Você está na página 1de 13

EDUCAÇÃO1 FINANCEIRA E SUA INFLUÊNCIA NO ÍNDICE DE

ADIMPLÊNCIA
Elias Oliveira Barbosa*, Adelmo Ferreira Santos**

Resumo

Atualmente o país passa por uma crise na adimplência, pois a inadimplência


está alta, o que pode causar vários problemas ao país, como o medo de investir nesse
e o enrijecimento das políticas de concessão de credito. Sabendo que a educação
financeira pode ser a solução para esses problemas, pois esta demonstra práticas e
conhecimentos que ajudam na hora de gerir e gastar seu dinheiro e recursos
financeiros. Este artigo busca identificar se a educação financeira pode causar
influência no índice de adimplência. Para abordar o tema foi feito um levantamento
sobre conceitos de educação, finanças e educação financeira e sua influência nas
pessoas. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica. Com a pesquisa
realizada conclui-se que a educação financeira pode causar influências positivas no
índice de adimplência.

Palavras-chave: Educação. Finanças. Educação Financeira.

1 Introdução
O atual cenário do Brasil é um tanto preocupante para investidores internos ou
externos, pois o país está com um índice de adimplência baixo, o que torna
investimentos muito arriscados e enrijece as políticas de concessão de crédito,

1 *Acadêmico do 8º período do Curso de Administração da Universidade Presidente Antônio Carlos-


UNIPAC Teófilo Otoni – MG – E-mail: eliasmalack@outlook.com

2 **Professor Orientador. Mestre em Ciências Contábeis pela Fucape Business School. Professor de
Economia do Curso de Administração da UNIPAC/ Teófilo Otoni. E-mail: adelmofsantos@gmail.com
tornando muito mais difícil e com juros maiores, muitas vezes tornando não atrativo a
obtenção de empréstimos e financiamentos.

Segundo a Serasa Explains (2019):

O número de consumidores inadimplentes no Brasil chegou a 63


milhões em março de 2019 e registrou recorde desde 2016, quando
teve início a série histórica. Isto significa que 40,3% da população
adulta do país está com dívidas atrasadas e negativadas. Na
comparação com o mesmo mês do ano anterior (61,0 milhões), o
aumento foi de 3,2%, ou seja, dois milhões a mais de pessoas. Na
relação março x fevereiro 2018, a alta foi de 1,2%.

Demonstra os principais meios onde os endividamentos acontecem:

Dívidas atrasadas com telefonia têm o maior crescimento


Mesmo com a maior representatividade de bancos e cartões (28,1%
dos registros de inadimplência são provenientes deste segmento), as
dívidas não pagas e negativadas no segmento de telefonia tiveram o
maior crescimento (1,6 p.p.) em março de 2019, na comparação com o
mesmo mês do ano anterior, representando agora 13,2% do total.

A educação financeira pode trazer a solução para esse problema que o país
vem enfrentando. Atualmente a educação financeira vem sendo tratada de maneira
mais relevante, sendo buscados assuntos relacionados a isto, como pode ser
observado no Google Trends que mostra um pequeno aumento nas pesquisas sobre
dicas de educação financeira, investimentos e até corretoras como easynvest no
Brasil, demonstrando um maior interesse da população sobre este assunto, como
mostra abaixo:

Fonte: Google Trends


Há também muitos graduandos e mestrandos que fazem suas teses que
demonstram a importância da implementação da educação financeira nas grades
curriculares nas escolas, para o cidadão ter noções básicas de como administrar e
melhor gerir o seu dinheiro.

Utilizando os ensinamentos e métodos da educação financeira, o presente artigo


pretende responder a seguinte pergunta: “Como a educação financeira pode
influenciar no índice de adimplência”?

Este artigo busca analisar e demonstrar a importância da educação financeira


para a sociedade como um todo, influenciando o índice de adimplência e por
consequência tornando o país mais atrativo a investimentos e a facilitação da obtenção
de crédito.

Este artigo busca explanar a importância da educação financeira, uma vez que
uma pequena parcela da população detém deste conhecimento, com esse
conhecimento muitas pessoas que têm problemas com dívidas poderiam ter uma vida
mais tranquila e folgada financeiramente falando.

É importante que as pessoas vislumbrem os benefícios que ter mais controle


sobre seu dinheiro, podendo até mesmo ajudar a alcançar seus objetivos e metas, com
podendo até mesmo ajudar no IDH brasileiro e na felicidade da população.

