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1.

Sexualidade e Envelhecimento
O envelhecimento é um processo sequencial, individual, cumulativo, irreversível,
universal, não patológico, de deterioração de um organismo maduro, próprio a todos
os membros de uma espécie (Brasil, 2006).

Velhice é definida como a última fase do ciclo vital, delimitada por eventos de
natureza múltipla, que incluem perdas psicomotoras, afastamento social, restrição
em papéis sociais e especialização cognitiva.

Esse mecanismo ocorre de maneira singular e complexa e não representa sinônimo


de incapacidade funcional, dependência ou ausência de vivências sociais e sexuais.
Mesmo na presença de perdas é possível vivenciar uma velhice bem-sucedida.

A velhice bem-sucedida é associada à boa saúde física e mental, atividade e envolvimento


com a vida (Cachioni e Falcão 2009).

O envelhecimento Biológico são as alterações fisiológicas especialmente quanto a


resistência física. Já o Social são as alterações dos papeis que o idoso tem na
sociedade, impostos pela mesma. E o Psicológico é a forma como cada um se
percebe com base em suas próprias crenças e vivências anteriores a sua
identidade.

A terceira Idade como antigamente eram vistos como avós, deveriam permanecer
com o mesmo parceiro até o fim da vida, isentos de uma vida sexual ativa, existia
tabu sobre camisinha. A terceira idade nos dias atuais pratica exercício físico,
participam de baile da terceira idade, estão atuais com a tecnologia, mudam de
parceiros e tem vida sexual ativa.

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2. A Sexualidade
A Organização Mundial de Saúde define sexualidade como uma energia que nos
motiva a procurar amor, contato, ternura e intimidade que se integra no modo como
nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados. A sexualidade não deve ser,
portanto, confundida com relação sexual, que é apenas um dos componentes da
sexualidade. A sexualidade se manifesta de várias formas como:

 Abraço;
 Caricias;
 Beijos;
 Carinho;
 Inclui Afeto;
 Contato;

Os tabus sociais são os principais castradores da qualidade de vida dos idosos,


sobretudo quando se fala de sexualidade, segundo os especialistas, o preconceito e
a falta de informação atrapalham o desenvolvimento da sexualidade na terceira
idade. Há mudanças físicas, sim, mas elas não são as responsáveis pelo fim da
intimidade entre o casal.

Oque muitas das vezes atrapalha são os problemas emocionais com a depressão,
medicamentos, doenças degenerativas, viuvez, baixo autoestima, vergonha,
sentimento de culpa e mudanças corporais.

A dificuldade para falar sobre sexualidade é um problema frequente entre os idosos e,


quando um casal não é capaz de conversar sobre sexo a resolução dos problemas torna-se
impossível (Woods 1995).

Na velhice, é fundamental que exista uma boa perspectiva relacionada com a


sexualidade e que se tenha a consciência de que esta é muito mais do que um ato
físico ou a simples relação pénis-vagina (relação sexual). A Sexualidade não deve,
portanto, ser confundida com relação sexual, que é apenas uma das componentes
da sexualidade.

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3. Disfunções e Alterações Biofisiológicas Sexuais nos
Idosos
Nas mulheres:
 Dispareunia Dor na relação sexual
 Diminuição da lubrificação vaginal;
 Anorgasmia: inibição do orgasmo;
 Diminuição do tamanho e perda de elasticidade da vagina;
 Diminuição do tamanho dos seios e perda da sua firmeza;
 Lentificação e diminuição em quantidade da lubrificação vaginal;
 Alterações na figura corporal;
 O útero regride a seu tamanho pré-púbere;
 O endométrio e a mucosa do colo uterino se atrofiam;
 A vagina se faz mais curta e menos elástica;
 A mucosa vaginal se faz mais delgada e friável;

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Nos Homens:

 Acha que ele é responsável pelo orgasmo da mulher


 Diminuição da produção de testosterona;
 Lentificação da ereção, que necessita de uma maior estimulação;
 Ejaculação mais retardada e menos vigorosa;
 Elevação menor e mais lenta dos testículos;
 Redução da tensão muscular durante a relação;
 Diminui o número de ereções noturnas involuntárias;
 Não sabe viver a sexualidade sem os genitais;
 Falta de Comunicação sobre as mudanças ocorridas;
 Incontinência Urinária;
 Disfunção Erétil;
 Ejaculação Retardada;
 Ejaculação Precoce;
 Diminuição da produção de esperma;

