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22/08/2019 CESPRO | Digitalização, Compilação e Consolidação da Legislação Municipal

Seção de Legislação do Município de Crissiumal / RS

LEI MUNICIPAL Nº 1.693, DE 06/12/2001

REFORMULA E ESTABELECE O PLANO DE CARREIRA DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL, CRIA O

RESPECTIVO QUADRO DE EMPREGOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

WALTER LUIZ HECK, Prefeito Municipal de Crissiumal, Estado do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições

legais,

FAZ SABER, que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e que sanciona e promulga a seguinte Lei:

TÍTULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Esta Lei reformula e dispõe sobre a instituição, implantação e gestão do Plano de Carreira do Magistério Público

Municipal, cria o respectivo quadro de empregos, dispõe sobre o regime de trabalho e plano de pagamento dos

profissionais da educação em consonância com os princípios básicos da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

Art. 2º O regime jurídico dos profissionais da educação é o mesmo estabelecido pela CLT (Consolidação das Leis do

Trabalho), observadas as disposições específicas desta Lei.

TÍTULO II - DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO

CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS BÁSICOS

Art. 3º A carreira do Magistério Público Municipal tem como princípios básicos:

I - Habilitação profissional: condição essencial que habilite ao exercício do magistério através da comprovação da

titulação específica;

II - Valorização profissional: condições de trabalho compatíveis com a dignidade da profissão, com aperfeiçoamento

profissional continuado;

III - Piso salarial profissional definido por Lei específica, que considere a qualificação profissional;

IV - Progressão funcional na carreira, mediante a alteração de nível e de promoção em avaliação do desempenho,

qualificação em instituições credenciadas e os conhecimentos através de seminários, projetos, relato de experiências,

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feiras de estudo, produções textuais e audiovisuais;

V - Período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga horária de trabalho.

CAPÍTULO II - DO ENSINO

Art. 4º O Município incumbir-se-á de oferecer a Educação Básica nos níveis da Educação Infantil em creches e pré-

escolas, séries iniciais e séries finais do Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos, tendo como prioridade o

Ensino Fundamental.

CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA DA CARREIRA

Seção I - Das Disposições Gerais

Art. 5º A carreira do Magistério Público Municipal é constituída pelo conjunto de empregos de Professor I, Professor II,

Professor III e Pedagogo, estruturada em 05 (cinco) classes, dispostas gradualmente, com acesso sucessivo de classe

a classe, cada uma compreendendo 3 (três) níveis de habilitação, estabelecidos de acordo com a titulação pessoal do

profissional da educação.

Parágrafo único. Para fins desta Lei, considera-se:

I - REDE MUNICIPAL DE ENSINO - o conjunto de instituições e órgãos que realiza atividades de educação sob

coordenação da Secretaria Municipal da Educação;

II - MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL - o conjunto de profissionais da educação, titulares de empregos de

professor e pedagogo que, ocupando emprego ou funções gratificadas nas unidades escolares e nos demais órgãos

que compõem a estrutura da Secretaria Municipal de Educação, desempenham atividades docentes ou especializadas,

com vistas a alcançar os objetivos da educação;

III - EMPREGO - conjunto de atribuições e responsabilidades atribuídas ao profissional da educação, mantidas as

características de criação por Lei, denominação própria, número certo e retribuição pecuniária padronizada;

IV - PROFESSOR I - profissional da educação com habilitação específica para o exercício das funções docentes na

educação infantil;

V - PROFESSOR II - profissional da educação com habilitação específica para o exercício das funções docentes na

educação de séries iniciais, assim entendidas as quatro primeiras séries do Ensino Fundamental;

VI - PROFESSOR III - profissional da educação com habilitação específica para o exercício das funções docentes

na educação das séries finais, assim entendidas as quatro séries finais do ensino fundamental;

VII - PEDAGOGO - o titular de emprego de Pedagogo da Carreira do Magistério Público Municipal, com formação

em Curso Superior de Graduação em Pedagogia ou Pós-graduação e habilitação específica para o exercício das

funções de suporte pedagógico direto à docência, como as de administração escolar, planejamento, inspeção,

supervisão e orientação escolar;

VIII - Funções de magistério as atividades de docência e de suporte pedagógico direto à docência, aí incluídas as

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de Administração Escolar, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.

Seção II - Dos Requisitos Mínimos

Art. 6º Constitui requisito para o ingresso na Carreira, a seguinte formação mínima: (NR) (redação estabelecida pela

Lei Municipal nº 1.937 de 03.11.2004)

PROFESSOR I - nível médio, na modalidade normal, com habilitação para o magistério na educação infantil, na forma

estabelecida na Lei Federal 9.394/96.

PROFESSOR II - nível médio, na modalidade normal, com habilitação para o exercício da docência nas classes iniciais,

nos termos da Lei Federal 9.394/96.

PROFESSOR III - nível Superior, em curso de Licenciatura ou outra graduação correspondente à área de conhecimento

específica do currículo, com formação pedagógica, nos termos da lei.

PEDAGOGO - Nível Superior de Graduação em Pedagogia ou Pós-Graduação e Habilitação Específica para o

exercício das funções de suporte pedagógico direto à docência, como as de Psicopedagoga, ou Administração Escolar,

Planejamento, Inspeção, Supervisão e Orientação escolar. (NR LM 2.146/2007)

Art. 6º (...)

PEDAGOGO - nível Superior de Graduação em Pedagogia ou Pós-Graduação e habilitação específica para o exercício das funções de suporte

pedagógico direto à docência, como as de administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão e orientação escolar. (NR) (redação

estabelecida pela Lei Municipal nº 1.937/2004 de 03 de novembro de 2004)

Art. 6º Constitui requisito para o ingresso na Carreira, a seguinte formação mínima:

PROFESSOR I - nível médio, na modalidade normal, excepcionalmente nos primeiros 05 (cinco) anos da vigência desta Lei. A partir do 6º

(sexto) ano será exigida a complementação com estudos adicionais de habilitação para o exercício da docência na educação infantil, na forma

estabelecida na Lei Federal 9.394/96.

PROFESSOR II - nível médio, na modalidade normal, excepcionalmente nos primeiros 05 (cinco) anos da vigência desta Lei. A partir do 6º

(sexto) ano será exigida a complementação com estudos adicionais de habilitação para o exercício da docência nas classes iniciais, nos termos

da Lei Federal 9.394/96.

PROFESSOR III - nível Superior, em curso de Licenciatura Plena ou outra graduação correspondente à área de conhecimento específica do

currículo, com formação pedagógica, nos termos da lei.

PEDAGOGO - nível Superior de Graduação em Pedagogia ou Pós-Graduação e habilitação específica para o exercício das funções de suporte

pedagógico direto à docência, como as de administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão e orientação escolar. (redação original)

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Das Classes

Art. 7º As classes constituem a linha de promoção horizontal do titular de emprego de magistério, e são em número de

06(seis), designadas pelas letras A a F, com interstícios de 05 (cinco) anos, correspondendo a um acréscimo de

remuneração de 7,5% (sete e meio por cento) em cada uma, iniciando-se a classe A com o coeficiente estabelecido

nesta Lei, chegando-se a 37,5% (trinta sete e meio por cento) na classe F. O acréscimo sempre incidirá sobre o

vencimento da classe A. (NR) (redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.486, de 04.05.2010)

Art. 7º As classes constituem a linha de promoção horizontal do titular de emprego de magistério, e são em número de

05(cinco), designadas pelas letras A a E, com interstícios de 05 (cinco) anos, correspondendo a um acréscimo de

remuneração de 7,5% (sete e meio por cento) em cada uma, iniciando-se a classe A com o coeficiente estabelecido

nesta Lei, chegando-se a 30% (trinta por cento) na classe E. O acréscimo sempre incidirá sobre o vencimento da classe

A.

§ 1º Os empregos serão distribuídos pelas classes, da inicial à final;

§ 2º O número de empregos de Professor I, Professor II, Professor III e Pedagogo, por classe, será estabelecido,

anualmente, por ato do Poder Executivo. (redação original)

Seção III - Da Promoção

Art. 8º Promoção é o ato pelo qual o membro do Magistério Público Municipal de tem acesso ao emprego da classe

imediatamente superior.

§ 1º As promoções de classe, nos empregos organizados em carreira, obedecerão aos critérios de merecimento e

antigüidade, alternadamente, sendo assegurados critérios objetivos por merecimento de acordo com os incisos 10 e 11.

§ 2º A promoção antigüidade, será determinada pelo tempo de efetivo exercício da função do membro do Magistério

na classe a que pertence, cabendo ao mais antigo.

§ 3º A promoção por merecimento é a demonstração, por parte do professor ou pedagogo, do fiel cumprimento dos

seus deveres e da eficiência no exercício do cargo, bem como da contínua atualização e aperfeiçoamento para

desempenho das suas atividades e a avaliação considerará a qualificação em instituições credenciadas e os

conhecimentos auferidos através de seminários, projetos, feiras de estudo, produções textuais e audiovisuais;

I - A avaliação do desempenho, a aferição da qualificação e avaliação de conhecimentos serão realizadas de

acordo com os critérios definidos no Regulamento de Promoções.

II - As avaliações do desempenho serão realizadas anualmente, enquanto a pontuação de qualificação e a

avaliação de conhecimentos ocorrerá a cada 05 anos.

§ 4º A pontuação a ser atribuída em cada avaliação será de 0 (zero) a 10 (dez), exigindo-se o mínimo para de

05(cinco) pontos para a concessão da promoção.

§ 5º A Secretaria de Educação e o Conselho Municipal de Educação elaborarão, em conjunto com os professores, o

regulamento das promoções, no prazo de 06 (seis) meses após o vigor da lei, que deverá obedecer as condições

especificas desta Lei, e instituirá anualmente a comissão de avaliação.

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§ 6º A promoção decorrerá de avaliação que considerara o desempenho, a qualificação em instituições credenciadas

e os conhecimentos através de seminários, projetos, relato de experiências, feiras de estudo, produções textuais e

audiovisuais. A pontuação para promoção será determinada pela média ponderada dos três fatores a que se refere o

parágrafo 1º e o tempo de exercício na docência, do emprego de professor e de atuação do pedagogo, tomando-se:

I - A media aritmética das avaliações anuais de desempenho, com peso 3 (três);

II - A pontuação da qualificação, com peso 3 (três);

III - A avaliação de conhecimento, com peso 2 (dois);

IV - O tempo de exercício em docência ou de funções de pedagogo, com peso 2 (dois).

