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ANÁLISE DAS

DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS (ADFs)

Conceitos Básicos

MÓDULO 1
ANÁLISE DAS
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS (ADFs)

Não possui normas formais !

A Análise de Balanços tem como objetivo “extrair


informações das demonstrações financeiras para a
tomada de decisões”. (Matarazzo, p4, 2010)
Representação Gráfica do
Patrimônio

Estados Gráficos
Primeiro Estado Estado de Abertura
Segundo Estado Situação Superavitária
Terceiro Estado Pré-Insolvência
Quarto Estado Passivo a Descoberto
Quinto Estado Último Estágio
Representação Gráfica do
Patrimônio

Abertura de Empresa

· Situação Líquida Plena (SL Pleno)


A = PL
· Inexistência de Dívidas
A PL · Propriedade Pleno do Ativo
(A Riqueza é Plena)
Representação Gráfica do
Patrimônio

Situação de Superavitária

A = P + PL • SL (PL) Positivo
P • Existência de Riqueza
A
PL • A Empresa é Solvente
Representação Gráfica do
Patrimônio

Pré-Insolvência

A=P • Situação Liquida Nula (SL ou PL Nulo)


• Inexistência de Riqueza Própria
A P • Pré-insolvente
Representação Gráfica do
Patrimônio

Passivo a Descoberto

A + PL = P • Situação líquida Negativa (PL


ou SL Negativo)
A • Insolvente
P • Pré-Falimentar
PL • A Riqueza Liquida é Negativa
Representação Gráfica do
Patrimônio

Última Etapa do Processo Falimentar

PL = P • Inexistência de Ativos
PL P • Somente restou dividas
1. (TRT/CESPE/2009) Quando, na equação
patrimonial de uma entidade, o ativo total,
somado à situação líquida, é igual ao
passivo total, a situação financeira da
entidade pode ser considerada bastante
confortável.
( ) Certo ( ) Errado
1. (TRT/CESPE/2009) Quando, na equação patrimonial de uma entidade, o
ativo total, somado à situação líquida, é igual ao passivo total, a situação
financeira da entidade pode ser considerada bastante confortável.
( ) Certo (X) Errado

Passivo a Descoberto

A + PL = P • Situação líquida Negativa (PL


ou SL Negativo)
A • Insolvente
P • Pré-Falimentar
PL • A Riqueza Liquida é Negativa
2. (CNAI/CFC/2008) De acordo com as Normas
Brasileiras de contabilidade, o patrimônio líquido
compreende os recursos próprios da empresa e
seu valor é a diferença entre o valor do ativo
e o valor do passivo. Quando o valor do passivo
for maior do que o valor do ativo, a diferença
deverá ser denominada e apresentada no balanço
patrimonial como:
a) patrimônio líquido negativo, deduzido do passivo.
b) patrimônio líquido negativo, somado ao ativo.
c) passivo a descoberto, deduzido do passivo.
d) passivo a descoberto, somado com o ativo.
2. (CNAI/CFC/2008) De acordo com as Normas Brasileiras de contabilidade, o patrimônio líquido
compreende os recursos próprios da empresa e seu valor é a diferença entre o valor do ativo
e o valor do passivo. Quando o valor do passivo for maior do que o valor do ativo, a diferença
deverá ser denominada e apresentada no balanço patrimonial como:
a) patrimônio líquido negativo, deduzido do passivo. b) patrimônio líquido negativo, somado ao ativo.
c) passivo a descoberto, deduzido do passivo. d) passivo a descoberto, somado com o ativo.

Passivo a Descoberto

A + PL = P • Situação líquida Negativa (PL


ou SL Negativo)
A • Insolvente
P • Pré-Falimentar
PL • A Riqueza Liquida é Negativa
Reclassificação de Contas no BP
ATIVO PASSIVO
· ATIVO CIRCULANTE FINANCEIRO · PASSIVO CIRCULANTE FINANCEIRO
o Caixa o Empréstimos
o Banco o Duplicatas Descontadas
o Instrumentos Financeiros

· ATIVO CIRCULANTE OPERACIONAL · PASSIVO CIRCULANTE OPERACIONAL


o Duplicatas a Receber o Fornecedores
o Estoques o Salários a Pagar
o Despesas Antecipadas o Impostos e Contribuições a Pagar
o Encargos Sociais a Pagar

· CONTAS NÃO CÍCLICAS · CONTAS NÃO CÍCLICAS


o Empréstimos a Terceiros de Longo Prazo o Empréstimos de Longo Prazo
o Títulos a Receber o Capital Social
o Investimentos o Reservas de Capital
o Imobilizado o Ajustes de Avaliação Patrimonial
o Intangível o Reserva de Lucro
o Diferido
Balanço Patrimonial
Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09
ATIVO PASSIVO
· ATIVO CIRCULANTE (AC) · PASSIVO CIRCULANTE (PC)
· ATIVO NÃO CIRCULANTE ( ANC ) · PASSIVO NÃO CIRCULANTE (PNC)
o Ativo Realizável a Longo Prazo ( ARLP ) o Passivo Exigível a Longo Prazo ( PELP )
o Investimento* o Receita Diferida ( EX REF)
o Imobilizado* (-) Custo com a receita diferida
o Intangível *
o Diferido (artigo saldo que não possa ser
reclassificado) *
· PATRIMÔNIO LÍQUIDO (PL)
o Capital Social
o (-) Custos de Transação
o (-) Capital à Realizar
o (-) Ações em Tesouraria
o Reservas de Capital
o Ajustes de Avaliação Patrimonial
o Reservas de Lucros
* Antigo Grupo Ativo Permanente o Prejuízos Acumulados
Ajustes e Simplificações no
Balanço Patrimonial

§ Caixa e Banco somados passam a se chamar


Disponibilidades ou ainda, O Caixa pode representar a
soma : caixa+banco+aplicações de liquidez imediata ( ≤ 90
dias) ;
§ Apresentar pelos totais Ativo Circulante (AC) Ativo
Realizável a Longo Prazo (ARLP), Ativo Não Circulante
Investimento, Ativo Não Circulante Imobilizado, Ativo Não
Circulante Intangível, Ativo Não Circulante Diferido, Passivo
Circulante (PC), Passivo a Longo Prazo (PELP), Receita
Diferida, Patrimônio Líquido (PL);
Ajustes e Simplificações no
Balanço Patrimonial
§ Duplicatas Descontadas: Transferir somando ao passivo
circulante;

§ Ativos Permanentes classificados no Ativo Circulante (Ativo Não


Circulante disponível para venda) devem ser reclassificados no
ARLP;

§ Ativo Diferido e Despesas Antecipadas: Podem ser apresentados


diminuindo o PL;

§ Imobilizado em Andamento: Deve ser retirado do cálculo para


rentabilidade do Ativo.

§ O Capital deve ser apresentado liquido de capital a realizar e


ações em tesouraria e somado às reservas.
Ajustes, Simplificações e
Considerações no Demonstrativo
de Resultado
§ Iniciar por Vendas Liquidas;
§ As participações de empregados e diretores devem ser
consideradas como despesas como pessoal;
§ Juros Sobre Capital Próprio (JCP): Devem ser somados ao
resultado do exercício, somente considerando o benefício
fiscal do lançamento desse valor como despesa dedutível do
IR;
§ As despesas operacionais apresentadas somente pelos seus
grupos representativos.
(Obs.: Nada obsta que a análise comece pela receita bruta.)
Definição de Ativo Operacional

Especulativo Deduzir
AC

Operações Não
ARLP Usuais Deduzir

Investimento Deduzir do PL
Imobilizado
AP Já transferido
Intangível para o PL
Diferido
Ciclo Operacional

Entrada da mercadoria Saída da mercadoria


no estoque do estoque Recebimento da venda
(Compra) (Venda)

Tempo médio de Tempo médio de


renovação de estoque Recebimento de vendas

Ciclo Econômico
Ciclo de Caixa

Entrada da mercadoria
no estoque Pagamento ao Recebimento
(Compra) Fornecedor da venda

Tempo médio de CICLO DE CAIXA


Pagamento ao fornecedor

Ciclo Financeiro
Ciclos
Operacional & Caixa & Econômico & Financeiro
Compra e Recebimento de Recebimento
Mercadorias Venda das Vendas

CICLO ECONÔMICO

prazo médio de
prazo médio de recebimento dos clientes
rotação dos estoques

Pagamento aos Fornecedores

CICLO DE CAIXA

prazo médio de
Ciclo Financeiro
pagamento aos fornecedores
3 (AFR/SP/06-FCC) Uma Empresa tem Prazo médio de
renovação dos estoques 74 dias; Prazo médio de
recebimento de vendas 63 dias: Prazo médio de
pagamento de compras 85 dias e Cido de caixa 52
dias. Considerando essas informações, o Ciclo
Operacional é de:
a)128 dias;
b)137 dias;
c)140 dias;
d)142 dias;
e)145 dias.
3 (AFR/SP/06-FCC) Uma Empresa tem Prazo médio de
renovação dos estoques 74 dias; Prazo médio de
recebimento de vendas 63 dias: Prazo médio de
pagamento de compras 85 dias e Cido de caixa 52
dias. Considerando essas informações, o Ciclo
Operacional é de:
a)128 dias; Prazo Médio de Rotação Prazo Médio de Rotação
de Estoques
b)137 dias;(*) do Contas a Receber

c)140 dias; 74 dias 63 dias


d)142 dias;
e)145 dias.
ORIGEM DOS RECURSOS

Página 160 Contabilidade Geral Esquematizado


APLICAÇÃO DOS RECURSOS

Investimento, Imobilizado e Intangível


Página 160 Contabilidade Geral Esquematizado
4. (Técnico Cont.CASAN/AOCP/2009) Como o ativo
circulante é também conhecido?

