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Anuário

Câmara de Comércio e Indústria


Portugal | Angola 18/19

#1
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Um contributo.
Para o futuro.

Mais uma vez a CCIPA publica o seu Anuário, só possí- nas vossas mãos (e, em breve, na nossa página na
vel com o apoio das entidades que nele publicitam as internet).
suas marcas, produtos e serviços. A cada uma delas, É para desenvolver este tipo de iniciativas que a
o nosso muito obrigado. Existimos para servir os nos- CCIPA foi criada há mais de trinta anos. Para contri-
sos associados, mas apenas conseguimos fazê-lo se buir, através dos seus serviços e da sua relevância, João Luís Traça
possuirmos os meios económicos necessários. para o sucesso dos seus associados. Exemplo dessa Presidente da CCIPA
O facto de a CCIPA continuar a reunir condições para relevância é o facto de ter sido num evento por si or-
editar esta publicação é sinal da vitalidade das rela- ganizado em Luanda, em julho de 2018, no qual con-
ções empresariais entre Portugal e Angola: não obs- támos com a participação de membros dos Gover- plo no âmbito da intenção do Governo angolano de
tante os momentos menos fáceis que a economia nos e dos organismos de investimento estrangeiro de privatizar várias empresas.
angolana atravessa, o número de empresas presen- ambos os países, que o Executivo angolano anunciou Outra oportunidade resulta do facto de Angola e Por-
tes neste número aumentou relativamente ao do ano a intenção de celebrar, com o Estado português, a tugal estarem incluídos em espaços regionais alarga-
passado, com muitas empresas a participarem pela convenção para eliminar a dupla tributação. Este do- dos com regimes aduaneiros especiais: a SADC e a
primeira vez e outras, que já não estavam connosco cumento viria a ser assinado durante a visita oficial União Europeia, organizações que representam mer-
há alguns anos, a regressarem. O que significa que as do Primeiro-Ministro António Costa a Angola. cados com cerca de 300 milhões de consumidores,
Associadas da CCIPA continuam a acreditar no futuro Contudo, o contributo da CCIPA tem limitações: de- no primeiro caso, e mais de 500 milhões, no segundo.
de Angola: a promoção de iniciativas como a partici- pendemos dos nossos recursos próprios, ajustados São números que mostram o enorme potencial da
pação neste Anuário traduz a sua aposta em receitas a um orçamento anual, por sua vez dependente das colaboração empresarial entre os dois países, tendo
futuras bem como nas vantagens que o associativis- contingências da conjuntura económica mundial, o ambos os Governos, embora em contextos diferen-
mo empresarial lhes pode trazer. “pano de fundo” da aldeia global na qual, também as tes, assumido que o incremento das exportações é
Este anuário, à semelhança dos de anos anteriores, relações entre Portugal e Angola, se integram. Todos um aspeto-chave das respetivas políticas económi-
contém dados que consideramos úteis às empresas, gostaríamos que as relações empresariais entre os cas. Assim, as empresas angolanas podem recorrer
na medida em que lhes conferem informação sobre dois países fossem mais fortes, mais coesas e mais às empresas portuguesas como porta de entrada
as caraterísticas de ambos os mercados, de forma a aprofundadas. Porém, a realidade macroeconómica dos seus produtos nos mercados europeus, tal como
neles poderem desenvolver as suas atividades com está para além do controlo de cada um dos agentes as empresas portuguesas podem fazer o mesmo re-
sucesso. Contudo, procurámos que a edição deste económicos, é simplesmente incontornável, dificulta lativamente às suas congéneres angolanas. A con-
ano refletisse, mais e melhor, a efetividade das rela- o investimento português em Angola e ao mesmo solidação das relações entre empresas de Portugal
ções bilaterais: deixou de fazer sentido continuar a tempo inviabiliza o investimento angolano em Por- e Angola deve assentar, assim, numa visão alargada
designar o Anuário como Anuário Angola, uma vez tugal. das oportunidades. A CCIPA quer contribuir para esta
que o seu conteúdo e os princípios que orientam a sua Porém, todos sabemos que não será sempre assim e visão. E este Anuário é um dos nossos contributos. Se
produção ultrapassaram o objetivo do investimento, que o tempo trará, certamente, contextos mais fa- as empresas acreditarem na nossa visão, certamente
direto ou não, português em Angola e expandiram-se voráveis ao investimento. E nesse momento, aqueles que teremos mais empresas presentes na próxima
para a divulgação do mercado português em Angola que estiverem melhor preparados e melhor posicio- edição. E este será um dos nossos indicadores de que
e a captação de investimento angolano para Portu- nados estarão em condições únicas para agarrar as estamos a fazer aquilo para que fomos criados.
gal. Nasce, assim, a primeira edição do Anuário CCIPA, oportunidades “com as duas mãos”, como por exem- Bons negócios!

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ANUÁRIO CCIPA 2018/19

ÍNDICE
Editorial 03
Índice das Empresas Associadas 04
1. Objectivos da CCIPA 06
2. Relações bilaterais 10
3. Como investir em Angola 23
4. Como investir em Portugal 38
5. Angola em Análise 50
6. Enquadramento Legal 100
7. Contactos úteis 105
8. Empresas Associadas 109

FICHA TÉCNICA ANUÁRIO CCIPA 2018/19 · 1ª Edição · Tiragem 5000 exemplares · Periocidade Anual
DIRECTOR João Luís Traça · DIRECTORA EXECUTIVA Isabel Santos
PROPRIEDADE CCIPA · NIF 501910590 · MORADA Edíficio Luxor, Av. da República, 101, 3º, Sala D - 1050-204 Lisboa
SEDE DE REDAÇÃO, PUBLICIDADE, DESIGN, PAGINAÇÃO E FOTOGRAFIA CCIPA
IMPRESSÃO EM PORTUGAL - NORPRINT - Artes Gráficas · MORADA Z. Ind. Alto da Cruz, Rua das Artes Gráficas,nº 209 - 4780-739 Sto. Tirso
IMPRESSÃO EM ANGOLA - IMPRIMARTE · MORADA Calçada do Pelourinho, nº 7 - Ingombota - Coqueiros, Luanda
REGISTADO NA ERC n° 120966 · DEPÓSITO LEGAL 125691/98
CONTACTOS EM PORTUGAL Edíficio Luxor, Av. da República, 101, 3º, Sala D - 1050-204 Lisboa Tel.: (+351) 213 940 133
CONTACTOS EM ANGOLA Avenida 4 de Fevereiro, Edíficio Kilamba, 20º Andar, Luanda Tel.: (+244) 921 929 128 Apoio

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ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Índice de Empresas Associadas


ADM. DOS PORTOS DO DOURO, BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO 109 CUATRECASAS, GONÇALVES PEREIRA - SOCIEDADE
119 117
LEIXÕES E VIANA DO CASTELO BASF PORTUGUESA 116 DE ADVOGADOS, RL
ADP - ÁGUAS DE PORTUGAL 119 BDO & ASSOCIADOS - SROC 117 DELOITTE & ASSOCIADOS SROC 117
ADUBOS DEIBA - COMERCIALIZAÇÃO DE ADUBOS 116 BIVAC IBÉRICA 110 DOMOGRAFOS ÁFRICA - PROJECTOS
112
AGIMER - AGÊNCIA INTERNACIONAL DE MERCADOS E CONSTRUÇÕES
119 BOMPISO - COMÉRCIO DE PNEUS 115
E TRANSPORTES EDP - ELECTRICIDADE DE PORTUGAL 113
BONWS SEGUROS 111
AGROPROMOTORA - PROJECTOS E INVESTIMENTOS EDUARDO, LIMA & Cª 114
114 BRUANA - SUPERINTENDÊNCIA E PERITAGENS 117
AGROINDUSTRIAIS EFACEC POWER SOLUTIONS SGPS 113
ALBERTO COUTO ALVES 111 BUREAU VERITAS ANGOLA 110
EFCIS - COMÉRCIO INTERNACIONAL 111
ALVES RIBEIRO 111 CAIXA CENTRAL CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO 109
ELECTRO SILUZ - ARTIGOS ELÉCTRICOS E ELECTRO-
CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS 109 113
AMORIM HOLDING II, SGPS 117 DOMÉSTICOS
A MUNDIAL SEGUROS 110 CÂNDIDO JOSÉ RODRIGUES 111 ELPOR - COMÉRCIO E INDÚSTRIAS ELÉCTRICAS 113
ANO 2000 - PRODUTOS CAPA - ENGENHARIA E ERNST E YOUNG 117
114 111
ALIMENTARES CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS
EST - EMPRESA DE SERVIÇOS
CARTONEX- ARTIGOS ESCOLARES 113
ANTÓNIO VICENTE MARQUES & 115 TÉCNICOS
117 E DE ESCRITÓRIO
ASSOCIADOS - SOC. DE ADVOGADOS EURICO FERREIRA (GRUPO PROEF) 112
A. PIMENTA IV - COMÉRCIO CASA ANGOLA INTERNACIONAL
110 110 EUROBIC 109
INTERNACIONAL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
CASAIS - ENGENHARIA EUROSUDE - COMÉRCIO
APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO 111 111
119 E CONSTRUÇÃO INTERNACIONAL
DE LISBOA
CATÓLICA LISBON SCHOOL EXECUTIVE CENTER - CENTRO,
APLEIN ENGENHEIROS - 117 116
115 OF BUSINESS AND ECONOMICS COMUNICACÃO E IMAGEM
APLICAÇÕES ELECTRÓNICAS INDUSTRIAIS
CAVEX, TRADE & SOURCING 110 EXICTOS 118
ARNAUD - LOGIS, SOLUÇÕES
119 EXPOVIAGENS - VIAGENS E TURISMO 118
LOGÍSTICAS INTEGRADAS CEREALIS INTERNACIONAL -
114
ASCENZA AGRO, S.A. 114 COMÉRCIO CEREAIS E DERIVADOS FACIME II - COMÉRCIO
113
CESO - CONSULTORES DE ELECTRODOMÉSTICOS
ATEC - ASSOCIAÇÃO DE FORMAÇÃO 117
117 INTERNACIONAIS FÁTIMA FREITAS ADVOGADOS 117
PARA A INDÚSTRIA
ATS ANGOLA - TRÂNSITO CIMERTEX - SOCIEDADE FCB SOCIEDADE DE ADVOGADOS 117
119 115
E TRANSPORTES DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS FERMACOM - COMÉRCIO INTERNACIONAL 112
AZINOR - COMÉRCIO INTERNACIONAL CIN - CORPORAÇÃO IND. DO NORTE 116 FERPINTA - INDÚSTRIA DE TUBOS
110 115
E REPRESENTAÇÕES CLARKE, MODET & CO. SOCIEDADE UNIPESSOAL 117 DE AÇO DE F. P. TEIXEIRA
BABCOCK & WILCOX PORTUGAL 115 CME - CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO ELECTRO- FHC - FARMACÊUTICA 116
113
BANC - BANCO ANGOLANO MECÂNICA FIDELIDADE - COMPANHIA DE SEGUROS 110
109
DE NEGÓCIOS E COMÉRCIO COBA-CONSULTORES PARA A
111 FIL TUBOS ANGOLA 112
BANCO ANGOLANO DE INVESTIMENTOS 109 ENGENHARIA E AMBIENTE
GALP ENERGIA, S.A. 115
BANCO ATLÂNTICO EUROPA 109 CONDURIL - CONSTRUTORA
112 GALUCHO - INDUSTRIAS
DURIENSE, SUCURSAL EM ANGOLA 115
BANCO BAI EUROPA 109 METALOMECÂNICAS
CONDURIL - ENGENHARIA, S.A. 112
BANCO BIC 109 GAVEDRA - COMERCIALIZAÇÃO
CONSULMAR - PROJECTISTAS 115
BANCO BPI 109 112 E TÉCNICA DE GÁS
E CONSULTORES
BANCO CAIXA GERAL ANGOLA 109 GLOBAL INTEGRATED LOGISTICS AGILITY ANGOLA 119
CONTIDIS 114
BANCO DE FOMENTO ANGOLA, S.A. 110 GOUVEIA PEREIRA, COSTA FREITAS
CORINTHIA HOTEL LISBON 118 117
& ASSOCIADOS - SOC. ADVOGADOS
BANCO DE NEGÓCIOS COSEC-COMPANHIA DE SEGUROS DE CRÉDITO 110
109 GRESART - CERÂMICA INDUSTRIAL 112
INTERNACIONAL (EUROPA)
COUTINHO, NETO & OREY - CONSULTORES ASSO- GRINER ENGENHARIA 112
BANCO KEVE 109 117
CIADOS DE GESTÃO
HAWORTH PORTUGAL - MOBILIÁRIO DE ESCRITÓRIO 115

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ANUÁRIO CCIPA 2018/19 ÍNDICE DE EMPRESAS ASSOCIADAS

HORÁCIO COSTA - SOC. REPRESENT. E OBRAS NCL - TRANSITÁRIOS 120 SGS - SOCIÉTÉ GÉNÉRALE
112 111
CONSTRUÇÃO CIVIL DE SURVEILLANCE
NDS TRANSITÁRIO, LDA 120
IBERSOL RESTAURAÇÃO 114 SICASAL - INDÚSTRIA E COMÉRCIO
NORPRINT - ARTES GRÁFICAS 116 114
DE CARNES
INTEL - INSTALAÇÕES ELECTRICAS 113 NOSSA SEGUROS 110
SICCAL - SOC. IND. E COMERCIAL
INTERSERVIÇOS & COMPANHIA, LDA. 117 NOVACÂMBIOS - AGÊNCIA 113
109 DE CONSTRUÇÕES ANDRADES
INVENTA - AGÊNCIA ANGOLANA DE CÂMBIOS
117 SIKA PORTUGAL- SUCURSAL ANGOLA 113
DE MARCAS E PATENTES NOVA FORUM - INSTITUTO
118 SINASE RH - REC. HUMANOS,
ISQ - INSTITUTO DE SOLDADURA FORMAÇÃO EXECUTIVOS UNL 118
115 EST. E DESENVOLV. DE EMPRESAS
E QUALIDADE NOVA SOTECMA 115
SISTEC - SISTEMAS, TECNOLOGIAS
ITA - INTERNET TECHNOLOGIES ANGOLA 118 NOVO BANCO - DEPARTAMENTO INTERNATIONAL 119
110 E INDÚSTRIA
IVEPEÇAS - COMÉRCIO PEÇAS AUTO 115 PREMIUM
SOCIEDADE REBELO DE SOUSA
OLIVA DE ANGOLA - COMÉRCIO 118
JABA RECORDATI 116 & ADVOGADOS ASSOCIADOS
111
JORGE ALBERTO SILVA OLIVEIRA 119 E INDÚSTRIA
SOFID 110
JOSÉ LUÍS DE CARVALHO, LDA. 112 OLMAR - ARTIGOS DE PAPELARIA 116
SONANGOL, EP - SOCIEDADE NACIONAL
ORGANIZAÇÕES R.C.A. & D.L.A., LDA. 116 115
KERAKOLL PORTUGAL 112 DE COMBUSTÍVEIS DE ANGOLA
KPMG ANGOLA - AUDIT, TAX, PEOPLE - AO - RECURSOS HUMANOS 118 SOUSA, ANTUNES & Cª 111
118
ADVISORY PERINO 116 SOVENA PORTUGAL - CONSUMER GOODS 114
KPMG & ASSOCIADOS - SROC 118 PETROGAL ANGOLA 115 SUMOL + COMPAL MARCAS 115
LACTIANGOL - LACTICÍNIOS DE ANGOLA 114 PETROTEC - ASSISTÊNCIA TÉCNICA AO RAMO TAAG - LINHAS AÉREAS DE ANGOLA 119
115
LOUREIRO 111 PETROLIFERO
TAP - AIR PORTUGAL 120
LUSIS - EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS 114 PINTO BASTO NAVEGAÇÃO 120
TECHNOEDIF ENGENHARIA 113
LUSITECA – TRANSF. E EMBALAGEM DE PRODUTOS PINTO & CRUZ 113
TECNOVIA - SOCIEDADE DE EMPREITADAS 113
114
ALIMENTARES PLMJ ADVOGADOS, SP, RL 118
THE NAVIGATOR COMPANY 116
MABÍLIO M. ALBUQUERQUE COMERCIAL 111 PORTIANGA - COMÉRCIO
111 TKT - COMÉRCIO E TELECOMUNICAÇÕES, LDA. 120
MANUEL D’ OLIVEIRA CASTANHAS 114 INTERNACIONAL E PARTICIPAÇÕES
TODAREDE - SOLUÇÕES PARA REDES 120
MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO, LDA 114 PORTLINE OCEAN MANAGEMENT 120
TORREFACÇÃO CAMELO 115
MARCAMP TÊXTEIS 117 PRICEWATERHOUSECOOPERS / AG - ASSESSORIA
118 TRACTORMINHO - DISTRIB. PEÇAS,
DE GESTÃO 115
MARMEDSA AGÊNCIA MARÍTIMA (PORTUGAL) 119 MAT. AUTOM. TRACTOR
PRIME EMIRATES - TRADING 111
MARMOD - TRANSPORTES TRADEWINE - COMÉRCIO
119 QUILABAN - QUÍMICA LABORATORIAL ANALÍTICA 116 115
MARÍTIMOS INTERMODAIS INTERNACIONAL
M. BAKASSY E FILHOS 111 QUIMEXPORT - COMÉRCIO INTERNACIONAL 116
TRANSINSULAR - TRANSPORTES MARÍTIMOS
QUINTA DE JUGAIS - COMÉRCIO 120
MCKINSEY & COMPANY SL - 114 INSULARES
118 DE PRODUTOS ALIMENTARES
SUCURSAL DE ANGOLA TRANSMAD - TRANSITÁRIOS 120
MDS ÁFRICA SGPS 120 RANGEL - LOGISTICS SOLUTIONS 120
TRAVELSTORE 118
MECOFARMA DE ANGOLA - IMPORT. RAMIREZ & Cª ( FILHOS), S.A. 114
UDEX 111
116
E COMÉRCIO DE MEDICAMENTOS RECER - INDÚSTRIA DE
113 UNICÂMBIO - AGÊNCIA DE CÂMBIOS 110
MEDLOG - INVESTIMENTOS REVESTIMENTOS CERÂMICOS
116 UNICER BEBIDAS 115
E PARTICIPAÇÕES RESUL - EQUIPAMENTOS DE ENERGIA 114
VHUMANA 115
MEDLYNCE 116 REVIGRÉS - INDÚSTRIA
113 VIEIRA DE ALMEIDA & ASSOCIADOS -
MICROMIL - SISTEMAS MÉDICOS DE REVESTIMENTOS DE GRÉS 118
116 SOCIEDADE DE ADVOGADOS
E INDUSTRIAIS ROFF - CONSULTORES
118 VIEIRA DE CASTRO - PRODUTOS ALIMENTARES 115
MILLENNIUM BCP - INTERNATIONAL DIVISION 109 INDEPENDENTES
ROTELIZ - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, IMPORTAÇÃO, VISABEIRA ANGOLA 117
MIRANDA & ASSOCIADOS - SOCIEDADE 111
118 EXPORTAÇÃO WAYFIELD TRADING 115
DE ADVOGADOS, SP, RL
MORAIS LEITÃO 118 SAGACI RESEARCH 118 ZAGOPE ANGOLA - CONSTRUÇÕES
114
SAHAM ANGOLA SEGUROS 110 E ENGENHARIA
MOTA-ENGIL ANGOLA 113
SECIL ANGOLA, INVESTIMENTOS ZAGOPE - CONSTRUÇÕES
MOVITER - EQUIPAMENTOS 112 113 113
E PARTICIPAÇÕES E ENGENHARIA
MULTITEL 120
SECIL-COMPANHIA GERAL DE CAL
NAIP – NAVEGAÇÃO, AGÊNCIA 113
120 E CIMENTO, S.A.
INTERNACIONAL PORTUGUESA
SETH - SOCIEDADE DE EMPREITADAS E TRABALHOS
NBC MEDICAL 116 113
HIDRÁULICOS

5
1 Objectivos da CCIPA
Constituída em julho de 1987 por um
conjunto de 345 empresas portuguesas
Estatutos homologados pelo Governo angolano
nesse mesmo ano e foi reconhecida pelo Ministro
e angolanas, a CCIPA é uma associação da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola,
empresarial privada bilateral, juridicamente em maio de 2016, enquanto “associação (…) de
portuguesa e angolana. Tem, por duração indeterminada que tem como objectivo
objectivos, proporcionar às empresas o o fomento e desenvolvimento do intercâmbio
conhecimento de ambos os mercados que comercial, industrial e financeiro entre os dois
lhes permita avaliar, com segurança, a países”. A CCIPA possui, presentemente, Delegação
internacionalização das suas actividades permanente em Luanda e representantes regionais
e, simultaneamente, prestar-lhes o apoio no eixo Lobito-Benguela e no Lubango.
institucional necessário para que sejam
devidamente acolhidos pelas instituições Tendo por objetivo a prossecução dos seus
oficiais e governamentais de Portugal objetivos estatutários, a CCIPA:
e de Angola. > publica a revista ANGOLA – PORTUGAL:
NEGÓCIOS (trimestral), o ANUÁRIO CCIPA
A prestação de informação actualizada e credível; (diretório de Associados) e a newsletter (semanal)
a criação de novas relações e o fortalecimento CCIPA NEWS ANGOLA, de distribuição exclusiva
dos laços institucionais existentes e a presença aos associados por via eletrónica; colabora,
da Instituição em ambos os mercados, mantêm ainda, na edição de publicações de outras
válidos os pressupostos que levaram à criação entidades;
da CCIPA há 30 anos, pois permitem-lhe analisar > organiza encontros, conferências, seminários e
os novos desafios que se colocam às empresas, reuniões, para informação e análise de questões
intervir na delineação de procedimentos a adotar relacionadas com o desenvolvimento económico
para a sua resolução e fomentar o aproveitamento e a cooperação entre empresários dos dois
e o reforço de sinergias entre parceiros desde países;
longa data, unidos por laços de natureza histórica, > gere o portal www.cciportugal-angola. pt,
cultural, linguística, económica, financeira e com informação sobre as actividades e
empresarial. associados da CCIPA, notícias sobre o mercado
angolano, oportunidades de negócio, legislação,
A CCIPA é, em Portugal, uma instituição de utilidade publicações diversas (da CCIPA e dos seus
pública sem fins lucrativos, com Sede em Lisboa. associados), entre outros temas relevantes para
Em 1991, abriu a sua Delegação em Luanda; viu os as relações económicas e empresariais bilaterais;

6
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 1. OBJECTIVOS DA CCIPA

> estuda e apresenta propostas para a criação por força dos atrasos verificados na transferência IVA no sistema fiscal angolano, o papel dos
de mecanismos institucionais que apoiem as de divisas, em resultado da crise petrolífera seguros na actividade económica e as novas
relações entre Angola e Portugal; iniciada em finais de 2014; regras da banca no apoio aos processos de
> desenvolve ações que visam promover > esteve envolvida nos trabalhos dos diversos diversificação económica e desenvolvimento
uma imagem de prestígio dos empresários Grupos que estudaram e propuseram a criação da economia nacional. O Encontro contou com
portugueses em Angola e dos empresários de condições mais favoráveis à emissão de o jornal MERCADO como media partner, que
angolanos em Portugal; vistos de entrada em Portugal e em Angola e assegurou a sua ampla cobertura mediática;
> potencia a formação de parcerias; que culminaram com a assinatura, em Setembro estiveram, também, presentes diversos outros
> emite certidões de objeto social para efeito de de 2011, do respetivo Protocolo entre os dois órgãos de comunicação social: TPA e RTP, RNA,
apresentação de propostas a concursos públicos Estados; FORBES, JORNAIS EXPANSÃO e DE ECONOMIA,
(nomeadamente internacionais) e de projectos ; > viu concretizar-se, já em setembro de 2018, a ANGOP e LUSA. De destacar, na divulgação
> presta serviço de secretariado às empresas celebração da Convenção que defendia, há mais deste II ENCONTRO, a colocação de 3 outdoors
angolanas que se deslocam a Portugal, para de 20 anos, para evitar a Dupla Tributação entre com a imagem do evento, os logótipos dos
efeito de contactos entre empresários; empresas de Portugal e de Angola; patrocinadores corporate e dos apoiantes, em
> divulga a legislação de enquadramento > organiza desde 2005, o CICLO DE locais premium da capital angolana;
do investimento privado e das actividades CONFERÊNCIAS e SEMINÁRIOS sob o tema > I ENCONTRO ANGOLA | PORTUGAL, realizado
económicas, em geral, em Angola, junto dos RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL – ANGOLA, em Luanda, em 27 de Julho de 2017, sob o tema
empresários portugueses. onde são abordados e discutidos temas ANGOLA PRODUTORA E EXPORTADORA, no
relevantes para a cooperação empresarial e o âmbito das comemorações do 30º ANIVERSÁRIO
O reconhecimento do trabalho e do fortalecimento das relações entre o empresariado DA CCIPA e da 32ª edição da FILDA. Contou
esforço realizados pela CCIPA em prol do dos dois países; com a presença de 115 pessoas, para além
desenvolvimento e consolidação das relações > organiza, desde julho de 2017, em Angola, os de representantes das instituições oficiais
económicas e empresariais entre Portugal e ENCONTROS ANGOLA | PORTUGAL, com o angolanas relacionadas com a implementação
Angola, a nível nacional e internacional, tem- duplo objetivo de promover o encontro entre da política de diversificação económica, das
lhe permitido o envolvimento direto e ativo empresários dos dois países e analisar a evolução principais associações empresariais locais, da
na apreciação de matérias relevantes para o recente das relações económicas e empresariais coordenadora do projeto da União Europeia
empresariado dos dois países. Assim, a CCIPA: bilaterais. sobre o sector do comércio (ACOM) e de várias
> participou, juntamente com o PNUD e o Ministério empresas nacionais que, nas diversas áreas
do Planeamento de Angola, na elaboração do De entre as actividades implementadas, económicas, já são abastecedoras do mercado
Programa de Reabilitação Comunitária de Angola destacam-se, nos anos mais recentes: nacional e exportadoras dos seus produtos. O
e na sua apresentação à Mesa Redonda de > II ENCONTRO ANGOLA | PORTUGAL, realizado Encontro beneficiou de uma ampla cobertura
Doadores decorrida em Bruxelas em 1995; em Luanda, em 11 de Julho de 2018, sob o tema mediática por parte dos órgãos de comunicação
> integrou a Comissão de Representantes de RELAÇÕES COM PASSADO E COM FUTURO, no social angolanos e portugueses: TPA e RTP, RNA,
Credores que, na década de 90, acompanhou âmbito da 33ª edição da FILDA. Contou com a FORBES, JORNAIS EXPANSÃO e DE ECONOMIA,
as empresas portuguesas credoras das suas presença de 150 pessoas: empresários dos mais ANGOP e LUSA, entre outros;
congéneres angolanas. Após dissolução da diversos sectores de actividade; representantes > Ciclo de PEQUENOS-ALMOÇOS DE TRABALHO
Comissão, a CCIPA manteve a colaboração dos Executivos de Portugal e de Angola; sobre temas relevantes para as empresas que
com o Governo português, tendo entregue responsáveis das instituições oficiais angolanas e operam em Angola, em Luanda: NOVA LEI DO
aos respetivos Ministérios das Finanças e da portuguesas relacionadas com a implementação INVESTIMENTO PRIVADO, NOVA DO LEI DO
Economia os resultados dos levantamentos das da política de diversificação económica; várias ARRENDAMENTO URBANO, IMPLEMENTAÇÃO DA
empresas credoras de Angola e dos montantes empresas angolanas que, nas suas áreas de LEI DE INVESTIMENTO PRIVADO;
envolvidos; esta colaboração viria a repetir- intervenção, partilharam a experiência enquanto > Conferência 40 ANOS DE INDEPENDÊNCIA
se, em 2016, com a Secretaria de Estado dos produtoras, produtoras e exportadoras, que DE ANGOLA – CONSTRUIR UM FUTURO
Negócios Estrangeiros e da Cooperação, do diversificaram as suas actividades económicas, SUSTENTÁVEL, Lisboa, 29 de fevereiro de 2016,
Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, sobre o impacto da entrada em vigor do no âmbito das comemorações do 40º aniversário

7
1. OBJECTIVOS DA CCIPA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

da independência de Angola. Estiveram presentes > MESA DE PORTUGAL, Luanda, julho de 2013, com angolanos, da ANIP e do Governo português para
cerca de 170 pessoas, entre empresários, a presença de 190 empresários portugueses e comemoração dos 25 anos da CCIPA em Angola;
convidados e representantes da comitiva da angolanos. Estiveram presentes o Presidente > Jantar-Conferência ANGOLA 2012: RELAÇÕES DE
Ministra do Comércio e do Ministério. Com da AICEP e o Administrador da ANIP, a quem INVESTIMENTO E COMÉRCIO COM PORTUGAL,
uma ampla cobertura por parte dos órgãos de foram entregues os diplomas de Sócios Lisboa, 23 de janeiro de 2012, com a presença
comunicação social, nomeadamente a LUSA Honorários atribuídos em 2012 por ocasião das dos ministros da Economia e do Emprego de
e a RTP, estiveram ainda presentes as revista comemorações do 25º aniversário da Câmara; Portugal e da Economia de Angola, o Presidente
FORBES, MERCADOS & ESTRATÉGIAS e ÁFRICA > MESA DE PORTUGAL, Luanda, julho de 2012, com da AICEP, o Embaixador de Angola em Portugal e
TODAY, para além da REUTHERS e da RDP a presença de 200 empresários portugueses e 220 empresários.
ÁFRICA;
> Conferência PORTUGAL | EUROPA | ANGOLA,
Lisboa, Dezembro de 2014, comemorativa da
100ª edição da revista ANGOLA – PORTUGAL:
Órgãos sociais
NEGÓCIOS. Contou com a participação do Dr. 2017-2019
Durão Barroso, Sócio Honorário da CCIPA e ex-
Presidente da Comissão Europeia, como principal
orador e, ainda, com as presenças do ministro de
Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Assembleia-Geral
do Representante Comercial da Embaixada de Presidente > GALP ENERGIA, S.A.
Angola em Portugal e do Presidente do Conselho Vice-Presidente > BANCO BAI EUROPA, S.A.
de Administração da AICEP, além de cerca de 120 Secretário > K
 PMG & ASSOCIADOS - SOCIEDADE DE REVISORES OFICIAIS DE CONTAS, S.A.
empresários;
> Seminário OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO Direcção
Presidente > MIRANDA & ASSOCIADOS - SOCIEDADE DE ADVOGADOS, SP, RL*
EM ANGOLA, Vila Nova de Gaia, novembro de
Vice-Presidentes
2014, organizado conjuntamente pela CCIPA e > AMORIM HOLDING II, SGPS, S.A.
a InovaGaia, reuniu cerca de 80 empresários e > BANCO BIC, S.A.
contou com o apoio institucional e a presença da >B ANCO BPI, S.A.*
Embaixada de Angola em Portugal, nas pessoas > SECIL - COMPANHIA GERAL DE CAL E CIMENTO, S.A.*
do Embaixador e do Representante Comercial; Vogais
>A DP - ÁGUAS DE PORTUGAL INTERNACIONAL, S.A.*
> MESA DE PORTUGAL, Luanda, julho de 2014,
> CGD - CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A.
com a presença de 150 empresários portugueses > COSEC - COMPANHIA DE SEGUROS DE CRÉDITO, S.A.*
e angolanos e a participação do ministro da > ERNST & YOUNG AUDIT & ASSOCIADOS - SROC, S.A.
Economia de Portugal, do Presidente da AICEP, > MCKINSEY & COMPANY, S.L., SUCURSAL DE ANGOLA
do Administrador da ANIP e do Embaixador de > MDS ÁFRICA, SGPS, S.A.*
Portugal em Angola; > MILLENNIUM BCP, S.A.*
> PLMJ ADVOGADOS, SP, RL
> duas Conferências sobre A NOVA PAUTA
> RANGEL INVEST - INVESTIMENTOS LOGÍSTICOS, S.A.
ADUANEIRA DE ANGOLA, realizadas em março de > WAYFIELD TRADING INTERNACIONAL, S.A.
2014, em Lisboa e no Porto, sobre o seu impacto
nas exportações portuguesas para o mercado Conselho Fiscal
angolano e a possível definição de um novo Presidente > DELOITTE & ASSOCIADOS, SROC, S.A.
paradigma da presença empresarial portuguesa Vogais
em Angola. Estas Conferências contaram com > LINHAS AÉREAS DE ANGOLA - TAAG, E.P.
a presença e o apoio, nomeadamente, do > MOTAENGIL - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO ÁFRICA, S.A.
Suplentes
Serviço Nacional das Alfândegas de Angola e da
> BIVAC IBERICA - SERV. CONSULTORIA E VERIF. CONFORMIDADE UNIPESSOAL, LDA.
Embaixada de Angola em Portugal; > CAPA - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS, S.A.
* Membros da Comissão Executiva

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SECTOR DE ATIVIDADE INDÚSTRIA COMÉRCIO SERVIÇOS AGRICULTURA PECUÁRIA OUTROS


CERTIDÃO DA ESCRITURA DE CONSTITUIÇÃO: D.R. n.º _____, III Série, de _____/______/______

REPRESENTANTE JUNTO DA CCIPA


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REPRESENTAÇÃO EM ANGOLA / EM PORTUGAL
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CX/CÓD. POSTAL TELEFONE
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QUOTA ANUAL: E 400,00


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Pagamento através de cheque à ordem da CCIPA ou por depósito ou transferência bancária para.
IBAN PT050 0033 0000 00010469112 11, em Portugal • IBAN AO06 0006 0000 52594671301 07, em Angola

Assinatura e Carimbo Admissão em ____/____/____

Data: ____/____/____ Comunicação em ____/____/____

JUNTAR:
• Cópia da Certidão da Escritura de Constituição; relação dos produtos/serviços que produz/comercializa; outros elementos que per-
mitam conhecer melhor a empresa: mercados com que trabalha, projectos em que esteja envolvida, catálogos e/ou brochuras, entre
outros.
Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola autorizada por Despacho Ministerial de 05.11.1987 (D.R. n.º 267/87, II Série), constituída por escritura de 23.07.87, no 18º Cartório Nota-
rial de Lisboa. Instituição de utilidade pública sem fins lucrativos, por Despacho do Primeiro Ministro de 06.06.91 (D.R. n.º 147/91, III Série). Homologação dos Estatutos, em Angola, por
Despacho do Ministro da Justiça, de 18.04.1991 (D.R. n.º 50/91, III Série), e do Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, de 09.05.2016. Pessoa Coletiva nº 501 910 590, em Portugal
e nº 740 100 0016, em Angola.
2 Relações Bilaterais

Investimento Directo por Sector de Actividade


2014 - 2017 (3 milhões)

ANOS
SECTORES DE ACTIVIDADE 2014 2015 2016 2017
Investimento Directo de Portugal em Angola
Serviços: -179,6 274,8 183,3 -8,4
Actividades Financeiras e de Seguros -183,2 233,2 215,4 8,1
Electricidade, Gás e Água -4,8 1,0 7,7 0,6
Construção -136,5 -21,5 -15,1 -165,5
Indústrias Transformadoras -1,1 6,6 2,8 40,9
Outros Sectores 0,0 -0,1 -1,4 1,4
Total -322,0 260,8 177,3 -131,0
Investimento Directo de Angola em Portugal
Serviços: 405,3 118,0 33,6 -139,3
Actividades Financeiras e de Seguros 394,3 73,8 21,9 -81,7
Electricidade, Gás e Água - - 0,0 0,1
Construção 6,5 43,4 19,7 10,3
Indústrias Transformadoras 0,9 0,0 -9,6 10,7
Outros Sectores 18,8 6,1 5,5 23,2
Total 431,5 167,5 49,2 -95,0
Fonte: Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e em Timor Leste 2016 - 2017 e 2017 - 2018

10
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 2. RELAÇÕES BILATERAIS

Investimento Directo entre Portugal e Angola


2014 - 1º sem. 2018
por Fluxos de Investimento (3 milhões)

ANOS VARIAÇÃO (%)


2014 2015 2016 2017 1º sem 17 1º sem 18 15 / 14 16 / 15 17 / 16 1º sem 18 / 17
Activo (IDPE) -332,3 261,4 130,6 73,4 39,3 26,5 178,7% -50,0% -43,8% -32,6%
Passivo (IDE) 421,1 168,2 2,6 109,3 233,1 198,6 -60,1% -98,5% 4103,8% -14,8%
Saldo -753,4 93,2 128,0 -35,9 -193,8 -172,1 -112,4% 37,3% -128,0% -11,2%
por Posição (stock) de Investimento (3 milhões)

ANOS VARIAÇÃO (%)


2014 2015 2016 2017 1º sem 17 1º sem 18 15 / 14 16 / 15 17 / 16 1º sem 18 / 17
Activo (IDPE) 4 798,0 4 229,7 4 523,9 4 854,6 4 844,9 4 078,9 -11,8% 7,0% 7,3% -15,8%
% Total Portugal 6,5% 5,5% 5,3% 5,6% 5,5% 4,9% - - - -
Passivo (IDE) 1 815,5 1 855,6 1 561,8 1 933,0 1 874,9 2 140,0 2,2% -15,8% 23,8% 14,1%
% Total Portugal 1,4% 1,4% 1,1% 1,2% 1,3% 1,4% - - - -
Saldo 2 982,5 2 374,1 2 962,1 2 921,6 2 970,0 1 938,9 -20,4% 24,8% -1,4% -34,7%
Nota do Banco de Portugal in Portugal - Ficha País, dez.14, AICEP Portugal Global: na sequência da alteração metodológica emanada da 6ª edição do Manual da Balança de Pagamentos
e Posição Internacional (BPM6), ao nível do investimento direto passou a prevalecer o princípio passivo / activo, em substituição do princípio direcional (IDE / IDPE). Assim, o passivo cor-
responde às responsabilidades de Portugal com o exterior em matéria de investimento directo e compara grosso modo com o direcional IDE, enquanto o activo representa os créditos de
Portugal perante o exterior, ou seja, o direcional IDPE. Com esta metodologia, os valores passam a estar disponíveis apenas em termos líquidos, deixando de ser divulgados os valores de
ID bruto e de desinvestimento.
Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal: Estatísticas de Relacionamento Económico com Angola, set.17 e set.18, segundo dados do Banco de Portugal

Dívida Oficial de Angola a Portugal


2014 - 2017 (USD milhões)

ANOS
NATUREZA DA DÍVIDA 2014 2015 2016 2017

1) Directa ao Estado 530 502 475 447


Vincenda 530 502 475 447
Em atraso 0 0 0 0
2) A Médio e Longo Prazos Garantida pelo Estado 672 423 312 423
Vincenda 672 3 304 413
Em atraso 0 427 8 10
3) Oficial (1 + 2) 1 203 929 787 869
Vincenda 1 203 926 778 859
Em atraso 0 3 8 10
4) Dívida Oficial de Angola / Dívida dos PALOP 37,5% 33,1% 30,0% 30,5%
Vincenda 38,2% 33,8% 30,5% 31,0%
Em atraso 0,0% 4,8% 11,6% 12,0%
Fonte: Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste 2015-2016, 2016 - 2017 e 2017 - 2018

11
2. RELAÇÕES BILATERAIS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Balança de Pagamentos
2015 - 2017 (3 milhões)

2015 2016 2017


RUBRICAS Crédito Débito Saldo Crédito Débito Saldo Crédito Débito Saldo

Balança Corrente 4 332,52 1 467,26 2 865,26 3 284,27 1 025,95 2 258,32 3 473,47 524,60 2 948,87
Mercadorias 2 108,92 1 063,43 1 045,49 1 511,74 750,86 760,88 1 796,35 276,86 1 519,49

Serviços 1 384,76 273,23 1 111,53 975,96 185,46 790,50 990,16 153,81 836,35
transformação recursos materiais 0,23 0,00 0,23 0,06 0,00 0,06 0,32 0,00 0,32
manutenção e reparação 4,76 0,01 4,75 2,53 0,00 2,53 2,08 0,04 2,04
transportes 234,95 120,01 114,94 156,65 85,63 71,02 187,53 63,54 123,99
viagens e turismo 531,96 77,88 454,08 308,51 44,31 264,20 385,03 42,50 342,53
construção 8,50 0,92 7,58 11,88 1,01 10,87 10,16 0,14 10,02
seguros e pensões 5,05 8,49 -3,44 5,22 7,00 -1,78 6,50 3,69 2,81
financeiros 18,43 5,41 13,02 26,33 7,00 19,33 27,94 2,93 25,01
direitos p/utilização
2,28 0,10 2,18 1,69 0,07 1,62 1,88 0,03 1,85
propriedade industrial
telecomunicações, informática
148,99 17,72 131,27 142,78 10,63 132,15 113,61 16,35 97,26
e informação
outros serviços
401,04 38,54 362,50 303,12 26,81 276,31 235,17 23,23 211,94
fornecidos p/empresas
pessoais, culturais e recreativos 24,26 0,94 23,32 10,57 0,17 10,40 13,09 0,25 12,84
bens e serviços
4,31 3,21 1,10 6,62 2,83 3,79 6,85 1,11 5,74
das administrações públicas