§ 7º Somente poderão concorrer a promoção os professores que:

I - Preencherem os requisitos estabelecidos em lei;

II - Não tiver sido punido no período da avaliação, com pena disciplinar, mesmo que convertido em multa.

§ 8º As promoções serão concedidas anualmente, a quem de direito, e publicadas no mural de publicação da

Prefeitura Municipal e na imprensa local.

§ 9º Somente poderá ser avaliado e promovido o profissional da educação que:

I - Não somar duas penalidades de advertência;

II - Não sofrer pena de suspensão disciplinar, mesmo que convertida em multa;

III - Não atingir o número de 3 (três) faltas injustificadas ao serviço;

IV - Não somar 10 (dez) atrasos de comparecimento ao serviço e/ou saídas antes do horário marcado para o

término da jornada.

§ 10. Sempre que ocorrer qualquer infringência aos incisos do parágrafo anterior, iniciar-se-á nova contagem para fins

de tempo exigido para habilitar-se à promoção.

§ 11. Acarretam a suspensão à habilitação para a promoção por merecimento e tempo.

I - As licenças e afastamento sem direito à remuneração;

II - As licenças para tratamento de saúde quando excederem a 90 (noventa) dias, mesmo que em prorrogação,

exceto as decorrentes de acidentes em serviço;

III - As licenças para tratamento de saúde em pessoas da família que excederam a 30 (trinta) dias, exceto quando

for imprescindível, por indicação médica a presença do empregado no acompanhamento em tratamento médico.

§ 12. Os professores municipais integrantes do quadro de empregos extinto, devidamente habilitados serão

enquadrados na classe de acordo com o seu tempo de serviço no magistério público municipal na data da promulgação

desta Lei. O tempo de serviço que, no momento do enquadramento de classe, exceder do tempo básico de acesso a

classe será contado com tempo de interstício cumprido na classe enquadrada para fins de promoção à classe seguinte.

Assim por exemplo um professor com 12 anos de serviço será enquadrado na classe "C" terá contado 2 (dois) anos de

interstício para ascensão à classe "D". Eventual diferença a menor que resultar de seu enquadramento será mantido

como parcela autônoma, que será reduzida ou eliminada nas próximas promoções feitas, na forma legal. Os

professores não habilitados serão mantidos nas classes atuais, com os respectivos percentuais de acréscimo, não

podendo mais serem promovidos até comprovarem a sua habilitação nos termos desta Lei.

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Seção IV - Da Qualificação Profissional

Art. 9º A qualificação profissional, objetivando o aprimoramento permanente do ensino e a progressão na carreira, será

assegurada através de cursos de formação, aperfeiçoamento ou especialização, em instituições credenciadas, de

programas de aperfeiçoamento em serviço e de outras atividades de atualização profissional, observados os programas

prioritários, em especial o de capacitação dos professores leigos, segundo as normas a serem definidas pelo Poder

Executivo.

Art. 10. A licença para Qualificação Profissional consiste no afastamento do titular do emprego de suas funções,

computado o tempo de afastamento para todos os fins de direito, e será concedida:

I - para frequência a cursos de formação, aperfeiçoamento ou especialização em instituições credenciadas;

II - para participação em congressos, simpósios ou similares, referentes à educação e ao magistério.

§ 1º A concessão da licença para qualificação profissional somente será concedida quando não houver possibilidade

de realização do curso ou evento nos períodos de recesso escolar. O afastamento durante o período escolar fica

condicionado à comprovação, por parte do professor, de que não haverá qualquer prejuízo no cumprimento do ano

letivo e da qualidade do ensino para os alunos. Portanto, o professor deverá organizar um plano de recuperação das

horas aula e do currículo, por ele próprio ou por outro professor municipal, colocá-lo à apreciação da direção da escola

e da Secretaria Municipal de Educação e comprovar essa recuperação, com a planilha das atividades escolares

desenvolvidas, devidamente assinada pela Direção da Escola, levando-se em conta o término Calendário do Escolar

estabelecido.

§ 2º A licença para qualificação profissional deverá ser requerida à Secretaria Municipal de Educação, tendo por

objetivo principal preservar a carreira profissional dos professores e pedagogos. A licença autorizada nos termos desta

Lei não trará qualquer prejuízo na vida funcional do professor, e não acarretara ônus para o Município.

Seção V - Das Vantagens Temporais

Art. 11. Serão concedidas aos profissionais da educação, Professores Municipais e Pedagogos, vantagens trienais de

5% (cinco por cento), a cada três anos de serviço prestado no Magistério Público Municipal de Crissiumal, incidente

sobre: (NR) (redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 3.509, de 28.12.2016)

I - Professor I e II - o vencimento do Nível 1, Classe A, para os professores habilitados em Nível Médio, e Nível 2,

Classe A, para os professores habilitados em Nível Superior;

II - Professor III e Pedagogo - o vencimento do Nível 1, Classe A.

Art. 11. Serão concedidas aos profissionais da educação, Professores Municipais e Pedagogos, vantagens trienais de

5% (cinco por cento), a cada três anos de serviço prestado no Magistério Público Municipal de Crissiumal, incidente

sobre o vencimento do seu nível e classe. (redação original)

Seção VI - Da Comissão de Avaliação da Promoção

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Art. 12. A Comissão de Avaliação da Promoção será constituída por cinco membros titulares e cinco suplentes, sendo

um representante da Secretaria Municipal de Educação, indicado pelo Secretário, um professor do Conselho Municipal

de Educação, indicado pelo Conselho, um pedagogo e dois professores eleitos pelo corpo docente.

Parágrafo único. Para a avaliação dos professores e pedagogo titulares da Comissão de Avaliação, serão os

mesmos substituídos por seus suplentes.

Art. 13. Compete à Comissão de Avaliação da Promoção através do Departamento de Pessoal:

I - Informar aos profissionais de educação sobre o processo de promoções em todos os seus aspectos;

II - Fazer registro sistemático e objetivo da atuação do profissional da educação avaliado, dando-lhe conhecimento do

resultado até 10 (dez) dias após a data do término da avaliação correspondente, para seu pronunciamento;

III - Considerar o período anual de 01/03 a 20/12, para fins de registro de atuação do profissional avaliado na

Secretaria Municipal de Educação;

IV - Fornecer a cada membro do magistério avaliado, até 30 (trinta) dias após o enceramento da avaliação anual,

cópia da respectiva ficha de registro de atuação profissional devidamente visada pela autoridade competente;

V - O membro do magistério terá 5 (cinco) dias úteis, a partir da data do conhecimento da avaliação, para recorrer, se

assim o desejar.

CAPÍTULO IV - DOS NÍVEIS

Art. 14. Os níveis constituem a Linha de Habilitação do membro do Magistério Público Municipal, como segue: (NR)

(redação estabelecida pela Lei Municipal nº 1.937 de 03.11.2004)

PROFESSOR I - Professor de Educação Infantil, com carga horária de 22 horas semanais.

Nível 1 - Coeficiente 1,45, Habilitação específica em curso de nível médio, na modalidade normal, nos termos da Lei

9.394/96.

Nível 2 - Coeficiente 1,80, Formação em nível Superior, em curso de Licenciatura ou outra Graduação, com formação

pedagógica nos termos da legislação pertinente;

Nível 3 - Coeficiente 2,00, Formação em nível de Pós-graduação em cursos na área de educação, com duração mínima

de 360 (trezentos e sessenta) horas;

Nível 4 - Habilitação em curso de Pós-graduação de Mestrado ou Doutorado, com duração mínima de 360 horas na

área da educação- Coeficiente - 2,20

PROFESSOR II - Professor das quatro séries iniciais, com carga horária de 22 horas semanais.

Nível 1 - Habilitação específica em curso de Nível Médio, na modalidade Normal, nos termos da Lei 9.394/96 -

Coeficiente 1,45;

Nível 2 - Formação em Nível Superior na área da educação, com formação pedagógica nos termos da legislação

pertinente - Coeficiente 1,80;

Nível 3 - Formação em nível de Pós-graduação na área da educação, com duração mínima de 360 (trezentos e

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sessenta) horas - Coeficiente 2,00 ;

Nível 4 - Habilitação em curso de Pós-graduação de Mestrado ou Doutorado, com duração mínima de 360 horas na

área da educação - Coeficiente 2,20.

PROFESSOR III - Professor das quatro séries finais do Ensino Fundamental, com carga horária de 22 horas semanais.

Nível 1 - Habilitação específica em Nível Superior, em curso de Licenciatura na forma da Lei 9.394/96 e da Resolução

pertinente do MEC - Coeficiente 1,80;

Nível 2 - Habilitação em Curso de Pós-graduação ou de Especialização "Lato Sensu" na área de educação -

Coeficiente 2,00;

Nível 3 - Habilitação em curso de Pós-graduação de Mestrado ou Doutorado, na área da educação, com duração

mínima de 360 horas - Coeficiente 2,20.

§ 1º A mudança de nível será automática e vigorará a contar do mês seguinte em que o profissional da educação

requerer e apresentar o comprovante da nova titulação, Diploma registrado para cursos de graduação, e Certificado

Registrado pela Universidade para os Cursos de Pós Graduação.

§ 2º O nível é pessoal, de acordo com a habilitação específica do profissional da educação, que o conservará na

promoção à classe superior.

Art. 14. Os níveis constituem a Linha de Habilitação do membro do Magistério Público Municipal, como segue:

PROFESSOR I - Professor de Educação Infantil, com carga horária de 22 horas semanais:

Nível Especial 1 - Coeficiente 1,45, Habilitação específica em curso de nível médio, na modalidade normal, acrescida de estudos adicionais nos

termos da Lei 9.394/96.

Nível 1 - Coeficiente 1,80, Formação em nível Superior, em curso de Licenciatura Plena ou outra Graduação correspondente à área específica,

com formação pedagógica nos termos da legislação pertinente;

Nível 2 - Coeficiente 2,00, Formação em nível de Pós-graduação em cursos na área de educação específica, com duração mínima de 360

(trezentos e sessenta) horas;

Nível 3 - Habilitação específica em curso de Pós-graduação de Mestrado ou Doutorado, com duração mínima de 360 horas e desde que haja

correlação com o curso superior de Licenciatura ou de Pedagogia - Coeficiente - 2,20.

