1m = {y E IR y ~ l} 50-x

2. (FGV-SP) Sabe-se que 0 custo por unidade de merca-


.
'} f(x) = (50 - x)x,
doria produzida de uma empresa e dado pela funt;ao Figura C x = 10 au X= 40
C(x) = x + 10.000 - 160, onde C(x) eo custo por a) Determine a lei, f(x) , que expressa a area do
x retangulo da figura C, e exiba os valores de x
unidade, em R$, e x e 0 total de unidades produzidas. que fornecem a area do retangulo da figura A.
Nas condit;oes dadas, 0 custo total minima em que a b) Determine a maior area possivel para um retan-
empresa pode operar, em R$, e igual a: gulo nas condir;oes da figura C. 625 em2
X a) 3.600,00
6. (UEL-PR)Um grupo de amigos alugou urn 6nibus com
b) 3.800,00
40 lugares para urna excursao. Foicombinadocom 0 dono
c) 4.000,00 do 6nibus que cada participantepagariaR$ 60,00 peloseu
d) 4.200,00 lugar e mais urna taxa de R$ 3,00 para cada lugar nao
e) 4.400,00 oeupado. 0 dono do 6mbus reeebera, no maximo:
a) R$ 2.400,00 c) R$ 2.620,00 e) R$ 2.825,00
3. (UFPB) 0 graneo da funt;ao b) R$ 2.520,00 xd) R$ 2.700,00
1 2 1
Y = fix) = - 200 x + ""5 x, representado nafigura 7. (Ufes) Uma mieroempresa fabrica e vende jaquetas.
abaixo, descreve a trajet6ria de um projetil, lant;ado Todas as jaquetas produzidas saD comercializadas, e
a partir da origem. o prer;o de venda e R$ 75,00 por unidade. Se 0 custo
total diario para fabricar x jaquetas e dado em reais
por C(x) = x2 + 25x + 100, determine:
a) 0 numero de jaquetas a serem produzidas para
que 0 luero total diario seja maximo; 25
b) 0 lucro total diario maximo. R$525,OO

8. (PUC-SP) Considere que 0 material usado na eon-


fect;ao de um certo tipo de tapete tem um custo de
R$ 40,00. 0 fabrieante pretende coloear cad a tape-
te a venda por x reais e, assim, eonseguir vender
(100 - x) tapetes por meso Nessas condir;oes, para
Sabendo-se que x e y saD dados em quil6metros, a que, mensalmente, seja obtido um lucro maximo.
altura maxima He 0 alcanee A do projetil sao, res- cada tapete devera ser vendido por:
peetivamente: a) R$ 55,00 Xc) R$ 70,00 e) R$ 80,00
Xa) 2 kIn e 40 kIn b) R$ 60,00 d) R$ 75,00
b) 40 kIn e 2 kIn
c) 2 kIn e 10 kIn 9. (Fuvest-SP) Suponha que um fio suspenso entre duas
colunas de mesma altura h, situadas a distaneia d
d) 10 kIn e2 kIn
(ver figura) , assuma a forma de uma parabola.
e) 2 kIn e 20 kIn

4. (Fatec-SP)Sejam as funr;oes f e g, de IRem IR,definidas, h~h


respeetivamente, por fIx) = 2 - x e g(x) = x2 - 1.
d
Com relat;ao a funr;ao 9 01. definida por
(g 0 fHx) = g(f(x)), e verdade que: Suponha tambem que:
(I) a altura minima do fio ao solo seja igUal a 2;
a) a soma dos quadrados de suas raizes e igual
(II) a altura do fio sobre um ponto no solo que dista
a 16.
b) 0 eixo de simetria de seu granco e y = 2. ~ de uma das colunas seja igual a ~ .
Xc) 0 seu valor minimo e -1.
Se h = 3 ~ ,entao d vale:
d) 0 seu eonjunto imagem esta contido em [0, +00[.
e) (g 0 f)(x) < 0 se, e somente se, 0 < x < 3.
SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 2º GRAU
Respostas dos Sistemas
a ,

TESTE 1 7) (XXII OBM) Detetmine a soma dos algarismos do rnencr

E inteiro positivo qUê é o dobro de um cubo e o quíntuplo


de um quadrado
X 1) (EsPCEx) A fórmula N = 6 . 108 . V-3/2 relaciona. numa a) 2 d)8
E dada sociedade, o número N de indivíduos que . b) 5
R possuem renda anual superior ao valor V. em reais.
Nessas condições, pode-se afirmar que , para pertencer
c) 6 e) 12
C ao grupo dos 600 indivíduos mais ricos dessa

Í sociedade é preciso ter no mínimo urna renda anual de

C
a) R$ 10.000,00. d) R$ 10.000.000,00. 8) (CN) Efetuando J22-,,3,2+,,3
+ ~ + \/2 ~ ~, obtém-se
b) R$ 100.000,00.
I c) R$ 1.000.000,00. e) R$ 100.000.000,00. a) 4 d) 3.
O 3

S 3y- 9x
2) (TIN) Se --- = a, sendo, y * ax o valor da razão
b) .J3
y - ax c) .J2 e) 1

D 'L,
x
para a> 9, é igual a

E a) (a - 9) d) (a + 9) 9) (CN) O quociente entre a maior e a menor raiz da

b) (a - 3) - . 9Jxã 17,
equaçao VX + -'-o =- e :
c) (a + 3) e) a2 x 4
R a) 227 d) 245
E ,
3) Seja x E R tal que
1 x-1 1
- < -. - < -. Então:
b) 232
V 3 x 2 ~2~ ~2~
r,
I
3
a ) -<x«_ d)-1<x<0
2
S b) 1 < x < ~
4
10) (PROF-AERONÁUTICA) Qual é o domínio da função
sx -1
à c) O < x < 1
3
e) não existe
f(x) == -' --?
ax + 2 .
O a) {XE R/x~-~/3}.
4) (AFA) Sex:; 1 e raizdaequaçãox4 + px3 + px2 + px + b) {XE l=l/x;t:-3/2}.

E =
+ P O , então: c) {x eR / x;t: -1/5).
1
a)p=-4 c)p=Ooup=-'1 d) {x E R /x;,t 1/5}.

A 1
b) P = '2 d) P = 1 ou P = -1
P 11) (CN) Um alunoe'hóóntrou zero para o valor numérico
+ 5 + 4y. Pode-se concluir
5) As raízes da equação x2 - kx +6 = O são 5 unidades da expressão x2 :.. y2 - 2x
R maiores que as raízes da equação x2 + kx + 6 = O,então, que os valores peíos quais substituiu as variáveis x

O a) k = 5 d) k = -7 e y são tais que sue sorna é:

F b) k =-5 a) -2 d)1

U ~k=7 ~k=1 b) -1

N 6) (OBM) Seu Pedro possui três lotes quadrados: um deles


c) O é) 2

D tem lado de 10 metros, os outros dois têm lados de 20

A metros cada. Seu Pedro quer trocar os três lotes por 12) (CN) O maior valor inteiro que verifica a inequação
um outro lote quadrado, cuja área seja a sorna daq Uéles , x . (x + 1) . (x- 4)< 2 . (x - 4)ê:
M três lotes. O novo lote deverá ter lado de medida:
a) 1 d) ímpar maior que 4
E a) impossível de se obter d) 40 metros
, b) negativo
b) 24 metros
N c) 25 metros e) 30 metros
c} par positivo e) primo

T
O
13) CN) A raiz cúbica de um número N, é 6,25. Calcular 19) (CN) Se 2x +y
-
= 1. com x e y reais, então o maior
m .

a raiz,.s.extadesse número N.
2"';5 valor da expressão x2 + 3xy + y2 é igUfila
a) 5 d) 2,5
5
b) 2,05 a) - d)~
4 8
c) 2.J5 e) 1,5
b) .?:.
4
14) (AFA) Um polinôrnlo P(x) dividido por (x - 2) tem
resto 3, e dividido por (x - 4) tem 1'9Sto1. Então, o 13
c) 8 e) 31
resto da divisão desse polinômio por (x - 2)(x - 4) é 16
igual a:
a) -x - 5 d) x +5 20) «(,)EFEl) Qual é o maior valor que A pode assumir
b) -x + 5
c) x-5 e) nra
de modo que o produto dos números mistos Ai· f:I

4~ seja positivo e menor que 447


2
15) (AFA) A solução da inequação x + x + 3 :5 3 é dada
x+1
pelo conjunto: TESTE 2
a) {x E R / O ~ x s 2}
b) {x E R / x::; -1 ou O < x ~ 2}
1) (CN) O valor de ~1aJã ·~O.125 é:'
c) {x E R / x > -1 ou O ~ x ~ 2}
d) {x E R / x < -1 ou O::;xs 2} a) 2.Jã d)2~

b) 4~
16) (CN) Dois sistemas de equações lineares são
equivalentes quando toda solução de um é solução c) 4../2 e) 4~
do outro e vice-versa. Qual é a soma dos valores de

X - y =O {ax + by =1 2) (XX OBM) Qual dos números a seguir é o maior?


a e b, tais que os sistemas {
x+ y =2 e b
x- ay =1 a) 345 d) 2439
sejam equivalentes? b) g20
a) 1 d) -2
b) 2
c) 2714 e) 8112

c) -1 e).zero
3) (CN) Simplifir:ando

17) (CN) Seja R o conjunto dos números reais e Z o conjunto


dos números inteiros. Seja (a2 + b2 + 2ab) (a2 + b~ - 2ab)
A = {x E R 1 x3 +x = O} para b * :ta obtém-se :
B = {x E Z 1 -2 < 2x + 2 < 2}
a-b
C = {x E (R n 2)1 X2 - .J2 ·x = O} a) 1 d)---
a+b
Então, a+b
b) a _ b
a) A - C = {O} d)AUC=B
b)C-B={.J2}
b a
c) e) -
c) CnA =A e) AU B = C a b

18) (XX OBM) A soma das raízes reais de x3 + 3x2 + ax - 4) (CN) O poliriô;nio x5 + px2 + X + q é divislvel porx + 1.
-1 = O é: Lego, P + q é ig~1 a:

© 2019 –Professor André Luiz


.

í 5) Se (-1 - X)3 = 1, então um valor para x é:


a) O
b) 1
c) - 1
d) 2

e) - 2
11) O coniunto-soluçêo

seguinte
s) (-00,-1)
intervalo.
da equação

d) (-1,.-00)
2x- 3 ~ 1 é o
3)(-2

b) (-oo,~)
6) (CEFET) O maior valor real que t deve assumir na
+ 264) + tx) = O de mo de
eq uação (tx
que esta só tenha números
(tx - 408) (312
inteiros como raízes é: e) (-1,~)
a) 3 d) 24
b) 6
12) (CEFETEQ) Calcule o número lnts.ro positivo que
c) 12 e) 48
deve ser adicionado a cada fator do produto (5 . 13),
para que esse produto aumente 175 unidades.
7) (CEFET) Os arremessos convertidos numa partida de
basquete valem 1, 2 ou 3 pontos. Numa partida da
decisão do campeonato brasileiro, o cestinha da
13) As raízes de x2 .; 5x +3 = O são p e q. Urna equação
temporada marcou 30 pontos nos 15 minutos iniciais
de raizes p2 e q2 é:
de jogo. O mais surpreendente é que, desse total, a) x2 - 19x +9 =O
apenas 4 conversões não valeram pontuaçáo máxima.
b) x2 + 9x - 19 =O
Assinale quantos arremessos de 3 pontos foram con-
vertidos pelo citado atleta nesse intervsío de tempo.
c) x2"+ 25x + 9 =O
a) 8 d) 6
14) (CN) A soma da média arltmétlca cem a média
b) 9
c) 7 e) 10
geométrica das raízes da equação ax2 - ax + 83 = O dá:
2
4 - a 4 + a2
a) -- a d) a
8) (CEFET) O composto de uma substância A e de urna
substância B é vendido por R$ 26,00 o kg. A substância
-4 + a2
A é vendida por R$ R$ 30,00 e a substância B por R$ b)
a
20,00 o kg. O preço do composto é calculado em função
das quantidaaes das substâncias
quantidades de A e B no kg desse composto
e seus preços. As
deverá
c)
8 + a2
a
e, 5
ser, respectivamente:
a) 200 9 e 800 9 ci) 600 9 e 400 9 15) (EsPCEx) Sejam m é h dois rumeros inteiros pos;t/vos tais
b) 500 9 e 500 9 que m e n sâo ímpares corsecutivos, com m . n 483. =
c) 700 9 e C,OO9 e) 800 9 e 100 9 Nestas condições, o valor dê m +né igual a:
a) 64 d) 44
b) 52
. 5x - 3 4 2x
9) (EPCAr) Com base na Igualdade -- - - + - :-.:
2 5 3 c) 46 e) 32

= 19x - 8 _ 2.
pode-se afirmar que
6 2' 16) (CN) Duas raizes daequaçãó biquadradax4.+ bx2 +c = O
a) tem apenas uma solução e esta solução é um são 0,2333 ... e ~b. O valor de c é:
número par.
a) 1 d)7
b) tem apenas uma solução e esta solução é um
b) 3
número ímpar.
c) 5 e) ~
e) tem uma infinidade de soluções.

d) não tem nenhuma solução.


