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INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

PROJECTO

Museu do Saber
Centro de transmissão de conhecimentos e promoção intergeracional

Realizado por:
Joana Cristina Ferreira Martins Cordeiro, nº20325
Maria José, nº
Paula Gabriel, nº 31879
Tânia Eloisa Ramos Alves, nº 18009

Docente: Dra. Emília Nogueiro


Unidade Curricular: Temas Aprofundados em Dinâmicas Sociais de Desenvolvimento Local
1º Ano de Mestrado de Educação Social
Bragança, Junho de 2014
Índice

Sumário
Introdução
1. Natureza do projeto
2. Delimitação/Localização física
3. Fundamentação científica
4. Atividades
5. Metodologia
6. Recursos Humanos
7. Recursos Materiais
8. Recursos Financeiros
9. Estratégia Avaliativa
Referências Bibliográficas
Anexos

Resumo

O Museu do Saber teve como origem o propósito de dar a conhecer profissões


tradicionais no meio rural do nordeste transmontano, que estão em via de extinção.
Profissões como: pastores, pequenos artífices: carpinteiro, ferreiros, artesãos, alfaiates,
costureiras, barbeiros, cesteiros, tecedeiras e rendeiras. Tendo este projeto uma vertente
pedagógica-didática, e é uma iniciativa de cariz local.

Palavras-chave: saber, tradicionais, pedagógica-didática e local.

Introdução
No âmbito da Unidade Curricular de Temas Aprofundados em Dinâmicas
Sociais de Desenvolvimento Local foi proposto a elaboração de um projeto que
promovesse o desenvolvimento local.
Assim, o Projeto concretizado é um Projeto de Intervenção Local que consiste na
criação de um Centro de promoção e transmissão de conhecimentos intergeracionais. É
um projeto que tem como filosofia trabalhar com os indivíduos.
Do ponto de vista organizacional o presente trabalho encontra-se dividido em
dez partes: natureza do projeto; a delimitação/ localização física do mesmo; a
fundamentação científica; seguindo-se as atividades aplicadas; a metodologia usada no
desenho do projeto; tendo lugar posteriormente os recursos humanos, materiais e
financeiros. Por último é a fase da avaliação, neste caso são as estratégias avaliativas
que compõem este projeto.

1. Natureza do Projeto

De acordo com Brejo (2012) um projecto é um processo de acção construído a


partir do diagnóstico de uma situação, da escolha de objectivos coerentes que se referem
a essa situação e de diferentes meios de concretização desses objectivos ao longo do
processo de acção, o que implica diversas actividades articuladas entre si, que visam
solucionar um dado problema.
Assim, o presente Projecto constitui-se como um Projecto de Intervenção Local,
com a criação de um Centro de promoção e transmissão de conhecimentos
intergeracionais denominado de Museu do Saber.
Tem como filosofia subjacente trabalhar com os indivíduos e não para os
indivíduos de modo a que estes tenham uma coparticipação ativa ao longo do processo,
desenvolvendo assim a autonomia e qualidade de vida dos mesmos.
Neste âmbito constituem-se como objetivos gerais: promover um contexto
favorável à interação geracional entre idosos e crianças assim como promover o bem-
estar e qualidade de vida dos mesmos. Para tal o presente projeto propõe-se alcançar os
seguintes objetivos específicos: promover um estilo de vida ativo dos idosos; promover
o relacionamento interpessoal/intergeracional; prevenir o isolamento social dos idosos;
desmistificar estereótipos relativos à terceira idade na perspetiva das crianças e
proporcionar a transmissão de conhecimentos entre gerações, sobre atividades
tradicionais.
Com efeito, constitui-se como meta do presente projeto, expandi-lo a outras
freguesias rurais do norte do país após um período experimental de dois anos.