O sexo não se desgasta e nem acaba, ao contrário, o seu exercício mantém


adequadamente o fluxo sanguíneo nos órgãos e sistemas encarregados da resposta
sexual. Cuidar do estado de saúde geral e evitar ou controlar os fatores de riscos de
enfermidades vasculares e neurológicas: o tabaco, o álcool, o colesterol etc;
Explorar novas práticas sexuais e procurar uma certa variedade para não cair na
monotonia e no tédio sexual, conhecer as variações fisiológicas que ocorrem com a
idade, assumir os problemas que isto envolve e manter uma boa comunicação com
o parceiro para que estas mudanças sejam aceitas e não mal interpretadas;

Assim sendo devemos compreender que na sexualidade dos idosos:

 A atividade sexual não tem de conduzir obrigatoriamente a penetração;


 A principal prioridade deve ser a companhia;
 Atentar aos desejos e necessidades do parceiro/a investir na ternura e no
carinho;
 Dialogar abertamente sobre medos e expectativas;
 Perceber e respeitar as alterações que ambos estão a enfrentar;

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 Usar novas estratégias (posições; carícias, estimulantes, etc.);
 Respeitar o caso de um ou ambos necessitarem de mais tempo para estarem
aptos a desempenharem o ato sexual;
 Não esquecer que a comunicação é um fator crucial;
 Procurar ajuda especializada sempre que houver necessidade;

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4. O Envelhecimento da Pele
A pele é considerada o maior órgão do corpo humano, representa cerca de 15% do
seu peso e se divide em três camadas: epiderme, derme e hipoderme. Serve de
barreira (mecânica, física e química) contra os agentes externos e nos protege
contra a invasão de inúmeros microrganismos como bactérias, vírus e fungos. Além
disso, produz vitamina D ao se expor a radiação solar (UVB), regula a temperatura
corporal através da produção de suor e reatividade dos vasos sanguíneos e, ainda,
atua como nosso principal órgão sensorial. Ademais, convém citar que a pele tem
um papel essencial na vida familiar, social e sexual de todas as pessoas.

As doenças de pele, uma das mais frequentes do ser humano, acomete de 1/3 a
mais de 50% das pessoas e, na faixa etária idosa, esse índice é ainda maior. No
total, existem mais de 3.000 diferentes enfermidades do tegumento, que podem
causar uma enorme gama de alterações como ressecamento, prurido, calosidades,
vesículas, bolhas, úlceras, tumores benignos/malignos, dor e até incapacidades
físicas e morte. De uma forma geral, todas as faixas etárias podem ser acometidas,
desde o recém-nascido até o indivíduo centenário.

A pele é o local onde primeiro notamos os sinais do envelhecimento. Surgem os


primeiros sinais no rosto como as rugas, manchas, flacidez, ressecamento, flacidez,
cabelos grisalhos e mais finos, unhas quebradiças, “vasinhos” … Enfim, efeito
inexorável do tempo. Geram preocupações com relação a nossa aparência, porém,
indubitavelmente, revelam nossa experiência de vida, “batalhas” e superações.

O envelhecimento da pele pode ser divido em intrínseco (interno) e extrínseco


(externo). O primeiro, genético e cronológico, é decorrente do passar dos anos
determinado principalmente por fatores genéticos, estado hormonal e reações
metabólicas, como estresse oxidativo. Nele estão presentes os efeitos naturais da
gravidade ao longo dos anos, como as linhas de expressão, a diminuição da
espessura da pele e o ressecamento cutâneo. A pele tem efeitos degenerativos
semelhantes aos observados em outros órgãos, mas reflete também certos aspectos
da nossa saúde interior.

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Ao passo que o extrínseco resulta dos danos ambientais, principalmente da
radiação ultravioleta (UV) emitida pelo sol (fotoenvelhecimento), além de outros
fatores como tabagismo, profissão, hábitos nutricionais e poluição. Grande parte das
marcas que identificamos numa pele envelhecida é consequência do
fotoenvelhecimento. Assim, a exposição crônica a radiação solar por várias décadas
é principal responsável pelas modificações em nossa cútis.

Essas Alterações Ocorrem devido a diminuição:

 Hormonal;
 Renovação celular;
 Reposta a trauma;
 Percepção sensorial;
 Proteção mecânica;
 Resposta imune;
 Resposta vascular;
 Termorregulação;
 Produção de suor;
 Produção de sebo;
 Produção de vitamina D;

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5. Cuidados com o Envelhecimento da Pele do Idoso

 Permita que o idoso tome pelo menos 15 minutos de sol, se pela manhã,
antes das 10h, e se pela tarde, após as 16h. A exposição nestes horários é
importante para a absorção de vitamina D, essencial para deixar os ossos
mais fortes.

 Hidratação: Uma hidratação cutânea adequada possibilita que o conteúdo de


água na pele seja mantido e que a barreira de isolamento da epiderme
continue intacta. Como Cremes, óleos, AGES (DERSANI).