10) (PROF - MG) A furção f : R ..•.•R, definida porf(x) = -2X/3 + 1 17) (CN) ObOrijuntosoluçãodaeqUàÇão x -../x+ 4 = 2, é:
a) Unitário de el~mento par, .
é maior do que zero se, e somente se:
b). Unitário de elemênto ímpe.re primo.
3 1
a) X<- c) X>- c) Unitário·de elementolmpar Mão primO.
2 2 /

d)8Inário,
3 1
b) x>- d) x <~ e) Vazio.
2
18) O custo de produção de um determinado artigo é
dado por C(x) = 3x2 - 15x + 21. Se a venda dI'! x
unidades é dada por V(x) = 2x2 + x, para que o lucro
- 4) (CN) Se (" +~ r = 3, então
3
x + x~ é igual a

a) O d) 3
L{x) = V{x) - C(x) seja máximo, devem ser vendidas:
b) 1
a) 20 unidades d) a unidades
c) 2 e) 4
b) 16 unidades
c) 12 unidades e) 4 unidades
5) Se ~ = 2 e ~ = 3, a razão de a + b para b >+ c é:
b b
2X +Y =3
19) (CN) O valor de y no sistema: { 2 1 2
3x + Y = m - 4m + 1 a) -
3
d)-
3
'quando x assume o seu valor minimo é: 3
a) -1 d) 15 b) -
8
b) 1
3 3
c) 7 e) 9 c) '5 e) -
4

20) (OBM SÊNIOR) O ccnjunto solução da inequação


6) (CEFET) Considere a seqüência crescente (a, b, c,
1 1, . d, e), cuios termos são múltiplos consecutivos de 7.
- :> -- e o conjunto:
x x-1 Determine a diterança e-a.
a) dos reais diferentes de Q e 1
b) dos reais positivos diferentes de 1
7) (CEFE1) Para promover uma festa, certa empresa
c) dos reais diferentes de zero e menores que , divide os gastos em duas partes. A primeira destina-se
d) dos reais entre O e 1 ao aluguei do salão e à decoração, o que não depende

e) vazio do número de convidados. A segunda corresponde à


bebida e à comida, por convidado. Se, atualmente, os
gastos com 40 convidados totalizam R$ 1500,00 e com
'fESTE 3 100 convidados R$ 2250,00, podemos afirmar que o
gasto dessa firma, por convidado, é de:
a) R$ 10,00 d) R$ 12,50
1) (CI\') O valor mais aproximado de
b) R$ 11,20
16-0.75 + ~O, 00243 c) R$ 11,35 e) R$ 15,00
2 é:
3' + 4,333 ...
8) João, Pedro e Maria se encontraram para bater papo~
a) 0,045 d) 0,Q85 em um bar. João e Pedro trouxeram R$ 50,00 cada um,
b) 0,125 enquanto Ikria chegou com menos dinheiro. Pedro,
muito generoso, deu parte do que tinha para Maria, de
c) 0,315 e) 0,25
forma que os dois ficaram com a mesma quantia. A
seguir. João resolveu também repartir o que tinha com
Maria, de modo que ambos ficassem com a mesma
2
1 + _a _-_
b 6 b2
1 + ----=-_-=
- quantia. NQ final, Pedro acabou com R$ 4,00 a menos
6 +b 82 + b2 do que os outros dois.
2) Simplificando b + "-2 encontramos:
8--_ aG __ b-
1 - --- - 1 __ . _ Determine soma dos algarismos do valor que Maria
a +b 62 + b2 possuía quando chegou ao encontro.

a) ab a) 1 ° d) 7

b) ab-1 b) 9
c) a-1t:, e) (abt2 c) 8 e) 6

3) (CN) O maior divlSorcomum dos 3 polinômios: x2 - 4x + 9) OconjuntQdassollÇáesreaisdaequaçãox-2-(1-x) =


+ 4; 2x2-8; mx + péx-2. Então: = 4x + 1 - (2x + 4) é:
a) p - m "" O d) P + 2m = O a),0 d){4}
b) 2;:>- m =O b) {-4}
c) 2p +m = ° e) p-2m =O c) {O} e) R
/ ~ /,
10) (EPCA" A reta do gráfico abaixo indica a quantidade de 16) (CN) O valor mrnimo do trinómio y = 2x2 + bx + p
soro (em mOque uma pessoa deI/e tornar, em função de ocorre para x ::é 3. Sabendo que um dos valoras de x
seu peso (dado em Kgt), num tratamento de imunização. que anulam esse trinômio éo dobro do outro, dar o
A quantidade total de soro a ser tomada será dividida valor de p.
em 10 injeções idênticas. a) 32 d) 128
Quantos ml de soro receberá um indivíduo de 65 Kgf b) 64
em cada aplicação?
c) 16 e) 8
a) 20 ml
b) 40
c) 2 30! / 17) (CN~ Resolver a lnequeção
2
x 2+ 5x +16 > O
.

d)4 1°il x + 5x - 4

o 20 50 80 kgl a) impossível d)1<x<4


11) (CEFEl) Numa prova, por causa de um erro de im- b) qualquer x real
pressão, o enunciado de uma das qusstões apareceu c) x <2 e) x >3
assim:

"Determine a solução da equação - + --:2 = 0,25, 1ti) (XXIV OBM) Os valores de x,y e z que satisfáZem as
x X
no conjunto dos números reais." equações x + -111
= 5, Y + - = 1 e z + -x == 2 são tais
y z
Sabendo-se que a equação dada tem uma única
qL'e x + 3y + zz é itJual a:
solução e que os numeradores ausentes são números
inteiros simétricos, podemos afirínar que estes são, na a) 5 d) 8
ordem, .b) 6
a) 2 e-2 d) -1 e 1 c) 7 e) 9
b) -2 e2
c) -3 e 3 e) 1 e -1 19) (XXIV OBM) Sejam x, y, z números inteiros tais que x .;-
+ Y + z = O. Sobre x3 + y3 + tf3 são feitas as seQui,1tes
afirmativas:
12) Das equações abaixo, qual tem como raízes
I. É necessariamente múltiplo de 2.
a+bea-b?
11. É tlécessariamente múltiplo de 3.
a-b a+b
111. É necessariamente múltiplo :le 5.
a) (a2_ b2) (x2 + 1) -2(a2 + b2)x = O
Podemos afirmar que:
b) (a2 + b2) (x2 + 1) -2(a2 + b2)x = O
a) somente I é correta.
c) (a2 - b2)(x2 + 1) - 2(a2 - b2)x = O b) somente 11 é correta ..
d) (a2 - b2) (x2 - 1) - 2 (82 + b2) X. = O o) somente I e 11 são ccrrates.
e) (a2 - b2) (x2 -1) -2(a2 - b2)x = O d) somente I e 111são corretas,
e) 1,11 e 111 são corretes.
13) (CN) A soma dos cubos das raizes da equação x2 +
+X- 3 := O, é: 20) (CFS) O valor da expressão
a) -10 d) -6
b) -8
-.:,.J_144_+---,0,,-6 _ ~
2,4x10 4
{2 - 1,5 (1 + .:!.)} é
+
2
igual a

c) -12 e) -18
1 2
a) 12 c)
3
14) (CEFET) Se 2 é uma das raízes da equação do 2Q
grau x2 + kx + 6 = O, obtenha a outra raiz. 7
d) 2
b) 12 5

15) (CN) Uma das raízes da equação .)2 + x -- .)2 - x = .J2


é: TESTE 4
a) J2 d)-J2. ,
1) (FUVES1) Sabendo que x, ye z são núl'TiEll"Ôsreais e
b) --!5 (2x + y-z)2 + (X-y)2 + (2~a)2 = O então, x +y +Z
c) -J3 e) .J6 é igual a:
/ . -
a) 3 d)6 .9) (CN) O conjunto-solução da equação
b) 4
x+1 x-1
c) 5 e) 7 ----.-
x- 1 x +1=1 é igual a :
2-+--
_. 2
2) o(AFA) A soloçêo de 4x + 6x = 2 o9x é: x+1 x-1
a) {O} c) {-2}
'a)0 d)R-{-1.1}
b){1} d) {-2. 1}
b) R

3) (ArA) Se x E A e 75x = 243. então 7-3x é igual a: c) R- {-1. O. 1} e) {O}

1 1
a) 3 c) 27 10) (CN) Numa prova de. vinte questões. valendo meio
ponto cada uma. três questões erradas anulam Uma
1 1
b) 9 d) 81 certa. Qual é a nota de um aluno que errou nove
questões em toda p.ssa prova? "

a) Quatro d) Cinco e meio


4) (EN) x4 + rx2 + s será divisível por X2 + 4x + 6 só se
r + s for Igual a: b) Cinco

a) 10 d) 2~ c) Quatro e meio e) Seis e meio


b) 15
c) 16 e) 32 11) (CEFET) Um vendedor de saquinhos de amendoim
anuncia o seu produto da seguinte maneira: "Um é trinta
(centavos). dois é cinqüenta (centavos) e cinco é um real",
5) (EN) Considere os conjuntos A = {x E R I 2x - 3 2!
, 5x - 2
a} Num gráfico preço(p) x quantidade (q). essa situação
poderia estar representada sobre uma curva seme-
e B = ix E R I x2 - 5x + 4 < o}. O conjunto solução lhante a:

'l.
An Bé:
a) [3/2. 4[ d) )1.4)
b) )3/2. 4)
f'o. -
c) )1. 3/2) e) l+=. 2/5~ U [4. +oo[

6) (08M)
x3 - px2
a)1
b) 2
Para quentes
+ px - 1
valores
= a tem
reais dI'! p a equação
todas as raízes inteiras?
d) 4 blk
Clk,
c) 3 e) 5 ou mais

7) (VI OLIMPíADA DE MAIO) Determine a soma de todos


os números naturais de quatro algarismos formados
por dois dígitos pares e dois dígitos ímpares tais que.
ao multlplicé-los por 2. se obtém números de quatro
algarismos com todos C'S seus dígitos pares e. ao
dívldí-los por 2. Se obtém números naturais de quatro
algarismos com todos os seus dígitos ímpares,
~4~0 d)4~6 12) (CEFE1) O gráfico mostra a função f(x) = - x2 - zx + 3.
b) 4622 Com base no gráfico. marque o valor da diagonel do
c) 4624 e) 4628 retângulo ORPQ.

a) Jã
8) (XXII OBM) Se x e y são números reais positivos. qual
dos números a seguir é o maior?
b) J1õ
a) xy d) x2 + y(x + y) c)',J12,
b) x2 + y2 d) J13
c) (x + y)2
e) !i4
-'_==,-----,==-------------------------/
--------- ''-------~======================~~--
--------------- -
13) (CN) Dividindo-se o cubo de um número pelos ~ do 1g) (EPCAr)'Se x for inteiro PO.Sltlvo, então x3 - x = 'I
seu quadrado, acha-se 18 para quociente, A raiz
= x(x2 ~ 1) = x(x - 1) (x + 1) será o produto de três

quadra-da da terça parte desse número é: números inteiros ~ns9CutivOs. Daf se conclui qUé x3 - x I
será sempre
a) 2 d)5
b) 3 a) número primo. c) divisfvel por 4.

c) 4 e) 6, b) múltiplo de 5. c\) múltiplo de 6.

14) (CN) Os números a, b é c são inteiros não nulos, tais


~O) (EPCAr) Dividindo-se P1 = x4 + 2x2"'; 3 por P2 ==
144a+12b+c=0 I2 . x2 - zx + 1, obtém-se P:s como resto da divisão. O
que: { 66 1 b
2 a+ 6 +c=
o' logo \l'b - 4 .a .c pode
valor numérico ~ para x ::: O é
ser 1- 2x
a) 151 d) 154
a) -10 c) -5
b) 152
b) -8 c\) -2
c) 153 e) 155

TESTE S

I
x+ my =6
15) (CN) Para que, no sistema !. + I=:2 o valor de x
m 3 1) (XXIV OBM) Se xy = 2 e x2 + y2 = 5, então
seja o dobro do valor de y, m pode ter valores cuja )(2 y2
soma é: ~+- +2 vale:
y2 x2

a) 1 d) -1
5
b) -2 a) 2
d) 1
2
c) 3 e) 5
25
b) 4
16} (CN) Depois de transfonnarmos o sistema abaixo em
um do 1Q grau, os valores de modulo diferentes de x 5 t;- •.
c) 4 e) 1
e y têm para módulo da diferença:

J x3 - xv2 - yx2 + y3 = 16

1x3 - xy2 + yx2 _ y3 = 32


2) (EsPOEx) O conjuríto·solução
2 . .
da inequação

2x
.'
+ 3x -' .:S;
2 .
O ., t'd
esta con I o em:
a) 1 d) '3
2 ~ 3x
b) 5
2
c) 4 e) 2 a) ]~; S[
b) ]-2; +oo[
17) (EPCAr) Se 3x + 3-x = 5, então 2 . (9'< +g-X) é igual a

a) 50 c) 25 e) l-oo,~21
b) 46 d) 23

18) (EPCAr) Marque a altemativa FALSA: 3) (XIX OLlMP(ADA DE MAIO) Pedro escreve todos os
números de quatro algarismos diferentes que podem
a) N.= x somente se x ;:::O
SEr armados com dígitos a, b, c, d que cumprem as
seguintes condições:

a:t; O; b = a + 2; c = b + 2; d = c + 2.
Calcule 850ma de todos os algarismos das unidades
de todos 0$ números que Pedro el'lcreveu.
c) ~X2 + zx + 1 = x + 1, V X E R
a) 450 d) 560

b) 480

t) 550 e)' 580


4) (CN) Se m + n + p = 6, mnp == 2 e mn + mp + np = 9) (EPOAr) A soma de dois números é 475 e, se dividir-


mos o maior por 16 e o menor por 3, encontramos
i, podemos dizer que o valor de !!!. + .J!... + L é :
np mp mn resto zero e quocientes iguais. Encontre 0$ dois
números e seíectone a opção INCORRETA.
a) 1 d) 18

b) 3
a) Um deles é quadrado perfeito,

c) 7 b) O maior divisor comum dos números é 75.


