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SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR DO AGRESTE-SOESA

FACULDADE DE ENSINO REGIONAL ALTERNATIVA-FERA


CNPJ: 07.664.688/0001-53
Portaria de Credenciamento Nº 1099 em 03/08/2008
PUBLICADA NO DOU EM 04/09/2008
PORTARIAS DE AUTORIZAÇÃO Nº 668 E 699 EM 18/09/2008
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PÓS-GRADUAÇÃO

ANGELA MARIA NUNES

IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR


FRENTE AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS
ESPECIAIS-NEE

União dos Palmares/AL


Fevereiro– 2019
ANGELA MARIA NUNES

IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR


FRENTE AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS
ESPECIAIS-NEE

Relatório final, apresentado a Faculdade


de Ensino de Ensino Regional-FERA,
como parte das exigências para a
obtenção do Título em especialista em
Psicopedagogia Institucional com Ênfase
em Educação Infantil e Educação Especial.
Orientador:

União dos Palmares/AL


Fevereiro– 2019
ANGELA MARIA NUNES

IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR


FRENTE AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS
ESPECIAIS-NEE

Local, ____ de _____________ de _____.

BANCA EXAMINADORA

________________________________________
Prof. (Nome do orientador)
Afiliações

________________________________________
Prof. (Nome do professor avaliador)
Afiliações

________________________________________
Prof. (Nome do professor avaliador)
Afiliações
IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR
FRENTE AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS
ESPECIAIS-NEE

Angela Maria Nunes 1


1Licenciada
em Pedagogia pela Universidade Estadual de Alagoas-UNEAL.
Pós-graduanda em Psicopedagogia Institucional com Ênfase em Educação Infantil e Educação
Especial pela Faculdade de Ensino Regional e Alternativo-FERA
Sirleidepedro85@outlook.com

RESUMO

O presente estudo tem como tema a importância do brincar na educação infantil: um


olhar frente aos alunos com necessidades educativas especiais-NEE, o mesmo
aborda a relevância de idealizar o brincar como recurso importante para aquisição do
ensino e aprendizagem para tais alunos, haja visto que muitos educadores ainda
possuem concepções equivocadas sobre a real utilização do brincar, bem como
poucos possuem habilidades para mediar um ensino efetivo para alunos com NEE. O
objetivo deste é destacar de forma pedagógica a relevância da utilização do lúdico na
prática educativa executada pelos docentes para alunos com NEE, como também
identificar os benefícios da utilização durante o fazer pedagógico na Educação Infantil.
Sendo o estudo uma revisão de literatura, onde para a sua construção foi utilizado
artigos pesquisados em bases de dados como Google Acadêmico e SCIELO
(Scientific Electronic Library Online) e autores importantes que discutem a temática
como Vygotsky (1987) e Brasil (1998). Diante disso sua realização permitiu evidenciar
a importância do brincar e as contribuições deste para as práticas pedagógicas no
contexto da Educação Infantil principalmente para alunos com NEE.
Palavras-chave: Educação Infantil, alunos com NEE, o Brincar.

ABSTRACT

The present study has as its theme the importance of playing in children's
education: a look at the students with special educational needs, it also addresses the
relevance of idealizing play as an important resource for acquisition of teaching and
learning for such students, that many educators still have misconceptions about the
actual use of play, as well as few have the skills to mediate effective teaching for pupils
with special educational needs. The purpose of this study is to highlight in a
pedagogical way the relevance of the use of playfulness in the educational practice
performed by teachers for students with special educational needs, as well as to
identify the benefits of the use during the pedagogical practice in Early Childhood
Education. The study was a literature review, where for its construction was used
articles researched in databases such as Google Academic and SCIELO (Scientific
Electronic Library Online) and important authors that discuss the subject as Vygotsky
(1987) and Brazil (1998). In view of this, it was possible to highlight the importance of
play and its contributions to pedagogical practices in the context of Early Childhood
Education, especially for students with SEN.
Keywords: Early Childhood Education, Students with SEN, Playing.
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO............................................................................... 6

2. METODOLOGIA............................................................................. 8

3. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS-NEE: 9


CONCEITOS E INCLUSÃO...........................................................
4. O BRINCAR................................................................................... 11

4.1 Brincar: benefícios e a importância do lúdico.......................... 13

5. PRÁTICA PEDAGÓGICA PARA ALUNOS COM NEE: O 16


BRINCAR E A ATUAÇÃO DO PROFESSOR................................