a) Capital corrente fixo.


b) Capital de giro.
c) Capital de movimentação.
d) Capital permanente.
e) Capital líquido.
4. (Técnico Cont.CASAN/AOCP/2009) Como o ativo
circulante é também conhecido?

a) Capital corrente fixo.


b) Capital de giro.
c) Capital de movimentação.
d) Capital permanente.
e) Capital líquido.
ANÁLISE DAS
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS (ADFs)

Índices de Liquidez

MÓDULO 2
Tipos de Análises
EBITDA

Quocientes
CCL CGL

Indicadores

Horizontal Vertical
T CGP

NCG
Análise por Quociente

Situação Econômica Situação Financeira Operacionais


Estrutura de
Rentabilidade Liquidez Rotação
Capitais
Classificação dos Índices

1 - Estáticos ou Patrimoniais è Na composição do índice temos apenas elementos do


patrimônio.

Exemplo: AC / PC (Liquidez corrente)

2 - Dinâmicos ou Operacionais è Na com posição do índice temos apenas


elementos do resultado.

Exemplo: Lucro Líquido / Vendas Liquidas

3 - Rotação do Estoque è Na composição do índice temos elementos do resultado


combinado com elementos do patrimônio.

Exemplo: CMV/ Estoque Médio


Análise Vertical

O percentual de cada
conta mostra sua real
importância no conjunto
Matarazzo/Atlas/2010
Análise Horizontal

A evolução de cada conta


mostra os caminhos
trilhados pela empresa e
as possíveis tendências
Matarazzo/Atlas/2010
Análise Horizontal X Análise Vertical

Exercício Vertical X0 Horizontal Vertical X1 Horizontal


AC 50% 10.000 100% 40% 20.000 200%
Caixa 5% 1.000 100% 4% 2.000 200%
Banco 10% 2.000 100% 6% 3.000 150%
Mercadorias 35% 7.000 100% 30% 15.000 214%

ANC 50% 10.000 100% 60% 30.000 300%


Imobilizado 30% 6.000 100% 36% 18.000 300%
Intangível 20% 4.000 100% 25% 12.000 300%
Total do Ativo 100% 20.000 100% 100% 50.000 250%
1. (Analista Contabilidade-Casa da Moeda/Cesgranrio/2012) De acordo com as
informações do Balanço Patrimonial acima, qual o coeficiente de análise
vertical dos Investimentos de Curto Prazo?

a) 22%

b) 26%

c) 41%

d) 48%

e) 54%
1. (Analista Contabilidade-Casa da Moeda/Cesgranrio/2012) De acordo com as
informações do Balanço Patrimonial acima, qual o coeficiente de análise
vertical dos Investimentos de Curto Prazo?

a) 22%

b) 26%

c) 41%

d) 48%

e) 54%
Análise por Quociente

Tipos

Simples Complexos
Análise por Quociente
Tipos de Índices Simples
1 Liquidez
2 Rotação
3 Rentabilidade
4 Endividamento

Estrutura de Capitais
Análise por Quociente

Tipos de Índices Complexos


1 Alavancagem Financeira
2 Alavancagem Operacional
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Liquidez
Disponibilidade
1) Imediata
PC

Esse é o único índice que de fato informa liquidez


uma vez que compara as disponibilidades com
as dívidas de curto prazo:

Interpretação quanto maior for seu valor melhor.


Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Liquidez

2) Seca ou Teste Ácido AC - Estoq.


PC

Esse índice indica o quanto a empresa possui do chamado ativo circulante


líquido, de forma simplificada exclui-se do ativo circulante o valor dos
estoques que são as contas menos liquidas nesse subgrupo do ativo

O numerador deste índice também pode ser calculado considerando as


disponibilidades, as aplicações financeiras e os clientes com reais
possibilidades de conversão em dinheiro, excluiríamos portanto os
clientes menos líquidos, as despesas antecipadas e os estoques.

Interpretação quanto maior for seu valor melhor.


Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Liquidez
3) Corrente ou Comum AC
PC
É o mais tradicional índice de liquidez ! Seu cálculo não incorpora na essência
a informação de liquidez mas de solvência de curto prazo. Esse índice
demonstra o quanto de ativos de curto prazo a empresa possui com
potencial de ser convertido em dinheiro mas isso não pode ser assegurado,
além do mais as dívidas do passivo circulante podem estar vencendo nos
próximos dias e os recebíveis do ativo circulante recebidos em meses, dessa
forma esse índice com valor maior do que a unidade pode não significar que a
empresa está liquida.

Interpretação quanto maior for seu valor melhor.


Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Liquidez
AC + ARLP
4) Geral ou Total
PC + PNC

Esse índice indica o quanto a empresa possui de ativos de curto prazo e


longo prazo, isto é, ativos não permanentes (especulativos ou temporários)
para garantir teoricamente as dívidas de curto e longo prazo. É uma visão
mais geral de que ativos não permanentes podem garantir as dívidas totais.

Interpretação quanto maior for seu valor melhor.


Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Liquidez
AT
5) Solvência Geral
PC + PNC

Esse índice indica o quanto a empresa possui de ativos totais (AT) tanto
especulativos (ativo circulante a realizável a prazo) quanto permanentes
(Investimentos, Imobilizados e Intangíveis) para honrar as dívidas de curto
(PC) e longo prazo (PNC).. É um índice de solvência e não de liquidez embora
seja classificado como um indicador de liquidez.

Interpretação quanto maior for seu valor melhor.


Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Liquidez
Disponibilidade
1) Imediata
PC

2) Seca ou Teste Ácido AC - Estoq.


PC

3) Corrente ou Comum AC
PC

4) Geral ou Total AC + ARLP


PC + PNC
AT
5) Solvência Geral
PC + PNC
2. (AFTN/89/ESAF) Os seguintes dados foram obtidos nos balanços de 31.12.87 e
31.12.88: Ativo 1987 1988
Circulante 14.000 18.000
Realizável a longo Prazo 700 3.000
Permanente 28.300 37.000
Totais 43.000 58.000
Passivo 1987 1988
Circulante 20.000 24.000
Exigível a Longo Prazo 1.000 0
Patrimônio Líquido 22.000 34.000
Capital 22.000 34.000
Totais 43.000 58.000

Considerando-se que no período de 01.01.88 a 31.12.88 registrou-se um índice de


inflação de 20%, podemos afirmar que o quociente de liquidez geral:
a)Em 1987 era maior que em 1988;
b)em 1988 era menor que o quociente de liquidez corrente;
c)em 1987 era igual ao quociente de liquidez corrente;
d)indica que não houve alteração na situação da empresa;
e)indica que a situação da empresa em 31.12.87 era mais favorável que em 31.12.88.
2 (AFTN/89/ESAF) Os seguintes dados foram obtidos nos balanços de 31.12.87 e
31.12.88: Ativo 1987 1988
Circulante 14.000 18.000
Realizável a longo Prazo 700 3.000
Permanente 28.300 37.000
Totais 43.000 58.000
Passivo 1987 1988
Circulante 20.000 24.000
Exigível a Longo Prazo 1.000 0
Patrimônio Líquido 22.000 34.000
Capital 22.000 34.000
Totais 43.000 58.000

Índices de Análise Vertical 1987 1988


Liquidez Corrente (LC) 14.000 ÷ 20.000 = 0,7 18.000 ÷ 24.000 = 0,75
AC ÷ PC
Liquidez Geral (LG) 14.700 ÷ 21.000 = 0,7 21.000 ÷ 24.000 = 0.875
(AC+ARLP) ÷ (PC + PNC)
a) em 1987 era maior que em 1988;
b) em 1988 era menor que o quociente de liquidez corrente;
c) em 1987 era igual ao quociente de liquidez corrente;
d) indica que não houve alteração na situação da empresa;
e) indica que a situação da empresa em 31.12.87 era mais favorável que em 31.12.88.
3. (AFR/SP/06-FCC) A Empresa X possui índice de Liquidez Geral igual a 1,4.
Balanço Patrimonial foram extraídas as seguintes contas, com valores em
reais: Contas a receber 5.000
Provisões a Pagar 3.000
Terrenos 5.000
Estoques 4.000
Contas a Receber Longo Prazo 2.500
Impostos a Pagar 3.500
Empréstimos Obtidos no Longo Prazo 2.000
Bancos 3.500
Veículos 2.200
Depreciação do Imobilizado 750
Participações Societárias - Controladas 3.200