2. Delimitação/ Localização Física

A implementação do projeto terá lugar no concelho de Macedo de Cavaleiros,


nomeadamente na Freguesia de Talhas.
Talhas situa-se no extremo sudeste do concelho, no limite com o vizinho
concelho de Vimioso, tendo já pertencido ao concelho de Bragança e ao couto de Izeda,
comarca de Chacim em 1853, atualmente extintos. Situa-se na margem direita do rio
Sabor e é delimitada a nascente por esse rio, a Norte pelas aldeias de Talhinhas e
Gralhós, a Oeste pela Ribeira de Vale de Moinhos e as aldeias de Morais e Lagoa.
É uma das maiores freguesias do concelho de Macedo de Cavaleiros e abrange
uma área de 43,6 quilómetros quadrados. De acordo com os censos de 2011 o número
de habitantes é hoje de 530 habitantes, sendo cerca de 80% população idosa.
A denominação de Talhas deriva do latim ‘tinalia’, que significa talha ou vaso. A
freguesia de Talhas teve a sua origem em épocas muito recuadas, mas das quais ainda
restam alguns vestígios.
O seu povoamento, ao que tudo indica, começou na Idade do Ferro, pois tem um
Castro Romano junto ao Rio Sabor que supõe que foi habitado na primeira idade ferro
em Portugal.
Talhas caracterizou-se desde sempre por ser agro-pastoril, ou seja, terra de
lavradores, pastores e pequenos artífices: carpinteiros, ferreiros, artesãos, alfaiates,
costureiras, barbeiros, cesteiros, tecedeiras e rendeiras, o que é típico de uma região do
interior, vivendo numa economia de sobrevivência.
Do seu património fazem parte monumentos históricos como: a Igreja Matriz e
as Capelas do Divino Espirito Santo, a da Senhora das Neves, a de Santo Amaro e da
Senhora da Boa Viagem, tendo como padroeiro São Miguel.
Tendo em conta que a implementação passa por uma parceria com a Junta de
Freguesia local, o Museu dos Saberes situar-se-á, nas instalações da antiga Escola
Primária1, uma vez que se encontra encerrada definitivamente desde 2006, devido à
reorganização da rede escolar e não está, atualmente, a ser utilizada para qualquer
finalidade.

