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DEPÓSITOS MINERAIS DO

NEOPROTEROZÓICO E DO
FANEROZÓICO
MARCEL A. DARDENNE
IG/UnB
68º 60º 52º 44º 36º

SURIN
EL

AN NA
SA
ZU

CE
F R UIA
NE

A ME
OC

G
IA

VE
GUIANA EA

MB
NO
AT


CO
0º A NT 0º
IC
O
B
9

A
8 1
8º 3 8º

2 2
PE
RU

C
BO

VI 8
A
SEDIMENTOS FANEROZÓICOS 5 4
16º

O
DOBRAMENTOS DO CICLO BRASILIANO

IC
NT
1 Nordeste 2 Sergipano 6


3 Rio Preto 4 Araçuaí

AT
5 Brasília 6 Sudeste (Ribeira) 8
PA
7 Dom Feliciano 8 Paraguai- RA
GU 6
9 Gurupi Araguaia
AI
O 24º
COBERTURAS SEDIMENTARES RELACIONADAS N
AO CICLO BRASILIANO CEA
D O
NA

CRÁTONS PRÉ-BRASILIANOS
TI
EN

A Amazônico B São Luiz E


RG

C São Francisco
A

D Luiz Alves
E Rio de La Plata 7
UR
UG

0 500 km
UA
I

32º

60º 52º 44º 36º

DISTRIBUIÇÃO DOS CRÁTONS E DAS FAIXAS DOBRADAS NEOPROTEROZÓICAS


Oceano Atlântico

Belém
Manaus 4 5
2 NA 3
C
AM
N IA
C ZBÔANSI
AO
BAAMCAI Z
1

P. Velho

Província Amazônica Central Coberturas Sedimentares


> 2,3 Ga Paleoaltos:
Província Maroni-Itacaiúnas Coberturas Vulcânicas
1 - Iquitos
2,3 Ga - 1,95 Ga ácidas e intermediárias
2 - Purus
Província Ventuari-Tapajós Vulcanismo Máfico 3 - Itacoatiara
1,95 Ga - 1,8 Ga 4 - Monte Alegre
Província Rio Negro-Juruena Greenstone belts 5 - Gurupá
1,8 Ga - 1,55 Ga
Província Rondoniana-San Ignácio Complexo Granulítico
1,55 Ga - 1,3 Ga Faixas Móveis
Província Sunsás
Neoproterozóicas
1,3 Ga - 1,0 Ga
Granitóides

Mapa esquemático do Cráton Amazônico, mostrando a distribuição das


províncias geocronológicas (segundo Teixeira et al. 1989; Tassinari, 1996
Tassinari e Macambira, 1999).
42o
-8o +
O DO PONTAL
RIACH São
E
TO
RE R io FA
46
o
RI
O
P
A F
IX rancisc
A o 36
o

12
SE
-10 o

+ IX AS 10 14
R GI
PA
+
-10o
FA NA
Aracajú
11
18
Irecê 4
15

Serrinha

H AÇ O
15 Lençóis

ES PIN
FAIXA BRASÍLIA
18
1

DO
15

C Salvador

S.
17

16
5
A
Jequié

3
2
6
- 10 o

15

C
Brasília 16
17


NH AÇ
nha
itinho
Jequ

FAIXA ARAÇU
ES PI
Montes Rio
Claros 15

Compartimentos do CSF
A - Oriental
DO B - Central
C - Ocidental
15
-18 o
SERRA

Limite do CSF
Guanhães

48o
17
C Belo
Horizonte

-20o + 13 7

8 QUADRILÁTERO
FERRÍFERO Vitória
+38 20 o
o

9
100 km
FAIXA RIO GRANDE
FAIXA RIBEIRA
ARQUEANO + PALEOPROTEROZÓICO ARQUEANO PALEOPROTEROZÓICO
Sequências sedimentares/exalativas: (1), (2), (3), Greenstone belts: (11), (12)
Greenstone belts: (4), (5), (6), (7), (8), (9), (10)

PALEOPROTEROZÓICO MESOPROTEROZÓICO MESOPROTEROZÓICO


(13), (14) (15)

NEOPROTEROZÓICO NEOPROTEROZÓICO MESOZÓICO + CENOZÓICO


(16) (17), (18), (19)