 O banho diário é importante, mas deve ser usado os produtos adequados


para cada necessidade (sabonete neutro e com hidratante). É bom falar do
custo benefício dos produtos ideais, evitando lesões, desconforto e gastos na
reabilitação do idoso.

 Limpar a pele duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. O acúmulo dos
resíduos de suor, da poluição, da maquiagem e de outras substâncias
provoca a obstrução dos poros e o surgimento de rugas.

 Parar de fumar. Fumantes que abandonaram o vício perceberam


melhorias na pele.

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6. Doenças Bucais Mais Comuns na Terceira Idade
 Xerostomia - Também chamada de boca seca, é a diminuição da
quantidade de saliva;

 Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem


afetar a saúde da boca.

 Cáries - A gengiva pode sofrer retrações o que faz com que os dentes
pareçam mais longos. Esse processo expõe a raiz do dente, aumentando o
risco “cárie de raiz”. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando
atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias.
Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a
alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito
sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir,
consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um
problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.

 Problemas nas pontes/próteses totais por má higienização

 Lesões da mucosa bucal (candidíases, leucoplasias, câncer bucal) - Na


terceira idade o risco de surgirem lesões, decorrentes de próteses mal
adaptadas ou de algum outro fator, como o fumo ou bebidas alcoólicas, é
maior.

 Periodontite - Problema de inflamação gengival que se agrava e leva à


perda do osso de suporte dos dentes. Vários fatores podem agravar a
periodontite inclusive:
o Má alimentação.
o Higiene bucal inadequada.
o Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e
câncer.
o Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
o Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.

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7. Como fazer a Higiene nessa Idade
Realizar uma higiene bucal três vezes ao dia – incluindo a escova tradicional e a
interdental, o uso de fio dental e tratamentos regulares com flúor pode ajudar o idoso
a manter uma boa saúde bucal. Como em qualquer outra fase da vida é essencial
visitar o dentista regularmente. O dentista vai indicar o espaço de tempo entre uma
consulta e outra, que normalmente é de seis em seis meses.

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8. Ulcera por Pressão

As úlceras por pressão são feridas que ocorrem em função da falta de oxigenação
na superfície da pele, gerada por compressão prolongada

Normalmente, os locais mais afetados são áreas onde há proeminência óssea, ou


seja, entre a parte final da coluna e início do cóccix, no calcanhar e na parte superior
do fêmur. Entretanto, pernas, pés, glúteos, costas e cotovelos também podem ser
afetados pelas úlceras por pressão.

Como evitar essas lesões:

 Estender bem os lençóis e refazer sempre que necessário. Proporcionar


mecanismos que aliviem a pressão nos pontos em risco;

 Mudança de Decúbito;

 Usar almofadas, espumas para evitar pontos de pressão.

 Usar calçados confortáveis e sempre manter os membros inferiores


elevados, acima do tronco.

Com o Pé Diabético:

 Olhar na sola dos pés, calcanhares, entre os dedos na lateral dos pés;

 Fricção do calçado ou da cama, cadeira, poltrona;

 Verificar umidade entre os dedos;

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9. Eliminações Fisiológicas dos Idosos

Uma parte importante dos cuidados prestados pelo enfermeiro ao paciente geriátrico
centra-se em ajudá-lo a superar as dificuldades de eliminação de fezes e urina. Sua
atuação pode consistir em ensinar, supervisionar, ajudar ou realizar procedimentos.
Sempre que possível tornar o paciente autônomo, dando-se especial importância à
higiene e ao conforto.
Antes de se estabelecer qualquer plano de cuidados, deverá ser avaliada a
capacidade do paciente em identificar a localização do banheiro, chegar até ele, tirar
a roupa, sentar-se no vaso sanitário, alcançar e utilizar os utensílios de higiene,
levantar-se, voltar e vestir-se e lavar as mãos.

A função vesical do idoso apresenta certas peculiaridades:

 Há uma diminuição da capacidade da bexiga e um aumento da urina residual.


 Durante o enchimento, ocorrem contrações não-inibidas que podem produzir o
esvaziamento da bexiga.

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10. Incontinência Urinaria
É um problema de grande incidência na população idosa. Cerca de 15% dos idosos
com 75 anos são acometidos. É mais frequente nas mulheres, numa proporção de
2:1 em relação aos homens.

Incontinência urinária é a perda involuntária de urina através da uretra, que


provoca problemas higiênicos, psicológicos e sociais no indivíduo.

