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Apostila sobre Opções — Harrison Investimentos por Gabriel Diniz

Harrison Investimentos

Professor: Gabriel Diniz

Curso Harrison EAD

Módulo Opções

Brasília — 2018

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MÓDULO OPÇÕES

HARRISON INVESTIMENTOS

PADRÕES UTILIZADOS NO PRICE ACTION MARCOS MENEZES

CURSO EAD QUERO SER TRADER

BRASÍLIA — 2019

HARRISON INVESTIMENTOS PADRÕES UTILIZADOS NO PRICE ACTION MARCOS MENEZES CURSO EAD QUERO SER TRADER BRASÍLIA —

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MARTELO (HAMMER)/HOMEM ENFORCADO (Hanging Man)

Esses dois tipos de padrões indicam reversão de tendências de alta e de baixa. O padrão Martelo, quando aparece em um fundo em um movimento de baixa, significa reversão de tendência para alta. Agora, se o padrão Homem Enforcado aparece em uma tendência de alta, indicando um topo, há grande chance de reversão à tendência de baixa. Para confirmar a visualização desses candles, a sombra deve ser pelo menos duas vezes maior que o seu corpo.

FIGURA 1

ser pelo menos duas vezes maior que o seu corpo. FIGURA 1 Fonte: o autor. 2

Fonte: o autor.

2 MARTELO INVERTIDO (Inverted Hammer)/ESTRELA CADENTE (Shooting Star)

2.1 Martelo Invertido — Acontece em tendências de baixa, indicando fundos, o tamanho da som-

bra deve ser pelo menos duas vezes maior que o corpo do candle. Esse padrão indica reversão de uma tendência de baixa para uma tendência de alta. A cor não é relevante, pode ser candle de alta ou baixa.

2.2 Estrela Cadente Estrela Cadente é um padrão de baixa que sinaliza a reversão de um mo-

vimento de alta do preço para um movimento de baixa. Formado por um candle de grande sombra superior. Há um mito de que o candle não pode ter sobra inferior (abaixo do corpo), mas pode haver sim uma sombra pequena. A cor do candle não é importante, podendo ser candle de alta ou baixa.

FIGURA 2

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Fonte: o autor.

3 DOJI

Doji Candle é bastante importante, dependendo do contexto em que se encontra, podendo sina- lizar continuidade até uma confirmação de reversão de tendência. O Doji é um candle com o corpo pequeno cercado por sombras e significa que, naquele momento, houve uma grande briga entre vendedores e compradores e que o preço se manteve estável, ou seja, a tendência que antes havia encontrou grande força para sua reversão.

FIGURA 3

havia encontrou grande força para sua reversão. FIGURA 3 Fonte: o autor. FIGURA 4 — Exemplo

Fonte: o autor.

FIGURA 4 — Exemplo de reversão do Doji

3 Fonte: o autor. FIGURA 4 — Exemplo de reversão do Doji Fonte: o autor. 4

Fonte: o autor.

4 INSIDE BAR

Esse é um importante padrão de candle, ele indica forte continuação de tendência. O trader deve utilizá-lo como uma forma de entrada em firme tendência de alta ou de baixa. Mas ainda existe possibilidade de se tornar uma falsa continuação de tendência e se transformar num movimento de reversão.

Como o Inside é um candle relativamente pequeno faz com que seu Stop Loss seja menor, possi- bilitando a entrada e um RISCO/RETORNO consideravelmente melhor.

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FIGURA 5

FIGURA 5 Fonte: o autor. FIGURA 6 — Padrão Inside do Inside . Fonte: o autor.

Fonte: o autor.

FIGURA 6 — Padrão Inside do Inside.

5 Fonte: o autor. FIGURA 6 — Padrão Inside do Inside . Fonte: o autor. FIGURA

Fonte: o autor.

FIGURA 7 — Padrão de continuidade do Inside.

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Fonte: o autor. FIGURA 8 — Padrões em gráfico do Inside. CURSO EAD QUERO SER

Fonte: o autor.

FIGURA 8 — Padrões em gráfico do Inside.

Fonte: o autor. FIGURA 8 — Padrões em gráfico do Inside. CURSO EAD QUERO SER TRADER

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Fonte: o autor.

5 FAKEY DO INSIDE CANDLE

Como vimos anteriormente, o Inside candle padroniza uma continuidade forte de um movimento seja ele de alta ou de baixa; o fakey, por sua vez, acontece quando há um falso rompimento do inside seja ele para alta ou para baixa, revertendo o movimento inicial.

