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PPRA

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS


( Portaria nº 25 de 29 de dezembro de 1994 )

EMPRESA

MARIA DE FATIMA NUNES GANDOLFI - ME


CNPJ 13.523.534/0001-44

UNIDADE

MARIA DE FATIMA NUNES GANDOLFI - ME


CNPJ 13.523.534/0001-44

VIGÊNCIA

04/05/2017 a 03/05/2018
ELABORADO POR
SILVERIO MEDICINA E SEGURANCA DO TRABALHO EIRELI
CNPJ 19.092.049/0001-40
SÃO PAULO/SP

CÓDIGO
56009.6
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II - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

MARIA DE FATIMA NUNES GANDOLFI - ME


CNPJ 13.523.534/0001-44

CEP -
CNAE
GRAU DE RISCO 2

IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE

MARIA DE FATIMA NUNES GANDOLFI - ME


CNPJ 13.523.534/0001-44

CEP -
CNAE

RESPONSABILIDADE TÉCNICA

REGISTRO

NIT
OUTROS DADOS

INFORMAÇÕES FORNECIDAS POR: MARIA DE FÁTIMA NUNES


QUANTIDADE DE FUNCIONÁRIOS: 7
CÓDIGO DO PPRA ANTERIOR: 41842

CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA

- A EMPRESA EXECUTA ATIVIDADES DE COMÉRCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL,


COM PREDOMINÂNCIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS - MINIMERCADOS, MERCEARIAS E
ARMAZÉNS.
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III - ORIENTAÇÕES
I - Deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao reconhecimento dos riscos que traz informações acerca dos riscos existentes
por setor, o número de funcionários expostos, as medidas de controle a serem implantadas de forma a minimizar os riscos.

II - Deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao cronograma de ação e implantação, mostrando as ações e exigências a serem
implantadas no período de vigência deste programa. Deverão constar também no cronograma as datas de previsão e realização de
cada ação. O não preenchimento destas datas poderá expor a empresa a penalizações por parte da fiscalização.

III - Deverá ser realizada a análise global, conforme NR 09, item 9.2.1.1 sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, para
avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.

IV - A empresa deverá elaborar política de segurança, que atendam as normas e legislações vigentes.

V - A contratante e as contratadas, que atuem num mesmo estabelecimento, deverão implementar, de forma integrada, medidas de
prevenção de acidentes e doenças do trabalho, de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de segurança e saúde a
todos os trabalhadores do estabelecimento.
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IV - ESTRUTURA DO DOCUMENTO
I - CAPA

II - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

III - ORIENTAÇÕES

IV - ESTRUTURA DO DOCUMENTO

V - GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO E LEGAL

VI - DESCRIÇÃO DO PROGRAMA

VII - DESENVOLVIMENTO DO PPRA

VIII - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

IX - DESCRIÇÃO DE SETOR

X - QUADRO DE FUNÇÕES

XI - RECONHECIMENTO DOS RISCOS

XII - RESULTADOS DA AVALIAÇÃO AMBIENTAL

XIII - OBSERVAÇÕES - ANEXOS NR15

XIV - INSTRUMENTAL UTILIZADO

XV - CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO

XVI - OBSERVAÇÕES

XVII - TERMO DE ENCERRAMENTO


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V - GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO E LEGAL


American Conference of Governmental Industrial Hygienists – Instituição Norte Americana que define parâmetros
ACGIH
quantitativos para avaliação de riscos contaminantes ocupacionais.
CA Certificado de Aprovação.
CLT Consolidação das Leis do Trabalho.
Decibel – é a Unidade Dimensional para “medir” o ruído. A escala “A” é indicada para avaliar a exposição a ruído
dB (A)
ocupacional, pois é a que mais se aproxima da resposta do ouvido humano.
dB (C) A escala “C” é indicada para avaliar a exposição a ruído de impacto ocupacional.
Quantidade % (percentual) indicando se a exposição ultrapassa o limite de tolerância. Dose superior a 1(um) significa
DOSE
superação do limite de tolerância.
EPC Equipamento de Proteção Coletiva.
EPI Equipamento de Proteção Individual. Ex: Luva, capacete, avental.
IBUTG Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo.
MTPS Ministério do Trabalho e Previdência Social.
NR Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho.
PCMSO Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional.
PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.
Agentes ambientais existentes no ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e
RISCO
tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.
SESMT Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho
IT Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros
IN Instrução Normativa
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VI - DESCRIÇÃO DO PROGRAMA
INTRODUÇÃO
O programa de prevenção de riscos ambientais – PPRA é um instrumento regulamentado pela NR.9, em cumprimento a portaria
M.T.E 3.214/78, voltado ao gerenciamento de riscos ambientais. Faz parte de um conjunto de medidas mais amplas e contidas nas
demais normas regulamentadoras, articulando-se principalmente com a NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
– PCMSO.

É um programa que tem por essência a atuação da higiene ocupacional na prevenção dos riscos físicos, químicos e biológicos,
existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são
capazes de causar danos à saúde do trabalhador, devendo ser adotadas medidas necessárias e suficientes para a eliminação, a
minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem constatadas.