O objetivo deste artigo é demonstrar se a educação financeira pode influenciar


no índice de adimplência, elaborando uma pesquisa bibliográfica sobre o tema e
verificar as vantagens trazidas por esta.

2 Referencial Teórico

Atualmente as pessoas têm várias metas e objetivos em suas vidas, como viajar,
comprar um carro, ter casas próprias e afins, mas muitas vezes no decorrer do
caminho buscando alcançar esses objetivos ou por simplesmente não terem por não
terem controle sobre seus gastos acabam criando dividas e ficam presas em um ciclo
onde não conseguem realmente quitar sua dívida e ficam sempre pagando uma parte
e devendo outra, os juros se acumulam retornando a parte paga.
Por conta disso o índice de adimplência sofre quedas praticamente todos os
anos, enquanto o de inadimplentes em contra partida sobem, denotando a cada ano
uma certa desmazela ou desconhecimento do controle de suas dívidas e crédito.

A educação financeira pode ser encarada como uma solução para o problema
do descontrole de suas finanças, podendo tiara muitas pessoas de situações
complicadas financeiramente falando e deixá-las mais próximas de alcançar seus
sonhos.

2.1 Educação
A educação é uma das principais pautas atualmente nos Brasil por causa da
sua precariedade e sua ineficiência na formação dos alunos do ensino público, ou seja,
pessoas que são formadas no ensino médio ou 2º grau são em suam maioria
analfabetos funcionais.

A educação é um tema tão importante para um país que no Brasil foi criado em
1930 no governo Vargas, o ministério da educação e saúde, em 1953 no segundo
governo Vargas a saúde ganhos um ministério próprio, mudando o nome do antigo
ministério para educação e cultura com a sigla de MEC que permanece até os dias
atuais, apenas em 1995 no governo de Fernando Henrique Cardoso que o ministério
se tornou exclusivamente da educação

A função do ministério da educação é elaboração e execução das políticas


nacionais de educação, assim sendo responsável por toda ensino, desde infantil ao
profissional e tecnológico, tendo também várias secretarias e instituições vinculadas a
ele, como a Secretaria de Educação Superior (SESU) e a Secretaria de Educação
Básica (SEB).

Educação é uma prática social que visa ao desenvolvimento do ser humano, de


suas potencialidades, habilidades e competências. A educação, portanto, não se
restringe à escola. (SOUZA, 2019)

(SOUSA, 2019) cita:

O termo “educação” não existia na língua usada na antiga Grécia nem


sequer no latim romano, supondo-se ter sido pela primeira vez
empregue na Europa, por volta de 1.300, exatamente na fase em que
o latim dava lugar ao que hoje são as línguas europeias.
A raiz latina que eventualmente poderá ter estado na origem da criação
do termo, terá sido "Educo" (educavi, educatum), tendo dado origem às
palavras "Educat" e "Educere". A primeira, "Educat", está ligada à ideia
de tratar, cuidar, dispensar alimentação ("Herbae quas hummus
educat" - As ervas que a terra alimenta), tendo gerado a palavra
"Educatio", está já com o significado de instrução e de ensino.

A educação é algo importante para um país e para a própria população em si,


tornando ela uma das mais notáveis bases para o desenvolvimento da humanidade,
segundo SOUZA (2019), a educação é muito importante para o desenvolvimento,
fazendo o indivíduo desenvolver suas habilidades e tornando-o adequado a
sociedade. Nas instituições escolares abrange além da educação formal também
aquilo que se aprende no convívio social. A educação promove a desenvolvimento de
todas as esferas de um país, pois por meio da educação produz-se conhecimento.

SILVA (2019) expõe sobre o que é educar, o conceito de educar vai além de
apenas transmitir conhecimento, é estimular o raciocínio, o aprimoramento das
faculdades intelectuais, físicas e morais.

