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PROCESSO DE HOMINIZAÇÃO

Hominização

A hominização foi o longo processo de evolução física e inteletual do Homem.

Principais mudanças:

 bipedia

 verticalidade

 libertação das mãos

 o corpo foi perdendo pelo

 diminuição do tamanho dos maxilares

 aumento do crânio e do cérebro

 aumento da inteligência

 desenvolvimento da linguagem

Australopitecus (há cerca de 2,5 milhões de anos)

 Viveu em África

 primeiro primata semelhante ao Homem (hominideo)

 deslocava-se principalmente sobre as duas pernas, embora por vezes recorresse à


ajuda das mãos

 tinha um cérebro ainda pequeno

Homo Habilis (há cerca de 2 milhões de anos)

 primeiro homem

 deslocava-se apenas sobre os pés

 tinha um cérebro mais desenvolvido que o Australopitecus

 primeiro a fabricar instrumentos: seixos talhados, de pedra, talhados só numa das


faces

Homo Erectus (há cerca de 1,5 milhões de anos)


 passou da África para a Ásia e para a Europa

 tinha um cérebro mais desenvolvido que o Homo habilis

 fabricou instrumentos mais aperfeiçoados: bifaces

 primeiro a produzir fogo, que serviu para se aquecer, defender-se de animais ferozes,
iluminar as grutas e cozinhar alimentos

 desenvolveu uma linguagem articulada

Homo Sapiens (há cerca de 200 mil anos)

 tinha um cérebro semelhante ao nosso

 fabricou instrumentos mais aperfeiçoados em pedra, osso, chifre e marfim: ponta de


lança, arcos, flechas, arpões, anzóis, agulhas e lâminas

 primeiro a enterrar os mortos

Homo Sapiens Sapiens (há cerca de 35 mil anos)

 tinha um aspeto semelhante ao nosso

 primeiro a desenvolver manifestações artísticas

AS SOCIEDADES RECOLETORAS

O Paleolítico

O Paleolítico refere-se ao período da Pré-História em que surgiram os primeiros hominídeos.

A arqueologia é a ciência que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir de


vestígios materiais. Esta ciência contribuiu para o estudo do Paleolítico e dos antepassados do
Homem.

Vida recoletora e nomadismo

Durante o Paleolítico o Homem vivia da recoleção, ou seja, daquilo que recolhia da Natureza.
Apanhava frutos, raízes, ovos, mel, pescava e caçava.
Como não produzia nada, os alimentos que existiam num certo local acabavam. Assim, era
obrigado a deslocar-se constantemente à procura de alimentos. Era, por isso, nómada.

Alargamento das áreas habitadas

Os nossos antepassados surgiram em África e espalharam-se por todos os continentes,


sobretudo porque:

 estavam constantemente a deslocar-se

 verificou-se um aumento da população, devido à melhoria da alimentação

Ritos

Ritos mágicos

Para controlar a Natureza o Homo Sapiens recorria a ritos mágicos como danças, cânticos,
gestos e sacrifícios de animais.

Ritos funerários

O Homo Sapiens foi o primeiro a enterrar os seus mortos. O corpo era pintado e colocado em
posição fetal juntamente com alimentos e objetos pessoais.

Arte do Paleolítico

O Homo Sapiens Sapiens foi o primeiro a ter manifestações artísticas.

Arte móvel

Pequenas estatuetas de figuras femininas em pedra e osso (chamavam-se Vénus) que tinham
como propósito o culto à fertilidade.

Arte rupestre (ou parietal)

Pinturas e gravuras em rochas ao ar livre e nos tetos e paredes de grutas. representavam


animais, figuras geométricas, mãos e, por vezes, figuras humanas. Muitas destas pinturas
serviam como forma de ritual para facilitar a caça.
AS PRIMEIRAS SOCIEDADES PRODUTORAS

Neolítico

O Neolítico refere-se ao último período da Pré-História quando o Homem começa a produzir


os seus alimentos e a utilizar instrumentos de pedra polida.

