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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

INSTITUTO DE FÍSICA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

DIMENSÕES INTEIRAS E FRACIONÁRIAS

MACEIÓ-AL

2019
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

INSTITUTO DE FÍSICA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

DIMENSÕES INTEIRAS E FRACIONÁRIAS

Relatório do experimento realizado


em aula prática da disciplina de
Laboratório de Física 1 sob
orientação do professor ​Noelio
Oliveira Dantas, como requisito para
obtenção de nota.

MACEIÓ-AL

2019
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO
2. OBJETIVOS
3. MATERIAIS UTILIZADOS
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
5. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
6. RESULTADOS E DISCUSSÕES
7. RESPOSTAS ÀS QUESTÕES PROPOSTAS
8. CONCLUSÕES
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
10. ANEXOS
1. INTRODUÇÃO
2. OBJETIVOS

Realizar a medição de corpos com formas geométricas irregulares

3. MATERIAIS UTILIZADOS
● Folhas de papel (A4);
● Paquímetro;
● Régua milimetrada de 30 cm;

4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O gráfico apresentado trata-se da representação do experimento feito em sala de


aula, acerca dos erros e medidas em uma experiência. Neste caso, foram medidos
diâmetros de bolas de papel em diversos tamanhos, cada medição foi feita seguida
de sua incerteza, para, com as médias dos diâmetros, ser construído o eixo das
ordenadas e logo após, eixo das abscissas foi constituído da própria massa de cada
bola. Assim, com a introdução dos dados no graficador, a escala foi transformada
para logarítmica, alterando cada número dos eixos para o seu valor em logaritmo.
Para que ser feito o cálculo do coeficiente angular, foi necessária a aproximação da
curva formada, por uma reta que continha a maioria dos pontos.

5. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Com a utilização de duas folhas tamanho A4 foram feitas marcações de tamanhos
diferentes como mostra a figura X. No total foram construídas 7 bolas de papel, a
primeira folha foi amassada completamente formando uma bola de massa igual a
64 e com a outra folha foram feitas 6 bolas sempre dividindo a folha ao meio de
modo que obtivéssemos bolas com massas iguais a: 1,2,4,8,16 e 32 como mostra a
figura X .

Em seguida, com o auxílio do paquímetro foi realizada diferentes medições em cada


bola obtendo 7 valores referentes ao diâmetro de cada uma. Os dados foram
anotados na tabela X e posteriormente calculado o diâmetro médio delas.
Depois calculou-se a incerteza estimada ΔD e também adicionou-se o resultado na
tabela X. A partir desses dados foi construído um gráfico log -log do diâmetro
versus massa (M).

6. RESULTADOS E DISCUSSÕES

7. RESPOSTAS ÀS QUESTÕES PROPOSTAS

a) ​Que valor você esperaria de d para uma esfera tridimensional de densidade


uniforme? E para uma “esfera” bidimensional – um objeto circular como uma
moeda, de densidade uniforme? E para uma esfera unidimensional?

O valor esperado de d para a esfera tridimensional de densidade uniforme é 3, para


esfera bidimensional é 2 e para esfera unidimensional é 1.

b) Qual a expressão de K para os três tipos de objetos a que se refere à


pergunta (a)?

Esfera tridimensional: K = (6 ÷ (πρ)) ** (1/d) , onde ρ = massa/volume;

Esfera bidimensional: K = (4 ÷ (πσ)) ** (1/d) , onde σ = massa/área;

Esfera unidimensional: K = (1 ÷ (πλ)) ** (1/d) , onde λ = massa/comprimento.

c) ​Baseando-se nos valores de d e ​ΔD ​encontrados e na resposta do item (a),


como você interpreta o valor de d obtido?

O valor de d obtido satisfaz o intervalo 2 < d ≤ 3, que significa que na transformação


de um objeto bidimensional, este tende a se tornar tridimensional. Porém, deve-se
notar que a superfície das bolas de papel amassadas é irregular e o experimento
está sujeito a imprecisão na medição, por isso os objetos estudados possuem o d
na dimensão fractal, com pontos em duas e três dimensões.

8. CONCLUSÕES
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

10. ANEXOS

Figura X: Diagrama de divisão de uma folha para experimento de fractais.


Figura X: Bolas de papel e paquímetro.