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UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E
INCLUSIVA

EDILANIA MARIA RODRIGUES BATALHA PEREIRA

AUTISMO, O QUE SABEMOS SOBRE ISTO?

Santos - SP
Junho/2014
UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E
INCLUSIVA

EDILANIA MARIA RODRIGUES BATALHA PEREIRA

AUTISMO, O QUE SABEMOS SOBRE ISTO?

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado


como exigência parcial para a obtenção do título
de Especialista em Educação Especial e Inclusiva
da Universidade Santa Cecília, sob orientação da
Professora Especialista Osmarina Block.

Santos – SP
2014
EDILANIA MARIA RODRIGUES BATALHA PEREIRA

AUTISMO, O QUE SABEMOS SOBRE?

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título
de Especialista em Educação Especial e Inclusiva da Universidade Santa Cecília.

Data da Aprovação ___/___/___

________________________________________________________

Professor (a) [Nome1]

(Orientadora)

_________________________________________________________

Professor (a) [Nome2]

_________________________________________________________

Professor (a) [Nome3]


AGRADECIMENTOS

Agradeço a todos que direta ou indiretamente contribuíram para que este trabalho se
realizasse. A todos envolvidos numa proposta de inclusão efetiva. Ao meu Aluno Andrey
Victor dos Santos Silva por oportunizar-me a convivência dessa forma vivenciar suas
singularidades de autista.

Ao meu Marido João Valdeci Pereira grande incentivador de meus sonhos, Ao meu
filho João Vitor Batalha Pereira por ajudar-me com sua compreensão e paciência. A
professora Isabel Cristina Santos pelos livros emprestados, pelo incentivo na aplicação desse
projeto interdisciplinar.

A orientadora Osmarina Block, pela dedicação ao meu projeto.


RESUMO

O presente projeto interdisciplinar partiu da problematização “Autismo, o que sabemos


sobre?” Sua aplicação ocorreu junto à equipe pedagógica, professores e coordenadores da
Unidade Municipal de Ensino Luiz Gustavo de Lima, na cidade de Cubatão-SP. Os conteúdos
que nortearam a viabilização dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento das atividades
foram: Conceito de autismo; Características do autismo; Inclusão de crianças autistas.

PALAVRAS-CHAVE: Escola; Autismo; inclusão.


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 1

1 DESENVOLVIMENTO 2

1.1Identificação 2
1.2Tema 2
1.3Problematização 2
1.4Fundamentação teórica 2
1.5Objetivos de aprendizagem 3
1.6Conteúdos 4
1.7Atividades desenvolvidas 4
1.8Cronograma 4
1.9Descrição do desenvolvimento do projeto 5

CONSIDERAÇÕES FINAIS7

REFERÊNCIAS 7

ANEXOS 8
INTRODUÇÃO

Dentro no contexto escolar a cada dia, a cada novo anos letivos depararam com

crianças autistas, muitas vezes nos vemos sem saber quem são e como incluí-las em nossas

propostas de forma que possamos oportunizá-las um ambiente onde a mesma possa

desenvolver-se de acordo com suas singularidades.

Dessa forma, torna-se imprescindível a escola abordar essa discussão em seu contexto,

proporcionando momentos em que os professores possam conhecer um pouco sobre essas

crianças, com oportunidades de refletir sobre as ações na escola que de fato possam ser

consideradas inclusivas e vislumbrem a verdadeira inclusão com práticas que oportunizem o

desenvolvimento da criança autista no contexto escolar.

Assim, elegi o tema autismo como norteador de meu projeto, cuja problemática fora

pautada na questão “O que é autismo? Quem são essas crianças? Como incluí-las na escola?”

A aplicação do projeto se realizou junto a equipe de professores da UME Luiz Gustavo de

Lima, situada na cidade de Cubatão, Estado de São Paulo

1
1 DESENVOLVIMENTO

1.8 Identificação

Este projeto interdisciplinar teve sua aplicação realizada na Unidade Municipal de


ensino Luiz Gustavo de Lima situada no Município de Cubatão-SP. A turma participante foi a
Equipe pedagógica da Escola.

