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ACIONAMENTOS HIDRÁULICOS E PNEUMÁTICOS

INSTITUTO POLITÉCNICO – Centro Universitário UNA – 2019/2

PRÁTICA 6 – 29/10/2019
Lucas Tadeu Lopes, Marlon Lopes,

1. INTRODUÇÃO

O termo pneumática é derivado do grego Pneumos ou Pneuma


(respiração, sopro) e é definido como a parte da física que se ocupa da
dinâmica e dos fenômenos físicos relacionados com os gases ou vácuos. É
também o estudo da conservação da energia pneumática em energia
mecânica, através dos respectivos elementos de trabalho. (PARKER
TRAINING, Tecnologia Pneumática Industrial, 2000).

O objetivo da prática é controlar uma sequencia de movimentos


pneumáticos dado uma situação problema. Esse problema consiste em dobrar
uma chapa sobre uma ferramenta de dobrar acionada pneumaticamente. Após
o tensionamento da peça através de um cilindro de tensionamento A, de ação
simples, efetua-se a primeira dobra através de um cilindro de dupla ação B e
finalmente, por outro cilindro de dupla ação C, a dobra final da peça. A partida
se dá por um botão manual. O circuito deve ser desenvolvido de maneira a
efetuar um ciclo de trabalho em cada partida.

2. METODOLOGIA

Para esta tarefa, desenvolvemos um diagrama pneumático e definimos


algumas condições:

i. A sequencia algébrica do circuito é: A+B+C+C-B-A- ;


ii. O diagrama trajeto é:
iii. O esquema de comando utilizando o método cascata foi
demonstrado na figura 1.

O laboratório de pneumática consiste nos seguintes equipamentos:

 Compressor WEG modelo MO01C0X0X0000301332 – tipo duplo efeito

 Reservatório com capacidade de 60.4 bar

 Bancadas com linha de mangueiras pneumáticas flexíveis com registro


na saída

 Maletas pneumáticas

Para atender aos objetivos propostos, utilizados o programa FLUIDSIM para


montagem do circuito (figura 1).

figura 1

2.2 1.4

2 4 2 4 2
1 1

5 3 5 3
2 1 1
1 1

2.2
1 3

4 2

2
5 3
1

1 3 2
1.4

1 3
Depois, realizamos a montagem do circuito na “maleta pneumática” do
laboratório conforme foto 1 abaixo.

Foto 1

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foi verificado que ao acionar a botoeira, o cilindro A avançava, depois o


cilindro B e, por último o cilindro C, e essa primeira parte tem a configuração
algébrica A+B+C+, porém não conseguiu-se fazer os movimentos da segunda
parte do trajeto, que seriam C-B-A-. Diante do ocorrido, percebemos que a
maleta pneumática disponível no laboratório não tem válvula gatilho, somente
com roletes, e isso não deixava o cilindro C retornar primeiro que o B. Outra
observação foi que havia perda de pressão na linha do cilindro de simples ação
A, fazendo com que seu curso ficasse com velocidade reduzida. Uma solução
para esse último caso, seria um temporizador para o cilindro com retorno por
mola.
4. CONCLUSÃO

Conclui-se que o laborátório de pneumática da UNA é um ambiente


onde podemos agregar conhecimento teórico e prático para aplicação de
sistemas pneumáticos.

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 Componentes e Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos: Símbolos Gráficos


e Diagramas de Circuitos ABNT – Associação Brasileira de Normas
Técnicas
 ISO 1219-1, Fluid power systems and components – Graphic symbols
and circuit diagrams – Part 1: Graphic symbols
 ISO 1219-2, Fluid power systems and components – Graphic symbols
and circuit diagrams – Part 2: Circuit diagrams
 DRAFT INTERNATIONAL STANDART ISO/DIS 14617-5. Graphical
symbols for diagrams. Part 5: Measurement and control devices
 Apostila M1001 BR Agosto 2000, Tecnologia Pneumática Industrial
Parker Training
 Automação Pneumática, Projetos Dimensionamentos e análise de
circuitos, 2ª edição, 2004