CRÁTON DO SÃO FRANCISCO


50°W 48°W 46°W N

12°S 12°S

14°S 14°S

16°S 16°S

FANEROZÓICO
Bacias do Paraná, Sanfranciscana
e Formação Araguaia
18°S
NEOPROTEROZÓICO
Arco Ortognaisses
Magmático Seqüências vulcano-sedimentares
de Goiás
Grupo Formação Três Marias
Bambuí Subgrupo Paraopeba
20°S
Formação Ibiá
Grupo Araxá
Granulitos ácidos e básicos e
ortognaisses
MESO/NEOPROTEROZÓICO PALEOPROTEROZÓICO
Seqüência vulcano-sedimentar
Grupo Vazante tipo Santa Terezinha
Grupo Paranoá ARQUEANO CONVENÇÕES
Grupo Canastra CARTOGRÁFICAS
Terrenos granito-gnáissicos Municípios
Faixas Paraguai e Araguaia
Greenstone belts
PALEO/MESOPROTEROZÓICO
Grupo Araí SÍMBOLOS GEOLÓGICOS
Grupo Natividade Sintaxe dos Pireneus
Grupo Serra da Mesa Falha de empurrão
Complexos máfico-ultramáficos Falhas e outros lineamentos 0 140 km
Sequências vulcano-sedimentares estruturais
da Borda Oeste
Mapa geológico esquemático da região de Vazante (segundo Dardenne, 1979).
50°W 48°W 46°W N

12°S 12°S

14°S 14°S

16°S 16°S

FANEROZÓICO
Bacias do Paraná, Sanfranciscana
e Formação Araguaia
18°S
NEOPROTEROZÓICO
Arco Ortognaisses
Magmático Seqüências vulcano-sedimentares
de Goiás
Grupo Formação Três Marias
Bambuí Subgrupo Paraopeba
20°S
Formação Ibiá
Grupo Araxá
Granulitos ácidos e básicos e
ortognaisses
MESO/NEOPROTEROZÓICO PALEOPROTEROZÓICO
Seqüência vulcano-sedimentar
Grupo Vazante tipo Santa Terezinha
Grupo Paranoá ARQUEANO CONVENÇÕES
Grupo Canastra CARTOGRÁFICAS
Terrenos granito-gnáissicos Municípios
Faixas Paraguai e Araguaia
Greenstone belts
PALEO/MESOPROTEROZÓICO
Grupo Araí SÍMBOLOS GEOLÓGICOS
Grupo Natividade Sintaxe dos Pireneus
Grupo Serra da Mesa Falha de empurrão
Complexos máfico-ultramáficos Falhas e outros lineamentos 0 140 km
Sequências vulcano-sedimentares estruturais
da Borda Oeste
Bacia do
Parnaíba
OUTROS DEPÓSITOS E OCORRÊNCIAS NA REGIÃO
• PEDRA VERDE (CE): estratiforme, situado em
meio a metapelitos carbonosos, com intercalações
areníticas da Formação Mambira (Eoproterozóico),
que preenchem um graben formado dentro de
gnaisses e quartzitos do embasamento, cuja
espessura média da zona mineralizada é de 3,15m.
• BACIA DE JAIBARAS (CE): magmático-hidrotermal
distal em seqüências vulcano-sedimentares
hidrotermalizadas da bacia molássica, recortada
pelos granitos Mucambo e Meruica. A ocorrência
de ferro (hematita) hidrotermal se dá em granitos
brechados com pirita e calcopirita disseminadas,
recortados por vênulas de óxido de ferro e brechas
vulcânicas epidosíticas, brechas hematítica-
silicosas maciças e corpos magnetítico-hematíticos
tabulares, maciços, que gradam lateralmente
entre si.
• AURORA (CE): ocorrência de cobre associada à
seqüência vulcano-sedimentar de Aurora,
caracterizada por brechas hidrotermais
feldspáticas, sílico-ferruginosas com
mineralizações de sulfeto de cobre e óxidos de
ferro, hospedadas por rochas vulcanoclásticas
albitizadas e cloritizadas, fortemente
transformadas.
Almeirim (baux.)
Morro do Felipe/Rio Jari
Trombetas (baux.) (kaol.)
Rio Capim (kaol.)
Araripe (gyps.)
Mataraca
(Ti, Zr) Recife-
Fazendinha/Arari
João Pessoa
(KCl, NaCl) (P2 O5)
Paragominas
(baux.)