e) 22
c) O quociente do maior pelo menor é uma dIzima
periódica.
5) (XXIV OBM) Os valQres de x, y a z que satisfazem as
d) O menor múltiplo não nulo c;omum aos números é
-
151 1_.
eqtJaQOeSx + - == ,Y + - == 1 e z + - == 2 sao tais que 1200.
y z x
x + 3y + 2Z é igual a:
to) (CN) Uma aplicação do mercado financeiro que rende
a) 5 d) e
0,3% ao dia, exige um mínimo de R$ 50.000,00 para
b) 6
ser efetuada. Uma pessoa que dispõe de R$ 45.000,00,
c) 7 e) 9 toma R$ 5.000,00 à taxa dei % dia, para fazer tal
aplicação. Duraflte quentos díes, ;1Q mínimo, deverá
6) (EPCAr) Dentre as identidades a seguir, marque a aplicar para pagar o empréstimo e continuaraplicando?
FALSA. Observação: Considerar os Juros .Imples
a} 40 d) 47
b) 43

c) 45 e) 50

16x - Y '" 1
11) (CN)Ovalordexnosistema~. é:

_(_2)2 - ~-27
{
"x + 2 - 4~
~y + 33 '" 1
c) = 1
(-3 + 5)° - 2 a) 15 + 14.]2 d)15+8J2

b) 15 + 12.]2

c) 15 + 10./2 e) 15 + 6./2

7) (EPCAr) O valor da expressão 12) (CN) O conjunto solução da equação

lOi (10"'.-' + 10m +') + [lOm( 10%+ 10i + 'll é:


x+1
x-1
~
x-i
-----
x+1
--+--
2 = 1 e
,.
.gual a:
x+1 x-i
a) 10 c) 10-1
m-.!:l.-2 a) 0 d) R - {-i}
b) 1 d) 10 2
b) R
c} R-{-1,0, 1} e) {O}
8) (EPCAr) Os valores de x e y no sistema

[x + 2y + k =O serão ambos negativos quando k


ta) (CN) Um ietângulo é tal que se aumentarmos de 1 em

13X +4y + 11 = O a menor de suas dimensões, a sua área aumentará de


20%, mE3Sse tivéssemos aumentado cada uma das
fortal que
dimensões de 2 em, a área seria aumentada de 75%. O
11 11 perimetro do retângulo é de:
a) - -c k <- c) 0,666 ... < k < 6,66 ...
5 2
a) 32 em d) 20 em

b) .!2 < k < .!2 b) 24cm


d) 3,6 <K < 5,2
3 2

j c) 26 em e) 28cm
• .
.

14) (CN)· Dois inteiros positivos, primos entre si x e Y,


satisfazem a equação y2 - 6xy - 7x2 O. Achar a =
soma x + y.
a) 6 cI) 10
b) 8
c) 4 e) 13

15) (XVII OUMPíADA CAPIXABA) Numa sala de aula, o


1
número de alunos ausentes é '6 do número de alunos

presentes. Depois que um aluno deiXa a sala, o número


1
de ausentes se toma '5 dos presentes. Quentos alunos
há nesta tunna?

16) (CFS) O valor da expressão

544 +0,6
2,4 x10
_ ~
4
{2 -1,5 +(1 + ~)} é
2
igual a:

1 2
a) - c)
12 3

7
c1)~
b) 12 5

17) (OU MPíADA CAPIXABA) Numa certa cidade, só estão


em circulação as notas de 1 real, 10 reais e de 100
reais. Deseja-se pagar uma dívida de 10.000 reais.
É possível fazê-Io usando exatamente 500 notas?

18) (EPCAr) Urna empresa produz quantidades x e y de dois


modelos de camisas por hora, utilizando o mesmo
processo de produção. A relação entre x e y é dada por
(y - 2)(x - 3) =
4a. As quantidades x e y qL.e devem ser
produzidas porfora de modo asetery =.2 x são tais que:
a) x > 10 e y < 20 c) X < 20 e y < 10
b) x > 20 e y < 10 cI) x < 10 e y < 20

19) (PROF-ALAGOAS) Três números inteiros e conse-


cutivos têm soma menor que 78. Se o menor deles é o
maior possível, o maior dos três números é:
a) 26 cI) 29
b) 27
c) 28 e) 30

20) (CN) Na solução do sistema

J x3 + 3x2y + 3Xy2 + y3 = 2x2 + 4xy + 2y2


12x2 - 4xy + 2y2 = x2 _ y2

encontramos, para x e y, valores tais que x + y é igual a:


a) 4 cI) 5
b) 2
c) 1 e)-3
(Gabarito)

© 2019 –Professor André Luiz



Função do 2 ·grau Q

m Se o vértice da função f (x) = ax2 + bx + 2 possui vértice


(-'1,-1), qual o valor de a + b?
(A) 1. (O) 9.
(B) 2. (E) 10.
(C) 6.

llIll Se o vérticeda parábola dada por y =x 2 - 4x + m é o ponto


(2,5), então o valor de m é:

(A) O. (O) 9.
(B) 5. (E) - 9.
(C) - 5.

1m] O eixo de simetria da função y =x 2


- 8x - 4 tem em comum
com a funç.ão f(~) =.x3 -:- 4x -: 13, o P?n.!~:~:e or.9~n.a?a:
(A) 5.
(B) 10.
(C) 35.
----~'\l:
EXERCícIOS NÍVEL 1 ~~ (O) 48.
(E) 64.
m Sejaa função f (x) == x2 - 3x + 2, calcule f (O) + f (1) + f ( -1).
lIi1 Uma função quaprática intersecta O eixo' dos y em +16
e intercepta O eixo dos x em +2 e +8. O valor mínímo desta
ma Encontre o vértice
I ,
da fU,nção {( x) = x2
- 4 + 2x .' função é Igual a:

11Determine o menor valor de {(x) =x 2


- 6x - 7 . (A) -16.
(8) -9.
(A) -16 (C) 3 (C) -6'.
(8) - 3 (O) 16 (O) .••5.
(E) maior Que - 5.
m Sendo y = ax + bx + c, com a '# O e x E R, considere
2

6. =b
quando:
2 - 4ac. Não haverá a interseção do gráfico com o eixo x m O valor mfnimo da função ((x) x2
sabendo que k < O é:
•• kX +- 15 é ....1. O valor de k,

(A) ts > O. (C) ó. = O. (A) -10.


(8) a < O. (O) ó. < O. (B) - 8.
(C) -6.
[iI O menor valor de x2 + 8x para valores reais de x é igual a: (O) -1/2.
(E) -1/8.
(A) 16,25. (D) - 8.
(B)-16.
(G)-15.
(E) - 24.
m O conjunto imagem da função f(x) = .Jx2 - 4 + .J4-=Xi é:

(A) {x E IR 1 x >O}
liSe o vértice da função {(x) =:.tX2 + ax + b possui vértice (B) {x E ]R 1-2~x~2}
(C) {O}
(2,·.3) , qual o valor de a + b?
\( (O) {X E ]R / x ~ - 2 ou x ~ 2}
(A)-1. (O) 4. (E) ]R +
(6) - 2.
(e) - 3.
.#..5.
--- ~ - --------
n .

lEI (UFF) Assinale a opção que corresponde ao esboço que pode 1m 8gráficodafunção t(x)' = x2 - 4x + 3 está representado
representar o gráfico da parábola de equação y = px2 + px - p, no item:
P E lR*.

(A) y
y

--~---+--I--- ..•X
o x

(8) (11)
y y

(C) (C)
y

---+-------x
o
3 x
(O)
y (O)
y

---~~-----~--~ x

x
(E)
y

1m Se os palitos de interseção com o eixo x e o vértice do gráfico


de uma função do segundo grau determina triângulo equilátero,
determine o valor do seu descriminante:

(A) 1 t. (O) 14.


(8) 12. (E) 15.
(C) 13.
..
. 1m Quantas soluções inteiras possuem a desigualdade fi é a altura em cada momento, em função do tempo. Sabendo oue i7
está em quilômetros e t em minutos, qual será a altura máxima
x2 - 6x + 5>0? atingida por esse projétil?
(A) 2. (O) 6. i
(O) 67,5' 10 km
(A) 6,075' 10 km
(6) 3. (E) 7. (E) 675, 10km
(8) 6,75' 10 km
(e) 4. (C) 60,75· 10 km

m o menor valor da expressão E = 1+.J 4x2 + 4x + 5 para m A função y = ax2 + bx + c assume valor máximo de 8 para
x = 2 e valor 6 parax = O. Encontre o valor de a + b + c.
valoresreais de x é igual a:

(A) O. (O) -2.


m (UFRN) O Sr. José dispõe de 180 metros de tela, para tazer
um cercado retangular aproveitando, como uni dos lados, parte
j•

(B) 1. (E) 3.
de um extenso muro reto. O cercado compõe-se de uma parte
(e) 2. paralela ao muro e três outras perpendiculares a ele (ver figura).

lIil Se n E Z , o valor máximo de 21n - n2 é igual a:

(A) 441 (O) 55


4
(8) 543 (E) 56
8
(e) 22
Para cercar a maior área possível. com a tela disponível, os valores
m o trinômio y == x2 + bx + C possui um mínimo igual a-i de x e y são. respectivamente: .
quando x == -·2 então bc é:
(A) 45 m e 45 m. (C) 36 m e 72 m.
(A) 12. (O) 2. 1$...30 m e 90 m. (O) 40 m e 60 m.
(E) 1.
(8) 7.
(C) 6.
Em (C.MILlTAR) A temperatura T para o aquecimento de um
forno, em graus centigrados (Oe), varia em função do tempo t,
em minutos (min), segundo a função definida abaixo:
Em Uma parabola tem vértice na origem e o eixo y como eixo ..
(

desimetria. Se ela passa pelo ponto P = ( 4,4), a ordenada do . t' 21t + 30, se O~ t ~ 1O
pontoda parábola de abscissa 6 é igual a: T(t) =.
t2 + 4t + 100, se t ~ 10

'lA) fê (O) 9
2 Sendo assim, o tempo necessário para que a temperatura do forno
passe de 135°C para 420°C é:
(B) 216 (E) 24
(e) 6 (A) 10 mino (O) 13 mino
(B) 11 mln. (E) 14 mln.
fD A parábola y = ax 2 + bx + c possui vértice cujas coordenadas (C) 12 rmn.

são (4, 2) . Se (2, O) pertence à parábola, então o produto abc Em (EPCAR) Em determinada experiência, em °C, é dada pela
é iguala:
f2
função t(t) = -- + t + 20. em que t é o tempo em segundos
(A) -12 (O) 6 8 .
(B)-6 (E) 12 (t ~ O).

(e) o
É correto afirmar Que a temperatura:
m (CEFET) Um projétil é lançado de baixo para cima e a sua
(A) é sempre positiva . (C) máxima ocorre para t ::;:45.
. lrajetóriadescreveuma curva plana de equação h = 27t-3t2, emque (O) nunca será igual a zero.
(B)máxima é 20°C.
• . .

~ o número máximo ele dlv.sores positivos do natural ------\1: EXERcíCIOS NÍVEL .2 "
36· 2-x2+6X-7, X E N, é:
l!II (PUC) Usando uma uridade monetária conveniente, o
:A) 8. (O) 18. lucro obtido com a venda de uma unidade de certo produto
'8) 15. (E) 24. é x - 10, sendo x o preço de venda e 10.0 poçc de custo. A
C) 9. quantídade vendida, a cada mês, depende do preço de venda e é,
aproxmadarnente, igual a 70 - x.
~ (CMRJ)Dada a função ((x) = ax2 + bx + c, com a < O e Nas condições dadas, o lucro mensal obtido com a venda' do
: > 0, podemos concluir que o gráfico dessa função: produto é, aproximadamente, uma função quadrátca de x, cujo
valor máximo, na unidade monetária usada, é:
A) Não intercepta o eixo cios x.
.8) É tangente ao eixo dos x. (A) 1.200. (D) 800 .
:C) É secante ao eixo dos x e o intercepta em dois pontos, ambos (8) 1.000. (E) 600.
de abscissa negativa. (C) 90').
:0) É secante ao eixo dos x e o intercepta em dois pontos, ambos
de abscissa positiva. 1m (A!=A) O retançulo, com base no eixo das abscissas, está
[E) É secante ao eixo dos x e.o intercepta em dois pontos, um de Inscrito numa parábola conforme figura abaixo. O valor de x que
abscissa negativa e outro positiva. faz esse retângulo ter perimetro máximo é: .

m No sistema de coordenadas cartesianas abaixo, estão y


representadas as funções:

((x) = 4x - 4 e g(x) = 2x2 - 12x + 10

{(x)
-2 2 x

(A) 1. (C) 0,25.