PROFESSOR II - Professor das quatro séries iniciais, com carga horária de 22 horas semanais:

Nível Especial 1 - Habilitação específica em curso de Nível Médio, na modalidade Normal, com estudos complementares, nos termos da Lei

9.394/96 - Coeficiente 1,45;

Nível 1 - Formação em Nível Superior, em curso de licenciatura plena ou outra graduação correspondente à área específica, com formação

pedagógica nos termos da legislação pertinente - Coeficiente 1,80;

Nível 2 - Formação em nível de Pós-graduação em cursos na área de educação, com duração mínima de 360 (trezentos e sessenta) horas -

Coeficiente 2,00;

Nível 3 - Habilitação específica em curso de Pós-graduação de Mestrado ou Doutorado, com duração mínima de 360 horas e desde que haja

correlação com o curso superior de Licenciatura ou de Pedagogia. Coeficiente 2,20.

PROFESSOR III - Professor das quatro séries finais do Ensino Fundamental, com carga horária de 22 horas semanais;

Nível 1 - Habilitação específica em Nível Superior, em curso de Licenciatura de Graduação Plena - Coeficiente 1,80;

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Nível 2 - Habilitação específica em Curso de Pós-graduação ou de Especialização "Lato Sensu" - Coeficiente 2,00;

Nível 3 - Habilitação específica em curso de Pós-graduação de Mestrado ou Doutorado, com duração mínima de 360 horas e desde que haja

correlação com o curso superior de Licenciatura ou de Pedagogia - Coeficiente 2,20.

§ 1º A mudança de nível será automática e vigorará a contar do mês seguinte em que o profissional da educação

requerer e apresentar o comprovante da nova titulação.

§ 2º O nível é pessoal, de acordo com a habilitação específica do profissional da educação, que o conservará na

promoção à classe superior.

Parágrafo único. Os atuais profissionais da Educação, concursados e detentores de empregos no Plano de

Empregos do Magistério Municipal, habilitados em Curso Superior de Licenciatura de Curta Duração, terão assegurado

um nível especial e em extinção, excepcionalmente, pelo período de 05 (cinco) anos a contar da promulgação dessa lei,

com vencimento básico correspondente ao coeficiente 1,65. (redação original)

CAPÍTULO V - DO RECRUTAMENTO E DA SELEÇÃO

Art. 15. O recrutamento para os empregos de Professor I, Professor II e Professor III, far-se-á para a classe inicial,

mediante Concurso Público de provas e títulos, de acordo com as respectivas habilitações e observadas as normas

gerais constantes do Regulamento de concursos públicos do Município.

Art. 16. Os Concursos Públicos para os empregos de professor e pedagogo serão realizados por emprego, visando

suprir as necessidades dos níveis de Ensino da Educação Básica.

Art. 17. O Concurso Público para provimento do emprego de pedagogo será realizado em conformidade com as

habilitações específicas exigidas.

Art. 18. Em caso de necessidade, sem prejuízo do nível de ensino, poderá ocorrer o aproveitamento, de forma

temporária e transitória, de professores devidamente qualificados em níveis de ensino superiores ou inferiores aqueles

para o qual prestaram concurso público.

§ 1º Em caso de interesse de mais de um professor pelo aproveitamento referido neste artigo, a escolha será feita

levando-se em consideração os seguintes aspectos:

I - Predominância da titulação em nível superior sobre a titulação em Ensino Médio;

II - Maior tempo de serviço na Rede Municipal de Ensino.

§ 2º A nomeação, designação e posse serão de acordo com a C.L.T. e L.D.B.

Art. 19. O professor estável com habilitação para atuar em qualquer das áreas referidas, poderá pedir a mudança de

área de atuação.

§ 1º A mudança de área de atuação do professor depende da existência de vaga em unidade de ensino e não poderá

ocorrer se houver candidato aprovado em Concurso Público para a respectiva área, salvo se nenhum deles aceitar a

indicação para a vaga existente.

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Art. 20. É facultado à Administração, diante da real necessidade do Ensino Municipal e observado o disposto no

parágrafo anterior, determinar a mudança de área de atuação do professor.

Art. 21. Comprovada a existência de vagas nas escolas e a indisponibilidade de candidatos aprovados em concursos

anteriores, cada sistema realizará concurso público para preenchimento das mesmas, pelo menos de 4 em 4 anos.

Art. 22. O professor da Área de Currículo por disciplina, cujo número de horas em que atuar for inferior à carga horária

normal estabelecida nesta Lei para o Membro do Magistério, terá que complementar a jornada de trabalho com

estudos, planejamento e avaliação constantes das atribuições do emprego de professor.

Parágrafo único. O membro do Magistério Municipal, atuando nas séries finais do Ensino Fundamental, deverá

cumprir no mínimo, uma carga semanal de 18 horas/aula, quando a hora aula for de 45 minutos e 14 horas/aula

semanais quando a hora aula for de 60 minutos, com base na L.D.B.

CAPÍTULO VII

Seção I - Da Designação

Art. 23. A Designação é o ato mediante o qual a Secretaria Municipal de Educação determina a Unidade Escolar ou o

Órgão onde o membro do Magistério deverá exercer as suas funções:

§ 1º A Designação será alterada a pedido do professor ou por necessidade do Ensino, condicionada a existência de

vaga.

§ 2º A alteração de Designação será atendida dentro das seguintes prioridades:

a) Por necessidade do Ensino Público;

b) Por desempenho profissional.

Seção II - Da Cedência

Art. 24. Cedência é o ato através do qual a Secretaria Municipal de Educação coloca o professor à disposição de

Entidade ou Órgão Público, que exercer atividades no campo Educacional, com vinculação à Secretaria Municipal de

Educação.

Art. 25. O Professor ou Pedagogo, quando cedido, não sofrerá prejuízo em sua carreira.

Parágrafo único. A cedência será por prazo de 01 (um) ano, podendo ser renovada, se assim, concordarem as

partes interessadas, tendo direito, à vaga em que exercia anteriormente, no momento em que cessar o contrato de

cedência.

CAPÍTULO VIII - DAS LICENÇAS E AFASTAMENTOS

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Art. 26. O Professor ou Pedagogo poderá ser licenciado:

1 - Para tratamento de Saúde;

2 - Licença Gestante;

3 - Licença Paternidade;

4 - Por motivo de doença em família;

5 - Por motivo de casamento ou luto;

6 - Para concorrer a cargo eletivo;

7 - Licença para Prestação do Serviço Militar;

8 - Licença para o desempenho de Mandato Classista;

9 - Qualificação Profissional.

Seção I - Da Licença para Tratamento de Saúde

Art. 27. A Licença para Tratamento de Saúde é concedida a pedido do membro do Magistério seguida de Laudo

Médico para os primeiros 15 (quinze) dias (Equipe Médica do Município) e de Perícia Médica junto ao INSS a partir do

16º dia.

Seção II - Da Licença Gestante

Art. 28. Será concedida Licença-Gestante ao membro do Magistério Público Municipal, pelo prazo de 120 dias

consecutivos, mediante laudo médico, sem prejuízo da remuneração, exceto FUNÇÃO GRATIFICADA, DIFÍCIL

ACESSO, DIREÇÃO E UNIDOCÊNCIA.

Seção III - Da Licença Paternidade

Art. 29. Ao membro do Magistério Público Municipal será concedida licença paternidade, pelo prazo de 5 dias, a contar

da data do nascimento do filho(a), sem prejuízo da remuneração.

Seção IV - Da Licença por Motivo de Doença Em Família

Art. 30. O membro do Magistério Público Municipal terá direito à concessão de Licença por motivo de doença em

família ascendente, descendente, cônjuge ou pessoas que vivam às suas expensas, desde que comprovada

indispensável sua assistência pessoal e permanente, e mediante comprovação médica oficial do Município.

Seção V - Da Licença para Casamento ou Luto

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Art. 31. Serão concedidos, aos membros do Magistério Público Municipal, licenças, sem prejuízo da remuneração

licenças para;

a) Casamento - 2 (dois) dias;

b) Licença, nojo, por falecimento do cônjuge, pais padrastos, madrastas, filhos ou enteados, menores sob guarda ou

tutela e irmãos, por 2 (dois) dias.

Parágrafo único. A licença de que se trata neste artigo independe de requerimento, sendo concedida à vista de

comprovação, pelo chefe imediato.

Seção VI - Da Licença para Concorrer a Cargo Eletivo nos Termos da Legislação Pertinente

Art. 32. O membro do Magistério que concorrer a cargo público eletivo será licenciado na forma da Legislação Eleitoral,

da mesma forma para servidor investido em mandato eletivo.

Seção VII - Da Licença para Prestação do Serviço Militar

Art. 33. Ao servidor convocado para prestação do Serviço Militar, será concedida licença nos termos da Legislação

especifica.

Parágrafo único. Concluído o Serviço Militar, o Servidor reassumira imediatamente, sob perda de vencimento e se a

ausência exceder a 30 (trinta) dias, demissão por abandono de emprego.

Seção VIII - Da Licença para Desempenho de Mandato Classista

Art. 34. É assegurado ao membro do magistério o direito à licença para desempenho de mandato classista em

Sindicato.

Parágrafo único. A licença de que trata este artigo será concedida nos termos da Lei.

Seção IX - Da Licença para Qualificação Profissional

Art. 35. Serão concedidos, aos membros do Magistério Público Municipal, licença, para qualificação profissional de

acordo com a legislação especifica.

TÍTULO IX

CAPÍTULO I - DO REGIME DE TRABALHO

Art. 36. A jornada de Trabalho para os empregos de Professor I, II e III e de Pedagogo é de 20 horas semanais, inclui

uma parte de horas-aula e outra para atividades. (NR) (redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.486, de

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04.05.2010)

§ 1º As horas atividades corresponderão a no mínimo 10% (dez por cento) e no máximo 20 % (vinte por cento) do

total da jornada e serão destinadas, de acordo com a proposta pedagógica da escola, à preparação e avaliação do

trabalho didático, à colaboração com a administração da escola, a reuniões pedagógicas, à articulação com a

comunidade e ao aperfeiçoamento profissional.

§ 2º O professor III deverá cumprir, no mínimo, 18 horas/aula semanais, quando a hora aula for de 45 minutos e 14

horas/aula semanais quando a hora aula for de 60 minutos.

Art. 36. A jornada de Trabalho para os empregos de Professor I, II e III e de Pedagogo é de 22 horas semanais, inclui

uma parte de horas aula e outra para atividades.

§ 1º As horas atividades corresponderão a no mínimo 10 % (dez por cento) e no máximo 20 % (vinte por cento) do

total da jornada e serão destinadas, de acordo com a proposta pedagógica da escola, à preparação e avaliação do

trabalho didático, à colaboração com a administração da escola, a reuniões pedagógicas, à articulação com a

comunidade e ao aperfeiçoamento profissional.

