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O que é doença de

Alzheimer e como
podemos tratá-la com o
Pilates?
  

 
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A doença de Alzheimer é um doença neurodegenerativa, atualmente incurável, mas

que possui tratamento.

Caracteriza-se pela desestruturação do citoesqueleto dos neurônios do córtex

cerebral, uma região encefálica fundamental para as funções cognitivas.

Trata-se de uma doença geneticamente determinada, mas não necessariamente

hereditária, que causa demência.

Classificação da Doença de Alzheimer

Sua classificação se determinam em 3 fases:

Fase Inicial
A fase inicial caracteriza-se por um processo natural de envelhecimento através de

comprometimento de memória recente.

Fase Intermediária
A fase intermediaria é caracterizada pela alteração na capacidade de decisão (na

maioria dos casos as pessoas não percebem as mudanças), existe vários

comprometimento das atividades instrumentais e operativas, onde podemos verificar

déficits na marcha, bradicinesia, hipertonia e apraxias.


Fase Final
Na fase final todas as funções mentais são prejudicadas. O problema de fala

progride até a mudez e o indivíduo torna-se dependente para as atividades diárias.

Outras anormalidades de comportamentos observados na DA incluem inquietudes

motoras, agitação e ansiedade.

O mal de Alzheimer vem associado à distúrbios de análise relacionados ao

raciocínio, com distúrbios de alteração de interpretação de provérbios. Os testes de

vocabulário são de suma importância para exploração da memória semântica.

Diagnóstico

Existem três opções de diagnóstico possíveis para a Doença de Alzheimer.

Quando há impressão clínica de demência, é apoiada por testes neuropsicológicos

e a tomografia computadorizada apresenta evidências de progressão. DA possível,

quando o quadro clínico sugere o diagnóstico de DA, mas esse quadro é atípico ou

confundido por outros fatores contribuintes potenciais.

O diagnóstico da demência deve ser estabelecido por exame clínico, porém o

estado mental do paciente influencia na avaliação neuropsicológica, tendo

necessidade de déficit progressivo de memória afetando a função cognitiva.


Tratamento Medicamentoso
No tratamento médico​ são administrados Inibidores de Acetilcolinesterase para

bloquear a quebra de acetilcolina e assim aumentar a quantidade de acetilcolina no

cérebro, o uso dessa droga tem tidos bons resultados na fase intermediária.

Outros medicamentos têm se mostrado mais eficaz no tratamento da DA no estagio

mais avançado onde podemos destacar:

● Anti-inflamatórios
● Fatores neuropáticos
● Estrógeno
● Antioxidantes
● Bloqueadores do canal de cálcio

Tratamento Farmacológico
O tratamento farmacológico define-se em 4 itens.

1º Terapêutica Específica:​ que objetiva reverter processos patológicos conduzindo

a morte neural

2º Visa o retardo do inicio​ da doença por uma abordagem profilática

3º Tratamento Sintomático:​ este visa trazer habilidades cognitivas e funcionais do

mesmo

4º Terapia Complementar:​ será realizado um tratamento da ação-não cognitivas da

doença tais como: depressão, psicose, agitação psicomotora, agressividade e

distúrbio do sono.

Atuação do Método Pilates na Doença do


Alzheimer
O Pilates tem um papel muito importante para fase inicial dessa doença,

objetivando manter o indivíduo mais ativo e retardando a progressão das perdas


motoras, evitando encurtamentos e deformidades e incentivando a independência

do doente.

Alguns tipos de exercícios realizados melhoram a qualidade do sono, circulação

sanguínea e prevenção de algumas lesões ortopédicas, além da realização de um

treino aeróbico.

A prática desse método será importantes para prevenir ou minimizar déficits de

equilíbrio em idosos com Doença de Alzheimer, e com isso serão observados

benefícios no sistema cardiovascular, neuromuscular e sensorial.

Concluindo…
“O método vai estacionar a progressão da doença de Alzheimer melhorando assim

a qualidade de vida. Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a

memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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capacidade funcional e da mobilidade de idosos com doença de Alzheimer na
sobrecarga dos cuidadores. Fisioterapia e Pesquisa, v.16, n.3, p.246-51, 2009.
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tratamento fisioterapêutico da doença de Alzheimer. Kairó, 11(2): 181-195, 2008.
● CASTRO, SD; SILVA, DJ; NASCIMENTO, ESR; CHRISTOFOLETTI, G. CAVALCANTE,
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Alzheimer: Um Estudo Transversal. Rev Neurocienc, p.2-8, 2011.
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do gênero e da escolaridade no diagnóstico de demência. Estudos de Psicologia, 27(4):
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● ELY, JC; GRAVE, M. Estratégias de Intervenção Fisioterapêutica em indivíduo portador
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32 (3); 137-148, 2005.
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ANGHINAH, S. Diagnóstico de Doença de Alzheimer no Brasil. Arq Neuropsiquiatr,
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● SANTIAGO, E; SIMÕES, RJP; PEREIRA, JAL. A Saúde Oral na Doença de Alzheimer.
ArquiMed, 22(6): 189-93, 2008.

 
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