3. Fundamentação científica

A concretização do projeto baseou-se numa reflexão essencialmente apoiada em


três aspetos: o crescente índice de envelhecimento dos meios rurais; a desvalorização
que se tem vindo a verificar relativamente às tradições e atividades antigas e a
1
Esta Escola Primária foi criada, de acordo Rodrigues (2005) por um decreto de 4 de Outubro de 1901.
importância da recriação e valorização dessas atividades através da transmissão de
conhecimentos às gerações mais jovens.
Neste contexto, o fenómeno do duplo envelhecimento da população,
caracterizado pelo aumento da população idosa e pela redução da população jovem, tem
cada vez mais ênfase na nossa sociedade. Se há 30 anos, em 1981, cerca de ¼ da
população pertencia ao grupo etário mais jovem (0-14 anos), e apenas 11,4% estava
incluído no grupo etário dos mais idosos (com 65 ou mais anos), em 2011, cerca de 15%
da população incluía o grupo etário mais jovem e cerca de 19% da população referia-se
a pessoas com 65 ou mais anos de idade. (INE 2011). O índice de envelhecimento está a
aumentar sendo que Portugal tem atualmente mais população idosa do que jovem.
O envelhecimento da população representa um dos fenómenos demográficos
mais preocupantes nas sociedades modernas do século XXI. (INE 2011).
Este é também um indicador de que a esperança média de vida está a aumentar.
Estima-se que até 2050 a população de todas as regiões, envelhecerá, podendo o Índice
de Envelhecimento situar-se nos 243 idosos por cada 100 jovens. De realçar que o ritmo
de envelhecimento será particularmente acentuado na região Norte. (INE 2011, p. 142).
Este fenómeno tem marcadamente reflexos de âmbito socioeconómico com
impacto no desenho das políticas sociais e de sustentabilidade, bem como alterações de
índole individual através da adoção de novos estilos de vida. (INE 2011, p. 9).
Inevitavelmente esta questão conduz ao desenvolvimento de políticas que
respondam às necessidades da população mais idosa. Pois, como refere Carvalho (2002,
cit por Valente, 2010) a velhice não tem de ser vivida dramaticamente como um fardo a
suportar pela sociedade ou como uma inferioridade cívica a esconder pelo indivíduo ou
pela comunidade (p.2). Para tal devem ser disponibilizados recursos, no sentido de
assegurar a qualidade de vida dos idosos.
Foi neste sentido que teve origem o presente projeto de intervenção, pautando-se
numa intervenção que promova a qualidade de vida através da manutenção de atividade,
bem como transmissão de conhecimentos, nomeadamente às gerações mais jovens.
Neste sentido, a sociedade em geral olha para os idosos de uma maneira
diferente e estereotipada só porque são “velhos”, embora muitas das vezes estas
concepções acerca da pessoa idosa, sejam falsas e irracionais. Por conseguinte, estes
preconceitos levam a crenças de que o envelhecimento torna as pessoas senis, inativas,
fracas, dependentes e inúteis. Como tal, a juventude é vista pela sociedade como uma
virtude, já a velhice é vista como uma ofensa, mas contrariamente, esta é um potencial
do ser humano e não tem que ser vivida de forma inferiorizada e escondida por parte do
idoso e da comunidade, sendo importante disponibilizar todos os recursos, tanto
científicos, como sociais e educativos, com a finalidade de garantir o bem-estar físico e
psicológico deste tipo de população (Carvalho & Baptista, 2004).
De acordo com a OMS (1993, cit por Tailor, 2001) entende-se por qualidade de
vida a perceção que um individuo tem do seu lugar e existência, com contexto e cultura
e do sistema de valores em que vive, em relação com os seus objetivos, suas
expectativas, suas normas, suas inquietudes. Trata-se de um conceito muito amplo que
está influenciado de modo complexo pela saúde física do sujeito, pelo seu estado
psicológico, o seu nível de independência, as suas reações sociais, assim como a sua
relação com os elementos essenciais à sua volta.
Face ao exposto, torna-se crucial a dinamização e promoção de atividades que
impliquem uma relação inter-geracional. Pois a programação de atividades permitir
desenvolver um papel mais ativo dos idosos na sociedade, aumentar as interações
sociais e interculturais bem como a manutenção de certos papéis perante a sociedade e a
aquisição de novos, tal resulta num aumento consequente da rede social do idoso (Faria
& Marinho, 2004).
Neste âmbito, Vega e Bueno (Vega & Bueno, 1994) referem que os programas
intergeracionais são uma nova metodologia de ação social, definem-se como sendo
intergeracional quando há uma união de várias gerações em atividades planeadas com o
intuito de desenvolver novas relações e objetivos específicos, permitindo ao mesmo
tempo a troca de informações, bem como, uma aprendizagem mútua e contínua. Estes
apresentam-se como o resultado do envelhecimento da população a fim de demonstrar a
utilidade e a capacidade de atuação por parte dos idosos, e aproveitar os recursos quer
económicos, quer sociais de toda a sociedade, não sendo um intercâmbio unidireccional
nem passivo. Assim, os programas intergeracionais desenvolvem a solidariedade das
gerações como a interdependência entre estas (Vega & Bueno, 1994).
4. Atividades
5.
6. Metodologia
A criação do Projeto do “Museu do Saber”, surgiu devido a se ter contato direto com o
meio rural.
O desenho deste projeto iniciou-se com uma pesquisa bibliográfica sobre a terceira
idade. Através desta pesquisa começou-se a deparar com alguns estudos que revelavam
falta de ocupação para os idosos, com os idosos a dizer que sentiam a necessidade até
ter espaços recreativos/ associações para podem ocupar os tempos livres.
A segunda fase foi a escolha do local de implementação. A primeira coisa que se decidiu
foi que a localização teria de ser no distrito de Bragança, em seguida selecionou-se a
localidade de Talhas.
A terceira fase foi a implementação do inquérito por questionário a idosos da localidade
de Talhas. Com este instrumento pode-se confirmar as necessidades dos idosos
comparativamente com os estudos que recolhemos.
Em seguida, realizou-se uma visita à Vila de Talhas para observar potenciais recursos
que se poderá utilizar. Realizou-se o primeiro contato com o Presidente da Junta de
Freguesia de Talhas, onde se proporcionou a visita a locais que se pode aproveitar.
Nesta visita ficou-se com a sensação que a escola primária era o local certo, pois está
desativada.
7. Recursos humanos
Além do gestor e promotor do projeto, o Educador Social, também haverá a necessidade
de outras pessoas para a dinamização do projeto: formadores de formadores, formadores
de outras áreas específicas, monitores de ginástica, monitor de biodança, animadores
socioculturais. Ainda contar-se-á com a ajuda de intervenientes da Junta de Freguesia.
8. Recursos materiais
9. Recursos Financeiros