Rendimento Primário 401,86 37,55 364,30 403,95 12,24 391,71 191,39 47,64 143,75
de trabalho 0,34 6,34 -6,00 0,13 4,29 -4,16 0,19 4,43 -4,24
de investimento 401,08 30,85 370,23 403,73 6,85 396,88 191,20 42,41 148,79

Rendimento Secundário 436,99 93,04 343,95 392,62 77,39 315,23 495,57 46,29 449,28
administrações públicas 1,80 1,16 0,64 1,27 0,75 0,52 1,63 0,83 0,80
outros setores 435,18 91,88 343,30 391,35 76,64 314,71 493,94 45,46 448,48
remessas de emigrantes/imigrantes 213,12 19,54 193,58 205,89 17,54 188,35 245,08 11,73 233,35

Balança de Capital 0,10 0,16 -0,06 0,14 0,53 -0,39 0,03 0,36 -0,33

Balança Corrente e de Capital 4 332,62 1 467,42 2 865,20 3 284,41 1 026,48 2 257,93 3 473,50 524,96 2 948,54

Balança Financeira 368,31 204,75 163,56 -76,19 -225,11 -148,92 75,89 329,91 -148,92
investimento directo 261,44 168,15 93,29 -77,52 26,52 -51,00 73,35 109,34 -35,99
de carteira 106,87 36,60 70,27 1,33 -251,63 -250,30 2,54 220,57 -218,03
Balança Básica 4 700,93 1 672,17 3 028,76 3 208,22 801,37 2 406,85 3 549,39 854,87 2 694,52
Fonte: página do Banco de Portugal na internet em 19.mai.16, 10.out.17 e 24.set.18

12
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 2. RELAÇÕES BILATERAIS

Balança de Serviços
2014 - 1º Sem. 2018 (3 milhões)
ANOS VAR. %
1º Sem. 1º Sem. 1º Sem.
2014 2015 2016 2017 15 / 14 16 / 15 17 / 16
RUBRICAS 2017 2018 2018

Exportações 1 558,0 1 384,8 976,0 990,2 411,8 322,7 -11,1% -29,5% 1,5% -21,6%
Importações 318,4 273,2 185,5 153,8 68,1 61,5 -14,2% -32,1% -17,1% -9,7%
Saldo 1 239,6 1 111,6 790,5 836,4 343,7 261,2 -10,3% -28,9% 5,8% -24,0%
Coeficiente de cobertura 489,3% 506,9% 526,1% 643,8% 604,7% 524,7% 3,6% 3,8% 22,4% -13,2%
Angola como cliente de Portugal
% de exportações 6,65% 5,51% 3,65% 3,27% nd 2,78%
Angola como fornecedor de Portugal
% de importações 2,64% 2,17% 1,40% 1,05% nd 1,00%
Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal: Relacionamento Económico com Angola, set.18

13
2. RELAÇÕES BILATERAIS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Balança de Serviços por Rubrica


2015 - 2017 (3 milhões)

2015 2016 2017


SERVIÇOS Crédito Débito Saldo Crédito Débito Saldo Crédito Débito Saldo

Viagens e Turismo 532,0 77,9 454,1 308,5 44,3 264,2 385,0 42,5 342,5
Transportes 235,0 120,0 114,9 156,7 85,6 71,1 187,5 63,5 124,0
Telecomunicações,
169,1 22,3 146,7 142,8 10,6 132,2 113,6 16,4 97,2
Informática e Informação
Financeiros 13,6 5,1 8,5 26,3 7,0 19,3 27,9 2,9 25,0
Pessoais, Culturais
24,3 0,9 23,3 10,6 0,2 10,4 13,1 0,3 12,8
e recreativos
Construção 8,5 0,9 7,6 11,9 1,0 10,9 10,2 0,1 10,1
Bens e serviços
4,3 3,2 1,1 6,6 2,8 3,8 6,9 1,1 5,8
da Administração pública
Seguros e Pensões 5,1 8,5 -3,4 5,2 7,0 -1,8 6,5 3,7 2,8
Manutenção e reparações 4,8 0,0 4,8 2,5 0,0 2,5 2,1 0,0 2,1
Direitos de utilização
2,3 0,1 2,2 1,7 0,1 1,6 1,9 0,0 1,9
de propriedade intelectual
Transformação recursos
0,2 0,0 0,2 0,1 0,0 0,1 0,3 0,0 0,3
materiais de terceiros
O'utros serviços fornecidos
401,6 38,5 363,1 303,1 26,8 276,3 235,2 23,2 212,0
por empresas *
Total 1 384,8 273,2 1 111,6 976,0 185,4 790,6 990,2 153,7 836,5

Coeficiente de Cobertura - - 506,8% - - 526,3% - - 643,8%


1º Sem.
Portugal / Angola
2018
- Portugal como fornecedor
de serviços 5,51% 3,65% 3,27% 2,78%
(% das exportações)
- Portugal como comprador
de serviços 2,17% 1,40% 1,05% 1,00%
(% das importações)
*investigação e desenvolvimento; consultoria em gestão de outras áreas técnicas; serviços técnicos relacionados com a empresa
Fontes: Banco de Portugal na internet (14.fev.2018) e AICEP Portugal Global in Portugal: Estatísticas de Relacionamento Económico com Angola, set.18

14
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 2. RELAÇÕES BILATERAIS

Balança de Mercadorias
2014 - 1º Sem. 2018
ANOS VARIAÇÃO (%)
unidade 1º Sem. 1º Sem. 1º Sem.
2014 2015 2016 2017 15/14 16/15 17/16
RUBRICAS 17 18 18/17

Exportações 3 milhares 3 177,9 2 099,1 1 502,6 1 789,2 875,6 740,1 -33,9% -28,4% 19,1% -15,5%
>e mpresas exportado-
unidades 9 431 7 464 5 513 5 838 nd nd -20,9% -26,1% 5,9% -
ras para Angola
Importações 3 milhares 1 605,8 1 142,3 809,8 278,2 114,6 429,7 -28,9% -29,1% -65,6% 275,1%
Saldo 3 milhares 1 572,1 956,8 692,8 1 511,0 761,1 310,4 -39,1% -27,6% 118,1% -59,2%
Coeficiente de cobertura % 197,9% 183,8% 185,6% 643,1% 764,3% 172,2% -7,1% 1,0% 246,6% -77,5%
Portugal - Angola jan-set
> Angola
posição 7ª 9ª 12ª 36ª nd nd
como exportadora
exportações
% 2,7 1,9 1,3 0,3 nd nd
angolanas totais
> Portugal
posição 4ª 6ª 8ª 8ª nd nd
como exportador
importações
% 6,6 4,2 3,0 3,2 nd nd
angolanas totais
Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE - Instituto Nacional de Estatística de Portugal e da AICEP
Portugal Global in Angola - Ficha de Mercado, dez.17

15
2. RELAÇÕES BILATERAIS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Comércio por Secção Pautal


2016 - 1º Sem. 2018 (3 milhares)

2016 2017 1º Sem. 2017 1º Sem. 2018


SECÇÕES E CAPÍTULOS Import. Export. Import. Export. Import. Export. Import. Export.
Grupos de Produtos por Secção Pautal
Animais e Produtos
I 6 449,3 104 243,1 6 450,3 108 386,7 2 528,1 52 730,8 2 796,5 47 282,5
do Reino Animal
II Produtos do Reino Vegetal 331,2 55 459,3 920,7 52 520,8 478,2 30 147,8 703,0 17 230,1
III Gorduras e Óleos 0,0 73 386,6 0,0 121 943,2 0,0 62 050,0 0,0 49 217,6
Produtos Alimentares, Bebidas,
IV 218,0 198 684,5 931,9 196 492,8 30,9 91 752,4 769,2 76 607,6
Tabaco
V Produtos Minerais 785 587,5 29 031,9 254 176,2 29 213,2 102 589,3 12 894,2 419 310,2 14 198,3
VI Produtos Químicos 36,9 168 351,7 48,4 206 458,0 6,2 111 458,5 3,4 85 095,7
VII Plásticos e Borracha 51,3 87 681,4 225,4 113 507,7 132,7 54 599,6 210,7 48 004,2
VIII Peles e Couros 0,3 5 844,6 6,1 5 606,3 5,3 2 685,7 2,0 2 182,5
IX Madeira e suas Obras 2 491,5 12 421,7 4 476,0 13 523,7 3 360,2 5 709,5 573,7 6 505,2
Pastas Celulósicas,
X 87,0 60 805,7 8,3 54 329,0 3,4 27 969,2 2,9 24 362,3
Papel, Cartão
XI Têxteis e suas Obras 38,3 32 249,8 115,9 47 346,9 21,7 23 637,5 422,2 18 947,4
Calçado, Chapéus,
XII 7,3 18 747,9 1,7 20 118,0 0,9 12 349,7 11,4 8 088,8
Guarda-Sóis
Obras de Pedra e Vidro,
XIII 19,2 45 752,5 10,5 45 599,7 3,8 22 708,8 9,2 22 363,4
Cerâmica
XIV Pedras e Metais Preciosos 41,8 2 644,1 26,9 2 217,8 0,0 808,5 31,9 672,5
Metais Comuns
XV 291,6 98 663,1 594,1 151 476,7 252,7 72 637,8 527,7 64 011,2
e suas Obras
XVI Máquinas e Aparelhos 11 080,4 360 775,5 7 940,4 437 809,6 4 363,1 208 495,2 3 465,8 181 790,8
XVII Material de Transporte 2 114,4 34 061,9 1 342,6 35 713,8 374,8 14 922,0 458,2 16 914,4
Instrumentos de
XVIII 647,9 34 212,6 857,0 40 405,6 382,8 20 731,2 309,1 17 442,5
Óptica/Precisão
XIX Armas e Munições 0,0 37,2 0,0 156,6 0,0 36,2 0,0 23,4
XX Produtos Diversos 196,1 79 450,6 53,4 105 682,1 21,4 47 170,3 63,7 38 865,8
XXI Objectos de Arte 30,3 342,8 32,7 675,2 2,6 125,0 22,0 275,9
Total 809 720,2 1 502 848,2 278 218,5 1 789 183,5 114 558,0 875 619,9 429 692,8 740 082,2
Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE Portugal (preliminares, 2ª ver., para 2017; preliminares para 2018)

16
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 2. RELAÇÕES BILATERAIS

Angola no Comércio Extracomunitário Português e nos PALOP


2016 - 1º Sem. 2018 (3 milhares)

PERÍODO VAR. %
1º Sem.j38
2016 2017 1º Sem. 2017 17 / 16 1º Sem. 18 / 17
2018

Comércio Português Extracomunitário


Importações Portuguesas 13 607 936 16 374 777 8 236 721 8 909 463 20,3% 8,2%
Exportações Portuguesas 12 450 945 14 289 560 7 050 965 6 929 558 14,8% -1,7%
Saldo -1 156 991 -2 085 217 -1 185 756 -1 979 905 80,2% 67,0%
PALOP
Importações Portuguesas 857 564 335 717 131 461 448 281 -60,9% 241,0%
% do total 6,3% 2,1% 1,6% 5,0% -67,5% 215,1%
Exportações Portuguesas 2 117 612 2 384 625 1 177 471 1 021 611 12,6% -13,2%
% do total 17,0% 16,7% 16,7% 14,7% -1,9% -11,6%
Saldo 1 260 048 2 048 908 1 046 010 573 330 62,6% -45,2%
Angola
Importações Portuguesas 809 784 278 219 114 557 429 693 -65,6% 275,1%
% nos PALOP 94,4% 1,7% 87,1% 95,9% -98,2% 10,0%
% no total extracomunitário 6,0% 1,7% 1,4% 4,8% -71,4% 246,8%
Exportações Portuguesas 1 501 706 1 789 183 875 429 740 082 19,1% -15,5%
% nos PALOP 70,9% 75,0% 74,3% 72,4% 5,8% -2,6%
% no total extracomunitário 12,1% 12,5% 12,4% 10,7% 3,8% -14,0%
Saldo 691 922 1 510 964 760 872 310 389 118,4% -59,2%
Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE Portugal

Balança Comercial de Bens e Serviços


2015 - 1º Sem. 2018
ANOS VARIAÇÃO (%)
unidade 1º Sem. 1º Sem. 1º Sem.
RUBRICAS 2015 2016 2017 16/15 17/16
17 18 18/17

Exportações 3 milhares 3493,7 2 487,7 2 786,5 1 141,4 936,8 -28,8% 12,0% -17,9%
Importações 3 milhares 1336,7 936,3 430,7 179,7 399,4 -30,0% -54,0% 122,3%
Saldo 3 milhares 2 157,0 1 551,4 2 355,8 961,7 537,4 -28,1% 51,8% -44,1%
Coeficiente de Cobertura % 261,4% 265,7% 647,0% 635,2% 234,6% 1,7% 143,5% -63,1%
Portugal - Angola
% das export.
> Portugal como exportador 4,72 3,28 3,30 nd 2,63
totais
% das import.
> Portugal como importador 1,88 1,30 0,53 nd 1,13
totais
Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE - Instituto Nacional de Estatística de Portugal e da AICEP Portugal Global
in Portugal: Estatísticas de Relacionamento Económico com Angola, set.17 e set.18

17
2. RELAÇÕES BILATERAIS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Seguros de Créditos à Exportação


de Bens e Serviços de Origem Portuguesa para Angola

A COSEC - Companhia de Seguro de Créditos, É de salientar que, embora seja a Companhia, na sidades de gestão online das suas carteiras e
S.A, constituída há cerca de 49 anos, actua qualidade de Agência de Créditos à Exportação de estar acessível 24/7, a plataforma é espe-
nos ramos dos seguros de créditos e caução e mandatada pelo Estado português, que efec- cialmente útil para os segurados detentores de
encontra-se mandatada pelo Estado português tua a análise técnica dos projectos e propõe as múltiplas apólices emitidas ao abrigo da Linha
para analisar e gerir as garantias públicas dadas soluções de cobertura adequadas à respetiva de Seguro de Créditos à Exportação de Curto
sob a forma de seguros de créditos, seguros- viabilização, a iniciativa da inclusão de projec- Prazo, com vigências anuais e renováveis, que
-caução e seguros de investimento português tos cabe à parte angolana, que elege os pro- tem sido amplamente utilizada para a diversifi-
no estrangeiro. Age, nesta qualidade, como jectos de empresas portuguesas que pretende cação de mercados de exportação, abrangendo
Agência de Créditos à Exportação da economia que sejam apoiados no âmbito da Convenção e actualmente mais de 80 mercados diferentes.
portuguesa. que são, depois, aprovados pelo Governo por- De entre os diversos destinos de exportações
tuguês. de bens e serviços com valor acrescentado na-
A longa experiência da seguradora no mercado cional, um dos mais significativos continua a ser
angolano advém do facto de Angola ser, tra- “A experiência com a referida Convenção, cujo o mercado de Angola.
dicionalmente, um mercado muito procurado plafond funciona em sistema revolutivo, tem
pelas empresas portuguesas exportadoras e sido muito positiva, tendo permitido o apoio a Para os clientes da Linha de Seguro de Créditos
estas segurarem, na Companhia, as suas ven- projectos que ascendem globalmente a cerca à Exportação de Curto Prazo, a SCGE inclui-se
das a crédito de bens de consumo ou os finan- de € 1,7 milhões e cujos pagamentos têm sido no programa mais vasto de digitalização da ac-
ciamento de médio e longo prazos relativos à pontual e integralmente cumpridos” pela par- tividade de Seguros de Créditos com Garantia
exportação de bens de equipamento e à reali- te angolana, disse a Direção Internacional da do Estado, em curso, e que prevê, na fase de de-
zação de grandes projectos de infraestruturas, COSEC. senvolvimento seguinte, já iniciada, um workflow
considerados prioritários para o desenvolvi- interno de avaliação e decisão das propostas
mento do país, pelas autoridades competentes Nova plataforma transacional do Sistema que recaiam no nível de autonomia de decisão
angolanas. de Créditos com Garantia do Estado da COSEC.
Em Outubro de 2018, foi lançada a Plataforma
Os financiamentos de médio e longo prazos, Digital destinada à gestão dos Seguros de Cré- Será, também, possível submeter através da
sobretudo nos sectores das obras públicas e ditos com a Garantia do Estado, gerida pela CO- referida plataforma, os formulários de candida-
das infraestruturas (saúde, reabilitação de es- SEC. A plataforma SCGEnet é, a partir de agora, turas a outros tipos de Seguro com Garantia do
tradas, construção naval e tecnologias de in- o canal privilegiado para o relacionamento com Estado: caução externa, crédito à exportação
formação), mais vocacionados, portanto, para as empresas portuguesas interessadas em be- ou financeiro de médio e longo prazo e de in-
grandes empresas devido aos montantes que, neficiar dos Seguros com Garantia do Estado vestimento português no estrangeiro. O website
em geral, estão envolvidos, recaem no âmbito que se destinam, sobretudo, a apoiar as expor- www.scge.pt, especificamente dedicado à divul-
da Convenção Portugal – Angola. Assinada em tações para os mercados de risco mais signifi- gação da informação relacionada com o SCGE,
Luanda, em 18 de novembro de 2004, com um cativo. possui um design gráfico apelativo, moderno
montante inicial de € 100 milhões, a Conven- e simplificado, coerente com o actual contex-
ção, que visa a “Cobertura de Riscos de Crédi- Através das funcionalidades disponibilizadas to institucional dos Seguros de Créditos com a
to à Exportação de Bens e Serviços de Origem pela plataforma, as empresas interessadas po- Garantia do Estado.
Portuguesa para a República de Angola”, viu o dem apresentar as suas candidaturas e gerir de
seu plafond ir sendo sucessivamente aumenta- forma integrada as diversas fases da apólice: Tanto a plataforma SCGEnet, como o novo
do ao longo dos anos, tendo o último reforço, pedir alterações, solicitar prorrogações de fa- website, são ferramentas fundamentais postas
no montante de € 500 milhões, tido lugar por turas ou participar sinistros; podem, também, ao serviço das empresas portuguesas para po-
ocasião da visita oficial do Primeiro Ministro de consultar, em cada momento, o estado das derem com maior facilidade, segurança e rapi-
Portugal a Angola, em setembro de 2018, pas- suas apólices de Seguro de Créditos com a Ga- dez aceder ao Sistema de Seguros de Créditos
sando o seu limite para € 1,5 mil milhões. É ex- rantia do Estado, de maneira fácil e intuitiva. com Garantia do Estado.
pectável que este reforço da Convenção venha
a contribuir para um maior dinamismo nas rela- Fonte: Direção Internacional da COSEC - Companhia de
Para além de oferecer um nível de serviço mais Seguro de Créditos, S.A.
ções comerciais entre os dois países. adequado à satisfação dos clientes e às neces-
18
2. RELAÇÕES BILATERAIS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Ajuda Pública Portuguesa ao Desenvolvimento de Angola


2014 - 2016 (3 milhares)

ANOS
APD BILATERAL LÍQUIDA SECTORIAL 2014 2015 2016

InfraEstruturas e Serviços Sociais 3 277,27 4 317,86 4 076,05


educação 1 320,86 1 903,11 2 062,42
saúde 1 161,38 1 189,12 917,80
população / saúde reprodutiva 51,96 27,93 121,30
fornecimento de água e saneamento básico 96,99 16,07 461,92
Governo e sociedade civil 386,65 964,61 458,23
outras infraestruturas e serviços sociais 259,44 217,02 54,40

InfraEstruturas e Serviços Económicos 155,42 70,90 121,12


transportes e armazenamento 36,95 30,04 37,08
comunicações 79,16 5,20 17,98
banca e serviços financeiros 39,31 35,66 66,06

Sectores Produtivos 28,82 5,89 1,63


agricultura 27,28 0,00 0,00
indústria 1,54 5,89 1,63
comércio

Multisectorial / Transversal 224,31 411,49 282,71

Total Sectorial 3 685,82 4 806,13 4 481,51

Ajuda a Programas e sob a forma de Produtos 0,00 3 224,51 0,00

Custos Administrativos dos Doadores 6,67 147,82 193,39

Ajuda aos Refugiados (no país doador) 0,00 13,21 19,10

Não Afectado / Não Especificado: -21 039,11 -25 164,86 -25 243,02
reestruturação da dívida -21 039,11 -25 164,86 -25 243,02
Total Não Sectorial -21 032,44 -21 779,32 -25 030,53
APD Total Bilateral -17 346,62 -16 973,20 -20 548,00
Fonte: página do Instituto Camões da Cooperação e da Língua na internet, em set.2017 e set.18

20
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 2. RELAÇÕES BILATERAIS

Acordos entre Portugal e Angola Contactos Oficiais


no Domínio Económico de Angola em Portugal

CONVENÇÃO PARA ELIMINAÇÃO DA DUPLA TRIBUTAÇÃO EMBAIXADA DA REPÚBLICA DE ANGOLA


> assinado em Luanda, em setembro de 2018 Avenida da República, nº 68 -1069-213 Lisboa
Telef.: 217 967 041 / Fax: 213 795 1778 / e-mail: geral@embangolapt.org
ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DO TURISMO site: www.embaixadadeangola.pt
> Aviso n.º 209/2008, DR n.º 2006, Série I, de 23 de Outubro
> Decreto n.º 26/2006, DR n.º 239, Série I, de 14 de Dezembro REPRESENTAÇÃO COMERCIAL
Entrada em Vigor: 12.12.2007 Campo Grande, nº 28 – 2º G - 1700-093 Lisboa
http://dre.pt/pdf1s/2006/12/23900/83818382.pdf Telef.: 217 963 672 / Fax: 217 957 513
e-mail: repcomangola@mail.telepac.pt / site: www.repcomangola.com.pt
CONVENÇÃO SOBRE SEGURANÇA SOCIAL
CONSULADOS GERAIS DE ANGOLA
> Declaração de Retificação n.º 102/2004, DR n.º 283, Série I-A,
de 3 de Dezembro EM LISBOA
> Decreto n.º 32/2004, DR n.º 255, Série I-A, de 29 de Outubro Rua Fradesso da Silveira - Ed. Alcântara Rio - Bloco E - 1300-260 Lisboa
Não foi publicado Aviso de entrada em vigor Telef.: 213 602 060 / Faxes: 213 602 061 / 213 631 529
http://dre.pt/pdf1s/2004/10/255A00/64436451.pdf e-mail: info@consuladogeral-angola.pt
site: www.consuladogeral-angola.pt
ACORDO SOBRE A PROMOÇÃO E A PROTEÇÃO RECÍPROCA
DE INVESTIMENTOS NO PORTO
Rua Dr. Carlos Cal Brandão, 132 / Cedofeita - 4050-160 Porto
> Decreto n.º 40/2008, DR n.º 197, Série I, de 10 de Outubro
Telef.: 222 058 827 – 222 058 902 / Fax: 222 050 328
> Decreto n.º 48/98, DR n.º 290, Série I-A, de 17 de Dezembro
Piquete / Urgências: 913 138 107
Não foi publicado Aviso de entrada em vigor
e-mail: consuladogangola@mail.telepac.pt
http://dre.pt/pdf1s/1998/12/290A00/68636866.pdf site: www.consuladogeralangola-porto.pt
ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA INDÚSTRIA
> Decreto n.º 6/92, DR n.º 23, Série I-A, de 28 de janeiro Contactos Oficiais
Não foi publicado Aviso de entrada em vigor
http://dre.pt/pdf1s/1992/01/023A00/06210623.pdf
de Portugal em Angola
ACORDO ESPECIAL DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DO TURISMO
E HOTELARIA EMBAIXADA DE PORTUGAL
> Decreto n.º 40/88, DR n.º 249, Série I, de 27 de Outubro Avenida de Portugal, nº 50 - Caixa Postal 1346-Luanda
Não foi publicado Aviso de entrada em vigor Telef.: 222 333 027 / 222'al@netcabo.co.ao
site: www.embaixadadeportugal-luanda.com.pt
http://dre.pt/pdf1s/1988/10/24900/43664367.pdf
AICEP PORTUGAL GLOBAL
ACORDO DE COOPERAÇÃO ECONÓMICA
SERVIÇOS COMERCIAIS E DE INVESTIMENTO
> Decreto n.º 26/90, DR n.º 155, Série I, de 7 de julho
DA EMBAIXADA DE PORTUGAL
> Decreto n.º 36/88, DR n.º 226, Série I, de 29 de setembro Avenida de Portugal, nº 50 - Caixa Postal 1319-Luanda
Não foi publicado Aviso de entrada em vigor Telef.: 222 331 485 / Fax: 222 330 529
http://dre.pt/pdf1s/1988/09/22600/39843985.pdf e-mail: aicep.luanda@portugalglobal.pt / site: www.portugalglobal.pt
CONSULADOS GERAIS DE PORTUGAL
EM LUANDA
Avenida de Portugal, nº 50 - Caixa Postal 1346-Luanda
Telef.: 222 333 435 - 22233.34.43 / Fax: 222 333 656
e-mail: cgluanda.rc@mne.pt / site: www.cgportugalemluanda.com
EM BENGUELA
Largo do Pioneiro, nº 21 - Caixa Postal 1444-Benguela
Telef.: 272 232 462 / Fax: 272 231 734
e-mails: consulado.benguela@mne.pt - consulado.benguela.atendi-
mento@gmail.com
21
22
3 Como Investir
em Angola
Nome Oficial - República de Angola
Capital - Luanda
Países Fronteiriços - Rep. do Congo, Namíbia,
República Democrática do Congo, Zâmbia
Língua Oficial - Português Moeda - Kwanza (AKZ ou AOA)
Outras línguas nacionais principais Indicativo telefónico do País +244
Kimbundu, Umbundu,Kikongo, Lunda
e Chokwe, (e diversos dialectos tradicionais)

República
2
do Congo 1.246.700 Km
Cabinda Área População
Cabinda
República
M´Banza Congo Democrática do Congo
Zaire
Uíge
Produto 27 503 mil habitantes
(projeção Contas Nacionais
Uíge Interno
Anuais 2009-2016)
Bengo Lucapa Bruto pm
Caxito Lunda Norte
Kwaza Malange Rio Cuango
Luanda Norte
N´Dalatando USD 119,1 mil milhões - (OGE 2018)
Malanje Saurimo
€ 110,3 mil milhões - (est. Banco de Portugal, 2018)
Rio Kwanza Lunda Sul PER CAPITA - USD 4.250,00 - (est. EIU, dez.2017)
Sumbe
Oceano
Atlântico Kwaza Sul Rio Cassai
Rio Zambeze

Kuito
Benguela Huambo Bié Luena Trocas
Benguela Huambo
Comerciais
Moxico

Huíla
Importações de Bens e Serviços (FOB)
Namibe Lubango Menonge Zâmbia USD 17,594 mil milhões - (OGE 2018)
Kuando Kubango Exportações de Bens e Serviços (FOB)
Namibe Cunene USD 31,580 mil milhões - (OGE 2018)
Ondjiva Investimento Directo Estrangeiro
Rio Cunene Rio Kubango USD 1 804 milhões
(prog. Banco Nacional de Angola, set.2018)
Namíbia
BMI RESEARCH (FITCH) índice 1 a 100 (jun.17): político - 67,5;
económico - 44,8; operacional (facilidade em fazer negócios) - 31,1
STANDARD & POOR’S (fev.18): B –, com perspetiva estável
(défice elevado financiado sem agravamento significativo das reservas cambiais)
Risco COSEC - político 5 (1/7)
País AON (out.17) – risco político severo (nível 5, de 1 a 6)
MOODY’S (abr.18) - soberano B3, com perspectiva estável

23
3. COMO INVESTIR EM ANGOLA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Taxa de Câmbio Média Mensal Variação Mensal da


AKZ - USD e EURO - 2017 - 3º Trim. 2018 Taxa de Inflação
USD / AKZ Janeiro - Dezembro 2017
Jan-Jul 2018 2017
nd nd
nd
compra venda média compra nd venda média
13 290 3,5
Feminino
9 284 9 577 nd
9 475
31. Janeiro 206,692 207,176 206,934 165,081 166,732 165,907
3
28. Fevereiro 214,643 215,0932011
2010 214,868
2012 2013 165,082
2014 2015* 166,733
2016* 2017**165,908
2018***
Total Total Total Total Total Total Total Total Total
30. Março 214,324 17214,791
543 18 077 214,558
17 992 18 576 165,086
nd 25 789 166,737
nd 25 789 165,912
29 250
2,5
30. Abril 225,576 226,104 225,840 165,087 166,738 165,913
Masculino
31. Maio 237,971 238,485 238,228 165,090 166,741 nd 165,916
nd
nd nd 2
29. Junho 247,989 248,546 248,267 nd 165,092
12 499 166,743 165,918
8 602 8 708 8 999
31. Julho 256,697 257,252 256,975 165,091 166,742 165,917
1,5
31. Agosto 276,440 277,014 276,727 165,095 166,746 165,921
*** previsão out.2018 INE Angola
28. setembro ** 296,066 296,680
projecções do Banco Mundial segundo 296,373
o Country Profile165,096 166,747
disponível na página na internet, em165,922
3.out.17
* projecção do INE Angola, segundo a sua página na internet, em 29.set.17 1
Outubro 165,097
NB: há vários anos em que o total, por género, difere do total, por residência;166,748 165,923
optou-se pela soma
aritmética dos valores respetivos
Novembro 165,098 166,749 165,924
0,5
Dezembro 165,098 166,749 165,924

0
EURO / AKZ Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Jan-Jul 2018 2017 Elaborado pela CCIPA, com base em dados do Banco
Nacional de Angola na internet, em 9.set.2017 e
compra venda média compra venda média 18.set.2018

Residência Urbana Residência Rural


31. Janeiro 257,393 258,038 257,716 184,479 186,286 185,383
TOTAL
8 396 2010 9 686 18 082
28. Fevereiro 261,650 262,306
8 497
261,978
2011
184,480 9 636 186,287 185,384
18 133
30. Março 264,047 8 264,709
599 2012
264,378 184,484 9 967 186,291 18 566
185,388
8 700 2013 10 298 18 998
30. Abril 272,586 16273,269
154
nd
272,928
2014
2015*
184,485 9 635 186,292
nd
185,389
25 789
27 859 Taxa de Inflação
31. Maio 277,450 278,145 277,798 184,489 nd 186,295 185,392
nd
12 932
2016*
2017** 15 428
28 813
28 360
2013 - Setembro 2018
29. Junho 288,510 289,233 288,872 184,491 186,297 185,394
31. Julho 300,618
Fontes: 2010 a301,371 300,995
2012 - CountryStat 184,490
Angola na internet, em 21.mai.14;186,296 185,393
2014 - Censo Nacional de Angola, 2013 v7,69%
maio.2014; 2015 e 2016 - Banco Mundial, página na internet em 3.out.17; 2017 - INE Angola,
31. Agosto 321,748 322,444 página 322,096 184,494
na internet, 29.set.17 - 2017 - página186,300
da FAO na internet185,397
em 9.out.2017 2014 7,48%
28. setembro 343,141 344,001 343,571 184,495 186,301 185,398 2015 14,27%
Outubro 184,496 186,302 185,399 2016 41,95%
Novembro 184,497 186,303 185,400 2017 26,26%
Dezembro 184,497 186,303 185,400 Setembro 2018 15,77%
Elaborado pela CCIPA com base em dados do Banco Nacional de Angola, página na internet em 18.set.18 e 10.out.18

24
25
3. COMO INVESTIR EM ANGOLA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Mercado imobiliário na Província de Luanda


2016 (USD / m2)

Arrendamento Arrendamento
Venda Venda
ZONAS Mensal ZONAS Mensal

Escritórios Indústria e Logística


Zona Prime: Baixa e Marginal Zona CBD / Luanda
Central Business District > valor mínimo 2 344,00 1,05
> valor mínimo 4 186,05 53,98 > valor máximo 2 623,96 7,74
> valor máximo 9 767,44 81,87 Talatona
> Yeld 14,0% - > valor mínimo 350,00 12,00
Zona Central: Luanda e Talatona > valor máximo 1 832,34 28,67
> valor mínimo 3 537,74 57,75 Cacuaco
> valor máximo 7 179,14 90,00 > valor mínimo 400,00 12,00
> Yeld 14,5% - > valor máximo 933,33 20,00
Viana e Belas Viana
> valor mínimo 1 999,20 16,99 > valor mínimo 494,33 4,71
> valor máximo 3 570,01 55,79 > valor máximo 1 091,78 16,79
> Yeld 15,0% - Catete

Arrendamento > valor mínimo 800,00 7,00


Venda
LOCALIZAÇÃO Mensal > valor máximo 1 500,00 12,00

Espaços Comerciais > Yeld 9,39% -

Cidade de Luanda Benfica, Lar do Patriota, Kilamba Kiaxi

> valor mínimo 2 039,29 23,99 > valor mínimo 201,52 8,98

> valor máximo 9 134,83 59,98 > valor máximo 798,40 15,97

> Yeld 7,80% - > Yeld 36,68% -

Talatona Valor
> valor mínimo 2 046,68 20,76 LOCALIZAÇÃO

> valor máximo 8 186,73 83,97 Terrenos


> Yeld 14,00% - Luanda 2 854,70
Nova Vida (Kilamba Kiaxi) Talatona 407,35
e Cacuaco
Kilamba Kiaxi 617,42
> valor mínimo 1 910,24 15,27
Viana 31,76
> valor máximo 5 268,17 19,04
Cacuaco 138,51
> Yeld 4,0% a 9,0% -
Belas 74,13 Fonte: SONIP in Estudo
de Mercado Imobiliário
Icolo e Bengo 28,99 Angola 2017

26
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 3. COMO INVESTIR EM ANGOLA

Investimento Privado
Anterior Lei do Investimento Privado Nova Lei do Investimento Privado
(Lei nº 14/15, de 11 de Agosto) (Lei nº 10/18, de 26 de Junho)

(Cont.)>
27
3. COMO INVESTIR EM ANGOLA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Investimento Privado
Anterior Lei do Investimento Privado Nova Lei do Investimento Privado
(Lei nº 14/15, de 11 de Agosto) (Lei nº 10/18, de 26 de Junho)

Fonte: Miranda e Associados - Sociedade de Advogados

28
3. COMO INVESTIR EM ANGOLA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Constituição de uma Sociedade


Através dos serviços do GUE - Guichet Único da Empresa

NOTA PRÉVIA >3


 Cópias do Número de Identificação Fiscal (NIF);
A Lei n.º 16/14, de 29 de setembro, estabeleceu os emolumentos relativos à >C
 omprovativos de pagamentos de emolumentos;
constituição de sociedades comerciais em valores únicos consoante se trate >2
 cópias do documento de identificação da pessoa que der entrada do
de Sociedades comerciais unipessoais e pluripessoais por Quotas, em Nome processo.
Coletivo e em Comandita Simples - AKZ 10.000,00 - åou de Sociedades co- No caso de PESSOAS SINGULARES:
merciais unipessoais e pluripessoais Anónimas e em Comandita por Ações - >C
 idadão Nacional – 2 Fotocópias do Bilhete de Identidade válido;
AKZ 40.000,00. >E
 strangeiro Residente – 2 Fotocópias do Passaporte e Cartão de
De acordo com a prática do GUE, este valor é cobrado apenas quando o acto Residente válidos;
de constituição da sociedade comercial revestir a forma de escrito particular. >E
 strangeiro não Residente – 2 Fotocópias do Passaporte válido;
Caso o requerente entenda constituir a sociedade comercial por escritura pú- >M
 enores – 2 Fotocópias da Cédula Pessoal;
blica os emolumentos serão calculados com base no valor do capital social da >M
 andatários (se aplicável) – Procurações ou respetivas fotocópias
sociedade a constituir. autenticadas.
No caso de PESSOAS COLETIVAS:
Aos emolumentos de constituição acima mencionados e independentemente >2
 Fotocópias da escritura de constituição;
da forma jurídica da sociedade comercial a constituir, acresce a tarifa única de >2
 Fotocópias da certidão do registo comercial;
AKZ 1.000,00 pelo atendimento nos serviços do GUICHÉ ÚNICO DA EMPRESA >2
 Fotocópias do cartão de contribuinte;
e dos BALCÕES ÚNICOS DO EMPREENDEDOR. Este valor inclui a obtenção do >S
 e houver mandatários, procurações com assinaturas reconhecidas ou
alvará comercial, sem prejuízo dos emolumentos que lhe sejam aplicáveis. fotocópias autenticadas;
>A
 tas ou fotocópias autenticadas (se conferirem poderes de representação
1.º PASSO - CERTIFICADO DE ADMISSIBILIDADE DE FIRMA devem ser reconhecidas as assinaturas).
Preencher o formulário de pedido de Certificado de Admissibilidade de Firma(1) :
> Formulário: AKZ 500,00 (quinhentos Kwanzas); 5.º PASSO - PAGAMENTOS A EFETUAR
> Anexar 1 cópia do B.I do requerente. Guichet Único da Empresa
>H  onorários do GUE e Estatutos das sociedades a constituir:
2.º PASSO - ESTATUTOS AKZ 1.000,00;
Elaboração dos Estatutos da sociedade pelo departamento jurídico do GUE. >E  molumentos relativos ao procedimento de constituição de Sociedades
Sempre que os Estatutos forem elaborados fora do GUE, os mesmos devem comerciais unipessoais e pluripessoais por Quotas, em Nome Coletivo e
ser gravados numa pen drive para que o departamento jurídico do GUE pro- em Comandita Simples: Kz. 10.000,00;
ceda à sua revisão. Neste último caso, os emolumentos relativos à consti- >E  molumentos relativos ao procedimento de constituição Sociedades
tuição de sociedades comerciais acima referidos não serão aplicados, serão comerciais unipessoais e pluripessoais Anónimas e em Comandita por
calculados com base no valor do capital social da sociedade a constituir e o Ações: Kz. 40.000,00.
acto de constituição será por escritura pública.
Capital Social Mínimo
3.º PASSO - CADASTRAMENTO DA SOCIEDADE (NA ÁREA DA DIREÇÃO >S ociedades por quotas: é livremente fixado pelos sócios, de acordo com
NACIONAL DE IMPOSTOS) a nova redacção introduzida pela Lei n.º 11/15, de 17 de Junho ao número 1
Para o efeito, o interessado deverá fazer-se acompanhar de: do artigo 221.º da Lei das Sociedades Comerciais. Porém, os Bancos Co-
> Formulário preenchido; merciais fixam um valor mínimo para abertura de conta bancária (que varia
> 1 cópia dos Estatutos, carimbada na secção de atendimento; de banco para banco);
> 1 cópia do documento de identificação de cada sócio. >S ociedades anónimas: contravalor em AKZ equivalente a USD 20.000,00;
mínimo de 5 accionistas ou 1 accionista, se constituída sob a forma de so-
4.º PASSO - DOCUMENTOS A APRESENTAR ciedade unipessoal anónima.
> 4 Cópias dos Estatutos da Sociedade / Pacto Social (se a sociedade co- Em caso de desistência por parte do cliente, o GUE não se responsabiliza pela
mercial for constituída por escrito particular). devolução do valor.
>7  Cópias dos Estatutos da Sociedade / Pacto Social (se a sociedade co- Conservatória do Registo Comercial do GUE
mercial for constituída por escritura pública). - Inscrição: acto gratuito.
>C  ertificado de admissibilidade de firma e 1 cópia; Instituto Nacional de Estatística
>C  omprovativo bancário do depósito do capital social, numa conta bancá- - Certificado de Registo Estatístico: acto gratuito.
ria em nome da Sociedade; Instituto de Segurança Social
>C  RIP (quando aplicável); - Inscrição: acto gratuito.
(1) O pedido e a emissão do primeiro Certificado de Admissibilidade de Firma / Denominação Social para constituição de sociedades no GUE / BUE tem beneficiado de uma redução de aproximadamente 90%
30
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 3. COMO INVESTIR EM ANGOLA

Direção Nacional de Impostos zona de desenvolvimento e estar inserida no sector prioritário;


- Inscrição: acto gratuito; ii) Registo do investimento na AIPEX permite acesso a benefícios e facilidades
- Obtenção do Número de Identificação Fiscal: acto gratuito. previstos na LIP para investimentos no sector prioritário.
Imprensa Nacional iii) A Sociedade-veículo do investimento privado, está isenta do pagamento
- Publicação: AKZ 1.000,00 das taxas e emolumentos devidos por qualquer serviço solicitado, incluindo
De acordo com a nova Lei do Investimento Privado (Lei n.º 10/18, de 26 de aduaneiros, por um ente público não empresarial, durante um período não su-
Junho – “LIP”), no caso de os sócios serem ESTRANGEIROS NÃO RESIDENTES perior a 5 (cinco) anos.
E/OU PESSOAS COLETIVAS DE DIREITO ESTRANGEIRO, o(s) interessado(s), Os investidores podem optar por qualquer um dos regimes processuais sendo
poderão optar por um dos regimes previstos na LIP. que o regime especial está reservado a investimentos enquadrados nos sec-
tores prioritários.
>R egime de Declaração Prévia A LIP ainda está pendente de regulamentação, pelo que novos requisitos po-
a) As Sociedades devem estar constituídas, previamente à apresentação da derão vir a ser aplicáveis a sócios ESTRANGEIROS NÃO RESIDENTES E/OU
proposta de investimento na Agência de Investimento Privado e Promoção PESSOAS COLETIVAS DE DIREITO ESTRANGEIRO.
das Exportações AIPEX, não sendo necessário a apresentação do Certificado
de Registo e Investimento Privado (CRIP) no acto de constituição; CONTACTOS GUE:
b) O registo do investimento junto da AIPEX é condição de acesso aos direitos Largo António Correia de Freitas, nº 117 / 118 (Av. Marginal) - Luanda
/ benefícios previstos na LIP; Telefone: +244 222 372 788 / Fax: +244 222 370 403
URL: http://gue.minjus-ao.com
>R egime Especial:
i) Aplicável apenas aos investimentos em sectores prioritários e nas zonas de Fontes: Lei n.º 16/14, de 29 de setembro; página do GUE na internet, em 11 de Outubro de
2017 e o GUE (Avenida Marginal), Lei n.º 10/18, de 26 de Junho
desenvolvimento. A graduação dos benefícios fiscais variam em função da
Elaborado pela CCIPA com o apoio de Fátima Freitas Advogados, Angola

Desde 1953, a José Luís de Carvalho, Lda.