~
..
(B) 0,5. (O) 0,125.

m (EsPCEx) Um curral retangular será consnudo aprovehanco-se


um muro pré·existente no terreno, por medida de economia. Para
cercar os outros três lados, serão utilizados 600 metros de tela
de arame. Para que a área do curral seja a maior possíve', a razao
entre as suas menor e maior dimensões será:
(A) 0,25. (O) 1,00.
Com base nos dados acima, determine: (B) 0,50. (E) 1,25.
a. as coordenadas do ponto P. , (C) 0,75.

b. o conjunto solução da inequação ~~;~ < O; ((x) O. m1 Determine o valer de a tal Que as raizes da equação
°
F

x - (38 + 1) . x + (2a2 - 3a - 2) = são reais e a soma dos seus


2
mll (PUC) A temperatura, em graus centígrados, no interior de Quadrados ~ mínima:
uma câmara, é dada por f(t) =
t2 - 7t + A, onde t é medido em
minutos e A é constante. Se, no instante t O , a temperatura é = 6
de 10°C, o tempo gasto para que a temperatura seja mínima, em (A) (O) -9+6J2
5
minutos, é:
11
(8) (E) O
(A) 3,5. (O) 6,5. 5
(B) 4,0. (E) 7,5.
(C) 4,5. (C) -9-6J2
m1J (EPCAr) o gráfico da função real y = ax 2 + bx + c, sendo mil Uma função quadrátlca tem o eixo das ordenadas como eixo
a;tOeac < O: de simetria. A distância entre os zeros da função é de 4 unidades,
e a função tem - 5 como valor mrnlmo. Essa função é definida por:
(A) intercepta o eixo dos x em dois pontos distintos.
(B) Mo intercepta o eixo dos x.
(e) tem concavldade voltada para cima se c > O. (A) y=2.X"-20 (C) y::: 2.x2 -20x
4 4
(O) intercepta o eixo dos x em um único ponto.
(8) y=2.x -5 2
(O)
5
Y =-x25 - x
l!m(EPCAr) Considere a parábola que representa a igualdade 4 4
2
y == ax -I- bx + c, de eixo de simetria PV , e o quadrado ABCO
Indicadosna figura abaixo. IliJ(UNESP) Na figura, estão representados, no plano cartesiano

y xOy, a reta de equação y = 2kx, O~ ks %' a parábola de


equação y == _x2 + 3x eos pontos õ, P e Q de lntersecções
da parábola com o eixo Ox e da reta com a parábola. Nestas
condições, o valor de k para Que a área do triângulO OPO seja a
maior possíve: é:

o A B x

Sabendo-seque os pontos A e B pertencem à parábola e ao eixo


õX e sendo V o ponto onde a parábola tangencia o segmento DC,
o valorde ;1 = b 2 - 4ac é:

(A) 4.
(B) 8. 1 11
(A) - (O)
(e) 16. 2 8
(O) 20. 3
(B) ! (E)
m Um feirante comprou um saco de laranjas e encontrou 60
4 2
estragadasque não podem ser vendidas. Ele decidiu então vender (C) ~
cada uma das restantes pelo preço ds compra mais R$O,06 8
obtendo assim um lucro de R$24,OO. Sabendo que o feirante pagou
R$20,OO pelo saco. o preço de custo de cada laranja foi de:
m (CN) As raízes da equação ax 2 + tx + c == O são iguais a
(A) F{$O,O~. m e n. Assinale a equação cujas raizes são m3 e n3•
18) R$O,04.
IC) R$O,06.
(O) R$O,08. (A) a3 x2 - b (3ac + b2) X + c3 =: O
(E) R$O,10.
(B) ax2 -b(3aC-b2)x +c == O
11 (EPCAR) Sejaf(x) = ax2 + bx + c (a;&.O) uma função real definida (C) a3x2+b(b2-3ac)x+c=o
para todo número real. Sabendo-se que existem dois números
XI e x2' distintos, tais quef(xl) • f(x2) < O, pode-se afirmar que: (D) aJx2+b(b2-3ac)x-c3 =0

IA) f passa necessariamente por um máximo. (E) a3x2 +b(b2 -3ac)x+c3 =0


(8) f passa necessariamente por um mfnimo.
(e) XI . x2 é necessariamente negativo. 1m (ITA) Sejam a, b, c números reais dados com a < O. Suponha
(D) b2-4ac > O. quex, eX2 sejam as raizes da funçãoy =ax2 + bx + c eX1 < x2•
5,

I, Sejam x == _..É... e x4 == _ 2b +.J b


3
2
- 4ac, Sobre o sinal de y,
2a 4a
podemos afirmar que:

(A) Y < ,0, X E ]R, x, < x < x3 (O) y > 0, X E IR, x > x4
(B) y < 0, X E ]R, x4 < X < x2 (E) Y < 0, X E IR, x < x3
(C) y > O, X E ]R, X, < X < x4

m No diagrama abaixo, a parábola y = --~(x -r)(x -s)


4
--+ x

intersecta os eixos coordenados em três pontos. O vértice dessa


parábola é o ponto V. A soma das coordenadas de V é igual a:

y Quantas S20 as afirmativas verdadeiras?

(A) O. (O) 3.
(8) 1. (E) 4.
(C) 2.

(-··k, O) / (3k, O) 1m Cónsiderando o gráfico abaixo referente ao mnórnío do 21


----~~----~ __~-+ x grau y = ax
2
+ bx + C , pode-se afirmar Que:

(A) 12.
(B) 14.
(O) 18.
(E) 20 ..
\
(C) 16.

DI (CMRJ) O conjunto de todos os valores de m para os qua.s


2 2
a função t(X)== x +(2m-5)x+(m +4) 'estádefinidaeé
~X2 +(2m+3)x+(m2 +3)
não negativa para todo x real é:
(A) a> O;b > O;C < O (D) a<O;b>O;c>O
(D) [~.:!.[
20'4
(6) a>O;b<O;c>O (E) a < O;b > O: c > O
(C) a<O;b<O;c<O
(E) 0
li A parábola y = ax2 + bx + c se anula em x ee 8 e.possui um
minimo igual a -12 quando x == 6 . O valor de a + b + c é iguala:

(A) 63. (O) 66.


(B) 64. (E) 67,
lEI Considere o gráfico do trinômio y = ax 2
+ iJx + C , em que (C) 65.
/':" == b2 - 4ac, e as seguintes afirmativas:

-b - J'i,. -b+.fi.
lIlJ Se P(x)=ax~+bx+c e P(k) é o seu valor numérico
I.
x'=-2-a- e x3, = -2-a-- para x= k e sabendo que P(3) == P( -2) == O e que P(1) =6,

-b cocemos afirmar que P(x):


11. x2 =-
2a
-6, (A) te." valor negativo para x == 2
111. Y2=-
4a
IV. Y1 == C (8) tem valor máximo igual a ~
..
(e) tem valor máximo igual a 2..! (A) x2 - (a + b + e)x + abe (D) _x2
4 (8) x2 + x -'abe (E) x2 -x + abc
(O) tem valor máximo igual a 25
(C) x2

4
llD (ITA) No sistema de coordenadas carteslanas ortogonais,
(E) tem valor mínimo igual a _ 25 a curva ax2 + bx + c passa pelos pontos (1,1), (2, m) e
y:::
4
(m,2), onde m é um número real diferente de 2. Sobre esta curva
1m Se a e b são raizes da equação x2 -r px - ~
2p
=O em que p é podemos afirmar Que:

umnúmero real, o valor mínimo de a4 + b4 é igual a: (A) Ela admite um mínimo para todo f11 tal que i <m<~ '

(8) Ela admite um mínímo para todo m tal que O < m < 1 .
(A) 1 (D) 2+.J2 (e)Ela admite um máximo para todo m tal que' _.1 < m <.1.
(B) 2 (E) 3 +;2 2 2

(e) 1+12 (O) Ela admite um máximo para todom tal que i <m < %',
(E) Ela admite um máximo para todo m tal que O < rn <'1 .

ma essa(OMERJ) No triângulo ABC abaixo, a é a base, h a altura relativa


m (lTA) Sejam as funções I e g definidas em ]R por
base, e o lado oposto ao ângulo de 45°.
b f(x,)=x2+ox e g(X)=_(X2+~X) em que o. e ~ São
números reais. Considere Que essas funções são tais que:
A
. /\\~' ••.• a , ",'- .:""' .. '~"'. !.. :.:··:Jh.·k".:i:· •..i:":.'.;K~·;::•..:;~.;·,·:· .'''' i.;'_;~..'
valor ponto de valor 'ponto de
mínlmo rnmlrno :. máximo :máximo
.'
-1 <O '-'·9/4 >0

a c Então a soma dos valores de x para os quals (f o g )(x) == O é


B
igual a:
Sea+ ti = 4, então o valor mínimo de b2 é:
(A) O. (D) 6.
(8) 2. (E) 8.
(A) 16. (D) 4..[5, (C) 4.

(B) 16/5. (E) 1615.


(e) 4/5. [iIiJ Sobre o trinômlodo 2Q grau y == ax2 - a2 (a + 1)x + (a2)2 , onde
O' < a < i, assinale a alternativa falsa:
m Osinteiros x e y satisfazem à equação -Ix -.JY = .J2012.
O valormáximo possível de !... é igual a:
y a2(a_1)2
(8) . seu valor mínimo é ---4-'
~) 3. (O) 9.
(B)4. (E) 503. .' " .a(a + 1)
(e) 6.
(C) assume seu valor mlmmo Quando x:::: -' -2- .
(O) seu gráfico cruza o eixo das ordenadas entre O e 1.
mSejam a, b e c números reais e distintos. (E) é limitado inferiormente.
Ao simplificar a função re-al,· de variável real,

(')
,'x =a
2(x-b)(x-c)
--+
b2(x-c)(x-a) 2(x-a)(x-b)
+c . ' liD Considere as funções quadratlcas reais f (x) :..,2x2 + 5x-1
, Ca-b)la-c) (b-c)(b-a) (c-a)(c-b)
. obtém-se{(xi igual a: e g ( x) = 2x2 + 5x + 2, Determine a área localizada entre os
gráficos de f e 9 no trecho de x = -2 até x = 1:
- --- - - --_._-----'--------------------------
..
I. (A) 9 (D) 18
(8) 12 (E) ünpossívet calcular
(C) 15

lIIiJ (EN) Os gráficos das funções reais f e g de variável real,

definidas por f (x) == 4 - x2 e g (x) = 5; x interceptam-se nos


pontos A = (a,f(a») e B == (b,f(b»), e s b. Considere os
políçonos CAPBD onde C e são as projeções ortogonais de
A e 8 respectivamente sobre o eixo x e P(x,y), a s x s b um Numa brincadeira, Mateus posiciona a bola a 4 m da rede e Lucas
ponto Qualquer do gráfico de f . Dentre esses pollgonos, seja t. , varia sua poslção em lado oposto à rede, aproximando-se otI
afastando-se dela, conservando uma mesma linha reta com a
aquele que tem área máxima. Qual o valor da área de s: em
bola, perpendicular à rede.
unidades de área?
Mateus lança a bola para Lucas, comum único toque na bola, atá
530 que ela atinja o chão, sem tocar a rede. .
(A) ---
64 ",
. Considere um planocartesiano em que:
IB) ,505 • cada lançamento realizado por Mateus é descrito por iJma
\ 64 trajetória parabólica;
445 • Lucas e o ponto de,. partida da bola estão no eixo Ox;
(e)
64 • a posição da bola é um ponto (x, y) desse plano, onda
'D) 125 y =: f (x) é a altura atingida pela bola,em metros, em relaçao
l 64 :}Q chão. .
95 Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela quetem a lei de uma II

:E) - função f que satisfaz às condições estabelecidas na brincadeiraI


64
de Lucas e Mateus. .

m:J (EPCAr) Lucas e Mateus sao apaixonados por futebol. Eles (A) f(xh--+?x
2
. x2 x+15
lraticam futebol no quintal de casa, que é totalmente plano e possui
(C) f(x)=--+--
8 16 4
ma rede de 3 m de altura. . 3x2
(8) f(x) =: --+3 . (D) f(x)::: -O,1x2 +0,2x+4,i ~- -

-'--- 16
·
.

" EXEH.CÍCroS NÍVEL 1 '. liII "Um terreno retangular de área 875 m tem o comprírnento
2

excedendo em 10 metros a largura". Assinale a equação que


ma (UFF) Sejam f e g funções reais de uma variável real dadas representa o problema acima.

por f()x = {3X + 4, se x 2 1 e g ()x =:


{x2 + 1, se x > 3 comprimento := Y
5x + 2, se x < 1 5x - 5, se x s 3
Pede-se: g [f(2)) tarqure =X
(A) 101.
(B) 102.
(e) 103.
(A) x2 + 10x + 875 = O.
(D) 104.
(8) x2 + 875x-10 = O.
~X2 + 10x- 875 = O.
(E) 105.
(O) x2 - 875x+ 10 = o.
m (UFF) Considere a função
f: Ilt+~ ~ definida por f (x) = ( 3 - x) (x - 1).
lmJ o retângulo, com base no eixo das abscissas, está Inscrito
numa parábola, conforme figura abaixo. O valor dex,que faz esse
Identifiquea melhor representação do gráfico de f. retângulo ter perfmetro máximo é:
(A) y (D) y y
8
-;;+-1-;---1-;:;3- =: x

(B) y (E) y

3 ~------

(A) 1. (C) 0,25.


(8) 0,5. (O) 0,125
1
""o+-_-==o..-40 =-'---x
x 3 ma (UNIFESP) De um cartão retangular de base 14 cm e altura
12 em, deseja-se recortar um quadrado de lado X e um trapézlo
(e) y lsósceles.contorme a figura, onde a parte hachurada será retirada.