O homem é um ser que precisa de orientação e informação. Esses


conhecimentos são adquiridos na escola, e ela, juntamente com os pais, deve
despertar nos alunos a curiosidade e a capacidade para entender o mundo que os
cerca, e de ensiná-los os conceitos empregados pela sociedade. (SILVA, 2019)

(SILVA, 2019) termina seu texto proferindo:

A educação é função de todos, pois aprendemos até mesmo em uma


conversa com uma pessoa de outra cultura, que recebeu educação
diferente da nossa, etc. Isto é, nosso aprendizado depende não só da
escola, mas também de nossos familiares e das pessoas que
convivemos, seja na escola, em casa ou no trabalho. A educação é
algo que cabe em qualquer lugar.
2.2 Finanças
As finanças são uma parte muito importante na vida das pessoas, não somente
elas como também de como também de organizações, das mais pequenas as
internacionais, pois as finanças podem definir os caminhos que podem seguir, quanto
maior o controles sobre elas tiver, maior será o conhecimento para poder fazer seus
passos.

De acordo com (GITMAN, 2009, pg.3) “Finanças diz respeito ao processo, às


instituições, aos mercados e aos instrumentos envolvidos na transferência de dinheiro
entre pessoas, empresas e órgãos governamentais.”

(GITMAN, 2009, pg.3) complementa dizendo “A maioria dos adultos se


beneficiará ao compreender esse termo, pois isto lhes dará condições de tomar
melhores decisões financeiras pessoais.”. O que pode ser entendido disso é a
importância da compreensão desse termo, que pode levar várias pessoas a ter uma
grande mudança, financeiramente falando, em suas vidas, pois isso melhoraria sua
capacidade de tomada de decisões.

“Finanças é um termo abrangente que inclui a teoria e a pratica das finanças


públicas e privadas. a teoria das finanças compreende o desenvolvimento e analise de
modelos, equações e formulas.” (SAURIM, 2019, pg.8)

“Finanças é a arte de gerenciar recursos. Portanto, os mercados financeiros, as


instituições financeiras e toda estrutura de funcionamento desses sistemas em nosso
país, bem como, no mercado internacional formam um campo de estudos muito
importante conhecido como Finanças.” (CHENÇO, 2009, pg.11)

Falando um pouco sobre as finanças públicas TAMEZ e MORAES (2007) as


finanças públicas de modo geral se fundamenta na existência de falhas no mercado
que geram necessidades como a presença do governo no mercado, estudo das
funções do governo, da teoria da tributação e do gasto público.

De acordo com (CATARINO, 2012, pg.13) “As finanças públicas podem, assim,
ser definidas como a área do conhecimento cientifico que se refere à atividade
econômica dos entes públicos da mais variada natureza, ou titulares de interesses
públicos, visando a afetação de recursos ou bens à satisfação das necessidades
coletivas.”

2.3 Educação financeira


A educação financeira tem suma importância na vida das pessoas, pois ela que
proporciona as pessoas o controle financeiro necessário para obtenção de bens, o
alcance de seus desejos e uma vida estável.

É necessário para que um país possa se desenvolver que os seus cidadãos


tenham um entendimento básico de finanças para que não se endividem demais e não
possam arcar com essas dividas, o que pode vir a atrapalhar a economia do país, o
que retarda seu desenvolvimento, pois isso enrijece e encarece o acesso a credito por
via de instituições bancarias por receio do não pagamento ou atrasos nos pagamentos,
congestionando assim muitas áreas da economia por falta de investimentos ou credito,
além de afastar possíveis investidores estrangeiros pelo mesmo motivo.

Para a (OCDE, 2005):

A educação financeira pode ser definida como "o processo pelo qual
consumidores/investidores financeiros aprimoram sua compreensão
sobre produtos, conceitos e riscos financeiros e, por meio de
informação, instrução e/ou aconselhamento objetivo, desenvolvem as
habilidades e a confiança para se tornarem mais conscientes de riscos
e oportunidades financeiras, a fazer escolhas informadas, a saber onde
buscar ajuda, e a tomar outras medidas efetivas para melhorar seu
bem-estar financeiro". Educação financeira, portanto, vai além do
fornecimento de informações e aconselhamento financeiro, o que deve
ser regulado, como geralmente já é o caso, especialmente para a
proteção de clientes financeiros (por exemplo, consumidores em
relações contratuais).