é uma empresa líder em Angola, que actua
nas áreas do comércio especializado,
de serviços de assistência pós-venda e
desenvolve a actividade de consultoria
e projectos no sector industrial.

José Luís de Carvalho, Lda. Escritório - Material


desde 1953 - Equipamentos
Máquinas de Costura - Domésticas
- Industriais
Indústria - Material de Consumo
Luanda (Delegação) Benguela (Sede)
- Equipamentos
Av. Cte. Valódia, 76-88 Rua Machado dos Santos, 34-36 - Ferramentas
tel. +244 222 445 062 / 3 /4 tel. +244 272 232 781 / 2 / 3 /4 Sector Auto - Filtros
e-mail: luismarques@jlc.co.ao e-mail: luismarques@jlc.co.ao - Óleo Comercial

www.jlc.co.ao

31
3. COMO INVESTIR EM ANGOLA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Principais Impostos do Sistema Fiscal Angolano


1) IMPOSTO INDUSTRIAL: As empresas não residentes com estabelecimento estável em Angola são
tributadas pelos lucros imputáveis:
INCIDÊNCIA:
> ao estabelecimento estável em Angola;
> GRUPO A: engloba empresas públicas e entes equiparados; sociedades
>à s vendas de mercadorias da mesma natureza ou de natureza similar, em
de capital social igual ou superior a AKZ 2 milhões; sociedades com pro-
Angola, das vendidas pelo estabelecimento estável;
veitos anuais de valor igual ou superior a AKZ 500 milhões; sucursais de
>à s demais actividades comerciais no país, da mesma natureza ou de na-
sociedades não residentes em Angola; associações, fundações e coopera-
tureza similar, às exercidas pelo estabelecimento estável.
tivas que giram proveitos adicionais às dotações e subsídios recebidos dos
seus associados, cooperantes e mecenas. Os serviços prestados por entidades não residentes sem estabelecimento
estável em Angola estão sujeitos a retenção, independentemente do local
> GRUPO B: lucros efectivamente obtidos pelos contribuintes e deter-
da sua prestação.
minados pela sua contabilidade ou sobre os lucros que presumivelmente
obtiveram, quando não directamente apuráveis através dos elementos Se na determinação final do imposto industrial for apurado um montante
contabilísticos disponibilizados pelo contribuinte (caso dos contribuintes inferior ao pago provisoriamente no decurso do exercício, esse crédito
que não disponham de contabilidade organizada). será abatido à colecta dos exercícios seguintes, dentro do prazo geral de
caducidade do imposto.
O imposto industrial tributa lucros decorrentes do exercício de actividades
de natureza comercial ou industrial: mediação ou agência; agrícolas; re- ISENÇÕES: são atribuídas ao abrigo de um acordo com o Estado ou enti-
guladas – seguros, jogo, banca e mercado de capitais; gestão de carteira dade pública com poderes para a sua concessão.
de imóveis, participações sociais ou títulos; fundações; fundos autónomos;
variações patrimoniais positivas, excepto entradas de capital e cobertura
de perdas efectuadas pelos sócios ou créditos de imposto; perdões de dí-
vida. Os lucros levados a reservas e reinvestidos em instalações ou equi-
pamentos nos 3 anos seguintes podem ser deduzidos em 50% aos lucros
tributáveis dos 3 anos seguintes ao do investimento.

32
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 3. COMO INVESTIR EM ANGOLA

EXCLUSÕES: rendimentos ou ganhos sujeitos ao Imposto sobre a Aplica- LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Lei nº 19/14, de 22 de Outubro (Código). Man-
ção de Capitais, não sendo este imposto dedutível para efeitos de imposto têm-se em vigor os seguintes diplomas: Decreto nº 6/96, de 26 de Janei-
industrial; rendimentos sujeitos a Imposto Predial Urbano, incluindo, por ro; Decreto Executivo nº 11/99, de 8 de Janeiro; Resolução nº 7/01, de 6
exemplo, custos de conservação e reparação de imóveis relevados como de Março; Decreto-Lei nº 7/01, de 24 de Agosto; Despacho n.º 110/05, de
custo no apuramento deste imposto, não sendo este então dedutível para 17 de Junho; Decreto Executivo nº 15/09, de 3 de Março (tabela de lucros
efeitos de imposto industrial; matérias-primas, peças ou materiais neces- mínimos-artº 76º do Código), desde que não disponham em contrário da
sários à prestação dos serviços. Lei nº 19/14.
PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS SUJEITAS A RETENÇÃO: a generalidade das 2) IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DO TRABALHO
prestações de serviços estão sujeitas a retenção na fonte à taxa de 6,5%.
INCIDÊNCIA: rendimentos do trabalho, empresariais e profissionais, de-
Exceptuam-se os serviços de:
correntes da prestação de serviços, directa ou indirectamente, a entida-
>e  nsino, jardins de infância, lactários, berçários e estabelecimentos aná-
des com sede, direcção efectiva ou estabelecimento estável em território
logos;
angolano; remuneração de detentores das participações sociais pelo de-
>a  ssistência médico-sanitária e operações conexas realizadas por clínicas,
sempenho de trabalho nas respectivas sociedades; remunerações pagas
hospitais e similares;
por partidos políticos e outras organizações de carácter político ou co-
> v alor inferior a AKZ 20.000,00;
mercial.
> t ransporte de passageiros;
> locação de máquinas ou equipamentos que configurem royalties sujeitos Os contribuintes dividem-se em 3 grupos:
a imposto sobre a aplicação de capitais;
> GRUPO A – Todas as remunerações auferidas por trabalhadores por
> intermediação financeira e seguros (se o prestador se encontrar estabe-
conta de outrem e pagas por entidade patronal por força de vínculo la-
lecido em Angola);
boral; Rendimentos dos trabalhadores cujo vínculo de emprego se en-
>h  otelaria e similares (se o prestador se encontrar estabelecido em Angola);
contra regulado pelo regime jurídico da função pública. A matéria colec-
> t elecomunicações (se o prestador se encontrar estabelecido em Angola).
tável compreende a soma de todas as remunerações; são dedutíveis as
TAXAS APLICÁVEIS: contribuições obrigatórias para a Segurança Social e outras componen-
>n  ormal: 30%; tes remuneratórias não sujeitas ou isentas.
>a  ctividades agrícolas, silvícolas, avícolas, pecuárias e piscatórias: 15%;
>G
 RUPO B – Remunerações dos trabalhadores por conta própria que de-
> c ontribuintes do Grupo B, sem contabilidade organizada: 6,5%;
sempenhem, de forma independente, actividades constantes da lista de
>d  espesas indevidamente documentadas: 2% (desde 2017);
profissões anexa ao Código do IRT; Rendimentos auferidos pelos titula-
>d  espesas não documentadas: 4% (desde 2017);
res de cargos de gerência ou administração ou pelos titulares de órgãos
>d  espesas confidenciais: 30% (nalguns casos, 50%; desde 2017);
sociais de sociedades. ;
>d  onativos concedidos fora das condições previstas na lei do mecenato:
15% (desde 2017); >G
 RUPO C – Remunerações decorrentes de actividades industriais e
> r etenção na fonte incidente sobre serviços: 6,5%. comerciais, constantes da tabela de lucros mínimos.
PREÇOS DE TRANSFERÊNCIA: podem ser efectuadas à matéria colectá- ISENÇÕES: diplomatas, se no país de residência houver reciprocidade de
vel se os termos e condições contratados entre partes relacionadas não tratamento; pessoal ao serviço de organizações internacionais, nos ter-
obedecerem ao princípio da plena concorrência. Os Grandes Contribuin- mos de acordos ratificados pelo Estado angolano; pessoal ao serviço de
tes que tenham registado, no respectivo exercício, um valor de proveitos organizações não-governamentais, nos termos de acordos estabelecidos
anual superior a AKZ 7 mil milhões devem proceder à elaboração de um com entidades nacionais, devidamente reconhecidos; inválidos e mutila-
dossier que suporte e especifique as relações e preços praticados com as dos de guerra com grau de incapacidade superior a 50%; cidadãos nacio-
sociedades com as quais possuam relações especiais, o qual deverá ser nais com idade superior a 60 anos e que aufiram rendimentos do Grupo A;
entregue até seis meses após a data de encerramento do exercício fiscal rendimentos dos Grupos A e B auferidos por antigos combatentes, defi-
(até 30 de Junho de cada exercício fiscal). cientes de guerra e familiares de combatentes falecidos.
LIQUIDAÇÃO PROVISÓRIA: não se aplica no ano de início de actividade.
Tem uma taxa de 2% do total das vendas (conceito adaptado para as so-
ciedades financeiras e seguradoras) efectuadas no 1º semestre e é feita
em agosto, para os contribuintes do Grupo A, e em Julho, para os contri-
buintes do Grupo B. O valor da liquidação provisória pode ser reduzido do
montante de liquidações provisórias entregues em excesso em exercícios
anteriores.

33
3. COMO INVESTIR EM ANGOLA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

EXCLUSÕES: destacam-se, entre outras, as prestações pagas pelo Insti- TAXAS:


tuto Nacional de Segurança Social, no âmbito da protecção social obriga- > Grupo A: até AKZ 34.450,00 – rendimento isento; as taxas aplicáveis aos
tória; abonos para falhas, até ao limite estabelecido para os funcionários restantes escalões são calculadas em função da diferença entre a remu-
públicos; contribuições para a segurança social; subsídios de renda de neração base e o valor da isenção (por exemplo, para uma remuneração
casa até ao limite de 50% do valor do contrato de arrendamento, excepto entre 70.001 e 90.000 AKZ, AKZ 70.000,00 estão isentos de tributação, o
tratando-se de funcionários públicos; compensações por rescisão con- valor fixo são AKZ 3.750,00 e a taxa sobre o excesso é de 11%);
tratual, nos limites definidos pela Lei Geral do Trabalho; salários e outras > Grupo B: 15%; Rendimentos sujeitos a retenção na fonte, nos termos do
remunerações devidas aos trabalhadores eventuais agrícolas e aos tra- Código do Imposto Industrial pagos por pessoas colectivas ou pessoas
balhadores domésticos contratados directamente por pessoas singulares singulares com contabilidade organizada – 6,5%;
ou agregados familiares; subsídios atribuídos a cidadãos angolanos porta- > Grupo C: 30% sobre o rendimento determinado de acordo com a tabela
dores de deficiências motoras, sensoriais e mentais; subsídios diários, de de lucros mínimos; 6,5% nas restantes situações.
representação, de viagem e deslocação atribuídos aos funcionários públi-
cos; subsídios diários de alimentação e transporte, atribuídos a trabalha- LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Lei nº 18/14, de 22 Outubro.
dores que não sejam funcionários do Estado, até ao limite de AKZ 30.000 3) PROTEÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA
do seu valor global mensal; reembolso de despesas de deslocação; gratifi-
cações de férias e subsídio de Natal, até ao limite de 100% do salário base. INCIDÊNCIA: As regras definidas pelo presente diploma ampliam signifi-
cativamente a base de incidência contributiva. Assim, com a entrada em
vigor das novas regras, 90 dias após a publicação do diploma, i.e., a 26
de Dezembro de 2018, apenas i) o subsídio de férias; ii) o abono de fa-
mília e as demais prestações sociais pagas pelas entidades empregadora;
iii) os valores pagos pelos trabalhadores e pelas entidades empregado-
ras na modalidade de proteção social complementar, ficarão isentos de
contribuições para a segurança social, i.e., quer o salário-base quer ou-
tros complementos (a remuneração em espécie, por exemplo, terá que ser
referenciada em dinheiro para efeitos da base de incidência contributiva)
passarão, em regra, a estar sujeitos a contribuições para o sistema de pro-
teção social obrigatória.
TAXAS:
> PESSOAS SINGULARES: rendimentos do trabalho - 3%;
> ENTIDADES EMPREGADORAS: 8% sobre os rendimentos do trabalha-
dor, inclusive do trabalhador já reformado.
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Presidencial nº 227/18, de 27 de Se-
tembro
4) IMPOSTO SOBRE A APLICAÇÃO DE CAPITAIS
INCIDÊNCIA: juros, incluindo juros contáveis; prémios de amortização
ou reembolso e outras formas de remuneração das obrigações de socie-
dades; títulos de participação ou outros similares emitidos por qualquer
sociedade; bilhetes e obrigações do tesouro e títulos do banco central; di-
videndos e repatriação de lucros de estabelecimentos estáveis; royalties;
mais-valias mobiliárias não sujeitas a II ou IRT; prémios de jogo ou lotaria;
outros rendimentos de capitais.
> SECÇÃO A – rendimento produzido ou atribuído em Angola, por entida-
des com residência, sede, direcção efectiva ou estabelecimento estável
no país a pessoa singular ou colectiva com residência, sede, direcção
efectiva ou estabelecimento estável em Angola;
>  SECÇÃO B – rendimentos pagos ou auferidos por pessoas singulares
ou colectivas com domicílio, sede, direcção efectiva ou estabelecimento
estável no país.

34
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 3. COMO INVESTIR EM ANGOLA

ISENÇÕES – juros auferidos por instituições financeiras e cooperativas, 6) IMPOSTO DE CONSUMO


quando sujeitos a II; juros de vendas a crédito dos comerciantes, relativos a INCIDÊNCIA: produção e importação de mercadorias, seja qual for a sua
operações comerciais; juros de empréstimos sobre apólices de seguros de origem; arrematação ou vendas realizadas pelos serviços aduaneiros
vida, realizados por seguradoras; lucros distribuídos por uma entidade com ou outros quaisquer serviços públicos; utilização dos bens ou matérias-
sede ou direcção efectiva no país a uma entidade com sede ou direcção -primas fora do processo produtivo e que beneficiem da desoneração do
efectiva em Angola, sujeita a II, desde que esta última detenha uma parti- imposto; consumo de água e energia; serviços de comunicações electró-
cipação no capital da primeira de pelo menos 25% por um período superior nicas e telecomunicações, independentemente da sua natureza; serviços
a um ano anterior à distribuição dos lucros; juros de instrumentos destina- de hotelaria e outras actividades conexas ou similares; locação de áreas
dos a fomentar a poupança, na parte do capital que não exceda AKZ 500 especialmente preparadas para a recolha ou estacionamento colectivo de
mil por pessoa; juros das contas poupança-habitação; lucros distribuídos veículos; locação de máquinas ou outros equipamentos, excluindo a loca-
por empresas petrolíferas; juros de financiamentos e suprimentos conce- ção de máquinas ou outros equipamentos que, pela sua natureza, deem
didos a entidades do sectorpúblico empresarial e sociedades comerciais lugar ao pagamento de royalties conforme definido no Código do Imposto
cujo capital seja, directa ou indirectamente, integralmente subscrito pelo sobre Aplicação de Capitais; locação de áreas preparadas para conferên-
Estado, e que executem o Programa Nacional de Habitação (Decreto Le- cias, colóquios, exposições, publicidade ou outros eventos; serviços de
gislativo Presidencial nº 1/12, de 16 de Janeiro). consultoria jurídica, fiscal, financeira, económica, imobiliária, contabilística,
EXCLUSÕES – 50% das mais-valias ou das menos-valias resultantes da informática, de engenharia, arquitectura, de auditoria, revisão de contas
alienação, em mercado regulamentado, de obrigações de sociedades, e advocacia; serviços fotográficos, de revelação de filmes e tratamento
bilhetes e obrigações do tesouro e títulos do banco central, desde que a de imagens, serviços de informática e construção de páginas de internet;
emissão dos títulos apresente uma maturidade igual ou superior a 3 anos; serviços de segurança privada; serviços de turismo e viagens promovidos
participações sociais. por agências de viagens ou operadores turísticos equiparados; serviços de
gestão de estabelecimentos comerciais, refeitórios, dormitórios, imóveis e
TAXAS:
condomínios; acesso a espectáculos ou eventos culturais, de recreação e
> SECÇÃO A – juros de contratos de empréstimo, de abertura de crédito desporto; aluguer de viaturas.
e pelo pagamento diferido – 15%;
> SECÇÃO B – dividendos, juros de obrigações de empresas, juros de su- TAXAS: A taxa geral prevista para o Imposto de Consumo é de 10%, com
primentos, emissão de acções com reserva de subscrição preferencial, excepção dos bens que se encontram listados nas tabelas I, II e III anexas
royalties, juros de depósitos bancários, juros de BT e OT, juros de títulos ao Regulamento do Imposto de Consumo, aos quais são aplicáveis as ta-
emitidos pelo BNA, ganhos decorrentes da alienação de valores mobi- xas aí especialmente previstas. O imposto é calculado sobre o preço de
liários, não sujeitos a II ou IRT – 10%; saldo de juros apurados em conta custo dos bens produzidos em território angolano, sobre o valor aduaneiro
corrente, prémios de jogo e lotaria e outros rendimentos de capitais – ou ainda sobre o preço do serviço.
15%; indemnizações pela suspensão da actividade – 5%. ISENÇÕES: exportação de bens pelo próprio produtor, ou entidades voca-
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial n.º 2/14, de 20 cionadas para o efeito; importação de bens pelas Organizações Interna-
de Outubro (Código) cionais e missões diplomáticas e consulares, quando exista reciprocidade
de tratamento; produção de bens manufacturados por processos artesa-
5) IMPOSTO DE SELO nais; matérias-primas e materiais subsidiários, incorporados no processo
INCIDÊNCIA: todos os actos, contratos, documentos, títulos, operações e de fabrico; bens de equipamento e peças sobressalentes, desde que devi-
outros factos previstos na tabela anexa ao Código do Imposto do Selo ou damente certificados pelos Ministérios da tutela e declaração de exclusivi-
em leis especiais, ocorridos em território nacional. dade; procriação de animais; serviços resultantes de negócios jurídicos em
que figurem como adquirente uma sociedade investidora petrolífera, na-
ISENÇÕES: destacam-se: o Estado, incluindo os serviços públicos, esta- cional ou estrangeira, que pratique operações petrolíferas, exclusivamente
belecimentos e organismos, excepto empresas públicas; associações com nas áreas de concessão em fase de pesquisa ou desenvolvimento, até à
estatuto de utilidade pública; créditos concedidos até um prazo máximo de data da primeira produção comercial.
5 dias; créditos concedidos no âmbito de “contas-jovem” e “contas tercei-
ra idade” cujo montante mensal não ultrapasse AKZ 17.600,00; créditos EXCLUSÕES: produtos agrícolas, pecuários, de silvicultura, de pesca e mi-
associados a exportações; contratos de trabalho; transmissões gratuitas nerais não transformados.
de direito de propriedade entre pais e filhos; juros de BT e de títulos emiti- TAXAS: a taxa geral é de 10% mas pode ser de 0 (derivados do petróleo),
dos pelo BNA. 2 e 5% (ex: consumo de energia e água; serviços de telecomunicações e
TAXAS: variam entre AKZ 100,00 e AKZ 100 mil e entre 0,1 e 1%, conforme comunicações electrónicas).
a natureza da operação. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial nº 3-A/14, de
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial n.º 3/14, de 21 21 de outubro; Lei nº 9/99, de 1 de Outubro
de Outubro

35
3. COMO INVESTIR EM ANGOLA ANUÁRIO CCIPA 2018/19

7) PAUTA DOS DIREITOS ADUANEIROS ISENÇÕES: Estado, institutos públicos e associações que gozem do esta-
DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO tuto de utilidade pública; Estados estrangeiros, relativamente aos imóveis
destinados às respectivas representações diplomáticas ou consulares,
INCIDÊNCIA: importação e exportação de mercadorias. Os direitos adua-
quando haja reciprocidade; Instituições religiosas legalizadas, quanto aos
neiros são calculados sobre o valor aduaneiro da mercadoria. O novo di-
imóveis destinados exclusivamente ao culto.
ploma inclui 2.368 códigos a taxa livre (0%), 119 com taxa agravada e 518
com taxa desagravada. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Diploma Legislativo nº 4044, de 13 de Outubro
de 1970; Lei nº 18/11, de 21 de abril; Decreto Executivo nº 175/11, de 19 de
ISENÇÕES: é alargado o conjunto de mercadorias isentas de tributação -
Outubro.
direitos de importação e imposto de consumo - e são alteradas as taxas
de importação e de exportação aplicáveis sobre produtos diversos. De en- 9) SISA SOBRE A TRANSMISSÃO DE IMOBILIÁRIO
tre os produtos isentos de tributação destacam-se os que se compõem o POR TÍTULO ONEROSO
cabaz básico; medicamentos, equipamentos, instrumentos e consumíveis
INCIDÊNCIA: transmissões onerosas de bens imóveis sitos em Ango-
hospitalares e para medicina; viaturas para transporte de passageiros com
la, incluindo arrendamentos a longo prazo – 20 anos ou mais – e outras
lotação igual ou superior a 18 lugares; máquinas e aparelhos para produ-
transacções similares; a aquisição de partes sociais de uma sociedade que
ção industrial, construção civil e/ou indústria mineira; sementes, pesticidas
detenha bens imóveis em Angola quando, por via dessa aquisição, o ad-
e adubos; tratores, alfaias e instrumentos manuais para a agricultura, sem
quirente passe a deter 50% ou mais do capital social e se demonstre que
necessidade de solicitação prévia de isenção. As mercadorias isentas pa-
a aquisição das partes sociais teve como principal objectivo a aquisição
gam, apenas, a taxa de serviço, fixada em 2%, e o imposto de selo, de 1%.
dos bens imóveis; direitos de água, de exploração e de servidão perpétua.
TAXAS: direitos aduaneiros e demais imposições aduaneiras: direitos anti-
ISENÇÕES: o Estado, institutos públicos e associações que gozem do es-
dumping, impostos de consumo (cobrado no acto de desalfandegamento
tatuto de utilidade pública; Estados estrangeiros, relativamente aos imó-
das mercadorias; foi criada a taxa máxima de 30%) e de selo, emolumentos
veis destinados às respectivas representações diplomáticas ou consulares,
gerais aduaneiros, sobretaxas e outros legalmente aprovados. O cálculo
quando haja reciprocidade; Instituições religiosas legalizadas, quanto aos
dos direitos e demais imposições aduaneiras incidentes sobre mercado-
imóveis destinados exclusivamente ao culto; os imóveis com valor inferior
rias tem por base as taxas de câmbio em vigor no dia em que o despacho
a 78.000 UCF (1 UCF = 88 AKZ) para efeitos de liquidação de Sisa, desde
aduaneiro é submetido à Estância Aduaneira competente; a taxa de câm-
que sejam afectos à habitação própria permanente do adquirente e res-
bio aplicada no processo de importação é a de venda e no processo de ex-
peitem à primeira transmissão.
portação é a de compra, fixadas pelo Banco Nacional de Angola e em vigor
no momento em que os direitos e demais imposições se tornem exigíveis. A TAXA: 2%.
base de cálculo da taxa de prestação de serviços aduaneiros passa a ser o LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Diploma Legislativo nº 230, de 18 de Maio de
preço do produto no local onde é adquirido. É criada uma taxa de 20% que 1931; Decreto Executivo Conjunto nº 97/09, de 8 de Outubro; Decreto Pre-
incide sobre as mercadorias nacionalizadas, a fim de evitar a sua reexpor- sidencial nº 38/11, de 4 de Março.
tação e a saída de divisas despendidas aquando da importação inicial. A
pauta proíbe a importação, entre outros produtos, de pneus recauchuta- 10) IMPOSTOS SOBRE SUCESSÕES E DOAÇÕES
dos e usados, motores de ocasião e químicos nocivos à saúde. INCIDÊNCIA: É devido pelo beneficiário da sucessão ou doação e incide
As Alfândegas podem cobrar taxas relativas a serviços de vigilância, de sobre transmissões gratuitas de bens móveis e imóveis, em dinheiro, títulos
fiscalização, de conferência de carga, de condução de mercadorias, de do estado, acções, títulos de crédito de sociedades e bancos.
selagem e desselagem de contentores, de medição de tanques, de abas-
tecimento de combustível, de funcionamento fora das horas normais de ISENÇÕES: aquisições efectuadas pelo cônjuge, ascendentes e descen-
expediente, de expediente de navios e de visita fiscal. dentes ficam isentas caso o respectivo valor não exceda AKZ 500 mil.
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Decreto Legislativo Presidencial n.º 3/18, de 9 TAXAS: - operações entre cônjuges, ascendentes e descendentes até AKZ
de Maio 3 milhões: 10%; - operações entre cônjuges, ascendentes e descendentes
de valor superior a AKZ 3 milhões: 15%; - outros até AKZ 3 milhões: 20%; -
8) IMPOSTO PREDIAL URBANO outros de valor superior a AKZ 3 milhões: 30%.
INCIDÊNCIA: é devido anualmente pelo beneficiário de rendas de prédios LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Diploma Legislativo nº 230, de 18 de Maio de
arrendados ou pelo proprietário, usufrutuário ou beneficiário do direito de 1931.
superfície de prédios não arrendados. Base: 60% da renda de prédios ar-
rendados; valor patrimonial de prédios não arrendados. Fontes: Ernst & Young in Guia Fiscal de Angola 2015; Deloitte in Guia Fiscal 2018; jornal
MERCADO; jornal O PAÍS
TAXAS:
> prédios arrendados, independentemente do valor patrimonial : 25%;
> prédios não arrendados, com valor patrimonial até AKZ 5 milhões: 0%;
> prédios não arrendados, com valor patrimonial superior a AKZ 5 milhões:
0,5%.

36
ANUÁRIO ANGOLA 2018/19 8. EMPRESAS ASSOCIADAS

113
37
4 Como Investir
em Portugal
Nome Oficial - Portugal
Capital - Lisboa
Língua Oficial - Português
Moeda - Euro (€, dividido
em 100 cêntimos)
Indicativo telefónico do País +351
País Fronteiriço - Espanha

Rio Minho
Espanha
Viana do Castelo

2
92.212 km
Braga Vila Real
Área População Bragança

Porto Rio Douro

10,300 milhões de habitantes (2017) Oceano Aveiro


Ativa – 5,219 milhões de habitantes (2017) Viseu

Emprego por Setor de Atividade: Atlântico


agricultura, silvicultura e pescas - 6,4%* Rio Mondego Guarda

indústria, construção, energia e águas - 24,7%*


serviços - 68,9%* Coimbra
(*2017, INE)
Castelo Branco
Leiria
Per Capita € 18.894 (2017, Banco de Portugal) Rio Tejo
Produto PIB por pessoa empregada € 40.202 (2017, INE Portugal) Santarém
Interno UE/28 = 100 - Portugal = 77,8 Espanha
Bruto Portalegre

Importações de bens (CIF): € 69.489 milhões Lisboa

(2017, INE Portugal) Setúbal Évora


Serviços: € 14.651 milhões
(2017, Banco de Portugal) Rio Guadiana
Exportação de Bens (FOB): € 55.029 milhões Rio Sado
(2017, INE)
Trocas Exportação de Serviços € 30.270 milhões
Comerciais (2017, Banco de Portugal)
Beja

Investimento Directo:
de Portugal no Estrangeiro (IDPE) € 2.137 milhões
(2017, Banco de Portugal)
do Estrangeiro em Portugal (IDE) € 6.164 milhões
(2017, Banco de Portugal) Faro

Região Autónoma Região Autónoma


dos Açores
Risco da Madeira
País
Outubro 2018
FITCH - rating soberano BBB, perspetiva estável
STANDARD & POOR’S - rating soberano BBB-, perspetiva positiva
MOODY’S - rating soberano Baa3, perspetiva estável
DBRS - rating soberano BBB, perspectiva estável

38
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL

XXI Governo Constitucional


Primeiro-Ministro Secretário de Estado do Orçamento Secretária de Estado da Segurança Social
António Costa > João Leão > Cláudia Joaquim
Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Secretária de Estado da Administração Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas
> Pedro Nuno Santos e do Emprego Público com Deficiência
Secretária de Estado Adjunta do Primeiro-Ministro Maria de Fátima Fonseca > Ana Sofia Antunes
Mariana Vieira da Silva Ministro da Defesa Nacional Ministra da Saúde
Ministro Adjunto e da Economia João Gomes Cravinho Marta Temido
Pedro Siza Vieira Secretária de Estado da Defesa Nacional Secretário de Estado Adjunto e da Saúde
Secretário de Estado da Economia > Ana Santos Pinto > Francisco Ramos
> João Correia Neves Ministro da Administração Interna Secretária de Estado da Saúde
Secretária de Estado do Turismo Eduardo Arménio do Nascimento Cabrita > Raquel Duarte
> Ana Mendes Godinho Secretária de Estado Adjunta e da Administração Ministro do Planeamento e das Infraestruturas
Secretário de Estado da Defesa do Consumidor Interna Pedro Marques
> João Torres > Maria Isabel Solnado Porto Oneto Secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão
Secretário de Estado da Valorização do Interior Secretário de Estado da Protecção Civil > Nelson de Souza
> João Catarino > José Artur Tavares Neves Secretário de Estado das Infraestruturas
Ministro dos Negócios Estrangeiros Secretário de Estado das Autarquias Locais > Guilherme W. d’Oliveira Martins
Augusto Santos Silva > Carlos Manuel Soares Miguel Ministro do Ambiente e da Transição Energética
Secretária de Estado dos Assuntos Europeus Ministra da Justiça João Pedro Matos Fernandes
> Ana Paula Zacarias Francisca Van-Dunem Secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade
Secretária de Estado dos Negócios Secretária de Estado Adjunta e da Justiça > José Mendes
Estrangeiros e da Cooperação > Helena Mesquita Ribeiro Secretário de Estado do Ambiente
> Teresa Ribeiro Secretária de Estado da Justiça > Carlos Martins
Secretário de Estado das Comunidades > Anabela Pedroso Secretária de Estado do Ordenamento do Território
Portuguesas e da Conservação da Natureza
> José Luís Carneiro Ministra da Cultura
Graça Fonseca > Célia Ramos
Secretário de Estado da Internacionalização Secretária de Estado da Habitação
> Eurico Brilhante Dias Secretária de Estado da Cultura > Ana Pinho
Ministra da Presidência e da Modernização > Ângela Carvalho Ferreira Secretário de Estado da Energia
Administrativa Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior > João Galamba
Maria Manuel Leitão Marques > Manuel Heitor
Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ministro da Agricultura, Florestas
Secretário de Estado da Presidência do Conselho Ensino Superior e Desenvolvimento Rural
de Ministros > João Sobrinho Teixeira Luís Capoulas Santos
> Tiago Antunes Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação
Secretário de Estado Adjunto e da Modernização Ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues > Luís Medeiros Vieira
Administrativa Secretário de Estado das Florestas
> Luís Goes Pinheiro Secretária de Estado Adjunta e da Educação e do Desenvolvimento Rural
Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade > Alexandra Leitão > Miguel João de Freitas
> Rosa Filomena Brás Lopes Monteiro Secretário de Estado da Educação
> João Costa Ministra do Mar
Ministro das Finanças Ana Paula Vitorino
Mário Centeno Secretário de Estado da Juventude e do Desporto
> João Paulo Rebelo Secretário de Estado das Pescas
Secretário de Estado Adjunto e das Finanças > José Apolinário
> Ricardo Mourinho Félix Ministro do Trabalho, Solidariedade
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e Segurança Social
> António Mendonça Mendes José António Vieira da Silva
Secretário de Estado do Tesouro Secretário de Estado do Emprego Fonte: Fonte: página do XXI Governo Constitucional de
> Álvaro Novo > Miguel Cabrita Portugal na internet, em 18.out.2018

39
4. COMO INVESTIR EM PORTUGALPORTUGAL ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Investimento estrangeiro em Portugal

I - ENQUADRAMENTO

Este texto visa abordar, ainda que sucinta- caso, nomeadamente, da captação, trata- Numa Sociedade Anónima o capital é dividi-
mente, a constituição de sociedades co- mento e distribuição de água para consumo do em ações e cada sócio tem a sua respon-
merciais em Portugal, designadamente so- público, dos transportes ferroviários em re- sabilidade limitada ao valor das ações que
ciedades constituídas por capital nacional e gime de serviço público e da exploração de subscreveu. Neste caso, poderá ser diferida
angolano, e suas implicações legais respei- portos marítimos. Os operadores privados a realização de até 70% do valor nominal
tantes ao investidor estrangeiro. podem ter acesso a algumas destas activi- das ações. A regra geral são cinco sócios
dades, mas apenas através de contrato de para constituir uma Sociedade Anónima,
A presente análise não pretende ser con- concessão. embora a lei preveja a hipótese de poderem
siderado aconselhamento jurídico inclui a ser dois em casos em que um dos acionistas
indicação de licenças específicas que pos- é o Estado. Acresce ainda que já não é pos-
sam ser legalmente exigidas para o desen- III - TIPOS DE SOCIEDADES sível a existência de ações ao portador.
volvimento de determinadas actividades, COMERCIAIS
vertendo apenas as regras gerais aplicáveis De destacar ainda que apenas os sócios das
à constituição de sociedades comerciais em Nos termos do Código das Sociedades Co- sociedades em nome colectivo e os sócios
Portugal. merciais, existem quatro tipos de socieda- comanditados das sociedades em comandi-
des comerciais: sociedades em nome co- ta simples respondem ilimitadamente pelas
letivo, sociedades por quotas, sociedades dívidas da sociedade.
II - CAPITAL ESTRANGEIRO anónimas e sociedades em comandita, sen-
do que as sociedades por quotas e as socie-
Actualmente, não existe qualquer distinção dades anónimas são as mais comuns. IV – CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADES
entre empresas de capital estrangeiro e COMERCIAIS
empresas de capital nacional em Portugal. Na Sociedade por Quotas o capital está di-
Para além disso, não se verificam quaisquer vidido em quotas e os sócios são solidaria- No âmbito do programa governamental
restrições à entrada de capital estrangeiro mente responsáveis por todas as entradas Simplex que tem por objectivo a desburo-
nem é obrigatória a participação de sócios convencionadas no contrato social. Só o cratização do sistema jurídico, foram im-
nacionais. património social responde para com os plementadas diversas medidas, entre elas, a
credores pelas dívidas da sociedade, salvo dinamização do processo de constituição de
Mais, não existem quaisquer limitações ao disposição no contrato de sociedade esta- empresas. Assim, para além da possibilidade
repatriamento de lucros e/ou dividendos. belecendo a responsabilidade direta dos só- de constituição notarial de uma sociedade
cios para com os credores sociais. e do já existente Centro de Formalidade de
No entanto, os projectos de investimento Empresas (CFE), encontram-se já disponí-
estrangeiro que pela sua natureza, forma Nas sociedades por quotas apenas pode ser veis a ‘empresa na hora’ e a ‘empresa online’
ou condições de realização possam afetar diferida a efetivação de metade das entra- enquanto sistemas de apoio à constituição
a ordem, a segurança ou a saúde pública, das em dinheiro, mas o quantitativo global de empresas.
assim como aqueles que respeitem à produ- dos pagamentos feitos por conta destas,
ção de armas, munições e material de guer- juntamente com a soma dos valores nomi- Empresa na Hora
ra ou que envolvam o exercício de poderes nais das quotas correspondentes as entra- Qualquer pessoa ou empresa, portuguesa
da autoridade pública, apenas poderão ser das em espécie deve perfazer o capital mí- ou estrangeira, pode criar uma ‘empresa
realizados quando obedeçam aos condicio- nimo fixado na lei. na hora’ nos mais de cinquenta postos de
nalismos legais e cumpram os requisitos es- atendimento em Conservatórias do Registo
tabelecidos na legislação especial aplicável. São precisos dois sócios para constituir uma Comercial e Centros de Formalidades das
sociedade por quotas. No entanto, existem Empresas, independentemente do local da
Não existem também sectores vedados sociedades unipessoais por quotas consti- sede da futura sociedade.
ao capital estrangeiro. Existem, no entan- tuídas por um sócio único, pessoa singular Deste modo, é possível a constituição e o
to, limites ao acesso da iniciativa privada a ou coletiva, que é o titular da totalidade do registo de uma sociedade unipessoal, por
determinadas actividades económicas. É o capital social.