12 em

mJ (UNIRIO) Em uma fábrica, o custo de produção de x produtos


é dadopor c (x) = - x2 + 22x + 1. Sabendo-se que cada produto
é vendido por R$10,00, o número de produtos que devem ser 14 em
vendidospara se ter um lucro de R$44,00 é:
O valor de X, em centfmetros, para que a área total removida seja
(A) 3. rnínirna, é:·
(B) 10.
(e) 12. (A) 3. (O) 1.
(O) 13. (6) 2. (E) 0,5.
(E) 15. (C) 1.5.
mJ Um curral retangular será construido aproveitando-se um muro
-----.-~, EXERCÍCIOSNÍVEL2'
pré-existente no terreno, por medida de economia. Para cercar os
outros três lados, serão utilizados 600 metros de tela de arame.
Para que a área do curral seja a maior posslvel, a razão entre á
sua menor e maior dimensão será:
m (UFF) Na figura, o ponto R representa a localização, a
beira-mar, de uma usina que capta e trata o esgoto de uma certa
região. Com o objetivo de lançar o esgoto tratado no ponto T, uma
(A) 0,25. tubrlação ROT deverá ser cçnstruíca.
(B) 0,50.
(C) 0,75.
(O) 1,00.
(E) 1,25.

li!1J
O conjunto dos valores de p para os quais a inequação
x2 + 2x + P > 10 é verdadeira para qualquer x real é dado por:

(A) P > -9.


(B) p < 11. o ponto T situa-se a 800 m do cais, em frente ao ponto R, que
(C) P > 11. dista 2 km de R, conforme a ilustração acima.
(O) P < -9. O custo da tubulação usada no trajeto retillneo RQ, subterrâneo ao
(E) NRA. langodo cais, é de 100 reais por quilômetro, e o custo da tubulaçãO
usada na continuação OT, também retillnea, porém submarina, é
[iIi] (CN) O gráfico de um trlnõrnln do 2° grau y tem concavidade de 180 reais por quilómetro.
~ para cima e intersecta o eixo das abscissas em dois pontos à Sendo x a medida de PO,.a função f que expressa o custo, em
direita da origem. O trinômio -y tem um valor: real, da tubulação ROTem termos dex, em quilômetro, é dada por:

(A) mlnimo e raizes positivas. (A) f(X)=2-x+.J800+x2.


(B) mínimo e raízes negativas.
(C) máximo e raízes positivas. (B) f(x) == 200 ~ 1OOx + 180~0, 64 + x2 .
(O) máximo e raízes negativas.
(E) máximo e raizes de sinais opostos. (C) f(x) = ~0,54 + x2 + x2 + x.

lIil Considere a parábora que representa a igualdade (O) {(x) = 200 + ~O, 54 + x2 .

y = ax + bx + c, de eixo de simetria PV, e o quadrado ABCD


2
(E) {(x) = 200 -100x + O,8x2•
indicados na figura abaixo. ~-- -

y liPl Numa operação de salvamento marítimo, foi lançado um


foguete slnaüzacor que permaneceu aceso durante toda sua
trajetória. Considere que li altura h, em metros, alcançada por este
=
foguete, em relação ao nfvel do mar, é descrita por h 10 + 51 _(1,
em que t é o tempo, em segundos, após seu lançamento. A luz emitida
pelo foguete é útil apenas a partir de 14 m acima do nfvel de mar.
O intervalo de tempo, em segundos, no qual i') foguete emite luz
útil é igual a:

(A) 3.
Sabendo-se que os pontos A e B pertencem à parábola e ao eixo (8) '1.
Ox e sendo Vo ponto onde a oarabota tangencia o segmento De , (C) G.
o valor de 6 = b2 - 4ac é: (O) 6.

(A) 4. llD A reta de equação y = -1 é tangente à parábola de equação


(B) 8. y = .77X2 - 4x + 1.0 valor da constante m é:
(C) 16.
(O) 20. (A) -2.
(B) -1.
(C) O.
(D) 1.
-- ---- -- ------ (E) 2.
.m (EsFAO) Na figura são representadas as parábolas y == x2 e
y = - x2 + 2x - 3. Considere os segmentos verticais que tem
y

umaextremidade em cada uma das parábolas. O menor desses B


segmentos mede:

Podemos então dizer Que o tempo xo' em horas, indicado no


gráfico é:

(A) 20.
(B) 25.
(A) ~. (C) 30.
2 (D) 35.
(8) ~.
2 l!m Um estudante, ao construir uma pipa, deparou-se com o
(e) 2. seguinte problema: possuía uma vareta de miriti com 80 centímetros
(D) 3. de comprimento que deveria ser dividida em três varetas menores,
(E) 4. duas necessariamente com o mesmo comprimento x, que será '
a largura da pipa, e outra de comprimento y, Que determinará a .
altura da pipa. A pipa deverá ter formato pllntagonal, como na
liUm muro, com 6 metros de comprimento; será aproveitado
comoparte da um dos lados do cercado retangular que certo
cnadorprecisa construir. Para completar o contorno desse cercado
figura a seguir, de modo que a altura da'regiM retangular seja ± y ,

ocriadorusará 34 metros de cerca. enquanto a da triangular seja % y. Para garantir maior captação de
Determineas dimensões do cercado retangular de maior área
vento, ele necessita que a área da superücíe dá pipa seja a maior
posslvelque o criador poderá construir. POSSlv.e1.
(A) 10 m e 10m. x
)(
(8) 10 m e 8 m.
(e) 12 m e 8 m. •..
(O) 12 m e 12 m. ...1..
y
4
· ma Se ', e r2 são as raizes da equação 2x2 - 9x +8 = O, uma
equaçãocuias raizes são _1_ e (r1 - (2)2 é:
'1 +'2 .
1-y
(A) 36x2 + 161x + 34 = O. 4
(8) 36x2 - 161x - 34 == O.
· (e) 36x2 -161x + 34 = O.
(D) 36x + 161x + 36 == O.
2 A pipa de maior área que pode ser consmnda. nessas condíçoes,
pOSSUi área ig~al a:
(E) 36x2 + 161x - 34 = O.
(A) 350 cm2.
·lio reservatório A perde água a uma taxa constante de 1 O litros
(8) 400 em'.
· por110ra, enquanto o reservatório B ganha água a uma taxa constante
· de 12 litros por hora. No gráfico, estão representados, no eixo y, os (C) 450 em'.
volumes,em litros, da água contida em cada um dos reservatórios, (O) 500 cm2 •. '

emfunçãodo tempo, em horas, representado no eixo x.


/
Wl Uma única linha aérea oferece apenas um voa diário da cidade sabe-se que q lucro mensal obtido é dado pela diferença entre.,~~
I para a cidade B. O número de passageiros y que comparecem valores de venda Ve custo C'~l~
liarlamente para esse voo relaciona-se com o preço da passagem
:, por meio de uma função polinomial do primeiro grau. a. e:~~~ine os possívels valores de n, paraque hájalu~ro~.I.,.
luando o preço da passagem é R$200,00, comparecem 120 passa-
ielros e, para cada aumento de R$1 0,00 no preço da passaqern, há b. Calcule o valor de n que proporciona o maior lucro POSSIJ~
ma redução de 4 passageiros. Qual é o preço da passagem Que e o valOr, em reais, desse lucro. '.I!

naximiza a receita em cada voa?


fiEI Para quanros números reais x, o número y,ond!
A) R$ 220,00. y = -x2 + 6x •. 1, é um número pertencente ao conjunto
B) R$ 230,00. N = {1, 2, 3,4, ,..l?
C) R$ 240,00.
O) R$ 250,00. m1 (UfRJ) Seja f a função real nada por f(x) = ax 2 + bx + c,

.E) R$ 260,00. com a > O. Determine a, b e c sabendo que as rafzes da equação


I f(x) I == 12 são -2, 1, 2 e 5.
íIil Se F (x) = X 2012 • (x _1)2012 então F (3) . F (4) é igual a:
(A) a = 2, b == -6 , c == -8.
(A) F (5). (B) a = -2, b = -6 , c = -8.
(B) F (6). (C) a = -2, b = 6 , c :;; --8.
(C) F (7). (O) a == 2, b = 6 , c = -8.
(O) F (9). (E) a 2, b
::= = -6 ,c = 8.
(E) F (12).
m (UFF) A relação entre o preço p de determinado produto e
\h JE:XEH.ctCI08 NÍVEL 3 '\-------- a quantidade q disponfvel no mercado obedece à seguinte lei:
5q ::::p2 + 2p - 3, sendo p e q quantidades positivas e q e [1,9],
mJ (UENF) Considere as seguintes funções, relativa a uma
a. Dsterrníne uma expressão que defina p em função de q;
ninha<la de pássaros:
b. a figura que se encontra no espaço reservado para respostas,
faça um esboço da parte do gráfico dep em função de q que
está contida na região quadriculada.
c = custo mensal, em reais, para a
manutenção de n pássaros rim (CEFET) Uma função quadrátlca tem por Imagem o Intervalo
]-00, 3]. Asua representação gráfica num plano carteslano é unia
parábola, a reta x "'" 2 é o eixo de simetria e a distância entreos
v = valor mensal arrecadado, em reais, com a zeros da função vale 6.
venda de n pássaros, para 4 ~ n s 16.
a. úuais as coordenadas do vértice da parábola?
b. Faça o gráfico dessa função, no sistema de eixos abaixo,
Identificando os pontos de Interseção com os eixos e o vértice,
c. Qual a expressão da função?
--~----~--------~---~-------

© 2019 –Professor André Luiz


.
,

As~unto 10.~__ (Gabarito)


Exercícios de Nível 1
• 8., Letra S,'
(:'1,-4). " ,.,.,
I
Létra o.
I Letra A. Letra A,
.' Letra D. , Letra A.
• Letra 8, Letra 8,
•• Letra C, Letra B .
I Letra D. Letra E,
i: Letra D. Letra A,
I' Letra C, I Letra A.
I Letra B, I Letra-D,
Letra E,
Letra A,
O valor máximo de h ocorre no vértice da função do2ggrau em t.
2
h = -[o. = -(27 -4,(-3),0) = 243::-: 075.10km
má> 4a 4,(-3) 4' 6

m
y =f (X) = ax2 + bx + C
f(O)=c=6
b
Xv = -- = 2 <=:> b = -4a
2a
Yv = 1(2) = 4a+2b+6 = 8 <=:>

2a + b = 1=> 2a - 4a = 1 <:::> a = _..! e b = 2


2

'.
=> a + b+

I Letra
Letra
Letra
8.
8,
c = -L~2+6

C ..
2
=.!§.
2

m
a, (7, 24)
m
I

Letra 8, '
m Letra E,
b,
mlJ Letra
(-oo,1)u(1,5)
C,

Exercícios de Nível 2
Letra C,

I
I Letra B.
.I: Letra S,
I· Letra D.
I Letra A,
• . -

llIi1Letra C. Além disso, temos x1:< x3 < x2' pois x3 é a média das razes.
b 2b + .Jb2 - 4ac b.J b2 - 4ac
Se y = ax 2
+ bx + c, então Xv = xp = - 2 e
a
Yv = -~.
4a x4=-=- 4a =-2a---4-a-

O segmento AB está associado à diferença entre as raízes do , ~b2 -4ac ~b2 -4ac
trinômio do 20 grau, assim: Como 0<- 4a < 2a' então x3 < x4 < x2•
J"i. = ..fi, ,
AB ==
\al -a ·
Como a parábola possui concavidade voltada para baixo, então
O quando Xl < X < x4•
Note que lal == -a , pois a é um número negativo já que a parábola
tem concavidade voltada para baixo.
Como #ABCO é um quadrado
m I
Letra E.
Letra E.
Para que {(x) esteja definida para todo x E R devemos ter x2
-,- - .fi:. ê:. r- 2 + (2m + 3)x + (m2 +3) > O para todo x E IR , o que ocorre
AB = PV == Yv ~., -,--.'" -- ~ vê:. == 4 =:;>.6 = b -4ac == 16,
se, e somente se, ê:. :i:: (1m + 3)2 -4 . 1 . (m2 + 3) < O <=>
-a 4a
, 1
liD Letra B. 4m2 + 12m + 9 - 4m2 - 12 < O <=> m < '4 .
Sejan o número de laranjas em cada saco logo, o custo de cada laranja
Para que t(x) seja não negativa para todo x E IR, devemos ter'
foi igual a 20 e o preço de venda de cada uma das que puderam se
n x.2 + (2m - 5)x + (m2 + 4) ~ O para t~do~ E,lR,O. qu~, oGo~re. _
vendidas foi 2 O + ~_. O montante auferido com avenda das laranjas foi ' se, e somente se,
n 100 ê:. == (2m-5/ -4·1·(m2 +4) s 0<::>

(n _60)(20
n
+~) 100
=, +
20 24 <:=>
. - 9
4m2 - 20m + 25 - 4(,712 -16 S O <:=> 20m ~ 9 <:=> m ~ 20 .

