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Icep Portugal
Oferta nacional

Clientes estrangeiros Qual o estatuto jurídico do Icep Portugal?

Informação regulamentar EXPORTAÇÃO / IMPORTAÇÃO

Centro de documentação
Quais os documentos utilizados nas trocas comerciais com o
Informação sobre feiras exterior?

Custo de informação A realização de operações de comércio internacional está


sujeita a restrições?

Sites seleccionados:
mkaccdb.eu.int Quais as entidades competentes em Portugal pela emissão de
www.worldtariff.com Certificados de Origem?

Em que consiste a restituição à exportação?

Como se processa a importação/exportação de espécies da


fauna e da flora selvagens?

Qual a legislação aplicável ao comércio internacional de


espécies da fauna e da flora selvagens?

Existe na Internet algum site onde possam ser consultados os


direitos aduaneiros de diferentes países?

Como obter informação sobre os direitos aduaneiros que


incidem em Portugal na importação de produtos provenientes
de países terceiros?

Os direitos aduaneiros aplicáveis pela UE são diferentes,


dependendo da origem das mercadorias importadas?

Que outras taxas incidem sobre a importação de produtos?

Como exportar para mercados externos?

Quais os aspectos a considerar quando da celebração de um


contrato de compra e venda internacional?

Existe alguma legislação comum a diferentes países em


matéria de contratos?

Em que consistem os Incoterms?

Os Incoterms são de aplicação obrigatória?

Quais os principais meios de pagamento utilizados no

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comércio internacional?

EMBALAGEM / ROTULAGEM

Quais as regras que deverão ser cumpridas na rotulagem,


apresentação e publicidade dos géneros alimentícios na União
Europeia?

É obrigatória a utilização da expressão "made in" na rotulagem


dos produtos?

ZONA FRANCA DA MADEIRA

Em que consiste a Zona Franca da Madeira?

CONTRATO DE FRANQUIA (FRANCHISING)

O que é o contrato de franquia (franchising)?

Existe legislação aplicável?

CONTRATO INTERNACIONAL DE AGÊNCIA

Qual o quadro legal do Contrato Internacional de Agência?

INVESTIMENTO INTERNACIONAL

Como investir em mercados externos?

Quais são as formalidades a seguir para a constituição de


uma sociedade comercial em Espanha?

Existem sectores vedados ao investimento estrangeiro em


Espanha?

Em que consiste a "Nueva Empresa", regulamentada


recentemente em Espanha?

Qual a utilidade dos Acordos de Promoção e Protecção


Recíproca de Investimentos assinados por Portugal?

Em que consistem os Acordos de Dupla Tributação?

Quais os países que celebraram com Portugal Acordos de


Dupla Tributação?

Os investimentos nacionais no exterior beneficiam de


incentivos fiscais?

Quais os sectores que beneficiam de incentivos fiscais ao


investimento?

Em que consistem os incentivos fiscais destinados a projectos


de investimento português no exterior?

Onde podem ser apresentadas as candidaturas aos apoios a


conceder no âmbito da Internacionalização das Empresas
Portuguesas?

UNIÃO EUROPEIA

O que é o Servidor Europa?

CENTRO DE FORMALIDADES DE EMPRESAS

O que são os CFE (Centros de Formalidades de Empresas)?

Quais os CFE existentes?

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Qual o estatuto jurídico do Icep Portugal?

A orgânica do ICEP Portugal encontra-se definida no Decreto-Lei n.º


264/2000, de 18 de Outubro, com a redacção dada pelos Decretos-Lei
n.ºs 35-A/2003 e 77/2004, respectivamente, de 27 de Fevereiro e 31 de
Março.

Pode aceder directamente ao texto clicando em Estatutos do ICEP


PORTUGAL.

Quais os documentos utilizados nas trocas comerciais com o


exterior?

Os documentos utilizados são substancialmente diferentes, consoante


estejamos face a uma importação/exportação, ou face a uma
aquisição/venda.

No caso das trocas extracomunitárias de bens (importações e


exportações), destacam-se pela sua importância, as licenças, as
declarações e os certificados, o documento administrativo único, a factura
comercial e o certificado de origem.

Relativamente à documentação que deverá acompanhar as aquisições


ou vendas intracomunitárias de bens, referem-se a factura comercial,
certificados de vária ordem, dependendo do tipo de bens, e a Declaração
Intrastat.

Para mais informação consulte o título "Documentos Utilizados nas


Trocas Comerciais" (Outubro 2003, edição Icep Portugal) na Livraria
Digital, em:
http://www.portugalnews.pt/econo/artigo.asp?cod_artigo=41459

A realização de operações de comércio internacional está sujeita a


restrições?

Não obstante o livre comércio com países terceiros constituir a regra


geral em vigor na Comunidade, assumindo um carácter excepcional a
emissão de documentos prévios para as operações de importação ou de
exportação, existem ainda algumas situações em que aqueles são
necessários.

