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Editora Abril
, 11 f&
YIC!OII CJ'f'l..
1110) . . .
Olts• ... to ' ren -..Orei
Cio: a: "'US'I . . . . [I5 ....... , .....
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..., •• ~tts .... ~c.. ..
, . _ ' " ' - 1'loJooolo s-c.....

Uma ampla reforma ll\lai,o .-r,.


.ldmln&Stnlt1V3 Cio: I n.o-r S.. c..6o
realizada no ano ~~···-
C. C..,ll
I Ehaa I.,..... ......
. . .,a.
Otu:aa.o•M•••.,. •v.no.War-.
passado. que mcluiu AoblnDO..tl•na. v•••,.. ....
su~ rrE
no grupo de reviStas
m<~!>Culmru. da Ed1tora
Ahnl. ofen:ccu-mc
a oponumdade de

- trabalhar sob o
; comando de Mário
Dli I
r=c•:zte z:;_~c;,
ZZIIIot(.lo
'S WL"1 , .Ma~

~ de Andrnde Até então. 011 J1


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uvéramos rapidos e 17 ot f._tai: ......... OIItM....._......_.

mfreqllentcs encontros ......


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pcssoru•• como colegas


de profissão. tão somente. Nesses pou~ meses de convfvio, pude
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admirar-lhe o gosto pelas grande· empreitadas- esta revista.
por exemplo. ganhou nova dimensão. graça a M:U apoio resoluto ~
llllllltOIIl)J-
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a projetos que vinham de l<mgc. mas pouco marchavam.
Admirei-lhe. a1nda. o modo creno de tratar todas as que tões. c . . . . t._. ....... . _ .
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a disposição para ouv1r mab do que falar- n:gi'>tro-a consciente ......... •O..'--• : : : ·'
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de que e$\a tmpresstlo contrana a imagem profiss1onaJ que dele ••••em _. .......

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se difundiu. Enfim. pareceu-me. desde o primetro Instante. que
não seria tarefa paro quãlqucr um acompanhar o tamanho c a ,
•ran u e s• ~lpa•s
velocidade de ~ua~ passadas. De tudo ISSO concluo que ua mone.
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tão súbita quanto prematura, em fc,crciro passado, roubou-nos ....""'...................................
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um líder c um companhe1ro que farão grande falta
Quero chamar sua atcnç!io para um dos temas de que tratamos
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e ...... - .. ,_...,c-tava;o .........
nesta edição: defe~a do consumidor. Uma nova legi lação há "' 0• a ,:,.,. .. 11 .-....Jt. ~ ' J FI
c-e..
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pouco posta em vigor finalmente coloca o Bra il no me mo nrvel
dos invejados pafsc do prime1ro mundo. \.las preasamo ter
todos consciênaa de que uma boa le1. apenas. não ba ta e em
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muitos casos pode -.cr até muni Este cmo. sem duvida. é um JI W"•_.,..IID

deles. Depende de cada brns1le1ro que esta le1 provtdcnetal pegue. -·.... .e...,_._.c.-.
...,lltiUCI(10t.....,..
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ao cootr.írio de tantas outro que, igualmente ~m intencionadas. 4LLI1'\AAI
caíram no esquecimento. Sem preetso abandonltr a confonável :-::.cc:: _,...~~--~
prática de indignar-se 3pentl'i parn i mesmo e transformar ......................,,.....
essa 1ra contra fabncantcs. comcrc.antcs. prestadore de serviços.
publicitários. admini!>trndores públicos irrcsponsávci no trato
com o público. em ações concretas de defesa dos seus direitos.
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Recorrendo. sempre qu~ ncccsc;ário. a esse:. órgllo públicos que "'
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tantas veu:s já nos decepciOnaram. Mas dispondo-se a passar por
cima da sua inefioência. JUntando-se em u~ociuções para defesa -__ ,,?............
•.:.:....;,•,.;•;.._.
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de interesses comun-.. prc tig~ando a formação dt: enudades
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- a.... v lll Ul1t ..... . _ . . ......

privada - CUJO orgumuçt'lo c atuação a nova lc1 e li mula- até ~=:o:·::::-: ;.c;.,;;.....
..._.
conseguir que o rc pc1to oo dtrellos alhc1os 'IC tome, enfim.
a regra. para deiXar de 'iér a C'<ceç-Jo.
Almyr Gll}llrdoni
--
• •1! W4IIil

IUNil A8RIL I !1!11 3


TECNOLOGIA
O futuro a
bordo
Computadores.
nov<IS materiais e
métodos de última
g~ração recriam
a~arte milenar dn
construção de
AMBIENTE barco o vela

A multinacional da •
42
ecologia
Com muito prorLSSionalismu c um OrÇf!me_nto
de 50 milhões de dólares. o World W1ldhfc
Fund defende a naturc:.r.a pelo mundo afora DEFESA DO CONSUMIDOR
A lei já está aí.
30 Agora depende de você
O Código de Defesa do
Consumidor promete
CAPA NATUREZA revolucionar ac; relações
cntrc produtores.
Das pistas para as estradas No rumo das aves vendedores e
migratórias compradores. Mas isso
Desde que a Fórmula 1 ensaiou uas primeiras acel~radas: há 41 anos. ~ ''ai acontecer 'J>o.! cada
a busca pela maior veloddade desencadeou uma cornda aLras de melhores Todos o:. ;mo!>. milharl!.'i de aves dctxam o:. um dos brasileiros
locais de origem e migram. em busca de cnlor cumprir o :.cu de v~·
motores. pneus. swpcnsào - avanços incorporados pelos carros de rua c nlimcntos. Muitas aterrissam no Brao,iJ
22 60 48 .. ~. ~

SEÇÕES
,- - --·- -TESTE-. - -
-'
-
·
COSMOLOGIA PERFIL OplnUio 10
Novas descobertas sobre o Charcot NotJolas s~rintere.s...ntes 12
.. 2s~qu~sfÕes"fÇ. ie~tí•iCéls:, nascimento das galáxias Anatomia da loucura
Perguntes superintripntq
Dito & feito
20
41
• ~i ece~ nao - 1 47
• pocte·-~ilesc nli_ece · Muito além das estrelas Doia mais dois
Há I 00 anos. na França. o Su~rengr~do 73
vi.srveis. a meio bilhão de pioneiro da Neurologia
ano:.-luL elas se agrupam Telesc:6plo 74
O que é prcCÍS<!..Jlãra te r um ~o,hedm"<:nJo mudo u por completo Uvros auperimportantes 76
min' mo Si.10rc..o:. coocc1 os d aos milh tLres c tecem o modo de diagnosticar e Superdivertldo 78
ciê-ncia e os renô menos da nature7..a um cintilante bordado tratar doenças mentais. Sup«dlvertido I aotu~"­ 80
sobre a escuridão . igmund Freud era seu fã Cartlla doa leitores 81

68 54 ~ - 0 P P I. Cl.&do ~ .UVo
SUrl:R!N TERE$SN(Tt. n. • 4.J
4 SUNa ABRIL 1991 5
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Rua Major Ouedtnho n9 11o - eon., 171
CEP 01050- SAo Pa~- SP
coração financeiro da cidade
Talea(l t) 83604 • Fax (011}212·6385 Caixa Postal30.936 A visita ao Museu de Arte de São Paulo deslumbra qualquer paladar: ao lado de
Ruo~ Sumi0auro.163 CEP 05428- f'ínl*t0e • Sio ...ulo • SP obras de arte, há rock, mostras de cinema e uma disputada feira de antigüidades
Q uem d1na que passados mais de
t 00 anos da Revolução France-
sa. dOts quadros encomendados
holandês Vmoent Van Gogn. que se ba·
seou em um desenho de Gauguin Na
época. Van Gogh env10u uma carta ao
postçOes temporclrias nos outros anda·
res do museu. Alêm da galena menor do
pnmeiro andar. outras mostras se reve-
Belvedere do Trianon,
instalado ali, estava sen·
bém cuidava das aqui
sições. Para ·conven·
cer· os cotecionador'es.
pelo ret Luis XV ao pmtor Jean Marc am.go, comeme por este ter aprec1ado a zam no menantno Quadros. escuttLJ- do demolido - e. pior,
Nan.er para embelezar o antes tranqOI· obra. ahâs pmtada no ano de seu suicl· ras. tapeçar1as, gravuras e desenhos para dar lugar a banhei· ele ut1hzava seu poder
to Palác10 de VersaJhes esllvessem a diO. 1890 Mas nem tudo foram flores são petiodJcamente exibidos ao publt- ros públicos. nos met<>S de comuniCa·
10 800 qu110metros da França no nú- entre eles. A versão ma.Js acerta pelos co,lnctusJVe &xposiçOes tr.wdas de OLJ- Um acordo com a Pre- çâo As doações eram
mero 1578 da Avenida Paulista. ve1a hlstonadores ê a de que Van Gogh dece- tros palses Todo o espaço e ocupado feitura resultou na inau· leste1adas com coque-
nervosa de São Paulo? Ao lado das pou sua orelha esquerda depois de uma com eventos culturais. Longe daS tetas. gumção. em novembro téts e divulgadas por
filhas do monarca francês esiAo dois bôga com GauguJn. arrependido por ter podo-se assistir a shows de musica, de 1968. do Museu de seus JOrnais. rev1stas,
outros quadros também saqueados de tentado assasstf'lã-lo Estas histónas cu- debates. conforênc1as e atá a filmes. Arte de São Paulo Assis emiSsoras de ráó10 e TV.
Versalhes na Revolução: luis XVI e Lu1s riOsas estão no verso dos quadros do Chateaubriand O proje- As recusas receb1am
XVIII. retratados por Drouals Fds E Isso Masp. que fiCam em cavaletes de vidro A •e•t;a Waacade· .. deCJn~ to arqurtet6nico do Masp. publiCidade semelhante
ê apenas uma pequena amostra do que apoiados em blocos de concreto ma desde a sua crta<;ao. em t9n. até a considerado ousado até - só que negalJVa.
se podera encontrar no Museu de Arte Dividindo a sala com Van Gogh. você 7• ediÇao, em 1983. foi realizada no hoje. teve que se adaptar Apesar de todo o es-
de São Paulo, o millS imponante da encontm alnda o criador do mals oponu- museu. Este ano. em outubro, o auditó- às elllgllncias dos ex- forço tnlclat. a estrutu·
Aménca Launa e um dos ITI8)s presu-
glados do mundo

,.. - . - • - ll•r, onde existe


uma exposiÇão permanente. uma vta
no slmbolodos dias de hoje- o da Paz.
1m011allzaclo pela pomba branca com o
ramo de oliveira. Pablo P1casso (1881·
1973), um dos maiores pintores espa-
nhóis, é representado. por exemplo, pelo
rio do Masp. entre outras salas de cl·
nema da c1dade, voltará a exibir os fil-
mes da Mostra. Alêm dos concer10s
programados para os doiS auditonos -
de 41 0 e 80 lugares-. o vão lrvre na
proprletãnos do terreno. que impunham
a preservaçêo da vista pam o Anhanga-
baú. Para resolver o problema. Una Bo
Bardlptanejouumvãotrvrede 74metros
por 8 de altura, o maJor do mundo O
............ _, ......
O ••• d*zhe.II.U a

................
"•11• Mula lu•, •••••

......................... ,
ra do museu 8Jnda hoje é precãna O
Masp nao possu1 telex. IBJC e nem
sequer um antiquado aparelho de TV.
Com a posse do novo dtretor, Fábio
Magalhães. a 111formatrzação está ga·
gem âs produções dos mais renomados quadro A Tollette, de 1906 Por peno. parte ex1erna também serve de palco. prédio 101 ideallzado como uma 1mensa nhando ares de pnondade A maior

- - graturto pam os músloos se ex1·


bírem todas as sextas-feiras ao
melo-d.a Nos domrngos. a praça
wa uma Imensa feira de anti-
caíxa de Vldro pendurada pelo teto O
que ninguém sabia até o ano passado é
que o projeto não eslaVa concluldo -
depois de 23 anos descobríu·se que
S. •i• fel Meti • • - " as pare-
des do Masp, juntar o acervo também
exigiu empenho Quando Bardt arrega-
pane das doações tem v1ndo do Ja
pão, que jã mandou um piano de cau-
da ln1eti'a e està envrando videos e te
levisores de última geração para o mu·
guidades. Para ver objetos de ar· Una piano)aTll pintar de vermelho as çou as mangas, em 1947 viaJOU pela seu. "Se o Masp é patttmOruo naao·
to antiga, porém, não é preciso COlunas de sustenlaçao. Mas em 1968. Europa e comprou raridades a preços naJ - reconhecido lnctusrve no exte-
esperar o domingo. No subsolo. ano da linalrz:açao da obra. preocupada lrrlsóriOs Além de seu olho ·etrnico", que nor - deve dar apolo cultural a todo o
ao lado da blblio1Dca. á possivel com a ag1taçâo polf1lca e com a usava para reconhecer obras so de· pais. lnoentlvando a abertura de ou·
admirar por exemplo, uma cm- perseguição aos comumsw. a arqultata pois valorizadas. Bardl encontrou cole- tros museus. Estamos fazendo o pos-
ICinha de bronze de 11 00 a C - achou que podena parecer provocação. cl011adores millonános falidos por causa slvet. mas som verbas fica dll!ctr, la·
HOje. graças a um projeto da lndustríado da Segunda Guerra Mundial No BtaSII, menta Magalhães •
bntas Glasurlt, o museu está terminado. o jomaltSta Assis Chateaubriand tam· R• giNI Prtldo

............
. . . WCftC . . . . .SI. 11,

......................
e ••••••- •••..•••• •
.. ....... ..........
·~~·-···

própna para guardar múmias de
passannhos Do lado de dentro
DE DUCAÇAO OSTA RAGA
- da VItrine, as 25 000 pubhcaçOes
-o!i""'lit,.;..talj ~ do acervo da biblioteca eslào re-
-..,..~~ ;; servadas a estudantes de Ane e
~ pesquisadores De frente para ela
t está o Restaurante do Ma.<;p, anti·
MA SCOI.A UPER
b go Degas, que perdeu o nome
§ ongioal na Justiça para uma pa:za· A lislOrla da cultura tunana nos ensina que os c:onhe&lentos do desoomecido, ent::ai1IIMando o akllo a utlizar-se melhoc' da
na O babsmo nasceu com a ex· e as capacidades lécnlcas da tunaridade se desenvolveram dos obsefvaÇao, lraballando a Of03rizaçao desde o coocreto até o
artistas da hrstoria é questão de alguns seus compatnotas Francisco de Goya, posiÇão de esculturas de Degas que problemas lundamenlals da vida. como nao ser SII'J)Ieendldo pelo pensamento, o levantamento de hipóleses e a proposta de
passos Da escola francesa . os lmpres· Joan Mlró e Díego Velázquez também ficavam na sua vitrine externa acaso, pelo sútm e deles dependet para garantir sobmlvência. alternativas.
ston1stas são o maJor destaque Vocé dão o ar da graça de seus pjncéts. Da Todo este Intenso movimento cultural
poderá se colocar na mesma dtStâllCla lanlásUca produção anistiC8 Italiana o ~em um pat - Pietro Marta Bardt. até o Patea~ que a civlr~U~Çao é 1.111a queslao de ~nto se prevê. 2' grau • lncftando o ~ento dos pnncipios clenlilicos,
Nossa lli'IÇâo é ensmr as questóes bâsicas do proc:e<imento ~a compeléneia pessoal e prollssional do al1610.
em que Plerre-AuguSle Ren01r Êdouard Masp conseguiu para o seu acervo nín- ano passado o d1retor do museu. cargo
Manet, Paul Cé%anne e Paul Gaugu1n se guêm menos que Raiael Sanzio. Tiziano que ocupou durante 43 anos. Italiano clentiico po4' meio de a!Mdades sistematizadas e lnlencionalmente
colocaram para pintar aquelas obras VecefiJ. Sandro Bothcelfl e Amadeo Mo- nascido junto com o século, Bardi rece- preparadas para garanlir ao W1o que nao passe pela escola edela lnstalaç~ • mas da' observação: ~aro e hor1a. Oficina de
Ou então tocar o mesmo bronze que dlgllant só para citar alguns. Do a,asd. beu em 1946 a Incumbência de construir sala apenas realizando conax6es no campo de senso comiJTI. Ciência. l.abofa!ório de Rsica, Oulmka. e ~ ISO fitas
Edgar Degas (do qual o Masp tem as 73 obras de celebridades como CândJdo o Masp das mãos de Assis Chateaubfl· especialzadas. para vtdeo, ~ acetVO de 7000 voUTies,
o

esculturas que ele tez em VJda) e Augus· Pomnart. DI Cavalcanti I asar SegaJI e and. JOmahsta propnetârio do então po- COMO? l.abofatórios de RedaÇao e Malemálica
te Rodln modelaram Os lranceses real· da modemisstma Anmta Mal!at1J derosfsslmo Olãnos e Emissoras Asso- Pr~. - daroo~sparaaelaboraçaodaseslruU'aS Plrfodo Integral opcional.
mente tomamm conta do pedaço. Euge- aados. Instalado originalmente no pré- bâSk:a.s que favorecem a conslruçâo do oomecrnen1o cleolllloo.
ne Delacrorx. Hem! Matrsse e Henn de S. ..... llllAe O impreSSIOnoU. sai- diO dos Diários Associados, na rua Sete 11 grau· proporr:iorando um amblenle lawfável ao tteserwoMmento Unidade c:enlr.ll · Rua Barlo de Coteglpe, 111 · Granja Jutlela •
Toutouse-Lautrec estêo lado a fado con- baque as duzentas obfas do segundo de Abril, o museu abnu suas portas em de postura cienlftlca. ao mesmo tempo desaliadofa e ctftk:a. diante Santo Amaro · Fone: 523-8522
tando as suas h1stórlas com p~ncéts e andar. apesar do sarem as mais Signtfi· outubro de 1947 A sede deftnrtlva na
FACU1.040l OI ~S t.DIINlSTA4llVAt I
apresentando seus amtgos Uma da$ cativas. são um pálido exemplo do que o PaultSt.a velo por acaso. A arqu1tet.a Una lHSiilUT9 Dfi c:oHT Alm PAI.l.O BliO
damas que enfeita o andar é A Arl6$ia- Masp guarda em seu depóSito. Outras Bo Bardl, mulher do P1atro, passava no IDUCAÇAO
COSTA altAGA FACUI.DADf OE DIJCAÇJo PAUlO ElAO
ns. retratada pelo atormef'ltado pintor 3 800 peças são reservadas para e)l· lOCal em t951 e descobriu que o anUgo
8 SUHa ABRIL 1991
Po' Jorge Wilhelm
;

Aqui esta a grande chance


paro você aprender todos os segredos
Meio ambiente da eletroeletrônica e do informático!
e Governo
A té há uma década. a questão umb•cn·
tal era CVJ)I11 de c1dadàos mdignados.
de organaações ambien taiS vocú crantcs
descnvolvunc:nco. poiS pode unpllcar em
desenaficaçao. PrescrvaçAo sob forma de
santuâno de toda a natureza nAosigni lica
e de raros planejadorcs. profw.ionais I! desenvoh•imento. po1 pod~ tr11/.cr Come:
inteJeC1unís que proclam.tvnm dados ca- c pobreu.
lliSt róficos. Eram ecos da déc:t~dn de 60. De~envolvimento ocorrerá apcoa~
quando h•ppu::. c paciri-.u•~ iniciaram-se quando soubermos arucular a econom•a.
na cauSII. rec:lamando novos valor~s 50- a qwllidode de vida (e. puro tal, o do
anis e maalt respeito para com a natu:re- ambiente) c a eqfttdade socJal. por rneio
~a . Quando. em 1972. os governos reuni- de uma melhor d~'tríbuiçúo da rc:nda. O
ram-se soh a c:gidc: dns Nações Un•das papel das organ.IZilçOes interessadas na K~1a eletr6ak- e
em Estocolmo para debater a que$L'IO quesulo tenderá à (j'IC<IIil.açi\1) tias açecs coaj••to• ele expuicaciu
ambiental. o fiZeram em atenção a um do governo c. dentro de sua.\ línlltaçc"les.
punhado de: ccntistas e intcleauais que à açilo tópica na mdhoría c rccupcmç<lo co..,po-•tn do maÍII
lll.h·ertinm ~hrc os risccn. ~ocai.~ ineren- do nmbic:nte. Agora. abre-se o pe~pectl­ aVJLn~do U.taODa da
te)! à desatenção rom qut! cr<'Seiam ll.\ \'ll d<! clica:~:e~ pruteniL~ do governo com
economia!>. ;u;:umulando li~to c cJtgotaodo entidades lllllbicnlallstas paro recuperar e llJii:JLo, por COJ"H:apoa·
rccu~ natura•' ou conservar detemllfUidOlo umbico t~ Attdoa , ..... lbe&e
Nas décadas de 70 e 80 avolumaram-se Os tmc:rlocu lores se conhecem: convém
ela ~-1 .-.Jetrõuca e
vozes c orpmznçõcs da soetedade pro-
testando, por vete~ com êxit{), contra in-
ju.~t oo. ntaquc;s que pessoas. empresas e
..
aprofundar seu di1ilogo

populaçlo lntcre~m 1)). rc:suluulos:


ela iafonaátical &J··~
gllVc:mo~ praticavam cont ro bichos. piao-
Las. ar. mdios. água e terra. Nesses protes-
A prcscn•açllo do que resta. conM:rva-
ç:'lo e oom uso de llrcas •·c:rdcs. recupc.-ra·
to!>. exigia-M: que o bc:Wr govc:rnumcntal çtlo do que roi dc:grndado c melhoria da
Msumissc sua rcsponsabtlidade. alçando qualidade ambien tal. Hoje. tc:mos. final·
a questàoamblenllll ao mvel das questões mente, algumas políticas voltadas paro
políticas bás1eas. A1é que a oliciaiJZ.aç;1o essa questlio. mns convém salientar 'lu e
ocorreu: no momento e m que Françoj) uma politaca .unbicntalisUJ nlio obJetiva
Miuerrnnd (presidente francês). Marga· "salvar~ a natureza e sim a ~c:dadc. A
re1 Thatcher (prímeiro-mini~tra ingl~a) Terra já passou por mudanc;~ maio~ do
c: Hdmu t Kohl (cbancclc:r da Alemanha que as caDSJ~das pelo homem- perfodQS IUt D!pta.l Avançado
Ocidtnltll):..: n:uninun, c:m Paris.c:m 1989. glaciais. sc:paraçlio de continentes. bom·
para dc:bntc:r entre: ouLTOS telllJIS, quall· bardeio de meteontos etc.- . e contm uou
dad e do ar. poluiçllo e lixo na Europa. o
mundo percebeu que ocorrera um salto
viva. UJ)<:loar do do;~parccimcnto de nu-
merosas espéCies. Resta saber se nossa
Solwu lfWIDr61 UljOnn.J;j~S,
U1fl comprormJSo, Jo cuno Ih.
OCCIDENTAL SCHOOLS
~
qualitau"o na quc:stãodo mc:io ambiente. ~péci.: agOentnria o que nM, porinscnsa- canM técaicoe eepecializadoe
tcz. inconsciência ou ignorllncia. nnda· • Elctr6nica • Av. Slo Joio. 1688 2• .r loJll • CEP 01260
• ~ctrónia Di$nal
P ouco importa~. nestn atnude. hav•a
oportumsmo c:lc:itoml. A verdade é
que todo governo, paro ser rc.~penado
mos pratlc:andu neste: planeta.
Após duas décadru. de omnd urec:•mc:n-
to do problema. novOlo deSIÚID!. amhicn·


Audlo c IUdio
Tclcvl.\io P&B/Corn
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• Slo Paulo SP Btasd
• Tala fone 2.2 2. .ooe 1
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pela poputnção e pelO!. dc:rn11~ govcm():j, tab são acre:>ecotodos aos du prescn11· llfatllnrtlll- ~ .... OWJtn <Ü. I A
deve reveJarsua preocupação com o pro- çllo c conservaçtlo da na1urc:za como: 'I'•' (){;(:JOI:l:NT AL SCHOOLS •
blema. Surge. assim. um novo ator. eficaz mudança de combustlve1s, rccc:lagcm • Elctrotknica
1mtal IÇ6cs Elitrian
CAIXA POSTAL JOMJ
• CEJ' 01051 SAo P.-lo SP
• 1.1 Cl
c 1mportan1e. no encam inhamento da de recursos. d •gestftode'ICemroh7ada de • Rcrrigcnçto c Ar Con- I' ...,..,... ........._,. c;u 1-urrAM.t<JIIlll, • ...,.._ ~.,.. • ,.... .,.
questllo. A açao governamental tenderá lixo c esgoto. me lhor uso da água. in- dlClOiado ••
•'
sempre à soluç;1o de problemas. po1) é
para ~~so que: os governos são eleitos. E.
oo caso do Brasil de•·crd lt\'llr ao estabe-
lecimento de c~trutégill\ de d~nvolvi­
dust riuli~açiio ruml. novas técnicas de
aqwcullura c agricultura cte. Para vc:n-
cer tais desafios as orgnmzrtçõcs ;am-
bicntaJistns ganharam importantes nHn-
t amda:


Ptogramaçio Blsic
~Cobol
I


---0
!'I

mento que mcluam a questão amb•ental


como c:lemc:nto mdispc:nsávcl. Crcsc·
d~)S: Cl ~tor guvcrnamcntal c p11rtc dos
setores produti\1 0S. novos e unportante'


SistcnUS
M•croprocnsadorn ! ........ CI:J'

• Sorh!l.-.rc de Base l'' "'--···


04. .
mcnto da ceonarrua não é smõn1mo de atores em cena. • · ~

SU~ ABRIL 1991 .


••
WTERESSANTES Mais utna
lum~ln,. pur l\{1r.1 lk~klo • t1>rr1nAU edi,ão especial de
................
0.ERII . . . .

[Teft4*. . . R itllfDJ ' I 1111


d<"' 1nl"'" A chU\11 aada na \kma ·
nhn c: C1u:c:o,hl\ii~Uul.tme.~<,-a 111~ etar
"''"' \VInhcl'\ ocidc:nlaL' (h C"f'CC!ltlh\ •
ht\ pedem QUt: '" ••rt'nç1n> mlcm.IC!ll~ SUPERINTERESSANTE
na1) lvnalcç;un li) lljtcnaa.s loca~ de
wnlmlc l1,1 ('1(11uiç;\ll Afinal com a
o.•conomw al>oloda. '"" p~ do LC'\It
llvcm niulcr wmn p.1pr o- cu• I~ lla
d..">C''ntumlnaçàt'. •

Supertelescópio
tem 36 olhos
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lnmnr l ~• nllos Umdn<- lJmn dLt~ mRIIl-

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r.,.. 81 .,......,... t'ltiD'doOeOilii;'P'I :a
• t'l." l<lduJ•I Icun ad., umn de ~u...t.' lente\
hc\:t~llnn< - cnm q~ 1 mctrll'o dc

Dias tórridos l>nca\ '' ps cart•únK"U pn:cNa ~<r ron- d~ntctro c ~ de: meta toncbJil -
uui.Klu. t.lv v ~1cnh.'>lil Jt....C Augw.IO cap111 a lul' l.lc: modo tn.lcpcndcntc ''
pela frente B•llcn.:t,url t.lu ln,lllultl '·•cional de: un.aem . nn entanto. é Qlfnl'14"'• ('1(1r
l'c«<lll\ol\ de: \.lo Joo;e dos Campo-;. mc1m ckln)n~C\lf'o ~~ fl};ura ftn.tl. '"
Duas mil C\tiÇ<'t\."1 m.. 1corolooas ~ P ·o prc*'kmu 1\iio se ~lvc:ra c:n· errO\ 'itll '""~n•f~C&Jllc-. Jklt ttm 1••n·
fl'llho~.a, r<'•' gluh<~ 1c•c:Lt.m 4uc: 11190 ~LWnlut'<.o no~olur leno - • ckta I CliJ \C/C' mc:oor que .t C'J'C"U-
rcn ,, ano mó.lt\ <!Ut·nlr m"' lllllm()( 140 111 de: um li o de cabelo. O pnm<:lrt) '"''"
nnM c: .: 1'14""~hd qu~ n rt.:~lrl.lc ~I" tml'llmu 11ue o 'c.tclll.l (un..:tona lxm.
quchrouklntlhlmcnll:c:m J')l}l Ofnlué
que .lié I,_ IThll\ CC IIC'Ct\ t:•lnlll \C C'IIO·
Ares poluídos no ''' nu\ 1: lcnlc\ Jl ntllnl"dlh cc,mpu•c
tlim wm rc:rfc•~;Jo.unU(!Cill d1t t.lt'tlln-
\c:n.;.;ndll l.lc <!UC 11 T.:n<~ ruma par• Leste europeu tc 11314\11 !'.CJ( 1!'2 <t1UIId3 Oi!
di~ 101 nd'"· .:umr .uai.IOO\ liO\ \lo cntc•o C nn\ldll\.lu l.lc l:ndano O Kcd. lun·
do seculo Ba•1a 'c r QUC ~as dos ~te
anct< rru11' quc:niC'\ 1.!<1 '4'C\.IIcl tle!Orrt: r.am
l mA .l\i1h.l\•ltl rco.~tnlc: dos amhiCTliU · onnur:l n.1 Ilha Mi!Uil;l "'c:
a. H .a\ •• -
h\lou. curopc:u\ mpo.tra <!UC c c:sttitro· ronhcotJ .. p<l.a 'toli:no.c lk~ )CU' \UI·
n.t tlt:o.ad.-. üc stl \' '" h:rmbmdn,.. ntn· ft<.il a ~xtiUJ~llu nt~ \Vmho-. pm-..... do ,""Ó<..., c p<loa llmpuJa c1t~ '>U.U noll~' •
lrnu;un nn a-..cn,lo I '<"JU ~tru{lu') U:'''-" t:m o.o.lla.' rcgtócs da
\km t.Jr•>'ll, dt\CNI\ l'rciJcÇ(\c<. fc:llll' Bul~lna. u "'k' .....
ui 1.1u otn-
ptu romputõldc•r upunt.rm <!IIC a tem l~mmo~du por mo:l•m pe'.i-
p.:mtur11 chqumr n urn r••<•
('1(tr •ult.1 dl,.. <!110:, '0: h)'.'C:'m arhc:u-
do ano :!tOO du\ '-" cn lcnt>\ nm.:ncanos.
F'>.\11\ JlrOJt:ÇI'\c' uccrr.rm mdu."'c: h ICJ1l' Ul•lnÇ.l\ que ~IH!Il\
oi\
nt~ t.l~tulhc\ . (Xll\ tl11.:m 11ue n tt:mpc .1h tcnam l.lc Jl.i~Jr por um
ratura l.lu •upcrflt.:rc 'Ohc:. C114Uil.lllu u trut"tn.:lllu h~"pllolor de dc-
uns clllnntl•._, nlfll' ttlttl~ l.lu utm~fcru 'lniOXIC:lÇilo No\ pequenas
tlc\CC fm C:~lltOnlC:niC tlllliC 'C of:tolcr· culmlc:\ d1l l i un~:rin. cerca de
\llU ern I 11'.111 1\ cau'·' I.! c~\<': rrnflme lll"v l.lu ii1!Ull polt~vcl c:stá
no . •ru 4uc p.trc~o:~:. t: u t:•cc,,u t.le ~Ih t:n• c:numl.l.. pu r nnrato. c lb
c::~rbômctl c uu1 rc.., )la~' na ulmc~lc· tem <!UC proVI-
11Uil\Odal.lc1
ra. ele hltltJUCiam ,, "''"" \1~.: ~rlur \J,, dcncmr .ltma hm!'<l puna <'!>
Terra pnran ct.p....,n ( tcro~t.la pclil quer - ~bt\ rm
K,tlll\\ IQ:, no «ui
ma ~ moadc:tr.t c pnn.:cro~lm<:nte c.k lL1 Pulúnt.t "' lrc:O) nAo po-
g;L'IOtiJu C UJ.(l OU\ liUII>Il\0\l!l\ I! (;j. l.l~m wrn:r a mab d.. JO qw·

12 Nas bancas a pal'lil' do dia 15


---------

extraconjugais~ .dizSteven Scitz. Capaz c:mpresa de projetos e con~uhoria. es-


A escrita antes de prever em minutos como se dá o pecialiuda em eSlações de tra tamento
dos maias contágio de milhões de pessoas. o pro- de água. Nessas estações. curiosamcn·
grama leva em conta deLalhes romo te. além de aguapés. são usados solos
De~cobcrto há pooco mrus de três anos po:rccruagcm de sangue doado que é fi1Lra01es, uma mtsturn a nificial de pe·
em um no próxJmo à c1dadc de La examinado ou o nümerode u$uâriosde dras c terra sobre a qual se c.ultiva arroz.
MoJarra. no Méx1co. um monolito rom dTogas que ~;ompartilhum seringas. A misturo ajudara reter n ma!iria orgâ·
inscrições lucroglífica~ pode mudar a Quando um desses dlldos é alterado. o níca. fornecendo os nutrientes às plan-
hL~tórin da escrita da América pré-i:O- resultado muda. Por isso. pode-se sa- tas cultivadas. Os irmlios SaJa tl garnn·
Iombiana.. A pedra de basalto. com ber. com anteced!nc1a, se uma campa- tem que d uas estações de tratamento
\lUMe: 2 metro~ dé altura e 4 toneladas. nha go\•emamental para incrementar o como essa, instaladas em Clda um dos
contém 520 hieróglifos rodcnndo a fi. uso de preservativos faria alguma díle· 44 municípios por onde passa o Piraci-
gura de um rea. Nd meto do texto. há rcnça na contenção da doença. • caba, tornaria a água SUJa do n o nova-
duasdatascuadas - 143c 156-.qua~ mente potáveL •
150 anos antéS de qualquer texto maia
do mesmo tamanho. hw oontrod i7 n
teonn d<)~ estudiosos em linguagem

O vírus: ~ calculada Quem diria: o~ c:nsinamenlos da


llorcsta amaz.ônica podem ajudar
a devolver a vida ao Rio Piracica-
AIDS por ba. considerado um do~ mais po-
computador lufdos do Estado de São Paulo. Há
muito tempo,o agrônomo paulista
Usar computadores para elaborar mo- Enea.'i Safatl que dirige o lnpa
delos matemáticos de propagação de ( lnstit uto de Pcsqujsas da Amuõ·
docoçns não é novidade. Mas o pe~ui· nia). observou como os rios do
sad or em computação Stcvco Scitz. da Amazonas. caudalosos e barreo-
Universidade de Ulinoas. Estados Unj- tos.sofrem um processo naturnl de
dos. desenvolveu um programa que filtragem e decantação, depois de
projeta o C::.'Jinlhnmc: nlo do víru.~ da passarem por lagos ricos em vege·
AIDS em qualquer população. Para t11Çl1o aquática. Ele tentou repro-
aturu.~. isso (a,,orcda 0!1 anima•~ qu4: i<;.~o. 11pena.~ cálcu los nllo sAo sulicien-
Um novo avô v1~ern em árvores. É provável que ncs- tcs. É prcdso conhecer padrões de
duzir a experiência ao Piracicaba.
apostando na elic:i2ncia despolui- ~
dos macacos ~c pcriodo tenham se de~cnvolvado inú- comportamen\o humano. coi:m que os dom do aguapé. uma planta aquá· À