Juína
Pimenta Bueno (diam.) Bebedouro
(diam.) (NaCl)
Castanhal (S)
Taquari-Vassouras
Arenápolis/ (KCl, NaCl)
Nortelândia Morro do Faz. Barra (Ba)
(diam.) Engenho (Ni)
Paranatinga Camamu (Ba)
(diam.) Coxim Catalão I Salitre
(diam.) (P2O5 , Nb, Ti) (P2O5 , Ti, Nb)
Araxá (P2O5, Nb)
Alto Paranaíba
(diam.)
Tapira (P2 O5 ,Ti, Nb)
Poços de Caldas Zona da Mata (baux.)
(baux., U) São João da Barra
Tibagi (diam.) (REE, Zr, Ti)
Cenozóico
São Mateus/Irati (pyr.sh.) Figueira (U) Rio Bonito (CaF2)
Kimberlitos Jacupiranga (P2O5)
Rochas Alcalinas, Alto Uruguay/Iraí
(ágata, amet.) Mato Preto (CaF2 )
Carbonatitos Anitápolis (P2O5)
Salto do Jacuí
Mesozóico (ágata, amet.) Morro da Fumaça (CaF2 )
Santa Catarina (carvão)
Paleozóico Bujuru (Ti, Zr)
Rio Grande do
Precambriano Sul (carvão)
0 1000 km

DEPÓSITOS MINERAIS DO FANEROZÓICO


70° 64° 58° 52°
0° Faro Area- Juruti

Gu
Fazendinha Area - Urariá

r up
COLOMBIA

á H
S
N NA S

i gh
O
AZ MANAUS SANTAREM

Pu r u s H igh
AM S

Normal Marine
? Shales
Iq

Pseudomarine
?
ui
to

H Shales/Clastics
?
s

ig
h Lacustrine Hipersaline
8° Legend
Marine ? Anidrite
Influx AC Halite
RE
Silvinite
RIO BRANCO Deltaic and alluvial fans
PERU
0 100 200 km Clastics
BOLIVIA

Paleogeography of Carboniferous Amazonas Basin with distribution of evaporitic


facies (after Sad et al. 1997).
NW SE

Bacia de Santa Rosa de Lima Bacia de Japaratuba e


Taquari-Vassouras
Oiteirinhos Calcário
Série
Formação Muribeca

Série Ibura

oli
óp
arm

Carmó al de
polis
Rese
eC

Anticlinal de

n
rvat

Anticli
óri
ri

Riac o de Pe Sé Siririzinho
huel tróleo
o

Série Carmópolis

Pré-Muribeca

Seção geológica das Bacias de Santa Rosa de Lima e Taquari-Vassouras, SE (segundo Cerqueira et al. 1986, 1997).
7º00’

CAMPOS SALES
Bacia de Valença
Bacia de Barro

Bacia do
Parnaíba SANTANA DO CARIRI
ARARIPE B
JUAZEIRO VAL
CRATO DO NORTE E
MISSÃO
2-AP-1-CE VELHA
DOM LEME C DO
BARBALHA MILAGRES
CA
CHAPADA DO ARARIPE ABAIARA RI
RI MAURITI

Bacia de
Padre Marcos
SERROLÂNDIA
BREJO SANTO
A EXÚ 7º30’

ARARIPINA D

IPUBI

CEDRO

0 5 10 15 20 25 km
BODOCÓ

SÃO JOSÉ
Falha Bacia de Cedro DE BELMONTE
OURICURI NG
Contato
Bacia de São
Bacia de Socorro/Sto. Ignácio José de Belmonte
Lineamentos no Bacia de
embasamento Bom Nome
8º00
41º00’ 40º30’ 40º00’ 39º30’ 39º00’ 38º30’