O valor da conta Fornecedor que faz com que a empresa tenha índice de
Liquidez Geral mencionado acima é $:
a)4.300.00;
b)3.700,00;
c)2.600,00;
d)2.200,00;
e)2.000,00.
3. (AFR/SP/06-FCC) A Empresa X possui índice de Liquidez Geral igual a 1,4.
Balanço Patrimonial foram extraídas as seguintes contas, com valores em reais:
Contas a receber 5.000 AC
Provisões a Pagar 3.000 PC
Terrenos 5.000
AC
LG ( Liquidez Geral)
Estoques 4.000
LG = (AC + ARLP) ÷ (PC + PNC)
Contas a Receber Longo Prazo 2.500 ARLP
Impostos a Pagar 3.500 PC
Empréstimos Obtidos no Longo Prazo 2.000 PNC
Bancos 3.500 AC
Veículos 2.200
Depreciação do Imobilizado 750
Participações Societárias - Controladas 3.200

O valor da conta Fornecedor que faz com que a empresa tenha índice de Liquidez
Geral mencionado acima é $:
AC 12.500 (12.500 + 2.500) ÷ ( 6.500 + F + 2.000) = 1,4
ARLP 2.500 15.000 ÷ (8.500 + F) = 1,4
15.000 = 11.900 + 1,4 F
PC 6.500 + Fornecedor (F)
1,4 F = 3.100
PNC 2.000 F = 2.214
Essa questão foi anulada !!! . O gabarito preliminar foi a alternativa “d”
4. (Contador-Ministério Turismo/ESAF/2014) Com base no Balanço Patrimonial a
seguir, responder à questão.

O índice de liquidez corrente de 2011 é


a) 1,07
b) 1,92
c) 1,96
d) 2,19
e) 4,24
4. (Contador-Ministério Turismo/ESAF/2014) Com base no Balanço Patrimonial a
seguir, responder à questão.

O índice de liquidez corrente de 2011 é


a) 1,07
b) 1,92
c) 1,96
d) 2,19
e) 4,24
5. (Contador Junior–Petrobras BR/CESGRANRIO 2010) Os indicadores de Liquidez
Corrente em cada ano são:

a) .

b) .

c) .

d) .

e) .
Os indicadores de
Liquidez Corrente em
cada ano são:

Resposta: “b”

Ano 4 Ano 3 Ano 2 Ano 1


AC 325.604 166.703 130.167 95.625
PC 90.313 79.349 185.850 273.098
Liquidez Corrente (LC) 3,61 2,10 0,70 0,35
ANÁLISE DAS
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS (ADFs)

Índices de Rotação

MÓDULO 3
Análise por Quociente
Tipos de Índices Simples
1 Liquidez
2 Rotação
3 Rentabilidade
4 Endividamento

Estrutura de Capitais
Índices Por Quociente (Simples)

Índices de Rotação
Prazo Médio de Rotação de Estoques
Prazo Médio de Rotação do Contas a Receber
Prazo Médio de Pagamento aos Fornecedores
Prazo Médio de Rotação do Ativo e Ativo
Operacional
Prazo Médio de Rotação do PL
Estudo sobre Rotação
Vendedores de Livro: Custo Unitário = $ 70,00 , Valor de Venda = $ 120,00

Vendedor Medíocre Vendedor Eficiente


Vendeu um livro no mês Vendeu um livro por dia
Receita $ 120,00 Receita $ 3.600,00
(-) Custo (CMV) ($ 70,00) (-) Custo (CMV) ($ 2.100,00)
Lucro Bruto $ 50,00 Lucro Bruto $ 1.500,00
Estoque Médio $ 70,00 Estoque Médio $ 70,00
(EM)
Rotação do CMV ÷ EM Rotação do CMV ÷ EM
Estoque (RE) 70 ÷ 70 = 1 Estoque 2.100 ÷ 70 = 30
Prazo médio de rotação dos Prazo médio de rotação dos
estoques estoques
Tempo ÷ RE Tempo ÷ RE
30 dias ÷ 1 = 30 dias 30 dias ÷ 30 = 1 dia
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rotação

1- Prazo Médio de Rotação dos Estoques (PMRE)

CMV (CPV)
a) Rotação dos Estoques(RE) EM
EM – Estoque Médio ou Final

360
b) PMRE
RE
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rotação
2 - Prazo Médio de Rotação do Contas a Receber (PMCR)

Vendas a Prazo
a) Rotação de Contas a Receber (RCR)
MCR

MCR – Clientes Médio ou Final

b) PMCR 360
RCR
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rotação
3 - Prazo Médio de Rotação dos Fornecedores (PMRF)

Compras a Prazo
a) Rotação do Fornecedor MF
MF – Fornecedor Médio ou Final

360
b) PMRF
RCP
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rotação (Giro)
Dica Para Lembrar do Índice !!!

Denominador
(Menor)

Numerador
(Maior)

O numerador é maior que o denominador


(AFR/SP/06-FCC) Instruções: Para responder as três
próximas questões, considere SOMENTE às seguintes
informações:
A Cia. Vila Isabel possui os seguintes saldos contábeis
ao final de um exercido, com valores em reais:
Itens Valores em R$
Contas a Receber 24.000
Vendas do Período 360.000
Estoques 17.500
Custo dos Produtos Vendidos 252.000
Fornecedores 24.000
Compras do Período 288.000
1 (AFR/SP/06-FCC) O prazo médio de Recebimento
das Vendas é:
a) 28 dias; b) 26 dias; c) 24 dias; d) 22 dias; e) 19
dias.

2 (AFR/SP/06-FCC) O prazo médio de rotação dos


estoques é:
a)25 dias; b) 20 dias; c) 19 dias; d) 14 dias; e) 10 dias.

3 (AFR/SP/06-FCC) O prazo de pagamento das


compras é:
a) 25 dias; b) 27 dias; c) 28 dias; d) 30 dias; e)35 dias.
1 (AFR/SP/06-FCC) O prazo médio de Recebimento das Vendas
é: 28 dias; b) 26 dias; c) 24 dias; d) 22 dias; e) 19 dias.
Rotação Contas a Receber : Vendas a Prazo ÷ Contas a Receber Médio =
360.000 ÷ 24.000 = 15 vezes.
Prazo Médio de Rotação Contas a Receber = 360 ÷ 15 = 24 dias

Itens Valores em R$
Contas a Receber 24.000
Vendas do Período 360.000
Estoques 17.500
Custo dos Produtos Vendidos 252.000
Fornecedores 24.000
Compras do Período 288.000
2 (AFR/SP/06-FCC) O prazo médio de rotação dos estoques é:
a)25 dias; b) 20 dias; c) 19 dias; d) 14 dias; e) 10 dias.
Rotação Estoque: CPV ÷ Estoque Médio = 252.000 ÷ 17.500 = 14,4 vezes.

Prazo Médio de Rotação do Estoque = 360 ÷ 14,4 = 25 dias

Itens Valores em R$
Contas a Receber 24.000
Vendas do Período 360.000
Estoques 17.500
Custo dos Produtos Vendidos 252.000
Fornecedores 24.000
Compras do Período 288.000
3 (AFR/SP/06-FCC) O prazo de pagamento das compras é:
a) 25 dias; b) 27 dias; c) 28 dias; d) 30 dias; e)35 dias.

Rotação de Fornecedores (Compras): Compras ÷ Fornecedor Médio


= 288.000 ÷ 24.000 = 12 vezes.

Prazo Médio Rotação de Fornecedores = 360 ÷ 12 = 30 dias

Itens Valores em R$
Contas a Receber 24.000
Vendas do Período 360.000
Estoques 17.500
Custo dos Produtos Vendidos 252.000
Fornecedores 24.000
Compras do Período 288.000
4.(Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Considerando o Balanço Patrimonial, a Demonstração do
Resultado do Exercício e o montante de Compras para o ano de X1, responda às duas próximas questões.

Balanço Patrimonial – 31/12/X1 CIA PLAYBACK


Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.000 Fornecedores 5.000
Duplicatas a Receber 7.000
Estoques 5.000
Total Ativo Circulante 14.000 Patrimônio Líquido
Imobilizado 40.000 Capital Social 49.000
Total do Ativo 54.000 Total do Passivo 54.000

Demonstração do Resultado do Exercício – Onde, PMRV= Prazo Médio de Recebimento de Vendas


Exercício Findo em X1 PMRE= Prazo Médio de Renovação de Estoques
PMPC= Prazo Médio de Pagamento de Compras
CIA PLAYBACK $

Receita Bruta 50.000 Com base nestas informações, pode-se


afirmar que:
Receita Líquida 50.000
a) PMRV < PMRE.
(-) CPV (23.000) b) PMRV > PMPC.
Lucro Bruto 27.000 c) PMRE > PMRV.
d) PMPC < PMRE.
Compras 17.000
e) PMPC < PMRV.
4.(Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Considerando o Balanço Patrimonial, a Demonstração do
Resultado do Exercício e o montante de Compras para o ano de X1, responda às duas próximas questões.

Balanço Patrimonial – 31/12/X1 CIA PLAYBACK


Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.000 Fornecedores 5.000
Duplicatas a Receber 7.000
Estoques 5.000
Total Ativo Circulante 14.000 Patrimônio Líquido
Imobilizado 40.000 Capital Social 49.000
Total do Ativo 54.000 Total do Passivo 54.000

Rotação Estoque, Clientes e Fornecedor.