FIGURA 9

alta ou para baixa, revertendo o movimento inicial. FIGURA 9 Fonte: o autor. No gráfico a

Fonte: o autor.

No gráfico a seguir veremos um movimento de Fakey. Algumas considerações:

a. O primeiro candle deve ser um Inside (padrão de continuidade de tendência);

b. Pelo movimento normal do preço seria a continuidade do Inside bar; porém, o preço re- verte para o outro lado;

c. O Inside bar é acionado para cima, entretanto, a força vendedora/compradora faz com que o preço seja rejeitado;

d. Após, esse movimento de volta é considerado um Fakey.

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FIGURA 10

FIGURA 10 Fonte: o autor. FIGURA 11 — Mais um exemplo de fakey. CURSO EAD QUERO

Fonte: o autor.

FIGURA 11 — Mais um exemplo de fakey.

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Fonte: o autor. 6 ENGOLFO DE ALTA/ENGOLFO DE BAIXA 6.1 Engolfo de Alta — Após

Fonte: o autor.

6 ENGOLFO DE ALTA/ENGOLFO DE BAIXA

6.1 Engolfo de Alta — Após um forte movimento de baixa, um candle de alta surge tendo seu cor- po maior do que o candle anterior que é de baixa. Esse tipo de movimento de engolfo sinaliza forte reversão com uma confiabilidade alta. O engolfo é a relação de perda de força dos vendedores, fazendo com que os compradores comecem a ganhar força.

OBSERVAÇÃO: O candle não necessariamente deve englobar até as sobras, apenas é preciso englobar o corpo do candle anterior.

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Fonte: o autor. • Agora veremos a demonstração de dois engolfos de alta . Poderemos

Fonte: o autor.

Agora veremos a demonstração de dois engolfos de alta. Poderemos observar que a sobra do segundo engolfo está acima do candle de alta, portanto, vale lembrar que não é neces- sário o envolvimento da sombra.

FIGURA 13

não é neces- sário o envolvimento da sombra. FIGURA 13 Fonte: o autor. 1.2 Engolfo de

Fonte: o autor.

1.2 Engolfo de Baixa — Do mesmo modo que o Engolfo de Alta, o candle anterior deve ser englo- bado pelo candle de baixa. Nesse sentido há um padrão de reversão consolidado de alta confia- bilidade, revertendo, assim, um movimento forte de alta. No Engolfo de Baixa os compradores perdem força, logo, os vendedores tomam as rédeas e conseguem derrubar o preço.

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FIGURA 14

FIGURA 14 Fonte: o autor. Vemos na imagem seguinte uma grande tendência de alta, porém, o

Fonte: o autor.

Vemos na imagem seguinte uma grande tendência de alta, porém, o candle de alta é engolfado pelo candle de baixa. Observamos também que a sombra não necessariamente foi englobada.

FIGURA 15

baixa. Observamos também que a sombra não necessariamente foi englobada. FIGURA 15 Fonte: o autor. 11

Fonte: o autor.

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FIGURA 16 — Nessa imagem vemos uma demonstração dos dois Engolfos.

Nessa imagem vemos uma demonstração dos dois Engolfos . Fonte: o autor. 7 RESISTÊNCIAS E SUPORTES

Fonte: o autor.

7 RESISTÊNCIAS E SUPORTES

As linhas de suportes e resistência são um dos conceitos do Price Action em que compradores e vendedores brigam para ver quem vence a disputa na região. No caso do suporte, os vendedores tentam empurrar o preço para romper esse suporte. E, na linha de resistência, os compradores empurram o preço para cima, tentando romper essa região.

7.1 Resistência

Trata-se de linha traçada onde a força compradora se enfraquece, e a força vendedora entra em ação, derrubando o preço.

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FIGURA 17

FIGURA 17 tor. Fonte: o au- 7.2 Suporte Trata-se de linha traçada onde a força vendedora

tor.

Fonte: o au-

7.2 Suporte

Trata-se de linha traçada onde a força vendedora se enfraquece, e a linha compradora entra em ação, subindo o preço.

FIGURA 18

compradora entra em ação, subindo o preço. FIGURA 18 Fonte: o autor. 8 TRIÂNGULOS Triângulos são

Fonte: o autor.