~
Os lêmures S(Jo pequenos aoimaas de
, olhos grundes. que te!m um ~agnúicado
meras vanantes de pnmatas {a m111or
pane já extmta ). O Shoshonms. por
exemplo. ê um tarsióide. anamal multo
modelos existentes não previam. ~Eles
ndo consideram variáveis imponnmes,
como a preferência sexual c relnçõcs
lhos. Eneida e Enéas. continua- ª
tica de (ácil reproduçlio. Seus fi- •

ramo experiência e montaram umn Combitte á potulçJlo dlrt11o do Amazonas


mwto espec1al para o homem. O moti· scmclhanlc aos Iemurcç. Tanto que Já
PIJJJivnt$ na peáf'tl: nova hlstoria vo é que os anccstrnís dos temurcs f~ nllose s.abe ~e,, ramo dos símios- que
rrun os primcaros animais a exibir a:> inclua macacos c bomen~- dc:riwJu de d'c igualar-se A dos ricos. O que fundo- noconjuntodos pafses pobres,racio-
americana. que julgavam ter sido o:. forma..< caral'lc:rí~uca~ dos pnmatal>. um ou outro 1ipo de anccst ral • Mais ~obres, menta esses númer~ é um fantasma dnam os pesquisadores. o próprio
maias os ünicos a posswr. nessa época. grupo que mclw homens. chim·
uma escrita tão dcsen,•olvida. panzés c J!Orilas. Lsso tudo aconte·
mais co2 velho conhecido dos economistaS; que
p~u a Urar o sono também dos eco-
esforço de lndustcialintção. a~'SOcia·
do a taxas demográficas aibda altlls.
Os hieróglifos do auge da civilização ccu há cerc11 de 40 malbõcsdc anos ~ 1985. as na~s pobres eram logistus. Trata-se dp crescimento de- poderá neutraliwr os pos.'livei!l ga-
m;ma, entre os anos :wo c 9tXl. Já foram -ou pelo menos essa em a dau1 responslfvels por 16% das emissOes mográfico. Ua bomba popuJacionniMde nhos ambaentaisdo mundo rico. As-
vistos como samples tconografia clabo- fixada até pouco tempo atrás. de dióxido de carbono (<!Or)· a que [alava. jil. nos anos 70. o renomado sim. para. tomar doLS exemplos ex-
roda. até que sua mclhnr compreensão Agora. ela está sendo revista devi- prindplll causa do deito estufa. No biólogo PauJ Ehrlieh., da Universi dade tremos. enquanto nos Estados Uni·
trouxe aos estudiosos a certeza de que do ll dcscobena dn Shlll'hmain.1 ano 2020. 'a se confirmarem projc· de S!Jlnrord, nn Califórnia. dos os em.ís.sões anuais de dióxido de
crnm um registro histórico das dinas· mnpm. CUJOS fóssel~ datam de 50 çõc:s de pesquisadores arnericnnos Orn. no chamado Primeiro Mundo, earlxlnoc:a1riamde 19para 1j LS}nela-'
tias maias. Com u descoberta em La milhões de anos. Seus ossos su· que estudam al nOIH!ncia combinada nAo só a bomba foi dcsauv ada 1 com a das por habftllDte ate! Q ano 2020. nu
Moja!T11. parece que os maÍíl$ m'lo fo- gerem que os pnmalali sao mais da demografia e da economia sobre drástica redução das taxas de cresd· Chlna dobrariam de 2 para=4. O Brn·
rnm os pnmearos n fa1.er IS.~. Os pes· antigos c tiveram uma ongc m o me10 ambiente. a partiCipação dos mento dcmográlit"o, como é admissível sit ficaria numas1tuaçAolnterm!diii-
qw.sado~ só não sabem amda o que bem mn1~ complicada d<l que se paises pobres na produçllo do sás que nos próximos trinta anos-as emis- ria - a manter-se. como tudo indica.
ele infonna. poas não conseguiram de· pensa. Nessa época. a Terra era , que mais contribui para _aquecer a sões de col diminuam cerca de 20% o decl(nio dos fndices d~ expansão
cl!nl-lo. ate por falta de outr<X regis- mai1o quente: c as gran~ no rcstas Terra terá aumentado tàtlto a ponio por rqrça da consciência ecolõgiéa. Já populacional da úlllma d<Xada.
tros iguais para eomparnçllo • ocupavam áreas maiores que as
14 SUNR ABRIL 1991 15
annhsudos. portm. a vua-
Receita com N~ ~

dose de cautela
mma d1m10U1U a incidênoade dJarréÍIIS
e ínfeo;õe5 dtver.>~~S. que gt:rahm:nte
Sem hélice

e dlli!IC U .ar Jhln& Wlf pelo lddOC'qlll!lckl.
provocandu o dc:slocumento dlo cauda
lc:•·.un 11 morte:. - A \upJementaçâo ~ sem per1go ~ru 11 d1re11a P11rn u.m vôo ot&:JOnJ
CientiStas amc:namm do ln\hlutu lk ~ahda apcnM em lugares muito pobre_\. nu. 11 \ol.ít.lu du lU pelo~ cauda ,o pn:cislt
S:Jiide ck &the$da acredil.tm que a nnde a v1t.amtna niio pode ser obtida Um hdicoptero tnldJaonul ê Ulo ll~tll compc:rb<!r a n.'llÇW pmvcxada pêlo
•itamma A pode dímtnutr n mortnhdll· ntrnvb d.l lllimcnlllç4o c. portanto. o quanto frágil: embonl pn:ct'-1: de pouco jUro do roturpnncipal Um hdieóptem
de.- infan til causada rar de~nutnçln rl-.ro ck ex~ ~ ~or-. opma o opaço po~m decol.1r c ntemssar f'Kir· eum n tcena klttlll NO I A R pude pousar
Durante um onn. ele-. oromp;mhW'IIm p.atoloahtil cspçC~illi\ta c:m dc:snutn- que O far \'Crticnlmcnte. ele deH• ficar rom a cnuda ~bii.ITllndo em 4Wlllllb
151XXl crianças tnd1an:u. Assim. cun· ç4o Ed.~o Gama Soon:s. da Faroldu· longe de qualquer obl.t~ulu que pu:.~ úf'llm:!l húU\cr po1 peno •
dufra:m que. cstausucamente. • cb3DC\! de de Mediana de Rjhc:inlo Preto. no nt111pr :.cu rotor de euuda. Aqucla pc·
de um tksnutrido sobrevrvcr numentll mtt:nor de Sllo Paulo. Os prôpnos au· qucna hélí~. alem de pcrm1Ur mudar u
46%. em m~ío. qunndn ele reeehc: v,. torcs da pesquiSa ndmuem que tahel d1n.'Çl'lo do helicóptero pnro a csqucrdli
Ut.mmo A. Os dadO!> trun bc!.m indicun \CJA mal~ ~guro oferecer às cnnnçns nu a direita. é quem mantém o upan:lho Minúsculos
que. quonto menor 11 criançn. mnior o doses de bct11cnrotc:nu. substimoa QUe e~uhc:l no ar. Sem el<~. corno n:açlo oo
g~ro do rotor prinapal sobre: a cabmc. o
chips de luz
beneficio deue suplemento - e d111 a 1oe tmn.<donno em vitrunin:l A apenas
polêmica que vem provocando o estu· quondn o nrg<mismo m:te llil. • hc:heóptem mdnría em ~nudo Cllntrá · Novo!> tomputudurcs QUt operam P<>r
do. Snbe-se que dOSC!I exagcmdus de rio como um pi!lo. Basta o um pllot(• mdn de ruitb de IUJ - além elas usum
vitrumna A. ueumulodM on gordurn do O b«IICIIro t•no pod4l .., uNido pllf8 inepto .:llbarrnr o mtor de cuuda num corrente) cll!tnca) - c'tiío entn: o~o
orgnnismo. ~m váriO'\ efeho~ noch•o<. lrBtllr • desnut~o Infantil, ' si mples galho de lirvore p11rn que n mau, prom~S.-.ore) Inventos prev1stos
especinlmenu: pnro hc:N! polll ~H ~mutll no ~nlsmo hel1C<'Iptero vá ao cMo pam ~ pró~1mns ano•. Um pos:s{vel
C.om a tecnologia NOTA R. cnad>~ modell1 de«ru~ mdqwna.- ncnba de :.cr
pela M cDonnei-Oou~tlns Hchcopter ndlliiiiUUll pur umu CtjUif)C de HSICOS
O primeiro a Company. a (ragihdude dos hc:hroptc· amc:namo~ da Umvers1dadc do Esta·
aprender a voar ros por causa do rotor de caudn ,;rn do de Jl.ovu Yort.. 'e'-~< pmh>tÍf"<l. •)•
O labirinto
hmória do p;1,sudn. Em lupr de umu elétron\ e~oa~tent~ nos dups siu cnc:r· era curral
A descnç4o de: umo nve no c:ncon· Mhce. o NOTA R. abn:vinçllo de o pt.mkJ:> f"<)r Co:l\e' de ratos la~r. de
tro da Sacicdade de Palecmlllloglit de Toil Rotor (Sem Rotor na Caudii). JIO"· modu que 11 oorrc:ute elc!tncn rcsullllnte O fnmO'iO pai oo-lnh1rinto do Mono
Vcnebmdos. rcal.iLado reo:n•emente su1 um 'llStema de propuls!o de: ar por e mutto ntlll\ dcn<ill que a\ cnnvenoo· UUI!O. que ~uu na tlhn mediterrllnl!ll
c:m Knn'-11 • noo; Enados Untdm. cnu· dentro d.l cauda. que executll n mesmo na.s é.m eon.sequêoan diM. podc:.-.c de CreU!. pode ter udo un1a flna.lidadc
~u nl~oroço entre: os etc:nhsta~ Trn· ~rviço de direcionar e est3blhz..lr u econom&ur I!Sfl.JÇO .: r.:dULJr lb j.l '"'" bastante pmuca· tllltava-se de um ccn·
to--se de n:1it(J'\ de um (~11 do I.JIJrul• aparelho. UITW .:spéoc de \cnul.tdor ma~mll\ t il> dllllcnsões dO'\ chi{Js Niio tro de cni!Çio e reproduçl\o de g.ldo.
nbo ck: um papa~AIIO. enronu·ockb no acoplrufo no mo1or J01tll para a caudttar admiru Mri.~ fnlnmc:mconl.fOinro usado rn1 Q:TUJ'IÔOJlb que man-a•11m a
nc.mk:ste da China c: dntados de 135 !>Oh 1'1-ai>.a p~~,O. que QID 3tnl\~ de movim!:ntll d<)) clctrons numa filll de: P'~}!cm d<"' adolescent~ mascu.hn~
aulht'lcs de .nos. portllnto cerca de I S fendas de abenura conlrOhl\el. Se matc!na de Ol)C~·"ur.. um mllhAo de para n condJÇio de adultoo; c em JO&<))o
m1lhõc:1. de anos mn1s JOvem que o quiser vir.u paru a ~ucrcb. o ptloJO 'e~ menor que l o:oti.IIICtro. • ~poruv<YS. talvez llllcestrals dos toum
ArdtroptUl t . a ave: mn~ nnt iga que das que a1nd:t hoJe: c~tStem em Vlfna.s
~ conhece. Ao que tudo indtCL c:ssa
M cid.td~ euro~~ l'elo mcnm essa é a
pode ter ~1do uma dM pnme1111<. ~· rond~o a que parecem apont or a'
~dc:set1m capnodade de voar". ;snun- d~nbc:n4~ do arqueólo&n ~tlem!\o
tlOU o amcncuno Paul Sereno. da Güntcr 'ob~. i.brelur dt: um m~u
A Biologia t. nl\cf1idadc dc Chicago. que c::~tam1· em &nn.
de modelo nou o C:l(emplnr no Chm11. com cienlls-
la.~ do Musc:u de H1stono Natural de
IDI.n!!al.lo rom a) o:nterub de ObMh
encontrados no local, ele resolveu d~·
A c:Jtr~Cia nao \t' pre-;tJI apenas a ronnular P.:qutm. Fie diS-se que n nve. amda sem cobrir a que t!pC'I de sere) pértenoum
h1pcíte..c\ e teuna'-também propiCia boa ane. nome. tem M mcmbrt•< nnteríore~ Multo) cru.m de toutOlo. outrOl> de bi·
Provo dkso 5.lo M lnllmc:ras tlu!\lntçOc:<o e p.n· lnMrorrnadt"- em JUns e o cócdx pe· !>Õelt, llmmlu) europeus ame<tçndO'i de
turu ínspiradas nos modc:JM ctenúfiCO'i d.l qu~no. o que faolitm•a n sua hnbilído- cxtin~;t o. MaiJ mteressante ainda foi a
ammn1~ e plnntM Nas mllos de grandes anis· dc de vuar. O ArchWIJI~"'X. porém. dcsc:obenn de 00>-<oo' de um 11111mol de:.·
tu,. o ngur J~ dc!>Cflçôc., biológiOIS ganhn mais próxtmt'l do~ dino,~lllltu~. de conhecido,tjuc ~c uc:redítac:ra r~:) uh un-
extraordinária plo.'lticidade. Tanto que a B•· quem prl!llumtvelmcnte dcsc:c:nde. h· l.: do c:nuumento dru. duas c~J)I!c1c:s
bhotc:ru Pu"Uc.u de Novs York decidiu reuntr nlln mho longo c equilibrnVll o pc:su ~ anten orcs, ou Sé!JB, metade hosfto. me·
t rnhalhoo; produz.tdO'> no longo de nada menos <obre l"- pé~- uma cnracterlstkn mul- ~ tade tourn. O.. cretcn\C) devem 1er au-
quec)ulllm~eulm.,i!ntrc ISOOe 1900. Um dos to tltif pam ~tnc.lar \obre ti 'l()ltl. É hém •• mentado sua reputllÇilo como cn~tdu-
JMi~ imprc:Míoll3nte<> é o estólido ri.nOOC!ron- provável que: o A rchrnptrr\'\ nJo po- rcs de gndo qulllldo ron)Cgulram re-
te de Al.,rc:dll Ollrer (1-t71 - 1528), o maior dm voar hem c apenru; hatia aJo tt'lll\ SUHDfOr
prodwJr .::_çsa nova espéoe de animal
nome: du p!:-tfodo rcna.seenhsta alemão. cmno ..,. galinh a). enquanto pula"a • ....lco6JI ..L'ID Para Nnh1.'- n lenda do Mtnotouro. o
a tnb de.- m~ tOl> • . . . . . . por. . ser mitológico meLDde homem. melll·
• ,..,IMCIMW de touro pode: ter adgu 11 ver •
16 I4IPCII ASA ll 1991
t7
~ Editora Abril
lfrSUPERIESAm

s1m. nào aprescntnvu sinais de: sel!o


I •nergia cósmica fora do normal I O périplo das
tartarugas
masculino. Foi a única exceçAo. é ver·
dade - mas em ciência isso Já ~ sufi-
oc:ntc: para não trnn:sformar uma sm
O. quasart ~o O'i ubjc:tos ~le11tes tlnua de múmeras estrelas por um Obscura c diS1nnu: no tempo. a história pcita em regra geral. a
mais energ~tieos do univel"õõ. ml$. burnco negro do tamanho do antro das lllrulrugM rcmont.a à época em que
às ~ supe:ram a S1 mesmos. Em de uma galáxia. lb primcirm b1Ch0) dc:L\JtnllU lb ~ll·
uma cxploslo de: apc:nas tn?s mmu· 0.. d4.-stroçú$ estelares. enlllo.jun-
tos. purexemplo.oquasarPKSOSSS- to com gases ioterestelarcs. são
nth c: ildaptaram-se 3 'ida terrestre.
Sua oriJtcm. por i'\0. amrunde--.e com Vacinas para
504 c:mit1u n1dio~Çjo em quantidnde atrnldo5 e violeouuneote aquecidos a dos antigos répteiS. como os lagartos todo mundo
equivalente n urn mdbdo de anO!! de pelo bUJBco negro. até passarem a c dinu sau~. 'oenllmto. lgumcren·
atividdde wlar. Ernhun aeu!IIUrnll· c:mitir oopi~ jorros de energia. ustns começam a 5U5pcttar de uma A Organização Mundial de Saúde pu·
dos com o exageros d0 qulll!atl!li. Mas a explosio de agora é tão forte inesperada ligaçllocntrc: as tartaruglbe blicou um relatório afirmam.lu que.
os ctenustns nAo sabem o que pen.,.nr que deve ter desnufdo o vórtice lu- os mnmíferos - ammnL~ murto mai~ atualmente. sete em cada dez cnanças
de taJ explosllo. detectadn no ünal minoso de gases e destroços - ou rc:a:nte5 c dhttnt()). Api:nlb treinados du mundo inteiro com o1.enos de l ano
de.: 1989 c apc:nos ll~orn nnnli-.r1dn IICJU u próprio qua.'>llr. Nllo há ainda p01lcontólogos s«o CBpazcs de dislin· de idade estão imunizadas contra doen·
em detulhc. A lc!Orlll vtgcnte afinn11 dados para confumar cs.s.a hipótese, gwr os cvid!noas deMC pareott:sco: sao ças como sarampo. difteria, poliomie-
que o brilho tem uma oril!cm feno- ma!!. ~~e foi de foto o que ocorreu. marcao; '>Uils, presentes até hoje nos lilc. rubéola c tétano. A meta da OMS
menal, resultado dn dcstruiçno con· trnHt·sc: de nlgo ounct1 visto. o:-~m. do ouvido dru. UlrUirugaJ>. M as é I.IUC o índice de crianças vacinados
d(l!t são Importantes, em primcuo Ju- nun1e01c pnm 90% até o ano 2.000. A
gnr, porque nllo aparecem nn!'> cobras. enmpnnha de vaciiUlç<\o em llll\5Slt,
em geral percebem que estão perto lagnr1o~cjllcure' - e há 200mrlh0c!!de ll:lnt;<~du pela organização hd uma dé-
As baleias não de locn~ rnl-OS. poi~ o lerto marinho anos jó nl.lo apareoam nos dmossanros. c-ada. tem e\•itado. por exemplo. que a
ouvem a praia? toma-c;e cada v.a nuus mdínudo à sua
fren~. Fm c:cno:) casos. porém, os l>i-
Dai. condUt·SC que. embora muno cada aunuto cinco crinnça morram de
sarampo. Anualmente, IA milbllo de
~c:mc.:lhaotC) nuo. téptc1 • as tartarugas
A morte da5 bale11b encalbadru. o~ naJS sonoros parecem fracas:sar mte· vtm tnlhnndo um crrmanbo próprio wnsó cnanças ainda mom:m por caUSá d~~
pram. c:plS6dto tllo ln<õtc: quanto enrg·
rru1tico. la.l'wC:I -.eja rcsuJt.ldo tk wna
mattc:amc:ntc:_
Numa dal> praias de Cupe Coei litoral
desde tempos lmemoruus Por outro
lado. as mcstnM man:as podem ser en-
1.1111 homean? doen~ no mesmo período. o tétano
IIUita 767 000 rec~m-nascídos: o ru-
falha nos sc:ntuJo dc:!>'l4.:'> nmmae~ Pur dQS E'tados Untd~port:xcmplo. JáM! contrnda~ em anunJU) que. m1ll!nios Será que um UDICO gene. entre o ~ola. por sua vez. provoca a morte de
enquanco. trata-se apenas de uma deuaram aprmonar. de uma \' CZ só, mab tarde. danam orig.em aos pnmc:J- 100 ()(Xl do orgnn1çmo humano. é res· 490 000 crianças por nno. No Brusil.
idéia. mas engc:nbo..a FI,, ocorreu aos nadn men(t'; que: nnventa ~ateias O ros mamifcros.. :O.adadtsso!ilgrullaqu~: ponstivcl pelo sexo ma~lino? Cic:n- embora 96% dascnançascstcjam vaci·
brólogD!> que el>tudum ~ !>ma» sono· mouvo. sugerem os b1ólogos. e que o dl~ boe~ c homcD:> ~,um p11n:nte db tislA\ da Fundação lmpcnaJ para Pa - noi.IK oontna a pofiomtehtc - que. em PU8UCAQOES DA (CfTORA AIIRil
... ., 1111 GeMI
ru~ cmtltd~ pelas bnlc:ml>; iiO ..c:r~m lc:11t1 mannho mdma-se Sllil\emente e tartarugas: quer d!zer que os ances- qOOil do CAncer. 011 loglnttrra. descon- todo o mundo deixa 400 (XX) \tflimru. VVA • G&M~• AI..WL~ ......
reflcudos por ob5tdcuJos à lrcnte tat' c'palho o wm. oonfundindo~nnimar trai~ d~o;a\ e péd~ evolwram de ma- fiam que sJm Eles vnsculh3111m o ba· paralíllcas por ano- . apena.\ cerca de -~
. .... . ,. •!!!1 11!1 1
sinais servem de oric:ntaçllo p.tra mui- Acr~dttando e<OtJir em ág~ profun- netrn par cada, no passado. esclareceo· gngc:m gcn~tica de mulher~ qu.e. por metade da população infantil~ vacina·
owa
tos des:>c:s animai!>. Assim. as bulcta!> das_eles avnnçnm até c:nc:ulhur. • du 11 ungem du' IUJ1arul!las • um problema bc:n:dilíno. po:.suram wn da oontra aquelas ouuus doenças. •
• •• •• e t'WI. -
J)llr de crom(t~omo-. XY em v~1. do pllr CIUAntO *-'1 • GUIA CIUAIJIO ICXIoo\S
XX do sexo Cerninino. Mns. apesar da No Brull, • lnds fBftMm vacllliiS t>ru-....
prcsençadocromO'il>Omo Y.nquclcque ARMNCA ( M AÇACi o i'UGM

,...,._
M t 11 " • •
determina o sexo masculino. css& mu· 'VoVIO'f
Ibero ntlo Sé: dc~nvolvtnlm como ho-
mens. l'ara os mgleses. isso acontece Q.&UOIA oQ.OI.D.O OOCII)!< • ll.ll • NOVA
MIIHIOCAM • Maffl'*Xli1 t ~ .i MÀDlA
porca uso de um defeitocncontmdocm
certo gene. conhecido como Sry. t{UC
iníbe suo produçllo de protdn11s
Como o Sry defeituoso e ra o ~nto
comum entre os Cl\!1()'; nnnli~ados. os
pesquisadore:. acn:ditam I.IUC ele po:.&'l
ser o [abricnntc do chamado rator de·
terminante de testfculo • o ~ub t3ndn
d~ncadeadorn do aparecunento de
caructerlsliens masculmns em urn :.er
hWllJUlo. f. cedo, no entanto. para a fi r·
mar que o Sry sozínho consiga ra1er
um homem. na Unl\'erstdade de Fre1•
"' burg. Alemanha. os cieuustas encon·
~
li> traram uma mulher oom c:ssc gene em
A ti urN centena ~ •nft7WI• ~ • confundir As S«'Mlhii/IÇI&8 com~,..,,.,_~ u difltte~IS pc:rfc:itn conc.ltÇOc:\ c: que:. cnd.mO th·
18 SUNII ASRIL1991 SUPIIt ABRIL 1991
fRTNTRIGANTES
Flor
Por que • n-a ~"'.,...._.,
Veículos
(évandto ~. Passo Fundo. RS} c - ~o,___,..,.., (Aft.
Ao lon~o da e•oluçlio. as phlntu dtltsoo LJJís Alves, QA.lM, ltlT)
co~nar11m ~ cruactcl'lSltca.s qut! lhe O lrn)tor aciona uma hélice quo!
f:tob t<JVlllJl 3 SObJ'C\1\ inCI.t 0 pc r(UlJlC: compnme o ar na pane tnfenor desq:
das llare<>t um exemplo diSSO. ~Ele B!!e vekulo anfibio "EmplliTlldO cont ro o
cumu ntrall' u pant c:en0 agente:) poh· solosobahapn:sslo. ~ ar eleva ltgc1·

