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Em face da publicação da Instrução Normativa RFB nº 1.911/2019 (DOU 1 de 15.10.2019), este procedimento está em atualização. Principal
alteração: consolidação das normas de apuração, cobrança, fiscalização e administração da contribuição para o PIS/Pasep e para a Cofins, a
contribuição para o PIS/Pasep-Importação e para a Cofins-Importação.

Cofins/PIS-Pasep - Combustíveis - Alíquotas diferenciadas

Resumo: Este procedimento trata do regime de alíquotas diferenciadas e por unidade de produto para as refinarias de petróleo e demais
produtores e importadores de produtos derivados de petróleo.

Sumário

1. QUADROS SINÓTICOS
2. ALÍQUOTAS DIFERENCIADAS OU CONCENTRADAS
2.1 Produtores e importadores
2.1.1 PIS-Pasep
2.1.2 Cofins
2.2 Distribuidores e comerciantes varejistas
3. REGIME ESPECIAL - ALÍQUOTAS POR UNIDADE DE PRODUTO
3.1 Opção pelo regime especial
3.1.1 Aprovação do programa
4. BASE DE CÁLCULO
5. CRÉDITOS
5.1 Créditos na importação
5.2 Créditos no mercado interno
5.2.1 Atacadistas e varejistas
5.2.2 Produtores ou fabricantes
5.2.3 Demais créditos

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1. QUADROS SINÓTICOS

Estão sujeitas ao regime de alíquotas diferenciadas e por unidade de produto as refinarias de petróleo e os demais produtores e
importadores dos seguintes produtos derivados de petróleo:
a) gasolina, exceto gasolina de aviação;
b) correntes destinadas à formulação de gasolinas;
c) óleo diesel;
d) correntes exclusivamente destinadas à formulação de óleo diesel;
e) gás liquefeito de petróleo (GLP), derivado de petróleo e de gás natural;
f) nafta petroquímica destinada à formulação de gasolina ou de óleo diesel;
g) querosene de aviação (QAV).

A receita de venda de gás natural veicular (GNV) segue a regra geral de incidência, não sendo aplicáveis, nesse caso, alíquotas
diferenciadas. Dessa forma, sobre as receitas de vendas de GNV incidirão a contribuição para o PIS-Pasep, à alíquota de 0,65% ou 1,65%, e
a Cofins, à alíquota de 3% ou 7,6%, conforme o caso.

Veja também, a matéria sobre o Cofins/PIS-Pasep - Venda e importação de álcool

Relacionamos nos quadros a seguir, as alíquotas da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins incidentes sobre os combustíveis a seguir
mencionados. Com relação aos créditos veja o tópico 5.

ALÍQUOTAS DIFERENCIADAS OU CONCENTRADAS

Descrição do produto PIS-Pasep Cofins

Gasolinas e suas correntes (exceto gasolina de aviação) 5,08% 23,44%

Óleo Diesel e suas correntes 4,21% 19,42%

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Gás Liquefeito de Petróleo - GLP 10,20% 47,40%

Querosene de Aviação 5,00% 23,20%

Correntes destinadas à Formulação de Gasolina ou de Óleo Diesel 5,08% 23,44%

Correntes destinadas à Formulação Exclusivamente de Óleo Diesel 4,21% 19,42%

- 4,6%, para os fatos geradores


- 1,00%, para os fatos geradores ocorridos de 1º.01 a
ocorridos de 1º.01 a 31.08.2018; 31.08.2018;

- 0,65% (regime cumulativo) ou - 3% (regime cumulativo) ou


Nafta Petroquímica e Condensado Destinados às Centrais Petroquímicas (para 1,65% (regime não cumulativo), 7,6% (regime não cumulativo),
os fatos geradores ocorridos no ano de 2018) para os fatos geradores ocorridos para os fatos geradores
de 1º.09 a 09.10.2018; ocorridos de 1.09. a 09.10.2018;

- 1,00%, para os fatos geradores - 4,6%, para os fatos geradores


ocorridos a partir de 10.10.2018. ocorridos a partir de
10.10.2018.

Para os fatos geradores ocorridos no ano de 2017

- etano, propano, butano, condensado e correntes gasosas de refinaria - HLR -


hidrocarbonetos leves de refino para centrais petroquímicas para serem
utilizados como insumo na produção de eteno, propeno, buteno, butadieno,
0,90% 4,10%
orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno; e

- eteno, propeno, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e


paraxileno para indústrias químicas para serem utilizados como insumo
produtivo.

