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ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 2
2. OBJECTIVOS ................................................................................................................................. 3
2.1. Objectivo geral ......................................................................................................................... 3
2.2. Objetivos específicos................................................................................................................ 3
3. METODOLOGIA DE TRABALHO .............................................................................................. 4
4. JUSTIFICATIVA ............................................................................................................................ 5
5. DOENÇAS DE TRANSMISSÃO SEXUAL (DTSs) ..................................................................... 6
5.1. Aspectos gerais......................................................................................................................... 6
5.2 Sintomas das DTSs ................................................................................................................... 6
6. DESCRIÇÃO DAS DTSs, SINTOMAS E TRATAMENTO ......................................................... 7
6.1. Cancro Mole ............................................................................................................................. 7
6.2. Clamídia e Gonorreia ............................................................................................................... 7
6.3. Condiloma Acuminado (HPV) ................................................................................................. 8
6.4. Doença Inflamatória Pélvica (DIP) .......................................................................................... 9
6.5. Donovanose ............................................................................................................................ 10
6.6. Hepatites Virais ...................................................................................................................... 10
6.7. Herpes .................................................................................................................................... 12
6.8. Infecção pelo Vírus T-linfotrópico Humano (HTLV) ............................................................ 12
6.9. Sífilis ...................................................................................................................................... 13
6.10. Sífilis Congênita ................................................................................................................... 14
6.11. Tricomoníase ........................................................................................................................ 15
7. PRINCÍPIOS PARA ADEQUADA ATENÇÃO ÀS DTSs.......................................................... 16
8. O MANEJO ADEQUADO DE CASOS DE DTS ........................................................................ 16
9. ESTRATÉGIAS PARA ADEQUADA ATENÇÃO ..................................................................... 17
9.1. Prevenção .............................................................................................................................. 17
10. DIAGNÓSTICO ......................................................................................................................... 18
11. TRATAMENTO IMEDIATO..................................................................................................... 19
12. CUIDADOS ................................................................................................................................ 19
13. CONVIVENDO .......................................................................................................................... 20
14. CONCLUSÃO ............................................................................................................................ 22
15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................ 23
1. INTRODUÇÃO

Nos dias da actualidade, principalmente apos o principio da epidemia da aids, as DTSs


readquiriram importância como um dos grandes problemas de saúde pública. Entretanto,
alguns fatos negativos têm sido percebidos no contexto da atenção às DTSs em nosso país:

 são escassos os dados epidemiológicos relativos às DTSs; apenas a aids, a sífilis


congênita e a sífilis na gestação são de notificação compulsória;
 os portadores de DTSs continuam sendo discriminados nos vários níveis do sistema
de saúde;
 a irregularidade na disponibilização de medicamentos específicos contribui para que
desacreditem os indivíduos com DTSs, dos serviços de saúde;
 pouquíssimas unidades são capazes de oferecer resultados de testes conclusivos, no
momento da consulta;
 a falta de divulgação da informação no seio da sociedade tem sido um dos motivos
que leva a tratamento das doenças depois de estrar num estagio avançado.

Pela sua magnitude, transcendência, vulnerabilidade e factibilidade de controle, as DTSs


devem ser priorizadas enquanto agravos em saúde pública.

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2. OBJECTIVOS

2.1. Objectivo geral


O principal objectivo deste trabalho é apresentar as diversas formas de doenças de
transmissão sexual e como preveni-las de maneira a melhorar a qualidade da saúde publica.

2.2. Objetivos específicos


O trabalho em descrição tem como objectivos:

 Conhecer os principais conceitos relacionados com as doenças de transmissão


sexual (DTSs);
 Descrever cada tipo de doenças, sintomas e prevenção;
 Conhecer os factores que influenciam ou que motivam a contração das DTSs.

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3. METODOLOGIA DE TRABALHO

Este trabalho de pesquisa visa apresentar, através de dados obtidos em livros, normas,
publicações, artigos técnicos, estudos e situações reais de doenças de transmissão sexual
observadas e vivenciadas no nosso país como também no estrangeiro possibilitando
divulgação da informação e posterior contenção da epidemia.

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4. JUSTIFICATIVA

Na viragem dos séculos 20 para 21, as DTs representam ainda uma importante causa de
mortalidade no planeta, embora a sua importância relativa não esteja distribuída de forma
uniforme. Em África, por exemplo, as DTs causam mais de metade das mortes ocorridas
anualmente, enquanto na Europa causam cerca de 5% das mortes.