Dom Leme

Mãozinha
2-AP-1-CE

Serra da

Abaiara
Marco
lândia

Crato
A B C D
+ 1200 + 1200
CHAPADA DO ARARIPE Ks
+800 Ke
VALE DO CARIRI +800
Ks Ke Ks Ks Kb Kb Ks Kb
Ks
+400 pC JKa
JKa +400
Kb JKa
JKa JKmv
0 mv
Discordância JKmv JKmv JKbs JK s 0
b
JKbs JK
-400 Contato concordante JKbs -400

-800 Falha -800


Sobrelevação = 12,5 x
-1200 -1200
W ALTO DE ARARIPINA SUB-BACIA DE SERROLÂNDIA ALTO DE DOM LEME SUB-BACIA DO CARIRI E

SEQ. ALBIANO- SEQ. APTIANO- EMBASAMENTO PRÉ-CAMBRIANO/


CENOMANIANA ALBIANA SEQ. JURO-NEOCOMIANA SEQ. INFERIOR
EOPALEOZÓICO
Ke = Fm. Exu Ks = Fm. Santana JKa = Fm. Abaiara Fm. Cariri
Kb = Fm. Barbalha JKmv = Fm. Missão Velha
JKbs = Fm. Brejo Santo

Mapa geológico da Bacia do Araripe. Na seção A-D pode ser observado o padrão estrutural em horstes e
grábens das seqüências inferior e juro-neocomiana, afetadas pelo tectonismo do estádio rifte, e a
atitude suborizontal das seqüências pós-rifte (segundo Assine, 1992).
HG = hardground
Falha de Maragogipe NM = nível do mar
Ksp = seqüência do petróleo
Jb = Grupo Brotas
+ + + + +
+ + + +
NM

+ HG
+ + Jb
+ + + +
+ Jb
Ksp

+ + + + +
+ Jb
+ + ++ +
Granulitos +
I Fase Rifte = Andar Aratú

F.T.P. = Formação Taipu - Mirim


Evaporitos: CaSO4

Ilha Grande (SW)

+ + SO4
=
+ +
+ + NM
+ + F.T.P.

+ + Jb Ksp
+ ++++
MEMBRO

OITEIRINHOS

PETROBRÁS
MARCOS
O
CICLOS E ESPESSURAS PERFIL LITOLOGIA RESUMIDA E OBSERVAÇÕES
HALITA - Sal do Ciclo IX
IBURA EVAPORÍTICO M. 39 ANIDRITA espessa, nodular
(sem sal em geral) Alternância de CALCÁRIO, SILTE e ARGILA
IX 35 m M. 38 Brecha de ANIDRITA/CALCÁRIO
HALITA bandeada

M U R I B E C A
E
M. 35 Indicador de insolúveis na HALITA

O
VII 40 m S S S S S Camadas de SILVINITA

S S S S S
c c c c Camada de CARNALITA lixiviada
T T T T T “Discordância Pré-Ciclo VII”

20 m
c c c c M. 28
T T T T T TAQUIDRITA

C
N
T T T T
c c c c
VI 50 m c c c c CARNALITA e HALITA
c c c c M. 24

30 m
c c c c
M. 21
T T T T T Localmente TAQUIDRITA entre 21 e 20

A
M. 20

SALÍFERO
T T T T T TAQUIDRITA/CARNALITA/HALITA
V 30 m T T T T
c c c c (Localmente ausência de TAQUIDRITA)
M. 16
c c c c

c c c c Alternância de CARNALITA e HALITA

U
c c c c
CARNALITA SUPERIOR
c c c c
c c c c c

T
IV 60 m c c c c c
Localmente SILVINITA MARGINAL
(3 bancos de CARNALITA espessa na base)
c c c c c

B
T
MEMBRO

IBURA
HALITA

OITEIRINHOS
M. 12

I
c c c c Alternância de CARNALITA e HALITA

M U R I B E C A FORMAÇÃO
c c c c

PETROBRÁS
CARNALITA INFERIOR

C C E R O E
c c c c c

MARCOS
III 40 m c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c c c c c Localmente SILVINITA MARGINAL
CICLOS E ESPESSURAS c PERFIL
c c c c (5LITOLOGIA RESUMIDA
bancos de CARNALITA E OBSERVAÇÕES
espessa na base)
M. 5
HALITA - Sal do Ciclo IX
IBURA EVAPORÍTICO M. 4.1
M. 39 ANIDRITA espessa, nodular
(sem sal em geral)

