Você está na página 1de 3

Aluno (a): Data: 29/10/2019

PROVA DE 1ª CHAMADA

ORIENTAÇÕES GERAIS

1. A avaliação é composta de 3 questões;


2. Cada questão tem um valor atribuído de 0 a 3;
3. A avaliação é individual e suas regras para produção textual seguem as normas abaixo
especificadas.
4. A avaliação deverá ser respondida em casa e enviada via Sigaa;
5. Após o fechamento da entrega da avaliação no sistema Sigaa, o aluno que não enviar terá
sua nota zerada;
6. Caso seja detectado plágio e/ou uso de avaliações passadas, o aluno terá sua nota zerada.

1“Identificamos assim de longe como características essenciais de um movimento


religioso da África Central: a nova organização de existência, rituais tradicionais em
grande parte, símbolos, crenças, e mitos em volta de metas difusas orientadas
coletivamente e associados com o “complexo de ventura e desventura da cultura mais
ampla. Esta nova organização é inspirada pelo presente de um líder carismático que é
aceite por uma coletividade e estende-se de uma comunidade para outra. A constelação
dos símbolos, crenças, e mitos envolvidos geralmente vêm juntos com a noção e forma
de um amuleto coletivo. Este é um objeto feito sob inspiração por um indivíduo da
comunidade que encarna os símbolos mais poderosos do movimento”. (CRAEMER, Willy
de, VANESA, Jan. Movimentos Religiosos na África Central:um estudo teórico. Texto traduzido)

O texto acima exemplifica aspectos importantes da religião e da vida religiosa na


África, tendo como característica uma forte densidade empírica sobre a religião naquele
continente. Diante dos textos discutidos em sala de aula, elabore uma escrita apontando
os aspectos formadores e, ao mesmo tempo, definidores, da Religião e das
religiosidades no Continente africano.

2. Pode-se considerar que, hoje, há um certo consenso historiográfico não só sobre a


permanência de costumes e práticas africanas entre os escravos, como também sobre o fato de
que a sociedade brasileira de hoje é inexoravelmente tributária desta herança. A maior
divergência encontra-se, sem dúvida, na questão de se a vida cotidiana e as formas de adaptação
ou resistência ao cativeiro criaram comunidades com identidades e solidariedades próprias,
apesar da multiplicidade étnica existente, ou se as rivalidades foram tão preponderantes que
provocaram a dissensão, impedindo a formação de alianças que lhes dessem maior força no
embate com os senhores.

Desenvolva um texto tomando uma posição a respeito do assunto tratado na citação acima.

3. "Não tenho provas suficientes para demonstrá-lo, mas considero provável que os homens que
desejam tornar-se adivinhos possuem, em geral, um grau mais elevado de curiosidade
intelectual e de ambição social (…). Sua personalidade é certamente desenvolvida pelos novos
modelos de comportamento social próprios da profissão, que exigem tato, coragem,
clarividência, conhecimento das emoções humanas e uma agilidade mental consideráveis,
requisitos fundamentais para o sucesso de sua atividade. Não tenho dúvidas, a julgar pelos
adivinhos que conheci pessoalmente, que eles demonstram maior habilidade que a maioria dos
leigos; isso pode ser visto não somente em seu comportamento ritual, mas também na
competência genérica no relacionamento social, na compreensão rápida de situações novas, no
conhecimento da tradição, no saber econômico e no poder de impressionar e dirigir os homens.”
( Edward Evans-Pritchard, Bruxaria, oráculos e magia entre os azande. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2005, pp. 129-30.)

Sobre o contexto da feitiçaria, dos calundus e das mandingas em África e nas Américas,
desenvolva uma escrita situando o debate entre Afrocentristas e Crioulistas em torno do tema.

Normas para produção da Avaliação:

1. O texto não deve ultrapassar 20 páginas em formato A4, espaço entrelinhas de


1.5, em fonte Times New Roman 12, e deve ser enviado em arquivo anexado via e-mail,
de preferência em formato Documento Word (*.doc), em Microsoft Word 7.0 ou
posterior.
2. As citações de trechos de obras e documentos devem obedecer ao seguinte critério: se
forem menores que quatro linhas devem ser incorporadas ao texto entre aspas. Se forem
maiores devem vir destacadas do texto principal, com um recuo em relação às margens
laterais de 1 cm e sem aspas no começo e no fim. Em ambos os casos não se deve usar
itálico. Todas as citações devem ser acompanhadas de suas referências em notas
conforme as normas descritas mais adiante.
3. Os indicadores de nota de rodapé devem ser colocados depois dos pontos, vírgulas,
pontos e vírgulas ou dois pontos: Exemplo: Esta concorrência pela alma dos
colonizados gerou uma série de tensões:1 católicos e protestantes disputaram palmo-a-
palmo o terreno.2
7. As notas devem vir em rodapé, com todas as referências às fontes de praxe,
respeitando as seguintes regras:
a) Nas referências a fontes primárias indicar, com precisão, sua origem em documentos
escritos, orais, iconográficos e outros. Fontes devem indicar na ordem, o documento e
data em formato dd/mm/aaaa, a instituição, o fundo, número, maço e, se for o caso, de
folio (fl.) (este formato é válido para todas as indicações de datas). Exemplo: Nota
confidencial 42 do Governador Geral de Moçambique, Freire de Andrade, ao Ministro
da Marinha e Ultramar, 06/11/1909, Arquivo Histórico de Moçambique (AHM), Secção
A, Diversos Confidenciais, cx. 7, maço 7.fl. 108. Citações seguintes: Nota confidencial
42 do Governador Geral de Moçambique, Freire de Andrade, ao Ministro da Marinha e
Ultramar, 06/11/1909, op. cit., fl. 110.
b) Citação de artigo em revista: Exemplo: Rita Amaral e Vagner Gonçalves da Silva,
"Cantar para subir - um estudo antropológico da música ritual no candomblé
paulista", Religião e Sociedade, v. 16, n. 1-2 (1992), pp. 160-84. Citações
seguintes: Amaral e Silva, "Cantar para subir", p. 165.
c) Citação de capítulo em livro coletivo: Exemplo: Yvan Debbasch, "Le Maniel: Further
Notes”, in Richard Price (org.), Maroon Societies (Garden City: Anchor Books, 1973),
p. 145. Citações seguintes: Debbasch, "Le Maniel”, p. 144.
d) Citação de livro: Exemplo: Emilia Viotti da Costa, Crowns of Glory, Tears of Blood:
The Demerara Slave Rebellion of 1823, Nova York: Oxford University Press, 1994, p.
217. Citações seguintes: Costa, Crown of Glory, pp. 203-204.
e) Citação de site na Internet. Exemplo: Sarah Orne Jewett, "The Country of the
Pointed Firs”, <http://www.columbia.edu/acis/.bartleby/jewett>, acessado em data da
consulta. Citações seguintes: Jewett, "The Country”.