Demonstração do Resultado do
Exercício – Exercício Findo em X1 Rotação Estoque CPV/EM = 23.000/5.000 = 4,6
CIA PLAYBACK $ PMRE 360 / 4,6 = 78 dias
Receita Bruta 50.000 Rotação Contas Vendas/Duplicatas= 50.000/7.000= 7,1
Receber
Receita Líquida 50.000
PMRV 360 / 7,1 = 51 dias
(-) CPV (23.000)
Rotação Fornecedor Compras / Fornecedor = 17.000 / 5.000 =
Lucro Bruto 27.000 3,4
PMPC 360/ 3,4 = 106 dias
4. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Com base nestas informações, pode-
se afirmar que:
a) PMRV < PMRE.(*)
b) PMRV > PMPC.
c) PMRE > PMRV. (*)
d) PMPC < PMRE.
e) PMPC < PMRV.

Prazos Médios Dias


PMRE 78
PMRV 51
PMPC 106

O Gabarito é a letra “c” mas a letra “a” é equivalente a letra c.


Existem duas respostas corretas. Escrever que PMRV < PMRE é a
mesma coisa que escrever PMRE > PMRV.
5. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Pode-se afirmar quanto ao ciclo
operacional e o ciclo financeiro da empresa Playback :
a) Em torno de 105 dias e 48 dias, respectivamente.
b) Em torno de 72 dias e 78 dias, respectivamente.
c) Em torno de 106 dias e 50 dias, respectivamente.
d) Em torno de 27 dias e 28 dias, respectivamente.
e) Em torno de 129 dias e 23 dias, respectivamente.
5. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Pode-se afirmar quanto ao ciclo
operacional e o ciclo financeiro da empresa Playback :
a) Em torno de 105 dias e 48 dias, respectivamente.
b) Em torno de 72 dias e 78 dias, respectivamente.
c) Em torno de 106 dias e 50 dias, respectivamente.
d) Em torno de 27 dias e 28 dias, respectivamente.
e) Em torno de 129 dias e 23 dias, respectivamente. (*)

Prazos Médios Dias


PMRE 78
PMRV 51
PMPC 106
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rotação
4 - Rotação ou Giro do Ativo e Ativo Operacional

a) Rotação ou Giro do Ativo


Vendas Líquidas (VL) ou VL + Outras Receitas
Ativo Ativo Total

b) Rotação ou Giro do Ativo Operacional


Vendas Líquidas = VL
Ativo Operacional AOP
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rotação
5 - Rotação ou Giro do PL

Rotação ou Giro do Patrimônio Líquido

VL
Vendas Líquidas =
PL
PL
6.(Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Com base nas informações abaixo,
responda às próximas quatro questões.

Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé


Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200

As vendas líquidas da empresa somaram $ 65.000,00 sendo o custo das


mercadorias vendidas e as despesas operacionais no montante $ 50.000,00
6. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Em relação à empresa Dá no Pé,
pode-se afirmar que seu giro de ativo foi de:
a) 1,40 b) 1,50 c) 0,38 d) 1,30 e) 1,66.
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
Resultado
Vendas Líquidas 65.000
CMV (50.000)
Lucro 15.000
6. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Em relação à empresa Dá no Pé,
pode-se afirmar que seu giro de ativo foi de:
a) 1,40 b) 1,50 c) 0,38 d) 1,30 e) 1,66.
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
Resultado
Vendas Líquidas 65.000
CMV (50.000)
Lucro 15.000

Giro do Ativo
Vendas ÷ Ativo 65.000 ÷ 39.200 = 1,658
GA = 1,66
ANÁLISE DAS
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS (ADFs)

Índices de Rentabilidade

MÓDULO 4
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rentabilidade
Dica Para Lembrar do Índice !!!

Numerador
(Menor)

Denominador
(Maior)

O denominador é maior que o numerador


Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rentabilidade
Lucro Bruto LB
1) Margem Bruta =
Vendas Líquidas VL

Margem Líquida Lucro Líquido = LL


2)
(Taxa de Retorno) Vendas Líquidas VL

Lucro Operacional LOP


3) Margem Operacional =
Vendas Líquidas VL
DRE
(Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09 e CPC 26)
(1) FATURAMENTO
(2) (-) IPI
(3) RECEITA BRUTA 3=1-2
(4) (-) DEDUÇÕES
(5) RECEITA LIQUIDA 5= 3-4
(6) (-) CMV ou CSV ou CPV
(7) LUCRO BRUTO 7=5-6 Aluguéis
(8) (-) DESPESAS Dividendos
(-) Despesas Administrativas Ganho ou Perda de Capital
(-) Despesas Comerciais Receitas secundárias
(-) Despesas Gerais Reversões e outros
(-) Despesas Financeiras
(9) (+) Receitas Financeiras
(10) (+/-) Outras Receitas e Despesas
O CPC 26 não
(11) Resultado Operacional (Operações Continuadas) ( 11= 7-8+9+/- 10)
(12) (-) IR/CSL cita as
(13) (-) Participações participações
(14)Resultado Líquido do Exercício (14=11-12-13) (item 82)

5
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rentabilidade

4) LLE
Retorno sobre PL =
PL

5) Retorno sobre Investimento (ROI)


LLE VL
´
VL AT
Retorno sobre Investimento Lucro Operacional
6) Operacional (RAOP) Ativo Operacional
LOP VL
RAOP = MO ´ GAOP = ´
VL AOP
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Rentabilidade

7) Prazo de Retorno Econômico Preço da Ação


do Capital Investido Lucro por Ação

Preço da Ação
8) Prazo de Retorno Financeiro
Dividendo
do Capital Investido Anual por Ação
1. (AFR/SP/06-FCC) A Cia. ITA possui, no final de 2004, os dados
identificados a seguir, com valores em reais:
I.Saldos finais no rol das contas listadas a seguir:
Contas a Receber 25.000
Contas a Pagar 15.000
Fornecedores 18.000
Estoques 16.000
Empréstimos obtidos de Curto Prazo 50.000
Ativo Permanente Total 25.000
Empréstimos a Controladas 23.000
II. Um Patrimônio Líquido com valor médio no período de RS 55.625,00.
III. O índice de rentabilidade do Ativo é 2,5%.
Para alcançar este índice. o Lucro Líquido do Período, deve ter sido de:
a)1.410,00; b)1.450,00; c) 1.955,00; d) 2.000,00; e) 2.225,00.

.
1. (AFR/SP/06-FCC) A Cia. ITA possui, no final de 2004, os dados
identificados a seguir, com valores em reais:
I.Saldos finais no rol das contas listadas a seguir:
Contas a Receber 25.000
Contas a Pagar 15.000
Fornecedores 18.000
Estoques 16.000
Empréstimos obtidos de Curto Prazo 50.000
Ativo Permanente Total 25.000
Empréstimos a Controladas 23.000
II. Um Patrimônio Líquido com valor médio no período de RS 55.625,00.
III. O índice de rentabilidade do Ativo é 2,5%.
Para alcançar este índice. o Lucro Líquido do Período, deve ter sido de:
a)1.410,00; b)1.450,00; c) 1.955,00; d) 2.000,00; e) 2.225,00.
ATIVO = Contas a Receber + Estoques + Ativo Permanente + Empréstimos a Controladas.
. ATIVO = 25.000 + 16.000 + 25.000 + 23.000 = 89.000
LLE ÷ ATIVO = 2,5 % = LLE ÷ 89.000,00
LLE = $ 2.225,00
2. (AFR/SP/06-FCC) Com os dados da questão anterior
determine o índice de rentabilidade do Patrimônio
Líquido é:
a)4,0%;
b)3,7%;
c)3,5%;
d)3,0%;
e)2,5%.

.
2. (AFR/SP/06-FCC) Com os dados da questão anterior
determine o índice de rentabilidade do Patrimônio
Líquido é:

a)4,0%; LLE ÷ PL = X %
b)3,7%; 2.225 ÷ 55.625 = 4%
c)3,5%;
d)3,0%;
e)2,5%.

.
(Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Com base nas informações abaixo,
responda às próximas quatro questões.

Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé


Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200

As vendas líquidas da empresa somaram $ 65.000,00 sendo o custo das


mercadorias vendidas e as despesas operacionais no montante $ 50.000,00
3. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Em relação à empresa Dá no Pé,
pode-se afirmar que sua Margem Liquida foi de:
a) 0,45 b) 0,38 c) 0,55 d) 0,23. e) 0,12
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
Resultado
Vendas Líquidas 65.000
CMV (50.000)
Lucro 15.000
3. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Em relação à empresa Dá no Pé,
pode-se afirmar que sua Margem Liquida foi de:
a) 0,45 b) 0,38 c) 0,55 d) 0,23. e) 0,12
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
Resultado
Vendas Líquidas 65.000
CMV (50.000)
Lucro 15.000
Margem Líquida
Lucro Líquido ÷ Vendas Líquidas 15.000 ÷ 65.000 = 0,23
ML = 0,23
4. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Em relação à empresa Dá no Pé,
pode-se afirmar que sua Rentabilidade do Ativo foi de:
a) 1,7 b) 0,27 c) 0,38 d) 0,35 e) 0,40
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
Resultado
Vendas Líquidas 65.000
CMV (50.000)
Lucro 15.000
4. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Em relação à empresa Dá no Pé,
pode-se afirmar que sua Rentabilidade do Ativo foi de:
a) 1,7 b) 0,27 c) 0,38 d) 0,35 e) 0,40
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
Resultado
Vendas Líquidas 65.000
CMV (50.000)
Lucro 15.000
Rentabilidade do Ativo
Lucro Líquido ÷ Ativo 15.000 ÷ 39.200 = 0,38
RA = 0,38
5. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Os índices de Liquidez Geral e
Liquidez Seca são, respectivamente:
a) 0,53 e 0,66. b) 1 e 0,64. c) 0,45 e 1. d) 0,25 e 2,1. e) 0,64 e 0,58.
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
5. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Os índices de Liquidez Geral e
Liquidez Seca são, respectivamente:
a) 0,53 e 0,66. b) 1 e 0,64. c) 0,45 e 1. d) 0,25 e 2,1. e) 0,64 e 0,58.
Balanço Patrimonial – Empresa de Transportes Dá no Pé
Ativo Circulante – 31/12/X1 Passivo Circulante – 31/12/X1
Disponível 2.200 Fornecedores 19.000
Duplicatas a Receber 8.800
Estoques 1.200
Total Ativo Circulante 12.200 Patrimônio Líquido
Imobilizado 27.000 Capital Social 20.200
Total do Ativo 39.200 Total do Passivo 39.200
Liquidez Geral
AC + ARLP (0) ÷ PC + PNC (0) 12.200 ÷ 19.000 = 0,64
LG = 0,64
Liquidez Seca
Ativo Circulante – Estoques ÷ Passivo Circulante 11.000÷ 19.000 = 0,58
LS = 0,58
6. (ACE-TCE-CE/FCC/2010) O índice de rentabilidade do ativo em X1 é

a) 2,51.

b) 2,84.

c) 3,20.

d) 3,62.

e) 3,92.
6. (ACE-TCE-CE/FCC/2010) O índice de rentabilidade do ativo em X1 é

a) 2,51.

b) 2,84.

c) 3,20.

d) 3,62.

e) 3,92.
7. (ACI-SAD-PE/FGV/2009) Assinale a alternativa que mostre como se calcula a
taxa de rendimentos do capital próprio.

a) LL / AT.

b) PL / AT.

c) AT / PL.

d) PL / LL.

e) LL / PL.
7. (ACI-SAD-PE/FGV/2009) Assinale a alternativa que mostre como se calcula a
taxa de rendimentos do capital próprio.

a) LL / AT.

b) PL / AT.

c) AT / PL.

d) PL / LL.

e) LL / PL.
8. (Eletrobras-Contador/NCE/2007) As Margens Operacional e Líquida do ano
de 2004 são, respectivamente:

a) 22,34% e 5,88%;

b) 22.22% e 6,72%;

c) 9,58% e 6,72%;

d) 8,34% e 5,88%;

e) 8,34% e 6,72%.
8. (Eletrobras-Contador/NCE/2007) As Margens Operacional e Líquida do ano
de 2004 são, respectivamente:

a) 22,34% e 5,88%;

b) 22.22% e 6,72%;

c) 9,58% e 6,72%;

d) 8,34% e 5,88%;

e) 8,34% e 6,72%.
9. (Contador-Nossa Caixa/FCC/2011) A taxa de rentabilidade sobre o capital
próprio e a relação preço/lucro da ação da Companhia são, respectivamente,

a) 13% e 5.

b) 15% e 4.

c) 10% e 4.

d) 10% e 2.

e) 13% e 4.
ANÁLISE DAS
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS (ADFs)

Índices de Endividamento e
Alavancagem

MÓDULO 5
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Endividamento (Estrutura de Capitais)
PE
1) Endividamento Geral ou
AT
Total

2) Índices de Garantia do Capital PL


PE
de Terceiros
3) Índices de Recursos Correntes PC
PT

4) Imobilização dos Recursos AP


PNC + PL
Não Correntes
Índices por Quocientes (Simples)
Índices de Endividamento
AP
5) Imobilização do PL
PL

6) Participação das Dívidas de PC


PE
Curto Prazo

7) Participação da Dívidas de PNC


Longo Prazo PE
1. (AFTN/89/ESAF) Considerando os dados a baixo:

Ativo 1988 1989


Circulante 126.000 186.000
Realizável a longo Prazo 14.000 64.000
Permanente 60.000 150.000
Totais 200.000 400.000
Passivo 1988 1989
Circulante 50.000 90.000
Exigível a Longo Prazo 20.000 10.000
Patrimônio Líquido 130.000 300.000
Totais 200.000 400.000
Podemos afirmar que os quocientes de endividamento, em 1988 e 1989, foram
respectivamente, de:
a)0,40 e 0,50;
b)2,00 e 2,50;
c)2,86 e 4,00;
d)0,35 e 0,25;
e)0,50 e 0,40.
1. (AFTN/89/ESAF) Considerando os dados a baixo:

Ativo 1988 1989


Circulante 126.000 186.000
Realizável a longo Prazo 14.000 64.000
Permanente 60.000 150.000
Totais 200.000 400.000
Passivo 1988 1989
Circulante 50.000 90.000
Exigível a Longo Prazo 20.000 10.000
Patrimônio Líquido 130.000 300.000
Totais 200.000 400.000
Podemos afirmar que os quocientes de endividamento, em 1988 e 1989, foram
respectivamente, de: Passivo Passivo
a) 0,40 e 0,50; Exigível Exigível
b) 2,00 e 2,50;
1988 1989
c) 2,86 e 4,00;
70.000 ÷ 200.000 = 0,35 100.000 ÷ 400.000 = 0,25
d) 0,35 e 0,25;
e) 0,50 e 0,40.
Passivo Passivo
Total Total
2. (AFRF/ESAF/2009) A seguir, são apresentados dados do balanço patrimonial
da empresa Comercial Analisada S.A., simplificados para facilidade de cálculos:
Caixa R$ 10.000,00
Duplicatas a Receber (a longo prazo) R$ 8.000,00
Duplicatas a Pagar R$ 13.000,00
Bancos c/Movimento R$ 22.000,00
Títulos a Pagar (a longo prazo) R$ 9.000,00
Capital Social R$ 60.000,00
Mercadorias R$ 30.000,00
Financiamentos Bancários R$ 31.000,00
Contas a Receber R$ 15.000,00
Reservas de Lucros R$ 7.000,00
Elaborando a análise das demonstrações financeiras dessa
empresa, o Contador encontrará os seguintes elementos:
a) Liquidez Seca = 1,07. b) Liquidez Corrente = 1,45.
b) c) Liquidez Imediata = 1,75. d) Liquidez Geral = 0,71.
e) Grau de Endividamento = 0,57.
2. (AFRF/ESAF/2009) A seguir, são apresentados dados do balanço patrimonial da empresa Comercial
Analisada S.A., simplificados para facilidade de cálculos:
Caixa R$ 10.000,00
Duplicatas a Receber (a longo prazo) R$ 8.000,00
Duplicatas a Pagar R$ 13.000,00
Bancos c/Movimento R$ 22.000,00
Títulos a Pagar (a longo prazo) R$ 9.000,00
Capital Social R$ 60.000,00
Mercadorias R$ 30.000,00
Financiamentos Bancários R$ 31.000,00
Contas a Receber R$ 15.000,00
Reservas de Lucros R$ 7.000,00
Elaborando a análise das demonstrações financeiras dessa
empresa, o Contador encontrará os seguintes elementos:
a) Liquidez Seca = 1,07. b) Liquidez Corrente = 1,45. c) Liquidez Imediata = 1,75. d) Liquidez Geral = 0,71.
e) Grau de Endividamento = 0,57.

Liquidez Seca (LS) = (AC – Estoque) ÷ PC


LS = (Caixa + Bancos + Contas a Receber ) ÷ (Duplicatas a Pagar + Financiamentos)
LS = ( 10.000 + 22.000 + 15.000) ÷ ( 13.000 + 31.000)
LS = 47.000 ÷ 44.000
LS = 1,07
3. (ACI-SAD-CE/FGV/2009) A Garantia de Capital de Terceiros foi de:

a) 6,25.

b) 3,04.

c) 2,02.

d) 1,50.

e) 2,30.
3. (ACI-SAD-CE/FGV/2009) A Garantia de Capital de Terceiros foi de:

a)6,25.
b)3,04.
c)2,02.
d)1,50.
e)2,30.