i
IUL3dore~ w. manpol>US. por cxcm· I'Wt1enli: o veiculo do dllo. llvnndv-o
pio. Moll\'lldas pelo odor c pela poMI· de atnto com a su~rflcie", c:.xpl1ca o
bll1dade de encontrar ahmentn. cl;a~ engcnlte1mna.vnJ K.azuoN!sb•moto.d3
ucahnm pou,undo nra no r - orgao rc:· Escola Poht&:nict da Umven.tdade de
prOtlutur dc certo\ tipo!. de pl.lnta.\ - S.lo Paulo. Exi.~le em tomo do /w1 ~r·
au."<ahandtl na 'IUU h:cundaçtit~-. l:xphc::.l croft, uma C!)-pécic de saia de pli tieo -
a botAn1ca Nan\WI Mene?.cs da Uni que impede que o ar escape c mantém Sr--;......_....,...o;;;,.:,·
\t"Mid..de de S3o Pnuln. O perfume: c: sua pressdo constante Uma Sl:&undil ~
produ1ido por tcodth ttlandulares chu - hélta: SIUJtada nta part.: troseirta impul s.m •trlto com • .u,.,tlcJit, IJIM v~ tranqOJy MJbre., comprimido
matlo~ U'!mOfurO!>. localum!cl'l niU pc:· Siona o deslocnmento borirontal úo
ullns ou nn 'lépnla dn flor. • vdculo. Ele tem lemes dtredomus. -c· em quc cln.,;UI num próxlllUi (363 UOO
melhantcs ao<~ do<l avioo,, que pcrmí· quilõmcmos) ou maiS d istante (406 000 Soro
tem rcnlirnr manobrus c curvu, Por quilômetrO'!) da Terra U!IUJ das maio- Por.,. . . .,.. .... eçúc•r • , . , .
nao sorrer nenhum 8lnto com a super· res marca~t dc1'<11das pelos ccrremot~ na pNpnnçAo do soro c.aaelro1'
CC!\.'>0 de <UOslMCIIlS orgàmcas niiS águas Cíoe. o hal't'rt:r0/1 pode movtmcn tar· na Lua c o Grunde Muro ou Grande (Aimlro R«NJi Blluetmllnn. Cuntlba. PR)
Navio
- pro\•ocodo pelo lançamento de ~g01os ~ em alta velocidltdc: tanto wbre 11 Parede. Trata·:.c de un1a falha vcnical Porque o sal e o uçucar ~uem de·
Por que o navi o ftutUII? (Tilllcpllllo no mar. ela.~5emultiphcam rapidamen- CigWI como em temi finne • de 300 mct~ de ohum por 100 qUIIÕ· mcntos que lixam o .tgua no organu.·
SoateS S. LJma, Tnls ~. MS) te c ~hem para a ,upcrfíoe. Alt. líbc· metros de Largurn • mo. evuando que ele se desadnue. A
Porque ele I! maí.. le\1!, ou )é!jll. 11\1:· ram vánas substAnc1as tóxacas que ~lulA abstlrve água
nosdcnwqueaagua A mU»adona v1o pronlC:Um f!rtlndc monnndack de pcl· lllrll\'~ do mle:ma
e.® dl\tnhuldll em uma lnrlUI exteiUJo u~ e ma~ pockndo contnmm.:u
Lua dt:ll':l.lbponc au' o.
Cnzeodo com que ele d~loque uma tombem quem se oumemar deles. o E:xlat.n teno-'-0• - lue? (K8/Iy ou seja. a dgua ten·
grnnde qurunidadt: de apua oo ~r lon l~n{lmeno - que. às vezes, ocorre no dos Santo$. São Pilulo. SPJ d< 1 p;assar de um
çado 1t0 mar. J\Mim. ele: prc:cncbc um lnuru.J bmJletto. ebe2ando a '"' ad1r ~ ' S1m. O instrumcnt()'l de: mcdJçGtl metu meno5 con·
~paço llnle<O oc:upndn pc:lo llquldll A nm que ck.."'.Cmhoca.m no mar - toa P«f~ ~lllr. a M>Oretrl~ instalados no solo lunar indteam que llb cenlrado paro um
.:igw de<OiocadJ. que ~li!\ u c:m c:quth dcnomm:u.Jn mJtré! 'crmclbo parque '"' UCOIICID C'I:DtCOIU de pcQUCOib I bolo-. ma1~ concentrado.
bno. lcndcr.s a \OI !lu uo )é!U lug.u exc r toWU» bbcmdw. pc: las alga'> dca.xam sfsmtcos por ano Os terremOlos luna- De acordo com o pc·
a:ndo ass1m uma prt..~o que utua w- manchas u' cnnc:lba<L~ n.1 d~ua • Avião r.es origlrulm-sc a u_ma profundidade~ diotru Cdso EdWlt·
do F Suncana. da
brc: todco O Ql\C(), prinCif'.dJUcnte em 800 11 I lOO qwlõmetrm da supcrf1ac,
sua pane ínfc:nor. Essa pre~'lllo. ch:t Em 11183. toxina l'nlltSram J»/XN no Por que um eviAo .., . o mesmo enqUMlO na Terra.~ profundidade • EIC\>LI Paul11ta de
m.a<b empuxo. unpuhlonn o na\ 10 para rio Una . .m BMtJog., 111~1 p~~unsr. tempo .,_. c ontornar a Ten11 no é de 70 a 700 quilõmeli"O$. Cun<,..,'l· M cd ICli'IU. o lllll de
al>UpcrHcic c contmbulam;~ ~u ~. M ntldo lest -.oeate e oeat 4Heat e 9 mente. os instrumentO'! de m.ediçllo i cozmha (NaCI) t
c.,.itando que ele orundc: ~o "crdad~ . lndepe ndente d o movimento cl4t mostram que a nwona dos trcmorc.. : t.'~"\ 1 composto por cloro
quando é lanÇ<Jdo no mnr. o n:wio nlun· rotaç;lo da TetTa? (AJ~ Silva MJ. ucontc:CJCm nO!I pontO) da órbilll lunar e ~o. e u ac;tlcar
da rue 3 lllMS!I de ligua dt)locudu '>1: nes. Patos do Mmas. MGJ poSSUI ghcQ'5C. Es·
tumr1r I[!UOI à ddc e Porque. parn ele. c como -.c C'"'C mo· sas ~o as sutKU\ncillll nccC!iúriM para
,,menw ntlo t'tl\11'-'e. Tudn o que e~ut Umvemdode de Silo PouJo. A en· razcr com que o meio dentro da c:élula
Miragem f~que mais concentrado. Ponanto. a
Maré vermelha
na Tcrrn ou logo ttnma dcla. tnc:hmvc o
ar. ll'lrD com a mc~ma \'CI!Xtdadc de:
rotnç~o C'n~ lo~ JXlSSIVcl o nvtflo
ll'cw.,.-... ele sol, q u endo
· · - - ..tr........... ...
macia de 11r quente é men<lS densa
que a de ar fno c os nuos de: lu.t. ao
~ propagarem em um meao nllo ho·
água presente no meio extrocclular.
pelo princípio do tran.~pnne ativo. pus
QUIII a c.au aa da m a r6 v..-m• IM? .,uhir \CfiiCUimcntc c pcrmoncCI!r 'lb· 110 1oft. ., t - e a UftP~Io de mog~nco. ou seja. com dens1dlld~ sa f?UIU dentro da célula c Impede a
(Jarson Juhano P Borpes. Natal, RN) penso no ur. c: h: roantc:nu. por am:rcta. que ... entll mothnoNf (~ dlferentc:s. ~frem uma curv11tum. d o!SidroUlçOo. •
E a proliferuçllo exce~IVII de um tipo uma \ck~Ctliude IJIUlll ,, lle ml~çAu - da Silva V'lflira. Bras!Tta, DF) Es:sa Cllmlld.l de ar quenlc: Cu_ncona
dc ulgu minu_-.cula ~:hllmuc.lu c.lmonu!le· 1sto é . hcanu no mc~mo lujlllr. Ouundo J>orque os rnlos de IUI do Sol l!O- como uma espéc1c de espelho que
ladn. pertencente à classe Dmuphw:r· ..00 n.cotuldru. a.~ Lurhll'IA~. o n,~flo receh<! frem uma eurvatul'll. O Sol aquece rencte o c:éu. nonnntmente a1ul.
tu'. Nnrmnlmente. c ~ oi!U'-ç ~.lo en· • uma Coi"Çll quda1 com que de ndquua a camada de ar que CSIJilogo nama qunnoo há "li Por a ~. a~ pesso.u
eontrndas 11 pnnde\ pmfundldndl!'> nn uma úo:tc:rmm.u.Lt \O:IItc:Jdade. n:..pc.tn· do asfalto, tomancJo..a maiS quente vêem UOlll espécie de: miragem. Lc:n-
mnr Ma... ck\ ídn a mndtÇ\k~ maruahn' W\cl pciC' \CU de~lncftmento. mdcrcn · que a camada wpenor. de 11cort.lo do a sensaç4o de que o wallo está
peculuares ou aJndn em lunçil<~ du C\· 1 dente do mo' 1mcn1o de mt.1r;Ao • com o ffs1co Míkiya Murarn:uliu. ch molluldo
20 ...... A8Ril1991
sur • ~199a 21
Em 41 anos de
correria pelas pistas,
a Fórmula 1 procurou
e encontrou várias
soluções na busca
dos melhores
Muitos
resultados
hoje a bordo
de rua

~~~:~:
14 motorl'), a0\1
audc aul•1t11Ó\ cn~ 1 panen'lll"
vt~l\-cl de urna amrpnçllo entre
canm ck pssta c de rWI que ' em
1950. quando a J ónnula 1
D«lcflldA

atrtidc
tini "
tudo<Jquc~ tradu
I 11 c:ada
qucnlo
quadra·
-fim~ IUI
fAde automu-
. .,1111 Europ.1 c um
'"!!(' ni<H cJ llon·
ÇJUlmn:m seu <lllTII

Una Mlllc 11 ~no


nllàon1l, ancorpnm clcna~· ntu'l
c'lrenmcntacb prmu:aroa "'' ''"
rc-~.-.,nc ll.ft can:utlct!o •••' I órntU•
1.'"''' olt~nn d vnngunrl.ln
a,Jilil''~' ra•. t~t,.
NTI u
Mlay,,umsul
n.1 decnt.la de 50• •llt! o lnlcíu dos ano-.
70. o~~ eram conM rufdt>s em nlu·
mfmo, libra de v1dro e aço crom de
lata. como se costuma di7.cr Os Cllmll>
de Fan~•o e seus eonrorrcmcs unham o
triplo do poo c: anthtvam 11 •eiOCidl\de
tré<i \\:/~menor que 0!. ntuaiS. A part1r
de 1973 entrou na ptSlD o Kevlnr. uma
libm de plástico pohmctwlt.lo (C'tlrn
cadcms de muléculao. lon!t"~ e urdo: na-
~) 'onda du mdlhtna ncron4ullc:a
I r:mçndo em tcc1do e ool.tdo oom rc"·
nas especillls. o Kevlar forma um11 pia·
cn mu1to mal"'le\e e m.11~ fC\"tente do
qu~.:o açu Alem t.ldc. vlinO\ outrm
plnslla)S c hj!ll\ ~at~r. de: nlumrnto.
também tão leve5 quanto rono. ro-
ram incurporudo-. 11 h.Srmul.t I.
O fJtJit' fX)nrum dCMC\ 11\lltenan.. no
entanto. é o fihrn de: c.trbono. lc:vada hl.
piSiaS pelas miioo; de Gordon Mumt) c
do ~magtl~ dn tl~lc:ltdu, () prtljt:IMU 111•
glesJohn Bamard. Oua.ndo amda c~tn·
Aerodinâmica em evoluçlo: b/t:Q tino, Mtti'IKÚ ~ ar ~• Ultenl• • spoilers va na Brubh,mt. no fim dO\ nnO\ 7U.
O v6o de Gugetmln: o carro •• du/Mrteh•. cockpll • piloto ficam Inteiros Muw.ay cmprc,tuu 11

rodo carro iJélu dauu.Jú.,tnn aero


m1ulica parn começar n

construido0 utllintr nos c:IIR\.~1~ cs'ill


ftbm . e~ttrcmnmcntc
para uvoar leve e csnco ve7.c~ m111~
Curu: duque o nçu. uh·
tid.t pela pollrncri.za.
afncano Oilturnh.wdo mg.lês que pu· çAn c nrdennçlln t.lc:
sou \lote dos -.eu$ -4-1 anos lllú p1'>lll\. molécuht\ de carbono
viu seus canos vencerem quatm cam· • J:.studc• o mau:n~tl e
pconatos c hoJe dcseO\'Oh·e o ~upci"Sc!· 5enll que podeno fun·
a e to proJCIOdo cnrm de rua da McLt- cionar nn Fórmuln I .
ren -o aprilll()mmento d001 lrchh, nc· /IAu,..y: tflln(111M't111 dlt lndíJstri8 cumo de C.. to tc:m lun-
rodtDãmtca. ~~n54o c no'·a-. mi\tc· cionadu·. lembra
na~ cmpn:gad~ l>Ao nm-.cqll!no:~ do anO'> ck campc!Onato. as ~bllratinhaÇ mtco . con\lata o en~enhc1ro Héi.Jn Murra~ DOIS anos de·
trabalho dc1cnvo1VIdô nn F(tmula I unham motor dtan~rro c urna Crente PennL c\ptoall)hl em cumpcuçõe< dJ na' p;~l1~ Jt" pneu~ quo: tú- po!!dele. em J98l ,Juhn Bllmurd~l­
cxcmphf!Ca MUIT'II)' ent~rmc. q!UM! uma parede de resi.,_ Autolauna. - Ato! O'> e'pclh<l$ retm\'1• cnm o solo Qunndo corre. ptu oc:hi~M-1 de uma Md..:~t.un totolmcn·
A \'CIOC!dlttlc da catc!!ona cJ~trapula têooa ao ar Amda na d~~da de 50 d ..ure:.~o arn:dond.'du-. • l 'm carro em pc.1nanto. o Evoluuon l i ~a te em fibru de carbono.
as pi,ta~ e ..e reflete na romdateenoló fKntc 101 f ando achatada ale que. em forma tJc cunha 1\l\SCCU p.rra \"Oilf, poiS nhnadcn!naa e.con-~eqOcnle· EsculptT o ch:tSSI IUio c fig.ura de lm·
gica entrem ctjUJPC'- PclMdlcul~ do l'BX. o molnT lm parar atras do p1loto -.cu perfil t 1dên11co au de urna asa de mente:. o,<gurnnçn. gua~em. Se no tempo do lata u plftca.~
projetL'\l& inglk. aaphcaçilodc um nu' o Pelu furmnltl. esses cnrros rccebernm o 11\llio. Cmno 11 .;upcrftoc c ancd<lndn· canndciiSC Gille.' Vílleneu\e no .to· l!o é áto.1 que o.. pãra-dloq~ dO'\ de alummio eram unidas com n:bite1>,
m:uenal na mt.IUl.lrlll automobtll'iltel apelido ck ·charullnho~. c eomcçnmm t1Ji c o tlll'ldo ch1110. o ar p:IS...U mah dente fatal da Bi!lg•ca.cm l~t~uuntkl can,,., 11\l\'OO., me'>lllO dos sunples nnci· llJl em do carbunua~ manta.\ de fibra'
ou ..errlntiultca pode kvnr nnO\ , en a at.lquinr \l JCII<lo dos atuaiS; b:lll(CK e dep~')l em ctma. mando uma ha~a !>Ua Femtri pa~u JXrr omu t.lu pneu t.lu Onlll'i. tleixnrnm de wr uma mera lãmi· lr.ti!Çitdns ~lo ooloca(.Ll..~ -.ohrt: um moi·
quanto llJl 1-ónnulll I oiCOOie<:t em li (!C· de pncu.,lllrgO!o.. mas. amda com ll bien pre.~'lllo que IIT\1 o c1rm do ch:lo. carro a frente e saiu vo.tndo nn de :tço p.1rn \1rnr c~lrut ura.' eD\'OI· do! e colada:. com reStolb~a.atu alta
nas um rnê.\. A 1!1C$tllnlábncaljUC for· reto, "cmcal em KlitÇlio ao cMu. 'o ono seguin1e. o efeito ~oln fot \'COl e!> de p~uro rc •~tente. El~ oiiu tcmpcrntum. O resultndo dessa qu!nu·
ncce fretos pam 11 McLnrcn o lat tnm - Mnudc umad~cndnd.!j)o.s.cm 1970. Efetto.solo grudava proibido. e 0'\ carros a11ora dependem !>6 ofcrco:m rncn<l'l fl'StSt~nonao ar do cn ~um ovo de Cotomb<1~ um11~~ rutun.t
hém pam a Mc:rcctlc:,· f\C:n/ e o Pnrs o g~mu C'ohn Chapman projetou u dO' acrofúh\1'1 (ou tp(lllt'r)), n' nha~ que o párn-chnquc Mllgo. como. pol' monublocu uu m~'mo tempo multo
Lo tu' 72. u pMmctro cano em formu de
o bólido no chi o
che Se para apliC~r no\'ll'l produ tu' o:m dianteiras t t m'ICirtl~quc d!\c1 re,ullucJu ~lurcm pnlx1mU'> au clu\u. Impedem maiS IC\'c c ma~S rc~ístcntc u lmpuctU'Ç
c.trrO'i comun, eln gn,t.t nnl" em rc~· eunhn. com u b1co uftlat.lo c 1m~c1m contr:lrio ao de uma n.sa. 113n1 ficarpK · que muiw nuxo de ar p<l'-W pur bnl'<o do q ue qW11qucroutrnquc n Fórmuln I
qu1sa. pllrn d~!!oenvol\·er no,u< ffc:iM larga pm onde passou a cntrnr o nr do: Cobn Chopm11n rc:'Ulh·eu esse pro- ~ ao chão. Como o~ ucrufóhtb :.ú "''' e.:arrv. cnunlln 11'-~hn uma ~omhra de já VIU Além de contar pontos no qu~i­
ma i~ 'egui'05. 1cvc~ c rigldO!o pnm com· rc:frittet .1ç:lo do motor. F~'tava cstabc blc:ma na fórmula I concc:bcnt.lu. l!m cumcçum a fa~:cr do:no o:m ultll5 wlocl· cfcuCHolo O mntenal de que s.'\o fCI· tn leve'~'· n ehn~'l em libru d.: curbono
peuçlio di~põc de me..w' lecidn n cn1t!1gumçllo d~ mtldcrnO'i meado" t.la tlllcac.la de 1U. um cano com dndcs. o w.o destn técni!!i! Oil\ CllrrO'o de In' - f1lllsl u:o - t.nmhêm nJo estd ali en\ oh c o corpo do pilottt oumtl ebpÇcte
A nm1!í C\'ldentc contrthU1çAodn 1-ór· f'(trmuln I A pur1ir de entilo. todos os 11 deih' 'IOio. rom 11 fundo também rua .;o 1117 senudo no~ e~portl\~.leuo~ por acusv. I'o.-. pa rte du husc11 pela lcvc- de cntxn de scgurnnça. protegendo o
mula I Clt"~ ennos de quem n!lo é p1loto proJcl~ fnrnm \'Inações sobre o me-.. clllVo, o ar não pa<.~1vn tAn rápido por parn andar a. mo.h de: 200 tjuilOmeh·-m ta, umn Idéio 4uc ~nnhou corpo nos nas buuda~ \llOitnln'l
est<i na crun. Por mln" diferentes que: mo de<~enho. ~mprc: em busca da me· bnixo do.!!>...: auro como no:. uutr~ di· por horu. E u c.t~o t.lu Mcrccllc\ ui limO$ v1ntc anuo. nn rl~rmuln I Ainda mui111 c::~m pam ser usnda em
wjam em upuri!ncta. foram <•tlt:-.c:nhoe lhor nerodml\mu:a. Esse cxmc:cuo Co1 nunuindo 11 diferença de prl~n e fu- Bc112 190 E 2.5-lb Evolullun 11. um.1 O 4ue lo:v11 um cnrn1 no bom desem - larga escala. a fibrn de carbono -.ócxDtc
a aenxhnAmlca cstudndo' na (ll)l.t tjUC' plcnnmcnte ndotudo pela induslnll au Lendn o hóltdo j!rudar no ptMA. Ma.' p<.tlênt:ta ~ue chc~ 11 250 ~utlrtrnctrll\ penho c! a rclt~ç:io pe~o/po t ênc:ia na' rwh em carros uhra-sorasticadV!I.
tn~Jlll'l'lmm atendê!ncitt à\ fnrma<. llfll!· mmol>ili~lic:u M l lojc. qualquer e1~no e bastava um !>llhn <.obre ll.lgumn sahc:n- porborn. Ele foi projetatloctlmlpnt/l"rl Ouuntu '""•' li!~ c rm. mah velocidade como a Fcnan F -10 Ncl:t. umn c\tnuu-
dondndas d~ vefcuiUlo dt pas~m que em furn1.1 de cunha. sem cantos '\,,.0'\. ao du p1w pllm o efeito «e r unuLtdo e o dmnt~oro c t.ra.\o!ttcl de tu! fmmu tjUt.:. tcnl WITill me m11 furç.u de moHir De:.· rn tr1angulnr moldada em fibm envoh.:c
saem hoje ~ fábncas. Nos pnmom.,.. que cau.co,cm m:uor anulo úemdmá- c:nnu tlccolor romo aconteceu com e> em "elocidade. e'crcc:m um., prt:'· de ,, c!pocu do argcnt.nn Juao Manuel o cm:Ápll. inutando o conceito usado nu
fUNa ABAIL 1911t &'lo pouco ma1or que !>eu propno ~'50 FungJo. anro \C/~ Cllfllpc!<~O munlliul Fórmula 1: em caso de aod.:ntc. enUI·
211
IUPUl ABRIL 1991 25
duwc.~ - mwtupatc~ldoo.c(tlll um pnl!u
de: chuvn dn' pt•HI'
A pcrlomlancc de w11 cnnu. to~:ta c:m
compcuçào ou 11 flib'-1:10, e trutm me·
lhor qUànlo lllile> u curro fícn e-.c.ivcl.
grud111.k1 no dtlo Pneu,., •wcn:ntc' ..Ut•
um hom camUlho, mas utr.th.tlhll mai-
or t dn •u\pcn<.Jo 'lo mJC~C) du f- <.\mlu·
u I. um d()!; pnnorat5 cumrunentt:'
eran lc:•"'c de mul.l-'1. 'I." I!> nu '~!h: l(um·
nas de ferro Mlbrc:p.bltU. p.tnt al>\t.Jr·
\e r choque-. - tu' o mo~uncnto tlcl..b
era mu11u tnoomtanlc c ll"Jl<!fO. o que
~> melhumu com a udoç.lo d,,, moJ.l,
hchcottl;us. em meado~ tJ\l\ .tnu-.
<ij)" 1111 Wtl\4m fllllf1.tltJt llcm m.u,
h:YClt C JlfOpntCI<lO;tn
tJo m.uur ~lnhtltd.t
de. a!> moiM hchcot
U.t I ' ~hC:I(III'llm •I LI\
Cllrro.. cJ;.: ruo .1lgun.'
" " ' " rlllll\ t.trdc
;\ mawpllr;u;.'itl UCI
Motor Hondll: controt. ~ In/~ por computttdor, na p/1111 • n.e ruB ~tn.'tlda Furmula I
• f1<1rcm .:'ta hnJt- no,
<llllmlc:~cdnrc' rc11u
lttvct~ c n11 ch11mnua
~ll•pen\llu llh\;1. Ln·
lrn ·-.c nqui num Ierro:
nu qu~ ml\1 uru mccit-
ruC<~ cum clctrômcu ~
tnlurntútl cll. e' ulut
Hht rnptdo qu11nto
o;c que o lul!ar omJc !lenHtm ptlniV c 11nc.la umn Mcl...uen c
Jl•b~CIHI "CJU mUIIll cJ.ulifll·iiJU (ptiU· pode cc.:lm o mcsmtl
f'<-'"
\ti ffiC'niC> ~ n,l<t mt>t~>n•hl é !"tCCI· ~ wl~tddltdc .:hctwr '"
~ lnat;<.> par.J ~u,,u un1 tll\flCll<IJ\ tmu • rua.. 1\ mortca:llurc\
c.trr••~pc·n~ '{UL' ultr.•r·'""''"' 'IUU'lu•· - -' Í I csuJ,h t:Í' 0:\I,I C:nl
himc:tu,.. f'<ll hm.t) Cctlllll n.• lu•lun.t Tt11S4tl111 d.e F.n-1111 motor detltro... Consrruçjo do chassi: ao lMf1»111W111 • fJIW'$8Io uc~c: u-. 11110\ 70, c '"
d.t flttr.t .lc .:Mt-f>nn, .1 lc~nnlu)!UI uc equt l)ilnt AI~ c:urru•
ponta c aplicada cc•m um olhn no üc lm .amh.J... de) CiiJTo..-.:Tl.l~ K' c;•l'o~tlfo· \·' I nqu.1nll"l licamm m.n, """I!U""' "' rdngc:raçáo que J•' se encon 1ra nn' eM· r.tdtal. por c.lU'-1 do dt.'-.enho c: da br.t\llc:lr~.cnmolll~un' J.-oadcu. d.l Gt:
'>empenho c <lOim nu "'."l!Urun,a. r11m 'II;Jr.• m pneu.' c 'Pillll'n. mil' '"" em r..: r I " c.11 r." tum.tr.un ..._ wmlxm ~ lle rua m~ sofu.UClldo:t üu l:umpa mah:ab1hdadc da' m;llhas ck aço. do- ncraJ M otor... ~ que .1 !lraÇol e la1t:r ''"'"
-ouanuu '" lottrt" c: rJm cJ~ .dur111nrn pttutoo. o,ol>rc:~•~.:r.un tkntru uiJ'o <<><Á· lllill' ..Cj!Urt)\ lltl p.trar '"'olmo: ntc ln'o e llo Jarão 1: o cfuunado Jreto a üt..ctt ht" "lrnc:ntc 11 .:u~t.tlk• 1a latc:r.tl do de tkntm du am•. aoununtlu t>utt\<.'")
c ~nm mntm '"' ffc:ntc. '' ptlult> ""'' f'lt\ "-c:nhum., nu-t.il!thl. p.;ruuun. c r•rad.a 11.1 IIIUU•l ll.t .l< lnO.aUIK~l.. <1 l t>l 'cmtiladn. em que nn IU!tilt de: tpcn.t• pneu) lk•"·'"un • b.mda lk rodt~.~tcm Se o CliiTO C) l a cvrc~üo c.:)U o mu1011•
•c~;~ndu num.t h,uhJ,," CC>nl.t \\ tl'l>n m.u, .:t.tu'''"'•IU•• duljUC '4tnhHr u•m '" muht ltr"u'~ p.u.t ,,.. ' t: t<UI<" na J,.,,,. umdtSCOextm:m do" fa1.:ndo um <,;1n lt)JiJ ~m ront~llo com o chân. oomo..., o t.t prctc:ndc: c.llni!Jr c'purttvamcntc
Fitllp.tldt Jr c'\ ptlntt• e wn•trutm de "'HI' tcmp." <11" CJru,., que n.ltl ~­ tb d~ f41 n hcn• u tlt..co, um.t 10\CO~In dutt:hc ck •cntu que: pcnrutc mclhur pneu C'óll\-~c pamdo. 1\ssim. ILlo se aperta um c:omanc.lo e endurce.: 1'
.:.tru~'< d. humula I na dc~.tdll de 711 •.a•am níl .. hJttda' fk., dcrruh.1•t1m t....,tud.l t' IIJ'flt\,td.t pnmctru "'"' 1\1 J&S:>tpaçdo do e-a lor t:. cc:no ljU.: oon, J)t.: rdt.: J)t.:rfmnMnL~ nem ..cguntnç-.o .unortco:cJ\tr - uma c:lc:tr-o• .Ih ula tn ·
.:<'1m,, c:qutpc (. np.;r\U•ilr '"" cr.tlilln um I""'" c: cnnllnWI\ "m Ljllil.-.e mléuo,. c)\"· :\111.1' cfu.:Jt:ntc ik>t.t U~ 11 JIIIII!O fr.:IU lrc:tO'\ ~urnru um carro. IIUI )C o<. Jl!l a rna~ p~o no jtlh nu no I • tlt:u
Cl rtlolu murn:r pu r -.c.•fn:r o tmpo~ctndu llld\ I" J'oi~"-II!C:IU.r, W Jfrt;'hcllhl\ dffi 11 tamht •r. u lrc:tu •I dl~n ll'HI c:Htlllldtl pne~ nao tm~rem u me,ma 4uahllnde Suspendo ativa mistura dentro dele Em al11uOS ct~m.D de hnha
chcl(jUc em \CU ~"'1" 1. entlllillllllll ~.trr. l f"-lll.jUC.: J III~ICIJ JU~.l\i.l '\l'US COfJ10' "'" matumtidL' qu•·.: lcuu. de lo:rw nu c \lc:m~pagc:m n a cena. Destlc quec:'tl~
mec.Jnlca e l nfo~tica europeus. tsso Jll e renhdadc
I:UIIltllU.l\.1 tllh.llll \ilo.... lllll U<:f""' '{U~ l'l>ntr.t 4 p.u1c mtcmu d'' ~cto.. ulu pnndptn c.lrf"\l' tk mt•t.tl hnJc: ""' tem automóveL~. os pneu~ ~ram ct>n Mdt' graça .untJa lL-m u ~U"Jl't'n•.lu
<..: pà'-"'11 '' 111111111 p.u.t .1 ll•t'<'lfll, cr.t fli\Ul\ll tlt\<.:t> c.: 1k llhlll dL· •·.Hhtlllt'. qut: \encionai~ ou díagun.m .•t~ím chnmn· au"11· oontrouw pur wn rompu u tdm
comum '' canc• pnnu ·"[ no me:'''· "'' O disc o de freio passou ..upnrta multu mdhur u •llrttu c.: .t .all.1 tl0 por!juc unham car~ (JiffirUIUr.t r al t.tU.Jitl\ lto!IU~. (1\ pneU..\ lillllhém de .,.,rue•. ljUC: 10m,1 '>'ltlnho 11 tlcct>ilu
11hutu dn r•uncl. llcpcnc.lcnuu uu "" tc.:mpcmturu Wtl,un ltllll"aldt Jr cun· tnl.:rnu) cun~lruftlu cum tcc:tu(h Jc: JX• rcrüem dc....cmrenhu em lcmpcnllum de cndurcc:cr o u amolecer um ílmun c
lén.:w c uv tlll)!Uitl du huttdll ~11mc:ntc do ferro ao berflio t.t tJUl' jn -c l.:•lu nn I cmnuln I . ctth....:n lt6tcr ou nú.Uoo ttooçntliD diap,.tnal· .:'\t:cwv.l " Pur •"--<> u F'\m111lu I é c) C~:Jor. l.am;<~tlu p.:lu Wllll.tm' nu tem·
dcpnt\ do chn\\1 em lthrn 111: c:arh111111 do.: ht:nhn. malcrtal '"''''tc.:ntc utc.:mpc mente \om n Fórmuln I. n11 découn de lrth<>rntl'lnc.) d11 Gcmdy~:or, po1s c o hmt· pomda uc IIJ~7. a M~~ns.lo functónn-
confíl!urou !>Coem 10 "h:l.,rm:"c:l. ~:nm "O l'\lllC:Ctlu de üdorm.J\ cl c ter u tatu• "' mU1ln de• (IUit\, pc nllllllldt •1111111 50. comcçamm a na~ccr o~ pneus ru te de tcmreruturn c uhrusllodo:;pncu..ç- , vn por UIOll M!nt:: de Wll!>Oie"' IO~t alud~
um ""I. pu 'Uil<'r rc•t~t~:mc c o rc'lll Ulíllllf dl\\lf'II\<ÍOdC CIICI!!-101 nn 1mpn~tn ln."ltjll'm m.m pnlt· na " cqmhhr.1d11 dum. que t:lt ti\amcntc l.llllthar;un fi• d11 Jthc Dt (Jm'~' Sobnohu. ~c:rentc: nn cam> (tUt e<tpiJ\'ilm dadm <"nmo
(cllu p.tr.l ljUCbnJr. 1:\lllCCitO qUL' bOJI: - flll·'\1.' n célul.tquc prulc!).e Cl't flll'i.•,u· ·· l· m c.ll\cc"' Ul meti! I ÜC:f'IC"' 1k ~l~tu'" ntll!l VInte an0 dcpoe~ Ul pmtluto tl.r Guod~cnr. O l'l!C:Cm · acehmu;ilo lat.:rul, \lrhêndu' du r•''"
c
Uh.)~~ ,.., Jlfli)Ct"tU\ lolllhl \fl t1101pd1
<;àl> cvmn uc ru.1
~tdn,., r.:•l,llr 11 t<.'<oln .: um.r \,tnl(m,o
JloiiJ lth'411\cr u di\KfUC:- cxphl:il u ~n ·
mctr.)\ c.lc Irc.ttl.t. n 111l.1 tcmpcr.ttum
pru\ O<.:JUiiJ'l: lv .tttllu .uln!:c.: u muh!rnll
"'IX pneu~ radtns-. 11 c.~rt'llçu
é montH·
Uil n partir de mnlbns de nçt• ltltlll!t nu
l.ln~ntl\1 lllttllc:ltl l:.tglc o r +4, para
mrn" d.: nm. ~ etlnscql~.onon
dlJ.:-lU
o própno peso do e..rro. Um t:<lmpu la
dor cakula,·.r cnulu~:umctll'- .trnun cce·
1:..-..'oOI fnnn.1 uc cun,truç!lu ~.ti~<IU ,, l!t:nhc:uu Hchu Pcnnt I oda ....,.,., cnttc:· C "!!IIIC·": 1111 pc:d.tlol \ lhr.t~1tll l.:tllllf'·l· mc,111n -.cnttdn. p<tmlda\ 1111 et~n t 'm dn uprcn<hlltdu "'" f11'HI'· Propagan· dores dcvcnnm rCAJtlr, <;(I ljUC durunt.:
'1d·• c.lc pc lo mcnv' Jul, pihtto' 1.' m dul' nhnn.t nn cntanh> f">UCil ad1an1"...: .,, r.t I tlltJ)ilful. Jlll!tliiUI. quando fu C:Uf\ tU. duhm ·O.C dt•uuo JlC III fáhf1c!il comct u f'urmuL! I O' Olllt~unt)', c.Jc Wjl.UIIU(I t.tUC ft:\ li Vli
vwkmm ac1d<.nt~' o cJ~ (.,..:rhnrü lkr llCup.mtc.,de um c.1rro ndn u~rcm um ( <lffill ol hnca dn In···· ç (Ontt.l ,, ''"' llllCim paro O UcJO. i&S bofdll\ ~ruem ''·'' rtJA,. ele tem a con .. truçiln. dc..."'<:- paro (!1/CT 1~ \1 •cl<k.~imo carro J•l
j!Crcm lmuln c ode M11un1:1n Cllll!c:lmm ~r.muc.: .tlha<Jo uo .rutumobdt\Jllo rn- tcnlpu.llur.t. ~ Clll!t:nh~:~n" h211dv< a ronlnto rom o ch:'lo c a band11 de roda· nho c.l.a h.tnda e composto da borruchJ L.~l.tV ll L.'tll mllm \lluaçuo, c por cnu~
em Paul Rt.:.omlllil tcmpmoda de "9 I:OI'J>'.Irtlllo w. ru.u o CUlto tlc ...c:uur.m· fllrtnlll.t I 111\Cnt.tntm um '""' ma t.lt: gcm fica oVll.laillt !'ou me!.mu "1 utt(ào. o - .:;rc um '-I:~Ted<l trnnado a o;c:te Jt'l.-.o 11 çi\tcmrc nunet lunounnu dtrct
26 IUH-. AB$11L 1991 SUHII A8Ril1991
Mtlrceda t90E: comhu~llln d.'\ m1~1urn. "f).!I tlrn· ~ um
apollenl num CMTO mapa 1>. 51Cn de carburuçilo'. cxphca o
de pu6elo que
~. 250 km/1'1 cngc:nhcnn de: pruduçl11 Oclll\111
vuazzcU1 Neto que JUnto com n ~
CIO Fernando Bueno de P31\ll deo,en
\.'01\ c h.\ quatro anM prujlrnm.t\ de
etlmpuwd.u para a c:qu1pc M111Md1
Alunc:ntaÕ<>rom~ prupum:t ltJ~·
ca. n ccliDpulalklr central para rc
rtooamcnll.l de mntClr t mtormado
durante a tllmcb \Obre accleraçlo
e (UTOJ do motor. c)CQ(IK:n.Jo to·
tJo o mdhM momento de lllJI!•
o UNIVERSO DOS 32 BITS
lar rombu,ll•c:l c "''""r ra~<oca
n.ts•elll\ Nl:'tatcmror•cb , a~
fnllalçlo tbCI(OU 140 I'CJOill de
pcrm111r ao p1loto m\kLir a pm-
NU ES IEVE TÃO PERTO DE •
O furo J!ramaçla da Cilrburaçlo de
dentro do mdpu I Ml t. ptY~.-s•d MlcroWc coloca o ITI8IS
aponta ara
a ele nlca do motoruta.ocompuUidor sabe a cada
'"'tnntc \C deve IIClnnar a elc:trováhula
porque o computador c:c:nlral nta hp·
uu a lii."S ou qu4tr0 LPRO!I.). cblfK
provama,cl\ que curr&:Jom o mc'IDO
programa dn prlnapal cu-..1 c''" rntrc
A Inteligente smal de vida
no Uf'lÍIIefSO dos 32 bits.
com o MF386 SX
c: ettlucar mn1or ou menor p~o nu c:m pnnc ~ Mwi\ tllmu t1 cumputndor O MF386 SX é a melhor forma
to. A saidn pam cs!'C problema vn1 nu ~~~,do nmonecednr. nunca p1ln. colucamo~ no\ II'RUN'i de entrada n8518 I)(M) unlvef'80
direção do mnpcnmc:nto mc tlculv'loda' A clctr6ntcn embarcada. ou o uso da projUnmn\ diferente:,, cum nhc:rnçtl<:\ Ele permJts, entre oulr85 vantagens,
pista'>. para t.e ~oaber. com on teccdenclll. tnrOI1TUiucn o hordo dos carros. prome. suu~ de controle do mmor. que pctdcm
a utilização dos poderosos
a)djficuJdadcs que o cnrro cnfrcnturb c: te 'ler o ~mndc campo de dc~nvoi'VI· \cr aaunrtlln, pçlu p1IHII1 tlc ucurtlu
p rogramar sun suspcnstlo pu ra deixá lo mcnto tccnolt>ttiCO dn Fórmula L Ja com n fllliC da comdo~. d11 (Ju[lu.cllt. Windows 386, Paradox 386.
o maiS eortjvcl pcK,Ivcl Num cnrr<t llc n~o ~ pçn'lll em motores <;em oontmlc: Novel! Netware 386. Aulocad 386 e
rua. muno me: notO sofi\llcado que o~ uc detrOntc:o de m)c~o c ijtniç:1o. um ~is· No esportivo da McLare n , • muitos outros sistemas e programas,
pi~ta c do qual nAu \C c~lltC dcM!mpc·
obo tão pcrfcno. aud-.pH'IÇilodc~t.lltcc
tcmn 4uc c:hmma o carbumÜ(tr como
lupr da rrmtura artcombu.stl\ cl pa.n1 un iio entre p lat e • rua oompatí'ole1S com os pnnclpats J
nologJa fo1 bem ma~ Mmplc' O f rance.. fvi!·la llJrc:tamcotc: dentro d~ nho·
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I
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raç'lo (\C~rttc:al.lonttttudlnal c tran,\cr· entrou nil ~~ HoJe. um ll'k)llU ljtll:' o Moru.a U· ~•1. da <•c:ncral Motor\ per1ormance. f
Yl) e outros dotJ que captam ~clactda · 'IC fHCl.e nJo va1 parn a p!SU ~m ter \lo os llnx:m modc lO\ q&A· dL,p6cm
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um3 fál>nca no ~uhurhJOiundn · das 90iuQOes em 32 bits f
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' I Golllana de receblt! nwor811tnllorm&QOes IOOfll o MF 386 SX. o equlpamtniO I
bnlçosde CN'f1011lttl muiw dtx mnnoJ'l('l'l· ldnl pita lngre$Ar no uniwnlo doa 32 bola
.uspenato tO\ dncc• ' e1e• camJlCOe' na~
lllttm;u dclttntJ""tntdM- mn1~
ue ~In mu dólnrc<i. o me mo de
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Ulll.il Mcl.J.rcn J!Umda por A H I Rlwno • Allv ; I
ton lKnnu • I EncwtÇO _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ______ Q;P_ ~
II
F.tlfNI C .......o
I Odede _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ e. _ , . . _ _ _ , I
28
Uma das maiores organizações ecológicas
AMBIENTE dos Estados Unidos, com 1 milhão de
• membros, o World Wildlife Fund (WWF)
mostra aos 30 anos que é preciso ser
profissional para defender direito a natureza
prédio de mlmcru 12~ da
Rua 24, em Wa•htnj!ton,
onde fia1 o World Wildhfe
Fund. e tâ longe de ser mo
desto: pav1menuuJo com mannore~.
debruado por metal~ c rorr·ado de c
pcssos carpetes, Pllr«c pc:rlc•tnmente
adequado a alojar n ~taurnnte )11rJlle
japonês UnUi. do .mdv témo. ou a
gnndc coostrutora ~acmph:r Com·