Dentro das DTs, à escala mundial, 28% das mortes são causadas por doenças respiratórias
(principalmente pneumonias, em crianças muito jovens e idosos). Seguem-se por ordem
decrescente de importância, o HIV/SIDA (19%), doenças diarreicas (cólera, salmonela,
amebiase, rotavirus, E. Coli, etc.) (16%), tuberculose (12%), malária (8%) e sarampo (6%)
(principalmente em menores de 4 anos de idade. Por ser um tema com impactos alarmantes
na sociedade torna-se indispensável a sua abordagem e que constitui um desafio para as
regiões do mundo inteiro, especialmente ao nosso continente e em particular o nosso país.

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5. DOENÇAS DE TRANSMISSÃO SEXUAL (DTSs)

5.1. Aspectos gerais


Além da Aids, diversas outras doenças são transmitidas através do sangue e, por
consequência, do ato sexual, e podem ser evitadas com comportamento sexual responsável e
uso de preservativos.
As DTSs são infecções causadas por vírus, bactérias ou outros micróbios que se transmitem,
principalmente, através das relações sexuais sem o uso de preservativo com uma pessoa que
esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou
verrugas.

Elas classificam-se como:

 Obrigatoriamente de transmissão sexual;


 Frequentemente transmitida por contato sexual;
 Eventualmente transmitida por contato sexual.

O não uso do preservativo é a principal causa do contágio.

5.2 Sintomas das DTSs


O sinal de alerta deve ser ligado a diversos sintomas relacionados a possível presença de uma
doença sexualmente transmissível (DST). Vale notar que, entretanto, que algumas DSTs não
apresentam nenhum sintoma, de modo que é importante manter uma rotina de
acompanhamento médico regular, com a realização dos exames indicados pelo especialista.
É interessante buscar o atendimento de um médico de confiança, que possa fazer o
acompanhamento de longo prazo – conhecendo seu histórico e perfil.

Em primeiro lugar, fazer sexo sem camisinha significa estar vulnerável às DSTs, assim como
compartilhar seringas e adotar outros comportamentos de risco. Se tiver alguma atitude que
pode comprometer sua saúde, procure fazer exames e se cuidar. O diagnóstico precoce pode
fazer a diferença no tratamento de doenças.

O Ministério da Saúde elencou uma série de sintomas que podem estar relacionados a
diferentes DSTs. O diagnóstico correto, entretanto, somente poderá ser realizado por um
médico.

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6. DESCRIÇÃO DAS DTSs, SINTOMAS E TRATAMENTO

6.1. Cancro Mole


O cancro mole pode ser chamado de cancro venéreo, mas seu nome mais popular é “cavalo”.
Provocado pela bactéria Haemophilus ducreyi, é mais frequente nas regiões tropicais, como
o Moçambique e Brasil e outros países da região tropical. A transmissão ocorre pela relação
sexual com uma pessoa infectada, sendo o uso da camisinha a melhor forma de prevenção.

Sinais e sintomas

Os primeiros sintomas - dor de cabeça, febre e fraqueza - aparecem de dois a 15 dias após o
contágio. Depois, surgem pequenas e dolorosas feridas com pus nos órgãos genitais, que
aumentam progressivamente de tamanho e profundidade. A seguir, aparecem outras lesões
em volta das primeiras. Após duas semanas do início da doença, pode aparecer um caroço
doloroso e avermelhado na virilha (íngua), que pode dificultar os movimentos da perna de
andar. Esse caroço pode drenar uma secreção purulenta esverdeada ou misturada com sangue.
Nos homens, as feridas aparecem na cabeça do pênis (glande). Na mulher, ficam na vagina
e/ou no ânus. Nem sempre a ferida é visível, mas provoca dor na relação sexual e ao evacuar.

Tratamento

Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessa DTs, é recomendado procurar um


profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento com antibiótico
adequado.

6.2. Clamídia e Gonorreia


Clamídia e gonorreia são infecções causadas por bactérias que podem atingir os órgãos
genitais masculinos e femininos. A clamídia é muito comum entre os adolescentes e adultos
jovens, podendo causar graves problemas à saúde. A gonorreia pode infectar o pênis, o colo
do útero, o reto (canal anal), agarganta e os olhos. Quando não tratadas, essas doenças podem
causar infertilidade (dificuldade para ter filhos), dor durante as relações sexuais, gravidez nas
trompas, entre outros danos à saúde. Ato sexual inseguro (sem camisinha). O diagnóstico é
feito por meio da consulta com um profissional de saúde, exame clínico específico e coleta
de secreções genitais.

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Sinais e Sintomas

Nas mulheres, pode haver dor ao urinar ou no baixo ventre (pé da barriga), aumento de
corrimento, sangramento fora da época da menstruação, dor ou sangramento durante a
relação sexual. Entretanto, é muito comum estar doente e não ter sintoma algum. Por isso, é
recomendável procurar um serviço de saúde periodicamente, em especial se houve sexo sem
camisinha. Nos homens, normalmente há uma sensação de ardor e esquentamento ao urinar,
podendo causar corrimento ou pus, além de dor nos testículos. É possível que não haja
sintomas e o homem transmita a doença sem saber. Para evitar, é necessário o uso da
camisinha em todas as relações sexuais.

