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CÂMARA MUNICIPAL DE POCONÉ

CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO

OBRA: ADEQUAÇÃO E REFORMA DA CÂMARA MUNICIPAL DE POCONÉ


LOCAL: POCONÉ - MT

2015.
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
Obra Ad. Ref. Cam Veread

SUMÁRIO

I. CONDIÇÕES GERAIS ................................................................................................................... 3


1. FINALIDADE ................................................................................................................................... 3
2. GENERALIDADES .......................................................................................................................... 3
2.1 NORMAS E DOCUMENTOS A SEREM UTILIZADOS...................................................................... 3
2.2 DEFINIÇÕES ................................................................................................................................... 5
2.3 RESPONSABILIDADE, GARANTIA E FISCALIZAÇÃO .................................................................. 5
2.3.1 RESPONSABILIDADE................................................................................................................. 5
2.3.2 GARANTIA .................................................................................................................................. 8
2.3.3 FISCALIZAÇÃO ........................................................................................................................... 9
2.4 CONSIDERAÇÕES GERAIS ............................................................................................................. 9
2.4.1 ASSISTÊNCIA TÉCNICA ............................................................................................................... 9
2.4.2 MANUAL DE MANUTENÇÃO, CONSERVAÇÃO E INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO E USO DOS
EQUIPAMENTOS DAS EDIFICAÇÕES. ....................................................................................................10
2.4.3 LICENÇAS E FRANQUIAS .........................................................................................................10
2.4.4 PLANILHA DE ORÇAMENTO DESCRITIVO .............................................................................10
2.4.5 ORÇAMENTO .............................................................................................................................11
2.4.6 SUBSTITUIÇÃO DE MATERIAIS ESPECIFICADOS .................................................................11
2.4.7 ACRÉSCIMOS DE DESPESAS ...................................................................................................12
2.4.8 FORMALIZAÇÕES ......................................................................................................................12
3. PRAZOS E CRONOGRAMA ........................................................................................................12
3.1. PRAZO .......................................................................................................................................12
3.2. CRONOGRAMA ..........................................................................................................................12
4. ESPECIFICAÇÕES GERAIS .......................................................................................................13
4.1 SEGURANÇA DO TRABALHO E ORGANIZAÇÃO DO CANTEIRO .................................................13
4.1.1 DO CANTEIRO DE OBRA..........................................................................................................13
4.1.2 DA SEGURANÇA DO TRABALHO .............................................................................................14
5. SERVIÇOS GERAIS ......................................................................................................................15
5.1. TRANSPORTES DIVERSOS .......................................................................................................15
5.2. DESPESAS LEGAIS ...................................................................................................................16
5.3. PROTEÇÕES E CADASTRAMENTO............................................................................................16
II. APOIO À OBRA – ADMINISTRAÇÃO DE OBRA E SERVIÇOS GERAIS ..................18
A001 - SERVIÇOS TÉCNICO-PROFISSIONAIS .........................................................................18
A002 - SERVIÇOS AUXILIARES E ADMINISTRATIVOS .......................................................19
A003 – TAXAS, IMPOSTOS E LICENÇAS .....................................................................................20
A005 – CANTEIRO DE OBRA ............................................................................................................21
A006 – EQUIPAMENTOS ALUGADOS ............................................................................................24
A007 – SERVIÇOS DE DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES ................................................................25
III. EDIFICAÇÃO...................................................................................................................................30
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E001 - FUNDAÇÕES ...........................................................................................................................30


E003 - IMPERMEABILIZAÇÕES E PROTEÇÃO MECÂNICA ................................................30
E004 – PAREDES – ALVENARIAS E PAINÉIS DE FECHAMENTO ......................................32
E005 – COBERTURA .............................................................................................................................35
E006 – ESQUADRIAS/ FERRAGENS/ ARMÁRIOS EMBUTIDOS .......................................49
E007 – REVESTIMENTOS DE PAREDES E TRATAMENTOS SUPERFICIAIS ................... 4
E008 – PISOS/ SOLEIRAS/ RODAPÉS/ DEGRAUS ................................................................. 2
E009 – REVESTIMENTO DE FORROS E DIVISÓRIAS ............................................................. 5
E010 – VIDROS E ESPELHOS ............................................................................................................ 7
E011 – PINTURAS .................................................................................................................................. 1
E012- LOUÇAS /PIAS / TANQUES / METAIS / ACESSÓRIOS .......................................... 5
E013 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ................................................................................................18
E014 – CABEAMENTO ESTRUTURADO / CFTV .........................................................................23
E015 – PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO ........................................................................26
E016 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS ........................................................................................35
E016 – INSTALAÇÕES SANITÁRIAS - ESGOTO ......................................................................42
E017 – LIMPEZAS ................................................................................................................................46
I001 – MOVIMENTO DE TERRA – CORTE/ ATERRO/ CARGA/ TRANSPORTE ..........47
V. ENTREGA DA OBRA .....................................................................................................................52
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I. CONDIÇÕES GERAIS

1. FINALIDADE
As presentes Especificações Técnicas visam estabelecer as condições gerais de execu-
ção por parte da empresa CONTRATADA dos serviços necessários a ADEQUAÇÃO E RE-
FORMA DA CÂMARA MUNICIPAL DE POCONÉ - MT, localizado no município de PO-
CONÉ-MT.

2. GENERALIDADES
2.1 Normas e Documentos a Serem Utilizados
Os serviços serão executados pela CONTRATADA obedecendo rigorosamente aos
desenhos dos projetos, detalhes e especificações, todos devidamente rubricados pelos
responsáveis, bem como indicações, recomendações e/ou exigências constantes:
- Destas especificações técnicas;
- Das normas técnicas da ABNT;
- Das instruções técnicas ou catálogos dos fabricantes;
- Das normas do Estado de Mato Grosso e das concessionárias locais;
- Das leis, normas e posturas Municipais;
- Do caderno de encargos da PINI;
- Do caderno de encargos do manual de obras públicas da Secretária do Estado
da Administração e Patrimônio; e
- Das normas do DNIT/DNER.
No que concerne à legislação e toda a normatização complementar supracitadas, serão
consideradas para os fins deste projeto suas versões/edições mais atualizadas.
A mudança de qualquer projeto, serviço ou material somente será admitida após
autorização escrita da CONTRATANTE, a qual será precedida de solicitação escrita da
CONTRATADA, juntando-se a esta uma amostra para o devido exame, quando solicitado.
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Em caso de pedido de similaridade de material a ser empregado na obra será possível,


desde que solicitado por escrito pela empreiteira, para que a CONTRATANTE se manifeste a
respeito, emitindo autorização expressa. Entende-se por similar o material que for tecnica-
mente equivalente ao indicado neste Caderno de Especificações, devendo, a equivalência, ser
comprovada, em tempo hábil, através da apresentação de relatórios ou pareceres técnicos de
institutos especializados que permitam a aferição da equivalência.
Quaisquer serviços ou materiais diferentes dos especificados e sem a autorização supra
exigida, serão passíveis de demolição, remoção ou caberá à CONTRATADA a reexecução ou
substituição, bem como outras correções que em decorrência se tornem necessárias, tudo sem
qualquer ônus para a CONTRATANTE.
Os acréscimos, reduções ou modificações que impliquem em alterações do valor
contratual, deverão ser previamente autorizados pela CONTRATANTE, observados os preços
unitários da proposta original, ou acordados entre as partes, quando forem diferentes dos
incluídos na licitação.
A CONTRATADA manterá no canteiro da obra, permanentemente um mostruário dos
materiais especificados, bem como cópias dos projetos à disposição da FISCALIZAÇÃO.
Todos os anexos ao edital de licitação se complementam. Em caso de divergência, salvo
quando houver acordo entre as partes, será adotada a seguinte prevalência:
- As normas da ABNT prevalecem sobre esta Especificação Técnica;
- Esta Especificação Técnica prevalece sobre os cadernos de encargos;
- Os projetos executivos prevalecem sobre os de arquitetura;
- As especificações detalhadas em um subitem prevalecem sobre as
especificações generalizadas do Caderno de Encargos;
- As cotas prevalecem sobre as medidas tomadas em escala; e
- Os desenhos de maior escala (mais detalhes) prevalecem sobre os de menor
escala (menos detalhes).
Todos os serviços constantes dos desenhos e/ou do Orçamento Descritivo e não
mencionados nesta Especificação Técnica e vice-versa, serão interpretados como parte dos
projetos.
Os quantitativos e discriminações da planilha da CONTRATANTE não poderão ser
considerados como parâmetro de projeto, mas apenas como estimativa de custos.
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Nos casos omissos ou suscetíveis de dúvida, a CONTRATADA deverá recorrer ao


Setor de Aquisições, Licitações e Contratos, se antes da abertura dos envelopes de habilitação,
e à FISCALIZAÇÃO, se depois, para esclarecimentos ou orientação; as decisões sobre
quaisquer conflitos caberão ao RESPONSÁVEL CONTRATANTE e serão sempre
comunicadas por escrito.

2.2 Definições
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas.
ART Anotação de Responsabilidade Técnica;
BDI Bonificação de Despesas Indiretas
CAU Conselho de Arquitetura e Urbanismo.
Empresa com a qual a CONTRATANTE firma contrato para
CONTRATADA
a execução de obra ou serviço
CONTRATANTE Instituto Federal de Mato Grosso.
CREA Conselho Regional de Engenharia e Agronomia;
DEC Departamento de Engenharia e Construção;
DRT Delegacia Regional do Trabalho;
Engenheiro ou preposto credenciado pelo Instituto Federal
FISCALIZAÇÃO
de Mato Grosso.
Empresa participante do processo licitatório, objeto destas
LICITANTE
Especificações Técnicas;
RRT Registro de Responsabilidade Técnica.
Empresa ou profissional que executa parte dos serviços por
meio de contrato firmado com a CONTRATADA, com a
SUBCONTRATADA
obrigatória anuência da CONTRATANTE, em qualquer
estágio da obra e em qualquer serviço;

2.3 Responsabilidade, Garantia e Fiscalização


2.3.1 Responsabilidade
A CONTRATADA assumirá integral responsabilidade pela boa execução e eficiência
dos serviços que efetuar, de acordo com os Cadernos de Encargos, Especificações e demais
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documentos técnicos fornecidos, bem como pelos danos decorrentes da realização dos ditos
trabalhos.
A CONTRATADA manterá no canteiro de obra, além dos documentos exigidos pela
legislação em vigor:

I - Do livro Diário de Obra:


 Devera ser em 03 (três) vias, seguindo modelo fornecido pela CONTRATAN-
TE, com número de folhas suficiente para atender todo o período da obra, com
os dados da empresa e seus responsáveis devidamente preenchidos na folha de
abertura. Deverá ser anotada, como primeira observação, a data da assinatura
do Contrato e da expedição da primeira Ordem de Serviço.
 A CONTRATADA deverá manter Diário de Obras atualizado e à disposição da
FISCALIZAÇÃO, até a expedição do Termo de Recebimento Definitivo,
quando deverá encerrá-lo à FISCALIZAÇÃO do CONTRATANTE.
 Todas as ordens de serviço ou comunicações da FISCALIZAÇÃO a CON-
TRATADA, ou vice-versa, serão por escrito e constarão obrigatoriamente do
Diário de Obras.
 Terá anotações diárias, datadas, ainda que simplesmente para informar parali-
sações por dias de chuva, período de Tempo Bom Inoperante (TBI), referente a
serviços pós-chuva que não podem ser realizados, ou a continuidade de servi-
ços anteriormente começados. A pessoa autorizada que fizer alguma anotação
deverá assinar logo a seguir, sem pular linhas ou páginas.
 Linhas ou páginas em branco deverão ser anuladas e autenticadas por represen-
tantes autorizados de todas as partes.

II - Dos Arquivos:
 Arquivo das Ordens de Serviço, relatórios, pareceres e demais documentos
administrativos;
 Os desenhos e detalhes de execução, os projetos de estrutura, arquitetura e ins-
talações aprovados pelos órgãos públicos competentes;
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 Documento elencando o engenheiro e preposto devidamente habilitado, sendo


que o preposto deverá estar presente em tempo integral durante todo o dia de
serviço;
 Cronograma físico-financeiro devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO,
em local de fácil visualização;

III - Caberá também à Contratada:


a) Dos materiais e equipamentos
 Fornecer e conservar os equipamentos mecânicos e o ferramental necessário,
contratar profissionais idôneos, de modo a reunir permanentemente em serviço
uma equipe homogênea e suficiente de operários, mestres e encarregados que
assegurem andamento satisfatório à Obra, bem como obter materiais necessá-
rios em quantidades suficientes para a conclusão destas no prazo fixado em
contrato;
 Responsabilidade de fornecer todo o equipamento necessário, tais como: fer-
ramentas, máquinas e aparelhamento adequados à execução da obra.
 As ferramentas e equipamentos de uso no canteiro de obra serão dimensiona-
dos, especificados e fornecidos pela CONTRATADA, de acordo com o Crono-
grama Físico-Financeiro, observadas as especificações estabelecidas e as nor-
mas pertinentes.
 Serão de inteira responsabilidade da CONTRATADA a vigilância e a seguran-
ça de pessoal, materiais, ferramentas, equipamentos, etc., tanto no canteiro de
obra como no local dos serviços executados da obra, além do controle de aces-
so de pessoal e veículos, entrega e retirada de materiais, equipamentos, ferra-
mentas, etc.

b) Dos Trabalhos e serviços


 Devera supervisionar e coordenar os trabalhos subempreitados assumindo total
responsabilidade pela qualidade e prazos estipulados, pelo fornecimento de e-
quipamentos, material de trabalho, uniforme, EPI e todo o restante requerido
ou disponível para o pessoal da própria empresa;
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 A CONTRATADA não poderá subempreitar parte dos serviços sem autoriza-


ção do CONTRATANTE;
 Deverá refazer, reparar, remover, reconstruir ou substituir às suas expensas, no
total ou em parte, os serviços relativos à obra em que se verificarem vícios, de-
feitos ou incorreções;
 Devera fornecer todos os materiais e executar todos os serviços e obras de
construção e de aquisição e instalação dos equipamentos necessários à comple-
ta e perfeita utilização das benfeitorias, de acordo com os anexos e documentos
integrantes do Contrato;
 Devera pagar indenização por quaisquer danos pessoais ou materiais que ocor-
rerem em função da execução da obra, inclusive a terceiros;
 Devera realizar o pagamento de seguros, impostos, leis sociais e de toda e
qualquer despesa referente à obra, inclusive licença em Repartições Públicas,
se necessário;
Por fim, ressalvamos que a CONTRATADA terá responsabilidade integral pela execu-
ção da obra e serviços contratados, nos termos do Código Civil Brasileiro, não sendo a pre-
sença ou ausência da FISCALIZAÇÃO na obra motivo de exclusão ou redução de responsa-
bilidade da CONTRATADA.

2.3.2 Garantia
De acordo com disposto no artigo 618 do Código Civil Brasileiro, a CONTRATADA
devera dar garantia de 05 (cinco) anos para a construção, em relação aos equipamentos
instalados, o tempo mínimo de garantia será de 01 (um) ano.
O prazo prescricional para intentar ação civil é de 10 (deze) anos, conforme artigo 205
do Código Civil Brasileiro.
Fica ainda a CONTRATADA, salvo disposição em contrário constante de Contrato,
responsável pelo perfeito funcionamento das instalações prediais pelo prazo de 12 (doze) me-
ses, desde que não sejam danificados por imprudência e/ou imperícia por parte dos usuários.
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2.3.3 Fiscalização
A CONTRATADA se obrigará a manter os setores de trabalho com livre acesso à
FISCALIZAÇÃO, à qual serão fornecidos todos os esclarecimentos necessários. Só à
FISCALIZAÇÃO é assegurado o direito de ordenar a suspensão das obras e serviços, sem
prejuízo das penalidades a que fica sujeita a CONTRATADA, no caso de não ser atendida
dentro de 48 (quarenta e oito) horas, a contar da entrega da Ordem de Serviço correspondente,
qualquer reclamação sobre defeito essencial em serviço executado ou material posto na obra.
A CONTRATADA é obrigada a retirar da obra, imediatamente, após o recebimento da
Ordem de Serviço correspondente, qualquer empregado, tarefeiro ou subordinado seu que, a
critério da FISCALIZAÇÃO, demonstre conduta nociva ou incapacidade técnica. A presença
da FISCALIZAÇÃO na obra não isentará nem diminuirá as responsabilidades da
CONTRATADA pela perfeita execução dos serviços.

2.4 Considerações Gerais


2.4.1 Assistência Técnica
No período compreendido entre o recebimento provisório e o recebimento definitivo da
obra ou serviço, a CONTRATADA deverá fornecer toda a assistência técnica necessária à
solução das imperfeições detectadas, independentemente de sua responsabilidade civil, e, ain-
da ser responsável pela segurança da obra.
Durante 05 (cinco) anos após a data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo
da obra, a CONTRATADA responderá por sua qualidade e segurança nos termos dos disposi-
tivos legais aplicáveis, devendo efetuar a reparação de quaisquer falhas, vícios, defeitos ou
imperfeições que se apresentem nesse período, independentemente de qualquer pagamento do
CONTRATANTE.
A presença da FISCALIZAÇÃO durante a execução da obra, quaisquer que sejam os
atos praticados no desempenho de suas atribuições, não implicará solidariedade ou correspon-
sabilidade com a CONTRATADA, que responderá única e integralmente por essa execução,
inclusive pelos serviços executados por suas SUBCONTRATADAS, na forma da legislação
em vigor.
Se a CONTRATADA recusar, demorar, negligenciar ou deixar de eliminar as falhas,
vícios, imperfeições ou defeitos nos seus serviços apontados pela FISCALIZAÇÃO, o CON-
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TRATANTE poderá efetuar os reparos e substituições necessárias, seja por meios próprios ou
de terceiros, transformando-se os custos decorrentes, independentemente do seu montante, em
dívida líquida e certa da CONTRATADA, podendo esse montante ser deduzido das parcelas
vincendas de pagamentos de serviços por ela executados.
2.4.2 Manual de Manutenção, Conservação e Instruções de Operação e Uso dos
Equipamentos das Edificações.
Ao final da obra, antes da sua entrega definitiva, a CONTRATADA deverá apresentar o
Manual de Manutenção e Conservação da obra e as Instruções de Operação e Uso dos equi-
pamentos nela inseridos.
Este manual terá como objetivo orientar os responsáveis pela Manutenção da Edificação
objeto desta licitação, quanto aos serviços de manutenção predial a serem realizados rotinei-
ramente, com vistas a garantir as boas condições de funcionamento das instalações.
2.4.3 Licenças e Franquias
A CONTRATADA se obriga a atender às suas custas:
- As leis, regulamentos e posturas referentes a obras públicas e sua segurança;
- Aos pagamentos das despesas decorrentes da legislação trabalhista, bem como os
impostos e taxas que forem devidos pelo seu trabalho.
2.4.4 Planilha de Orçamento Descritivo
Compete à CONTRATADA fazer minucioso estudo e comparação de todos os desenhos
dos projetos arquitetônicos, das especificações e demais documentos integrantes da
documentação técnica fornecida pelo CONTRATANTE para a execução da obra. Dos
resultados desta verificação preliminar, que deverá ser feita antes da assinatura do contrato de
construção, deverá a CONTRATADA dar imediata comunicação escrita ao
CONTRATANTE, apontando discrepâncias, omissões ou erros, inclusive sobre qualquer
transgressão às normas técnicas, regulamentos ou leis em vigor, de forma a serem sanados
antes que possam trazer embaraços ao perfeito desenvolvimento das obras.
A planilha de serviços, que acompanha a Especificação Técnica dos Serviços a serem
executados, apresenta as quantidades de cada item. Esses valores devem ser considerados
como meramente informativos. A CONTRATADA deve, segundo metodologia própria,
avaliar e adotar os seus próprios valores. Caso ocorram grandes diferenças entre eles, a
CONTRATADA deverá informar a CONTRATANTE até o prazo do dia anterior ao início da
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Fase de Habilitação, dentro da Fase Externa do procedimento licitatório, sob pena de, em não
o fazendo, arcar com as despesas decorrentes de quaisquer inconsistências no Orçamento da
CONTRATANTE.

2.4.5 Orçamento
O orçamento, a ser elaborado pela licitante, levará em consideração que as obras,
serviços e instalações, objeto da licitação, deverão ser entregues completos, de acordo com o
memorial descritivo. Em consequência, ficará a cargo do licitante prever qualquer serviço ou
material necessário, mesmo quando não expressamente indicado no Projeto, nesta
Especificação Técnica e nas Planilhas de Serviço, não cabendo qualquer acréscimo de
pagamento. Os quantitativos da planilha da CONTRATANTE não devem ser considerados
como parâmetro para elaboração da proposta.
Cada licitante deverá levantar os quantitativos com base nos projetos e especificações
técnicas. As firmas concorrentes deverão visitar o local da obra para cientificar-se das
dificuldades e detalhes construtivos para sua execução, NÃO CABENDO QUALQUER
RECURSO POSTERIOR À REALIZAÇÃO DA LICITAÇÃO, BASEADO EM
DESCONHECIMENTO DE QUALQUER FATO OU DETALHE PREVIAMENTE
VERIFICÁVEL. As empresas deverão realizar pesquisas na região (disponibilidade de
materiais, mão de obra, pluviometria etc.) para adequar-se às necessidades locais.
2.4.6 Substituição de Materiais Especificados
Os materiais especificados poderão ser substituídos, mediante consulta prévia à
FISCALIZAÇÃO por outros similares, desde que possuam as seguintes condições de
similaridade em relação ao substituído: QUALIDADE RECONHECIDA OU TESTADA
EQUIVALÊNCIA TÉCNICA (tipo, função, resistência, estética e apresentação) e MESMA
ORDEM DE GRANDEZA DE PREÇO. O estudo e a aprovação pela FISCALIZAÇÃO dos
pedidos de substituição só poderão ser efetuados quando cumpridas as seguintes exigências:
- Declaração que a substituição se fará sem ônus para o CONTRATANTE; e
- Apresentação de provas de condições de similaridade compreendendo como peça
fundamental um laudo de exame comparativo dos materiais, efetuado por laboratório
tecnológico idôneo, indicado pela FISCALIZAÇÃO. Quando julgado desnecessário
pela FISCALIZAÇÃO, o laudo poderá ser dispensado.
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No caso de não ser mais fabricado algum material especificado e seus similares, a
CONTRATADA apresentará uma proposta de substituição para aprovação da
FISCALIZAÇÃO, ou esta indicará o seu substituto. Mesmo que a CONTRATADA tenha
apresentado em sua proposta de preços o valor do material supostamente similar ao previsto,
isto não será considerado como justificativa para a mudança da especificação.
Todos os materiais utilizados na obra serão de primeira qualidade e de padrão superior,
de acordo com as especificações, e deverão ser aprovados pela FISCALIZAÇÃO da CON-
TRATANTE antes da sua instalação, e os serviços serão executados por profissionais compe-
tentes e credenciados, cada um nas suas habilidades especificas, sempre obedecendo às nor-
mas da ABNT, dos fabricantes dos materiais e outras mais que regem a matéria.
2.4.7 Acréscimos de Despesas
Nenhum serviço ou aquisição que resulte em acréscimo de despesa para o
CONTRATANTE poderá ser executado pela CONTRATADA sem autorização por escrito do
CONTRATANTE, emitido por preposto com poder para tanto, que não delegará esta
atribuição para nenhum membro da FISCALIZAÇÃO.
Os custos adicionais de todas as alterações decorrentes de mudança de serviço previsto
em projeto serão arcados pela CONTRATADA que, neste caso, deverá apresentar planilha
com todos os custos decorrentes daquela alteração.
2.4.8 Formalizações
As comunicações e o encaminhamento de documentos só se darão por satisfeitos se
processados e/ou encaminhados através de instrumentos formais (ofício, carta, telex,
telegrama ou outra modalidade ideográfica) emitidos exclusivamente por preposto com
poderes para tanto, de um dos CONTRATANTES e formalmente entregues no domicílio da
outra parte ou onde e a quem este formal e antecipadamente indicar.

3. PRAZOS E CRONOGRAMA
3.1. Prazo
A CONTRATATADA disporá do prazo previsto em cronograma físico para execução
da obra, correspondentes ao termo de contrato e seu cronograma físico-financeiro aprovado
pela CONTRATANTE.
3.2. Cronograma
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O cronograma físico apresentado pela CONTRATANTE é de cumprimento obrigatório


pela CONTRATADA. O cronograma entregue pela CONTRATADA em sua proposta deve
seguir rigorosamente o que prescreve o cronograma da CONTRATANTE; alterações devidas
a diferenças de metodologia empregadas pela CONTRATADA só serão admitidas se
comunicadas (item por item alterado) por escrito e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO.
Assim, o modelo apresentado no edital de licitação deve ser seguido pela
CONTRATADA de forma que a única alteração (salvo ressalva do parágrafo anterior) será a
coluna “Custo” a ser preenchida com os preços de sua proposta, incluindo o BDI.
O início das obras constante do cronograma a ser apresentado pela CONTRATADA é
meramente estimativo, sua data real será definida na Ordem de Serviço e todos os serviços
serão deslocados com base nesta nova data, este cronograma final, coerente com a data de
início real da obra, deverá ser apresentado novamente pela CONTRATADA à
FISCALIZAÇÃO no prazo de 1 (uma) semana após a emissão da Ordem de Serviço.
No cronograma de execução dos serviços estão computados os dias de chuva ociosos,
tomando-se por base a média histórica do município ou da região, em conformidade com os
dados fornecidos pelo CPTEC/INPE e pela Embrapa.
Os períodos de trabalho considerados contemplam:
- 8 (oito) horas de trabalho diurno diário e
- 5 (cinco) dias de trabalho por semana.
Caso a CONTRATADA verifique que não poderá cumprir os prazos estipulados em seu
cronograma, deverá ser solicitado à FISCALIZAÇÃO o trabalho em finais de semana ou em
horários noturnos, em todos os casos sem ônus para a CONTRATANTE, isto é, a expensas da
CONTRATADA que, poderá, também, para fins de se adequar àquele cronograma, aumentar
o número de equipes nos serviços críticos.

4. ESPECIFICAÇÕES GERAIS
4.1 Segurança do Trabalho e Organização do Canteiro
4.1.1 Do Canteiro de Obra
No canteiro de obras a CONTRATADA deverá:
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- Manter medicamentos básicos de primeiros socorros, dispostos em kit(s)


compatível como o número de empregados da obra e com a atividade
desenvolvida (vide NR-7), bem como profissional treinado para este fim.
- Haver no local, equipamentos para proteção e combate a incêndio, na forma da
legislação em vigor e todo o tipo de placas e sinais indicativos requeridos
pelas normas e NR do MTE relativos ao trabalho em segurança, em nenhuma
hipótese, deverá existir material nas áreas do canteiro que não esteja
sistematicamente empilhado em local previamente identificado para essa
finalidade.
- No projeto do canteiro de obras, prever local destinado à armazenagem de
todos os materiais a serem empregados na obra. A FISCALIZAÇÃO
determinará à CONTRATADA a imediata retirada de qualquer material
encontrado fora dos locais projetados ou a reorganização daqueles cuja
armazenagem não se enquadre em padrões de elevada qualidade e
produtividade.
- Zelar pela ordem e disciplina em todas as dependências da obra, bem como
pela segurança e organização de todos os materiais e equipamentos.
- Devera fornecer água fria filtrada (preferencialmente por meio da instalação de
bebedouro no barracão de obras) em copos individuais ou descartáveis a todos
os operários.