40
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL

quotas ou anónima, de forma imediata. Bas- A saber: até € 7.500.000; 5% de € 7.500.000 até
ta optar por um pacto social pré-aprovado 35.000.000 e 9% sobre o lucro que exceda
e escolher uma firma, de entre um conjunto Obrigação de constituição de represen- este limite). Os municípios têm ainda a facul-
pré-reservado a favor do Estado. O registo tante fiscal dade de lançar uma derrama municipal cuja
do contrato será publicado de imediato no As entidades que não tenham sede ou dire- taxa máxima é 1,5%do lucro tributável, exis-
sítio http://publicacoes.mj.pt/, de acesso ção efetiva, nem estabelecimento estável tindo diversos municípios onde este tributo
gratuito. em Portugal, mas que obtenham qualquer não é devido.
tipo de rendimentos em território português,
Constituição Online têm que nomear um sujeito passivo que as A sociedade Angolana:
O regime especial de constituição on-line de represente perante a Administração Tribu- Pese embora a lei portuguesa preveja um
sociedades possibilita a criação de empre- tária (quanto às suas obrigações tributárias regime muito amplo de isenção de tributa-
sas através da Internet (www.portaldaem- referentes a IRC). ção de dividendos – participation exemp-
presa.pt). O registo da sociedade constituí- tion- o mesmo só é aplicável a sociedades
da é realizado imediatamente, ou no prazo O representante fiscal pode ser uma pessoa investidoras que sejam residentes num Es-
máximo de dois dias úteis, consoante os singular ou coletiva, desde que seja consi- tado Membro da União Europeia, do Espaço
interessados optem por um pacto ou acto derado residente em território português. Económico Europeu ou num Estado com
constitutivo de modelo aprovado ou por o qual Portugal haja celebrado uma con-
submeter um pacto ou acto constitutivo por Deste modo, todo o sujeito passivo residente venção para evitar a dupla tributação. Não
si elaborado. no estrangeiro (que não num Estado-mem- sendo esse o caso de Angola, a empresa an-
bro da União Europeia), que obtenha algum golana sócia de uma sociedade constituída
Centro de Formalidades de Empresas tipo de rendimento em território português, ao abrigo da lei portuguesa será tributada à
Nos demais casos, se se optar por constituir está obrigado nos termos do artigo 19.°, nº taxa liberatória de 25% sobre os lucros que
a Sociedade num CFE, o tempo médio para 5, da Lei Geral Tributária a ter um represen- lhe sejam distribuídos por esta última.
a mesma irá variar em função da procura de tante fiscal residente. Esta disposição não é
cada CFE, da capacidade do Cartório asso- aplicável nos casos em que apenas sejam É ainda relevante salientar que os eventuais
ciado (se a este se recorrer na medida em obtidos rendimentos sujeitos a tributação ganhos decorrentes da alienação das par-
que o Decreto-Lei n.º 76- A/2006, de 29 de liberatória. ticipações sociais na sociedade portuguesa
março, em vigor desde 30 de junho de 2006, estarão isentos de tributação, desde que os
tornou facultativas as escrituras públicas O incumprimento desta obrigação acessória requisitos legais se mostrem cumpridos (de-
relativas a atas da vida das empresas, dei- é passível de sanção sob a forma de coima, signadamente, o activo da sociedade portu-
xando de ser obrigatória, designadamente, por força do artigo 124.°, N.º 1, do Regime guesa não ser constituído maioritariamente
a escritura pública para constituição de uma Geral das Infrações Tributárias, bem como a por imóveis sitos em Portugal).
sociedade comercial, exceto quando o ca- inibição do exercício de determinados direi-
pital seja realizado com recurso a entradas tos, como seja a apresentação de reclama-
em bens imóveis), e ainda do tempo de res- ções graciosas. Benefícios fiscais
posta do RNPC. Ainda assim, o tempo médio Nos termos do artigo 2.° do referido Esta-
para a constituição de uma sociedade é de Sujeição a imposto tuto, consideram-se benefícios fiscais as
23 dias, havendo no entanto que acrescer medidas de carácter excepcional instituídas
o período normalmente necessário para A sociedade Portuguesa: para tutela de interesses públicos extrafis-
efeitos do Registo Comercial, o qual varia de Os lucros da empresa portuguesa (incluin- cais relevantes que sejam superiores aos da
Conservatória para Conservatória do Regis- do os ganhos de capital) estão sujeitos a própria tributação que impedem.
to Comercial. tributação em sede de Imposto sobre Ren-
dimento das Pessoas Colectivas (IRC) e Der- Estes podem consubstanciar-se em isen-
V – FISCALIDADE APLICÁVEL rama Municipal. A taxa do IRC é actualmen- ções, reduções de taxas, deduções a ma-
te de apenas 21% no Continente e Madeira téria colectável e a colecta, amortizações e
Por forma a uma empresa angolana poder e 16.8% nos Açores, à qual poderá acrescer reintegrações aceleradas, entre outras.
realizar investimento direto no capital social uma derrama estadual incidente sobre os
de uma empresa portuguesa já constituída, lucros mais elevados, de taxa progressi- Fonte: Miranda e Associados – Sociedade de Advogados
determinadas obrigações terão de ser cum- va na medida que excedam € 1.500.000. www.mirandalawfirm.com
pridas. A taxa da derrama estadual é progressiva:
3% sobre o lucro que exceda € 1.500.000
41
4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Investimento Directo de Portugal com o Exterior


2014 - 1º Sem. 2018
(3 milhões)
ANOS VARIAÇÃO (%)
1º Sem. 1º Sem. 1º Sem.
2014 2015 2016 2017 15/14 16/15 17/16
2017 2018 18
por Fluxos de Investimento
Activo (IDPE) -391 5 025 2 455 -2 137 317 59 1385,2% -51,1% -187,0% -81,4%
Passivo (IDE) 2 260 6 245 5 704 6 164 5 224 2 576 176,3% -8,7% 8,1% -50,7%
Saldo -2 651 -1 220 -3 249 -8 301 -4 907 -2 517 -54,0% 166,3% 155,5% -48,7%
por Posição (stock) de investimento (3 milhões)
ANOS VARIAÇÃO (%)
1º Sem. 1º Sem. 1º Sem.
2014 2015 2016 2017 15/14 16/15 17/16
2017 2018 18

Activo (IDPE) 45 142 52 434 53 103 50 843 53 936 48 434 16,2% 1,3% -4,3% -10,2%
Passivo (IDE) 99 024 108 454 110 633 119 768 117 579 119 002 9,5% 2,0% 8,3% 1,2%
Saldo -53 882 -56 020 -57 530 -68 925 -63 643 -70 568 4,0% 2,7% 19,8% 10,9%
Nota do Banco de Portugal in Portugal - Ficha País, dez.14, AICEP Portugal Global: na sequência da alteração metodológica emanada da 6ª edição do Manual da Balança de
Pagamentos e Posição Internacional (BPM6), ao nível do investimento direto passou a prevalecer o princípio passivo / activo, em substituição do princípio direcional (IDE /
IDPE). Assim, o passivo corresponde às responsabilidades de Portugal com o exterior em matéria de investimento direto e compara grosso modo com o direcional IDE, enquan-
to o activo representa os créditos de Portugal perante o exterior, ou seja, o direcional IDPE. Com esta metodologia, os valores passam a estar disponíveis apenas em termos
líquidos, deixando de ser divulgados os valores de ID bruto e de desinvestimento.
Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal: Estatísticas de Relacionamento Económico com Angola, set.17 e set.18, segundo dados do Banco de Portugal

42
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL

Fluxos de Investimento Directo de Portugal com o Exterior


2015 - Julho 2018 (3 milhões)
ANOS
2015 2016 Jan - Jul 2017 Jan - Jul 2018

IDPE por Destino (activo)


por País: Alemanha 567 854 204 60
Angola 261 -78 47 5
Brasil -265 470 25 47
Espanha 1 423 1 145 521 98
E.U.A. -138 36 -98 -152
França 227 617 17 -164
Irlanda 427 79 63 58
Itália 416 141 36 30
Luxemburgo 7 147 -310 131
Bélgica 200 177 -68 -91
Países Baixos -2 444 1 303 -131 -226
Reino Unido 457 322 134 -79
Suíça 106 1 -25 4
Outros nd nd -651 -239
por Zona Geoeconómica: União Europeia 2 447 9 656 587 -49
Países Terceiros 965 5 029 -824 -466
Total da Economia 972 5 030 -236 -515
IDE por Origem (passivo)
por País: Alemanha 663 517 231 138
Angola 168 27 242 251
Brasil -899 345 36 84
Espanha -1 090 1 620 -852 -349
E.U.A. 412 72 319 10
França 708 1 028 750 -128
Irlanda 58 -19 -20 -140
Itália 43 46 83 178
Luxemburgo 6 920 1 538 1 863 902
Bélgica 17 2 149 156
Países Baixos -7 424 1 173 1 758 -526
Reino Unido 957 409 514 550
Suíça -27 169 160 -6
Outros nd nd 1 130 801
por Zona Geoeconómica: União Europeia 2 447 9 656 4 595 760
Países Terceiros 2 125 8 199 1 767 1 160
Total da Economia 2 188 8 365 6 362 1 921
Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal: Investimento Direto com o Exterior, set.18, e Principais Indicadores Económicos, set.18;
Livraria Digital da AICEP Portugal Global na internet, set e out 18

43
4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Repartição Geográfica do Comércio Externo


2016 - Julho 2018 (3 milhões)

2016 2017 Jan - Jul 2017 Jan - Jul 2018


valor quota posição valor quota posição valor quota posição valor quota posição
Principais Destinos das Exportações Portuguesas de Mercadorias
Espanha 12 930 25,8% 1º 13 861 25,2% 1º 8 196 25,4% 1º 8 863 25,5% 1º
França 6 323 12,6% 2º 6 888 12,5% 2º 4 122 12,8% 2º 4 526 13,0% 2º
Alemanha 5 838 11,7% 3º 6 256 11,4% 3º 3 652 11,3% 3º 4 090 11,8% 3º
Reino Unido 3 538 7,1% 4º 3 644 6,6% 4º 2 161 6,7% 4º 2 142 6,2% 4º
E.U.A. 2 465 4,9% 5º 2 844 5,2% 5º 1 683 5,2% 5º 1 769 5,1% 5º
Angola 1 502 3,0% 8º 1 787 3,2% 8º 1 046 3,2% 7º 874 2,5% 8º
Países Baixos 1 876 3,7% 6º 2 209 4,0% 6º 1 301 4,0% 6º 1 340 3,9% 6º
Bélgica 1 216 2,4% 9º 1 276 2,3% 9º 778 2,4% 9º 831 2,4% 9º
Itália 1 731 3,5% 7º 1 949 3,5% 7º 1 012 3,1% 8º 1 012 2,9% 7º
Suíça 534 1,1% 13º 579 1,1% 13º 351 1,1% 13º 354 1,0% 12º
China 676 1,4% 11º 842 1,5% 11º 419 1,3% 11º 419 1,2% 10º
Marrocos 712 1,4% 10º 730 1,3% 12º 463 1,4% 10º 456 1,3% 11º
Brasil 539 1,1% 12º 944 1,7% 10º 401 1,2% 12º 456 1,3%
Sub-Total 39 880 79,7% - 43 809 79,6% - 25 582 79,2% - 27 131 78,0% -
Total 50 039 100,0% - 55 029 100,0% - 32 291 100,0% - 34 791 100,0% -
Principais Fornecedores das Importações Portuguesas de Mercadorias
Espanha 20 345 33,1% 1º 22 453 32,3% 1º 12 869 32,0% 1º 13 588 31,2% 1º
França 4 732 7,7% 3º 5 105 7,3% 3º 2 993 7,4% 3º 3 361 7,7% 3º
Alemanha 8 254 13,4% 2º 9 504 13,7% 2º 5 481 13,6% 2º 6 044 13,9% 2º
Reino Unido 1 801 2,9% 7º 1 863 2,7% 8º 1 082 2,7% 8º 1 092 2,5% 8º
E.U.A. 878 1,4% 11º 994 1,4% 11º 602 1,5% 11º 697 1,6% 10º
Angola 810 1,3% 12º 279 0,4% 12º 116 0,3% 13º 494 1,1% 12º
Países Baixos 3 132 5,1% 5º 3 735 5,4% 5º 2 080 5,2% 5º 2 237 5,1% 5º
Bélgica 1 734 2,8% 8º 1 926 2,8% 7º 1 115 2,8% 7º 1 211 2,8% 7º
Itália 3 382 5,5% 4º 3 771 5,4% 4º 2 249 5,6% 4º 2 382 5,5% 4º
Suíça 270 0,4% 13º 270 0,4% 13º 163 0,4% 12º 182 0,4% 13º
China 1 819 3,0% 6º 2 051 3,0% 6º 1 167 2,9% 6º 1 333 3,1% 6º
Rússia 1 187 1,9% 9º 1 577 2,3% 9º 963 2,4% 9º 762 1,7% 9º
Brasil 1 054 1,7% 10º 1 219 1,8% 10º 743 1,8% 10º 592 1,4% 11º
Sub-Total 49 397 80,4% - 54 747 78,8% - 31 624 78,7% - 33 975 78,0% -
Total 61 424 100,0% - 69 489 100,0% - 40 200 100,0% - 43 562 100,0% -
Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE Portugal e da AICEP Portugal Global

44
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL

Comércio Externo por Grupos de Produtos


2016 - Julho 2018 (3 milhões e % do total)

2016 2017 Jan - Jul 2018


% do % do % do % do % do % do
Import. Export. Import. Export. Import. Export.
total total total total total total

Agrícolas 6 736,7 11,0 3 401,5 6,8 7 581,4 10,7 3 470,0 6,3 4 486,9 10,3 2 191,8 6,3
Alimentares 2 694,7 4,4 2 501,1 5,0 2 894,7 4,2 2 533,6 4,6 1 655,4 3,8 1 530,8 4,4
Combustíveis
6 185,5 10,1 3 101,4 6,2 7 926,0 11,5 3 910,6 7,1 5 227,4 12,0 2 574,5 7,4
Minerais
Químicos 6 553,0 10,7 2 701,2 5,4 6 961,1 10,1 2 864,1 5,2 4 399,8 10,1 1 530,8 4,4
Plásticos,
3 735,8 6,1 3 751,7 7,5 4 273,2 6,2 4 241,1 7,7 2 700,8 6,2 2 539,7 7,3
Borracha
Peles, Couros 857,4 1,4 300,1 0,6 827,1 1,2 275,4 0,5 522,7 1,2 174,0 0,5
Madeira,
857,4 1,4 1 550,7 3,1 896,0 1,3 1 707,4 3,1 566,3 1,3 1 043,7 3,0
Cortiça
Pastas
Celulósicas, 1 224,9 2,0 2 451,1 4,9 1 240,6 1,8 2 533,6 4,6 827,7 1,9 1 530,8 4,4
Papel
Matérias
1 898,5 3,1 1 950,9 3,9 2 136,6 3,1 2 148,1 3,9 1 263,3 2,9 1 322,1 3,8
Têxteis
Vestuário 2 021,0 3,3 3 101,4 6,2 1 929,8 2,8 3 249,7 5,9 1 219,7 2,8 1 913,5 5,5
Calçado 796,2 1,3 1 950,9 3,9 827,1 1,2 2 093,0 3,8 479,2 1,1 1 217,7 3,5
Minerais,
857,4 1,4 2 351,0 4,7 964,9 1,4 2 588,7 4,7 609,9 1,4 1 600,4 4,6
Minérios
Metais Comuns 4 532,0 7,4 3 651,6 7,3 5 582,7 8,1 4 351,2 7,9 3 659,2 8,4 2 818,1 8,1
Máquinas,
10 227,6 16,7 7 703,4 15,4 11 647,8 16,9 8 537,2 15,5 7 536,2 17,3 4 975,1 14,3
Aparelhos
Veículos, Outro
8 451,5 13,8 5 652,5 11,3 9 580,2 13,9 6 334,1 11,5 6 055,1 13,9 5 114,3 14,7
Mat. Transporte
Óptica
1 469,8 2,4 800,4 1,6 1 585,2 2,3 1 046,5 1,9 1 001,9 2,3 835,0 2,4
e Precisão
Outros
2 143,5 3,5 3 101,4 6,2 2 274,4 3,3 3 194,6 5,8 1 350,4 3,1 1 878,7 5,4
Produtos
Total 61 243,0 100,0 50 022,0 100,0 68 922,0 100,0 55 079,0 100,0 43 562,0 100,0 34 791,0 100,0
Fonte: AICEP Portugal Global in Portugal - Ficha de País, mar.17 e set.18, e Portugal - Indicadores Económicos, mai.17 e set.18
4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Evolução do Comércio Externo de Bens e Serviços


2015 - Julho 2018 (3 milhões e % do total)

ANOS VAR. (%)


Jan-Jul Jan-Jul Jan-Jul
2015 2016 2017 16 / 15 17 / 16
2017 2018 18 / 17

de Mercadorias
Exportações (fob) 49 634 50 022 55 029 32 291 34 791 0,8% 10,0% 7,7%
% PIB 27,6% 27,0% 28,5% - 35,2% -2,3% 5,7% -
Importações (cif) 60 345 61 243 69 489 40 200 43 562 1,5% 13,5% 8,4%
% PIB 33,6% 33,0% 36,0% - 44,1% -1,6% 9,0% -
Saldo (fob-cif) -10 711 -11 221 -14 460 -7 909 -8 771 4,8% 28,9% 10,9%
Coeficiente de Cobertura (%) 82,3% 81,7% 79,2% 80,3% 79,9% -0,7% -3,0% -0,6%
Peso das Importações (%) 54,9% 55,0% 55,8% 55,5% 55,6% 0,3% 1,4% 0,3%
de Serviços
Exportações (fob) 24 788 25 785 30 270 16 413 17 664 4,0% 17,4% 7,6%
% PIB 13,8% 13,9% 15,7% - 17,9% 0,8% 12,8% -
Importações (cif) 10 885 10 531 14 651 8 468 8 862 -3,3% 39,1% 4,7%
% PIB 6,1% 5,7% 7,6% - 9,0% -6,2% 33,7% -
Saldo 13 903 15 254 15 619 7 945 8 802 9,7% 2,4% 10,8%
Coeficiente de Cobertura (%) 227,7% 244,8% 206,6% 193,8% 199,3% 7,5% -15,6% 2,8%
Peso das Importações (%) 30,5% 29,0% 32,6% 34,0% 33,4% -5,0% 12,5% -1,8%
Exportações Totais de Bens e Serviços 74 422 75 807 84 316 48 173 51 918 1,9% 11,2% 7,8%
Importações Totais de Bens e Serviços 71 230 71 774 80 805 46 681 50 698 0,8% 12,6% 8,6%
Saldo da Balança Comercial 3 192 4 033 3 511 1 492 1 220 -34,6% 431,7% -13,9%
Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE Portugal (página na internet, em 26.set.17), do Banco de Portugal (página na internet, em 26.set.17) e da AICEP Portugal
Global in Portugal - Ficha País, mar. e out.17; Portugal - Comércio Internacional de Bens e Serviços, set.17 e set.18,
e Portugal - Principais Indicadores Macroeconómicos, set.18

46
47
4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Exportações e Importações de Serviços


2015 - Julho 2018 (3 milhões)
ANOS
SERVIÇOS 2015 2016 2017 Jan-Jul 2017 Jan-Jul 2018
Exportações
Transformação de recursos materiais pertencentes a terceiros 320,0 371,1 420,0 38,4 23,3
de manutenção e reparação 413,8 460,9 594,4 62,8 51,6
Transportes: 5 713,4 5 747,6 6 547,8 568,4 612,3
marítimos 691,8 630,4 722,0 61,0 58,7
aéreos 3 727,4 3 705,9 4 353,2 371,7 418,5
outros modos de transporte 1 177,3 1 308,0 1 332,2 125,9 123,2
serviços postais e de correio 116,9 103,3 140,4 9,8 11,9
Viagens e turismo 11 451,1 12 680,6 15 153,4 1 836,3 2 011,3
Construção 561,0 723,7 642,6 55,3 49,8
Seguros e pensões 126,4 124,5 134,0 14,2 12,4
Serviços financeiros 332,1 326,7 345,1 30,2 34,1
Direitos cobrados pela utilização de propriedade intelectual 72,7 86,4 140,7 1,9 7,0
Telecomunicações, informáticos e de informação: 1 209,2 1 338,7 1 432,7 123,4 125,0
de telecomunicações 438,7 441,0 366,6 32,5 30,7
informáticos 755,7 873,1 1 033,1 88,6 92,4
de informação 14,8 24,7 33,0 2,4 1,8
Outros serviços fornecidos por empresas: 4 609,2 4 520,6 4 432,7 383,4 452,5
investigação e desenvolvimento 129,9 156,2 156,4 20,3 18,1
consultoria em gestão e noutras áreas técnicas 852,6 897,1 975,8 86,1 79,3
técnicos, relac. c/comércio e outros serv. fornec. p/empresas 3 626,8 3 467,3 3 300,5 277,0 355,2
Pessoais, culturais e recreativos 203,7 221,0 285,0 22,8 22,1
Bens e serviços das Administrações Públicas 138,8 122,6 141,4 12,5 12,1
Total 25 151,1 26 724,5 30 270,0 3 149,6 3 413,4
Importações
Transformação de recursos materiais pertencentes a terceiros 21,1 26,2 15,3 0,7 0,7
de manutenção e reparação 317,8 346,5 441,0 33,4 41,9
Transportes: 3 178,9 3 066,5 3 603,7 309,9 342,5
marítimos 1 088,6 994,9 1 185,4 99,0 121,0
aéreos 1 758,4 1 690,8 1 946,0 174,9 184,1
outros modos de transporte 241,0 288,5 337,5 26,7 27,3
serviços postais e de correio 90,9 92,3 134,8 9,2 10,1
Viagens e turismo 3 612,1 3 849,9 4 292,7 393,6 426,8
Construção 100,1 124,4 114,8 11,4 9,0
Seguros e pensões 350,1 366,7 397,0 35,1 38,6
Serviços financeiros 526,4 480,6 444,6 35,5 35,9
Direitos cobrados pela utilização de propriedade intelectual 631,2 736,2 767,4 80,0 70,4

48
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 4. COMO INVESTIR EM PORTUGAL

ANOS
SERVIÇOS 2015 2016 2017 Jan-Jul 2017 Jan-Jul 2018
Telecomunicações, informáticos e de informação: 920,6 962,2 922,3 77,9 82,5
de telecomunicações 382,4 371,6 341,9 29,1 26,7
informáticos 512,2 557,8 546,2 45,4 52,7
de informação 26,0 32,8 34,2 3,4 3,1
Outros serviços fornecidos por empresas: 2 610,6 2 884,6 3 282,9 278,0 283,3
investigação e desenvolvimento 147,6 181,2 162,0 7,8 7,9
consultoria em gestão e noutras áreas técnicas 670,0 674,8 791,5 64,2 62,9
técnicos, relac. c/comércio e outros serv. fornec. p/empresas 1 793,0 2 028,6 2 329,3 206,0 212,6
Pessoais, culturais e recreativos 242,1 276,2 230,5 23,6 24,6
Bens e serviços das Administrações Públicas 105,8 143,3 138,7 21,0 12,7
Total 12 616,7 13 263,1 14 650,8 1 300,3 1 368,8
Fonte: página do Banco de Portugal na internet, em 26.set.2017 e em 2.out.2018

49
5 Angola em Análise
Geografia e clima
SITUAÇÃO E DESCRIÇÃO até aos 2.000 m encontra-se uma região no
centro de Angola, não muito extensa, que se
Angola fica situada na região ocidental da
prolonga um pouco para Sul até às províncias
África Austral, a sul do Equador. Possui o seu
meridionais. A maior altitude encontra-se no
território compreendido entre os paralelos
morro do Môco, na província do Huambo e
4º22’ e 18º02’ latitudes sul e os meridianos
atinge aproximadamente 2.620 m.
11º41’ e 24º05’ longitudes este de Greenwich.
Com uma superfície de 1.246.700 km2, a sua
costa estende-se por 1.650 km e tem uma
HIDROGRAFIA
fronteira terrestre de 4.837 km. O comprimen- As características hidrográficas de Angola
to máximo, no sentido Norte-Sul, é de 1.277 têm uma relação estreita com o relevo do país,
km e a largura máxima, no sentido Oeste-Les- correndo os rios a partir das zonas planálticas
te, de 1.236 km. Confina: a norte, com a Repú- e de montanha marginal.
blica do Congo e a República Democrática do
Congo; a leste, com a República da Zâmbia e a Existem quatro vertentes de escoamento das
República Democrática do Congo e a sul com águas:
a Namíbia; a oeste, com o Oceano Atlântico.
I. VERTENTE ATLÂNTICA - rios Chiloango,
RELEVO Zaire ou Congo, Bengo, Kwanza, Queve ou
Cuvo, Catumbela, Cunene, entre outros;
O país é constituído principalmente por um II. VERTENTE DO ZAIRE - pertence-lhe uma
maciço de terras altas, limitado por uma es- grande parte dos rios do Norte de Angola,
treita faixa de terra baixa, costeira (planície como o Cuango, Cassai, com os seus afluentes,
litoral), cuja altura varia entre os 0 e os 200 Cuílo, Cambo, Lui, Tchicapa, Luachimo;
m. Acima dos 200 m encontram-se elevações III. VERTENTE DO ZAMBEZE - aí correm os
que podem tomar dois aspectos diferentes: rios de leste e afluentes do Zambeze, como o
montanhas ou planaltos. Das planícies litorais Luena, Lungué-Bungo e o Cuando, que desa-
passa-se, através de uma série de superfícies gua por intermédio do rio Chobe no Zambeze;
planas, escalonadas a altitudes diferentes, IV. VERTENTE DO KALAHARI - caracteriza-
para uma vasta região elevada de cimos re- -se por ter muitos rios de regime intermitente,
lativamente planos, a região planáltica, que destacando-se o rio Cubango que se perde
varia entre os 1.000 m e os 1.500 m e ocupa na zona pantanosa de Okavango (Botswana)
a maior parte do país. Acima dos 1.500 m e e tem como afluentes principais o Cuchi e o
Cuíto.
50
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

O maior e o mais navegável rio de Angola é o foz do Cunene é baixa, por vezes arenosa com Litoral
Kwanza, com 1.000 km de extensão, em cujo dunas.
Clima tropical seco, a norte, e desértico, a sul,
afluente, Lucala, se encontram as célebres
De Norte para Sul, as baías mais importantes engloba uma faixa litoral influenciada pela
Quedas de Calandula, de impressionante be-
são as de Cabinda, Luanda, Porto Amboim, Lo- corrente fria de Benguela, com precipitações
leza e com mais de 100 m de altura. Para além
bito e Baía dos Tigres, sendo as saliências res- anuais que variam entre os 50mm (Namibe) e
destas, existem diversas quedas e rápidos
pectivas: Ponta do Dande, Cabo Ledo, Cabo S. os 800mm (Cabinda), uma humidade relativa
noutros rios, como as do Mbridge, Cambam-
Braz, Cabo de Santa Marta e Ponta do Morro. superior a 30% e temperatura média anual su-
be, Kwanza e Ruacaná. As principais bacias
perior a 23ºC.
hidrográficas são as dos rios Zaire, Mbridge,
Kwanza (a maior), Queve ou Cuvo, Cunene e CLIMA Interior
Cuando. Angola encontra-se na zona inter-tropical
Compreende três subzonas:
O principal lago é o Dilolo e lagoas as do Pan- sul (Trópico de Capricórnio, a sul, e Equador,
a) Tropical húmido: abrange a zona norte in-
guila e Muxima. a norte) e é influenciada pelos factores climá-
terior e o nordeste, com precipitações abun-
ticos gerais comuns à zona geográfica de lo-
dantes e temperatura elevada;
LITORAL calização (radiação solar, latitude, circulação
b) Tropical modificado pela altitude: abran-
geral da atmosfera) e pelos factores regionais
ge as regiões altas do planalto central e ca-
A linha da costa é, de um modo geral, típica e locais (Oceano Atlântico, especialmente a
racteriza-se por temperaturas médias infe-
das costas do continente africano: pouco aci- corrente fria de Benguela, topografia, exposi-
riores a 19ºC, temperaturas baixas na estação
dentada, poucas reentrâncias ou saliências. ção, etc.), cujos efeitos, em muitos casos, pre-
seca e no sudeste e grandes amplitudes tér-
No entanto, podem distinguir-se várias zonas: valecem sobre os primeiros.
micas diárias;
em Cabinda, a costa é baixa e arenosa, por ve-
A fronteira marítima, com 1.650 Km, e a alti- c) Semiárido: no sudoeste, com uma pluvio-
zes também rochosa e elevada; do Zaire até à
tude média determinam a existência de duas sidade média anual compreendida entre os
foz do Kwanza é de arriba com partes de costa
grandes regiões climáticas, com os seguintes 500mm e os 800mm e temperaturas baixas
arenosa e baixa; da foz do Kwanza à Baía Far-
sub-climas: durante o período nocturno da estação seca.
ta é de arribas argilosas de pequena altura; da
Baía Farta ao Namibe é elevada e do Namibe à

Clima de algumas cidades Angolanas


TEMPERATURA
Humidade
altitude média máxima mínima Precipitação Relativa Mês Mês
CIDADE (m) do ar (°C) (°C) (°C) (mm) (%) mais quente mais frio

Caconda 1.650 20,0 26,3 13,7 1.198 57 Outubro Junho


Cela 1.311 20,5 33,5 5,5 1.342 69 Setembro Junho
Lobito 2 24,2 35,0 10,4 268 79 Abril Julho
Luanda 45 24,4 36,1 14,0 350 81 Março Julho
Luena 1.320 20,9 35,0 2,7 1.116 65 Outubro Junho
M’banza Congo 562 21,8 37,7 12,0 1.299 87 Março Julho
Ndalatando 690 22,8 37,0 6,0 1.138 84 Março Agosto
Porto Amboim 33 24,1 32,6 12,9 459 79 Março Julho
Uíge 824 22,3 34,6 8,7 1.500 83 Abril Agosto
Fonte: INE Angola in Angola em Números, 2015

51
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Divisão Administrativa
INDICATIVO
PROVÍNCIA CAPITAL MUNICÍPIOS GOVERNADOR PROVINCIAL
TELEFÓNICO

Bengo Caxito Ambriz, Nambuangongo, Dande, Icolo e Bengo, Quiçama Mara Quiosa 2342
Lobito, Bocoio, Balombo, Ganda, Cubal, Rui Luís Falcão Pinto
Benguela Benguela 2722
Caimbambo, Benguela, Baía Farta, Chongoroi de Andrade
Andulo, N’Harea, Cunhinga, Chinguar, Chitembo, Kuíto,
Bié Kuíto Pereira Alfredo 2482
Catabola, Camacupa, Cuemba
Cabinda Cabinda Belize, Buco-Zau, Lândana, Cabinda Eugénio César Laborinho 2312
Curoca, Cahama, Ombadja, Cuvelai, Cuanhama, Virgílio da Ressureição
Cunene Ondjiva 2652
Namacunde Adriano Tyova
Cuando Cuchi, Menongue, Cuangar, Nankova, Cuito
Menongue Pedro Mutinde 2492
Cubango Cuanavale, Mavinga, Calai, Dirico, Rivungo
Dembos, Bula Atumba, Bolongongo, Ambaca, Quiculungo,
Cuanza
N’ Dalatando Samba Cajú, Banga, Gonguembo, Pango Aluquém, Cambambe, José Maria Ferraz dos Santos 2352
Norte
Golungo Alto, Lucala, Cazengo
Porto Amboim, Sumbe, Seles, Conda, Amboim, Quilenda, Libolo,
Cuanza Sul Sumbe Eusébio de Brito Teixeira 2362
Mussende, Quibala, Ebo, Waku Kungo, Cassongue
Tchindjenje, Ukuma, Longonjo, Ekunha, Londuimbali, Bailundo, Joana Lima Ramos
Huambo Huambo 2412
Mungo, Huambo, Caála, Tchikala-Tcholohanga, Katchiungo Baptista Cândido
Quilengues, Lubango, Humpata, Chibia, Chiange, Quipungo,
Luís Manuel da Fonseca
Huíla Lubango Caluquembe, Caconda, Chicomba, Matala, Jamba, Chipindo, 2612
Nunes
Kuvango
Luanda (Municípios de: Cazenga, Ingombotas, Kilamba Kiáxi,
Luanda Luanda Adriano Mendes de Carvalho 22(*)
Maianga, Rangel, Samba, Sambizanga), Cacuaco, Viana
Lunda Xá-Muteba, Cuango, Capenda-Camulemba, Lubalo, Caungula,
Lucapa Ernesto Muangala 2522
Norte Cuilo, Chitato, Lucapa, Cambulo, Lóvua
Lunda Sul Saurimo Cacolo, Saurimo, Dala, Muconda Daniel Félix Neto 2532
Massango, Marimba, Kunda-Dia-Baze, Caombo,
Norberto Fernandes
Malanje Malanje Calandula, Cacuso, Malanje, Kiwaba N’Zogi, Mucari, Quela, 2512
dos Santos
Cangandala, Cambundi-Catembo, Luquembo, Quirima
Luau, Luacano, Alto Zambeze, Lumege, Léua, Manuel Gonçalves
Moxico Luena 2254
Camanongue, Moxico, Luchazes, Lumbala N’Guimbo Muandumba
Namibe Namibe Namibe, Camacuio, Bibala, Virei, Tombua Carlos da Rocha Cruz 2642
Maquela do Zombo, Quimbele, Damba, Buengas, Santa Cruz,
Uíge Uíge Sanza Pombo, Alto Cauale, Puri, Bungo, Mucaba, Uíge, Negage, Mpinda Simão 2332
Quitexe, Ambuila, Songo, Bembe
M’ Banza
Zaire Soyo, Tomboco, N’Zeto, Nóqui, M’Banza Congo, Cuimba Pedro Makita Armando Júlia 2322
Congo
(*) o 3º digito pode ser 2,4,6,7 ou 8.

52
53
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Governo da República de Angola


Setembro de 2018

Presidente da República Ministro das Finanças Ministro da Agricultura e Florestas


> João Manuel Gonçalves Lourenço Augusto Archer Mangueira Marcos Alexandre Nhunga
Vice-Presidente da República >S  ecretária de Estado para o Orçamento > Secretário de Estado para a Agricultura
> Bornito Diogo de Sousa Baltazar e Investimento Público - Aia Eza Nacília e Pecuária - Carlos Alberto Jaime Pinto
Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil Gomes da Silva > Secretário de Estado para as Florestas -
> Frederico Manuel dos Santos > Secretária de Estado para as Finanças André de Jesus Moda
e Silva Cardoso e o Tesouro - Vera Esperança dos Santos Ministra das Pescas e do Mar
Dawes Victória Francisco Lopes Cristovão
Ministro de Estado e Chefe
da Casa de Segurança Ministra do Ordenamento do Território de Barros Neto
> Pedro Sebastião e Habitação >S  ecretário de Estado das Pescas - Carlos
Ana Paula Chantré Luna de Carvalho Filomeno de Martinó dos Santos
Ministro de Estado e do
Desenvolvimento Económico e Social > Secretária de Estado para o Ordenamento Cordeiro
> Manuel Nunes Júnior do Território - Ângela Cristina Ministra da Indústria
de Branco Lima Rodrigues Mingas Bernarda Gonçalves Martins Henriques
Ministro e Diretor do Gabinete
>S  ecretário de Estado para a Habitação - da Silva
do Presidente da República
Joaquim Silvestre António
> Edeltrudes Maurício Fernandes >S  ecretário de Estado da Indústria - Ivan
Gaspar da Costa Ministro da Administração do Território Magalhães do Prado
e Reforma do Estado
Ministro da Defesa Nacional Ministro dos Recursos Naturais
Adão Francisco Correia de Almeida
Salviano Jesus Sequeira e Petróleos
>S  ecretária de Estado para a Administração Diamantino Pedro Azevedo
> Secretário
 de Estado para a Defesa
do Território - Laurinda Jacinto Prazeres
Nacional - Gaspar Santos Rufino > Secretário de Estado para a Geologia
Monteiro Cardoso
>S  ecretário de Estado para as e Minas - Jânio da Rosa Corrêa Victor
>S  ecretário de Estado para a Reforma do
Infraestruturas e Indústrias de Defesa - > Secretário de Estado dos Petróleos -
Estado - Márcio de Jesus Lopes Daniel
Afonso Carlos Neto Paulino Jerónimo
Ministro da Administração Pública,
Ministro do Interior Ministro do Comércio
Trabalho e Segurança Social
Ângelo de Barros da Veiga Tavares Joffre Van-Dúnem Júnior
Jesus Faria Maiato
> Secretário de Estado para o Interior - >S  ecretário de Estado do Comércio –
>S  ecretário de Estado da Administração
José Bamokina Zau Amadeu de Jesus Alves Leitão Nunes
Pública - António Francisco Afonso
> Secretário de Estado para o Asseguramen- Ministra da Hotelaria e Turismo
>S  ecretário de Estado para o Trabalho e Se-
to Técnico - Hermenegildo José Félix Maria Ângela Teixeira D ‘Alva Siqueira
gurança Social - Manuel de Jesus Moreira
Ministro das Relações Exteriores Bragança
Ministro da Justiça e dos Direitos
Manuel Domingos Augusto >S  ecretário de Estado da Hotelaria
Humanos
>S  ecretário de Estado para Francisco Queiroz e Turismo - José Guerreiro Alves Primo
as Relações Exteriores - Téte António Ministro da Construção e Obras Públicas
>S  ecretário de Estado para a Justiça -
>S  ecretário de Estado para a Cooperação Manuel Tavares de Almeida
Orlando Fernandes
Internacional e Comunidades Angolanas -
> Secretária de Estado dos Direitos Humanos >S  ecretário de Estado da Construção -
Domingos Custódio Vieira Lopes
e da Cidadania - Ana Celeste Cardoso Manuel José da Costa Molares D’Abril
Ministro da Economia e do Planeamento Januário >S  ecretário de Estado das Obras Públicas -
Pedro Luís da Fonseca Fernando Malheiros José Carlos
Ministro dos Antigos Combatentes
>S  ecretário de Estado para e Veteranos da Pátria
o Planeamento - Manuel Neto da Costa João Ernesto dos Santos “Liberdade”
>S  ecretário de Estado para a Economia -
>S  ecretário de Estado dos Antigos
Sérgio de Sousa Mendes dos Santos
Combatentes e Veteranos da Pátria -
Clemente Cunjuca

54
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Ministro da Energia e Águas


João Baptista Borges
Ministra do Ensino Superior, Ciência,
Tecnologia e Inovação Feriados e Datas de
>S ecretário de Estado para a Energia - Maria do Rosário Sambo Celebração Nacional
António Fernandes R. Belsa da Costa > Secretário de Estado para o Ensino Leis nº 10/11, de 16 de Fevereiro,
>S ecretário de Estado para as Águas - Luis Superior - Eugénio Adolfo Alves da Silva
e nº 11/18, de 28 de Setembro*
Filipe da Silva >S  ecretário de Estado para a Ciência, Tec-
nologia e Inovação - Domingos da Silva FERIADOS NACIONAIS
Ministro dos Transportes
Ricardo Viegas de Abreu Neto 1 de Jan. Dia de Ano Novo
>S ecretário de Estado para os Sectores Ministra da Cultura Dia do Início da Luta Armada
Carolina Cerqueira 4 de Fev.
da Aviação Civil, Marítimo e Portuário - de Libertação Nacional
António Joaquim da Cruz Lima >S  ecretária de Estado da Cultura - Maria da 8 de Mar. Dia Internacional da Mulher
>S ecretário de Estado para os Transportes Piedade de Jesus
Dia de Libertação da África
Terrestres - Guildo Waldemar da Silva > Secretário de Estado para as Indústrias 23 de Mar.
Austral
Cristóvão Criativas - João D. Silva Constantino
Dia da Paz e da
Ministra do Ambiente Ministra da Ação Social, Família 4 de Abr.
Reconciliação Nacional
Paula Cristina Domingos Coelho e Promoção da Mulher
>S ecretário de Estado do Ambiente - Victória Correia da Conceição Dia Internacional
1 de Mai.
Joaquim Lourenço Manuel > Secretário de Estado para a Acção Social - do Trabalhador
Ministro das Telecomunicações Lúcio Gonçalves do Amaral Dia do Fundador da Nação
17 de Set.
e Tecnologias de Informação > Secretária de Estado para a Família e e do Herói Nacional
José de Carvalho da Rocha Promoção da Mulher - Ruth Madalena 2 de Nov. Dia de Finados
Mixinge
>S ecretário de Estado para as Telecomuni- 11 de Nov. Dia da Independência Nacional
cações - Mário Augusto da Silva Oliveira Ministra da Juventude e dos Desportos
Ana Paula Sacramento Neto 25 de Dez. Dia de Natal e da Família
>S ecretário de Estado para as Tecnologias
de Informação - Manuel Gomes da > Secretário de Estado para os Feriados
Carnaval e Sexta-Feira Santa
Conceição Homem Desportos - Carlos Domingues Bendinha Móveis
Ministro da Comunicação Social de Almeida CELEBRAÇÕES NACIONAIS
Aníbal João da Silva Melo > Secretária de Estado para a Juventude - Dia dos Mártires
Guilhermina Fundanga M. Mayer Alcaim 4 de Jan.
>S ecretário de Estado para a Comunicação da Repressão Colonial
Social - Celso Domingos José Secretária do Conselho de Ministros Dia do Antigo Combatente
Malavoloneke > Ana Maria de Sousa e Silva 15 de Jan.
e Veterano da Pátria
Ministra da Saúde Secretário Adjunto do Conselho 2 de Mar. Dia da Mulher Angolana
Sílvia Paula Lutucuta de Ministros
Dia da Expansão da Luta Armada
>S ecretário de Estado para a Saúde Pública > António Fernando Neto da Costa 15 de Mar.
de Libertação Nacional
- José Manuel Vieira Dias da Cunha
14 de Abr. Dia da Juventude Angolana
>S ecretário de Estado para a Área Hospita-
lar - Valentim Altino de Chantal Matias 25 de Mai. Dia de África
Ministra da Educação 1 de Jun. Dia Internacional da Criança
Maria Cândida Teixeira Dia Internacional
10 de Dez.
>S ecretário de Estado para o Ensino dos Direitos Humanos
Pré-Escolar e Geral - Joaquim Felizardo Dia de Luanda - 25 de Janeiro
Alfredo Cabral
Notas:
>S ecretário de Estado para o Ensino Técni-
1. quando o dia de feriado nacional coincidir com o
co-Profissional - Jesus Joaquim Baptista dia de terça ou quinta-feira, há lugar à suspensão
da actividade laboral no dia útil anterior ou no dia
imediatamente a seguir, respectivamente segunda ou
sexta-feira; 2. A suspensão da actividade laboral nos
dias atrás referidos dá lugar à denominada “ponte”;
3. Na semana que anteceder a “ponte”, é acrescida
uma hora e meia diária (1h30) ao período normal de
trabalho.
* (revoga os artigos 2º, 3º e 6º da lei nº 10/11)

55
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Contexto Internacional

Angola no Contexto das Economias Mundiais


2016 - 2019 (var. %)

ANOS
PAÍSES E REGIÕES ECONÓMICAS 2016 (est.) 2017 (est.) 2018 (proj.) 2019 (proj.)

CRESCIMENTO DO PIB
Economia Mundial 3,2 3,7 3,9 3,9
com base no mercado cambial 2,5 3,2 3,3 3,3

Economias Desenvolvidas 1,7 2,4 2,4 2,2


Estados Unidos da América 1,5 2,3 2,9 2,7
Zona Euro 1,8 2,4 2,2 1,9
Alemanha 1,9 2,5 2,2 2,1
França 1,1 2,3 1,8 1,7
Itália 0,9 1,5 1,2 1,0
Espanha 3,3 3,1 2,8 2,2
Portugal
Japão 1,0 1,7 1,0 0,9
Reino Unido 1,8 1,7 1,4 1,5
Canadá 1,4 3,0 2,1 2,0
Outras 2,3 2,7 2,8 2,7

Economias Emergentes e em Desenvolvimento 4,4 4,7 4,9 5,1


BRICs:
Brasil -3,5 1,0 1,8 2,5
Rússia -0,2 1,5 1,7 1,5
Índia 7,1 6,7 7,3 7,5
China 6,7 6,9 6,6 6,4
Europa 3,2 5,9 4,3 3,6
Ásia 6,5 6,5 6,5 6,5
América Latina e Caraíbas -0,6 1,3 1,6 2,6
México 2,9 2,0 2,3 2,7
África Subsahariana 1,5 2,8 3,4 3,8
África do Sul 0,6 1,3 1,5 1,7
Angola
Nigéria -1,6 0,8 2,1 2,3
SADC 0,3 0,8 1,6 nd
56
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

ANOS
PAÍSES E REGIÕES ECONÓMICAS 2016 (est.) 2017 (est.) 2018 (proj.) 2019 (proj.)