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................... 18

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁGICAS............................................. 19
6

1. INTRODUÇÃO

A Educação Infantil, além de ser a primeira etapa da educação básica, é o primeiro


contato que a criança tem com a escola, sua efetivação deve se dar de forma
acessível e garantidora de uma educação inclusiva e sobretudo formadora. As
práticas educativas desenvolvidas nesse ambiente requerem um ensino que estimule
o desenvolvimento em diferentes aspectos da criança, bem como se perpetue o
ensino e aprendizagem, baseados nas trocas de conhecimentos, socializações,
brincadeiras bem como outras formas e recursos didáticos que são firmadas nesse
espaço.

Sendo a criança um indivíduo que constantemente está descobrindo e aprendendo


e que o brincar nessa fase da vida é o principal estimulador desse desenvolvimento,
a inserção do recurso lúdico na prática educativa na Educação Infantil, requer uma
exigência e desenvolvimento mais significativo do que em outras etapas educacionais,
visto que o brincar não pode ser utilizado apenas como forma de entretenimento para
os educandos, mas como um recurso estimulador de aprendizagens e descobertas.

Quando a criança brinca, ela está aprendendo. O brincar desta forma se conceitua
como uma importante ferramenta para o processo pedagógico no ambiente escolar,
além de possibilitar o desenvolvimento da criança seja quando monitorado pelo
educador ou realizado de forma natural e espontâneo pela própria criança, é um meio
de firmar as socializações e interações. Como conceitua Vygotsky (1998, p.81)

O brincar é fonte de desenvolvimento e de aprendizagem, constituindo


uma atividade que impulsiona o desenvolvimento, pois a criança se
comporta de forma mais avançada do que na vida cotidiana,
exercendo papéis e desenvolvendo ações que mobilizam novos
conhecimentos, habilidades e processos de desenvolvimento e de
aprendizagem (VIGOTSKY, 1998, p. 81).

Ou seja, o brincar é um recurso que já faz parte do processo de


desenvolvimento da criança, onde esta descobre, cria e recria seu espaço e seu
mundo, além de ser algo prazeroso e indispensável para seu crescimento. Assim
ressalta Loro, (2015, p.9).

O ato de brincar é uma forma de comunicação por meio da qual a


criança se desenvolve integralmente, tanto no aspecto físico, como
social, cultural, afetivo, emocional ou cognitivo. Por intermédio do
brincar a criança pode desenvolver capacidades importantes, como a
atenção, a memória, a imitação, a imaginação. Mais do que isso, ela
7

pode desenvolver áreas da personalidade, como afetividade,


motricidade, inteligência, sociabilidade e criatividade. (LORO, 2015,
p.9)

Sendo assim levar o lúdico para sala de aula, principalmente na Educação


Infantil é possibilitar um ensino e aprendizagem mais significativo, natural e relevante.
No que se refere a essa prática educativa para alunos com Necessidades Educativas
Especiais-NEE, a relevância do uso não é diferente.

Alunos que apresentam NEE, visto que se configuram como sendo alunos
portadores de elevadas capacidades ou dificuldades de aprendizagem (MENESES,
2001), o uso do brincar conceitua-se como fator fundamental no processo do
desenvolvimento e aprendizagem. Onde a escola não deve ser apenas inclusiva ao
possibilitar o acesso e permanência na instituição, mas cabe a esta mediar um ensino
e aprendizagem satisfatório e que permita o desenvolvimento educacional, pessoal e
social do aluno.

Como aborda o tratado de Salamanca (1994) que toda criança tem o direito à
educação e deve ser dada a oportunidade de atingir o nível adequado de
aprendizagem. Para isso a escola precisa ter não só adaptações que possam se
adequar ou suprir as necessidades dos alunos, mas ter um planejamento e recursos
pedagógicos favoráveis para prática educativa. Paralelamente o que se vê no contexto
pedagógico atual é a falta de conhecimentos e habilidades, ou até mesmo concepções
equivocadas de muitos educadores no que se refere a prática educativa para alunos
que apresentam NEE na educação infantil, bem como poucos profissionais sabem
utilizar o brincar como forma de ferramenta de ensino, principalmente para esses
alunos. Ademias, o brincar ainda é visto como uma forma de “ocupar a criança”.

Diante disso o artigo em questão visa ressaltar em sua temática a importância


do brincar na educação infantil com um olhar frente aos alunos com necessidades
educativas especiais-NEE, e assim analisar de forma didática essa relação importante
do brincar como forma de desenvolvimento e aprendizagem para tais alunos. O
objetivo deste trabalho é destacar de forma pedagógica a relevância da utilização do
lúdico na prática educativa executada pelos docentes para alunos com NEE, como
também identificar os benefícios e formas didáticas da sua utilização durante o fazer
pedagógico na Educação Infantil. Assim ressalta Teixeira e Volpini (2014, p78).

