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Sociedade Piauiense de Ensino Superior

Instituto Camillo Filho

MATERIAIS METALICOS

Estruturas II
Prof. César A. V. Ataide
HISTÓRIA
A fabricação de ferro teve início na Anatólia, cerca
de 2000 a.C. tendo sido a idade do ferro
plenamente estabelecida por volta de 1000 a.C..
Neste período a tecnologia da fabricação do ferro
espalhou-se pelo mundo. Em, aproximadamente,
500 a.C., chegou às fronteiras orientais da Europa
e por volta de 400 a.C. chegou à China.
HISTÓRIA

Os minérios de ferro eram encontrados em


abundância na natureza, assim como o carvão.
Atualmente a maior quantidade de matéria prima
para produção de aço é a sucata proveniente dos
resíduos de fabricação industrial.
DEFINIÇÃO DE METAIS
Quimicamente
Metais são elementos que sempre ionizam
positivamente.

Na prática
São elementos de características próprias
quanto a forjabilidade, brilho, opacidade,
condutibilidade, etc.
METAIS

Os metais aparecem na natureza em estado


livre ou, mais comumente, como compostos.
Os minérios são as substâncias portadoras
de metais e, as partes não aproveitáveis, as
impurezas denominadas gangas.

As minas são os locais onde se encontram


as jazidas, na extensão concedida e
delimitada pelo governo federal.
Mina Bonito – Jucurutu/RN (reservas RN: 3,7 bi. de Ton.)
Principais minérios
 Bauxita (óxido) O2Al2(HO)2 ou
Al2(HO)2, da qual o aluminato é
extraído por eletrólise.
 Galeria (sulfeto) PbS, do qual o
chumbo é extraído por fundição
redutora.
 Calcosina (sulfeto) Cu2S Chumbo

 Cuprita (óxido) Cu2O Calcinação

 Cassiterita (dióxido) SnO2, da qual é


extraído o estanho
Principais minérios
 Blenda (sulfato) ZnS
 Siderita (Co3Fe), cor cinza com matizes
amarelas, contém 30 a 42% de ferro.
 Magnetita (Fe3O4), cor preta, contém 45 a
70% de ferro.
 Hematita (Fe2O3), cor vermelho escuro,
contém 50 a 60% de ferro.
 Limonita (2Fe2O3 – 3H2O), cor parda, 20 a
60% de ferro.
 Pirita (SFe), que é minério de enxofre,
onde o ferro é subproduto.
OBTENÇÃO DOS METAIS
Mineração  colheita do minério que pode ser
feita a céu aberto ou subterrâneas, a ferro ou a
fogo (mecânica ou com explosivos), e a
concentração (purificação), que pode ser feita
com processos mecânicos ou químicos.

Metalurgia  o metal puro é extraído do minério


por um dos seguintes processos: redução,
precipitação química ou eletrólise.

Siderurgia  Minério de ferro + coque (resíduo da


destilação do carvão mineral) + fundente (baixa
o ponto de fusão).
LIGAS METÁLICAS

Geralmente os metais são empregados


fazendo parte de ligas.

Liga é a mistura, de aspecto metálico e


homogêneo, de um ou mais metais entre si ou
com outros elementos. Deve ter composição
cristalina e comportamento como metal.

Geralmente as ligas tem propriedades


mecânicas e tecnológicas melhores que as
dos metais puros.
PROPRIEDADES IMPORTANTES
DOS METAIS
 Aparência;
 Densidade  2,56 a 11,45, sendo que a platina atinge 21,30 ;
 Dilatação e condutibilidade térmica: O coeficiente
de dilatação aço estrutural  1,2 x 10-5/oC;
 Condutibilidade elétrica (ex: cobre, alumínio);
 Resistência à tração  é uma das propriedades mais
importantes na construção ;

 Resistência ao choque  resistência que o metal se


opõe a ruptura sob ação de uma carga instantânea;

 Resistência à fadiga  DUTIBILIDADE  Capacidade de se


deformar sem romper, baixa na maioria dos metais;
 Resistência à corrosão  exceção ouro e platina.
Diagrama tensão-deformação de
aços estruturais (aços doces)
Diagrama tensão-deformação
da maioria dos metais

No cálculo de estruturas
METAIS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

 Metais não-ferrosos

 Metais ferrosos
METAIS NÃO FERROSOS
 Não competem em preço e resistência
com os ferrosos.