Estes documentos podem assumir as seguintes modalidades: Licenças


(no caso de produtos objecto de restrições), Declarações (para as
mercadorias submetidas ao regime de vigilância estatística prévia) e os
Certificados (sempre que a legislação o exija, como acontece com
grande parte dos produtos agrícolas).

A Direcção-Geral das Alfândegas e Impostos Especiais de Consumo


(DGAIEC) é a entidade competente para a emissão dos documentos
mencionados anteriormente, não sendo permitido o desalfandegamento
das mercadorias sem a apresentação dos mesmos.

Quais as entidades competentes em Portugal pela emissão de


Certificados de Origem?

Associação Comercial de Lisboa-Câmara de Comércio e Indústria


Portuguesa

http://www.icep.pt/faqs/regulamentar.asp 22-11-2006
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Associação Comercial e Industrial do Porto-Câmara de Comércio e Indústria
do Porto
Associação Empresarial de Portugal - Câmara de Comércio e Indústria
Associação Comercial e Industrial do Funchal-Câmara de Comércio e
Indústria da Madeira
Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo-Associação de Comerciantes,
Industriais, Importadores e Exportadores das Ilhas Terceira, Graciosa e São
Jorge
Câmara de Comércio de Ponta Delgada-Associação de Comerciantes,
Industriais, Exportadores e Importadores das Ilhas de São Miguel e Santa
Maria
Câmara de Comércio da Horta-Associação de Comerciantes, Industriais,
Importadores e Exportadores das Ilhas do Faial, Pico, Flores e Corvo
Instituto do Bordado, Tapeçaria e Artesanato da Madeira
Câmara de Comércio e Indústria Árabe-Portuguesa

Câmara de Comércio e Indústria Portugal - Angola

Em que consiste a restituição à exportação?

Trata-se de uma ajuda que o exportador comunitário pode beneficiar,


quando da exportação de certos produtos agrícolas e agrícolas
transformados para países terceiros.

A restituição visa compensar o exportador da diferença entre os preços


comunitários (em geral mais elevados) e os preços do mercado mundial,
de modo a tornar os produtos agrícolas mais concorrenciais. Os
montantes da restituição e os produtos que dela beneficiam são fixados
por Regulamento comunitário, publicado no Jornal Oficial das
Comunidades Europeias.

Para obter informação mais pormenorizada os interessados deverão


contactar o Instituto Nacional de Intervenção e Garantia Agrícola (INGA)

Como se processa a importação/exportação de espécies da fauna


e da flora selvagens?

A introdução ou exportação de espécies da fauna e da flora selvagens


compreendidas na legislação comunitária dependerá da realização das
verificações necessárias e da apresentação prévia, na estância aduaneira,
de uma licença de importação (emitida pela autoridade administrativa
do Estado-membro de destino) ou de uma licença de exportação
(emitida por uma autoridade administrativa do Estado-membro em cujo
território se encontram as espécies), respectivamente.

Em Portugal o organismo responsável pelo licenciamento das referidas


operações é o Instituto de Conservação da Natureza - Divisão de Aplicação
das Convenções.

Qual a legislação aplicável ao comércio internacional de espécies


da fauna e da flora selvagens?

A base normativa para o comércio destes tipo de bens encontra-se


definida na Convenção de Washington (CITES), sobre o comércio
internacional das espécies ameaçadas de extinção, a qual foi adaptada
para o espaço comunitário através da seguinte legislação:

z Regulamento (CE) 338/97, de 26 de Maio - Regulamenta a aplicação


da CITES a nível comunitário europeu.
z Regulamento (CE) 1808/01, de 30 de Agosto - Estabelece as normas

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de execução do Regulamento (CE) 338/97.


z Regulamento (CE) 1497/2003, de 18 de Agosto - Estabelece os
Anexos A, B, C e D definidos pelo Regulamento (CE) 338/97.
z Regulamento (CE) 349/2003, de 25 de Fevereiro - Estabelece
restrições à introdução na comunidade europeia de espécimes de
determinadas espécies da fauna e flora selvagens.

Existe na Internet algum site onde possam ser consultados os


direitos aduaneiros de diferentes países?

Sim, através dos seguintes endereços:

z http://mkaccdb.eu.int (acesso gratuito).


z http://www.worldtariff.com/index.asp (acesso por assinatura).

Como obter informação sobre os direitos aduaneiros que incidem


em Portugal na importação de produtos provenientes de países
terceiros?

Junto da Direcção-Geral das Alfândegas e Impostos Especiais de Consumo


(Direcção de Serviços de Tributação Aduaneira), entidade competente
para prestar informações relativas à classificação dos produtos, aos
direitos que incidem na importação de mercadorias seja qual for a
respectiva origem, bem como sobre os regimes aduaneiros existentes.

Os direitos aduaneiros aplicáveis pela UE são diferentes,


dependendo da origem das mercadorias importadas?

Sim.

De facto, a Comunidade concede vantagens aduaneiras às mercadorias


originárias de determinados países em desenvolvimento (beneficiários do
Sistema de Preferências Generalizadas -SPG-, ou de países com os quais
a UE celebrou acordos preferenciais), que se traduzem na aplicação de
direitos aduaneiros mais favoráveis do que os estabelecidos no âmbito do
Acordo do Uruguay Round, com excepção de produtos mais sensíveis em
termos dos interesses comunitários.