A
M. 4 Alternância
HALITA de CALCÁRIO,
localmente, SILTE e ARGILA
também,
II 20 m CARNALITA/SILVINITA marginal
IX 35 m M. 3.2
38 Brecha de ANIDRITA/CALCÁRIO
HALITA bandeada
M. 3.2
M.
M. 35
3.A Indicador de insolúveis na HALITA

O
M. 3 HALITA
VII
I 40 m
40 m S S S S S M. 2.1 Camadas de SILVINITA
M. 2
S S S S S M. 1.1
c c c c M. 1 FOLHELHO capeador lixiviada
Camada de CARNALITA

R CARMÓPOLIS
T T T T T “Discordância Pré-Ciclo VII”

20 m
c c c c M. 28
T T T T T TAQUIDRITA

N
T T T T ARENITO e CONGLOMERADO
c c c c
VI 50 m c c c c CARNALITA e HALITA
c c c c M. 24

30 m
c c c c S S SILVINITA HALITA
M. 21 C C CARNALITA ARGILA e LAMINITOS
T T T T T
T Localmente

A
M. 20
TAQUIDRITA entre 21 e 20
T TAQUIDRITA

SALÍFERO
T T T T T TAQUIDRITA/CARNALITA/HALITA
V 30 m T T T T
c c c c
Fig. 214 - Estratigrafia do Membro Ibura na Bacia de Taquari (Localmente ausência de TAQUIDRITA)
M. 16 - Vassouras/Sergipe (segundo Szatmari
c c c c
et al. 1979; Cerqueira et al. 1997). c c c c Alternância de CARNALITA e HALITA

U
c c c c
CARNALITA SUPERIOR
c c c c
c c c c c

T
IV 60 m c c c c c
Localmente SILVINITA MARGINAL
(3 bancos de CARNALITA espessa na base)
c c c c c

B
T

IBURA
HALITA

M. 12

I
c c c c Alternância de CARNALITA e HALITA

FORMAÇÃO
c c c c CARNALITA INFERIOR

E
c c c c c

P
III 40 m c
c
c
c
c
c
c
c
c
c
c c c c c Localmente SILVINITA MARGINAL
c c c c c (5 bancos de CARNALITA espessa na base)
M. 5
M. 4.1

A
M. 4 HALITA localmente, também,

R
II 20 m CARNALITA/SILVINITA marginal
M. 3.2

M. 3.2
M. 3.A
M. 3 HALITA
I 40 m M. 2.1

Jb
M. 2
M. 1.1

C
M. 1 FOLHELHO capeador

CARMÓPOLIS
ARENITO e CONGLOMERADO

S S SILVINITA HALITA
C C CARNALITA ARGILA e LAMINITOS
T T TAQUIDRITA

Fig. 214 - Estratigrafia do Membro Ibura na Bacia de Taquari - Vassouras/Sergipe (segundo Szatmari
et al. 1979; Cerqueira et al. 1997).

+ + + + + + Jb
+++ +
II Fase Evaporítica = Andar Alagoas - Aptiano

F.A. = Formação Algodões

Barita

Ilha Grande (NE)


++
Ba
=
SO4
++ +++
+ + ++ F.A.
+ + ++ F.T.P.

+ Jb Ksp
+ ++ ++++ Jb
+ ++ +++ +
III Fase Pós-Alagoas - Albiano

Tapuia

+ + + +
++ +
++ BaSO4
+ +
+
+ F.A.
F.T.P.
+
+ Jb
+ ++++++ Jb
Ksp

IV Fase Pós-Albiano até Recente

Representação esquemática da evolução do depósito de barita de Camamu,


BA (segundo Dardenne e Campos, 1984).
LEGENDA

km Fm. Marizal
H2O + SO = kis Grupo Ilhas
4
km
Arenito
Água sulfatada
Folhelho
H kis
S
2 Arenito barítico
Arenito c/ esfalerita
e/ou galena
H
2 S