Para os fatos geradores ocorridos de 1º.01 a 31.08.2018, e a partir de


10.10.2018

- etano, propano, butano, condensado e correntes gasosas de refinaria - HLR -


hidrocarbonetos leves de refino para centrais petroquímicas para serem
utilizados como insumo na produção de eteno, propeno, buteno, butadieno, 1,00% 4,6%
orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno; e

- eteno, propeno, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e


paraxileno para indústrias químicas para serem utilizados como insumo
produtivo.

Revenda de combustíveis - Alíquota zero zero zero

REGIME ESPECIAL - ALÍQUOTAS POR UNIDADE DE MEDIDA DE PRODUTO

Descrição do produto Unidade de medida Vigência PIS-Pasep Cofins

De 1º.05.2004 a 31.01.2015 R$ 46,58 R$ 215,02

De 1º.02.2015 a 30.04.2015 R$ 85,75 R$ 395,86

Gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação Metro cúbico

De 1º.05.2015 a 20.07.2017 R$ 67,94 R$ 313,66

Desde 21.07.2017 R$ 141,10 R$ 651,40

Óleo diesel e suas correntes Metro cúbico De 1º.05.2004 a 31.01.2015 R$ 26,36 R$ 121,64

De 1º.02.2015 a 30.04.2015 R$ 53,08 R$ 244,92

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De 1º.05.2015 a 20.07.2017 R$ 44,17 R$ 203,83

De 21.07.2017 a 29.05.2018 R$ 82,20 R$ 379,30

Desde 30.05.2018 R$ 62,61 R$ 288,89

Gás liquefeito de petróleo - GLP, derivado de petróleo e de gás natural Tonelada Desde 1º.05.2004 R$ 29,85 R$ 137,85

Querosene de aviação Metro cúbico Desde 1º.05.2004 R$ 12,69 R$ 58,51

Notas
(1) A Portaria ANP nº 32/2001 , art. 4º, traz as definições a seguir mencionadas, as quais nos permitem concluir que o gás natural
difere do gás natural veicular:

a) gás natural (GN) ou gás: todo hidrocarboneto que permaneça em estado gasoso nas condições atmosféricas normais, extraído
diretamente a partir de reservatórios petrolíferos ou gasíferos, incluindo gases úmidos, secos, residuais e gases raros;
b) gás natural comprimido (GNC): gás natural processado e condicionado para o transporte em cilindros ou ampolas à temperatura
ambiente e pressão próxima à condição de mínimo fator de compressibilidade;

c) gás natural liquefeito (GNL): fluido no estado líquido em condições criogênicas, composto predominantemente de metano e que pode
conter quantidades mínimas de etano, propano, nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural;
d) gás natural veicular (GNV): mistura combustível gasosa, tipicamente proveniente de GN e biogás, destinada ao uso veicular e cujo
componente principal é o metano, observadas as especificações estabelecidas pela ANP.

(2) Também estavam sujeitas a alíquotas diferenciadas, até 30.05.2008, as distribuidoras de álcool para fins carburantes, exceto quando
adicionado à gasolina, e as pessoas jurídicas encomendantes de produto que foi importado, por sua conta e ordem, por pessoa jurídica
importadora, em relação à receita de venda desse produto.

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2. ALÍQUOTAS DIFERENCIADAS OU CONCENTRADAS

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2.1 Produtores e importadores

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2.1.1 PIS-Pasep

Sobre a receita bruta das refinarias de petróleo, demais produtores e importadores, decorrente das vendas dos combustíveis a seguir
relacionados, são aplicadas as seguintes alíquotas, relativamente à contribuição para o PIS-Pasep:
a) gasolinas e suas correntes (exceto gasolina de aviação):
a.1) 2,7%, para os meses de janeiro a abril de 2004;
a.2) 4,23%, para os meses de maio a julho de 2004; e
a.3) 5,08%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
b) óleo diesel e suas correntes:
b.1) 2,23%, para os meses de janeiro a abril de 2004;
b.2) 3,51%, para os meses de maio a julho de 2004; e
b.3) 4,21%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
c) gás liquefeito de petróleo (GLP):
c.1) 2,56%, para os meses de janeiro a julho de 2004; e
c.2) 10,2%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
d) querosene de aviação (QAV):
d.1) 1,25%, para os meses de janeiro a julho de 2004; e
d.2) 5%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
e) nafta petroquímica:
e.1) 5,08%, quando destinada à formulação de gasolina ou óleo diesel;
e.2) 4,21%, quando destinada à formulação exclusivamente de óleo diesel; e
e.3) incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda desse produto às centrais petroquímicas:
e.3.1) 1,00%, para os fatos geradores ocorridos de 1º.03.2005 a 31.12.2012;
e.3.2) 0,18%, para os fatos geradores ocorridos nos anos de 2013, 2014 e 2015;
e.3.3) para os fatos geradores ocorridos no ano de 2016:

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e.1.3.1) 1,11%, de 1º.01 a 08.03.2016;
e.1.3.2) 0,54%, de 09.03 a 31.12.2016;
e.3.4) 0,90%, para os fatos geradores ocorridos no ano de 2017;
e.3.5) 1,00%, para os fatos geradores ocorridos de 1º.01 a 31.08.2018;
e.3.6) 0,65% (regime cumulativo) ou 1,65% (regime não cumulativo), para os fatos geradores ocorridos de 1º.09 a 09.10.2018;
e.3.7) 1,00%, para os fatos geradores ocorridos a partir de 10.10.2018;

Nota
A Medida Provisória nº 836/2018 revogou, com efeitos a partir de 1º.09.2018, os arts. 56 ao 57-B da Lei nº 11.196/2005 , que
dispunham sobre as alíquotas da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins devidas pelo produtor ou importador de nafta petroquímica,
incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda desse produto às centrais petroquímicas.
Entretanto, conforme estabelece o Ato do Congresso Nacional nº 61/2018, a Medida Provisória nº 836/2018 teve seu prazo de vigência
encerrado no dia 10.10.2018.

f) etano, propano, butano, e correntes gasosas de refinaria - hidrocarbonetos leves de refino (HLR), para centrais petroquímicas para
serem utilizados como insumo na produção de eteno, propeno, condensado, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno
e paraxileno será aplicável o disposto nas letras "e.3.1" a "e.3.7"; e
g) eteno, propeno, condensado, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno destinados a centrais
petroquímicas para serem utilizados como insumo na produção de resinas termoplásticas ou termofixas, polietileno, polipropileno,
polivinilcloreto (PVC), poliésteres, e óxido de eteno será aplicável o disposto nas letras "e.3.2" a "e.3.7".

Notas
(1) A Medida Provisória nº 694/2015 estabelecia que, para os fatos geradores ocorridos no ano de 2016, na importação de etano,
propano e butano, destinados à produção de eteno e propeno, de nafta petroquímica e de condensado destinado a centrais
petroquímicas, bem como na importação de eteno, propeno, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno,
quando efetuada por indústrias químicas, as alíquotas da contribuição para o PIS-Pasep/Importação e da Cofins-Importação seriam de,
respectivamente, 1,11% e 5,02%.
Porém, conforme estabelece o Ato do Congresso Nacional nº 5/2016, a Medida Provisória nº 694/2015 teve seu prazo de vigência
encerrado no dia 08.03.2016.
(2) A Medida Provisória nº 836/2018 revogou, com efeitos a partir de 1º.09.2018, os §§ 15, 16 e 23 do art. 8º da Lei nº
10.865/2004 , que dispunham sobre as alíquotas devidas de etano, propano e butano, destinados à produção de eteno e propeno; de
nafta petroquímica e de condensado destinado a centrais petroquímicas; bem como na importação de eteno, propeno, buteno, butadieno,
orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno, quando efetuada por indústrias químicas.
Entretanto, conforme estabelece o Ato do Congresso Nacional nº 61/2018, a Medida Provisória nº 836/2018 teve seu prazo de vigência
encerrado no dia 10.10.2018.

(Lei nº 9.718/1998 , art. 4º ; Lei nº 9.990/2000 , art. 3º ; Lei nº 10.560/2002 , art. 2º ; Lei nº 10.865/2004 , arts. 8º , §
15 e art. 22 ; Lei nº 11.196/2005 , art. 56 ; Lei nº 12.859/2013 , arts. 5º e 6º ; Instrução Normativa SRF nº 594/2005 , art.
9º )

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2.1.2 Cofins

Sobre a receita bruta das refinarias de petróleo, demais produtores e importadores, decorrentes das vendas dos combustíveis a seguir
relacionados, são aplicadas as seguintes alíquotas:
a) gasolinas e suas correntes (exceto gasolina de aviação):
a.1) 12,45%, para os meses de janeiro a abril de 2004;
a.2) 19,53%, para os meses de maio a julho de 2004; e
a.3) 23,44%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
b) óleo diesel e suas correntes:
b.1) 12,45%, para os meses de janeiro a abril de 2004;
b.2) 19,53%, para os meses de maio a julho de 2004; e
b.3) 19,42%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
c) GLP:
c.1) 11,84%, para os meses de janeiro a julho de 2004;
c.2) 47,4%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
d) QAV:
d.1) 5,8%, para os meses de janeiro a julho de 2004; e
d.2) 23,2%, para os meses de agosto de 2004 em diante;
e) nafta petroquímica:
e.1) 23,44%, quando destinada à formulação de gasolina ou de óleo diesel;
e.2) 19,42%, quando destinada à formulação exclusivamente de óleo diesel; e
e.3) incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda desse produto às centrais petroquímicas:
e.3.1) 4,6%, para os fatos geradores ocorridos de 1º.03.2005 a 31.12.2012;