4.1.2 Da Segurança do Trabalho


A CONTRATADA deverá comunicar à Delegacia Regional do Trabalho - DRT, antes
do início da obra, as seguintes informações: endereço da obra; endereço do CONTRATANTE
e da CONTRATADA; tipo de obra; data prevista para início e término da obra; número
máximo previsto de trabalhadores na obra. Deverá apresentar à FISCALIZAÇÃO um
comprovante da comunicação feita à DRT.
Quando a CONTRATADA possuir 20 (vinte) ou mais operários trabalhando na obra,
deverá apresentar o PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho),
elaborado por profissional habilitado (técnico ou engenheiro de segurança do trabalho), que
seguirá obrigatoriamente as especificações e procedimentos constantes do item 18.3 da NR-
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18, da Lei 6.514, de 22 de dezembro de 1977, com suas alterações. A carga horária do
programa educativo a que se refere um de seus subitens será de, no mínimo, 6 (seis) horas.
Para esta obra será cobrado o PCMAT da CONTRATADA a ser entregue no prazo de 1
(uma) semana do recebimento da Ordem de Serviço, haja vista a previsão de equipes de
trabalho em número de trabalhadores que excede 20 (vinte).
Deverão ser usados por todos os trabalhadores da obra equipamentos de proteção
individual (EPI) básicos (vide NR-6), fornecidos pela CONTRATADA. Não será permitida a
permanência de operários descalços ou utilizando chinelos de dedo ou sandálias, sem
uniforme ou sem capacete no interior da obra. É exigida inclusive a utilização de uniformes
e/ou crachás das empresas subempreitadas pela CONTRATADA, que se responsabilizará
pelo atendimento destas ordens por parte daquela. Será obrigatório, para todos os operários da
obra, inclusive os visitantes, a utilização de EPI‟s conforme a exposição ao risco.
Os EPI‟s e uniformes de trabalho deverão estar em perfeito estado de conservação e
uso. As áreas circunvizinhas ao canteiro de obras deverão ser isoladas e sinalizadas.
Será exigido o fiel cumprimento de TODAS as Normas Reguladoras do Ministério do
Trabalho no que diz respeito à Medicina e Segurança do Trabalho, em particular a NR-18 –
“CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO”
e a NR-10 – “SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE”. As
empresas que não cumprirem as exigências de Segurança e Medicina do Trabalho serão
penalizadas na forma da lei.

5. SERVIÇOS GERAIS
5.1. Transportes Diversos
Todos os transportes de pessoal e material correrão por conta da CONTRATADA. Os
materiais considerados para bota-fora deverão ser carregados, transportados em caminhões e
descarregados pela CONTRATADA em local destinado pela Prefeitura, quaisquer responsa-
bilidade oriundas dos referidos serviços descritos será exclusivamente da CONTRATADA,
não cabendo à FISCALIZAÇÃO qualquer responsabilidade ou correção de valor contratado
para suprir eventuais danos causados por este serviço.
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5.2. Despesas Legais


A CONTRATADA deverá providenciar:
- As ART/RRT necessárias junto ao CREA/CAU: referente à execução da obra
com a respectiva taxa recolhida, no início da obra, Caso haja alguma terceiriza-
ção de serviços (que deverá ser necessariamente aprovada pela FISCALIZA-
ÇÃO), a CONTRATADA deverá apresentar a ART/RRT correspondente em
nome do responsável técnico terceirizado.
- A matrícula da obra no INSS, nos termos da legislação em vigor;
- Mensalmente, a relação de pessoal e a respectiva guia de recolhimento das o-
brigações com o INSS;
Ao final da obra, a seguinte documentação relativa a esta:
- “Habite-se” das edificações: Ao final das obras deverá a CONTRATADA re-
querer e tramitar, junto à Prefeitura local, o Termo de “Habite-se”, a Certidão
para Averbação junto ao Cartório de Registro de Imóveis e a Certidão Negativa
de Débitos (CND) junto ao INSS referente à matrícula da obra, sob pena de re-
tenção da última parcela de pagamento
- Certidão negativa de débitos com o INSS;
- Certificado de regularidade de situação perante o FGTS;
- Certificado de quitação do ISS referente ao contrato.

Serão, ainda, de responsabilidade da CONTRATADA as despesas com:


- Contratos diversos;
- Licenças, inclusive as 3 (três) licenças ambientais (prévia, de instalação e de
operação), se for caso;
- Seguro contra fogo e outros seguros; e
- Despachantes.

5.3. Proteções e Cadastramento


Antes de ser iniciado qualquer serviço referente a esta contratação, a CONTRATADA
deverá fazer a vistoria no local acompanhada pela FISCALIZAÇÃO ou responsável da
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CONTRATANTE, identificando todas as interferências possíveis, como fundações, áreas


externas, redes de utilidades, cercas etc.
A CONTRATADA deverá providenciar todo tipo de sinalização de alerta e orientação,
bem como interditar o acesso de pessoas estranhas à obra, através de tapumes de madeira,
lonas e cercas, conforme prescreve a NR-18. Todas as medidas para sinalização, interdição e
isolamento da área deverão ser submetidas à aprovação da FISCALIZAÇÃO e estar de acordo
com as normas internas de segurança.
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II. APOIO À OBRA – ADMINISTRAÇÃO DE OBRA E SERVIÇOS GERAIS

A001 - SERVIÇOS TÉCNICO-PROFISSIONAIS


1. Projetos Complementares – “As Built”
A CONTRATADA terá a sua disposição Plantas, Detalhes, Especificações, Planilha
Orçamentária de Custos e Cronograma de Execução. A execução das obras e serviços deverá
seguir estritamente esses documentos citados, sempre atendendo aos quesitos de segurança,
estética e acabamentos de 1ª qualidade.
Ao término dos serviços deverão ser providenciados pela CONTRATADA, os projetos
"As Built" (como construído), refletindo a realidade de obras conforme executadas, de acordo
com o modelo a ser entregue pela FISCALIZAÇÃO.
 Ressalvamos que no projeto “as built”, a sua elaboração deverá obedecer ao seguinte
roteiro:
 1º- Representação sobre as plantas dos diversos projetos, denotando como os serviços
resultaram após a sua execução; (As retificações dos projetos deverão ser feitas sobre
cópias dos originais, devendo constar, acima do selo de cada prancha, a alteração e
respectiva data).
 2º- Caderno contendo as retificações e complementações das Discriminações Técnicas
do presente Caderno, compatibilizando-as às alterações introduzidas nas plantas.
Não será admitida nenhuma modificação nos desenhos originais dos projetos, bem co-
mo nas suas Discriminações Técnicas.
Desta forma, o “as built” consistirá em expressar todas as modificações, acréscimos ou
reduções havidas durante a construção, devidamente autorizadas pela FISCALIZAÇÃO, e
cujos procedimentos tenham sido de acordo com o previsto pelas Disposições Gerais deste
Caderno.
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2. Ensaios, Testes e Verificações


Deverá ser executado pela CONTRATADA controle tecnológico de todos os materiais
a serem empregados na obra com apresentação de laudos específicos, a critério da
FISCALIZAÇÃO ou quando as normas técnicas assim o exigirem. A CONTRATADA deverá
encaminhar à FISCALIZAÇÃO, uma cópia dos manuais de manutenção e operação de todos
os equipamentos instalados, bem como os catálogos referentes a estes e eventuais laudos
técnicos emitidos por órgãos oficiais (Bombeiros, ABNT etc.).
O controle tecnológico dos materiais deverá garantir integralmente a aplicação dos
materiais especificados e verificar a conformidade destes com as normas técnicas vigentes
(ABNT).
A FISCALIZAÇÃO poderá a seu critério exigir a substituição imediata de todo
material, equipamentos e instalações que não estejam em conformidade com as especificações
e normas técnicas vigentes, sem qualquer ônus para a Administração Pública.
Todas as amostras a CONTRATADA deverá submeter previamente à apreciação da
FISCALIZAÇÃO amostras dos materiais e/ou acabamentos a serem utilizados na obra, fican-
do, desde já, esclarecido que tais amostras poderão ser danificadas ou destruídas no processo
de verificação.
As despesas decorrentes de tal providência correrão por conta da CONTRATADA, sen-
do que a FISCALIZAÇÃO não estará obrigada a devolver e/ou prestar contas das amostras
disponibilizadas.

A002 - SERVIÇOS AUXILIARES E ADMINISTRATIVOS


1. Equipe de Obras
Durante a execução da obra, a CONTRATADA deverá designar um ENGENHEI-
RO/ARQUITETO PLENO - DE OBRAS no local, com atendimento de DUAS horas diárias
no canteiro de obras. Deverá ser mantido no canteiro, em tempo integral, um MESTRE DE
OBRAS, um ALMOXARIFE/APONTADOR registrado em carteira de trabalho e habilitado a
tomar decisões e prestar todas as informações que forem solicitadas, referentes aos serviços
em execução. Qualquer substituição dos elementos acima deverá ser comunicada antecipada-
mente à FISCALIZAÇÃO.
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Problemas técnicos que porventura surjam durante a execução, deverão ser soluciona-
dos pelo Responsável Técnico da CONTRATADA, e submetidos à aprovação da FISCALI-
ZAÇÃO, sempre por escrito. A CONTRATANTE poderá solicitar à CONTRATADA a subs-
tituição de pessoal, caso julgue inadequada sua permanência no canteiro de obras. Tal substi-
tuição deverá ser realizada no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas.

A003 – TAXAS, IMPOSTOS E LICENÇAS


1. ART – Anotações de Responsabilidade Técnica / RRT - Registro de
Responsabilidade Técnica
A CONTRATADA devera no inicio da obra emitir as ART‟s/RRT‟s de todos os profis-
sionais envolvidos na execução dos serviços e da execução da obra no CREA/CAU-MT, bem
como será de responsabilidade da CONTRATADA o recolhimento das ART‟s/RRT‟s da
FISCALIZACAO da obra, aonde esta encaminhara os boletos das ART‟s / RRT‟s a CON-
TRATADA, conforme quantitativo previsto no ORÇAMENTO ANALÍTICO.
Caso haja alguma terceirização de serviços, (que deverá ser necessariamente aprovada
pela FISCALIZAÇÃO), a CONTRATADA deverá apresentar a ART correspondente em
nome do responsável técnico terceirizado.
Tais exigências são reguladas pelos ditames normativos conforme da resolução
CONFEA n° 1.025, de 30 de outubro de 2009, prevê, em seu Art. 28 que “A ART relativa à
execução de obra ou prestação de serviço deve ser registrada antes do início da respectiva
atividade técnica, de acordo com as informações constantes do contrato firmado entre as
partes (§ 1º No caso de obras públicas, a ART pode ser registrada em até dez dias após a
liberação da ordem de serviço ou após a assinatura do CONTRATO ou de documento
equivalente, desde que não esteja caracterizado o início da atividade (...)”.

2. Licenças
A CONTRATADA terá como responsabilidade a recolher e dar andamento a todos os
tramites legais e administrativos nas esferas da Administração Publicam referentes ao alvará
de construção da obra.
Incluem-se, ainda, como despesas da CONTRATADA o pagamento de taxa e a aprova-
ção da edificação construída ou reformada e seus projetos junto ao Corpo de Bombeiros.
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OS PROJETOS DEVERÃO SER SEGUIDOS RIGOROSAMENTE EM SUA


EXECUÇÃO.

A005 – CANTEIRO DE OBRA


A CONTRATADA instalará o canteiro de obras, no terreno, conforme localização de-
terminada pela FISCALIZAÇÃO, de acordo com as exigências dos órgãos públicos (Eng.
Sanitária, Prefeitura, Corpo de Bombeiros, etc.), bem como atenderá as normas cabíveis no
tocante ao sindicato da categoria, Normas de Segurança do Trabalho e DRT do Ministério do
Trabalho.
A CONTRATADA deverá elaborar – antes do início das obras e mediante ajuste com a
FISCALIZAÇÃO – o projeto do canteiro de obras, dentro dos padrões exigidos pelas conces-
sionárias de serviços públicos. A construção do canteiro está condicionada à aprovação de seu
projeto pela FISCALIZAÇÃO, conforme itens P-02.INS.1 e P-02.INS.2, da página 480, e P-
02.INS.3, da página 481 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.

1. Instalação Provisória de Energia


Descrição, aplicação e execução.
Instalação/ligação elétrica provisória de baixa tensão para canteiro de obra, M3-chave
100.
Quanto às instalações provisórias de energia:
- Os ramais internos serão feitos com condutores isolados por camadas termoplásticas e
serão dimensionados para atender a toda a demanda.
- Os ramais aéreos serão instalados em postes com isoladores de porcelana.
- As emendas de cabos de fios serão executadas com conectores (obrigatoriamente) e
guarnecidas com fita isolante.
- As prumadas de condutores que alimentarão as máquinas e equipamentos serão protegi-
das por eletrodutos.
- Todos os circuitos serão dotados de disjuntores termomagnéticos. Cada máquina ou e-
quipamento receberá proteção individual, de acordo com a respectiva potência, por dis-
juntor magnético fixado próximo ao local de operação do equipamento devidamente a-
brigado em caixa apropriada.
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- A FISCALIZAÇÃO atuará na vigilância sobre as instalações provisórias de energia elé-


trica, podendo exigir reparos, consertos, substituições sempre que desconfiar da sua se-
gurança. Entretanto tal ação não elidirá a responsabilidade da CONTRATADA que terá
a obrigação primordial de instalá-la e mantê-la em ordem e conservação, a fim de evitar
acidentes de trabalho e curtos-circuitos.
- Para início dos trabalhos, após a expedição da ordem de serviço, a CONTRATANTE
poderá exigir que a CONTRATADA instale gerador com capacidade suficiente para a-
tender a demanda da maquinaria necessária à execução da obra, esta decisão, cujo crité-
rio ficará exclusivamente por conta da CONTRATANTE, dependerá da existência ou
não de rede local.

2. Instalação Provisória de Água e Esgoto


Descrição, aplicação e execução.
Ligação provisória de água para obra e instalação provisória de sanitário.
Quanto às instalações provisórias de água e esgoto:
- A CONTRATADA deverá executar a instalação provisória de água e esgoto para
atender os sanitários provisórios e necessidades da obra, com entrada e saída inde-
pendentes na rede pública conforme as prescrições das concessionárias locais.
- Não havendo coletor público sanitário disponível, a CONTRATADA deverá insta-
lar fossa séptica e sumidouro, conforme o que estabelece a NB/41.
- Os reservatórios serão de fibra, com tampa, dimensionados para atender a todos os
pontos previstos no canteiro, sem interrupção. Será necessário, neste dimensiona-
mento, considerar o consumo para a confecção de concreto, alvenaria, argamassa,
pavimentação etc.
- Os tubos e conexões serão rosqueáveis ou soldáveis para instalações de água fria,
em PVC rígido.
- O abastecimento de água do canteiro será sem interrupção, mesmo que a CON-
TRATADA seja obrigado a utilizar-se de caminhão pipa.
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3. Consumo de Energia
Ficam por conta da CONTRATADA as despesas de luz durante toda a execução dos
serviços.

4. Consumo de Água
Ficam por conta da CONTRATADA as despesas de água durante toda a execução dos
serviços.

5. Fechamento do Canteiro
Descrição e execução
Tapume de chapa de madeira compensada, e = 6 mm, com pintura a cal e reaprovei-
tamento de 2 vezes.
Estes deverão permanecer em perfeitas condições durante toda a execução da obra, fi-
cando a manutenção a cargo do CONSTRUTOR. A locação dos tapumes deverá ser objeto de
reunião com a FISCALIZAÇÃO antes da instalação.
Todos os cuidados e medidas preventivas deverão ser tomados no sentido de evitar a-
cidentes. Com os tapumes incluem-se fitas de isolamento.
Tais materiais deverão ser previstos nos custos dos respectivos serviços, sendo que os
custos com aquisição e/ou locação, guarda, transporte e eventual manutenção correrão por
conta da CONTRATADA.

6. Barracão de Obras
Descrição e Execução
Barracão para depósito em tábuas de madeira, cobertura em fibrocimento e = 4 mm.
A CONTRATADA deverá deixar disponível uma dependência do barracão, com mobí-
lia e equipamentos para escritório, limitado ao valor de 0,2% da obra, para que a equipe de
FISCALIZAÇÃO desempenhe suas atividades em obra.
Conforme item P-02.BAR.1, da página 476 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edi-
ção.
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Aplicação
A CONTRATADA deverá consultar e posteriormente confirmar a localização do
BARRACÃO DE OBRAS junto à FISCALIZAÇÃO.

7. Placa de Obra
Descrição
Placa de obra em aço galvanizado.
A CONTRATADA deverá confeccionar a placa conforme o modelo de Obras do Go-
verno Federal, seguindo os seguintes parâmetros citados abaixo no item execução.
Aplicação
Em local a ser definido pela FISCALIZAÇÃO.
Execução
A CONTRATADA deverá fornecer e instalar a placa do Sistema de Obras do Governo
Federal, seguindo os seguintes parâmetros:
- A placa devera ser instalada em posição de destaque no canteiro de obras, deven-
do a sua localização ser, previamente, aprovada pela FISCALIZAÇÃO.
- A placa da obra deverá ser confeccionada em chapas planas, metálicas, galvani-
zadas ou de madeira compensada impermeabilizada, em material resistente as in-
tempéries. As informações deverão estar em material plástico (poliestireno), para
fixação ou adesivação nas placas e quando isso não for possível, as informações
deverão ser pintadas a esmalte ou óleo. Contudo dá-se preferência ao material
plástico, pela sua durabilidade e qualidade.

A006 – EQUIPAMENTOS ALUGADOS


1. Andaime Metálico de Encaixe
Descrição
Locação mensal de andaimes metálicos tipo fachadeiro, inclusive montagem. É de res-
ponsabilidade da CONTRATADA a execução dos andaimes conforme as prescrições da NR-
18, NBR 7678/1983 e itens P-02.AND.1 e seguintes, paginas 465 a 476 do Caderno de En-
cargos da PINI – 5° Edição.
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Aplicação
Conforme item P-02.AND.2 e seguintes, paginas 467do Caderno de Encargos da PINI –
5° Edição.
Caberá à CONTRATADA a locação e montagem de andaimes adequados a execução
dos serviços descritos nesta especificação.
Execução
A CONTRATADA tem como responsabilidade na montagem dos andaimes:
- Não poderão interferir nas atividades a serem desenvolvidas, além de garantirem total
segurança aos técnicos que farão uso dos mesmos e aos usuários que circulam pelo lo-
cal, preservando também os bens materiais existentes.
- A montagem devera ser realizada por mão-de-obra especializada, e deverá seguir a
norma NBR 6494/1990 – Segurança nos andaimes.
- Os andaimes metálicos deveram ser utilizados em todos os trabalhos executados em fa-
chadas ou em qualquer atividade elevada do solo, deverão ser utilizados andaimes metá-
licos de encaixe.
- Os andaimes deverão ser dimensionados e construídos de modo a suportar, com segu-
rança, as cargas a que estarão sujeitos e de forma que tenham altura que permita o traba-
lho, ou seja, a mobilidade, o acesso de pessoas e materiais, segundo as determinações da
NR18.
- Deverão estar bem firmes e escorados, tendo seus montantes apoiados sobre calços ou
sapatas, capazes de resistir aos esforços e às cargas transmitidas e serem compatíveis à
resistência do solo. Não é admitida a utilização de emendas nas tábuas utilizadas como
piso sobre os andaimes. O contraventamento é necessário e será feito a 45º. Deve existir
sempre guarda-corpo.

A007 – SERVIÇOS DE DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES


Descrição
Os serviços de remoção que consiste no transporte do material até local de armazena-
mento na obra ou local de carga em veiculo apropriado, para transporte fora da obra.
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Considera-se retirada o ato de desfazer cuidadosamente qualquer serviço existente,


tendo em vista o reaproveitamento dos materiais, os quais serão selecionados e guardados em
local conveniente, constituindo propriedade do cliente a que pertença a obra.
Conforme item P-02.DEM.1 e seguinte, das páginas 477 e 478, do Caderno de Encar-
gos da PINI – 5° Edição.
- Retirada de esquadrias metálicas;
- Demolição de alvenaria de tijolos furados sem reaproveitamento;
- Demolição de concreto simples (piso de concreto).
Aplicação
Conforme local previsto na planta de implantação do projeto arquitetônico.
Execução
Antes do início dos serviços, a CONTRATADA procederá a um detalhado exame e
levantamento do local aonde devera ser locada a referida obra.
Deverão ser considerados aspectos importantes tais como a natureza da estrutura, os
métodos utilizados na construção da edificação, as condições das construções da edificação,
as condições das construções vizinhas, existência de porões, subsolos e depósitos de combus-
tíveis e outros.
As linhas de abastecimento de energia elétrica, água, gás, bem como as canalizações
de esgoto e águas pluviais deverão ser removidas ou protegidas, respeitando as normas e de-
terminações das empresas concessionárias de serviços públicos.
A CONTRATADA deverá fornecer, para aprovação da FISCALIZAÇÃO, um pro-
grama detalhado, descrevendo as diversas fases da demolição previstas no projeto e estabele-
cendo os procedimentos a serem adotados na remoção de materiais reaproveitáveis.
Os tapumes e outros meios de proteção e segurança serão executados conforme o pro-
jeto e as recomendações da Norma NBR 5682.
A remoção de entulhos poderá ser feita por meio de calhas e tubos ou por meio de a-
berturas nos pisos, desde que respeitadas às tolerâncias estipuladas nos itens 7.1.3 e 7.1.4 da
Norma NBR 5682. Será evitado o acúmulo de entulho em quantidade tal, que provoque so-
brecarga excessiva sobre os pisos ou pressão lateral excessiva sobre as paredes. Peças de
grande porte de concreto, aço ou madeira poderão ser arreadas até o solo, por meio de guin-
daste, ou removidas através de calhas, desde que reduzidas a pequenos fragmentos.
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Atendendo à IN n. 01/2010 (Art. 4°, § 3°) a CONTRATADA deve observar o fiel


cumprimento do PGRCC (Projeto de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil), nas
condições determinadas pelo Conselho Nacional do meio Ambiente – CONAMA, através da
Resolução n. 307, de 5 de julho de 202 e as normas da ABNT, especificamente as NBR
15.112/04, 15.113/04, 15.114/04, 15.115/04 e 15.116/04. Para isto devera haver baias apro-
priadas apara a classificação dos resíduos gerados conforme classes estabelecidas no ART. 3°
da Resolução CONAMA n. 307, conforme segue:

I - Classe A:
São os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como:
a) De construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras
obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;
b) De Construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes
cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e
concreto;
c) De processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto
(blocos, tubos, meio-fio, etc.) produzidas nos canteiros de obras.

II - Classe B:
- São os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel/
papelão, metais, vidros, madeiras e outros.

III - Classe C:
- São os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplica-
ções economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação, tais
como os produtos oriundos do gesso; reformas e reparos de clínicas radiológi-
cas, instalações industriais e outros.

IV - Classe D:
- São resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como tintas,
solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais à saúde ori-
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undos de demolições, reformas e reparos de clinicas radiológicas, instalações


industriais e outros, bem como telhas e demais objetos, e materiais que conte-
nham amianto ou outros produtos nocivos à saúde. (Nova redação dada pela
Resolução n. 348/04).

Deverão ser observadas também as prescrições e exigências de caráter de SUSTENTA-


BILIDADE AMBIENTAL, dentre os tais, os seguintes:

- O prazo para o recolhimento dos resíduos (Classe A) e produtos transformados em


lixo (Classe B, C e D) não deverá ser superior a 48 horas;

A CONTRATADA no momento do recolhimento dos resíduos dos materiais consumi-


dos deverá ser apresentado documento probatório de que o referido resíduo e ou lixo está sen-
do tratado e destinado, conforme a legislação ambiental, inclusive, informando o local onde
será destinado e/ou tratado o resíduo e ou lixo, bem como o nome da pessoa (jurídica ou físi-
ca) responsável pelo controle e destinação dos referidos materiais caso não seja executado/
realizado pela própria CONTRATADA.

Figura 1: Modelo de baia de separação de resíduos em classe


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Figura 2: Cores padronizadas dos recipientes para cada tipo de resíduo.


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III. EDIFICAÇÃO

E001 - FUNDAÇÕES
1. Definição
A fundação será executada tipo sapata isolada para sustenção dos pilares da estrutura
metálica
2. Aplicação
Conforme locado no projeto de estrutura metálica
3. Execução
O método executivo devera seguir o procedimentos dos fabricantes sendo necessário
antes do inicio dos serviços a realização de laudo estrutural de toda a edificação ficando assim
a cargo a CONTRATADA qualquer adequação no referido projeto.

E002 - IMPERMEABILIZAÇÕES E PROTEÇÃO MECÂNICA


1. Condições Gerais
Serão executadas as impermeabilizações que se fizerem necessárias para que as cons-
truções se mantenham estanques, isto é, assegurar mediante emprego de materiais impermeá-
veis e de outras disposições, a perfeita proteção da construção contra a penetração de água e
de qualquer tipo de infiltração.
Os serviços terão primorosa execução, por empresa especializada que ofereça garantia
dos trabalhos a realizar, os quais obedecerão rigorosamente às normas da ABNT, especial-
mente a NB-279. Demais esclarecimentos seguem o item P-08.AAA.1, da página 627 do Ca-
derno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
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2. Impermeabilização com Tinta Betuminosa


2.1. Descrição
Impermeabilização de estruturas enterradas, com tinta asfáltica, duas demãos.
Solução asfáltica de consistência viscosa, na cor preta, de ação anticorrosiva e imper-
meabilizante, dissolvida em gasolina, em querosene ou em solventes orgânicos formando uma
película impermeável e elástica após seca para baldrames e blocos. Demais definições con-
forme o item E-BET.2, da página 98 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
2.2. Aplicação
A impregnação, de pisos de peças internas, deverá estender-se pelas paredes perime-
trais, até cerca de 30 cm acima do nível do piso acabado. Duas demãos em todas as faces su-
periores e terços superiores laterais de todos os blocos e baldrame da fundação, dispostos con-
forme projeto executivo de fundação.
2.3. Execução
A superfície a ser impermeabilizada deverá se apresentar limpa, isenta de corpos
estranhos, sem falhas, pedaços de madeira, pregos ou pontas de ferragens. Todas as
irregularidades serão tratadas, de modo a obter uma superfície contínua e regular. Os cantos e
arestas deverão ser arredondados e a superfície com caimento mínimo adequado, em direção
aos coletores. Vinte e quatro horas após a impregnação será aplicada uma demão de emulsão,
de base de asfalto com finas partículas de látex dispersas em seu interior, na proporção de
0,5kg/m². Uma vez evaporada a água, o material solido resultante apresentara uma taxa de
97% de asfalto. Quando a primeira demão estiver seca ao toque, será aplicada uma segunda
demão com as mesmas características da primeira. Vinte e quatro horas após a impregnação
será aplicada uma demão de emulsão, de base de asfalto com finas partículas de látex
dispersas em seu interior, na proporção de 0,5kg/m². Uma vez evaporada a água, o material
solido resultante apresentara uma taxa de 97% de asfalto. Quando a primeira demão estiver
seca ao toque, será aplicada uma segunda demão com as mesmas características da primeira.
Para proteção da impermeabilização, será aplicada por meio de peneira, sobre a segunda
demão, uma camada de areia lavada a seco. A pintura deverá ser realizada conforme item P-
08.MEM.31, da página 657. P-17.AAA.1, da página 867, do Caderno de Encargos da PINI –
5ª Edição.
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3. Recomendações
Toda impermeabilização efetuada em ambientes fechados deve ter ventilação forçada.
Se houver a necessidade de utilização de maçarico na aplicação do sistema
impermeabilizante, para maior segurança, o botijão de gás deverá permanecer fora do
ambiente.