Novas atividades

O Homem do Neolítico aprendeu a cultivar e, por outro lado, começou a domesticar animais.
Nasceram assim duas atividades: a agricultura e a pecuária.

Agricultura

Primeiros produtos a serem cultivados:

 trigo

 cevada

 arroz

 feijão

Pecuária

Primeiros animais a serem domesticados:

 cão

 cabra

 porco

 boi

Novos instrumentos e técnicas

Para cultivar as terras e delas tirar partido surgiram novos instrumentos e técnicas.
Novos instrumentos:

 foicinha

 faca

 arado

 enchada

Novas técnicas:

 cestaria

 cerâmica

 moagem

 tecelagem

Surgiu neste período também a roda e a vela.

Economia produtora e sedentarização

Ao produzir os seus alimentos, o Homem deixou de estar dependente do que a Natureza lhe
dava. Deixou de ser recoletor e tornou-se produtor.

Ao tornar-se produtor, o Homem precisou de estar junto das suas terras e rebanhos e por isso
passou a viver permanentemente num mesmo local, ou seja, deixou de ser nómada e tornou-
se sedentário.

Esta mudança de vida deu-se na zona chamada Crescente Fértil, entre o Egipto e a
Mesopotâmia.

Primeiros aldeamentos

Para se abrigar, o Homem do Neolítico construiu casas de pedra, madeira, barro e cobertas
com colmo, juntas umas das outras para se proteger melhor e defender os seus bens, surgindo
assim as primeiras aldeias. Algumas encontravam-se protegidas por fossos e muralhas.

Divisão do trabalho e diferenciação social

Através da melhoria da alimentação, verificou-se um aumento da população. A produção


aumentou e evidenciou-se a divisão do trabalho, ou seja, a população começou a ter funções
mais específicas: havia agricultores, pastores, artesãos, sacerdotes, etc…
Passou a haver também uma diferenciação social com base na riqueza e no poder.

Culto agrário

O Homem do Neolítico passou a fazer culto às forças da Natureza (sol, terra, água e vento),
pois estavam ligadas à agricultura. A mulher era relacionada com a terra, pois ambas
permitiam a continuidade da vida, e era adorada com estatuetas femininas chamadas deusa-
mãe, a principal divindade neste período.

Monumentos megalíticos

Os megálitos são grandes construções de pedra com várias funções:

 menires: pedras isoladas verticalmente no solo, serviam para fazer culto à Natureza

 alinhamentos: conjunto de menires em linha, também serviam para fazer culto à


Natureza

 cromeleques: conjunto de menires em círculo, era um local de culto e reunião

 dólmenes ou antas: pedras ao alto cobertas com uma horizontal (laje) onde
enterravam os mortos

Revê aqui a matéria/resumo de matemática/síntese de História:

Em breve

EXERCÍCIOS

Teste | enunciado

O que tens de saber neste capítulo, segundo o programa e metas curriculares de História –
7º ano:
DOMÍNIO: DAS SOCIEDADES RECOLETORAS ÀS PRIMEIRAS CIVILIZAÇÕES

SUBDOMÍNIO: DAS SOCIEDADES RECOLETORAS ÀS PRIMEIRAS SOCIEDADES PRODUTORAS

 Conhecer o processo de hominização

1. Localizar as regiões do mundo onde foram encontrados os primeiros vestígios dos


processos de diferenciação da espécie humana, sublinhando a origem africana da
Humanidade.

2. Reconhecer a proximidade do aparecimento do Homem no planeta quando


comparado com a história da Terra.

3. Identificar as principais fases de evolução desde o Australopithecus ao Sapiens


Sapiens, realçando a lentidão do processo.

4. Conhecer a importância da arqueologia para o estudo das primeiras comunidades


humanas.