Caso o importador pretenda beneficiar destes regimes terá que


comprovar obrigatoriamente a origem das mercadorias. No caso das
importações provenientes de países beneficiários do regime SPG, o
"Certificado de Origem FORM A", nas importações dos restantes
países o "Certificado de Circulação de Mercadorias EUR1".

Os referidos certificados poderão ser obtidos junto da Direcção-Geral das


Alfândegas e Impostos Especiais de Consumo.

Que outras taxas incidem sobre a importação de produtos?

Além dos direitos aduaneiros, os produtos importados estão sujeitos ao


pagamento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), cuja taxa
normal é de 21%, sendo que alguns produtos beneficiam de uma taxa
de 12% ou de uma taxa reduzida de 5%.

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Nas Regiões Autónomas as taxas sofrem uma ligeira redução: Taxa
normal 15%, taxa intermédia 8% e taxa reduzida 4%.

Para obter informações mais pormenorizadas sobre este imposto os


interessados deverão contactar a Direcção-Geral das Alfândegas e
Impostos Especiais de Consumo.

Como exportar para mercados externos?

Dependendo do país de destino das mercadorias e do tipo de produtos


que se pretende comercializar, as formalidades podem ser
substancialmente diferentes.

Com o apoio da rede de Delegações do Icep Portugal no estrangeiro e


com a colaboração de outras entidades (Embaixadas e Câmaras de
Comércio), a Unidade Conhecimento de Mercado poderá recolher, a
pedido dos interessados, informação específica de natureza regulamentar,
entre outra, designadamente relativa a:

z Formalidades de importação no país x.


z Restrições à importação (quotas/contingentes).
z Direitos aduaneiros e outras taxas.
z Regulamentação técnica de produtos.

Informação sistematizada sobre regimes de importação em mercados


internacionais poderá ser obtida através da consulta da Livraria Digital,
assim como da página deste site dedicada aos mercados externos.

Os interessados poderão também consultar na Internet o site "Market


Access Database", da responsabilidade da Comissão Europeia, que
disponibiliza informação sobre a política comercial em países terceiros, as
barreiras ao comércio com os referidos países (alfandegárias e técnicas) e
ao investimento, entre outra informação pertinente.

Quais os aspectos a considerar quando da celebração de um


contrato de compra e venda internacional?

Os processos utilizados não diferem muito dos seguidos a nível nacional.


Existe sempre uma fase pré-negocial onde é apresentada a proposta
negocial, normalmente a cargo do vendedor, e a contraproposta por parte
do comprador.

O contrato torna-se perfeito quando ambas as partes chegam a um


consenso e elaboram o respectivo clausulado, que não necessita de ser
reduzido a escrito para ser válido (embora na prática a forma escrita seja
a mais aconselhável).

A especificidade destes contratos encontra-se no facto de os contratantes


terem nacionalidades diferentes e o contrato poder ter conexão com
ordens jurídicas diferentes.

Daí que, também neste caso, seja permitido às partes escolher a lei
aplicável ao contrato (lei do vendedor, do comprador ou uma terceira),
desde que tal escolha não apresente carácter fraudulento, no sentido de
se pretender evitar a aplicação de disposições imperativas, as quais não
podem ser afastadas pela vontade das partes.

Informações mais detalhadas sobre a matéria podem ser obtidas junto da


Delegação Nacional Portuguesa da Câmara de Comércio Internacional.

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Existe alguma legislação comum a diferentes países em matéria


de contratos?

Com vista a garantir maior certeza e segurança jurídica na aplicação do


Direito às relações contratuais internacionais, foi celebrado pelos Estados-
membros, da então Comunidade Económica Europeia, uma Convenção
sobre a lei aplicável às obrigações contratuais, conhecida abreviadamente
por Convenção de Roma, destinada a criar nos países comunitários um
conjunto de regras de direito uniformes no domínio dos contratos, e que
acolhe no essencial as orientações e os princípios acima descritos.

A referida Convenção, e respectivos Protocolos foram aprovados pela


Resolução da Assembleia da República n.º 3/94, de 3 de Fevereiro. O
Aviso n.º 240/94, de 19 de Setembro, estabelece as condições de
aplicação da mesma por Portugal e a data de entrada em vigor.

Em que consistem os Incoterms?

Com o objectivo de proceder à uniformização das regras internacionais


para a interpretação dos termos e expressões comummente
utilizados no comércio internacional, a Câmara de Comércio
Internacional (CCI) aprovou um conjunto de siglas designadas de
Incoterms.

Neste sentido, os Incoterms, podem, de forma simplista, definir-se como


sendo os termos utilizados nas trocas internacionais, através dos quais
importador e exportador definem os direitos e as obrigações que recaem
sobre cada um, desde que tenha existido acordo entre as partes para a
sua utilização.