HS
2
Folhe lho
preto

H O + íons
2

Ba, Zn e Pb

Modelo metalogenético da barita e sulfetos da Fazenda Barra


(segundo Bandeira et al. 1986).
GRUPO SEQÜÊNCIA LITOLOGIA E FÁCIES PALEONTOLOGIA MICROPALEONTOLOGIA IDADE ESPESSURA

Terraços fluviais e litorâneos, praias, dunas, etc. Holoceno -


QUATERNÁRIO Pleistoceno
GRUPO Sequência clástica superior Sedimentos areno-argilosos mal consolidados de origem Pleistoceno (?) 40 a 100 m
BARREIRAS continental Oligoceno

Fácies regressiva Fácies detrítica areno- Zona de Cimomia pernam-


F. Maria Farinha síltico argilosa bucensis & Hercoglossa Globorotalia pseudobulloides Eoceno (?) 35 m
muito fossilífera lamegoi Paleoceno

Sequência carbonática superior Fácies transgressiva Fácies calcária: Associação de Globigerina &
GRUPO Formação Gramane Biomicritos argilosos Chilloguembelina
PARAÍBA com intercalações de
margas e argilas cinzentas Fácies fosfática Zona de Sphenodiscus Maestrichtiano
Associação de Globotruncana confusa 40 m
arenitos argilo-fosfáticos
e fosforito G. Stuarti-Fallotia santosae

W
Sequência clástica basal Fácies continental Fácies marinha
Formação Beberibe Formação Itamaracá Zona de Pseudoschloenba- Globotruncana stratiformis Campaniano
arenitos, folhelhos e argilas arenitos quartzosos com chia Santoniano +/- 300 m
intercalações de dolo-
mitos

W E
Precambriano
EMBASAMENTO CRISTALINO

Esquema geológico e faciológico das bacias costeiras fosfatíferas do Nordeste brasileiro (segundoBoujo et al. 1998).
Mina 1
Mina Sta.
Catarina

l
Mina 3 Mina N.S.

ca
do Carmo

Co
ç a
ma
Fu
Poço 5

a
inh
Poço 3

as
Br
ário
a t a Aqu
Ca
sc Mina 2
Lentes
tre 1 e 3
Poço 6 Mes

rens
ha Tor
Lente 2

da Lin
Segun
iro
Cruze

Falha
0 500
Poço 7
(m)

1 2 3 4 5
6 7 8 9 10

Mapa geológico do Subdistrito Segunda Linha


Torrens (segundo Bastos Neto, 1990; Bastos Neto
et al. 1997).

1 - Embasamento; 6 - Filão de fluorita;


2 - Fm. Serra Geral; 7 - Dique de diabásio;
3 - Fm. Rio Bonito; 8 - Filão de quartzo;
4 - Fm. Rio do Sul; 9 - Mina abandonada;
5 - Rochas vulcânicas 10 - Mina em atividade.
ácidas;
W E

5
CaF2
CaF2
4 1

1, 2, 3 - Soluções continentais infiltradas em profundidade, aquecidas, provocando a lixiviação


dos elementos: H2 O, SiO2 , F- , Ba++ , Na+ ,...
4 - Soluções conatas nos sedimentos do Grupo Itararé
5 - Zona demélange
CaF2 : filões de fluorita
Perfil esquemático ilustrando a circulação dos fluidos
mineralizantes e a formação dos filões de fluorita
(segundo Dardenne e Savi, 1984).
55 50 45 40 35

Morro do Engenho
CRÁTON 15
Arco SÃO FRANCISCO
Bom Jardim Caiapó
de Goiás FAIXA
BRASÍLIA
Sto Antonio da Barra Catalão II Arco
Paranaíba
Catalão I Serra Negra
Salitre
Araxá Plataforma de Abrolhos
20
Trindade
Bacia do Tapira
Paraná
Itatiaia
1

3 2 Ipanema
Paraguai
Arco
ICO
Ponta Grossa Jequiá
Jacupiranga ÂNT 25
4 L
Mato Preto AT
O

N
EA
Sinclinal

OC
Argentina Lages
Torres Anitápolis
Arco
Rio Grande
30
Fr

Uruguai 0 300Km

Cráton São Francisco Rochas Alcalinas com Carbonatitos

Faixa Brasília Rochas Alcalinas

Rochas Sedimentares Lineamentos: 1 Guarapiara; 2 São


Paleozóicas Jerônimo-Curiúva; 3 Rio do Alonso;
Basaltos Cretácicos e 4 Rio Piquiri
Rochas sedimentares Tardias
Distribuição das rochas alcalinas nas regiões Centro-Oeste e Sul-Sudeste do Brasil (segundo Gomes
et al.1990 ).
1