Médio Oriente, Norte de África, Afeganistão e Paquistão 5,0 2,2 3,5 3,9
Arábia Saudita 1,7 -0,9 1,9 1,9
Países de Baixo Rendimento 3,5 4,7 5,0 5,3

COMÉRCIO MUNDIAL DE BENS E SERVIÇOS 2,2 5,1 4,8 4,50


Economias Desenvolvidas 2,2 4,2 4,3 4,0
Economias Emergentes e em Desenvolvimento 2,2 6,7 5,7 5,4

INFLAÇÃO
Economias Desenvolvidas 0,8 1,7 2,2 2,2
Economias Emergentes e em Desenvolvimento 4,3 4,0 4,4 4,4

PREÇOS DAS MATÉRIAS-PRIMAS (USD)


Economias Petrolíferas -15,7 23,3 33,0 -1,8
Economias Não Petrolíferas (média baseada no
-1,5 6,8 6,0 0,5
peso da exportação mundial de matérias-primas)
Elaborado pela CCIPA com base em dados do Fundo Monetário Internacional, in World Economic Outlook Update, julho 2018;
do Banco Nacional de Angola in Relatório de Estabilidade Anual 2017 e Relatório e Contas 2016

57
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Lusofonia em Números
Principais Indicadores Económicos dos Países de Língua Portuguesa
2015 - 2018
IDH (2)
População PIB pm PIB per capita (1) Facilidade
(est. 2017, pub. 2018,
(milhões de habitantes) (3 milhões) (USD em PPP) nos Negócios 2018 (3)
189 países)
2016
Angola 28,832 86 846 6 844 147º 175º
Brasil 207,85 1 627 497 15 242 79º 125º
Cabo Verde 0,531 1 482 6 662 125º 127º
Guiné Bissau 1,82 1 041 1 730 177º 176º
Moçambique 28,84 9 966 1 215 180º 138º
Portugal 10,371 184 934 28 933 3 41º 29º
São Tomé e Príncipe 0,200 310 3 072 143º 169º
Timor Leste 1,27 2 590 4 187 132º 178º
Notas ao Quadro:
1. o
 PIB per capita do Brasil, da Guiné Bissau, de Moçambique e de São Tomé e Príncipe e está calculado em PPP, ou seja, paridade do poder de compra, que compara os
preços em moeda local para o mesmo cabaz de bens representativos em diversos países;
2.o Índice de Desenvolvimento Humano é calculado pelo PNUD tendo em conta a esperança de vida e os níveis de educação e de rendimento. Varia entre 1 (máximo) e 189
(mínimo). Fonte: Relatório do Desenvolvimento Humano, PNUD, set.18
3. o ambiente de negócios é um ranking criado pelo Banco Mundial em função de um conjunto de indicadores relevantes para o enquadramento regulamentar das várias
economias. Varia entre 1 (máximo) e 190 (mínimo).
Fonte: World Development Indicators, Banco Mundial, 2018

Produto Interno Bruto Dívida Pública Externa


2015 - 2018 2015 - 2018
2015 2016 2017 2018 2015 2016 2017 2018
(est.) (est.) (prog.) (prog.) (est.) (est.) (prog.) (prog.)
Variação Anual (%) a preços constantes em % do PIB
Angola 3,0 0,0 1,3 1,5 Angola 27,3 29,0 23,3 22,4
Brasil -3,8 -3,6 0,3 1,3 Brasil 30,2 30,3 27,3 28,3
Cabo Verde 1,0 3,8 3,9 4,1 Cabo Verde
119,8 123,0 122,1 124,1
Guiné Bissau 5,1 5,1 5,0 5,0 (dívida pública)
Moçambique 6,6 3,8 4,7 5,5 Guiné Bissau 46,8 46,3 44,5 43,1
Portugal 1,6 1,4 2,5 2,0 Moçambique 67,6 91,2 87,4 83,9
São Tomé e Príncipe 3,8 4,1 5,0 5,5 Portugal 128,8 129,9 125,7 122,2 (*)
Timor Leste 4,0 5,4 4,0 6,0 São Tomé e Príncipe 86,0 94,0 87,5 83,6
Fonte: Banco de Portugal in Lusofonia, out.17 Timor Leste - - - -
(*) Ministério das Finanças
Fontes: Banco de Portugal in Lusofonia, out.17, e AICEP Portugal Global in Portugal -
Principais Indicadores Económicos, set.18

58
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Balança Corrente Externa Inflação


2015 - 2018 2015 - 2018
2015 2016 2017 2018 2015 2016 2017 2018
(est.) (est.) (prog.) (prog.) (est.) (est.) (prog.) (prog.)
em % do PIB Índice de Preços no Consumidor
Angola -10,0 -4,3 -6,1 -3,2 (t.v.a. homóloga anual)
Brasil -3,3 -1,3 -1,5 -1,7 Angola 14,3 41,9 15,8 16,0
Cabo Verde -4,6 -3,9 -6,7 -8,0 Brasil 10,7 6,3 4,0 4,0
Balança Corrente Cabo Verde -0,5 -0,3 1,2 1,8
-3,4 -3,1 -6,0 -7,0
e de Capital Guiné Bissau 2,4 1,6 2,0 2,3
Guiné Bissau 2,0 0,9 -0,6 -1,5 Moçambique 11,1 23,7 13,5 7,0
Moçambique -38,6 -38,0 -32,5 -64,3 Portugal 0,4 0,9 1,5 3,7
Portugal 0,1 0,7 0,4 0,1 São Tomé e Príncipe 4,0 5,1 3,0 3,0
Balança Corrente Timor Leste -0,7 0,1 2,0 3,5
1,3 1,7 2,1 2,4
e de Capital Fonte: Banco de Portugal in Lusofonia, out.17 (página na internet em 24.set.18)
São Tomé e Príncipe -17,0 -9,4 -11,3 -6,7
Balança Corrente
-17,0 -9,4 -11,3 -6,7
e de Capital
Timor Leste 7,7 -18,4 13,0 -9,6
Fonte: Banco de Portugal in Lusofonia, out.17 (página na internet em 24.set.18)

Taxa de Câmbio Média: 1USD*...


2015 - 2018
2015 2016 2017 2018
PAÍSES (efet.) (efet.) (prog.) (prog.)

Angola: Kwanza - AKZ 120,060 165,903 165,924 256,975


AKZ - 3 133,220 185,379 185,400 300,995 - (Jun.18)
Brasil: Real - BRL 3,330 3,490 3,250 3,440
BRL - 3 3,700 3,860 3,894 - (Dez.18) 4,477 - (Jul.18)
Cabo Verde: Escudo - CVE 83,100 99,700 97,300 94,100
CVE - 3 (tx fixa desde 2002) 110,265 110,265 110,265 110,265
Guiné Bissau: Franco - CFA 591,400 590,800 593,600 597,000
CFA - 3 (tx fixa face ao 3) 655,960 655,960 655,960 655,960
Moçambique: Metical - MZN 45,900 71,400 64,510 72,270
MZN - 3 49,770 75,260 71,780 - (Jul.18) 70,060 - (Mai.18)
Portugal - Euro - 3 1,1095 1,1069 1,1297 1,1549 (Ago.)
S.Tomé e Príncipe: Dobra - STD 22 091,00 22 085,00 23 223,00 23 005,00
STD - 3 (tx fixa desde 2010) 24 500,00 24 500,00 24 500,00 24 500,00
Timor Leste: USD - 3 1,110 1,110 1,130 1,170
NB: valores estimados pela The Economist Intelligence Unit, FMI, COSEC e Banco de Portugal
Elaborado pela CCIPA, com base em dados do Banco de Portugal, do Banco Nacional de Angola, do Banco Mundial, do Eurostat, da AICEP Portugal Global
e do PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento 59
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

10 Maiores Doadores ao Continente Africano APD atribuída pelo CAD*


Bilaterais e Multilaterais a Angola, África Subsaariana
2014 - 2016 (USD milhões)
e Continente Africano
ANOS VALORES
média % do MÉDIOS África Continente
Angola
2014 2015 2016 dos 3 CAD DA APD Subsaariana Africano
10 MAIORES DOADORES anos (USD MILHÕES)

do CAD, por montante por década


Estados Unidos da América 9 338 9 320 9 861 9 506 34,3% 1970 - 79 44 539 17 450
Reino Unido 4 341 4 203 3 857 4 134 14,9% 1980 - 89 204 747 26 009
Alemanha 3 016 3 036 3 499 3 184 11,5% 1990 - 99 472 752 27 881
França 2 717 2 131 2 217 2 355 8,5% 2000 - 09 466 1 618 34 725
Japão 1 558 1 784 1 495 1 612 5,8% 2010 - 16 241 2 529 48 522
Canadá 1 362 1 086 974 1 141 4,1% % do total
atribuído pelo 0,5% 5,2% 100,0%
Suécia 1 109 873 843 942 3,4%
CAD
Noruega 946 672 629 749 2,7%
Holanda 761 635 663 686 2,5% por ano
Suíça 651 655 584 630 2,3% 2014 213 3 047 48 739
Portugal 197 105 72 125 0,4% 2015 380 2 435 51 044
Outros doadores 3 056 2 378 2 597 2 677 9,7% 2016 207 2 658 50 211
Total bilateral 29 052 26 878 27 291 27 740 100,0% por sector
ANOS social 208 1 037 26 788
África
média Total económico 26 660 11 966
2014 2015 2016 dos 3 (%) produtivo 3 254 6 070
10 MAIORES DOADORES anos
multisectorial 10 680 4 666
multilaterais, por montante ajuda ao
0 171 3 260
AID (Banco Mundial) 6 386 6 246 5 844 6 159 31% género
Instituições da União Europeia 6 737 5 176 6 328 6 080 30% dívida 0 0 100
Fundo Global 1 957 2 211 2 622 2 263 11% humanitário 5 429 6 926
Fundo Africano para o outros 1 89 761
1 904 2 059 2 029 1 997 10%
Desenvolvimento (BAD) Total 253 3 320 60 537
Aliança Global para as Vacinas *CAD: Comité de Apoio ao Desenvolvimento da Organização para
844 1 016 755 872 4%
e a Imunização a Cooperação e Desenvolvimento Económico
Fonte: OCDE in Development Aid at a Glance - Statistics by Region
UNICEF (ONU) 525 540 549 538 3% - Africa, Edições de 2017 e 2018
FMI (Empréstimos Concessionais) 243 361 23 209 1%
PNUD ONU) 239 235 221 232 1%
FIDA ONU) 209 182 239 210 1%
Fundo Mundial para o Ambiente
234 218 257 236 1%
(Global Environment Facility)
Outros 1 394 1 535 1 185 1 371 7%
Total Multilateral 20 672 19 779 20 052 20 168 100%
Fonte: OCDE in Development Aid at a Glance - Statistics by Region - Africa, Edições de 2017 e 2018

60
61
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Doing Business 2018


em Angola, na África Subsaariana, em Portugal e na OCDE
Angola África Subsaariana Portugal
OCDE
Melhor
RANKING DO AMBIENTE países
melhor desem- Desempenho
DE NEGÓCIOS 2018 2017 2018 2018 2017 de alto
penho regional Global 2018
EM 190 PAÍSES rendimento

Posição Ocupada (ranking) 175º 182º - - 29º 25º - Nova Zelândia

1) Abertura de Empresas: 134º 144º 76,82 Áf. do Sul (-79,97) 48º 31º - -

> procedimentos - homens (número) 7 8 7,6 6 3 4,9 Nova Zelândia (1)


> dias - homens (número) 36 36 24,0 6,5 2,5 8,5 Nova Zelândia (0,5)
> custo - homens (% rendimento per capita) 17,4 27,5 49,9 2,1 2,2 3,1 Reino Unido (0,0)
> procedimentos - mulheres (número) 7 8 7,7 6 3 5 Nova Zelândia (1)
> dias - mulheres (número) 36 36 24,1 6,5 2,5 8,5 Nova Zelândia (0,5)
> custo - mulheres (% rendimento per capita) 17,4 27,5 49,9 2,1 2,2 3,1 Reino Unido (0,0)
> capital integralizado mínimo
0,0 0,0 25,6 0,0 0,0 8,7 113 Economias (0,0)
(% rendimento per capita)

2) Obtenção de Alvará de Construção: 80º 111º 56,91 Botswana (72,27) 32º 34º - -

> procedimentos (número) 10 10 14,8 - 14 14 13 Dinamarca (7,0)


> dias (número)) 173 203 147,5 - 160 113 154,6 Rep. Coreia (27,5)
> custo (% valor do imóvel) 0,5 0,6 9,9 - 1,3 1,3 1,6 5 Economias (0,10)
> controlo de qualidade da construção (índice 0-15) 6,0 6 8,0 - 11,0 11,0 11,4 3 Economias (15,0)
3) Obtenção de Eletricidade: 165º 171º 45,91 Namíbia (78,12) 58º 50º - -
> procedimentos (número) 7 7 5,3 - 5 5 4,7 Emiratos Árabes (2)
> dias (número) 121 145 115,3 - 65 52 79 Emiratos Árabes (10)
> custo (% rendimento per capita) 990,1 1 195,7 3 737,0 - 36,1 37,0 63,0 Japão (0,0)

> confiança no abastecimento e transparência


0 0 0,9 - 8 7 7,4 28 Economias (8,0)
das tarifas (índice 0-8)

4) Registo da Propriedade: 172º 168º 51,71 Botswana (65,45) 28º 26º - -

> procedimentos (número) 7 7 6,2 - 1 1 4,6 4 Economias (1,0)


> dias (número) 190 190 59,3 - 1 1 22,3 3 Economias (1,0)
> custo (% valor do imóvel) 2,9 2,9 7,8 - 7,3 7,3 4,2 5 Economias (0,0)
> qualidade da administração do solo (índice 0-30) 7 7 8,6 - 20 21 22,7 Singapura (29,0)
5) Obtenção de Crédito: 183º 181º 40,73 Namíbia e 105º 97º - -

> eficiência dos direitos legais (índice 0-12) 1 1 5,1 África do Sul (60,0) 2 2 6,0 4 Economias (12,0)

> alcance da informação sobre crédito (índice 0-8) 0 0 3,0 - 7 7 6,6 34 Economias (8,0)
> cobertura de órgãos públicos de registo (% adultos) 1,9 3,3 6,3 - 100 100 18,3 3 Economias (100,0)
62
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Angola África Subsaariana Portugal


OCDE
Melhor
países
Desempenho
RANKING DO AMBIENTE melhor desem- de alto
2018 2017 2018 2018 2017 rendimento Global 2018
DE NEGÓCIOS penho regional
EM 190 PAÍSES

> cobertura de órgãos privados de registo (% adultos) 0 0 8,2 - 7,8 16,1 63,7 23 Economias (100,0)

6) Protecção dos Investidores Minoritários: 81º 78º 43,72 Áf.do Sul (24,0) 57º 69º - -

> extensão regulação litígio de interesses (índice 0-10) 5,3 5,3 4,8 - 6,0 6,0 6,4 Nova Zelândia (9,3)

> responsabilidade da administração (índice 0-10) 5,7 6,0 4,0 - 6,0 5,3 6,4 Kazaquistão (9,0)
> eficiência da protecção ao investidor (índice 0-10) nd 5,7 nd - nd 5,7 nd nd

7) Pagamento de Impostos: 103º 161º 57,49 Áf. do Sul (80,02) 38º 46º - -

Hong Kong,China
> pagamentos (número por ano) 31 30 37,2 - 8 8 10,9
(3,0)
> tempo (horas por ano) 287 282 280,8 - 243 275 160,7 Estonia (50)
> taxa total aplicável (% do lucro) 49,1 48,4 46,8 - 39,8 41,0 40,1 32 Economias (18,47)
> pós-indexação (índice 0-100) 94,95 nd 54,4 - 92,7 nd 83,5 Estonia (99,38)
8) Comércio Externo: 180º 183º 52,56 - 1º 1º - -

> tempo p/exportação: formalismos fronteiriços (hrs.) 192 240 100,1 Botswana (86,65) 0 0 12,7 17 Economias (0,0)

> custos c/exportação: formalismos fronteiriços (USD) 825 735 592,1 - 0 0 149,9 19 Economias (0,0)
> tempo p/exportação: formalismos documentais (hrs.) 169 169 87,8 - 1 1 2,4 25 Economias (1,0)
> custos c/exportação: formalismos documentais (USD) 240 240 215,1 - 0 0 35,4 19 Economias (0,0)
> tempo p/importação: formalismos fronteiriços (hrs.) 96 276 136,4 - 0 0 8,7 21 Economias (0,0)
> custos c/importação: formalismos fronteiriços (USD) 1 030 935 686,8 - 0 0 111,6 27 Economias (0,0)
> tempo p/importação: formalismos documentais (hrs.) 180 180 103,0 - 1 1 3,5 30 Economias (1,0)
> custos c/importação: formalismos documentais (USD) 460 460 300,1 - 0 0 25,6 30 Economias (0,0)
9) Execução de Contratos: 186º 186º 48,14 Namíbia (61,58) 19º 19º - -
> tempo (dias) 1 296 1 296 656,8 - 755 547 577,8 Singapura (164,0)
> custo (% da dívida) 44,4 44,4 44,0 - 17,2 13,8 21,5 Islândia (9,0)
> qualidade dos processos judiciais (índice 0-18) 4,5 4,5 6,5 - 13,5 12,5 11,0 Austrália (15,5)

10) Resolução de Insolvências: 168º 169º 30,28 Áf.do Sul (57,59) 15º 8º - -

sem sem
> prazo (anos) 2,9 - 3,0 2,0 1,7 Irlanda (0,4)
prática prática
sem sem
> custo (% da propriedade) 22,7 - 9,0 9,0 9,1 Noruega (1,0)
prática prática
> taxa de recuperação (centavos de dólar) 0 0 20,3 - 63,8 73,4 71,2 Noruega (93,1)
> força do enquadramento legal da insolvência
0 0 6,2 - 14,5 14,5 12,1 6 Economias (15,0)
(índice 0-16)
Fonte: Banco Mundial in Doing Business 2017 e 2018, jul.18
63
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Principais Indicadores Económicos


2014 - 2018
2017 2018
unidades 2014 2015 2016
INDICADORES (proj. fecho) (OGE)

Produto Interno Bruto a preços de mercado


USD mil milhões 126,7 102,6 95,3 124,5 119,1
(PIB pm)
€ mil milhões 95,4 92,6 86,2 110,3 nd
AKZ mil milhões 12 458,0 12 321,0 15 603,0 20 656,0 29 073,0

sector petrolífero var. anual % -2,6 6,5% -1,7 0,5% 2,3%


sector não petrolífero 8,0% 1,6% -0,4 1,2% 2,1%

crescimento real PIB: Governo angolano % 4,7 3,0 -2,5 (INE Ang) 1,0 -7,4 (INE, 2trm.18)
FMI 4,8 3,0 -0,8 1,0 2,3 (jun18)
Banco BPI 4,8 2,8 1,2 -2,5 (set.18) 2,1 (set.18)
Fitch (set.18) nd nd nd nd 1,5
0,1 (AEO
BAD 4,8 3,8 1,1 (AEO 2018) 2,2 (AEO 2018)
2018)
per capita USD 4 710 3 680 3 320 4 250,0 (est.) 4 790 (prev.)
por sector de actividade económica: primário % PIB 47,7% 38,6% 37,8% 34,2% 33,9%
agricultura e pescas 11,6% 13,6% 14,6% 8,3% 8,4%
indústria extrativa: petróleo e gás 35,4% 24,0% 22,2% 24,6% 24,4%
outros (inclui diamantes) 0,7% 1,0% 1,0% 1,2% 1,2%
secundário 18,5% 21,6% 21,9% 24,6% 25,1%
indústria transformadora 8,1% 9,2% 8,9% 5,7% 5,6%
energia e água 0,2% 0,2% 0,3% 1,6% 2,5%
construção 10,2% 12,2% 12,7% 17,3% 17,1%
terciário 33,8% 39,9% 40,3% 41,2% 40,9%
comércio e serviços transacionáveis 25,8% 30,5% 30,8% 27,8% 27,8%
outros 8,0% 9,4% 9,5% 13,5% 13,2%

Formação Bruta de Capital Fixo var. real anual % 3,3% -2,3% 2,7% 3,3% (est) 0,3%

Comércio Externo
exportação de bens e serviços (fob) USD milhões 60 851 34 437 28 300 35 598 31 580
importação de bens e serviços (fob) USD milhões 53 538 37 969 25 657 28 257 17 594

balança comercial % PIB 24,1% 12,2% 14,7% 13,5% 17,4%


balança de transacções correntes % PIB -3,0% -10,0% -5,1% -4,5% -3,5%
Elaborado pela CCIPA com base em dados dos Bancos Nacional de Angola, de Portugal, Mundial e BPI; Fundo Monetário Internacional; Universidade Católica de Angola;
AICEP Portugal Global e Jornal Expansão (6.out.17)
(Cont.)>

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5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Principais Indicadores Económicos


2014 - 2018
2015 2016 2017 2018
unidades 2014
INDICADORES (est.) (est.) (proj. fecho) (OGE)

Investimento Directo Estrangeiro (líquido) USD milhões -2 331 8 235 1 357,0 1 603,0 1 804,0
do estrangeiro em Angola 16 543,2 16 176,4 8 257,6
de Angola no estrangeiro 18 874,6 7 940,9 7 619,5
% PIB -1,6 7,10% -0,4 -7,0
Taxa de inflação (IPC) média anual 7,48% 12,09% 41,12% 23,67% 23,00%
18,56% (ago.18)

Taxa de Câmbio: USD / AKZ 103,069 135,315 165,903 165,924 296,373 (28.set)
€ / AKZ 125,270 147,832 185,379 185,400 343,571 (28.set)

Dívida Pública Total (FMI set18 e PDN 18-22) USD milhões 35 933 36 279 43 369 43 391 33,08 (prev.)
% PIB 28,4% 35,4% 45,5% 34,9% 74,2%
stock da dívida (incluindo atrasados) USD milhões 35 933,1 36 278,7 44 400,8 43 390,6 nd

Disponibilidades Líquidas sobre o Exterior USD milhões 30 339 26 386 23 166 16 196 nd
Reservas Internacionais Líquidas USD milhões 27 101,46 24 265,76 20 297,56 13,30 12,7 (ago.18)
meses de
7,11 7,72 8,70 7,60 5,49 (jul.18)
import.
Reservas Cambiais Brutas USD milhões 27 943 24 420 24 353 18 059,3 nd

Défice Orçamental: % PIB 6,6% 3,3% 5,9% 5,7% 3,4%

Crédito Interno (líquido): AKZ mil milhões 3 016,0 3 821,2 4 513,0 5 989,0 6 429,9 (ago.18)
crédito à economia AKZ mil milhões 3 205,5 3 593,3 3 619,8 3 618,3 4 136,3 (jun.18)
% PIB 25,7% 29,2% 23,2% 17,5% 14,2%

total: AKZ mil milhões nd 4,1 4,3 4 346,0 5 074,5


em moeda nacional nd 2,7 3,0 3 101,1 3 074,0 (ago.18)
em moeda externa nd 1,4 1,3 1 244,9 2 000,5 (ago.18)
Elaborado pela CCIPA com base em dados dos Bancos Nacional de Angola, de Portugal, Mundial e BPI; Fundo Monetário Internacional; Universidade Católica de Angola;
AICEP Portugal Global e Jornal Expansão (6.out.17)

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ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Recursos
SOLOS E FERTILIDADE CÍRCULOS DE FERTILIDADE
Mais de 50% dos solos em Angola sofre um Segundo estudos realizados pelo geógrafo pujante, serrada, semidecídua, em vários es-
processo constante ou periódico de erosão, português Orlando Ribeiro, as manchas terri- tratos, onde se encontra o cafezeiro robusta
sob acção das chuvas e das incidências sola- toriais correspondentes a círculos de fertilida- espontâneo entre os arbustos do sub-bosque,
res, com o consequente arrastamento e desa- de em Angola resultam do cruzamento, no re- que é geralmente aclarado para a apanha do
tivação dos elementos naturais de fertiliza- levo orográfico, duma culminação transversal café”. O excedente agrícola do círculo cam-
ção, minerais e matéria orgânica decomposta, e de uma culminação atlântica. A culminação peão é o café.
o que implica o recurso à utilização de ferti- transversal abrange desde o extremo Norte
lizantes minerais e orgânicos e a aplicação do Moxico até Benguela e é a divisória dos rios O círculo de fertilidade número 2 são os ter-
correta de técnicas agrícolas mais evoluídas. angolanos em duas grandes bacias. A culmi- renos sedimentados junto à foz de rios, cor-
nação atlântica ergue uma escadaria que co- respondentes a manchas situadas ao norte de
Nos anos 60 foram introduzidas técnicas de meça por interligar, em ondulações desde os Luanda, entre Lobito e Benguela e no oásis do
defesa dos solos e de manutenção da sua 1.000 até mais de 2.000 metros de altitude, o Namibe. O excedente agrícola do círculo nú-
fertilidade intrínseca, designadamente com a Planalto da Huíla, o Planalto Principal e o Pla- mero 2 de fertilidade é constituído pela cana-
aplicação de linhas de drenagem, cultivo em nalto de Benguela; continua para norte, eleva- -de-açúcar, ananás, banana, sisal e, no oásis,
barras segundo as curvas de nível dos terre- da acima dos 1.000 metros, com curvatura ao hortícolas e azeitonas.
nos e pousios, num processo de fixação das redor de 300 km da costa, em serras dispostas
comunidades de vida tradicional. como rebanhos, cujas encostas ocidentais se O círculo número 3 de fertilidade correspon-
encontram bastante aplanadas nas Províncias de a uma acumulação de manchas, a principal
Os solos mais férteis encontram-se junto aos do Kwanza Sul, Kwanza Norte e Uíge. das quais se situa no Planalto Central, desde
rios, onde se concentram os aluviões trans- a Quibala até ao Caminho-de-Ferro de Mo-
portados por eles e que, em geral, são ricos em O círculo número 1 de fertilidade corres- çâmedes. As outras manchas encontram-se
elementos minerais e compostos orgânicos. ponde à adição de duas manchas geográficas, na região malanjina da Baixa de Cassange e
Ao mesmo tempo, a possibilidade de rega é a mais extensa das quais se estende desde no Planalto da Huíla. Os cereais, a batata, o
maior e menos dispendiosa. Nas regiões mais N’Dalatando até Maquela do Zombo, a uma amendoim, o algodão, o feijão, o tabaco e o
secas, de clima desértico, o solo é pouco fértil. distância de 80 a 300 km do litoral. A mancha gado são os principais excedentes do círculo
menos extensa situa-se a sul do rio Kwanza, número 3 de produtividade.
desde a Gabela até Calulo.
Finalmente, o círculo número 4 de produ-
As manchas geográficas do círculo campeão tividade abrange as manchas ao redor das
em fertilidade constituem, de certa forma, a cidades, que beneficiam da qualidade de lo-
região onde se encontra o coração da “Ango- calização para produzirem, principalmente,
la profunda”. A aptidão especial desta região hortícolas e flores.
para a agricultura foi descrita por Orlando
Ribeiro da seguinte forma: “principalmente Fonte: Terra Produtiva e Desenvolvimento
nas encostas voltadas para o mar, favoráveis Económico - 2, José Cerqueira, Jornal de Angola -
Impressões, ago.2002
à formação de nevoeiros, medra uma mata

67
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Recursos e Potencialidades Agrícolas


PROVÍNCIA AGRICULTURA
Abacateiro, Algodão, Ananás, Banana, Café Robusta, Citrinos, Ervilha, Feijão Cutelinho, Feijão Macunde, Goiabeira, Mamoeiro,
Bengo
Mandioca, Mangueira, Massambala, Palmeira Dendém, Rícino, Sisal
Abacateiro, Algodão, Amendoim, Ananás, Banana, Batata, Batata Doce, Café Arábica, Cana do Açúcar, Citrinos, Feijão, Feijão
Benguela Cutelinho, Feijão Macunde, Gergelim, Girassol, Goiabeira, Mamoeiro, Mangueira, Maracujá, Massambala, Massango, Milho,
Plantas Aromáticas, Produtos Hortícolas, Rícino, Sisal, Soja, Tabaco, Eucalipto, Pinheiro
Batata, Batata Doce, Café Arábica, Citrinos, Mandioca, Maracujá, Milho, Plantas Aromáticas, Vielo, Recursos Madeireiros
Bié
(floresta tropical seca), Eucalipto, Pinheiro
Abacateiro, Cacau, Café Robusta, Caju, Ervilha, Feijão Cutelinho, Feijão Macunde, Goiabeira, Mamoeiro, Mandioca, Mangueira,
Cabinda
Palmeira Dendém, Vielo
Cuando
Algodão, Massambala, Massango, Milho, Soja, Tabaco, Trigo, Vielo, Recursos Madeireiros (floresta tropical seca), Pinheiro
Cubango
Cuanza Abacateiro, Algodão, Ananás, Batata Doce, Café Robusta, Citrinos, Cola, Ervilha, Feijão Cutelinho, Feijão Macunde, Goiabeira,
Norte Mamoeiro, Mandioca, Mangueira, Massambala, Palmeira Dendém, Rícino, Sisal
Abacateiro, Algodão, Amendoim, Ananás, Banana, Batata Doce, Café Arábica e Robusta, Cana do Açúcar, Citrinos, Ervilha,
Cuanza Sul Feijão, Feijão Cutelinho, Feijão Macunde, Gergelim, Girassol, Goiabeira, Mamoeiro, Mandioca, Mangueira, Maracujá,
Massambala, Milho, Palmeira Dendém, Plantas Aromáticas, Produtos Hortícolas, Rícino, Sisal, Soja, Tabaco, Eucalipto, Pinheiro
Cunene Algodão, Cana do Açúcar, Citrinos, Videira, Massambala, Massango, Tabaco, Trigo, Recursos Madeireiros (floresta tropical seca)
Huambo Batata, Batata Doce, Café Arábica, Maracujá, Milho, Plantas Aromáticas, Trigo, Eucalipto, Pinheiro
Algodão, Banana, Batata, Batata Doce, Cana do Açúcar, Citrinos, Feijão, Feijão Cutelinho, Feijão Macunde, Pomoidea, Gergelim,
Huíla Girassol, Goiabeira, Mamoeiro, Mangueira, Maracujá, Massambala, Massango, Milho, Plantas Aromáticas, Produtos Hortícolas,
Rícino, Sisal, Soja, Tabaco, Trigo, Eucalipto, Pinheiro
Abacateiro, Algodão, Banana, Caju, Citrinos, Ervilha, Feijão Cutelinho, Goiabeira, Mamoeiro, Mandioca, Mangueira, Massambala,
Luanda
Palmeira Dendém
Lunda
Abacateiro, Amendoim, Batata Doce, Feijão Cutelinho, Goiabeira, Mamoeiro, Mandioca, Mangueira, Urena Lobata, Vielo
Norte
Abacateiro, Amendoim, Ananás, Batata Doce, Feijão Cutelinho, Goiabeira, Mandioca, Mangueira, Vielo, Recursos Madeireiros
Lunda Sul
(floresta tropical seca), Pinheiro
Abacateiro, Algodão, Amendoim, Ananás, Batata Doce, Cana do Açúcar, Ervilha, Feijão, Feijão Cutelinho, Feijão Macunde,
Malanje Girassol, Goiabeira, Mandioca, Mangueira, Maracujá, Milho, Plantas Aromáticas, Produtos Hortícolas, Rícino, Sisal, Soja, Tabaco,
Vielo, Eucalipto, Pinheiro, Recursos Madeireiros (floresta tropical seca)
Moxico Batata Doce, Citrinos, Girassol, Mandioca, Vielo, Recursos Madeireiros (floresta tropical seca), Eucalipto, Pinheiro
Namibe Citrinos, Oliveira, Videira, Goiabeira, Massango, Produtos Hortícolas
Abacateiro, Amendoim, Ananás, Batata Doce, Cacau, Café Robusta, Cola, Ervilha, Feijão Cutelinho, Goiabeira, Mamoeiro,
Uíge
Mandioca, Mangueira, Palmeira Dendém, Urena Lobata, Vielo
Abacateiro, Ananás, Banana, Batata Doce, Café Robusta, Caju, Cola, Ervilha, Feijão Cutelinho, Feijão Macunde, Goiabeira,
Zaire
Mamoeiro, Mandioca, Mangueira, Massambala, Palmeira Dendém, Rícino, Sisal, Vielo
Elaborado pela CCIPA, com base em Angola - O Meio Físico e Potencialidades Agrárias (1991), Engº Castanheira Diniz, e Atlas Geográfico (1982 / 83),
Ministério da Educação da República Popular de Angola; Revista Economia & Mercado nº 140, Ano 19, maio 2016

68
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Produção Familiar por Grupos de Culturas


2014 - 2016
GRUPOS DE CULTURAS CAMPANHA AGRÍCOLA
E PRODUTIVIDADE 2013/2014 2014/2015 2015/2016

cereais 947 1 022 1 150


produção total 1 820 2 016 2 380
leguminosas * 270 304 330
produção total 668 679 686
raízes e tubérculos ** 4 647 11 331 13 768
produção total 10 239 10 328 10 531
hortícolas 656 849 844
produção total nd nd nd
frutícolas 745 1 591 1 658
produção total nd nd nd
café (comercial) 15,0 14,7 7,9
produção total 15,0 14,7 7,9
açúcar nd nd nd
produção total - 25 52

CAMPANHA AGRÍCOLA 2015/2016


Empresa Agrícola Empresa Agrícola
Total
CULTURAS Familiar Empresarial
Produtividade das Principais Culturas, por tipo de Exploração (ton./ha)
milho 0,81 2,60 3,41
massango 0,32 0,40 0,72
massambala 0,39 0,46 0,85
arroz 1,23 2,00 3,23
mandioca 12,60 13,50 26,10
batata rena 7,80 10,00 17,80
batata doce 6,20 9,40 15,60
feijão 0,43 0,71 1,14
amendoim 0,68 1,10 1,78
soja 0,51 0,74 1,25
café - 0,34 *** 0,34
* feijão, amendoim e soja
** mandioca, batata rena e batata doce
*** não existe informação para cada um dos tipos de exploração, o valor apresentado é global
Fonte: Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola in Relatório Económico de Angola 2016

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5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Fontes de Água Apropriada


2014 (% do total)

FONTE DE ÁGUA AGREGADOS FAMILIARES


Acesso por Agregado Familiar
charcos / rios / riachos 15%
água da chuva / chimpacas 1%
nascentes desprotegidas 6%
nascentes protegidas * 14%
cacimbas desprotegidas 17%
cacimbas protegidas * 2%
furos com bomba * 12%
chafarizes públicos * 2%
camiões cisterna 10%
torneira do prédio / vizinho,
ligada à rede pública * 6%
torneira na residência, ligada
à rede pública 11%
outros 2%
* fontes apropriadas de água 40%
por Província**
Bengo 13%
Benguela 46%
Bié 40%
Cabinda 59%
Cuando Cubango 25%
Cuanza Norte 46%
Cuanza Sul 30%
Cunene 25%
Huambo 39%
Huíla 56%
Luanda 51%
Lunda Norte 16%
Lunda Sul 7%
Malanje 52%
Moxico 17%
Namibe 44%
Uíge 31%
Zaire 39%
** Fonte: página do INE Angola na internet, em 4.out.18 / outros dados: Economia
& Mercado nº 140, Ano 19, Maio 2016

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ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Recursos e Potencialidades Pecuárias

Bengo Bovinicultura de Carne Huíla Bovinicultura de Carne, Bovinicultura Leiteira, Caprinos


Bovinicultura de Carne, Bovinicultura Leiteira, Ovinos Luanda Bovinicultura de Carne
Benguela
Caracul, Caprinos
Lunda Norte Bovinicultura de Carne
Bié Bovinicultura de Carne, Bovinicultura Leiteira
Lunda Sul Bovinicultura de Carne
Cabinda -
Malanje Bovinicultura de Carne, Bovinicultura Leiteira
Cuando
Bovinicultura de Carne, Caprinos Moxico Bovinicultura de Carne
Cubango
Cuanza Namibe Bovinicultura de Carne, Ovinos Caracul, Caprinos
-
Norte
Uíge Bovinicultura de Carne
Cuanza Sul Bovinicultura de Carne, Bovinicultura Leiteira, Caprinos
Zaire -
Cunene Bovinicultura de Carne, Ovinos Caracul, Caprinos
Elaborado pela CCIPA, com base em Angola - O Meio Físico e Potencialidades
Huambo Bovinicultura de Carne, Bovinicultura Leiteira Agrárias (1991), Engº Castanheira Diniz, e Atlas Geográfico (1982 - 83), Ministério da
Educação da República Popular de Angola

Efectivo e Produção Pecuária Recursos Piscatórios


2010 - 2016 (mil cabeças)
ANOS Peixes
EFECTIVO PECUÁRIO 2010/2011 2011/2012 2013/2014
Corvina, Mero, Imperador, Congro,
gado bovino 4 586,6 4 687,5 3 500,0 Cachucho, Azevia, Cação, Linguado,
Garoupa, Abrótia, Peixe-Espada, Liro,
gado caprino e ovino 4 958,4 4 055,3 7 000,0 Ruivo, Tamboril, Pescada, Galo, Espadarte
gado suíno 2 136,0 2 358,1 nd Crustáceos
gado avícola 19 977,4 23 313,7 12 000,0 Camarão, Gamba, Navalheira, Freirinha,
(ton.) Caranguejo, Zagaia, Carabineiro,
ANOS Aranha-do-Mar, Carocha-dos-Olhos-Grandes
PRODUÇÃO PECUÁRIA 2014 2015 2016 Moluscos cefalópodes
Lulas Bicudas, Polvo (vulgar, cabeçudo africano, braço-
-comprido), Choco (africano, elegante, vulgar-africano,
carne de bovino 27 019 23 745 21 121
de-cauda, orlado),
carne de caprino e ovino 171 606 149 640 125 376 Pota (voadora, costeira)
carne de suíno nd nd nd Moluscos bivalves
carne de frango 32 288 29 386 27 579 Ameijoa
ovos (1 ovo = 50 a 60 g) * 7 871 25 064 34 800 Moluscos gastrópodes
em mil unidades 283 925,1 444 000 800 000 Buzina, Búzio
leite 3 061 3 570 3 872 Nota: dada a grande diversidade de peixes que abunda nas águas
Fontes: Elaborado pela CCIPA, com base em dados do Centro de Estudos e Investigação Científica de Angola, o quadro acima refere apenas as mais conhecidas
da Universidade Católica de Angola in Relatório Económico de Angola 2015 e 2016; CountryStat em termos alimentares, sendo muitas outras aproveitadas para
Angola, página na internet em 13.mai.16 e 9.out.18 produção de farinhas destinadas às rações para o gado
Fonte: Instituto de Investigação das Pescas
e do Mar, Portugal

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5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Recursos e Potencialidades Geológicas e Industriais


PROVÍNCIA Minérios Indústria

Urânio, Quartzo, Feldspato, Gesso, Enxofre,


Bengo Caulino, Asfalto, Materiais de Construção
Calcário- Dolomite, Ferro, Mica
Cobre, Manganês, Chumbo e Zinco, Volfrâmio,
Metalomecânica, Química, Materiais de Construção, Têxtil, Confecções, Couro
Benguela Estanho, Molibdénio, Fluorite, Gesso, Enxofre,
e Calçado, Alimentar, Bebidas e Tabaco, Madeira e Mobiliário
Diatomite, Calcário-Dolomite
Bié Diamantes, Ferro Materiais de Construção, Alimentar, Bebidas e Tabaco
Fosfatos, Ouro, Manganês, Urânio, Quartzo, Química, Materiais de Construção, Alimentar, Bebidas e Tabaco, Madeira
Cabinda
Petróleo e Mobiliário
Cuando Cubango Cobre, Ouro Materiais de Construção
Têxtil, Confecções, Couro e Calçado, Alimentar,
Cuanza Norte Cobre, Ferro, Diamantes, Manganês
Bebidas e Tabaco
Cobre, Ferro, Quartzo, Mica, Gesso, Caulino, Materiais de Construção, Têxtil, Confecções, Couro
Cuanza Sul
Asfalto, Calcário- Dolomite, Cianite e Calçado, Alimentar, Bebidas e Tabaco
Cunene Ouro, Mica
Ouro, Volfrâmio, Estanho Metalomecânica, Química, Materiais de Construção, Têxtil, Confecções, Couro
Huambo
e Molibdénio, Fluorite e Calçado, Alimentar, Bebidas e Tabaco, Madeira e Mobiliário
Cobre, Ferro, Diamantes, Manganês, Mica, Química, Materiais de Construção, Alimentar, Bebidas e Tabaco, Madeira
Huíla
Caulino, Granito Negro e Mobiliário
Metalurgia, Metalomecânica, Química, Materiais de Construção, Têxtil,
Luanda
Confecções, Couro e Calçado, Alimentar, Bebidas e Tabaco, Madeira e Mobiliário
Lunda norte Diamantes, Ouro
Lunda Sul Diamantes, Ouro, Manganês Materiais de Construção
Fosfatos, Diamantes, Urânio, Materiais de Construção, Alimentar,
Malanje
Calcário- Dolomite Bebidas e Tabaco
Cobre, Ferro, Diamantes, Ouro,
Moxico Manganês, Volfrâmio, Estanho Materiais de Construção
e Molibdénio, Urânio, Lenhite
Cobre, Manganês, Chumbo e Zinco, Urânio,
Namibe Mica, Feldspato, Gesso, Química, Materiais de Construção, Alimentar, Bebidas e Tabaco
Enxofre, Mármores
Uíge Caulino, Talco, Calcário-Dolomite Materiais de Construção, Alimentar, Bebidas e Tabaco
Cobre, Ferro, Fosfatos, Chumbo
Zaire e Zinco, Volfrâmio, Estanho e Molibdénio, Materiais de Construção
Urânio, Asfalto, Petróleo
Elaborado pela CCIPA, com base em Riquezas Minerais de Angola (1992), Engº Jorge C. Gouveia, Engº Doutor Pedro Cabral Moncada, Engº José A. Monteiro, Dr. Manuel G. Masca-
renhas e Atlas Geográfico” (1982 / 83), Ministério da Educação da República Popular de Angola

Nota CCIPA: Encontram-se em curso, desde 2014, trabalhos relacionados com o levantamento e a elaboração da cartografia do território angolano, tutelados pelo Governo
através do IGEO - Instituto Geológico de Angola, com o apoio de um consórcio luso-espanhol que envolve os Institutos homólogos destes dois países (IGME, LNEG e IMPULSO).
Denominado PLANAGEO – PLANO NACIONAL DE GEOLOGIA DE ANGOLA, este projeto avaliado em cerca de USD 300 milhões envolverá infraestruturas - prédios e laborató-
rios – e equipamentos adequados às potencialidades de cada região: o IGEO de Saurimo servirá apenas para a indústria diamantífera, enquanto o IGEO do Lubango servirá
exclusivamente para rochas ornamentais e águas subterrâneas, por exemplo. O PLANAGEO deverá estar concluído em 2020 pelo que, aquando da sua divulgação, a informação
constante deste quadro será alterada em conformidade com as novas descobertas.

