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06/11/2019 Disciplina Portal

Economia Política

Aula 1 - Conceitos iniciais de Economia e


Interrelações com o Direito
INTRODUÇÃO

O conhecimento de Economia é importante para os pro ssionais das mais diversas áreas da atividade pro ssional. No
caso do Direito, o estudo da Economia é fundamental para o exercício da pro ssão, estando interligado com os
diversos ramos da área jurídica. Você deverá utilizar os conceitos desenvolvidos durante seu curso facilitando,
certamente, seu aprendizado.

O sistema de produção nacional está baseado no arcabouço jurídico que evita incertezas que venham a afetar os
investidores. As regras propostas para nosso sistema capitalista de produção estão baseadas em preceitos
constitucionais, que ordena todo o processo de alocação de recursos escassos. Os problemas fundamentais da
economia deverão ser discutidos ao longo de nosso curso.

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Bons estudos!

OBJETIVOS

Examinar a importância do estudo da Economia para o curso de Direito;

Identi car os conceitos básicos de Economia;

Descrever os Sistemas Econômicos e os Fatores de Produção.

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ECONOMIA X CONHECIMENTO JURÍDICO


Ao iniciar o estudo do Direito e se deparar com a disciplina Economia Política, você pode se fazer a seguinte
indagação:

Qual a relação entre estas duas áreas?

Essa estranheza não é de todo infundada, mas se deve muito mais pelos rumos que estas duas áreas das ciências
sociais tomaram no decorrer do tempo do que pelos fundamentos que as sustentam e as fazem ser tão relevantes
para a sociedade.

Por isso, a partir de agora, vamos conhecer alguns aspectos dessas áreas que nos mostram qual a relação existente
entre elas.

Tanto o Direito, quanto a Economia, se originam do mesmo conjunto de questões, pois são frutos da tentativa humana
de entender como os indivíduos se organizam socialmente e produtivamente, como se entendem e como formulam o
entendimento sobre o outro. Suas origens estão, portanto, nos primeiros textos losó cos, sendo o campo da
“Filoso a” sua origem comum.

O objeto de estudo do Direito, como área do conhecimento, é a “relação humana”, ou seja, o conjunto de relações que
ocorrem entre os seres humanos que se comunicam (as relações sociais), pois indivíduos isolados, que não possuem
outros seres humanos para se relacionar, não travam este conjunto de relações.

A valoração jurídica é relativa à relação humana na medida em que o comportamento de um indivíduo se defronta com
os comportamentos intercomplementares dos outros indivíduos, sendo esta uma relação intersubjetiva, pois ocorre
entre mais de um. As “Leis”, como são conhecidas, disciplinam ou buscam disciplinar a relação humana, ou seja, as
formas como os indivíduos travam (ou devem travar) suas relações sociais.

A análise jurídica dessas relações cria uma norma de “dever-ser” – regras e regulamentos, que podem ser explícitos ou
tácitos –, que estabelece a forma e o conteúdo através dos quais aquelas relações são válidas e aceitas, além de
estudar o conjunto das normas já criadas. Assim, essas normas de “dever-ser” estabelecem de que forma as relações
devem ser travadas entre os indivíduos e de que forma passam a ser aceitas por estes.

De acordo com cada época e/ou lugar, a “relação jurídica” apresenta conteúdos diferentes, podendo ser interpretada
tanto como a representação dos interesses coletivos quanto como re exo dos interesses da “classe dominante”. No
entanto, independente dessa interpretação, esse tipo de relação vem acompanhada e, algumas vezes, busca
condicionar a forma como os indivíduos se relacionam.

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Portanto, a “Norma Jurídica” representa o conjunto de todos os contextos de relações jurídicas expressas na
manifestação da vontade social, sendo o Direito o re exo do entendimento dos indivíduos em cada época e em cada
local, como o resultado daquilo que é considerado melhor, mais adequado e mais justo.

É nesse contexto de transformações das relações sociais que o direito e a economia se apresentam de maneira inter-
relacionada, pois é no bojo das transformações ocorridas nas relações entre senhores e servos no nal da Idade
Média, que a valorização de cada pessoa como dotada de uma individualidade própria passa a de nir o direito de
“SER”, valorizando cada um como um indivíduo provido de direitos, que são extensivos a todos de forma igual,
formulando a ideia de “individualidade”, fundamento básico para a criação de uma nova categoria social, a dos
“cidadãos”, distinta da dicotomia até então vigente – nobreza ou servos.