Se o brincar auxilia na aprendizagem, é necessário que os professores


sejam a favor do lúdico, pois do contrário a escolarização infantil
8

perderá a sua principal característica. É através do lúdico que o


professor obtém informações valiosíssimas sobre seus alunos além de
estimulá-los na criatividade, autonomia, com seus pares, na
construção do raciocínio lógico matemático, nas representações de
mundo e de emoções, ajudando assim na compreensão e
desenvolvimento do universo infantil. (TEIXEIRA; VOLPINI, 2014, p.78

Ademias, sabe-se que o trabalho educativo desenvolvido por professores para


tais alunos necessita não só de uma escola que possa dar a partir de suas estruturas
possibilidades de acesso e permanência, mas é necessário que a escola juntamente
com o grupo de profissionais ofertem um ensino que contribua para o processo de
desenvolvimento e socialização dos alunos, para isso é importante que se tenha o uso
correto de formas e recursos pedagógicos que enalteçam o fazer educativa e
consequentemente o ensino e aprendizagem dos alunos com NEE, e um importante
recurso e o brincar.

2. METODOLOGIA

Estudo de revisão de literatura que possui como abordagem qualitativa acerca


da temática a importância do brincar na educação infantil: um olhar frente aos alunos
com necessidades educativas especiais-NEE. Sobre a perspectiva de evidenciar
desta forma as contribuições pertinentes que o uso das atividades lúdicas no ambiente
infantil pode influenciar positivamente para o processo de ensino e aprendizagem de
alunos com NEE.

Para a construção do atual trabalho utilizou pesquisas em sites como Google


Acadêmico e Scielo (Scientific Electronic Library Online) de referências teóricos que
abordam sobre a temática, onde foram escolhidos artigos mais atuais selecionados
pelos critérios de leitura do tema e resumos. Bem com recorreu a utilização de livros
de autores que trazem discussões teóricas sobre o assunto, como Vygotsky (1987)
onde vem conceituar as definições e importância do brincar para o desenvolvimento
infantil. bem como Brasil (1998) que aborda acerca do referencial curricular nacional
que norteiam a educação infantil, sobre a perspectiva de uma melhor educação
mediadas pelas escolas para ribanças
O artigo está estruturado em tópicos que abordam primeiramente as definições
necessidade educativas especiais na ideologia de autores bem como a Declaração
9

de Salamanca, bem como o processo de inclusão. Ademais, é abordado sobre


definições do brincar e suas contribuições e importâncias para prática pedagógica e
por último ressalta a significância da ludicidade como feramente pedagógica para
aquisição do ensino e aprendizagem para alunos com necessidades educativas
especiais na educação infantil, logo após uma breve consideração acerca de todo o
exposto.

3. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS-NEE: CONCEITOS E


INCLUSÃO

A compreensão de alunos com Necessidades Educativas Especiais-NEE bem


como a importância de se ter estudos voltados para a prática educativa que auxilie no
desenvolvimento e aprendizagem desses alunos surgiu a partir da Declaração de
Salamanca, em uma das resoluções das Nações Unidas de 1994, que não só ressalta
os princípios, políticas e práticas da educação especial, mas cujo o objetivo é mediar
a educação especial de forma significativa, além de integrativa e inclusiva nas
instituições de ensino para alunos que possuem deficiências ou dificuldades de
aprendizagem que no qual incorporam a NEE.

Como conceito de Necessidades Educativas Especiais, os autores Ussene e


Simbine, (2015, p.12) afirmam.

[..]um aluno apresenta NEE quando «o seu funcionamento na


aprendizagem e no desenvolvimento encontra alguma dificuldade e,
por consequência lhe vem dedicada uma educação especial, mais
eficaz e específica, por via da integração e da inclusão» (IANES,
2005:11). Concordando com CORREIA (2008:43), as NEE
representam um “conjunto de factores de risco, de ordem intelectual,
emocional e física, que podem afectar a capacidade de um aluno em
atingir o seu potencial máximo no que concerne à aprendizagem,
académica e sócio emocional”. (USSENE; SIMBINE, 2015 p.12)
Ou seja, são todos aqueles alunos que mesmo temporário ou permanente
necessitem de apoio educativo especial durante o percurso escolar, reforçando ainda
que a educação ofertada deve possuir caráter igual para todas as crianças sobre a
perspectiva da inclusão escolar, sendo assim esses alunos podem ser portadores de
deficiências, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades.