E003 – PAREDES – ALVENARIAS E PAINÉIS DE FECHAMENTO


1. Alvenaria em Tijolo Cerâmico Furado e Encunhamento
Descrição
Alvenaria de vedação de blocos cerâmicos furados na horizontal de 9 x 19 x 19 cm (e =
9 cm), de paredes com área líquida maior ou igual a 6 m² sem vãos e argamassas de assenta-
mento com preparo em betoneira.
Encunhamento (aperto de alvenaria) em tijolos cerâmicos maciços, 5,7 x 9 x 19 cm, ½
vez (e = 9 cm) com argamassa traço 1:2:8 (cimento, cal, areia).
Conforme descrição do item E-TIJ.1, da página 423 do Caderno de Encargos da PINI –
5ª Edição.
Aplicação
Conforme previsto em projeto executivo arquitetônico.
Execução
A alvenaria será executada respeitando as larguras de parede previstas no projeto de
arquitetura, lembrando que essas, são larguras acabadas (chapiscada, rebocada, emassada,
pintada ou revestida).
Em síntese os tijolos serão ligeiramente molhados antes da colocação. As alvenarias
recém finalizadas deverão ser mantidas ao abrigo das chuvas. Quando a temperatura se
mostrar muito elevada e a umidade muito baixa serão feitas freqüentes molhagens com a
finalidade de evitar a brusca evaporação.
Recomenda-se o não assentamento de tijolos encharcados, ou sob a ação direta de
chuvas, para evitar a reação de eventuais sulfatos dos tijolos com os álcalis do cimento dando
lugar a indesejáveis eflorescências.
O alinhamento vertical da alvenaria – prumada, será utilizado o prumo de pedreiro.
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As fiadas serão niveladas, alinhadas e aprumadas perfeitamente. As juntas terão a


espessura máxima de 10 mm e serão rebaixadas à ponta de colher, para que o reboco adira
fortemente à parede.
Não será permitida a colocação de tijolos com os furos voltados no sentido da espessura
das paredes.
Todas as saliências superiores a 40 mm serão constituídas com componentes cerâmicos.
Para perfeita aderência nos casos de justaposição de alvenaria de tijolos e superfície de
concreto, estas últimas serão chapiscadas, nos pilares serão usadas “esperas” de arame de aço
Ø 3,2mm colocadas antes da concretagem.
As paredes de vedação, sem função estrutural, sofrerão preenchimento perfeito contra as
lajes do teto, através de fiada de alvenaria de tijolos maciços, dispostos obliquamente
(encunhamento). Este preenchimento só poderá ser executado depois de decorridos sete dias
da conclusão de cada trecho de parede, de modo a garantir o perfeito travamento entre a
alvenaria e a estrutura.
O vão entre o final da elevação da parede e a estrutura (viga ou laje) deverá ser
preenchido de modo a fixar a alvenaria, mediante o preenchimento do vão, de 2.0 a 3.0 cm,
com argamassa expansiva.
A argamassa expansiva é uma mistura seca comprada pronta em sacos de 50kgs. No
canteiro de obras é adicionada água, em quantidade definida pelo fabricante (em média 7
litros), sendo trabalhada em betoneira, em argamasseira ou manualmente, por alguns minutos.
A folga deixada entre a alvenaria e a estrutura – de 2 a 3 cm – é preenchida em cada um dos
lados com uma colher de pedreiro. O excesso é retirado com a própria colher.
Para melhorar a aderência entre a argamassa expansiva e as partes de concreto da
edificação, costuma-se usar o chamado “chapisco rolado”, constituído de uma mistura seca
em pó a base de cimento, polímero, agregados minerais e aditivos, comprada pronta em sacos
e misturado com água no canteiro de obras.
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Figura 3: Execução do encunhamento de Blocos

2. Vergas e Contra-Vergas de Concreto


Vergas de concreto pré-moldado, fck = 20MPa (preparo com betoneira), dimensões de
10 x 10 cm, aço CA-60, bitola fina, inclusive formas tábua 3A. Conforme item P-06.TIJ.1, da
página 582 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição. Os vãos novos ou modificados das
portas e janelas sem peças de respaldo levarão vergas e/ou contra-vergas de concreto armado.
Todos os parapeitos, guarda corpos, platibandas e paredes baixa de alvenaria de tijolos,
não calçados na parte superior, levarão, à guisa de respaldo, percintas de concreto armado.

Figura 4: Modo de execução de verga e contra-verga


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E004 – COBERTURA
1. Estrutura metálica
Descrição
Os serviços a serem realizados englobam execução da estrutura metálica da cobertura
com apoio nos pilares locados em planta de projeto especifico.

Aplicação
Na cobertura, de acordo com projeto arquitetônico e específico.
Execução
Todos os elementos de projeto produzidos pelo fabricante deverão ser submetidos à
aprovação da Fiscalização que deverá, de preferência, acompanhar a execução dos serviços.
As modificações de projeto que eventualmente forem necessárias durante os estágios de
fabricação e montagem da estrutura deverão ser submetidas à aprovação da Fiscalização.
Deverá seguir as especificações do projeto específico.
Matéria Prima
O aço e os elementos de ligação utilizados na fabricação das estruturas metálicas
obedecerão às prescrições estabelecidas nas especificações de materiais.
Somente poderão ser utilizados na fabricação os materiais que atenderem aos limites de
tolerância de fornecimento estabelecidos no projeto.
Serão admitidos ajustes corretivos através de desempeno mecânico ou por aquecimento
controlado, desde que a temperatura não ultrapasse a 650°C. Estes procedimentos também
serão admitidos para a obtenção de pré-deformações necessárias.
Cortes
Os cortes por meios térmicos deverão ser realizados, de preferência, com equipamentos
automáticos. As bordas assim obtidas deverão ser isentas de entalhes e depressões.
Eventuais entalhes ou depressões de profundidade inferior a 4,5 mm poderão ser
tolerados. Além desse limite deverão ser removidos por esmerilhamento. Todos os cantos
reentrantes deverão ser arredondados com um raio mínimo de 13 mm.
Aplainamento de Bordas
Não será necessário aplainar ou dar acabamento às bordas de chapas ou perfis cortados
com serra, tesoura ou maçarico, salvo indicação em contrário nos desenhos e especificações.
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Bordas cortadas com tesoura deverão ser evitadas nas zonas sujeitas à formação de rótulas
plásticas.
Se não puderem ser evitadas, as bordas deverão ter acabamento liso, obtido por esmeril,
goiva ou plaina. As rebarbas deverão ser removidas para permitir o ajustamento das partes
que serão parafusadas ou soldadas, ou se originarem riscos durante a construção.
Produtos Laminados
A não ser que sejam estabelecidas exigências especiais, os ensaios para a demonstração
da conformidade do material com os requisitos de projeto serão limitados aos exigidos pelas
normas e especificações. Se o material recebido não atender às tolerâncias da ASTM A6
relativas à curvatura, planicidade, geometria e outros requisitos, será admitida a correção por
aquecimento ou desempeno mecânico, dentro dos limites indicados na norma.
Os procedimentos corretivos para recondicionamento de chapas e perfis estruturais
recebidos da usina poderão também ser utilizados pelo fabricante da estrutura se as anomalias
forem constatadas ou ocorrerem após o recebimento dos produtos. Procedimentos mais
restritivos deverão ser acordados com a Fiscalização, de conformidade com o estabelecido no
Caderno de Encargos.
Os materiais retirados do estoque deverão ter qualidade igual ou superior à exigida pelas
especificações. Os relatórios elaborados pela usina poderão ser aceitos para a comprovação da
qualidade. Os materiais de estoque adquiridos sem qualquer especificação não poderão ser
utilizados sem a aprovação expressa da Fiscalização e do autor do projeto.
Perfis Soldados
Todas as colunas, vigas principais ou secundárias e outras peças da estrutura deverão
ser compostas com chapas ou perfis laminados inteiramente soldados, conforme indicação do
projeto.
Todas as soldas a arco serão do tipo submerso e deverão obedecer às normas da AWS.
O processo de execução deverão ser submetido à aprovação da Fiscalização.
As soldas entre abas e almas serão de ângulo e contínuas ou de topo com penetração
total, executadas por equipamento inteiramente automático. Poderão ser utilizadas chapas de
encosto em função das necessidades. As soldas de enrijecedores às almas das peças deverão
ser semiautomáticas ou manuais.
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Os elementos deverão ser posicionados de tal modo que a maior parte do calor
desenvolvido durante a solda seja aplicado ao material mais espesso. As soldas serão iniciadas
pelo centro e se estenderão até as extremidades, permitindo que estas estejam livres para
compensar a contração da solda e evitar o aparecimento de tensões confinadas.
As peças prontas deverão ser retilíneas e manter a forma de projeto, livre de distorções,
empenos ou outras tensões de retração.
Treliças
As treliças deverão ser soldadas na oficina e parafusadas no local de montagem, salvo
indicação contrária no projeto. De um modo geral, os banzos superiores e inferiores não
deverão ter emendas. Se forem necessárias para evitar manuseio especial ou dificuldades de
transporte, as emendas serão localizadas nos quartos de vão. As juntas serão defasadas e
localizadas nos pontos de suporte lateral ou tão próximas quanto possível desses pontos.
As treliças deverão ser montadas com as contraflexas indicadas no projeto ou de
conformidade com as normas, no caso de omissão do projeto.
Miscelânea
O fabricante fornecerá todas as peças de fechamento da edificação indicadas no projeto,
como vigas de fachada, pendurais, vigas de beiral, suportes de parapeito, parapeitos, calhas,
escadas e marquises.
Contraventamento das Colunas, Treliças e Terças
Todos os contraventamentos serão executados de forma a minimizar os efeitos de
excentricidades nas ligações com a estrutura. De um modo geral, os contraventamentos
executados com barras redondas deverão ser ligados às treliças ou às vigas por meio de
cantoneiras de fixação.
Os tirantes de fechamento da cobertura, constituídos de barras redondas e cantoneiras,
deverão prover todas as terças da estrutura.
Os contraventamentos fabricados com duplas cantoneiras deverão executados com
chapas soldadas e travejamentos espaçados, de conformidade com as especificações.
Construção Parafusada
Se a espessura da chapa for inferior ou no máximo igual ao diâmetro nominal do
parafuso acrescido de 3 mm, os furos poderão ser puncionados. Para espessuras maiores os
furos deverão ser broqueados com seu diâmetro final. Os furos poderão ser puncionados ou
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broqueados com diâmetros menores e posteriormente usinados até os diâmetros finais, desde
que os diâmetros das matrizes sejam, no mínimo, 3,5 mm inferiores aos diâmetros finais dos
furos. Não será permitido o uso de maçarico para a abertura de furos.
Durante a parafusagem deverão ser utilizados parafusos provisórios para manter a
posição relativa das peças, vedado o emprego de espinas para forçar a coincidência dos furos,
alarga-los ou distorcer os perfis. Coincidência insuficiente deverá originar recusa da peça pela
Fiscalização.
Todos os materiais e métodos de fabricação obedecerão à especificação para conexões
estruturais para parafusos ASTM A325, na sua mais recente edição. O aperto dos parafusos de
alta resistência será realizado com chaves de impacto, torquímetro ou adotando o método de
rotação da porca do AISC.
Construção Soldada
A técnica de soldagem, a execução, a aparência e a qualidade das soldas, bem como os
métodos utilizados na correção de defeitos, deverão obedecer às seções 3 e 4 da AWS D 1.1.
As superfícies a serem soldadas deverão estar livres de escórias, graxas, rebarbas, tintas
ou quaisquer outros materiais estranhos. A preparação das bordas por corte a gás será
realizada, onde possível, por maçarico guiado mecanicamente. As soldas por pontos deverão
estar cuidadosamente alinhadas e serão de penetração total.
Deverão ser respeitadas as indicações do projeto de fabricação, tais como dimensões,
tipo, localização e comprimento de todas as soldas. As dimensões e os comprimentos de todos
os filetes deverão ser proporcionais à espessura da chapa e à resistência requerida.
Os trabalhos de soldagem deverão ser executados, sempre que possível, de cima para
baixo. Na montagem e junção de partes da estrutura ou de elementos pré-fabricados, o
procedimento e a seqüência de montagem serão tais que evitem distorções desnecessárias e
minimizem os esforços de retração. Não sedo possível evitar altas tensões residuais nas soldas
de fecho nas conexões rígidas, o fechamento será realizado nos elementos de compressão.
Na fabricação de vigas com chapas soldadas às flanges, todas as emendas de oficina de
cada componente deverão ser realizadas antes que seja soldado aos demais componentes.
Vigas principais longas ou trechos de vigas principais poderão executadas com emendas de
oficina, mas com não mais de três subseções.
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O pré-aquecimento à temperatura adequada deverá levar a superfície até uma distância


de 7,5 cm do ponto de solda. Esta temperatura deverá ser mantida durante a soldagem.
Pintura de Fábrica
Os elementos de projeto deverão especificar todos os requisitos de pintura, incluindo as
peças a serem pintadas, a preparação das superfícies, a especificação da pintura e a espessura
da película seca da pintura de fábrica.
A pintura de fábrica é a primeira camada do sistema de proteção, que deverá funcionar
por um período curto de tempo, e assim será considerada temporária e provisória. A
Contratada deverá evitar a deteriorização desta camada por mau armazenamento ou por
submetê-la a ambientes mais severos que os ambientes normais.
O fabricante deverá efetuar a limpeza manual do aço, retirando a ferrugem solta, carepa
de laminação e outros materiais estranhos, de modo a atender aos requisitos da SSPC-SP 2. Se
não for especificada no projeto, a pintura deverá ser aplicada por pincel, rolo, “spray”,
escorrimento ou imersão. A espessura mínima da película seca de fábrica deverá ser de 25
micra.
As partes das peças de aço que transmitem esforços ao concreto por aderência não
deverão ser pintadas. Com exceção deste caso e nos pontos em que a pintura for
desnecessária, todas as peças deverão receber na fabricação pelo menos uma camada de
epóxi.
As superfícies inacessíveis após a montagem da estrutura serão previamente limpas e
pintadas, com exceção das superfícies de contato, que não deverão ser pintadas.
As ligações com parafusos trabalhando por contato poderão ser pintadas. As ligações
com parafusos trabalhando por atrito e as superfícies que transmitem esforços de compressão
por contato deverão ser limpas e sem pintura, a ser que seja considerado no cálculo um
coeficiente de atrito adequado a este tipo de acabamento. Se as superfícies forem usinadas,
deverão receber uma camada inibidora de corrosão, removível antes da montagem da
estrutura.
Se não houver outra especificação, as superfícies a serem soldadas no campo, numa
faixa de 50 mm de cada lado da solda, deverão estar isentas de materiais que impeçam a
soldagem adequada ou que produzam gases tóxicos durante a sua execução. Após a soldagem,
as superfícies deverão receber a mesma limpeza e proteção previstas para toda a estrutura.
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Todos os elementos de aço deverão receber jateamento no padrão Sa3 ao metal branco e
pintura com duas demãos de fundo epóxi e três demãos de esmalte epóxi para acabamento (em
cor definida pelo cliente – ver projeto de arquitetura).
Entrega Antecipada
Elementos como chumbadores de ancoragem, a serem instalados nas fundações de
concreto ou em outras estruturas de concreto, e placas de base soltas, a serem instaladas sobre
argamassa de enchimento, deverão ser entregues antes das demais peças, a fim de evitar
atrasos no desenvolvimento da construção das fundações ou na montagem da estrutura
metálica.
Entrega da Estrutura
A estrutura metálica deverá ser entregue no canteiro de serviço após ter sido pré-
montada na oficina e verificadas todas as dimensões e ligações previstas no projeto, de forma
a evitar dificuldades na montagem final.
Em casos especiais, a entrega da estrutura obedecerá a uma seqüência previamente
programada e aprovada pela Fiscalização, a fim de permitir uma montagem mais eficiente e
econômica.
Transporte, Manuseio e Armazenamento
Após a entrega no canteiro de serviço, a estrutura será armazenada sobre dormentes de
madeira. Durante o manuseio e empilhamento, todo cuidado será tomado para evitar
empenamentos, danos na pintura, flambagens, distorções ou esforços excessivos nas peças.
Partes protuberantes, capazes de serem dobradas ou avariadas durante o manuseio ou
transporte, serão escoradas com madeira, braçadeiras ou qualquer outro meio. Peças
empenadas não deverão ser aceitas pela Fiscalização. Os métodos de desempeno também
deverão ser previamente aprovados pela Fiscalização.
Montagem
A Contratada deverá manter vias de acesso ao canteiro que permitam a movimentação
dos equipamentos a serem utilizados durante a fase de montagem, bem como a manipulação
das peças a serem montadas no canteiro de serviço, de conformidade com o Plano de
Execução dos serviços e obras.
O Plano de Execução será elaborado de conformidade com as facilidades do canteiro de
serviço, como espaços adequados para armazenamento, vias de acesso e espaços de
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montagem livres de interferências, previamente concebido e executado pela Contratada sob as


condições oferecidas pelo Contratante.
Cumprirá ao Contratante o fornecimento de marcos com coordenadas e referências de
nível, necessários à correta locação da edificação e dos eixos e pontos de montagem da
estrutura.
No caso de contrato específico e limitado à execução da estrutura metálica, caberá ao
Contratante fornecer as fundações, bases, encontros e apoios com resistências e demais
características adequadas à montagem da estrutura metálica.
Controle dos Chumbadores e Acessórios Embutidos
Os chumbadores e parafusos de ancoragem deverão ser instalados pela Contratada de
conformidade com o projeto da estrutura. No caso de contrato específico e limitado à
execução da estrutura metálica, cumprirá ao Contratante responder por essa instalação.
As tolerâncias de desvios não poderão ultrapassar os seguintes limites:
- 3 mm de centro a centro de dois chumbadores quaisquer dentro de um grupo que
compõem uma ligação;
- 6 mm de centro a centro de grupos adjacentes de chumbadores;
- Para cada 30 m medidos ao longo da linha estabelecida para os pilares, o valor
acumulado dos desvios entre grupos não poderá superar 6 mm ou o total de 25 mm
(linha estabelecida para os pilares é a linha real de locação mais representativa dos
centros dos grupos de chumbadores ao longo de uma linha de pilares);
- 6 mm entre o centro de qualquer grupo de chumbadores e a linha estabelecida para os
pilares que passa por esse grupo;
Para pilares individuais, locados fora das linhas estabelecidas para os pilares, aplicam-se
as tolerâncias das alíneas b), c), e d), desde que as dimensões consideradas sejam medidas nas
direções paralela e perpendicular à linha mais próxima estabelecida para os pilares.
O respeito a essas tolerâncias deverá permitir o atendimento das exigências de
montagem da estrutura. A não ser indicação em contrário, os chumbadores deverão ser
instalados perpendicularmente à superfície teórica de apoio.
Outros acessórios embutidos ou materiais de ligação entre a estrutura metálica e partes
executadas por outras Contratadas, deverão ser locados e instalados de conformidade com os
desenhos aprovados pela Fiscalização.
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O fabricante deverá fornecer cunhas, calços e parafusos de nivelamento necessários à


montagem da estrutura, marcando com clareza nos dispositivos de apoio as linhas de trabalho
que facilitem o adequado alinhamento.
Imediatamente após a instalação de qualquer dispositivo de apoio, a Contratada ou
Contratante, no caso de contrato específico e limitado à execução da estrutura metálica,
deverá verificar os alinhamentos e níveis, executando os enchimentos de argamassa
necessários.
Suportes Temporários
Suportes temporários como estais, contraventamentos, andaimes, fogueiras e outros
elementos necessários para os serviços de montagem, deverão ser determinados, fornecidos e
instalados pelo montador com a assessoria da Fiscalização.
Os suportes temporários deverão garantir que a estrutura metálica ou qualquer parte
montada possa resistir a cargas comparáveis em intensidade àquelas para as quais a estrutura
foi projetada, resultantes da ação do vento ou operações de montagem, excluindo cargas
extraordinárias e imprevisíveis.
Os suportes temporários poderão ser removidos pela Contratada após a estrutura ter sido
conectada definitivamente, de acordo com o projeto e com a autorização expressa da
Fiscalização e do autor do projeto.
Pisos e Corrimãos
A Contratada deverá fornecer os pisos, corrimãos e passadiços temporários que forem
exigidos pelas normas de segurança e saúde no trabalho, de forma a proteger o pessoal de
montagem contra acidentes. A Contratada deverá remover estas instalações após a conclusão
das operações de montagem.
Tolerâncias de Montagem
As tolerâncias de montagem são estabelecidas em relação aos pontos e linhas de
trabalho das barras da estrutura, estando assim definidos:
Para barras não horizontais, o ponto de trabalho é o centro real em cada extremidade da
barra;
Para barras horizontais, o ponto de trabalho é a linha de centro real da mesa superior em
cada extremidade;
A linha de trabalho é uma linha reta ligando os pontos de trabalho da barra.
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Outros pontos de trabalho poderão ser utilizados para facilidade de referência;


As tolerâncias devem obedecer aos seguintes limites e condições:
- O desvio da linha de trabalho de um pilar em relação à linha de prumo não deverá ser
superior a 1:500, observadas as seguintes limitações: 25 mm para pilares adjacentes a
poços de elevadores; 25 mm da fachada para fora e 50 mm no sentido oposto para
pilares de fachada; os pontos de trabalho dos pilares de fachada não poderão cair fora
de uma faixa de 38 mm;
- O alinhamento das barras que se ligam aos pilares será considerado satisfatório se
estes estiverem dentro das tolerâncias. A elevação das barras será considerada
aceitável se a distância entre o ponto de trabalho da barra e a emenda do pilar
imediatamente superior estiver entre +5 mm e -8 mm; As demais barras serão
consideradas ajustadas se o seu desvio não for superior a 1:500 em relação à reta
traçada entre os pontos de suporte da barra.
- Para vergas, vigas sob paredes, cantoneiras de parapeito, suportes de esquadrias e
peças semelhantes a serem utilizadas por outras Contratadas e que exijam limites
rigorosos de tolerância, a Fiscalização deverá exigir ligações ajustáveis à estrutura.
Antes da colocação ou aplicação de quaisquer outros materiais, a Fiscalização deverá
constatar que a locação da estrutura é aceitável em prumo, nível e alinhamento.
Correção de Desvios e Defeitos
Os desvios e defeitos que não puderem ser corrigidos pelos meios normais, utilizando
pinos ou aparelhos manuais para o realinhamento das peças da estrutura, ou que exijam
alterações na configuração das peças deverão ser comunicados imediatamente à Fiscalização
para a escolha de uma solução alternativa eficiente e econômica.
Conexões
Todas as conexões estruturais deverão utilizar parafusos de alta resistência cujo aperto
será realizado com chaves de impacto, torquímetro ou adotando o método de rotação da
porca, conforme especificação do AISC. As chaves deverão ser calibradas por aparelho para
medir a tensão real do parafuso decorrente do aperto, em atendimento às recomendações
constantes na NBR 8800. Os parafusos e porcas inacessíveis às chaves de impacto serão
apertados por meio de chaves de boca e o torque verificado por torquímetro.
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Os parafusos e porcas acessíveis às chaves de impacto serão instalados e apertados de


conformidade com o seguinte processo:
- Acertar os furos com pinos de chamada, de modo a manter as dimensões e o prumo
da estrutura. Utilizar parafusos em número suficiente, de qualidade e diâmetro
adequados, a fim de manter a conexão na posição. Nesse ponto será suficiente aplicar
aperto manual. Os parafusos de alta resistência permanecerão em sua posição
permanentemente. As arruelas necessárias serão colocadas junto com os parafusos
durante o ajuste na posição;
- Aplicar o pré-torque nos parafusos já instalados; neste momento, todas as faces
deverão estar em estreito contato;
- Remover os pinos de chamada e colocar os parafusos restantes aplicando o pré-
torque;
- Para o aperto final é necessário cuidado especial para evitar a rotação do elemento ao
qual não se aplica o torque. Deverá ser usada uma chave manual para manter fixa a
cabeça ou a porca que não está sendo girada. O aperto final, a partir da condição de
pré-torque, deverá ser atingido girando a cabeça ou a porca de um quarto do diâmetro
da mesma.
Pintura de Acabamento
Após a montagem da estrutura, todas as superfícies serão limpas de modo a ficarem
adequadas à aplicação da pintura de acabamento. Os pontos das superfícies cuja camada de
tinta aplicada na oficina tenha sido avariada deverão ser retocados utilizando a tinta original.
Também as áreas adjacentes aos parafusos de campo deixados sem pintura serão
devidamente escovadas, de forma a assegurar a aderência da tinta e pintadas. A pintura de
acabamento será aplicada nas demãos necessárias, conforme indicação das especificações, de
modo a obter uma superfície final uniforme.
Recebimento
O recebimento da estrutura metálica será efetuado inicialmente na oficina da fábrica,
verificando se todos os estágios de fabricação (soldagem, aperto de parafusos, alinhamento,
usinagem, correções de distorções e outros) atendem ao projeto e especificações. A segunda
etapa do recebimento será feita com a verificação de todos os estágios da montagem,
incluindo a pintura de acabamento da estrutura.
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Garantia da Qualidade
A Contratada e o fabricante da estrutura deverão manter um Sistema de Garantia de
Qualidade para que os trabalhos sejam executados de conformidade com o projeto e normas
de execução. Esse Sistema de Qualidade deverá ser proposto ao Contratante de conformidade
com as disposições do projeto e será submetido à aprovação da Fiscalização.
Inspeção de Produtos Recebidos da Fábrica
A inspeção deverá basear-se em relatórios emitidos pela usina e em aspectos visuais e
eventuais ensaios Adicionais.
Inspeção Independente
A Contratada e o fabricante deverão permitir ao inspetor o acesso a todos os locais de
execução dos serviços.
O início dos trabalhos deverá ser notificado à Fiscalização com pelo menos 24 horas de
antecedência. A inspeção deverá ser seqüencial, em tempo oportuno e executada de modo a
minimizar as interrupções nas operações de fabricação e permitir as ações corretivas durante o
processo de fabricação.
Procedimentos análogos se aplicam aos trabalhos de montagem, no canteiro de serviço.
A Contratada e o fabricante deverão receber cópias de todos os relatórios emitidos pelo
inspetor.
Normas E Práticas Complementares
A execução dos serviços de fabricação e montagem de Estruturas Metálicas deverá
atender também às seguintes Normas e Práticas Complementares:
- Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais;
- Normas da ABNT e do INMETRO:
- NBR 8800 - Projeto e Execução de Estruturas de
- Aço de Edifícios - Método dos Estados Limites - 1986;
- Normas Estrangeiras: AISC - American Institute of Steel Construction
- SSPC - Steel Structures Painting Manual
- AWS- American Welding Society;
- Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREACONFEA;
- Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais.
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2. Rufo
Descrição
Rufo em chapa de aço galvanizado n.24, desenvolvimento de 25 cm.
Aplicação
Nos locais de encontro (concordância) entre cobertura e parede e no acabamento de
platibanda (rufo pingadeira).
Execução
A colocação e fixação dos elementos devem ocorrer pouco antes do arremate final do
telhado e o engenheiro deve verificar os seguintes pontos antes de liberar a continuidade dos
trabalhos, pois é prudente evitar retorno de operários sobre a cobertura para fazer reparos para
não causar danos às telhas e acessórios e com isso provocar infiltrações e goteiras.
Conforme item P-07.TEL.8, da página 617 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição.