pan) . do tcrtetro andar Por ''-"' me<O·
mo. parece estranho que urna oraanu.a·
ção ccológJc:a CJC\Ipc 1rc' anc.Llrc-. de tio
,..Jonzado endereço na capnal d06 b·
tados Urudos M•'· com I mtlhln de
membrm e um orçamento de SO mt·
lhõcsdcdóla~. C'i~ n3o~ apc:nil' mo11'
um :lJUDtamento de alma\ rcpk~ dc ,ne mlcõs-leõe
boa: intençOe c mau1 prc«'ltJc~ em
relaçJoao futuro do pLlneut, como tan ã'r~lxes-bol que: um ~me adulto prtl(IOraona.
tas outrb na c:olcçac> de 'tal li~ que for· 'lo EspírnoSantoe na Bahta. o f'CL'<C: ·
ma.m a colonda colcha dos movunc:n· Juntocoma lndon~qaeal a01.Anta boi IJUI.flllho ~ dc:saparc:ccu f:m toJo
1~ umbJcntah\UI~ amtncan~ o Bnwl e uma das pnnapm pnorida o 'lotdestt. de11~m restar menos de
Aos 30 anos de tdadc. o dcs do World Wtldhfe Fund A cnll· 200 ~ mamifcr~. NAo hJI dadO\
W\YFtcm wnwn ver com dadc jWIOu aqw 1.5 mtlbao de dóla- sobre o pcixe-bot olllll70ntco O lento O WWF conugulu r.duzlr dtutlt:IJtMnr. a matança CS. ehlfantu na
o estereótipo do atiVISmo res no a no~ !llldne mnntém um ttme ctclo reprodutor dn ltntm.ll uunh<!m ÃfrlCIJ, ao engajllr multo4 governos no comi» te ao tráfico de ma.rllm
tcol ogi ~ ta lltcho-gril o de oito pc1qui)ndorcs wAnonclomos complica as coisas; o fí:mc:n só d llluJ'
q unnto Mnnnu, com Mn· mob de 100 projetos". OrJiulho~ n um 111hotc por vc:7, depcll~ de trc7.e wwr mundlnl l'rcn·
nhattan Tc:rctimlugurcrn d1retora d o prOVMmh hrasilclm. Lou m~ de gcstoç.lo. cupadm com ti clc~n
número de fihnd~ entre Ann Dlev. em seu ponuguês quase - A dest ruiçllodosestuánosd<l'l nos. porcciment n da lnuna
as cnudades do g~ncro no pc:rfc11o. rewh ndo de 0110 om»> de onde eles vêm se aluncnt.ar e procriar. afncunn um punhni.lu
pa.{s. superndo Upc!IIM pe· pcnnanfnaa no pais Foi da quem é mais uma causa do problema". mdJ dt: nnturnli~ln~ decidiu
lo Greenpeace e pelo Na deu mfcio •~ plllnO\ de prolcçl<, 10 caJamce Wilcs.quc cu1da no WWF da fundar uma cnlldildc
uonal Wildltrc rund, o lobo-~ua,.., no Parque 'laelon.al da prcservaçáo d et an1mal 011illde (chc 11
l o:apa1 de arrc:cad11r
WWF- qllC no ürastl k Scrrad.a Can.l 'tm em Mma.\Ocrlll \, c gm a pesar 600 qwlos) c coaulao. u ~ fundO\ para a ron'(r
chama Fundo Mu nd11l ao miCO-leio. na Reserva cfc Poço CW. pcllle-boi de~ora quantidAdes panta- li \lçlo ~"' e..c:ala pia·
p;rn a Natureza - t um Antu. no E\lado d<l R10 gruélícasdc algasedeoutffi\'l'c&c:hu' ; nct4na f COUcl t.:nm<l
eumplu do que: u:n~ a O proJeto do mtCO-Iclo, com apo10 A ~ii.StaçAo dM nul.b nbetrinh;u i "mbol<t o p.tnda c cl.)(tl
ser o movunento ecológt· doanugo IBDr:edoatuallbama.edo pl'O\'Oal erosão. que deaa ~ 006 ra· I W"IC:'I'I\~0<:101 I\.'(•
co dos ano<~ 9(), profi'"~ qual partKlpam no,tnta LÕU. amen· sos e c!Sté reiS. O lnlbalbo de ~u 1..a r JUracà por I' tkll h •
nal muluiUICIOIUl] e con
cili.1dor Na Wl i~:dc, 2SO
..
can~. é con~o~ckrldo uma das nws
bem-sucedidas tniCiilll~ Cl()n~rvl-
c salllllr os btebos ~em ~ndo condun
do b.t qtWro anos pc:los ocranóJrafo.
bra.\ C\lcrltn.t\ em do-
açõa.. os n.tunlist
biólogos zoólogos. ftcó- r aoOJ\ta\ em todo o mundo por ter EUJUtt Ob•ctrol c: Ricardo Jusé ~ Raci1H da coral em IH/In, IV rcum~ em Lo.tdtn
pafas. ~noml\11">, con- • wnscautdo que ~ maa~qulnho. se \1nskt. quc dmgem em JQ.1n Pe<0:.0.1 fonJm nn•lot'm.ad<n em tWIIIIVol biológica ct1aram n pnmctrn

i'
tadore$. S«RI'N.S c OU rcprodtm•scm c:m Clll\.:1r0. A ~~· Par11Jb.1.oCentro Peixe-Bnt \.t arinb.l, \\ wr em 7unquc.
tros funcionan~ '<nt.am oc. que ~~~~• reduzida 1 100 mdt\i• do lb;un;t.. Alem do \VWF. apown o fonn•nd~. ,;umu a 11>,1 lente do :.etor Swça. p.llS onde ntt boJ.: tem '14.:de .,
se todos 0\ dub dilntc de duo< por CIUU cà dcVtiiiÇAO do ~U proJeto a Conscrvallon f'ound.aucm, brwlenu do \\ \\ 1- !>.ll.ly Adams. 2.5 dm:çãodO \V\Vfo JntcmKIOIUI,O[tiW•
cumrutadord> t:'m peque h.ibll.il , tem hOJC uma J>OJlUIItÇIO, ta.mbem do, Esr.dos Unidos. c: a anos.dtplom3da em Ht•tónll com mcs- da-dluva cJb 27 UIJliD~~i arut:S
noo; c 'ilmpiliiOO\ eloCI116- qllltro \c/c\ ma1or O pfOJI'I.IlU é FundaçJo Pró-Natl.lrc:J~ tnldo cm ('cwnuniCAÇ<~ lntemaaona.tS. ~ (ocnbunu dcloh bnmlctra)
rios. mvun,l\clmcnte de
corados com lmiiJ:cn~ lk orara'>, JU<..t·
rés. llg.tc . sapo\ e outro~ lconc~ do
an dcpcll' tcraduou-~ em Orrcllo
Ao trnbalhllr na rca!m<TU~da Seção
modelar por salvar Uml ~de. prc·
c.ervar n naturet.lj c: promoveracduca-
~o amhtc:ntul F o efeito mulllphat·
Ao lado do estudo dos hdbu~
arum.al. há toda uma li\ 1dade pc:d.1
góglro de sabor pubbcit4rio \.t untd'"
d.., " 0 WWf' c: cx.lHimcntc o que cu q~rtl
wmu trall.llho All:m de ecologJ.O. ,.oo;
tem que cntcncJcrde pullt .at.economlll.
• Numundutnlc:lftl ••tlamOta tem
3 mtlhOI!) de mt:mbro) c odmt
rc111o M1mal OueWI.m 'IC d(K bHUCO'> t.h: Vid.J Sei\ agem e R ecursos Mari dor bu'Cado pc:lo WWt- w u prectso d.: Olmlscl.aS. <~hde,, film.:s e lolhctfb lnlar lln1111.1.' ". enumero ela no seu 111\tra um orç11mcntn llltUIII de
sah!nos, mas ~m flCraJ gcxtam do qu~ nho. do o,·pn.rtiUIIento de: Justiça do f111cr com que: m dl\lnre~ rendam o p.ljtOS pc:lu WWF, ~ tlCCanUjtru(o, pmlUJI.Ut.h do.: l'ortu~aJ <~prendido du· 1 rrulhõc' de dolurc' O wwr USA
flll~m- a romc.,:Ji r pela fHC'-Ídcntc dC! governo nmericnno. percebeu que pre· málumo", Cnut Lou Ann "Afinal de alertam os peSCIIdorc" de Pernambu rnnt~ l>l.anosemqucmoroucm Ltsboa. (que no Eurup.t adota n nome Wolld
WW F, Kathryn 1-uller que tnndn pur CI~Ytl cunheecr melhor o mundo uni- c<mUh, n.\0\(tm~o !Junto Mundial" co. Pamíba c AlngOticuntm A mAIIIn " An te\, -.c r ccologt~tn era urna pa1Xl1o. W1dc t- und fur Nnturc para nrhl ~t:r
cima ~ bem pagn. rc:eej)c;ndo mtu~ de mal c acahou obtendo um diplotru~ Outro dc.sallo bru\llc~roé preservar ça dos mamíferos O grupo trot a alndn HnJe ~ Unl<l profL~sil<f' . resume n vie~:· conlund tdo com 11 nllllttJ:) dt\ltdc cum
l5 000 dólarc~ por rn~~ tumbém c:rn Biolojtin Mari nha. Fm o peixe· h<!• .. Embarn ll~t lld~entrc: 11~ de estabelecer uma unidnde·plloto de prc:\t(.(cntc Nancy Hammond. que em O 1rmllo bntlloiCU o IÍIUIO de fH!\0 fll.!~•l
• Kothryn. umn mulheraltn c sor·
ridente de 44 ano<~, ml\e de: Ir~'
IIJtiS. quando prestava consultoria le·
81Siallvu porn orgo mzaçõcs ccológi-
~. fo1 con\•tduda p:ua wna vicc -presJ·
fonnasde vida ameaçad11stlc extinçAo
no pnr.... c: pM k\0 prmc:a•do~ pela
lc:pslaçto. tanto o pcucç.boi IWI.nnho
prc:!>ú\laç.lo, em Rio lmw. raralba.
onde Jli são cnlld~»> pclllt:~·bol\ órfAt>\
resgatados pelo Centro... A tdéin .
111n d.:lxou um cmprel(O no dcparta·
mo.:nto de mnrkcllng de umo emi.'ISOra
de I v pura JUnlrtr·SC ao wwr.
d\1 du ch\. ~CU CUlllllO de: OtUDÇl\0 1." I)
I c:rcctro Mundo. com ~nftt-.c t:'fli!C:lltl
nu Amértca Latino c no ürnsil (YtfiJ
filh~. é w•qumtc ..~ncla dn )U d~nd11 dc1 WWF Do1~ a~depois.tor­ qWinto o amatllntro amdll '11\o ~ descreve Jaruce "é moçtmr que ht• Se; ti plllfl'l\IIIOil!NnO (OI COnsi.ruJ:dO quadro ao Indo) . Uma ol h~da n~~ cem
pc:nnulhc:r", dc:finc: Stc\cll Shunbc:rjl. ntlu..-.e 'n:c:·pr~tdentc: executtYI. Mats eor
dos indL'ICrll1llnad.1111ente, qJI peJe. mc:n.' c animai' podem oom tvcr \ent 110 lon11o d~ an~. o pc:rfil mulllnacio- tahtltdado: dn WWI' em I'IKY revela
um comultor do Senado que trahll · dOIS nno.. R»UmiU a prC'ildênol \ll.ll came e peltlli ::!tiO qwlcx de óleo que um preJudique tl outro .. nal do W\\ I d<to. htadO\ Untdo~ data doa~ de ale W llllll dnh1r~ prm c·
lhou com el.t. Formada em lnJif• c: 1\ auv1dadc hgad.:l il cc:olopa nos Es· da própna lund"~o. em 1961. como m.:-nl~ d11 cmnpanhhl pc truhfcra LJ,,.
LleralllTII AmcnuiUI c:m 1971. onru h1d~ Lru~ llrill lllllhn.rcs de J(>\C:Jh um d ch tnwtlb rnm~ da OJVOre do ~on . ~n<hcl pelo I'Jinlc\CO \IIV.,
32 RINil A8RoL 19!11 33
A luta para como o Bnnco Mund1al. o Banco Intc-
r.•mencnno de Desenvolvimento e o Banco. de ter acesso ao plano, eles am- cmprtstrmos stmalarcs ficassem na gc·
salvar fundo Moneulriu Internacional. reJo·
po~' ek pela dmribuiçllo das por-
dn ll~'iam rcdtguam um11 omila~ emica
do documento. baseados nos relatos de
pc:i!IOIS que: o bavtam hdo Isso permi·
ladctra enqUllnto o Banco empreende
uma ampla rc\isac) de \ua polrtic:a pa-
ra o setor. AJém d~so. o organismo
os elefantes ç&! mais apetitosas dos recursos dcs·
ti nadO) JUS!a mente a tornllf tm!nos in-
decente:., li.' condJÇOe.\ de \id3 da mlu·
uu li economiSta Jenilfer Smalh. do
WWF. ,.ntcntAr que. embora as meta~
passou a ser consultado para a elabo·
rnçio de novos proJetos de finanru ·
memo de Oleo no Alusca. em março onn das pessoa!> nos pnfses pobus. da IOICUIUVI fossem louvávCJS. O proJC• m.:nto da mdthtna madcJrc:1ra ou de
daquele mesmo ano. O vrec·p~rdentc Apesar da pouca cxpenéJlCia no ramo. lo não assegura'" que a uploraçlo dn n:Oorestamcnto. Nada mau para quem
executivo do WWF. Cun Freese. brólo- <115 lobbt uu do WWF jj ronquastamm madelra passana a ser ÍCJta de manearn c:staV11 apenas começando nessa frcn·
go de ronnaçAo. firma.. ccmtudn, qué al~un' tnunro:.. como no caso do pro- rnoonal, n!o ~abciCCJA meiOS de fas- te de batalha. Mas caf~ pequeno per·
tais r:nom finan«uo-. nBo .nibc!m .1 jeto de refomlll da rndúslnll m:~deim· calazar nem M made!l-eiras oem o go- todo que o WWFobtevcda Cb.Sa Brnn·
cruxladc de !alar gTO!i)() com~~., gn~n· ra da Costa do Marfim. na Áiria oo· verno d3 Costa do Marfrm - e Lampou- c:a em fms de I~
des corporaçoo quando n~rio
- !'>ao dcpcnd~ dela...", a_..segurn
A.'i relações do WWF com o gm I.' mo
dental. diSCUt1do pelo BDilco Mundw
há urn ano
O prOJetO teoricamente: scrvuia. para
oo ofcn:CUt método6 modernos de: eulu-
vo que pcrmne:ssem l popuJaçlo local
ulth.aar as mc:smas terrns por mu1tos
•EmJI1nhodaquclc ano. o WWF
divul!ou um cMudu feno em
amencano twnbé:!m vllo de "c:nto em frear a dc:YilStaçJioda Oore<.taS da Cos· anos. em \-et. de pcriod.tcamen te buscar gntndc pane pclll ma agellCill
popa. Basta d~Zerquc o atual drrctordn 111 dO Marfun. pais CUJa t.au dt dcsflo- (e déSmntar) no11os campos rénct~. rntemacionaJ que vigt.t o comércto ile·
EPA. sigla em inglk de Agencia de rcsHuncnll) ~o m:aior do mundo. Jmpe- frabalhando com os WWFs de de7 gal de ammaís. dC$1gnnd.l apropna ·
Proteçlo AmbrentaJ rcccnu:mcnu: didos, por ordens estntasda dircçlodo outros palsc:s. o lime: amcricn.oo aca- dament~ Trame. Ségundo d3d~ de
promovid11ll cundiçllu de :.ecreturio dó bou comcgwndo que todos os demais uma c:wdadosa pçsquasa.. a populaçào
governo federal (o equivalente o mrm)· de elcfant~ na Ainca havta s1do rc·
t~rio no l~'l:icO ndmml\1 mtivo de Wa· duzida peln metade: em urn declamo e.
sbington) • é nrnguê.m menos do que a penisur o ntmo dn
o ex-presidente do WWF Willhun Rei· Matizes Modan~a matança. eles nc:a-
lly. Sc~undo um nnnlisto do ~ror de
cc:olog~n do Depannmenro de F~tado.
de g~·ee.n no verde
burillm extintos em
"'rio) pafscs afríca·
o W\Vf c~tt! na -ponta ma i~ TC!>fK.lnt><i· nns em 1\Ao mais de

r~ ~~~~ martelam
'cl" do le'luc.: de w ocillçôe.\ewlógh:a\
Na CaW'ómia. cldadi!os
vinte ao~». <h ccolo·
americanas. Essa oveludndn roe'isr!n· longos pn:· A!. orgnn l7Jiçóe$ ccoló- s •stas pediram 11()§
CUI. que contm.'itll com o tom eçl.fldcntc ttos em â!'•ores para glCIIll brasileiras são bo- 103 países fignau!n ·
das acusações troc:udas entre os buro- quebrar os serras elétricas que as Je algun.s milban:s. na os da Convcnçllo do
c:nn.a~ do F.xéelltivo é 0\ drnfénlb das ameaçam N"o Ví.q!lnía.dooUlfOlado mâioriia núcleos de poucas pesso~n ll Comércao lntc:ma-
J
I
entidades ambicntolistas mallo mtlit~~rs. do<. btlldos Unídos. adv~ados aS- dedicadas a uma causa específica. CJOnaJ d<! ~pédó
dá o tom do luturo, arrcdlto a mesma smllm cheques de 18 milhões de dó· rrabal.bllndo quase sempre on ano- Ameaçadll.~ que ba·
fonte: "Awm como <b orgnni7.llç\ie$ lan:... para comprar um rancho !lO nimato e no círculo restrito de brur· nt~m o comércm
começam a em~nder que nlo pcxkm Novo M~xico c rcscM-Ioàpcsqu~ ros.. escolas ou pcqueruu odades. es- de marfim, pnncipal
mud11ro mundodé um dtlt pru11 o outro. e pm.êl'\'llçlo do bábitnLEm tese. sas orga~ só aparc:cem quan· ineenu~o dos caçar·
o gO\«<O \lU pero:bcndo lllmJX'rtln· tnanelndores e caustd.icos. mcm· .,,,.o. do enfrt'ntam um problem~ que :=~~~~~~~ dores. Qua tro dias
Clll da pn:<c:rvaçllado mc:aotamlllcntc:". e
bro\ da Eanh Fit"il 1 uns:. d3 NatU• cbc:ga às pâgmas dos joma.JS. As ''e Mtre o depoiS o pres!de.ote nmencano Oeor-
• o mum d~ lamento~«<-
Iógaco que e o Banco Mundtal
re Con)Cn-anC\ oulr • estilo do
mcsmC'I IOKio da trinche ara contra a
dcpndaçAo ffsiCa do planetu Na
mn o ~pnte dn ecol~çmo amén·
c:ano. o Grccnpcaa:. com seru 2.3
milhôe~ de a.fililldos. c~lebrc entre
zes acabam se f.undmdo· o MOVI·
mcntO Pr~Jun!ia.o Grupode Defe- buSUt de todas as enti~ oftao-
sa da Juréia c a Assoaaçlo Ecológl· ~. a SOS Mata Alltnuca.. com
gc Bush atendeu a<J pec.lido. o,cau!do
logo pela Comunadade E.urop!ia. De·
pors. o JapAo e Uong Kona. dois d~»
com 'lt'dc: em WL•Junttton. on- v..:rdade. rcpresenuun os e.~mos outros reuos pur ter parahs.1do o~ c:a de Itanhném. por cxc:mplu. com- 4 000 ~ c o~ento iWUUI de pnnap!US compradores de marfim. n:-
de oo; lobbJStas de tudo qlr.lnto c orp· do Jllo,·um:nto ecológico bcndho te<.ll! de um m.í~il nuclear ~ Flón· põem hoje a JUsocmçlo em Ddcsa 400 (XX) dólares.-.:preoso compe solvernm redUZir ib suas tmponaçóc:~
nia~çllu \1lo gnnmpM dulnrL"\ para u~ c podc·\C do~r que lavam ns mlios da. comnndo 11m cx&!n:no d.: nrreca· da Jur~ra. uma d3s ma1ores enuda- tenc:ut para gercnaar prog.ramas. Em três semanas. o WWF ha11ra con·
~UM taU)aS. o \VWF também tem farM d~po~ de oçc cumprimentarem. dadmé" de dlnbearu dl!s ccol6gas do pa1s.. com I 400 obter apoto finantt110 e influ.eDCJar seguido acabar pelo me no-. CCif1 o co-
de ~r competentemente de -.-cntm -é Há n<1 pais peJo menos uma cc.nte· De )CU lado. 1 National Audubon associado . FrcqOentcmentc, po os órgiM ofiosus". c:xphc:a. Graça~ a ~Mrao leg.nl de marfim
uma da$ OT(!n.niza~ mail. rcspc:tl.a· na de outru orga.nuações t:qUill- Socicty prodUJ doauncntAn05 so- réiJI. DCOOll!CC O conuáno: sem (on doações de empresas.. chl contribUJ· "Oescn,olvrmento sustentado", em
~e"". quahlicu Ruil<r1 Goodland. um brando-!>C entre o rndicalLmJO dn bre a nntu~ para. ~ TV com o te de rca:ata pcnrumcnle. as m•c:ro- çio de a~ado) c de organaaçücs ecologub. é a e:Kprcs.\Ao que resume
dos enc:arrcJ~adusde nndhWr o pm-51~cl Enrth Ftnt!, CUJq din:tqr estA pn:w, P'IUQCIDIO da Géneral Elcctnc. E a enudndes desaparecem após alttu~ tntc:rnacionali, como a própna aquilo que u WWF cumtllcra a •u•
tmpnctn nmbit'ntnl diU nhras linnno:J UClWldo de lflmlllf at05 de té:r;roro- lllauonal Wildhfe Fcd(rrwon crulr m~. -calculo que apenas uma WWf. a enhdade IniCIOU projetos m•s.silo parn os anos \10' " tkter e cvt"o-
das pelo Banco · E uma bem fonte llc mo ec:olc'>I!JCU. c o .:'till> um-chc:quc- '!.7 m1lh~ por ano em bugigan- IXllteOll tenba endereço. runctoná de oprovemunentO de fCC\11'50) na- tualmcntc rcvcner o processo de de·
teenicos. • Desde a tundaçllo. o WWF vnle· mnls-que·mil·sl~ans da abo- ga~ enfeitada\ cnm im.agen~ de til· no c açlo contfnua". c:stii11Jl Fllbao 1urais em benc fício de populações grndaçllo aa:lcrnda do melo ambiente:
c'i1cve prioriuuiamcntc voltndu pnm a Mdn ~ature Con~ervnncy. dona de chos c plontlb. A ngor. boa pllllC Feldmann. o llotco deputado fede- do litoral pa11hsta. Owros movi- natural do nosso planeta. c ajuJar a
flre.'ic"!rvnçllo dn vidn. · 'I~ atatudt: ti· 600 mtlhOCs de dólnm. êm santuá- d~ ecoloJJstas. como m do l::.nVJ- m I ele:i I<) com uma plataformo ccoló- menu>", embom menores. se !iiJ.Io- const:ruar um futuro no qual «> seres
ptca era mutto prtliCCJ(tntst tf'. rccurdu n03 nmbtentai'l. Extste mais gente ronmcntaJ Dcfc:nsc Fund c do Sicr· JICll, consclhcaro ou SJmpl~ IISSOCia· tcn tam da mesma manctrll c uun· humanOti viV11m c:m hnrmomn com 11
n vu:c-prcstd~otc: NnnC) 1-lammond. M:l!urando tt oordu na ponta rica dcs· m Cluh, vt é maí~ perto dos políll· do de pelo menOii tnnlB c:ntadade~o. ~m eutdnm de projetos amportan· narurcza" A adoçao de formas de ex-
-oucriamm colocor ecrcn~. nno dei- o,e- cabo de g11errn. Embora múilos cus e drn:torCli de bancos do que da Aso~,maçOesdeca:raterpcrmll ­ tes. Um CJtcmplo de bom trabalho ploração econónucade acordo com esse
xar o homem entrar otlS rc.;ervo~. A se constranjam com a fraternal pro- naturea. Da~; um runoundrio fede- nentc estao passando por uma rase ~ o do Fundaçlln Biodiversilas. for· princípio é um dos doís camrnhos lma·
mudança maa!l nttUhc:l nc,~t' tr~' de!· xJmatludc cntr~ a Nnturc Conser- ral em Wasbingtõ n: " Eles ttm mais de profíssionalizaçlo ~emelhante ~ mada bas.icamentc por dcnustns ginadcx pelo WWF paro chegar no fu-
cadas for a eomprc:oll'lllo de que nadu vunq• c o cmp~rlado. o moiona controle ~hrt' mo fundm. dri' !lO\ c r· que ocorreu com " grande cong!- da Unave~idadc Fc:deral de Mlnlb turo hllm1onioso O outro é a preserva·
d1 100 ma runc•~mpr ~ a\ fle\!,.08~ ntlo ~ttuc: u M:U exemplo de: prof~ionn­ no desilnados ao melo umbacntc do neres americanas. " J passou a rase Gcrnli. \'Oluada plltl a prot.eçao de çãu da biodivcrsidade A organ!i.lçio
fossem cons:~dc:111dn' • h\1110 na ohtcnçio de recurs<>'\. Mc3o- que n~ mt:'mlh- do romanaismo". acredita Oayton ~~~ameaçadas de exunçlo. tem procurado pôr em pnluca o que
ls:w levou CP.> C:(;OIOLD~lll\ a fi<.L"lrlttJtr uno.diretor de aénClll.'l dn matS ro I!I.LJ. F, prep em projetO!. como o da~ MontA·
de peno a atuação dt orjWnvaçõc' n.bM Kilum. na República dos Coma·
rõu. Pa.rn tmpo!dtr o romplcao ~p;a-
34
MP& ASRILIW I 35
Trocando a oomo o panda e o m•co-lello. Mas. para
o d1re1orn de markcung. Ann McClc-
Hommonu l.:mbra
parn o WWI-, h6
~uc tluilndo c:ntmu
dcu~:SSC:IC: 1111~. IS
TESTE
dív ida pe la
,...
llan. o ohJcii\'Odesse comércio nAo é o
li\'1'0 C:Uilla · E uma maneira de educar
m\lalaQOcs se rCliu.m~am u um rnmúscu-
lo CSCT11Ófl0 e D equipe !oOIIUIYa OIW::
'lune<~ , como hoJe. roi
t i pessoas. Com cada produto. o com- pc\Sô&.\ A 'iradn, Kaundo ela «~mc:­
preserva~ao prador recebe: um anão com mforma- çou quando o ex· M:C"rcltriu da AJ!êno.a tllo f.lc1l oh ter mformaçôc'>etenufica'- mas o
ç06~rc: o WWF e o ammal !'epi'HI!D· de: Protc:çSu Amb1c:ntal. Ru\..cl l'ram ncumulu tk dadO\ nem sempre propicia um conhcci-
recima~lo das llon:,IM klc:zt1 ali! o ano taoo· NO<. uhtmOS onco 11105, 1 \l:nda tornou-se prc:s1dcntc: da or,ana.açlo mc:ntu m1mmo '>tmrc: t" h:m\ ment,., da natureza. ou ~bn: a
~- o WWF \em BJudAndutl!' •Jntul· de btcho& o.Je pc:l úoa ( l'abncados por - Etc pc:rc:c:beu • nc:cc'IMc.ladc: dc:conlra· tt.lét.l.. h.Nca'i dc...:n\OhldO\ n.h Unt\.C:f">uiade& Mesmo qUI.lndo "l-
ton:s cb rc:pão • uuhz.ar no~u lkniCIU finna\ no "qema de ll«nClaaiKDto) ja tar proflS.Sion.lb para JC:nr os progra bem muna col'-ll,ll\ JlC'~a pcl(Jcm 1gnorur aquilo que é csscnanl. Ê o qu~
de: c:uluvoc: a dcscn\OI\ero aru:sanato Cllrordouem ma•sdc l aulhJodedóla· mas·. da l"anq . · r. ~-.o ~uhou na rc\ e Iam 1numera' pc~u1...,., reccnto. t:vmu. por exemplo. a du cienll\l.t
c:oiD madc1~ C:Xlraid;u cb O~ta de res a conta banc:án» do WWF Outra cxpa.ns.t~o da& IIICl6 lll • soaal amene<~noJun Mlller. dn L nt\er<o1dade llhn01s. reahzada entre os uni\U·
formll pL'lnqada. Ao mt'lmO tempo.
tenta encontrar mercado mtc:maconal
pru11 tJUs produtO'\ Tudo mo. eM ia·
fonte: de anpnsos sio as doações de:
m.:mb~~lmentc:abonados.Eo
Cl)() de Ralph Laurc:o. que '"'mdc: em
• Em r.: to menos .&Sp«tos o
dQIS
W\\ f dé bra,ou cammhos no
..u.mo:. de ~u p.u-. Apc'-lr de.
nhel car[la de: conhc:ctmc:ntO'>.
cc:rtillnentc..acumul.lruma pondc·
1 maJor pane dele: n3otcm umo
mente. requer dmhc:•ro ,~~.~, udu.w•as IOJ.lS gra'-ata.-. de: ..eda rDO\Imcnto ccoiÕf,ICO. (orno noção ~quc:r ram;l\el '>tlhrc ,\ evoluç.io da espécie humana
A =IUL't<k \1\C: tm pnme1ro lupr c:~ampaw com aunúsculos pandas c reconhece IC\C: Sch•a.nzm:m. cb or· Ocfatu. apcn<b37~ ~bcmque o:. antc~<,;t~ dO\ ')Cf'C' hu ·
das contnbuiÇÕe' de: Kln mc:mhro-. u r~mc:le oa l1K'J'05 para o W\VF. ganuaçlo [n~1runmcn11l Odcn<e manM n. o \1\C:ram na me,m:t época qoe os dtn<XS.1UfM -
que: cobre peno de 70'11. de: K:u orça · A org~ percorreu urna longa Fund. -roto pnmc:nu 11 <,c dar cunto da ~urgtram. na v«dnd.!.l!Cimllhc'lt:'
mcnto. Segunda. 006 dólarc:\ o~mcalhll · lriiJC:Ióna A \tcc-presidenlc: Naney tmponlnaa de ronalcccrmmovuncn- de anos depoiS. E até 75'\. l!lfló·
dos com a '·end.1 de: lenÇM. anõc:<;, IM ec:ol~icos locats• ASSim em ~C:Z rnm que os antíbióti~ ;."iu rnutc:"
toalh~ lh'Wl>. brinc:m. brnalctc, (em de CinanCUir .u pcllqUIY~ de: wncncan~ contra "lru!>- atacam apeno-. bactc:na<,
formato de ~olfinho), calc:ndános. ~­ em par.ses do Terceuo Mundo. o WWf' I\ o conJUnto. conclui Miller. mais de 80%
pi!IS pam presente:~ (rc:acladM. ~ ela· hOJC prefere nnantllll JlUpos OUIÓClo-
ro).sacolas equlnqullhuru"c:colóai· llcl' UOIVCI'!IIIilriO~ dC\ C:m l>Cf COO:.Idcra·
nes, como o brasilc•ro SO M ata
C115 c:m geral. Os campcôc) de vendo' Atltlntu:u. O 5caundo cnmlnho fot d<l.\ nnnlfnbctos Ctcntífie<h - c~prcs-
são as canusctas c os bichO'! de pch1ein , 1lu4uc c.lenuta fultu de: om mfnimo
abeno em 1984 pelo cnt o .,.lcc-pr~
de conhcCtnlCntos cc;senciais.
que fi:Jlre11entnm c:'pédc:~ AmcnçndM. den te c.lo WWF, 1lmrnn' Lovcjoy. C\·
peciolistn em Amllllln•n Ele foi o flÍO· Pnru nJudnr ~cliR leitores t1
nc:iru du idéiu duo. fft'ht·fnr-nottlf<'·' •mpr. di''"'l-tUI los c f1xd lo:..
lllc:ralmc:nre, pcnnutas de dlvidll por U PE RI 'HLRESSAN fE
outurea A tnmsaçliu. Jlil calwu.Ja com 'clecutnou nl~un~ fatos e
dez pal.;es.c: 1am~m por outra cnuda·
Uc\, C:On\1\lc: 011 C11mprn Uc IIIUic" UD
df\lda ex tema de um pats. a pr~:ço rc • conceito<~ ha.~tCO\ c m apre-
uuzldo. pela orpru~o ccuiÓj!tca cs- ~>enla .na<o pà[!inas <>egumtec;.
No \C"rlo de 19R9. K11hryn fullcr tnnJ!elra Dc:po1,, os thulol \.lo doa·
notou que o ~u e\CI'Itónn ~) era ~ il cnlidad~ amttlc:nlah\18) do r•f
nu formu de um pcqucnu tes-
maJS exdlbl\~nte sc:u)'-.-qucn&l. benefiCiado, que: 01. 1.'4orqm•.QJlOOpa· te:. Para chccur seu grou de
I romnp~ cur-dc-laranJI rnarcha~am ra o ~to•c:mu • mcdtda que: c•lc hbcra alf.t~lllltÇ.Jn c1cntific;~. ba"'-
pelo fio do 1c:lc:fooc: e VI.SC\IIha\llln I n:cuno<> para pro)c:los ccol~ A•· ta apontar a ahc:rnatl''8 cor-
escnvaninha. l procura de: rn1s:alhas rcccbcu o oio mrnm HUprCmdcnlC um, em \'c:.t de dóL'lr~. o fOHrno ga\ reta entre a.\ trcs opções ofe-
de biSCOti.Oii. Um awuhar. sul!C1to. rn~~Jtadu ~ otudos: as romrips ta • sua própna moeda rcc:i~ em e~da um d~ ca~.
pronta.mc:ntc: ~ofereceu p.tra pruv•· pe nc notm de: fato • IJIJUI espécie E~ opcrltÇ(In oc:up.tm ttoa p;~rtc:
dcncuradc:dc:tuJ'IÇto. Mas Kath.r)'n, de\conheuda. do cenc:ro PhndtJIL do lc:mpo c.la r~itlcnlc: Katbf) n Fui-
~te: do W\\ f pn:fc:nu dc:IUf a q wal. em bomen.olttrn~ a Kathryo. ler- Mll\ tK pntbltmA.\ c:colc"aiCit,. d<:l\
a c:omun.idadc: de: ronru!!as em paz. dc\erj Kr dumadl Phmlok fu/1~ oul.IO) p3bCS nlo a1mpcdcm de cnuar
Sátna clect~ Pol\. em ou1 uhro úll •· fiJ<' Pn:ocupada em preservara Um- u que: li \CU ~c: r C'IJ crrlldu no pc:.Uçu
mo. ela apro"c:uou uma rc:unUio du a tolllnua eonbead.a ~ romu· do mundo em que \'I\ C - Os úlldO\
conselho dm:tor da organ1lli~O e Jas ua sede: üc::a oo vaso de um.1 l'n•dM devenam con~um1r mc:no\
pc:dtu a um de: seus membroa que p;llme•ra do CjQ'ltório -. a praí- cnerJII Uwmos demaiS COI,., dc:~r·
esclarecesse 1 ongc:m dO\ 1nsct~ dc:ntc: do WWF ehma~ta. os insetos lá~c~ c: j nlo u:m~ onlk culod· l•~o
Trat.aVil·'!e de mn~t~m me: nos que o com maçA$.. lla.ua açucarnda. his- denune1.-. c:u prOjlnósllcop:•ra • Terrn
entomologisla Ed~~o ard Wil~n. da cuil~» e queiJO. E proibiu a firma é moderadamente ounusta O planeta
Umvc:Nidllde Haf\'aru. u m1uur t:v que CUJda das planL~ ali de tocar écnpovdc M! rC:C'UJlt:rur" ,I!Ctc:UIID " Mil\
pecuilista do mundo em Comllttas c nttquele vaso. onde foram planta- desde que de1xemos de: agredi-lo c:om
um dos RUiore~ da ma1~ co111plc:1n das outra.s espl!cíes tropicais que tnmonhn ínrcn~•dnuc: " •
obra wbre o ar.sunto. Amf, puhlico· pnx.lu1cm umn ~utntãndn nutritivn A,..,.,. P•l"•• ,.. w..hl,.-ton
dJ. no ano JlUliMIUu.
Para surpresa de ambo!.. Wilson
paro as l'omllgas. " l:.stoucnando um
ccm!<i~temn tropical completo notll- questões científicas
nAo roi eapa7 de idenuncnr Respl!cu:
invasora O ClCniiSIII levou nl~tun~
c:xc:mplures para ..crc:m c:JCummtuJu,
111! umvemdadc: e. na \'Irada do ano.
cntóno". ri Katbryn. para quem as
fullun<- ~o ~um maniVilhoso lem-
brete da exlrlorduuiria drvc:rs11iade
da Yld& 011 Tc:rm"'
lctdt•,..,.,.,.,.. du \\\\I
Efl3dl» ~ ~ IWd '• f~ 12!10
24m Sl NW W.t11111g10r1. 0C 200J11JSA
Bruil FlltllàO ~~ 1»11 1 Nll..na ..,t'
" -
que voce nao
C1ooot J R ~ SI I I SlA OI OI tAlco 8 $dl.J

36
~'Of ] I{J()(J &u/lltl DI

SUl iW ABRa. 1~1 pode desconhecer


Ogú mais IHIICIIIII .. 111 1111r1 6: O exceao de oa ..Wii1a• • t
1) o:ogemo
preocupante porque:
e) esse~ detu cnlnlr 11 htzsolllr. mns nlo dctU
14 Supercondutom do:
20 Acamada de ozOnlo 11 là. .llrl
é Importante porque:
b) ps carb6mco ~ir
o calor refltlldo peln Tem e) fios capazes de lllln\portnr grande quantidade a) ela tmpede que o planeta perca umatlnch: p;~.ro
C) ltltfOlêOIO b) pode ocup:1r o lugar do OXJgemo r ,ufucar ()5 de: eletricidade o espaço
~oC:rcs \hOS b) semelhantes aos o;emtem~dUI CW'eS. m ~ b) chs tmpede a entl'llú.l de mllll> ultrnvmleta
c) o gâs é tóxico para m seres VJVOC mois potentes \'Uldos do Sol
c) fios que lrlll portam c:h:triad3de sem rt:Sisti!ncia c) ela tran m•tc as rom~ p!!lo rudlo
Os terremotos OCIItl•

1) a Terra cstt c:PCOI hendo c: pn., JS'iO e:o; roduas


lia 1uperffae cohdcm entre~
Ocomputado~ 6:
15 Na época em que os
1urg111m 111 Tem: 21 As estrela~ que u vlem • *
b) a Terra estJ em cq~anslo c isso abre gran~ 1) diferente dób outl'ti m:lqu.nas porque crnpnep
rencW lU wpcrfkie scmtCOlldUtOJ'C) 1) 01o inset~Jii c:xhlilfm hoi centenas de anos a) pcrtcm:cm a di feren~ ~ldxlU.'
c) • ~UI da Terra cst' di"•dlda em placas que b ) diferente du omnu mliqUJJ\liS porque emprega b) as b3lcll1S d exist.uun h' mllhat'Q de ilftO'o b) sAo uma pequen.a am~ra entre nulhõe)
~ movem e cohdem enLre $l mic:roele lfÔIUCIJ c) ~ tnseLOS j.S en\lt m hd centenas de rnllb(k.~ e:tisccntcs na Vaa Láctea
e) dtferen~ dlrs out~." m4qwnu porque tem um de: dnUS c) são uma pequena llmctSitll entre bdh~