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e.3.2) 0,82%, para os fatos geradores ocorridos nos anos de 2013, 2014 e 2015;
e.3.3) para os fatos geradores ocorridos no ano de 2016:
e.3.3.1) 5,02%, de 1º.01 a 08.03.2016; e
e.1.3.2) 2,46%, de 09.03 a 31.12.2016;
e.3.4) 4,10%, para os fatos geradores ocorridos no ano de 2017;
e.3.5) 4,6%, para os fatos geradores ocorridos de 1º.01 a 31.08.2018;
e.3.6) 3% (regime cumulativo) ou 7,6% (regime não cumulativo), para os fatos geradores ocorridos de 1.09. a 09.10.2018;
e.3.7) 4,6%, para os fatos geradores ocorridos a partir de 10.10.2018;

Nota

A Medida Provisória nº 836/2018 revogou, com efeitos a partir de 1º.09.2018, os arts. 56 ao 57-B da Lei nº 11.196/2005 , que
dispunham sobre as alíquotas da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins devidas pelo produtor ou importador de nafta petroquímica,
incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda desse produto às centrais petroquímicas.
Entretanto, conforme estabelece o Ato do Congresso Nacional nº 61/2018, a Medida Provisória nº 836/2018 teve seu prazo de vigência
encerrado no dia 10.10.2018.

f) etano, propano, butano, e correntes gasosas de refinaria - hidrocarbonetos leves de refino (HLR), para centrais petroquímicas para
serem utilizados como insumo na produção de eteno, propeno, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno
será aplicável o disposto nas letras "e.3.1" a "e.3.7" (veja a Nota 2 a seguir); e
g) eteno, propeno, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno destinados para indústrias químicas para serem
utilizados como insumo produtivo será aplicável o disposto nas letras "e.3.1" a "e.3.7" (veja a Nota 2 a seguir).

Notas
(1) A Medida Provisória nº 694/2015 estabelecia que, para os fatos geradores ocorridos no ano de 2016, na importação de etano,
propano e butano, destinados à produção de eteno e propeno, de nafta petroquímica e de condensado destinado a centrais
petroquímicas, bem como na importação de eteno, propeno, buteno, butadieno, orto-xileno, benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno,
quando efetuada por indústrias químicas, as alíquotas da contribuição para o PIS-Pasep/Importação e da Cofins-Importação seriam de,
respectivamente, 1,11% e 5,02%.

Todavia, conforme estabelece o Ato do Congresso Nacional nº 5/2016, a Medida Provisória nº 694/2015 teve seu prazo de vigência
encerrado no dia 08.03.2016.
(2) A Medida Provisória nº 836/2018 revogou, com efeitos a partir de 1º.09.2018, os §§ 15, 16 e 23 do art. 8º da Lei nº
10.865/2004 , consequentemente, deixam de ser aplicadas as alíquotas da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins mencionadas na
letra "e.3.5", incidentes sobre as vendas de etano, propano e butano, destinados à produção de eteno e propeno; de nafta petroquímica
e de condensado destinado a centrais petroquímicas; bem como na importação de eteno, propeno, buteno, butadieno, orto-xileno,
benzeno, tolueno, isopreno e paraxileno, quando efetuada por indústrias químicas.
Entretanto, conforme estabelece o Ato do Congresso Nacional nº 61/2018, a Medida Provisória nº 836/2018 teve seu prazo de vigência
encerrado no dia 10.10.2018.

(Lei nº 9.718/1998 , arts. 4º a 6º ; Lei nº 9.990/2000 ,art. 3º ; Lei nº 10.560/2002 , art. 2º ; Lei nº 10.865/2004 , art. 8º
, § 15; Lei nº 11.196/2005 , art. 56 ; Lei nº 12.859/2013 , arts. 5º e 6º ; Instrução Normativa SRF nº 594/2005 , art. 9º )

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2.2 Distribuidores e comerciantes varejistas

A determinação do valor da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins sobre a receita bruta decorrente da venda, por distribuidor ou
comerciante varejista, será efetuada mediante a aplicação da alíquota zero, no caso dos produtos relacionados nas alíneas "a" a "c".

A contribuição para o PIS-Pasep e a Cofins não incidem sobre a receita bruta auferida nas operações de venda de QAV e de biodiesel por
pessoa jurídica não enquadrada na condição de produtor ou importador.