1.2 Tema

O projeto foi realizado pautado no tema Autismo.

1.9 1.3 Problematização

Este projeto foi realizado pautado na problematização. Autismo, o que sabemos sobre
isto?

1.10 1.4 Fundamentação teórica

O conceito de autismo é muito amplo, podendo ser considerado como um transtorno de


base interativa, social e comportamental que se fundamenta em três características
fundamentais: aparentemente não tem a consciência da presença do outro, portanto
parecem estar em um mundo paralelo; e extrema dificuldade de comunicação, com
dificuldade de se fazer entender; por muitas vezes apresentam um padrão de
comportamento repetitivo e restrito.

1.11 Schwartzman (2011) descreve alguns critérios que validam a assertiva acima,
como:

1)Prejuízo qualitativo na interação social, implicando dificuldade condizente a


linguagem verbal e não verbal causando grandes prejuízos para a interação social,
implicando em fracasso nos relacionamentos e dificuldade em resolução de conflitos e de
relacionamentos com as demais crianças. Apresenta grande dificuldade de posicionar-se pelo
ponto de vista do outro, o que implica falta de reciprocidade social e emocional.

2
2)Prejuízos qualitativos na comunicação, com déficit na linguagem oral, sem
compensação por outras formas, falta de iniciativas de comunicação, bem como
dificuldade para sua sustentação. Ecolalia tardia, linguagem repetitiva e própria.

3)Padrões restritos e repetitivos de comportamentos, interesse e atividades o que


culmina na preocupação com um modo único de comportamento e rotina, gerando
dificuldade em aceitar a mudança das rotinas ou rituais. Aquisição de manias motoras que
são constantemente repetitivas.

Schwartzman evidencia ainda que “O autismo é considerado atualmente um transtorno


do desenvolvimento de causas neurobiológicas definindo de acordo com critérios
eminentemente clínicos” (2011, p. 37). Portanto, mesmo que estejamos cônscios dos critérios
diagnósticos do autismo retro mencionados, é bom deixar claro que seu diagnóstico compete
ao corpo médico e para nós enquanto professores serão de grande valia essa consciência para
que possamos direcionar nossos alunos para a avaliação clínica.

Podemos, dessa forma, situar o autismo considerando-o como distúrbio do


desenvolvimento de base comportamental. Evidenciando-o como um transtorno global do
desenvolvimento, esclarecendo, portanto que apresenta diferentes variáveis, ou seja, as
mesmas dificuldades em graus de comprometimentos variáveis que se denominam transtornos
do espectro do autismo.

Para uma discussão mais ampla sobre o conceito de autismo apresenta-se Gauderer
(1993) que discorre sobre o tema da seguinte forma.

Uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave


durante toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de
vida. Acomete cerca de cinco entre cada dez mil nascidos e é quatro vezes mais
comum entre meninos que meninas. É encontrada em todo mundo e em família de
qualquer configuração racial, étnica e social [...]. Os sintomas [...] incluem: 1.
Distúrbio no ritmo de aparecimento de habilidades físicas, sociais e linguísticas; 2.
Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são: visão,
audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo; 3. Fala e
linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar presentes ou
não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de ideias. Uso de palavras sem
associação com o significado 4. Relacionamento anormal com objetos, eventos e
pessoas. Respostas não apropriada a adultos ou crianças. Objetos e brinquedos não
usados de maneira devida [...] A pessoa portadora de autismo tem uma expectativa
de vida normal. Uma reavaliação periódica é necessária para que possam ocorrer
ajustes necessários quanto às suas necessidades, pois os sintomas mudam e alguns
podem até desaparecer com a idade. (GAUDERER, 1993, p. 3)
3
Dessa forma é possível entender o autismo como um distúrbio com evidencias
peculiares que fazem das pessoas com autismo um grupo com características bem marcantes e
que, portanto não deixarão de serem percebidas dentro do contexto social e escolar. Um
olhar atento possibilitará intervenções e uma prática pedagógica consonante com a inclusão
dessas crianças de forma efetiva.