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ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Eficiência, Racionalidade e Custos do Sector da Electricidade


2015 - Abril 2017
VALOR
Contadores montados na Rede
Pré-Pagos unidades
até 2015 202 750
até 2016 292 427
até Abril 2017 317 282
2015 2016 Jan-Abr 17
pré-pagos unidades 30 749 89 375 24 855
total 31 079 90 879 144 979
Clientes Novos unidades 74 022 85 675 5 079
baixa tensão 73 692 84 171 5 042
média tensão 330 1 504 37
Energia: adquirida GWh 6 136,13 10 289,90 3 464,20
distribuída 5 829,42 9 348,19 3 048,51
perdas técnicas 306,71 941,71 415,69
facturada 5 756,90 8 019,68 2 773,72
cobrada 4 197,89 6 085,13 2 110,93
perdas comerciais 1 559,01 1 934,55 662,79
perdas totais 1 865,72 2 876,26 1 078,48
Fonte: Ministério da Energia e Águas de Angola in 7º Conselho Consultivo do MINEA - Balanço 2013/2017, 5 e 6.jun.17
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Empresas Registadas
2014 - 2017 (% do total e unidades)

ANOS ANOS SITUAÇÃO ANOS


2017 FORMA PERANTE A
2014 2015 2014 2015 2017 ACTIVIDADE 2014 2015 2017
PROVÍNCIA (número) JURíDICA

Benguela em nome individual


% do total 8,8% 8,8% 11 455 36,7% 41,5% 47,6% aguardam 64,4% 68,9% 69,0%
%
início
em actividade 3 784 nº 14 636 17 215 79 590 75 271 96 508 115 472
Cabinda: por quotas
% do total 3,6% 3,6% 5 537 % 60,6% 55,0% 50,2% em actividade 34,1% 29,7% 29,5%
em actividade 1 688 nº 24 173 22 829 84 081 39 884 41 507 49 376
Huambo anónimas
actividade 1,4% 1,2% 1,1%
% do total 3,9% 3,9% 5 639 % 2,2% 2,8% 1,9%
suspensa
em actividade 2 026 nº 892 1 181 3 177 1 600 1 692 1 917
Huíla públicas:
% do total 4,3% 4,5% 4 796 % 0,2% 0,3% 0,1% dissolvidas 0,1% 0,2% 0,3%
em actividade 2 068 nº 95 139 215 139 273 565
Luanda assoc. e fundações
% do total 55,0% 55,2% 106 447 % 0,2% 0,3% 0,2% Total 100,0% 100,0% 100,0%
em actividade 28 775 nº 88 143 267 116 894 139 980 167 330
Malange Total NB: dados não disponíveis para 2016
% do total 2,1% 2,1% 3 732 % 100,0% 100,0% 100,0%
em actividade 3 713 nº 39 884 41 507 167 330
Uíge
% do total 2,1% 2,2% 2 986
em actividade 988
Kwanza Sul
% do total 5,2% 5,2% 5 390
TIPOLOGIA DA PROPRIEDADE FORMA JURÍDICA
em actividade 2 244
EMPRESARIAL - 2017 por quotas anónimas públicas
Lunda Norte
% do total 2,3% 2,3% 2 083
em actividade 992 sociedades financeiras 14 21 10
Namibe sociedades não financeiras privadas 83 837 2 866 -
% do total 2,2% 2,2% 2 505 sociedades não financeiras públicas - - 192
em actividade 1 034 sociedades não financeiras
230 290 -
Restantes sob controlo estrangeiro
Províncias * 10,5% 10,0% 16 760 famílias 290 22 -
Total 39 884 41 507 167 330 Total 84 371 3 199 202
* % inferior a 2% do total nacional Elaborado pela CCIPA com base em dados do INE Angola in Estatísticas do Ficheiro de Unidades Empresariais (FUE)
2010 - 2013 e 2012 - 2015; MacauHub na internet, em 16.mai.16, segundo dados do INE Angola in FUE 2011 - 2014;
página do INE Angola na internet, em 11.out.18, segundo dados do FUE 2017

74
75
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Emprego por Sector de Actividade


2014 - 2016 (mil trabalhadores e %)

ANOS Ganhos
médios de
2014 2015 2016 produtividade
2003/2016

Agricultura, pecuária e florestas 2 932,8 2 959,3 2 977,7 5,89%


Pescas 43,2 44,8 45,8 5,37%
Petróleo e Gás 92,2 92,2 83,0 -3,81%
Diamantes e outros 41,1 61,8 86,1 -4,79%
Indústria Transformadora 80,1 100,8 131,3 0,35%
Construção 424,2 427,9 428,9 4,48%
Electricidade 103,7 153,8 206,4 -6,47%
Comércio 1 170,8 1 218,6 1 231,8 4,08%
Transportes e Armazenagem 157,7 228,2 236,7 -2,15%
Correios e telecomunicações 13,3 13,9 14,5 1,94%
Banca e Seguros 23,4 23,4 23,4 -2,71%
Estado 467,1 467,1 467,1 2,43%
Serviços imobiliários 0,6 0,6 0,6 3,27%
Outros serviços 653,5 693,8 699,6 -2,24%
Total 6 203,7 6 486,1 6 632,9 2,70%
Incrementos 495,6 282,4 146,8 -
Fonte: Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola in Relatório Económico de Angola 2016
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

PIB por Sector de Origem a Preços Correntes de Mercado


2014 - 2016 (USD milhões e %)

2014 2015 2016


% do Taxa de % do Taxa de % do Taxa de
valor valor valor
SECTORES total crescimento % total crescimento % total crescimento %

Sector Primário 55 015,5 42,5% 43,7% 40 082,6 39,0% 40,0% 44 252,1 46,0% 7,00%
Agricultura, Floresta
6 122,2 4,7% 23,7% 5 402,6 5,3% 8,0% 4 810,0 5,0% 0,00%
e Pecuária
Pescas 1 606,5 1,2% 21,8% 1 632,0 1,6% 14,2% 2 886,0 3,0% 8,70%
Indústria Extractiva 47 286,8 36,6% -1,8% 33 048,0 32,2% 17,8% 36 556,1 38,0% -1,70%
Petróleo e Gás 46 045,8 35,6% -2,5% 30 498,0 29,7% 11,3% 34 632,1 36,0% -2,3%
Outros (inc. diamantes) 1 241,0 1,0% 0,7% 2 550,0 2,5% 6,5% 1 924,0 2,0% 0,60%

Sector Secundário 21 271,2 16,4% 10,0% 20 910,0 20,4% 7,3% 16 354,0 17,0% 9,40%
Indústria Transformadora 5 690,6 4,4% 2,3% 8 772,0 8,5% -1,1% 5 772,0 6,0% -2,3%
Energia Eléctrica e Água 1 122,7 0,9% 3,6% 1 122,0 1,1% 10,6% 962,0 1,0% 14,50%
Construção 14 457,9 11,2% 4,1% 11 016,0 10,7% -2,2% 9 620,0 10,0% -2,8%

Sector Terciário 53 058,6 41,0% 44,2% 41 752,7 40,6% 58,5% 35 594,0 37,0% 23,8%
Comércio 7 160,5 5,5% 13,3% 5 924,1 5,8% 4,0% 12 506,0 13,0% -0,4
Transportes
2 668,6 2,1% 12,3% 2 207,8 2,1% 14,2% 1 924,0 2,0% -32,0%
e Armazenagem
Correios
5 036,1 3,9% 8,8% 4 166,5 4,1% 8,3% 1 924,0 2,0% 11,4%
e Telecomunicações
Banca e Seguros 1 630,1 1,3% -11,3% 1 348,6 1,3% 31,6% 1 924,0 2,0% 9,6%
Estado 24 130,1 18,7% 9,8% 17 819,4 17,3% -7,0% 6 734,0 7,0% -16,2%
Serviços Imobiliários 7 091,4 5,5% -3,5% 5 866,9 5,7% 0,4% 4 810,0 5,0% 2,8%
Outros Serviços 5 341,8 4,1% -2,2% 4 419,4 4,3% -18,9% 5 772,0 6,0% -4,9%

Total 129 345,3 100,0% 4,1% 102 745,3 100,0% 0,9% 96 200,1 100,0% -3,6%
Fontes: Banco Nacional de Angola in Relatório e Contas 2015; Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola
in Relatório Económico de Angola 2016

77
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Valor Acrescentado
2012 - 2016
ANOS ANOS
2012 2013 2014 2013 2014 2015 2016
Sector Agrícola Sector da Construção
VAB (USD milhões) 5 121,2 6 004,2 5 212,0 VAB (USD milhões) 12 917,5 14 457,9 11 016,0 9 620,0
Taxa Real Variação (%) 5,81 6,48 11,90 Taxa Real Variação (%) 3,38 8,00 3,50 3,20
Emprego (número) 2 913,36 2 928,62 2 932,76 Emprego (número) 415 408 424 197 427 941 428 882
Produtividade (USD) 1 757,8 2 050,2 1 777,2 Produtividade (USD) 31 095,8 34 082,9 25 741,9 19 514,5
Ganhos Produtividade (%) 3,17 5,93 11,74 Ganhos Produtividade (%) 2,20 5,76 2,59 2,97
PIBc / PIB (%) 10,40 11,20 10,80 8,70

ANOS ANOS
2013 2014 2015 2016 2012 2013 2014 2015
Sector dos Transportes Sector Petrolífero
Passageiros VAB (USD milhões) 53 278,0 48 013,0 46 045,8 30 498,0
Transportados Taxa Real
22 144 16 627 13 117 9 980 4,3 -0,9 -3,5 6,3
(rede pública; Variação (%)
mil)
Emprego (número)* 2 953 986 nd 2 975 997 3 004 030
Carga
Produtividade (USD) 577 595,6 520 517,2 499 190,0 nd
manipulada/
transportada 15 258 19 148 12 700 9 948 Ganhos
-4,26 -0,90 -3,50 nd
(rede pública, Produtividade (%)
mil ton) PIBp / PIB (%) 46,2 38,5 35,6 29,9
Emprego: rec.fiscais totais
nd 50,2 44,7 27,9
número 17 003 16 707 16 029 16 158 (USD MM)
profissionais rec. fiscais petrol.
1 487 1 522 2 128 1 507 nd 37,6 30,2 15,7
qualificados (USD MM)
Escolas e dependência
nd 74,9 67,6 56,3
Centros de fiscal (%)
Formação 0 0 0 0 * valores para 2012 a 2014 iguais na Fonte
Instalados
(número) ANOS
Cidades 2013 2014 2015 2016
beneficiadas
c/ expansão
2 2 0 0 Indústria Transformadora
rede de táxis VAB (USD milhões) 5 079,6 5 690,6 8 772,0 5 772,0
Taxa Real Variação (%) 7,65 2,30 -1,1 -2,3
Emprego (número) 76 379 80 135 100 810 131 336
Produtividade (USD) 66 505,5 71 013,0 87 015,2 47 327,0
Ganhos Produtividade (%) 2,93 -2,47 -21,35 2,30
PIBt / PIB (%) 4,10 4,40 8,60 6,00

Elaborado pela CCIPA com base em dados do Centro de Estudos e Investigação Científica da
Universidade Católica de Angola in Relatório Económico de Angola 2014, 2015 e 2016

78
79
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Comércio Externo
Importações
2014 - 2017 (USD milhões e %)

POR CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA


2014 % do total 2015 % do total 2016 % do total 2017 % do total
DAS MERCADORIAS
bens de consumo corrente 17 727,4 62,0% 11 542,7 55,8% 7 754,0 59,5% 9 550,6 66,0%
bens de consumo intermédio 4 303,2 15,1% 3 324,9 16,1% 1 673,0 12,8% 1 549,3 10,7%
bens de capital 6 549,7 22,9% 5 825,0 28,2% 3 613,5 27,7% 3 363,4 23,3%
Total 28 580,3 100,0% 20 692,6 100,0% 13 040,5 100,0% 14 463,3 100,0%
Elaborado pela CCIPA, com base em dados da página do Banco Nacional de Angola na internet, em 18.set.18

80
Importações
2014 - 2017 (USD milhões e %)

POR GRUPOS DE PRODUTOS 2014 % do total 2015 % do total 2016 % do total 2017 % do total

Alimentares 4 008,8 14,0% 3 006,5 14,5% 2 347,0 18,0% 3 257,6 22,5%


Combustíveis 4 764,3 16,7% 3 018,0 14,6% 1 712,4 13,1% 1 809,1 12,5%
Químicos 1 367,7 4,8% 1 087,5 5,3% 873,9 6,7% 1 076,2 7,4%
Materiais de Construção 3 132,7 11,0% 2 509,5 12,1% 1 154,0 8,8% 929,0 6,4%
Obras Diversas 1 756,2 6,1% 1 026,5 5,0% 572,2 4,4% 597,1 4,1%
Plásticos, Borrachas, Peles e Couros 936,5 3,3% 650,7 3,1% 426,3 3,3% 543,2 3,8%
Madeira e Cortiça 88,7 0,3% 57,2 0,3% 28,6 0,2% 33,6 0,2%
Papel ou Cartão e suas Obras 303,0 1,1% 195,6 0,9% 149,5 1,1% 188,9 1,3%
Têxteis e Vestuário 604,0 2,1% 434,0 2,1% 264,1 2,0% 483,5 3,3%
Bebidas e Vinagre 638,6 2,2% 376,1 1,8% 110,2 0,8% 150,5 1,0%
Produtos Minerais 145,4 0,5% 107,4 0,5% 64,1 0,5% 43,5 0,3%
Máquinas, Aparelhos Mecânicos
6 413,6 22,4% 5 600,2 27,1% 3 188,2 24,4% 3 273,5 22,6%
e Elétricos
Veículos e outros Meios de Transporte 3 471,8 12,1% 1 156,3 5,6% 348,7 2,7% 906,8 6,3%
Aeronaves e Embarcações 136,1 0,5% 224,8 1,1% 425,4 3,3% 90,0 0,6%
Outros 812,9 0,0 1 242,1 6,0% 1 376,1 10,6% 1 080,8 7,5%
Total 28 580,3 100,0% 20 692,4 100,0% 13 040,7 100,0% 14 463,3 100,0%
Elaborado pela CCIPA, com base em dados da página do Banco Nacional de Angola na internet, em 18.set.18

Balança Comercial de Mercadorias


2014 - 2017 (USD milhões)
ANOS VAR (%)
2016 2017
2014 2015 15 / 14 16 / 15 17 / 16
(est.) (prog.)

Balança Comercial 30 589,6 12 488,7 14 548,2 20 150,3 -59,2% 16,5% 38,5%


Exportações (fob) 59 169,9 33 181,1 27 588,9 34 613,6 -43,9% -16,9% 25,5%
sector petrolífero 57 641,9 31 895,0 26 366,1 33 312,5 -44,7% -17,3% 26,3%
petróleo bruto 56 363,9 31 393,8 25 577,4 31 064,9 -44,3% -18,5% 21,5%
diamantes 1 335,4 1 065,8 980,0 1 130,1 -20,2% -8,1% 15,3%
outras 192,6 220,3 242,8 171,0 14,4% 10,2% -29,6%
Importações (fob) 28 580,3 20 692,4 13 040,7 14 463,3 -27,6% -37,0% 10,9%
sector petrolífero (combustíveis) 4 764,3 3 018,0 1 712,4 1 809,1 -36,7% -37,0% 5,6%
bens alimentares 4 008,8 3 006,5 2 347,0 3 257,6 -25,0% -21,9% 38,8%
outras 19 807,2 14 667,9 8 981,3 9 396,6 -25,9% -38,8% 4,6%
Coeficiente de Cobertura (%) 2,1 1,6 2,1 2,4 -22,5% 31,9% 13,1%
Peso das Importações (%) 0,3 0,4 0,3 0,3 17,9% -16,4% -8,2%
Elaborado pela CCIPA, com base em dados do Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e Timor Leste 2016 - 2017
e da página do Banco Nacional de Angola na internet, em 18.set.18
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Estrutura das Exportações


2014 - 2018
ANOS VAR (%)
unidade 2017 2018
2014 2015 2016 15 / 14 16 / 15 17 / 16
PRODUTO (proj. fecho) (OGE)

Petróleo Bruto Mbarris 610,2 648,5 611,2 449,7 620,0 6,3% -5,8% -26,4%
MUSD 56 363,9 31 393,8 25 577,4 31 064,9 31 000,0 -44,3% -18,5% 21,5%
USD/barril 96,9 53,7 41,8 48,4 50,0 -44,6% -22,2% 15,8%
Refinados de Petróleo mton 1 012,6 1 262,0 1 226,1 1 304,0 nd 24,6% -2,8% 6,4%
MUSD 662,9 385,6 331,0 477,2 nd -41,8% -14,2% 44,2%
USD/ton met 654,7 305,5 270,0 365,9 nd -53,3% -11,6% 35,5%
Gás Natural mbarris 10 444,6 4 003,4 19 255,0 45 411,9 nd -61,7% 381,0% 135,8%
MUSD 615,1 115,6 457,7 1 770,4 nd -81,2% 295,9% 286,8%
USD / barril 58,9 28,9 23,8 29,0 29,0 -50,9% -17,6% 21,8%
Diamantes mquilates 8 870,6 8 873,4 8 964,1 8 964,1 9 047,7 0,0% 1,0% 0,0%
MUSD 1 335,1 1 065,8 980,0 1 130,1 1 130,1 -20,2% -8,1% 15,3%
USD / quilate 150,5 136,9 118,0 115,1 124,2 -9,1% -13,8% -2,5%

Outros MUSD
café 1,2 1,1 1,1 1,1 nd
cimento 0,0 21,4 67,7 7,2 nd
granito 0,0 7,4 8,7 9,5 nd
mármore 0,0 0,3 0,1 0,1 nd
madeira 0,0 14,1 31,7 36,0 nd
pescado 49,0 41,8 44,6 49,6 nd
marinha e aviação 142,4 134,2 88,9 67,5 nd
Sub-Total 192,6 220,3 242,8 171,0 -
Total MUSD 59 169,6 33 181,1 27 588,9 34 613,6 -
Elaborado pela CCIPA, com base em dados da página do BNA na internet em 18.set.18; Lei nº 3/18, de 1 de março -
Orçamento Geral do Estado para o Exercício Económico de 2018

82
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Exportações de Petróleo Bruto por País de Destino


2014 - 2017 (milhões USD)

ANOS
PAÍS DE DESTINO 2014 2015 2016 2017

África do Sul 1 934,3 1 349,5 1 266,5 1 338,4


Canadá 2 596,3 1 034,6 873,0 1 078,9
China 27 346,4 14 075,2 13 865,1 19 156,0
E.U.A 1 995,0 969,6 1 305,7 912,5
Espanha 3 483,9 2 210,9 816,7 913,6
França 1 946,1 1 567,6 890,8 314,8
Holanda 1 946,8 1 043,2 420,9 0,0
Índia 4 694,3 2 666,9 1 946,6 2 630,9
Indonésia 204,4 566,5 286,2 414,7
Inglaterra 292,9 904,7 306,8 59,6
Itália 1 341,5 1 102,8 479,6 450,2
Japão 214,7 103,2 0,0 187,9
Portugal 1 907,9 1 189,4 796,8 280,1
Singapura 97,7 205,9 0,0 135,9
Taiwan 2 615,9 1 408,3 1 130,9 1 386,5
Outros 3 745,8 995,5 1 192,0 1 804,8
Total 56 363,9 31 393,8 25 577,6 31 064,8
Fontes: página do Banco Nacional de Angola na internet, segundo dados do Ministério dos Petróleos, em mar.2016, set.2017 e set.2018

83
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Repartição Geográfica do Comércio Externo


2015 - 2017 (%)

2017 (est.) 2016 2015


quota posição quota posição quota posição
Principais Clientes das Exportações Angolanas
Canadá 3,5% 5º 3,4% 6º 3,3% 6º
China 62,3% 1º 54,2% 1º 44,8% 1º
Índia 8,6% 2º 7,6% 2º 8,5% 2º
E.U.A. 3,0% 6º 5,1% 3º 3,1% 7º
África do Sul 4,4% 4º 5,0% 4º 4,3% 4º
Taiwan 4,5% 3º 4,4% 5º 4,5% 3º
Portugal 0,9% 7º 3,1% 7º 3,8% 5º
Outros 11,8% - 13,7% - 22,7% -
(milhões USD)
2017 2016 2015
valor quota posição valor quota posição valor quota posição
Principais Fornecedores das Importações Angolanas
Portugal 2 363,2 16,34% 1º 1 788,0 13,71% 1º 2 627,1 12,7% 2º
China 1 891,3 13,08% 2º 1 462,5 11,22% 2º 2 862,0 13,8% 1º
E.U.A. 937,8 6,48% 3º 1 432,4 10,98% 3º 1 307,9 6,3% 6º
África do Sul 630,1 4,36% 7º 505,4 3,88% 7º 767,7 3,7% 9º
Brasil 802,8 5,55% 5º 616,8 4,73% 5º 795,4 3,8% 7º
Bélgica 892,5 6,17% 4º 928,4 7,12% 4º 1 318,6 6,4% 5º
República da
736,3 5,09% 6º nd nd nd 1 525,6 7,4% 4º
Coreia
Reino Unido 477,0 3,30% 8º 483,6 3,71% 8º 637,7 3,1% 10º
Singapura nd nd nd 567,7 4,35% 6º 1 879,0 9,1% 3º
outros 5 731,9 39,63% - 5 255,5 40,30% - 6 971,6 33,7% -
Total 14 462,9 100,00% - 13 040,3 100,00% - 20 692,6 100,0% -
Fontes: AICEP Portugal Global in Angola - Síntese País e Relacionamento Bilateral, set.2017; Banco de Portugal in Evolução da Economia
dos PALOP e Timor Leste 2015 - 2016 e 2017 - 2018; INE Angola in Anuário de Estatística de Comércio Externo 2016

84
85
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Entrada de Turistas em Angola


2013 - 2015 (unidades)

ORIGEM ANOS
ORIGEM ANOS
CONTINENTES E PAÍSES 2013 2014 2015
CONTINENTES E PAÍSES 2013 2014 2015
AMÉRICA: 72 907 69 307 100 272
ÁFRICA: 212 288 98 953 151 414
Argentina 823 1 229 2 798
África do Sul 94 177 56 852 49 424 Brasil 43 615 44 001 70 184
Cabo Verde 1 294 4 279 1 514 Canadá 1 917 1 743 1 788
Moçambique 2 311 4 721 5 644 Colômbia 521 496 1 176
Namíbia 73 614 25 079 61 505 Cuba 5 351 7 722 4 505
Nigéria 1 600 2 351 2 190 E.U.A. 17 424 8 842 17 259
Rep. Democ. Congo 9 528 692 13 824 Guiana 2 128 3 970 957
República do Congo 5 185 613 11 432 Perú 403 415 406
São Tomé e Príncipe 4 034 2 763 2 631 Trinidad e Tobago - 210 473
Zâmbia 19 575 481 1 413 Venezuela 725 679 726
Zimbabwe 970 1 122 1 837 EUROPA: 216 099 309 910 160 043
Alemanha 3 864 3 817 6 514
Bélgica 1 281 11 142 5 867
Espanha 7 054 8 567 6 646
França 19 491 18 806 20 097
Holanda 1 766 2 902 4 029
Itália 4 409 17 274 9 150
Noruega 1 593 2 317 1 155
Polónia 1 953 2 066 2 384
Portugal 141 351 219 258 82 629
Reino Unido 31 748 18 363 14 267
Rússia 1 589 5 398 7 305
ÁSIA: 113 682 72 060 106 383
China 84 300 49 965 76 016
Filipinas 7 516 5 371 7 164
Índia 8 438 6 464 9 170
Indonésia 1 400 1 161 1 082
Japão 633 657 808
Malásia 536 499 577
Paquistão 682 589 714
Vietname 8 164 5 340 8 837
Austrália 2 064 950 978
Médio oriente 6 192 4 910 3 123
Total 623 232 556 090 522 213
nb: embora os totais por continente sejam iguais aos da Fonte, os valores globais
referentes às chegadas de turistas às fronteiras nacionais por regiões diferem; não
foram utilizados os valores globais da Fonte
Fonte: Ministério da Hotelaria e Turismo de Angola
in Compêndio de Estatísticas do Turismo 2011 - 2015

86
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Principais Motivos das Viagens


2013 - 2015 e Quinquénios 2006/10 e 2011/15 (unidades)

ANOS QUINQUÉNIOS
VAR (%)
MOTIVO DAS VIAGENS 2013 2014 2015 2006-2010 2011-2015

Férias 131 327 87 910 86 702 459 482 442 657 -3,7%


Negócios 263 863 234 648 272 475 298 664 1 245 711 317,1%
Trânsito 913 1 398 0 13 133 4 783 -63,6%
Em serviço 253 930 271 042 233 318 629 838 1 153 676 83,2%
Total 650 033 594 998 592 495 1 401 117 2 846 827 103,2%
Fonte: Ministério da Hotelaria e Turismo de Angola in Compêndio de Estatísticas do Turismo 2011 - 2015

Unidades Hoteleiras Existentes e Criação de Emprego


2013 - 2015 (unidades)

ANOS PERÍODOS
TIPOS DE UNIDADES 2013 2014 2015 2009-2010 2011-2015

Hotéis 178 183 196 136 866


emprego criado 2 972 1 686 1 090 - 14 393
Outros meios de alojamento 1 145 1 177 1 286 996 5 743
emprego criado 2 469 3 152 2 262 - 10 569
Restaurantes e similares 4 294 4 785 4 736 3 270 21 579
emprego criado 9 125 23 632 5 485 - 44 037
Agências de Viagens e Turismo 149 132 160 84 654
emprego criado 958 818 7 746 - 11 483
Total de unidades 5 766 6 277 6 378 4 486 28 842
Emprego criado 15 524 29 288 16 583 - 80 482
Fonte: Ministério da Hotelaria e Turismo de Angola in Compêndio de Estatísticas do Turismo 2011 - 2015

87
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Sistema Financeiro
Banca em Análise / 2015 - 2016
Início da Total de activos Depósitos de Clientes
Sigla
BANCO actividade rank.16 valor rank. 15 valor rank.16 valor rank. 15 valor
Banco Angolano de Investimentos BAI 1997 2 1 365 685 3 1 097 612 1 1 137 304 2 938 494
Banco Angolano de Negócios e Comércio BANC 2007 15 46 358 16 39 105 17 21 365 17 19 165
Banco BAI Microfinanças BMF 2004 23 8 397 22 8 093 21 6 542 19 7 475
Banco BIC BIC 2005 4 1 027 033 4 977 609 4 850 433 4 741 627
Banco Caixa Geral Angola BCGA 1993 9 313 252 8 317 385 8 243 522 9 236 953
Banco Comercial Angolano BCA 1999 16 43 920 15 46 845 15 28 120 14 36 758
Banco Comercial do Huambo BCH 2010 19 19 884 20 12 477 18 11 776 20 6 883
Banco de Comércio e Indústria BCI 1991 11 184 527 13 127 359 10 101 211 12 96 421
Banco de Desenvolvimento de Angola BDA 2006 8 322 953 9 301 826 - - - -
Banco de Fomento Angola BFA 1993 3 1 312 880 2 1 229 579 2 1 079 750 1 1 017 160
Banco de Negócios Internacional BNI 2006 10 258 806 11 234 296 9 227 358 10 154 219
Banco de Poupança e Crédito BPC 1976 1 1 691 128 1 1 339 620 3 1 022 046 3 911 365
Banco Económico BE 2002 - - - - - - - -
Banco Kwanza Investimento BKI 2010 - - - - - - - -
Banco Millennium Angola * BMA 1993 - - 6 342 914 - - 8 249 111
Banco Privado Atlântico * BPA 2006 - - 5 514 339 - - 5 385 898
Banco Millennium Atlântico * ATL 2016 5 948 454 - - 5 741 991 - -
Banco Keve BRK 2003 12 140 687 12 130 777 11 89 264 11 96 997
Banco Sol SOL 2001 6 396 783 7 327 719 7 289 039 6 277 052
Banco Valor BVB 2014 18 33 625 19 22 911 14 28 987 16 19 201
Finibanco Angola FNB 2008 13 84 327 14 83 285 12 61 506 13 61 005
Standard Bank de Angola SBA 2010 7 367 805 10 298 412 6 337 729 7 275 781
Standard Chartered Bank de Angola SCBA 2015 14 48 135 17 23 863 13 41 567 15 20 361
Banco VTB Africa VTB 2008 17 40 158 18 23 203 16 24 774 18 16 064
Banco Yetu YETU 2015 21 12 012 23 4 824 20 8 634 22 1 306
Banco de Investimento Rural BIR 2015 24 4 347 26 1 469 23 2 788 24 299
Banco Prestígio BPG 2015 20 18 525 21 9 666 19 9 878 21 6 113
Crédisul - Banco de Crédito do Sul BCS 2015 22 11 778 24 3 213 22 5 860 23 1 074
Banco Mais (ex-Banco Pungo Andongo /BPAN) BMAIS 2015 - - 25 2 396 - - 25 6
Banco Postal BPT 2016 - - - - - - - -
Ecobank de Angola ECO - - - - - - - - -
Banco da China - Sucursal em Angola BOCLB - - - - - - - - -
* o BMA e o BPA fundiram-se em 2016, resultando, da fusão, o Banco Millennium Atlântico
* em 2016, o Banco Millennium Angola e o Banco Privado Atlântico fundiram-se e originaram o Banco Millennium Atlântico (ATL); no caso do cálculo do ROAE e porque a
entidade entrou em funcionamento em 2016, foi calculado o Return on Equity ** para os Bancos YETU, BPG, BCS, BPAN e BIR foi calculado o Retorno dos Fundos Próprios, em

88
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

(AKZ milhões) (%)

Crédito a Clientes Resultados Líquidos Rentabilidade média em %


rank.16 valor rank. 15 valor rank.16 valor rank. 15 valor rank. 16 ROAE rank. 15 ROAE
3 379 864 2 353 686 2 49 741 3 15 358 7 34% 11 13%
14 11 709 15 13 254 22 -1 724 17 220 22 -36% 17 4%
19 240 19 2 433 12 2 003 24 -2 112 24 -326% - -
4 304 320 3 290 755 3 33 663 2 27 656 8 31% 6 29%
7 98 957 9 83 881 5 12 372 5 9 581 10 26% 7 23%
15 10 982 16 8 922 9 3 144 12 1 484 5 35% 8 22%
20 236 20 430 10 2 652 10 2 211 3 46% 1 63%
10 50 429 13 45 592 16 507 25 -2 308 16 4% - -
12 42 709 10 60 981 23 -12 604 26 -19 625 21 -26% 23 -53%
5 235 311 5 220 796 1 61 713 1 37 866 4 41% 5 33%
8 93 485 8 92 399 14 1 731 14 1 247 14 9% 16 6%
1 1 052 180 1 927 390 24 -29 499 6 8 289 20 -19% 14 7%
- - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - -
- - 6 133 519 - - 8 6 760 - - 10 16%
- - 4 245 910 - - 4 11 028 - - 9 21%
2 447 041 - - 4 24 898 - - 11 22% - -
9 58 102 11 58 601 11 2 489 15 821 12 19% 15 7%
6 189 006 7 100 613 6 9 223 7 7 496 6 35% 4 36%
16 6 367 17 5 746 15 1 055 16 368 9 28% 13 12%
13 27 035 14 39 562 13 1 942 13 1 248 13 17% 12 13%
11 50 231 12 51 263 7 7 878 9 5 238 2 49% 3 48%
- - - - 17 181 20 -530 15 5% 19 -17%
23 30 18 3 138 8 3 811 11 2 103 1 57% 2 57%
18 339 - - 19 -326 18 -275 19 -11% 18 -10%
22 167 21 173 21 -494 23 -980 23 -39% 24 -90%
21 234 22 9 18 36 19 -515 20 -26% 20 -26%
17 2 995 - - 20 -373 21 -547 18 -11% 21 -28%
- - - - - - 22 -717 - - 22 -39%
- - - - - - - -
- - - - - - - -
- - - - - - - -

contrapartida dos Fundos Próprios Médios, uma vez que iniciaram a sua actividade em 2015
NB: em 2016, o Ecobank de Angola e o Banco da China - Sucursal em Luanda ainda não tinham iniciado a actividade
Fonte: Deloitte in Banca em Análise Angola 2016 e Banca em Análise 201
89
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Crédito Bancário por Sector de Actividade Económica


2015 - 1º Sem. 2018 (AKZ milhões e % do total)

2015 2016 2017 1º Sem. 2018


SECTORES DE ACTIVIDADE valor % do total valor % do total valor % do total valor % do total

Partic. e Famílias
649 658,45 18,1% 542 178,26 15,0% 490 783,50 13,6% 543 014,63 13,1%
c/Empregados Domésticos
Indústria Transformadora 312 966,77 8,7% 260 602,83 7,2% 256 930,68 7,1% 272 876,90 6,6%
Construção 421 275,13 11,7% 436 545,49 12,1% 433 097,91 12,0% 475 258,91 11,5%
Electricidade, Gás e Água 18 096,94 0,5% 26 958,97 0,7% 31 565,20 0,9% 24 257,96 0,6%
Comércio
727 753,33 20,3% 854 841,43 23,6% 861 557,41 23,8% 1 021 794,48 24,7%
(por grosso e a retalho)
Agricultura,Pecuária, Caça,
181 302,61 5,0% 230 091,00 6,4% 220 249,78 6,1% 217 977,14 5,3%
Pesca e Silvicultura
Activ. Imob., Alugueres
498 447,49 13,9% 505 949,59 14,0% 537 973,78 14,9% 668 324,30 16,2%
e Serv. às Empresas
Transportes, Armazenagem
52 842,97 1,5% 72 414,73 2,0% 82 668,90 2,3% 111 013,43 2,7%
e Comunicações
Alojamento e Restauração 68 480,77 1,9% 82 847,10 2,3% 92 716,48 2,6% 93 194,79 2,3%
Educação, Saúde
21 423,00 0,6% 33 138,28 0,9% 29 021,13 0,8% 34 816,60 0,8%
e Acção Social
Indústria Extractiva 61 542,97 1,7% 69 887,01 1,9% 65 081,33 1,8% 74 506,89 1,8%
Activ. Financ., Seguros
61 506,74 1,7% 78 176,01 2,2% 126 582,85 3,5% 131 985,53 3,2%
e Fundos de Pensões
Outras Activ.Colectivas,
517 602,97 14,4% 425 778,81 11,8% 389 677,72 10,8% 467 211,49 11,3%
Pessoais e Sociais
Organismos Internacionais
397,63 0,0% 394,39 0,0% 391,43 0,0% 22,42 0,0%
e Out. Inst. Extra-Territ.
Crédito à Economia:
3 593 297,77 100,0% 3 619 803,90 100,0% 3 618 298,10 100,0% 4 136 255,47 100,0%
AKZ milhões
variação anual % 12,10% 0,74% -0,04% 14,31%
% PIB 29,2% 23,2% 17,5% 14,2%
Crédito / Depósitos (%) 59,0% 51,6% 49,3% 51,2%
Estabilidade Financeira:
incumprimento
11,6% 13,1% 28,8% 33,2%
(% crédito total)
Depósitos: AKZ mil milhões 2 284 100,0% 2 671 100,0% 2 786 100,0% 3 438 100,0%
variação anual % 13,8% 16,9% 4,3% 23,4%
% PIB 18,5% 17,1% 13,5% 11,8%
Fontes: KPMG Angola in Análise ao Sector Bancário Angolano, out.14 e nov.15; Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e Timor Leste 2015-2016
e 2017-2018; Banco Nacional de Angola in Relatório de Actividades 2014; Boletim Estatístico Dez.2016 e 2008 / Junho 2018

90
Caracterização da Rede de Terminais e Cartões Multicaixa
2014 - 2016
ANOS VARIAÇÃO (%)
2016 2015 2014 2016/15 2015/14

Terminais (unidades)
- caixas automáticas 2 911 2 776 2 627 4,86% 5,67%
- TPA 67 496 61 496 47 076 30,63% 30,63%

Clientes Bancários (unidades) 8 392,6 7 435,1 6 490,7 12,88% 14,55%

Cartões (mil unidades)


- válidos 4 563,1 4 736,2 4 688,0 -3,66% 1,03%
- vivos 3 552,2 3 420,8 3 165,0 3,84% 8,08%
- activos nd 1 949,3 1 949,3 - 0,00%
- personalizados (emitidos) nd 88,1 91,0 - -3,17%
- não personalizados (emitidos) nd 1 871,5 2 661,6 - -29,69%

Movimentos (mil unidades)


- consulta de saldo nd 80 296,2 63 023,1 - 27,41%
- consulta de movimentos nd 4 099,4 2 729,2 - 50,20%
- levantamentos nd 100 218,3 88 199,5 - 13,63%
- recargas telefónicas nd 11 975,8 10 860,0 - 10,27%
- consulta do IBAN nd 1 487,4 862,6 - 72,44%
- transferências bancárias nd 2 340,0 934,2 - 150,49%
- pagamentos e outros serviços nd 1 223,6 1 676,8 - -27,03%
- levantamentos internacionais nd 526,7 803,5 - -34,45%
- outros nd 2 523,1 1 881,5 - 34,10%
- total de transacções 227 452,1 204 918,5 170 970,4 11,00% 19,86%
- média mensal 18 954,3 17 057,5 14 247,5 11,12% 19,72%

Movimentos (AKZ milhões)


- levantamentos nd 1 107 088,2 976 659,1 - 13,35%
- recargas telefónicas nd 21 212,7 20 041,8 - 5,84%
- transferências bancárias nd 273 218,5 110 074,8 - 148,21%
- pagamentos e outros serviços nd 26 003,4 13 781,0 - 88,69%
- levantamentos internacionais nd 6 771,9 10 646,0 - -36,39%
- outros nd 152 745,9 660,0 - 23042,96%
- total de transacções 2 166 438,0 1 587 040,0 1 131 862,8 36,51% 40,21%
- média mensal 180 536,5 132 253,3 94 321,9 36,51% 40,21%
taxa de operacionalidade da rede: nd 93,17% 91,19% - 2,17%
Elaborado pela CCIPA com base em dados da EMIS - Empresa Interbancária de Serviços in Relatório e Contas 2014 e 2015 e da ABANC - Associação Angolana de Bancos in
Relatório Anual 2016
91
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Índice de
Bancarização
2014 - 2016
INDICADORES ANOS
DE INCLUSÃO unidade
FINANCEIRA 2014 2015 2016

Habitantes milhares 25 901,18 26 681,59 27 503,53


adultos 13 498,44 13 992,61 14 510,28
contribuintes
2 923,21 3 943,74 4 291,96
individuais

Clientes
milhares 6 490,70 7 435,08 8 392,59
bancários

Agências
unidade 1 760 1 867 1 966
bancárias
C

habitantes
14 717 14 291 13 990
M
por agência
Y por 100 mil
13 13 14
CM
adultos
por 1.000 km2 1,4 1,5 1,6
MY
clientes /
% 25,1% 27,9% 30,5%
CY habitantes
clientes /
48,1% 53,1% 57,8%
CMY

adultos
K

Caixas
unidade 2 627 2 776 2 911
automáticas
por 100 mil
19 20 20
adultos
por 1.000 km2 2,1 2,2 2,3

Terminais de
pagamento unidade 47 076 61 496 67 496
automático
por 100 mil
349 439 465
adultos
por 1.000 km2 37,8 49,3 54,1

Taxa de Cober-
% 70,8% 72,6% 76,2%
tura Bancária
Fonte: ABANC - Associação Angolana de Bancos in Relatório Anual 2016

92
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Finanças Públicas
Balança de Pagamentos
2015 - 2018 (USD milhões)

ANOS
2016 2017 2018
DESCRIÇÃO 2015
(est.) (est.) (proj.)