 Vantagens sobre os ferrosos:


 Leveza  Ex: Alumínio (massa específica
entre 2,56 e 2,67 kg/dm3);
 Condutibilidade elétrica;
 Resistência à corrosão.
METAIS NÃO FERROSOS
Passarela com
esteiras rolantes em
Curitiba (2003):
painéis de alumínio
composto. Projeto
de Adolfo Sakaguti
Resistência à corrosão dos metais
 Transformação de um metal em compostos
não aderentes

 Quase todos os metais são atacados

 Exceto: Ouro e Platina


Resistência à corrosão dos metais
 Corrosão química – Exemplo: Fe

Exposto ao ambiente sem tratamento, sofre


reações químicas que resultam em
Fe2O3 (H2O)n

A ferrugem tem pouca coesão e aderência,


solta-se em forma de pó e possui maior
volume que o Fe original
Resistência à corrosão dos metais
 Corrosão eletroquímica

Ocorre por diferença de potencial elétrico

Todas as substâncias possui potencial elétrico


diferente.
Resistência à corrosão dos metais
 SÉRIE ELETROQUÍMICA
+  OURO (+1,500)
 PRATA (+0,800)
 COBRE (+0,334)
 HIDROGÊNIO (0,000)
 CHUMB0 (-0,136)
 FERRO (-0,439)
ZINCO (-0,762)
- 

 ALUMÍNIO (-1,300)
METAIS NÃO FERROSOS
 FACILIDADE DE MOLDAGEM
 Conformação em fios, tubos, chapas, etc;

 MUITO USADOS NA CONSTRUÇÃO


CIVIL:
 Alumínio e suas ligas;
 Cobre e suas ligas.
ALUMÍNIO

 Tem massa específica


entre 2,56 e 2,67
kg/dm3, ruptura à
tração entre 8 e
14kgf/mm², dureza
Brinell, 20, funde a
650/660ºC.

 É bom condutor
térmico e elétrico.
ALUMÍNIO
 Resistente à Corrosão
 Anodização;

 Quando em contato
com o aço ou cobre
ocorre a corrosão.
 Baixa Resistência
Mecânica
 Flexível.
EMPREGO DO ALUMÍNIO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL
 Esquadrias (portas e
janelas)
 coberturas
 Fios e cabos
elétricos
 Revestimentos
É
 vedações
 Guarnições
 Arremates
O USO DO ALUMÍNIO EM
ESQUADRIAS
O USO DO ALUMÍNIO EM
TELHAS

Este tipo de telha é bastante resistente a ambientes


agressivos, como o da orla marítima.
O USO DO ALUMÍNIO EM
TELHAS
O USO DO ALUMÍNIO EM
REVESTIMENTOS
O USO DO ALUMÍNIO EM
TELEFONIA
De condutibilidade elétrica
inferior à do cobre, porém mais
indicado que este por ter
densidade menor, é preferido
na produção de cabos elétricos
destinados à condução de
altas tensões.
COBRE
Apresenta densidade entre 8,6 e 8,96, dureza Brinell
35, ruptura à tração entre 20 e 60 kgf/mm², funde entre
1.050 e 1.200ºC.
Fundidocom o estanho, originou uma liga
extremamente dura e resistente: o bronze.
A condutibilidade elétrica e térmica, sua ductibilidade e
maleabilidade, bem como a resistência mecânica de
suas ligas, são vastamente exploradas por praticamente
todos os ramos da indústria.
COBRE - Principais Utilizações na
Construção Civil