A concretização deste projeto basear-se-á em financiamento em três níveis:


 Para remodelação de espaço e aquisição de equipamentos:
Candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional)
Constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de coesão
económica e social em Portugal. Assume como grande desígnio estratégico a
qualificação dos portugueses, valorizando o conhecimento, a ciência, a tecnologia e a
inovação, bem como a promoção de níveis elevados e sustentados de desenvolvimento
económico e sociocultural e de qualificação territorial, num quadro de valorização da
igualdade de oportunidades e, bem assim, do aumento da eficiência e qualidade das
instituições públicas.
A prossecução deste grande desígnio estratégico é assegurada pela concretização
de três grandes Agendas Operacionais Temáticas: Agenda Operacional para os Fatores
de Competitividade;
Agenda Operacional para a Valorização do Território e Agenda Operacional para o
Potencial Humano (onde se insere o presente Projeto, realizado
através do domínio de Intervenção: Equipamentos para a Coesão Local) (www.qren.pt)
 Para apoio aos idosos no pagamento das mensalidades ao Centro de
Atendimento:
Candidatura ao PAII – (Programa de Apoio Integrado a Idosos - Instituto da
Segurança Social)
O Programa de Apoio Integrado a Idosos (PAII) caracteriza-se por um conjunto
de medidas inovadoras que contribuem para a melhoria da qualidade de vida das
pessoas idosas, prioritariamente no domicílio e no seu meio habitual de vida,
desenvolvendo-se através de projetos de desenvolvimento central e a nível local.
Destina-se a pessoas a partir dos 65 anos, famílias, vizinhos, voluntários, profissionais e
comunidade em geral. (www.seg-social.pt)

 Estabelecimento de um valor monetário aplicado aos potenciais


destinatários do projeto.
Porém o valor a designar por sessão será fixado posteriormente junto dos
agentes do projeto, tendo em conta que a natureza de cada atividade suporta custos
diferentes, quer pela dimensão do grupo quer pelo tipo de atividade que se irá
desenvolver.

10. Estratégia Avaliativa

A avaliação é um processo de reflexão que permite explicar e avaliar os


resultados das ações realizadas. (Serrano, 2008 cit por Valente 2010, p. 64).
Neste sentido, de forma a obter um feed-back quer dos destinatários quer dos
idosos a avaliação será realizada através de:
- Inquérito por questionário aos destinatários do projeto. Aplicado no final de cada
sessão, no sentido de apurar o grau de satisfação dos participantes.
- Inquérito por entrevista aos idosos, no sentido de perceber as principais dificuldades
bem como potencialidades no âmbito da realização das atividades.
Não obstante, como refere Valente (2010) é pela avaliação que nos damos conta
dos erros de modo a podermos corrigi-los, por isso a avaliação é tida como um meio
para melhorar as nossas práticas (p.64). Pois, apesar de a avaliação apresentar
limitações e dificuldades é considerada como um elemento constitutivo de qualquer
processo educativo e está presente em todo o esboço de uma intervenção, desde a
identificação de necessidades até aos objetivos traçados para a intervenção, o processo
da sua realização ou execução e a etapa final dos resultados” (Serrano 2008 cit por
Valente 2010, p. 64).
Em síntese, a avaliação deve não só fazer parte da fase final de um projeto, mas
sim uma avaliação continua, isto é deve estar presente do início ao fim.
Em suma, a avaliação não faz parte apenas da fase final de um projeto, ela deve
ser uma tarefa sistemática pois deve estar presente desde o início até ao fim da
intervenção, de modo a conceder a possibilidade de redefinição de prioridades e de
métodos de trabalho.
Referências Bibliográficas

- Brejo, A. (2012). Texto de apoio sobre projectos na intervenção local e social.


Departamento de Sociologia da Universidade de Évora.
http://www.cisa-as.uevora.pt/.../textos/Projectos-TextoApoioIntrodutorio.pdf acedido
em 19/05/2014

- Carvalho, A. & Baptista, I. (2004). Educação Social: Fundamentos e estratégias.


Colecção Educação e Trabalho Social. Vol. 1. Porto: Porto Editora.