I) BALANÇA DE TRANSACÇÕES CORRENTES -10 272,8 -4 833 -5 574 -4 151


Balança Comercial 12 489 14 048 16 802 20 682

Exportações de Mercadorias (f.o.b.) 33 181 27 589 32 600 39 785


sector petrolífero 31 895 26 366 31 240 38 349
petróleo bruto 31 394 25 578 30 733 37 642
sector não petrolífero 1 286 1 223 1 360 1 436
Importações de mercadorias (f.o.b.) 20 693 13 541 15 798 19 103

Balança de Serviços e Rendimentos -21 928 -18 428 -21 371 -23 861
Serviços (líquido) -16 020,1 -13 168 -14 927 -15 736
crédito 1 256,2 710,9 1 078,0 1 282,0
débito 17 276,0 13 879,0 16 005,0 17 018,0
transportes -4 0,0 -3 109,7 -3 108,5 nd
viagens -146,3 -593,9 -976,5 nd
construçao -3 107,4 -2 079,9 -2 103,0 nd
manutenção e reparação -14,0 -89,2 -88,8 nd
seguros -475,5 -425,4 -524,6 nd
royalties, marcas e licenças -264,7 -212,2 -221,7 nd
comunicações -64,5 -99,7 -71,4 nd
serviços financeiros -94,3 -210,5 -241,0 nd
informática e informação -147,0 -107,2 -35,6 nd
outros negócios 7 185 -5 060,6 -5 323,4 nd
Governo -695,5 -493,6 -889,9 nd
outros -254 -135 -209 nd

Rendimentos (líquido) -5 907,5 -5 259,0 -6 444,0 -8 125,0


débito: -6 073,9 -5 614,5 -7 745,0 -7 745,0
juros 1 287,0 1 809,0 2 351,2 nd
dividendos e lucros 4 292,0 -3 027,8 -4 883,3 nd
trabalho -494,9 -763,4 -510,5 nd
transferências correntes (líquidas): -834 -454 -1 005 -973,0
(Cont.)>

93
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

(USD milhões)

ANOS
2016 2017 2018
DESCRIÇÃO 2015
(est.) (est.) (proj.)
Rendimentos Secundários (líquido) -833,8 -454,2 -468,7 nd
débito: -862,1 -480,5 -504,2 nd
crédito: 28,2 26,3 35,4 nd

II) BALANÇA DE CAPITAL E FINANCEIRA 6 927,3 1 373,0 -1 933,0 551,0


Transferências de Capital (líquidas) 6,3 1,0 6,0 3,0
Investimento Direto Estrangeiro (líquido) 8 235,5 1 357,0 1 603,0 1 804,0
Outros Capitais (líquido) -1 314,0 16,0 -3 542,0 -1 256,0
Erros e Omissões 309,9 0,0 0,0 0,0

III) BALANÇA GLOBAL (I + II) -3 035,7 -3 459,0 -7 507,0 -3 600,0

IV) FINANCIAMENTO 3 035,7 3 459,0 7 507,0 3 600,0


Elaborado pela CCIPA com base em dados do Banco de Portugal, in Evolução da Economia dos PALOP e Timor Leste 2016 - 2017
e 2017 - 2018, e na página do Banco Nacional de Angola na internet, em 18.set.18

94
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Posição do Investimento Internacional


2014 - 2017 (USD milhões)

ANOS
ACTIVOS 2014 2015 2016 2017
Investimento Directo de Angola no Exterior 20 174,2 21 220,9 21 493,9 22 845,9
investimento de carteira 7 437,8 7 418,4 7 401,8 7 410,9
outros investimentos 28 262,8 31 230,5 34 392,0 29 018,3
- créditos comerciais 4 226,2 2 997,6 3 812,7 4 318,1
- empréstimos 2 788,2 2 572,6 2 259,6 2 002,9
bancos comerciais 2 788,2 2 572,6 2 249,2 1 992,5
outros sectores (empresas) 0,0 0,0 10,4 10,4
- moeda e depósitos 21 155,5 25 620,2 28 303,0 22 684,6
Governo geral 5 009,4 5 009,4 5 009,4 5 009,4
bancos comerciais 2 335,2 1 927,8 1 944,9 2 133,5
outros sectores 13 810,9 18 682,9 21 348,7 15 541,7
- outros activos 92,9 40,2 16,8 12,7
bancos comerciais 92,9 40,2 16,8 12,7
activos de reserva 27 734,5 24 419,5 24 352,5 18 059,3
- ouro monetário 702,2 628,9 680,4 772,4
- direitos especiais de saque 335,7 317,0 306,7 325,0
- posição de reservas no FMI 0,0 0,0 152,7 161,8
- disponibilidades em moeda externa 13 480,1 11 304,6 10 636,9 6 879,7
- outras disponibilidades 13 216,5 12 169,0 12 575,8 9 920,3
posição de Angola como emissor de investimento 16ª 31ª 28ª nd
Total dos Activos 83 609,4 84 289,4 87 718,5 77 334,5
* segundo dados do jornal EXPANSÃO, de 21.set.18
Fontes: página do Banco Nacional de Angola na internet em set.2017 e em 18.set.18 e AICEP Portugal Global in Angola - Ficha de Mercado, dez.17

(Cont.)>

95
5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Posição do Investimento Internacional


2014 - 2017 (USD milhões)

ANOS
ACTIVOS 2014 2015 2016 2017
Investimento Directo Estrangeiro em Angola 25 899,7 35 181,9 35 002,4 27 605,1
investimento de carteira 71,0 1 563,5 1 563,5 1 563,5
outros investimentos 43 944,9 44 804,1 53 741,6 52 852,6
- créditos comerciais 2 623,0 3 419,7 1 624,3 893,6
- empréstimos 39 438,5 39 272,9 50 046,0 49 830,5
banco central 1 682,3 1 437,8 4 753,7 5 640,1
Governo geral 18 682,1 21 602,1 33 506,1 37 159,8
bancos comerciais 2 850,0 2 159,9 1 368,8 1 264,4
outros sectores 16 224,1 14 073,1 10 417,4 5 766,3
- moeda e depósitos 1 017,6 1 278,7 1 290,6 1 316,6
bancos comerciais 1 017,6 1 278,7 1 290,6 1 316,6
- outros passivos 865,8 832,8 780,7 811,9
banco central 428,0 428,0 428,0 388,8
Governo geral 249,1 229,7 198,5 94,1
bancos comerciais 108,2 94,5 73,6 248,4
outros sectores 80,5 80,6 80,6 80,6
posição de Angola como recetor de investimento 21ª 22ª 22ª nd
Total dos Passivos 69 915,6 81 549,5 90 307,5 82 021,2
Posição Líquida Total 13 693,8 2 739,9 -2 589,0 -4 686,7
* segundo dados do jornal EXPANSÃO, de 21.set.18
Fontes: página do Banco Nacional de Angola na internet em set.2017 e em 18.set.18 e AICEP Portugal Global in Angola - Ficha de Mercado, dez.17

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5. ANGOLA EM ANÁLISE ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Quadro Macro-Fiscal
2016 - 2019 (AKZ mil milhões)

ANOS
2016 2017 2018 2019
RUBRICAS (exec.) (proj. fecho) (OGE) (PDN 18-22)

1. RECEITAS 2 899,9 3 253,5 4 404,2 5 432,6


Correntes: 2 899,0 3 252,9 4 404,2 nd
tributárias: 2 599,3 2 946,7 4 139,3 4 974,0
petrolíferas 1 372,6 1 703,2 2 399,1 3 158,7
não petrolíferas 1 226,7 1 243,5 1 740,2 1 815,3
contribuições sociais 158,7 166,5 172,9 nd
doações 1,8 4,3 0,0 nd
outras receitas 139,2 135,3 92,1 458,6
de Capital 0,9 0,6 0,0 nd
2. DESPESAS 3 534,3 4 221,9 5 209,0 5 872,4
Correntes: 2 889,2 3 373,2 4 230,2 4 650,9
remunerações 1 316,6 1 406,6 1 586,8 nd
contribuições sociais 80,3 86,2 102,9 nd
bens e serviços 624,1 718,4 972,0 nd
juros da dívida 356,5 710,9 968,4 1 053,1
internos 201,3 387,8 451,3 nd
externos 155,2 323,1 517,1 nd
transferências correntes 511,7 451,1 600,1 nd
subsídios 160,9 112,3 225,0 nd
prestações sociais 295,7 241,3 205,6 nd
doações 8,2 9,6 0,0 nd
outras 46,9 88,0 169,5 nd
de capital 645,1 848,7 978,8 1 221,5
3. SALDO GLOBAL (base compromissos) -748,2 -968,4 -804,7 -439,8
% PIB nd -5,3 -2,4 -1,4
4. RESTOS A PAGAR E A RECEBER 22,3 -55,4 0,0 nd
5. SALDO GLOBAL (base caixa) -725,8 -1 023,7 -804,7 -439,8
6. FINANCIAMENTO (líquido) 725,8 1 023,7 804,7 439,8
interno (líquido) -1 272,7 493,6 239,9 324,8
7. SALDO OPERACIONAL -104,0 -120,3 174,1 nd
% PIB -0,6 -0,7 0,9% nd
pro-memoria: PIB pm (AKZ mil milhões) 16 662,3 18 350,4 23 274,5 29 220,6
Fontes: Banco de Portugal in Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste 2014 - 2015 e 2015 - 2016;
Banco Nacional de Angola in Relatório e Contas 2016; Lei nº 22/16, de 30 de Dezembro - OGE para 2017;
Lei nº 03/18, de 1 de março - OGE para 2018 e Executivo angolano in Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022

98
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 5. ANGOLA EM ANÁLISE

Reservas Internacionais e Dívida Pública


2014 - 2017
ANOS
unidades 2016 2017
2014 2015
RUBRICAS (est.)

ACTIVOS EXTERNOS LÍQUIDOS MMAKZ 3 097,0 3 570,0 3 843,0 2 687,0


3 498,4 (Ago.18)

reservas internacionais líquidas MMAKZ 2 800,0 3 283,5 3 452,0 2 227,0


MUSD 30 339 26 386 23 166 16 196
12 700 (Ago.18)

outros activos externos líquidos MMAKZ 105,0 78,0 74,8 190,0


147 (Mai.18)

reservas oficiais cambiais brutas MUSD 27 943 24 420 24 353 18 059


17 200 (Ago.18)
% PIB 22,0 23,8 25,5 14,5
% stock dívida 77,2 67,3 56,2 41,1
meses import. 6,2 7,7 11,4 7,7
7,15 (Ago.18)

DÍVIDA PÚBLICA EXTERNA (incl. atrasados) MUSD 35 933 36 279 43 369 43 391
MM€ 27,1 32,7 39,2 38,4
% PIB 28,4 35,4 45,5 34,9

comercial: MMUSD 26,474 26,612 33,470 33,535


33,1 (OGE 18)
bancos (títulos e obrigações) 24,005 23,345 30,227 29,371
empresas (provedores) 2,470 3,267 3,243 4,163
% PIB 15,9 21,6 29,0 27,3
22,4 (OGE 18)

bilateral: MMUSD 7,788 7,906 7,843 7,730

multilateral: MMUSD 1,666 1,756 2,051 2,122


comissões: MUSD 4,0 4,0 4,0 4,0
serviço da dívida: MMAKZ nd nd 1 709,4 2 681,3

DÍVIDA PÚBLICA INTERNA MMUSD 21,4 26,5 30,0 30,3


% PIB 16,9 25,8 32,9 25,4
Fontes: Banco Nacional de Angola in Boletim Económico Mensal - agosto 2018 e página na internet em 15.mai.16 e 9.out.18; Banco de Portugal in Evolução das
Economias dos PALOP e de Timor-Leste 2016 - 2017 e 2017 - 2018; Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola in Relatório
Económico de Angola 2016, segundo dados do Relatório de Fundamentação do OGE 2017 do Executivo angolano

99
6
Enquadramento
Legal das Actividades
Económicas
CAMBIAL de 23 de Dezembro (biocombustíveis); Lei nº
>C
 ambial - Lei nº 5/97, de 27 de Junho; Dec. 28/11, de 1 de Setembro (refinação de petróleo
nº 21/01, de 6 de Abril; Aviso nº 3/09, de 5 de bruto, armazenamento, transporte, distribui-
Junho (contas em moeda estrangeira e nacio- ção e comercialização de produtos petrolífe-
nal, tituladas por entidades residentes e não ros); Decreto Presidencial nº 132/13, de 5 de
residentes cambiais); Aviso nº 2/15, de 29 de Setembro (regimes jurídicos das atividades de
janeiro (importação, exportação e reexpor- refinação de petróleo bruto; armazenamento;
tação de moeda estrangeira e de cheques de transporte de produtos petrolíferos por oleo-
viagem); Aviso nº 1/16, de 12 de Abril (entrada duto; superintendência logística do sistema
e saída de moeda nacional e estrangeira, por de derivados do petróleo; funcionamento dos
residentes e não residentes); mercados grossista e retalhista; procedimen-
>O
 perações de Capitais - Dec. nº 23/98, de 24 tos e regras aplicáveis às obrigações de ser-
de julho; Instrutivo nº 9/99, de 21 de Maio viço público, planeamento e licenciamento
>O
 perações de Invisíveis Correntes - Dec. nº das instalações do sistema de derivados do
21/98, de 24 de Julho; Aviso nº 13/13, de 6 de petróleo); Decreto Executivo nº 97/14, de 8 de
Agosto (atos, negócios ou transações relacio- abril (gestão de descargas operacionais); De-
nados com viagens e transferência correntes; creto Executivo nº 288/14, de 25 de setembro
pagamentos de serviços e rendimentos entre (produtos petrolíferos comercializáveis em
o território angolano e o estrangeiro e/ou en- Angola); Decreto Executivo nº 405/14, de 24
tre residentes e não residentes); Decreto Le- de Dezembro (preços e margens da refinação,
gislativo Presidencial nº 2/15, de 29 de junho logística, distribuição e comercialização dos
(contribuição especial sobre operações cam- produtos derivados do petróleo bruto); De-
biais de invisíveis correntes); Aviso n.º 5/18, de cretos Executivos nº 282/14, de 22 de setem-
17 de julho (operações cambiais destinadas à bro, nº 295/14, de 29 de setembro, nº 79 a nº
liquidação de importações e exportações de 83/15, de 2 e 3 de março (projeto, construção,
mercadorias) exploração técnica, manutenção, alteração,
reparação e segurança: dos postos de abaste-
ACTIVIDADES ECONÓMICAS cimento; das instalações de armazenamento
>S
 ectores de Atividade Económica - Lei nº de gás de petróleo liquefeito – GPL; das redes
5/02, de 16 de abril e ramais de distribuição de gases combustí-
>P
 etróleo e Gás - Lei nº 10/04, de 12 de Novem- veis; de instalações contentorizadas de enchi-
bro; Dec. Executivo n.º 57/08, de 22 de Abril mento de garrafas de GPL; das instalações de
(condições técnicas e segurança do trans- armazenamento de gás natural liquefeito em
porte terrestre de produtos petrolíferos); Dec. reservatórios criogénicos sob pressão – Uni-
nº 1/09, de 27 de Janeiro (operações petrolí- dades Autónomas de Gás Natural Liquefeito;
feras); Dec-Lei nº 17/09, de 26 de Junho (re- de reservatórios de GPL; das instalações de
crutamento, integração, formação e desen- gás combustível e da instalação dos aparelhos
volvimento de pessoal); Resolução nº 122/09, a gás em edifícios); Decreto Presidencial nº

100
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 6. ENQUADRAMENTO LEGAL DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS

86/18, de 2 de abril, e Retificação nº 11/18, de (sociedades corretoras e distribuidoras; ges- dencial nº 195/12, de 29 de Agosto (transpor-
30 de maio (concursos para aquisição da qua- toras de mercados regulamentados e de ser- te rodoviário de mercadorias perigosas); Dec.
lidade de associada da concessionária nacio- viços financeiros sobre valores mobiliários); Presidencial nº 194/13, de 20 de novembro
nal e contratação de bens e serviços no sector Dec. Presidencial nº 2/14, de 2 de janeiro (cria- (exploração dos serviços de transportes ferro-
dos petróleos); Decreto Legislativo Presiden- ção e estatuto orgânico da Agência Regulado- viários de passageiros e de mercadorias); Dec.
cial n.º 7/18, de 18 de maio (regime jurídico e ra do Mercado do Ouro); Lei nº 22/15, de 31 de Presidencial n.º 202/13, de 2 de Dezembro
fiscal aplicável às atividades de prospeção, agosto (dos valores mobiliários) (transportes ferroviários de passageiros, ba-
pesquisa, avaliação, desenvolvimento, pro- >S  eguros - Lei nº 1/00, de 3 de Fevereiro; Dec. gagens e tarifas); Dec. Presidencial nº 62/14,
dução e venda de gás natural); Decreto Pre- nº 6/01, de 2 de Março; Dec. Executivo n.º de 12 de março, e Decreto Presidencial nº
sidencial n.º 133/18, de 18 de maio (Estatuto 58/02, de 5 de Dezembro; Dec.s Executivos n.º 71/15, de 20 de março (importação, comércio
Orgânico do Instituto Regulador dos Derivados 5 a n.º 7/03, de 24 de Janeiro; Dec. n.º 96/04, e assistência técnica a equipamentos rodo-
do Petróleo); Decreto Legislativo Presidencial de 17 de Dezembro; D.R. nº 9, I Série, de 21 de viários); Dec. Presidencial nº 54/14, de 28 de
n.º 5/18, de 18 de maio (atividades de pesqui- Janeiro de 2005; Dec. Executivo n.º 70/06, de fevereiro (transporte marítimo)
sa adicional nas áreas de desenvolvimento de 7 de Junho >S
 erviços Postais - Lei nº 4/01, de 23 de Março;
concessões petrolíferas) >S  erviços de Assistência Técnica Estrangeira ou Dec. n.º 76/02, de 22 de Novembro
>G  eologia e Minas - Lei nº 31/11, de 23 de Se- de Gestão - Dec. Presidencial nº 273/11, de 27 >T
 elecomunicações e Tecnologias de Informa-
tembro e Despacho nº 255/14, de 28 de janei- de Outubro; Dec. Presidencial nº 123/13, de 28 ção - Lei nº 8/01, de 11 de Maio; Dec. n.º 10/03,
ro (Código Mineiro); Dec. Executivo n.º 156/06, de Agosto de 7 de Março; Resolução nº 5/01, de 23 de Fe-
de 22 de Dezembro; Dec. n.º 33/08, de 7 de >S  istema de Pagamentos de Angola - SPA - vereiro; Resolução n.º 18/04, de 23 de Julho;
Maio (direitos sobre minerais estratégicos); Aviso nº 1/00, de 11 de Fevereiro; Lei n.º 5/05, Resolução n.º 57/06, de 21 de Agosto (plano
Resolução nº 85/09, de 24 de Setembro (pla- de 29 de Julho de acção da sociedade de informação)
no nacional de geologia); Decreto Executivo >C  ontabilidade e Auditoria - Lei nº 3/01, de 23 >A
 mbiente - Lei nº 5/98, de 19 de Junho; Dec.
Conjunto n.º 189/16, de 30 de Março (taxas e de Março; Lei nº 10/01, de 31 de Maio; Dec. n.º 51/04, de 23 de Julho; Lei n.º 3/06, de 18
emolumentos aplicáveis aos serviços presta- nº 82/01, de 16 de Novembro (plano geral de de Janeiro; Resolução nº 1/10, de 14 de Janeiro
dos por instituições públicas na outorga de di- contabilidade); Dec. Executivo n.º 66/02, de 31 (florestas, fauna selvagem e áreas de conser-
reitos mineiros, informações ou documentos); de Dezembro; Dec. Presidencial nº 232/10, de vação); Dec. Executivo nº 86/12, de 23 de Fe-
Decreto Legislativo Presidencial n.º 9/18, de 11 de Outubro (estatuto da ordem dos contabi- vereiro (sociedades de consultoria ambiental);
18 de junho (Regime Jurídico da Geodesia e da listas e dos peritos contabilistas) Dec. Executivo nº 92/12, de 1 de Março (estu-
Cartografia) > I nfracções Contra a Economia - Lei nº 6/99, dos de impacte ambiental); Dec. Presidencial
>D  iamantes - Lei nº 16/94, de 7 de Outubro; Lei de 3 de Setembro; Lei n.º 13/03, de 10 de Junho nº 196/12, de 30 de Agosto (gestão de resí-
nº 17/94, de 7 de Outubro; Dec. nº 53/09, de 22 >A  viação Civil - Leis n.º 1/08, de 16 de Janeiro, duos urbanos); Dec. Presidencial nº 88/13, de
de Setembro (exploração artesanal); Decreto e nº 4/15, de 10 de abril; Dec. Executivo n.º 14 de Junho (novas tecnologias ambientais);
Presidencial n.º 175/18, de 27 de julho (comer- 26/08, de 3 de Março; Dec. Presidencial nº Dec. Presidencial nº 46/14, de 25 de fevereiro
cialização) 130/10, de 7 de Julho (segurança da aviação (combate à desertificação); Decreto Executivo
> I ndústria - Lei nº 5/04, de 7 de Setembro; Dec. civil); Dec. Executivo nº 26/12, de 17 de Janeiro nº 24/15, de 29 de janeiro (registo e licencia-
Executivo n.º 82/05, de 17 de Agosto (normativos técnicos aeronáuticos); Decreto mento de empresas nos sectores dos resíduos,
>F  erro e Manganês; Indústria Siderúrgica - Re- Legislativo Presidencial nº 1/15, de 6 de março tratamento de águas e águas residuais); De-
solução n.º 35/03, de 10 de Novembro; Desp. (servidões aeronáuticas civis) creto Presidencial n.º 171/18, de 23 de julho
Presidencial nº 13/13, de 1 de Fevereiro, e Dec. >M  arinha Mercante e Portos - Lei nº 9/98, de (regulamento florestal)
Presidencial nº 188/13, de 15 de novembro 18 de Setembro; Lei nº 27/12, de 28 de Agos- >Á
 guas - Lei n.º 6/02, de 21 de Junho; Resolução
(projeto integrado minero-siderúrgico de Kas- to (marinha mercante, portos e actividades n.º 10/04, de 11 de Junho; Dec. Presidencial nº
singa e Kassala Kitungo) conexas); Dec. Presidencial nº 50/14, de 27 82/14, de 21 de abril (recursos hídricos); Dec.
>T  êxteis e Fileira do Algodão - Resolução nº de fevereiro, e Dec. Presidencial nº 44/16, de Presidencial nº 83/14, de 22 de abril (abas-
9/00, de 14 de Abril; Despacho nº 23/13, de 19 25 de fevereiro (agente de navegação); Dec. tecimento público de água e saneamento de
de Março Presidencial nº 51/14, de 27 de fevereiro (ges- águas residuais);
>A  çúcar - Resolução nº 23/00, de 13 de Outubro tor de navios); Decreto Presidencial n.º 78/16, >E
 nergia Atómica - Lei n.º 4/07, de 5 de Setem-
> I nstituições Financeiras - Lei n.º 12/15, de 17 de 14 de Abril (pessoal do mar); Decreto Pre- bro
de junho; Dec. nº 37/92, de 7 de Agosto (es- sidencial n.º 79/16, de 14 de Abril (lotação de >P
 escas - Lei n.º 6-A/04, de 8 de Outubro; Dec.
critórios de representação); Aviso nº 2/98, de segurança dos navios e embarcações); Decre- n.º 40/06, de 30 de Junho (requisitos higio-
12 de Junho (bancos de investimento); Aviso nº to Presidencial nº 85/16, de 19 de abril (pres- -sanitários dos produtos de pesca e de aqui-
13/12, de 2 de Abril (LUIBOR); Aviso nº 7/13, de tação de serviços de pilotagem em águas sob cultura); Dec. Presidencial n.º 139/13, de 24
22 de Abril (casas de câmbio); Aviso nº 9/13, de jurisdição angolana) de Setembro (pesca continental); Dec. Presi-
8 de Julho (filial, sucursal e escritório de repre- >T  ransportes - Lei n.º 20/03, de 19 de Agosto dencial nº 146/13, de 30 de setembro (pesca
sentação de instituição financeira bancária, (transportes terrestres); Dec. nº 35/09, de 11 recreativa e desportiva); Decreto Presidencial
com sede principal e efetiva de administração de Agosto (seguro de responsabilidade civil nº 284/14, de 13 de Outubro (prevenção, com-
no estrangeiro); Decretos Legislativos Presi- automóvel); Dec. Presidencial nº 131/10, de 8 bate e eliminação da pesca ilegal)
denciais n.º 5 e nº 6/13, de 9 e 10 de Outubro de Julho (transportes ferroviários); Dec. Presi- >A
 gricultura e Desenvolvimento Rural - Dec.

101
6. ENQUADRAMENTO LEGAL DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

Presidencial nº 28/14, de 11 de fevereiro SISTEMA JURÍDICO >M


 icro, Pequenas e Médias Empresas - Lei nº
>C
 onstrução, Ordenamento do Território e Ur- >D
 a Nacionalidade - Lei n.º 2/16, de 15 de Abril 30/11, de 13 de Setembro; Dec. Presidencial
banismo - Lei n.º 03/04, de 25 de Junho; Dec. >C
 ódigo Civil - Lei n.º 3/03, de 14 de Fevereiro; nº 43/12, de 13 de Março (regulamento); Dec.
n.º 2/06, de 23 de Janeiro (planos territoriais, Lei nº 9/11, de 16 de Fevereiro Presidencial nº 41/12, de 13 de Março (micro,
urbanísticos e rurais); Dec. n.º 13/07, de 26 >A
 rbitragem Voluntária - Lei n.º 16/03, de 25 de pequenas e médias empresas); Dec. Presiden-
de Fevereiro (edificações urbanas); Dec. Exe- Julho; Dec. nº 4/06, de 27 de Fevereiro cial nº 42/12, de 13 de Março (pequeno negó-
cutivo nº 17/13, de 22 de Janeiro (gestão de >C
 láusulas Gerais dos Contratos - Lei n.º 4/03, cio); Dec. Presidencial nº 108/12, de 7 de Junho
resíduos de construção e demolição); Decre- de 18 de Fevereiro (FACRA - Fundo Activo de Capital de Risco An-
to Presidencial nº 308/14, de 21 de novembro >C
 ódigo Comercial: Alteração - Lei n.º 6/03, de golano); Dec. Executivo Conjunto nº 255/12, de
(criação e aprovação do estatuto orgânico 3 de Março 9 de Agosto (garantias públicas); Dec. Executi-
do Instituto Regulador da Construção Civil e >P
 ropriedade Industrial - Lei nº 3/92, de 28 de vo Conjunto nº 256/12, de 9 de Agosto (linhas
Obras Públicas – IRCCOP); Decreto Presiden- Fevereiro; Resolução n.º 22/03, de 6 de Junho; de crédito bonificadas)
cial n.º 63/16, de 29 de Março (construção civil Resolução n.º 22/05, de 19 de Agosto >S
 ociedades Unipessoais - Lei n.º 19/12, de 11
e obras públicas, projectos e fiscalização de >P
 robidade Pública - Lei nº 3/10, de 29 de Mar- de Junho
obras); Decreto Presidencial nº 90/18, de 9 de ço >E
 scritórios de Representação de Empresas Es-
abril (criação e aprovação do estatuto orgâ- >C
 ombate ao Branqueamento de Capitais e ao trangeiras - Dec. nº 7/90, de 24 de Março
nico do Instituto Nacional de Obras Públicas) Financiamento do Terrorismo - Lei nº 34/11, de >E
 mpresas Públicas - Lei nº 11/13, de 3 de Se-
>E
 lectricidade - Lei nº 14-A/96, de 31 de maio 12 de Dezembro; Avisos nº 21 e nº 22/12, de 25 tembro (empresas públicas, empresas com
(da electricidade); Dec.s n.º 39, n.º 40 e n.º de Abril; Despacho nº 713/14, de 27 de março domínio público e participações públicas mi-
41/04, de 2 de Julho (estatutos, regulamenta- (empresas com atividade no sector imobiliá- noritárias)
ção e licenciamento do sectorelétrico); Lei nº rio) >M
 ediação Imobiliária - Lei nº 14/12, de 4 de
27/15, de 14 de Dezembro (altera e republica Maio
a Lei nº 14-A/96); Decreto Presidencial n.º INVESTIMENTO
59/16, de 16 de Março (cria e aprova o estatu- > I nvestimento Privado - Lei n.º 10/18, de 26 de REGIME JURÍDICO DE ESTRANGEIROS
to orgânico do IRSEA - Instituto Regulador dos junho >E
 statuto do Trabalhador Cooperante - Lei nº
Serviços de Electricidade e de Água) >A  IPEX - Agência para o Investimento Privado e 7/86, de 29 de Março
>C
 ontratação Pública - Lei nº 9/16, 16 de Junho; as Exportações de Angola - Decreto Presiden- >S
 ituação Jurídica dos Estrangeiros - Lei n.º
Decreto Presidencial n.º 88/18, de 6 de Abril cial n.º 81/18, de 19 de março (criação e apro- 2/07, de 31 de Agosto; Dec. n.º 101/07, de 28
(criação da Unidade de Contratação Pública) vação do estatuto orgânico) de Novembro; Dec. Presidencial nº 108/11, de
>F
 omento Habitacional - Lei n.º 3/07, de 3 de >Z  onas Económicas Especiais - Dec. nº 57/09, 25 de Maio (regulamento do regime jurídico);
Setembro de 13 de Outubro (criação e estatuto da ZEE Dec. nº 6/01, de 19 de Janeiro (atividade pro-
>F
 omento do Empresariado Privado Angolano - Luanda-Bengo); Decreto Legislativo Presi- fissional do trabalhador estrangeiro não resi-
Lei n.º 14/03, de 18 de Julho; Dec. nº 19/07, de 2 dencial nº 6/15, de 27 de Outubro (regime ju- dente)
de Abril (fundo nacional de desenvolvimento) rídico das ZEE) >A
 ctos Migratórios - Decreto Executivo Con-
>H
 otelaria e Turismo - Lei nº 9/15, de 15 de junho junto nº 7/14, de 9 de janeiro (taxas); Decreto
(do Turismo); Decreto Presidencial n.º 1/16, de EMPRESAS Presidencial nº 150/18, de 19 de junho (regime
4 de janeiro, e Rectificação nº 3/16, D.R. nº 45, >S
 ociedades Comerciais - Lei n.º 1/04 de 13 de de isenção e procedimentos de simplificação
I Série, de 22 de março (regime jurídico da ac- Fevereiro; Lei nº 11/15, de 17 de junho (simpli- dos atos administrativos para concessão de
tividade de restauração e similares); Decreto ficação do processo de constituição de so- vistos de turismo)
Presidencial n.º 36/16, de 15 de fevereiro (re- ciedades comerciais); Lei nº 16/14, de 29 de
gime jurídico da instalação, exploração e fun- setembro (encargos aplicáveis no processo de COMÉRCIO
cionamento dos empreendimentos turísticos); constituição de empresas); Decreto Executi- >P
 auta Aduaneira - Decreto Legislativo Presi-
Decreto Presidencial n.º 28/16, de 27 de janei- vo n.º 247/16, de 3 de Junho (constituição de dencial n.º 3/18, de 9 de maio
ro (actividade marítimo-turística) sociedades comerciais através de documento >C
 ódigo Aduaneiro - Dec-Lei n.º 5/06, de 4 de
>D
 efesa do Consumidor - Lei n.º 15/03, de 22 particular) Outubro
de Julho >P
 arcerias Público-Privadas - Lei nº 2/11, de 14 >A
 tividades Comerciais - Lei n.º 1/07, de 14 de
>D
 istribuição, Agência, Franchising e Concessão de Janeiro Maio; Dec. Presidencial nº 288/10, de 30 de
Comercial - Lei n.º 18/03, de 12 de Agosto >G
 uichet do Imóvel - Dec. Presidencial nº 52/11, Novembro (atividade comercial e de presta-
>C
 onta em Participação, Consórcios e Agrupa- de 24 de Março ção de serviços mercantis); Dec. Presidencial
mentos de Empresas - Lei n.º 19/03, de 12 de >G
 uichet Único da Empresa - Decreto Presi- nº 265/10, de 26 de Novembro; Despacho
Agosto dencial nº 151/13, de 4 de Outubro (estatuto nº 241/12, de 14 de Março (licenciamento da
>E
 mpresas Privadas de Segurança – Lei nº orgânico) importação, exportação e reexportação de
10/14, de 30 de julho >B
 alcão Único do Empreendedor - Dec. Presi- mercadorias junto do SICOEX - Sistema Inte-
>D
 epósito Legal - Lei n.º 27/03, de 10 de Ou- dencial nº 40/12, de 13 de Março; Dec. Executi- grado do Comércio Externo); Dec. Presidencial
tubro vo Conjunto nº 116/13, de 23 de Abril (estatuto nº 263/10, de 25 de Novembro (organização,
orgânico) exercício e funcionamento do comércio a re-
talho); Decreto Executivo nº 273/13, de 26 de

102
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 6. ENQUADRAMENTO LEGAL DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS

Agosto (inscrição e atividade dos operadores Habitação); Decreto Legislativo Presidencial Decreto Executivo Conjunto nº 140/13, de 13 de
de comércio externo; emissão, atribuição e n.º 2/14, de 20 de Outubro (Código) Maio (taxas ambientais);
uso do Alvará Comercial); Dec.s Executivos > I mposto Industrial - Dec. nº 6/96, de 26 de Ja- >T
 axas - Lei nº 7/11, de 16 de Fevereiro
nº 75 e 76/00, de 10 de Novembro; Despacho neiro; Dec. Executivo nº 11/99, de 8 de Janeiro; >F
 acturas e Documentos Equivalentes - De-
Conjunto nº 10/99, de 27 de Janeiro; Despacho Resolução nº 7/01, de 6 de Março; Dec.-Lei nº creto Presidencial nº 149/13, de 1 de Outubro
nº 242/12, de 14 de Março (inscrição no regis- 7/01, de 24 de Agosto; Despacho n.º 110/05, de (emissão, conservação e arquivo de faturas e
to dos exportadores e importadores); Decreto 17 de Junho; Dec. Executivo nº 15/09, de 3 de documentos equivalentes, no exercício da ati-
Executivo nº 62/16, de 15 de fevereiro (bens e Março (tabela de lucros mínimos-artº 76º do vidade comercial e industrial)
serviços com preços fixos e vigiados) Código); Lei n.º 19/14, de 22 de Outubro (Códi-
>E
 molumentos Gerais Aduaneiros - Dec.-Lei nº go); Decreto Executivo nº 40/18, de 9 de abril REGIME LABORAL E SISTEMA
11/01, de 23 de Novembro (impressos e formulários legais do mapa de DE SEGURANÇA SOCIAL
>T
 arifas Portuárias - Dec. Executivo Conjunto nº retenção na fonte); >D
 o Trabalho - Lei n.º 7/15, de 15 de Junho; Dec.
17/02, de 3 de Maio; Dec. Executivo Conjunto > I mposto de Consumo - Lei nº 9/99, de 1 de Executivo nº 80/01, de 28 de Dezembro (con-
nº 19/09, de 12 de Março; Dec. Executivo Con- Outubro; Decreto Legislativo Presidencial nº tratos por tempo indeterminado e por tempo
junto nº 122/11, de 16 de Agosto; Dec. Executi- 3-A/14, de 21 de outubro determinado)
vo Conjunto nº 132/11, de 9 de Setembro > I mposto Predial Urbano - Diploma Legislativo >B
 ases da Protecção Social - Lei nº 7/04, de 15
>C
 NCA - Conselho Nacional de Carregadores nº 4044, de 13 de Outubro de 1970; Lei nº 3/16, de Outubro; Dec. nº 2/99, de 19 de Março; Dec.
de Angola - Dec.-Lei nº 19/94, de 20 de Maio de 15 de Abril (registo obrigatório dos contra- Executivo n.º 16/03, de 21 de Fevereiro (regi-
(atestado de reserva de cala - ARC); Dec. Exe- tos promessa de compra e venda de imóveis mes profissionais complementares de segu-
cutivo nº 46/95, de 15 de Setembro; Dec. Exe- na Conservatória do Registo Predial) rança social); Decreto Presidencial nº 227/18,
cutivo Conjunto nº 68/95, de 22 de Dezembro; > I mposto sobre Sucessões e Doações / Sisa de 27 de setembro (Regime Jurídico de Vin-
Decreto Presidencial nº 330/14, de 30 de De- Sobre a Transmissão de Imobiliários por Tí- culação e Contribuição da Protecção Social
zembro (estatuto orgânico do CNC) tulo Oneroso - Diploma Legislativo nº 230, de Obrigatória)
>E
 ntrepostos Aduaneiros - Dec.s n.º 82 e nº 18 de Maio de 1931; Lei nº 15/92, de 3 de Ju- >D
 o Emprego - Lei nº 18-B/92, de 24 de Julho
83/02, de 16 de Dezembro; Decretos Presiden- lho; Dec. Executivo Conjunto nº 97/09, de 8 de >T
 rabalho Temporário - Dec. Presidencial nº
ciais n.º 174/18, de 26 de Julho, e nº 177/18, de Outubro (taxas devidas pela emissão de con- 272/11, de 26 de Outubro (cedência temporá-
31 de Julho (organização e funcionamento dos tratos de arrendamento, guias de pagamento ria de trabalhadores; actividade das empresas
centros de logística e distribuição e dos mer- de sisa, termos de quitação, desanexação de de trabalho temporário e relações contratuais
cados abastecedores); Despacho Presidencial imóvel, inscrição matricial de imóvel, registo, com os seus utilizadores); Dec. Executivo nº
nº 102/18, de 31 de julho (criação da Reserva avaliação de imóvel, elaboração de projectos, 117/12, de 16 de Abril (licença para o exercício
Estratégica Alimentar) fiscalização de obras e outras); Dec. Presi- da atividade)
>A
 lfândegas - Dec. Presidencial nº 14/11, de 10 dencial nº 38/11, de 4 de Março (redução para >S
 egurança e Higiene no Trabalho - Dec. Exe-
de Janeiro (estatuto orgânico); Dec. Executivo metade dos emolumentos relativos ao registo cutivo nº 6/96, de 2 de Fevereiro; Dec. Execu-
nº 80/12, de 23 de Fevereiro (declaração do da transmissão onerosa de imóveis, incluindo tivo n.º 128/04, de 23 de Novembro
despacho aduaneiro de mercadorias – DU) hipoteca constituída para aquisição do imóvel >C
 AE - Classificação das Actividades Económi-
>A
 nálises Laboratoriais - Decreto Executivo transmitido) cas - Dec. n.º 58/04, de 10 de Setembro; D.R.
Conjunto nº 190/13, de 3 de Junho (preços má- > I mposto do Selo - Decreto Legislativo Presi- n.º 45, I Série, de 15 de Abril de 2005
ximos das análises laboratoriais, microbiológi- dencial n.º 3/14, de 21 de outubro >A
 cidentes de Trabalho e Doenças Profissio-
cas e físico-químicas dos produtos alimenta- >E  xecuções Fiscais - Lei n.º 20/14, de 22 de ou- nais - Dec. n.º 53/05, de 15 de Agosto (regime
res); Decreto Presidencial n.º 179/18, de 2 de tubro jurídico)
Agosto (sujeição dos produtos destinados ao >C  ódigo Geral Tributário - Lei nº 14/96, de 31 de
consumo humano e animal a análises labora- Maio; Lei n.º 21/14, de 22 de outubro TERRAS
toriais) >C  ódigo do Processo Tributário - Lei n.º 22/14, >T
 erras - Lei n.º 9/04, de 9 de Novembro
de 5 de Dezembro >O
 cupação de Imóveis Rústicos e Urbanos -
SISTEMA FISCAL >R  egime Fiscal para a Indústria Mineira - Lei nº Dec. nº 6/92, de 24 de Janeiro (litígio por ocu-
>A  dministração Geral Tributária - Decreto Pre- 1/92, de 17 de Janeiro; Dec.-Lei nº 4-B/96, de pação ilegal)
sidencial nº 324/14, de 15 de Dezembro (cria- 31 de Maio; Aviso nº 13/99, de 17 de Dezembro >C
 oncessões de Terras Destinadas a Investi-
ção e aprovação do estatuto orgânico) >A  ctividades Petrolíferas - Lei n.º 11/04, de mento Privado - Dec. n.º 99/03, de 28 de Ou-
> I mposto sobre os Rendimentos do Trabalho 12 de Novembro (regime aduaneiro); Lei n.º tubro (estabelecimento, delimitação e compe-
- D.R. nº 217, I Série, de 17 de Novembro de 13/04, de 24 de Dezembro (tributação); Des- tência para autorização)
2009; Lei n.º 18/14, de 22 de outubro pacho n.º 204/06, de 27 de Março; Lei nº 2/12,
>C  ontribuições para o Fundo de Financiamento de 13 de Janeiro, e Aviso nº 20/12, de 25 de
da Segurança Social - Dec. nº 7/99, de 28 de Abril (regime cambial); Dec. Legislativo Pre-
Maio sidencial nº 3/12, de 16 de Março (incentivos
> I mposto sobre Aplicação de Capitais - Dec. Le- fiscais); Decreto Executivo nº 333/13, de 8 de
gislativo Presidencial nº 1/12, de 16 de Janeiro Outubro (prestação de serviços a companhias
(isenção no âmbito do Programa Nacional de petrolíferas, sujeitos a imposto de consumo);