Figura 5: Rufo

3. Calha
Descrição
A calha em chapa de aço galvanizado n.24, desenvolvimento de 50 cm.
A chapa deve ter espessura uniforme, galvanização perfeita, isenta de nódulos e pontos
de ferrugem, sem apresentar fissuras nas bordas.
Aplicação
A calha será aplicada nos beirais da cobertura, de acordo com projeto arquitetônico.
Execução
A colocação e fixação dos elementos de captação de água devem ocorrer pouco antes do
arremate final do telhado e o engenheiro deve verificar os seguintes pontos antes de liberar a
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continuidade dos trabalhos, pois é prudente evitar retorno de operários sobre a cobertura para
fazer reparos para não causar danos às telhas e acessórios e com isso provocar infiltrações e
goteiras.
Observar caimento mínimo de 0,5% nas calhas.
A fixação de peças em chapas galvanizadas deve obedecer os detalhes indicados em
projeto.

Figura 6: Calha metálica

4. Telha de Fibrocimento
Descrição
Telha de fibrocimento ondulada, espessura 6 mm, incluso juntas de vedação e acessó-
rios de fixação, excluindo madeiramento.
As telhas de fibrocimento serão de procedência conhecida e idônea, textura homogênea,
compactas, de coloração uniforme, isentas de rachaduras, ninhos ou qualquer material
estranho. Deverão apresentar as bordas e saliências íntegras e regulares.
Deverão ser verificadas todas as etapas do processo executivo, de modo a garantir
perfeita uniformidade de panos, alinhamentos das telhas e beirais, fixação e vedação da
cobertura.
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As telhas deverão ser inteiras para vencer os vãos do telhado e apresentar-se em boas
condições, sem emassamentos, com cantos lineares, sem furos ou rachaduras. As peças de
acabamento e arremates deverão ser colocadas seguindo as especificações do fabricante e as
indicações do projeto.
Demais especificações seguem conforme item E-TEL.4, da página 407 do Caderno de
Encargos da PINI – 5ª Edição.
Aplicação
Em toda área de cobertura referente à edificação, conforme projeto arquitetônico.
Execução
Deverão ser respeitadas as condições de apoio, os vãos livres máximos admissíveis en-
tre os apoios das telhas, os recobrimentos recomendados e os limites para beiras.
A montagem deverá ser iniciada, sempre, do beiral para a cumeeira.
Deverá ser feita, sempre que possível, no sentido contrário dos ventos dominantes da
região.
Antes de se iniciar o serviço será necessário verificar se as peças complementares, tais
como arestas, cumeeiras, sheds e rufos, correspondem ao mesmo sentido de montagem a ser
adotado.
Águas opostas do telhado deverão ser cobertas simultaneamente. A cumeeira deverá ser
usada como gabarito para manter o alinhamento das ondas.
As terças deverão ser paralelas entre si. Caso a construção esteja fora do esquadro, a
primeira telha será colocada perpendicularmente às terças acertando o beiral lateral com o
corte diagonal das telhas da primeira faixa. As demais telhas serão montadas normalmente.
No recobrimento de quatro cantos de telhas, os dois intermediários deverão ser corta-
dos.
O emprego de um gabarito facilita a marcação dos cortes de cantos. Estes deverão ser
feitos, de preferência, no chão, antes de levar as telhas para o telhado, usando-se serrote. Po-
derá ser utilizada torquês, de modo a evitar a quebra além da ilha de corte.
As faces das terças em contato com as telhas deverão situar-se em um mesmo plano.
As telhas não deverão ser apoiadas em arestas (quinas) ou faces arredondadas.
Não se deverá pisar diretamente sobre as telhas. Utilizar tábuas apoiadas em três terças.
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Demais especificações seguem conforme item E-TEL.4, da página 603 do Caderno de


Encargos da PINI – 5ª Edição.

Figura 7: Assentamento e fixação das telhas de fibrocimento ondulada

E005 – ESQUADRIAS/ FERRAGENS/ ARMÁRIOS EMBUTIDOS


Condições Gerais (Esquadrias)
Todos os serviços de serralheria e marcenaria deverão ser executados seguindo a melhor
técnica para trabalhos deste gênero e obedecer rigorosamente às indicações constantes nos
detalhes e nas especificações que acompanham o projeto, normas técnicas e o item P-
13.ESQ.1, pagina 831 e seguintes, do Caderno de Encargos da PINI-5 Edição.
Todas as medidas deverão ser aferidas e confirmadas no local, antes da produção da
esquadria. No dimensionamento dos perfis, das vedações e das fixações deverão ser
considerados os parâmetros estabelecidos na NBR 10821 para estanqueidade a água e ar,
resistência a cargas de vento e funcionamento das esquadrias. Deverá estar subscrito no
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contrato das esquadrias o período de garantia dos materiais e instalação, por um período de no
mínimo 05 anos, exceto quanto a problemas por manuseio inadequado da esquadria.
1. Normas de Instalação
A instalação deverá seguir as seguintes normas:
- OS CONTRAMARCOS definirão todos os níveis de revestimento da obra interna e
externamente. Após a definição do modelo e sua locação (no centro ou faceando
internamente o peitoril), dá-se início sua instalação devidamente prumados e
nivelados com pré-fixação. Utiliza-se o prumo pelo lado externo da fachada obtendo-
se o alinhamento vertical de locação dos contramarcos. As medidas dos vãos para
fabricação dos contramarcos e posteriormente das esquadrias, serão de total
responsabilidade do FABRICANTE. A fabricação dos contramarcos só poderá ser
iniciada após análise e aprovação pela CONSTRUTORA do projeto de execução das
esquadrias. O chumbamento final com argamassa apropriada e de alta aderência
ficará a cargo do CONSTRUTOR, sob supervisão do FABRICANTE, de maneira
que o perfil não fique oco, bem como a regularização interna do vão. Os
contramarcos deverão ser totalmente limpos de massa de cimento e poeira antes da
instalação da esquadria. Os cantos do perfil horizontal inferior dos contramarcos
deverão ser vedados com massa de vedação. No caso da impossibilidade de uso do
contramarco, a esquadria deverá receber um sistema de cantoneiras que permita
vedação interna e externa. Em função da importância do contramarco, não será
admitido que este seja negociado e instalado por uma empresa que não vá fornecer as
esquadrias da obra, para evitar a isenção das devidas responsabilidades deste item.
- AS ESQUADRIAS deverão ter arremates prevendo sua colocação na face interna do
vão, quando não definido em contrário no projeto de arquitetura ou na especificação.
A inspeção da fabricação e instalação das esquadrias, bem como a aprovação dos
desenhos pela CONSTRUTORA não exime a responsabilidade total do
FABRICANTE quanto à qualidade dos materiais e serviços, resistência, vedação e
perfeito funcionamento das mesmas. As esquadrias só devem ser instaladas quando a
obra oferecer as condições ideais para a sua colocação evitando danos às mesmas e à
sua anodização/pintura. Caso a CONSTRUTORA solicite a instalação das esquadrias
em condições que não sejam ideais, o FABRICANTE deverá solicitar por escrito esta
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autorização, ficando por conta da CONSTRUTORA a proteção das esquadrias com o


material adequado a evitar danos provenientes de cal, cimento, ácido, etc.
- A REVISÃO deverá ser feita após a instalação das esquadrias e dos vidros, pelo
FABRICANTE das mesmas, em todos os vãos para ajuste específico em cada
situação no que for necessário. As inspeções dos serviços de instalação serão
executadas de preferência ao se iniciar a colocação de cada tipo e durante os seus
andamentos, devendo a obra através do seu engenheiro solicitar por escrito vistoria
com antecedência de 72hs. Somente após esta revisão, a CONSTRUTORA poderá
aceitar como concluída esta fase da obra. A partir de então a responsabilidade pela
conservação das esquadrias, em pleno funcionamento, ficará sob responsabilidade da
CONSTRUTORA.
- A VEDAÇÃO FINAL deverá ser executada com silicone neutro na cor mais
indicada para a obra. Esta vedação deverá ser feita pelo FABRICANTE.
- RETOQUE nos perfis anodizados, se necessário, poderão ser feitos com spray da
própria cor.
- Deverá ser prevista pela CONSTRUTORA uma sala específica para armazenamento
das esquadrias na obra até sua instalação no vão.
- As esquadrias deverão ser enviadas para obra protegida com plástico bolha ou papel
crepe em toda a superfície exposta, para evitar danos ao alumínio.
- Não será permitida sob nenhuma hipótese a fabricação das esquadrias dentro do
canteiro de obra.

2. Esquadrias de Vidro Temperado


Considerações Gerais
1. As portas fixas serão em vidro temperado, incolor, espessura variável conforme
quadro de esquadrias. A espessura do vidro deverá ser confirmada conforme consulta á forne-
cedor específico.
2. Todos os cortes das chapas de vidro e perfurações necessárias à instalação serão
definidos e executados na fábrica, de conformidade com os as dimensões dos vãos dos caixi-
lhos, obtidas através de medidas realizadas pelo fabricante nas esquadrias instaladas. Deverão
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ser definidos pelo fabricante todos os detalhes de fixação, tratamento nas bordas e assenta-
mento das chapas de vidro.
Conforme item E-VID.1, da página 442 no item E-VID.2, da página 444 do Caderno
de Encargos da PINI-5 edição.
Descrição
Variedade de modelo e dimensão das portas de vidro temperado:
 P1: porta de correr, seis folhas, 5,70x2,57m;
 P2: porta de dobradiça, duas folhas, 1,20x3,73m, com bandeira;
 P3: porta de dobradiça, duas folhas, 1,00x3,73m com bandeira;
 P6: porta de dobradiça, duas folhas, 1,50x2,30m;
 P7: porta de correr, quatro folhas, 3,00x2,10m;
 P12: porta de dobradiça, duas folhas, 1,30x3,83m com bandeira;
Variedade de modelo e dimensão das janelas de vidro temperado:
 J1: janela de vidro fixo, 1,00x2,90-0,80m, com bandeira;
 J2: janela de correr, duas folhas, 1,00x2,90-0,80m;
 J3: janela de correr, duas folhas, 1,15x0,96-1,18m;
 J4: janela de correr, duas folhas, 1,50x1,20-1,02m;
 J5: janela de correr, quatro folhas, 2,00x1,00-1,10m;
 J6: janela basculante, três folhas, 1,80x0,60-2,30m;
 J7: janela basculante, uma folha, 0,55x0,35-1,75m;
 J8: janela de vidro fixo, 1,25x0,55-1,20m;
 J9: janela de vidro fixo, 1,00x2,73-0,80m;
Aplicação
P1 será instalada nos ambientes: P6 será instalada nos ambientes:
 Recepção (01).  Hall (01).
P2 será instalada nos ambientes: P7 será instalada nos ambientes:
 Hall (01).  Plenária (01).
P3 será instalada nos ambientes: P12 será instalada nos ambientes:
 Hall (01).  CPD 03 (01).
J1 será instalada nos ambientes:  Contabilidade (01);
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 CPD 01 (01);  Sala dos Vereadores (02);


 CPD 04 (01);  Plenária (06);
 CPD 03 (01);  Escritório 02 (01).
 Gabinete 03 (01); J7 será instalada nos ambientes:
 Gabinete 04 (01).  WC Masculino (01);
J2 será instalada nos ambientes:  WC Feminino (01);
 Secretaria (01).  WC Presidência (01);
J3 será instalada nos ambientes:  WC Público (01).
 Presidência (01). J8 será instalada nos ambientes:
J4 será instalada nos ambientes:  Sala de Som (01).
 Gabinete 01 (01); J9 será instalada nos ambientes:
 Gabinete 02 (01).  CPD 03 (01);
J5 será instalada nos ambientes:  Gabinete 03 (01);
 Escritório 01 (01).  Circulação 01 (01).
J6 será instalada nos ambientes:
Execução
São realizadas antes os cortes e perfurações de chapas de vidro temperado, na fábrica
antes da operação de têmpera. Perfurações terão diâmetro mínimo igual a espessura das cha-
pas e máximo igual a 1/3 da largura. No assentamento com grampos ou prendedores, será
vedado o contato direto entre elementos metálicos e o vidro. Toda serralheria será inoxidável
ou deve ser cuidadosamente protegida contra a oxidação, a fim de evitar pontos de ferrugens
que provocariam a quebra do vidro. Assegurar folga de ordem de 3 a 5 mm entre o vidro e a
esquadria. Conforme item P-16.PLA.1, da página 864 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição. O vidro da porta deverá ser instalado em caixilho de alumínio. Solicitar a cor do
acabamento junto à FISCALIZAÇÃO em tempo hábil, de forma a não atrasar a entrega do
serviço.
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Figura 8: Vidro Temperado

3. Portas de Madeira
Descrição
As portas serão de madeira compensada lisa para cera ou verniz, com espessura de 3,5
cm, incluso aduela 1A, alizar 1A e dobradiças com anel. Adição de chapa de aço na porta
conforme especificação de projeto. O dimensionamento de cada porta deverá seguir o projeto
arquitetônico, devendo as medidas ser confirmadas no local da obra.
A madeira deverá seguir o que prescreve o item E-MAD.1, da página 313 do Caderno
de Encargos da PINI – 5ª Edição.
Variedade de modelo e dimensão das portas de vidro temperado:
 P4: porta de dobradiça, uma folha, 0,80x2,10m;
 P5: porta de dobradiça, uma folha, 0,70x2,10m;
 P8: porta de correr, duas folhas, 0,80x2,10m;
Aplicação
Conforme projeto arquitetônico.
P4 será instalada nos ambientes:
 Presidência (01);  CPD 01 (01);
 Gabinete 01 (01);  Contabilidade (01);
 Gabinete 02 (01);  Arquivo Morto (01);
 Copa (01);  Hack (01);
 Secretaria (01);  CPD 04 (01);
 Depósito (01);  CPD 03 (01);
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 WC Público (01);  Sala de Som (01);


 Sala dos Vereadores (02);  Escritório 01 (01);
P5 será instalada nos ambientes:
 WC Presidência (01);  WC Masculino (01);
 WC Escritório (01);  WC Feminino (01);
 Circulação 02 (01);
P8 será instalada nos ambientes:
 Plenária (01);

Figura 9: Porta de madeira

4. Portas de Alumínio
Descrição
Portas de alumínio anodizado, no modelo veneziana ou lisa, para banheiros e boxes de
sanitários.
O alumínio deverá seguir a prescrição do item E-ALU.4, da página 65 do Caderno de
Encargos da PINI – 5ª Edição.
Aplicação
De acordo com o projeto arquitetônico.
Variação de modelos e dimensões:
- P11 - Sistema de abertura de dobradiças, de uma folha lisa veneziana, de
dimensões 0,80 x 2,10 m, instalada nos seguintes ambientes:
- Área de Serviço (01).
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Figura 10: Porta de Alumínio Veneziana

5. Portas de Aço
Descrição
As portas de aço serão tipo chapa lisa com barra anti-pânico e guarnições, tendo
dimensões e modelos variáveis, conforme indicado em projeto, e cores a definir pela
FISCALIZAÇÃO.
O aço deverá seguir o que prescreve o item E-AÇO.3, da página 33 a 36; do item E-
AÇO.7 e E-AÇO.8 , ambos da página 38 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
Aplicação
Variação de modelos e aplicações:.
- P09 - Sistema de abertura de dobradiças, de duas folhas, de dimensões 2,00 x 2,10 m,
instalada nos seguintes ambientes:
- Plenária (01).

Figura 11: Porta de Aço


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6. Grade de Aço
Descrição
O aço deverá seguir o que prescreve o item E-AÇO.três, da página 33 a 36; do item E-
AÇO.7 e E-AÇO.8 , ambos da página 38 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição
Aplicação
As grades de aço deverão ser instaladas no lado interno das janelas J1, conforme desta-
cado em projeto arquitetônico

7. Fechaduras para Portas


Descrição
Podem ser aplicadas em portas metálicas ou caixilhos de madeira e perfis de aço ou
alumínio (linha 1000). Atende às exigências da norma ABNT NBR 13053, Revisão 1998.
Possui sistema de segurança retrátil que evita quebras e danos ao batente.
Aplicação
As fechaduras serão aplicadas nas portas de acordo com projeto arquitetônico.
Execução
As furações são feitas com as ferramentas especificadas pelo fabricante para um encaixe
perfeito.
Após introduzir a fechadura é feita a conferência para ter certeza que o cilindro gira
perfeitamente as chaves. Colocam-se os acabamentos de espelhos e maçaneta para um
perfeito visual em ambos os lados.
Materiais necessários:
- Fechadura; - Grosa ou formão;
- Chaves de fenda; - Martelo;
- Trena ou metro; - Esquadro;
- Furadeira; - Lápis.
Primeiramente deve-se marcar a posição de colocação da fechadura na porta, com uma
linha horizontal na altura em que será colocada a fechadura (1,10 m).
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Figura 12: Marcação da posição da fechadura na porta

Em seguida transfere-se a linha para a lateral da porta e marca-se uma outra linha
vertical para dividir a espessura da porta ao meio

Figura 13: Marcação da Posição da Fechadura na Espessura da Porta

São feitos alguns furos com a broca de diâmetro 10 mm ao longo do local onde será
embutida a fechadura.

Figura 14: Marcação do local da fechadura

Com um formão, é feito o entalhe para embutir a fechadura.


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Figura 15: Marcação do entalhe


Após colocada a fechadura, deve-se riscar os contornos da testa da fechadura e em
seguida retirá-la com um formão. Em seguida é feito o entalhe para embutir a testa, deixando
uma caixa com 2 mm de profundidade.

Figura 16: Marcação da fechadura na porta


Para fazer o furo da maçaneta deve-se utilizar a broxa chata com diâmetro de 1/2”. Para
o furo do castelo monobloco ou castelo quádruplo é utilizada uma broca com diâmetro de 3
mm. Após feitos vários furos na linha de contorno do mesmo, o formão é usado para vazá-los.

Figura 17: Marcação do Fura da maçaneta


Deve-se adicionar a lingüeta da fechadura e encostar a porta no batente, marcar as
linhas do trinco e da lingüeta e transferi-las para dentro do batente. É então passada uma linha
vertical dividindo o batente ao meio.
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Figura 18: Marcação das linhas do trinco e da lingüeta


Após centralizar a contra-testa, são marcados os contornos internos dos furos.

Figura 19: Marcação dos furos da contra-testa


Com um formão, são feitos os entalhes dos mesmos nos batentes. Por fim é fixada a
fechadura e aparafusado o espelho e a contra-testa.

Figura 20: Marcação dos entalhes


Recomendações
Em caso de substituição, a medida da fechadura a ser trocada é muito importante para
poder se aproveitar os furos já feitos na porta.
É recomendável adquirir uma fechadura com o espelho mais largo, para cobrir os furos
antigos.
Para reversão do trinco, use apenas uma chave de fenda inserida no canal lateral do
trinco reversível. Puxe o trinco para fora, gire-o e encaixe-o novamente.
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O cilindro de uma fechadura não deve, em hipótese alguma, ser lubrificado com óleo.
Quando necessário use pó de grafite.

Figura 21: Fechadura de porta

E007 – REVESTIMENTOS DE PAREDES E TRATAMENTOS SUPERFICIAIS


1. Definição Geral
Cobrimento de uma superfície com uma ou mais camadas superpostas de argamassa,
apto a receber acabamento decorativo ou constituir-se em acabamento final.

2. Chapisco Comum
Descrição
Chapisco em argamassa de traço volumétrico 1:3 (cimento e areia) com preparo em
misturador 300 Kg.
Aplicado com colher de pedreiro tanto em pilares e vigas de concreto como alvenarias
de paredes internas.
Aplicação
Toda a alvenaria a ser revestida será chapiscada depois de convenientemente limpa. Se-
rão chapiscadas também todas as superfícies lisas de concreto, como teto, montantes, vergas e
outros elementos da estrutura que ficarão em contato com a alvenaria, inclusive fundo de vi-
gas.
Execução
Conforme item P-11.ARG.2, da página 765 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição, os chapiscos serão executados da seguinte forma:
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Argamassa de cimento e areia grossa no traço volumétrico 1:4 (cimento e areia) com
preparo mecânico. A mistura deverá ser processada até a obtenção de coloração uniforme do
compósito.
As superfícies destinadas a receber o chapisco comum serão limpas a vassoura e abun-
dantemente molhadas, com vistas a garantir a aderência da argamassa.
Considera-se insuficiente molhar a superfície projetando-se água com o auxílio de vasi-
lhame. A operação terá de ser executada, para atingir o seu objetivo, com emprego de esgui-
cho de mangueira.
A operação final consiste em lançar-se a argamassa, com colher de pedreiro, através da
peneira de chapisco.

3. Massa Única
Descrição
Revestimento de acabamento para recebimento de pintura, com espessura de 2 cm, com
argamassa de traço 1:2:8 (cimento, cal e areia), preparo mecânico com betoneira 400 L.
Aplicada manualmente em faces internas de paredes de ambientes com área maior que 10 m²,
com execução de taliscas.
Aplicação
Em todas as alvenarias (paredes e muros) e tetos.
Execução
Conforme item P-11.ARG.4, da página 766 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição. As argamassas das áreas externas (ou com contato externo) e de áreas molhadas
deverão receber aditivo impermeabilizante.
A massa única só será executada após completa pega de argamassa das alvenarias e
chapisco.
A massa única de cada pano de parede deverá ser inicializada somente após embutidas
todas as canalizações que por ela devam passar.
Antes da aplicação da massa única, a superfície será abundantemente molhada na forma
descrita para o chapisco comum.
Aditivo impermeabilizante:
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Preparo do substrato – As estruturas que serão impermeabilizadas com argamassa


devem estar suficientemente dimensionadas e sem trincas. Já as superfícies a serem revestidas
devem estar ásperas, limpas, porosas e isentas de partículas soltas.
Preparo do produto – Usar sempre cimento novo, sem pelotas. A areia deve ser média
(0-3 mm), lavada, limpa, isenta de impurezas orgânicas e peneirada. Recomenda-se baixa
relação água/cimento. Misturar o aditivo redutor de permeabilidade antes de usar e dissolvê-lo
na água de amassamento.
Revestimentos de caixas-d'água, piscinas e canalizações – Como preparo prévio, limpar
a superfície e chapiscá-la com adesivo para argamassas e chapiscos. Colocar os canos
rosqueados e apertar os flanges por dentro e por fora, devendo a extremidade do cano
sobressair-se cerca de 3 cm interna e externamente. O processo do revestimento segue com
uma camada de aproximadamente 1 cm de espessura de argamassa com impermeabilizante
sobre o chapisco. Assim que a argamassa estiver seca, repetir o chapisco com adesivo para
argamassas e chapiscos. Repetir o processo em mais 2 camadas, sendo que na última não há
necessidade de aplicar o chapisco, e sim desempenar as superfícies com desempenadeira de
madeira.
Em caixas-d'água e canalizações, como acabamento pode-se aplicar 2 demãos de tinta
asfáltica impermeável, depois que o revestimento estiver completamente seco.
Baldrames e paredes de encosta – Como preparo prévio, limpar a superfície e chapiscá-la com
adesivo para argamassas e chapiscos. Aguardar no mínimo 3 dias para aplicação do
revestimento. Também deve-se aplicar uma camada de revestimento com espessura mínima
de 1,5 cm de argamassa com impermeabilizante sobre o chapisco. Nos baldrames, descer o
revestimento lateralmente cerca de 15 cm. Nunca queimar e alisar com desempenadeira de
aço ou colher de pedreiro. Em ambas as situações, aguardar a secagem da argamassa e aplicar
duas demãos de emulsão asfáltica à base de água.
Assentamento de alvenaria – Assentar todos os tijolos, até a terceira fiada acima do
nível do solo, com argamassa com impermeabilizante. Levantar os revestimentos
impermeáveis sempre 60 cm acima do nível do solo ou das manchas de umidade.
Revestimentos de pisos e paredes – Como preparo prévio, limpar a superfície e chapiscá-la
com adesivo para argamassas e chapiscos. Aguardar no mínimo 3 dias para aplicação do
revestimento. O processo do revestimento necessita de 2 ou 3 camadas, de aproximadamente
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1 cm de espessura cada uma, de argamassa com impermeabilizante sobre o chapisco,


totalizando de 2 a 3 cm de espessura total. Uma camada poderá ser aplicada sobre a anterior,
logo após esta já ter "puxado". Excedendo 6 horas, será necessário intercalar um chapisco
com adesivo para argamassas e chapiscos para que haja boa aderência. Evitar ao máximo as
emendas e não as deixar coincidir nas várias camadas. Desempenar a última camada com
desempenadeira de madeira. Nunca queimar e alisar com desempenadeira de aço ou colher de
pedreiro.
Para a obtenção de um concreto de baixa permeabilidade, devem-se utilizar traços com
consumo mínimo de cimento de 350 kg/m³ de concreto, obedecendo a uma relação
água/cimento de no máximo 0,50 (50 litros de água para 100 kg de cimento). Reduza a
relação água/cimento com o uso de aditivos plastificantes e hidrofugando o sistema capilar
restante com o impermeabilizante. Adensar e curar cuidadosamente para obter um concreto
impermeável.
Armazenamento – Estocar o produto em local coberto, fresco, seco e ventilado, fora do
alcance de crianças, animais e longe de fontes de calor. Conforme as condições climáticas e o
tempo de armazenamento, o produto poderá apresentar variações na viscosidade. A sua
qualidade, entretanto, não sofre nenhuma alteração, visto que a quantidade de ingredientes
ativos permanece constante, independendo da sua viscosidade. Os revestimentos
impermeáveis não aceitam massa fina, podendo-se, entretanto, aplicar massa corrida acrílica
ou PVA. Aconselha-se sempre a realização de ensaios preliminares, nas mesmas condições da
obra, para determinar sua compatibilidade com o cimento a ser usado.
Equipamentos de Proteção Individual necessários na execução:
- Óculos de segurança;
- Avental de PVC;
- Luvas de borracha;
- Primeiros Socorros.