No nosso dia a dia percebemos em nosso contexto muitas situações que geram dúvidas
no que concernem as dificuldades de aprendizagem de nossas crianças e, portanto certa
angústia pela falta de conhecimento inerente às diversas patologias presente em sala de aula.
Portanto, algumas situações ou comportamentos podem servir para elucidar e identificar
crianças autistas em nossas salas de aula.

Destarte, algumas situações que podem evidenciar crianças com essas necessidades
educacionais especiais, que de certo não irão passar despercebidas são explanadas pelo
Ministério da Educação, secretária da educação especial (2004), e são discorridas abaixo:

1- Ausência de linguagem verbal, ou linguagem verbal pobre.


2- Ecolalia imediata (repetição do que as pessoas acabaram de falar) ou ecolalia tardia
(repetição do que as pessoas falaram há algum tempo, repetição de comerciais de TV,
de fala de filmes, de novelas, etc.).

3- Hiperatividade, ou seja, constante agitação e movimento (ocorre em grande maioria


das crianças) ou extrema passividade (ocorre na grande minoria das crianças).

4- Contato (visual deficiente, ou seja, a criança raramente olha nos olhos do professor,
das outras crianças e dos familiares).

5- Comunicação repetitiva deficiente, ou seja, a criança tem grande dificuldade de


compreender o que lhe é dito, não obedece às ordens nem mesmo simples, e muitas
vezes não atende quando é chamada pelo nome.

6- Problemas de atenção e concentração.

4
7- Ausência de interação social, ou seja, a criança não brinca com outras crianças, não
procura consolo quando se machuca e parece ignorar os outros. Pode rir ou chorar,
mas sempre dando a impressão de que diz respeito apenas a ela mesma.

8- Mudanças de humor sem causa parente.

9- Usa adultos como ferramentas, como levarmos o adulto pela mão, colocar a mãos do
adulto na maçaneta da porta para que ela abra.

10- Ausência de interesse por atividades ou materiais da sala de aula.

11- Interesse obsessivo por um determinado objeto ou tipos de objeto, por exemplo, a
criança pode ter obsessão por cordões de sapatos, palitos de dente, tampinhas de
garrafa.

12- Eventualmente uma criança com autismo pode aprender ler sozinha antes dos quatro
anos sem que nenhum adulto tenha se dado conta.

É improvável que essas características apareçam todas ao mesmo tempo. Devemos ter
a consciência de que os sintomas do autismo não têm um quadro bem definido e que uma vez
detectado na criança, teremos como consequência imediata um prognóstico.

Assim como as caraterísticas são peculiares de cada criança o nosso papel enquanto
educador é também compreender que as possibilidades de desenvolvimentos também são
distintas, adquirindo o educador uma postura que possibilite a criança a desenvolver essas
possibilidades e quebrar as barreiras que limitam o seu desenvolvimento.

A escola deve ser lugar de inclusão que inclui e para tanto o seu papel vai além de
recebê-las, mas deve oportunizá-las o convívio com outras crianças da mesma faixa etária,
com possibilidades de interação e logo estimulo em suas capacidades interativas, incluindo-as
dentro do contexto sem deixá-las isoladas, oportunizando-as aquisição de habilidades e
experiências sociais proporcionadas pelas trocas que acontecem no processo de aprendizagem
social. Sempre levando em conta o respeito às singularidades de cada criança.

Proporcionar às crianças com autismo oportunidades de conviver com outras da


mesma faixa etária possibilita o estímulo às suas capacidades interativas, impedindo
5
o isolamento contínuo. Além disso, as habilidades sociais são passíveis de serem
adquiridas pelas trocas que acontecem no processo de aprendizagem social.
Entretanto, esse processo requer respeito às singularidades de cada criança. As
crianças com desenvolvimento típico fornecem, entre outros aspectos, modelos de
interação para as crianças com autismo, ainda que a compreensão social destas
últimas seja difícil (CAMARGO, 2009, p.8).