Entretanto ainda existe situações que nos quais forjem da presença de alguma
deficiência física mas que de fato interfere no processo no rendimento escolar da
10

criança, sendo assim houve uma ampliação desse conceito, onde fatores externos a
criança, como social, familiar, financeiro e outros possam afetar a vida escolar do
aluno ou não conseguem se beneficiar desta, também engloba a definição de NEE.
Como aborda os autores Seco e Pereira, (2014, p.17).

[...]procurando integrar as crianças e jovens cujas necessidades


envolvam deficiências ou dificuldades de aprendizagem. Deste modo,
todos aqueles que se encontrem em desvantagem, devido a
deficiência, problemas de saúde mental ou de aprendizagem,
superdotação, crianças de rua ou em situação de risco, pertençam a
minorias étnicas ou culturais, ou outras (Correia, 2003), são
abrangidos por este conceito que reforça a necessidade de se criarem
condições que permitam a inclusão destes indivíduos num processo
de aprendizagem acessível e universal. (SECO; PEREIRA, 2014,
p.17)

Diante dessas novas concepções acerca do ensino e aprendizagem de alunos


com NEE, partindo para uma educação especial que segundo a Política Nacional de
educação Especial (1994, p. 17) “E um processo que visa promover o
desenvolvimento das potencialidades de pessoas portadoras de deficiências,
condutas típicas ou de altas habilidades, e que abrange os diferentes níveis e graus
do sistema de ensino.” tem-se então a necessidade de escolas cada vez mais
inclusivas e que estas possam garantir não só a permanecia como um ensino
significativo para os alunos com NEE. Como aponta Santos e Fernandes (2015, p.142)

O ato de incluir é visto como um contexto social/global de caráter


obrigatório e complexo, mas, todas as instituições de ensino devem
estar organizando-se sempre para receber alunos com deficiência ou
(NEE) sejam elas de quais quer natureza (física, mental, educacional
e etc.). Mas, o ato de incluir não é só ser matriculado em uma escola,
ou fazer parte da lista de chamada, e sim, fazer parte dela, de qualquer
forma que seja. Deve-se oferecer condições básicas para que esse
aluno possa desenvolver suas habilidades e aptidões, onde envolvam-
se não apenas com desejo de mudança, mas que possam desenvolver
seus aspectos físicos, morais, intelecto e sociais. (SANTOS;
FERNANDES, 2015, p.142)

Sendo assim, em decorrência de tantos acontecimentos e prerrogativas legais


que ao longo das décadas se aperfeiçoando sobre o fazer pedagógico e o acesso a
escola, subsidiou a criação de instituições e concepções cada vez preocupadas com
o processo de inclusão, na perspectiva de que as escolas devem atender e ofertar
uma educação para todas as crianças independente da condição ou necessidade que
possam apresentar, bem como devem a partir das práticas educativas e pedagógicas
11

garantir o desenvolvimento de todos. Sendo assim, pode-se citar o princípio


fundamental das escolas inclusivas, como aborda a Declaração de Salamanca (1994,
p 12).

O princípio fundamental das escolas inclusivas consiste em todos os


alunos aprenderem juntos, sempre que possível, independentemente
das dificuldades e das diferenças que apresentem. Estas escolas
devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus
alunos, adaptando-se aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de
modo a garantir um bom nível de educação para todos, através de
currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias
pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as
respectivas comunidades. É preciso, portanto, um conjunto de apoios
e de serviços para satisfazer o conjunto de necessidades especiais
dentro da escola. (Declaração de Salamanca, UNESCO 1994, p 12)

Sob esta perspectiva pode-se perceber que os sistemas educacionais, tendo


em vista a diversidade e peculiaridades individuais de cada aluno, sendo portador de
necessidades ou não, cabe as escolas ter caráter inclusivo, bem como contribuir
através de metodologias coerentes, didática e lúdicas um ensino e aprendizagem
satisfatório e significativo, bem como que possa garantir o direito de todos, o respeito
as diferenças, onde a escola juntamente com seus funcionários possam trabalhar em
conjunto e cooperação.