n2 - 460n - 2000 == O <=> n == 500 Como as duas condições devem ser satisfeitas, não há valor de
m ue satisfaça o enunciado, ou seja, o conjunto procurado é 0,
Logo, o custo de cada laranja foi ~ == O 04 . Letra E. .
500 '
, Letra D.
m:J ((Xl) . f(x2) < O=>t possui duas raizes reais distintas =>
Letra A.
t:. =: b2 - 4ac > O.
nm Letra 8,
Letra
, Letra
D.
D.
Se o eixo das ordenadas é o eixo de simetria, então Xv = G e,
°
como - 5 é valor rnmírno, então Yv = - 5,
Exercícios de Nível 3
Seja a função dada por ((x) = ax2 + bx + c, então:
mI Letra 11
x =:--~,,,,0<=>b=0=>f(x)=ax2+C Seja H o pé da altura relativa ao vértlce A, temos AH == BH "" 11
v 2a
e AB=hJ2.
y,==-~~.c-5.:::>f(O):c==-5 1\ .6=20a Aplicando a Lei dos Cossenos no triângulo ABC, vem:
v 4a '
b 2
= a2 + (hJ2y ~ 2ah.J2 cos45°
A distância entre os zeros da função é o módulo da diferença das
r~ízes que É) igual a :/;,,\ == 4. <==> b2 == a2 + 2h2 - 'Zah;l2./
18
<=> b2 = a2 + 2h2 - 2ah
,fi, = 4 =:;> ê:. == 16a2 <=> 20a == 16a2 <=> a == 20 == ~ a+h=4<::>a==4-h
lal 16 4 => b2 =(4_h)2 +2h2 -2(4.o.h)h
=> f(x) == '~X2 -5, <=> b2 = 5h2 ~ 16h + 16
4
b2) == ..;.(256-4.5·16) =~

I
Letra 8, ( MIN 4·5 5
Letra E.
Letra C, m Letra D.
r;--2 - - ~b+.Jb2 -4ac Elevando ao quadrado a equação ..rx - ..,12012 == JY
obtemos
Comoa < O, "b - 4ac > O e Xl <X2' então Xl == 2 x-2.J2012x+2012=y ou y=x-4.JS03X+2012. Vê-se
-b-.Jb2 -4ac a então que 4.J503x é um Inteiro, logo x == 503k2 para algum k. Dai,
e x2 = 2a
y = 503k2 -r- 201.2k + 2012 = 503 ( k2 -4k +4}= S03(k _2)2 ~
---------------------
..
2
Assim, - == ----2
X 503k
== -k
(k)2 2 cujo valor máximo para o
Da mesma forma, a função g(x) == _(x2 -:-px) assume
Y 503(k-2) - valor máximo ~ em um ponto de absclssa positiva, ou seja,
2 (_p)4 P
inteiro k é fácil mente visto ser (~) == 9. XMAx==-2.(_Ü =-->O<:::>P<O.
. . [(_~12-4.(-1).OJ 9 .
mJ Letra C. ASSim, Y MAx == - 4. (-1) == '4 <:::> p
2
= 9 <:::> p == ±3 .
A análise da expressão de ((x) mostra que se trata de uma função
quadrática. Mas, ~ < O, então p == -3 e g(x) == _x2 +3x.
f(a) = a2 (t o g) (x) == O <:::> {(g (x») = 0<:::> [g (X)]2 -+- g (x) == 0<:::>
t(b) =
b2
<=:>g(x)==O v g(x)==-1
t(c) =
c2
Seja ((x) = px2 + qx + r. g(x)==OQ-x2+3x=0<:::>x=0 v x=3

i
f(a) == pa2 + qa + r = a2 2
g(x):= -1 <:::> _x +3x == -1 ~ x2 -3x -1 == Oque possui duas
=> f (b) == pb2 + qb + r = b2
raízes reais distintas (fi = (_3)2 - 4 ·1·(-1) = 13 > O), cuía soma
( (c) == pc2 + qc .j-f = c2
. (-3)
pCa2 - b2) + q (8 - b) :: a2 _ b2 e 5=---==3
1
<:::> { p (b2 _ c2 )+ q (b - c) == b2 _ c2
Então a sorna cosvaores de x para os qÚilis (tog)(x)'~::O ;é
p (a + b) + q := a + b ~I a 0+3 + 3 ::::6 .
<:::>
{ p ( b+c)+q==b+c
.
lill.I Letra B.
p ( a - c) :: a - c <:::> P == 1 As raízes do trlnõmío são a2 < a .
Ç:> (a+b)+q==8+bÇ:>q=OÇ:>f(x)==x2
Como o coeficiente do termo do 2~grau é positivo,
{ y > O ç:> x < a2 v X > a
a2 + O . a + r :: a2 Ç:> r = O .
a(a + 1) 'a3 (a -1) 2
Uma alternativa é definir uma função g(x) t(x) - x2 que possui = XM1N =-2- e YM1N = 4
grau máximo 2. Mas, g(a) = g(b) = g(c) :: O, então g(x) :: O
E.!.,a todo x E R Logo, f(x) = x2• O gráfico do trinõmio cruza Oy em O < a4 < 1 .
li9 Letra B. O gráfico é .urna parábola com concavidade voltada para cima,
Seja f(x) == Y = ax2 + bx + c, então portanto c mnõrnío é limitado inferiormente. .
f (1) ==a .12 + b ·1+ c ==1 <:::> a + b + c = 1 ~o, a opção B é falsa, pois apresenta um valor mrnlmo incorreto.
l!lI Letra A.
((2) == a· 22 + b 2 + c == m <:::> 4a + 2b + c = m Observe que os dois gráficos têm a mesma forma, diferindo entre
. f (m) = a .m 2
+ b . m + c :: 2 <:::> m2 a + mb + c == 2 si apenas pela sua posiçãc vertical.
=> (4a + 2b + c) - (a + b + c) ==m - 1 <:::> 3a + b == m - 1
Na figura, representamos a área procurada pela área limitada pelas
cuas curvas e os segmentos AB e CD.
2
:::!> (m a +mb + c) -(48 + 2b - c) == 2-m <:::> Note, entretanto, que entre a parábola de cima e Ô segmento BD
Ç:> (m2-4)a+(m-2)b == 2-m Ç:> a área é Igual área entre a parábola de baixo e o segmento AC.
ç:> (m+2)(m-2)a ~(m -2)b = -(m-2) uessa forma, a área procurada é igual à área do paraleloçrarno
m ;t: 2 => t.m + 2) a + b == --1 ABCD: S =(2-( -1))'(1-( -2))= 9 u.a.

=> [em + 2)a + b]-(3a + b) = -1-(m~1) <:::>

<:::>(m-1)a = m <:::> a ==--


m
m-1
Observando que 8 < O <=> O < m < i, então a função admite ponto
de mlnlmo para todo m tal que O < m < 1 .
m Letra D.
A tabela do enunciado diz que a função {(x) = x2 +
a.X assume valor mínimo -1 em um ponto de abscissa
x
negativa, ou seja, XM1N = - ~ = -a < O <:::> a> u. Assim,
2
(a -4·1·0) 2 2 .
Y MIN :: := -(1 :: -1 <:::> a == 1 <:::> a = ± 1. Mas,
4 ·1
a.>O,então 0.=1 e {(x)==x2+x.
»Ó. • . -

rm-LetraB.
y f(xM +4)=a(~M +4)2 +b(XM +4)+C=
= ax~ + bXM +C+ 8axM + 16a+ 4b =
= 8é'X + 16a +4b > 3
M

Entretanto, para que a bola passe sobre a rede; xM devesera menor


raiz da função f. Como a < 0, a menor raiz
e~~ -
éX
-
M
"'" .s.,
~ ~
.[i;. ,
-b +- .[i;.' _ --
8a· 2a + 16a + 4b > 3 Q

Q -4b + 4.[i;. + 16a + 4b >3 Q


<R 4.,J1;. > 3 -16a
o Vamos testar essa desigualdade em cada uma das opções:
-3 C-i O P' 1 D 3 x x2
(A) f(x)=--+2
-1 8

t (i)= 4 _X2}
==> 4~02 -4.(-~}2= 4 5 < == 3-16.( -~) (riãoconvém)
5-x 3x2
g ()x =-- (B) f(x)=---+3
2 16
=> t (x) = g (x) 4 - x2 = ~-=!.Q x = -1 x =~ 3
Q
2
v
2 => 4~02 ~4 { -1 6).:3 =6 = 3-16 {-136) (não convém)

=> A ( -1,3) e B ( %'~) ~ C ( -1, O) c D ( %' O) 2


(C) f (x) = _ x + X + 15
16 4
3eja p( x,4 _x 2
), --1 S x s %' então: -
=>4 (±)2 -4{-1~}1: =4=3-16{-1~)
(não convém)
(O) f(x):= -O,1x2 +0,2x +4,e
:.:> 4~0,22_4.( "'0,1).4,8 = 5,6 > 4,6::: 3-16.( -0,1) 1<. -

Logo, a função da alternativa (O) pode estar correta; Vamos testá-Ia


para confirmar isso: .
2
f(x) = -0,1x +O,2x +4,8 = O<=>
Q X "" -6 v x == 8 => X M =-6

A abscissa da rede é xM +4=~6+4 = -2 e a ordenada da


função sobre a rede é
f (--2) =-0,1. (-2)~+ O,2· (-2) + 4,8 =4>3
Portanto. a função f(x)=~O,1x2+0,2x+4,8 satisfaz às
condições do enunciado.

Módul=o....,_ 1~1~-__
ILetra O.
mo em todas as opções, o coeficiente do segundo grau da função Exercícios Nível 1
legativo, podemos supor que o eixo y está orientado para cima e, m Letra A.
n perda de generalidade, que o eixo x para a esquerda. f(2)=3x2-+4=10; .
am f (x) = ax2 + bx + c, X M a absclssa de Mateus e (x M + 4) gJfl2)) = Q(10) = 102+ 1 = 101.
bscissa da rede, então t(xM)=O e f(xM+4»3. Assim,
W Letra O.
Ias: f(XM)=ax~+bxM+C=O
f: ~+~ ~.f(x) .= (3 - x) (x -1) -x2 = + 4x- 3.
Oomfnio: [O, +00 (;
Concavidade para baixo;
Rafzes: 1 c 3;
Interseçãocom o eixo Oy: x :::::O =>y = -3.
-- - - ----------------:------------'---
.
r-=-----~--~----~--------
I mlLetra E.
+ +
m
Custo de x unidades: c(x) = - x2 22x 110m
Letra A.
e 10m.
6m
Venda de 1 unidade: R$10,00 => Receita com 2. venda de x x
unidades: r(x) 10x. =
Lucro na venda de x unidades:
L(x) = r(x) - c(x) = 10x + x2 - 22x - 1 = x2 -12x ~ 1.
L(x) = 44 = x2 - 12x - 1 => x2 - 12x - 45 = O => x = 15 ou z z
x =-3
I' Letra C.
I Letra B. 6+x
I, LetraD.
x + 6 + X + 2z = 34 => z = 14 - x.
I Letra B.
A área é S (x). = (6 + x) (14 - x) = -x 2
+ 8x + 84.
I: Letra C.
" Letra C. O máximo d.afunção S ocorre para Xv = ~(8 =4.
I L~tra ~'. _ b b. [lEI LetraC. 2· -1)
Sey - ax + t» + c, entao Xv == xp =--- e yv",,----·
___ 2a 4a mJ Letra A.
De acordo com as informações do problema, temos:
O segmento AB está associado à diferença entre as raizes do
trinômio do 2" grau, assim
YA == 720 -10x.
yB=60+12x.
'AB = {t-," =[6- . O valor Xo indicado no gráfico é o valor de x quando YA ::::: Ye, ou sela
lal -a 720··- 10x == 60 + 12x
Note Que I a I = - a, pois a ti um número negativo jéi que a parábola -22'( == -·660
tem concavidade voltada para baixo. x == 30.
Como #ABCO é um .ill.uadrado Logo, Xo = 30 horas.
-
AB =- PV
-
= Yv <.~
-Jb.
-
b.
=-----
r:-
<=> -vb. = 4 => b. = b2 -4ac = 16 mti Letra D.
-a 4a Sabemos Que
2x -i- Y = 80 <=> y = - 2 x (x - 40).
üxercicios Nivel 2
m Letra B.
Podemos dividir a pipa em um retângulo de base x e altura r4' e
.
:r,VII
p x (] 2 -x R um triângulo de base x e altura 3y . Assim sendo, temos que a
área da plua, em em', é dada por~
~(j,-64-+-X-2 Y 1-3y
A=x·-+-·x,-·
4 2 4
T 5
Custo do trecho RQ: 100 (2 - x);
=_·x·y
8
Custo do trecho OT: 180 Jo:6~; 5
=-_·x·(x-40)
4
f(x)=100(2-x)+180~0,64+X2 . 52
=50 O ~4·(x-20) .
m L.etra A.
h :::::10 + 5t - t = 14 => t2 5t + 4
2 - = O => Portanto, a pipa de área máxima que pode ser eonstruida é obtida
~ndo x == 20 em, e sua medida é 500 cm2.
=> t := 1 ou t:= 4; O(t) := 4 - 1 = 3.
m Letra E. I!]] Letra D.
Seja x o número de aumentos de R$1 0,00 no preço da passagem.
(_4)2 -4.m.1 A receita de cada voo é dada pelo produto entre o preço da
m > Oe Yv ::::-1 => -
4m
= -1 => passagem e o número de passageiros, ou seja,
=> 16 - 4m := 4m ~ m := 2 R (x) = (200 + 1ox)' (120 - 4x)
mLetra A.
= - 40· (x + 20) . (x - 30).
Logo, o número de aumentos que proporciona a receita máxima é
A medida do segmento vertical AB, com A e Bpertencentes,
respectivamente, aos gráficos de y := x2 e y = - x2 + 2x - 3, é x; :=-20+ 30 = 5
2
d(x) = YA - YB = x2 - (-x2 + 2x - 3) 2x2 - 2x + 3. = e, portanto, o resultado pedidO é 200 + 10· 5 = R$250,OO .
• O mínimo da função d ocorre para
Xv = -(-2) =~=>d(~1=2 ..:!.-2 ..:!.+3==~·
2.2 2 2) 4 2 2
----_._-------~-
-~_.~_._ .. m.

lIil Letra O. Do gráfico:


F (3) = 32012 .(3 _1)2012 = 32012.22012 = 62012 ax2 + bx + c = 12 ç;, x = -2 ou x = 5',
_ax2 - bx - c ::: 12 ç;, x ::: 1 ou x == 2.
F( 4) = 42012. (4 _1)2012 = 42012.32012 ::: 122012 x = 1 => -a - b - c = 12 (I)
F (3). F (4) = 62012.122012 = 722012 = 92012.82012 ::: F (9). x ::: 2 => -4a - 2b- c ::: 12 (11)
x = -2 => 4a - 2b+ c = 12 (111)
Exercícios Nível ;j (11)+ (111)=> -4b = 24 => b=-6 .. '
m
a. 6 5,n 5, 12;
(1)+(111) => 3a-;:3b = 24 => a'-b = 8:=> a = 2.
(I) =>.c=-a-b-12=-~+6-12=-8.·
Lucro: L = -5n2 + 1OOn:....320 - (5 + ,10n) == -5n 2
+ 90n - 325.
RaIzes: n = 5 ou n = 13 m
a. 5q = p2 + 2p - 3, q E [1,91, P » O.
.5~ p2 + 2p - 3 - 5q = O =>
~·~n
=> p = -2±~4-4(-3~5q) = -2±~20q+16
L > O ç;, 5 < n < 13 => 6 5, n 5, 12. 2 2
=
b. n 9 e L R$80,00. =
C == 5 + 10n.
Como p > O, tem-se P :::
-2+2J5êi+4
·2 =>
V = - 5n2 + 1OOn - 320, 4 5, n 5, 16.