4. Revestimento Cerâmico
Descrição
Conhecido popularmente também como azulejos, são placas cerâmicas fabricadas a
partir de uma mistura de argila. As costas das placas possuem garras, para auxiliar na
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aderência com a superfície onde serão assentadas, denominadas de tardoz. Esses azulejos
cerâmicos devem ser estocados em local plano e firme, protegidos do sol e da chuva. Suas
cores serão definidas pela FISCALIZAÇÃO. As caixas podem ser empilhadas em pilhas de
no máximo 2 metros de altura. A vantagem da sua utilização reside principalmente nas
características de durabilidade, facilidade de limpeza, além dos aspectos estéticos agradáveis.
De acordo com a norma NBR 13754:1996 – Revestimento de paredes internas com placas
cerâmicas e com utilização de argamassa colante – procedimento. A parede que recebe o
revestimento de placas cerâmicas é formada por 6 camadas de materiais diferentes: base,
chapisco, reboco, argamassa colante, rejunte, revestimento cerâmico. Segue item P-11.CER.1,
da página 770 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
Cerâmica esmaltada em paredes 1ª linha, PEI-4, 20 x 20 cm, fixada com argamassa
colante e rejuntamento com cimento branco;
Aplicação
A cerâmica esmaltada 20 x 20 será aplicada nas paredes internas, de acordo com o
projeto arquitetônico, com rejuntamento de cimento branco nos seguintes ambientes:
- WC Masculino; - WC Presidência
- WC Feminino; - WC Público
- Copa; - WC Escritório
- Lavanderia;
Execução
Uma preparação adequada da parede é muito importante para que o resultado final do
trabalho queira a nível técnico quer a nível estético, seja perfeito. Por isto é necessário que
sejam feitas os seguintes preparos, antes do início do assentamento das peças cerâmicas. Para
que o assentamento possa se iniciar, a superfície da parede para aplicação da argamassa
colante deve apresentar-se da seguinte forma:
 Limpa sem fissuras ou rachaduras
 Coesa (não deve se esfarelar)
 Bem aderida à base (não deve apresentar som cavo quando percutida)
 Alinhada em todas as direções (toda a superfície deve pertencer ao mesmo plano)
 O desvio máximo de planeza deve ser de 3 mm em relação a uma régua de 2
metros de comprimento.
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O assentamento da cerâmica em paredes internas deverá se proceder a partir dos


seguintes passos:
- Serviços preliminares: verificar o esquadro e as dimensões da base a ser
revestida, locar sobre a superfície a ser revestida, as juntas horizontais e
verticais entre as peças cerâmicas. Marcar os alinhamentos das primeiras
fiadas, nos dois sentidos, arranjar as peças de forma que sejam feitos cortes
iguais.
- Aplicação da argamassa colante: preparar a argamassa, manualmente ou em
misturador mecânico, a quantidade a ser preparada deve ser suficiente para um
período de trabalho de no máximo 2 a 3 horas, O método de aplicação da
argamassa colante depende da área da placa cerâmica a ser assentada. Para
peças cerâmicas com área igual ou menor do que 900 cm2, a aplicação da
argamassa pode ser feita pelo método convencional, ou seja, a aplicação da
argamassa é somente na parede, estando a peça cerâmica limpa e seca para o
assentamento.
- Colocação das placas cerâmicas: o tardoz das placas cerâmicas a serem
assentadas deve estar limpo, isento de pó, gorduras, ou partículas secas e não
deve ser molhado antes do assentamento. A colocação das placas cerâmicas
deve ser feita debaixo para cima, uma fiada de cada vez. As placas cerâmicas
devem ser colocadas, ligeiramente fora de posição, sobre os cordões de cola.
- Execução das juntas: as juntas de movimentação deverão ter largura de 8 a 12
mm, devendo se estender desde a superfície da base (alvenaria, concreto
armado) até a face externa do revestimento cerâmico. Previamente à execução
do chapisco e reboco, a posição das juntas deve ser marcada sobre a base, com
o auxílio de linhas de náilon, prumo e trena. O preenchimento da junta se inicia
após o endurecimento da argamassa colante e a limpeza das juntas. O material
de enchimento é introduzido no fundo da junta a uma profundidade mínima de
6 mm, no centro da junta, e de 10 mm nas laterais da mesma. Este material
deve ser altamente compressível. A junta deverá ser vedada com um selante
flexível, com características adequadas às condições de exposição e às
deformações esperadas. Após a aplicação o selante deverá ser pressionado
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contra as bordas laterais da junta e alisado com o dedo ou ferramenta


arredondada, úmidos.
- Cura: após a limpeza, as operações para o revestimento da parede estão
completas, muito embora a parede ainda não esteja adequada para uso. É
necessário esperar aproximadamente 15 dias para que as reações físicas e
químicas, que ocorrem com as argamassas, possam acontecer. Estas reações
são fundamentais para a qualidade da aderência entre as diversas camadas que
compõe a parede revestida com placas cerâmicas.
- Limpeza: esta é a operação final e tem a finalidade de eliminar resíduos de ar-
gamassas ou outros materiais usados no processo de assentamento, após a lim-
peza, que deve ser feita com água em abundância, utiliza-se uma solução neu-
tralizante de amônia (uma parte de amônia para cinco partes de água) e se en-
xágua com água em abundância. Finalmente, enxuga-se com um pano, para
remover a água presente nas juntas.
Segue item P-11.CER.1, da página 770 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição e
Conforme o item 21 Rejuntamento Cerâmico, página 100, Construção Passo a Passo – PINI
Volume 2.

Figura 22: Revestimentos Cerâmicos

E008 – PISOS/ SOLEIRAS/ RODAPÉS/ DEGRAUS


1. Contrapiso / Regularização de Piso
Descrição
Contrapiso com espessura de 5 cm, preparado com betoneira.
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Regularização do contrapiso com argamassa traço 1:3 (cimento e areia média), espessu-
ra de 2,0 cm, preparo manual.
Aplicação
Em todas as áreas que receberão revestimentos de piso, conforme projeto arquitetônico.
Execução
O contrapiso será executado com antecedência mínima de 7 (sete) dias em relação ao
assentamento do piso, com vistas a diminuir o efeito da retração da argamassa sobre a
pavimentação de que se trata. A superfície da camada imediatamente anterior ao contrapiso
devera estar isenta de tudo que possa prejudicar a aderência entre ambas. Com finalidade de
garantir a aderência do contrapiso a camada imediatamente inferior, esta ultima será
umedecida e polvilhada com cimento (formando pasta), lançando-se em seguida, a argamassa
que constitui o primeiro. O acabamento da superfície do contrapiso terá textura áspera, obtida
por sarrafeamento ou ligeiro desempenamento.
Demais explicações de execução, seguem o item P-10.CON.12, da página 715 do
Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.

2. Piso porcelanato
Descrição
Revestimento cerâmico para piso com placas tipo porcelanato, de dimensões 0,45 x 0,45
m, PEI 5, 1ª linha.
Deverão ser apresentadas no mínimo três amostras de piso e rejunte à FISCALIZAÇÃO
para escolha, em tempo hábil, de forma a não atrasar a entrega do serviço.
Aplicação
Conforme projeto de arquitetura, assentar e rejuntar o piso nos seguintes ambientes:
- Plenária;
Execução
A execução do piso deve estar de acordo com o projeto de arquitetura, atendendo
também às recomendações da NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos.
Fornecimento:
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- Verificar, na embalagem do produto, a identificação de “primeira qualidade” (no mí-


nimo, 95% das placas não devem apresentar defeitos).
- Verificar a inexistência de rachaduras, base descoberta por falha no vidrado, depres-
sões, crateras, bolhas, furos, pintas, manchas, cantos despontados, lados lascados, in-
crustações de corpos estranhos, riscados, ranhurados e diferença acentuada de tonali-
dade e dimensão, dentro do mesmo lote.
- As placas que apresentarem um dos defeitos acima, desde que se limite a 5% do total
do lote, devem ser separadas para utilização em recortes ou rodapés.
Antes do assentamento das placas cerâmicas, atentar para a execução das juntas de
dessolidarização e, quando necessário, das juntas de movimentação.
As juntas de dessolidarização devem ser executadas ao longo de todo o perímetro da
área em questão, de modo a garantir que o piso cerâmico não tenha contato com as paredes,
permitindo a sua movimentação:
- Assentamento sobre argamassa de regularização: as juntas de dessolidarização deve-
rão ser previstas por ocasião da execução da argamassa de regulariza- ção, utilizando
chapas de EPS ou sarrafos de 10 mm.
- Assentamento direto sobre laje: as juntas de dessolidarização deverão ser executadas
por ocasião do assentamento do piso cerâmico, respeitado o tempo de cura do con-
creto, garantindo um afastamento de 10 mm de largura. Colar fita “crepe” no leito
das juntas, formando uma camada antiaderente em todo o fundo
As juntas de movimentação devem ser executadas sempre que a área do piso for maior
que 32 m², ou sempre que uma das dimensões for maior que 8 m (NBR 13753). O
posicionamento destas juntas deve considerar a paginação da cerâmica, pois as mesmas
devem coincidir com as juntas de assentamento:
- Assentamento sobre argamassa de regularização: as juntas de movimentação devem
ter de 5 a 10 mm de largura e aprofundar-se até a laje. No espalhamento da
argamassa de regularização, executar as juntas com frizador
- Assentamento direto sobre laje: juntas de movimentação devem aprofundar-se
somente na argamassa de assentamento. Colar fita “crepe” no leito das juntas
formando uma camada antiaderente em todo o fundo.
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A selagem das juntas de movimentação e de dessolidarização deve ser executada, após


assentamento do piso cerâmico, limpando as juntas com cinzel e aplicando ar comprimido
para retirada do pó. Proteger as bordas das placas cerâmicas com fita “crepe”. No caso de
assentamento sobre argamassa de regularização, aplicar tarugos limitadores de profundidade
para minimizar o consumo de material selante. O selante monocomponente à base de
poliuretano deve ser aplicado utilizando-se a bisnaga fornecida com o produto. Aplicar nos
períodos mais frios do dia, quando os materiais estarão mais retraídos e, consequentemente, as
juntas mais abertas. As fitas de proteção das placas cerâmicas deverão ser removidas
imediatamente após a aplicação do selante, e este deve ser levemente frizado com os dedos
(utilizar luva de proteção).
O assentamento dos pisos cerâmicos só deve ocorrer após o período mínimo de cura do
concreto ou da argamassa de regularização. No caso de não se empregar nenhum processo
especial de cura, o assentamento deve ocorrer, no mínimo, 28 dias após a concretagem da laje
ou 14 dias após a execução da argamassa de regularização (traço 1:3 cimento e areia).
Considerar uma declividade mínima de 0,5% em direção à ralos, buzinotes ou saídas.
O assentamento dos pisos cerâmicos deve obedecer a paginação prevista em projeto e a
largura especificada para as juntas de assentamento que devem ter um mínimo de 5mm (se
necessário, empregar espaçadores previamente gabaritados). Caso a paginação não esteja
definida em projeto, o assentamento deve ser iniciado pelos cantos mais visíveis do ambiente
a ser revestido, considerando, também, o posicionamento das juntas de movimentação.
Recomenda-se que o controle de alinhamento das juntas seja efetuado sistematicamente com
o auxílio de linhas esticadas longitudinal e transversalmente.
Após limpar o verso da cerâmica, sem molhá-la, o assentamento deve ser realizado sem
interrupções, distribuindo a argamassa em pequenas áreas, que permitam sua utilização dentro
do “tempo em aberto”, de acordo com as orientações na embalagem do produto.
Aplicar a argamassa em dupla camada (no piso e na placa cerâmica), utilizando
desempenadeira de aço com dentes de 8 mm. A argamassa de assentamento deve ser aplicada
com o lado liso da desempenadeira e, em seguida, deve-se aplicar o lado dentado formando
cordões para facilitar o nivelamento e aderência das placas cerâmicas. As reentrâncias
existentes no verso da placa cerâmica devem ser totalmente preenchidas com a argamassa.
Assentar a placa cerâmica ligeiramente fora da posição, de modo a cruzar os cordões da placa
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e do contrapiso e, em seguida, pressioná-la arrastando-a até a sua posição final. Aplicar


vibrações manuais de grande frequência, transmitidas pelas pontas dos dedos, procurando
obter a maior acomodação possível, que pode ser constatada quando a argamassa colante fluir
nas bordas da placa cerâmica.
Aguardar no mínimo 3 dias após o assentamento das placas cerâmicas, para aplicar a
pasta de rejuntamento, fazendo-se uso de pranchas largas. As juntas devem estar previamente
limpas e umedecidas para garantir melhor aderência do rejunte. A pasta de rejuntamento deve
ser aplicada em excesso, com auxílio de desempenadeira emborrachada ou rodo de borracha,
preenchendo completamente as juntas. Deixar secar por 15 a 30 minutos para limpar o
revestimento cerâmico com esponja de borracha macia, limpa e úmida. Por fim, passar estopa
seca e limpa.
Recomenda-se que nos 3 primeiros dias subsequentes ao rejuntamento, o piso seja
molhado, periodicamente.
O revestimento só deve ser exposto ao tráfego de pessoas, preferencialmente após 7 dias
da execução do rejuntamento.
A resistência admissível de aderência da argamassa colante se dá aproximadamente aos
14 dias de idade.
Demais especificações conforme item P-10.CER.1, da página 687 do Caderno de
Encargos da PINI – 5ª Edição.

Figura 23: Revestimento cerâmico em porcelanato

1. Piso Cerâmico
Descrição
Piso cerâmico será nas dimensões 0,45 x 0,45 m, PEI 5, com acabamento antiderrapante
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e piso cerâmico será nas dimensões 0,45 x 0,45 m, PEI 5, com acabamento esmaltado, cores a
definir pela FISCALIZAÇÃO. O rejunte deverá ser da mesma cor do piso, evitando contras-
tes, e terá sua espessura definida de acordo com as instruções de instalação do fornecedor.
Aplicação
Assentado e rejuntado, o piso cerâmico com acabamento esmaltado será aplicado nas
seguintes áreas da edificação:
 Recepção;  CPD 01;
 Sala de Gabinetes;  Circulação 04;
 Gabinete 03;  Contabilidade
 Gabinete 04;  Arquivo Morto;
 Hall;  Hack
 Presidência  CPD 02;
 Gabinete 01;  CPD 03;
 Gabinete 02;  CPD 04;
 Circulação 01;  Sala dos Vereadores;
 Circulação 02;  Sala de Som;
 Depósito;  Escritório 01;
 Secretaria;  Escritório 02.
Assentado e rejuntado, o piso cerâmico com acabamento antiderrapante será aplicado
nas seguintes áreas da edificação:
 WC Presidência;  WC Público
 Copa;  Área de Serviço
 WC Feminino;  Hall Escritório
 WC Masculino;  WC EScritório
 Circulação 03;
Execução
A execução do piso cerâmico devera seguir as orientações do Fabricante, considerando
como principais métodos executivos os descritos abaixo:
Uma pequena quantidade de argamassa é espalhada por uma espátula dentada, sobre o
contra-piso regularizado, primeiro em uma direção e depois na outra, varias vezes, formando
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vincos. Estes garantem uma boa aderência à face posterior da peça e evitam sobras sobre a
mesma, quando esta é pressionada sobre a argamassa. Após esperar alguns minutos para obter
a pega da argamassa, a cerâmica é colocada cuidadosamente sobre essa base. Para fixar a peça
e nivelá-la é utilizado um martelo de borracha, eventuais excessos de argamassa devem ser
removidos imediatamente com uma esponja úmida. A modulação das peças dos porcelanatos
nem sempre é a mesma do espaço onde serão assentadas, sendo necessários recortes para
completar a pavimentação. Deve-se levar em conta a paginação do piso demonstrado no pro-
jeto. Após o assentamento do piso deve-se esperar que a argamassa de assentamento seque
(entre 1 e 2 dias, dependendo da procedência) para então aplicar o rejunte. O mesmo deverá
ter a espessura definida de acordo com as instruções de instalação do fornecedor do piso.

Figura 24: Piso Cerâmico

2. Piso Cimentado Desempenado


Descrição
Camada de revestimento de acabamento com espessura mínima de 2 cm, feita com ar-
gamassa de traço 1:2:8(cimento, cal e areia), de massa única e preparo manual. Utilizar aditi-
vo impermeabilizante nas áreas externas.
Aplicação
Serão aplicados nos seguintes ambientes.
 Calçada.
Execução
Conforme item P-11.ARG.4, da página 766 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edi-
ção.
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3. Piso Tátil (Alerta e Direcional)


Descrição
A sinalização tátil de alerta consiste em um conjunto de relevos tronco-cônicos
padronizados pela ABNT (ver figura abaixo), cujo objetivo principal é sinalizar as situações
de risco ao deficiente visual e às pessoas com visão subnormal. Também é utilizada em
composição com o piso tátil direcional, para sinalizar as mudanças ou alternativas de direção.

Figura 25: Piso Tátil de Alerta

Figura 26: Piso Tátil Direcional


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Características:
• O piso cromo diferenciado tátil direcional deve apresentar cor contrastante com a do piso
adjacente:
-Em superfícies claras (bege, cinza claro, etc.): amarelo, azul ou marrom;
-Em superfícies escuras (preta, marrom, cinza escuro, etc.): amarelo ou azul.
• A sinalização tátil direcional deve ter largura de 200mm a 600mm.
• As peças do piso tátil devem apresentar modulação que garanta a continuidade da textura e
padrão de informação, podendo ser sobrepostas ou integradas ao piso existente:
 -Quando sobreposta, o desnível entre a superfície do piso existente e a superfície do pi-
so implantado deve ser chanfrado e não exceder 2mm;
 -Quando integrada, não deve haver desnível com relação ao piso adjacente, exceto aque-
le existente no próprio relevo.
Aplicação
Em áreas de circulação e em espaços amplos, na ausência ou interrupção da guia de ba-
lizamento, indicando o caminho a ser percorrido, obedecendo aos critérios estabelecidos na
NBR 9050 e de acordo com o projeto.
• Nota: O projeto deve especificar tipo de piso, cor e, no caso de piso cimentício em áreas
internas, também opção de acabamento, considerando:
 -Indicação de aplicação para áreas internas ou externas;
 -Variações dimensionais das placas conforme os padrões de cada fabricante;
 -Contraste com cor / tonalidade das superfícies dos pisos adjacentes.
Execução
A execução do piso deve estar de acordo com o projeto de arquitetura, atendendo tam-
bém às recomendações da NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos.
Pisos cimentícios, tipo ladrilho hidráulico, assentados com argamassa colante: o contra
piso deve ser feito com argamassa de cimento e areia no traço 1:3, nivelado e desempenado.
Com a base totalmente seca, aplicar uma camada de argamassa com 6 mm de espessura, em
uma área de aproximadamente 1m², em seguida passar a desempenadeira metálica dentada
criando sulcos na argamassa. Logo a seguir, assentar os ladrilhos secos, batendo com um sar-
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rafo ou martelo de borracha macia, até o piso atingir a posição desejada e o perfeito nivela-
mento com o piso adjacente. Nunca bater diretamente sobre o ladrilho (ver figura abaixo).

Figura 27: Piso Tátil de Alerta

4. Rodapés
Descrição
Rodapé em porcelanato de 7 cm de altura, com placas tipo grês e dimensões de 0,40 x
0,40 m.
Aplicação
Todas as paredes receberão rodapés, de mesmo material do revestimento de piso,
conforme projeto arquitetônico.
Execução
Os rodapés deverão ser aplicados após a conclusão do piso e revestimento de parede,
sendo cuidadosamente nivelados e aprumados.
Deverão manter uniformidade na altura e na espessura deverão apresentar aresta viva e
superfície bem desempolada.
Não deverão apresentar trincas ou rachadura, nem mancha.

Figura 28: Rodapé cerâmico


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E009 – REVESTIMENTO DE FORROS E DIVISÓRIAS


1. Forro de réguas de PVC
Descrição
Forro de Policloreto de Vinil ou Cloreto de Vinila, com dimensões da régua 0,20 x 2,00
m. De acordo com a norma NBR 14371/1999, o forro de PVC é definido como elemento sus-
penso ao teto, constituído por perfis de PVC rígido, por meio de sistema de sustentação, com
uma ou mais funções e dimensões variadas. São feitos por perfis ou lâminas de PVC. Fabri-
cados por extrusão, a partir de material virgem, ou seja, não reciclado, com aditivos diversos
na massa. O perfil deve apresentar coloração uniforme e ser livre de corpos estranhos, bolhas,
fissuras ou outros defeitos.
Aplicação
O forro de PVC será aplicado de acordo com projeto arquitetônico, nos seguintes ambi-
entes:
- Recepção; - Circulação 04;
- Sala de Gabinetes; - Contabilidade;
- Gabinete 03; - Arquivo Morto;
- Gabinete 04; - Hack;
- Presidência; - CPD 02;
- WC Presidência; - CPD 03;
- Circulação 01; - CPD 04;
- Gabinete 01; - Circulação 03;
- Gabinete 02; - Sala dos Vereadores;
- Copa; - WC Público;
- WC Feminino; - Área de Serviço;
- WC Masculino; - Hall Escritório;
- Circulação 02; - Sala de Som;
- Depósito; - Escritório 01;
- Secretaria; - Escritório 02;
- CPD 01; - WC Escritórios.
Figura 29: Forro de PVC

Execução
O forro de PVC deve ser fixado a uma estrutura de metal (Metalon 20 x 20 mm, chapa
1/8), formando quadros de 1,20 m x 0,60 m. Os materiais de fixação devem estar horizontal-
mente nivelados, para que as placas de PVC (do tipo macho-fêmea) se encaixem umas nas
outras. A fixação das placas deve ser correta para não prejudicar o acabamento do forro e tor-
nar o processo de montagem limpo, prático e de rápida execução.
Antes da execução: preparar com antecedência o local, medindo as superfícies (com-
primento x largura) e calculando as quantidades necessárias. Aproveite este momento para
riscar onde será colocada a estrutura de fixação (metalon).

Figura 30: Marcação do Local do Metalon

Ferramentas necessárias: esquadro, trena, lápis (para marcar a parede), furadeira, serra
para corte de metais, estilete.
Instalação da estrutura:
A estrutura de fixação (metalon) deve ser fixada através da solda, pois garante melhor segu-
rança. Lembre-se: o sentido de colocação da Estrutura de amarração deve ser contrário ao
sentido de colocação do forro.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
Obra Ad. Ref. Cam Veread

Observação: as distâncias das bases de sustentação e amarração devem ser de 120 x 60


centímetros, estas são baseadas numa estrutura feita a partir da utilização do metalon 20 x 20
mm.

Figura 31: Estruturas de Sustentação e Amarração

As “barrigas do forro” aparecem quando há falta de sustentação, pela estrutura, no pon-


to certo, para que isso não aconteça, faça as medidas corretamente com o nivelamento exato,
utilize um lápis para demarcar o local onde vão ser fixados as barras e o perfil de acabamen-
to.
Um ponto importante da instalação é verificar antes a existência de luminárias e venti-
ladores. Nunca se deve fixar essas peças diretamente nas lâminas. Como podem gerar calor e
aquecer, deve ser prevista uma pequena folga para que não fiquem em contato com o PVC. Se
a luminária usar reator, coloque-o sobre a luminária ou estrutura - nunca sobre as lâminas dos
forros – utilize uma base de apoio.

Figura 32: Abertura para Luminárias e Ventiladores


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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
Obra Ad. Ref. Cam Veread

Tirar as medidas totais da área a ser coberta, caso o comprimento das barras não for su-
ficiente para vencer o vão, será necessário a utilização de emendas, sendo assim, prepare o
local onde vai ser colocado o suporte da emenda „H‟ rígida ou flexível, pois ela deve ser fixa-
da à estrutura auxiliar antes da colocação do forro.

Figura 33: Emenda “H”

Colocação do perfil (rodaforro) e do forro:


Após a colocação da estrutura de Metalon, fixe o perfil de acabamento. Todos os encon-
tros de parede devem possuir cantoneiras (no rodaforro), corte as pontas em 45º com auxílio
do esquadro. Pode fixá-las à estrutura ou chumbá-las diretamente na parede.

Figura 34: Fixação do Perfil de Acabamento

Todo forro de PVC sofre uma pequena dilatação de acordo com a temperatura. Portanto
deixe um espaço de 0,5 a 1,0 cm ente a ponta da lamina e a parede. E corte 1,0 cm na ponta
do forro, exemplo, se medida entre as paredes são 3,00 metros, o forro será de 2,99 metros.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
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Figura 35: Medida do vão Considerando a Dilatação

Encaixe a primeira placa no rodaforro. A colocação da placa deve ser feita com o engate
macho voltado para o rodaforro.

Figura 36: Colocação da Primeira Placa de Forro PVC

Encaixe e fixe as placas de forro da estrutura de amarração, repita o processo até o pe-
núltimo forro.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
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Figura 37: Colocação das Demais Placas de Forro PVC

Para colocação do último forro, corte 2,0 cm da ponta do forro e faça a medida para o
encaixe da placa. Observação: Não parafuse a última placa do forro de PVC. Ela deve ser
prensada com a mão ou com a ajuda de uma espátula ou chave de fenda.