Para informações adicionais sobre a matéria consulte a Delegação


Nacional Portuguesa da Câmara de Comércio Internacional

Os Incoterms são de aplicação obrigatória?

Os Incoterms são de aplicação facultativa, estando a sua utilização


apenas dependente da vontade das partes, sendo que o sucesso de um
negócio internacional depende em grande medida da prévia definição, tão
clara e precisa quanto possível, dos diferentes deveres e obrigações que
cabe a cada uma das partes no âmbito do contrato (saber por conta de
quem correm os custos do transporte, do seguro, do frete; qual o
momento em que as mercadorias passam a ser da responsabilidade do
comprador; quem é responsável pela perda, extravio ou defeito dos bens,
etc.). São estes os objectivos que os Incoterms pretendem alcançar.

Além do mais, a utilização dos diferentes Incoterms não é estanque, ou


seja, é perfeitamente admissível a utilização de vários Incoterms ou,
inclusivamente, a criação de um novo através da junção das
características de vários, desde que essa tenha sido a vontade
manifestada pelas partes e esteja devidamente explicitada nos
documentos que titulam a operação de comércio.

Para informações adicionais sobre a matéria consulte a Delegação


Nacional Portuguesa da Câmara de Comércio Internacional

Quais os principais meios de pagamento utilizados no comércio

http://www.icep.pt/faqs/regulamentar.asp 22-11-2006
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internacional?

Dependendo do grau de conhecimento e confiança estabelecido entre as


partes existem várias modalidades de pagamento aplicáveis às trocas
com o exterior, que podem agrupar-se, em duas categorias distintas,
dependendo da maneira como os documentos são transaccionados:

z Operações de Liquidação Directa - Os documentos são enviados


directamente ao comprador da mercadoria. Compreende dois meios
de pagamento: O cheque e a Ordem de Pagamento.
z Operações Documentárias - A transmissão dos documentos é sempre
realizada através de instituições bancárias. Incluem-se os seguintes
meios de pagamento: Remessas Documentárias e os Créditos
Documentários.

Tendo em vista a segurança das suas operações, as partes podem optar


pelas modalidades que melhor satisfaçam os interesses em presença.
Considerando o desenvolvimento que as relações de comércio
internacional têm vindo a adquirir e o número crescente de agentes
económicos envolvidos nessa actividade, o crédito documentário tornou-
se o meio de pagamento mais utilizado e seguro para garantir os
interesses dos diferentes intervenientes nas operações de comércio
internacional.

Para mais informação consulte o título "Pagamentos


Internacionais" (Junho de 2004, edição Icep Portugal) na Livraria
Digital em: http://www.portugalnews.pt/econo/artigo.asp?cod_artigo=41455

Quais as regras que deverão ser cumpridas na rotulagem,


apresentação e publicidade dos géneros alimentícios na União
Europeia?

Face às disparidades que existiam entre as legislações nacionais dos


diversos Estados-membros no que respeita à rotulagem de produtos
alimentares, a CE tem procurado harmonizar esta matéria, por forma a
minimizar/eliminar os entraves à livre circulação de mercadorias no
território comunitário.

O primeiro passo na aproximação das regulamentações nacionais foi dado


com a adopção da Directiva n.º 79/112/CEE, de 18 de Dezembro de
1978, que estatuiu as normas de natureza geral e horizontal, aplicáveis
na temática em apreço. Este diploma foi, no âmbito da realização do
Mercado Único, objecto de diversas alterações e aditamentos, pelo que se
procedeu à codificação desta matéria na Directiva nº 2000/13/CE, de 6
de Maio.

Informações complementares sobre este tema, nomeadamente as


indicações obrigatórias dos géneros alimentícios pré-embalados nas
diversas línguas da UE, podem ser consultadas no título "Rotulagem
dos Produtos Alimentares na UE" (Fevereiro 2002, edição Icep
Portugal), na Livraria Digital, em:
http://www.portugalnews.pt/econo/artigo.asp?cod_artigo=73305

É obrigatória a utilização da expressão "made in" na rotulagem


dos produtos?

Para a generalidade dos países não tem carácter obrigatório, devido ao


facto de a mesma ser considerada uma informação complementar ao
consumidor, e nem sempre corresponder à verdadeira origem das
mercadorias, a qual é comprovada, normalmente, através dos
documentos aduaneiros ou de certificados emitidos para o efeito.

Lembramos, porém, que certos países podem exigir a inclusão nos


diversos produtos importados da designação "made in…", pelo que o
vendedor/exportador deverá certificar-se junto do seu cliente estrangeiro

http://www.icep.pt/faqs/regulamentar.asp 22-11-2006
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quanto à exigência legal de incluir a referida expressão.

Em Portugal a utilização da menção "made in…" não é obrigatória, mas


caso seja utilizada, deverá ser sempre traduzida pela correspondente
expressão em português ("fabricado em…", "feito em…", etc.), conforme
resulta do parecer da Procuradoria - Geral da República sobre a matéria,
publicado no Diário da República, da II Série, de 17 de Junho de 1993.