Tratamento

Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessas DST, é recomendado procurar um


profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado, com o
uso de antibióticos específicos.

6.3. Condiloma Acuminado (HPV)


O condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira
ou cavalo de crista, é uma DST causada pelo Papilomavírus humano (HPV). Atualmente,
existem mais de 100 tipos de HPV - alguns deles podendo causar câncer, principalmente no
colo do útero e do ânus. Entretanto, a infeção pelo HPV é muito comum e nem sempre resulta
em câncer. O exame de prevenção do câncer ginecológico, o Papanicolau, pode detectar
alterações precoces no colo do útero e deve ser feita de rotina por todas as mulheres. Não se
conhece o tempo em que o HPV pode permanecer sem sintomas e quais são os fatores
responsáveis pelo desenvolvimento de lesões. Por esse motivo, é recomendável procurar
serviços de saúde para consultas periodicamente.

A principal forma de transmissão desse vírus é pela via sexual. Para ocorrer o contágio, a
pessoa infectada não precisa apresentar sintomas. Mas, quando a verruga é visível, o risco de
transmissão é muito maior. O uso da camisinha durante a relação sexual geralmente impede
a transmissão do vírus, que também pode ser transmitido para o bebê durante o parto.

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Sinais e sintomas

A infecção pelo HPV normalmente causa verrugas de tamanhos variáveis. No homem, é mais
comum na cabeça do pênis (glande) e na região do ânus. Na mulher, os sintomas mais comuns
surgem na vagina, vulva, região do ânus e colo do útero. As lesões também podem aparecer
na boca e na garganta. Tanto o homem quanto a mulher podem estar infectados pelo vírus
sem apresentar sintomas.

Tratamento

Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessa DST, é recomendado procurar um


profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado.

Vacina: foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer
de colo do útero. Essa vacina, na verdade, previne contra a infecção por HPV. Mas o real
impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas.
Uma delas é dessas vacinas é quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos de HPV: o
16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em
90% dos casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos de HPV 16 e 18.

6.4. Doença Inflamatória Pélvica (DIP)


A doença inflamatória pélvica (DIP) pode ser causada por várias bactérias que atingem os
órgãos sexuais internos da mulher, como útero, trompas e ovários, causando inflamações.

Essa infeção pode ocorrer por meio de contato com as bactérias após a relação sexual
desprotegida. A maioria dos casos ocorre em mulheres que tem outra DST, principalmente
gonorreia e clamídia não tratadas. Entretanto também pode ocorrer após algum procedimento
médico local (inserção de DIU - Dispositivo Intra-Uterino, biópsia na parte interna do útero,
curetagem).

Sinais e sintomas

A DIP manifesta-se por dor na parte baixa do abdômen (no “pé da barriga” ou baixo ventre).
Também pode haver secreção vaginal (do colo do útero), dor durante a relação sexual, febre,
desconforto abdominal, fadiga, dor nas costas e vômitos. Pode haver evolução para forma
grave, com necessidade de internação hospitalar tratamento com antibióticos por via venosa.

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Tratamento

Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessa DTs, é recomendado procurar imediatamente


um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado.

6.5. Donovanose
É uma infecção causada pela bactéria Klebsiella granulomatis, que afeta a pele e mucosas
das regiões da genitália, da virilha e do ânus. Causa úlceras e destrói a pele infectada. É mais
frequente no Norte do Brasil e em pessoas com baixo nível socioeconômico e higiênico.

Ela é causada pelo ato sexual inseguro (sem preservativo).

Sinais e sintomas

Os sintomas incluem caroços e feridas vermelhas e sangramento fácil. Após a infecção, surge
uma lesão nos órgãos genitais que lentamente se transforma em úlcera ou caroço vermelho.
Essa ferida pode atingir grandes áreas, danificar a pele em volta e facilitar a infecção por
outras bactérias. Como as feridas não causam dor, a procura pelo tratamento pode ocorrer
tardiamente, aumentando o risco de complicações.

Tratamento

O tratamento, com o uso de antibióticos, deve ser prescrito pelo profissional de saúde após
avaliação cuidadosa. Deve haver retorno após término do tratamento para avaliação de cura
da infecção. É necessário evitar contato sexual até que os sintomas tenham desaparecidos e
o tratamento finalizado.

