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Guilherme Santos, Joilza Fernandes, Juliana Silva, Márcia Martins, Melissa

Figueiredo, Rafael Mascarenhas, Rita de Cássia, Silas Santos, Vanessa Oliveira,


Wiliam Camilo.

E-Learning

Salvador
2019
CURB – Centro Universitário do Brasil, rede UNIRB
Guilherme Santos, Joilza Fernandes, Juliana Silva, Márcia Martins, Melissa
Figueiredo, Rafael Mascarenhas, Rita de Cássia, Silas Santos, Vanessa Oliveira,
Wiliam Camilo.

E-Learning

Trabalho somatório de nota para a


avaliação II ao curso de Bacharelado em
psicologia, disciplina: Desenvolvimento de
Pessoas e Saúde nas Organizações.
Docente: Regina Alonso

Salvador
2019
Chamado de E-Learning ou educação a distância, o termo já foi variável
dependendo da época e do autor que elencava novos termos, ou novas termologias
para essa modalidade de ensino. Esse gênero de ensino não é recente há relatos
datados de meados e final do século XX. Apesar de se tratar de poucas décadas é
importante relatar que a tecnologia evoluiu em velocidade extremamente diferente no
século XXI, em relação ao anterior, o que faz com que o modelo de ensino a distância
no século XXI seja influenciado por novas tecnologias que surgem. Hoje é possível
acessar o conteúdo de aula na palma da mão e de forma instantânea, enquanto no
passado ele poderia ser até por cartas.
O surgimento do E-Learning segundo Rosenberg (2001, apud Borges-Andrade;
Abbad; Mourão, 2006, p. 155) surge nas forças armadas dos Estados Unidos da
América no ano de 1960, através de parcerias feitas com universidades, porém na
época essa tecnologia não era comum a todos e só durante a década de 1980 com
a avanços dos computadores para computadores pessoais eles puderam usa-los
como computadores instrucionais, ainda que na época fossem encontrados vários
outros problemas técnicos relacionado ao uso da linguagem de computador (hardware
e Software), também se deparam com as mudanças de base de conhecimento que
mudava rapidamente.
O mesmo autor elenca que para o processo de E-Learning ser bem sucedido
são necessários os seguintes passos: Incluir treinamento on-line; incluir coordenação
entre o E-Learning e os demais esforços de aprendizagem; ter infraestrutura
(capacidade tecnológica – acesso e gestão); Cultura de aprendizagem ( ambiente
organizacional que encoraje a aprendizagem); Estudo de caso ( fazer estudo piloto
para verificar se há vantagem em aplicar o E-Learning para; Reinvenção da
organização de treinamento ( modelo de organização de negócios que apõe o E-
Learning – administra sob uma nova abordagem).
É importante salientar que o E-Learning mencionado no texto está voltado para
um ambiente organizacional e é utilizado como instrumento para o treinamento e
desenvolvimento de pessoas, porém segundo Borges-Andrade, Abbad e Mourão
(2006, p. 155) a proposta do E-Learning vai além de treinar funcionários usando
cursos da rede mundial de computadores. segundo Rosenberg (2001, apud Borges;
Abbad; Mourão, 2006, p. 156) o E-Learning deve promover soluções tanto no
treinamento quanto gestão do conhecimento nas organizações.
Referência

BORGES-ANDRADE, Jairo, E; ABBAD, Gardênia da Silva; MOURÃO, Luciana.


Treinamento, desenvolvimento e educação em organizações e trabalho:
Fundamentos para gestão de pessoas. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 155 - 156