ATIVO PASSIVO
AC 775.000 PC 470.000
Bancos 500.000 ICMS a Recolher 310.000
Estoques 275.000 Títulos a Pagar 160.000
ANC 640.000 PL 945.000
Empréstimos LP (ARLP) 44.000 Capital Social 1.000.000
Ações de Controladas 196.000 Ajuste de Avaliação 30.000
Imóveis 400.000 (-) Prejuízos Acumulados (85.000)
Total do Ativo 1.415.000 Total do Passivo + PL 1.415.000
Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)


O grau de alavancagem financeira é um
índice que avalia a oportunidade de uma
empresa se financiar com capital de terceiros
de forma vantajosa ou não. Este índice é uma
razão da rentabilidade com a utilização com
capital de terceiros sobre a rentabilidade sem
o capital de terceiros.
Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)


Balanço Patrimonial DRE Balanço DRE
(1) Patrimonial (2)
PASSIVO Lucro Bruto 200.000 200.000
(-) Despesas 140.000 80.000
ATIVO 200 ATIVO PL
Financeiras (60.000) ZERO
Lucro Operacional 60.000 120.000
500 PL 500 500

300
Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)


Balanço Patrimonial DRE Balanço DRE
(1) Patrimonial (2)
PASSIVO Lucro Bruto 200.000 200.000
(-) Despesas 140.000 100.000
ATIVO 200 ATIVO PL
Financeiras (40.000) ZERO
Lucro Operacional 60.000 100.000
500 PL 500 500

300
Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)


Balanço Patrimonial DRE Balanço DRE
(1) Patrimonial (2)
PASSIVO Lucro Bruto 200.000 200.000
(-) Despesas 140.000 120.000
ATIVO 200 ATIVO PL
Financeiras (20.000) ZERO
Lucro Operacional 60.000 80.000
500 PL 500 500

300
Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)


LO
PL
GAF =
LO + DF
AT
LO: Lucro Operacional do Exercício
PL: Patrimônio Líquido
DF: Despesa Financeira
AT: Ativo Total
Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)

Como exemplo imaginemos uma empresa


com Ativo de $ 50.000, Passivo Exigível de $
20.000 e PL de $ 30.000. Caso o juros desse
Passivo Exigível seja de 15% ao ano a
despesa financeira que essa empresa teria
seria de $ 3.000. Supondo que o Lucro
Líquido tenha sido de $ 45.000.
Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)

O GAF no exemplo acima seria de:


Quocientes Complexos

Grau de Alavancagem Financeira (GAF)


Conclusão:
O endividamento com capital de terceiros acarretou
em uma rentabilidade sobre o capital próprio 56%
superior à comparada se o capital fosse
completamente próprio, alavancagem financeira foi
positiva, portanto considerada favorável.
Análise do Valor do Índice
> 1® Favorável
= 1 ® Indiferente
< 1 ® Desfavorável
4 (Petrobras - Contador Pleno/Fundação CESGRANRIO) A
Cia. Alvorada apresentou, em determinado momento, as
seguintes informações, em reais:

Ativo Permanente 700.000,00

Patrimônio Líquido 600.000,00

Ativo Total 1.000.000,00

Receita Líquida 250.000,00

Despesas Financeiras 80.000,00

Lucro Líquido do Exercício 220.000,00

Com base nesses dados, pode-se afirmar que o grau de


alavancagem financeira (GAF) da Cia. Alvorada é:
a) 1,66; b) 1,50; c) 1,45; d) 1,33; e) 1,22.(*)
4. (Petrobras - Contador Pleno/Fundação CESGRANRIO) A
Cia. Alvorada apresentou, em determinado momento, as
seguintes informações, em reais:

Ativo Permanente 700.000,00


Patrimônio Líquido 600.000,00
Ativo Total 1.000.000,00
Receita Líquida 250.000,00
Despesas Financeiras 80.000,00
Lucro Líquido do Exercício 220.000,00

Com base nesses dados, pode-se afirmar que o grau de


alavancagem financeira (GAF) da Cia. Alvorada é:
a) 1,66; b) 1,50; c) 1,45; d) 1,33; e) 1,22.(*)
(LLE ÷ PL) ÷ [(LLE + DF) ÷ ( AP)]= ($ 220.000 - $ 600.000) ÷ [( 220.000 + $ 80.000) ÷ 1.000.000)]

(0,3667 ÷ 0,3) = 1,22


5. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) O grau de alavancagem financeira
(GAF) representa a capacidade que os recursos de terceiros apresentam de
elevar os resultados líquidos dos proprietários do capital. Nesse sentido,
determinada empresa apresentava os seguintes índices entre o ano X1 e o ano
X3, GAF: X1=1; X2= 1,1, e X3= 1,2.
Assim, analisando os índices de alavancagem financeira compreendida entre
esses anos, pode-se afirmar que:
a) O retorno de investimento do capital emprestado, ao longo do período,
excede o seu custo de captação, alavancando a rentabilidade dos acionistas.
b) Correta
b) O retorno de investimento do capital emprestado, ao longo do período, é
menor do que o custo de captação, impedindo que a rentabilidade dos acionistas
seja alavancada.
c) Em X1, o retorno do investimento corresponde a um acréscimo de 100%
sobre o custo da dívida, alavancando a rentabilidade dos acionistas.
d) Em X1, o retorno do investimento corresponde a um decréscimo de 100%
sobre o custo da dívida, impedindo que a rentabilidade dos acionistas seja
alavancada.
e) Os índices de alavancagem financeira apresentados são insuficientes para
afirmar se há impacto do capital de terceiros sobre os resultados líquidos dos
acionistas.
5. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) O grau de alavancagem financeira
(GAF) representa a capacidade que os recursos de terceiros apresentam de
elevar os resultados líquidos dos proprietários do capital. Nesse sentido,
determinada empresa apresentava os seguintes índices entre o ano X1 e o ano
X3, GAF: X1=1; X2= 1,1, e X3= 1,2.
Assim, analisando os índices de alavancagem financeira compreendida entre
esses anos, pode-se afirmar que:

a) O retorno de investimento do capital emprestado, ao longo do período, excede o seu


custo de captação, alavancando a rentabilidade dos acionistas.
Correta: Grau de alavancagem maior que 1 (um) indica vantagem na utilização de
capitais de terceiros. Como os indicadores são maiores que 1 (um) e crescentes isso
indica uma vantagem na utilização do capital emprestado sobre a captação de
recursos dos acionistas.
b) O retorno de investimento do capital emprestado, ao longo do período, é menor do que
o custo de captação, impedindo que a rentabilidade dos acionistas seja alavancada.
c) Em X1, o retorno do investimento corresponde a um acréscimo de 100% sobre o custo
da dívida, alavancando a rentabilidade dos acionistas.
d) Em X1, o retorno do investimento corresponde a um decréscimo de 100% sobre o custo
da dívida, impedindo que a rentabilidade dos acionistas seja alavancada.
e) Os índices de alavancagem financeira apresentados são insuficientes para afirmar se há
impacto do capital de terceiros sobre os resultados líquidos dos acionistas.
Quocientes Complexos
=

Grau de Alavancagem Operacional


(GAO)
Este índice demonstra a variação percentual do
lucro (LAJIR) antes das despesas financeiras
(Juros) e imposto de renda (IR) em função da
variação percentual da quantidade das vendas
(receita de vendas).
Quocientes Complexos
=

Grau de Alavancagem Operacional


(GAO)
Exemplo:
A Companhia Vigo S.A. Aumentou o volume de vendas
em 30% em função desse aumento a lucratividade também
aumentou em 45%. Determinar o Grau de Alavancagem
operacional.

45%
= = 1,5
30%
Quocientes Complexos
=

Grau de Alavancagem Operacional


(GAO)
Conclusão: Quanto maior o GAO mais sensível é o
lucro ao aumento de vendas.
Uma empresa A com GAO de 1,5 e outra empresa B
com GAO de 1,6 significa que se as vendas aumentarem
50% nas duas empresas, na empresa A o lucro vai
aumentar 75% e na empresa B 80% uma vez que:

∆ % Vendas (Q) x GAO = ∆ % Lucro (L)


6. (Transpetro - Administrador Pleno/Fundação
CESGRANRIO) Uma empresa apresentou, em dois exercícios
consecutivos, os seguintes resultados:

Itens 2004 2005


Receita de Vendas 50.000,00 100.000,00
Custo das Vendas (25.000,00) (50.000,00)
Lucro Bruto 25.000,00 50.000,00
Despesas Operacionais (15.000,00) (25.000,00)
Lucro Operacional (lucro antes de juros e imposto de rendas - LAJIR) 10.000,00 25.000,00

Com base nos dados anteriores, é correto afirmar que a


alavancagem operacional da empresa é de:
a) 1,25; b) 1,50 ; c) 1,75; d) 2,00; e) 2,50.
6. (Transpetro - Administrador Pleno/Fundação
CESGRANRIO) Uma empresa apresentou, em dois exercícios
consecutivos, os seguintes resultados:
Itens 2004 2005
Receita de Vendas 50.000,00 100.000,00
Custo das Vendas (25.000,00) (50.000,00)
Lucro Bruto 25.000,00 50.000,00
Despesas Operacionais (15.000,00) (25.000,00)
Lucro Operacional (lucro antes de juros e imposto de rendas - LAJIR) 10.000,00 25.000,00
Com base nos dados anteriores, é correto afirmar que a
alavancagem operacional da empresa é de:
a) 1,25; b) 1,50 (*) ; c) 1,75; d) 2,00; e) 2,50.
∆ Lucros = ($ 25.000 - $ 10.000) ÷ $ 10.000 = 1,5 ou 150%
∆ Vendas = ($100.000 - $ 50.000) ÷ $ 50.000 = 1 ou 100%
GAO = ∆ Lucros ÷ ∆ Vendas = 150 % ÷ 100% = 1,5 ou 150%
Quocientes Complexos
=

Grau de Alavancagem Total ou


Combinada (GAC)
Todas as empresas possuem custos fixos (origem da
alavancagem operacional) e de maneira geral estão
sujeitas à alavancagem financeira, isto é, possuem dívidas.
A alavancagem combinada mede os efeitos da
alavancagem financeira e operacional em conjunto.