6.6. Hepatites Virais


Grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é a inflamação do fígado.
Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças
autoimunes, metabólicas e genéticas. A hepatite A é uma doença contagiosa, causada pelo
vírus A (VHA) e também conhecida como “hepatite infecciosa”. Vacina para Hepatite B.
Hepatite C: essa variação da hepatite é causada pelo vírus do tipo C (VHC). Já foi chamada
de “hepatite não A não B”. O vírus C, assim como o causador da hepatite B, está presente no
sangue. Hepatite D, também chamada de Delta, é causada pelo vírus D (VHD). Mas esse
vírus depende da presença do vírus do tipo B para contaminar uma pessoa. Hepatite E: de

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ocorrência rara no Brasil e comum na Ásia e África, a hepatite do tipo E é uma doença
infecciosa viral causada pelo vírus VHE.

O contato com o sangue, ato sexual inseguro são as formas de contaminação.

Sinais e Sintomas

Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a
necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários
tipos de hepatites. Mas, quando os sintomas aparecem, estes podem ser: Febre; Fraqueza;
Mal-estar; Dor abdominal; Enjôo/náuseas; Vômitos; Perda de apetite; Urina escura (cor de
café); Icterícia (olhos e pele amarelados); Fezes esbranquiçadas (como massa de vidraceiro).

Tratamento

Atualmente, o Ministério da Saúde oferece vacina contra a hepatite dos tipos A e B, nos
Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) e nos postos de saúde,
respectivamente. Não existe vacina contra a hepatite C, o que reforça a necessidade de um
controle adequado da cadeia de transmissão, bem como entre grupos vulneráveis, por meio
de políticas de redução de danos.

A vacina contra a hepatite A não faz parte do calendário nacional de vacinação. O


encaminhamento, quando indicado, deverá ser feito pelo médico. No entanto, essa vacina
está disponível no CRIE em situações específicas.

Vacina contra a hepatite B A vacina contra a hepatite B faz parte do calendário de vacinação
da criança e do adolescente e está disponível nas salas de vacina do Sistema Único de Saúde
(SUS). Todo recém-nascido deve receber a primeira dose da vacina logo após o nascimento,
preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. Se a gestante tiver hepatite B, o
recémnascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a hepatite B, nas
primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso não tenha sido
possível iniciar o esquema vacinal na unidade neonatal, recomenda-se a vacinação na
primeira visita à unidade pública de saúde. A oferta dessa vacina estende-se também a outros
grupos em situações de maior vulnerabilidade, independentemente da faixa etária.

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6.7. Herpes
É uma doença causada por um vírus que, apesar de não ter cura, tem tratamento. Seus
sintomas são geralmente pequenas bolhas agrupadas que se rompem e se transformam em
feridas. Depois que a pessoa teve contato com o vírus, os sintomas podem reaparecer
dependendo de fatores como estresse, cansaço, esforço exagerado, febre, exposição ao sol,
traumatismo, uso prolongado de antibióticos e menstruação. Em homens e mulheres, os
sintomas geralmente aparecem na região genital (pênis, ânus, vagina, colo do útero).

O herpes genital é transmitido por meio de relação sexual (oral, anal ou vaginal) sem
camisinha com uma pessoa infectada. Em mulheres, durante o parto, o vírus pode ser
transmitido para o bebê se a gestante apresentar lesões por herpes. Por ser muito contagiosa,
a primeira orientação dada a quem tem herpes é uma maior atenção aos cuidados de higiene:
lavar bem as mãos, evitar contato direto das bolhas e feridas com outras pessoas e não furar
as bolhas.

Sinais e sintomas

Essa doença é caracterizada pelo surgimento de pequenas bolhas na região genital, que se
rompem formando feridas e desaparecem espontaneamente. Antes do surgimento das bolhas,
pode haver sintomas como formigamento, ardor e coceira no local, além de febre e mal-estar.
As bolhas se localizam principalmente na parte externa da vagina e na ponta do pênis. Após
algum tempo, porém, o herpes pode reaparecer no mesmo local, com os mesmos sintomas.

Tratamento

Na presença de qualquer qualquer sinal ou sintoma dessa DTs, é recomendado procurar um


profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado. Não
furar as bolhas e não aplicar pomadas no local sem recomendação profissional.

6.8. Infecção pelo Vírus T-linfotrópico Humano (HTLV)


A doença é causada por um vírus e possui duas formas: o tipo 1, relacionado a doença
neurológica e leucemia, e o tipo 2, mais raro. O vírus T-linfotrópico humano (HTLV) infecta
as células de defesa do organismo, os linfócitos T, e surgiu em 1980, a partir de um paciente
com um tipo raro de leucemia de células T, tipo de câncer que ataca a medula óssea.

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A transmissão desse vírus se dá pelo sexo sem preservativo com uma pessoa infectada, uso
em comum de seringas e agulhas durante o uso de drogas e da mãe infectada para o recém-
nascido (principalmente pelo aleitamento materno). Por isso, é indicado usar camisinha
sempre. Mulheres grávidas também precisam fazer acompanhamento médico.