4. O BRINCAR

O brincar está inserido no processo de desenvolvimento da criança, sendo um


estimulo nato da mesma brincar durante boa parte do seu processo de crescimento.
Diante disso, como conceito básico do brincar, pode-se salientar que este constitui-se
como um recurso que além de promover a socialização, aprendizagem e descobertas
é uma forma de transmitir prazer, diversão e entretenimento para as crianças, como
abordam Macarini (2006, p.50) “As crianças possuem diversas razões para brincar,
sendo uma delas o próprio prazer que podem usufruir enquanto brincam”.
Contudo, é importante evidenciar que o brincar configura-se como sendo uma
atividade que por vezes não é um algo fácil, onde exige grande potencial e energia da
criança, além de ser uma forma de comunicação, de criar e recriar o mundo utilizado
pela mesma, exigindo assim grande esforço para sua efetivação.
Assim como conceito mais específico do brincar Aranega e Nassim (2016, p.141)
apontam que:
12

O brincar é uma forma de atividade complexa, indispensável ao


desenvolvimento infantil. Brincando, a criança constrói as bases para
a compreensão sobre si própria e sobre o mundo que a cerca, pois
traz para dentro da área da brincadeira, objetos ou fenômenos
oriundos da realidade externa. A atividade de brincar é o aspecto mais
importante da infância, sendo um ato natural e espontâneo, que pode
ser observado desde os primeiros meses de vida da criança. O brincar
transcende a todos os níveis da vida de uma criança e abrange as
emoções, o intelecto, a cultura, aspectos físicos e o comportamento[...]
(ARANEGA; NASSIM, 2016, p.141)

Continuamente é preciso compreender o brincar como processo ativo e


integrado a criança, levando assim em consideração que muitas vezes as diversas
ações, gestos e objetos produzidos pela criança assim como os espaços que nos
quais as crianças usam, possuem vários significados diferentemente daquilo que
aparentam ser na perspectiva do adulto. As crianças dão suas próprias definições
quando brincam, tendo suas próprias ideologias e pensamentos, como evidencia o
Brasil (1998, p.23).
Brincar constitui-se, dessa forma, em uma atividade interna das
crianças, baseada no desenvolvimento da imaginação e na
interpretação da realidade, sem ser ilusão ou mentira. Também
tornam-se autoras de seus papéis, escolhendo, elaborando e
colocando em práticas suas fantasias e conhecimentos, sem a
intervenção direta do adulto, podendo pensar e solucionar problemas
de forma livre das pressões situacionais da realidade imediata
(BRASIL, 1998, p.23)

Tem-se o brincar como parte constituinte das atividades humanas em sua fase
infantil, onde a partir das brincadeiras sejam de forma espontânea ou instigada, sejam
individual ou em grupo, o brincar se configura como forma de viver e aprender para o
universo infantil, onde é ali juntamente com as interações, descobertas comunicação
que surgem as experiências sejam culturais ou sociais, bem como os aprendizados
e desenvolvimento cognitivo e intelectual, ademais o brincar ainda auxilia na aquisição
da identidade e autonomia da criança, como refere o autor Vygotsky (1987, p. 35)
“O brincar é uma atividade humana criadora, na qual imaginação,
fantasia e realidade interagem na produção de novas possibilidades
de interpretação, de expressão e de ação pelas crianças, assim como
de novas formas de construir relações sociais com outros sujeitos,
crianças e adultos.” (VYGOTSKY, 1987, p. 35)

Assim, cabe dar a liberdade a criança para que esta possa usufruir da
brincadeira de modo a criar seu próprio mundo de acordo com a sua imaginação,
estimulando assim a criatividade e reflexões. De acordo com o Referencial Curricular
13

Nacional para Educação Infantil, (BRASIL,1998, p.28), aponta que o brincar possui
diferentes categorias a depender de como é executado pela criança.

O brincar apresenta-se por meio de várias categorias de experiências


que são diferenciadas pelo uso do material ou dos recursos
predominantemente implicados. Essas categorias incluem: o
movimento e as mudanças da percepção resultantes essencialmente
da mobilidade física das crianças; a relação com os objetos e suas
propriedades físicas assim como a combinação e associação entre
eles; a linguagem oral e gestual que oferecem vários níveis de
organização a serem utilizados para brincar; os conteúdos sociais,
como papéis, situações, valores e atitudes que se referem à forma
como o universo social se constrói; e, finalmente, os limites definidos
pelas regras, constituindo-se em um recurso fundamental para brincar.
(BRASIL, 1998, p.28)

Haja visto que como categorias do brincar, ao mesmo tempo que possibilitam
experiências e diversas formas de execução podendo ainda ser agrupadas em
modalidades, que como cita ainda o Referencial são três modalidades básicas que é
o brincar faz-de-conta, brincar com materiais e o brincar com regras (BRASIL, 1998),
oportunizam uma serie de contribuições que perpetuam e influenciam a criança em
diferentes aspectos e em vários contextos.