103
7 Contactos úteis
EM ANGOLA

MINISTÉRIOS
E ORGANISMOS GOVERNAMENTAIS
> INSTITUTO NACIONAL DE SEGURANÇA SOCIAL
Rua Cirilo da Conceição e Silva, nº 42 / 1º andar
Luanda
> PORTAL DO GOVERNO T: 222 332 048 / 222 337 947
Telef. Atendimento aos Contribuintes
www.governo.gov.ao
e Segurados: 222 392 133
http://www.portaldeangola.com/contactos-uteis/
Call center: 222 695 999
> PORTAL DO CIDADÃO e-mail: atendimento@inss.gv.ao
www.cidadao.gov.ao site: www.inss.gv.ao
> ASSEMBLEIA NACIONAL
Rua do 1º Congresso do MPLA ORGANISMOS OFICIAIS DE DESENVOLVIMENTO
Cx. Postal 1204 - Luanda ECONÓMICO E ENTIDADES FISCAIS
T: 222 339 591 / 222 395 679 (Secretariado) > ADMINISTRAÇÃO GERAL TRIBUTÁRIA
e-mail:assembleianacional@parlamento.ao
site: www.agt.minfin.gov.ao
site: www.parlamento.ao
Portal do Contribuinte: www.portalsigt.minfin.gov.ao
> CASA CIVIL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
> 1ª REGIÃO TRIBUTÁRIA:
T: 222 693 274
Cabinda e Zaire; Sede em Cabinda, município de
> CONSELHO DE MINISTROS Cabinda
Palácio Presidencial, Cidade Alta > 2ª REGIÃO TRIBUTÁRIA
Cx. Postal 1237 - Luanda
Malange, Kwanza Norte e Uíge; Sede em Malange,
T: 222 332 140
município de Malange
www.governo.gov.ao
> 3ª REGIÃO TRIBUTÁRIA
> GOE - GABINETE DE OBRAS ESPECIAIS
Luanda e Bengo; Sede em Luanda, município de
“Gabinete de Reconstrução Nacional”
Luanda:
Av. da Samba, Morro Bento
Rua Teresa Afonso, nº 2 - Cx. Postal 1254 / Luanda
T: 222 358 210 / 222 371 497 / Fax: 222 357 956
T: 222 339 495 / 222 372 600 / 222 339 490 / 222
> PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA 372 613 / 222 336 625
Rua 17 de Setembro e-mail: info@agt.minfin.gov.ao
Palácio do Povo, 1º andar - Luanda site: www.agt.minfin.gov.ao
T: 222 333 162 / 222 397 939 / 222 337 065 / > REPARTIÇÃO FISCAL DOS
222 331 161 / 222 395 649 / 222 339 640
GRANDES CONTRIBUINTES
> SME - SERVIÇO DE MIGRAÇÃO E ESTRANGEIROS Ed. Goya - Rua Major Marcelino Dias, nº 36
Rua Amilcar Cabral - Bairro da Maianga - Luanda Ingombota - Luanda
e-mail: geral@sme.ao T: 222 018 622 / 222 016 131 / 921 785 437
site: www.sme-angola.com > 4ª REGIÃO TRIBUTÁRIA:
http://www.facebook.com/pages/Servico-de-Migra-
Benguela, Kwanza Sul, Huambo e Bié; Sede no Lobito,
cao-e-Estrangeiros
município do Lobito

105
7. CONTACTOS ÚTEIS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

> 5ª REGIÃO TRIBUTÁRIA: ORGANISMOS DE COMÉRCIO EXTERNO


Namibe e Huíla; Sede no Namibe, município do > IAPI - INSTITUTO ANGOLANO DA PROPRIEDADE
Namibe INDUSTRIAL > BUREAU VERITAS ANGOLA
> 6ª REGIÃO TRIBUTÁRIA: Rua Cerqueira Lukoki, nº. 25-6º andar Rua João de Barros, nº 56 - Ingombotas - Luanda
Cx. Postal 3840 / Luanda T: 227 280 431 / 227 280 432
Cuando Cubango e Cunene; Sede no Cunene, muni-
Telef. para Nacionais (Angolanos): 222 004 991 / 923 Fax: 244 226 430 184
cípio de Santa Clara
610 032 / 912 028 509 / 923 404 355 e-mail: geral@ao.bureauveritas.com
> 7ª REGIÃO TRIBUTÁRIA: Telef. para Estrangeiros: 923 404 355 site: www.bureauveritas.co.ao
Lunda Norte, Lunda Sul e Moxico; Sede em Saurimo, e-mail: prudencia.silva@yahoo.com.br > SGS ANGOLA
município de Saurimo site: www.portal-lusofonia.org Belas Business Park - Edificio Luanda, 7º andar
> SERVIÇO NACIONAL DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA > IDIA - INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO Talatona / Luanda
Ed. Metrópolis - Rua Kwamne N´Krumah, 217-221, INDUSTRIAL DE ANGOLA T: 225 300 400 / 225 300 401
3º andar - (à Sagrada Família) Rua Cerqueira Lukoki, nº 25 - 8º andar site: www.sgs.co.ao
Cx. Postal 6869 - Luanda Cx. Postal 594 - Luanda Morro Bento, S/N - Municipio da Samba / Luanda
T: 222 70 62 21 T: 222 338 492 / 948 150 958 T: 225 300 400 / 225 300 401
e-mail: contato@minfin.gov.ao e-mail: geral@idia.co.ao
site: www.contratacaopublica.minfin.gov.ao site: www.idia.co.ao > CÂMARA DOS DESPACHANTES
> AIPEX / AGÊNCIA DE INVESTIMENTO PRIVADO OFICIAIS DE ANGOLA
> INAPEM - INSTITUTO NACIONAL DE APOIO
Av. Lenine, 117 A / 117 B - Luanda
E PROMOÇÃO DAS EXPORTAÇÕES ÀS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS T: 222 393 757
Rua Kwamme Nkrumah, nº 8 / 10 - Maianga, Luanda Av. 4 de Fevereiro, nº 83 / r/c - Cx. Postal 317 - Luanda e-mail: geral@cdoangola.org / direccao@cdoangola.org
T: 222 391 434 / 222 331 252 T: 923 566 886 site: www.cdoangola.org
e-mail: geral@aipex.gov.ao Contacto: Dalia Cassule
site: www.apiexangola.co.ao e-mail: cleopatraladonna@hotmail.com > CNC - CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES
> COMISSÃO DO MERCADO DE CAPITAIS site: www.portal.inapem.gov.ao Lg. 17 de Setembro, Pal. de Vidro - 5º andar - Luanda
T: 222 310 097 / 222 311 339 / 222 311 897
Rua do MAT - Complexo Clássicos de Talatona > INEFOP / INSTITUTO NACIONAL
e-mail: cnc@cnc-angola.com
Bloco A5, 1º e 2º and. - Luanda DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL site: www.cnc-angola.com
T: 992 518 292 / 949 546 473 Rua de Timor, nº 53 - Kinaxixe, Luanda
e-mail: apoio.investidor@cmc.gv.ao T: 222 391 707 > BOLSA NACIONAL DO FRETE
(para questões de apoio ao investidor) e-mail: info@formpro-angola.org Rua Rainha Ginga, nº 74 / 8º andar
e-mail: institucional@cmc.gv.ao site: www.mapess.gv.ao/temas/inefop.htm Bairro dos Coqueiros - Cx. Postal 2223 Luanda
(para outras consultas) T: 222 371 837
> INCA / INSTITUTO NACIONAL DO CAFÉ
site: www.cmc.gv.ao e-mail: info@bnf.gv.,ao
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e-mail: irccop@mincons.gov.ao Faxes: 222 311 178 / 335 975
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site: www.irccop.ao e-mail: geral@portodeluanda.com
site: www.arseg.ao
> INEA - INSTITUTO DE ESTRADAS DE ANGOLA > EMPRESA PORTUÁRIA DO LOBITO /
> GUE / GUICHE ÚNICO DA EMPRESA
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T: 222 372 788 / Fax: 222 370 403
e-mails: ineaire@ebonet.net / ineaassistencia@n.net T: 2722 22645 / 2722 2710 / 2722 2716
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Rua Cerqueira Lukoki, nº 25, 7° andar - Luanda
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106
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 7. CONTACTOS ÚTEIS

> EMPRESA PORTUÁRIA DO NAMIBE / > ASSOMEL - ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES EMPRE- > COSEC / COMPANHIA DE SEGUROS
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T: 264 261 921 / 260 190 / 260 396 / 262 008 T: 222 446 742 1250-143 Lisboa
Fax: 2642 61 510 > CCIPA-CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA T: 217 913 700 /964 643 600 / 643 601 / 643 603
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Avenida 4 de Fevereiro, Edíficio Kilamba, 20º Andar, 4150 - 367 Porto
ORGANISMOS DE DESENVOLVIMENTO Luanda T: 226 070 600
ECONÓMICO Tlm: 921 929 128 Fax: 226 070 605
e-mail: ccipa@cciportugal-angola.pt > CPLP / COMUNIDADE DE PAÍSES
1. PRINCIPAIS ASSOCIAÇÕES site: www.cciportugal-angola.pt DE LÍNGUA PORTUGUESA
EMPRESARIAIS ANGOLANAS > CCIANGOLA - CÂMARA DE COMÉRCIO Palácio Conde de Penafiel
> ACIBENGUELA - ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDÚSTRIA DE ANGOLA Rua de São Mamede ao Caldas, 21 - 1100-533 Lisboa
DE BENGUELA Largo do Kinaxixe, nº 14 - 1º andar T: 213 928 560
Rua Comandante Cassanji, 152 Cx. Postal 92 - Luanda site: www.cplp.org
Cx. Postal 56 - Benguela T: 923 316 578 / 912 501 818 / 938 872 540 > SCC - SOCIEDADE CERTIFICADORA
T: 2722 32 771 / 2722 32 772 / 923 511 631 e-mails: ccia.geral@hotmail.com; maria.costa@ccian- E CORRETORA DE TRANSPORTES
e-mail: casa.branca@netangola.com gola.com; tiago.gomes@cciangola.com Representante do CONSELHO NACIONAL
> ACOMIL - ASSOCIAÇÃO COMERCIAL site: www.cciangola.com DE CARREGADORES DE ANGOLA em Portugal
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e-mail: zaupedro2010@hotmail.com T: 912 832 388 / 940 323 808 site: www.scc.com.pt
> AGELCA / ASSOCIAÇÃO DE GESTORES e-mail: geral@ceeia.co.ao Praceta D. Nuno Álvares Pereira, nº 20
site: www.ceeia.co.ao 1º andar, Sala DY - 4450 / 218 Matosinhos
E EMPRESÁRIOS DO LOBITO E CATUMBELA
Rua 25 de Abril, 196 / 98 PRESTÍGIO / LIGA DE EMPRESÁRIOS T: 229 374 125
Cx. Postal 154 / Lobito E EXECUTIVOS DE ANGOLA e-mail: porto@scc.com.pt
T: 2722 24 529 Rua da Liga Nacional Africana, nº 17 - Luanda > SOFID - SOCIEDADE PARA O FINANCIAMENTO
e-mail: nhzlob@ebonet.net T: 222 442 763 DO DESENVOLVIMENTO
> AHRA - ASSOCIAÇÃO DE HOTÉIS e-mail: liga.prestigio@gmail.com Av. Casal Ribeiro, nº 14 - 4º andar - 1000-092 Lisboa
facebook: www.facebook.com/pg/prestigioangola/ T: 213 137 760
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Bairro Projecto Nova Vida - Rua 2, Casa nº 271, Luanda
T: 222 742 970 / 946 038 246 site: www.sofid.pt
2. OUTROS ORGANISMOS, EM PORTUGAL
e-mail: secretariado@ahra.co.ao / secretaria@ahra.co.ao
E EM ANGOLA ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS ANGOLANAS
> AIA - ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DE ANGOLA
Rua Manuel Fernando Caldeira, nº 6 > CCIPA-CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA > AAVOTA / ASSOCIAÇÃO DAS AGÊNCIAS DE VIA-
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site: www.aiangola.com 1050-204 Lisboa e-mail: aavota.associacao-avt@outlook.pt
> AEA - ASSOCIAÇÃO DOS EMPREENDEDORES T: 213 940 133 site: www.aavota.com
DE ANGOLA e-mail: ccipa@cciportugal-angola.pt
site: www.cciportugal-angola.pt > ACETRO - ASSOCIAÇÃO DOS CONCESSIONÁRIOS
Município de Belas Via AL3, S/N - Talatona, Luanda Sul
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T: 932 337 139 / 996 225 110 > CAMÕES / INSTITUTO DA COOPERAÇÃO
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e-mail: info@empreendedoresangola.org E DA LÍNGUA Presidente:
site: www.empreendedoresangola.org Av. da Liberdade, nº 270 - 1250-149 Lisboa Nuno Borges da Silva, CEO da TOYOTA ANGOLA
> ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE LUANDA T: 213 109 100 T: 222 620 400
Estrada de Catete, km 20 - Luanda e-mail: icgeral@camoes.mne.pt e-mail: elpdesk@toyota-angola.com
T: 923 306 467 / 934 435 767 / 914 246 272 site: www.instituto-camoes.pt
> APIMA / ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS IMO-
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107
7. CONTACTOS ÚTEIS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

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ÇÃO E DO IMOBILIÁRIO DE LÍNGUA OFICIAL PORTU- e-mail: info@abanc.ao
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GUESA) site: www.abanc.ao
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> AJECO / ASSOCIAÇÃO DE JORNALISTAS > BDA / BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA 1818 H Street, NW
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T: 222 393 480 Cx. Postal 1366 - Luanda > FMI / FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL
e-mail: ajecoangola@yahoo.com.br T: 222 692 800
MISSÃO PERMANENTE
> ORDEM DOS ECONOMISTAS DE ANGOLA site: www.bda.ao
Rua Joaquim Kapango, nº 5
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Cx. Postal 2340 - Luanda Av. 4 de fevereiro, nº 151 Maculusso, Luanda
Fax: 222 390 464 Cx. Postal 1243 - Luanda T: 222 732 150 / 222 394 827
> AFI - ASSOCIAÇÃO FISCAL ANGOLANA T: 222 679 200 site: www.imf.org/en/Countries/ResRep/AGO
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e-mail: registry.ao@undp.org
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site: www.ao.undp.org
e-mail: info@oaang.org Largo Bressane Leite, nº 6 / r/c
site: www.oaang.org Mutamba - Cx. Postal 1358 Luanda > SADC - CONFERÊNCIA PARA O
Bastonário: Dr. Luís Paulo Monteiro T: 222 331 934 / 394 341 / 927 571 818 / 912 900 200 DESENVOLVIMENTO DOS PAÍSES
T: 912 502 743 e-mail infogeral@ifba.co.ao DA ÁFRICA AUSTRAL
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T: 222 392 357 / 935 433 263 Luanda
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T: 222 337 055
site: www.ordemdosmedicosdeangola.org site: www.correiosdeangola.ao
e-mail: gvmi-ag@ebonet.net
> UNIÃO EUROPEIA
DELEGAÇÃO
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S/N, Porta C1 - Luanda
T: 222 444 449
e-mail: delegation-angola@eeas.europa.eu
site: http://eeas.europa.eu/delegations/angola/in-
dex_pt.htm

108
ANUÁRIO CCIPA 2018/19

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8. EMPRESAS ASSOCIADAS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

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93/103 T. +244 222 393 433 / 394 022 Estr. Principal Viana
F. +244 222 393 839 T. +244 222 291 093/ 723
• Morro Bento - Av. 21 de Janeiro, Morro Bento F. +244 222 291 083
T. +244 935 545 499 • Centro de Grandes Empresas - Rua Amílcar
F. +244 222 696 493 Cabral, 58, T. +244 222 638 900
Contactos Conselho de Administração • Oil & Gas – Operators
Rua Amílcar Cabral, 58 Maianga, Luanda Mário Leite da Silva, Presidente R. Amílcar Cabral, nº 58 - Ed.Sede, Maianga Províncias
T. +244 222 638 900 • Benguela - Rua Comandante Cassange
T. +244 222 638 900 Isabel dos Santos, Vice-Presidente
• Oil & Gas – Vendors T. +244 272 236 604 / 605
Linha de Atendimento BFA António Domingues Vice-Presidente R. Amílcar Cabral, nº 58 - Ed. Sede, Maianga F. +244 272 236 606
+244 923 120 120 Vogais: T. +244 222 696 430 • Cabinda - Deolinda Rodrigues
www.bfa.ao Otília Faleiro / Francisco Costa / • Pólo Industrial - Estr. de Catete, Pólo Ind. Bairro Deolinda Rodrigues,
www.bfanet.ao km 23, s/nº, Viana R. Comendador Henriques Serrano, s/nº
Diogo Santa Marta.
T. +244 222 696 487 • F. +244 222 696 488 T. +244 231 220 381 / 309 / 823
Constituição Comissão Executiva • Rainha Ginga - Rua Rainha Ginga, 34 F. +244 231 220 382
Escritura de constituição Jorge Albuquerque Ferreira, Presidente T. +244 222 392 952 / 859 • Lobito Caponte - Gaveto da Rua 13 com Av.
de 26/08/2002, publicada F. +244 222 392 734 Salvador Correia - Z. Ind. da Canata, 1º and.
Vogais: • Santa Bárbara - Av. Marginal 2, s/nº
no D.R. n.º 73, III Série, T. +244 222 272 200 837 / 272 226 240 / 241
António Matias / Vera Escórcio / Samba F. +244 272 226 238
de 13 de Setembro de 2002 Manuela Moreira / Carlos Firme / T. +244 222 696 419 • F. +244 222 696 420 • Lubango - Av. 4 de Fevereiro - Laureanos,
Cap. Social Francisco Avilez / Rodrigo Guimarães. • Sede - Rua Amílcar Cabral, 58 Lubango T. +244 261 224 287/ 225 689
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110
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 8. EMPRESAS ASSOCIADAS

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2750-179 Cascais / T. 214 120 570 4430-247 Vila N. de Gaia / T. 223 746 090 T. 229 439 420 / F. 229 413 216 4440-695 Valongo / T. 224 219 600
F. 214 120 568 / w. eurosude@eurosude.com w. portianga@mail.telepac.pt w. filipe.ferreira@udex.pt w. minacio@capa.pt / Contacto: Manuel
Contacto: Rodrigo Camargo S. Soares Contacto: Alírio Ferreira dosSantos Contacto: Filipe Ferreira Frazão Inácio / Carla Inácio

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T. 214 175 129 / F. 214 175 129 w. sofia.coito@primetrading.com.pt MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, 4700-565 Braga / T. 253 305 400
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Contacto: Odete Ribeiro w. roteliz@mail.telepac.pt w. mvfreitas.valorec@gmail.com
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COBA Angola
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T. 222 338 345 / F. 222 338 179 w. elizeth.cossengue@sgs.com w. ferreira.silva@alvesribeiro.pt
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8. EMPRESAS ASSOCIADAS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

FERMACOM - Comércio Internacional, Lda. José Luís de Carvalho, Lda.

José Luís de Carvalho, Lda.


desde 1953

Benguela (Sede) Luanda (Delegação)


Contactos Av. Dr. Mário Moutinho, Produtos / Marcas Contactos R. Machado dos Santos, 34-36 Contactos
N° 31, 2.º Ft. - 1400-136 Lisboa Máquinas, ferramentas, materiais T. +244 272 232 781 / 2 / 3 / 4 Av. Cte. Valódia, 76-88
T. +351 213 031 480 • F. +351 213 017 715 de construção, perfis de ferro, aços e luismarques@jlc.co.ao T. +244 222 445 062 / 3 / 4
sandrasantos@fermacom.com.pt equipamento para indústria alimentar luismarques@jlc.co.ao
Actividade - Máquinas e Ferramentas,
joao.paulo.santos@fermacom.com.pt Representação em Angola Equipamentos de Escritório, Material
www.fermacom.com Representação em Portugal
Intercal, Lda. de Escritório e Escolar, Máquinas Contactos
NIF 501 452 915 • Fundação 1984 Contactos R: Domingos Pedro s/n de Costura Industriais e Domésticas, Av. S. João de Deus, 21 r/c - Esqº.
Actividade Import - Export Lubango +244 261 223 077 Prestação de Serviços T. +351 218 490 744
T. +244 261 222 680 Cap. Social - 10.000.000,00 Kz
Mercados Angola, Moçambique e Namíbia luismarques@jlc.co.ao
F. +244 261 224 015 Luís Marques, Administrador
Contacto Dr.ª Sandra Cristina Sieiro info@intercal–ao.com
dos Santos, Sócia-Gerente; João Paulo Contacto João Sieiro dos Santos, www.jlc.co.ao
Sieiro dos Santos - Sócio-Gerente Sócio-Gerente P. 31

CONDURIL - CONSTRUTORA GRINER ENGENHARIA


DURIENSE, SUCURSAL EM ANGOLA Rua Pedro de Castro Van Dunem - “Loy”
Rua 2 Il (Ao Lg. do Ambiente) - Ingombotas CP 667 Luanda - Angola
CONDURIL – Engenharia, S.A. Angola / T. 222 311 561 / F. 222 310 713 T. 222 406 870
w. expgeralluanda@mail.conduril.com w. clisboa@griner.co.ao
Contacto: Ricardo Guimarães Contacto: Carlos Eduardo Vieira Lisboa

CONSULMAR - PROJECTISTAS HORÁCIO COSTA - SOC. REPRESENT. E


E CONSULTORES OBRAS CONSTRUÇÃO CIVIL
Av. Ant. Augusto de Aguiar, 19 - 2º esq Beco dos Toucinheiros, 1 - Porta 5 B
1050-012 Lisboa / T. 213 826 630 / F. 213 1900-431 Lisboa / T. 218 160 900
862 679 / w. c.abecasis@consulmar.pt F. 218 147 894 / w. hc@horaciocostalda.pt
Contacto: Carlos Abecasis Contacto: Horácio Antunes Costa

DOMOGRAFOS ÁFRICA - PROJECTOS FIL TUBOS ANGOLA


E CONSTRUÇÕES Pólo Ind. de Luanda - Luanda
Pç. do Município, n°19 - 3º dtº T. 922 859 229 / F. 222 291 067
Av. Eng.º Duarte Pacheco, 1835 Contactos 1100-365 Lisboa / T. 213 425 176 w. geral@fil.angola.com
4445-416 Ermesinde António Luís Amorim Martins, Chairman F. 213 427 331 / w. domografos@netcabo.pt Contacto: Nuno Filipe Serôdio Fernandes
T. +351 229 773 920 Benedita Amorim Martins, CEO Contacto: José Manuel Lima Ribeiro
F. +351 229 748 668 Ricardo Nuno A. A. Vaz Guimarães,
EURICO FERREIRA (GRUPO PROEF) KERAKOLL PORTUGAL
W. geral@conduril.pt Administrador
Rua do Poente, 166 - Aptd. 282 Qta. dos Estrangeiros, N. Emp. Venda Pinheiro
www.conduril.pt Representação em Angola 4786-909 Trofa Lt. 2 - Fracção 96/97
NIF 500 070 210 Contactos Rua Kima Kyenda, 2 IL, T. 252 400 610 / F. 252 100 619 2665-602 Venda do Pinheiro
Actividade CP. 2164, Luanda w. simone.oliveira@proef.pt T. 219 862 491 / w. alvaro.calado@kerakoll.pt
Construção civil e obras públicas T. +244 929 637 913 / +244 929 637 919 Contacto: António Ribeiro Contacto: Álvaro Calado

Cap. Social W. expgeralluanda@conduril.pt GRESART - CERÂMICA INDUSTRIAL MOVITER - EQUIPAMENTOS


Contacto: Z. Ind. Vila Verde - Ap. 39 Pq. Movicortes - Azoia
€ 10.000.000,00 Miguel José A. Montenegro Andrade, 3770-954 Oliveira do Bairro 2404-006 Leiria
Vol. Negócios Administrador T. 234 740 200 / F. 234 747 462 T. 244 850 240 / F. 244 850 241
€ 146.807.517 (2017) w. gresart@gresart.pt w. moviter@movicortes.pt
P. 79 Contacto: Diamantino Lopes Contacto: Francisco Ribeiro

112
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 8. EMPRESAS ASSOCIADAS

SECIL
Companhia Geral de Cal e Cimento, S.A.

Contactos Av. Duarte Pacheco nº 19 - 7º Representação em Angola


1700-100 Lisboa - Portugal Secil Lobito, S.A.
T. +351 217 927 100 • F. +351 217 936 200 Contactos Morro da Quileva
secil@secil.pt • www.secil.pt CP 157 Lobito
NIF 500 243 590 • CAE 26 510 T. +244 272 222 207
F. +244 272 223 106
Cap. Social 264.600.000,00 Euros secil-lobito@nexus.ao
Vol. Negócios 499,5 milhões de euros Contacto
Actividade Produção de cimento Engº Augusto Miragaia,
Direcção Administrador-Delegado
Dr. Otmar Hübscher, Presidente
da Comissão Executiva
Contacto Dr. Sérgio Alves Martins, Administrador
P. 75 P. 37

PINTO & CRUZ SICCAL - SOC. IND. E COMERCIAL ZAGOPE - CONSTRUÇÕES ELECTRO SILUZ - ARTIGOS ELÉCTRI-
Rua Engenheiro Ferreira Dias, 469 DE CONSTRUÇÕES ANDRADES E ENGENHARIA COS E ELECTRODOMÉSTICOS
4103-801 Porto Rua Rainha Ginga, n°187 - Piso Intermédio Lagoas Park, Ed. 6 - Piso 1 Est. Interior da Circunvalação, 5139/5157
T. 226 150 500 / F. 226 101 370 CP 6622 - Luanda T. 222 338 358 2740-244 Porto Salvo / T. 218 432 500 4350-119 Porto / T. 225 420 350
w. joaquim.pinto@pintocruz.pt w. miguel.andrade@siccal.com F. 218 432 550 / w. zagope@zagope.pt w. contabilidade@electrosiluz.pt
Contacto: Joaquim Pinto Contacto: Miguel Augusto Andrade Contacto: José Nicomedes Moreira Contacto: Inácio Manuel dos Santos Silva
RECER - INDÚSTRIA DE P. 53 ELPOR - COMÉRCIO E INDÚSTRIAS
REVESTIMENTOS CERÂMICOS ELÉCTRICAS
Aptd. 20 - 3771-953 Oliveira do Bairro ELECTRICIDADE Cruz da Pedra , Lt 12/13 - Frielas - Aptd. 94
T. 234 730 500 / F. 234 730 501 E ELECTRÓNICA 2675-901 Loures / T. 219 898 500
w. recer@recer.pt F. 219 898 598 / w. m.marreiros@elpor.pt
Contacto: Valentim Reis / Jorge Rodrigues Contacto: Manuel João Marreiros
REVIGRÉS - INDÚSTRIA CME - CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO EST - EMPRESA DE SERVIÇOS
DE REVESTIMENTOS DE GRÉS Travessa Mota & Companhia ELECTROMECÂNICA TÉCNICOS
Aptd. 1 - 3754-900 Barrô Águeda Zona Industrial de Kikuxi – Viana – Luanda Tagus Space - Rua Rui Teles Palhinha, 4 Rua da Granja, n°10 B - 2401-978 Leiria
T. 234 660 100 / F. 234 666 555 Angola Leião - 2740-278 Porto Salvo T. 244 850 900 / w. madalena.simoes@est.pt
w. paularoque@revigres.pt Tlm: +244 935 111 049 T. 214 233 100 / w. reis.costa@cme.pt Contacto: Madalena Martins Simões /
Contacto: Ana Paula Roque w: angola@ao.sika.com Contacto: José A. dos Reis Costa Bruno Matias
SECIL ANGOLA, INVESTIMENTOS TECHNOEDIF ENGENHARIA EDP - ELECTRICIDADE DE PORTUGAL FACIME II - COMÉRCIO
E PARTICIPAÇÕES Taguspark - Ed. Qualidade A3 - Av. Prof. Pç. Marquês de Pombal, 12 S/Lj DE ELECTRODOMÉSTICOS
Rua Pedro Félix Machado, 51 - 2º F - Luanda Cavaco Silva, 5B - 2740-296 Porto Salvo Gab. Comunicação - 1250-162 Lisboa Rua da Vinha, 30 - Areosa
T. 222 392 109 / F. 222 395 243 T. 214 706 600 / F. 214 706 601 T. 210 012 680 / F. 210 012 910 4900-036 Viana do Castelo
w. fmoliveira@netcabo.co.ao w. gomescruz@tecnhoedif.pt w. cristina.carvalhas@edp.pt T. 258 839 300 / w. facime@facime.pt
Contacto: Fernando de Oliveira Contacto: Joaquim Gomes da Cruz Contacto: Paulo Campos Costa Contacto: Sandro Filipe Preto
SETH - SOCIEDADE DE EMPREITADAS TECNOVIA - SOCIEDADE EFACEC POWER SOLUTIONS SGPS INTEL - INSTALAÇÕES ELECTRICAS
E TRABALHOS HIDRÁULICOS DE EMPREITADAS Pq. Empresarial Arroteia (Poente) Av. de Portugal, 70/72 A - CP 5218
Av. Tomas Ribeiro, 145 Casal do Deserto - 2740-135 Porto Salvo Aptd. 1018 - 4466-952 S. Mamede Infesta Luanda- Angola
2790-467 Queijas / T. 219 431 479 T. 214 225 400 / F. 214 225 119 T. 229 562 300 / F. 229 518 933 T. 222 339 445 / F. 222 333 945
F. 219 431 518 / w. seth@seth.pt w. administracao@tecnovia.pt w. pedro.esquivel@efacec.com w. intelser@ebonet.net
Contacto: Ricardo Pedrosa Gomes Contacto: Luís Guilherme Canas da Costa Contacto: Pedro Esquível Contacto: Joaquim Moreira Lima

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8. EMPRESAS ASSOCIADAS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

ZAGOPE ANGOLA CONSTRUÇÃO E ENGENHARIA


INZAG GERMANY GMBH SUCURSAL ANGOLA

ZAGOPE ANGOLA CONSTRUÇÃO E ENGENHARIA SA INZAG GERMANY GMBH SUCURSAL ANGOLA


Atividade Construção Civil e Obras Públicas Atividade Construção Civil e Obras Públicas
Alvará de Construção Civil e Obras Públicas Alvará de Construção Civil e Obras Públicas
Numero: “209/EOP/2009” Numero: “1527/EOP/IRCCOP/2016”
Valor limite das obras “SEM LIMITAÇÃO” Valor limite das obras “SEM LIMITAÇÃO”
Classe de Habilitação 10º Classe de Habilitação 10º
Representação em Angola - Condomínio Dolce Vita, Bloco 3B Representação em Angola - Condomínio Dolce Vita, Bloco 3B
8º andar B, Talatona - Luanda - Angola - T: 926 442 672 8º andar B, Talatona - Luanda - Angola - T: 926 442 672
NIPC: 5417042510 NIPC: 5417651826
Contacto Júlio Fernando Gonçalves de Oliveira Contacto Júlio Fernando Gonçalves de Oliveira

LUSIS - EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS ASCENZA AGRO, S.A. LACTIANGOL - LACTICÍNIOS QUINTA DE JUGAIS - COMÉRCIO
Rua Tóbis Portuguesa, 4, B / C Av. do Rio Tejo - Herdade das Praias DE ANGOLA DE PRODUTOS ALIMENTARES
1750-292 Lisboa 2910-440 Setúbal Est. Deolinda Rodrigues, Km 5,5 - Luanda Z. Ind., Lt. 17 A - 3400-060 Oliv. do Hospital
T. 217 520 820 / F. 217 572 110 T. 265 710 161 / F. 213 222 735 T. 222 395 589 / F. 222 333 548 T. 238 609 892 / F. 238 609 852
w. lusis@mail.telepac.pt w. ecosta@agro.sapec.pt w. lactiangol@lactiangol.co.ao w. geral@jugais.com
Contacto: José Manuel de Almeida Paiva Contacto: Elisabete Costa / João Estrela Contacto: José Bastos de Macedo Contacto: Pedro Martins

RESUL - EQUIPAMENTOS DE ENERGIA CEREALIS INTERNACIONAL - LUSITECA – TRANSF. E EMBALAGEM P. 49


Pq. Oriente - EN. 10 Bloco 3 COMÉRCIO CEREAIS E DERIVADOS DE PRODUTOS ALIMENTARES
2695-167 Bobadela Rua Manuel Gonçalves Lage, 988 Rua das Viagens, n°56 - Aptd. 18
T. 218 394 980 / F. 218 394 981 Águas Santas - 4425-122 Maia 2726–920 Mem Martins
w. luis.bento@resul.pt T. 229 014 505 / w. graca.amorim@cerealis.pt T. 219 266 260 / w. sales.export@lusiteca.pt
Contacto: Carlos Torres / Luís Bento Contacto: Graça Amorim Contacto: Luís Filipe Brandão

CONTIDIS MANUEL D’ OLIVEIRA CASTANHAS Ramirez & Cª (Filhos), SA


Condomínio Alpha, Ed. 1 - Piso 1 Pedralva Rua do Passadouro, 135 | 4451-953 Lavra
PRODUTOS ALIMENTARES Talatona - Luanda 3780- 77 S. Lourenço do Bairro Portugal | +351 229 997 878
E BEBIDAS T. 923 416 855 T. 231 510 530 E-mail: ramirez@ramirez.pt / Site: www.ramirez.pt
w. joao.ferreira@contidis.co.ao w. mocastanhas@sapo.pt Facebook: www.facebook.com/ramirez1853
Contacto: João Ferreira Contacto: Hermes R. de Oliveira Castanhas Instagram: www.instagram.com/conservasramirez

AGROPROMOTORA - PROJECTOS E EDUARDO, LIMA & Cª P. 85 SICASAL - INDÚSTRIA E COMÉRCIO


INVESTIMENTOS AGROINDUSTRIAIS Rua Costa Cabral, 777 A - Sala 9 DE CARNES
Rua Cardeal Mercier, 29 -1º 4200-224 Porto Rua da Industria, s/n - 2669-001 V. F.
1600-026 Lisboa / T. 217 935 135 T. 225 074 260 / F. 220 165 429 Rosário -T. 261 780 500 / F. 261 780 511
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Contacto: José Alberto R. Teixeira Contacto: Joaquim de Sousa Reis Contacto: Álvaro dos Santos Silva

ANO 2000 - PRODUTOS IBERSOL RESTAURAÇÃO Manuel Rui Azinhais Nabeiro, Lda. SOVENA PORTUGAL - CONSUMER
ALIMENTARES Ed. Península, Pç. do Bom Sucesso - n°105 Av. Calouste Gulbenkian, 15 GOODS
Rua C - Sector VII - Z. Ind. Maia I - Moreira 159 - 9º - 4150-146 Porto 7370-025 Campo Maior Rua Dr. António Loureiro Borges, n°2
4471-909 Maia T. 226 089 700 / F. 226 053 328 T: 268 009 200 / F: 268 688 960 Ed. ArquiPq. 2, 3º Andar - 1495-131 Algés
T. 229 439 450 / w. promo@mail.telepac.pt w. amleite@ibersol.pt geral@delta-cafes.pt T. 214 129 300 / w. mail@sovena.pt
Contacto: Bernardino Costa Pereira Contacto: António Carlos Vaz Pinto Sousa www.deltacafes.pt Contacto: José Ramalho

114
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 8. EMPRESAS ASSOCIADAS

SUMOL + COMPAL MARCAS BABCOCK & WILCOX PORTUGAL


Est. da Portela, 9 - Portela de Carnaxide Edifício Castil - Rua Castilho, n°39 - 12º G
Aptd. 1012 - 2791-701 Carnaxide 1250-068 Lisboa
T. 214 243 423 / F. 214 287 750 GALP ENERGIA, SGPS, S.A. T. 213 240 700 / F. 213 460 786
w. fernando.oliveira@sumolcompal.pt w. bwp.geral@babcock-wilcox.pt
Contacto: Fernando Oliveira Contacto: A. L. Pereira da Silva

TORREFACÇÃO CAMELO CIMERTEX - SOCIEDADE


Rua de Portalegre DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
7370 - Campo Maior Rua do Abade Mondego, 165 - Freixieiro
T. 268 686 319 / F. 268 687 482 4456-901 Perafita / T. 220 912 600
w. camelo@gruponabeiro.com F. 220 912 665 / w. cimertex@cimertex.pt
Contacto: Administração Contacto: Miguel Teixeira R. Oliveira

TRACTORMINHO - DISTRIB. PEÇAS, FERPINTA - INDÚSTRIA DE TUBOS


MAT. AUTOM. TRACTOR DE AÇO DE F. P. TEIXEIRA
Rua do Pinhal, 8 - 14, Pq. Poente - Aptd. Carregosa -Oliveira de Azemeis - Aptd. 26
2235 - 4700-629 Braga / T. 253 606 530 Contactos Rua Tomás da Fonseca, Representação em Angola 3730-956 Vale de Cambra
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115
8. EMPRESAS ASSOCIADAS ANUÁRIO CCIPA 2018/19

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4780-739 Santo Tirso - PORTUGAL Rua Pedro José Ferreira, 200/210 - Apt. 212 2735-306 Cacém T. 229 405 000 / F. 229 485 661
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www.norprint.pt F. 223 401 050 / w. geral@medlog.pt w. stecnicos@thl.pt Contacto: António Luís Serrenho
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ca, Dinamarca, França, Geórgia, Alemanha, Irlanda, Kosovo, Letónia, Moldávia, Países Baixos, Noruega, Poló-
nia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Espanha, Suécia, Reino Unido. - ÁFRICA - Angola, Brazzaville, Burkina Faso,
Camarões, Cabo Verde, Rep. Democrática do Congo, Etiópia, Gabão, Gana, Guiné Bissau, Guiné Conakry, Costa
do Marfim, Líbia, Madagáscar, Mali, Mauritânia, Maurícias, Moçambique, São Tomé e Principe, Senegal. - ÁSIA
- Dubai, Hong Kong, Irão, Iraque, Líbano, Macau, Arábia Saudita, Timor, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão,
Produtos comercializados:
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reagentes, testes, mobiliário hospitalar, produtos cosméticos e de higiene corporal, suplementos alimentares,
desinfetantes e biocídas.
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Lote 2 Ap. 45 - 3450-232 Mortágua
T. +351 231 927 510 • F. +351 231 927 520/1
Distribuição: Dispomos atualmente de três unidades Logísticas.
infor@fhc.pt • www.fhc.pt A unidade logística 1 está dimensionada para o manuseamento de mercadoria em volume, estando operacional-
NIF 504 061 500 • CAE 46460 mente alocada ao armazenamento de stock estático, com uma área aproximada de 1400 m2 e capacidade para o
armazenamento de 1700 paletes em racks.
Cap. Social 5.000.000,00 Euros
A unidade logística 2 está fundamentalmente estruturada para o armazenamento de stock dinâmico assim como
Volume Negócios em 2017:
para a preparação de mercadoria de uso hospitalar. Com uma área de armazenamento de 1.600 m2, tem capaci-
57.124.242,62 Euros
dade para armazenamento de 2000 paletes e picking.
Actividade Importação, exportação e distribuição
de produtos farmacêuticos.
A unidade logística 3 foi projetada para o armazenamento compacto de grandes volumes de stock, funcionando
essencialmente como suporte às outras unidades logísticas (1 e 2). Dispõe de um sistema de armazenamento
Contacto Joaquim Chaves, Director Comercial compacto “Drive-In”, e tem uma área aproximada de 680 m2 e capacidade para o armazenamento de 1009 paletes.
joaquim.chaves@fhc.pt

116
ANUÁRIO CCIPA 2018/19 8. EMPRESAS ASSOCIADAS

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Superintendência e peritagens, Lda. [Angola]
Superintendência e peritagens

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TM: 00351 93 5335 513 / 91 9352 004 José Moreira ou José Paulo Casimiro Presidente Business Center 90, 3° - 1649-024 Lisboa
Responsável a Contactar: José Moreira Largo 17 de Setembro, n° 3, 3º Piso, Sala 341 T. +351 217 912 000
ESCRITÓRIOS:
Luanda – Angola F. +351 217 957 590
ESCRITÓRIOS / PALOP’S T. +244 227 280 461 / 2 / 3 / 4
MARROCOS - ESPANHA E OUTROS ernst.young@pt.ey.com
CABO VERDE - GUINÉ BISSAU F. +244 227 280 465
TM: 00351 91 9352 004 www.ey.com
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - MOÇAMBIQUE ernstyoung.ao@pt.ey.com • www.ey.com
Responsável a contactar: José Moreira
TM: 00351 91 9352 004 Contactos
Responsável a Contactar: José Moreira * Serviço 24 horas
NIF-501 116 699 | NIB-0045 5457 40136883348 82 João Alves – Country Managing Partner
Carlos Bastos – Office Managing Partner
Membro da CNPR (Câmara Nacional de Peritos Reguladores), filiada na FUEDI (Federação Europeia) Daniel Guerreiro – Assurance Leader
Member of CNPR, affiliated of FUEDI (European Association of Loss Adjusting Experts) Rui Henriques – Partner, Tax Services
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