A implantação de ações objetivas requerem seqüência de fases e eventos bem estruturados, que normalmente exigem a elaboração
de cronograma de metas para serem executadas.

OBJETIVO
O PPRA tem por objetivo preservar a saúde e integridade física do conjunto de trabalhadores da empresa, através da antecipação,
avaliação e controle de riscos presentes ou que venham existir no ambiente de trabalho possibilitando, ao mesmo tempo, o registro
dos dados constantes do PPRA promovendo a interação com o SESMT - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e
em Medicina do Trabalho e com a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Quando por força da legislação a empresa
não dispuser de nenhuma destas duas ferramentas, este PPRA tornar-se-á o instrumento a ser utilizado pelo responsável, para
aplicação das medidas de segurança e higiene ocupacional.

Os resultados esperados com este trabalho é a melhoria das condições ambientais e de saúde dos trabalhadores, levando a
empresa, não apenas ao atendimento dos requisitos legais, mas também a melhoria da qualidade de vida dos seus trabalhadores.

LEGISLAÇÃO
O PPRA. Foi instituído pela portaria N. 25 de 29 de dezembro de 1994, a qual altera a redação da norma regulamentadora NR 9. As
normas regulamentadoras foram aprovadas pela portaria N° 3.214 de 08 de Junho de 1978, Lei 6.514, de 22 de Dezembro de 1977.

RESPONSABILIDADE
O PPRA é de responsabilidade da empresa e deve ser desenvolvido no âmbito de cada estabelecimento da empresa, com a
participação dos trabalhadores, sendo a sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das
necessidades de controle.

“9.4.1 Do empregador:
a) Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA como atividade permanente da empresa ou instituição.”

“9.4.2 Dos trabalhadores:


a) Colaborar e participar na implantação e execução do PPRA;
b) Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA;
c) Informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à saúde dos
trabalhadores.”

O programa de prevenção de riscos ambientais deverá conter, no mínimo, a seguinte estrutura:

PLANEJAMENTO ANUAL COM ESTABELECIMENTO DE METAS, PRIORIDADES E CRONOGRAMA:


Objetiva medir a eficácia do programa, observando se foram cumpridas todas as metas descritas no planejamento anual

ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO:


Caracterizar exposições a todos os agentes ambientais nocivos – físicos, químicos, biológicos existentes no ambiente de trabalho, em
função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, priorizando e recomendando ações para controlar tais
exposições que representem risco a saúde e integridade física dos trabalhadores.

FORMA DO REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS:


Registrar as avaliações ambientais realizadas na empresa, comunicando os resultados obtidos através do levantamento ambiental
dos perigos e avaliação de riscos para todos os trabalhadores envolvidos. Manter o registro histórico das exposições para todos os
trabalhadores de forma que os possíveis problemas de saúde possam ser analisados e gerenciados com base em informações reais
de exposição.

PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PPRA:


O item 9.2.1.1 preconiza que:

“Deverá ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do
seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades” e ainda no item
9.3.8.2: “Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 (vinte) anos.”

A empresa deve manter o documento atualizado em seu respectivo estabelecimento disponível para autoridades competentes.
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VII - DESENVOLVIMENTO DO PPRA


ANTECIPAÇÃO E RECONHECIMENTO DOS RISCOS:
A antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificação dos
já existentes, visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação.

ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE:


As metas são objetivos que se pretende atingir dentro das ações desenvolvidas no PPRA.

Dentro da etapa de reconhecimento e avaliação dos riscos pode ser dada prioridade para determinada situação considerada de maior
dano à saúde do trabalhador, a qual será alvo de ações preventivas.

PRIORIDADE DESCRIÇÃO
Para as ações propostas de prioridade “Baixa” no cronograma de ações deste programa, a empresa deve
Baixa
realizar estudos visando à eliminação, minimização e/ou controle dos riscos ambientais.
Para as ações propostas de prioridade “Média” no cronograma de ações deste programa, a empresa deve
Média
realizar estudos visando à eliminação, minimização e/ou controle dos riscos ambientais á médio prazo.
Para as ações propostas de prioridade “Alta” no cronograma de ações deste programa, a empresa deve tomar
Alta
as providências imediatas até que se elimine ou controle a iminência do risco.

AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES:


A avaliação trata da identificação de situações de risco, bem como da caracterização das conseqüências potenciais aos seus
trabalhadores.

RISCOS AMBIENTAIS
Para efeitos de NR 9 consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho
que, em função da natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição são capazes de causar danos à saúde do
trabalhador.

AGENTES FÍSICOS
Consideram-se as diversas formas de energia que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruído, vibrações, umidade,
pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som.

AGENTES QUÍMICOS
Consideram-se as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de
poeiras, aerodispersóides, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter
contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele, respiração ou por ingestão.

AGENTES BIOLÓGICOS
Consideram-se aqueles que se apresentam sob a forma de microorganismos patogênicos como: bactérias, fungos, bacilos, parasitas,
protozoários, vírus, entre outros.

EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL
Em função da existência do tempo de exposição aos agentes ambientais (físicos, químicos e biológicos) e a periodicidade da
exposição caracterizamos como:

a) Continuo: exposição diária de forma ininterrupta, contínua com mais de 90% da jornada de trabalho;
b) Intermitente: exposição diária de forma não contínua com paradas durante a jornada de trabalho, com exposição até 90% da
jornada de trabalho;
c) Eventual: exposição diária menor que 30 minutos, considerando a jornada de trabalho;
d) Não se aplica: se não há exposição.

NOTA: Atualmente esse assunto é baseado na subjetividade do profissional, pois a Portaria 546/10 revogou a Portaria 3.311/ 89, que
abordava este assunto.

IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO DE SUA EFICÁCIA:


Quando comprovado pelo empregador ou instituição a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou quando
estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar
ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas, obedecendo-se à seguinte hierarquia:
a) Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;
b) Utilização de equipamento de proteção individual – EPI.

MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, deve ser realizada uma avaliação sistemática e
repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle, sempre que necessário. Ainda
no item 9.3.5.6 diz que:

“O PPRA deve estabelecer critérios e mecanismos de avaliação da eficácia das medidas de proteção implantadas
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considerando os dados obtidos nas avaliações realizadas e no controle médico da saúde previsto na NR-7.”

REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS:


O PPRA deve ser divulgado por meio da CIPA a todos os trabalhadores e todos devem ser orientados sobre os riscos existentes nos
locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para proteger-se dos mesmos, na admissão durante o treinamento de integração, e
anualmente como reciclagem (com registros/evidências).

A NR 9 nos itens abaixo prevê que o registro de dados:

“9.3.8.1 Deverá ser mantido pelo empregador ou instituição um registro de dados, estruturado de forma a constituir um
histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA.
9.3.8.2 Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 (vinte) anos.
9.3.8.3 O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as
autoridades competentes.”

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Este documento foi elaborado utilizando-se das Normas Regulamentadoras aprovadas pelo Ministério do Trabalho e Previdência
Social – MTPS, Fundação Jorge Duprat de Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – FUNDACENTRO, ABNT NBR, C.L.T.,
Instruções Normativas da Anvisa, ACGIH e Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros.

Em cada setor identificado foi feita a caracterização física, reconhecimento de todos os trabalhadores, suas respectivas funções e
descrições de atividades. Em seguida identificou-se todas as máquinas e equipamentos que compõem o processo produtivo, assim
como, produtos químicos utilizados, identificação dos demais riscos, conforme a NR 9, bem como, apontamentos sobre as medidas
preventivas implantadas e em pleno funcionamento na empresa, tais como: EPC (Equipamentos de Proteção Coletiva), medidas de
caráter administrativo ou de organização do trabalho, revezamentos, pausas, EPI (Equipamentos de Proteção Individual), etc.

O reconhecimento dos riscos foi baseado em entrevistas com trabalhadores e seus respectivos encarregados/supervisores,
apontando como se dão as etapas de trabalho e quais os riscos que cada função está ou estará exposta durante sua jornada. Com as
informações coletadas em campo estabeleceu-se, com base nas normas quais as providências a serem tomadas pela empresa,
objetivando a redução e/ou eliminação da exposição do trabalhador envolvido em determinada atividade.

A fase de antecipação foi realizada através da análise de projetos das instalações e de processos a serem implantados ou de
modificações a serem introduzidas, com o objetivo de determinar e estudar possíveis riscos que poderão prejudicar a integridade
física dos trabalhadores. Compreendeu-se ainda pesquisa bibliográfica e o estudo de casos que permitam evitar riscos na operação
e/ou novas instalações.

As medidas preventivas contra os agravos à saúde e a integridade física dos trabalhadores devem ser contempladas nas seguintes
situações:
a) Quando da implantação de projetos de instalações, equipamentos e postos de trabalho;
b) Na introdução de novos processos ou produtos;
c) Nas mudanças de projeto;
d) Nas modificações de processo em funcionamento;
e) Nas alterações de postos de trabalho.

Nesta fase o SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, assim como, a CIPA ou
Designado devem ser ouvidos acerca de novas tecnologias empregadas na proteção do trabalhador ou até mesmo na aquisição de
produtos, máquinas e equipamentos com menor índice de lesões e doenças associadas a sua operação. Na ausência do SESMT, o
empregador deve tomar as providências cabíveis juntamente com a CIPA ou Designado.

A AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DEVERÁ SER REALIZADA SEMPRE QUE NECESSÁRIA PARA:


a) Comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento;
b) Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
c) Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA


Para realização da avaliação dos níveis de pressão sonora utiliza-se o aparelho descrito no item XIV. As medições foram efetuadas
na zona de audição do trabalhador (na altura de seu aparelho auditivo), com circuitos de resposta Fast (rápido) ou Slow (lento); de
acordo com o tipo de ruído do ambiente. Os resultados foram comparados com o Anexo 1 – Ruído Contínuo ou Intermitente e/ou
Anexo 2 - Ruídos de Impacto, NR 15 da Portaria 3.214/78.