4.1 Brincar: benefícios e a importância do lúdico

Assim como o processo do brincar não é algo simples nem tão pouco possui
apenas o simples significado de entretenimento para a criança, mas se configura
como algo que nasce na criança e através do mesmo a criança começa a
compreender o mundo ao seu redor, bem como extrair vários aprendizados e
experiencias. Oliveira (2000, p.67) explica sobre o processo do brincar e como
constitui-se uma riqueza para a criança.
O brincar não significa apenas recrear, é muito mais, caracterizando-
se como uma das formas mais complexas que a criança tem de
comunicar-se consigo mesma e com o mundo, ou seja, o
desenvolvimento acontece através de trocas recíprocas que se
estabelecem durante toda sua vida. Assim, através do brincar a
criança pode desenvolver capacidades importantes como a atenção,
a memória, a imitação, a imaginação, ainda propiciando à criança o
desenvolvimento de áreas da personalidade como afetividade,
motricidade, inteligência, sociabilidade e criatividade (OLIVEIRA,
2000, p. 67)
Os benefícios e contribuições são diversos no que se refere ao processo do
brincar, seja este quando incentivado ou espontâneo, seja realizado em casa ou
14

principalmente na escola. Para Teixeira e Volpini (2014, p.82) “a criança ao brincar,


pensa e analisa sobre sua realidade, cultura e o meio em que está inserida, discutindo
sobre regras e papéis sociais. Ao brincar a criança aprende a conhecer, a fazer, a
conviver e a ser, favorecendo o desenvolvimento da autoconfiança, curiosidade,
autonomia, linguagem e pensamento.” Assim, o brincar é fundamental para aquisição
da autonomia, da percepção do mundo e forma de descobrir a própria identidade,
baseados na realidade e cultura que são expressados durante o brincar.
Continuamente os mesmos ainda apontam que o brincar contribui para
reconhecimento daquilo que faz parte do contexto social da criança, onde esta passa
a formular conceitos, além de promover o seu desenvolvimento pessoal.

[...] através do brincar que a criança forma conceitos, seleciona ideias,


percepções e se socializa cada vez mais.
O brincar é uma atividade que auxilia na formação, socialização,
desenvolvendo habilidades psicomotoras, sociais, físicas, afetivas,
cognitivas e emocionais. Ao brincar as crianças expõem seus
sentimentos, aprendem, constroem, exploram, pensam, sentem,
reinventam e se movimentam [...]. (TEIXEIRA; VOLPINI (2014,
p.82).

Ainda salienta o Referencial Curricular da Educação Infantil, (BRASIL,1998, p.


27) onde destaca que o brincar contribui diretamente no processo da autoestima da
criança, uma vez que este instiga a criança além de coisas novas, seu próprio eu
identificando seus limites e até mesmo superando-os.
A brincadeira favorece a autoestima das crianças, auxiliando-as a
superar progressivamente suas aquisições de forma criativa. Brincar
contribui, assim, para a interiorização de determinados modelos de
adulto, no âmbito de grupos sociais diversos. Essas significações
atribuídas ao brincar transformam-no em um espaço singular de
constituição infantil. (BRASIL, 1998, p. 27)

Ademais, pode-se perceber que as brincadeiras quando realizadas de forma


natural pela criança ou até mesmo incentivadas favorecem o seu crescimento interno,
extraindo desde modo a partir das experiências infantis adquiridas nas mesmas os
preceitos e valores que contribuirão para condutas sociais quando adultos.
É fundamental ainda levar o brincar para as práticas pedagógicas nas escolas,
principalmente na educação infantil, onde praticamente a criança aprende brincando.
O lúdico é uma forma de aprendizagem bem como um recurso didático que precisa
ser explorado dentro e fora das salas de aulas. Assim aponta Loro (2015, p.11).
O brincar auxilia no desenvolvimento integral do ser humano nos
aspectos físico, social, cultural, afetivo, emocional e cognitivo. Por
15

essa razão é importante que pais e educadores saibam que a


ludicidade deve ser vivenciada na infância, e que o brincar faz parte
de uma aprendizagem prazerosa. (LORO, 2015 p.11)

Continuamente, o brincar como recurso lúdico pode ser uma ferramenta


preciosa para o contexto da Educação Infantil, cabendo assim, os professores ter uma
percepção significativa frente ao brincar e não usá-lo apenas como forma de
entretenimento durante o intervalo ou algum espaço reservado de tempo durante a
aula, mas é preciso trabalhar com o lúdico durante todo o percurso educacional que é
mediado pelo professor de educação infantil.
Haja vista que o ensino mediado nesta modalidade requer o uso de atividades
didáticas e prazerosas que estimulem o desejo das crianças de aprender sem deixar
de lado o processo normal do desenvolvimento infantil, assim como diversas
metodologias e recursos, o brincar é uma forma indispensável para mediação da
educação para as crianças, cabendo assim o professor atentar-se para o
planejamento e didáticas de ensino. Assim aborda o Referencial Curricular Nacional
da Educação Infantil, (BRASIL,1998, p.28)