programa exi!.tcntc:~o na Via Láctea

Os 11101 ...., ....,.....:

1) fc:iJ~cs d~:
tun\ do!IH.hlll de CUfl!.ll clétnca 10 Aevoluçlo algnlficiiiM • 11m llnl:
16 As molkulu ulatenta em ••
ct~po de 6gua:
22 Olllorm6nlos d o , . , _
b) luz comum. opcnns mnb contcntmdn 1) Silo panlculn.'l muito pc:qllen•s c em número
C) (eixes de dtomns muito Dquecidos 1) pnsSIIm para os filhos aqwlo que oprcndllm infinito. asto é. nllo podem ser conlndas l) traosmttem sinrus e.ll!trlcc:l:'. no t'ércthru
b) tendem a 'it t~mnr cada "C7 mnt~ intehgent., b) são mutto ~qu~nas c em grande númcm, IS'to é, h) atingem 100~ 0!. ôrgisos do corro. cuntmlnndn
e) podem se tronsformar. de tul formo que podem ser conUtdas seu Ctuu:íonamentu
<.eus df!l'Cendcntd tomam·<.e diferentes de» p:Us c) são tão pequenas que o ku mlmc:ro nilo c:) combatem O!> cvcntwm agressores du orgum\mn
Overto 6 mala qu111e • a raz diferença
lnvemo porque:
I) em certas época<~. a Tem
b) em cci'1M épnca... o
e<otll 1"111<> perto do Sol
I é mrtl< ftii\'O:
c) como n Tem é inc:lin.ada. 11 hu aolllr incide
11 A ctlul1 llum1111:
17 01 vfrus diferem dn Uct6rtll ,.,11: 23 A uprealo nldlo ecol6tlco

moi• diretamente sobre alguns conuncntc:s 1) tem algum milrmetr<l'\ de CSJ'C\.\Um c c:nnttm 1) o luga.r de um OI'JllllL'<ffiO no e~~"IC: mil,
cleT.erulll de p rotdnu 1) slo menores e causam docnçm nuh gn~l:l> como as 41\ ore~ no 1:1u0 dOlo m.u:aW!I
b) tem m~m ou menos I m1hmctro c contém b) slo mc:non: e seu corpo nllo ~ protegido por b) o papel do otpn:imlo. comoM:I'\trdc: p~ paru
centenas de protctnas UJD,J membi"'UUU as onças. no C3SO dos miJC:lcos
A ••ttDJaaria 11dllcl ,1111 crtlr e) t dcYJ:nM de ~e<. menor que I milimetro e c) não M entre ~ oucroorpntsm01o nenhuma e) tanto o Lugat qUWJto o papel de um orpmsmo
novos nm vlwoa ,_,11: con~m 11l!lluln:s de wl><llmdas dlfcrc:ntes di!c rc nça básica no ec:usstStc:mll
1) é f10'~1H:I aut.ar dtferente\ anlmrttS cnLrc: 5l
b) as células dos !leres vi\ OS~ toclu tguais
t) UI> gene ck t~ 00, ~res runc:iooam de acordo
com as mesmas regru bdstcas 12. Slo lodnractlaç611111bD•IIDIIIII: 18 Energl1 e mat6rf1 do:
24 Os amlnúcldoa titio 1111111•11
aos genes PDf11•:
', .· 1 ) Uifcrent~ j;i que a ~cr 11 noo sem peso e 11
1) \'"ClltO solnr. 1u1 e
ondaS de r4d.n 1) são substAnoas que corroem O'IJCnc~
b ) mlc:roondas. mrrente elétrica o~ fios c calor mnttna. s1m b) suo frugmcntos de moll!cubs. com 11.ç Qlllll' ~
do Sol b) diferentes., pot~ a cner}tin rulo c: uma su.b stlnd.l próprios genes sâo construfd'"
c) ondas de rddio. microondas c: raiO\ X cl eqwvalentes, poi~ podem <.c r traru.rummdus uma e) W'lu pequena., moll!culllS, com as quab D:. se•u::.
na outm constroem as protefnas
a) em linha reu1, ao pé claqueln pe.~
b) um pou('(l ptrm n frente .
c1 um pnuc:tl pam trá'>
13 A velocldJidt dlluz, de • •
quiiGmelnll por aeguldo:
19 Dizer que os genes do ntolhllll
da heredlllrfedadt alplftct: 25
11} é a mais ulla \C:Iocidade que il mtllérln ou
a cocreia pode ter no Untvcno a) que sua tnretn qufmicu é dctcrmmur 4uando a) esgota-:;c: 1\ cnc:rgro de uma e:.trcla mu1to peSI:Idn
b) pode ser supemda sem matorcs con~qUenc:tlls. e como devem ser fcuas tod!li u outnl.) c ela ca.t sobre si mcsmn, dcMrulndo o,c:~ 1homD!.
embora isso nunca tenha sido C-'b<erva.do moltculas de um o rgun i\ffio b) diminui n tcmpennum de: uma &fliOde ê$1rc:la"
at as moléc:ula formam gases c os ••amos. sólido! c) nAo pode <.e r alcançada !'()f rniOll X. b) que sao mmlbc:UIOlo molde~> onde os ser~ \'ivc'K seu bntho toma-se lMt•hel, nu puJ'I!mt c:
b) ~átomos ç~o rcn<K de mol&uw microonda ou unda:l de ,..,ho comam formo onses de n t;Q!f r) um bumco negro nu centro de uma gnluia alrni
c) as molc!culas )Jo feitas de lltom\n r) que <oUa tnrcfa ~ estimular o ~mcnto dlh e aquece gmnde quantidade de ga)C\, c:mthndu
cmbriõelo em~tgi.t lummo<o<~
38
sue u ABRil. t991 39
Respostas
~--------~=====---~-
J • C. Lmlx\r.l e-l'~lld.JiJil \ t..JU , O Otl!t(OIU rcptL""'!OIU O;>mO nluL. 'olkl {Otm.l) 't"mi!UlftnU."' de! C:lll'I'I!J.I
ll 0 da ntmC"icra, contr .1 71Y\. ôc mltt>fcruu ctétric:a o: m:t~Odll'à. O \enio -.oiJH •
corrente dttnra 'luO fom\.ld.l~ por pan ~eul:t'
2 ·c. U mnvtmc:llll' da• plac• n>t11~ q~~e •mloluJam ~kl~. nlt• olf"IÇ!lól~ CTh:~JII.
COIIIIIICnt~ C Cla!IUIC" C\pllca dt\CNX
f.:11úmc:m~ Curll(l ti c:rurç&'<t \ ule>1111Cll\. M IJ · L A 1:!<1\lcncnt de um hmrto: dc \ckiCU.biJo.: ao Paru m' cntar al· Porque oomelcrérro:. an· A á r. o re dn ~bedonn
tcrn:mtllo. c li\Utgi~IIIO cbí. moll&.anlu> Unhe!'O c um do\ pnn<-'IPI~ lulldallkntlll\ tJ.t gUITUl coasa sâo ugos se ha tnntO'I c-IT'OS nao c a da \-1d.t
f'~!CI mCldc!rna <;.; um c.ha de fur •upo:n.k•. ~.-.,.,..,.
nCOCS!>áriru. dum.
l· b. O ~r C:Oiht'tc: em um fct~c de hv etiCn:llte. 1\IO
" oo l.lwtii.Od;u. .1) partiCUla• lummllolol"-
a\C f.lto IIClrrctart roruc.-qu..:na.t.~ tmcn~' p:tra
tuWI o clêna.t. pc.,.'ioas: umo idcnh.1a
novO!> a escolhe r?
,,,
ll«ttMd ,.,. •••
·~
,..,... ....,.
r.W.•t:N

OS fócon., - CMlhl ompuclh.ld.J• fm seraJ , Oi combinações c: a oumr ~ Fi'dq·~

r()C 011, •up m u.:11(1rdt/ n.td.:lt11.:11 11.• 1-1 • c.Soh trmpcrntul'll' muna ho~i " J1<l<km t'\ln.IUirr colhe.
dctrlCIJ._IIk <oc:m I'I:$1~IICI.I , r•ICl l.', llJ&l rcrJcm Todo' ll'l f_fm t: m o' , ..ll
4 ·c. l>c\'IOO à mchmtçiln tb I c:rm em dez.cmhto. o enel}llil .00 fonna dt- c;dur A tmajUnnçln mlo c o UJ tlb<.aJ FU> C IOVN \ C'-'
I kmll>fcno ·u1 fKr.t mllt\ C'CJUIO n mdmçilo le nto üe nl1,wn' homc ru.. Fl'f~N:M B»eon
1561 I
1o0lv: \em dal o calor llu \crlio e. no Hcm11fc!nu tS · c. <h rn11m1renK. 4uc u~~:lucnt õb llo~l.:ia• . <1J\H:m . ma.\ . sim. a snúdc de to- Fi!o)oojo ....
NHrlc, u f no du tn\ crno. 1-m Julhu. l.lU•mdo a ct~mll !TUJlll d"llnlu t;k... rcptc••· h.t 6'1 rn•ll'"'' d~ duo. de,.
T crr.t óW tio uutru l.!dt> de ~1111 ürhlla. a •IIUI!Çitl anct\.Jà o. m.ctv' c\btcm hJ $(XI ntílhl'ie~ do: o~n011 lbiiPII W!Ndo en-
"' ln\cn.:. rtoJ rm
~a ~ Tenhn um tt'-'lmtu par.r
111· b. A-~ n:wk"ctlla' f"J<lcm \Ct ronladil' porque tolrn um
5 · c. Genes i.Jf!ntÍI»'o rct•ltlllm rullÇ\~"' tc.lênti<;.A n.l•l IAilUinho bem dchnrdo Co!rCII de .xm mtlhl\c: amnr n verdnt.le: m"' ~
As convicções são mo~ apcmt' um tn.~unto.
tmponn em que: O'IJllnhmu -e cn~untrcm: pur de'~ mcnur que I ~onmc:1r11 Ou.tndn...:
inimignc; da verdade
Podemos flroucnr atos "'-~·-.-.- (YoiiMfe)
15-_'0, podcnt '!Cr lrftn\lcmkJOo de um w~JSmo
paro~11utru.. bu:: cu a.nl~~•tnlunwmcnt~l \ln
ell!:'ó::llluma ~en~tlta

6 • b. r\ bolo c.•n«e~n 'u11 •cloc:u.J.uk n num~ que~~~~


dl\ 1de '' Hllumo: que: ucup.rm J)'Jr ~:~ tunwnhu.
tcm--.c: o numcru de mulL'1:ul.t.l> pn..... ~:tlll:'

17 • b.(}. \'Itil' pnrcum -.:r ,1) uniCII.' furmu~ "'\ "'


doutuldJS do: membrum1. c::mrt:tcn~ttr:ll c".cnn.al
nobres sem Ler de domi·
nJr u tcrru c o mar.
.-, __
384.Jit2
~IIH'JO
.c
que ut- mentira!\.
F'r/ltdrit:lt Willwllm ~
, ..... 1900
Fowoio~
lc111J I ~fi
hX»oio l1ln:Q

A ruçn humnna c ,ltll\<er


ohnJ!adJla pdmr (como quunt.lo d~<:~a 110 wlu). de rodas as ct'tuiM. O homem que o uve a ntuJu por sua trntljpnuçiio.
E~ ult'lo c um dll'\ pík1fl"\ da r 1\JC.II! dt:rrubou
o ronc:ctlo de qu.: 0t. C:Ot'Jll~ loÕ c:nd\CJ'\ .un a L8 ·c:. 83S1a1Dlenre. cllr."lJ.Lh "1!1'''~ mu\ rmcnw. A ll.nlndc tmgédiat.lacaên·
r.u.àu C!ollÍ pt:rdido: da
e 'ICTDV17-D todOl\ aquele-.
,~,
_.., ....a.
...,
Nap' trltt IJotMifNwt•

•·dot:tdadc: •••" .IÇ!lll tk uma furça mas _po1 o; .. tranhn •1uç flill~\•'· c: h• tem ma '~~ e cià o 3!..\GS~.inato de pensamento não sufi·
~ et-•mo a m11ttm \ celd•rc fl•m1ul<~ iJc
7 ·c. Dt rnudoJ ~<'rlll. tnllua ~ d~mcnto qutm~ l:m<tcm, ~ : me-. c:'f!rC\...a.,. "'l"''ltlcncu ~ urru1 bela lupotc'tc por ctenlcmente fon e:. parn
prt'<:nlam·~ na formJI de mot~'nlla\: qu..nda ÔQI'; CUriCCJitt\.. um rarn hnrrot"''ii donunri-la..
nJo ~-,.uu c:urutlu111úos rom outrtJ\ clcm.:nt~
dob ..at o~ igum' «llllllmam·-.c: ~ ntrc" 19 - LO. filhos c:rdecm de an >ttkl com :a,, anmuçi'lct.
411<: ,.., p;an Ih...,. pas.am por m~ 10 de\:'> gç ~
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GMtpo - - g , _ .
1851-11150
"'-"P'IICioncMo

8 · a. Emhora n ldl' rMnt.:o ~•• rclatl'iltnent.- ruru


no .u. ele~~~"" e acumul.l ,;ro~ndc:\ t.JIMDII.llld..~
de c.1le>r. c:lc:Htndu atempo:nuura t.lo pun~L:I .
lO · b.O odln•o no aho ú.t ntma,.lo:fll .a1"410e e rcdw
o~ tmen\td.ld~ d<1lo r ..IO'I uhm~wkta muuu
I A caixa polêmica
deMesmer
CunciooaV<~m como tmãs.
Me<~mcr -rupoo.rruncntc
pnmJCa\11 ço,rrunhas
,'f!.Jumbrou no tmbalho
I
do médico. os
feoOmc:nos que mah
C~TJ"II~
9 ·c. /\ pnllLtpôll carili."lcruucu do• computltl.k>Jc:s ~ No Europa do século tOn\'ubões llOb doent~ tarde seriam chamadO!>
n:ul11ur t,:n&nde número de t'pl:i"l~Ç'Ck'\ em ZJ • c. Apco.t\ .a~ o:"rO:U\ tJ.t \'1.1 t...lctc.a niJ\1 prCI\10\il XVIll o UloO do Alguns. de faro. se

dep.i~ ­ 1
-..:qlknd.l l&.\4.1 ~ fc:rto J'Cit um prOJttamn. ou ...:1a. o ,uftdc-nlol potra ...:rem \>»>ll\ A"un me•utu. magncúsmo para c:unu- c:unwnm e a cmm cru rodos O> outrOS o
WJhl -.!nc lk tn•IN\ÕC' c:udllk.tJ. llpo:O.U uma p~~nc. J'Ol' um.J aal1lllll (•lntcm docnçru. em comum. um sucesso. Prt:õc:Upndo condctt:l11lm e Mé!.rtn:r
lltiMb tk c•trelw.. in~ explicnva o cum L"S.'>:I !\ttunç-Jo, llm c:ntrou pàT3 a ht~lt,na lntdi~ndn mililJr ~"
l O • C. 1\ I<!Ufl•l dJ c\uiUÇoiU C:\liJhC:IC(..: que 111'> '>ele'<
\ 'Í\I;o; podem lli.lh"tr rnutilÇc'Jc.• ull u.:<bO 4.!. ~un. U • b.Q5 hormi'IRICM ~ aamc:to:n7am re~r C'\llmulllt . - amemznn1
renomeno. mas o fnto é
que um tma . 178S o n:t Luí~ XVI
desiW'ou duas comissões
como cha riamo. A
magnet?tempia caiu em
dUcl!>
duón~ .
Jlollavr íl\ CC'Iolr<.t·
mdhotilr ~ua CllpJCtdutl.c tk ~breH~enctil num OU rcpnmtr 11 J1f1Miu\..<l tk UUit,l\ \IIMI~Il<.'lll\ J'Ciúlo dores reumátiCaS. Por de aenu UlS para dcscredno absoluto. Gt...- Mw7
·~ ,~.,,
llctc:rmln:'IIJO ambocntc .-,...., <! v mc.:.onl)mo vãn~ <>TJ!.\\l< adotar esse tipo de mvestignr ns propv~tlb Apesar dos caminhos C:O..wfc .........cro
4111.: l~:~a uo ap.Jrc..,m"ntn c;on.. tnnto: de n•" ., terapia. o m~drco do médicu. Além do obscuros e duvidosos
e-péac na lcrrn M~• ,,, mut11çú..., !1111'101 "~ :0 · (.A tdc!i<s <k nu.hQ, uma d>i!i m11~ tm(J{lnonte) " '' austnaco Frunz Anton rnUl:'JleL~mo minc:rol, escolhido:. por Mesmer PcMjuiso ba.\ica I! quandu
de\ em (lO 11prend11.11do; upc:ml'> a~ mut.tÇÕI:.\ 11<1:. eroln~tin. tndica lauto u IIIJ!at quanto o papc:l.k
~-tluhl) MIXUIIIS nu c:spc:rmntrvtlnk uu nll um organ~:to em dctcrmuwdn ~mblcntc:. Mesmet C1734-llm) Mc:smer acrcdnova num nu pnluca da Medicina. cu estou fwendooqut: n:1o
Ó\ ulo - podem -cr 1)11"-\lldru. de p;u par<t rtlho. teve de deíxnr seu pafs c magnetismo "animal". hoJe. ele é considerado ~i que e"tou ltvcndn

11 ·te. A cc!lul& e 11 menor pliOC iJc qut~1qucr \<:'1 \I\ o:


:!4 • t. Todn5 n5 prou:mos s.11.1 monlotl.ts n p~fllr de:
11pcna\ vtmc molécmln' lln\tell~. •~ llnunuácnlol'l.
mudou-se para Paris.
Lá. valendo-se de uma
próprio do homem e
c::ap;v de curur. Evocnvo
o pn:cursor da
hipnO!.C, téCI'Uca que r
w..m•---- 19111/11J
e~-
nn •t-r oonc:o:hK1n, fiC'If e~cmpl•>. um tndJVfdun Combtnando-1'1s de: \ann~ tn.IIICitll\, '~ llt:I!Ci cniu d~ mudcm1 chcUJ trunbém uma ltarmoma marcou o ~mcnto
'-"'n.,hte o:m umil llnlc:a c:t!IUIII EMâ dc.cobc-n"' montnm mllh.treo; de pmt~llltl\ dHcrcnt""- de agwt. limai ha de Uni\CNtf cnlre O da p!>ÍCOtém~ como
fundou a Blnlc>JUII mocl<!ma ft:rm c vidm moído, homem. u n:uun:w e Prcci ~u de <IULom.ladc
fonna C!.-peCtnlizada
25. a. O! pu h~ ...!t• fel I'-" dl! n~utro~. pant.-ulib com uma tampa cheta os nstM. À exceç.lo de de trutamento. Ulndu que nuo
U • (. 011~ tle nit110. mlt'mt•ntla~ ~· rath• ' · "'"'m IT'UitJrnlt' d.J f fllj\meUwçt\ll do- iJl()tJ\(1!>
de furos. de onde saram um dos membros da<i inclusive de doenças ucrcd1tc nclu.
e-~
tira$ de ferro que comissões - ele P"Í~"iiOTláltcn.... 111115-
T. . . . ., . ,

SUHil A8RII. 1991 41


e
s, a arte de n
construir a vela 1íiit~ 1 ft . . . .\
passa por uma revolução. •
t·a•rt"G.rltn '""· p.vP
..- cortar on~ lll~o qw a
Fibras de carbono e !.IIÜ.otlriaw~ljtí tt<~IOU,C'tllae
computadores proporctonam • IMfru clt nrranita~ CtlfiiO ai\ \SA .
aos esportistas recursos p.'lck- panl .. i•J•r nn ( 't~tn4i. "Oc fcllv. uflll-
ron~rulr ""' ban n pana a ilha umt~t C'Vd• H't ntal• ntAfcrlnl\ c: for·
nunca dantes ímaginados mtdc ~tau p dtpob de ~v nae- ma.. lldaptiMI• • """"''"JCI•
qut• -co
(niAio. A b•l'• do mltoló~lro bt'rcii emprqanwarll•efD«un~".e~pl~a~
ton1inha ainda um m..,trn. ama •ela.
Wll k:mt C'. lltaÇ*• • acnrrtNdadc ct..
dt'U..a. \1\t'rH rara'" dczf'ito d~.
Tlricff)" I
~....... .......
,.. ,....
In·

...........'*""
~ \. OI. t:allp\41 fUid, .. IJilllilbi.. de ...'0\c~h-t'Dio
~ •• \t'ftlo b•uran·l, r M__, 1lit'
cuMta•U·... qw k" '* t~ adP ..
tlc~re' c IJelmnnt. que nprovcn u u
Ouase duas 11:: mpc1 h\'rc pura prat tear o ~u esponc
prdendo a ,.cln. óhvto
vezes mais veloz O ~'\Jn\t\, f1lhncndo Wl me<ma ror-
ma. <! wl.ldo ·"' c.t..co com re'\ina. O..
que o vento mó\ et' '·'" roladulo em \Cib h.tll,llfl""
JJor ulumu, ft~:am a' fciTõljiC:n•. <Ir\ a -
.1n~ulo~ pan:ctdo\ com a~ correntes de tx_,.,. omu'l ru cu~' ela\. além do!.rnstru
vento.~ Alem tlt'\.~0. podem~ prever o me oH>" de nn,~·~·· n. JlCVl~ C".~ncm"
componamenw tf:l., 11.\35 mtuto IJUlti paru quem quer c~ulber o bom camt·
fucilmc:nll: duque o llu' vela.' ".tomplc· nhu c ttanhar Jl11unuu nulbas numa rc-
to Ttucrry L ma \ 'C7 nu tl~:un. o Técmt·a.s guw "Antc• J,, déClldn de 711. nave~·
A t'ttllpltltll che~u til é u decolar va·'\C unicamente com o M:~lllntc . c:qut·
Isso porque. quando ullrnp:~uu \'c pnmc nto nltco CUJa prcClsíio c de 15
IOCidadc de ZS o~ (47 qutiOmetros por qullómctros. {}, '"'llumentO\ at uo•~.
born ). o barro é ~u~penw pclu ' 'enio c rotnn oüi'S ~~~l:~cmtoj:.l~dc •~•cmn
rut' C!tü wucumc:nte ~uhre trê\ fmú.lu- de f'ti\lciunnmc:nh' Cilol\nl. tfUé trnhn
mmas coiOClld•.l' wh u Cd54:U, (c: ito p~ lhõ! .:um n au\Oto dr: d.:toitll 'i3tcltll:
inclirutdot\.11 tfUC dtmtniU '-Cn\1\c:lmc:n- em urh-tta fl'tl.rr h~.tdt" d dt!t~nas de
tc a ~uperflctc 1k atnlu cnm u ílgua ccntrtl) ili: c:.tlculo c~palhadu., pcln
('om.truldu... em hhra de curt-ooo. um mundo. J.io o pc1nto c \ato em qu.: n
mntcrial lc:vc: c super· rcststc:nte. c:~Ses b.arcn-.e \IIUU com margem de erro não
fmls ...uportnm o-. 700 qualu~ tL cmbar- çupcnor ti 'i m~tru'
ew;ilo. cmburu p<:~m t.au \'C:l~..., me nO\ " A lucahJ:Jt;.lu du t-.uro. ~un 'clua·
·como u h.troo fm concchtdo com o dadc cu~ cond1çõe~ M lt:mpc-t <.ao nnu-
ObJctt\iCl llntco de b;ucr o recorde de j lto;nda.~ Jl<lr um c:umputudur de J:,vrdo
'c:luetdôtdc, h:m c:tructcr!sul!ib muuo ~ que indu:11 "mc:lhm rnw ll'>t:l pc:r.:-om
~pc1:1ul\" .eM:Iurccc 1 hterry -umo du~ • Ju". mlunnu 11 cnJ!cnhcrro oaval cario-
nuus tmportant~..., é a [tssunetnu.- Como 1 cn ÚU'IIovo d11 ~'" csrn 1 urre~ um ap111
um dt>" cn'ccn '>CI'e upc:nu' pura dur ~ 'tun •dt• por ' clettU\ que
equtllhtm c pur b..U llca a mator pane P'"'"u u' ul ttmillo féna.'
do tempo fora dn á!!ua. nl\o é ncc:essáno I)Crt;urr.:ndo ~ salõ.."S nú·
que: tcnho1 o me,mn umanbo do outro UIICir\ de ( tl!llO\ a I! PBrt\
nem u me.m11 pc~. · r-..tudumo-. 01da dep.,n.amc:nto d.t c:mproa (runc~a Jc: I htJC: em dJ,, """~ 'eletrCl\ dc c••m t\ntc' de fotlc:r parte du
cc:numctro do b.tn:o pua que r~ o 11nm:"u um do~ mmorc~ c:un\trutor~ pci!Çio, O le\ lar f01 \Ut>o.ttiUldo pcJr Unl nwhthitrto de um barro,
mi.IJ'> lc\1: Jlt>"~t\c:l " c•ln(ll o luturu cn- de ll.lreuo. .I 'c:lu ILI LUrt'lf)U. 'I.ou c ,\ hM •~ac.lo 11~' ~c:'"' m:t" r"'"'"nrc. M ft· porem. 3 mrormáiJCtl par·
J!CDhearo. • am!I:t que por ISM), 'iO ~ que: C\\1: ~ror dn Jcnnnc:nu c o biln:n !lrllS.Jccarbom•. dom~"'"''llllxilletlmU IIUJlll W' 41cmlll t:Ul!'lb
ntl\'cgar c:m cnnutÇ(lc:' tdet~" num.tlk· clll'. ulunoo. w t'n,ta tt!m o mc;ooo no 114-"flumaccd.:ulujtllr a colmcta- tr~ du JlniJelu c: cun~truç3t>
terminada pc~açflo • me "Ele Úc:\ljtllU hem" rc\ oluçllu que \CLO muh lc:'e Tr.11.1 -.c: nn ~.,..u, de dJt nuu Tuda:. illo plan~
huuvc: nl)' lllumn anth cm todo o um11 c:-.uutur.t cm p.1pd cnrt.lu tmpu:J?,· du' ~a...cv,, que lc\IU\ urn
proçc,.,o de conccpç;io de~ hMCCI\ ". n.1do de r~i.l. I.'II)IHh:-..·nho l c pr~:ct-.rt · mo.:w' pura M:r d~nbo
A alma, or,gulha se JJrcmnrel. 111COh: n 011:!\01(1\JClS CO,I!Cilhl>\ll'IUI\CO dn~ 11!1Cim ncam prortlll'
entre duas Ou" l.tturc~ c:rn c:!lp<:otd lunÇlirum u """ lTmdu~ pc:l." .tbclh;h Uarcul> de crn qu.: ~t:1o d e dtn s''.
camadas ti!cntcl.l de con~ru\íiO nn\·al ao patiUTlar crl.l/.t.im :unda utihtJ.un e\putnu de ah.a ~"tmplifK-n (I ~arquiteto
de pele 4ht nltn tc:cnnlog111: n~ null~rtnl\ C<~mpó· dcMtd.&de ~· hnt ..... c~tt• um tlpc1llc rm•· nuHtl Vtnccnt L.sunol
\i li)'. c 11 crtl.lç;lclauxtltudll por computa llctra truuo. leve que u cnrtt~;a Coru.trtur Pr~·H,...t , -Tudn~ a.' cunu.:-
dm lm:ump.~ru,c:lmcntc: ntdr) ~~~~c' c um vo.:l~tto
em ..smdutchc rctjucr uma tcrl\ti ca' que pedtmo\
(.oro IOd:J CS>il resiStentes duque c;r., matcnats trndto· léCiltca muno apur.tdd ruds:m ate :.c:r le!tUUJW.
lcl:nulogm. calcula· tinO!\ (UUHI.:tr:J aço c alumm•M o~ que Jntcrtcrc nn r.: 1\ICRI.'Iíl tlu c.t.'CO. num.a "'f"'o.: dr: retwtll ,tmuJada l!fll
<õC que o c:~unta~ rom~ll~. como o nome rndic.1. ~o pmt.tntu. d.: toou tt han.u . 'ubbnbn rompuuldor' .•~nta~u"~i~14J'C'
da e~)lu trnncc:\oa pc~"' n.a~cgar I!> um .:c.IIIJUOIII \Jc: \Juw.ou mat>l"!>tn.llum\ Or..ntando Bruno Bclmont t'nr l'o..U, ne<.~ clnpa. Vt~n Ps:tcj,!hc:m. <.X dtil~ rrnnc:C!'Ie"> o;c
'..:~:..:!> m.ab d.:prc-.'\3 que u vt:oto Em· com cann:tcruttah dtfcrentc.' lo um a viagem. coiiXl! ·~ urna pc: hcul;l de plá.\ttco, que. encontrnrrun no conccttuad.J 8culu de
burn nGu ~ Ç\tnhcçn •lrmddnr f)U hd/11- h11m cxc:mJlhl da tmnçfer~nct.t de: tcc de~olto com 11 .IJUda d" urna lxlmba l.lc: ViJCUu. J\rquttct u.ra !'-.1\ 111 tk ~ulhampton.
,,~ de cru7.eams mnrttamO\ maere~ado nulngtn !u:mnriuuca ,, ccmsrruçiio de sat,lites -.em .:..pro.:maJu cun tru ü culm cus c a l n~tlntcrrn. c cm I'IK' d~csdmtm rrnb:~
c:m copmr ,, fllrmula c:xatJ.t dn "" C.:ntri· bíllc:05 Como nos ma.s modernos avt- pnmcaro pch.: de curbono. ~ o' m:uo fn7 lhar em dupla.
co vd.:tro du l:.n~t3 o lcndcnc•a. corno õc~ de comb>~tc os cascos dns vc:learo' c-.cnpur " que ,uhru l.la r\."'<1011 c.- obnga :-.u di!O Jlll""~•do. \'un Pc leght!m c
dn Formuln I 3~ carro'> de pa.;.~eio. t: ~rro fntmcadn~ "em '1.1ndukhe-. um Dcutro de um osJnr• mntcmti~" ficur intll'>'clc;ulv~i<.­ rré \u~t rumm o' rc)pun-.Jvci pdo
adnplllr à~ p~Xl>tbiliúndc!t dn r.lbricu~n mulcrial. thumadu ulmu. qu~ l'ica ~ntrc: molde <lu c\n tu tu· O produto c lc,•rt!ltllll.l fl1mo c condu a prujctu de dut\ !111'. trl!\ hnrcCl'l vence·
c:m série: "' mc:lhurc:' 'nlu~.., uuli1..1 dua~ camdd:l.~ de outro. chnmudo pele manhn d•l c'"co. lSU Ccl,o,t u~. p.tro que u nu~turu cndurc- ümc~ de umu dii\ mnl~ ronromda!> re·
das em bitrt'U!>Cum~htdiJ\ tU ~·c.te~ para AMtm. é ~· vc:l 11'>.\0Clll r il lc-..c:t~ de .nlttea ·..e o tt:odn de fihra de earhcmo. ç.u na fun11ll dt~ ~'ll~u Rcllmdu o film~: p.nta:.~ ® Furnr••· ,, Ruutc: clu Rhum. u
umn llntcn tégallll ~I r)() r '"'~()que ~&a· um .\ ntttdct do outro " l:::m 1984 fiTe quc ~nt c:m ....:{lutd.l ~·n.:harCIJdn de de plasllro. úU tra ~.una..J" tJc tr:odo l.lc: Rur •• dn Rum a\.-.am chnmada poratra·
mos em O~'~"W' ~clctrll' de cruzctro tk mo~ o pnmetm h.trat de regdtn rota f· rc:-..rna O:J"l-''· Subrl' .:~pele c iJ\\CnHt· fibm de C<Jrhcmo c colocada sobre o \Cssnr o A t l.\n tiCo. de !'.ntnt .M nlo. no
hoJe o que: le-.a.tmtl\ n~ regat.J de: tlO 11'11: ntc em !oilllduíche de c:spuma c ltbr.b .Jt1 lj nlm.l dn ~'lllmc:tn. qUI! Jl'fll\ Cita rl colmcta.. o que .:omplc:tn u \anduldl~ nt\Oc da I r:toç-a. a J>mnte·a·Ptlrc . e m
rem ·. re.umc o Ujlatadu Jean F runÇ\1~ de l c\ lur · • c;<•na.a BtUtlll Bc:lmont rc:'· c~C'~ de CJ'Óll"l pam -.c col.tr pcrfetht- · Rt.-pçtmll>.,l.'ntaurudourr~ <oo lm· Guodalupc. Anulha• rrun~... o,
lk l'rcnturcl. ducrua .lu t.tmbém cha- potb.l\.d pcl~l ~tor de compcuçõcs du mrnle <H• tc.:idn d.: .:;111'1\snu•. ,, rrco prcgnamM o tc:adn unn ~"ffC\'11. Cate· paniClpanto' et \ clctm~ com cc.n:a de
mado T~cntça, A van~aJa,. nt\Ctl 'iO. um m~..,mu dcp.art11mcnto da Jeannc:.au. Ratoqllfl'l fiMJs no casco d#J carlJono -..\U D3 COidJ\Cm C trn~lrt.tnll''tmll flOr· nm .. o \actto c turnamt" u o~qucttr". UI mclnl'>llc Cltmpnmcnm <'nm !>~5
IUHJI ABRIL 1991 lU~ A8All. 1!191 45
""
Um proieto
de 40 milhões
de dólares
tonelada,, o Pírrrr I". um t rimara
(barco de trb cascos) coMtruldo peL1
empm.a Jcanncau e ptlotadu wlitúna· Uma vela e uma bola
mente pela francesa Aor1!no: An baud.
completou a traves.~ia de 1 200 quilô- para explicar as cônicas
metros em cronometrados 14 dlas. IO
horas. 8 minut~ e 2.8 seaundos. um
r1!c."Ordc. - Multo d:1 "itórin se de\'c à
habilidad,e de Floreru:c-.comenta Bru· um sábado cnsolnmdo dn final de ONrvc que o risco~ o lugar de lodos ra paralelos O Sol t 11 chAma de uma
no Bclmont. .. Ma também Conun dcci •
)ivus 1 precis!o o<b c4lculos c a utUaa·
N Jl nclm encon trd -me: c:nsu~~lme nle
com um ex·aluno. hoje JOmnl&SIII Para
os pontos que tem 11 pi'Of)rn:dade se-
{lUlnte: 11 wma das dl5tdnCJM de cada
vela pratiCIImente mfimta. E~licu.n·as
- elipse!~. circ:unfeJ'inrut).. piirábullu e
çto de fibras de c:nrtxmo at~ no mastro, nunba surpresa. em ve:~ de tur.r eo ponto laté os pes dus duas C:.lll<"a~ ( ro- btptrboles - s!o dcnonunadas seçOcs
o que representou UJ1UI rcdtlçtiO de O C<lltlmilrv Tecnk:as Av~s; o l.utro ct. tKnolog,. ~~eroesp«ltl/ mcntáriossobrc a guerra on Golfo Pér- 1:0'1) é constante e 1gual ao tamanho da c:ômca~. ou npemu OODICO\, fl01~ as ob-
30% no pc:su.- ~ICO. ele meeonfes.'iOU q~ empre quat corda l~ <eaonando. por meto de um
A!. ~da). em tcado de c da lmJII)tnP.uarrojado tnU)CU ac:nlf- sa~r o que eram c como se rcconbc- A cxperienan pode o;.er repei.Kia com plano. doil cones que ~ opõem pelo
fibra de kcvlru. romm fJCO e tecnológico de Porb.. Na mesmo cíam as cOnícas. ou seJa. as parábolas. um11 ulbun. doi' prc:~ bal'h:lnte e um vtrt.Jee (figura conhecida por cone de
concebida.\espc!Cialmen. cxpos1çlo. foram construfdos um bar· elipses etc. Ciente de que meu tnterln- 111pi~ A ponta do loipis pode ser consi- duas foi h~).
te para es:sa rompetiçio. co d~: regata - o Truruat. de 6,50 me· cutorquc:nn Ulllll informaçllo e m\o um derada tlm planeta. t:<.tmo 1 Terra. 'por
levandu c:m eontu os ti- rosário de fórmulas e aborr1!c1dus ex· \!Xemplu. O Sol estará em um dos pre· l.nclinaçllo do plono 11ednnado em
pos de vento que sopra·
riam sobre o Ptt•r" /"
tros, em s:mdufd1e de: fib111 de C'drbo-
no e e~umo de nltll densidAde - e
um c:ntnmnrll. em balsa. Este llllimo
pliroções. lhe sugen uma cxpenên·
cla, IWilldo umn vela e umo I\Oia,
~os (focos). c: n t'lípse 1r11çudn é n órbita
do planeta con~idcrado.
A relnçiío no c1xo cc:nlml é o tjUe
dc:tcrm10n o típo de clmlea ohtido
llntrc: o Europa c: a Amé· fui construfdu IIOlo peduc;u • de: pois en- Imugine uma velo de compri· Voltando • vclu c 11 bola. qu~~ndo a Ouem primeiro e51 udou C5..'!as c:urvus
rica. Desenhadas por caixados, como num q ueb ru-c:~beça. mcnlo aupc:riur au diB- ultura da lltla ror igualao di!mctro da fot o geômetra grcJ.W Apo-
computador. as vehl$ ~llo ~ As.~im resolveram-sem problemAs de metro de umo csreru (bola). \'rtmns obter uma sombrn lônio de: Perga no5éculo 111
reconada~ n laser pelo espaço e de custo, pois o molde foi o llola· parabólica. isto é . .1 curva que contorna 11.C. Da f resultaram oito 11·
E26. umu máquina ligo· ml:l>mo paro todo!> 1\S partes do C:USC(l". a su-mbra e umu panlbola. wo~, c:oOSJdemdos o coroa·
da ao eqwpameoto ele cxplka Pierre Lapone. um dos ~pon · Obsen•e que o centro da curvo c: um mento de: todn n Gcometnrt
tronico paru ~r ritturo- ' • sáY"eli pela expossçAo. de seus rocas foram o.urados para o grega. .DepoiS WSSO.~ no ~U·
samente fiel ao molde. O Transa&, um andu~ de C<lll'tlono • etpCJma Em dezembro tlhtmo, ao enc:c:rmr-~ Infinito. lo XVll. quando o a~IIOnoma
C~turada• a ~egutr fi o30"Salllo N4utiCOde Pon,,o armador nlemlo Jobnnncs Kc:pler
manetrn lllldlcional (por máqulnus de rcscuqudclspodc~quchojeem Jc:on Françoas de f"remorc:l. da Jean· A sombTB que: 11 IUI da (1571·1630) enunCIOU SUAS
costuTB refcm;ada:~o) ou coladM com fi. d~a c! c:hamada c:sponista. -Até o fin:tl oau.exuha\'a·" N~te dc:~anos.obar­ \d4. incidindo sobre a bola. .. leis !'Obre os mo\ uncntos dos
plane:~&. IA homens volta·
tas11des!vas fc•w também de k.evlru. as do século p35S11do. os baroos eram ón.- co a vela vai panar- por uma rcvoluçi<J ptOJcta na mesa é 11 de uma
vela.,- CHpiU.c~ de exerce r uma forç<~ c::c:&, cada qnl <XII1l sua peculiandade-, rompamvel' do ~cuJo passado" Ele chpse. nun sua au:nçto pa111 M
de ate 50 toocladas sobre .. base do obsen'll o c:ngenh<:ITO naval G ~la\ o da se referia 110:> ot~ realizados por Embora. munu ' 'eles, c6ruca~ •
m1Wrq- Ç<lo enfim t~tadu c: 'J"'Ia· Sjl\e1ra Torres. 0.: falO. só em 1891 se te firmas de engenhAria hgudas ao vocf te~ Lido düi.CU.Idadc.s para
das, -E como 'lC f~ um11 c:nlça JCRDS-. ficou prontooprunctro ban:oem sem: programa <Xuc. da Comumdndc: Eco- COillltrutr uma ehpse rw.aula..~ de dese- Jmapnc:. c:ntlo. que:. enquanto con- i..
brinca Belmont. - ru \eza, falUt unw F.no Mnrb1ho.n. feito em made•ra.tom nômíea E~1a (CEE). A idi•a ~ \ ef'l<iYllm<X. a H~llt queimou. ficando
preguinha aqui, outra ali. para que o c:c:rc:a de 4 metros de: compruncnto. Seu tr.msformar equ1pamentos llo dJver·
matc:naf ~ R:l>Cillr lb fon~ t~ construtor. o arqwteto Crands ÉmUc: sos como asas de av1lo. const.nlÇÕC$ em
das eJarcmu:lada presas ao ml\Siro c: Somei. vendeu uma dezena deles. Ne- amcn1o c:, é cloro. mutros c: Cll5CCK de
nho geométrico, o mesmo nftCJ aconlc·
c:c com um jardíneiro qunndo quer
fazer um atntc:ITO de: c;ootomo cUpllta.
Ele: apanha duas C::Slaclb de mndellll e
menor que odilmctroda c:slcra. Teori-
camente vomos ter uma sombrn. CUJO
contorno é umn curva dlomada htptr-
Ell,.e I

nos ouu·os ca~ e IK<;Im aproiiC:IlRr o
vento ao máximo.~
Embora c:nfunadll utllillmc:nte pelo.~
nhum roi conservndo ba~ em OO)Ct~. dig.nmQ.'I, ralant~,
lsso~ oquesc espera dasubstnulçlode
alguma) fibras de carbono dos teeidoli
as finca a uma detenrunada dlstincJa
uma da oulm. A seguir. amarm na.~
estacas as duas pontas de uma