GAC = GAO x GAF


7. (AFRF/ESAF/2009) Assinale abaixo a opção que indica uma
afirmativa verdadeira.
a) A análise financeira é utilizada para mensurar a lucratividade, a
rentabilidade do capital próprio, o lucro líquido por ação e o retorno de
investimentos operacionais.
b) A análise contábil subdivide-se em análise de estrutura; análise por
quocientes; e análise por diferenças absolutas.
c) A análise econômica é a tradicionalmente efetuada por meio de
indicadores para análise global e a curto, médio e longo prazos da
velocidade do giro dos recursos.
d) A análise da alavancagem financeira é utilizada para medir o grau de
utilização do capital de terceiros e seus efeitos na formação da taxa de
retorno do capital próprio.
e) A verdadeira análise das demonstrações contábeis se restringe à
avaliação de ativos e passivos utilizando-se dos princípios e demais
regras constantes, das Normas Brasileiras de Contabilidade, da lei das
S.A. e do regulamento do Imposto de Renda.
7. (AFRF/ESAF/2009) Assinale abaixo a opção que indica uma afirmativa verdadeira.
a) A análise financeira é utilizada para mensurar a lucratividade, a rentabilidade do capital próprio,
Errada: o lucro líquido por ação e o retorno de investimentos operacionais.
A análise de balanços é utilizada também para análise da liquidez, endividamento , alavancagem
entre outros indicadores.
b) A análise contábil subdivide-se em análise de estrutura; análise por quocientes; e análise por
diferenças absolutas.
Errada: além de quocientes também por indicadores e além de análise de estrutura
(endividamento e composição dos capitais) também análise de liquidez, rotação e rentabilidade.
c) A análise econômica é a tradicionalmente efetuada por meio de indicadores para análise global
e a curto, médio e longo prazos da velocidade do giro dos recursos.
Errada: A análise a curto, médio e longo prazo diz espeito a indicadores de um determinado
ano ou de indicadores que comparam dois ou mais anos, mas esses indicadores não se limitam a
giro dos recursos.
d) A análise da alavancagem financeira é utilizada para medir o grau de utilização do capital de
terceiros e seus efeitos na formação da taxa de retorno do capital próprio.
Correta: O grau de alavancagem financeira indica a vantagem ou desvantagem de
endividamento com capitais de terceiros em relação a utilização de capitais próprios.
e) A verdadeira análise das demonstrações contábeis se restringe à avaliação de ativos e passivos
utilizando-se dos princípios e demais regras constantes, das Normas Brasileiras de Contabilidade,
da lei das S.A. e do regulamento do Imposto de Renda.
Errada: Á analise de balanços não está fundamentada em normas de contabilidade.
ANÁLISE DAS
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS (ADFs)

Capital de Giro, Necessidade de


Capital de Giro e Efeito Tesoura

MÓDULO 6
Capital De Giro Próprio X Capital De Giro Líquido
Capital de Giro Próprio (CPP)

PC
AC PNC

ARLP
PL
CGP AP

CGP = PL - ANC(ARLP + AP)


CGP = AC – PC - PNC
Capital De Giro Próprio X Capital De Giro Líquido
Capital de Giro Líquido(CGL) ou
Capital Circulante Líquido(CCL)

PC
AC
PELP
CCL
ARLP
PL
AP

CGL = CCL = AC - PC
Capital De Giro Próprio X Capital De Giro Líquido
Capital de Giro Líquido(CGL) ou
CCL Capital Circulante Líquido(CCL)

PC
AC PNC
CGP
ARLP PL
AP

CCL = CGP + PNC


1 (AFTN/98/ESAF) A empresa Tersec S/A demonstra seu patrimônio em
apenas quatro grupos: Ativo Circulante, Ativo Permanente, Passivo Circulante
e Patrimônio Líquido.
O seu Capital Próprio, no valor de R$ 13.000,00, está formado do Capital
registrado na Junta Comercial e de reservas já contabilizadas na ordem de
30% do capital social
O grau de endividamento dessa empresa foi calculado em 35%.
O quociente de liquidez calculado foi medido em 1,2.
Levando em linha de conta apenas às informações acima, podemos calcular o
capital de giro próprio da empresa Tersec, no valor de:
a) R$ 1.400,00;
b) R$ 12.000,00;
c) R$ 8.400,00;
d) R$ 8.450,00;
e) R$ 8.333,00.
1 (AFTN/98/ESAF) A empresa Tersec S/A demonstra seu patrimônio em apenas quatro grupos:
Ativo Circulante, Ativo Permanente, Passivo Circulante e Patrimônio Líquido.
O seu Capital Próprio, no valor de R$ 13.000,00, está formado do Capital registrado na Junta
Comercial e de reservas já contabilizadas na ordem de 30% do capital social
O grau de endividamento dessa empresa foi calculado em 35%.
O quociente de liquidez calculado foi medido em 1,2.
Levando em linha de conta apenas às informações acima, podemos calcular o capital de giro
próprio da empresa Tersec, no valor de: Dívidas
de 35%

AC PC
Capital
Próprio
PL 65%

AP 13.000
65% 13.000
100% X

X = 20.000
Se o passivo total é $ 20.000 o PC = 20.000 – 13.000 (PL) PC = $ 7.000
Como o índice de liquidez informado no enunciado é 1,2 e não existe nem ARLP e em PNC,
esse índice informado é o índice de Liquidez Corrente.
LC = AC ÷ PC 1,2 = AC ÷ 7.000 AC = 1,2 x 7.000 AC = 8.400
CGP = AC – PC – PNC , como PNC = 0
CGP = 8.400 – 7.000
CGP = 1.400
Dívidas
de 35%

AC PC
Capital
Próprio
PL 65%

AP 13.000
65% 13.000
100% X

Alternativa “a” X = 20.000


Necessidade de Capital de Giro(NCG)

AC PC
Caixa 500 Fornecedor 500
Banco 10.000 Duplicatas a Pagar 1.000
Duplicatas a Receber 7.000 Salários a Pagar 1.000
Mercadorias 8.000 Imposto a Pagar 2.500
Títulos a Receber (Venda
9.000 Empréstimos 3.500
Imóvel)
Duplicatas Descontadas 2.000
Necessidade de Capital de Giro(NCG)
Esta empresa necessita de Capital de Giro?
AC PC
Caixa 500 Fornecedor 500
Banco 10.000 Duplicatas a Pagar 1.000
Duplicatas a Receber 7.000 Salários a Pagar 1.000
Mercadorias 8.000 Imposto a Pagar 2.500
Títulos a Receber (Venda
9.000 Empréstimos 3.500
Imóvel)
Duplicatas Descontadas 2.000

Ativo Circulante Operacional Passivo Circulante Operacional


ACO = 15.000 PCO = 5.000
Necessidade de Capital de Giro(NCG)

AC PC
Caixa 500 Fornecedor 500
Banco 10.000 Duplicatas a Pagar 1.000
Duplicatas a Receber 7.000 Salários a Pagar 1.000
Mercadorias 8.000 Imposto a Pagar 2.500
Títulos a Receber (Venda
9.000 Empréstimos 3.500
Imóvel)
Duplicatas Descontadas 2.000

Ativo Circulante Financeiro Passivo Circulante Financeiro


ACF = 19.500 PCF = 5.500
Análise da Necessidade de
Capital de Giro

ACO > PCO

PCO
ACO

Necessita de Capital de Giro!!!


Análise da Necessidade de
Capital de Giro

ACO = PCO

ACO PCO

Não necessita de Capital de Giro !.


Análise da Necessidade de
Capital de Giro

ACO < PCO


ACO
PCO

Existe excesso de Capital de Giro !.