É o adulto, na figura do professor, portanto, que, na instituição infantil,


ajuda a estruturar o campo das brincadeiras na vida das crianças.
Consequentemente é ele que organiza sua base estrutural, por meio
da oferta de determinados objetos, fantasias, brinquedos ou jogos, da
delimitação e arranjo dos espaços e do tempo para brincar. Por meio
das brincadeiras os professores podem observar e constituir uma
visão dos processos de desenvolvimento das crianças em conjunto e
de cada uma em particular, registrando suas capacidades de uso das
linguagens, assim como de suas capacidades sociais e dos recursos
afetivos e emocionais que dispõem. (BRASIL, 1998, p.28)

Deixando claro assim, que a consolidação das práticas pedagógicas devem


levar em conta a importância do lúdico, para ofertara assim uma aprendizagem mais
eficaz e instigante, ao passo que tanto a escola como os professores juntamente com
os familiares não devem coibir o brincar da vida de uma criança, mas deixar que a
criança tenha liberdade de criar e recriar seu próprio mundo a partir brincadeiras que
são executadas.

5. PRÁTICA PEDAGÓGICA PARA ALUNOS COM NEE: O BRINCAR E A


ATUAÇÃO DO PROFESSOR
16

Sabe-se que quando muitos profissionais ainda possuem duvidas sobre a prática
pedagógica que deve ser usada para suprir as deficiências ou dificuldades existentes
dos alunos com NEE. Como diz Duarte e Guimarães (2017, p205) “O ensino de alunos
com (NEE) é visto como um desafio, pois os profissionais preocupam-se em organizar
a prática educativa de modo que, inclua esses alunos e dar-lhes condições de
aprender.”
Diante disso, como visto anteriormente sabe-se que alunos com necessidades
educativas especiais, apresentam alguma dificuldade que afeta de forma direta ou
indireta, permanente ou temporária o processo de aprendizagem e desenvolvimento.
Este termo engloba não só alunos com deficiências físicas, mas quaisquer outros
fatores que atrapalhem ou prejudiquem a aprendizagem do educando, desta forma
para este aluno se faz necessário o uso de uma educação que no qual é denominada
de educação especial, onde é partir disso que o processo de ensino e aprendizagem
é efetivado além de uma escola e prática pedagógica inclusiva.
O ponto principal então a ser discutido aqui é a inserção do brincar como forma de
recurso pedagógico que no qual irá contribuir significadamente para as práticas e
atividades educativas. Como discutido acerca das contribuições do brincar no
processo de desenvolvimento da criança, isto se quadra para alunos com NEE. Por
exemplo, existem jogos que aprimoram a memória, o raciocínio como por exemplo
cita o Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil, sobre o uso dos jogos e o
aproveitamento pedagógico.
“As brincadeiras de faz-de-conta, os jogos de construção e aqueles
que possuem regras, como os jogos de sociedade (também chamados
de jogos de tabuleiro), jogos tradicionais, didáticos, corporais etc.,
propiciam a ampliação dos conhecimentos infantis por meio da
atividade lúdica.” (BRASIL, 1998, p.28).

Diante disso o fazer pedagógico mediando nas salas de aulas precisa suprir as
necessidades de cada educando e assim proporcionar o objetivo central que é a
aprendizagem e desenvolvimento. Assim como salienta a Declaração de Salamanca
(1994) “as crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter
acesso às escolas regulares, que a elas se devem adequar através duma pedagogia
centrada na criança, capaz de ir ao encontro destas necessidades.”
É importante apontar também que as brincadeiras além de estimular as interações
e formas de socializações, o aluno ainda consigo desenvolver sua forma de enxergar
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o mundo, se comunicar, movimentar seu corpo. A existência de varias formas de jogos


ou brincadeiras podem ser usadas como recurso lúdico, e estas passam a interferir
de forma positiva no rendimento escolar do aluno. Assim aborda o Referencial
Curricular Nacional para Educação Infantil (BRASIL, 1998, p.29)
[...] o enriquecimento das competências imaginativas, criativas e
organizacionais infantis. Cabe ao professor organizar situações para
que as brincadeiras ocorram de maneira diversificada para propiciar
às crianças a possibilidade de escolherem os temas, papéis, objetos
e companheiros com quem brincar ou os jogos de regras e de
construção, e assim elaborarem de forma pessoal e independente
suas emoções, sentimentos, conhecimentos e regras sociais.
(BRASIL, 1998, p.29)