5. Explicitar o conceito de “documento histórico”.

6. Definir “Pré-História”.

7. Reconhecer o fabrico de instrumentos, o domínio do fogo e linguagem verbal como


conquistas fundamentais no processo de hominização.

 Conhecer e compreender as características das sociedades do Paleolítico

1. Relacionar as profundas alterações climáticas com a distribuição geográfica dos


primeiros grupos humanos.

2. Relacionar a recoleção com o nomadismo.

3. Relacionar metodologias de caça de animais de grande porte com a complexificação


das interações humanas e com o crescimento da população.

4. Identificar os instrumentos fabricados pelo Homem, as respetivas funções e as


implicações em termos de divisão técnica e sexual do trabalho.

5. Definir “Paleolítico”.

6. Descrever o modo de vida das primeiras sociedades humanas.

 Compreender as vivências religiosas e as manifestações artísticas do Homem do


Paleolítico

1. Reconhecer a existência no paleolítico de crenças mágicas e religiosas e ritos


funerários.

2. Indicar possíveis explicações para a religião e arte do paleolítico.


3. Distinguir arte móvel de arte rupestre, referindo exemplos hoje situados nos
territórios de alguns países europeus (com destaque para Portugal).

 Compreender e comparar as sociedades produtoras com as sociedades recoletoras

1. Definir “Neolítico”

2. Salientar a importância das regiões temperadas para o surgimento da economia de


produção (agricultura de sequeiro e domesticação de animais).

3. Relacionar a economia de produção com a sedentarização (Revolução Neolítica).

4. Relacionar a Revolução Neolítica com o aumento da população, com a acumulação de


riqueza, com o surgimento da propriedade privada e com a diferenciação social.

5. Integrar as novas atividades artesanais nas necessidades da economia de produção e


das sociedades sedentárias.

6. Comparar os modos de vida do paleolítico e do neolítico.

 Conhecer e compreender os cultos e a arte dos homens do neolítico

1. Identificar o surgimento de objetos e construções associados aos cultos agrários.

2. Descrever os monumentos megalíticos, associando-os quer a rituais funerários com


diferenciação social, quer aos cultos agrários.

3. Justificar a mudança nas temáticas da pintura rupestre do neolítico, por oposição às


representações do período paleolítico.

4. Exemplificar fenómenos do megalitismo na Península Ibérica.

CONTRIBUTOS DAS PRIMEIRAS CIVILIZAÇÕES

AS CIVILIZAÇÕES DOS GRANDES RIOS

A partir do 5º milénio a.C. assistiu-se a uma nova e profunda viragem: o Homem começou a
fixar-se nos vales de alguns grandes rios, onde vieram surgir as primeiras cidades, e com elas
as primeiras civilizações:

 Civilização do Egito, junto ao Rio Nilo

 Civilização da Antiga China, junto ao Rio Amarelo

 Civilização da Suméria, junto ao Rio Tigre e ao Rio Eufrates

 Civilização do Vale do Indo, junto ao Rio Indo


Condições naturais

Algumas comunidades deslocaram-se para junto dos grandes rios por causa do seu regime de
cheias anuais que tornavam férteis os solos das suas margens. Inicialmente, o Homem não
sabia como controlar as cheias e por isso não se fixava nas proximidades dos rios. No entanto,
a partir do 5º milénio a.C. as populações atreveram-se a enfrentar a força dos rios e a ocupar
as suas margens.

Desbravou-se o solo, drenaram-se os pântanos, construiram-se diques para suster as águas


nos meses de cheias e construiram-se canais para irrigar os campos durante os meses de seca.
Todo este esforço foi recompensado com colheitas abundantes, sobretudo de cereais.

Acumulação de excedentes

O aumento da produção fez com que se produzisse mais do que se consumia, o que originou
a acumulação de excedentes.

Progresso técnico e estratificação social

Com a acumulação de excedentes agrícolas, já não era necessário tantas pessoas se dedicarem
ao trabalho agrícola, ficando libertas para outras atividades.