CALOR
Em locais com fonte geradora de calor, onde se faz necessário a avaliação da exposição ocupacional, utiliza-se o aparelho descrito
no item XIV. As medições devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida,
para determinação de IBUTG (Índice de Bulbo Úmido, Termômetro de Globo), conforme exigência do Anexo 3 - Calor, NR 15, da
Portaria 3.214/78.
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VIII - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


NORMA INTERNA DE IMPLANTAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE EPI
A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as Normas Legais e Administrativas em vigor e envolver no mínimo:

a) Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto e à atividade exercida, considerando-se a
eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário;
b) Programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI
oferece;
c) Estabelecimento de normas ou procedimento para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a
manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas;
d) Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação dos EPI utilizados para os riscos
ambientais.

Destaca-se ainda o que determina a NR.6 quanto:

CABE AO EMPREGADOR
“a) Adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) Exigir seu uso;
c) Fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
d) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;
g) Comunicar ao MTPS qualquer irregularidade observada;
h) Registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.”

Quanto ao comprovante de entrega dos EPI cabe ao empregador registrar e controlar o fornecimento dos equipamentos de proteção
individual, por meio de livros, formulários, fichas ou sistema eletrônicos. O comprovante de entrega minimamente deverá conter:
nome, função, e setor do empregado bem como o tipo do EPI, número do CA do mesmo, data de entrega e assinatura do empregado
reconhecendo o que lhe foi entregue.

Cabe a empregador manter este comprovante arquivado nas dependências da empresa para assegurar a entrega dos mesmos.

QUANTO AO EMPREGADO:
“a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.”

A recusa quanto à utilização de qualquer EPI por parte do empregado, o sujeitará as penalidades previstas na legislação (artigo
157/158 da CLT).

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
Em todos os setores ou situações onde é obrigatório o uso do EPI, deverão existir placas indicativas desta obrigatoriedade e que
sejam amplamente visíveis.
Nos locais onde houver obrigatoriedade do uso dos EPI todos que por lá transitarem ou permanecerem deverão utilizá-los.
Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da empresa fabricante, o lote de fabricação e
o número do CA, ou, no caso de EPI importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA.
A norma de EPI, NR 06 poderá a qualquer tempo sofrer alterações no todo, ou em qualquer um de seus itens em decorrência da
eliminação ou anulação de suas fontes, ou outra determinação de ordem técnica ou legal.
Toda alteração e atualização deverão ser documentadas e comunicadas aos empregados.
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IX - DESCRIÇÃO DE SETOR
AÇOUGUE
PÉ DIREITO PISO PAREDE FORRO COBERTURA
7,00 CERÂMICA ALVENARIA INEXISTENTE TELHA ALUMINIO
ILUMINAÇÃO VENTILAÇÃO
NATURAL E ARTIFICIAL NATURAL E ARTIFICIAL
MÁQUINAS/EQUIPAMENTOS
- FREEZERS, CÂMARAS FRIAS CONGELADAS E RESFRIADAS, MÁQUINA DE CORTAR OSSO, MÁQUINA DE MOER CARNE, BALANÇAS.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
INEXISTENTE
OBSERVAÇÕES
- INEXISTENTE.

ASSADOS
PÉ DIREITO PISO PAREDE FORRO COBERTURA
7,00 CERÂMICA ALVENARIA INEXISTENTE TELHA ALUMINIO
ILUMINAÇÃO VENTILAÇÃO
NATURAL E ARTIFICIAL NATURAL E ARTIFICIAL
MÁQUINAS/EQUIPAMENTOS
- MÁQUINA DE ASSAR FRANGO, BALANÇAS, ESTUFAS PARA MANTER SALGADOS ASSADOS.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
INEXISTENTE
OBSERVAÇÕES

ESTOQUE
PÉ DIREITO PISO PAREDE FORRO COBERTURA
2,5 CERÂMICA ALVENARIA INEXISTENTE LAJE
ILUMINAÇÃO VENTILAÇÃO
NATURAL NATURAL - PORTA E ABERTURAS
MÁQUINAS/EQUIPAMENTOS
- INEXISTENTE
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
INEXISTENTE
OBSERVAÇÕES
- INEXISTENTE.

LOJA
PÉ DIREITO PISO PAREDE FORRO COBERTURA
7,00 CERÂMICA ALVENARIA INEXISTENTE TELHA ALUMINIO
ILUMINAÇÃO VENTILAÇÃO
NATURAL E ARTIFICIAL NATURAL E ARTIFICIAL
MÁQUINAS/EQUIPAMENTOS
- GELADEIRAS DE REFRIGERANTES E SUCOS, GÔNDOLAS E PRATELEIRAS DIVERSAS.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
INEXISTENTE
OBSERVAÇÕES
- INEXISTENTE.