2 (AFR/SP/06-FCC) A Cia. Estrela possui as seguintes contas patrimoniais,
dentre outras, com valores em reais:
Fornecedores 1.500
Provisões 1º Salário e Férias 1200
Contas a Receber 90 dias 2.500
Empréstimos de Curto Prazo 1.500
Empréstimos a Controladas 2.500
Contas a receber por Venda de Imobilizado 2.500
Estoques 3.000
Impostos a Pagar 900

Tendo como base somente essas informações, a necessidade de capital de


giro da empresa é $:
a)1.200.00;
b)1.600.00;
c)1.900,00;
d)2.100,00;
e)2.500,00.
2 (AFR/SP/06-FCC) A Cia. Estrela possui as seguintes contas patrimoniais,
dentre outras, com valores em reais:
Fornecedores 1.500
Provisões 1º Salário e Férias 1200
Contas a Receber 90 dias 2.500
Empréstimos de Curto Prazo 1.500
Empréstimos a Controladas 2.500
Contas a receber por Venda de Imobilizado 2.500
Estoques 3.000
Impostos a Pagar 900

Tendo como base somente essas informações, a necessidade de capital de


giro da empresa é $:
a)1.200.00; Ativo Circulante Operacional Passivo Circulante Operacional
b)1.600.00; Contas a Receber 2.500 Fornecedores 1.500
c)1.900,00; Estoques 3.000 Provisão Salários 1.200
d)2.100,00; Impostos a Pagar 900
e)2.500,00. Total ACO 5.500 Total PCO 3.600
Necessidade de Capital de Giro NCG = ACO – PCO = 1.900
Saldo de Tesousaria (ST)

ST = ACF - PCF

Ativo Circulante Passivo Circulante


Financeiro Financeiro
Relação entre CCL, ST e NCG

PCF
ACF
PC
AC PCO
ACO
CCL

CCL = ST + NCG
Efeito Tesoura (ET)
ST = Saldo de
Tesouraria

ST
ET =
NCG

NCG = Necessidade de
Capital de Giro
Efeito Tesoura (ET)
Exemplo 1
Supondo que o saldo tesouraria no ano X0 seja de - $ 5.000 e
que haja uma necessidade de capital de giro de $ 10.000,
teríamos neste ano o índice ET = - 0,5.
Supondo que no ano X2 esta mesma empresa estivesse com
um salto tesouraria = - $ 7.500 e uma necessidade de capital
de giro de $ 12.500 o índice ET seria de = - 0,6.
O crescimento negativo encontrado acima indica que essa
empresa está tendo o efeito tesoura, porque ela está se
endividando mais no curto prazo para financiar a necessidade
do capital de giro.
Efeito Tesoura (ET)
Efeito Tesoura (ET)
Exemplo 2
O saldo tesouraria no ano X0 seja de $ 10.000 e que haja
uma necessidade de capital de giro de $ 20.000, teríamos
neste ano o índice ET = 0,5.
Supondo que no ano X2 esta mesma empresa estivesse com
um salto tesouraria = $ 5.000 e uma necessidade de capital
de giro de $ 25.000 o índice ET seria de = 0,2.
O decréscimo positivo encontrado indica que essa empresa
está tendo o efeito tesoura, porque ela está se endividando
mais no curto prazo para financiar a necessidade do capital
de giro.
Efeito Tesoura (ET)
Efeito Tesoura (ET)
Conclusão !

Quando a razão ET = ST/NCG diminui positivamente ou


aumenta negativamente de um exercício em relação ao outro a
empresa está sofrendo o chamado Efeito Tesoura que significa
que ela poderá não ter condições de suportar
financeiramente o crescimento dos negócios baseado nas
vendas a prazo e na ampliação dos estoques.
(BNDES - Contador - Prova Discursiva/Fundação CESGRANRIO) Considerando o
Balanço Patrimonial apresentado a seguir, demonstre e analise, em relação aos anos
de 2001, 2002 e 2003, a Necessidade de Capital de Giro, o Saldo de Tesouraria e o
Capital de Giro Líquido dessa empresa.
ATIVO 2003 2002 2001
CIRCULANTE 1.250 520 700
Disponibilidades 55 80 60
Clientes 874 320 500
Estoques 321 120 140
REALIZÁVEL a LP 120 100 130
Empréstimos a Coligadas 120 100 130
PERMANENTE 900 870 970
Investimentos 534 450 550
Imobilizado 280 310 300
Diferido 86 110 120
TOTAL 2.270 1.490 1.800
PASSIVO 2003 2002 2001
CIRCULANTE 970 520 610
Fornecedores 400 100 210
Empréstimos Bancários 300 200 220
Salários a Pagar 108 120 100
Impostos a Recolher 162 100 80
EXIGÍVEL a LP 200 100 130
Empréstimos a LP 200 100 130
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.100 870 1.060
Capital Social 1.100 800 1.000
Reservas 100 70 60
TOTAL 2.270 1.490 1.800
3 ) O NGC é:
a) 525 120 250; b) 500 100 200; c) 250 120 525;
d) 610 520 970; e) 390 320 670.

4 ) O saldo em tesouraria é:
a) 60 80 55; b) 500 320 874; c) -160 -120 -245;
d) -245 -120 -160; e) 160 245 120.

5) O Capital de Giro Líquido (CGL) é:


a) 0 90 280; b) 280 0 90; c) 90 0 280;
d) 180 90 0; e) 0 90 180.
ATIVO 2003 2002 2001
CIRCULANTE 1.250 520 700
Disponibilidades 55 80 60
Clientes 874 320 500
Estoques 321 120 140
REALIZÁVEL a LP 120 100 130
Empréstimos a Coligadas 120 100 130
PERMANENTE 900 870 970
Investimentos 534 450 550
Imobilizado 280 310 300
Diferido 86 110 120
TOTAL 2.270 1.490 1.800
PASSIVO 2003 2002 2001
CIRCULANTE 970 520 610
Fornecedores 400 100 210
Empréstimos Bancários 300 200 220
Salários a Pagar 108 120 100
Impostos a Recolher 162 100 80
EXIGÍVEL a LP 200 100 130
Empréstimos a LP 200 100 130
(alternativa “c”) 2001 2002 2003
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.100 870 1.060

ACO
Capital Social 640
1.100 440
800 1195
1.000
Reservas 100 70 60
TOTAL Clientes 500
2.270 320
1.490 874
1.800

Estoques 140 120 321


PCO 390 320 670
Fornecedores 210 100 400
Salários a Pagar 100 120 108
Impostos a Recolher 80 100 162
NCG 250 120 525
ATIVO 2003 2002 2001
CIRCULANTE 1.250 520 700
Disponibilidades 55 80 60
Clientes 874 320 500
Estoques 321 120 140
REALIZÁVEL a LP 120 100 130
Empréstimos a Coligadas 120 100 130
PERMANENTE 900 870 970
Investimentos 534 450 550
Imobilizado 280 310 300
Diferido 86 110 120
TOTAL 2.270 1.490 1.800
PASSIVO 2003 2002 2001
CIRCULANTE 970 520 610
Fornecedores 400 100 210
Empréstimos Bancários 300 200 220
Salários a Pagar 108 120 100
Impostos a Recolher 162 100 80
EXIGÍVEL a LP 200 100 130
Empréstimos a LP 200 100 130
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.100 870 1.060
Capital Social 1.100 800 1.000
Reservas 100 70 60
TOTAL 2.270 1.490 1.800

(alternativa “c”) 2001 2002 2003


ACF 60 80 55
Disponibilidades 60 80 55
PCF 220 200 300
Empréstimos Bancários 220 200 300
Saldo em Tesouraria (ST) (160) (120) (245)
2001 2002 2003
ACO 640 440 1195
Clientes 500 320 874
Estoques 140 120 321
PCO 390 320 670
Fornecedores 210 100 400
Salários a Pagar 100 120 108
Impostos a Recolher 80 100 162
NCG 250 120 525

2001 2002 2003


ACF 60 80 55
Disponibilidades 60 80 55
PCF 220 200 300
Empréstimos Bancários 220 200 300
Saldo em Tesouraria (ST) (160) (120) (245)

Capital de Giro Líquido 2001 2001 2003


CGL = CCL = NCG + ST 90 ZERO 280

(alternativa “c”)
EBITDA
=

Lucro antes dos juros, impostos,


depreciação e amortização
Demonstração do Resultado - DRE
Receita Líquidas 200.000
(-) CMV 80.000
Lucro Bruto 120.000
(-) Despesas Operacionais 50.000
EBITDA 70.000
(-) Depreciação (10.000)
EBIT 60.000
Despesas Financeiras (5.000)
Imposto de Renda (15.000)
Resultado Líquido 40.000
6. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Da demonstração de Resultado do
exercício do período findo em 19X1 da empresa Altos dos Morros, extraíram-se
as seguintes informações EBITDA é no valor de:

Receita de vendas 31.000,00


Custo dos produtos vendidos -19.000,00
Despesas com vendas -1.500,00
Despesas gerais e administrativas -2.500,00
Despesas financeiras 3.000,00
Depreciação -1.400,00
Provisão para IR -1.400,00
Com base nestas informações, pode-se afirmar que o indicador EBITDA é no
valor de:
a) $ 8.000,00.
b) $ 9.400,00.
c) $ 14.400,00.
d) $ 13.800,00
e) $ 6.600,00.
6. (Perito-Contador-Polícia-RJ/IBFC/2012) Da demonstração de Resultado do
exercício do período findo em 19X1 da empresa Altos dos Morros, extraíram-se
as seguintes informações EBITDA é no valor de:

Receita de vendas 31.000,00


Custo dos produtos vendidos -19.000,00
Despesas com vendas -1.500,00
Despesas gerais e administrativas -2.500,00
Despesas financeiras 3.000,00
Depreciação -1.400,00
Provisão para IR -1.400,00
Com base nestas informações, pode-se afirmar que o indicador EBITDA é no
valor de:
a) $ 8.000,00.(*) Demonstração de Resultado
b) $ 9.400,00. Receita de Vendas 31.000,00
c) $ 14.400,00.
Custo dos Produtos (19.000,00)
d) $ 13.800,00
e) $ 6.600,00. Lucro Bruto 12.000,00
(-) Despesas (4.000,00)
Com vendas 1.500,00
Gerais e Administrativas 2.500,00
EBITDA 8.000,00