Surgiram os primeiros artesãos especializados: oleiros, tecelões e, mais tarde, metalurgistas.


A metalurgia (técnica de fusão e tratamento de metal) permitiu o fabrico de instrumentos e de
armas de metal, o que mudou profundamente o modo de vida das comunidades.

As necessidades de defesa e de organização da comunidade levou ao aparecimento


de guerreiros, sacerdotes egovernantes. Os chefes guerreiros, religiosos e políticos adquiriram
grande poder e autoridade e começaram a exigir aos camponeses e artesãos o pagamento
de tributos.

A sociedade passou então a estar dividida em estratos sociais: por um lado, os chefes
guerreiros, religiosos e políticos (os que dirigiam e comandavam) e, por outro lado, os
camponeses e os artesãos (os que produziam).

Trocas comerciais

A acumulação de excedentes também permitiu o aparecimento de uma nova atividade


económica: o comércio, ou seja, a troca de bens (trocavam-se produtos agrícolas e artesanais).
Aparecimento das cidades

Concluindo, a acumulação de excedentes permitiu o aparecimento de novas atividades, como


o artesanato, o comércio e os serviços administrativos, militares e religiosos. Estas atividades
tendiam a concentrar-se em grandes aglomerados populacionais – as cidades.

Foi, portanto, nos vales fluviais que se deu a revolução urbana, que originou as bases para as
primeiras civilizações.

O EGITO

Condições naturais

O Egito situa-se no nordeste de África. Fica a norte do deserto da Núbia, a este do deserto da
Líbia e a oeste do deserto Arábico. Tem ainda como limites o Mar Mediterrâneo e o Mar
Vermelho.

O território é atravessado por um grande rio: o Rio Nilo. Com as suas cheias anuais, os solos
das suas margens tornam-se bastante férteis e, por isso, propícios à agricultura.

É possível distinguir duas regiões:

 Alto Egito: nas terras mais a sul

 Baixo Egito: região do delta (parte terminal do rio Nilo que desaguava por vários
braços para o Mar Mediterrâneo)

Estas regiões foram independentes durante séculos. Entretanto, deu-se a unificação de todo o
território a cerca de 3200 a.C., pelo rei Narmer (ou Menés), tornando-se assim no primeiro
faraó do Egito.

Atividades económicas

Principais atividades económicas e produtos:

 Agricultura:

 Cereais (trigo e cevada)

 Linho

 Artesanato:

 Ourivesaria
 Metalurgia

 Cerâmica

 Tecelagem

 Carpintaria

 Comércio:

 Importava: minerais, pedras preciosas e madeira

 Exportava: cereais, objetos de cerâmica, tecidos de linho

Sociedade

A sociedade egípcia era estratificada e hierarquizada, ou seja, estava dividida em vários


estratos sociais, cada um com a sua importância a nível social:

 Faraó:

 Tinha poder sacralizado, pois era considerado deus vivo, filho do deus-Sol
Amon-Ré

 Concentrava em si todos os poderes: era o sumo-sacerdote, juíz supremo,


chefe do exército e administrador do Egito

 Altos funcionários:

 Tinham funções administrativas

 Sacerdotes:

 Prestavam o culto aos deuses, nos templos

 Escribas:

 Desempenhavam diversos cargos, como magistrados, cobradores de impostos


e contabilistas, graças aos seus conhecimentos (escrita e cálculo)

 Artesãos:

 Trabalhavam nas oficinas do rei, dos templos e dos nobres

 Camponeses:

 Cultivavam as terras do faraó, dos templos e dos nobres, estando ainda


sujeitos a pesados impostos

 Escravos:

 Eram prisioneiros de guerra que se ocupavam de diversos serviços


(domésticos, agrícolas, obras públicas, etc.)
Religião

O povo egípcio era politeísta, ou seja, acreditava em vários deuses.

