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VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Questão Epidemiológica

CLEUDIANE NASCIMENTO DA COSTA


DIRLENE DIAS MACHADO
HENRIQUE LIMA LOPES
JAILSON GOMES DA SILVA
KÉSSIA GOMES DA SILVA
RAYANA SAMPAIO URÇULINO
ROMULO LENNO P. DE MEDEIROS
INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como
objetivo despertar em nós seres humanos
maior interesse em prevenção, ao invés
de comodismo, isso que vem
desmanchando a integralidade do ser
humano que tem medo de sair de sua
zona de conforto para habitar em um
grupo de pessoas que buscam intervir na
sociedade para minimizar focos de
doenças epidemiológicas.
O QUE É EPIDEMIOLOGIA?
Epidemiologia (do grego. Epi "sobre“
demos "povo" logos "estudo")
a ciência das epidemias, propõe-se a
estudar quantitativamente a
distribuição dos fenômenos
de saúde/doença, e seus fatores
condicionantes e determinantes,
nas populações humanas.
A epidemiologia, portanto, é um campo da
ciência que trata dos vários fatores genéticos,
sociais ou ambientais e condições derivados de
exposição microbiológica, tóxica, traumática,
etc. que determinam a ocorrência e a
distribuição de saúde, doença, defeito,
incapacidade e morte entre os grupos de
indivíduos.
METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO
EPIDEMIOLÓGICA
A identificação do padrão de
ocorrência de doenças nas
populações humanas é um dos fatores
que influenciam (determinam,
condicionam) tem sido
reiteradamente definida como o
objeto de estudo da epidemiologia.
Segundo Pereira, a sistemática predominante de
raciocínio, em epidemiologia, é própria da
lógica indutiva, mediante a qual, partindo-se de
certo número de dados, estabelece-se uma
proposição mais geral e, ainda segundo esse
autor, os métodos utilizados na epidemiologia
são encontrados em outras áreas do
conhecimento, embora seja frequente a
referência a métodos epidemiológicos, eles
devem ser entendidos como certo número de
estratégias adaptadas para aplicação a situações
próprias do estudo da saúde da população.
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Ela trabalha encima de três itens:

 Conhecimento;

 Detecção;

 Prevenção.
VIGILÂNCIA DE FEBRE AMARELA DE
CASOS HUMANOS
A vigilância da Febre Amarela no Brasil atua visando
reduzir a incidência da Febre Amarela Silvestre, impedir a
transmissão urbana e também detectar oportunamente a
circulação viral para orientar as medidas de controle. O
Programa de Vigilância da Febre Amarela atua de forma
articulada com diferentes áreas, como vigilância de casos
humanos, vigilância entomológica (vetores urbanos e
silvestres), vigilância ambiental e ações de informação, de
educação e de comunicação. As vigilâncias entomológica e
de epizootias em PNH constituem eixos de atuação eco
epidemiológica do Programa no Brasil.
VIGILÂNCIA DE EPIZOOTIAS EM
PRIMATAS
O sistema de vigilância de epizootias em primatas foi
iniciado em 1999, após período de intensa transmissão na
região centro-oeste brasileira, onde foi observada a
ocorrência de epizootia em primatas de formas precedente e
concomitante aos casos humanos de febre amarela silvestre.
A partir de então, o Ministério da Saúde passou a incentivar
iniciativas regionais para identificar a circulação do vírus
em seu ciclo enzoótico.
VIGILÂNCIA ENTOMOLÓGICA

A vigilância entomológica constitui uma


ferramenta alternativa de investigação de evento
suspeito de Febre amarela e outros arbovírus,
baseando-se na pesquisa de vírus a partir de
mosquitos. A partir de um resultado positivo, é
possível estabelecer vínculo epidemiológico entre
esse achado laboratorial e o evento sob
investigação.
A vigilância entomológica é definida como a contínua
observação e avaliação de informações originadas das
características biológicas e ecológicas dos vetores, nos
níveis das interações com hospedeiros humanos e animais
reservatórios, sob a influência de fatores ambientais, que
proporcionem o conhecimento para detecção de qualquer
mudança no perfil de transmissão das doenças, e tem por
finalidade recomendar medidas de prevenção e controle
dos riscos biológicos mediante a coleta sistematizada de
dados e sua consolidação no Sistema de Informações da
Vigilância Ambiental [ou Eco-epidemiológica] em Saúde
(Gomes, 2002).
MEDIDAS DE PREVENÇÃO E
CONTROLE DA FEBRE AMARELA

A única forma de evitar a febre amarela silvestre é


através da vacinação. A vacina está disponível durante
todo o ano nas unidades básicas de saúde de forma
gratuita e deve ser administrada pelo menos 10 dias antes
do deslocamento para áreas de risco. A vacina pode ser
administrada a partir dos 9 meses de idade em dose única.
PESQUISA DE CAMPO
VOCÊ SABE O QUE É VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA?

NÃO
33%

SIM
67%
VOCÊ RECEBE VISITA DE ACS EM SUA RESIDÊNCIA?

ÁS VEZES
17%

NÃO
14%

SIM
69%
VOCÊ RECEBE VISITA DE ACE EM SUA RESIDÊNCIA?

ÁS VEZES
18%

SIM
56%
NÃO
26%
EM SUA RESIDÊNCIA ALGUÉM JÁ FOI DIAGNOSTICADO COM
ALGUMA DOENÇA EPIDEMIOLÓGICA (EX: DENGUE, ZIKA)?

HOUVE SUSPEITA (NÃO


FOI DIAGNOSTICADO)
7%

SIM
52%
NÃO
41%
VOCÊ SABE ONDE FAZER A NOTIFICAÇÃO (EM SUSPEITA DE
ALGUMA DOENÇA EPIDEMIOLÓGICA) CASO NÃO RECEBA A VISITA
DO ACS OU ACE EM SUA RESIDÊNCIA?

SIM
12%

NÃO
88%
RELATÓRIO
Segundo o Agente comunitário de Saúde-ACS, em relação a vigilância
epidemiológica, ele trabalha encima do conhecimento de determinada
situação, fazendo assim a Detecção para trabalhar na prevenção e no controle
do que for notificado.
Nas palavras do Agente Comunitário de Endemias-ACE, nos foi
relatado que eles dividem-se por quarteirões, ao finalizarem todos os
quarteirões, esse profissional verifica em qual destes teve algum resultado
positivo, pois assim, eles buscam trabalhar encima deste local, através da
borrifação. Segundo esse ACE seus direitos e deveres não são diferentes dos
ACS, segundo nossa legislação, a diferença é que o ACS é responsável por
fazer a notificação e o ACE por executá-la, mas ambos trabalham juntos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Tendo em vista os fatos mencionados ao decorrer deste


trabalho, podemos ver baseado em nosso meio, que muita gente
conhece o tema “vigilância em saúde em questão epidemiológica”,
porém tem aqueles que desconhecem totalmente o assunto mesmo
quando explicado. Muitos destes indivíduos recebem visitas de
Agente Comunitário de Saúde (ACS) e Agente Comunitário de
Endemias (ACE) em suas residências, mas não sabem ou não
buscam entender suas funções, que é buscar o conhecimento, e
assim detectar algum problema existente, para que possam fazer a
notificação e atuar no controle ou na prevenção, dependendo do que
foi detectado em seu lar.
OBRIGADO!