§ 2º O professor III deverá cumprir, no mínimo, 18 horas/aula semanais, quando a hora aula for de 45 minutos e 14

horas/aula semanais quando a hora aula for de 60 minutos. (redação original)

Art. 37. Os Professores I, II e III, poderão ser convocados para Regime Suplementar de Trabalho quando as

necessidades do Ensino assim o exigirem, com as seguintes cargas horárias:

a) 11 (onze) horas - com a equivalência salarial de 50% (cinquenta por cento) do seu salário;

b) 20 (vinte) horas - com a equivalência salarial de 100% (cem por cento) do seu vencimento;

c) por hora aula, situação em que a remuneração será proporcional ao número de aulas ministradas, partindo-se da

premissa que a mesma refere-se há 22 horas.

Art. 38. A convocação para o Regime de Trabalho Suplementar, nos casos de substituição, ocorrerá após despacho

favorável do Prefeito, no qual fique demonstrada a necessidade temporária da medida, que não poderá ser inferior a 30

dias e superior a 300 dias.

TÍTULO X - DAS FÉRIAS

Art. 39. O profissional da educação gozará anualmente 30 dias de férias remuneradas na forma do inciso XVII do art.

7º da Constituição Federal.

§ 1º As férias dos profissionais da educação coincidirão com o período de recesso escolar.

§ 2º O membro do Magistério Público Municipal, exercendo atividades estritamente administrativas e/ou não docente,

terá 30 dias de férias, as quais poderão não coincidir com o período de recesso escolar.

§ 3º O Membro do Magistério Municipal convocado para Regime Suplementar de Trabalho nos Termos do artigo 33,

perceberá, nas férias, remuneração proporcional ao período de convocação.

§ 4º A remuneração das férias integrará todos os adicionais, convocação, gratificação na proporcionalidade da

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percepção no período aquisitivo.

TÍTULO XI - DO QUADRO DO MAGISTÉRIO

Art. 40. Fica criado o Quadro do Magistério Público Municipal, que é constituído de empregos de Professor I, Professor

II, Professor III, de Pedagogo e de Funções Gratificadas.

Art. 41. São criados 30 (trinta) empregos de Professor I, 36 (trinta e seis) empregos de Professor II, 35 (trinta e cinco)

empregos de Professor III, com carga horária de 22 horas semanais e 09 (nove) empregos de pedagogo. (NR) (redação

estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.247, de 08.04.2008)

Parágrafo único. As especificações dos cargos efetivos de Professor e de Pedagogo são as que contam do Anexo

Único desta Lei.

Art. 41. São criados 30 (trinta) empregos de Professor I, 35 (trinta e cinco) empregos de Professor II, 35 (trinta e cinco)

empregos de Professor III, com carga horária de 22 horas semanais e 08 (oito) cargos de pedagogo. (NR) (caput com

redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 1.852 de 11.11.2003)

Art. 41. São criados 30 (trinta) empregos de Professor I, 35 (trinta e cinco) empregos de Professor II, 35 (trinta e cinco)

empregos de Professor III, com carga horária de 22 horas semanais e 04 (quatro) cargos de pedagogo. (redação

original)

Art. 42. São criadas as seguintes Funções Gratificadas, específicas do magistério: (NR) (redação estabelecida pelo art.

1º da Lei Municipal nº 3.573, de 06.06.2017)

Quantidade Denominação Código coeficiente

03 Diretor(a) de Escola com mais de 100 alunos; FG 1 1,000

06 Vice-Diretores (as) em Escola com mais de 100 alunos FG 2 0,480

01 Diretor(a) de Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,480

02 Diretor(a) de Escola Infantil com menos de 100 alunos; FG 2 0,480

02 Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos; FG 1 1,000

02 Vice-Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos; FG 2 0,480

§ 1º O provimento das funções de diretor de escolas será definido em lei específica.

§ 2º Poderá ser designado Vice-Diretor para turno específico destinado ao atendimento de Turmas de Suplência

§ 3º Os Vice-Diretores (as) serão designados pelo Prefeito Municipal, mediante indicação do(a) diretor(a) eleito(a).

§ 4º O professor designado para direção em duas escolas receberá apenas uma função gratificada.

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Art. 42. São criadas as seguintes Funções Gratificadas, específicas do magistério: (NR) (redação estabelecida pelo art.

1º da Lei Municipal nº 2.486, de 04.05.2010)

Quantidade Denominação Código coeficiente

03 Diretor(a) de Escola com mais de 100 alunos; FG 1 1,000

06 Vice-Diretores (as) em Escola com mais de 100 alunos FG 2 0,480

04 Diretor(a) de Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,480

02 Diretor(a) de Escola Infantil com menos de 100 alunos; FG 2 0,480

02 Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos; FG 1 1,000

01 Vice-Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos; FG 2 0,480

§ 1º O provimento das funções de diretor de escolas será definido em lei específica.

§ 2º Poderá ser designado Vice-Diretor para turno específico destinado ao atendimento de Turmas de Suplência

§ 3º Os Vice-Diretores (as) serão designados pelo Prefeito Municipal, mediante indicação do (a) diretor (a) eleito (a).

§ 4º O professor designado para direção em duas escolas receberá apenas uma função gratificada.

Art. 42. São criadas as seguintes Funções Gratificadas, específicas do magistério: (NR) (caput e tabela com redação

estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.067, de 07.03.2006)

Quantidade Denominação Código coeficiente

03 Diretor(a) de Escola com mais de 100 alunos; FG 1 1,46

06 Vice-Diretores (as) em Escola com mais de 100 alunos FG 2 0,73

20 Diretor(a) de Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,73

02 Vice-Diretores em Escola com menos de 100 alunos; FG 2 0,73

02 Diretor(a) de Escola Infantil com menos de 100 alunos; FG 2 0,73

02 Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos; FG 1 1,46

Vice-Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100


01 FG 2 0,73
alunos;

Art. 42. São criadas as seguintes Funções Gratificadas, específicas do magistério: (NR) (redação estabelecida pelo art.

2º da Lei Municipal nº 2.008, de 05.07.2005)

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Quantidade Denominação Código Coeficiente

02 Diretor (a) de Escola com mais de 100 alunos; FG 1 1,46

05 Vice-Diretores em Escola com mais de 100 alunos FG 2 0,73

20 Diretor (a) de Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,73

02 Vice-Diretores em Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,73

02 Diretor (a) de Escola Infantil com menos de 100 alunos FG 2 0,73

02 Diretor (a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos FG 1 1,46

§ 1º O provimento das funções de diretor de escolas será definido em lei específica.

§ 2º Poderá ser designado Vice-Diretor para turno específico destinado ao atendimento de Turmas de Suplência.

§ 3º Os Vice-Diretores (as) serão designados pelo Prefeito Municipal, mediante indicação do (a) diretor (a) eleito (a).

§ 4º O professor designado para direção em duas escolas receberá apenas uma função gratificada.

§ 5º O provimento das funções de diretor de escolas será definido em lei específica.

Art. 42. São criadas as seguintes Funções Gratificadas, específicas do magistério: (NR) (redação estabelecida pelo art.

1º da Lei Municipal nº 1.961, de 14.02.2005)

Quantidade Denominação Código Coeficiente

02 Diretor (a) de Escola com mais de 100 alunos; FG 1 1,0

05 Vice-Diretores em Escola com mais de 100 alunos FG 2 0,50

20 Diretor (a) de Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,50

02 Vice-Diretores em Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,50

02 Diretor(a) de Escola Infantil com menos de 100 alunos FG 2 0,50

02 Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos FG 1 1,0

§ 1º O provimento das funções de diretor de escolas será definido em lei específica.

§ 2º Poderá ser designado Vice-Diretor para turno específico destinado ao atendimento de Turmas de Suplência.

§ 3º Os Vice-Diretores(as) serão designados pelo Prefeito Municipal, mediante indicação do(a) diretor(a) eleito(a).

§ 4º O professor designado para direção em duas escolas receberá apenas uma função gratificada.

§ 5º O provimento das funções de diretor de escolas será definida em lei específica.

Art. 42. São criadas as seguintes Funções Gratificadas, específicas do magistério: (redação original)

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Quantidade Denominação Código Coeficiente

02 Diretor (a) de Escola com mais de 100 alunos; FG 1 1,0

05 Vice-Diretores em Escola com mais de 100 alunos FG 2 0,50

20 Diretor (a) de Escola com menos de 100 alunos FG 2 0,50

02 Diretor(a) de Escola Infantil com menos de 100 alunos FG 2 0,50

02 Diretor(a) de Escola Infantil com mais de 100 alunos FG 1 1,0

§ 1º O provimento das funções de diretor de escolas será definido em lei específica.

§ 2º Poderá ser designado Vice-Diretor para turno específico destinado ao atendimento de Turmas de Suplência.

§ 3º Os Vice-Diretores(as) serão designados pelo Prefeito Municipal, mediante indicação do(a) diretor(a) eleito(a).

§ 4º O professor designado para direção em duas escolas receberá apenas uma função gratificada.

§ 5º O provimento das funções de diretor de escolas será definida em lei específica.

Art. 43. Os Pedagogos, ou na ausência desse profissional o professor designado do Magistério Público Municipal para

exercerem função em Supervisão Escolar, Orientação Educacional e Coordenação Pedagógica, e professor na

ausência de profissional específico para serviços junto à Secretaria Municipal de Educação, receberão, durante a

convocação uma gratificação de 25% (vinte e cinco por cento), para carga horária de 20 horas e 50% (cinquenta por

cento) para carga horária de 40 horas, sobre o valor do vencimento básico do nível em que estiver enquadrado. (NR)

(redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.486, de 04.05.2010)

§ 1º O exercício das Funções Gratificadas é privativo de professor e/ou de pedagogo do município ou posto à

disposição, com a devida habilitação.

§ 2º O profissional designado nos termos do artigo 39, poderá ser convocado para horário suplementar, percebendo

remuneração correspondente ao número de horas suplementares.

Art. 43. Os Pedagogos convocados para exercerem suas funções junto a Secretaria Municipal de Educação, receberão

durante a convocação uma gratificação de 25% (vinte e cinco por cento) para cada carga horária de 22 horas

semanais, sobre o valor do vencimento básico do nível em que estiver enquadrado. Na ausência desse profissional o

professor do Magistério Público Municipal convocado para exercer a função em Supervisão Escolar, Orientação

Educacional e Coordenação Pedagógica, e professor na ausência de profissional específico para serviços

administrativos junto à Secretaria Municipal de Educação, receberá, durante a convocação uma gratificação de 25%

(vinte e cinco por cento), para carga horária de 22 horas e 50% (cinquenta por cento) para carga horária de 42 horas,

sobre o valor do vencimento padrão referencial constante no artigo 45 da Lei Municipal 1.693/2001. (NR) (redação

estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.247, de 08.04.2008)

§ 1º Em caso de designação para carga horária suplementar inferior a 20 horas semanais, o percentual da função

gratificada será proporcional ao número de horas que o profissional do magistério for designado para o seu exercício.