O que se evidencia, no entanto, é que além de possível, a inclusão de crianças com


transtorno no espectro de autismo na escola regular denota um grande ganho para essas
crianças com possibilidades de trocas entre elas, oportunizando mesmo que de maneira difícil
modelos de papeis sociais importantíssimo para o desenvolvimento e inclusão das crianças
com autismo.

Segundo Camargo “muitos educadores resistem ao trabalho com crianças autistas


devido a temores em não saber lidar com a agressividade delas - aliás, um aspecto que não é
necessariamente característico desta condição” (2009, p.69). Portanto é papel da escola e de
seu corpo pedagógico quebrar com a ideia única e distorcida de um único tipo agressivo e
incomunicável de autismo, buscar a possibilidades e capacidades de saber lidar com o
diferente, é certo que não se trata de uma tarefa que se fará na solidão. Uma escola inclusiva
requer o saber acolher, o saber conhecer, preparar para lidar com a diferença de verdade para
que a inclusão escolar aconteça de forma satisfatória.

Quando não há ambiente apropriado e condições adequadas à inclusão, a


possibilidade de ganhos no desenvolvimento cede lugar ao prejuízo para todas as
crianças. Isso aponta para a necessidade de reestruturação geral do sistema social e
escolar para que a inclusão se efetive. (CAMARGO, 2009, p.70)

A ausência de ambiente compatível e condições favoráveis à inclusão,


consequentemente teremos muitos prejuízos para todas as crianças. O que torna
imprescindível para sua efetivação a reestruturação geral do sistema social e escolar para que.
Logo com uma inclusão satisfatória a criança com necessidades educacionais especiais como
no caso do autista poderá ter ganhado por meio das experiências sociais. O que poderá ajudá-
la a adquirir autonomia e dessa forma conquistar o seu espaço na família, escola e na
sociedade.

A Escola deve ser o espaço da oportunidade e em se tratando de inclusão de crianças


com necessidades educacionais especiais, o desenvolvimento da autonomia. É nisso que
devemos acreditar, é isso que devemos buscar.

6
1.12 1.5 Objetivos de aprendizagem

Os objetivos de aprendizagem, dos quais partiu a Construção do presente projeto,


foram:

 Conhecer o conceito de autismo


 Discutir e estudar sobre o autismo na escola regular, e no cotidiano.

 Conhecer características das crianças autistas

 Refletir, discutir e posicionar-se sobre as práticas inclusivas das crianças


autistas na escola regular.

 Promover um ambiente inclusivo e favorável à inclusão de crianças autistas.

7
1.6 Conteúdos

 Conceito de autismo;

 Características do autismo;

 Inclusão de crianças autistas.

1. 1.7 Atividades desenvolvidas

 Roda de conversas de conversa sobre o tema autismo. Com espaço para discussão
sobre as angustias e inquietações referente ao tema.

 Abordagem do tema por meio de slides, com a finalidade de conceituar o autismo


e suas características.

 Estudo teórico sobre as práticas inclusivas na escola regular.

 Vídeo – Meu filho, meu mundo.

 Propor momentos de reflexão e discussão de ações favoráveis à inclusão do


autista.

 Avaliação coletiva do projeto.

1.8 Cronograma

Roda de conversa sobre o tema- -13 de junho

Vídeo: Meu Filho, meu mundo- sensibilização- 14 de junho.

Apresentação dos slides- Autismo - 16 de junho

8
Relato de caso- Pela mãe do aluno autista. Uma história bem sucedida de inclusão-16 de
junho

Avaliação coletiva do projeto – 18 de junho

1.13

1.14 1.9 Descrição do desenvolvimento do projeto

Falar de um tema tão complexo no contexto escolar ainda nos causa muitas angústias,
porém o projeto fora realizado com ótima aceitação da equipe envolvida. Os professores
foram bem receptivos a ele e demonstraram estarem abertos a novos diálogos que
oportunizem a reflexão sobre tema autismo, bem como a inclusão.