bote
I..
~

alta tc:cnologm, a 1dé1a dR navc:guÇl\o u


vela ~ tllo antiga quanto a mi~tura de
Fibras óticas utlliuldos p.<tra cxm-.tn1ír •~ peço., por
denunclario
corda cujo comprimcnto t!
medo, fascin 10 c: c:urios1dadc: que: desde dlatorç6es
fihrn.' óticru~. Esta~ 'iCIVIr~o ram ~~~­
nola.r com um impubo luminoso e~en·
é maior do
\jUC R d~
..
os tempos prim•tivO!> a imc:nsíilão dos no material tuals dsstorções,. dilatações c tc:ruõc:s tlincia
mares exerce sobre o ser humano. Tro- dO"l matcriuis. Amm. serd ~{vcl prc· c n 1r e Hl~
ta~se. s:unpte:smente, de expor no vento ver. por exemplo. qunndo um rruiSI ro as estacas.
uma lurgn wpc:rCfcic pam que c:Mc u Por IS:.O. uma ru,. eMd prestes ti 'iC pnnlr. 0 projeto WR Dcpoi~.~IÍCil acorda com umpontc.mo Ob<Jcrvc: que 03)> condições dadas so-
empurre e dessa forma desloque sohre soc:iação de aficio- simples, m& a cxccu~o é complexa- c marca no chJio c:s~ contorno. mente poderfnmos obter uma sombra H/pé
1 tlgua tudo aqu ilo que 1:511vcr prt$0 u nados resolveu tanto que deverá coMUmlr 40 milh~ areular se o tnmAnbo da \'ela (~XSC
ela. Ao longo do temro. me"no quan· COMinur um M orhihan. con forme os de dólares e ntlo tem pra7o paro terml· tc:onc.1men tc Infinito. Na pnltica. bas-
do parocolblruirumo quilha era neces· métodos trudicionai$.. O algo mais do nrtr. Nem C.alípso. anugu!>tn deu.'S que:
Sllrio procurar na Oorc:~lll um 1mnc:o de projeto cons•suu em reaJlzJ-Io diante 11010 ajudou Ultsses o se t'ner 11.0 mar.

.~
~ ------ uma que: ele fosse asllll.'iladora-
mente gr11nde em relação
árvore: com a curvaturu c: o uunanbo llo pllblioo, aproveitando \1m3 c:xposi· sena capv. de kvnr túo longe 11 nnc da lis outra' medidll' É por
desejndos, a Slnttele7o do cngcnhu çlo wbre o nssunto promov1da no fim navegação. • e~ 1'117Jlo que. nas aplica-
apaiJConou aventun:iRii. conqui~ndo do ano pu\Sado pelrt Cidade dA Ciêncitl OINIJI He~ de Pllri•

-- ---- . ·-- .. ...~. ........ - -·· que usçõo práuca.s. consideramos
raios do Sol cbcpm 11 Ter·
i..IM EWoo I prt/lrsiO' tt. E.CW r»~·
ÇI5IP$ • Nlll5 tt. ~r» s.to Paulo
46 lU. . . A8Ail1!191
IUfG ABRIL19i1 47
DEFESA DO CONSUMIDOR
,
-.'
I I

..... -
• •

O Código de Defesa do Consumidor promete uma


revolução nas relações entre produtores,
vendedores e compradores. Mas ela só acontecerá - -' -L-
se cada um, sem exceção, cumprir o seu dever

c o pacore de :i quilo\ de oçtlcnr J'C'"' c:xolllmcntc


5 ~uiltl\, \'UfiC 11!1 \1Jf1Cnncrcndo C C:XiJII O que e SI!U. • - \

vucC c-.t,l s.:mlo engunadn. n:cchcntlu mc:nO\ lO I ·-


grama<. (o (l\...,0 tJa ~·mbalU!!C:nl I uu produto que
comprou t.io eam. O rcmeóan pwmctiu ~ qu•l~"' 11rnc:n~~
e m uma \Cm,ann c. '"''-'nntntnn. voc~cnJ~ordou 3'1 Vu 111~ I
8 (a.rm.u:ua. c: rode: d bamna.. Cimu:. r: '>< 11 hqUJtllfictldor.
que: no <tnunoo da tele\ lsílo op.Lr.:cw moeodu cnmc.

gelo c coco. M ~ua casa !o6 Cllii\C)!Uc.' f1ucr mllk·1hakt',
tdc:fonc p.tro u f~thn.:ilntc c: C'-1)8 o prometido.
Enfim. d<.>sde mllf'Ço. cum o cntmdJI em \1~or do nova .... . =.....
Le1 de Ocfc..a du Curnunudor. nmgu.:m pode mac. 4
, > .-
....
mundaro t>m\lk1ro qucnar \C ao t>~po. i\ h:• demcnou
doiS anO!i para ser •pro' udi.l pelo CunRn:~'<llllll' \ uJ.:u
11 pc:nn: com 'leUS 119 Bnl!lOS. I!Ill prnmovc umn verd.l·
dc:tra rc:~uluçllu nt."'"><l' limp4> Tllntuc a"tm 9u.: dcsd<:
a ~un apro'ilt;~ln c unc:diliUI snn~u ~lu pre)u.knte d:l
Rt.-puhlica. pnltl\.'ilmcntc: uld,l\ .a~ jtm.nd~ c:mpre~.
alc:n ailib por <>eus tlcpattarnt!ntO'\ JLLrldtc<ll. cn-
m<!çaro~m .1 :.< prcpõ.~ntr par.t OU\0' tempO"> (
n.loapen~»M lubm:untc)dc prodUI!)\OU pre_,
llldorn.s de semçO">. 1\g.!noa' de pubhadadc
Clil.IU1'\X."" de rtltllll C !C h::\ 1..00 editOre" de
-- j_ _

jomab 1.' rcvhm-..llldl)) ~:-•tudnm u~ moc:hlicn·


ÇOe\ que n nnvnlctuslnçllo prll\OCIIr.IUm ltU~
atívidadcs c os ri~cth de que ve nhllnt .1 <>er
chumudu c:umo ~l-n:~J'Win'<tl'ci\ ptlr m(or·
maçõc:~ cnlt'lno'n' po)>Mtdn' n•l puhhco Po1~
de ll{lorn em dmntc. "' con,unudun:~ têm
IJin:tln n mfnrmaçõc' clnrM, ,impll!"'. ohjcu·
Vlb e,!.ohrc:tudu, prc:d~n,.n rl-<ipcttu dt K pro·
du tos que oompram. E nuti' : 11 Dcp.tnum cn-
to Nncmn:ll de Pr•Hcçllu c Oclc'UI do Cvn,u·
midor C\tll '>1:: npnrclhnndo pnrn coorclcnn r
Umli vn,ln rede de IIJWIOI7llçck,, puhhco\ ou
parut:ulan.:s. par•• fiUer cmn que: 11 lei \é:jll --:_
cletJ \'IImcn tc C1.lliiJ11'1illl VcJ.l, u ~tiUII, .. ~
I
nm td.ld~' m.ll' •mP<lf1.lnt~ j.i em \ l!f.OI
48 su... ABRil 11191 SUI'W1t ABRIL 1991
dos 11 serem nuus decentes e atenaosos. Os pratador~ de
SCMÇOS também est4o. ~~1m. loC a pmtura de \UJI ClWI çõc:squc a Justiça amcnC~~nu CO!ituma detenní:nar
descascou um mesdepotSdc pronta.c:hruru:o pintor de \'Oita n pedido de tOilSUilUdort"! insnusfeitos. No Brn.oçil
pana rcfall:rotrabnlbo.scm p.1g.arnem um tostaoamatS. Ao Já hou,·e CIISO'i assrm. em rclaçlo à tndúruia
contnu.arservlços dnu espécie. voe% deve ter o cuido® de automohrl!stica: o proc:ewmentu, o~Moura. de\ erá
pedir orçamentO" detalhaduc. c ~ar contratos que c:spe c:slendcr·'\C a quabqucr oUtrO!> ptodutos roJo.
afaquem pl'li.WS de cn u c,u c de garantia. Nilo se acanhe no cados à \·enda.
filzcr tal$ extgênati a lei obn(tn o prestador de serviÇOS a
ntentll-las. e estcJII c:cno de que ele ser6 o major intc~'IOI!do
msso. Pois se nao pu~r no prrpc:l, bem detaJhad:uneotc. o
que lhe ofereceu pelo preço que vOO: pn&ou, ele: estord OJIJ
SIIBí> mAos. Afinal. nAo esqueça este detalhe: ele podcrd
precisar provar que nllo enganou.
Tudo que()!> rnhncantcs. \'Cndcdores ou
prestadores de scrvrço pmmttercm. sob qunJ.
quer fom111 tlc: publlddAde, pru..~ a ÍIW!r parte. I
automnticamentc. do contnrto tle Comccum~nto.
A.~(im. ~ aquele plano de a~klênàa médicl {
Acabou a gue:rra de remtlnc:ia fisu:a e de paal!naa
promete. pela tdevtW>.cuhenura tola! de ~rvi­
çw de saúde. nAo ndianto o con1111to de letnts • o
entn: comptlldor. \cn<kdor e fabric:arne. O prazo p:tnt mrudmhas c::spccútcar que doença' c:rõnu:as es- •
redamaç<lo contra seM~ mal e~ecutados. ou produtos tilo fora Valeoqudm pubhc:amcnu: anUllCilldo
com dcfenos de labnaçllo. ~rá de 90 dilb (30 dilb pnra E o mesmo se npbl!ll lltl'l rcm~di<K mrlap0$0'i
produtoo. nlo dunlvei') Nos~ de dc~itos dcoomntc:s do., ;,nunci~. ou llCX computadores que !illbc:.m
de (uJhlb de fabricnçlo, proJeto ou montagem. o prn7.o '1Cnl e fazem rudo, nos elctrodom~tu:M que se pro-
de 90 dillS. contados a partir do momento em que o defeito põem resolver todO!>~ problc~ da dona-de·
se apresentou. Nos El.tndO!t Umda!o. por exemplo. quando Cll$0 ct~
uma montndora de outomdvcls det<.'Ctn algum defeito de:
fobricaçllo num modo:lo. convoca os compradores d~~
veículos a levá-los o umn ronc:essronlino parn. grntuitamcn·
te. sanar o problcmL Agmdq tt~im. o empresa se IIJltedpa
à.~ reclllmllÇÕCS e evna o PliLr.lmento de \'Uitosas indctlLI.oll·

" Grande bqurdl\ÇIIo 1udo pela meuade


C"omnnovoCódJgo.oconsumidordnescrm!onna· do pr'-'ÇO". E a fom111 mlllll comum emprc:ttadn pelo~
do rigorogmcnte sobre o que está comprando. ~ aquele comcrc:t3Dtes pa.rn a111111 11 clicntclll. Em geral. qu:~ndo \Ot'Í!
sabonete promcua maw rodas as pulgas do '\Cu cachorro. \ iJI comprar. o produto em hqurdaçto J3 foi bqutdndo. mü~
mas na verdade rer c:air todos <k> pll~ do animlll de M outro 'SmlCihllntc- ~oCm d~nto, é claro. Agora. Isso
esumaç!o. o fabricante pode :~Cabar na caucia. Po~ ~ nílo é mors possl\el Pela noVD kt. prometeu. tem que
produtos ofcrct1dos no mercado n4odc:vem orerec:cr riSCO il cumpnr. Nenhum vendedor JlC')de alegar falta de estoque
vida ou à saódc dos collSUmldores. Quando~~ inevillivcL p..t.ra tleixar de vender com os descontos anunciado.!>. Voe~ O banheiro esUI com um VaJllmento e o l!llconador
advcrt~ncras clnm.'< e preosas têm de const.a r das bulas. das tem o drrcitodc t.:XlgJr o produto-c~ ele ''icrromosimllnr. quer fomec:ér orçamento pr~Vlo. Voe~ u:rmca. mnnda
ernbalagen.~ e dn.s met\Sll8cns publu:itárill) que t1 anuncitun. u:rn de entregá-lo pelo preço d11 ofcrtn. Da mcsmn rormu. os f"-ler e oservtçoncoba.c:ustando mnrs do que u construçiodc
1sso vale lambém purv 01> produtos rmportados, cujos ma· fnbricnnl~ nllo podem alesnr que tletermlnado aparelho um b11nhcim novo. Muua tucnçl\o: ngoro. qualquer -~ervi~o
nUllis devem ser troduzidos para o ponuguê.~ OC1>0heüeo:r deixou de ser fnbríc:tldo, pnm c:sc:apar du dever de dar '16 pode ~\:T t'Xccutudo com a apre<>cntoç4o prévia do orça·
a c:ssa pn:sc:riçto pode dar, aJim de: multa. de 6 mesclO a 2 assistêncin t~cníc:a c: fornecer peças de repogçtlo. Essa oh ri· mento. que terá vahdade de d1:2 dlns. Nele de.,L'Tá estar
anos de: detenç4o põlr.l o fabncantc: ou o \cndc:tlor ~uçAo pemste por longo tempo, mesmo quundo ~ equrp:t· dllttlmmndo o \'alor da milo-dc·uhra. da'> flCÇib emprega·
mc:ntos sairam de hnhn - nn tndu,rna automobillstica. por dn'. u f\>nna de pagamento c - tmponrulllssuno 1 - praJ'oo
c~emplo, o pra7o para manuteOÇ<io de aroqul:) de pc:çu~ d.. lnrao e ftm do trabalho. Um o\ ct aprovado. o ~to
parn modclo!i n:to m.ti' falmc:tldos f de dez IIJl~ !iO pude w:r modificado por acordo entre as p;srtes- c voc:i:
noo deve ~ar oatht uJtm do que c:lc: e:o.npular_

Com c:cnc:u vod Já VJ\eu e»A nperi~IIC\11' ctm1


prou um produto defeituoso. reclamou 110 vendedor. ror Só com lnstrum•nto. náuticos
mnndndo paro o (abncantc. deste para a asstSt~nera u!coJc:a de preclllo SILVA MARINE.
-e IIC3bou de$lsúndo. assuoundo o prcjulz.o De agum em
diante. todo; ele~ 1l1o r~ponsdvcis pelo dereito c ettlo
igualmente obrig.ados a atender sullS rcclamnçõc•. Se nl\u
...,...,.. DOm.--
.u:& flllliH &llllmll QIICI

IIRIIAodll~·
I!ISfiUIENlUS
ElETIICIIICOS
• (c:u550HDAS
Aquele pnpcl11nhn de lttnl'l mrúdllS.que o vendedor
é ohrigndo n preencher. embora f?<'UCOS o raçnm. t! o M!U
l>Cj!Uro para ruturas batalhtü t:.~nja-o, portanto EStornos
!:.55.11 t uma dos moinre~ nnvidnde' tio nO\'O Código.
A pnrtrr de AJ!Orn. o.~ órgl\os puhhCO'I de dck~ do consumi·
tia IIIIC:io .,LVA MAifW. e \IEIMIWIIIOS
estiver llttSfello com o que comprou. voce pode acionar .. ..........,ti(JJ 'ltwd• folando do Ct:'niftt'lldo de Jllnlnllll, quo:: deve ser C1111'CiUe dor mnnterAo c:Idnstros ntualWldos \Jn) rc:clrunaç~ oontrn
lOJa que IN! vendeu o produto e ela estará ubnpda u • ·~ loU,Ili.(TI(A$
as •._._ ·~ JUDIO com a mcrcndorin comprada. acompanhando o ma· Cornecctlgrc1> de produrlb e ~>erYrços. e as fichas c:sLariio o
atendê-lo. Dcpo~ • a~umindo ele própno sua coodiç4o de WII'IQIÇ... a • I D ,.,.
nunl de mstruçlles pnm rn_~taJ~o c funeronamc:nlo do dl)posu;Jo de quuJquer mtercssildo. Ahll~. rodos os b,,ncos
consurrudor, o dono d:~ loJa poderá a~;~onar o fabnatntc E opan:lho. Todos ~c' ôocumc:ntos de, em obng:stonnmen· de dados e tadaur~ dos cnn.,umtc:l()ró. bem c:o.mo ~ set'\ a·
você nem prec:ua provar q uc foi enganado- cabera a etc:s. te estar redlg.Ldos de ronna implc~. com ~ espccific:açOe~ ÇO\ de proteçio ao créduo. p:wam a \t'r C'Uil.\ldcradi)S
vcnckck>r e fabnc:ante. PfO\'Irque nJoeng.anaram mnguém. tcmiCb ltlldu.tida~ p.tra a hnsuattem comum e. sempre que cn11<L.t~ de: caráter pdblico Assun. \'Oet terá llt'I:SSO às
~ nào .t~ \l:ndc:dores e fabricante." e'itAo ohnga- n~no. com rlu.'!itntÇÕCS c dlap-oliJI~ que: faalltem o rnformaç6csqucclcsl!uardarcmsobre \~ Se hou\eralgo
entendimento. tTT!Ido, eXlJII corrc~çto. S<! neprcm, recom 11 JustaÇ'II
50
SUPmt ABRll19111 51
IOI"CS estal"liO SUJCIIOS às peonltdndes no<~ h&nçt'Jéç mensais. aaende pelos telefone\ 45-1-4054 (Grande
trk nf~ei< - ou (I!Jtl . poderM <,<r tn\tiga- Stlo Pauto) e (011) ~5520 (p11111 us dc:ma~ Estados). Em
dos. ~tmult aneamente. pela UruJlo. pckl geral. responde a pcrguntlbsotlrc: n manutençiodecarpete:~
~tadoe pelo Municip1o. M as a nova lei""' e lnd1ca locais para a compra de medicamentos. Todos os
. Este é um territóno onde: sempre foram pralÍcados alfm- da ~h mula a criaçllo ck o~nws· produtos defeituosos ou estTagados silo subsuaufdos.
mwtos abusos. Por ISSO mesmo, está cheio de novidndc ~ pri\·11da~ CJUC ..c ded1quem tnmbém ~
A lém tk não :.en:m mnis pcnruttdas ru.dáusuiiiS C'Cntu em de(es:~ do con.\onndor contra abusos t.lc Jululsoa & Jotmson - Cnado em 1981. seu Depana-
lclJliS mludmhas. que ninguém consegue ler. o IC:CIO. tia tod.:! ordem. Esta. sem dúvida. é a cbu\e mcnto de Atendimento ao Con\umidor recebe o:rca de 900
me~ma forma. tlevc ser cloro c rácLI de eotcndc:r. A5 cláusu· que: levnrá ao ~uce w ou ao rra~ nes.M: hga~ mcllSllls. de clientes rom dúvida~ sobre a utíli7açio
las que atenuem os obrignçOes do fornecedor. ntc mo con~· cnmpo: tudo depende de que as pessoas c as carncterfslic:n!> dos prtxlutu.\ rnhrie<~dus pt:l.n empresa.
tando do df)Cumenw tjuc voce assinou, nno tem Vlllor Se ntlo nqucm mal~ esperando a açãocspontâ· (h que apresentam defeitos M~O retirados na casa do
voc:tentrou pllrB um c:unsórcio, pore:tcmplo. e por qualquer nc:n dos órg!los públicos. mil) !!C disponh11m c:ompnador. e subMiluídos. MO objetivo dessa med1dn ollo é
moúvo nJio puder mnlll pagar IIS presta~ront rutuda.~. n:lo 11 craur seus própnt>s mecamsmos de dc(~tsa . npcnru. ev1tllf prcJIÚl'OS pu.ru o con~umidor"" elfplicn Renata
se dc:sc:spcrc; lodo contrato pode ser resondtdo, lo~o. <:e IISSQOando-sc. F m Silo Paulo. por uem- Monte Alegre. assessoro de Imprensa da empresa.. ~Elo
des1S11r, você tcr11 direilu n receber de voltn o dinllcaro Jà plo.Já funcaonn com grande êxito. o lmlllu· ajuda o Dcpa.nruncnto de Controle de Qwllidadc a dimi-
pago. Naturalmente. tenl de a.rcarc:om os prejuízos que sua to de Oefçq do ConM1lllldor. entidl!de pra· nuir 11inda mais as fal~ de fnhricnçAo". Ouestôe$ sobre
desast~ncla OJIW!rá aos demais comorcindO'I, m.J.lo loempro: vnd.tl que: sóatendl' a pessoas físicas c t111ba· produtos infall115sAo atendidos nC'I!t tclc:fon~872-l504 (S4o
'iertl pcxsi\ cl recuperar alguma coisa do 10\-estlfl\cnto reno lha com Cllll\11~ coletivas. Tem sado um Paulo) e (011) ~3~ (llcmaa> f.\.lad~). Sobre produtos
- o que. 11n~ da mwn le~o ern qu~~K impossJ\·cl EsteJa implldi\·el riSClll da Tclesp. que: arrcat.dou ~-..oau no 872-3542 c no (OI I) 800-3542. Sobre produtos
atento , Utml'lc!m. a contratos de aluguel de amóvcu.. Em dinheiro dO"> ante reMados em adquanr tele· p.1ra !>llúdc no lf12-Jn6 e no (OI I) ti(X).J726.
gcral.elcsseoprescntomchclosdeannadilh~. pr~tada· fono:."' c: nllo uecutou os programas de ex·
mente tscnlM em letm~ miudiiS. dJ!ketS de ler. c null\ll p.,n~o rrClmcl1dos. adia - Só no ano pll)~du. u Suvaço de l nlormaçllo ao
linguagem difrcil de entender. M!IS aqui também nl!o é caso Co~Uumic.lur rccc:bc u l-I lXX) liguçi)e). rl.'l ma lo ria de ~
pllro d~pcru: tudo o que eMi~rnoc:ontrato dcsrcspcit:~n · de um oc>ntn~to
rcdil!ldo llrdilosamentc:. Em cada Eswdo antcri!:\Sadas em receitaç c lnformar;Oes ~hrc como melhor
do o disposto na lc[USiar;!o. deixa de tc!r qualquer volor atuam vários órgtlo!t cujn tutela é e~at<~mcnle tmtur dC)!>aS uulizar os produtos da empresa. Um e'emplo de como um
pnlt ico. nindn que ~un OJsimnura esteja 14 cmbail<o questõe:.. Aco:.tume -~e u recorrer 11 eles. embora munas ~rviço desse tipo pode ser dtrl: fna do telefonema de um
tenham fama (mcrec1dn. por sinrll) de tneric:iência crOna· c:umpmc.Jor que surg.iu o idéio de envelopnr os hambúrguc·
ca. Le1nbre-sc de que também u; órg.;ius púhlioo\ C)• rc~ um 1.1 wn. dentro da embnlngcm. puro cvitnr que pu·
tão suJeitos lllcglslnçllo - nssim. r;e o Procon ou n Aljtuma... empr~~ M: nnteopmam nos novos dn.sscm uns nos outros. O tltenda men to c! feno pciM teterones
Sunab. por exemplo. nfto lhe derem ~ti'ifaçõcs, diS- tempos e mantlm dcpnnameDICK cnOifrcgados de li tender &.12-7400 {Grande São l,nulo) e (011) SOO 7400 (demais
pare ~ua indagnuçllo contra eles. Veja aqul outro~ oos seus cltcntcs. olo apt:nn' f)U\•indosua~ reclama~. mM Estados).
órgáos que partac1parJo de~ guerra: 111mbém e...clnrecendo dI)~ ltbb e oferecendo sugMtôe$ para
o mclbor apn•' citamcnto ~'lua Iidades de seus produtoS. •tun - Uma das nuuore5 empre.~ de produtos de
JuizadO$ Especial~ de Peque~ C.u..Qb - São ór· Eis algumas dessa.~ p1onemu.. todn.s muitosalisfota~ com os belea que operam no setor porw·a·pona. seu Ser.ic;o de
gà~ do Poder JudJc:itlno. que já funcion;un upcn resultados obtidos: J\tenclimemodoConsumidorretthcc:ercadc20001iga~
mentnlmento: em algum11:. cupitnb. Com a regula· mensats. A tendentes espeonliultbs anformnm sobre o.s pro-
meruação da nov11 lca. ~o n CXISIJI em toda Nestlé- Trntlat"IQnal fabriamaede prodmosalimenalca<X. dutos. a mclhormanc:im de ulllitA-Jo-.c: anotamos dados das
p:~nc . Eles agih1.am n soluçtlo negocaada de pttqucn~ manu!m desde 11J7N um ennal de comun1caç!O c:om os con J'C''I()II.~ tn lt-rtssadas.. que k!rilo procurndas pt>liiS consulta-
litígios. coma ucidc:ntC'i de trânsito sem \'ÍUmns. or sumidorcs. atm~é~ d.t C"'oi'Cn Ptl'.tol Ntl~. CEP 01051, Silo m~ tle hclc:,Jt. t.kn:udoriíiS danlrteadas s4o substnuldas e
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doDcpnruunento Nnc:aonaJ de Proteçlloe Deks.~do Cuahu- ~"Uida d11 OfcriçtlO de baiiiDÇIU. ItucÍrnctros. bombru. de \"enda produtos textcas comt'Çftram a ser • •
/,
midnr, um órglln d.t Secretaria NllQonal de Direuo l::co- de combustível c do~ canunhOe~-tanquc que o~ atendidos em ICJSI . Dot"~ nnas de·
nõmico do Minisu!no cJn Just•çn.. Ele está empenhado na tmnsporuam.Tod~ M )':(1\emO\ C'iladuats c mumc:1pn1~ pois. devido ao c\identc êAIIO du • •
deltc:uda tarda de re~ulamc:ntar a lei nprvvada pelo Con dispõem de órg.aos que. de uma fol11lll ou de ouarn. tnmhém CllTiptCIUida. 0 kt\'IÇO roa ClltendJdo
grcs§O. para que ela ~sa $Cr upl.tcada da melbur I'Ollnc:•· c..tiu envolvacl~ n:1 dcfc..a d(1conswmdor. Uma clliu~ula do as áreas de produtos quhrucos c de
m. é. da.ro que: \~ nllu \"lll recorrer dare lamente a BruJ· Código que. com o:na.a. cUro mAiS efioblciaa ~"-'! traha- saúde./\ empresa rlCII aben" paro o
ha quando compmr um produto com ddeuo ou ror "I lima Ulo, ~agora em da:lnh:. t llljuela que detennma que infm· dacmlc. O SCtvlÇO. qut: ro.-eebe ti50
52 SUNil ABRIL 1991 IUPIII ABRIL 1991
PERFIL

ANATOMIA DA LOUCURA ..,-.


Pioneiro da Neurologia, ele ensinou os cientistas a enxergar a
diversidade das doenças menta1s. Suas pesquisas sobre a histeria e sua
mane~ra de hdar com os pacientes mudaram os rumos da Medicina

m ou1ul-n• l.le 181\5. um JO"cm ( 'h.u~t e ~e pROCVpa'-a em afU'Id.i-lo I BC: Wou de: I<: como · o ma•orf~C1c.fu•..a­
mcd1co cbc,ou a Pw.vmdo de \aJboU ~n.Jo notado. 0 célebre rro- dor d. jovem ~ncu d. Nc:urol<~ll. ll
Vtcna. na Au,ln» Em hora a.· (Qo.Or COO\idUU IIQ \C~ O tnlUM&i- plLI ~ ncumlottt\Us de t~ O!> p.u.n
- '•umalk! julcar..c indcaso. ~"" m..dodl~tt.;tpUiobcoororridasrc:uni~ c um dO!> m.a•••re. homcru. da f rança•
"~~m 1 capu.al fral'l«:.a tiniu um ob- em ua ~. no Bouk\11J'd Sainl Ger· 0\an:ot nla IJVlOra\'a o quanto valsa
,emu bem de fimdo cooheccr u - pll· ma1n EJa. oon\c:Nt\·am em akmlo c Gra\c, \tnri, ealadtl. era porém ~ufiCI
lrio-. como dv111. a'\"lu h \u.n aulti Frc ud l!•nhóu doJ anfitriao uma loto- cnlcmo:ntc mdoso para ~•par a têm·
de Pal0fo1w Cllmc;.a c ..W.Cuur com ele ~rafia com dcdlallóft-1 De: mha a Vtc poru a Ctm de uccntuar o. traços que:
.llllll0ln1.1 CC:TI:bral 0 l:'lran~CII'UOpe• na, pendurou o retraio na pan:dc d.a JUI811'B notm:s do roslo. Cra um c'cm-
rava tambc!m ler ac.;'"' a o:rc:br<l'l de \1114 c deu all filho o nome de Jc:an· plo perfe1to dM denuqas de w:u tem ·
c:nançth mona_' para ~wsar !>á qu~ \1artin. Quando ClwJCOI morreu. em po· JIO!IUYI\Ia, acrcdll4\a nu mc:•od·
o meurc traba.lba\ a no l losp1tal La I IN'\, IU!o bl\ anos. o criador da~ · 'c:l prupc:uo d. citnaa c na sua capa·
Salpdnêrc:. oodc aavandc: ci<la(k de e~tphc:ar hldn c:
awonados paac ntC$ eram quAlquer fent\mcno. c:m
mulheres - 1nd.t-' q)frc:n· todo c quakjucr cmup.t du
do de al!uma forma de amh.....:untnto A lrcnlc de:
docnç.~ mc:n._l r: fut por um bUSf"'O que ahnga'a
ISoO que o \iNianle MOlhOu ai~) como 5 OOIJ doc:nlo. n
ftVend\'1 R ~tutnp!l•n. n 10 de mcl~hcoCh.ucut rnol,c:u
uma cnança. mu de um11 <lb5c:IVIIr. anotltl. lot~nl ·
mulher 1dmu vi11m.1 de (M aqullu que duuruava dc
nlro6a cc:n:bral c C:fllltJhlll museu patolóJ!tCO """"
parcinl O cpl~in entrou Cunt 1 monhtnhn dc dad1l.t
plU'U (I hi~tt\nll jlelfl!UC U ctuc c:ultcaonuu duranlc (1\
médico ~c chnmav11 Sltt ooor.de permnn~nciu no La
mUI'Jd Frc:udc: o " p,urnn• n Sai~Xtn~re. asscn1nu 11 C\
quem cl~ 14 ou'" todn ter tudo dn Neumlc~a em bo'l
ça·fetra no llllikk\ anf'ite.t· c1enhfi~
tro de• ' "" s.• l~lricrc: , era Dllcrc:nciOU alu.tcnaliA
Jcan·Mllrttn C'rutrcot ahcrwçlo c da tptlc~IA
Frcud unh.t ll1K' nw ad ~;;;;;,-;;;;;;d;;d;;õ~õ;i;;;:;;:n;;;im;g;;;;--~li' contrano
pfO\e>c~ que C'iiCS m.aliK ao
llliTliÇto pelo t nab. lho de: Extmlo t»Atthh.a• .u rKiodnlo l!pOiev.. na IIMQWFll do que: ~ ~ac\lt
se IUf • ABRa. lftl -
Acabou com as
.
tntemaçoes -
indiscriminadas
lava. nllo cl'llnt tfpt~ do ~lo XIX.
n4o w: manifbtii\'Bm exc:IU51\'ilmente
em mulbe~. nem tampouco eram cau·
~1d011 por d1Sllirb105 o05 ovários. Oc:3·
cobriu d1vcnas enfermtdades novas.
comoaqucpns.wua ter o seu nomc(ou
artropattll ncurogé!nic;~. uma lesão dll
medula que laJ os mlhculos das pernA)
e braÇO'! contratr•st). postulou que o
cérebro nllo era uma m11.~ homQ&!·
nea. mas divtdta-"C em n:giÕcs que co-
mandam. cada qUJ.L pan~ distintas do
corpo e l"ftOU. enlím, pelll primctra va.
uma c:limca ck atc:m.hmc:niO externo
para doente.. mcntm.,
Embora. aos olhO!\ de huJc. tal atc:n·
duncmto ambulutorial p.u"CÇU algo ele:·
mc:ntar. n c:hntcu representou uma es.. Leçon clinique • la Salpétriere (1887}, qu.dro t» André Broulllet : aJte e cllnctll...
péeu: de revoluçOn no dtllg.nósuoo das
penurbnçOes neurológicas, Aliloim. uma o pndcnu:. OU$CJil.tlc passava
ntuUtcr com stntomns de nc:rvosi""'o tm rcvs~ln de uma•.che7 de7e-
causados pc.1r nii.OC::S •~ mnís diversas. nn.' ou me~mo c:c:nteno~ de:_
como c:sterihdnde, por exemplo. niio fl<:"nu~ de um pa' tlh.ltl
cns nutts tntcmodR por tempo mdcter· Almntundoi!CO!>tume. o no' o
mmado no pavúb!o du lúst~ricas. O. prorc\o,or fan:t com q ue a
nove volumc:,dll nhra de Chnrcot sobre cloc:ote cntrnssc em ~~~ 1t3bt·
o stlitema ner\'oso e suas doenças lhe nctç. Dianle de: njudanc~ e
valeram a primctm c:udetra de enstno alunO\, mandava que el;a se
di! Nc:urologAtt do mundo Ele ,·cio a 'ie1' Uc"fl'"-c: cnquruno ..eu' olho-.
também um do-. pnmc:u'OS midicos es- pc~mam cwa rc:RÇ!o. cadu
pcaalizados de que se tem notíaa. nnam~tha C1tarcot nada dllla

-
Examinou, uma a uma, as
aos d&tpulos que: se c:nlrc:o-
lhm\'am c:uttCN>" Rcpetindoo
pruces.o;oc:om as l>~vas pa.
4 000 paciente• do aello
ciente~. til: lnrÍII e(lmparuç~.
1raçnva mtcnninãvcis c:;quc:-
com eM em Pa~.
Um dO$ Iri!) rilhos de um construtor qutndo }ovt~m, • tbtu rna ... diYerc:nctava 'totQma!l
de carruagens pnrisknsc:, J ean·Manin o ..u nonw • um filho Em abll. p~va DOII~ em
teve a sonc: de pode: r eloCOlhc:r ,, pmfll>- claro equdnndo cada det.alhe.
5Ao. algo dCClduJamenlc incomum na d~rc: pacaentc no JOvem Numa dc:ç~a~ mudrugadlb.
pnme•n me ttu.k: do ~~:CUJO paSS!Ido. Ao mtdtco en que ~lc: apn· CUl\'trang~w. preciwu chilmar
notat nd.: urna atrci'Dll apttd5o para o rn.s..<;e O'l bigode. a mulher de tanto çnrolllr o<.
desenho. além de afi.lda mtc:lfgência. Em HS62. cum 37 lllnOS, cal'>oell)l'> com o dedo indialdor
mas soem packrcustur os estudos cb tngr~o;ou no famoso A si· -enquanto J'3..'-\llva honu 11 fio
Uis. o pJt dc:Cldtu que I)() ml!nos Jean· lo de: Mulhc:res do IIO!>pt- dcbruçudo 'l()"re O!> estudQ!>
Manm merecia tra~r os próprios ru - usldc l..t Sul~tnêre.ondt liPTOPIUU um JIÓ lHO !!Jllnde
meb -entre a pmtura e a Medicina. conju~ou por bum tempo que Mnt.lumc ChJuc:ot teve dr
Sem escolha_ o trmi.ío mais velho herda· as hobshdudcs de chntco geral a)m 'L' lente, um galo qut punha um O\'O com <~,Sim cor:nu cod~ ~ C<JftiO'i o.laquelt: de: ho••ple•v c:mn pnstto de: w~urnoçn <;O«trrcr o marido com uma tc:'i(lura
na a au•·•l!adc: pah:ma e o terc:euo :se· pcsqu1~ sobre dtiCOÇll' do sKtdna o número ~b. Os amigos nllo tinh11m trtlp.lCO lugar 0 ilSJIO (ora C:niii)O c:m máxUJUI A ~uunçllo ehc:ttnu n 1111 JXrniQ para que clt: pude!>M: )()ltar a mão
gutria cnrreirn mihtar. Je11n-Mnrtrn não nc:rvo!>u. De certo modo. nti.o havia dsficuldade e•n d~vc:ndar ' o que stgnt· J6.S7 pnro obn~nr umn p!lfHtln~lltt qut que em 17~2 um ~upt~:~tn Mcompltl de Ao cu~ dt ~mltnll\ ll~ trabalho.
.

deo;apuntou o fnhric::mtc: dcenrrunscns. abandonado 11 priltc:J~ do desenho. Seu licava o cnígmn: 6. rue du Çuq (galo, nllo ~ enqundrnvn nos r~'ln 1 4l( pa• mulhcn::," foi ulc!Uidlt. p11ru jU\tilkar chegou &Cl que lhe pnrcc:c:u !)Cn:m o.~
Sua traJetónl no inu:maLo d()) I lospt· mcioc(n~uc:ra vl!.uul. isto é. dependia dc em (rund!\). Ali. Charc:ot momva <lnlc' dróc~ ~~u~ da époc:u l lm uno d<:pPI' um hátt)aro l'llll\.'i.llere promo vido pei BS carac:terfSitat~ lmUtÓVCI,\ C UnÍVC'I"'IIS
tai' de Pam foi nad.1 menos do que minuc:tcna'í ub erw1çOC' e deienhos d.: ocupu oluxutl$11 caso do: Sttmt-Cier· da fundação. m1~1uravam~ no ';('U pá· rorças do ordem OJl\ dc;pcndwdn' do dQ pandl! ataque lustl!nco. " vjilido par11
brilhante A~ 28 anos dcreodcu ~.ese pteciMb de membros atrofiadeb ou de m am . para oock. mais tard.:. con,,u:lnna 110 mulhc:re... c:c~il\. ~urda,. mvahdn~ l..n Snlptt ri~re lodos os tempo!>. todll'l m pai~ c t<tda~
de doutoramento sobre a gota e aos 35 rostosd1 tomdoodewaspaaemcs.N~ o rllSClnndo Stl!JDund Freud. dclentes mentnL\ ou 'tmple<>menlc 101 Em 1862. Cbarcut c: nc:on1rou 11h 41XX'i ~~~ raça\· Pari\ de. a rnantfcsu.çllo dn
gnnhouJll.lnll o;c: m fal11r o uma bolad.;t raros momentos de humor: também -.e Como. no cntnntu. era c11do no ltllll~ o;c:rtivcn. jlmlO c:óm c:ri.,nç.,, lib:tnd(). mtema' - ~:: f~1 q~tlo de o:umu1ar doe nça se- dtvtdta em quntl'l'l fa'IC' '\\1-
de tranco-.- por tratar do banquerro c «pnmm p<~r hJU111S. Ao enviar uma ~oc:vc:ro rntor. ~tuandoc:ntrou para o que nadti Lm seculo m1n tarde;. s COl uma a umà, em o,cu c:on•uhóno Um cc:s.sivru. 11 aurn e ...cadn que p~de a
futuro num~tro das finanças Achtlle ano c:Mtum3\:l robiSCaf, no lugar rc· liC ~upunha sc:r o ma.tor bospfc:lo dcl pc:,.,.,.., e.'lhlvam ccmrinadn' nu que lil codl!dalo n.t ~J'I(a. u pra.'le mc!diCII cr& . qu.ando '' duc:ntc: cumc:t;a a -.c