 Revestimento de Coberturas
 Revestimentos de Fachadas
 Calhas e Condutores de Águas Pluviais
 Arquitetura de Interiores
 Instalações Elétricas
 Instalações Hidráulicas
COBRE
Revestimento de Cobertura
COBRE
Revestimento de fachada
Edifício Ceridean
Corporation, em
Minneapolis, Estados
Unidos: fachada com
painel composto de
cobre,
já disponível no mercado
brasileiro.
COBRE
Revestimento de fachada
Hotel Unique, São
Paulo (2004): placas
de cobre revestem
4 600 metros
quadrados da
fachada.
Projeto de Ruy
Ohtake
COBRE
Revestimento de Fachada
COBRE - Telhas

Este tipo de telha não é tão comum no Brasil. Sendo


comum no Chile e Espanha.
COBRE - Calhas
COBRE
Arquitetura de Interiores
TUBOS DE COBRE nas Instalações
Hidráulicas - Vantagens

 Durabilidade
 Propriedade bactericida
 Rapidez na instalação
 Versatilidade
 Resistência mecânica
 Resistência ao calor, ao fogo, à pressão
e ao tempo.
ZINCO
 Densidade entre 7 e 7,2, dureza Brinell de 30
a 40, resistência à tração 16kg/mm², funde a
400/420ºC.
 Galvanização (óxido do zinco é aderente)
 Quimicamente reativo.
 Susceptível à corrosão
 Zincagem
É a proteção do aço contra a corrosão,
tratando-se de um processo de banho com o
zinco eletrolítico.
ZINCO
 Uso na construção civil
 Telhas;
 Parafusos;
 Tubos de água fria;
 Proteção catódica.
LATÃO
 É a liga cobre-zinco.
 Apresenta densidade de 8,2 a 8,9, ruptura à
tração de 20 a 80 kg/mm².
 Uso na construção civil:
 Tubos

 conexões;

 torneiras;

 fechaduras.
METAIS FERROSOS
 Aço é a liga metálica de maior utilização na
construção civil.

 Os aços estruturais para construção civil


possuem teores de carbono da ordem de
0,18% a 0,25%.

 Como o concreto simples apresenta pequena


resistência à tração e é frágil, é altamente
conveniente a associação do aço ao
concreto, obtendo-se o concreto armado.
METAIS FERROSOS
 Folhas de Flandres (lata) - São chapas finas de
aço cobertas por leve camada de estanho, para
não oxidar.
 Chapas Galvanizadas - São chapas finas de aço
revestidas com zinco.
 Chapas Lisas Pretas - São chapas de ferro
fundido, pretas, lisas, laminadas a quente e a frio.
 Ferros Perfilados - Ferro fundido, laminado,
apresentado em forma de barras redondas,
quadradas, retangulares, perfis L, T, I, U.
 Arames e Telas
 Pregos
 Aços para concreto armado e protendido
O que é aço?
 O aço é uma liga metálica composta de :
Fe – C (em torno de 0,002% até 2%)
 Outros Componentes:
 Cromo

 Manganês

 Níquel

 Contaminantes:

 Enxofre

 Silício

 fósforo
Aço para Estruturas de Concreto
Armado e Protendido
 ORIGEM NATURAL
 Minério de ferro  Fe2O3 (hematita)

 Carvão mineral (coque)  C, Si

 Fundentes (calcário)  CaO, Si

 SUCATAS METÁLICAS

 Origens diversas (“ferro velho”) + minério +


carvão + fundentes
 INDUSTRIALIZAÇÃO

Minério de ferro + coque + fundentes  Ferro


gusa  Aço
Tratamentos mecânicos dos aços
Tratamento a quente

 Consiste em Laminação, forjamento ou


estiramento do aço, realizado em temperaturas
acima de 720o (zona crítica)  Há modificação da
estrutura interna do aço, ocorrendo
homogeneização e recristalização com redução
do tamanho dos grãos, melhorando as
características mecânicas;
 Apresenta melhor trabalhabilidade, aceita solda
comum, possui diagrama tensão-deformação com
patamar de escoamento, e resiste a incêndios
moderados, perde resistência com temperaturas
acima de 1150oC;
 Aços CA-25 e CA-50.
Tratamentos mecânicos dos aços

