Você está na página 1de 2

AS TRÊS FESTAS DOS JUDEUS

TEXTO: Deuteronômio 16:16

1 Festa: “ Festa da Páscoa ”

Todos judeus subiam à Jerusalém para comemorar a grande libertação, quando o Senhor os livrou da
escravidão do Egito.
Era a festa da saída para Canaã. Houve muitos sinais, mas o mais importante era o sinal do “
Cordeiro ”. O Senhor orientou em Êxodo 12:5-10: “ Toma um cordeiro ou cabrito sem mácula; mata
o cordeiro, toma do sangue e passa nas umbreiras e vergas das portas e então, podem sair para a
liberdade; não comereis dele nada cru, nem cozido em água; comer a carne assada no fogo: a cabeça
com os pés e com a fressura.”

Revelação:

 Cordeiro sem mácula: Jesus santificado. Jesus não tinha pecado.


 Matar o cordeiro: Aceitar o sacrifício de Jesus.
 Passar o sangue nas umbreiras e vergas das portas: Estar coberto pelo sangue precioso do Senhor
Jesus que nos livra de todo o pecado.
 Cordeiro cru: Homem na carne.
 Cordeiro cozido em água: Palavra na letra.
 Cordeiro assado no fogo: Palavra Revelada = Palavra além da letra, que liberta o homem.
 Cabeça assada: Aceitar o governo do Senhor Jesus para ter a mente liberta.
 Pés assados: Caminhada na Revelação.
 Fessura: Intimidade dentro de nós, não só na boca.

Então, o povo do Senhor subia para Jerusalém, levava o cordeiro para ser sacrificado por expiação de
seus pecados. Mas a grande alegria era levar a gratidão ao Senhor por tão grande Salvação.
A Igreja também vive a sua Páscoa, vive a sua festa que é a libertação deste mundo, libertação de Faraó
que é o símbolo do poder das trevas. Só que a Igreja não comemora uma vez só por ano, mas todos os
dias o servo sobe para a igreja para depositar a sua gratidão, a sua adoração ao Senhor Jesus que é a
nossa “ Páscoa ”.
Todos os dias nós glorificamos o nome do Senhor pela libertação que nos deu, tirando-nos do mundo e
nos transportando nesta jornada para a terra prometida.

Festas dos Pães Asmos

Agora, a Festa dos Pães Asmos se dava dentro da Festa da Páscoa. Era o comer o pão sem fermento.
Nesta festa só se podia comer do pão sem fermento, simbolizando a festa do alimento que é a
Revelação.
A igreja vive nesta festa. Cada vez que o Senhor entrega uma revelação na Palavra, o nosso coração se
enche de alegria pois é a Revelação do Senhor.
O pão sem fermento é o asmo da sinceridade, é o símbolo da revelação perfeita do Senhor Jesus. Pois
ele é para nós o Pão sem Fermento ( sem pecado, santificado ), nós vivemos deste alimento todos os
dias. A cada revelação o nosso coração se alegra e a festa continua em nossa vida, na nossa existência
como igreja do Senhor.
2 Festa: “ Festa das Primícias ou das Semanas ”

Era a festa da colheita do primeiro molho. Vinha após a festa da páscoa.


A primícia era o seguinte: O primeiro molho colhido, geralmente de trigo, era levado, diante do
sacerdote e era oferecido como o produto, o resultado do trabalho, ao Senhor.
A Palavra nos fala que o Senhor Jesus é nossa primícia: “ Mas cada um por sua ordem, Cristo as
primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda.” ( I Coríntios 23:15 )
Da mesma forma, como o Senhor Jesus é o primeiro grão que morre, é também o primeiro que
ressuscita. Ele é o primeiro molho colhido nesta grande colheita.
Nesta festa, exprimimos toda nossa alegria porque assim como o Senhor ressuscitou, nós também
ressuscitaremos com ele para a Vida Eterna.
Esta festa nós comemoramos todos os dias, como diz a Palavra: “ ... até que ele venha ”.
O Pão e o Vinho eram o simbolismo de sua morte: “ ... fazei isto em memória de mim, porque todas as
vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor Jesus até que ele
venha ”. ( I Coríntios 11:25-26 )

3 Festa: “ Festa dos Tabernáculos ”

Esta festa era muito especial. Havia um preparo, os judeus alimentavam de tudo que tinham colhido,
era um banquete extraordinário. Ali havia o mel, o pão de cevada, frutas secas, o pão de trigo, e todos
participavam porque deviam estar bem alimentados para subirem à Jerusalém para participarem da
Festa dos Tabernáculos.
Eles iam fazer uma grande caminhada, então precisavam alimentar bem. Era o grande banquete para a
grande caminhada para esta que era a última festa.
Nós hoje glorificamos ao Senhor porque não subimos à igreja todos os dias, vazios; mas o Senhor nos
tem concedido toda a fartura.
A caminhada é longa, mas estamos chegando hoje para a última festa. A igreja se prepara para o
Arrebatamento no tabernáculo ( comunhão ), lugar onde o Senhor tem convocado um povo para
participar desta grande festa.

Deuteronômio 16:16 – “ Ninguém aparecia vazio diante do Senhor.”

Hoje nós estamos trazendo aqui a gratidão em nossos corações pela benção da libertação da saída do
Egito. Estamos aqui para a Festa das Primícias, para participarmos da fartura da mesa do Senhor e pela
Festa do Arrebatamento da Igreja.