Figura 38: Colocação da Última Placa de Forro PVC

1. Divisória de Gesso Acartonado


Descrição
Divisória em gesso acartonado, e = 10 cm, incluso acessórios e enchimento acústico.
Aplicação
Será aplicado nos seguintes ambientes, de acordo com o projeto arquitetônico:
- Arquivo Morto;
- Contabilidade;
- Circulação 04.
Execução
Deve ser executada através de mão-de-obra especializada, obedecendo às
recomendações do fabricante.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
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As guias “U” de aço carbono galvanizado são fixadas no piso e no teto, e os montantes
metálicos encaixados dentro das guias na modulação correspondente à metade do tamanho
das placas.
Após marcação, fixar as guias no piso com o uso de parafusadeira automática, usando
as guias inferiores como referência para fixação das guias superiores. No caso de se fixar
objetos com peso superior a 30Kg, deve-se colocar reforços dentro da divisória, se este
reforço for de madeira, esta deve ser tratada por autoclavagem.
Os montantes devem possuir aproximadamente a altura do pé-direito com 5mm a 10mm
a menos. Quando os montantes são duplos, eles devem ser solidarizados entre si com
parafusos metal/metal, espaçados de 40cm. O outro lado deve ser fechado após a execução
das instalações, colocação de reforços ou inserção do enchimento com lã de vidro ou outro
material.
A fixação das chapas aos montantes deve ser executada com parafusos auto brocantes,
estes devem ter comprimento igual à espessura da chapa de gesso, mais 10mm, com
espaçamento de no máximo 30cm entre si (após a fixação, a cabeça do parafuso não pode
ficar saliente, devendo estar nivelada com a face do cartão; ver figura acima).
Após a fixação das chapas em uma das faces da parede, certificar-se do correto
posicionamento das instalações elétricas, da eventual colocação de lã de vidro e realizar teste
de estanqueidade.
As juntas devem ser acabadas com massas e fitas de reforço microperfuradas para
aumento de aderência (tendo um vinco central para maior facilidade de rejuntamento nos
cantos internos das divisórias), sendo proibido o uso de fita de papel kraft. As massas
comumente encontradas no mercado são a base de resinas ou de gesso, podendo ser
encontradas prontas ou em pó. Nos cantos externos são usadas fitas armadas ou cantoneiras
metálicas.
As juntas em uma face da parede devem ser desencontradas em relação às da outra face.
No caso de paredes com chapas duplas, as juntas da segunda camada devem ser defasadas da
primeira. As juntas entre chapas devem ser feitas sempre sobre montantes.
Devem ser adotadas juntas de movimentação em paredes de grandes dimensões. A
distância máxima entre juntas deve ser de 15m.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
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No acabamento, tomar o cuidado de realizar o lixamento sobre as juntas antes de


executar qualquer revestimento. No caso de pinturas, aplicar uma demão de massa corrida.
Demais esclarecimentos seguem o item E-DIV.1, da página 137, e P-12.DIV.1, da
página 793 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
2. Forro de Gesso Acartonado
Descrição
Forro em placas pré-moldadas de gesso liso, bisotado, dimensões de 0,60 x 0,60 m,
espessura central de 1,2 cm, espessura nas bordas de 3,0 cm, incluso fixação com arame e
estrutura metálica.
Conforme item P-12.FOR.2, da página 816 do Caderno de Encargos da PINI-5 edição.
Aplicação
De acordo com projeto arquitetônico, nos seguintes ambientes:
- Plenária.
Execução
Seguir recomendações dos fabricantes quanto a cuidados relativos a transporte com a
placa.
O manuseio dentro da obra deve ser feito por 2 pessoas, no sentido vertical uma a uma,
ou no máximo duas a duas, evitando-se pegar ou bater nos cantos.
As placas devem ser armazenadas em local seco, suspensas do chão por apoios
espaçados à cada 25 cm de eixo, formando pilhas perfeitamente alinhadas de até 5 m de
altura, evitando-se sobras ou defasagens que possibilitem quebras.
O gesso usado para rejuntamento, embalado em sacos de 40 kg, deve ser armazenado
em local seco e apoiado em estrados de madeira.
A estrutura metálica poderá ser fixada à laje ou à estrutura do telhado, utilizando-se o
tipo de suporte adequado à cada caso.
Os perfis galvanizados serão espaçados de acordo com determinações do fabricante,
considerando-se o peso total do forro: placas acartonadas, perfis e isolante térmico (caso seja
necessária sua aplicação). Geralmente a distância entre os perfis principais será de 0,50 m e a
distância entre as fixações (suportes) será de 1,00 m.
No encontro com paredes, utilizar canaletas (ou guias) fixadas com meios adequados ao
respectivo material da parede.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
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Iniciar a fixação das placas de gesso acartonado pelos seus centros ou pelos seus cantos,
a fim de evitar deformações. As placas serão apertadas contra os perfis e aparafusadas com
parafusos autoperfurantes no espaçamento previsto pelo fabricante.
As juntas de dilatação estruturais das edificações devem ser assumidas. No caso de tetos
extensos, deve-se prever juntas de dilatação a cada 15,00 m.
As luminárias podem ser fixadas às chapas de gesso acartonado com buchas especiais
para esta finalidade, desde que as cargas individuais não excedam os limites estipulados pelo
fabricante.
O rejuntamento é feito aplicando-se primeiro uma massa de gesso calcinado com
espátula depois aplica-se a fita de papel kraft pressionada com a espátula contra o gesso, em
seguida aplica-se outra camada de gesso calcinado cobrindo a fita e o rebaixo das chapas,
aplica-se a última demão de gesso com desempenadeira de aço, tornando a superfície da junta
perfeitamente alinhada, e por fim, lixa-se, deixando a superfície pronta para pintura.
Antes da aplicação da pintura é necessária a aplicação de um fundo “primer” de acordo
com a pintura a ser dada.

Figura 39: Forro de gesso acartonado

E010 – VIDROS E ESPELHOS


1. Condições Gerais (Vidros)
Conforme itens E-VID.1, da página 443, e P-16.AAA.1, da página 860 do Caderno de
Encargos da PINI – 5ª Edição, e conforme NBR 7199/1989 – Projeto, execução e aplicação de
vidros na construção civil.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
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2. Vidro Temperado
Descrição
Vidro plano, transparente, com resistência aumentada através da têmpera.
Conforme item E-VID.1, da página 442 no item E-VID.2, da página 444 do Caderno de
Encargos da PINI-5 edição.
Aplicação
As lâminas de vidro serão aplicadas nas esquadrias conforme projeto arquitetônico.
Execução
As chapas de vidro devem ser colocadas de tal modo que não sofram tensões suscetíveis
de quebrá-las, tais como: dilatação, contração ou deformação do caixilho, deformação ou
recalque da obra.
O envidraçamento em caixilhos e em contato com o meio exterior deve apresentar
estanqueidade à água e ao vento. A folga entre a chapa de vidro e a parte interna do caixilho
deve ser de 6 mm.
A colocação da chapa de vidro com massa deve ser feita com duas demãos. A chapa de
vidro ao ser colocada deve ser forçada de encontro a primeira demão de maneira a manter
uma camada uniforme de massa de espessura não inferior a 2mm. A massa deve ser aplicada
de maneira a não formar vazios, e sua superfície aparente deve ser lisa e regular. Para o
procedimento de colocação do vidro nas esquadrias será necessários:
- Massa de vidraceiro;
- Luvas de proteção (cobrindo até o pulso);
- Fita adesiva;
- Lixa ou espátula;
- Óculos de proteção.
Coloque as luvas e cole a fita adesiva em formato de "x" ou retângulo com um "x" no
meio para evitar que, caso o vidro quebre e despedace, você se machuque.
Pegue um pouco de massa (ela vem pronta para o uso) e modele-a com as mãos até que
ela fique maleável. Uma boa ideia é deixá-la embrulhada no jornal por um tempo para que o
excesso de óleo seja eliminado.
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
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Assim que ela estiver flexível e relativamente seca, adicione uma camada, em forma de
"lápis alongado" no local onde a janela será encaixada, espremendo bem. Isso é feito
justamente para que o vidro não tenha contato com a madeira ou o alumínio, pois se isso
acontecer, ele certamente irá quebrar ou trincar.
Encaixe o vidro, pressionando contra a moldura até a massa espalhar na parte de trás.
Faça isso colocando força apenas nas laterais, evitando o centro. Retire o excesso de massa da
parte de dentro do vidro.
Adicione mais massa de vidraceiro (misturada a um pouco de água para não grudar nas
mãos) na área exterior da janela até que ela forme uma camada. Com a ajuda de uma espátula,
alise a camada, empurrando a massa para as extremidades. No caso de a espátula prender,
molhe-a um pouco.
Para a limpeza, utilize um pano seco.

Figura 40: Vidro temperado

3. Espelho
Descrição
Espelho comum com espessura de 3 mm, com molduras em alumínio de acabamento
natural fosco, cantoneiras de alumínio e compensado comum de 10 mm de espessura.
Conforme item E-ESP.1, da página 161 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
Aplicação
De acordo com projeto arquitetônico, nos seguintes ambientes:
- WC Feminino - WC Público
- WC Masculino - WC Escritórios
- WC Presidência
Execução
Eliminar todas as rebarbas nas emendas e cortes dos perfis.
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Título Órgão Cam. Veread. Poconé
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CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
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Colocar a massa de vidraceiro entre a moldura e o conjunto espelho/compensado, para


evitar a danificação da película refletiva pela umidade.
Conforme item P-16.ESP.1, da página 862 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição.

E011 – PINTURAS
1. Considerações gerais
As superfícies a serem pintadas serão cuidadosamente limpas, escovadas e raspadas, de
modo a remover sujeiras, poeiras e outras substâncias estranhas. Serão protegidas quando
perfeitamente secas e lixadas. Cada demão de tinta somente será aplicada quando a
precedente estiver perfeitamente seca, devendo-se observar um intervalo de 24 horas entre
demãos sucessivas. Igual cuidado deverá ser tomado entre demãos de tinta e de massa
plástica, observando um intervalo mínimo de 48 horas após cada demão de massa. Deverão
ser adotadas precauções especiais, a fim de evitar respingos de tinta em superfícies não
destinadas à pintura, como vidros, ferragens de esquadrias e outras.
De acordo com a classificação das superfícies, estas serão convenientemente preparadas
para o tipo de pintura a que serão submetidas.
Em todas as superfícies rebocadas, deverão ser verificadas eventuais trincas ou outras
imperfeições visíveis, aplicando-se enchimento de massa, conforme o caso, e lixando-se
levemente as áreas que não se encontrem bem niveladas e aprumadas. As superfícies deverão
estar perfeitamente secas, sem gordura, lixadas e seladas para receber o acabamento.
Conforme item P-17.AAA.1, da página 867, e P-17.TER.1, da página 877 do Caderno
de Encargos da PINI – 5ª Edição.

2. Massa Látex
Descrição
Aplicação e lixamento de massa látex em paredes, com duas demãos.
Aplicação
Conforme o projeto arquitetônico, em alvenarias externas, para nivelar, uniformizar e
corrigir imperfeições rasas de reboco, concreto, superfícies cimentícias ou gesso, obtendo-se
superfície lisa para posterior pintura de acabamento.
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
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Execução
A superfície deve estar firme, coesa, limpa, seca, sem poeira, gordura, graxa, sabão ou
mofo antes de qualquer aplicação.
Para a aplicação em reboco ou concreto novo, aguardar cura e secagem total (28 dias no
mínimo).
A superfície da alvenaria deve receber uma demão primária de seladora de acordo com
recomendações do fabricante.
Não aplicar com temperaturas inferiores a 10 graus centígrados e umidade relativa do ar
superior a 90%.
Se necessário, diluir a massa com água potável, conforme recomendação do fabricante.
Aplicar em camadas finas com espátula ou desempenadeira até obter o nivelamento desejado.
Aplicar 2 ou 3 demãos, respeitando o intervalo de tempo entre elas, conforme orientação do
fabricante (2 a 6 horas). Aguardar o tempo indicado pelo fabricante para secagem final (4 a 12
horas), antes de efetuar o lixamento final e remoção do pó, para posterior aplicação da
pintura.

3. Pintura Acrílica
Descrição
Pintura látex acrílica em paredes, com duas demãos e aplicação manual.
Aplicação
Conforme o projeto arquitetônico, nas áreas externas
Execução
Após todo o preparo prévio da superfície, deverão ser removidas todas as manchas de
óleo, graxa, mofo e outras com detergente apropriado (amônia e água a 5%). Em seguida, a
superfície será levemente lixada e limpa, aplicada uma demão de impermeabilizante, a rolo ou
pincel, diluído conforme indicação do fabricante. Após 24 horas, será aplicada, com uma
espátula ou desempenadeira de aço, a massa corrida plástica, em camadas finas e em número
suficiente para o perfeito nivelamento da superfície. O intervalo mínimo a ser observado entre
as camadas será de 3horas.
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
Obra Ad. Ref. Cam Veread

Decorridas 24 horas, a superfície será lixada levemente e limpa, aplicando-se outra


demão de impermeabilizante. Após 12 horas, serão aplicadas as demãos necessárias da tinta
de acabamento, a rolo, na diluição indicada pelo fabricante.
Conforme item P-17.AAA.1, da página 867 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição e Conforme item E-TIN.10, da página 433 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição.

4. Pintura PVA
Descrição
Pintura látex PVA em paredes, com duas demãos e aplicação manual.
Pintura látex PVA em forro, com duas demãos e aplicação manual.
Aplicação
Conforme o projeto arquitetônico, nas áreas externas
Execução
Após todo o preparo prévio da superfície, deverão ser removidas todas as manchas de
óleo, graxa, mofo e outras com detergente apropriado (amônia e água a 5%). Em seguida, a
superfície será levemente lixada e limpa, aplicada uma demão de impermeabilizante, a rolo ou
pincel, diluído conforme indicação do fabricante. Após 24 horas, será aplicada, com uma
espátula ou desempenadeira de aço, a massa corrida plástica, em camadas finas e em número
suficiente para o perfeito nivelamento da superfície. O intervalo mínimo a ser observado entre
as camadas será de 3horas.
Decorridas 24 horas, a superfície será lixada levemente e limpa, aplicando-se outra
demão de impermeabilizante. Após 12 horas, serão aplicadas as demãos necessárias da tinta
de acabamento, a rolo, na diluição indicada pelo fabricante.
Conforme item P-17.AAA.1, da página 867 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição e Conforme item E-TIN.10, da página 433 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição.

5. Pintura em Verniz
Descrição
Pintura em verniz poliuretano brilhante em madeira, com três demãos.
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
Obra Ad. Ref. Cam Veread

Conforme item E-TIN.4, da página 430 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.


Aplicação
Em todas as esquadrias de madeira, em ambas as faces, conforme o projeto arquitetôni-
co.
Execução
Serão utilizados nos acabamentos em madeiras onde se desejar manter suas característi-
cas naturais, em ambientes internos e externos. O acabamento será brilhante.
Antes da aplicação, as superfícies deverão ser lixadas com lixa para madeira nº 60 a
100. O pó deverá ser removido com um pano embebido em aguarrás. Deverão ser eliminadas
todas as farpas, a serragem, a poeira, as manchas de gordura e o mofo.
A diluição, caso necessária, se dará conforme as recomendações do fabricante.
A aplicação será feita em três demãos, com rolo de espuma, pincel ou revólver.
A primeira demão deverá ser feita diluindo-se o verniz com aguarrás. A diluição se dará
conforme as recomendações de cada fabricante.
Seca a primeira demão, a superfície deverá ser lixada com lixa para madeira nº 120 a
150, eliminando-se o pó. Será, então, aplicada segunda demão.
Para a terceira demão, a superfície seca será novamente lixada com lixa nº 120 a 150
antes da aplicação.
Os lixamentos deverão ser leves, cuidando-se para não desbastar excessivamente os
cantos da madeira.
O prazo entre demãos deverá ser de, no mínimo, 12 horas.
Para exteriores, será obrigatória a utilização de vernizes com filtro solar, que impede a
penetração e a ação destrutiva dos raios ultravioleta, além de impedir a ação das intempéries.
Para madeiras novas muito porosas ou resinosas, caso necessário, será utilizado, antes
da aplicação do verniz, um selador para uniformizar a absorção.
Conforme item P-17.AAA.1, da página 867 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição.

6. Pintura para Piso


Descrição
Pintura acrílica em piso cimentado, três demãos.
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
Obra Ad. Ref. Cam Veread

Aplicação
Será aplicada de acordo com o projeto arquitetônico.
Execução
A superfície deve estar firme, coesa, limpa, seca, sem poeira, gordura, graxa, sabão ou
mofo antes de qualquer aplicação.
As partes soltas ou mal aderidas deverão ser raspadas e/ ou escovadas.
Deve receber uma demão primária de seladora, de acordo com o estado da superfície a
ser pintada.
Após secagem do fundo, aplicar 2 a 3 demãos de tinta, com intervalo mínimo de 4 ho-
ras.
Para receber a pintura, a superfície deve apresentar absorção. Fazer o teste com uma
gota d‟água sobre o piso seco, se ela for rapidamente absorvida estará em condições de ser
pintada.
A tinta deve ser diluída com água potável, de acordo com recomendações do fabricante.
A aplicação pode ser feita com rolo de lã ou trincha (verificar instruções do fabricante).
Evitar pintura de áreas externas em dias chuvosos ou com ocorrência de ventos fortes
que podem transportar, para a pintura, poeira ou partículas suspensas no ar.
Não aplicar com temperaturas inferiores a 10 graus centígrados e umidade relativa do ar
superior a 90%.
Em superfícies novas, a pintura só poderá ser executada após os 30 dias de cura do piso.
Antes do início da pintura, todas as regiões que por ventura tenham sido tratadas com
cura química devem ter sua superfície limpa (de acordo com instruções do fabricante), de tal
forma que promova a remoção total da cura química para melhor aderência da tinta.
Aguardar 48 horas para liberar o piso ao tráfego de pessoas ou 72 horas para tráfego de
veículos.

E012-LOUÇAS /PIAS / TANQUES / METAIS / ACESSÓRIOS


1. Condições Gerais
Os aparelhos e acessórios, de ferro fundido esmaltado ou de chapa esmaltada, não pode-
rão apresentar quaisquer defeitos de fundição, moldagem, laminação, usinagem ou acabamen-
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Órgão Cam. Veread. Poconé
Tipo Doc. Cad. Especificação
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES Revisão 00
Obra Ad. Ref. Cam Veread

to; as arestas serão perfeitas e as superfícies de metal serão isentas de fendilhamento, esfolia-
ções, rebarbas, desbeiçamentos bolhas e, sobretudo, de depressões, abaulamentos ou grânulos.
As características seguem o item E-APA.1, da página 71 do Caderno de Encargos da
PINI – 5ª Edição.

2. Bacia sanitária para PNE sem abertura frontal


Descrição
Bacia sanitária para PNE, sem abertura frontal, de cerâmica esmaltada, cor branca.
Aplicação
Este item será aplicado nos seguintes ambientes:
- Banheiro Público
Execução
A peça possui uma altura diferenciada em relação a bacia sanitária comum, deve ser fi-
xada com parafusos, nunca com cimento. Instalar adequadamente o anel de vedação na saída
de esgoto. Rejuntar a peça ao piso com o rejunte do próprio piso.

Figura 41: Bacia Sanitária

3. Bacia sanitária com caixa acoplada


Descrição
Bacia sanitária convencional, de cerâmica esmaltada, cor branca.
Aplicação
Este item será aplicado nos seguintes ambientes:
- WC Masculino; - WC Escritório;
- WC Feminino; - WC Presidência.
Execução
A peça deve ser fixada com parafusos, nunca com cimento. Instalar adequadamente o
anel de vedação na saída de esgoto. Rejuntar a peça ao piso com o rejunte do próprio piso.

Figura 42: Bacia Sanitária

4. Assento para vaso sanitário


Descrição
Os respectivos assentos para vasos sanitários serão de plástico no padrão popular, com a
cor igual a da bacia sanitária.
Aplicação
Os assentos serão instalados nos vasos sanitários previstos em projeto arquitetônico.
Execução
- Passo 1: Antes de instalar o assento deve ser conferida a distância entre os dois fu-
ros do vaso sanitário.

Figura 43: Instalação da tampa de vaso sanitário – Passo 1

- Passo 2: Após identificar distância entre os dois furos, são colocados os parafusos
na posição adequada e as porcas apertadas levemente.
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Figura 44: Instalação da tampa de vaso sanitário – Passo 2


Observação: O parafuso pode ser utilizado para duas distâncias diferentes, basta ade-
quá-lo à posição aberta (15 cm) ou fechada (10 cm).

Figura 45: Instalação da tampa de vaso sanitário – Passo 3


- Passo 3: Depois de fixar os parafusos, é feito o encaixe do assento pressionando
de cima para baixo. As porcas devem ser apertadas até o final da rosca.

Figura 46: Assento para vaso sanitário

Página 8 de 142
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

5. Cuba de embutir
Descrição
Cuba de embutir em louça branca. Seguir dimensões indicadas no projeto de
arquitetura. Este item deve ser instalado como prescreve o item P-28.AAA.2, da página 966
do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
Aplicação
Este item será aplicado nos seguintes ambientes:
- WC Masculino; - WC Escritório;
- WC Feminino; - WC Presidência.
Execução
Após a fixação da louça, arrematar as juntas com o mesmo material de rejunte do piso.
Deverão estar incluídos todos os itens, acessórios de fixação e ferragens necessários para a
perfeita instalação e funcionamento do equipamento, tais como rabicho, válvula e sifão em
metal cromado.
Deverá atender o item P-28.AAA.2, da página 966 do Caderno de Encargos da PINI –
5ª Edição.

Figura 47: Cuba de Embutir


6. Cuba de Canto Suspensa
Descrição
Lavatório individual de canto com coluna suspensa com elementos de fixação e
instalação hidráulica, Deca Izy Cód.: l.101 ou similar técnico.
Aplicação
Deverá ser aplicada conforme o projeto arquitetônico, nos seguintes ambientes:
- WC Público (01).
Página 9 de 142
ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Execução
O lavatório deve ser rejuntado a parede com argamassa de cimento branco e gesso, ou
com a argamassa de rejuntamento dos azulejos.
A borda do lavatório deve estar a 80 cm de altura do piso.
A tubulação de saída deve ser ligada a ralo sifonado.

Figura 48: Lavatório de canto suspenso

7. Barra de Apoio para Lavatório de Canto


Descrição
Barra de apoio em aço inox escovado para lavatório de canto, Izi Bagno Design Cód.:
9031 ou similar técnico, conforme requisitos da NBR 9050, com elementos de fixação.
Aplicação
Deverá ser aplicada conforme o projeto arquitetônico, nos seguintes ambientes:
- WC Público (01).
Execução
Deve ser instalada de modo que haja um vão mínimo de 4 cm das bordas do lavatório, e
sua altura deve estar a 75 cm do piso, conforme projeto.
Verificar as condições do substrato para suportar as cargas mínimas exigidas para as
barras (1,5kN).

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Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Figura 49: Barra de Apoio para lavatório de canto

8. Barra de Apoio para Bacia Sanitária


Descrição
Barras de apoio em aço inox escovado para bacia sanitária, com dimensões conforme
projeto arquitetônico, conforme requisitos da NBR 9050, com elementos de fixação.
Aplicação
Deverá ser aplicada conforme o projeto arquitetônico, nos seguintes ambientes:
- WC Feminino P.N.E. (02 Unidades)
- WC Masculino P.N.E. (02 Unidades)
Execução
Deve ser instalada a 75 cm do piso, conforme projeto.
A barra de apoio lateral deve ser instalada a 30 cm e a barra posterior a 20 cm (medidas
do eixo) das paredes adjacentes, conforme projeto.
Deve ser instalada em elemento de alvenaria, verificando as condições do substrato para
suportar as cargas mínimas exigidas para as barras (1,5kN).
Deverá atender o item P-28.AAA.2, da página 966 do Caderno de Encargos da PINI –
5ª Edição.

Figura 50: Barra de apoio para bacia sanitária

9. Acabamento para válvula de descarga antivandalismo com alavanca


Descrição

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Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

As válvulas de descarga serão cromadas, de modelo antivandalismo, com alavanca para


facilitar o uso de portadores de necessidades especiais.
Aplicação
Conforme previsto em projeto arquitetônico e hidrossanitário.
Execução
O dimensionamento e instalações das tubulações devem seguir o projeto específico. O
acabamento para válvula de descarga será instalado sobre a válvula de descarga conforme
especificações do fabricante.

Figura 51: Acabamento para válvula de descarga de duplo acionamento

10. Tanque de cerâmica


Descrição
Tanque de louça com capacidade para até 40 litros. Este item deve ser instalado como
prescreve o item P-28.AAA.2, da página 966 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
Aplicação
Este item será aplicado no seguinte ambiente:
- Área de Serviço
Execução
Após a fixação da louça, arrematar as juntas com mesmo material de rejunte do piso.
Deverão estar incluídos todos os itens, acessórios de fixação e ferragens necessários para a
perfeita instalação e funcionamento do equipamento, tais como rabicho, válvula e sifão em
metal cromado. Deverá atender o item P-28.AAA.2, da página 966 do Caderno de Encargos
da PINI – 5ª Edição.
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ACTUS SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSULTORIA
Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Figura 52: Tanque de louça

11. Cuba de Aço Inox


Descrição
Cuba retangular para cozinha em aço inoxidável. Seguir dimensões indicadas no proje-
to de arquitetura.
Aplicação
A cuba de aço inox será aplicada nos seguintes ambientes:
- Copa.
Execução
Após a fixação da cuba, arrematar as juntas com mesmo material de rejunte do piso.
Deverão estar incluídos todos os itens, acessórios de fixação e ferragens necessários para a
perfeita instalação e funcionamento do equipamento, tais como rabicho, válvula e sifão em
metal cromado. Deverá atender o item P-28.AAA.2, da página 966 do Caderno de Encargos
da PINI – 5ª Edição.

Figura 53: Cuba de Aço Inox

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Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

12. Torneira de mesa bica alta de ¼ de volta


Descrição
Torneira de mesa composta por mecanismo cerâmico com ¼ de volta ou cilíndrico em
plástico de engenharia, com vedante de borracha, acionamento por alavanca, bica giratória,
arejador articulado, constituída de liga metálica com acabamento cromado, canoplas metálicas
com acabamento cromado. Conforme detalhamento e procedimento do item P-28.AAA.2, da
página 966 e seguintes, no item P-28.EQU.1 da página 970 do Caderno de Encargos da PINI
– 5ª Edição.
Aplicação
Deverá ser aplicada conforme o projeto arquitetônico, nos seguintes ambientes:
- Copa (01)
Execução
Instalar o restritor de vazão sempre que indicado em projeto ou quando a vazão de água
for maior que 6 litros/minuto, seguindo instruções do fabricante.
Após a limpeza das roscas, passar, obrigatoriamente, a trava química segundo orienta-
ções do fabricante, evitando aperto excessivo. A fixação se dará pela trava química após
alguns minutos.
A conexão terminal onde será instalada a torneira deverá ser de ferro galvanizado, pois
a trava química só funciona entre metais.
Os complementos de instalação hidráulica devem ser instalados corretamente, de acordo
com instruções do fabricante.

Figura 54: Torneira de mesa


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Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

13. Torneira de fechamento automático


Descrição
Torneira de fechamento automático, para pressões de 2 a 40 mca, eixo de entrada
d‟água na vertical (mesa), entrada de 25 mm, com arejador, acabamento em latão cromado,
Deca, Docol ou equivalente técnico.
Aplicação
A torneira cromada com fechamento automático será aplicada nos seguintes ambientes:
- WC Masculino; - WC Presidência;
- WC Feminino; - WC Público.
- WC Escritório;
Execução
Deverão estar incluídos todos os itens, acessórios de fixação e ferragens necessários pa-
ra a perfeita instalação e funcionamento do equipamento. Deverá atender o item P-28.AAA.2,
da página 966 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.

Figura 55: Torneira Automática

14. Torneira de uso geral com bico para mangueira


Descrição
Torneira com bico para mangueira, com pressão de 75 mca. Eixo de entrada d‟água na
horizontal (parede), entrada de 25 mm, com acabamento em latão cromado, Deca, Docol ou
equivalente técnico.
Aplicação
A torneira de uso geral com bico para mangueira será instalada no seguinte ambiente:
- Área de Serviço.

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Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Execução
Deverão estar incluídos todos os itens, acessórios de fixação e ferragens necessários
para a perfeita instalação e funcionamento do equipamento. Deverá atender o item P-
28.AAA.2, da página 966 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.

Figura 56: Torneira com bico para mangueira

15. Bancada em granito


Descrição
Bancada em granito na cor Preto Tijuca. Verificar os itens E-PED.5, da página 353, e
P-11.PED.1, da página 786, ambos do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.
Aplicação
Este item será aplicado nos seguintes ambientes:
- WC Masculino; - WC Presidência;
- WC Feminino; - WC Público;
- WC Escritório; - Copa.
Obs.: As dimensões serão de acordo com o projeto arquitetônico.
Execução
O tampo de granito deve ser engastado na alvenaria em sua face posterior e também
nas laterais, de acordo com o projeto arquitetônico. As dimensões variam conforme o projeto.