Tratamento a frio ou encruamento


Ocorre a deformação dos grãos por meio de
tração, compressão ou torção, e resulta o
aumento resistência mecânica e da dureza, e
diminuição da resistência à corrosão e da
ductilidade, decréscimo do alongamento e da
estricção;
 Processo realizado abaixo da zona de
temperatura crítica (720oC). Os grãos
permanecem deformados e diz-se que o aço está
encruado;
 O diagrama tensão-deformação dos aços
encruados não apresentam patamar de
escoamento;
 Aço CA-60
Qual a Diferença entre
AÇO e FERRO ?
 A principal diferença é o teor de carbono
 Aço: inferior a 2,0%
 Ferro: 2,0% a 6,7%
 As armaduras de concreto armado (CA-25,
CA-50 e CA-60) possuem normalmente um
teor de carbono de 0,18% a 0,25%.

O correto é chamar AÇO para construção


civil.
Aço na Construção Civil
BARRAS: São produtos obtidos por laminação a quente, com
diâmetro nominal de 5,0mm ou superior.
 CA25 e CA50 são denominados BARRAS

FIOS: São produtos de diâmetros nominais inferior a 10mm


obtidos por trefilação ou laminação a frio.
 Todo CA-60 é denominado FIO

CORDOALHAS: Feixe de fios torcidos, utilizados em concreto


protendido
“CA – Concreto Armado”
25, 50 e 60  Valor característico da resistência de escoamento
“CP – Concreto Protendido”
CP 160, CP 170
Características Mecânicas do Aço
 As características mais importantes para a definição
de um aço são:
 O limite elástico (escoamento) máxima tensão que o
material suporta sem deformações permanentes;
 A resistência  máxima força de tração que a barra
suporta, dividida pela área da seção transversal inicial do
corpo-de-prova;
 O alongamento na ruptura  aumento de comprimento
do corpo-de-prova correspondente à ruptura, expresso em
porcentagem;
 Estricção  redução da seção após a ruptura.
Limite de Escoamento
 O escoamento é a tensão a partir da qual o
material passa a sofrer deformações
permanentes;
 Do ponto de vista estrutural é a carga de
trabalho que a barra ou fio deve suportar;
 O escoamento é que define a característica
do aço: CA-50: 500MPa ou 50 kgf/mm2
Diagrama Tensão-Deformação
Ensaio de Tração
Tem como
objetivo
determinar o limite
de escoamento do
aço (limite
elástico), a
resistência, o
alongamento na
ruptura e a
estricção.
Ensaio de Dobramento
Neste ensaio o corpo de prova é submetido a um dobramento
de 180o em pino de diâmetro padronizado, sendo considerado
aprovado quando não apresenta quebra ou fissura na região
dobrada.
AÇO CA-50

 Barras de aço com superfície nervurada,


obtidas por laminação. especificações da
norma NBR 7480/96 (Barras e fios de aço
destinados a armadura para concreto armado);
 São comercializados em barras retas e
barras dobradas com comprimento de 12m
em feixes amarrados de 1000kg ou 2000kg.
AÇO CA-50
ESPECIFICAÇÃO
Diâmetro Massa nominal Resist scoam Lim resist Along min Diam pino dobra
nominal (mm) (kg/m) (MPa) (MPa) em 10 ø 180° (mm)