Fould A umca condíçAotmposta pelo servado ao nome e enclcreço do reme· mundu fC!loOivcu vusc:u!bar <,ua h!Stón•t então~ unho tran,;fonn.JÔQ num m~to ma~va ulloutor tr utC: undC ~ttvcs,~ .aguar 'iem. no c: mamo. perder a c:on~·
56 IQIIU A8Ril1991 IUO • ABRIL 1991 57
Gostava de ser dt,tante da pt)llltett prot~tou patnou-
CI me ntt: cu ollllll anc:xaçlo da A lsàctii c
C harall contorcendo-se comu num
ataquc ht~enc.•. Em reo.prhla a~ que: o
tU Lttrcna pt:lu Alemanha na guerra ac:U\oi\.UO de fraude. ele nr1umcnta'a
comparado a fmnco-pnt Mana de llf70. recusando que a c.IOcnt.:, nl1• dhfkiOJu c.lc conhc·
~ a dar uula' ou ronlc:rtncw naquele omentt'l) de AMtomaa. nlo pod.:riatcr
Dante Alighieri r.at\ ~~ hc.Jli'ltal. era cocwdendo um SlmuJ.Wn m movunentn!i que o J'lfllf~·
lku:. tanto pcl.b pk-.cntoquantopcw k•r lii<Jt<l""'cruli.lur.ido Tcatrooo nlo,
ci<nCJL li C.SC cptlcptold.: mantft:'\Uda c:nfcrmclf~ü. Qta) n.\o menos endo~u · o mestre unha um trunJo delinllt\U o
pur gnt~ paiMktc: pcnudc con'IC1ên ., uradl.' ~ue 1 pnmc:lllb. que litc.ral· aran.Jc nt1mcr1l de cu111• ak:an\'lldal
aa; o penado de coru.uçO..."'-. ~mllem mente Ucdtavam h •idas •quc:lc Rcxun<"' médteo& IJla di\CNlHOill(l
dumo.J-1 •<Jownnc~", ac:umpllnhudo ·1tf8ndc .1 alo de mt~nas human~~ clctntc;haquc' c uma at~ cotAo tn dita
lk ülllud.:~ pi 100. I\ C gc\IIC\11~~ 'leu numc: cum:u mundo c trouxc · lh~ tnllmllfa.Jc com CJ\ \lnltlmh di." OW.t
·~••nu c . finaJmc:nlc ... ra-.c c.lc ~lu porta rcrwn.lhdadQ tllbl~ da poh- p.tctcntc "'''"'·1,tVUm-~ ~rlcllamcntc
çüo. com cboru.. ~c de: lira~ ltca. lia' o~rtc:.. c da filosofin de: muliO'\ ,, um:t uncn\ol conft:tnça que as~
N11ma é('l()Q em ~uc pcrturbo~çtio p.1~ O tmpt:rador hnL~Ir:tm Pedro ~nuo~rn nuquclc pc:r.o1141gcm mL'I~rtll•
mc:nlllb c:111m autum<~U.:amcntc liMO 11.pur t:\cmpl\1, f.:z quc~o de p~"U · ~. dcolbJrsc,urucoandlllc.almu \1;t\
o.tcLI3. li ~:ompurtumcnlln pcngCNh.. ,,,,,,no c:onsuhMiu. c:omo admmtdur. do. n.tn """ apcnll.• p.ltOI a Cl OCI.a
w:!Wo ~ ~ cn.:ar~crad» c po:.Wi é daw. nAo dtcntc , Durante anO'- do- \m:~"a a htc111tum c • mü~..:a - 1n\Ju
a rcrrm ._,~ut~,cJcC'b.tn:otn:pn: · tou o h.àbitu de rc<:c:berem ea..a. ~m.t· ;ate m..a" k•n~tc do QUC um amaú..r co-
"="l<~nun otntcaodc uTTU nu,. a compre• nalmo.:ntc:, entre a prtma\cat c: o '-Crio, mum Por ~•cmplo,lt!u e anotou 11-s.. a
e~cbili~turnK•pstqu~e~. •tmnd.:1 a ftn11 flor da tntc:l<!utultdadc: {rance'>!l. ot-ra Jc bakopcarc. ...:u autor la"vn·
crurunbo, cnu~ ouLta' cobil.,, para 11• AIIJun' atlcgb. por~m. se insurJJrum lo Aprc:c:tl\ll Moz.m e fkctho,cn,
mil~ dctC"olll\11 Wa~tocr, ~k
quem dizi• ~r dem:mado en-
lauco. "'li o'""'-~ Jl.IN um cun·
ccno. JWUIUS sala de at'la b
noHe\, nem go~lll\.t d~: wr
hn1wnuntu.lu pcln fomllln J,c
t~U u à ll\4:•1 o c:llctllplo p.all:r
nn. dccrchlndo que a Olllil Jc
anne d~11cnn ..er mlc tle fa ·
mtlt.t c u filho Jean Baptl)IC,
mcdtc:o Ali onlcn• n.lo r...

ram cunte)tati~ Jc:ao· B;ap~
te, por m. c:ntregPU·Ihc: " dt- E..,tl' ml:~. \Ol.l: njo \.ti encontrar o no'o
plcm~a, cnpJOU ~ na Matt•
nlu. cunqUI'iltlll filllU comu e"em pl a r de '\O\ .1 11 •.-.. h.t nc c1:-.
'randc: c:\pluru<lur c morreu
cu mo hc n'i• a oordodo l't'fll'",f \ 'a 1 encom r a r a 11<>' a Re,·iMa ~O\ J Re11ov .td a
p.n? n1 Antirttda.
Jc.~o-Martm Clu.n:ut encar
nflu. corn11 pouCQS. a cbub.,. u
da capa até a ú lt 1111 .1 p.ígi na . ~la b moderna.
por que passaram . ' acn~'l,a,; mai.., tlinâmi~·a. 111~11 ~ ..,imoniada com a-. mudan-
hiolc\t!tca.' em geral c: 11 Mr:dt·
ema em partil.:ubr n:&lii:JUrWJ c;a.., que e~tjo acomeu~ndo na dda da.., mulhen:'..,
m.. ta.Jc do ~ ..u~ "" COm 11
10\I!~O d.:t llllo.:.•la.IIL pro;VIU
ousad~ lconas de: hcud ~llc: 1 SC\U· cuntra ~tn métodos. wbn:tu.Jo a u qu.: a ncumcarurg~a k N prarlc:ltda scm
Com port ..l mentu . l r a h a I h o. helez .l. modJ .
:ahJ.klc: tnfltnttl c a rcpn: 1 dtb de'>~:· poY~'i<l db dt.:ntc: nas ~ aui.Q m.1aor~ problctna) por o;cu:. <~~
JO. Coe rente: ~"\Jil'lll k?ti<à oenllfiCll em dlü terça'" (c: i~. &\ in<x>nta•'ci:. fou~ r~· ~01 s.:gu.i.lvr fac Ide Cbudc Bcrrutrd
decoração . ..,e,o. qual&tbue de 'id.t, lU do que a .... mui here..,
•up. Ch.t.n:ot t,>piOU por UTTU c:'tphc;a pilfi:U ltrad.u de todos os illlgulo!; dA' (11\1'- 1~78). o acnll~a francls que
~tCI l:'lntnmcntc: 1-aológaca do prclbl<!- tnlc:hrc..,. mulhc:~ llou'c quem o IIC\l fundou a mo:o.ltonll upcnmcnt..tl c: <I querem enconr r.1r em ~o' a e:-.tá non >. Sem peruer .1quele
rn,a dll ht,tc:na Df'<'ntandu para o ~q.: de larsant~ ~eu o~n iir ob '>C'>Wc:\ pnmcaru 1 ddcnt.kr;, )Cp;ai'IIÇio entre
f.à.lur h.:rc:t.htunec.lac.lc mu~ &til c.lc:t- 11.: hapnott,mo u tjUC rccurria - c 4uc Nc:urulo.tua c P•acolug.-. l:m \UIIHa, jeito de fa!Jr que ne:-."e" qua..,e I H .tno ::- fez de ova a
'<OU de (,ttc:r alu..UC' 1t tn0uêociú tU., ':>Cn.1m tmttadli, pur Fr~ud. pu~ou pela pnmc1ra IICT o ho d11 ml',ld.l
em~ nnproc:c'"' Onmc,mnmodo. 'o onfucolro do hl.l!>proo. o outontà que embaruç.wo tuJa~ OJ> doem~··~ mcn revi ~w qucmui~ entende a Jinguagem da.., mulhen:~
IH\0 lhe ~II("(IU ti liUC:'t,lU d11 lle'tUI'Ih ritl ( bar~'Ot ~o~: rcCUS<o!Vil a explicar um I QIS IIU IIIIl Ulllt:a. grundc C IOc.h"IOitl
dadc, mcndun.td.t nu wua ubm lcmw pontu llc v1sta ~m dcml)n~trn-lo ··no C!ltcgura.t u luucuru. ~l:xtstcna ltiOI\ L'ma r evi•nn muda pur v3rio~ motivo!'>. No ca~o
~:rn/ia /llltJ~rú/tr:tl dr Lu Sulpl!mrre. Vt•U • Munll.tvu cntrurumadasp3Clcn cot.,;,, entre •• cc!u c 11 h:m llo Que c: . , ,
ó homem tie pequena ~talura QUe I c' t ~on' ~'a' u um au.'t!IIM - Faça " c.apill de •onh.tr a' J fil~nn Ch•uccll de Nova. o mot1 v o e:-. ta no propno nome .
ttcm.o~v.tlk J'IC)'lo.tr r1.1ru lutt,..c.:um AI'C'dc dumur • orll.:naYU.. O ..SS&StCnlc apoa.a- 10\C.l CliVil t.cu bcm-hc.lu Sh.tkc,~.uc
N.tpulcio c 'W." ~oenla.a I~Wn)Cildo qu..mdo '" por al~tun• tn\Uinto iolJ. mith ~I-re p;ant JU•hlicur • ob o llc ela aft.ea~
compMnam ·nu ao pucta llahanu Ol ttllh"' da mulbct. Ela emitia apt:n.tS ...:J'Ar.td tmr:ntc c:;\111 mnlc!-.ua J)\l~uK'a.

IN
D01ntc AhJthtcn, tomou ·~ uma IJ;~, um ~u,paru ant~ de caar em sono pro- .Jc.'iCrc\f la cuuonav-.unenrr c trJt4 1.1
~nonalldad~ m.u, r:tlnlm\"Crtto.la\ ~ fundo Lugo comcça•011 a obe~-crr a de m.Jnctra d~hnla r: ~J"!"Ihoa •
suocdiadc p.~.mecn~ de ent.lo. Embora Ckl.l ~ttmulo mu..aJiar flnl\GCado por o,.... ,..,,. •nn
S8 PORQCE AS \fi.Uif RFS \ tl 'IM\ Rt\ \1
Impulsionadas por fatores biológicos e
ambientais, milhares de aves deixam
anualmente suas áreas de reprodução e
migram, percorrendo longas distâncias
para garantir a sobrevivência da espécie.
Muitas se hospedam no Brasil

odo:. o:. anos. o tnnto · n!a:.-IÍrllco


(~u·rnn pnmtlnnra1 umn nve1inha
preta e bronca. com pouco mcnw. de
.so«ntlmct~. rcahtu um lun1111 vót•
de pülu a ,,.Jiu. Dur;mt~ nm;c mc"4!5. ek pcr-
~o·urrc ma•' de 21l OOU quilc'lmctrt~'>, do Círculo
J>olnr Án1co a té o Umuc dtl Antán•d••· " n:t~lr­
nl!, cntllo. no ponto de: pMIItla. Cumrdio nh·
wluto entre as aves ID.Igrnmcs de lonso per·
curso. o trin ta·réi; é ~gutdo de pcnu. n~
nuratOil.l aérea. pelo hiltUinJÇU 1Plm tuf11 tlu·
llllflletl} Este viaja I:! noo tjUil(lmc:trC)<, .. urna
vc:f(leld.ldc de ;ué ~~ qwlc'lmet~ por ho111.
d~c o Pólo AMICu .Jt~ ~ pampM IITjlCnli
no!i Como essns. m1lh:ue'l de :1ve' de: dlfcn:n-
l~ C'lpéetc,, dctum -.eLL~ lug.trc:<> de Ortl.letn.
t~uandu u ln\cmo se aprO'tlmJ no lltml\r~no
N11nc. ,, procum de ahmcnto<~ c: ttmpcnllu-
ru' Ohll\ elevadas. Das ÇCJ'Cj\ de Io onn c~pc!­
CIC\ qu.: cxi .. tcm no mundn. ma" de um terço
nugm. em mruor ou menor tm•u.otjuc abran-
ge dc«na~ de htlbõe!i de ave~ em bu'll:a dn
:.tlbrc~l\éncia. esse fcn6menn c mni, prnnun·
t'IOÚll no l lc:mi~ério 1'\nn.:. qunndn a~ ;t\C:
rnu.nm a linb.l do Equador úin~IRÚ()-!>C f.Mil
a_,an:u.' '"'l"c:a~ e ~uhtrop1ca~ da Am, nc:n
do Sul. AÚlca c Occama. viaraodu ..obre mure'
c dcscrtO!>. pt~ ne\'adm. e grande~ Cldadt...,.
COfrCntillldO lCffipe"lllcks, furacóc" C OC\IJCi-

60 $ UNil iiBRIL1991 61
Brtl si/ f"e('ebf!
123 espé(·ies
todos OS tUIOS
1\h. F-.<~e c 11 ot.,., dn' IThll~ de: h
mil h"-."\
de oodunoha..,·illUI) f Prognnul•l•l '! Uc..
todO!> os unO!o. ou outono. bah.:m o!>.l~
do Cmtalla..l:.,tadoo. l ot<Ju, c norte tltl
"\1c~tcu e p<trte dda' \em d~mhar
C".tr no rntcnnr de S3o r .•uln (I t'Jú IJWJ ·
dmJ I ilml-...'111 um num.:m tmonl<hC'I
d.: maçanco-.-lnatwc.-. 1( <tlulm 1tll-aJ
que ...: r.:prn..hu.:m n.s rettl4kl aruca c
cumpn:m IUllil rut .. nu~rul\11 1.1 <~Du.tl
rumo il I crm do 1-otto, co..lllmam p~­
rar P''"' um mcrcnc.l~• dt:\CIIIl\U "'' llhol
de ltam.uoc...l. em Pc:roambuco. onde
...: deliciam c:nm mtllu"u" c p<:4fUCmn
Cl"Ulolác:.:o~. Ou cnttw. na Lagon du
PcJXc. no Rio <.Jr.tnd•· do Sul l 1110·
bém. de)(Jo.: 1')1<.!. ~ nrranha<C:u.\ p.tu
hSIHOO'i nhrti!IIIO

, llc llUIUhro .1 (e\ll
rciro. um hôspNic tlu,tr~:
quc: vem da Gmc nlllndin 11
ra lcâo per..:grlllll ( ,.,,.., flt' ·
rr-gnmi\J, uv.: rum com me
nos d.: I UUU cxcmpl nn:' cu-
lalouudo~ nn mundo
t•cln d•mcnsão do 1crruo
no hra,tldrn. u dtegaú.J do;
di\' C 1"'3~ 3\<e\ ml~r •IIÜflll'
pt>de p.t".U u.:,pcrcchnl.t
par.1 .1 m.uor1oJ da ~uln ·
ç.'ln. ate porque .,, tnnd '''~'
I!C~raJicn\ Diltl f,t\ 01'\:CCnl
jrri.lndc:' conC'I:nlraçi)o!' num
wu.:'\.1 pon1o \.fl..;mu "lm .
...,be·-.! C{U.: ,, p.u\ ro:.:cbc
loUO'> U'> dnll\ ~O:ml uo.: I:!..'
C'flCCII:'~ \ l'>lhlnh:' d.: lllll~tl
pcrcuno quo.: nttut de...:m·
!>arcam pM., feria\ fnn;..
d:K. lroto 'le de um num.:rn
c~prc'''\l' 'c cumparàdc• .u MJdorlnhas ~ lldorvn
• • pa~r n ffrla ~ VMto.,
\.'Otn o numo.:ru do.: ""f'étl'-'' -
I ts211- que t;;llnlpc~m" .wt- o tnte rwr Slo JOM do Rio ,.,o,
Slo Pauto
Cnuno.~ nul1lln.11
L''''" ht"~ck, .:nlplumu
paulista hósp edes glilo de São J cl'oé dn R 10 Ptctu I h\
pur c~cmpl<l. '!UC '" :I\ c:' d"p<lc:m J.:
um ritrno tn terrto fixo. dumu. por 1»0
Isso só c ~$1\ cl purC{ uc: " hi J'l•li"' u..
w:nll lorça. auvaodo funçõc~ hc.,m•o-
d(h não vem li~O.l.' dn nu r· O btltulruçu 11011 12 ()O() qufl6metros. dttSd• o tra dic io na is vutt.: an~ das ndo p~vnm ÜL o::h.unadu ttrcad~omo c de um ntmu naas que prc.>dutcm um11 cllm.tdn dc
11:. C.:rca de .17'li. da~ 11\ c' Pôlo Artlco •t6 os p.lllnpltJ arpenUnos 6 000. Ma!>. em 198$. cerca de 70 ()()() llllUol. Jc:noounuuu c!Tcan ual. gordura debaixo dJl pele drtS U\c:s.
que Vt~ilnm 11 ll r•l"l rn1~rd.ll1 Em nwnti<"" de outubru. •·m plena aodonnhas azutS esuvcmm por la. T.u~ rllmu~ h1ológ1c:O!> ~frcm nlte proporclonnn!ln- lhe~ o cnmhu \llv~l
no ...cnw.Jo \UI nnrtc Nu nulunu por nwnll.' ntL'fj,tlllht'lé~. higua\ e d tferenlc< pnmnvcrn. '" ,11'\urc' da' pra.;n' de 001< anos mru~ wrde. o~ conc:entrn- rnçôe!' conforme u duruçâo mutor ou nccessano.
o.:x~.·mplo u andunnhn,•-till'>·lurmcnl n' c'pcch: ' de mHrrcc:•'· c:u.ladl!\ cmnn S:ln JnM! du Ru1 Pre çOes nllngaram 120 000 pá~>tfO). mcnur de d11.1~ c nottc' IJUC \'llfiO com O \.'U'>O ll1h A\CS (jlll! fílti!OI \Cios
llht'ullll•'' <~tl.'tllll<'ll.l }, dctJCillt' ntnhu.. Diante tlc~r.c \Urprl!cnul!nle lràn!>ll•l rn. 1l.1rrch.-.. Riu\laru. Rlho:tr3o l'rc- Eorn:lanto. nu a no pu<il>ada, 115 t:on- al. &:\Htçôc~ uo uno Na lo,•cmo. por muito lon~:tos. sem pamdo~ (mm uopJ .
ntl luntlc du Crllll lltenle ollttllrtiC<l flilr<l no~ t:o.:lb d11 phtnctu. c ~c ...: p.:r~unt.tr lll c t\ruraquam. r.:cc:hcm ho~pcd.:' di~S mc:tcorológtca~ não nJuda- e"~rnrlu, a~ nnlle\ <!lo mais longas C'o.~ll j!,Ordurn chega O rerrc~ó!lliOf mUI\
alcnnçar o . ono.: do C'nnudtl .: n~o:~l>l.: \IU<II \l ntti(I\Q 1.h.• tunt3-. Ida., L' \'lOdil' IOlenJUCIUOUI); ~~~ lllldOrtOhíb•UI.Ub ram as ond1mnhM que vu1jnvilm em ~m funçào dí:>su. o organlhl!lo tem qu..: da me1ade c.lo pcw 1o111 J e ~~e u corpo
percurJ>u pou-.:1 em ••IJ.o!un' lrccl tu' do de ovc:!t. npcMJT do\ mumcro~ pt:n~t" nonc nmcm:nn11~. que lrndÍClllnoll· dareçâo à América do Sul. ~ fura· pll~ar por itJUNic~ mclnbólicv:. . .: C{U.:m Os muçancO!>. pm t:'l:t:mplo. ~o mo"
lttoral \Crdc-amarclo !"a mc,mu cpo Ljlle cnftent am 110 C.tll\Jnhu. 0~ CH!OI~ mente p.t,..am feri<~• OCJJnlcrior pau· cões que se: nhall:rnm sobre a Anu!n- ~ dcluo é a ~h'ind uJo h1póftse. dc- reslSiemcs que outrn~ c~péc1c:~ de :wc:s
ca. b(tndu• de h11tUJ\ lf'lwlttrNH'flfut \ t:L\ 111nhuem o fcnümcno da mij!.rno;.ln lt,ta Cln\ g<~">Wrum usnru u11 hO'opl· ca Central e o Caribe amqmlaram ro•~ de receber nrdcn\ dtl brptllálamo. c numcntnm em nt~ t>% o,cu ~1/din.
(1/t>•U CI'U\) fu~cm Ü.l i\rgcnliD,I floii"J uu tn\c:m.tü tt lo~nro kl l.ttur.:' cnJó~c· tuliJodc hro~,alcim . qu~ c! tndu wt hc)a pane deiM c n pnpul;u;lln rn1· Dcw1 fnrma. '" aves sahcm que o in- reabastecendo '>C:Ib tunt~ue~ de «•m·

alcm."''tr nu P.tnlil nal uu nu\ l.ttlll' dn 011'> - que <,e nril(ÍnolJTl 011 rmípriu \Ir mnmr o numero c.JL--o,~'' oi\''-"' nu rc:· grante não uhntpassou 1$ OOCI 3\'C'\ \'c:mu --c apnt"ma e lf hont W: rntgrar. hu.,tí'd rap1dumc ntc Se u~: um ludu il
~ui. 1•aru a LnJ!Cii.l duo. 1'1111>'. n\1 R111 j!iiOI\111<1 da oi\ C qU.SlliO o!'l:ógcm~ t' h llJII fôlego pnrtl \'oar m1lhurc' c C"-~as gordu nnha' 11 m111' fumccrm ~
Grande do Sul. ccln\crl!<m p;:nodJa- pto\·ocudo' pdu ólitll:>u.:olc S<~hc ·)Ç. rn1lh"reo. de qu1li'lme110!> ..em esc:al:b. .:nef1!111 de cmtm repr.:~nUim nca lun ~
62 IVHJt A8AlL 19!11 IVHJt ABRIL 1gg1 63
Os gregos já
obser't'at'allt as
. - o. .... _._.,,,
A• ror.,u principaú
•= ..,..8Çio
elo 11o--
oe o. bllulruçua. dae
---.o'*'*- 001'111111•-
............. 6illc>M.- .....
3 OCIOq\1~- ....r; O b..,.,....,..,..., Mir»IIIO O piiRIUI • • apolo;
tlll r(lçoes •
• • OlJiorl'r r, .,. ruem o ""'* "'~· IIPfO'I'Illl'fti rau c::ao. _.,_.,.,
,l!ol;) Àllli:O

te de alimcnJos. Por esse mouvo e por-


que estJlo cansados dn longa viagem,
alguns tipos de maçaricos. como os que:
pousam no llioral paraco.se. popular-
mcnle chamados d e plrno gordo. ••c:•-
bam se Ltans(onnnndo em presa f:lctl
dos pescadores. que: os capturom cum
redes como se fossem peiXes.
Estudos mostram cálculos inleres-
santessobre o rendimento dessas reser-
vas de gorduru. Um bc:ija-nor america-
no. por e.xcO!flO. que pesa 2.S gramas.
se ganh11r miUS 2 gramas de gordura, é
capaz de voar durante 26 horas, per-
correndo uma disttiocia de: 976 11 I 040
quilômetros. se:m parar. Os pesquisa-
dores t.ambc!m constataram que as
gOnadas nas aves --
g!Andulas sexuais-- se
desenvolvem DCCntua· ocxlováquín. Hungria. Romi!nia e Tur·
damcnte antes da re- quia e, nt11is tarde. de Chi.prc. Nc$..e
produçAo. Isso ocorre QUj!SC; todos os pafsçs do mundo". momento. as c:urruc:as mudnrnm do:
quando é prima,•cra no Do Brasü !!ara assegura o b1~go Paulo de Tarso rumo em clireçno no sul pnm alcançar o
Hemisfério Norte (vc- Zuquim Antas; diretor do Cemave. Vale do NHo. nn Egito. O ornitólogo
rAo. no Sul) e esse é o o mundo Ele eonta que o cenLto J:l manxlU constatou que elas se onc:nLavam pelas
sinal para que elas em- "Há del anos o C'ernave. ü:ntTo de mais de 140 000 ov~. E o média de conStelações. Outros escudos tendo a'i
p reendam a viagem de 0 Es(udos d~ Mrgrnçao dc: Aves. com L'i 000 ao ano, que vinhn se verificnn· andorinhas da es:ptoc Hinmdo rus11ca
voiLa aos locais ck ori- ~de em BJo~ia. coordena o unilha- do desde 1980. deu um '81W nu (tno como coba1a, rt\•Ciarum a exl51ência de
gem - llrlíco lugar on- mcntodc aves. Criado em tm. por pa.ssadu. quando ~ número pas- \Crdadeiros ínsLtumen tos de: navega-
de conseguem se re- riiêiõde umconvémo cntreoc."tmto 'ou para '2C 000, Zuquun atnõui o ção. como relógio. barômetro. emissor
p rodll2.ir. lnstituto. Bra.~Jeírõ ele Dese nvolvl· crcscímento ao ra1o de ter au:men- c n:ceptor de infra-sons , bú.s sola e !101'1-
As primeiras análises mento Flore.çtal (lBDJ1 e a Funda· t1!dO o número de biólogos que ali hsador de luz polnnzada c:m !>CUS di-
sobre as mlgmç~ re· çiio para a Conservação da Nature- trabalham. Silo seis ao todo. Além minutos cérebros.
montam à Grécia antiga. za. só no ano sc_guinte. o Cé:ntro pas- disso. a entidade conta com a eolabo-. Teoricamente, o relógio perrrunria à
O célebre filósofo A ris· sou a funcionar efêtivnmente. ao raçllo de 30S anilhadores cndastra· ave precisar com cxat ida o a bom do dia
t6tc:les (384-322a.C.)jácoru.'tnlava 4uc: de. ou seja. seguem uma detcnninada 1nauaurnr o pnme1ro curn> de a ni- dos nliosó no Brasil mas também m) c interpretar a J'IOSiçlln do Sol o: da.\
espéoes como os pellcanos c: os grous rota oric:ntand<>-se por nddentt!l geo- lbamento dê aves. Em 1979. eSlava extc:rior. O retomo desse Ltabalbo I! estrelas. O barômetro. instrumento d<!
IIllgravum. enquunto a cotovia. o melro gráficos (rios. lagos, mootnnbas) per- pronto o Manual de Anílhamento. medido pelo número de anilhas re- medir u pn:~oatmosférlc:a. detctta as
e a rola eoLtavam em profundo eStado feitamente conhecidos por blll'ldos or- definindo o si~tema.das anilhas bra- c:u~radas: J.5% do total de aves m~ de ar e as tempcstadc:s que ~e
dc: lewgia invemnndo em refllgios es- ganizados de vôo. silelrn.t,.. sells códigos ele. "Estamos nrulhlldns. As recupcmçõc~oc:orrem. aproxunam. O em1ssor e receptor de
condidos. Fssu observações se pcJPC· Mas c os maçancos. ITll11TC!COS e ou- padronaJ:ados com o que se (az em principalmente, no 'ordestc e no •nln-sons penn1lem 1ís anc.ICirinhas re-
tuaram através do tempo. até que no Ltas espécies que preferem voar à noi· Sul do país c esses sllO também os ceber as ,.Jbrações sonoras caracteristi·
éculo XVL o ornitólogo fran~ Pier- te? Sabe•se apenas que é ~ivcl guiar- locais onuc ma i~ se ,ruucam aves. ca~ de cada zona do plane ta . A bú<;soln,
re Belon verificou que. com a chegada se pelas constelações. conforme: de- O Ccmave promove curso~ de nni- por sua vez.. (azcom que elas verifiquem
do inverno, multas aves deixavam 11 monstrou o o rnitó logo alemllo Fricder ~laterial de crobalho Jhamento parn pesquisa"dorcs. t ça- a cada instante suas posiçtic:s denLtu do
França lodo para o norte da Ãlrica.. Slluer, realizando experiências no Pla- da.\rraumlhado,::c:s em todo o territo- campo ITUignérico da Terra.
onde meses antes nilo eram avistadas. netário de Bremcn. Ele capturou vános A anllha 6 uma espécíe de rio nadon.al. Para trnaiõra mforml'l- Po r fiiD. o analisador de hv polari-
A partir da{. os pesquisadores co- exemplares de currucas, pequenos pár passapotte lnlemacíonal que ções basta cSÇrever pnra a Cllbla zada ~ib1lita a perfe1ta Yisão das tra·
saroseuropeus de cor acinzen tada, e os ajuda os pesquisad«es a m.as- tnVISI\'cis ao olho humano. co-
meçaram a demolir a teoria dn hiberna· rastrear as rotas das aves pelo Po~tal, CW034. CEP 70312.BraSJ1ia.
çllo c a tentar cla~stficar as espc.tc:tes col.o cou duraot.c o perfodo migrató rio mundo. O equipamento pata D1strito FeucrÍII. Esse endereço mo o~ raio:~ inrravem1elhos - que. ' '8·
viajantes. descobrir as rotas que em- em uma ampla abóbada que reprodu- MSe trabalho exige ainda: também vnle para avisar o centro, riando segundo 11 hora do \lia, rorm:1m
preendiam e entender os fatores que Da artificialmente o céu noturno. Tllo O balbanle; 8 reâe Japooesa. C850 você recupere um anel. Dessa a I\U MJiai 110 entrar l!nl contato com :1
provocavam o deslocamento. M.e~mu logo se n:cupcr.~ram do susto iniCJal, os O ~urmatro e metro: maneira. vod eslar:l eoptribu111d0 mmosfera. Accrt11da:, ou ndo. esll.t5
ass1m. n:st.am algumas incógrutas. Uma pássaros se alinharam a Sudeste, orien- O allcales; ~ dlnam6matro~ paro n préscrvaçAo da espécie c a particulandudts ajudam :1 justificar
delas é a orlcntuçiodo võo. No caso das tados pelas estrelas. promos paru st· G bolsas de plâstlco;e aniln8S proteção de um fenômeno biológico fatos aparentcmcnh: inexplicáveis.
de melai e de plâslico.
ave$ que vo:.m d~ dia., como as andori- guir rumo aos países d o Oriente Médio. O llctla para ano1ar os dados que está ameaçado pt In nçllo pre- c-omo. por exemplo. o de um elevado
nhn.s. o falcão peregrino. a:gonhas c onde tradicionalmente invemam. mais irnpclrtantes !Obre datória do homem. núme ro de andorillha~ que foram le-
flaminM-<~. os ~tudos cic:ntificos apon- Não satisfeito. Saucr projetou na as aves que lotam m~ J~ Co.r., • • .raam• vada' de a\oiJlo dn Alemanha para Ma-
tam para a chamada memória da c..-spé- abóbada os céu.\ da Alemanha. ·rche- dri. Londres c Atenas. Elas regressa-
84 sur1 a Al!AIL t99t ram 11 ~u destino de origcm pouc~
65
I% do ~ das n~. A5 de plásucu cu du 1nilhumentu I! llll'gllmcnte da·
Cor dtt llllillut colorido \llo ll~ rnll.l.S usadas. pois a cor fundado em todm 05 conunc:ntcs. an
liJUda 11 idenufic:nr o p.1ís de ori&em - chAM\'c na An!Jn ub
itulicfl o JH1Ís t.le a azul é a u,.,.dll no Brusil.. Quando anti~ UJDJI ave. o ~uasa·
C.d.J anc:J l~a um c:ódiJ.O Corm11do dor de\( anow ouiTU ridw Ull ~
( t e ela t.â u por uma letra c anco numero& que
nuiiQI ~ repetem. TrnJ tamb6n o en-
penancnt~ . como data c local do nm-
lhamcnto, numero do DMI , e medkt.u
dms depois. mesmo sem nunca ten:m dereço di1 orcanmção respc:I11Si1\'1:l, c:omoopc~ c otamanbod.ausu. E.lo
úc:qUmUldO aquelas I'CjpOO para. em auo de n:cupc:nçiio. ser avt- 5erto ütc~ p.~m mtcrprclu\ilu c p4ra

l<4:tt 1=4( ~ ....


HOJe. os conbeamcntos que se: t~m sada No Bmal. quem n:~lrza c:SJC tra· conhc:ccr o dcilocnmento da 1\C, Cll·
Wbre 11~ 0\C\ nuarnntcs avançar1m balhn c! o Çc:ma\c, Centro de Estudos ~e la St:JII rccupc:radi1 •
graças a d iferent~ métodos de nu de Magraçto de: A\lcs, vinculado ao P•u#o Plntflttlltflll
ln:amcnto. O mah wr.stacado dcl~ IIMma. lnslltuw Bm>ilc:iro do Mdo
está oa tcn tauva de acompanha· IM por Ambacnte ( l tJO q11odro) . A desvanta·
mcao de 'IIU!htcs BMta colocar nelu aem do m~todo c! que ele nllo pc:rmatc: Para saber mais

A~·,..,.
um IDJDIJ$CUIO radaotramnu.ssor c cap· um completo acompanhamento dOlí

tam-se os deslocamento~ com uma daJucamc:ntos. Mem~o assim. a pnll·
margem de erro de 350 metros.. O pro-
blema ~ que o cu'ta umúno dessa
operaçlo, em tomo de 3 SOO dóla~.
obrip m JlCWJIU.~Ort$ o adotar um m.:~o.porcxcmplo- quccomc:
mtelllll mai:. &nl.l~o c con\cnaonaJ- As aves que em ~~~~ 1011 &~mas de penre por
as cllsslcas analbas - de plúoco ou
metal CUJO pcSC> nunc:u ullm pllS!>II
~~ mudara d.aa ~ . n:Lomari.a ao !>CU local de
Ortaem M4) n!o rtil b!.Ó que IICODlC·
de endereço ccu. Cumo 11) Colb~ d~ llrvorc:s
ca1.1m em mtuor mlmero no logo au-
Nc~1e Vllly~m de nvcs. atl n polui· mc!llnram o pruduç4odc: piAncton. o
dn e •uperpovoadu capatal de Silo nlimento dos pdxcs Dcun formi.J
~~tr~•u nu rota. Garças c mer· armou·!>C um dc:lo sem lim. queestai
escolhel"'lm como pousada causando muato dor de cnl:!eçu a~
11\ mllriCD\ do lago do Lnstíiwo de pe..qu~dt)~ A~ lci~bnl..\lleant\de
Botlloica, prówno ao Jardun Zoo- tc:rmmam que anmuis rora de ati·

-
1~. no baarro Estes são alguns dos talen1os que você Quem sabe, no próximo ano o seu nome já
.. da Água Funda. conhece que já passaram pela USP. não apareça ai em cima, fechando a ltsta?
Nwdcanomul . -'-' Existem centenas de outros na uruwrsidade. Veja quais as áreas que vooê pode concorrer:
OWO,J. que a1J hf ' r
pc:axc~
em lbun- totalmente desconhecidos. Todos esperando
dlnaa c nlo cxts· uma oportunidade para aparecer também. Múeica Popttlar • jan, samba, rock ou
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c!lWU,II\utl'llhJihu ucntrti..n n '" u 'u1 l!•dl• ,~ ' planct,l todJ• a• mc~ullanJ.td.."' unJ11 t!
ampc:Uc: <k P""""' ~ 111 uutr. • UI! mutlv muth• uuu .. rm~ I ntr.:1.1n1o
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ddc<i.t .Jn mct1l amt>tcnh. ....._ • dabnrou' ele tcn.1 I.JUC \C I a•n.l.l m.u~ umfur·
et~n.:ta nAu mc tuma-..c ltlnlt• h.:n1 H I:.Jo tnd••am quanta' g.llnta.• mo: J 411~· "
po, cu pr"' '" clmt:ntc: m" ah,l.tna .. "'''"" nL~tc ou naquele: puntu J.,
num.a orj!.:tlliJ'.t~·'" ,;,ulo~ot~•a". <.1•·· p.açu Pnmc~tru c pH.'CbO cakuJar P - C.omq ~~~ m rnm n "" tro ·
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1 E. em L undr•"· Jur.mte urn.1 cn num.JiflLt)!cm: c:m '>CJ!.Utda. •c:nllc.t·"- R Eu P'"'" 'l"C c 11111r.1• 11111""
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l:htil.\. ,) um.J dt~l.lll~ "' 1:11111 lllc u.a qur tttto m r\16 fttrdo quotiamada. U lli.JI\ U lj!C lliO:'>I.jlll' dt.'\<' I l U111 t 1\.llll•tf
Terru ccrc.1 da: m~·u• 1-tlh•h• ti<• qut •·o« pmsa dlno:• m.u .. u acmr<• IJ,., <IC'III I''"'· ''"'"'
..t.nlb lu1. ""'l"l!.lllhra qm· .1\C\fru R (. rclll I.JUC d.t n:ltl hasta rilr3 .1\ tJUC\IIk'\ Yllt'loll'
lur.J• lurnutd.!' pc11 .:1,1, notu "' 1.: c\J'It~.ilu kn•lmcntl' que 1cm•" De Cl•udl• de Otlvelnt

SUPU ABRIL 1991 73


Regulus, a estrela-rainha EVENTOS DO MlS
dos persas, domina o céu ..-Meteoros
No dta 21. os Urfdt:(lj, trTUduUTHI~
~6u
A Tcm1. c:m M:U lllf(J em tomo do
de -1.5: quanto mwor a mngmtudc:.
menor o bnlho). o fim do mês.
com freq0€ncitt mtlTtmn, t"'!lal de Sol. )11\S.S.ft. nessa. l!poca do nno. por .surge nntes da ou.rorn (mngJTJtude
PoT Ronaldo Roll4rio de Freitlta Mou,..o qwnzc meteOrO\ J>()r hon. a pantt uma rcglilo do e~pnço que. nnrurnl- I ,8). O lu 14. c:$lllll<> norte da Lua.
de Lita Auçtnl. OmlldO'! de longA.~ meruc:.é diferente das re(.iOcs visita-
caudas IIZUI.'!, "urgem fls 4h c: $lo das em outrus m~ Como resulta· • Vep~ vlsf~c:l • o anoitca:r (mag-
Via 1 ~1C1ca. ~ ~. cqcndc-sc a~ estrc:lal>·rct,, ctmmadosdc: l...rrf~deubnl porque do. vêem-se no«u. ll noitc. lllgumos ohude -3.6; muito brilhante). Dia 17
A de nnroc<.tc 11 -.udc<.te c a ~g.iào
a:ntral do céu. l>c:m no alto. por 'alw
malhuut c: Aldc:bnrã -
ou guardl.b do l~u.
Situada. ropectnõlJllentc. em Lc:Jo.
ada' mu11n nlcm da Vi.t UK:Ica. 11 nlUt\
de: lO mtUllk\ de anos-IUL Pcrtl! de:
Lc:llu . • leste (ou à eMjucrda de quem
cm~unhocac:moutt~ mc:teOr(lj,c:om
ndl8ntc: na IJIC$ma con~tclllç4o. Ora
COI»tcl~ que nlo podem <wer vi\.
IDS em OUI.r05 periodO!>. Em 11ltrlL ~
estll ao norte da Lua

dbllhoraJdu tltlll!í.é daminadapcld E,<,(:(lrpiJio. Pea~e Au..~tral e Touro. ba~ oiM pam o norte).enc:ontra-sc a Con\· 23. num espe"culo ainda maiS in te· c:o.utdato~ do .wdlaco que estAo •)Une: proeu...,lo upós o ~ em
Ldo. T rntet·St' de um COOJ UDto de nove ta uma olhad a no mapa p;rru \tr comn tclnçAo W. I hdnt. a ~ rpc!ntc da mar ressanle. IISMSie•s.e li quc:dlt de me- bem VJStveJ.S por ~ollll ~ 20b do G!mms(ma!!JIIludc f.S) D~&J9.está
estrl!lá!i. tr& m.:nore-o. c !!ei.S maioro. c-.....-.. t~_•lr•~. de: fato. rcprC>oentam qua SW1 estrela alliL famosa pela lorte cor teOro.\ lenti'K. de cor amarela ou Oêmce». Oncn, Ldn. Vtraem e ao sul d3 Lun