Sinais e Sintomas

Os sintomas mais comuns são dor nas pernas e na região lombar (parte inferior da coluna
lombar) e dificuldade para defecar ou urinar. Porém, 99% dos portadores do HTLV-I nunca
desenvolverão qualquer problema de saúde relacionado a esse vírus.

Tratamento

Como risco do desenvolvimento da doença associado ao HTLV-I é muito baixo, não existe
indicação de tratamento nos casos assintomáticos. Na presença de qualquer sinal ou sintoma
de possível DTs, é recomendado procurar um profissional de saúde, para o diagnóstico
correto e indicação do tratamento adequado.

6.9. Sífilis
É uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Podem se manifestar
em três estágios. Os maiores sintomas ocorrem nas duas primeiras fases, período em que a
doença é mais contagiosa. O terceiro estágio pode não apresentar sintoma e, por isso, dá a
falsa impressão de cura da doença.

Todas as pessoas sexualmente ativas devem realizar o teste para diagnosticar a sífilis,
principalmente as gestantes no 1º trimestre da gestação, pois a sífilis congênita pode causar
aborto, má formação do feto e/ou morte ao nascer. O cuidado também deve ser especial
durante o parto para evitar sequelas no bebê, como cegueira, surdez e deficiência mental.

A sífilis transmitida de uma pessoa para outra durante o sexo sem camisinha com alguém
infectado, por transfusão de sangue contaminado ou da mãe infectada para o bebê durante a
gestação ou o parto. O uso da camisinha em todas as relações sexuais e o correto
acompanhamento durante a gravidez são meios simples, confiáveis e baratos de prevenir-se
contra a sífilis.

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Sinais e sintomas

Os primeiros sintomas da doença são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas
virilhas (ínguas), que surgem entre a 7 e 20 dias após o sexo desprotegido com alguém
infectado. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus.
Mesmo sem tratamento, essas feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz. Mas a pessoa
continua doente e a doença se desenvolve. Ao alcançar um certo estágio, podem surgir
manchas em várias partes do corpo (inclusive mãos e pés) e queda dos cabelos. Após algum
tempo, que varia de pessoa para pessoa, as manchas também desaparecem, dando a ideia de
melhora. A doença pode ficar estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem
complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral e problemas cardíacos,
podendo, inclusive, levar à morte.

Tratamento

Recomenda-se procurar um profissional de saúde, pois só ele pode fazer o diagnóstico correto
e indicar o tratamento mais adequado, dependendo de cada estágio. É importante seguir as
orientações médicas para curar a doença.

6.10. Sífilis Congênita


É a transmissão da doença de mãe para filho. A infecção é grave e pode causar má-formação
do feto, aborto ou morte do bebê, quando este nasce gravemente doente. Por isso, é
importante fazer o teste para detectar a sífilis durante o pré-natal e, quando o resultado é
positivo, tratar corretamente a mulher e seu parceiro. Só assim se consegue evitar a
transmissão da doença. Sífilis congênita. A sífilis congênita é o resultado da transmissão de
mãe para filho da bactéria Treponema pallidum. A notificação da sífilis tornou-se obrigatória
em 1986 e deve seguir um dos critérios: Feto e criança nascida morta de mãe com sífilis;
Criança com menos de 13 anos com as evidências: teste positivo, teste positivo após 1,5 ano
de idade ou teste com índices maiores que os da mãe; Criança com menos de 13 anos com
teste positivo e evidência da doença; Presença de infecção em placenta, cordão umbilical e
amostra da lesão, biópsia ou necropsia de aborto, no bebê ou na criança nascida morta. Com
a realização do diagnóstico da sífilis e o tratamento adequado da gestante e do parceiro
durante o pré-natal, é possível eliminar a sífilis congênita, ou seja, reduzir o agravo para até
0,5 caso por mil nascidos vivos.

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Todos os bebês devem realizar exame para sífilis independente mente dos exames da mãe.
Os bebês que tiverem suspeita de sífilis congênita precisam fazer uma série de exames antes
de receber alta.

Sinais e sintomas

A sífilis congênita pode se manifestar logo após o nascimento, durante ou após os primeiros
dois anos de vida da criança. Na maioria dos casos, os sinais e sintomas estão presentes já
nos primeiros meses de vida. Ao nascer, a criança pode ter pneumonia, feridas no corpo,
cegueira, dentes deformados, problemas ósseos, surdez ou deficiência mental. Em alguns
casos, a sífilis pode ser fatal. O diagnóstico se dá por meio do exame de sangue e deve ser
pedido no primeiro trimestre da gravidez. O recomendado é fazer o teste duas vezes durante
a gravidez e repeti-lo logo antes do parto, já na maternidade. Quem não fez pré-natal, deve
realizar o teste antes do parto. O maior problema da sífilis é que, na maioria das vezes, as
mulheres não sentem nada e só vão descobrir a doença após o exame.