PADARIA
PÉ DIREITO PISO PAREDE FORRO COBERTURA
7,00 CERÂMICA ALVENARIA INEXISTENTE TELHA ALUMINIO
ILUMINAÇÃO VENTILAÇÃO
NATURAL E ARTIFICIAL NATURAL E ARTIFICIAL
MÁQUINAS/EQUIPAMENTOS
- MÁQUINA DE CORTAR FRIOS, FORNO PARA ASSAR PÃO ENTRE OUTRAS COISAS, FOGÃO 4 BOCAS, GELADEIRA, BALANÇAS, ESTUFAS,
BATEDEIRA, FRITADEIRA.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
EXAUSTOR
OBSERVAÇÕES
- INEXISTENTES.
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X - QUADRO DE FUNÇÕES
ITEM SETOR FUNÇÃO CBO
1 COZINHA COZINHEIRA 5132-05
2 LOJA AUXILIAR ADMINISTRATIVO 4110-10
3 LOJA REPOSITOR (A) 8736-00
4 PADARIA ATENDENTE 5211-40
5 PADARIA BALCONISTA 5134-35
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XI - RECONHECIMENTO DOS RISCOS

SETOR: COZINHA FUNÇÃO: COZINHEIRA Nº FUNC. 1


DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
- ORGANIZAM E SUPERVISIONAM SERVIÇOS DE COZINHA EM HOTÉIS, RESTAURANTES, HOSPITAIS, RESIDÊNCIAS E OUTROS LOCAIS DE
REFEIÇÕES, PLANEJANDO CARDÁPIOS E ELABORANDO O PRÉ-PREPARO, O PREPARO E A FINALIZAÇÃO DE ALIMENTOS, OBSERVANDO
MÉTODOS DE COCÇÃO E PADRÕES DE QUALIDADE DOS ALIMENTOS.
OBSERVAÇÕES
- UTILIZAR OS SEGUINTES EPI'S: LUVA LATEX, BOTA DE PVC CANO LONGO, AVENTAL DE PVC, TOUCA PARA PROCEDIMENTOS, UNIFORME.

GRUPO
FÍSICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
QUÍMICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
BIOLÓGICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS CONTATO COM PRODUTOS IN NATURA EVENTUAL(CONF. NECESSIDA
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
N/A N/A QUALITATIVO QUALITATIVO N/A
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
-N/A
AÇÃO PROPOSTA
FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS

SETOR: LOJA FUNÇÃO: AUXILIAR ADMINISTRATIVO Nº FUNC. 1


DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
- EXECUTAM SERVIÇOS DE APOIO NAS ÁREAS DE RECURSOS HUMANOS, ADMINISTRAÇÃO, FINANÇAS E LOGÍSTICA; ATENDEM
FORNECEDORES E CLIENTES, FORNECENDO E RECEBENDO INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS E SERVIÇOS; TRATAM DE DOCUMENTOS
VARIADOS, CUMPRINDO TODO O PROCEDIMENTO NECESSÁRIO REFERENTE AOS MESMOS. ATUAM NA CONCESSÃO DE MICROCRÉDITO A
MICROEMPRESÁRIOS, ATENDENDO CLIENTES EM CAMPO E NAS AGÊNCIAS, PROSPECTANDO CLIENTES NAS COMUNIDADES.
OBSERVAÇÕES
- INEXISTENTES.

GRUPO
FÍSICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
QUÍMICO
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RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO


INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
BIOLÓGICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INIXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

SETOR: LOJA FUNÇÃO: REPOSITOR (A) Nº FUNC. 2


DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
- VENDEM MERCADORIAS EM ESTABELECIMENTOS DO COMÉRCIO VAREJISTA OU ATACADISTA, AUXILIANDO OS CLIENTES NA ESCOLHA.
CONTROLAM ENTRADA E SAÍDA DE MERCADORIAS. PROMOVEM A VENDA DE MERCADORIAS, DEMONSTRANDO SEU FUNCIONAMENTO,
OFERECENDO-AS PARA DEGUSTAÇÃO OU DISTRIBUINDO AMOSTRAS DAS MESMAS. INFORMAM SOBRE SUAS QUALIDADES E VANTAGENS
DE AQUISIÇÃO. EXPÕEM MERCADORIAS DE FORMA ATRATIVA, EM PONTOS ESTRATÉGICOS DE VENDAS, COM ETIQUETAS DE PREÇO.
ABASTECEM PONTOS DE VENDA, GÔNDOLAS E BALCÕES E ATENDEM CLIENTES EM LOJAS E MERCADOS. FAZEM INVENTÁRIO DE
MERCADORIAS PARA REPOSIÇÃO. ELABORAM RELATÓRIOS DE VENDAS, DE PROMOÇÕES, DE DEMONSTRAÇÕES E DE PESQUISA DE
PREÇOS.
OBSERVAÇÕES
- UTILIZAR CALÇADO DE SEGURANÇA.