§ 2º O exercício das Funções Gratificadas é privativo de professor e/ou de pedagogo do município ou posto à

disposição, com a devida habilitação.

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§ 3º O profissional designado nos termos do artigo 39, poderá ser convocado para horário suplementar, percebendo

remuneração correspondente ao número de horas suplementares, observado, em relação à FG o estabelecido no § 1º

deste artigo.

Art. 43. Os Pedagogos, ou na ausência desse profissional o professor designado do Magistério Público Municipal para

exercerem função em Supervisão Escolar, Orientação Educacional e Coordenação Pedagógica, e professor na

ausência de profissional específico para serviços junto à Secretaria Municipal de Educação, receberão, durante a

convocação uma gratificação de 25% (vinte e cinco por cento), para carga horária de 22 horas e 50% (cinquenta por

cento) para carga horária de 42 horas, sobre o valor do vencimento padrão referencial constante no artigo 45 da Lei

Municipal 1.693/2001. (NR) (redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.213, de 04.12.2007)

§ 1º Em caso de designação para carga horária suplementar inferior a 20 horas semanais, o percentual da função

gratificada será proporcional ao número de horas que o profissional do magistério for designado para o seu exercício.

§ 2º O exercício das Funções Gratificadas é privativo de professor e/ou de pedagogo do município ou posto à

disposição, com a devida habilitação.

§ 3º O profissional designado nos termos do artigo 39, poderá ser convocado para horário suplementar, percebendo

remuneração correspondente ao número de horas suplementares, observado, em relação a FG o estabelecido no § 1º

deste artigo.

Art. 43. Os Pedagogos, ou na ausência desse profissional o professor designado do Magistério Público Municipal para

exercerem função em Supervisão Escolar, Orientação Educacional e Coordenação Pedagógica, e professor na

ausência de profissional específico para serviços da biblioteca junto à Secretaria Municipal de Educação, receberão,

durante a convocação uma gratificação de 25% (vinte e cinco por cento), para carga horária de 22 horas e 50%

(cinquenta por cento) para carga horária de 42 horas, sobre o valor do vencimento básico do nível em que estiver

enquadrado.

§ 1º O exercício das Funções Gratificadas é privativo de professor e/ou de pedagogo do Município ou posto à

disposição, com a devida habilitação.

§ 2º O profissional designado nos termos do artigo 39, poderá ser convocado para horário suplementar, percebendo

remuneração correspondente ao número de horas suplementares. (redação original)

TÍTULO XII - DO PLANO DE PAGAMENTO

CAPÍTULO I - DA TABELA DE PAGAMENTO DOS CARGOS E FUNÇÕES GRATIFICADAS

Art. 44. Os vencimentos dos cargos efetivos do Magistério e o valor das Funções Gratificadas serão obtidos através da

multiplicação dos coeficientes respectivos pelo valor atribuído ao padrão referencial fixado no art. 45, conforme segue:

(NR) (artigo com redação estabelecida de acordo com o art. 4º da Lei Municipal nº 3.843, de 07.03.2019. Anteriormente

este artigo havia sido alterado pelas Leis nºs 1.937/2004, 2.486/2010, 3.509/2016, 3.515/2017 e 3.691/2018)

I - CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO

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TABELA DE VENCIMENTOS - PROFESSOR I E II - 20h

NÍVEL FORMAÇÃO CLASSE A B C D E F

PERMANÊNCIA BÁSICO 1 (5 anos) 2 (10 anos 3 (15 anos) 4 (20 anos) 5 (25 anos)

Acréscimo 0,00% 7,50% 15,00% 22,50% 30,00% 37,50%

1 Magistério 0,00% 1.278,87 1 322,91 1.415,21 1.507,50 1.599,50 1.692,10

2 Lic. Plena 22,00% 1.501.36 1.613,95 1.726,55 1.839,16 1.951,76 2.064,36

Pós -
3 34,00% 1.649,03 1.772,70 1.896,38 2.020,06 2.143,73 2267,41
Graduação

4 Mestrado 48,00% 1.821,32 1.957,91 2.094,51 2.231,11 2.367,71 25.04,31

TABELA DE VENCIMENTOS - PROFESSOR I E II - 40H

NÍVEL FORMAÇÃO CLASSE A B C D E F

PERMANÊNCIA BÁSICO 1 (5 anos) 2 (10 anos 3 (15 anos) 4 (20 anos) 5 (25 anos)

Acréscimo 0,00% 7,50% 15,00% 22,50% 30,00% 37,50%

1 Magistério 0,00% 2.557,74 2.645,82 2.830,42 3.015,00 3.199,60 3,384,20

2 Lic. Plena 22,00% 3.002,71 3.227,90 3.453,10 3.678,32 3.903,52 4.28,72

Pós -
3 34,00% 3.298,06 3.545,40 3.792,76 4.040,12 4.287,46 4,534,82
Graduação

4 Mestrado 48,00% 3.642,63 3.915,82 4.189,02 4.462,22 4,735,42 5.006,62

TABELA DE VENCIMENTOS - PROFESSOR E PEDAGÓGICOS I E II 20H

NÍVEL FORMAÇÃO CLASSE A B C D E F

PERMANÊNCIA BÁSICO 1 (5 anos) 2 (10 anos 3 (15 anos) 4 (20 anos) 5 (25 anos)

Acréscimo 0,00% 7,50% 15,00% 22,50% 30,00% 37,50%

1 Lic. Plena 22,00% 1.501,36 1.613,95 1.726,55 2.839,16 1.951,76 2.064,36

Pós -
2 34,00% 1.649,03 1.722,70 1.896,38 2.020,06 2.143,73 2.267,41
Graduação

3 Mestrado 48,00% 1.821,32 1.957,91 2.094,51 2.231,11 2.367,71 2.504,31

TABELA DE VENCIMENTOS - PROFESSOR E PEDAGÓGICOS I E II 40H

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NÍVEL FORMAÇÃO CLASSE A B C D E F

PERMANÊNCIA BÁSICO 1 (5 anos) 2 (10 anos 3 (15 anos) 4 (20 anos) 5 (25 anos)

Acréscimo 0,00% 7,50% 15,00% 22,50% 30,00% 37,50%

1 Lic. Plena 22,00% 3.002,71 3.227,90 3.453,10 3.678,32 3.903,52 4.218,72

Pós -
2 34,00% 3.298,06 3.55,40 3.792,76 4.040,12 4.287,45 4.534,82
Graduação

3 Mestrado 48,00% 3.642,63 3.915,82 4.189,02 4.462,22 4.735,42 5.008,62

Art. 44. Os vencimentos dos cargos efetivos do Magistério e o valor das Funções Gratificadas serão obtidos através da

multiplicação dos coeficientes respectivos pelo valor atribuído ao padrão referencial fixado no art. 42, conforme segue:

(redação original)

I - CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO

PROFESSOR I e II

NÍVEIS

CLASSES Especial 1 1 2 3

Coeficiente coeficiente coeficiente coeficiente

A 1,45 1,80 2,00 2,20

B 1,558 1,935 2,15 2,365

C 1,667 2,07 2,30 2,53

D 1,780 2,205 2,45 2,695

E 1,885 2,34 2,60 2,86

NÍVEIS

CLASSES Especial 1 1 2 3

Valor Valor Valor Valor

A 261,00 324,00 360,00 396,00

B 280,57 348,30 387,00 425,70

C 300,44 372,60 414,00 455,40

D 320,31 396,90 441,00 485,10

E 340,18 421,20 468,00 514,80

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PROFESSOR III e PEDAGOGO - Plena - Pós - Mestrado/Doutorado

CLASSES

1 2 3

coeficiente coeficiente coeficiente

(Plena) (Pós) (Mestrado/Doutorado

A 1,80 2,00 2,20

B 1,935 2,15 2,365

C 2,07 2,30 2,53

D 2,205 2,45 2,695

E 2,34 2,60 2,86

CLASSES

1 2 3

Valor Valor Valor

A 324,00 360,00 396,00

B 348,30 387,00 425,70

C 372,600 414,00 455,40

D 396,90 441,00 485,10

E 421,20 468,00 514,80

Parágrafo único. Os valores decorrentes da multiplicação do coeficiente pelo valor do padrão referencial, serão

arredondados de acordo com a unidade de centavo seguinte, sendo para cima se for 5 (cinco) ou mais e mantendo-se

na mesma se inferior a 05 (cinco).

Art. 45. O valor do padrão referencial é fixado em R$ 1.230,62 (um mil duzentos e trinta reais e sessenta e dois

centavos) e será reajustado nas mesmas datas e nos mesmos índices das revisões e reajustes concedidos aos

servidores do Quadro Geral dos Servidores Municipais. (NR) (artigo com redação estabelecida de acordo com o art. 2º

da Lei Municipal nº 3.843, de 07.03.2019. Anteriormente este artigo havia sido alterado pelas Leis nºs 2.486/2010,

2.652/2011, 2.720/2012, 2.857/2013, 3.064/2014, 3.259/2015, 3.509/2016, 3.515/2017 e 3.691/2018)

Art. 45. O valor do padrão referencial é fixado em R$ 180,00 (Cento e oitenta reais) e será reajustado nas mesmas

datas e nos mesmos índices dos reajustes concedidos aos servidores do Quadro Geral dos Servidores Municipais a

partir do 1º dia do mês de fevereiro. (redação original)

CAPÍTULO II - DAS GRATIFICAÇÕES

Seção I - Disposições Gerais

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Art. 46. Serão deferidas aos profissionais da Educação as seguintes gratificações específicas: (NR) (redação

estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 3.262, de 03.02.2015)

I - Gratificação pelo exercício em Escola de Difícil Acesso.

II - Gratificação pelo exercício de Unidocência.

§ 1º As gratificações que se trata este artigo serão devidas somente quando o professor estiver em efetivo exercício

das atribuições, respectivamente, em escola de difícil acesso e na Unidocência.

Art. 46. Serão deferidas aos profissionais da Educação as seguintes gratificações específicas:

I - Gratificação pelo exercício em Escola de Difícil Acesso;

II - Gratificação pelo exercício de Unidocência;

III - Gratificação pelo exercício em Classe Especial.