- FARIA, Luísa & MARINHO, Cláudia (2004). Actividade Física, saúde e qualidade de
vida na terceira idade. Porto: Revista Portuguesa de Psicossomática, 6 (oo1), 93-99.

- INE, I.P., (2011) Censos 2011 – Resultados Provisórios. Lisboa-Portugal


http://www.ine.pt/ a 20/05/2014

- Taylor, E. J. – Spiritual assessment – in Textbook of Palliative Nursing, editado por


Betty Rolling Ferrel e Nessa Coyle, Oxford University Press, 2001, IS ISBN: 0-19-
513574-1, pp: 397-406.
- Valente, A. (2010) Participação através da animação sociocultural: intervenção com
idosos. Departamento de ciências da educação
https://ria.ua.pt/handle/.../browse?type...Animação+sociocultural acedido em 20/05/2014

- Vega, J.L. & Bueno, M.B. (1994). Los programas intergeracionales. In J. Buendía
(Ed.), Envejecimento y psicologia de la salud (p. 399 – 409). Madrid: Siglo Veintiuno
Editores, SA.
- www.seg-social.pt
- www.qren.pt

Carmo, H.(2007) Desenvolvimento Comunitário, Universidade Aberta, Lisboa

Serrano, G. (2008) Elaboração de Projetos Sociais, Porto Editora. Porto

- Falta a bibliografia de João de Deus Rodrigues (2005).


7. Actividades e tarefas a realizar
7.1 Promoção Socioeducativa
7.1.1. Formação
Acções Duração Objectivos Actividades a desenvolver Parceiros / RH
- Desenvolver a capacidade de leitura e
NERBA
Alfabetização – - 50 aulas escrita; - Reunir, no máximo, 10 idosos por
(1 Formador de
Educação de - 1 vez por semana (2h) - Proporcionar actividade intelectual; turma;
educação de
Adultos - Estimular os níveis de activação - Utilizar experiências do dia-a-dia
Adultos)
cerebral
- Aulas em conjunto, com os
- 7 meses - Optmizar a relação entre as gerações:
alunos do 1º ciclo Escola JI, EB-2,3
Educação - De Outubro 2015 a - Combater estereótipos sobre o idoso
- Conto de histórias Ciclo de Izeda
inter-geracional Abril 2016 nas gerações mais jovens;
- Sessão de esclarecimento aos
- 1 vez por mês - Sentir o idoso útil
alunos sobre a 3ª idade
- Reconstrução da identidade social do
- 3 meses idoso; - Aulas personalizadas
NERBA
Aulas de -Fevereiro 2016 a Abril - Familiarizar com as novas (esclarecimento pessoal)
(1 Formador de
informática 2016 tecnologias;
TIC)
- 1 vez por semana - Promover contacto com a - Aulas em grupo
família/amigos
Em cada sessão abordar questões:
Workshop - 7 meses
- Promover a saúde; de higiene, alimentação,
“Envelhecer - De Outubro 2015 a Centro de Saúde
- Estimular a autonomia; medicação, prevenção de quedas,
com saúde" Abril 2016 (1 Enfermeiro)
- Promover qualidade de vida importância da actividade física.
- 1 vez por mês
diabetes e primeiros socorros
- 3 Sessões
Workshop - Sessões de esclarecimento em
- Novembro 2015 - Prevenir situações de risco GNR – Macedo de
“Segurança e grupo, sobre assaltos, incêndios e
- 1 vez por semana (1h) Cavaleiros
Prevenção” insegurança
Tendo em conta que este Projecto se caracteriza pela intervenção socioeducativa, as restantes áreas de intervenção apenas serão referidas,
sem caracterização pormenorizada, uma vez que se constituem como restantes serviços do Centro de Atendimento.

7.2 Promoção Sócio Cultural


7.3 Promoção de Actividade Física
7.4 Gestão financeira
7.5 Voluntariado

8. Calendarização

2015 2016
Fases
J F M A M J J A S O N D J F M A M J
Candidatura do X X X X
Projecto
Estabelecimento X X
de Parcerias
Divulgação do X X
Centro
Inscrições X X
Candidatura a X
PAI – Ajuda
comparticipação
das actividades
Execução das X X X X X X X
actividades
Avaliação X X