Os deuses egípcios tinham várias formas: podiam ter forma humana, animal ou mista.
Representavam forças da Natureza ou qualidades humanas.

Cada cidade ou região tinha os seus próprios deuses, mas os mais importantes eram adorados
em todo o Egito. O culto a estes deuses era prestado em grandes e ricos templos.

Culto dos mortos

Os Egípcios acreditavam na vida após a morte e na reencarnação. Por isso, procedia-se à


mumificação dos corpos dos mortos de forma a preservá-los para a outra vida. Depois de
embalsamados, os corpos ficavam encerrados em sarcófagos que eram depois colocados em
túmulos juntamente com alimentos, adornos, jóias e outros objetos de uso pessoal.

No entanto, como este processo era algo dispendioso, era apenas realizado aos faraós e alguns
privilegiados. Os restantes egípcios (a maioria) eram sepultados no deserto.

Arte

A arte egípcia está muito relacionada com a religião e ao culto dos mortos.

 Arquitetura

 Construíram-se três tipos de sepulturas: as pirâmides (enormes túmulos


reservados aos faraós), as mastabas(túmulos reservados à família dos faraós e
priveligiados) e os hipogeus (túmulos escavados nas rochas, de forma a evitar
roubos dos objetos lá deixados)

 Os templos eram grandiosos de forma a engrandecer os deuses a que faziam


culto

 Escultura e pintura

 Destinavam-se sobretudo à decoração de templos e túmulos

 A figura humana era representada de acordo com a lei da frontalidade: a


cabeça e os pés de perfil e o tronco de frente

 A dimensão das figuras era de acordo com a sua categoria social

Escrita
Os Egípcios inventaram uma escrita com base em centenas de símbolos a que
chamamos hieróglifos. A escrita hieroglífica era aprendida pelos escribas em escolas especiais,
sendo os únicos da sociedade que sabiam ler e escrever.

Outros saberes

Os Egípcios demonstraram desenvolvimento em alguns domínios como:

 Geometria

 Cálculo

 Medicina

 Astronomia

CONTRIBUTOS CIVILIZACIONAIS NO MEDITERRÂNEO ORIENTAL

A religião monoteísta dos Hebreus

Os Hebreus eram pastores nómadas que viviam na Mesopotâmia. Deslocaram-se para a


Palestina, comandados por Abrão, e depois para o Egito, atraídos pelas suas riquezas mas onde
acabaram por ser escravizados. Abandonaram então o Egito e regressaram à Palestina – a
Terra Prometida – onde fundaram o Estado de Israel. Mais tarde, o país dividiu-se em dois
reinos: o de Israel e o de Judá. Ao longo dos tempos, os Hebreus ainda tiveram sujeitos a
outros povos, como os Assírios, os Babilónios, os Persas e os Romanos.

A originalidade dos Hebreus encontrava-se na religião, dado que acreditavam num único
deus (Javé), ou seja, era um povo monoteísta. Por terem estado ao longo dos tempos sujeitos
a muitas perseguições, esperavam a vinda de um Messias, o Salvador. A Bíblia, constituída
pelo antigo e Novo Testamento, é o livro sagrado deste povo.

Assim, a religião monoteísta constitui o principal contributo dos Hebreus para a história da
civilização.

A escrita alfabética dos Fenícios

As condições naturais da Fenícia favoreceram o aparecimento de importantes cidades junto ao


litoral. Como os recursos naturais eram insuficientes, os Fenícios dedicaram-se ao artesanato e
à vida mercantil e marítima.
Os Fenícios, como comerciantes, precisavam de uma escrita rápida e simples que facilitasse os
seus negócios. Por isso, criaram um novo sistema de escrita – o alfabeto. Este novo sistema de
escrita era composto por 22 sinais muito simples, em que cada um representava um único
som.

A escrita alfabética rapidamente se expandiu e está na origem de todos os alfabetos


ocidentais.