§ 1º As gratificações que trata este artigo serão devidas somente quando o professor estiver em efetivo exercício das

atribuições, respectivamente, em escola de difícil acesso, na unidocência ou classe especial. (redação original)

Seção II - Da Gratificação pelo Exercício em Escola de Difícil Acesso

Art. 47. O profissional da educação lotado em escola de difícil acesso perceberá, como gratificação, conforme

classificação da escola em dificuldade mínima ou máxima, respectivamente 20% ou 50% sobre: (NR) (redação

estabelecida pelo art. 1º Lei Municipal nº 3.509 de 28.12.2016)

I - Professor I e II - o vencimento do Nível 1, Classe A, para os professores habilitados em Nível Médio, e Nível 2,

Classe A, para os professores habilitados em Nível Superior;

II - Professor III - o vencimento do Nível 1, Classe A.

§ 1º As escolas de difícil acesso serão classificadas de acordo com os critérios do Conselho Municipal de Educação e

após homologadas, por decreto baixado pelo Prefeito Municipal, mediante enquadramento em um dos graus de

dificuldade de que trata este artigo.

§ 2º São requisitos mínimos para classificação da escola como de difícil acesso.

III - localização na zona rural;

IV - distância de mais de três quilômetros da zona urbana do Município.

§ 3º O membro do magistério que para o deslocamento até sua escola de difícil acesso optar por utilizar-se do

transporte escolar municipal, deverá requerer esse benefício à Secretaria Municipal de Educação e deverá pagá-lo ao

valor da passagem definida em lei municipal.

§ 4º O professor que for designado para atuar em duas escolas de difícil acesso receberá em dobro a gratificação de

que trata este artigo.

Art. 47. O profissional da educação lotado em escola de difícil acesso perceberá, em quatro (04) Grau de dificuldade,

como gratificação respectivamente, 20%, 30%, 40% ou 50% sobre o vencimento básico da classe e nível a que

pertence. (NR) (redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.098, de 04.07.2006)

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§ 1º As escolas de difícil acesso serão classificadas de acordo com os critérios do Conselho Municipal de Educação,

e, após homologadas, por decreto do Prefeito Municipal, mediante o enquadramento em dos graus de dificuldade de

que trata este artigo.

§ 2º São requisitos mínimos para a classificação da escola como de difícil acesso:

I - localização em zona rural;

II - distância de mais de três quilômetros da zona urbana do Município.

§ 3º O membro do magistério que, para o deslocamento até sua escola de difícil acesso, optar por utilizar-se do

transporte escolar municipal, deverá requerer esse benefício à Secretaria Municipal de Educação e deverá pagá-lo ao

valor da passagem definido em legislação municipal.

§ 4º O Professor que for designado para atuar em duas escolas de difícil acesso perceberá a gratificação pelo valor

atribuído a cada uma das escolas, e o que for convocado para o cumprimento de jornada suplementar de trabalho

numa mesma escola, perceberá, pela convocação, gratificação proporcional ao numero de horas suplementares.

Art. 47. O profissional da educação lotado em escola de difícil acesso perceberá, em quatro (04) Grau de dificuldade,

como gratificação respectivamente, 20%, 30%, 40% ou 50% sobre o vencimento básico da classe e nível a que

pertence. (NR) (redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 2.066, de 07.03.2006)

Art. 47. O profissional da educação lotado em escola de difícil acesso perceberá, como gratificação respectivamente,

20%, 30%, ou 40% sobre o vencimento básico da classe e nível a que pertence, conforme classificação da escola em

dificuldade mínima, média ou máxima. (NR) (caput com redação estabelecida pelo art. 1º da Lei Municipal nº 1.885, de

06.04.2004)

Art. 47. O profissional da educação lotado em escola de difícil acesso perceberá, como gratificação, respectivamente,

10%, 15%, ou 20% sobre o vencimento básico da classe e nível a que pertencer, conforme classificação da escola em

dificuldade mínima, média ou máxima.

§ 1º As escolas de difícil acesso serão classificadas de acordo com os critérios do Conselho Municipal de Educação e

após homologadas, por decreto baixado pelo Prefeito Municipal, mediante enquadramento em um dos graus de

dificuldade de que trata este artigo.

§ 2º São requisitos mínimos para classificação da escola como de difícil acesso:

I - localização na zona rural;

II - distância de mais de três quilômetros da zona urbana do Município.

§ 3º O membro do magistério que para o deslocamento até sua escola de difícil acesso optar por utilizar-se do

transporte escolar municipal, deverá requerer esse benefício à Secretaria Municipal de Educação e deverá pagá-lo ao

valor da passagem definida em lei municipal.

§ 4º O professor que for designado para atuar em duas escolas de difícil acesso receberá em dobro a gratificação de

que trata este artigo. (redação original)

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CAPÍTULO III

Seção III - Da Unidocência

Art. 48. Conceder-se-á UNIDOCÊNCIA ao professor único, em uma unidade escolar, o qual atende a todas as séries

do Estabelecimento de Ensino na proporção de 20% calculado sobre: (NR) (redação estabelecida pelo art. 1º Lei

Municipal nº 3.509 de 28.12.2016)

I - Professor I e II - o vencimento do Nível 1, Classe A, para os professores habilitados em Nível Médio, e Nível 2,

Classe A, para os professores habilitados em Nível Superior;

II - Professor III - o vencimento do Nível 1, Classe A.

Art. 48. Conceder-se-á UNIDOCÊNCIA ao professor único, em uma unidade escolar, o qual atende a todos as séries

do Estabelecimento de Ensino na proporção de 20% calculado sobre o vencimento básico da classe e nível a que

pertencer. (redação original)

Seção IV - Da Gratificação pelo Exercício em Classe Especial

Art. 49. (Este artigo foi suprimido pelo art. 2º da Lei Municipal nº 3.262, de 03.02.2015).

Art. 49. O professor de Escola de Educação Especial, ou cedido a Escola com Classe Especial de alunos excepcionais,

devidamente habilitado e com curso específico na área de no mínimo 300 horas, quando nessas funções, faz jus a uma

gratificação equivalente a 50% do Padrão Referencial do Quadro de Carreira do Magistério Público Municipal, com

cedência pelo prazo de 1 (um) ano, renovável sempre que se fizer necessário e há pedido da Entidade. (redação

original)

Art. 50. (Este artigo foi suprimido pelo art. 2º da Lei Municipal nº 3.262, de 03.02.2015).

Art. 50. O membro do Magistério que estiver atuando, em caráter excepcional e temporário, em Escola Especial com

Classe Especial de alunos excepcionais, mesmo que não tenha curso específico na área de Educação Especial, faz jus

a uma gratificação de 30% do Padrão Referencial do Quadro de Carreira do Magistério Público Municipal quando em

exercício nesta função, e com cedência pelo prazo de 1 (um) ano renovável sempre que se fizer necessário e a pedido

da Entidade.

Parágrafo único. O disposto neste artigo somente será aplicado no caso de ausência de profissional habilitado nos

próximos cinco anos a contar desta Lei. (redação original)

TÍTULO XIII

CAPÍTULO I - DA CONTRATAÇÃO PARA NECESSIDADE TEMPORÁRIA

Art. 51. Consideram-se como de necessidade temporária as contratações que visem a:

I - Substituir professor legal e temporariamente afastado;

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II - Suprir a falta de professores aprovados em concurso público.

Art. 52. A contratação a que se refere o inciso I do artigo anterior somente poderá ocorrer quando não for possível a

convocação de outro professor para trabalhar em regime suplementar.

Art. 53. A contratação observará as seguintes normas:

I - Será sempre em caráter suplementar, mediante verificação prévia da falta de professores aprovados em concurso

público com habilitação específica para atender as necessidades do ensino;

II - A contratação será por prazo determinado de 6 meses, permitida a prorrogação por igual período, se verificada a

persistência da insuficiência de professores concursados.

Parágrafo único. Somente poderão ser contratados professores que habilitados ou, em caráter excepcional, quando

inexistirem candidatos qualificados, no período de 05 (cinco) anos a partir da promulgação desta Lei e de candidatos

que estejam cursando curso de habilitação ao magistério, com mais de 50% do curso na área de pedagogia ou área

específica para as séries finais do ensino fundamental concluído. Terá preferência os profissionais de maior índice ou

de curso já concluído.

Art. 54. As contratações serão de natureza administrativa, ficando assegurados os seguintes direitos ao contratado:

I - Regime de trabalho do presente Plano de Carreira e definido por Lei;

II - Vencimento mensal igual ao valor do padrão básico do professor;

III - Gratificação do décimo terceiro salário e férias proporcionais nos termos do regime jurídico, CLT dos servidores

do magistério municipal;

IV - Gratificação de difícil acesso e/ou escola unidocente, quando for o caso, nos termos desta Lei;

V - Inscrição em sistema oficial de Previdência Social.

Parágrafo único. Em caso de contratação, excepcional, de pessoal não plenamente habilitado, a remuneração será

a correspondente à devida ao professor com licenciatura curta, isto quando o professor atuar nas séries finais do

Ensino Fundamental.

TÍTULO XIV - DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 55. No caso de vaga em Escola de ensino das séries iniciais do Ensino Fundamental, observada inicialmente a

lotação atual, para provimento de vaga terão preferências para escolha da escola de atuação os professores

devidamente habilitados, ou seja, com formação em curso superior de Licenciatura Plena e como segundo critério o

maior tempo de serviço cumprido na Rede Municipal de Ensino.

Art. 56. É considerado em extinção o atual Quadro de Empregos de Professores, ficando desde já extintos os

empregos vagos e serão extintos os demais à medida que vagarem.

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Art. 57. Os Profissionais da Educação, concursados, integrantes do atual Quadro, poderão ser enquadrados no Plano

de Carreira e nos empregos desta Lei, desde que devidamente habilitados.

§ 1º O enquadramento dos atuais professores do quadro extinto, devidamente habilitado será feito no emprego para o

qual estão habilitados. Caso estejam habilitados para mais de um cargo, o enquadramento será feito no emprego,

requerido pelo professor, observando a necessidade de serviço.

§ 2º Os profissionais concursados e não habilitados poderão vir a ser enquadrados neste Plano de Carreira mediante

a habilitação, no prazo máximo de 05 (cinco) anos a contar da publicação desta Lei. A partir de então, os não

habilitados permanecerão no quadro em extinção até a sua aposentadoria.

Art. 58. É criado o seguinte quadro de empregos em extinção, os quais serão extintos assim que vagarem:

- Professores:

Art. 59. As despesas de aplicação desta Lei correrão por conta das dotações orçamentárias previstas para a Área de

Educação.