Fonte da Imagem:

Esses direitos individuais consagrados nos primeiros códigos civis, se centralizavam em torno das garantias do direito
de propriedade, o direito de “TER”, na medida em que tinham como fundamento básico a garantia das transformações
sociais em curso, marcadas pela decadência econômica e política da nobreza e pela ascensão dos homens livres por
suas atividades comerciais–mercantis.

Nesses termos, o “direito de ser” vinculava-se ao “direito de ter”, na medida em que somente aqueles dotados de
individualidade e, portanto, de direitos, poderiam ser identi cados como capazes de “possuir”, isto é, de ter
propriedades e estas serem respeitadas.

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Fonte da Imagem: mOleks / Shutterstock; LWY Partnership / Shutterstock; iDesign / Shutterstock e Flat Design / Shutterstock

As ideias contidas na construção desse “indivíduo atomizado”, criatura única, possuidora de direitos, podem ser
claramente identi cadas nos primeiros textos da economia moderna (pós-Idade Média), conhecidos como
“Liberalismo Econômico”, que pregavam a autonomia do indivíduo em suas atividades empresariais e a liberdade de
realizarem suas transações como bem entendessem, sem qualquer intervenção.

Contudo, o processo de transformações sociais em curso ocorreu de forma que os direitos individuais e, portanto, o
“indivíduo atomizado”, cedesse lugar à ideia do indivíduo como componente de um coletivo – uma “comunidade” – em
que os interesses do todo (coletivo) passaram a se sobrepor aos interesses individuais, fazendo com que indivíduos
dotados de direitos fossem também dotados de obrigações.

Passando a “regra jurídica” a ser um instrumento do desenvolvimento econômico e não mais a busca da consagração
da perfeição das relações humanas – em regras de como “deve/ser” as relações entre os indivíduos – se
transformando em um instrumento para alcançar o “bem-estar” econômico coletivo, expresso no desenvolvimento
econômico, na ampliação da riqueza e na prosperidade comum.

IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA ECONOMIA PARA O CURSO DE DIREITO


A importância do estudo da Economia para o Curso de Direito é fornecer uma visão das principais questões
econômicas, de tal forma que se possa ter melhor compreensão da realidade econômica e de suas relações com as
Normas Jurídicas.

O Direito, em geral, desempenha uma função importante na organização da atividade econômica. Princípios legais que
estão por trás das medidas de política econômica serão analisados durante as aulas. Como exemplo, pode-se citar a
intervenção, por parte do governo, em atividades econômicas como Oligopólios e Monopólios.

Conceitos como escolha, necessidades, recursos, escassez, produção e distribuição fazem parte tanto do Direito como
da Economia. Dessa forma, cabe-nos fazer alguns questionamentos:

Como esses termos se relacionam com o campo do Direito?

Qual a relevância para o estudo do Direito?

Toda decisão de intervenção, seja ela política, econômica e/ou jurídica por parte de qualquer agente da sociedade deve
sempre objetivar o bem-estar social.

Fonte: Toni Art / Shutterstock e hvostik / Shutterstock

FATOS, FENÔMENOS E LEIS ECONÔMICAS


Quando se observa a existência de fatos ou fenômenos econômicos como a troca, o trabalho, e a moeda, e quando
esses fatos ou fenômenos estão ligados entre si por relações constantes e conhecidas, surgem as leis econômicas.
Atenção

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, Registrar fatos e fenômenos econômicos procurando estabelecer entre eles as relações constantes ou Leis Econômicas é a
nalidade própria da economia política. Entretanto, a observação das Leis Econômicas não é perfeita como se veri ca com as
Leis do mundo físico.
Com relação à constituição dos fenômenos sociais e jurídicos, vale ressaltar que a função social tem relevância na
seara jurídica, por envolver aspectos políticos, econômicos e sociais.

As desigualdades latentes no convívio em sociedade, ao longo da história, passaram a requerer soluções que fossem
capazes de reduzir o quadro de injustiças existentes em cada época, principalmente em virtude da distância entre o
que determinava a lei e o que se veri ca na realidade social atual.

Desse modo, o fenômeno jurídico engloba todos os eventos, provenientes da atividade humana ou decorrentes de
fatos naturais capazes de ter in uência na órbita do Direito por transferir, conservar, modi car ou extinguir as relações
jurídicas.

CONCEITUAÇÃO BÁSICA DE ECONOMIA

Fonte: Incomible / Shutterstock

Economia é uma ciência social que estuda a produção, a circulação e o consumo de bens e serviços, e como o
indivíduo e a sociedade decidem empregar recursos produtivos escassos na produção, de modo a distribuí-los entre as
várias pessoas e grupos da sociedade, a m de satisfazer as necessidades humanas.