GRUPO
FÍSICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
QUÍMICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
BIOLÓGICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS CONTATO COM PRODUTOS IN NATURA EVENTUAL(CONF. NECESSIDA
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
N/A N/A QUALITATIVO QUALITATIVO N/A
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
-N/A
AÇÃO PROPOSTA
FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS
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SETOR: PADARIA FUNÇÃO: ATENDENTE Nº FUNC. 1


DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
- VENDEM MERCADORIAS EM ESTABELECIMENTOS DO COMÉRCIO VAREJISTA OU ATACADISTA, AUXILIANDO OS CLIENTES NA ESCOLHA.
CONTROLAM ENTRADA E SAÍDA DE MERCADORIAS. PROMOVEM A VENDA DE MERCADORIAS, DEMONSTRANDO SEU FUNCIONAMENTO,
OFERECENDO-AS PARA DEGUSTAÇÃO OU DISTRIBUINDO AMOSTRAS DAS MESMAS. INFORMAM SOBRE SUAS QUALIDADES E VANTAGENS
DE AQUISIÇÃO. EXPÕEM MERCADORIAS DE FORMA ATRATIVA, EM PONTOS ESTRATÉGICOS DE VENDAS, COM ETIQUETAS DE PREÇO.
ABASTECEM PONTOS DE VENDA, GÔNDOLAS E BALCÕES E ATENDEM CLIENTES EM LOJAS E MERCADOS. FAZEM INVENTÁRIO DE
MERCADORIAS PARA REPOSIÇÃO. ELABORAM RELATÓRIOS DE VENDAS, DE PROMOÇÕES, DE DEMONSTRAÇÕES E DE PESQUISA DE
PREÇOS.
OBSERVAÇÕES
- UTILIZAR OS SEGUINTES EPI'S: LUVA LATEX, BOTA DE PVC CANO LONGO, AVENTAL DE PVC, TOUCA DE PROCEDIMENTOS, UNIFORME.

GRUPO
FÍSICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
QUÍMICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
BIOLÓGICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS CONTATO COM PRODUTOS IN NATURA EVENTUAL(CONF. NECESSIDA
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
N/A N/A QUALITATIVO QUALITATIVO N/A
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
-N/A
AÇÃO PROPOSTA
FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS

SETOR: PADARIA FUNÇÃO: BALCONISTA Nº FUNC. 2


DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
- VENDEM MERCADORIAS EM ESTABELECIMENTOS DO COMÉRCIO VAREJISTA OU ATACADISTA, AUXILIANDO OS CLIENTES NA ESCOLHA.
CONTROLAM ENTRADA E SAÍDA DE MERCADORIAS. PROMOVEM A VENDA DE MERCADORIAS, DEMONSTRANDO SEU FUNCIONAMENTO,
OFERECENDO-AS PARA DEGUSTAÇÃO OU DISTRIBUINDO AMOSTRAS DAS MESMAS. INFORMAM SOBRE SUAS QUALIDADES E VANTAGENS
DE AQUISIÇÃO. EXPÕEM MERCADORIAS DE FORMA ATRATIVA, EM PONTOS ESTRATÉGICOS DE VENDAS, COM ETIQUETAS DE PREÇO.
ABASTECEM PONTOS DE VENDA, GÔNDOLAS E BALCÕES E ATENDEM CLIENTES EM LOJAS E MERCADOS. FAZEM INVENTÁRIO DE
MERCADORIAS PARA REPOSIÇÃO. ELABORAM RELATÓRIOS DE VENDAS, DE PROMOÇÕES, DE DEMONSTRAÇÕES E DE PESQUISA DE
PREÇOS.
OBSERVAÇÕES
- UTILIZAR OS SEGUINTES EPI'S: LUVA LATEX, BOTA DE PVC CANO LONGO, AVENTAL DE PVC, TOUCA DE PROCEDIMENTOS, UNIFORME.

GRUPO
FÍSICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE
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GRUPO
QUÍMICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE INEXISTENTE
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
- INEXISTENTE
AÇÃO PROPOSTA
INEXISTENTE

GRUPO
BIOLÓGICO
RISCO FONTE GERADORA EXPOSIÇÃO
MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS CONTATO COM PRODUTOS IN NATURA EVENTUAL(CONF. NECESSIDA
PROPAGAÇÃO TRAJETÓRIA TÉCNICA UTILIZADA CONCENTRAÇÃO LIMITE DE TOLERÂNCIA
N/A N/A QUALITATIVO QUALITATIVO N/A
POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE
-N/A
AÇÃO PROPOSTA
FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS
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XII - RESULTADOS DA AVALIAÇÃO AMBIENTAL


ITEM SETOR EQUIPAMENTO/LOCAL/POSTO DE TRABALHO dB(A) dB(A) NR-15

1 AÇOUGUE MÁQUINAS DE CORTE, FREZZER. 78,9 85,0


2 ASSADOS MÁQUINA DE ASSAR FRANGO 75,3 85,0
3 ESTOQUE - INEXISTENTE 63,3 85,0
4 LOJA GELADEIRAS 69,7 85,0
5 PADARIA MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE CORTE. 76,9 85,0
- INEXISTENTES.
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XIII - OBSERVAÇÕES - ANEXOS NR15


ANEXO 1 - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE (NÃO IDENTIFICADO)
ENTENDE-SE POR RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE, PARA FINS DE APLICAÇÃO DE LIMITES DE TOLERÂNCIA, O
RUÍDO QUE NÃO SEJA RUÍDO DE IMPACTO. OS TEMPOS DE EXPOSIÇÃO AOS NÍVEIS DE RUÍDO NÃO DEVEM EXCEDER
OS LIMITES DE TOLERÂNCIA FIXADOS NO QUADRO I. NÃO É PERMITIDO EXPOSIÇÃO A NÍVEIS DE RUÍDO ACIMA DE 115
DB (A) PARA INDIVÍDUOS QUE NÃO ESTEJAM ADEQUADAMENTE PROTEGIDOS.