Nota

De acordo com as instruções das tabelas a seguir da EFD-Contribuições, no caso de comercialização dos produtos relacionados nas
referidas tabelas com o CST 04 (Operação Tributável Monofásica - Revenda a Alíquota Zero), deve ser considerada a alíquota zero,
quando a pessoa jurídica não se enquadrar na condição de fabricante, industrial, importador ou a estes equiparados:
a) Tabela 4.3.10 - Produtos Sujeitos a Alíquotas Diferenciadas: Incidência Monofásica e por Pauta (Bebidas Frias) - CST 02 e 04 - versão
1.20 (Atualizada em 29.01.2018);
b) Tabela 4.3.11 - Produtos Sujeitos a Alíquotas por Unidade de Medida de Produto: Incidência Monofásica ou por Pauta (Bebidas Frias) -
CST 03 e 04) - versão 1.24 (Atualizada em 30/05/2018).

(Instrução Normativa SRF nº 594/2005 , art. 9º , II, § 1º)

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3. REGIME ESPECIAL - ALÍQUOTAS POR UNIDADE DE PRODUTO

O importador ou fabricante dos produtos a seguir poderá optar por regime especial de apuração e pagamento da contribuição para o PIS-
Pasep e da Cofins, no qual os valores das contribuições são fixados, respectivamente, em:

Descrição do produto PIS-Pasep Cofins

Gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação (por metro cúbico) R$ 141,10 R$ 651,40

Óleo diesel e suas correntes (por metro cúbico) R$ 82,20 R$ 379,30

Gás liquefeito de petróleo - GLP, derivado de petróleo e de gás natural (por tonelada) R$ 119,40 R$ 551,40

Querosene de aviação (por metro cúbico) R$ 48,90 R$ 225,50

Ressalta-se, porém, que o Poder Executivo pode fixar coeficientes para redução das alíquotas supramencionadas, que poderão ser alterados,
para mais ou para menos, ou extintos, em relação aos produtos ou sua utilização, a qualquer tempo. Nesse sentido, por força do Decreto nº
5.059/2004 , com a redação dada pelo Decreto nº 8.395/2015 , pelo Decreto nº 9.101/2017 e pelo Decreto nº 9.391/2018 , as
alíquotas da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins mencionadas, já considerando a aplicação dos coeficientes de redução, passaram,
respectivamente, para:

Descrição do produto Unidade de medida Vigência PIS-Pasep Cofins

De 1º.05.2004 a 31.01.2015 R$ 46,58 R$ 215,02

De 1º.02.2015 a 30.04.2015 R$ 85,75 R$ 395,86

Gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação Metro cúbico

De 1º.05.2015 a 20.07.2017 R$ 67,94 R$ 313,66

Desde 21.07.2017 R$ 141,10 R$ 651,40

De 1º.05.2004 a 31.01.2015 R$ 26,36 R$ 121,64

De 1º.02.2015 a 30.04.2015 R$ 53,08 R$ 244,92

Óleo diesel e suas correntes Metro cúbico De 1º.05.2015 a 20.07.2017 R$ 44,17 R$ 203,83

De 21.07.2017 a 29.05.2018 R$ 82,20 R$ 379,30

Desde 30.05.2018 R$ 62,61 R$ 288,89

Gás liquefeito de petróleo - GLP, derivado de petróleo e de gás natural Tonelada Desde 1º.05.2004 R$ 29,85 R$ 137,85

Querosene de aviação Metro cúbico Desde 1º.05.2004 R$ 12,69 R$ 58,51

(Lei nº 10.865/2004 , art. 23 ; Lei nº 11.051/2004 ; Decreto nº 5.059/2004 , art. 2º ; Decreto nº 8.395/2015 , arts. 1º e 3º;
Decreto nº 9.101/2017 ; Decreto nº 9.391/2018 , art. 2º ; Tabela 4.3.11 - EFD-Contribuições - Atualizada em 30.05.2018)

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3.1 Opção pelo regime especial

Podem optar pelo Regime Especial de Apuração e Pagamentos da Contribuição para PIS-Pasep e da Cofins incidentes sobre combustíveis e
Bebidas (Recob) as pessoas jurídicas:
a) importadoras ou fabricantes de gasolina e suas correntes, exceto gasolina de aviação; óleo diesel e suas correntes; gás liquefeito de
petróleo (GLP) e querosene de aviação (QAV);
b) produtoras, importadoras ou distribuidoras de álcool, inclusive para fins carburantes, referidas na Lei nº 9.718/1998 , art. 5º ; e

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c) importadoras ou fabricantes de biodiesel, na forma da Lei nº 11.116/2005 .