Diante disso, é visto que o professor precisa também ter uma mente mais aberta
para o uso do brincar e assim poder extrair do mesmo a sua importância pedagógica
como ainda aponta BRASIL (1998, p.29)
É preciso que o professor tenha consciência que na brincadeira as
crianças recriam e estabilizam aquilo que sabem sobre as mais
diversas esferas do conhecimento, em uma atividade espontânea e
imaginativa. Nessa perspectiva não se deve confundir situações nas
quais se objetiva determinadas aprendizagens relativas a conceitos,
procedimentos ou atitudes explícitas com aquelas nas quais os
conhecimentos são experimentados de uma maneira espontânea e
destituída de objetivos imediatos pelas crianças. Pode-se, entretanto,
utilizar os jogos, especialmente aqueles que possuem regras, como
atividades didáticas. É preciso, porém, que o professor tenha
consciência que as crianças não estarão brincando livremente nestas
situações, pois há objetivos didáticos em questão. (BRASIL, 1998,
p.29)
Ou seja, cabe ao professor também perceber utilizar o brincar, bem como
permitir que a criança possa de forma espontânea retirar das brincadeiras seus
próprios significados e interpretações, pois isso também estará contribuindo para o
seu aprendizado. Santos e Fernandes (2015, p211) também apontam a importância
da qualificação profissional como forma de apoio para melhorar a atuação da docente
frente alunos com NEE.

Sem dúvida, qualificar o professor é investir na educação do país,


ampliar a metodologia pedagógica da sala de aula com os novos
conhecimentos do profissional, todos ganham; escola, família e
sociedade. Nesse pensamento, tenta-se formar indivíduos atuantes,
com isso melhorando o desenvolvimento dos educandos com (NEE)
em sala de aula, busca-se aperfeiçoar o interesse e a participação dos
discentes. (SANTOS, FERNANDES, 2015, 211)
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Sendo assim, o professor juntamente com a escola deve incluir uma prática
educacional que possa estimular o desenvolvimento da criança com NEE e assim
poder desenvolver suas competências e aprendizados, garantindo para esta um
ensino não só satisfatório, mas uma aprendizagem mais solidária, cooperativa e
inclusiva. Onde as brincadeiras sejam recursos didáticos que quando utilizados
possam estimular ainda mais o processo de crescimento da criança, e não como forma
de ocupar o aluno, bem como é necessário ainda não perder a essência da divisão e
entretenimento que o brincar ainda se conceito na visão e perspectiva infantil.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Em suma, considera-se que o ensino mediado pela Educação Infantil para


crianças com Necessidades Educativas Especiais-NEE, requer uma abordagem bem
mais focado nas dificuldades e desafios que tais crianças apresentam, diante disso é
necessário que se tenha uma prática educativa que possibilite uma aprendizagem
integral de caráter inclusivo e que vá de encontro com o aluno. É necessário também
que as escolas que ofertam a Educação Infantil sejam capazes de prezar por um
ensino que possa favorecer o desenvolvimento e aprendizagem das crianças,
independente das suas características sejam físicas, sociais ou culturais para isso é
fundamental que as escolas possam ser escolas inclusivas.

A princípio uma escola inclusiva é aquela que acolhe todos os alunos


independente de quaisquer condições ou necessidades que este educando possa
apresentar, bem como é direito de qualquer criança ter acesso e permanência na
escola como defende os pressupostos legais, entretanto é fundamental que as
práticas educativas desenvolvidas na escola possam favorecer um ensino e
aprendizagem satisfatório e apropriado e assim de fato integrar para todos alunos um
saber igualitário.

Inserir o brincar como forma de metodologia pedagógica é promover uma


educação bem mais saudável e natural para as crianças principalmente aquelas que
com NEE na educação infantil. Pois as brincadeiras, jogos e outras formas de lúdico
usadas pelas mesmas, são importantes recursos que independente de como se
procedam seja individual, em grupo, com orientação ou de forma espontânea, são
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capazes de possibilitar para as crianças descobertas, aprimoração e aquisição de


capacidades e habilidades individuais, autonomia e entre outras contribuições.
Todavia, quando inserir o brincar na educação Infantil, é importante que o professor
tenha em mente a responsabilidade do lúdico como forma de método educativo, bem
como execute de forma correta e não simplesmente ver o brincar como forma de
passar tempo ou entretenimento.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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