Lineamento Transbrasiliano
2

1 Picos
Gilbués

Fontanillas 3
Pimenta Paranatinga
Bueno
Pontes e
16° Lacerda Amorinópolis
BRASIL
Coromandel

Lineamento 125°Az
Cobertura Fanerozóica 4
Oceano Atlântico
Cinturões Brasilianos Lajes
Crátons Pré-Brasilianos Jaguari
1 - Amazônico, 2 - São Luís,
3 - São Francisco, 4 - Luís Alves
5 - Rio de la Plata 0 500km
60° 52° 44° 36°
Kimberlito Kamafugitos

Localização das províncias kimberlíticas e kamafugíticas brasileiras


(segundo Almeida e Svisero, 1991).
CRATERA
COBERTURA EPICLÁSTICA SEDIMENTOS ARENOSOS, TUFO E LAPILI
PELITOS E BRECHAS KIMBERLÍTICO

Fácies I

Fácies II
Escorregamento e
Falhas de Borda
Fácies III

Brecha Kimberlítica Intrusiva

VENTO

BACIA PARECIS
FOLHELHOS E DIAMICTITOS

Estruturas explosivas kimberlíticas de Juína (segundo Teixeira, 1996).


% PESO
0 20 40 60 80 100

ARGILA DE
BELTERRA
Argila de Belterra Argila de Belterra 2 CAOLINITA
0 Bauxita maciça arroxeada-lilás a
0
Bauxita pseudo-pisolítica, esbranquiçada com pisolitos gibbsí-
ticos porcelanados
concrecionada 4
Bauxita brechóide com restos de

NODULAR
BAUXITA
Bauxita nodular superior crosta ferruginosa
2
2
Crosta ferruginosa brechóide a
conglomerática 6

Bauxita maciça
4

O
4 Bauxita estalactítica de textura muito

OS
8 HEMATITA

IN
fina, arroxeada a lilás com manchas

UG
Bauxita nodular inferior

RR
esbranquiçadas, composta de gibbsita ANATÁSIO

FE
criptocristalina BAUXITA
Bauxita celular MACIÇA GIBBSITA
10 QUARTZO
6 6

COLUNAR
BAUXITA
Bauxita de textura grosseira
e estrutura laminada
12

SAPROLITO
ARGILOSO
8 8 CAOLINITA
Litomargem argilosa Litomargem argilosa

A) Bacias do Amazonas e do Maranhão B) Jabuti-Ipixuna C) Trombetas

Perfis lateríticos das bauxitas na Província Amazônica. A) Perfil geral das bauxitas do Amazonas e Maranhão
(segundo Kotschoubey, 1988); B) Perfil laterítico das bauxitas de Jabuti-Ipixuna (s egundo Kotschoubey, 1988);
C) Distribuição dos minerais no perfil laterítico da bauxita de Trombetas (segundo Costa, 1991, 1997).
argila caulínica

Facies Ressilicificação
com quartzo Microgibbsítico intensa
Fácies
Ferruginosa Facies
Fácies de dissolução
sem quartzo Macrogibbsítica
da macrogibbsita e
da argila
argila caulínica Ferruginização
(sem quartzo) secundária moderada
Ressilicificação
sedimento original moderada
1º estágio 2º estágio 3º estágio
ferruginização fácies da evolução
geração da atual
macrogibbsita

Modelo autóctone da evolução do perfil de alteração bauxítica na área de Juruti (segundo Lucas,
1997; Boulangé e Carvalho, 1997).
Estabelecimento de um Soerguimento neotectônico: Rebaixamento neotectônico: Soerguimento suave:
perfil laterítico maturo erosão/truncamento pântanos/lagos floresta tropicais
paleossolo (latossolo) c retirada de ferro/ d latossolo amarelo
a b silicificação/ (Al-goethita, caulinita)
porcelânico
.. . . . ..
............... .............................. .......................................... Latossolo
bauxita
e
reliquiar
.. . . . . .. .......... ................ ......... Bioturbação
Crosta de ferro .. .. . . .
Bauxita/ ................... ......... Retirada de ferro
fosfatos de Al ......... ............. .... TiO2 K2O
Caulim