Notas

(1) A opção pelo Recob, quando efetuada por pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, somente produzirá efeitos na hipótese de
sua exclusão desse regime.
(2) A pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional que for desistir dessa forma de apuração de tributos para o ano subsequente, caso
deseje optar pelo Recob, deverá fazê-lo até o último dia útil do mês de novembro do ano corrente.

(Lei nº 10.865/2004 , art. 23 ; Lei nº 11.051/2004 ; Instrução Normativa RFB nº 876/2008 , art. 2º )

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3.1.1 Aprovação do programa

A opção pelo regime especial deve ser exercida mediante a utilização do aplicativo de opção pelo Recob, disponível no site da Secretaria da
Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet (http://idg.receita.fazenda.gov.br).

Para o acesso ao aplicativo é obrigatória a assinatura digital do optante, mediante utilização de certificado digital válido.

A opção pelo Recob produzirá efeitos a partir:


a) de 1º de janeiro do ano-calendário subsequente, quando efetuada até o último dia útil do mês de novembro;
b) de 1º de janeiro do ano seguinte ao ano-calendário subsequente, quando efetuada no mês de dezembro; e
c) do 1º dia do mês de opção, quando efetuada por pessoa jurídica que iniciar suas atividades no ano-calendário em
curso.

Essa opção é irretratável durante o ano-calendário em que estiver produzindo seus efeitos e será automaticamente prorrogada para o ano-
calendário subsequente, salvo em caso de desistência. A desistência da opção pelo Recob produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro do ano-
calendário subsequente, quando efetuada até o último dia útil do mês de:
a) outubro, no caso de pessoa jurídica importadora ou fabricante de gasolina e suas correntes, exceto gasolina de aviação, óleo diesel e
suas correntes, GLP e QAV; e
b) novembro, no caso da pessoa jurídica produtora, importadora ou distribuidora de álcool, inclusive para fins carburantes, e
importadora ou fabricante de biodiesel.

A desistência da opção, quando efetuada após esses prazos, somente produzirá efeitos a partir do dia 1º de janeiro do ano seguinte ao ano-
calendário subsequente ao da opção.

Notas
(1) Para os efeitos da letra "c" supra considera-se início de atividade a data de começo:
a) da importação ou da fabricação, no caso gasolina e suas correntes, exceto gasolina de aviação, óleo diesel e suas correntes, GLP e
QAV; e

b) da importação ou da produção, no caso de biodiesel.


(2) A relação das pessoas jurídicas cuja opção pelo Recob estiver produzindo efeitos no ano-calendário estará disponível no site da RFB.

(Decreto nº 5.297/2004 , art. 3º ; Decreto nº 7.768/2012 , art. 1º ; Decreto nº 5.059/2004 , art. 2º ; Decreto nº 8.395/2015 ,
arts. 1º e 3º; Instrução Normativa SRF nº 594/2005 , art. 10 ; Instrução Normativa RFB nº 876/2008 )

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4. BASE DE CÁLCULO

Para os produtos cujas contribuições são apuradas por meio das alíquotas diferenciadas ou concentradas, a base de cálculo é composta pela
receita bruta relativa à comercialização desses produtos depois de deduzidos:
a) o valor dos descontos incondicionais concedidos, quando computados como receita bruta;
b) o valor das vendas canceladas, depois de deduzidos os valores dos descontos incondicionais concedidos, a elas relativos, e do IPI e
do ICMS, este último quando recolhido na condição de substituto tributário; e
c) outros valores computados como receita bruta e passíveis de exclusão da base de cálculo da contribuição para o PIS-Pasep e da
Cofins, tais como:
c.1) IPI e ICMS cobrado pelo declarante na condição de substituto tributário;
c.2) receitas isentas das contribuições ou não alcançadas pela incidência ou sujeitas à alíquota zero;
c.3) receitas decorrentes de saídas com suspensão das contribuições; e
c.4) devoluções de vendas de mercadorias quando se tratar de pessoa jurídica sujeita ao regime cumulativo. A pessoa jurídica
sujeita ao regime não cumulativo não poderá excluir da base de cálculo valores referentes a este item, em virtude destes gerarem
créditos das contribuições quando se incorporarem novamente ao estoque.

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Para os produtos cujas contribuições são apuradas por meio da incidência por unidade de produto e que são comercializados em metro
cúbico ou em toneladas, a base de cálculo será o volume em metros cúbicos ou a quantidade em toneladas depois de descontados:
a) o volume em metros cúbicos ou a quantidade em toneladas cujas vendas foram canceladas;
b) o volume em metros cúbicos ou a quantidade em toneladas passíveis de exclusão da base de cálculo das contribuições, tais como os
referentes a:
b.1) produtos isentos;
b.2) produtos saídos com suspensão das contribuições;
b.3) devoluções de vendas de produtos quando a pessoa jurídica estiver sujeita ao regime cumulativo. A pessoa jurídica sujeita ao
regime não cumulativo não poderá excluir da base de cálculo valores referentes a este item, em virtude de os mesmos gerarem
créditos das contribuições quando se incorporarem ao estoque.