Economia também pode ser de nida como a administração da escassez dos recursos de produção.

Essa de nição contém vários conceitos importantes que são a base e o objeto do estudo da Ciência Econômica:

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Saiba Mais
, Em qualquer sociedade, os recursos de produção são escassos; contudo, as necessidades humanas são ilimitadas, e sempre se
renovam. O ser humano não se satisfaz com o que tem, sempre desejando mais coisas. Isso obriga a sociedade a escolher entre
alternativas de produção e de distribuição dos resultados da atividade produtiva aos vários grupos da sociedade.
É necessário avaliar o valor relativo dos diferentes tipos e quantidades de bens de consumo e serviços (glossário) em
relação uns aos outros e em relação à oferta futura, que provavelmente se tornará disponível se esses recursos
presentes forem desviados para a produção de bens de capital (glossário). Observe no esquema abaixo:

Como esses conceitos e essas de nições se


relacionam com o Direito?
A Economia é uma ciência social, assim como o Direito, que depende das relações humanas seja na esfera familiar ou
mesmo na organização do Estado e que, através de suas normas, regem as relações econômicas.

Quando se de ne Economia como uma ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem empregar
recursos produtivos, o Direito também é uma ciência social que, através de suas normas, regula as relações
econômicas.

Os diversos ramos da ciência jurídica se relacionam com a economia: Direito Constitucional, Direito Empresarial, Direito
Administrativo, Direito Penal, Direito do Trabalho e o Direito Internacional, entre outros.

Exemplo

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, Pode-se citar como exemplo a importância do Direito Financeiro que trata da captação e da gestão dos recursos econômicos
para que os órgãos públicos possam cumprir com suas obrigações. Da mesma forma que qualquer cidadão, o Estado carece de
recursos para satisfazer às suas necessidades de realizar obras e prestar serviços à sociedade. Por isso, a importância do Direito
Financeiro, cuja autonomia é implicitamente reconhecido na Constituição Federal do Brasil de 1988, tendo em vista o disposto nos
arts. 145 a 169.

SISTEMAS ECONÔMICOS
Um sistema econômico pode ser de nido como sendo a forma política, social e econômica pela qual está organizada
uma sociedade, para desenvolver as atividades econômicas de produção, circulação e consumo de bens e serviços.

Os elementos básicos de um sistema econômico são:

CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS ECONÔMICOS


Podemos classi car os Sistemas Econômicos em:

SISTEMA CAPITALISTA OU ECONOMIA DE MERCADO

É aquele regido pelas forças de mercado, predominando a livre iniciativa e a propriedade privada dos fatores de
produção.

Com relação à livre iniciativa e a propriedade privada, esses conceitos podem ser visualizados no caput do artigo 170
da Constituição Federal do Brasil, de 1988. (glossário)

Vale ressaltar que pelo menos até o início do século XX, prevalecia nas economias ocidentais o sistema de livre
concorrência (concorrência pura), em que não havia intervenção do Estado na atividade econômica.

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Entretanto, em 1930, passou a predominar o sistema de economia mista, em que prevalecem as forças de mercado,
mas com a atuação e intervenção do Estado, através das ideias do economista inglês John Maynard Keynes.
(glossário)

SISTEMA SOCIALISTA OU ECONOMIA CENTRALIZADA

É aquele em que as questões econômicas fundamentais são resolvidas por um órgão central de planejamento,
predominando a propriedade pública dos fatores de produção, chamados nessas economias de meios de produção.

Os bens de produção são de controle direto do Estado.

FATORES DE PRODUÇÃO
Todo indivíduo precisa atender às suas necessidades, por mais elementares que sejam. Se você observar bem, poderá
veri car que tudo que existe no planeta é nito.

Certos bens que são encontrados na natureza com aparente abundância de reservas (tais como água potável, matas,
orestas etc.) já se tornam escassos, representando um sério problema para as sociedades futuras.

Nesse sentido, preliminarmente, o estudo da economia nada mais é do que o estudo de como atender às necessidades
humanas observando-se o fenômeno da escassez dos recursos ou fatores de produção.

Fonte: Incomible / Shutterstock

Entende-se que necessidades humanas é tudo o que o ser humano precisa (alimentos, vestuário, moradia, saúde,
educação, lazer etc.) e deseja possuir (brinquedo, reconhecimento pro ssional, status etc.) nas várias etapas de sua
vida.