c:nt~ ~~~ qUoll\ fk,taca-se Regulus. n tro reg10es de extensão equ tvalc ntc O arrum:la. rcc:c:bc: o nome Al(llrd. 1 em alaranjada. c as ~1:'1~ ~m arandc:s. 8:üançD. Foru d.1 Unh.a do todíuco.
primc:tra c:m bnl ho. uu .::.trela alfa. O UIUOO. USI>Ull, COrrc!Spondc â f Cj!,lliO magnJtudc I.9tl ( hgemunc: n te: m ~L' P·' do tipo bóhdos Com radiante em 'eem·'IC alnd.la!> WlblclaçOes UrsA •Júpit~r: vhhc:l quo<we toda a noite
Muno honuu de cor brnnca·azulada. c en tre A ntnrc•c Fomalhaut (no llemi.._ licl.t que Rc:gulu\) c O.::SIIt 11 H.'\ nnos·IUI. Pora. oparecem lo,o ·~ o oc:a..u. \ idlor.. Cllo Menor. Orion. Eridano. em CAncer (mngnnudc: · l.8). Dtall.
npcntt( um p(luco mcnn~ brilhante que férin 'IMtc: .m~ul.a e~taçllocorre~pon Dlvcr~\ c:onccntrnçõcs de: D$lr()). e n· rom tau vnriá\'el r~m um nome: Vela. Popa. Pnvto. TnRngulo Au.\- esta ao :.ui da Lua.
n enmpeJI dn céu. Smu.~ (tem mag:nll u- dente é n prim:wcra). Enfim. c• mn:mCt 1r~: o~ q011ts ~:ncont rnm-sc gnl:lxtn.~ db cumpiW!ado· Cnstt-SkJellerup!deO'io. trnl, Cruu:irodo SuI. C"cnUI uro. Cilc'-
dc I ~S c: Sfn u' -I_S). ('o m um d iâ metro ~lendc·~ entre F-omnlhaut c Aldebn· llllliC • com npnrõncin de névon~. po· pois e5tllo associados ao cometo dc: Cltça c Bou: tro. •S.tumo: tlpen:cc tlntes do nurorn
tnh c: nu:in \·c:r.c~ maJor que o do Sol. ril. c: 11 prima\lcrn. cnl ~ Aldc:hnr!i e th:m 'i4:lr VÍ'>l8~ em lliJ m. dn mc:sma Origg-Sk.rc:llcrup (pudc:m ser resto' em Cnpnct'lmin ( ma~Vtitmic 0.9 ).Dm
C:mtlc 11() \CIC' Olill~ hv que ele. r m Regultb Como Smus e :1 ma1or pane lorm11 com<l em Lciio. Enl n: c""' don.<. deixados por ele) Din ~com radi· ..-Feseadal LUII 8 .. csut au norte d.a Lua
c~ m pn raçnn com conste laç6c~. ~c: nnU:cmÁguiaetaxndc:dtzmeleo~ Ouano mmguanle. d1o 7.. 3h4S: IWI
tnlb. e q ua ~ '-'!1\ p undo a bnha d3 por hora. caem os Aquílrdc:os. b <llt. nova. dia 14. 16h31t qunrto ~n· • Urano: rui~cl com lunctll. nnt~ d.l
\ ezcs nuus luiiJ.lJlo- ec:lfplica. ndus-\c te. dl.1 2J .. 9h39; lua du:ta, ilia 28. auroru. cmSoi;Ít.ário (mlljiÚludc 6.0).
sa. cmborn p.u-c:ça Virgem. o ma~> c:JI· CODj~ a Lua c Vfnus formam 17h58: hu crnJ~:tttll enlre 14 e 16. Ora 6. e.tll ao wl d.1l.ua
menor porque ewl tenso agrupa.ou~ nto uma bela dupl.a nu cc:u d.tro do
bem maiS lonae líJI c:stc:lar do TodlaC'tl anOitecer. dul l7: 1d no d11 2L o ~ Planetas • , t'tao: HSnel com luneta, 1m~
.ano:.-hu.. wnt.na S.7 , pa«etro lunnr se:'"'
Jupuer. ~ dMI • Mcrairi01 \-'ISJVel no l.nicio do m& dtlnamemc dC:JXIIS de: o Sol nlllCI:r,
an~lu.t (I ano-IUJ fticll de: n:co- plnnct.M, nc:qu cblllS... apl'l'Seotam· !!pÓ$o oc:n'IO ( mllf!nll ~ 1.6: a cmela em nJilllno {matptttude 7.7). Dia 7.
mo.!do: cc: rca d.: IO
trilhlk' de: q ut lõ
E nh«e r . lll"aÇM
à sun cst~ln nlfn.
'1*: com brilhCl Cnn do comum. rna:l!l bnlbantc. Stnu,_ lem mngrutu- cst4 no sul d:l Lu.a.

metros). Spica. ~ mn&nnu


Pllru loculitli·la . 114: 1.2 e d~IUOIC 220
podc·se fica r vu h n· anos·IUL No t~ntlgo
do pnrn o nl\rtc: c: !roque. Virge m
panir dos Tnb Mu SJmboli7.wa l~ht nr,
ria • Rq ru lu' f'icn a'Mm ~;orno nn
" nordeste ISto ~ .. Grécia. stmbobz.t\-a
um pouc:u mm~ 111ta Dcm~:t~:r - .tnth~<..
DO ceu C iJ esquc r· dcuw di! fcn dtd.t·
da h tjCI trt4pu I E'· de.. M UJIU" de ~u.b
sa rdcrcncut tem d trc:l;u. em ~ j,t ;1
pnntlc tmpmt 3nt"1a d1ssu, ll nham tm-
JUSI ÓOCJ.\, pCll~. llJ I IJ()I) lln<b. 00. p<IV\)\ .,..,., "''"" RcgoJu, ~ uma duplil ou patlllnaa flnlhca na .,_ncultura Vtn·
do l lcml.)fo!na Nuttc w.avnm-ua para seja c iiCOtnpanhodn puruu tra e't~ln c dcm1uln \ . fl<lt exemplo. qunnlk1~pu
regiStrar n pn~cm dll\ ~l<tções. P11no nmbil..' srrnm em tom o de um centro oba JUnto com o Sol. anunon•11 .ur.
c:le\, o .-c:nln comc:ç..va quat~do o Sol c:omutn. prtllla~ pela mutua atrnt;jo gm· 4rnbc~ o momento de colher a uva. Nao
nasc1111:m Lc:ito: JS'i4:1 Slg.ttificn q w:, nc.,. vuncwnal. l-_'ise 'it.Slc:mn pode sc:robso:r· I! ntUJIO bnUt~tc .. mas nas sua~ vit.•
S:J época do ll.flO, no momento em que o vndo com utnll lunc:lu !(impiC'>. nhltn~-a' e xiMeum a \ c ruadeirn prí!cio
Sol corncçtiYII n c:r~ucr-:.c. Rcgulu~ ~.~­ Mdudc:: lmta·sc: d;.: um autcnu~v Ul\lo-
tavn bem JUnlfl .lu horiiOnle, a Leste.
Agora em a!lril, por ~:~emplu. 11
nd<;O:em P.:ur~ Ü\.lnllg01.pen.aserarn
Sul O
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..Au us vi/.Jnluanças de
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mllrullu d~: phb:taJo. c:m ntlnu:nJ ~u~­
nor a 3 OOU. Destas. cerca de trinta
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marco\ ernm Regul~. Ant.ares. Fa. na realtdadc:. ~gnnlc:~ca~ gaLhta'. \i tu·
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Abot · f\S~U11!. RuacC:fb.CUrt4me 769
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"ertebrados. como o~ camarões e t.<l- Cada Celeste
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ou'!lldia c nmbic;t1o. H,tlchcpsut che·
Sio Paulo • Ta Olll ~222
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nllmc:ro 11. ann -1 ). De acordo com o
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Recife . el (081) 424·41)55,


VISão tradicional. ••renas por ~crem Rogério tle daram desrrurr mdo que pude"'w lem- t&s 8h30 ás 12ti3Gp das 14h áS 18h
Vida marat illtos:a.SrtpllímJa v GtJLdd, "A vida c mab.como um arbusto nrofu· noilgos. esse~ animais deveriam ter Freitas Mou· bro-In. incJU~1vc ~uns tmagcn~. Por esse
ramificado e contlouamcnte
ISW'llt:nu: fonnas rudímc:ntMc!$. A:.o\trn, d~~dc! a rãr>. Ln•rario n1o11vo. cln permaneceu esqueetda por Selvldor • Tel {071J 71-557'7
CompmrlrÍII das Uuo.r. Siin Paulo. 1990 "Das Bfn~s 1~e elaS 14h ás '1 8h
podado pela tesouro das extinções." sun descoberta. no inic•o do século. FranCLfro rn::ti!O de 3 non a nO'\. M esmo II'SUJ1 umo
oucM rmagen$, Ele acredita que as pessoas !>Cntcm- rornm urtilkialml!nte classrricudos co- A I v<!~. Rio úr <!,!,Ui tua da " famonn ·· foi prl!o;ervadn o: Belo Horlzcnt. · 'fel OJ,'I) 27~
P fll) mundo da
déncin. silo tíio cy.
se compelidas a simplilíl:llr .. ~ confu-
su~ linhnge,~ ue seres oCSSc.' arbusto.
mo meros ancestr;;us dos invcn.:brn·
uosmodcmm .
ltmdm. /091 está CXJ~"'a nu Mu,cu do Cairo. • Qas81õ30u 12heda.s 13t\30és 18h
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nhccidus como a Assun. ~cralmcntc. ignora41C o do:!Sen- Soh unáli~c mais detalhada. porc!m. Das 81\30 as 12h e dAS 1ah às 11!1'130
dos antc pasbados vo lvimento dos ralos, porque csM:Jo o.s f~Í) atllbamm dcsct'lrunando uma O filão medieval &r.lia -:J:ef (061) 32l :s855
do bomcm em fila nnunars si'io rcpre~cntaúo~ por um barafunda de anatomia!> illcomprc- An uário de Das ~às \2ti e da$ 13h30 és t8h
tnd~ana. Mas. em· grnndc nllmero de espéc1es. " • fio po- {"1\Sivc•s - mo ib ncu~ e mab variadas
demo~ adaplltr sua evol ução :1 nCKs.a do que n da fauna mannha atual. Em
ru1ronomia l99t
Rmwldo Roguto
Oidonli:rlo d a ldude Méd.i.3.
~mh• por 11.-nrl' R wyon, Jon,:t
o'J:m·
/ror
Curttlbe- TGJ (041) 263-0013
Das lf1301lS 1211 e das 1 4h as 18!)30;
bom díd<íticn e cor·
re La. e m Unhas ge - Lllo querida imagem da escada··. con- ou tr.:ts pnlavru~. em Burgcss Shale. a r/r Frcnas \fmmlo. E.tluor. Rw dl' Jtmrírn. 1~1 Fiorlanópob · lei (0482)23-7598
ral!>. elaocaha trans- clui o autor Ao m c~mo lt:lllllO. dà-se !>UpOSlll escada C\'Olutlva parecia '>tm· U1 ruri11 Frrmci.rrn T rata--.c de uma pequena enciclo~­ Das 9tl as 1211 e das"f 4 t\<élr 18h
mitindo diwrsas tdéias e rrõncas sntm: grnndc ÚI!.'Utqut: ao cavalo: comu !'C'· pk-:.mcnlc estar de caltc:ça p11m hnixo. A/~t<l. RllJ tle dJa !.Oim: ~~ num ''anadtl\ il!>~cto:. do Londrina • el (0432) 22-6049
a J'eorm da Evolução. É o que preten- tou apenas um a espécie mudt:ma de Na verdade. do:: acordo com Goold. cs- itm••lrtl. /991 _. pcrftoún mcdic:vul De (alo. não t de Das~ àS 12b0á<IS 13030às 18h
de mastrar o escruor c :-.: c! çl padrl'io reul da v•- Quem go~ta d~: ob- bo1c que os histonndores estào rede~­ FortalliZB • Tel (OOS) 244-1'566
pakontólogp am l!ricano da. Não é (ato que. qunn- ~o:rvnr ''~ planeta!>. ma~ nao te m um cobrindo cs"U fase tão f6ruJ da btStóna Das 9)). à$'12h.e daS 14h ás 181\30
Stephen Jny Gould. ru,. tlo os a.nimnl~ ~urgem . llUia s=plcs c scj!uro paro cncontni· unh ersal. 4! dô fa.-.endo um cqu r~occ):
sim. acabo pmporcinnan· são reprc.çentado~ por loç nu c~u. pode reoorrer 11 Cunu Ce- ounmle :.éculo~, H Idade 'vfédia rur ~ 110t6 mudou <!e ender:eço prl!eocha o
do com seu livro. recém· uma ~ pt1UCa~ CSpc!C IC\ lf'ttr tfa flmwl, do ll'trnnom<l Ronnldo chamada pejoratiH1mcnrc de "1dadc oeo.oo oe allótaÇAo abaiCI ~'.través aekl'vOCê
lançado nu Br:t,il, urnu simplc;, a> q u.US. nl) lon- Rogério Jc FreiLu.-. MüurliO. lf UC ac:ah11 "'"' tn:vus" N~...se cxn u~ti\'O c comple· POde B/leHll 0& U(T\8 UlliCil ~ O e oderCJÇOÓCI
IDdaS as riiV1SlaS que . _ Col0qut1'9 '!(lm
go~tosa a(lla de como se ~o dO'> mifênic)o,, VIIO 00· de 'i<.' r rccd1Uu.la. f\ cana 5~.: compõe de to Lrabalho. o uutur. hL,turlador m· enllelope eerw1fl-O para
deve fazer c compn:eo· qu mndn rorma<; ma i' quatro l'llllscarns que nd cqun m ort~pec­ gli:~ . prnr~:~:.or du L'n1vcrbJdadc oc
der a ciência. Algum. dob COrll f)lexa:.. J:.m \!Cl JÍ»<>. lo do ccu conforme 11 lu)!ar em que a Londres. contou com a colaboração ele
e rros apoolndu' por emtem período!> cnl lfUC pc'soa se encontra. 0flllh!smu ou10r. •l qunrcnta C'tpc:Cl(J h~tM no O$'~Unto para
Guu.lo ~ muito comuns a vida ~ubiuuuente ex· n:cém-htnç<!do AnmiritJ tft> rUtrOfW a clabornçllo dos \'Crbetes. •
c ate bttnab. Por cJtcm- plodc em centenA~ de 111111 tlr /OOJ . relaciona os eve ntos do """""~ 71!9 ~ s._."""o. SP
plo. a noção de que o~ Coml;b co mplcxll!l; nu~ .mo. cnmo eclipses. cometas periódi· .o,.~es é'on·10çarli0 a chêO'>r em seD
dumpuoLé~ :.fio oncc:-· pcnodob po~tcrior<:~. a c01>, prinopai.\ lançamentos de S~>ndn..\. Mal que tem cura .!JCI'<'ll ~~o l ~emanar; apOr. ractebarmos o
trais do homem. Em vez mnior pane delas I! climi· ra\e' du l.ua c apresento um resumo !leUJl~do
diSSo. u que a teorm túir- nada por cxtinçõe~ dos acon1enmentos recen t e~ mrus r---------~ ----- ~ -
ma é que os macacos e o ~ Sabe-se muito pouco marcante• neo;s;; Cllropo. •
bomcm dc"Cnvnlverarn- "' :unda wbrc ~~ grunJes
se a r amr de um mesmo ~ C\'C11llh dinârruros ela no-
animaL j:i extinto. que i! turcza - tanto o~ crhlll· A ousadia de Hatchepsut Dor dt> e-.am'Çtl,
vtveu bJl cerca de l.S mi- ~ WIS.. como os destrulÍv~. esse labirinto te m
lhõc' de MOS. A evoluçlo como sfmbolo do progresso: ~uívoco l'*lo.ht• li Elcsccrlamc:ntc niio eslli- saídJi. 11fe.rtmilr<'
Nesse caso. os dum· L _ _ _ _ _ __ _ _ __...==========--J~ vum prcvb tos na cllissic.a S Feldmau.
pantts são nl)';.~ primo~ t'cona da Evolução. cna· Etli(·iíc.\ Puuluws.
conte mporltneos. ConSé:qOcnlcméllle, sua linbag\!m. de parece ser um Sim bo- d•t hil mais de I no anos pelo gémo d o Stin Paulo, 1'191
de..,cm ser trallldos como iguais. c niio lo du succsw Tal\•ez at~ sem pensar. inj!lês Charlc:• Darwin {lgoo-ll!lr.!). ~4UIIO frcqO~nl~
como seres mais atrasadO) nn csct~da 1rnnginn-~e n espécie sobrcvhcntc: Clf- Por isso, pM'II 0\ prõx•mos anos. prc· Far.wrua d e T cl,.._.,, entre a maiori11 das pesSOa$. 11 d or de
da evolução. l'a vl!rdadc, o o.:q_uivoco mo uma vencedora. Ma!.. nesse passo. vê·lo! urna grande n:f~1rma ni.!SSI: ramo Frmrcu 1-~vre, cuheça ~ um mal que h:m tmtamenlo
m;;us 1mpo rtuntc ~lá na própnn 1mt1· deLXa-)1! de lado a riqucw dn arbu.~t o do conhecimento. ínclu.•1ivc com n con- J:.dirora M .-rçuf'\'o. Pe lo menos c o que mostro o mcd1co
gem d e escoda.- ou, o q ue dd na mc~­ pan1 lou•ar um üruco ramo soliuíno Lnburção de Guuld M:t.~ para lsso. Stio Paulo, J99i bmsile1ro Alexandre Feldman. que há
ma. O(l imJlp,cm de ma indrana. Ebt é !•ora LlustrnT o que con'ti<lcra um acredita de...! p rccl>(J romper com lb No -.ceuk1 XVI a.C. .mu~ se dedica i1 pco;q1lisa dessa dor tão
multo útil par<~ U~tmr u sucessão das -colossnl equ ívuco .. n~~ nmneirn de lmugens convcDOollltlS. por mclhm co. uma mulhcrdc~afiou o tradiçiioc!llpc•a cornquc1rn c incômoda. Em llngua·
fomtas vi"as ao longo do te mro. Mlli avaliar a cvoluc,"âo. Gould dedicn n que tcnha01 sido os ~cus '>CI'VlÇOOO nu e f~J-\C coroar f,uJü. AIC: então. o,ó t~em simples. ele explica o que é a dor
i~so niíu qucr di7e rque existe um o mor· maior p<~rlc: de ;cu li' m nos (.XSI.!Is de passado E justificn-o;c: "Tuduu 4ue.! tinlu1m gove rnado roprc.'cntonte~ do de cabeça. seus diferentes tifWK de que
cha mexoró\'t'l rumo ;m prog.rc~o. ot~ Burgess Sbalc, nú ~lc do Cnnad.1. muíltl fomiliar ac:1bu apri.sion.mdu o M!XO rua!.Cllltno. O rem:tdll de 1-tatchcp- forma ela ~e munifc~la. o que pode ser
s.~:rcs mrüs atraslldOS pam os m;;us DVUJl· Uma da~ mawrc:s ÓC)Cob.:ntL~ da l'a· nosso p.:n;,;uncn to" • 'lll. o quinto da I 8' dmasua. é co11S1de· fcrto para tratá·la c quem sube Jívrar-
çados. Gould ironi7.a c r.a concepção. leontologia. eles n:,c:Jnm um pc:ríodo Ffinrio Dle guez rndo um dos maiS unponnntes d o lmti- "C dela paro semp re. •
76 SUPnt ABRIL 199t n
Flguno I
-J 7+ O+ K+ 10+ A+ Puzzles
-!f 7~ Q~ K+ 10+ A~
,..,
! 7• a• K• 10. A•
j 7+ O+ K+ 10+ A+
ClfOim c t - tern- fiiiPitJ
Por Luiz Dal Monte Neto

E m 1915. em Haonover. Alemanha.


um certo G. Capellen publicou um
livrelo chamado Z wer Nerre Kriegspll!le
(Dois oovosjogosde guerra). A época.
se eliminam todas as canas. exceto os
ases. os re1s, as damas, os dez e os sctes.
A ligura I mostra a hierarqut.a entre
elas. Obscn•c que também bá ordem
te, e assim por diante. Se um jogador
não tiver canas do naipe d =rtado
pelo oponente. ele rem que dcscanar
uma do mesmo •·alor, de qualquer nai-
sc~unda mão. 11!1 canas siio recolhidas
e. dessa vez. embaralhada~ para a se-
gunda fase . Nessa. dtsputa-se a tercei-
ra mAo c, após troca r novamente os
..
..
convenhamos. nAo era proprda para o de valor en tre os naipe>~. As<ilm, por pe. Exemplificando: o jogador A de.~­ c~utas. a quarta c Ultima. O vencedor
lazer as.<ndado a temas béUc{)S. Alin~ exemplo. um dez de copas é mais va- cana um rei de ouros. o B. uma clama da panida será quem totalizar o maior
estava em c:urw a Primeira Outrra lioso que uma da.m a de copas. mas é de ouros: portanto. o A ganhou o mo- número de pootos. depois de somados
Mundial T alvez por ISSO c: Ic tenha sido inferior u um da d e paus. Primeiro, vinlcn to e iniCJa o próx:1m0 com qual- os rc~uhados parciat.'i-
esquec1do. Décadas mais tarde. o ame- escolhe-se o cnne11dor por soneio. Ele quer cana. Outro eJre mplo: o jogador Movu um só palito e tome a igualdade verdadeira.
" essa troca de cartas que e limma o
ncano Stdney Sack.son, um dos maiores
especialistas mundiais ern jogos. ga·
rimpando raridades num sebo. desco-
deve embaralhar as ''in te canas c disln·
bwr dez para cada um. l::m segutda.
inicia o jogo dcscanando uma de suas
A descarta um de.~: de espadas c u B.
por não possutr nenhuma cana de es-
padas, descruta um der de pau.s, g.a-
E fator sorte. obnpndo os J~dorcs
a temnr superar a performance ndvcr-
briu o trabalho de Capellen e o divulgou canas com a face para ctmn. à sua fren· nh.ando o movimento. pois paus é su- sá.ria, poi~ ambos têm u OCl.t~ião de ex-
em seu hvro A fllllnut of Rome~ (Uma te. Entllo. será ave-;. do adve~rio. que perior a l!$plldas. perimenwr as mesmas distribuições de
séne de jogm). Na ve rdade, o livreto deverá dcscarwr uma carta do mamo cana~. sejam tias favorâvctSou niio. As

A
conunh.a sUDplesmcote dob JOgos ioo- nmp~. il suu esculha ~ canru. vAo compondo duns filet- re~s básicas do jogo sllo essas. mas
re~ivo:;: o primeiro. uma variante do A cana é colocada na frente da pn· ms à frente dos jogndorc:s. cada ext.~te aint.ln um rccurw li di-.po<õiçllo
xadrez: o segundo. um cunoso jogo de mclra. tnmbc:m com a face: para cima. qual formada com~ deM:ane.~ de um dos jogadores: o dcsame pdvio. Esse
CllJ'18S cbaUUido Marc. em que oilo in- Essas duas cartas constiwem o que deles. O Jogo prossegue desse modo. recurso cons1s1c ~:m fazer um <kscartc
tervêm 11 sonc. ao contrário da imCOSII Capcllc:o chamava de muvimenro. até q ue um dos comperidores int.c1e amenor ao primeuo movtmento. antes
mruoria dos jogos com baralho. Aquele q ue descartou a cano mais va- um movimento com uma cana que o de ( I mi'lo começar. Q ualquer um dos
M01~ é pmucado por dois participan- hoss num movimento deve desca n nr a oponente nAo tc.nhacond tçõe.<ide seguir. jogadores pode optar por faz!- lo. toda·
tes.. usando um baralho comum. do qual primelrn caru do movimento seguin nem em naipe. nem e m valor. Diz-se. "ia quc:m micia a mllo deve sempre
nesse caso. que o jog.ador deu dizer antes do oponente se optará pelo

-........ mate no adversário. E possh•el de.-.cnrtc prévio. Quem opla cm ~oegun­


que a~cartassee~ogotem,se.m quc do lugar nao pode fazer um descane
ninguclm dê mate. shuaçllo de prévio com o m<:Smo naipe ou com o
A
empate em que niio se contanl os mesmo valor dnquc le que o precedeu.
pontos. Quando alguclm dá mate. A vanta~em de se fazer um descarte
a 10 10 A gttnhaumnúmcrodepommigual prévio rcstdc na possibilidade de au·

7 7
• ao valor da última cana descana·
da muhiplícado pela quantidade
de movimentos. Parn efeito da
pontuaçlo. as canas têm os se-
mentar o valor dos pontos em caso de
vi tória. uma v~ que e le acrescentará
um ponto. por deliniçllo. no número
final de movimentos. Se os dois ftU-
Os ínfclües personagens abaixo panicipam de uma
lila para obtençfio d~ algum canmbo burocr.1tioo.
Após receberem plaquctru. com nli:mcrro~. fornm
colocados numa ordem CUJO critério surpree ndeu

••-= a ,.....Xdll,... I!O I'~""'"o &Y, - fl•ll • l t -~~~~ ~


+ • gumtcs valores: os= 11: lO= tO:
rei = -1: dama = 3: c 7 = 7 pontos.
Isso encerra & pnmetn! m!lo.
Uma partida completa de Ma·
rl!m o del,Carle pré"io. a mão tcní upc·
nas nove movimentos. Se apc.n~ um o
fizer. ele flc.anl com nove canas conua
dez do oponente Por isso, se o mão se
muita gc:ntc. Qual rm esse critério. :>~~bcndo-se que
ele é baseado cxclus!Yamente nas plaqueta!>'!

ti! consiste em QUatro mãos. divi- estender até o décimo movimento. ele
didas em duas rases. Após se usará nele n mesma c:arl;! utílizodn no
anotarem os ponto~ relativos à nono descane. Se um participante jll-
primeira mào. cada jogador re- gnr com nove Cllrlii.S c<Jnlra dez do ad·
colhe as CBrtas quc pertenciam versário ~ conseguir dar mau: com n
ao adversano c dtsputa·sc a se- décima cana (a nona repetida). diz-se
10
••
que houve um supermute. o: o:. pontos


gunda milo com as canas troca·
das.. Qu.e m mtclll é o perdedor slio contados em dobro •
da primeira milo ('iC houve em-
pau:. miC!a quem nlio o fc1 an-
terionnc:nte). Após o ténnino da
78 IIUNa ABRil. 1991 SUNR ABRIL 1991
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fnlnndo 11 verdade sollre o poluac;llo que: Euupedu AIIIU da SIIV11
afl!ta esse no p:luhwa Achei também Coord•tllldor do Curso de GI"BdUIJÇio
Trilllinõ J!!XQ para •lcm u quu1r1> que ele é JUg.tdu \Cll)rc um rabulcaro tni.S p.1ra comprur N~ · rtl(lm ... nlo B:l\lllOtc: oportuna c: cluetdauva J "'"'"' lloa a idl!in de umn w~n rc:gic; cJ. Msle!MtlcJJ tU UnlversldMk
fiUrt" •JUlnte•, de autoruJ dr Ftw.r com rrilha\ onde~ po<otasas peça\ A\ 'oülnam-sc os pontO) dcri hcxag_on~ rcJ"()rtngem - 'iob o dnmímo dc: Salur- nnl nn I'C"J~III. c: I:'J"Cf(l t~Ut rontinue E•~l P.ullsiJJ • UNESP• • Slo
\ft/Jtr. pmdu~tdo pela Gm" ltJJlfll t:nthM de~ n\oh·c:m-sc am n:dur de conqu a~ c: dc:dtu·-..c: um ponto nn· !SI n I• •tno 5). ru hélezns. QS '-lllndo t:m tocbs '" cdaçik'' José do Rio Preto, SP
,. flnnqutdoJ S.A. gt:utdes haagvnu, com v~tlof'l:;) de um ('llll'll miin peço q uc: r~ ou D;~ mão~ c:ntgma~ e .1 lmcn'>idilu d..-sse mfl!.ptHI Olm#M Bútnc~~,.,1
a lrb. Ch jo)tadcu ~>C allemam colo O mlllor totalmdiQ.ra o \.Cncedor, planeta me dct'!nmm ampre ....,IOnado AntttrlcMIB, SP F•tMs nosNs
lmaguto: um Jogo de dommó A rc!Ulllomc~ Ulmbcm um !>h- Ed1Json S.tioll
CUjl' J)CÇII5. em VC7 d lJUI" tem~~,;altt:ttUliii.U d flPnruação Mamborl, PR S.nduiche no vestlbul•r No urt1~o " Rebeldias <1:1 etlcrj!m do-
pontus. tiv«K<:<:m três. Poa !1.\SÍin em g uc vnlorc" d tK hc::~ttigo·
tK mnda" (SI n.• t.ono5).noqucsc: rdcrc
sfloaspc:ç~ do TnmiTÍIJ umjogo n~ SàO muftapl c:ad~r.. J)l:l~ va Rc:almcntc ullc:rc"ante o planetn l'rcstci vcsllbulnr pura 11 llnive"i· il pmencuH:Iétnca dnsusinns dtnd.tiS. o
crilldo n(l Brasil e que lnll'Odus lores dá.\ ~ que o et:r01m S:numo c sun'illltt" A ..cmelhança co- linde da: CiAo Pnuln c me \Urprccndt ~fmbolo mcttnwnll c:~tá pnfudu Cllm
alguns wmph~on:s num dM I nrmmt compi!Ot O'i TIC:tOCint Ire a primiti\'11 ollrtluo.rem terrc: Ire c: a qUAndnli uma dasqu~l&.-sda pro• a de l~trn mtn~ula (m\\) quando o rurrclo
OO'í,_~ piKUttem~ mau' pnpu nonntiJ:íncnlc em~cf!adQ\ no de Tít.1 pod.: rtlllo I.:\ ar 11 de5robm CfiÍ· Banl~a· pcdm paru de..ac:,c:r o cn- <c:ri11 MW
lam..Oc:spmto~oconlinu.. donuno comum. a.em compltcar 'lb no\'3$ a r~pcato d.l ori~tem da ,.,d.J mmhu de um &nndukhc de p.ín com c.fos EduBrdo PJres. Cott.. SP;
o me: mo cncmtar peças \llll4 1» regras. que pctm,wiC(CID tpn na l erm. carne nu ore.anJSmo. Ftquc:i empol- S.ndro A. VI~,.. s.to Plulo, SP
n~ ou1rru.. obedecendo 110 cn- )tmple.' qwuno u dele l cm AlbMto MM1Jnfill #MveH ltl'do oo •~n::eber :~ St"mclhunç;a com
r~no de ~emc:lbança entre ns bpà probabthdadc:~pon<~nto. de: Stllvsdor, BA il malérin -A llurn JOrnada de um A m1111!t1o ~ Rebelcbns da cnC:fllll
ppntn~ O mimc:ro de: peça-. ,pç ~ awndár l\0\ fd\ do J~V l111dt s:tndu!chc hot:a ndcntru" {SI n.• 1!. dom.ultr" turncte um erro quando dv
pÁrt14U. ctlU VC.t dlls 18 Util iatdll) i dona I, O malérfrtl uhhnadu t! dl.j Direito do$ nl o fum•ntes .ano '-1 ). E~pcro que u h!\'Í(Irt cont inuc: que n ro•~ncm de uma llimpud.l de 6(1
~u '\lummu comum de: Uupl11- {)Ua quali hd.:. m :. c pcnu quc a publicar anjgO!> tno tltcis conw c~<oe. "1111~ cq uh ulc: u erguer umu pedra de
i..!"· ii h m de poder abllfCllr ns ti peças nllo SCJnm de. pJll,U~>. Mui to hon n repun<tltcm- R~pimçllo Psulo RobMto F. de Andrsde (!Oquilnsa I metrodochl!o. Na ~crd~ttlc:.
camhnmçóc:~ ~i\.eh c.ntre trêl. nú camlo um>~ p4:ça por ' ez c. qUl\lldo 111 oom umu espessura que UIA:s-pc;mu- a fundo- ISI n I. 11110 'i). As pessoa\ Slo Pluio, SP wriR UmR pedra de ~ li!URI U 6()
mc:M {l"OIDO dM lém O foTtiUllO IJe g.uem complelll o a:rc:o a algum bc'l:l\· t~-.c pa.l1lt em pé c: ,,,._,hl:h~ ~u ~e•em romcçar u lt>m,ar cnnsoi!llCIJI ncwtonse mas&a lgmtll nqutlt1JntDlaJ
um ) • cada rombmaÇ;lo op.uece em 11ono. põo: um.. ficha rolondll ~r c ele. trutnu.c:to. Porém, pane dccsc tn· t.la imp<ll1~ncin dn pulntáo e aprc:nlkr Acho que devo agrndec:c:r il rensta C.lso Vlle/4 c. c.mpo.. &llo
du<b pc:çn. ordnllld» de duo.s ma todtcandn que c um. etmt~uiM;~ \UJI, (l COO\iC:ntcntc C: ~UpcfliOO Ctlm a 111· a re<~norqucm não ruma O ruruante pela ajudtl nu '._.,tlbul.ar Alem da Hortll>nre, MG; Welodlf'll!f" N.u•~t.,.
nc"tm\ dale~nte\). J<~gu h: m11n11 quamlo um dos JOg.tdOrC) clu~o d~ qWitm ~upnn~ pl.tsucos pndc: Bc:cndcr liUdnll" <:aga~TCX qUlliCr qut:,lilo t1l dt!!cSII() do '-llndufdtc. a Jr. , Stlntos, SP; FrtJnelsco C. V.rzolll
Ou1ru Clfllctcrislica do Tnm 11ú I! usar ~ua dhtma pc:çu c nao llou,.c:r ou- paru suslc:ntJ·lil) .J ll.c~ que cscoth.l n luJ:"r np mpn.1do
c nnn prC:JUdaquc non~,o~ucm
lcmbnmçu de outra~ rcponagell'i que
Ir ou: aJudou il respnnllcr !I' qul!.~-
Lopn. c.tanduv•, SP; Andrl
Fttt:Chlnl, Bento Gonç.w/vH, RS
Laura Crl.rltlll da C. Domiciano 1!\c' de forma mra" completa o: tntch·
Aguaf. SP jlt:ntc ~\ p.aluvr ,, t C\J)trnçllo no rruuénn " A
PltrlcJB Horta rerrn dentro de um11 rcdomn·· (SI n.• J.
lmJt.ndo • Ten• OAsco, SP ano 5), fo1 empregada anadequa·
fL"tm I <;ampl~cntc fu-anantc a m.atc:na
• ,.\ 1 em lkntl\llk: uma redoma" {$1
drunen1e. quando se rcfcn \ ulJIL'.
O ccmeto ~ dJUt que durante 11 fot~­
~ant...-sc. c nSo dumn te: 1 ~1raç4n. ei!K
\ "" •11anur "'~""Mkl...l~ •·•lllolo \ ' f'La.1•-.; In h•nm1 t.t-..f, .... aJwt . ,.••..., n r
n I ano~). E oorn <W~r que os CN:n- Ou.:ro rarnbc:ni1llr """' cdrwro reto libcrnm o'ígi:nao e .alxorvem f!õl!lo car
"'"'" ".J..• lf • J .J.: IIIJ!b.."f'C' .J, \1 0 .J..-n uli ,h,i,..., ''"'"J.a .L ,..,.,.... """'
IXnuc:v
'"'~' Ua. J,r.,J- h.• •• m..~.., ttUJ1~ht Ut .k\ tl'\k.lm Lk"' rtlllftt.~ tf,~ nunM'l1~ '" n~ t~lns cuha\·am n "mhn ~.: \i\cr .:m lnnçnmcnlo <1.1 Surermteress.1ntc: Jo-
1fll\.)t;fi l \tf1J, I l til ~l~l~i.t lJ I ,, ''"" ~ \UH-.: l,lln lf\."' h :: C' OI"-"11'11• 1 f .J11"1~ outro plnnet.o, miL' p.am i.'iSO runda te· 1\l'h l!~pc:cial. Na quuhdlollc de profes· Marlltiia Regina FerNII,..
t• u nu~n1 ,,, •unh·n-. ""'14" JtM4; ~

- IJJ1\d.tnnurm. uuf. nualík.h.''t C .'tl.L• m u.l


rào de e\'Oiutr hustnarll!. ..or uni\ er.máno. hd ancn rntc:rcssado S6o Paulo, SP
Almir F11rrum~• ~ Holanda na l.livut~ac;!lo dn Mau:m"tlc:n. nn
"-·m d-u 1 \ ,..'"'"" ""'~ '"" " " qw: trm j
k'11" 1 ( \I - 11 ll iNu , du• • H h'"' ~. AP mclhorill da< condiçlleç e lb própria Nn mat.!t Jn • JJ6r no grdncu" dn F'"
ftUUI-.:fl~J..: fttUIIIIth." fk: .. K .. f'N\ tf"J.It qunlldnde do cn'>mO de\ 11 da~CipU· pc:cinl Jovem lui LUrul fulha no tuUfac:o
a~~~ lt.-1!<._,.,, 1<<-ôlw n.lo.~ Uc. nu. 'cjo na re'-iSIIl uma :tllada mui- da pjgana 19. onde: as core~ dn rc:JltiO
.,..
•• ~m.a adl.>~ li a I , \l aJ
lo tmponantc: c: muito oponuna Ri - 'iortc e ui roram trocadas A (li UI do
La rom ~ndc mtc:~-c: a ma1.:n.1 C'Il. mahva c antehgeme . a vnflC.'dadc g.rál1t0 q u.c corresponck 6 regili11 N' ' "c:
- R.al~ human~- (SI n I. ano 5) É de -cu conteudo fne11ita 11 nhordat~em dcvcnntc r aconcrdeeath~tmlo Sul
rncn'd como t:NI l.~nt:Ul <oe descn· ludiCll da M:.uemáuca. hlão. eomo M: a cor 'ennclha.
\'Ol~eu a ponto de prod1121t. em 1\lbm ~be. sempre seguro c: re"'áve l paro Octàvlo PrHgf'Bve
de ensaio. rnto~ rorrtgcn\!~ h umnn()\. tju.:m ll~Nn de en~mnr. lnfc:lumc:ntc: Rio • J~tMiro, RJ
Lucútne Cutlgllonl J)\:rd l n primeiro cdiçno. n que. com
s.to Jos4 do Rio Preto, SP tttlc'I.A. nnn noorrerd com 11 pruúmol

B; Resposta da edaçao an!!


_ •IOf
_ _ ___, Super r!Jional
rendo OM m.ã~ llltlll rc• l'tn como a
qu~ a Ab nJ lança ugúrn 'ó me resta
torcer para que a cquiJIC ~'li prO!>-
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Os físicos brasileiros de
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