(Instrução Normativa SRF nº 594/2005 , art. 5º )

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5. CRÉDITOS

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5.1 Créditos na importação

De acordo com o disposto nos arts. 17 , II, § 2º e 8º, § 8º da Lei nº 10.865/2004 , as pessoas jurídicas importadoras de gasolinas e suas
correntes, exceto de aviação e óleo diesel e suas correntes, gás liquefeito de petróleo (GLP) derivado de petróleo e gás natural e querosene
de aviação poderão descontar crédito da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins, em relação à importação desses produtos, às alíquotas
fixadas por unidade de volume do produto, independentemente de o importador haver optado pelo regime especial de apuração :

Descrição do produto PIS-Pasep Cofins

Gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação (por metro cúbico) R$ 141,10 R$ 651,40

Óleo diesel e suas correntes (por metro cúbico) R$ 82,20 R$ 379,30

Gás liquefeito de petróleo - GLP, derivado de petróleo e de gás natural (por tonelada) R$ 119,40 R$ 551,40

Querosene de aviação (por metro cúbico) R$ 48,90 R$ 225,50

Todavia, em face da redução das referidas alíquotas pelo Decreto nº 5.059/2004 , com a redação dada pelo Decreto nº 8.395/2015 ,
pelo Decreto nº 9.101/2017 e pelo Decreto nº 9.391/2018 , os créditos da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins decorrentes da
importação desses produtos serão determinados as seguintes alíquotas:

Descrição do produto Unidade de medida Vigência PIS-Pasep Cofins

De 1º.05.2004 a 31.01.2015 R$ 46,58 R$ 215,02

De 1º.02.2015 a 30.04.2015 R$ 85,75 R$ 395,86

Gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação Metro cúbico

De 1º.05.2015 a 20.07.2017 R$ 67,94 R$ 313,66

Desde 21.07.2017 R$ 141,10 R$ 651,40

Óleo diesel e suas correntes Metro cúbico De 1º.05.2004 a 31.01.2015 R$ 26,36 R$ 121,64

De 1º.02.2015 a 30.04.2015 R$ 53,08 R$ 244,92

De 1º.05.2015 a 20.07.2017 R$ 44,47 R$ 203,83

De 21.07.2017 a 29.05.2018 R$ 82,20 R$ 379,30

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Desde 30.05.2018 R$ 62,61 R$ 288,89

Gás liquefeito de petróleo - GLP, derivado de petróleo e de gás natural Tonelada Desde 1º.05.2004 R$ 29,85 R$ 137,85

Querosene de aviação Metro cúbico Desde 1º.05.2004 R$ 12,69 R$ 58,51

(Lei nº 10.865/2004 , arts. 8º , § 8º, 17, II, § 5º e 23, caput e § 5º; Lei nº 13.137/2015 ; Decreto nº 5.059/2004 , art. 2º ;
Decreto nº 8.395/2015 ; Decreto nº 9.101/2017 ; Decreto nº 9.391/2018 ; Instrução Normativa SRF nº 594/2005 )

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5.2 Créditos no mercado interno

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5.2.1 Atacadistas e varejistas

A pessoa jurídica atacadista e varejista de gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação, óleo diesel e suas correntes e gás
liquefeito de petróleo (GLP) derivado de petróleo e de gás natural não poderá descontar créditos da contribuição do PIS-Pasep e da
Cofins, em relação a bens adquiridos para revenda de mercadorias e produtos monofásicos relacionados no § 1º do art. 2º da Lei nº
10.833/2003 . Nessa hipótese, a vedação abrange os créditos tanto na forma de alíquotas diferenciadas ou concentradas, como do regime
especial.

(Lei nº 10.637/2002 , arts. 2º , I, VI e X e 3º, I; Lei nº 10.833/2003 , arts. 2º , I, VI e X e 3º, I)

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5.2.2 Produtores ou fabricantes

A pessoa jurídica sujeita ao regime de apuração não cumulativa da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins, produtora ou fabricante de
gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação, óleo diesel e suas correntes e gás liquefeito de petróleo (GLP) derivado de petróleo e
de gás natural (produtos monofásicos relacionados no § 1º do art. 2º da Lei nº 10.833/2003 ), pode descontar créditos relativos à
aquisição desses produtos de outra pessoa jurídica importadora, produtora ou fabricante, para revenda no mercado interno ou para
exportação.