É importante notar que essas necessidades humanas possuem duas características, a saber:

1 - São ilimitadas, no sentido de que é próprio de qualquer indivíduo querer possuir sempre mais coisas do que já tem;

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2 - São diversi cadas, no sentido de que cada indivíduo possui sua escala de prioridades e desejos.

Voltando-se ao conceito de recursos ou fatores de produção, entende-se que, este se refere a tudo que, de certa forma,
possa ser utilizado para a produção de um bem ou de um serviço.

Esses fatores de produção subdividem-se em:

TERRA OU RECURSOS NATURAIS


O que existe na natureza ( orestas, rios, oceanos, clima etc.).

TRABALHO OU MÃO DE OBRA


Força de trabalho economicamente ativa.

CAPITAL
Riquezas acumuladas pela sociedade, utilizadas no processo produtivo como capital xo (máquinas, ferramentas,
prédios, galpões, estradas etc.) e capital monetário (dinheiro).

TECNOLOGIA E CONHECIMENTO
Habilidade que é utilizada no processo produtivo na busca de sua contínua melhora e expansão.

Os fatores de produção também possuem duas características bem de nidas, são elas:

1 - São escassos e, portanto, têm preço;

2 - São versáteis no sentido de que um mesmo fator de produção pode ser empregado em diversos processos
produtivos.

Sendo que, cada um desses fatores recebe uma remuneração especí ca pela sua participação no processo produtivo:

Diante de tudo o que vimos, podemos de nir economia como:

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PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS


O estudo da economia nos traz alguns problemas econômicos que são fundamentais. Veja:

O quê e quanto produzir?


A sociedade deverá escolher, dentro das possibilidades de produção, quais os produtos e quantidades deverão ser
produzidos. O resultado do processo produtivo serão os bens (coisas físicas, tangíveis, como, por exemplo, a geladeira,
o fogão, o sapato etc.) e os serviços (coisas intangíveis, como, por exemplo, os serviços de educação, segurança,
hospitalares etc.). Esses bens e serviços, por sua vez, poderão ser de consumo (duráveis e não duráveis) e de capital.

Os bens de consumo durável são aqueles que não acabam no ato de consumo (geladeira, móveis etc.) enquanto que
os bens de consumo não duráveis são os que terminam no ato de consumo (alimentos, bebidas etc.).

Como e onde produzir?


A sociedade deverá escolher quais recursos produtivos serão utilizados, considerando o nível tecnológico disponível.
Como e onde se dará o processo produtivo implica em tentar adotar as melhores técnicas de produção disponíveis que
deverão ser utilizadas em três possíveis cenários (setores da economia), a saber:

• Setor primário: onde ocorrerão as atividades de lavouras, extração animal e extração vegetal.
• Setor secundário: onde ocorrerão as atividades de extração mineral, da indústria de transformação,
da indústria da construção e de semi-industriais (energia elétrica, gás encanado, tratamento e distribuição de água,
etc.).

• Setor terciário: onde ocorrerão as atividades do comércio, mercado nanceiro, transporte,


comunicação, lazer, saúde, educação etc. e do governo.

É importante observar que os bens tangíveis são produzidos nos setores primário e secundário e os bens intangíveis
(serviços) no setor terciário.

Para quem produzir?


A sociedade deverá escolher como os indivíduos deverão participar do resultado da produção. Considera-se que a
distribuição de tudo que foi produzido se dará levando-se em conta dois aspectos:

A quantidade e qualidade dos fatores que o indivíduo empregou no processo produtivo;

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O preço que conseguiu receber pelo uso desses fatores.

ATIVIDADE
Chegou a hora de exercitar o que você aprendeu!

Leia o texto “Ipea lança publicação sobre tendências mundiais para os próximos 15 anos” (glossário) e, em seguida,
comente sobre os seguintes apontamentos:

O conceito de escassez, levando em conta o fato da população estar envelhecendo e existir a falta de recursos para
investimentos em saúde e previdência social.

Como utilizar o Direito para estimular investimentos em áreas sociais com menor retorno em vez de setores com
alta rentabilidade, mas com inclusão social reduzida.

Resposta Correta
, Você poderá, também, exercitar os conhecimentos que aprendeu nesta aula através de uma lista de exercícios que preparamos., ,
Para acessar à lista de exercícios, clique aqui. (galeria/aula1/docs/a01_10_02.pdf)

Glossário
BENS DE CONSUMO E SERVIÇOS

Podemos citar como exemplos: pão, automóveis, geladeiras, apartamentos, escolas etc.

BENS DE CAPITAL

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Podemos citar como exemplos: portos, estradas, pontes, fábricas etc.

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