Art. 60. A presente Lei entrará em vigor na data de sua publicação, com exceção do artigo 45, que entrará em vigor a

partir do dia 01º de fevereiro de 2.002.

GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE CRISSIUMAL, Estado do Rio Grande do Sul, aos 06 dias do mês de

dezembro de 2.001.

WALTER LUIZ HECK

Prefeito Municipal

Registre-se e Publique-se:

GILMAR ANTONIO SOARES DA SILVA

Secretário Municipal de Administração

ANEXO ÚNICO

CARGO: PROFESSOR

ATRIBUIÇÕES:

a) Descrição Sintética: Orientar a aprendizagem do aluno; participar no processo de planejamento das atividades da

escola; organizar as operações inerentes ao processo de ensino aprendizagem; contribuir para o aprimoramento da

qualidade do ensino.

b) Descrição Analítica: Planejar e executar o trabalho docente; levantar e interpretar dados relativos à realidade de

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sua classe; estabelecer mecanismos de avaliação; constatar necessidades e carências do aluno e propor o seu

encaminhamento a setores específicos de atendimento; cooperar com a coordenação pedagógica e orientação

educacional; organizar registros de observações do aluno; participar das atividades extraclasse; coordenar a área do

estudo; integrar órgãos complementares da escola; participar, atuar e coordenar reuniões e conselhos de classe;

executar tarefas afins.

CONDIÇÕES DE TRABALHO:

* Carga horária semanal de 22 horas

* Recrutamento: Geral, concurso público de provas títulos a ser efetuados por área de especialização.

REQUISITOS PARA PROVIMENTO:

* Instrução formal: Habilitação legal para o exercício do cargo.

* Lotação: Exclusivamente na Secretaria Municipal da Educação.

* Idade mínima: 18 anos

PEDAGOGO (NR) (redação estabelecida pelo Lei Municipal nº 2.146, de 20.03.2007)

ATRIBUIÇÕES:

a) Descrição Sintética: executar atividades específicas de PSICOPEDAGOGA, PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO,

SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL NO ÂMBITO DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO.

b) Descrição analítica: "ATIVIDADES COMUNS" - assessorar no planejamento da educação municipal; propor

medidas visando ao desenvolvimento dos aspectos qualitativos do ensino; participar de projetos de pesquisa de

interesse do ensino; participar na elaboração, execução e avaliação de projetos de treinamento, visando à atualização

do Magistério; integrar o colegiado escolar, atuar na escola, detectando aspectos a serem redimensionados,

estimulando a participação do corpo docente na identificação de causas e na busca de alternativas e soluções;

participar na elaboração do Plano Global da Escola, do Regimento Escolar e das Grades Curriculares; participar da

distribuição das turmas e da organização da carga horária; acompanhar o desenvolvimento do processo ensino-

aprendizagem; participar das atividades de caracterização da clientela escolar; participar da preparação, execução e

avaliação de seminários, encontros, palestras e sessões de estudo, manter-se atualizado sobre a legislação do ensino,

prolatar pareceres; participar de reuniões técnico-administrativo-pedagógicas na escola e nos demais órgãos da

Secretaria Municipal de Educação; integrar grupos de trabalho e comissões; coordenar reuniões específicas; planejar,

junto com a Direção e professores, a recuperação de alunos; participar da avaliação global da escola; exercer função

de diretor ou vice-diretor, quando nela investido.

b) ATIVIDADES ESPECIFICAS:

b.1 - "NA ÁREA DE PSICOPEDAGOGA - ATUAÇÃO COM DOCENTES, com orientação ou atendimento ao

professor; a grupos de estudos intensivos; docência em horários de estudos, docência em capacitação, com ênfase aos

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trabalhos de socialização de alunos com dificuldades, necessidades ou deficiências especiais, tais como mentais ou

auditivas; ATUAÇÃO COM ALUNOS - especialmente os com dificuldades de aprendizagem, necessidades ou

deficiências especiais, tais como mentais ou auditivas, com ênfase em trabalhos de socialização; ATUAÇÃO COM OS

PAIS - especialmente os de alunos com dificuldades, necessidades ou deficiências especiais, tais como mentais ou

auditivas;

b.2 - "NA ÁREA DA ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL" - elaborar o Plano de Ação do Serviço de Orientação

Educacional, a partir do Plano Global da Escola; assistir as turmas realizando entrevistas e aconselhamentos,

encaminhando, quando necessário, a outros profissionais; orientar o professor na identificação de comportamento

divergente dos alunos, levantando e selecionando em conjunto, alternativas de solução a serem adotadas; promover

sondagem de aptidões e oportunizar informação profissional; participar da composição, caracterização e

acompanhamento das turmas e grupos de alunos; integrar o processo de controle das unidades escolares, atendendo

direta ou indiretamente às escolas; sistematizar as informações coletadas necessárias ao conhecimento global do

educando; executar tarefas afins.

b.3 - "NA ÁREA DE SUPERVISÃO" - coordenar a elaboração do Plano de Ação do Serviço de Supervisão

Escolar, a partir do Plano Global da Escola; orientar e supervisionar atividades e diagnósticos, controle e verificação do

rendimento escolar; assessorar o trabalho docente quanto a métodos e técnicas de ensino; assessorar a direção na

tomada de decisões relativas ao desenvolvimento do Plano Curricular; acompanhar o desenvolvimento do trabalho

escolar; elaborar e acompanhar o cronograma das atividades docentes; dinamizar o currículo da escola; colaborando

com a direção no processo de ajustamento do trabalho escolar às exigências do meio; coordenar conselhos de classe;

analisar o histórico escolar dos alunos com vistas a adaptações, transferências, reingressos e recuperações; integrar o

processo de controle de unidades escolares, atendendo direta ou indireta-mente as escolas, estimular e assessorar a

efetivação de mudanças no ensino. Executar tarefas afins.

b.3 - "NA ÁREA DA ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR" - assessorar a direção da escola na definição de diretrizes de

ação, na aplicação da legislação referente ao ensino e no estabelecimento de alternativas de integração da escola com

a comunidade; colaborar com a direção da escola no que for pertinente à sua especialização; assessorar a direção dos

órgãos de administração do ensino na operacionalização de planos, programas e projetos; executar tarefas afins.

b.4 - "NA ÁREA DO PLANEJAMENTO DA EDUCAÇÃO" - assessorar na definição de políticas, programas e

projetos educacionais; compatibilizar planos, programas e projetos das esferas federal e municipal; participar da

elaboração, acompanhamento e avaliação de projetos; assessorar na definição de alternativas de ação; executar

tarefas afins.

CONDIÇÕES DE TRABALHO:

* Carga horária semanal de 22 horas;

* Recrutamento Geral, por concurso público de provas e títulos a ser efetuado por área de especialização.

REQUISITOS PARA PROVIMENTO:

* Instrução Formal: Além da Graduação ou Pós Graduação em Pedagogia, conforme art. 6º da Lei 1.693/01 a

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habilitação Especifica Requerida no Edital;

* Lotação: Exclusivamente na Secretaria Municipal de Educação;

* Idade Mínima: 18 anos.

CARGO: PEDAGOGO (redação original)

ATRIBUIÇÕES:

a) Descrição Sintética: executar atividades específicas de planejamento, administração, supervisão escolar e

orientação educacional no âmbito da Rede Municipal de Ensino;

b) Descrição analítica: "ATIVIDADES COMUNS" - assessorar no planejamento da educação municipal; propor

medidas visando ao desenvolvimento dos aspectos qualitativos do ensino; participar de projetos de pesquisa de

interesse do ensino; participar na elaboração, execução e avaliação de projetos de treinamento, visando à atualização

do Magistério; integrar o colegiado escolar, atuar na escola, detectando aspectos a serem redimensionados,

estimulando a participação do corpo docente na identificação de causas e na busca de alternativas e soluções;

participar na elaboração do Plano Global da Escola, do Regimento Escolar e das Grades Curriculares; participar da

distribuição das turmas e da organização da carga horária; acompanhar o desenvolvimento do processo ensino-

aprendizagem; participar das atividades de caracterização da clientela escolar; participar das atividades de

caracterização da clientela escolar; participar da preparação, execução e avaliação de seminários, encontros, palestras

e sessões de estudo, manter-se atualizado sobre a legislação do ensino, prolatar pareceres; participar de reuniões

técnico-administrativo pedagógicas na escola e nos demais órgãos da Secretaria Municipal de Educação; integrar

grupos de trabalho e comissões; coordenar reuniões específicas; planejar, junto com a Direção e professores, a

recuperação de alunos; participar da avaliação global da escola; exercer função de diretor ou vice-diretor, quando nela

investido. "NA ÁREA DA ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL" - elaborar o Plano de Ação do Serviço de Orientação

Educacional, a partir do Plano Global da Escola; assistir as turmas realizando entrevistas e aconselhamentos,

encaminhando, quando necessário, a outros profissionais; orientar o professor na identificação de comportamento

divergente dos alunos, levantando e selecionando em conjunto, alternativas de solução a serem adotadas; promover

sondagem de aptidões e oportunizar informação profissional; participar da composição, caracterização e

acompanhamento das turmas e grupos de alunos; integrar o processo de controle das unidades escolares, atendendo

direta ou indiretamente às escolas; sistematizar as informações coletadas necessárias ao conhecimento global do

educando; executar tarefas afins. "NA ÁREA DE SUPERVISÃO" - coordenar a elaboração do Plano de Ação do Serviço

de Supervisão Escolar, a partir do Plano Global da Escola; orientar e supervisionar atividades e diagnósticos, controle e

verificação do rendimento escolar; assessorar o trabalho docente quanto a métodos e técnicas de ensino; assessorar a

direção na tomada de decisões relativas ao desenvolvimento do Plano Curricular; acompanhar o desenvolvimento do

trabalho escolar; elaborar e acompanhar o cronograma das atividades docentes; dinamizar o currículo da escola;

colaborando com a direção no processo de ajustamento do trabalho escolar às exigências do meio; coordenar

conselhos de classe; analisar o histórico escolar dos alunos com vistas a adaptações, transferências, reingressos e

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recuperações; integrar o processo de controle de unidades escolares, atendendo direta ou indiretamente as escolas,

estimular e assessorar a efetivação de mudanças no ensino. Executar tarefas afins. "NA ÁREA DA ADMINISTRAÇÃO

ESCOLAR" - assessorar a direção da escola na definição de diretrizes de ação, na aplicação da legislação referente ao

ensino e no estabelecimento de alternativas de integração da escola com a comunidade; colaborar com a direção da

escola no que for pertinente à sua especialização; assessorar a direção dos órgãos de administração do ensino na

operacionalização de planos, programas e projetos; executar tarefas afins. "NA ÁREA DO PLANEJAMENTO DA

EDUCAÇÃO" - assessorar na definição de políticas, programas e projetos educacionais; compatibilizar planos,

programas e projetos das esferas federal e municipal; participar da elaboração, acompanhamento e avaliação de

projetos; assessorar na definição de alternativas de ação; executar tarefas afins.