Os créditos correspondem aos valores da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins devidos pelo vendedor em decorrência da
operação.

Não se aplica às aquisições desses produtos a vedação à apropriação de créditos em relação à aquisição de bens para revenda prevista para
as mercadorias e aos produtos monofásicos, conforme previsto no art. 3º , I "b" da Lei nº 10.637/2002 , e da Lei nº 10.833/2003 .

(Lei nº 11.727/2008 , art. 24 )

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5.2.3 Demais créditos

Na determinação da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins a pagar no regime de não cumulatividade, a pessoa jurídica pode descontar
créditos, do valor das contribuições decorrentes de suas vendas:
a) no caso de pessoa jurídica fabricante:
a.1) nas aquisições de bens e serviços efetuadas no mês, inclusive combustíveis e lubrificantes, utilizados como insumo na
fabricação de gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de aviação; óleo diesel e suas correntes; gás liquefeito de petróleo
(GLP), derivado de petróleo ou de gás natural; e querosene de aviação;
a.2) as despesas e custos incorridos no mês, com energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica; e aluguéis
de prédios, máquinas e equipamentos, pagos a pessoa jurídica, utilizados nas atividades da empresa; armazenagem de mercadoria
e frete na operação de venda, quando o ônus for suportado pelo vendedor;
b) no caso das pessoas jurídicas em geral, na aquisição dos produtos relacionados na letra "a.1" para serem utilizados como insumos na
produção de bens ou prestação de serviços; armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda, quando o ônus for suportado
pelo vendedor.

Os créditos da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins serão determinados mediante a aplicação das alíquotas de 1,65 % e de 7,6 %,
respectivamente sobre o valor das aquisições de bens e serviços e das despesas e custos mencionados.

Nota

No mesmo período, na hipótese se a central petroquímica revender a nafta petroquímica adquirida ou importada na forma da letra "e"

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dos subtópicos 2.1.1 (PIS-Pasep) e 2.1.2 (Cofins), os créditos serão calculados mediante a aplicação das alíquotas estabelecidas nos
referidos subtópicos, letra "e.3". O mesmo também se aplica nas aquisições dos produtos cujas vendas estão referidas nos subtópicos
2.1.1 (PIS-Pasep) e 2.1.2 (Cofins), letras "e.3.2" a "e.3.7", observando-se que:
a) o saldo de créditos apurados pelas indústrias petroquímicas na forma do art. 3º da Lei nº 10.637/2002 e do art. 3º da Lei nº
10.833/2003 , existente em 08.05.2013, poderá, nos termos e prazos fixados em regulamento, ser compensado com débitos próprios,
vencidos ou vincendos, relativos a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), ou ser
ressarcido em dinheiro, observada a legislação específica aplicável à matéria;
b) o crédito decorrente da aquisição dos produtos mencionados nos subtópicos 2.1.1 e 2.1.2 que a pessoa jurídica não conseguir utilizar
até o final de cada trimestre-calendário poderá:
b.1) ser compensado com débitos próprios, vencidos ou vincendos, relativos a impostos e contribuições administrados pela RFB,
observada a legislação específica aplicável à matéria; ou
b.2) ser ressarcido em espécie, observada a legislação específica aplicável à matéria.
(Medida Provisória nº 836/2018 , art. 1º , II; Lei nº 10.637/2002 , art. 3º ; Lei nº 10.833/2003 , art. 3º ; Lei nº
11.196/2005 , arts. 56 , 57 e 57-A ; Lei nº 12.859/2013 ; Instrução Normativa SRF nº 594/2005 , art. 26 )
Entretanto, conforme estabelece o Ato do Congresso Nacional nº 61/2018, a Medida Provisória nº 836/2018 teve seu prazo de vigência
encerrado no dia 10.10.2018.

Legislação Referenciada

Decreto nº 5.059/2004

Decreto nº 5.297/2004

Decreto nº 7.768/2012

Decreto nº 8.395/2015

Decreto nº 9.101/2017

Decreto nº 9.391/2018

Instrução Normativa RFB nº 876/2008

Instrução Normativa SRF nº 594/2005

Lei nº 10.560/2002

Lei nº 10.637/2002

Lei nº 10.833/2003

Lei nº 10.865/2004

Lei nº 11.051/2004

Lei nº 11.116/2005

Lei nº 11.196/2005

Lei nº 11.727/2008

Lei nº 12.859/2013

Lei nº 13.137/2015

Lei nº 9.718/1998

Lei nº 9.990/2000

Medida Provisória nº 694/2015

Medida Provisória nº 836/2018

Portaria ANP nº 32/2001

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