Na roda de conversa, foram oportunizadas as trocas informações de conhecimentos


inerentes ao Tema, os professores relataram suas experiências e angustias sobre a inclusão de
crianças autista no contexto de escolar, argumentaram das dificuldades que tinham em lidar
com essas crianças mesmo pela falta de conhecimento sobre ela.

Para sensibilização, vimos o filme -Meu filho, meu mundo- que relata a experiência de
um casal e seu filho; um lindo bebê que nascera saudável, porém com o passar dos anos teve o
diagnóstico de autismo. Uma terapia de amor e aceitação em prol do desenvolvimento da
criança. Esse vídeo foi bem aceito, causou emoção e possibilitou a discussão sobre a efetiva
aceitação e possibilidade de inclusão de crianças autistas, bem como as possibilidades efetivas
de desenvolvimento.

Houve a explanação da fundamentação teórica do tema, oportunizando a ampliação


dos conhecimentos sobre autismo. Nesse momento com auxilio da Professora de Inclusão da
escola fomos elucidando as dúvidas e questões correspondentes ao projeto.

Para Finalizar a Mãe de Andrey Victor da Silva Santos, aluno de nossa Unidade,
discorreu sobre sua trajetória de vida com o seu filho, desde o diagnóstico até o momento,
relatando toda sua luta para que sua inclusão se efetivasse e para que o mesmo pudesse ter
acesso a todos os serviços de atendimento ao autista, em prol de seu desenvolvimento.
9
O projeto foi avaliado como positivo por minhas colegas, e eu me senti agradecida e
honrada por poder ter tido a oportunidade de pesquisar e compartilhar um tema tão importante
e necessário para uma educação de qualidade.

10
CONSIDERAÇÕES FINAIS
11
Desde o início de meu curso decidi por esse tema, e mesmo tendo certa dificuldade
em pesquisar e discorrer sobre o mesmo, pois as bibliografias são mais da área médica, não
desisti, desde sempre o vejo como uma discussão necessária dentro do contexto escolar.

Ao ouvir as considerações das pessoas envolvidas no projeto tive a certeza da


viabilidade e pertinência do mesmo, uma vez que as argumentações e trocas encaminhavam
sempre para o caminho das incertezas, das dúvidas protagonizadas pela falta de um espaço de
discussão viabilizador de uma reflexão sobre a inclusão de crianças autista no contexto
escolar.

A cada etapa do projeto, foi possível perceber o interesse dos envolvidos, trocando
suas angústias, relatando suas dificuldades e até mesmo suas histórias de sucesso. A ajuda da
professora da sala de recursos foi maravilhosamente bem vista por mim, pude perceber que a
vontade de realizar uma escola da inclusão verdadeira é compartilhada com ela.

Enfim, esse projeto mesmo com todas as dificuldades encontradas por mim no
decorrer da pesquisa bibliografia tornou-se um sonho realizado, um projeto que deve ter
continuidade no contexto escolar para que o sonho da inclusão seja o sonho de todos.

12
REFERÊNCIAS
13
ASSUMPÇÃO, F.PIMENTEL, A. Autismo infantil. Revista Brasileira de Psiquiatria. 2000.
Disponível em www.scielo.com.br - acesso em: 03 de fevereiro de 2014.

BRASIL. Ministério da Educação e do desporto. Secretaria de Educação Especial. Educação


Infantil. Saberes de praticas da Inclusão-Dificuldades acentuadas de aprendizagem:
Autismo- Brasilia,2004.

CAMARGO, S.P.H. e Bosa, C.A. Competência social inclusão escolar e autismo: revisão
crítica da literatura. Psicologia&Sociedade;21(1):65-74,2009.Disponível
em:www.scielo.com.br Acesso em: 12 de maio 2014.

GAUDERER, E. Christian. Autismo. [S.I]: Atheneu, 1993

SCHWARTZMAN, José Salomão. ARAUJO, Ceres Alves. Transtorno do espectro do


Autismo- TEA-São Paulo: Memmon- 2011.

14

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