8 TRIÂNGULOS

Triângulos são figuras que indicam continuidade de movimento, têm um padrão bilateral, ou seja, formados por linhas de suportes e resistências. O uso desses triângulos é caracterizado

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para definição de tendências. Esses triângulos podem ser usados tanto nos day-trades como em trades logos.

Existem três tipos de triângulos: simétrico, ascendente e descendente. Essas figuras designam uma consolidação de movimento, em que o preço muitas vezes surfa dentro desses triângulos.

8.1 Triângulo Descendente (baixa)

Triângulo descendente é definido por uma linha de tendência descendente, vindo do topo mais alto ao mais baixo que caracteriza uma resistência, e outra linha horizontal traçada abaixo dos candles que formam o último suporte.

Como as linhas da figura do triângulo são consideradas resistência e suporte, os trades devem es- perar o rompimento desse triângulo, projetando sua venda no rompimento de suas linhas, também o seu stop gain em um valor aproximado, do tamanho do triângulo.

FIGURA 19

em um valor aproximado, do tamanho do triângulo. FIGURA 19 Fonte: o autor. 8.2 Triângulo ascendente

Fonte: o autor.

8.2 Triângulo ascendente (alta)

Triângulo ascendente é caracterizado por uma linha de tendência ascendente, vindo do fundo mais baixo do gráfico utilizado ao mais alto que caracteriza um suporte, e outra linha horizontal traçada acima dos candles que formam a linha de resistência do gráfico.

Como as linhas da figura do triângulo são consideradas resistência e suporte, os trades devem esperar o rompimento desse triângulo, projetando sua compra no rompimento de suas linhas, in- clusive seu stop gain em um valor aproximado, do tamanho do triângulo.

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FIGURA 20

FIGURA 20 Fonte: o autor. 8.3 Triângulo simétrico Triângulo simétrico é caracterizado por duas linhas diagonais

Fonte: o autor.

8.3 Triângulo simétrico

Triângulo simétrico é caracterizado por duas linhas diagonais traçadas, uma de tendência de alta, e outra de tendência de baixa. O triângulo em questão indica que os preços andam lateralmente, havendo equilíbrio das forças compradoras e vendedoras.

Esse triângulo pode ser tanto de baixa quanto de alta, ou seja, o trader pode operar tanto no rompi- mento da ‘’resistência’’ quanto no rompimento do ‘’suporte’’, agindo com a compra e a venda. Assim como nos outros modelos de triângulos, o stop gain deve ser do tamanho aproximado do triângulo.

FIGURA 21 — No triângulo simétrico, o trader terá a oportunidade de operar na venda, após o rompimento do suporte.

, o trader terá a oportunidade de operar na venda, após o rompimento do suporte. Fonte:

Fonte: o autor.

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FIGURA 22 — Aqui o trader terá a oportunidade de operar na compra após o rompimento da resis- tência.

de operar na compra após o rompimento da resis- tência. 9 RETÂNGULOS • Esse padrão normalmente

9 RETÂNGULOS

Esse padrão normalmente ocorre quando os preços estão consolidados, isto é, anda lateral- mente fazendo com que se crie um retângulo, indicando suporte e resistência no gráfico. O trader ficará atendendo quando uma força maior, seja ela de compra ou de venda, vier romper esse retângulo. Os retângulos podem ser tanto de baixa quanto de alta.

9.1 Retângulo de alta

Nesse caso, o trader trabalhará com a compra, assim que romper a resistência do retângulo.

FIGURA 23

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Fonte: o autor. 9.2 Retângulo de baixa No caso em questão, após o rompimento do

Fonte: o autor.

9.2 Retângulo de baixa

No caso em questão, após o rompimento do retângulo de baixa, o trader se posicionará como ven- dedor.

FIGURA 24

do retângulo de baixa, o trader se posicionará como ven- dedor. FIGURA 24 Fonte: o autor.

Fonte: o autor.

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PIVÔ DE ALTA

Pivô de Alta ocorre quando o mercado marca uma resistência, e os compradores tentam vencê-la; não o conseguindo da primeira vez, eles farão a segunda tentativa, na qual é for- mado o Pivô de Alta; os compradores ganham força e voltam a testar a zona de resistência, rompendo, assim, a força dos vendedores.

FIGURA 25

rompendo, assim, a força dos vendedores. FIGURA 25 Fonte: o autor. 11 PIVÔ DE BAIXA O

Fonte: o autor.