CONDIÇÕES DE TRABALHO:

* Carga horária semanal de 22 horas.

* Recrutamento Geral, por concurso público de provas; e títulos a ser efetuado por área de especialização.

REQUISITOS PARA PROVIMENTO:

* Instrução Formal: habilitação legal para o exercício do cargo.

* Lotação: Exclusivamente na Secretaria Municipal de Educação.

* Idade Mínima: 18 anos.

CARGO: DIRETOR DE ESCOLA FUNDAMENTAL (AC) (atribuições definidas pela Lei Municipal nº 2.008, de

05.07.2005)

DESCRIÇÃO SINTÉTICA DA FUNÇÃO: Planejar, orientar, supervisionar, avaliar e propor reformulações e/ou

construções em conjunto com os docentes de questões que envolvam diretamente o processo educativo; traçar metas,

construir normas coordenando, supervisionando e acompanhando sua aplicação prática, criando ou redimensionando

os processos educativos em estreita articulação com os demais componentes do sistema educacional; assessorar os

docentes e a instituição escolar através de suporte técnico pedagógico para que a educação atenda aos princípios da

qualidade e auxilie na educação integral do aluno; zelar pelo bom andamento da Escola nos seus aspectos

pedagógicos e administrativos, em consonância com Plano Municipal de Educação e Projetos Pedagógicos da

Secretaria Municipal de Educação.

DESCRIÇÃO ANALÍTICA DA FUNÇÃO: Desenvolver pesquisas de campo, através de visitas, consultas e debates de

cunho sócio econômico educativo para certificar-se dos recursos, problemas e necessidades da área educacional;

elaborar de maneira participativa e integrada, tendo como base os parâmetros curriculares nacionais, a própria

realidade do Município, partilhada com a comunidade escolar, Planos de Estudo, Proposta Pedagógica, Regimento e

programas, estabelecendo normas e diretrizes gerais e específicas com base nas pesquisas efetuadas, em parceria

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com professores e outros serviços de ensino para assegurar ao processo educativo, conteúdos autênticos e definidos

em termos de qualidade e rendimento; orientar o corpo docente no desenvolvimento de suas potencialidades

profissionais, assessorando-o técnica e pedagogicamente para incentivar a criatividade, o espírito da autocrítica, de

equipe e a busca de aperfeiçoamento; acompanhar a aplicação dos Planos de Estudo, Proposta Pedagógica e

Regimento promovendo as discussões, orientações e apoio na unidade escolar; zelar pelo cumprimento de normas e

diretrizes para assegurar a regularidade e eficácia do processo educativo; mensurar o processo educativo examinando

relatórios ou outros documentos necessários, bem como acompanhar os Conselhos de Classe, para aferir os métodos

de ensino empregados e demais quesitos educacionais; supervisionar e avaliar, segundo a legislação, a instituição do

ensino fundamental, articulando ações junto à saúde, assistência social, justiça e trabalho no exercício dessa

incumbência; oferecer suporte técnico e pedagógico para o implemento de metodologias que atendam a execução do

processo educativo; participar de eventos relacionados à educação e se fazer representar quando necessário, além de

atender a necessidades que colaborem para todos estes fins, em consonância com o Plano Municipal de Educação.

FORMA DE RECRUTAMENTO: Serão escolhidos através da Comunidade, mediante votação direta de acordo com a

Lei Municipal 1.839/03 e 1.877/04.

REQUISITOS PARA O RECRUTAMENTO: Professor Efetivo do Quadro Municipal que possua formação em nível

Superior em Licenciatura Plena. (art. 3º § 1º e § 2º da Lei 1.877/04)

CONDIÇÕES DE TRABALHO:

* HORÁRIO: Mínimo de 42 horas semanais

CARGO: DIRETOR DE ESCOLA INFANTIL (AC) (atribuições definidas pela Lei Municipal nº 2.008, de 05.07.2005)

DESCRIÇÃO SINTÉTICA DA FUNÇÃO: Planejar, orientar, supervisionar, avaliar e propor reformulações e/ou

construções em conjunto com os docentes de questões que envolvam diretamente o processo educativo ensino-

aprendizagem; traçar metas, construir normas, coordenando, supervisionando e acompanhando sua aplicação prática,

criando ou redimensionando o processo educativo em estreita articulação com os demais componentes do sistema

educacional; assessorar os docentes e a instituição escolar através de suporte técnico e pedagógico para que a

educação atenda aos princípios de qualidade e auxilie na educação integral da criança; zelar pelo bom andamento da

Escola em seus aspectos pedagógico e administrativos em consonância com o Plano Municipal de Educação e o

Projeto Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação.

DESCRIÇÃO ANALÍTICA DA FUNÇÃO: Desenvolver pesquisas de campo, através de visitas, consultas e debates de

cunho sócio-econômico-educativo para certificar-se dos recursos, problemas e necessidades da área educacional;

elaborar de maneira participativa e integrada, tendo como base os Parâmetros Curriculares Nacionais, com a própria

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realidade do Município, partilhada com a comunidade escolar, Planos de Estudo, Proposta Pedagógica, Regimento e

programas, estabelecendo normas e diretrizes gerais e específicas com base nas pesquisas efetuadas, em parceria

com professores e outros serviços de ensino para assegurar ao processo educativo, conteúdos autênticos e definidos

em termos de qualidade e rendimento; orientar o corpo docente no desenvolvimento de suas potencialidades

profissionais, assessorando-o técnica e pedagogicamente para incentivar a criatividade, o espírito da autocrítica, de

equipe e a busca de aperfeiçoamento; acompanhar a aplicação dos Planos de Estudos, Proposta Pedagógica e

Regimento, promovendo as discussões, orientações e apoio na unidade escolar; zelar pelo cumprimento de normas e

diretrizes para assegurar a regularidade e eficácia do processo educativo; mensurar o processo educativo examinando

relatórios ou outros documentos necessários, bem como acompanhar os Conselhos de Classe, para aferir os métodos

de ensino empregados e demais quesitos educacionais; supervisionar e avaliar, segundo a legislação, a instituição de

ensino, articulando ações junto à saúde, assistência social, justiça e trabalho no exercício dessa incumbência; oferecer

suporte técnico e pedagógico para o implemento de metodologias que atendam a execução do processo educativo;

participar de eventos relacionados à educação e se fazer representar quando necessário, além de atender as

necessidades que colaborem para todos estes fins, em consonância com o Plano Municipal de Educação.

FORMA DE RECRUTAMENTO: Serão escolhidos através da Comunidade, mediante votação direta de acordo com a

Lei Municipal 1.839/03 e 1.877/04.

REQUISITOS PARA O RECRUTAMENTO: Professor Efetivo do Quadro Municipal que possua formação em nível

Superior em Licenciatura Plena. (art. 3º § 1º e § 2º da Lei 1.877/04)

CONDIÇÕES DE TRABALHO:

* Horário: Mínimo de 42 horas semanais

CARGO: VICE-DIRETOR DE ESCOLA (AC) (atribuições definidas pela Lei Municipal nº 2.008, de 05.07.2005)

DESCRIÇÃO SINTÉTICA DA FUNÇÃO: Planejar, orientar, supervisionar, avaliar e propor reformulações e/ou

construções em conjunto com os docentes de questões que envolvam diretamente o processo educativo, considerando

o Plano Municipal de Educação, a Proposta Pedagógica, Regimento, Planos de Estudo e legislação vigente; traçar

metas; construir normas, coordenando, supervisionando e acompanhando sua aplicação prática, criando ou

redimensionando os processos educativos em estreita articulação com os demais componentes do sistema

educacional; assessorar os docentes e a instituição escolar, através de suporte técnico e pedagógico para que a

educação atenda aos princípios da qualidade e auxilie na educação integral do aluno; zelar pelo bom andamento da

Escola nos seus aspectos pedagógicos e administrativos.

DESCRIÇÃO ANALÍTICA DA FUNÇÃO: Substituir o Diretor da Escola na sua ausência, desenvolver pesquisas de

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campo, através de visitas, consultas e debates de cunho sócio-econômico e educativo para certificar-se dos recursos,

problemas e necessidades da área educacional; participar da elaboração de forma participativa e integrada, tendo

como base os Parâmetros Curriculares Nacionais e com a própria realidade do Município, partilhada com a comunidade

escolar, Plano de Estudos, Proposta Pedagógica e Regimento, estabelecendo normas e diretrizes gerais e específicas

com base nas pesquisas efetuadas, em parceria com os professores e outros serviços de ensino para assegurar ao

sistema educacional, conteúdos autênticos definidos em termos de qualidade e rendimento; orientar o corpo docente no

desenvolvimento de suas potencialidades profissionais, assessorando-o técnica e pedagogicamente, para incentivar a

criatividade, o espírito da autocrítica e de equipe e a busca de aperfeiçoamento; acompanhar a aplicação do currículo,

planos e programas promovendo discussões, orientações e apoio na unidade escolar; zelar pelo cumprimento de

normas e diretrizes para assegurar a regularidade e eficácia do processo educativo; mensurar o processo educativo

examinando relatórios ou outros documentos necessários, bem como acompanhar Conselhos de Classe para aferir os

métodos de ensino empregados e demais quesitos educacionais; supervisionar, acompanhar e avaliar, segundo a

legislação, articulando ações junto à saúde, assistência social, justiça e trabalho, no exercício dessas incumbências;

oferecer suporte técnico e pedagógico para o implemento de metodologias que atendam a execução da Proposta

Pedagógica; participar de eventos relacionados à educação e se fazer representar quando necessário, além de atender

às necessidades que colaborem para todos estes fins.

FORMA DE RECRUTAMENTO: Serão escolhidos através da Comunidade, mediante votação direta de acordo com a

Lei Municipal 1.839/03 e 1.877/04.

REQUISITOS PARA O RECRUTAMENTO: Professor Efetivo do Quadro Municipal que possua formação em nível

Superior em Licenciatura Plena. (art. 3º § 1º e § 2º da Lei 1.877/04)

CONDIÇÕES DE TRABALHO:

* Horário: mínimo de 22 horas semanais.

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