ANEXO 2 - RUÍDO DE IMPACTO (NÃO IDENTIFICADO)


ENTENDE-SE POR RUÍDO DE IMPACTO AQUELE QUE APRESENTA PICOS DE ENERGIA ACÚSTICA DE DURAÇÃO INFERIOR
A 1 (UM) SEGUNDO, A INTERVALOS SUPERIORES A 1 (UM) SEGUNDO, COMO POR EXEMPLO, TEMOS O DISPARO DE UMA
ARMA, UMA MARTELADA EM UMA SUPERFÍCIE METÁLICA E A OPERAÇÃO DE UM BATE ESTACA.

ANEXO 3 - CALOR (NÃO IDENTIFICADO)


ENTENDE-SE POR EXPOSIÇÃO AO CALOR ATIVIDADES, LOCAIS E OPERAÇÕES CAPAZES DE PRODUZIR GANHO OU
PERDA DE CALOR DO ORGANISMO.

ANEXO 4 - ILUMINAÇÃO (NÃO IDENTIFICADO)


(ANEXO REVOGADO PELA PORTARIA MTPS N.º 3.751, DE 23 DE NOVEMBRO DE 1990)

ANEXO 5 - RADIAÇÕES IONIZANTES (NÃO IDENTIFICADO)


RADIAÇÃO IONIZANTE É UM AGENTE FÍSICO SOB A FORMA DE ENERGIA QUE SE TRANSMITE, PELO ESPAÇO, ATRAVÉS
DE ONDAS ELETROMAGNÉTICAS. OS OPERADORES DE R.X. E DE RADIOTERAPIA ESTÃO, FREQÜENTEMENTE,
EXPOSTOS A ESTE TIPO DE RADIAÇÃO.

ANEXO 6 - PRESSÕES ANORMAIS (NÃO IDENTIFICADO)


COMPREENDE-SE POR PRESSÕES ANORMAIS OS TRABALHOS SOB AR COMPRIMIDO E/OU DOS TRABALHOS
REALIZADOS SUBMERSOS. TODAS AS ATIVIDADES REALIZADAS EXIGEM CUIDADOS ESPECIAIS, POIS ALÉM DE RISCOS
PRODUZIDOS PELAS PRÓPRIAS ATIVIDADES COMO, POR EXEMPLO, OS TRABALHOS DE SOLDA E CORTE SUBMERSOS,
EXISTEM AQUELES PRODUZIDOS PELO TRABALHO EM CONDIÇÕES ANORMAIS DE PRESSÃO.

ANEXO 7 - RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE (NÃO IDENTIFICADO)


PARA OS EFEITOS DESTA NORMA, SÃO RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES AS MICROONDAS, ULTRAVIOLETAS E LASER, EX:
SOLDAGEM.

ANEXO 8 - VIBRAÇÕES (NÃO IDENTIFICADO)


AS ATIVIDADES E OPERAÇÕES QUE EXPONHAM OS TRABALHADORES, SEM A PROTEÇÃO ADEQUADA, ÀS VIBRAÇÕES
LOCALIZADAS OU DE CORPO INTEIRO, SERÃO CARACTERIZADAS COMO INSALUBRE, ATRAVÉS DE PERÍCIA REALIZADA
NO LOCAL DE TRABALHO

ANEXO 9 - FRIO (NÃO IDENTIFICADO)


AS ATIVIDADES OU OPERAÇÕES EXECUTADAS NO INTERIOR DE CÂMARAS FRIGORÍFICAS, OU EM LOCAIS QUE
APRESENTEM CONDIÇÕES SIMILARES, QUE EXPONHAM OS TRABALHADORES AO FRIO.

ANEXO 10 - UMIDADE (NÃO IDENTIFICADO)


AS ATIVIDADES OU OPERAÇÕES EXECUTADAS COM ÁGUA, LOCAIS ALAGADOS OU ENCHARCADOS, COM UMIDADE,
CAPAZES DE PRODUZIR DANOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES.

ANEXO 11 - AGENTES QUÍMICOS (NÃO IDENTIFICADO)


AGENTES QUÍMICOS ABSORVIDOS PELA VIA CUTÂNEA E/OU POR VIAS RESPIRATÓRIAS CAPAZES DE PRODUZIR DANOS
À SAÚDE DOS TRABALHADORES.

ANEXO 12 - POEIRAS MINERAIS (NÃO IDENTIFICADO)


AGENTES QUÍMICOS POEIRAS DE ASBESTO, MANGANÊS E SEUS COMPOSTOS E SÍLICA LIVRE CRISTALIZADA.

ANEXO 13 - AGENTES QUÍMICOS (NÃO IDENTIFICADO)


AGENTES QUÍMICOS, NÃO RELACIONADOS NOS ANEXOS 11 E 12.