“A educação financeira não consiste somente em aprender a economizar, cortar


gastos, poupar e acumular dinheiro. É muito mais que isso. É buscar uma melhor
qualidade de vida tanto hoje quanto no futuro, proporcionando a segurança material
necessária para aproveitar os prazeres da vida e ao mesmo tempo obter uma garantia
para eventuais imprevistos.” (SAURIM, 2019, pg.8)

Segundo (DODL et al, 2011, pg.175):


Educação financeira é um conceito amplo, que abrange o
desenvolvimento das habilidades pessoais para atingir seus objetivos
financeiros, incluindo a capacidade de elaborar orçamentos e fluxo de
caixa pessoal, bem como a de gerenciar dívidas, poupança,
investimentos e seguros. a capacitação financeira implica transmitir aos
indivíduos o conhecimentos, a compreensão, as habilidades e as
competências necessárias para lidar com os problemas financeiros, de
modo a que possam avaliar as opções disponíveis, identificar a mais
adequada às suas necessidades e, como consequência, aperfeiçoar a
sua capacidade de organizar melhor suas finanças.

De acordo com MELLO (2009) buscando atingir a liberdade financeira, a


educação financeira, demonstra conceitos e práticas que objetivam uma melhor
qualidade de vida, tanto a longo ou a curto prazo, possibilitando uma segurança
material para poder a aproveitar a vida e superar eventuais imprevistos.

De acordo com AUGUSTO (2018) Não é necessário ser especialista ou estudar


horas para aprender, também não é só quem trabalha na área de economia e finanças.
A educação financeira vai além das finanças pessoais, é sobre entender conceitos e
tomar decisões acerca de seu recurso e possuir a atitude financeira para permitir
crescer financeiramente.

KIYOSAKI (2018) diz em sua obra, sem educação financeira legitima, as


pessoas honestas sonegam impostos, fazer atos desonestos na esperança de ganhar
um dinheiro extra sem pagar impostos, o que é o crime de evasão fiscal, diferente de
elisão fiscal que é legal. Ou seja, tomam atitudes e pensamentos errados por falta de
conhecimento e aprendizado, dificultando reais mudanças em suas vidas financeiras.

Segundo (PAIVA, 2013, pg.39)” o objetivo final da educação financeira é permitir


que possamos melhorar nossa qualidade de vida. Afinal de contas, saber como tratar
melhor o nosso dinheiro não é um fim, mas sim um meio parar atingirmos nossos
sonhos.”
Segundo (KIYOSAKI, 2017, pg.41):

Sem educação financeira, as pessoas, descuidadamente, mandam seu


dinheiro para o governo via impostos; para os bancos, via dividas dos
financiamentos de suas casas, carros, cartão de credito e empréstimos
estudantis; para as empresas de petróleo, energia elétrica e produtora
de alimentos, por meio da inflação. E aquelas que possuem uma conta
de previdência privada enviam dinheiro para os bancos. É por isso que
os ricos ficam cada vez mais ricos, os pobres permanecem pobres e a
classe média trabalha ainda mais.

3 Metodologia
O artigo se trata de uma revisão bibliográfica que de acordo com PRODANOV
e FREITAS (2013) É o levantamento das fontes teóricas (Relatórios de pesquisa,
livros, sites, artigos científicos, monografias, dissertações e teses), que são seu
embasamento teórico, que fara parte do referencial teórico.

A abordagem se trata de uma pesquisa qualitativa (PRODANOV; FREITAS,


2013, pg. 128) “O ambiente natural é fonte direta para coleta de dados, interpretação
de fenômenos e atribuição de significados.”

Foi feito uma pesquisa sobre a educação financeira e sua influência no índice
de adimplência, sendo utilizados como fontes sites do Google, Google Acadêmico, e
acervo de livros online.

A escolha dessas fontes foi realizada de acordo com critérios, onde deveriam
descrever sobre finanças, educação financeira, adimplência, inadimplência e
educação.

A pesquisa bibliográfica foi feita com as fontes mencionadas, sendo feita no


período de junho a novembro de 2019, sendo realizada uma análise nas obras no
intuito de analisar aspectos relacionado ao tema.
4 Considerações Finais
O artigo foi fundamentado em uma ampla pesquisa bibliográfica que buscou
identificar como a educação financeira pode influencia no índice de adimplência.
Tendo em vista que a educação financeira possui um papel muito importante na vida
das pessoas e para o desenvolvimento de um país.

A educação financeira pode ser o caminho pelo qual um país pode se


desenvolver mais rápido, aumentar o IDH e ate mesmo ajudar na hora de ser atrativo
a investimentos, pois uma educação financeira pode trazer a diferença na vida de um
indivíduo, fazendo-o ter pensamentos e decisões mais assertivas sobre sua vida
financeira e nesse contexto quanto mais pessoas tiverem uma melhor educação
financeira, maior será os benefícios ao país.