11 PIVÔ DE BAIXA

O Pivô de Baixa tem o princípio igual ao do de alta, só que, agora, os vendedores estão com mais força e tentam romper o suporte na primeira vez; o mercado vem, respira e, após isso, os vende- dores ganham força de novo e rompem na segunda tentativa, fazendo com que os compradores percam força.

FIGURA 26

segunda tentativa, fazendo com que os compradores percam força. FIGURA 26 Fonte: o autor. CURSO EAD

Fonte: o autor.

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12 TOPOS E FUNDOS DUPLOS

Esses tipos de padrões geralmente ocorrem em gráficos superiores ao de 5 minutos, pois tendem a obter sua confirmação com alta confiabilidade. Tais padrões são considerados como de reversão do preço.

12.1 Topo Duplo

Nesse padrão, os compradores vêm com força, tentando romper por duas vezes uma resis- tência e não obtêm sucesso. Depois dessas “duas tentativas” a tendência é que os vende- dores ganhem força e empurrem o preço para baixo.

FIGURA 27

ganhem força e empurrem o preço para baixo. FIGURA 27 Fonte: o autor. 12.2 Fundo Duplo

Fonte: o autor.

12.2 Fundo Duplo

Esse padrão é semelhante ao anterior, só que, dessa vez, quem está com força são os vendedores que tentam empurrar o preço para romper um suporte. Os vendedores tentam romper esse supor- te, mas como há uma tentativa frustrada, os compradores ganham força e levam o preço a novos patamares.

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FIGURA 28

FIGURA 28 Fonte: o autor. 13 OMBRO CABEÇA OMBRO • Esse padrão bastante conhecido é respeitado

Fonte: o autor.

13 OMBRO CABEÇA OMBRO

Esse padrão bastante conhecido é respeitado pelos trades no mercado financeiro, pois seu nível de probabilidade de acerto é maior do que o de alguns padrões. É um modelo de re- versão, ou seja, o trader deve se posicionar na venda.

O OCO ocorre quando os compradores tentam empurrar o preço para cima, o mercado nesse momento está em tendência de alta, só que os compradores não conseguem romper a resistência. O padrão OCO forma três topos seguidos (resistência), sendo o topo do meio (cabeça) maior do que os outros (ombros).

Uma observação importante a fazer é que, se o padrão funciona, o tamanho do Gain será igual ao de pontos que vão do suporte até a cabeça do OCO.

FIGURA 29

do Gain será igual ao de pontos que vão do suporte até a cabeça do OCO.
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FIGURA 30 — Aqui, o padrão não fica exatamente igual ao da imagem anterior; porém, a visuali- zação do OCO é nítida.

anterior; porém, a visuali - zação do OCO é nítida. Fonte: o autor. 14 OMBRO CABEÇA

Fonte: o autor.

14 OMBRO CABEÇA OMBRO INVERTIDO

Esse padrão é o mesmo que o OCO, só que, invertido; porém, quem está no comando é a força compradora, que forma o pivot de alta, rompendo a resistência. Nesse momento, os trades devem se posicionar na compra, observando que o Gain é do tamanho de pontos que vão da linha do pescoço até a da cabeça.

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que o Gain é do tamanho de pontos que vão da linha do pescoço até a
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15 INDICADORES IMPORTANTES PARA ANÁLISE TÉCNICA

15.1 MACD (Moving Average Convergence/Divergence, Convergência e Divergência de Médias Móveis) — Um dos indicadores mais importantes, mas pouco utilizado pelos trades. Ele usa médias móveis em sua composição. Média móvel é a relação dos últimos períodos do gráfico.

15.2 A COMPOSIÇÃO DO MACD

a) Média móvel exponencial de 26 períodos do preço (média longa);

b) Média móvel exponencial de 12 períodos dos preços (média curta);

c) Média móvel exponencial de 9 períodos do próprio MACD.

Utilizaremos o MACD em Histograma, pois facilita a visualização.

FIGURA 32

em Histograma, pois facilita a visualização. FIGURA 32 Fonte: o autor. Vemos na imagem acima que

Fonte: o autor.

Vemos na imagem acima que o MACD indica a euforia dos investidores no mercado e é utilizado para antecipar tendências de mercado e reversões de tendência. O trader, sabendo utili- zá-lo, poderá entrar em compra ou venda com mais confiança.