.>:
=> p::: ~5q + 4 -1.
O máximo da função L ocorre para n =-(90) == 9;
2 -5 b.
p
n = 9 => L = -5 x 81 + 90 x 9 - 325 = 80.
m 15 números.
2
6'
.
.
OOO •.

,,
,

, .
Y = _x + 6x - 1 62 _ 4 (-1)( -1) . . ,
O vértice da parábola é tal que Yv = ().::: 8. 2 ,, ,,
4 -1
.00 :

,
,, ,,
,
, '
Y ! .

9
I

q
8 ------- mJ
a. Item (b) => V == (2,3).
7
b. As informações do enunciado permitem compor o gráfico da
6
5 t; cujo vértice é o ponto V:
4 1m f = J-oo,,3 ] => Yv 3 e a < O; =
3 Eixo de simetria x == 2 => Xv = 2..
2
1 y
O~----~----~--~X
3
=
Y 8 => 1 valor real de x;
Para cada um dos valores {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}
de y existem 2 valores reais de x.
Então, existem 2 x 7 + 1 = 15 valores reais
de x que satisfazem ao enunciado.
ml
a = 2, b = -6, c = -8. -3 -2 x
f(x) == ax2 + bx + c, a > O.
y = If(x) I
c. f(x)=~-· x2 +-+_.
4x 5 S'·ela f( x)=élY
. 2 + bx+c.
! 3 3 3

2
-2
---------------------
1
Exercícios: (07) (CMRJ-2008) Sejamf(~)= Xl + bx + 9 e g(x) = Xl + dx + e. Sef(x) =. O possui
(01) Determine a fimção da formaf(x) = d -+- bx +.:, de raízes 4 e 2 que passe pelo raízes r e s, e g(x) = O possui raízes - r e - s, então, a soma dos coeficientes da
ponto (0,24). expressão da função h(x) = f(x) + g(x) é igual a:
(A)9 (8) 18 (C)20 (O)30 (E)36
(02) Dada a fimção quadrática R"<) = ax' + bx + c, de raízes -6 e 9, que passa pelo
ponto (3,54) podemos afirmar que a soma de a + b + c é: (OS) (AFA-2003) Observe o gráfico da função fabaixo.
(A) 56 (B)- 56 (C) 57 (D) - 57 (E) 55

(03) A função do 20 grau y = f(x) = -I 6:l + 9x corta o eixo das ordenadas no ponto
P(xp ,yp), tal que xp + YP vale:
(A) 16 , (B)4 (C)-9 (O)3 (E) Zero

x
(04) (CN) Se ab.c ;*0 e a + b + c = O, o trinômio y = ax2 + bx + c :
(A) pode ter raizesnulas
(B) não tem raizes reais
(C) tem uma raiz positiva ax2 +bx+c, se x < 1. .
(D) só tem râízes negativas Sabendo que fé definida por f(x) == { analise as alternativas e
. .px+k, se x ~ 1
(E) tem as raizes simétricas
marque a opção ccrreta.
(A)ac<O (B)p=-J (C)pk~O (O)ab> O
(OS) Considerando o gráfico abaixo referente ao trinômio do segundo grau
y == (]X2 +~+c ,pode-se afirmar que: (09) (CMRJ-2006) Observe a figura, que representa o gráfico da função y = ax) +
,
bx + c, cujas raizes são n e - m:
Assinale a única afirmativa FALSA em relação a
y
(A) a > O; b > O; c < O essa função.
(B)a > O; b < O; c > O (A) ac é negativo.
(C) a < O; b< O; c < O (8) b1 - 4ac é positivo.
(O) a < O; b >0; c < O (C) c não é nulo.
(E)a <Bt b > O;c > O (D) b é positivo x
x (E) c é negativo.

(10) (EPCAR-2002) Considere o gráfico ao lado sabendo-se que


(06) (CMRJ-2001) Dada a função f(x) = ax' + bx .:l- c, com a < O e c > 0, podemos y
concluir que o gráfico desta função: (1) é dado por f(x) =~
(A) Não intercepta o eixo dos x (lI) é dado por g(x) = b~
2
(B)É tangente ao eixo dos x (III) é dado por h(x) = 0: x
(C) É secante ao eixo dos x e o intercepta em dois pontos, ambos de abscissa
negativa
(O) É secante ao eixo dos x e o intercepta em dois pontos, ambos de abscissa com base nisso, tem-se necessariamente que:
positiva (A)a< b<c
(E) É secante ao eixo dos x e o intercepta em dois pontos, um de abscissa positiva e (B) a > bc
o outro, negativa (C) a> b > c
(O)ab < c
~:
(li) (CEFET-I999) Observando a função y = ax' + bc + c, definida em IR,
representada pelo gráfico.!'; (19) (CN) O valor mínimo do trinômio y = 2Y! + bx + p ocorre para x = 3. Saben<fo
Concluímos que: que um dos valores de x que anulam esse trinômio é o dobro do outro, dar o valor de, '
p. -::",,·t .,

(A) a -c c õ

(A) 32 (B)64 (e) 16 (O) 128 (E) 8


(B)b:.> Oea> O
(C) a ·h> O
(20) Se/(2) é o valor máximo de f(x)=-3x2 +(2k-4)x-l. então k2 é iguala;
(D)c<Oea<O
(E) a > e c > O
õ
(A) 74 (B) 9 (C) 36 (D) 14 (E) 64

(21) (CN) Considere os números reais x-a, x-b e x-c, onde ab e c são constantes.
(12) (EPCAR-2000) Dado o gráfico da função real f tal que f(x) = ax' + bx + c Qual o valor de x para que a soma de seus quadrados seja a menor possível?
tem-se

(A) o,
a > b < O, c < O (A) a+b+c (B) a+b+c (C) 2a+2b+2c (D) a-b-c (E)2a-'2b+2c
(B) a > O, b > O, c < O 2 3 3 3 3

(C) a < o, b < O, c < O (22) (CN) O número máximo de divisores do número natural 24· 21+2x-X2 , X E N,
(D) a < o, h > O, c < O é:
(A) I 8 (B) 6 (C) 24 (D) 10 (E) 12

(13) Determine as coordenadas do vértice da função f(x) = x2 - 4x -5. (23) (CN-2006) A expressão x = -b ±,fiM determina as raizes do trinômio
8
2
(14) Determine o valor de m para que o máximo da função f(x) =-3x2 + mx + i 2, ax +bx+c, de coeficientes inteiros positivos e raízesracionais. Sabendo-se que o
seja o ponto de abscissa 5. símbolo * está substituindo um algarismo, qual é o menor valor numérico, para
esse trinômio?

(15) Determine o valor máximo da função y = -Xl + 2x+ J5 (A)-72 (B)-144 (C)-I72 (D)-288 (E)-324

(24) (EPCAR-2008) Um cabo de sustentação de uma ponte tem o formato de ema


(16) Detemiine o valor mínimo da função y = Xl +2x- 3. parábola, e seu ponto mais baixo está a 2,0 m do piso da ponte. A distância do piso
da ponte em relação a superfície da baía é de 83,7m. O cabo passa sobre 1íS torres de
(17) (EPCAR-2000) Dada a função real definida por j(x) = 2Jt! + 7x - 15, analise as sustentação, distantes 1200,0 metros entre si, numa altura de 265,7m acima da baía e
proposições abaixo, classificando=as como verdadeiras (V) ou falsas{F). é ligado ao piso da ponte por hastes rígidas perpendiculares a ela
L f(O) =-/5
1200.0m
IIAfun'
. . ,.
ção atinge um maxnno quan d.o x =8"7
111. 1%)= f(-5) = 1(0)
Quantas proposições são verdadeiras? f
2Ii5.7m

(A) Uma. (B) Duas. (C) Três (D)Quatro.

(18) (EPCAR-200I) Dada a função real tal que g(x) = ax2 + bx + c sendo a> Oe c
< O, conclui-se que o gráfico de K
(A) é tangente ao eixo das abscissas.
(B) não intercepta o eixo das abscissas.
1
___ sM\

(C) corta o eixo x em pontos de abscissas negativas.


o comprimento de cada uma das hastes que ligam o cabo à ponte, distantes 50,0 m ..
do centro da ponte é, em metros, igual a .'
(D) corta o eixo x em pontos de abscissas de sinais contrários.
(A) 1,25 (B) 3,00 (C) 3,25 (D) 3,50

© 2019 –Professor André Luiz


(25) (CN-20(5) As raizes do trmômio do 2° grau y = ax2 + bx + c são 1000 e (28) (CN-2008) O gráfico de um trinômio do 2° grau y tem concavidade para cima e
3000. Se quando x vale 2010 o valor numérico de y é 16, qual é o valor numérico inrersecta o eixo das abscissas em dois pontos à direita da origem. O trinômio -y
de y quando x vale 1990? . tem um valor:
(A) 64 (B) 32 (C) 16 (D) 8 (E) 4 (A) mínimo e raízes positivas.
(B) mínimo e raízes negativas.
(26) (CMRJ-2007) Dado o gráfico da função do 2° grau abaixo e sabendo que a área (C) máximo e raízes positivas.
do trapézio
OABC é 51 m2, então a abscissa do vértice A pertence ao intervalo: (O) máximo e raizes negativas.
y (E) mfnímo e raízes de sinais opostos.

(A) ] 9,5 ; 11,5 [


(B) ] 11,5; 13,5 { (29) (EPCAR - 2012) Considere a parábola que representa a igualdade y = cn! ~ bx
(C) ] 13,5 ; 15,5 [
+ c, de eixo de simetria PV , e o quadrado ABCD indicados na figura abaixo.
(O)] 15,5; 17,5 L
(E) ] 17,5; 19,5 [
A
y
x

(27) (CN-2004) Considere os pontos A, B e C pertencentes ao gráfico do


trinômio do segundo grau definido por y= x2 - 8x. Se: a abscissa do ponto A
é -4; B é o vértice; aabscíssa do ponto C é 12; o segmento AB tem medida
dl; e o segmento BC tem medida d2, pode-se afirmar que
(A) d1 + d2::- 4S
<:
{B) 48 'Sdl + d2 64 ..'
(C) 6.4 <dI + d2 < 72
(0,)72 <d, + d2 < J28 x
a,
(E) dI + > 128

Sabendo-se que os pontos A e B pertencem à parábola e ao eixo ili e sendo V o


ponto onde a parábola tangencia o segmento De , o valor de A = b2 - 4ac é
(A) 4
(B)8
(C) 16
(0)20

(30) (EPC~-2001) Uma função quadrática tem o eixo dos y como eixo de
simetria. A distância entre os zeros da função é de 4 unidades, e a função tem -5.
como valor mínimo. Esta função é:
5
(A)y= - x2_5
4
5
(B) y = - x2-5x
4
(C)y = 5:1- 20
(D)y = 5x2 -4x-5

*.
(34) (CN) Resolver a inequação Jx~~jr
-Xl
+:+x-.1
-4x+4)ZO. (37) (CMRJ-2004) Dada a desigualdade
x2 -x+1
-2x2 +kx-2
> -3 , os valores de k para

os quais ela é VERDADEIRA para quaisquer valores de x são:


I (A) x-S;l (A) l<k<5
I (B) x » 2 (B)-1 < k<4.
(C) xz-2 I (C) k < 1 ou k > 5.
(D) x « 2 I (D) k< -1 ou k> 4.
(E) x=l , (D) k < 1 ou k > 4.
2
x +5x+16 O
(35) (CN) Resolver a inequação x2 + 5x _ 4 > (38) Dois números reais: u e v, são tais que seu produto é igual a 16. Podemos
afirmar que a soma desses números não pode ser igual a:
(A) impossível
(B) qualquer x real (A) -5,49 (B) -8,15 (e) --12,46 (D) 9,13 (E) 14,21
(C) x < 2
(D) 1 <x < 4 (39) (CN-2002) Se o conjunto solução da inequação
(E) x > 3
3(Xl + x~ )-8(X+,;)+JO so é S, então onúmerode~lementosda interseção do
(36) (CMRJ-2006) O lucro de uma empresa com a venda de cada unidade de um
conjunto S com o conjunto dos números inteiros é igual.a:
produto é dado por L = - XL +10x - 9, onde x representa o preço unitário desse
produto. Para que valores de x o lucro será superior a 12? WO 001 ~2 ~3 ~4
(A) 1<x <6
I 1
(B)2 <x < 5 (40) A inequação - + -, - > 2 é equivalente a:
(C)6<x < 10 x 2x-l
(D) 7 <x < 11 1 1 1
(A) O<x<-'-ou-< x< I (D) -<x<I
(E)3<x< 7 4 2 4
1 1 1
(B) Ã < O.ou.- < x < - ou:x > 1 (E) -<x<l
4 2 2
I 1
(C) -1 <x <O.ou.- <x<-
4 2

(41) (CN-2004) A interseção do conjunto solução, nos reais, dainequação

(Xl -2X+1)1 -s; Ocom o conjunto {x E R/x < 4} é dada por:


12x'-4
. 1
(A) {x ER/x<"3}
(B) {xER/x<O}
. (C) {x ER/x <i} v {2}
1
(D) {x ER/X<"3} v {I}
(E) {x E R/x<2}
'~'?