6,3 0,245 500 1,10 Fy 8% 4 x Dn

8,0 0,395 500 1,10 Fy 8% 4 x Dn

10,0 0,617 500 1,10 Fy 8% 4 x Dn

12,5 0,963 500 1,10 Fy 8% 4 x Dn

16,0 1,578 500 1,10 Fy 8% 4 x Dn

20,0 2,466 500 1,10 Fy 8% 6 x Dn

25,0 3,853 500 1,10 Fy 8% 6 x Dn

32,0 6,313 500 1,10 Fy 8% 8 x Dn

40,0 9,865 500 1,10 Fy 8% 8 x Dn


AÇO CA-50 - Aplicação
AÇO CA-50 - Aplicação
AÇO CA-50 - Aplicação
AÇO CA-50 - Aplicação
AÇO CA-25
 Barras de aço com superfície LISA
 especificações da norma NBR
7480/96;
 São comercializados em barras
retas e barras dobradas com
comprimento de 12m em feixes
amarrados de 1000kg ou 2500kg.
AÇO CA-60
 são obtidos por trefilação de
fio-máquina;
 especificações da norma NBR 7480/96;
 Caracterizam-se pela alta resistência, que
proporciona estruturas de concreto mais
leves e, pelos entalhes, que aumentam a
aderência do aço no concreto;
 São normalmente empregados para
fabricação de lajes, tubos de concreto,
lajes treliçadas, estruturas pré-moldadas
de pequena espessura.
AÇO CA-60
ESPECIFICAÇÃO
Lim
Diâmetro Massa nominal Resist scoam Along min Diam pino dobra
Escoma.
nominal (mm) (kg/m) (MPa) (MPa)
em 10 ø 180° (mm)

3,40 0,071 600 660 5% 5 x Dn

4,20 0,109 600 660 5% 5 x Dn

5,00 0,154 600 660 5% 5 x Dn

6,00 0,222 600 660 5% 5 x Dn

7,00 0,302 600 660 5% 5 x Dn

8,00 0,395 600 660 5% 5 x Dn

9,50 0,558 600 660 5% 5 x Dn


AÇO CA-60 - Aplicação
AÇO CA-60 - Aplicação
AÇO CA-60 - Aplicação
ESTRIBOS
ARAME RECOZIDO
 Obtido por trefilação de fio-máquina
com posterior recozimento em fornos
de tratamento térmico com
temperaturas e tempo controlados
 Caracteriza-se pelo elevado grau de
ductibilidade;
 Emprego:amarrações de armadura para
concreto armado, embalagens de feixes
 fornecido em rolos de 60kg, 35kg e 1kg
ARAME RECOZIDO
APLICAÇÃO
CENTRAL DE CORTE E DOBRA
CENTRAL DE CORTE E DOBRA
AÇO PARA CONCRETO
PROTENDIDO
AÇO INOXIDAVEL
 Resistência à corrosão
 Resistência mecânica superior aos aços baixo
carbono
 Facilidade de limpeza / baixa rugosidade
superficie
 Material inerte: não modifica cor, sabor ou aroma
dos alimentos
 Facilidade de conformação
 Facilidade de soldagem / união
 Forte apelo visual (modernidade, leveza e
prestígio)
 Baixo custo de manutenção
TIPOS DE ACABAMENTO

ESPELHADO

ESCOVADO

DECORATIVO
OBRAS EM AÇO INOXIDÁVEL
ESTRUTURAS METÁLICAS
VANTAGENS

São mais leves;

Mais rápidas na
montagem;

Econômicas;

Permitem maior
liberdade de formas;
ESTRUTURAS METÁLICAS

Ginásio de Mossoró
ESTRUTURAS METÁLICAS

Midway Mall
ESTRUTURAS METÁLICAS
Ginásio Poliesportivo da Parangaba
- Fortaleza - CE -
Estrutura Espacial em Aço SAC 41 –
Vão Livre de 65 m
Área de 4.528 m2
ESTRUTURAS METÁLICAS

Estufa de três abóbadas tornaram-se um dos principais cartões postais de Curitiba.


ESTRUTURA METÁLICA

Centro Brasileiro Britânico


ESTRUTURA METÁLICA

AEROPORTO AUGUSTO SEVERO – NATAL/RN


ESTRUTURA METÁLICA
AEROPORTO AUGUSTO SEVERO – NATAL/RN
ESTRUTURA METÁLICA
AEROPORTO AUGUSTO SEVERO – NATAL/RN
ESTRUTURA METÁLICA E LAJE STELL-DECK (METÁLICA)
ESTRUTURA METÁLICA E LAJE STELL-DECK (METÁLICA)
LIGAÇÃO DAS ESTRUTURAS METÁLICAS
Ponte JK -
Brasília
Complexo Olímpico - ATENAS
VELODROMO
VELODROMO – COMPLEXO OLÍMPICO - ATENAS
ESTÁDIO OLÍMPICO
ESTÁDIO OLÍMPICO
ESTÁDIO OLÍMPICO
ESTÁDIO OLÍMPICO
ESTÁDIO OLÍMPICO
ESTÁDIO OLÍMPICO