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Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Figura 57: Bancada de Granito

16. Chuveiro elétrico


Descrição
Chuveiro elétrico cromado em termoplástico com acabamento branco, resistência
blindada de 220V, potência máxima de 6.500W.
Aplicação
Este item será aplicado nos seguintes ambientes:
- WC Masculino;
- WC Feminino;

Execução
Instalar o chuveiro conforme recomendações do fabricante atentando para as previsões
do projeto hidráulico (ponto de água) e projeto elétrico (ponto elétrico).

Figura 58: Chuveiro Elétrico

17. Acessórios para Sanitários


Descrição
Toalheiro para papel toalha, cor branca.
Saboneteira para sabonete líquido, cor branca.
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Título Código
CÂM. MUN.
Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Dispenser para papel higiênico intercalado, cor branca.


Aplicação
Deverão ser aplicados em todos os sanitários, conforme projeto arquitetônico.
Execução
A locação das peças deve estar em conformidade com a norma NBR 9050 e o projeto
executivo de arquitetura.
Deverão atender os requisitos de instalação do fabricante.

Figura 59: Acessórios para sanitários

E013 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS


1. Considerações Gerais
As instalações elétricas serão executadas em condições totalmente operacionais, sendo
que o fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra deverá ser previsto no sentido
de incluir todos os componentes necessários para tal, mesmo aqueles que embora não citados
sejam indispensáveis para se atingir o perfeito funcionamento de todos os sistemas.
Todas as instalações elétricas serão executadas com esmero e bom acabamento, com
todos os condutores, condutos e equipamentos cuidadosamente arrumados e firmemente liga-
dos às estruturas de suporte, formando um conjunto mecânico e eletricamente satisfatório e de
boa qualidade.
Todo equipamento será firmemente fixado à sua base de instalação, prevendo-se meios
de fixação ou suspensão condizentes com a natureza do suporte e com o peso e as dimensões
do equipamento considerado.
As partes vivas expostas dos circuitos e dos equipamentos elétricos serão protegidas
contra acidentes, seja pôr um invólucro protetor, seja pela sua colocação fora do alcance nor-
mal de pessoas não qualificadas.

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Título Código
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Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

As partes do equipamento elétrico que, em operação normal, possam produzir faíscas


deverão possuir uma proteção incombustível protetora e ser efetivamente separados de todo
material facilmente combustível.
Em lugares úmidos ou normalmente molhados, nos expostos às intempéries, onde o
material possa sofrer ação dos agentes corrosivos de qualquer natureza, serão usados métodos
de instalação adequados e materiais destinados especialmente a essa finalidade.
Somente em caso claramente autorizado pela FISCALIZAÇÃO será permitido que e-
quipamentos e materiais sejam instalados de maneira diferente da especificada nos projetos ou
indicada pôr seu fabricante. Esta recomendação cobre também os serviços de partida e os tes-
tes de desempenho de cada equipamento, que deverão ser realizados de acordo com as indica-
ções de seus fabricantes.

2. Normas E Códigos
Deverão ser observadas as normas e códigos aplicáveis ao serviço em pauta, sendo que
as especificações da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) serão consideradas
como elemento base para quaisquer serviços ou fornecimentos de materiais e equipamentos,
em especial as abaixo relacionadas, outras constantes destas especificações e ainda as especi-
ficações e condições de instalação dos fabricantes dos equipamentos a serem fornecidos e
instalados.
- NBR 5410 - Execução de instalações elétricas de baixa tensão;
- NBR 5413 - Iluminação de Interiores.

3. Materiais e Processo Executivo


- Todas as extremidades livres dos tubos serão antes e durante os serviços conveniente-
mente obturadas, a fim de evitar a penetração de detritos e umidade.
- Os quadros elétricos de distribuição deverão ser equivalentes aos modelos especifica-
dos e detalhados contidos no projeto.
- Deverão ser equipados com os disjuntores e demais equipamentos dimensionados e
indicados nos diagramas unifilares e trifilares.

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Título Código
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Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

- Todos os cabos e/ou fios deverão ser arrumados no interior dos quadros utilizando-se
canaletas, fixadores, abraçadeiras, e serão identificados com marcadores apropriados
para tal fim.
- As plaquetas de identificação dos quadros elétricos deverão ser feitas em acrílico, me-
dindo 50 x 20 mm e parafusadas nas portas dos mesmos.
- Após a instalação dos quadros, os diagramas unifilares dos mesmos deverão ser arma-
zenados no seu interior em porta planta confeccionado em plástico apropriado.
- A fiação elétrica será feita com condutores de cobre, de 0,6 KV a 750 KV, ou similar.
O cabo de menor seção a ser utilizado será de 1,5 mm2.
- Os condutores deverão ser instalados de forma que os isente de esforços mecânicos in-
compatíveis com sua resistência, ou com a do isolamento ou revestimento. Nas defle-
xões os condutores serão curvados segundo raios iguais ou maiores que os raios mí-
nimos admitidos para seu tipo.
- Todas as emendas dos fios e cabos deverão ser sempre efetuadas em caixas de passa-
gem. Igualmente o desencapamento dos fios, para emendas, será cuidadoso, só ocor-
rendo no interior das caixas. O isolamento das emendas e derivações deverá ter carac-
terísticas no mínimo equivalentes às dos condutores a serem usados, devendo ser efe-
tuado com fita isolante de auto-fusão.
- As ligações dos condutores aos bornes dos aparelhos e dispositivos deverão ser feitas
de modo a assegurar resistência mecânica adequada e contato elétrico perfeito e per-
manente, sendo que os fios de quaisquer seção serão ligados pôr meio de terminais a-
dequados.
- Todos os cabos e fios serão afixados através de abraçadeiras apropriadas. Deverão ser
utilizados marcadores para marcar todos os fios e cabos elétricos, os quais terão as se-
guintes cores:
 Condutores de fase - Preto, branco e vermelho;
 Condutores de neutro - Azul claro;
 Condutores de retorno – Cinza;
 Condutores positivos em tensão DC – Vermelho;
 Condutores negativos em tensão DC – Preto;
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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

 Condutores de terra - Verde ou Verde/Amarelo.


Para os rabichos de ligação das luminárias serão utilizados cabos PP 3 x 1,5mm2.

4. Materiais e Equipamentos - Recebimento


A inspeção para recebimento de materiais e equipamentos será realizada no local da
obra por processo visual, podendo, entretanto, ser feita na fábrica ou em laboratório, por meio
de ensaios, a critério do CONTRATANTE.
Neste caso, o fornecedor deverá avisar com antecedência a data em que a inspeção
poderá ser realizada.
Para o recebimento dos materiais e equipamentos, a inspeção deverá conferir a
discriminação constante da nota fiscal, ou guia de remessa, com o respectivo pedido de
compra, que deverá estar de acordo com as especificações de materiais, equipamentos e
serviços.
Caso algum material ou equipamento não atenda às condições do pedido de compra,
deverá ser rejeitado. A inspeção visual para recebimento dos materiais e equipamentos
constituir-se-á, basicamente, do cumprimento das atividades descritas a seguir:
- Conferir as quantidades;
- Verificar as condições dos materiais, como, por exemplo, estarem em perfeito estado,
sem trincas, sem amassamentos, pintados, embalados e outras;
- Designar as áreas de estocagem, em lugares abrigados ou ao tempo, levando em
consideração os tipos de materiais, como segue:
- Estocagem em local abrigado - materiais sujeitos à oxidação, peças miúdas, fios,
luminárias, reatores, lâmpadas, interruptores, tomadas, eletrodutos de PVC e outros;
- Estocagem ao tempo - peças galvanizadas a fogo, transformadores (quando
externos), cabos em bobinas e para uso externo ou subterrâneo.

5. Iluminação
Será prevista utilização de diversos tipos de luminárias conforme especificado no Proje-
to elétrico. Todas elas deverão ser perfeitamente fixadas nas estruturas e com perfeito acaba-
mento na superfície de forros.
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Órgão POCONÉ
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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Os aparelhos para luminárias, empregados nesta obra, obedecerão, naquilo que lhes for
aplicável, à EB-142/ABTN, sendo construídos de forma a apresentar resistência adequada e
possuir espaço para permitir as ligações necessárias. Buscarão antes de tudo a melhor eficiên-
cia energética possível.
Todas as luminárias serão protegidas contra corrosão mediante pintura, esmaltação, zin-
cagem ou outros processos equivalentes.
As luminárias devem ser construídas de material incombustível e que não seja danifica-
do sob condições normais de serviço. Seu invólucro deve abrigar todas as partes vivas ou
condutores de corrente, condutos porta lâmpadas e lâmpadas permitindo-se, porém, a fácil
substituição de lâmpadas e de reatores. Devem ser construídas de forma a impedir a penetra-
ção de umidade em eletroduto, porta lâmpadas e demais partes elétricas.
O sistema de comando da iluminação externa será ligado através de contatores que
serão acionados a partir do sinal da célula foto-elétrica que energizará a bobina dos
contatores.

6. Materiais e Equipamentos – Descrição


Os materiais serão elencados na lista de materiais previstas em planilha orcamentria e
projeto especifico.

7. Processo Executivo
Deverá atender os requisitos de projeto, do fabricante e normas específicas.
Conforme item P-19.AAA.1 da página 884 e itens seguintes do Caderno de Encargos da
PINI – 5ª Edição.
 Entrada e Medição de Energia
Os serviços relacionados com a entrada de energia serão entregues completos, com a
ligação definitiva à rede pública, em perfeito funcionamento e com a aprovação da
concessionária de energia elétrica local.
A execução da instalação de entrada de energia deverá obedecer aos padrões de
concessionária de energia elétrica local. A CONTRATADA terá a responsabilidade de manter
com a concessionária os entendimentos necessários à aprovação da instalação e à ligação da
energia elétrica.
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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

As emendas dos condutores serão efetuadas por conectores apropriados; as ligações às


chaves serão feitas com a utilização de terminais de pressão ou compressão.
Onde houver tráfego de veículos sobre a entrada subterrânea, deverão ser tomadas
precauções para que a tubulação não seja danificada; as caixas de passagem de rede deverão
ter tampas de ferro fundido, do tipo pesado.

8. Condições Para Aceitação Da Instalação


As instalações elétricas e telefônicas só serão recebidas quando entregues em perfeitas
condições de funcionamento, ligadas à rede existente, perfeitamente dimensionada e balance-
ada e dentro das especificações.
Todos os equipamentos e instalações deverão ser garantidos pôr 24 (vinte e quatro) me-
ses a contar do recebimento definitivo das instalações.

9. Recebimento Dos Serviços


a. O recebimento das instalações elétricas estará condicionado à aprovação dos mate-
riais, dos equipamentos e da execução dos serviços.
b. Além do disposto no item anterior, as instalações só poderão ser recebidas quando
entregues em perfeitas condições de funcionamento, comprovadas pela FISCALIZA-
ÇÃO.
c. A execução será inspecionada em todas as suas fases e testada após a conclusão, para
comprovar-se o cumprimento das exigências pactuadas.

E014 – CABEAMENTO ESTRUTURADO / CFTV


1. Materiais e Equipamentos – Descrição
Os materiais serão elencados na lista de materiais previstas em planilha orcamen-
tria e projeto especifico.

Materiais e Equipamentos – Aplicação


Conforme projeto de cabeamento estruturado.

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Execução
Deverá atender os requisitos de projeto, do fabricante e normas específicas.
Conforme item P-19.AAA.1 da página 884 e itens seguintes do Caderno de Encargos da
PINI – 5ª Edição.
Cabos UTP
A instalação consistirá na passagem dos fios através de eletrodutos, conexões e caixas
existentes entre os pontos de ligação.
A passagem dos cabos será precedida da limpeza e secagem dos eletrodutos através da
introdução de bucha de estopa.
Serão utilizados os cabos apropriados, conforme projeto específico.
Os fios deverão ser preparados para evitar torções excessivas e serão cortados nas
medidas necessárias à enfiação.
Para a passagem dos cabos serão utilizados os arames-guias, previamente deixados nas
tubulações.
Após a montagem, deverá ser verificada a continuidade de cada fio e o isolamento entre
eles.
A menos que especificado no projeto, os fios e cabos não poderão ficar aparentes.
Deverá ser respeitado o número máximo de condutores por duto e as tensões de
tracionamento.
Serviço para Teste e Certificação de Cabo UTP:
A CONTRATADA devera realizar os testes Segundo a ANSI/EIA/TIA, que consiste
em utilizar um aparelho chamado de cable scanner, para se testar todos os pontos instalados
da rede. Para começar o teste é importante programar o scanner para o tipo de cabeamento
que vai ser testado Categoria 6, Categoria 5, e assim por diante.
O scanner deve estar programado para realizar testes requeridos por normas da
ANSI/EIA/TIA ou ISO/IEC que possui valores padrões. À medida que o teste começa, os
dados referente a cada ponto de rede testado é acumulado dentro do scanner. A impressão
deste relatório mostra uma análise detalhada e exibe o status, que pode ser POSITIVO ou
NEGATIVO. O objetivo da certificação e ter 100% de pontos com o status POSITIVO.

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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
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Todos os cabos devem ser testados, sejam eles coaxiais ou fibra ópticas. No caso de
fribra ópticas, seguindo as normas, testes de atenuação óptica, deve ser feito com um
conjunto Power Meter & Fonte de Luz e também testes com OTDR, documenta fielmente a
instalação. Exija da empresa que executou o projeto de cabeamento estruturado uma cópia,
impressa ou em mídia, de todos os testes realizados após a finalização da obra.
Conectores RJ 45 Fêmea, Categoria 6:
A instalação consistirá na passagem dos fios através de eletrodutos, conexões e caixas
existentes entre os pontos de ligação. A passagem dos cabos será precedida da limpeza e
secagem dos eletrodutos através da introdução de bucha de estopa. Serão utilizados os cabos
apropriados, conforme projeto específico.
Os fios deverão ser preparados para evitar torções excessivas e serão cortados nas
medidas necessárias à enfiação. Para a passagem dos cabos serão utilizados os arames-guias,
previamente deixados nas tubulações.
Após a montagem, deverá ser verificada a continuidade de cada fio e o isolamento entre
eles. A menos que especificado no projeto, os fios e cabos não poderão ficar aparentes.
Deverá ser respeitado o número máximo de condutores por duto e as tensões de
tracionamento.
Padrões de conectorização RJ45:
Visando padronizar o cabeamento, a norma prevê duas possibilidades de
conectorização, no que se refere à disposição dos pares nos conectores padrão RJ-45. Estes
padrões, denominados 568A e 568B, podem ser utilizados indistintamente, observando-se
apenas que, ao optar por uma configuração, a conectorização em todos os dispositivos (Patch
Panel, RJ-45 macho e fêmea) deverão ser feitas da mesma forma.
Certificação Completa
Além dos testes do cabeamento estruturado, outros fatores deverão ser levados em conta
para permitirem uma certificação completa. Para isso, deverá existir o envolvimento do
integrador, distribuidor e o fabricante da solução de cabeamento.
Para esse tipo de certificação ser possível, todos os componentes de cabeamento da
instalação devem ser fornecidos pelo mesmo fabricante, garantindo o desempenho e a

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ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

compatibilidade. Esta obra, para ser certificada, deve ser instalada por um integrador
credenciado pelo fabricante correspondente e estar em dia com seus treinamentos.
A Certificação Completa garante que:
- Todas as normas nacionais e internacionais aplicáveis foram cumpridas;
- Todas as práticas de projeto e instalação do fabricante foram seguidas;
- Todos os materiais utilizados são fabricados pelo fornecedor escolhido;
- Os materiais não foram contrabandeados ou falsificados;
- A certificação completa da obra garante a qualidade do projeto e da instalação, isso
estabelece a confiança entre todas as partes envolvidas.

E015 – PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO


1. Extintor de CO2 6Kg, de Água Pressurizada 10 Litros E Extintor De Pó Quimico
Seco 6 Kg
Descrição
CO2 – GÁS CARBONICO
Destinado à proteção e combate aos riscos de incêndios das classes B (líquidos in-
flamáveis) C (materiais elétricos sob carga).
O extintor deverá ser utilizado na posição vertical.
Após rompido o lacre da trava da válvula, o gatilho deverá ser apertado até o final e
o jato de pó, direcionado à base do fogo.
PÓ QUÍMICO SECO:
Extinção de focos de incêndio em líquidos inflamáveis (classe B) e equipamentos
elétricos (classe C).
O extintor deverá ser utilizado na posição vertical.
Após rompido o lacre da trava da válvula, o gatilho deverá ser apertado até o final e
o jato de pó, direcionado à base do fogo.
ÁGUA PRESSURIZADA:
Extinção de focos de incêndio em materiais combustíveis sólidos (classe A).
O extintor deverá ser utilizado na posição vertical.

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Órgão POCONÉ
CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO Tipo Doc. CE
Revisão 00
ADEQUAÇÃO E
REFORMA DA
Obra
CÂM. MUN.

Após rompido o lacre da trava da válvula, o gatilho deverá ser apertado até o final e
o jato de água, direcionado à base do fogo.
Não deve ser utilizado em equipamento elétrico energizado e incêndio de líquido
inflamável.
Aplicação
Conforme locações definidas no projeto de prevenção e combate a incêndio.
Execução
Para instalação dos extintores portáteis, devem ser observadas as seguintes exigências:
a. Quando forem fixados em paredes ou colunas, os suportes devem resistir a três
vezes a massa total do extintor e a posição da alça de manuseio não deve
exceder 1,60 m do piso.
b. O local escolhido deve ser visível para que os usuários sempre saibam onde os
extintores estão localizados e onde haja menor probabilidade de o fogo blo-
quear seu acesso.
c. Sempre verificar o diâmetro interno do bocal da mangueira de descarga, quan-
do esta for removida ou tiver que ser trocada no extintor (ver item 5.2.4).
d. Manter os extintores preferencialmente protegidos contra intempéries e danos
físicos.
e. O seu acesso não deve ser obstruído por pilhas de mercadorias ou qualquer ou-
tro material.
f. Deverá atender também, diferenças existentes na legislação da localidade onde
o extintor estiver sendo instalado.
g. Manter o extintor pelo maior tempo possível, preso em seu suporte, seja de pa-
rede ou de chão.
h. Evitar quedas de alturas superiores a 30 cm no caso do extintor cair em pé ; ou
5 cm no caso do contato com a superfície ser com a válvula.
i. Não utilizar produtos químicos agressivos à pintura do extintor ou às partes
cromadas, quando de sua limpeza.

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Figura 60: Extintores de CO2, Pó Químico e Água pressurizada.

2. Iluminação de Emergência - Bloco Autônomo De Aclaramento De Parede


Descrição
Os blocos autônomos são aparelhos de iluminação de emergência constituídos de um
invólucro adequado, contendo lâmpadas incandescentes, fluorescentes ou similares,
possuindo fonte própria de energia, com carregador e controles para supervisão, assim como,
dispositivo necessário para colocá-lo em funcionamento no caso de interrupção de
alimentação da rede elétrica da concessionária, ou na falta de uma iluminação adequada.
Alimentação: Bivolt 127/ 220 Vca – 60Hz com seleção manual de borne interno.
Tensão de trabalho: 12 Vcc.
Autonomia: ~ 01h20min.
Recarga da Bateria: Em carregador com flutuador automático e proteção contra so-
brecarga.
Acionamento 1: Automático, na falta de energia elétrica.
Acionamento 2: Automático, na falta de energia elétrica em ambientes com baixa lu-
minosidade, através de um sensor foto eletrônico (fotocélula).
Desligamento Automático: Circuito de proteção contra descarga excessiva da bateria,
tensão de corte aprox. 9,5V.
Proteções: Fusível do tipo 20AG de 0,5 A para entrada da rede elétrica e 6 A para as
lâmpadas.
Material da Caixa: Metal com pintura eletrostática.

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Bitola da fiação: 2,5 mm² para instalação das lâmpadas.


CHAVE LIGA/DESLIGA: Sua função é ativar ou desativar a central.
LED VERMELHO: Indica que o equipamento esta ligado, pronto para ser acionado
Aplicação
Conforme indicação do projeto de prevenção de combate a incêndio.
Execução
As centrais são equipamentos para iluminação de emergência "não permanente"
totalmente automático. Armazena energia em uma bateria de no mínimo 12 V 7 AH, para
acendimento das lâmpadas de balizamento e/ou aclaramento instaladas em pontos diferentes.
Na ausência de energia da rede elétrica, proporciona acendimento automático das lâm-
padas. Caso o tempo se prolongue acima do tempo máximo de autonomia o equipamento pos-
sui circuito de proteção contra descarga total da bateria. Ao retornar a energia elétrica ocorre
o desligamento das lâmpadas e a bateria será recarregada, atingida a carga total, o carregador
passa automaticamente ao regime de flutuação (mantém a carga total).
Lembrando que para o equipamento funcionar a chave do painel lateral deverá estar na
posição ligado, com o led vermelho aceso.
Instalação
A instalação do equipamento é simples, basta seguir os passos abaixo:
a. Consulte o projeto para determinar o local de instalação. Não instalar a central
de iluminação de emergência em locais sujeitos a vibração e outros efeitos que
possam provocar a queda do mesmo.
b. Alimente as lâmpadas no borne de saída localizado na parte superior da cen-
tral.
c. Verifique o borne seletor de tensão 127/ 220V localizado internamente na pla-
ca eletrônica, ajuste para tensão adequada a sua rede elétrica.
d. Conecte o plug do equipamento à tomada e ligue a chave do painel lateral e o
led vermelho de ligado acenderá.
e. Conecte os cabos preto e vermelho à bateria.
Nota: Precauções E Cuidados
O equipamento foi desenvolvido para trabalhar na posição vertical.
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Verifique se a superfície onde o equipamento será fixado possui resistência para susten-
tação do equipamento.

3. Placas Indicativas De Sentido, De Saída De Emergência, De Extintores E


Demarcação No Piso Para Cada Extintor De Incêndio
Descrição
A sinalização de emergência faz uso de símbolos, mensagens e cores, que devem ser
distribuídos convenientemente no interior da edificação e áreas de risco, segundo os critérios
da NT 14 - Sinalização de emergência.
Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança, a fim de fazer com que a
última se sobressaia.
Cor de segurança: Aquela para qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico
de segurança.
Sinalização de segurança: Sinalização que fornece uma mensagem de segurança, obtida
por uma combinação de cor e forma geométrica, à qual é atribu-
ída uma mensagem específica de segurança pela adição de um
símbolo gráfico executado com cor de contraste.
Sinalização básica: Conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apre-
sentar, constituído por quatro categorias, de acordo com a sua
função: proibição, alerta, orientação e salvamento e equipamen-
tos.
Sinalização complementar: Conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensa-
gens complementares à sinalização básica, porém, das quais esta
última não é dependente.
Sinalização de alerta: Sinalização que visa alertar para áreas e materiais com potencial
risco de incêndio ou explosão.
Sinalização de equipamentos: Sinalização que visa indicar a localização e os tipos de equi-
pamentos de combate a incêndio e alarme disponíveis no lo-
cal.

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Sinalização de orientação e salvamento: Sinalização que visa indicar as rotas de saída e as


ações necessárias para o seu aceso e uso adequado.
Sinalização de proibição: Sinalização que visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao
início do incêndio ou ao seu agravamento.
Aplicação
Deveram ser seguidas as locações propostas no projeto pertinente e nas áreas de risco
onde é exigido sistema de sinalização de emergência de acordo com o previsto na Legislação
de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Mato Grosso do Sul.
Nos casos citados abaixo devera ser levado em consideração que:
1. A sinalização de proibição deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1,80 m,
distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco, de modo que pelo menos
uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área, distancia-
das em no máximo 15 m entre si;
2. A sinalização de alerta deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1,80 m,
próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizado, distan-
ciadas entre si em no máximo 15 m;
3. A sinalização de orientação e salvamento deve assinalar todas as mudanças de direção,
saídas, escadas, etc., e ser instalada segundo sua função, a saber:
a) A sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente
acima das portas, ou diretamente na folha da porta, centralizada a uma altura de
1,80 m;
b) A sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que a
distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de
no máximo 15 m. Adicionalmente, esta também deve ser instalada de forma que
na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte,
respeitado o limite máximo de 30,0 m. A sinalização deve ser instalada de modo
que a sua base esteja a 1,80 m do piso acabado;
c) A sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de
emergência deve estar a uma altura de 1,80 m, instalada junto à parede, sobre o pa-

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tamar de acesso de cada pavimento, de tal forma a ser visualizada em ambos os


sentidos da escada (subida e descida);
d) A mensagem escrita “SAÍDA” deve estar sempre grafada em língua portuguesa;
e) A abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer si-
nalização.
4. A sinalização apropriada de equipamentos de combate a incêndio deve estar a uma altu-
ra de 1,80 m, e imediatamente acima do equipamento sinalizado, além do seguinte:
a) Quando houver obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da si-
nalização, a mesma deve ser repetida a uma altura suficiente para a sua visualiza-
ção;
b) Quando a visualização direta do equipamento ou sua sinalização não for possível
no plano horizontal, a sua localização deve ser indicada a partir do ponto de boa
visibilidade mais próxima. A sinalização deve incluir o símbolo do equipamento
em questão e uma seta indicativa, sendo que o conjunto não deve distar mais que
7,5 m do equipamento;
c) Quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar, devem ser sinalizadas to-
das as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação de
pessoas ou veículos;
d) Quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio instalados em garagem, área de
fabricação, depósito e locais utilizados para movimentação de mercadorias e de
grande varejo, deve ser implantada também a sinalização de piso.
Execução
São requisitos básicos para que a sinalização de emergência possa ser visualizada e
compreendida no interior da edificação ou área de risco:
a) A sinalização de emergência deve destacar-se em relação à comunicação visual
adotada para outros fins;
b) A sinalização de emergência não deve ser neutralizada pelas cores de paredes e
acabamentos, dificultando a sua visualização;

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c) A sinalização de emergência deve ser instalada perpendicularmente aos corredo-


res de circulação de pessoas e veículos, permitindo-se condições de fácil visuali-
zação;
d)As sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento, a-
larme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito fo-
toluminescente.
Os materiais das placas deverão seguir conforme especificação em projeto pertinente,
PVC pintada ou adesivada com materiais fluorescentes e aplicadas com fita dupla face, de-
vendo o material possuir resistência mecânica e espessura suficiente para que não sejam trans-
feridas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies em que forem apli-
cadas.

Figura 61: Placas de indicação de sentido

Figura 62: Placas de saída de emergência

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Figura 63: Placa de extintor de água

Figura 64: Placa de extintor de pó seco

Figura 65: Demarcação no piso para extintor de incêndio

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Figura 66: Placas de sinalização

Figura 67: Placa fotoluminescente

E016 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS


1. Materiais e Equipamentos Recebimentos
Os serviços só serão recebidos depois de realizados os testes de funcionamento normatizados
para a rede e as instalações. A inspeção para recebimento de materiais e equipamentos será realizada
no canteiro de serviço ou local de entrega, através de processo visual. Quando necessário e justificá-
vel, o CONTRATANTE poderá enviar um inspetor devidamente qualificado para testemunhar os mé-
todos de ensaio requeridos pelas Normas Brasileiras. Neste caso, o fornecedor ou fabricante deverá ser
avisado com antecedência da data em que a inspeção será feita. Para o recebimento dos materiais e
equipamentos, a inspeção deverá basear-se na descrição constante da nota fiscal ou guia de remessa,
pedido de compra e respectivas especificações de materiais e serviços.