Informações complementares sobre a utilização da expressão "made in…"


no mercado nacional poderão ser obtidas junto da Inspecção das
Actividades Económicas.

Em que consiste a Zona Franca da Madeira?

A Zona Franca da Madeira é legalmente entendida como o enclave


territorial em que as mercadorias aí existentes são, em regra,
consideradas exteriores ao território aduaneiro para efeitos de
aplicação de direitos aduaneiros, restrições quantitativas ou medidas de
efeito equivalente.

Desde que devidamente autorizadas, poderão ser exercidas na zona


franca todas as actividades de natureza industrial, comercial ou
financeira, embora as primeiras duas confinadas a uma área delimitada
(na medida em que implicam a movimentação física de mercadorias),
situação que não sucede com os serviços "off shore", que podem instalar-
se em qualquer ponto do território do arquipélago, incluindo a cidade do
Funchal.

As empresas a operar na Zona Franca da Madeira têm acesso a um


conjunto significativo de benefícios de natureza aduaneira, fiscal,
financeira e económica.

Informações adicionais poderão ser obtidas directamente junto da


entidade que assegura a gestão e administração da zona franca: SDM -
Sociedade de Desenvolvimento da Madeira, S.A.

O que é o contrato de franquia (franchising)?

O Franchising, é um sistema de distribuição/comercialização de


produtos e/ou serviços e/ou tecnologias assente numa relação
contratual entre dois parceiros distintos e independentes, o franchisador e
o franchisado, através do qual o primeiro cede ao segundo (mediante
contrapartidas) o direito de usufruir de uma série de atributos exclusivos
(a experiência, o conhecimento do mercado, uma marca, uma fórmula
comercial concretizada por um símbolo, etc.) que lhe permita explorar
individualmente um determinado negócio, de acordo com regras
previamente definidas.

Informações complementares sobre este tema podem ser consultadas no


título "A Internacionalização das Marcas Portuguesas Através do
Franchising" (Novembro 2004, Instituto de Informação em Franchising),
na Livraria Digital, em: http://www.portugalnews.pt/econo/artigo.asp?
cod_artigo=111477

Existe legislação aplicável?

Não existe na legislação portuguesa uma tipificação deste tipo de


negócio. Trata-se de um contrato inominado, na medida em que não é
regulado por quaisquer preceitos legais específicos, encontrando-se,
portanto, na esfera da autonomia negocial das partes.

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A nível comunitário aplica-se o Regulamento n.º 2790/1999, publicado
no JOCE L336, de 29.12.99, relativo à aplicação do nº3 do artigo 81º do
tratado CE a determinadas categorias de acordos verticais e práticas
concertadas. Este diploma legislativo está em vigor até 31 de Maio de
2010, data em que caduca.

Importa ainda referir o Código Europeu de Deontologia que, obrigando


apenas os membros da Federação Europeia de Franchising, consiste no
principal instrumento orientador da actividade de franchising.

Esclarecimentos sobre esta temática deverão ser obtidos junto do Instituto


de Informação em Franchising e da Associação Portuguesa de Franchise.

Qual o quadro legal do Contrato Internacional de Agência?

A figura do agente comercial está amplamente generalizada no comércio


internacional, tendo sido utilizada em muitos países, como é o caso de
Portugal, antes mesmo de possuir tipificação legal.

No nosso país, o contrato de agência, ou de representação, como


também é conhecido, tem o regime jurídico estabelecido pelo Decreto-
Lei 178/86, de 3 de Julho, alterado posteriormente através do Decreto-
Lei n.º 118/93, de 13 de Abril. Este regime é muito semelhante ao
adoptado por todos os países da União Europeia, dado basear-se numa
Directiva comunitária (Directiva n.º 86/653/CEE, do Conselho, de 18 de
Dezembro, de 1986).

De acordo com a definição legal, o contrato de agência é aquele através


do qual uma das partes se obriga a promover por conta da outra a
celebração de contratos, de modo autónomo e estável e mediante
retribuição, podendo ser-lhe atribuída certa zona ou determinado círculo
de clientes.

Quanto à forma, a lei não impõe a sua redução a escrito. No entanto,


qualquer das partes tem o direito, a que não pode renunciar, de exigir da
outra um documento assinado que indique o conteúdo do contrato e de
posteriores aditamentos ou modificações.

Para mais informações consulte o título "Contrato Internacional de


Agência" (Março de 2005, edição Icep Portugal), na Livraria Digital, em:
http://www.portugalnews.pt/econo/artigo.asp?cod_artigo=41478

Como investir em mercados externos?

Para que as empresas portuguesas, e em especial as PME, consigam


desempenhar um papel internacionalmente activo nos mercados externos
cada vez mais complexos e concorrenciais onde actuam, é essencial, ao
nível dos recursos técnicos de apoio à decisão, facultar-lhes informação
baseada em padrões de qualidade e rigor que facilitem a definição da
estratégia mais adequada a cada situação.