Na imagem, pudemos observar que, no meio do MACD, há o marco “0.00”, entendido como uma linha que separa vendedores de compradores. Quando o preço começa a reagir de baixo para cima no MACD, observa-se que o gráfico mostra uma tendência à alta no mercado. Já quando o preço reage de cima para baixo, no gráfico pode-se notar que o preço muda a tendência também para baixo.

Quando comprar e vender

Quando o MACD começar a romper a linha (marco 0,00) para baixo, indicará venda, mas, ao romper para cima, indicará compra. Simples, não é?

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16 RETRAÇÃO DE FIBONACCI

Trata-se de uma ferramenta bastante utilizada pelos operadores, baseada em conceitos ma- temáticos que foi desenvolvida por Leonardo Fibonacci no século XIII. O Fibonacci traçado nos dois pontos mais extremos do gráfico é dividido entre os principais índices Fibonacci — 23,6%, 38,2%, 50%, 61,8% e 100%.

FIGURA 33

Fibonacci — 23,6%, 38,2%, 50%, 61,8% e 100%. FIGURA 33 Fonte: o autor. FIGURA 34 Fonte:

Fonte: o autor.

FIGURA 34

Fibonacci — 23,6%, 38,2%, 50%, 61,8% e 100%. FIGURA 33 Fonte: o autor. FIGURA 34 Fonte:

Fonte: o autor.

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Observamos na imagem anterior que o Fibonacci é traçado pelo topo extremo e o fundo ex- tremo do gráfico. O Fibonacci, em outras palavras, indica suportes e resistências, fazendo uma projeção do preço.

17 BANDAS DE BOLLINGER

Esse é um importante medidor de volatilidade do mercado, formado por duas Médias Móveis em que são traçadas e acompanham a movimentação do preço. É bastante utilizada para antecipar movimentos e indicar topos e fundo nos preços.

Banda Superior = Média Móvel Simples (20 dias) + 2 x Desvio Padrão (20 dias)

Banda Inferior = Média Móvel Simples (20 dias) – 2 x Desvio Padrão (20 dias)

FIGURA 35

Simples (20 dias) – 2 x Desvio Padrão (20 dias) FIGURA 35 Fonte: o autor. Na

Fonte: o autor.

Na imagem acima, pode-se notar que o preço tende a se manter sempre dentro das bandas. A maneira mais simples de se usar seria como suportes e resistência. Quando o preço atinge a banda superior, seria indicada uma venda e, quando atinge a banda inferior, uma compra.

17.1 Médias Móveis

Sem dúvida, um dos indicadores mais utilizados pelo trader. A média móvel é a relação dos últimos períodos do preço, ou seja, ela calcula os períodos que o trader quer identificar. Ela é em- pregada para identificar tendências rápidas e longas, oportunidades de compra e de venda, além da resistência no preço, podendo identificar até um pull back.

FIGURA 36 — Utilizando média móvel como compra e venda.

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Fonte: o autor. Em uma estratégia bastante comum, encontraremos a seguinte configuração: 1- Média de

Fonte: o autor.

Em uma estratégia bastante comum, encontraremos a seguinte configuração:

1- Média de 21 períodos 2- Média de 7 períodos

Nessa configuração, observaremos, na imagem anterior, que a média móvel de 7 períodos é representada pela linha azul, quando cruza para cima; na média de 21 períodos, representada pela linha rosa, é configurada uma compra. Quando a média de 7 cruza para baixo, a média de 21 configura uma venda.

18 VWAP

Volume Weighted Average Price

VWAP significa Preço Médio Ponderado Por Volume, ou seja, é a relação do maior volu- me negociado entre compradores e vendedores, em outras palavras, trata-se de um cálculo ou uma média dos preços negociados em determinado período.

Como utilizar Em uma configuração básica de utilização, para determinar compra e venda, inclusive, saída de operações. FIGURA 37

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Fonte: o autor. FIGURA 38 Fonte: o autor. Podemos notar que o VWAP é utilizado

Fonte: o autor.

FIGURA 38

Fonte: o autor. FIGURA 38 Fonte: o autor. Podemos notar que o VWAP é utilizado como

Fonte: o autor.

Podemos notar que o VWAP é utilizado como suporte e resistência do preço. Pode-se, assim, em- pregar a definição de Price Action que ensina que, em uma resistência, o operador deve vender e, em um suporte, deve comprar. Outra maneira de ser utilizado o VWAP seria em pull back. O operador que decidir acompanhar a tendência poderá esperar o preço atingir o VWAP e utilizá-lo como uma oportunidade de entrada.

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