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A inspeção visual para recebimento dos materiais e equipamentos constituir-se-á, basicamente,


no atendimento às observações descritas a seguir, quando procedentes:
 Verificação da marcação existente conforme solicitada na especificação de materiais;
 Verificação da quantidade da remessa; · verificação do aspecto visual, constatando a
inexistência de amassaduras, deformações, lascas, trincas, ferrugens e outros defeitos
possíveis;
 Verificação de compatibilização entre os elementos componentes de um determinado
material.
 Os materiais ou equipamentos que não atenderem às condições exigidas serão rejeita-
dos.
Os materiais sujeitos à oxidação e outros danos provocados pela ação do tempo deverão ser a-
condicionados em local seco e coberto.
O tubo de PVC, aço, cobre e ferro fundido deverão ser estocados em prateleiras ou leitos, sepa-
rados por diâmetro e tipos característicos, sustentados por tantos apoios quantos forem necessários
para evitar deformações causadas pelo peso próprio.
As pilhas com tubos com bolsas ou flanges deverão ser formadas de modo a alternar em cada
camada a orientação das extremidades.
Deverão ser tomados cuidados especiais quando os materiais forem empilhados, de modo a ve-
rificar se o material localizado em camadas inferiores suportará o peso nele apoiado.

2. Processo Executivo - Descrição


Antes do início da montagem das tubulações, a CONTRATADA deverá examinar cuidadosa-
mente o projeto e verificar a existência de todas as passagens e aberturas nas estruturas. A montagem
deverá ser executada com as dimensões indicadas no projeto e confirmadas no local da obra.
As tubulações que atravessam os elementos estruturais somente serão permitidas quando previs-
tas e detalhadas nos projetos executivos de estrutura em concreto e instalações hidráulicas, devendo
ser observado às normas especificas a cada disciplina.
Caberá a CONTRATADA interligar a tubulação de alimentação de água fria da edificação com
a rede externa existente.
Todas as extremidades das tubulações devem ser protegidas e vedadas durante a construção, até
a instalação definitiva dos aparelhos.
As marcas de referência utilizadas deverão ser de primeira linha, TIGRE, AMANCO ou simila-
res técnicas autorizadas pela FISCALIZAÇÃO.
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Base de pesquisa item E-IHI.1, da página 272 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição, i-
tem P-20.AAA.1, da página 908 á página 909 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição e manual
construção da página 122, Instalações Hidráulicas E Sanitárias Água Fria.

3. Aplicação
As instalações hidráulicas deverão ser aplicadas conforme projetos pertinentes de ins-
talações hidráulicas e arquitetura.

4. Tubulação PVC Soldável


a) Descrição
Tubos e conexões fabricados na cor marrom, unidos através de junta soldável, de acordo com a NBR
5648 - Sistemas prediais de água fria - Tubos e conexões de PVC 6,3, PN 750 kPA, com junta soldá-
vel, sistema dimensionado para suportar pressões de serviço de 750kPa(75m.c.a.ou7,5kgf/cm²).
b) Aplicação
Aplicado em instalações prediais de água fria permanentes, embutidas em paredes ou aparentes em
locais cobertos, conforme projeto de instalações hidrossanitarias.
c) Execução
Para a execução desta junta, deve-se utilizar o Adesivo Plástico ou o Adesivo Plástico Extra
Forte.
a) Devem-se lixar as superfícies a serem soldadas utilizando lixa;
b) Observar que o encaixe deve ser bastante justo, quase impraticável sem o adesivo, pois
sem pressão não se estabelece a soldagem;
c) Devem-se limpar as superfícies lixadas com Solução Limpadora, eliminando impurezas e
gorduras.
d) Distribuir uniformemente o adesivo com um pincel ou o bico da própria bisnaga nas bol-
sas e nas pontas a serem soldadas a superfícies tratadas;
e) Deve-se encaixar de uma vez as extremidades a serem soldadas, promovendo, enquanto
encaixar, um leve movimento de rotação entre as peças 1/4 volta até que atinjam a posi-
ção definitiva. Encaixar as partes e remover qualquer excesso de adesivo e espere 1 ho-
ra para encher a tubulação de água e 12 horas para fazer o teste de pressão.

Instalação das conexões com rosca:

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a) Aplicar fita veda rosca em quantidade suficiente para conseguir vedação.


b) Não use em excesso, pois causa ruptura da conexão;
c) Não faça aperto excessivo, isto não garante vedação e rompe a conexão;
d) Não utilize adesivo de PVC nas roscas;
e) Antes de rosquear as peças, verifique o tamanho do macho metálico, caso o mesmo seja superi-
or ao tamanho da bolsa da conexão é aconselhável cortar o excesso, caso contrário não rosqueie a peça
além do batente da bolsa da conexão.

Figura 68: PVC Soldável

5. Tubulações
5.1. Tubulações Embutidas
Para a instalação de tubulações embutidas em paredes de alvenaria, os tijolos deverão ser recor-
tados cuidadosamente com talhadeira, conforme marcação prévia dos limites de corte. No caso de
blocos de concreto, deverão ser utilizadas serras elétricas portáteis, apropriadas para essa finalidade.
As tubulações embutidas em paredes de alvenaria serão fixadas pelo enchimento do vazio res-
tante nos rasgos com argamassa de cimento e areia.
Quando indicado em projeto, as tubulações, além do referido enchimento, levarão grapas de fer-
ro redondo, em número e espaçamento adequados, para manter inalterada a posição do tubo.
Não será permitida a concretagem de tubulações dentro de colunas, pilares ou outros elementos
estruturais. As passagens previstas para as tubulações, através de elementos estruturais, deverão ser
executadas antes da concretagem, conforme indicação no projeto.

5.2. Tubulações Enterradas


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Todos os tubos serão assentados de acordo com o alinhamento, elevação e com a mínima cober-
tura possível conforme indicado no projeto. As tubulações enterradas poderão ser assentadas sem em-
basamento, desde que as condições de resistência e qualidade do terreno o permitam.
As tubulações de PVC deverão ser envolvidas por camada de areia grossa, com espessura mí-
nima de 10 cm, conforme os detalhes do projeto.
A critério da FISCALIZAÇÃO, a tubulação poderá ser assentada sobre embasamento contínuo
(berço), constituído por camada de concreto simples ou areia. O reaterro da vala deverá ser feito com
material de boa qualidade, isento de entulhos e pedras, em camadas sucessivas e compactadas, con-
forme as especificações do projeto. As redes de tubulações com juntas elásticas serão providas de an-
coragens em todas as mudanças de direção, derivações, registros e outros pontos singulares, conforme
os detalhes de projeto.

5.3. Instalação de Equipamentos


Todos os equipamentos com base ou fundações próprias deverão ser instalados antes de inici-
ada a montagem das tubulações diretamente conectadas aos mesmos. Os demais equipamentos pode-
rão ser instalados durante a montagem das tubulações.
Durante a instalação dos equipamentos deverão ser tomados cuidados especiais para o seu per-
feito alinhamento e nivelamento.

5.4. Meios de Ligação


5.4.1. Tubulações de PVC
Rosqueadas
Para a execução das juntas rosqueadas de canalização de PVC rígido, dever-se-á:
- Cortar o tubo em seção reta, removendo as rebarbas;
- Usar tarraxas e cossinetes apropriados ao material;
- Limpar o tubo e aplicar sobre os fios da rosca o material vedante adequado;
- Para juntas com possibilidade de futura desmontagem, usar fita de vedação à base de resina sin-
tética;
- Para junta sem possibilidade de futura desmontagem, usar resina epóxi.

Soldadas
Para a execução das juntas soldadas de canalizações de PVC rígido, dever-se-á:

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- Limpar a bolsa da conexão e a ponta do tubo e retirar o brilho das superfícies a serem soldadas
com o auxílio de lixa adequada;
- Limpar as superfícies lixadas com solução apropriada;
- Distribuir adequadamente, em quantidade uniforme, com um pincel ou com a própria bisnaga, o
adesivo nas superfícies a serem soldadas;
- Encaixar as extremidades e remover o excesso de adesivo.
Com Juntas Elásticas
Para a execução das juntas elásticas de canalizações de PVC rígido, dever-se-á:
- Limpar a bolsa do tubo e a ponta do outro tubo das superfícies a serem encaixadas, com auxílio
de estopa comum;
- Introduzir o anel de borracha no sulco da bolsa do tubo;
- Aplicar pasta lubrificante adequada na parte visível do anel de borracha e na parte da ponta do
tubo a ser encaixada;
- Introduzir a ponta do tubo até o fundo do anel e depois recuar aproximadamente 1 cm.

5.5. Recebimento
Antes do recobrimento das tubulações embutidas e enterradas, serão executados testes visando
detectar eventuais vazamentos.

5.6. Teste em Tubulação Pressurizada


Esta prova será feita com água sob pressão 50% superior à pressão estática máxima na instala-
ção, não devendo descer em ponto algum da canalização, a menos de 1 kg/ cm². A duração de prova
será de, pelo menos, 6 horas, não devendo ocorrer nesse período nenhum vazamento.
O teste será procedido em presença da FISCALIZAÇÃO, a qual liberará o trecho testado para
revestimento. Neste teste será também verificado o correto funcionamento dos registros e válvulas.
Após a conclusão dos serviços e obras e instalação de todos os aparelhos sanitários, a instalação
será posta em carga e o funcionamento de todos os componentes do sistema deverá ser verificado em
presença da FISCALIZAÇÃO.

5.7. Geral
Os testes deverão ser executados na presença da FISCALIZAÇÃO. Durante a fase de testes, a
CONTRATADA deverá tomar todas as providências para que a água proveniente de eventuais vaza-
mentos não cause danos aos serviços já executados.
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Concluídos os ensaios e antes de entrarem em serviço, as tubulações de água potável deverão


ser lavadas e desinfetadas com uma solução de cloro e que atue no interior dos condutos durante 1
hora, no mínimo.
A CONTRATADA deverá atualizar os desenhos do projeto à medida que os serviços forem e-
xecutados, devendo entregar, no final dos serviços e obras, um jogo completo de desenhos e detalhes
da obra concluída.

5.8. Normas e Práticas Complementares


A execução de serviços de Instalações Hidráulicas de Água Fria deverá atender também às se-
guintes Normas e Práticas Complementares:
 Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais;
 Normas da ABNT e do INMETRO:
 NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria - Procedimento
 NBR 5651 - Recebimento de Instalação Predial de Água Fria - Especificação;
 Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive
normas de concessionárias de serviços públicos;
 Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREACONFEA.

5.9. Fiscalização
A FISCALIZAÇÃO deverá realizar além das atividades mencionadas na Prática Geral de Cons-
trução as seguintes atividades específicas:
 Liberar a utilização dos materiais e equipamentos entregues na obra, após comprovar que
as características e qualidade satisfazem às recomendações contidas nas especificações técnicas e no
projeto;
 Acompanhar a instalação das diversas redes de água fria, seus componentes e equipamen-
tos, conferindo se as posições e os diâmetros correspondem aos determinados em projeto;
 Será permitida alteração do traçado das redes quando for necessária, devida modificação
na posição das alvenarias ou na estrutura, desde que não interfiram nos cálculos já aprovados. Caso
haja dúvida, a FISCALIZAÇÃO deverá pedir anuência ao Autor do Projeto;
 A FISCALIZAÇÃO deverá pedir anuência do Autor do Projeto para execução de furos
não previstos em projeto, para travessia de elementos estruturais por tubulações;

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 A FISCALIZAÇÃO deverá inspecionar cuidadosamente as casas de bombas, compro-


vando com os fornecedores dos equipamentos e/ou autor dos projetos, o seu funcionamento;
 A FISCALIZAÇÃO deverá exigir que todas as tubulações embutidas sejam devidamente
testadas sob pressão, antes da execução do revestimento;
 A FISCALIZAÇÃO deverá acompanhar a realização de todos os testes previstos nas ins-
talações de água fria, analisando, se necessário com o auxílio do autor do projeto, os seus resultados;
 Observar se durante a execução dos serviços são obedecidas as instruções contidas no
projeto e na respectiva Prática de Construção;
 A FISCALIZAÇÃO deverá acompanhar a execução dos testes dos conjuntos moto-
bombas conforme instruções contidas na Prática de Construção.

E016 – INSTALAÇÕES SANITÁRIAS - ESGOTO


1. Tubulação de PVC para Esgoto
a) Descrição
Os Tubos e conexões Coletor de Esgoto são produzidos de acordo com a norma NBR 5688/99.
b) Aplicação
Os tubos de PVC destinam-se a sistemas prediais para esgoto sanitário e ventilação. É aplicado
em instalações prediais de esgoto, escoamento por gravidade, não sendo submetido à pressão.
Os tubos, conexões e acessórios de PVC rígidos para esgoto sanitário são brancos.
c) Execução
O procedimento de montagem dos tubos de PVC deverão seguir os especificados pelo fabrican-
te considerando alguma praticas essenciais para a perfeita execução dos serviços sendo elas:
- A ponta e a bolsa dos tubos deverão ser limpas;
- A bolsa e a ponta deverão ser lixadas ate que seja retirado todo o brilho;
- A ponta e bolsa deverão ser novamente limpas eliminando todo vestígio de sujeira ou gordura;
- Os tubos com ponta e bolsa para soldar são fornecidos com pontas chanfradas. Sendo necessário
serrar um tubo, a ponto devera ser perfeitamente chanfrada com uma lima para facilitar o encaixe na
bolsa;
- Quando houver necessidade de cortar um tubo, esta operação devera ser perpendicular ao eixo
do mesmo. Após o corte, as rebarbas deverão ser removidas com uma rasqueta e a ponta do tubo será
chanfrada.

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- Nas ligações das válvulas de pias e lavatórios convencionais ao tubo de esgoto secundário, de-
verão ser utilizadas conexões adequadas. Não serão admitidas ligações das válvulas diretamente ao
tubo;

Figura 69: Tubulação de PVC para esgoto

2. Considerações Gerais
Quanto aos serviços a CONTRATADA devera:
- Assegurar-se de que o traçado e do diâmetro das tubulações sigam rigorosamente o previsto no
projeto executivo;
- As declividades constantes no projeto deverão ser consideradas côo mínimas, devendo ser pro-
cedida uma verificação geral dos níveis ate a rede urbana, antes da instalação dos coletores. Para os
ramais de descarga, a declividade mínima será de 2%;
- As juntas nos tubos com anel de borracha, o acoplamento devera ocorrer sem deslocamento do
anel, de maneira a garantir a estanqueidade contra a infiltração de água e a penetração de raízes;
- Proteção da rede: durante a obra, as extremidades dos tubos deverão ser protegidas e vedadas
ate a montagem dos aparelhos sanitários;
- Quanto às tubulações embutidas deverá:
- A construção das canalizações deverá permitir fácil acesso para eventual execução de reparos e
não deverá interferir nas condições de estabilidade da edificação.
- A canalização no interior da edificação não devera ficar solidaria a estrutura do mesmo. Em tor-
no da canalização, nos alicerces ou paredes por ela atravessados, devera haver folga para que um even-
tual recalque do edifício não venha prejudicá-la.
- As aberturas nas paredes deverão ser feitas de forma a permitir a colocação de tubos livres de
tensões.

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Figura 70: Tubulação embutida

Quanto às tubulações aparentes devera ser observado:


- As tubulações expostas, a fixação dos tubos será feita com abraçadeiras com superfícies internas
lisas, adequadamente protegidas, a fim de evitar o atrito e a danificação das tubulações;
- O distanciamento das abraçadeiras será, para os tubos horizontais, igual a 10 vezes o diâmetro
da canalização; para os tubos de queda esta distancia será fixada em 2,0 metros, ressalvamos que a
CONTRATADA devera seguir as orientações projetuais;
Exemplo:
Horizontal: calcular 10 vezes o diâmetro da canalização (10 x DN).Por exemplo, se temos um
tubo de 100 mm, o distanciamento entre os suportes será de 10 x 100 mm = 1000 mm (ou 1 metro).

Figura 71: Braçadeira Horizontal

- Para os tubos verticais, a montagem será feita com juntas elásticas, por permitirem uma melhor
movimentação da tubulação, causada pelo efeito da dilatação térmica.
Exemplo:
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Vertical: colocar um suporte (braçadeira) a cada 2 metros.

Figura 72: Braçadeira Vertical

Quanto às tubulações enterradas devera ser observado:


 As canalizações enterradas deverão ser assentadas em terreno resistentes ou sobre
base apropriada, livre de detritos ou materiais pontiagudos. O recobrimento mí-
nimo devera ser de 30 cm;
 Caso não seja possível executar esse recobrimento mínimo, ou se a canalização es-
tiver sujeita à carga de rodas, fortes compressões ou, ainda, situada sob área edi-
ficada, devera existir uma proteção adequada, com uso de lajes ou caneletas que
impeçam à ação desses esforços sobre a canalização.

Figura 73: Cargas e Profundidades Padrões

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Figura 74: Tubulação enterrada

Por exemplo, se você tiver uma tubulação com DN 100 (10 cm), você terá de abrir uma vala de
10 + 30 = 40 centímetros.

Ressalvamos que a CONTRATADA devera seguir o especificado em projeto pertinente.

E017 – LIMPEZAS
1. Limpeza Final da Obra
1.1. Descrição e Execução
No momento do recebimento definitivo será cobrada a limpeza final da obra, cujas
instalações construídas ou reformadas deverão ser entregues prontas para utilização, sem
resquícios ou restos de entulho.
O método executivo poderá ser observado no item P-30.AAA.1, da página 973 do
Caderno de Encargos da PINI – 5ª Edição.

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IV. INFRAESTRUTURA – TERRAPLANAGEM, PAVIMENTAÇÃO, URBANIS-


MO, PAISAGISMO

I001 – MOVIMENTO DE TERRA – CORTE/ ATERRO/ CARGA/ TRANSPORTE


1. Escavação Manual
1.1. Descrição
Escavação manual em campo aberto para tubulão – fuste e/ou base (para todas as pro-
fundidades).
Conforme item P-03.ESC.1, da página 500 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição.
1.2. Aplicação
O referido serviço deverá ser executado conforme orientação da FISCALIZAÇÃO e
projeto pertinente.
1.3. Execução
A execução do serviço devera ser seguida aos projetos e as especificações no que se
refere à locação, profundidade e declividade da escavação, entretanto em alguns casos, as
escavações poderão ser levadas ate uma profundidade superior a projetada, ate que se
encontrem as condições necessárias de suporte para apoio das estruturas, a critério da
FISCALIZAÇÃO.
Quando necessário, os locais escavados deverão ser isolados, escorados e esgotados por
processo que assegure proteção adequada.
Deverão dispor de escadas ou rampas, colocadas próximas aos postos de trabalhos, a
fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores, independentemente
da adoção de escoramento.
Deverão ser observadas as imposições do local de trabalho, principalmente as
concernentes à segurança dos transeuntes e de animais.

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2. Regularização e Compactação de Terreno


2.1. Descrição
Regularização e compactação manual de terreno com soquete.
2.2. Aplicação
O referido serviço deverá ser executado conforme orientação da FISCALIZAÇÃO e
projeto pertinente.
2.3. Execução
A execução do serviço deverá seguir projetos e especificações específicos.
Conforme item P-03.ATE.1, da página 497 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª
Edição.

3. Reaterro de Valas
3.1. Descrição
Reaterro de vala com material granular, reaproveitado, adensado e vibrado.
Consiste na descarga, espalhamento, homogeneização, conveniente umedecimento ou
aeração, e compactação caso prevista em projeto, do material selecionado procedente de
empréstimo de outras escavações.
3.2. Aplicação
Obedecerá rigorosamente aos elementos técnicos fornecidos pela FISCALIZAÇÃO e
constantes das notas de serviços apresentadas no projeto executivo.
3.3. Execução
O material para reaterro deverá ser previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
Se o material proveniente da escavação não for adequado ou suficiente para o reaterro, a
CONTRATADA indicará as áreas de empréstimos a serem aprovadas pela FISCALIZAÇÃO.
O reaterro das cavas ou valas deverá ser executado logo após a desforma ou colocação
das tubulações, tomando-se os devidos cuidados para não danificar e/ou deslocar as estruturas
e tubulações.
Os locais a serem reaterrados deverão estar limpos, removendo-se pedaços de madeira
ou outros materiais.

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O reaterro deverá ser executado em camadas de 20 cm de material solto, com umidade


ótima e compactado manual ou mecanicamente até se conseguir grau de compactação de no
mínimo 95% do Ensaio Normal de Compactação (NBR-7182 da ABNT).
O controle de compactação será visual e, em caso de dúvidas, a FISCALIZAÇÃO fará
verificações através de processos expedidos de campo.
A complementação dos abatimentos havidos nos locais reaterrados, correrá por conta da
CONTRATADA.
Após a execução dos reaterros e acertos do terreno, a terra excedente deverá ser
removida para local sugerido pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO.

4. Aterro
4.1. Descrição
Aterro apiloado (manual) em camadas de 20 cm com material de empréstimo.
Conteúdo do Serviço:
1) O empréstimo de solo está considerado nos coeficientes de insumo.
2) Mão-de-obra para lançamento do material, espalhamento em camadas e apiloamento
manual.
4.2. Aplicação
Conforme locação e especificação da FISCALIZAÇÃO e projeto executivo pertinente.
4.3. Critério de Medição
Volume medido pela camada acabada.
4.4. Execução
Iniciar o aterro sempre no ponto mais baixo, em camadas horizontais superpostas em
camadas de 0,20 a 0,40 m de espessura.
Prever o caimento lateral ou longitudinal para rápido escoamento das águas pluviais,
evitando-se o seu acúmulo em qualquer ponto.
O apiloamento do solo é realizado com soquete de 30 kg, golpeando aproximadamente
50 vezes por metro quadrado, a uma altura média de queda de 50 cm.
Observar a umidade de compactação do solo.

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Conforme item P-03.ATE.1, da página 497 do Caderno de Encargos da PINI – 5ª


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4.5. Controle
4.5.1. Controle tecnológico
Efetuar determinação do grau de compactação atingido e do respectivo desvio de
umidade com relação à umidade ótima para cada 1.000 m3 de cada tipo de material utilizado
no corpo do aterro, e para cada 200 m3 de cada tipo de material utilizado na camada final do
aterro, ou por trechos, a critério da FISCALIZAÇÃO.
Efetuar um ensaio de granulometria, do limite de liquidez, do limite de plasticidade e,
sempre que necessário, do índice de suporte Califórnia, com a energia especificada na
compactação, para cada 1.000 m3 nas camadas finais de aterro, ou por trechos, a critério da
FISCALIZAÇÃO.
4.5.2. Controle geométrico
O controle geométrico da execução dos aterros será topográfico e deverá ser feito com
cuidado especial, para que seja atingida a conformação prevista no projeto de terraplenagem.
O acabamento, quanto à declividade transversal e inclinação dos taludes será verificado
e deverá estar de acordo com o previsto no projeto de terraplenagem.
As tolerâncias admitidas são as seguintes:
- Planimetricamente - até + 0,20 m, não se admitindo variação para menos;
altimetricamente - até ± 0,05 m.

4.6. Normas E Práticas Complementares


A execução de serviços de Terraplenagem deverá atender também às seguintes Normas
e Práticas
Complementares:
- Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais;
- Normas da ABNT e do INMETRO;
- Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais,
inclusive normas de concessionárias de serviços públicos;
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- Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREACONFEA.

Figura 75: Terraplenagem

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V. ENTREGA DA OBRA

O recebimento da obra será feito em duas fases após comunicação da conclusão da obra
pela CONTRATADA a CONTRATANTE:

1. Tipos de Entregas
1.1. Recebimento Provisório
Quando as obras e serviços contratados ficarem inteiramente concluídos, de acordo com
o contrato, será lavrado um Termo de Recebimento Provisório, que deve ser passado em 03
(três) vias de igual teor, todas elas assinadas por um representante do CONTRATANTE e por
um da CONTRATADA.
Recebimento provisório ocorrerá 15 (quinze) dias da comunicação da CONTRATADA
e depois de satisfeitas as seguintes condições:
- Realização de todas as medições da obra, inclusive aquelas referentes a acréscimos e
modificações;
- Entrega a CONTRATANTE, quando for o caso, dos certificados de aprovação de
instalações ou de garantia de equipamentos, materiais ou serviços especializados;
- Entrega a CONTRATANTE dos compromissos de manutenção gratuita de
equipamentos ou instalações especiais durante o período de garantia;
- Entrega de Manual do Usuário;
- Entrega a CONTRATANTE de todos os projetos devidamente atualizados conforme
as modificações efetuadas por ocasião da construção ("AS BUILT");
1.2. Recebimento Definitivo
O termo de recebimento definitivo será lavrado 60 (sessenta) dias após o Recebimento
Provisório, referido no item anterior, somente se tiverem sido atendidas todas as exigências da
FISCALIZAÇÃO referentes a defeitos ou vícios verificados em quaisquer elementos das
obras e serviços executados, e se tiverem sido solucionadas aquelas referentes a possíveis

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faltas de pagamento a operários, fornecedores de materiais e prestadores de serviços


empregados nas obras e serviços deste contrato.
O Termo de Recebimento Definitivo será passado no mesmo número de vias, assinado e
distribuído de forma idêntica à estabelecida no item precedente.
O Termo de Recebimento Definitivo deverá conter formal declaração de que o prazo
mencionado no artigo 1.245 do Código Civil Brasileiro será contado, em qualquer hipótese, a
partir da data deste termo, ou seja, fica entendida e acordada a responsabilidade da
CONTRATADA, pelo prazo de 05 (cinco) anos.
O recebimento definitivo atenderá às exigências constantes da legislação pertinente e
ainda às indicações abaixo:
- Será global, isto é, será referente a todas as obras ou serviços objetos de contrato;
- Após a entrega a CONTRATANTE do Certificado de Quitação (CQ) do INSS e
FGTS;
- Será feito, no máximo, 60 (sessenta) dias após o recebimento provisório e, no
mínimo, 30 (trinta) dias após a ocupação do prédio. Poderá ser feita até 90 (noventa)
dias após o recebimento provisório, caso o prédio não tenha sido ocupado nesse
prazo;
- Após a aprovação das instalações de luz, água, gás, esgoto e telefone pelas
concessionárias locais;
- Após a entrega a CONTRATANTE do “Habite-se” da obra;
- Qualquer correção que seja de responsabilidade da CONTRATADA, antes ou depois
do Recebimento Definitivo, implicará na obrigação de correção de quaisquer outros
serviços que, em decorrência desta ou do defeito original, se tornem necessários.

2. Ligações Definitivas e Documentações


A CONTRATADA deverá efetuar os pedidos de ligação definitiva junto às
concessionárias locais de luz, água, gás, esgoto e telefone; arcar com todas as despesas diretas
ou indiretas, necessárias à elaboração e aprovação, junto aos órgãos públicos e
concessionárias locais, dos projetos e documentos, nas condições previstas, tais como: taxas,
emolumentos, anotações, ART, consultas a especialistas, cópias e despachantes.
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Os custos de coordenação deverão ser previstos nas várias atividades propostas.

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Dênis Edgar Reimann - Arquiteto e Urbanista
CAU – A100611-8

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