Através da rede de Delegações do Icep Portugal no estrangeiro e da


elaboração de produtos específicos de informação na área dos mercados
externos (alguns deles em colaboração e parceria com entidades
públicas/privadas de reconhecida valia técnica), o Icep Portugal
disponibiliza aos agentes económicos instrumentos auxiliares de consulta
que lhes permitam aceder mais facilmente aos mercados internacionais.

Consulte a nossa Livraria Digital, e aceda à informação relativa ao regime


de investimento estrangeiro em vários mercados externos.

http://www.icep.pt/faqs/regulamentar.asp 22-11-2006
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Quais são as formalidades a seguir para a constituição de uma
sociedade comercial em Espanha?

De um modo geral, a tramitação é semelhante à que se verifica em


Portugal.

Referem-se, seguidamente, os passos para a criação de uma sociedade


naquele país vizinho, lembrando que dependendo de se tratar de uma
sucursal (forma de representação social) ou filial (empresa de raiz,
constituída de acordo com a legislação espanhola), poderão haver
especificidades nas formalidades a respeitar.

z Escolha da denominação da sociedade e requerimento da mesma,


junto do Registo Comercial central.
z Depósito do valor do capital social junto de uma instituição bancária
sediada em Espanha.
z Obtenção de uma certidão bancária emitida pelo Banco onde foi
depositado o valor do capital social.
z Tradução oficial e legalização de documentação portuguesa junto dos
serviços consulares de Espanha e em Portugal, conforme for o caso.
z Celebração da escritura de constituição, junto de Notário público
espanhol.
z Pedido do Número de Identificação Fiscal (NIF) provisório, sob o qual
a empresa passará a ser reconhecida.
z Liquidação do Imposto de Transmissão e Actos Jurídicos
Documentados.
z Inscrição no registo comercial, através da apresentação da escritura
pública de constituição de sociedade.
z Pedido do Cartão de Identificação Fiscal Definitivo da Empresa, e
Declaração de Recenseamento de Início de Actividade.
z Inscrição no Imposto de Actividades Económicas (IAE) e IVA.
z Licença de Abertura, junto do Município (Ayuntamiento), onde se
localiza o estabelecimento.
z Inscrição da empresa e trabalhadores na Segurança Social.

No que respeita ao quadro legal indica-se, também, a legislação básica:

z Código de comércio.
z Regulamento do "Registro Mercantil" (Registo Nacional das pessoas
Colectivas) Real Decreto 1597/89, de 29 de Dezembro.
z Lei 19/89, relativa às Sociedades Anónimas, de 25 de Julho, Real
Decreto 1564/89, de 22 de Dezembro (BOE de 27 de Dezembro) -
Texto reintegrado.
z Lei 2/95, das Sociedades de Responsabilidade Limitada, de 23 de
Março (BOE de 24 de Março).
z Lei 43/95, Imposto de Sociedades, de 27 de Dezembro (BOE de 18
de Dezembro).
z Lei 7/2003, Nueva Empresa, de 01 de Abril (BOE de 02 de Abril).

Para constituição de uma empresa o empresário português não necessita


de obter residência em Espanha, nem precisa de ter sócio espanhol. No
entanto, no caso da abertura de uma Sucursal, é necessário um
representante legal em Espanha.

Existem sectores vedados ao investimento estrangeiro em


Espanha?

Em matéria de investimento estrangeiro o regime legal consagrado é o da


liberdade de investimento, à semelhança do que sucede em todos os
países comunitários. No entanto, constituem excepções:

z Os investimentos que procedem de paraísos fiscais.


z Investimentos realizados em sectores específicos (ex.: transporte
aéreo, rádio, televisão, minerais, jogos de azar).
z Investimentos que, pela sua natureza, afectem actividades

http://www.icep.pt/faqs/regulamentar.asp 22-11-2006
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relacionadas com o exercício do poder público, defesa nacional,
ordem, segurança e saúde públicas.

Não obstante o princípio da liberdade, os investimentos comunitários


necessitam de ser declarados (a posteriori), para efeitos meramente
estatísticos.

Para obter mais informação, os interessados poderão adquirir os


seguintes temas na Livraria Digital, editados em Outubro de 2003:

z Regime Legal do Investimento Estrangeiro


z Estabelecimento de Empresas
z Sistema Fiscal
z Sistemas Laboral e de Segurança Social
z Incentivos ao Investimento

Os interessados poderão, também, aceder ao Site "www.icex.es"

Em que consiste a "Nueva Empresa", regulamentada


recentemente em Espanha?