Caulim
Caulim P2 O5
Mosqueado
Saprolito Ba, Sr, ETR
Caulim

Sedimentos e gnaisses Fe2O3 dissolução + lixiviação


(rochas primárias) Crandallita - goyazita
Incremento de caulinita cristalina

Eoceno Mioceno Pleistoceno Holoceno


Evolução geológica simplificada de depósitos de caulim (segundo Costa e Moraes, 1998).
W E
1120 -

190
L-56
190A
L-56
1100 - 101 L-57
191A 191B 192
192A 193 194 195
Cota (m)

1080 - +
+ ++
Minério Oxidado Furo Vertical
+
+
Argilas vermelha, Contato entre for-
amarela e verde mações superficiais
Minério Garnierítico Laterita granulada
Contato do bed-
(Baixo teor) Calcedonito rock decomposto
Minério garnierítico Contato litológico
+ Peridotito e de rocha fresca
++
1060 -
Minério rochoso 10 0 20m Piroxenito
Falha

Seção longitudinal da jazida Jacuba II, Niquelândia (segundo Pedroso e Schmaltz, 1986).
BAHIA CASSIPORÉ
% %
0 20 40 60 80 100 0 10 20 30 40 50 60 70
Solo
Ferrugi- Ferruginoso
noso Aluminoso
20

MOSQUEADO
40 10
Fe2O3
60 Au

SAPROLITO
80 20

100
Fe2O3
30
120
SiO2
SiO2 Al2O3
SAPRÓLITO

140 Au
Al2O3 40
160

180
50

GNAISSE
200

220 (m)
60
ROCHAS VULCANO-SEDIMENTARES
E SULFETOS DE Cu
2 4 6 8 5 10 15
ppm (Au) ppm (Au)

Distribuição vertical dos principais componentes químicos e ouro no depósito de Igarapé


Bahia - Carajás e de Cassiporé - Amapá (segundo Zang e Fyfe, 1993; Costa et al. 1993).
Garimpo do Periquito
(espessura total: 15 a 25 m)

Vegetação de médio porte (tipo cerrado)

Argila plástica cinzenta


8 a 14 m

Argila plástica marrom

0,5 a 1 m Arenito ferruginoso

2a4m Abundante matéria orgânica

4a6m Cascalho grosseiro, com fragmentos de quartzo angulosos


e arredondados (Au)

Gnaisse migmatítico

Perfil do paleovale soterrado do Rio Madeira - RO (segundo Bastos, 1988).

S N

Iguarapé

Vale atual
Paleovale
(m)
10

0 10 20 m
Legenda
Colúvio areno-argiloso Argilas
Linhas de seixos (“stone line”) Areias

Colúvio arenoso Cascalhos (SnO2)

Distribuição da cassiterita em aluviões e paleoaluviões na região


amazônica (segundo Veiga et al. 1988).
2 km 0 1 2km

Barra do Cunhaú

N O R T E

C unh
Rio

D O
Saia Formosa

G R A N D E

A T L Â N T I C O
Rio T
R I O
oq

ab
u in

ha
Rio
P

au B
r as i

N O
l

E A
O C
P A R A Í B A

Legenda
Rio C
ama Dunas (Ti-Zr)
rat

ub
a

Formação Barreiras

Barra do Camaratuba

Mapa da jazida de Ilmenita/Zirconita de Guaju,


Mataraca - PB (segundo Caúla e Dantas, 1997).
PORTO
ALEGRE

S
TO
RIO GRANDE

PA
S
DO SUL

DO
A
SEÇÃO NW-SE

GO
LA
BUJURU
UR
UG 32°S
UA RIO GRANDE
Y 50°W

NW

A
SE
Turfa
Cobertura eólica mineralizada
Argila arenosa
Areia siltosa pouco mineralizada
Areia fina/conchífera
m
NW 4
2
B Teores (%) m
0 50 100
>6
SE
>4
>2

Seção esquemática NW-SE em Bujuru - RS, mostrando a distribuição das fácies sedimentares (A) eos correspondentes teores de minerais
pesados (B) (segundo Santos et al.1998).