Tratamento

Quando a sífilis é detectada, o tratamento deve ser indicado por um profissional da saúde e
iniciado o mais rápido possível. Os parceiros também precisam fazer o teste e ser tratados,
para evitar uma nova infecção da mulher. No caso das gestantes, é muito importante que o
tratamento seja feito com a penicilina, pois é o único medicamento capaz de tratar a mãe e o
bebê. Com qualquer outro remédio, o bebê não estará sendo tratado. Se ele tiver sífilis
congênita, necessita ficar internado para tratamento por 10 dias. O parceiro também deverá
receber tratamento para evitar a reinfecção da gestante e a internação do bebê.

6.11. Tricomoníase
É uma infecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. Nas mulheres, ataca o colo
do útero, a vagina e a uretra, e nos homens, o pênis.

A doença pode ser transmitida pelo sexo sem preservativo com uma pessoa infectada. Para
evitá-la, é necessário usar camisinha em todas as relações sexuais (vaginais, orais ou anais).
É a forma mais simples e eficaz de evitar uma doença sexualmente transmissível.

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Sinais e sintomas

Os sintomas mais comuns são dor durante a relação sexual, ardência e dificuldade para urinar,
coceira nos órgãos sexuais, porém a maioria das pessoas infectadas não sente alterações no
organismo.

Tratamento

Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessa DTs, é recomendado procurar um


profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado. Os
parceiros também precisam de tratamento, para que não haja nova contaminação da doença.

7. PRINCÍPIOS PARA ADEQUADA ATENÇÃO ÀS DTSs

Os princípios básicos para atenção às DTSs, como em qualquer processo de controle de


epidemias, são os seguintes:

 interromper a cadeia de transmissão: atuando objetivamente nos “elos” que formam


essa corrente, ou seja, detectando precocemente os casos, tratando os infectados, e
seus parceiros, adequada e oportunamente.
 prevenir novas ocorrências: por meio de aconselhamento específico, durante o qual
as orientações sejam discutidas conjuntamente, favorecendo a compreensão e o
seguimento das prescrições, contribuindo, assim, de forma mais efetiva, para a
adoção de práticas sexuais mais seguras.

8. O MANEJO ADEQUADO DE CASOS DE DTS

 TRIAGEM: neste modelo considera-se extremamente desejável a existência de um


serviço de triagem confidencial que seja realizada por profissionais de saúde
devidamente preparados para essa finalidade.
 ESPERA: o tempo de espera deverá ser o menor possível, devendo ser aproveitado
para realização de ações de educação em saúde individual e coletiva, esta última por
meio de vídeos educativos, dinâmicas de grupo, abordagens de questões de
cidadania, entre outras.
 CONSULTA CLÍNICA: é o momento de avaliação pela anamnese e exame clínico,
quando se aplica a abordagem sindrômica isolada ou associada à coleta de exames

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laboratoriais. A anamnese deve incluir a avaliação das vulnerabilidades (individual,
social e institucional). Nessa etapa, também se recomenda a vacinação contra
hepatite B para todos os portadores de DTSs com menos de 30 anos, exceto em zonas
endêmicas, onde só está indicada para os indivíduos suscetíveis identificados por
sorologia.
 ACONSELHAMENTO: deve estar presente em todo o atendimento. Além de ouvir
as preocupações do cliente, o profissional de saúde deve facilitar a reflexão e a
superação de dificuldades, prover informação, apoio emocional e auxiliar nas
decisões para a adoção de medidas preventivas. É necessário que o profissional tenha
habilidade e sensibilidade para abordar de forma não preconceituosa questões da
intimidade, sobretudo a respeito da sexualidade e do uso de drogas, de forma a
identificar as práticas do usuário que o expõem a risco. O aconselhamento, a avaliação
de situações de risco e a educação para saúde das pessoas com DTSs e seus parceiros
são atividades nas quais vários profissionais podem atuar, além de médicos(as) e
enfermeiros(as).
 COMUNICAÇÃO AOS PARCEIROS SEXUAIS: serão considerados parceiros,
para fins de comunicação ou convocação, os indivíduos com quem o paciente
relacionou-se sexualmente nos últimos 30 dias. O uso de cartões para comunicação
aos parceiros sexuais é desejável. De acordo com as possibilidades de cada serviço,
outras atividades poderão ser desenvolvidas. É fundamental que os parceiros de
gestantes com sífilis que não atenderem ao chamado para tratamento sejam objeto de
busca ativa.