Trata-se de um novo tipo de sociedade comercial destinada a estimular a


actividade empresarial (modalidade de sociedade por quotas, de
responsabilidade limitada), pensada para as microempresas, e que
apresenta as seguintes características:

z Denominação Social – Deve corresponder, necessariamente, ao


nome e apelido de um sócio fundador.
z Objecto – Pode ser descrito de forma genérica – Actividade agrícola,
actividade comercial, actividade industrial e outras – de forma a
permitir a prossecução de actividades económicas diferentes sem
necessidade de modificação dos estatutos.
z Capital Social – Não pode exceder 120202 Euros. A sua realização só
pode ser efectuada em dinheiro.
z Número de Sócios – Não pode ser superior a 5 elementos, ao tempo
da constituição e apenas as pessoas singulares podem ser sócias.
z Administração Social – Obedece a regras específicas, podendo ser
exercida por um orgão singular ou colectivo, cujos membros são
solidariamente responsáveis.
z Tramitação – Deverá obedecer aos trâmites habituais (Inscrição no
registo comercial, obtenção de número de contribuinte, certidão
negativa de denominação, inscrição na Segurança social), mas todo
o processo de constituição pode ser efectuado por computador, em
virtude da criação de uma rede informática desenvolvida para o
efeito (CIRCE).

A regulamentação da actividade da sociedade pelos estatutos tem


relevância reduzida, podendo ser adoptado um modelo de estatutos já
existente, o que permite a aprovação da empresa em 24 horas.

A vantagem fiscal consiste no adiamento do prazo para pagamento de


imposto devido pela constituição da sociedade, bem como do Imposto
sobre as Sociedades. Não estão previstos outras isenções fiscais, nem os
benefícios resultantes dos adiamentos dos prazos de pagamento são
concedidos por tempo ilimitado.

Qual a utilidade dos Acordos de Promoção e Protecção Recíproca


de Investimentos assinados por Portugal?

Os Acordos de Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos, de


carácter bilateral, contêm medidas vinculativas, destinadas a criar
condições favoráveis para a realização de investimentos por parte

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de investidores de um dos Estados signatários, no território do outro,
assegurando, em regime de reciprocidade, o tratamento mais favorável
dos investidores e a garantia de protecção e segurança plena dos
investimentos já realizados.

As garantias de protecção e segurança compreendem a


impossibilidade de qualquer dos Estados nacionalizar, expropriar ou
tomar quaisquer medidas similares, salvo se corresponderem ao interesse
público, se tiverem pronta, adequada e efectiva compensação e se
respeitarem o competente processo previsto pela ordem jurídica interna.

Estão ainda incluídas cláusulas relativas à compensação por perdas


motivadas por conflitos armados, revoluções e/ou eventos análogos, à
transferência de capitais e à resolução de diferendos entre as partes
contratantes e entre os investidores e uma das partes contratantes.

Em que consistem os Acordos de Dupla Tributação?

Os Acordos de Dupla Tributação têm como objectivo proteger os


investimentos realizados num dado país da duplicação do pagamento de
impostos sobre os rendimentos aí auferidos, relativamente à tributação
efectuada sobre as mesmas fontes de rendimento no país de origem do
investimento.

No contexto da globalização e da internacionalização das economias, as


Convenções para evitar a dupla tributação e a evasão fiscais revestem
um factor crucial no desenvolvimento dos fluxos económicos
internacionais.

Informações complementares sobre este tema podem ser consultadas no


título "Dupla Tributação Internacional" (Dezembro 2004, "Morais
Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados"), na Livraria Digital,
em: http://www.portugalnews.pt/econo/artigo.asp?cod_artigo=86302

Quais os países que celebraram com Portugal Acordos de Dupla


Tributação?

Alemanha Islândia
Áustria Itália
Bélgica e respectiva Convenção Letónia
Adicional Lituânia
Brasil Luxemburgo
Bulgária Macau
Cabo Verde Malta
Canadá Marrocos
China México
Coreia Moçambique
Cuba (*) Noruega
Dinamarca Paquistão (*)
Espanha Polónia
Eslováquia Reino Unido
Eslovénia República Checa
Estónia Roménia
E.U.A Rússia
Finlândia Singapura
França Suécia
Grécia Suíça
Holanda Tunísia
Hungria Ucrânia
Índia Venezuela
Irlanda

Actualizado em: 22.11.2005

(*) A entrada em vigor da Convenção aguarda a troca, entre as Partes

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Contratantes, dos respectivos instrumentos de ratificação.

Para obter informações adicionais sobre esta temática deverá contactar o


Ministério das Finanças (Centro de Estudos Fiscais) ou aceder à página
web da Direcção Geral dos Impostos.

Os investimentos nacionais no exterior beneficiam de incentivos


fiscais?

O Decreto-Lei n.º 401/99, de 15 de Outubro, veio regulamentar o regime


de benefícios fiscais contratuais susceptíveis de concessão para a
internacionalização das empresas portuguesas.

Os projectos de investimento directo efectuados por empresas


portuguesas no estrangeiro até 31 de Dezembro de 2010, de montante
igual ou superior a 50 mil contos de aplicações relevantes, que
contribuam positivamente para os resultados da empresa e que
demonstrem interesse estratégico para a internacionalização da economia
portuguesa, podem beneficiar de incentivos fiscais, em regime contratual,
com período de vigência até 5 anos (ver art. 49.º-A, n.º 4, do Estatuto
dos Benefícios Fiscais).

A regulamentação aprovada apresenta, assim, natureza excepcional com


carácter temporário, sendo os benefícios concedidos, exclusivamente, em
regime contratual e limitados em função do investimento realizado,
estabelecendo-se uma maior relevância para os projectos de especial
interesse para o País.