ANEXO 14 - AGENTES BIOLÓGICOS (IDENTIFICADO)


AGENTES PATOGÊNICOS COMO VÍRUS, BACTÉRIAS, PROTOZOÁRIOS, FUNGOS, ETC.
- DURANTE INSPEÇÃO TÉCNICA REALIZADA NOS SETORES DE TRABALHO DA EMPRESA, FOI CONSTATADA A
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PRESENÇA DOS AGENTES BIOLÓGICOS VIRUS E BACTÉRIAS, PROVENIENTES DO PROCESSO DE RETIRADA DO


LIXO E CONTATO COM ALIMENTOS E PRODUTOS IN NATURA, TAL PROCESSO É DESENVOLVIDO DE FORMA
CONTINUA PELOS COLABORADORES DE UM MODO GERAL. PORTANTO, FAZ-SE OBRIGATÓRIO O USO DE EPI
CONFORME DESCRITO NESTE DOCUMENTO NA PLANILHA DE RISCO POR FUNÇÃO.
RUÍDO
QUADRO I - LIMITE DE TOLERÂNCIA DE RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE
Nível de Ruído - dB(A) Máxima Exposição Diária Permissível
85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 4 horas
91 3 horas e 30 minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 15 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
98 1 hora e 15 minutos
100 1 hora
102 45 minutos
104 35 minutos
105 30 minutos
106 25 minutos
108 20 minutos
110 15 minutos
112 10 minutos
114 8 minutos
115 7 minutos

CALOR
QUADRO I - LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA EXPOSIÇÃO AO CALOR, EM REGIME DE TRABALHO INTERMITENTE COM
PERÍODOS DE DESCANSO NO PRÓPRIO LOCAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO
REGIME DE TRABALHO INTERMITENTE COM DESCANSO NO PRÓPRIO LOCAL DE TIPO DE ATIVIDADE
TRABALHO (POR HORA) LEVE MODERADA PESADA
TRABALHO CONTÍNUO ATÉ 30,0 ATÉ 26,7 ATÉ 25,0
45 MIN TRABALHO/15MIN DESCANSO 30,1 A 30,6 26,8 A 28,0 25,1 A 25,9
30 MIN TRABALHO/30MIN DESCANSO 30,7 A 31,4 28,1 A 29,4 26,0 A 27,9
15 MIN TRABALHO/45MIN DESCANSO 31,5 A 32,2 29,5 A 31,1 28,0 A 30,0
TRABALHO NÃO PERMITIDO SEM A ADOÇÃO DE MEDIDAS ADEQUADAS DE CONTROLE ACIMA 32,2 ACIMA 31,1 ACIMA 30,0

QUADRO II - LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA EXPOSIÇÃO AO CALOR, EM REGIME DE TRABALHO INTERMITENTE COM
PERÍODO DE DESCANSO EM OUTRO LOCAL (LOCAL DE DESCANSO)
M (Kcal/h) MÁXIMO IBUTG
175 30,5
200 30,0
250 28,5
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

QUADRO III - TAXAS DE METABOLISMO POR TIPO DE ATIVIDADE


TIPO DE ATIVIDADE Kcal/h
Sentado em repouso. 100
Sentado, movimentos moderados com braços e tronco (ex.: datilografia). 125
TRABALHO LEVE Sentado, movimentos moderados com braços e pernas (ex.: dirigir). 150
Em pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, principalmente com os braços 150
Sentado, movimentos vigorosos com braços e pernas. 180
Em pé, trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 175
TRABALHO MODERADO
Em pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 220
Em movimento, trabalho moderado de levantar ou empurrar 300
Trabalho intermitente de levantar, empurrar ou arrastar pesos (ex.: remoção com pá). 440
TRABALHO PESADO
Trabalho fadigante 550
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XIV - INSTRUMENTAL UTILIZADO


Utilizou-se, na coleta de dados quantitativos, o(s) seguinte(s) equipamento(s):
APARELHO

DECIBELÍMETRO DIGITAL
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XV - CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO


ITEM AÇÃO CORRETIVA PRIORIDADE META PREVISÃO EXECUÇÃO RESPONSÁVEL
1 INDEFINIDO
2 INDEFINIDO
3 INDEFINIDO
4 INDEFINIDO
5 INDEFINIDO
6 INDEFINIDO
7 INDEFINIDO
8 INDEFINIDO
9 INDEFINIDO
NOTA: Cabe ao empregador anotar as datas de previsão e execução de cada ação. O não preenchimento destas datas poderá expor a empresa a penalizações por parte de fiscalizações.
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XVI - OBSERVAÇÕES
DO RESPONSÁVEL PELO PPRA
- INEXISTENTE.

DA EMPRESA
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XVII - TERMO DE ENCERRAMENTO


O PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA, PODERÁ SOFRER MODIFICAÇÕES SEMPRE QUE
HOUVER ALTERAÇÕES NAS INFORMAÇÕES AQUI REGISTRADAS.

RESPONSÁVEL TÉCNICO RESPONSÁVEL PELA EMPRESA


PELA ELABORAÇÃO