9. ESTRATÉGIAS PARA ADEQUADA ATENÇÃO

9.1. Prevenção
A prevenção, estratégia básica para o controle da transmissão das DST e do HIV, dar-se-á
por meio da constante informação para a população geral e das atividades educativas que
priorizem: a percepção de risco, as mudanças no comportamento sexual e a promoção e
adoção de medidas preventivas com ênfase na utilização adequada do preservativo. As
atividades de aconselhamento das pessoas com DST e seus parceiros durante o atendimento
são fundamentais, no sentido de buscar que os indivíduos percebam a necessidade de maior

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cuidado, protegendo a si e a seus parceiros, prevenindo assim a ocorrência de novos
episódios. Deve-se sempre enfatizar a associação existente entre as DST e a infecção pelo
HIV. Deve-se, ainda, estimular a adesão ao tratamento, explicitando a existência de casos
assintomáticos ou pouco sintomáticos, também suscetíveis a graves complicações. A
promoção e disponibilização de preservativos deve ser função de todos os serviços, desta
forma, a assistência pode se constituir em um momento privilegiado de prevenção.

O método mais seguro para prevenir contra DSTs, é o uso correto do preservativo. A
camisinha masculina deve ser desenrolada totalmente sobre o pênis ereto, apertando-se
levemente a ponta entre os dedos para que não acumule ar. Já a feminina é introduzida até
oito horas antes da relação. Use apenas uma por vez, e desde o início do contato sexual. Leve
sempre preservativos com você, armazenando longe do calor.

Os postos de saúde distribuem preservativos gratuitamente, e no mercado é possível


encontrar uma variedade enorme de modelos, materiais, tamanhos, texturas, espessuras e até
cheiros e cores. Usar camisinha é uma demonstração de cuidado com o próprio corpo, e
também com o corpo do outro. Não coloque a sua saúde e a do seu parceiro em risco.

10. DIAGNÓSTICO

Um diagnóstico confiável das doenças transmissíveis sexualmente (DTSs) somente pode ser
feito depois da realização de exames específicos, prescritos pelo médico. Como as DSTs são
uma preocupação importante na vida das pessoas, pode ser uma tentação buscar na internet
a resposta para algum sintoma desconhecido que apareça. Entretanto, o excesso de
informações oferecidas na internet pode mais confundir que auxiliar você a entender o que
está acontecendo. Desse modo, procure sempre atendimento médico adequado antes de tirar
conclusões precipitadas.

O diagnóstico precoce de qualquer doença pode fazer a diferença no tratamento.

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11. TRATAMENTO IMEDIATO

O tratamento deve ser instituído no momento da consulta, preferencialmente com medicação


por via oral e em dose única, ou com o menor número possível de doses. A utilização de
alguns fluxogramasdesenvolvidos,testadosejávalidados, provê a possibilidade de tratamento
imediato e a ruptura imediata da cadeia de transmissão. Nesta abordagem, são pesquisados
os sinais e sintomas que, agrupados, forneçam o diagnóstico de uma síndrome. O tratamento
visará, então, aos agentes etiológicos mais comuns na síndrome em estudo. Para que esse
tipo de assistência seja adequadamente implementada, pode incluir ainda a coleta de material
que permita a realização do diagnóstico etiológico em laboratório local ou de referência,
aconselhamento para redução de risco, tratamento de parceiros, orientações para adesão aos
tratamentos fracionados, promoção e disponibilização de preservativos.

12. CUIDADOS

O cuidado principal no que se refere à prevenção das doenças sexualmente transmissíveis


(DTSs) é simples: use camisinha. O preservativo, feminino ou masculino, protege contra a
grande maioria das DTSs, garantindo um sexo seguro e sem preocupações. Além disso,
previne a gravidez indesejada.

Sempre que desconfiar de alguma alteração na região vaginal, procure atendimento médico.
Os exames proporcionarão informações confiáveis ao profissional de saúde que cuidará de
você, indicando quais são os procedimentos necessários para restaurar seu bem-estar. Seja
um quadro mais corriqueiro de infecção ou uma doença que exija maiores cuidados, ter um
diagnóstico preciso em mãos é o primeiro passo para a recuperação.

Além disso, nesses momentos é importante também ter mais cautela nas relações sexuais.
Isso porque é preciso impedir também a cadeia de transmissão da doença. Use camisinha
para se proteger – e também proteger seu parceiro.

Os sintomas são sinais que podem indicar uma irregularidade no organismo. Entretanto,
depois do diagnóstico de uma doença, é preciso fazer o acompanhamento correto do
tratamento. Acreditar que o desaparecimento do sintoma significa a cura total da enfermidade
é um erro comum, que pode mascarar futuras complicações. A infecção pode evoluir para
formas crônicas graves, e manter-se a transmissão. Desse modo, siga inteiramente as

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instruções que foram passadas na consulta. Apenas um médico poderá dizer se você está
realmente curada, e quais os cuidados que deve tomar a partir do fim do tratamento.