(42) (CMRJ-2003) Seja D o domínio da função (46) (CN-2009) Quantos são os números inteiros com os quais é possível, no
l conjunto dos reais, calcular o valor numérico da expressão algébrica
_ /2X -7X+6X2Xl-7X+5) . .
f(x)- 2 5 6 . O complementar de D em relação a R, onde lIo3x-x2 -300?
x - x+
R (o o conjunto dos números reais, é: (A) 100
(8)99
(A)}-oo,-J[V[1,%JV[2,jJu~,~I (C) 98
(D)97

(B) }-M,-J]V[j,-+<xJ[ (E) 96

. (47) (CN-200S) Qual é o conjunto-solução S da inequação:

(C) [-J,l[u j%,{ M,ó]


u
lex -1). (x - 2)r1 > [ex - 2). (x - 3)]-1 ?
(A) S={x ER/x<1)
(8) S = {x E R I x < 1 ou 1 < x < 2}
(D) 1-oo,!.]V [2,-too[
J 2
(C) S = {x E R I x < 1 ou 2 < x < 3}
(D) S={x ERlx<2}

(E) J-l,~ U f'%}U[ó,-too[


(E) S={x ERI2<x<·3j

(48) (CN-20U2) A soma de dois números reais distintos é igualao produto desses
números. 0 menor valor natural desse produto é igual a:
(43) (CN-20lJ) Considere, no conjunto dos números reais, a desigualdade
(A) 8 (B) 7 (C) 6 ~D) 5 (E) 4
2X2 -28x+98
----- ~O. A soma dos valores inteiros do conjunto soluça-o desta
x-10 "
x2 +1
iguaidade, que são menores do que 81/4 , é: (49) (CN-1999) O conjunto solução, em R, da inequação --' - S 1 é:
3-x
(A) 162 (B) 170 (C) 169 (D) 165 (E) 157
(A) {x E RI x s- 2 ou J sx < 3}
(44) (CN-2009) O conjunto solução de números reais, tal que o valor da expressão (B) {x ER/-2 SxS 1 oux>3}
(X-5)/\2x-J)iO .'. ' . (C) {x ER/-J SxS 2 oux>3}
-----::-8 -'-- é maior do que; ou Igual a zero, é: (D) {x ERlx<-30u-2 ~:rS 1}
(3x+J) '.
(E) {x E R I x < 3}
(A) [5;'+ 00 [ u{-~;i}
(8) J-m;~u [5; + 00 (
(50) (CN) Um retângulo é tal que se aumentarmos de I em a menor de suas
dimensões, a sua área amneotará de 200/0, mas se tivéssemos aumentado cada uma
(C) ]- 00; +.00 [
das dimensões de 2 em, a área seria aumentada de 75%. O perímetro do retângulo é
(D) J-~;~H u[5; + 00 [ de:
(E) HJ U [5; +vco [
(A) 32 cm (B) 24 em (C) 26cm (D) 20 em (E) 28 em

(45) No universo R, o conjunto-solução da inequação x - 3 < O é: .(51) (EPCAR 2006) Sejam m e n as raizes inteiras da equação x2 - qx + P = O.
3x-x 2 Sabendo-seque mlr."'. m". nn = 81 ,pode-se afirmar que:
(A) {x E R [x > O}. (A) p é divisar de 4.
(B) {x E Rlx>3}. (B) m e n são ímpares.
(C) {x E Rlx<Ooux> 3}. (C) pq é inteiro negativo.
(D){XERIO<x<3}. (D) qé múltiplo de 81.
(E) {x E Rl x > O eX:f; 3}.
I (52) (~-2004) Observe a sucessão de quadrados ~ixo:----,~.--- _,)j' (55) (EPCAR-2011) No tempo t = 0, o tanque de um automóvel está com a litros de
.~1 combustível. O volwne de combustível no tanque, em litros, após o carro entrar em
-}~~ movimento, é descrito por uma função do 2° grau em função do tempo t, em
-:~ minutos. ...
.~":rO carro entra em movimento. Após 10 minutos do início do movimento, o tanque
~ está com 36 litros de combustível e após 3 horas e 10 minutos do início do
movimento, o volume de combustível no tanque se esgota.
~ \" r 3"
Sabe-se que o gráfico dessa função toca o eixo ili me único ponto de coordenadas
(190, O).
I A quantidade de quadrados em BRANCO que estão contidos na figura de POs~' Dessa forma, o número a está compreendido entre:
3999° é: .. (A) 40 e 42 (B) 42 e 44 (C) 44 e-46 (O) 46 e48
(A) 15984 004.
(B) 15 992001. (56) (EPCAR-2013) Lucas e Mateus são apaixonados por futebol. Eles praticam
(C) 16000000. futebol no quintal de casa, que étotalmente plano e possui uma rede de 3 m de
(D)16 008 001. altura.
(E) 20 000 00\).

(53) (CMRJ-2009) Os catetos AB e AC do triângul? retângulo da figura abaixo


medem, respectivamente, 3 em e 4 em.
O ponto E pertence à hipotenusa do triângulo ABC, e o quadrilátero ADEF é um
retângulo. Se a medida do lado AF do retângulo ADEF é x, para quantos valores
inteiros de x a área desse retângulo será maior ou igual a 2,25 em2 ?
B
(A) 6 Numa brincadeira, Mateus posiciona a bola a 4 m da rede e Lucas varia sua posição
,(B) 5 em lado oposto à rede, aproximando-se ou afastando-se dela, oonservandouma
(C) 4 mesma linha reta com a bola, perpendicular à rede.

(D)3 Mateus lança a bola para Lucas, com um único toque na bola, até que ela atinja o
(E) 2 chão, sem tocar a rede.
iI. c Considere um plano cartesiano em que:
• cada lançamento realizado por Mateus é descrito por uma trajetória parabólica;
. Lucas e o ponto de partida da bola estão no eixo Ox e a posição da bola é mn ponto
(54) (CMR.J-2008) Na figura abaixo, tem-se um retângulo ABCD, cujas dimensões
são AB = 6 em e BC = 10 em. Tomando-se sobre os seus lados os pontos M, N, O e
'x, y) desse plano, onde y = ftx) é a altura atingida pela bola, em metros, em relação
tO chão.
P, distintos dos vértices e tais que MB = BN = OD = DP, a área máxima que o
quadrilátero MNOP pode ter é: Assinale; dentre as alternativas abaixo, aquela que tem a lei de uma função f que
atisfaz às condições estabelecidas na brincadeira de Lucas e Mateus.
(A) 32 cm2 x2
A)f(x) =- +2
(B) 37 cm2 8
(C) 42 cm2 3x2
(D) 47 cm2 B)f(x) =- 1ó +3"
(E) 52 cm2
C)f(x)=~+ x+ 15
16 4
(D)f(x)= - 0, Ix +0,2x+4,8
I (57) Numa operação de salvamento marítimo, foi lançado um foguete sinalizador
(61) Se a eqeação IOx2 +bx+2=Onão tem raÍ2'A.'lS
reais, então o coeficiente h
que permaneceu aceso durante toda sua trajetória. Considere qUI! a altura h, em
satisfaz a condição; metros, alcançada por este foguete, em relação ao nível do mar, é descrita por
{A) -415 <b<415 h = íO + 5t _ (2 , em que t é o tempo, em segundos, após seu lançamento. A luz
(8) b<415 emitida pelo foguete é útil apenas a partir de 14 m acima do nível do mar.
O intervalo de tempo, em segundos, no qual o foguete emite luz útil é igual a:
(C) b>W (A) 3 (8) 4 (C)5 (D)6 (E)7
(O) O<b<8Js 2 2
(58) (CN) Na figura são representaP.as as parábolas y =x e y = _x + 2x - 3 .
(E) -8J5 «b cú
Sabendo que a medida de um segmento entre dois pontos A(xa,yJ e B(Xb,Yb) é
(62) (CN-l999) A figura abaixo mostráo gráfico oartesiano da função do 2° grau
dada por J(xb -Xa} + (r;, _YJ2 , considere os segmentos verti~ que tem uma
f(x)= ax2 + bx + c, sendo a E R·, b E R e c E R
extremidade em cada uma das parábolas. O menor desses segmentos mede:
o valor de i{ -1) é:

(A) 7
(8)6
(e) 8
(A) ~
2

(E) ~
2
\
(O)Ç
(C) 2
(E) 5
(0)3
(E) 4

(63).(CEFET-2001) Num campo de treinamento, um projétil e'um míssil são (59) (CMRJ-2004) N6 plano cartesiano, abaixo indicado, estão representadas as
lançados, no mesmo instante, de bases distantes 20 km uma da outra. A trajetória do trajetórias dos rios A e B, com as respectivas equações; nesse plano, a unidade
projétil é uma parábola de equação y = - Y? + 4x e a trajetória do míssil é uma reta adotada para a medida de comprimento é o quilômetro. Um canal retilíneo e paralelo
de equação y = ax + b. ao eixo Oy foi construído para interligar esses rios, sendo o seu comprimento o
Essa situação está representada no esquema abaixo; em que os -eixQs xe ysão
menor possível.
graduados em quilômetros. Sabendo que a empresa que construiu a obra cobrou R$ 100.000,00 por quilômetro
y(Jm1J linear de canal, quanto ela recebeu? y(km)

Rio A
(A)R$ 2UO.000,OO. y= xl+ 3x +- 5 RioB
(B) R$ 400.000,00. y=x+2
(C)'R$ 600.000,00.
(D) R$ 800.000,00.
(E) R$ 1.000.000,00.
o x{Km)

. 2ê x(fQn}

(60) (CN-2002) Se 2x + y = 1, com x e y reais, então o maior valor da expressão ~ ..


Determine a eb, sabendo que o míssil deverá atingir o projétil quando este alcançar
a altura máxima da sua trajetória (ponto E). . + 3xy +1 é igual a:
:A)~J4 (B)7/4 (e) 13/8 (D) 17/8 (E) 31/16
r-
(64) (EPCAR-200!) O maior valor inteiro de x para que a expressão (~ - 5) seja (70) (CMRJ-2013I2m4) Considere a função t(x) =ax] +bx+c , 00Cl
I
menor, numericamente, que a expressão (xJ - ~ + 5x - 5) é
a c O.c c.O l1=b2 -4ac>O. Dentre QS gráficos abaixo, o que pode representar
(A}O . (B) 1 {C) 4 (O) 5
essa função é:
(65) (CEFET-2010) A soma dos números inteiros que satisfazem a inequação: (A) (8) (C) (E)
-~ + J2i x-3 so«
W3 004 ~5 ~6

~ ~
(66) (CN-2002) Se x é um número inteiro tal que 2
J2x
+3x-5 ~ x+ I, o número
de elementos do conjunto solução dessa inequação é igual a:
(71) (CN) Dar todos os valores de x, para os quais é positivo o produto: (x2- 2x-
(A) O (8) 1 (C) 2 (O) 3 (E) 4
8}(-~+ x).

(67) (EPCAR - 2000) Se bx' + bx > - l-Z;3 para todo x real, então a soma dos (72) (AFA-2000) O retângulo, com base no eixo das abcissas, está inscrito numa
parábola, conforme figura abaixo, O valor de x que faz esse retângulo ter perímetro
valores inteiros de b é igual a máximo é y
(A) 4 (B) 6 (C) 13 (O) 15
(A) 1
(68) (CMRJ-2014) Uma lanchonete próxima ao CMRJ vende, em média, 400 (B) 0,5
sanduíches por dia, a um preço de R$ 8,00 a unidade. O proprietário observa que, (C) 0,25
para cada R$ 1,00 de desconto, as vendas aumentam em 100 unidades. (O) 0,125
x
Considerando x o valor, em reais, do desconto dado no preço do sanduíche e R o
valor, em reais, da receita obtida com a venda dos sanduíches, então a expressão que
relaciona R e x é: (73) (AFA-2001) Considere a função f: R ~ R definida por
(A)R=~2 + 4x + 32 X
2