Segundo (KIYOSAKI, 2017, pg.248) “Milhões de pessoas preferem mentir sobre


sua situação financeira em vez de admitir que sabem pouco sobre dinheiro e procurar
ajuda. Sem uma demonstração financeira real ou proficiência financeira, a maioria das
pessoas não sabem realmente o quão ameaçadores seus desafios financeiros são.”

Após ser realizada uma ampla pesquisa sobre o assunto, podemos perceber
que uma má educação financeira pode fazer as pessoas se tornarem devedores, mas
ao inverso disso uma boa pode se tornar um enorme ajuda as pessoas, ajudando-as
a alcançarem suas metas e sonhos. Por esses fatores pode-se concluir que a
educação financeira pode ser uma grande aliada ao combate a inadimplência, fazendo
o índice de adimplência crescer. Sendo assim possível afirmar que educação
financeira pode causar influencia no índice de adimplência.

FINANCIAL EDUCATION AND ITS INFLUENCE ON THE DEFAULT RATE

Abstract
Currently the country is going through a crisis in default, because the default is high,
which can cause various problems to the country, such as the fear of investing in this
and the tightening of credit granting policies. Knowing that financial education can be
the solution to these problems, as it demonstrates practices and knowledge that help
when managing and spending your money and financial resources. This article seeks
to identify if financial education can influence the default rate. To address the theme
was made a survey on concepts of education, finance and financial education and their
influence on people. The methodologies used was the bibliographic research. The
research shows that financial education can positively influence the default rate.

Keywords: Education. Finances. Financial education.

5 Referências

AUGUSTO, E., Além das Finanças: Educação Financeira Completa, Editora:


Erick A. I. S., 2018.

CATARINO, J. R., Finanças Públicas e Direito financeiro, 5º edição, Editora


Almedina, 2019.

CHENÇO, E. C., Fundamentos em Finanças, Curitiba: IESDE, 2009

DODL, A. V. B., et al, Desafios do sistema financeiro nacional: O que falta para
colher os benefícios da estabilidade conquistada, Editora Campus, 2011

GITMAN, L. J., Princípios da Administração Financeira.12ª edição. São Paulo:


Editora Pearson, 2010.

GOOGLE.INC. Google Trends, 2019. Página inicial. Disponível em:


<trends.google.com.br>. Acesso em: 13 de out. de 2019.

Inadimplência atinge 63 milhões de consumidores em março e bate recorde


histórico. Serasa Experian, 2019. Disponível em:
<https://www.serasaexperian.com.br/sala-de-imprensa/inadimplencia-
atinge63milhoesde-consumidores-em-marco-e-bate-recorde-historico-
revelaserasaexperian>. Acesso em: 13 de out. de 2019.

KIYOSAKI, R. T., O Poder da Educação Financeira: Lições sobre dinheiro que não
se aprendem na escola, Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2017
KIYOSAKI, R. T., Por que os Ricos Cada Vez Ficam Mais Ricos: O que é educação
financeira... legítima?, Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2018.

MELLO, W., Educação Financeira, Editora Clube de Autores, 2009.

OCDE (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico).


Recomendação sobre os Princípios e as Boas Práticas de Educação e
Conscientização Financeira. Recomendação Do Conselho Da Organização Para
A Cooperação E Desenvolvimento Económico. CVM (Comissão de valores
mobiliários), 2005.
PAIVA, J. T., O Segredo Da Educação Para Saúde Financeira, Editora Clube de
Autores, 2013.

PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do trabalho científico: métodos e


técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico, 2ª edição. Novo Hamburgo:
Editora Feevale, 2013.

SAURIM, V.; Finanças Pessoais: Planejamento e orçamento; Editora Clube de


Autores, 2019.

SILVA, M. A..; O que é educar?; 2019. Disponível em:


<https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/o-que-educar.htm>.
Acesso em: 16 de out. 2019.

SOUSA, A. B..; O que é educação?, 2019. Disponível em:


<https://sites.google.com/site/albertobarrossousa/pedagogia/o-que-e-educacao>.
Acesso em: 16 de out. 2019.
SOUZA, R.; Educação, 2019. Disponível em:
<https://brasilescola.uol.com.br/educacao/>. Acesso em: 16 de out. 2019.

TAMEZ, C. A. S.; MORAES, J. J., Finanças Públicas; Rio de Janeiro: Editora Elsevier,
2007.