Estabelecer uma relação de confiança com o médico responsável pelo seu atendimento é
fundamental para o cuidado da sua saúde sexual e reprodutiva. Enquanto existirem barreiras
entre você e o profissional que está atendendo, as orientações que ele dará podem não se
adequar a você. Assim, é preciso encontrar um médico que lhe faça sentir confortável em
falar sobre assuntos íntimos como vida sexual e afetiva, que farão diferença para entender
seus hábitos e preocupações mais importantes. Lembre-se que a tarefa do médico é orientar
claramente, com o objetivo de maximizar sua saúde e bem-estar – e nunca julgar as pacientes.

13. CONVIVENDO

É possível ter uma vida saudável e prazerosa depois da descoberta de uma doença
sexualmente transmissível (DST). Com informação e responsabilidade, as doenças podem
ser contidas. Além disso, muitas delas têm cura, e quanto mais precoce o diagnóstico, mais
facilitado fica o tratamento.

O diagnóstico de uma DTS pode trazer desconforto, baixa autoestima e ansiedade. Alguns
casais enfrentam, ainda, crises de confiança quando descobrem uma doença. Em uma
pesquisa feita no Ambulatório de Colposcopia da Santa Casa de São Paulo, 69% e 66% das
mulheres entrevistadas relataram sentir preocupação e medo, devido ao aparecimento de
verrugas genitais. Em seguida, apareceram os sentimentos de raiva (31%), tristeza (28%),
vergonha (24%), culpa (17%), surpresa (14%) e impotência (7%). Apenas 3% sentiram
indiferença. 41% delas tiveram alteração na atividade sexual por causa das verrugas, embora
menos da metade (49%) tenha dito que passou a usar preservativos em todas as relações
sexuais após o diagnóstico de contaminação pelo HPV. Uma em cada cinco mulheres relatou,
ainda, conflito com o parceiro, relacionando a doença com infidelidade.

Assim, podemos ver que não é fácil descobrir uma DTS. Nesses momentos delicados, é
importante ter calma e buscar o apoio de pessoas de confiança, que podem ajudar você a
enfrentar essa situação. É importante ter em mente que todas as pessoas estão sujeitas a pegar
uma DST, e essas chances aumentam muito com comportamento de risco – como transar sem

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camisinha. Abrir mão do preservativo, mesmo em uma relação estável, é estar suscetível ao
contágio por doenças que, às vezes, nem a outra pessoa sabe que tem. Previna-se.

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14. CONCLUSÃO

A qualidade da saúde publica tem sido um desafio para a nossa sociedade e para o mundo
fora visto que actualmente tem se registado alto índice na mortalidade prematura devido a
doenças transmissíveis. Há que dar uma atenção especial para o problema das DTSs
principalmente no nosso país pois tem se registado a cada ano, o aumento dos casos de
doenças de transmissão sexual (DTS).

Uso das formas de prevenção, como o preservativo masculino ou feminino deve ser
prioridade quando não se tem segurança em relação a saúde a paceira ou a pessoa com quem
vai se fazer as relações sexuais. A divulgação da informação através de palestras, cartazes ou
uso da TV e Radio devem ser indispensáveis para ajudar a salvaguardar a saúde publica na
nossa sociedade inerente a questão das doenças de transmissão sexual.

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15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Brasil. Ministério da Saúde. Norma Técnica de Prevenção e Tratamento dos Agravos


Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes. Brasília, 2004.

CEBRAP, Ministério da Saúde. Relatório da pesquisa “Comportamento Sexual da População


Brasileira e Percepções do HIV/AIDS “. São Paulo, setembro de 2000.

Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Hepatitis B virus: a comprehensive
strategy for eliminating transmission in the United State through childhood vacination.
Recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices. A C.I.P. MMWR
42: 1-13, 1993.

Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Increase in fluoroquinolone-resistant


Neisseria gonorrhoeae – Hawaii and California, 2001. MMWR,2002;51(46):1041-44.

GUTMAN, L. Gonococcal diseases in infants and children. In: Holmes et al., eds. Sexually
transmitted diseases. New York: McGraw-Hill Inc, 1999: 1146,Table 82-1.

HOLMES, KK. Azitromycin versus penicillin for early syphilis.N Engl J Med
2005;305(12):1291-3.

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transmitted diseases diagnostic algorithms among family planning clients in Dar es Salaam,
Tanzania. Sex Transm Infect. 1998 Jun;74 Suppl 1:S132-8.

http://www.aids.gov.br/pagina/dst-1

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_controle_das_dts.pdf

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