Esclarecimentos e informações adicionais poderão ser obtidos no ICEP


Portugal, UIF - Unidade de Incentivos Financeiros.

Quais os sectores que beneficiam de incentivos fiscais ao


investimento?

Os incentivos fiscais ao dispor aplicam-se unicamente aos investimentos


que tenham por objecto as seguintes actividades económicas:

z Indústria transformadora;
z Actividades turísticas;
z Actividades agrícolas, piscícolas, agro-pecuárias e florestais;
z Construção de edifícios, obras públicas e actividades de arquitectura
e de engenharia conexas com aquelas;
z Comércio por grosso e a retalho;
z Ambiente, energia e telecomunicações;
z Transportes;
z Tecnologias da informação e produção de audiovisual e multimedia.

Se o país escolhido para o investimento for um Estado-membro da UE,


apenas as Pequenas e Médias Empresas podem beneficiar deste regime,
sendo excluídas do mesmo as empresas de maior dimensão.

Em que consistem os incentivos fiscais destinados a projectos de


investimento português no exterior?

Os benefícios fiscais a conceder consistem:

z Crédito de imposto correspondente a 10% das aplicações relevantes

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relacionadas com a criação de sucursais ou estabelecimentos
estáveis no estrangeiro, aquisição de participações de sociedades
não residentes ou a criação de sociedades no estrangeiro (desde que
a participação directa seja, pelo menos, de 25% do capital social) ou
campanhas plurianuais para lançamento e promoção de produtos,
prospecção e consolidação de mercados no estrangeiro, incluindo as
realizadas com feiras, exposições e outras manifestações análogas
com carácter internacional.
z Este crédito fiscal é deduzido ao montante apurado na declaração
periódica de rendimentos ou declaração de substituição, não
podendo ultrapassar 25% daquele montante, com limite de 200 mil
contos, em cada exercício.
z A percentagem mencionada pode ser majorada em 5% caso o
projecto de investimento se realize na UE ou nos países de expressão
oficial portuguesa ou caso o promotor seja uma Pequena e Média
Empresa.
z Eliminação da dupla tributação económica, nos termos do art. 45.º
do Código do IRC, dos lucros distribuídos por sociedades afiliadas
não residentes em território português ou em Estado-membro da UE,
sujeitas e não isentas de imposto sobre os lucros da mesma natureza
do IRC, desde que os lucros distribuídos sejam provenientes de
resultados obtidos no ano ou anos seguintes ao da realização do
investimento.

Onde podem ser apresentadas as candidaturas aos apoios a


conceder no âmbito da Internacionalização das Empresas
Portuguesas?

As empresas promotoras dos investimentos devem apresentar os


processos de candidatura junto do ICEP Portugal, quando se candidatem
aos apoios de natureza financeira geridos por esta entidade ou
exclusivamente aos benefícios fiscais, ou junto do IAPMEI - Instituto de
Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento, quando se
candidatem a auxílios de natureza financeira geridos por este organismo.

Para sua comodidade, colocamos à disposição documentos anexos no seu


formato original. Caso deseje, poderá preencher o formulário e enviá-lo
por mail para os contactos abaixo indicados, sem alterar a sua estrutura.
Estrutura Indicativa do Projecto
Regime de Benefícios Fiscais
Formulário de Candidatura

O que é o Servidor Europa?

Constitui uma das medidas desenvolvidas pela UE cujo objectivo é


comunicar aos cidadãos, de forma pró-activa, a informação europeia
actual.

Trata-se de um site que os interessados poderão consultar sobre as


seguintes matérias:

z Instituições da UE
z Informação de base sobre a UE
z Legislação comunitária
z Políticas comunitárias
z Actualidade (comunicados de imprensa, calendário de eventos, etc.).

Esclarecimentos adicionais poderão ser obtidos junto dos seguintes


organismos:

Centro de Informação Jaques Delors


Gabinete de Representação da Comissão Europeia em Portugal

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O que são os CFE (Centros de Formalidades de Empresas)?

Os CFE são instalações físicas, num único lugar, de delegações ou


extensões dos serviços ou organismos da Administração Pública, com os
quais as empresas têm um relacionamento mais frequente,
designadamente o Registo Nacional de Pessoas Colectivas, a Direcção-
Geral dos Impostos, os Centros Regionais de Segurança Social, os
Notários e o Registo Comercial.

Estes serviços informativos visam disponibilizar aos empresários


portugueses uma variedade de serviços, por forma a colmatar as
dificuldades burocráticas inerentes à constituição de sociedades,
licenciamento de estabelecimentos e desenvolvimento de
projectos empresariais.

Quais os CFE existentes?

São eles: CFE Lisboa I; CFE Lisboa II; CFE Porto; CFE Coimbra; Extensão
da Covilhã do CFE de Coimbra; CFE Setúbal; CFE Braga; CFE Loulé; CFE
Aveiro; CFE Viseu; CFE Leiria; CFE Funchal.

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