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11. Causas
 Fatores físicos – doenças associadas a transtornos da bexiga e de estruturas
vizinhas: infecções urinárias, hipertrofia da próstata, prolapso uterino, prisão de
ventre, compactação fecal; doenças do sistema nervoso, que podem causar
paralisia, imobilização, deterioração mental e confusão (trombose cerebral,
Parkinson, demência, etc).
 Fatores psíquicos – alterações ambientais bruscas (hospitalização, mudança de
domicílio); fatores emocionais (estados de depressão e ansiedade); falta de
intimidade.
 Fatores sociais – dificuldades de acesso e condições de moradia deficientes. Em
muitos casos, as privadas têm uma altura inadequada ou não estão disponíveis.
Se existem problemas de mobilização, as escadas ou longos corredores podem
desencadear a incontinência antes de se chegar ao banheiro. Durante a noite,
quando as luzes estão apagadas, a situação agrava-se.
 Outros – fármacos que aumentam a diurese, que induzem o sono ou que produzem
sedação. É frequente em pacientes a quem foi retirada, recentemente, a sonda
vesical.

Consequências

 Físicas – problemas higiênicos e desconforto causados pela sujidade ou pelo mau


cheiro; problemas cutâneos; maior risco de infecções; alterações do sono por
medo de molhar a cama; problemas sexuais; hidratação deficiente (diminui-se a
ingestão de líquidos para reduzir a diurese); limitação da mobilidade.
 Psicológicas – isolamento; depressão e diminuição da autoestima; dependência
para realizar as atividades cotidianas.
 Socioeconômicas – distanciamento social por medo da rejeição e para evitar
situações constrangedoras; custos econômicos.

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12. Tratamento e Controle da Incontinência

 Tratamento etiológico – em primeiro lugar, é preciso procurar solucionar a causa


que origina a incontinência (prisão de ventre, infecção urinária). Às vezes, são
necessários tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos.
 Tratamento funcional – existem outras medidas que podem contribuir para a
solução ou melhora do problema.
 Reeducação de esfíncteres ou treino vesical – sua finalidade é levar o paciente a
um padrão miccional mais normal e cômodo, habituando a bexiga a evacuar a um
determinado ritmo. O plano deve ser individualizado para cada paciente. Devem-
se Ter em conta os hábitos vesicais, a ingestão de líquidos, o estado mental do
paciente, o ambiente social, a relação com a família e a atitude do paciente face
ao problema.
Convém conhecer a periodicidade com que o paciente usa o vaso sanitário (esta
pode variar na mesma pessoa ao longo do dia), utilizando para isso gráficos de
controle. O registro deve ser feito durante vários dias, anotando-se cada vez que o
paciente urinar, tanto de forma continente como incontinente.

 Exercícios Pélvicos – ajudam a aumentar a força e o tônus dos músculos da


região pélvica: permanecer de pé ou sentado, confortavelmente. Contrair a
espaços regulares de tempo, mas com força, os músculos em redor do ânus,
mantendo-os sob tensão durante 5 segundos, relaxando-os depois
(imaginando que se quer controlar uma diarreia). Sentar-se comodamente na
privada, quando se deseja urinar. Durante a micção, interromper
voluntariamente o fluxo urinário, contraindo os músculos da região perineal.
Recomenda-se que se façam os exercícios durante cerca de 10 minutos, 3
vezes por dia, a intervalos regulares e durante vários meses.
 Massagem vesical – tem como objetivo o esvaziamento mais completo da
bexiga e a continência entre os esvaziamentos. Realiza-se aplicando-se uma
leve pressão sobre a região vesical, exercida com os dedos ou com o punho,
no final da micção, o que estimula a contração da bexiga. Também é útil
sentar-se com os pés apoiados, inclinando-se para a frente.

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13. Complicações Relacionadas as Eliminações das Fezes
no Idoso.
 Compactação fecal (fecaloma);

 Fissuras anais e hemorroidas;

 Incontinência fecal;

 Obstrução intestinal;

 Desidratação.

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14. Tratamento
Tem por objetivo reinstaurar um padrão normal de evacuação intestinal.

Medidas gerais
 Ingestão abundante de líquidos.
 Dieta rica em fibras vegetais, que aumente o resíduo intestinal: pão integral,
frutas, verduras, hortaliças e farelos. Os suplementos de fibra podem provocar
flatulência ou causar fecalomas em pacientes imobilizados.
 Atividade física diária.
 Reeducação do ritmo intestinal.
 Uso de Laxantes.

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Bibliografia

“Cartilha de Cuidados com a Pele da Pessoa Idosa”

http://www.sbd.org.br/mm/cms/2019/03/18/cartilha2sbd-cuidados-da-pessoa-
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“A Sexualidade Na Velhice: Representações Sociais De Idosos


Frequentadores de Um Grupo de Convivência”
http://www.scielo.br/pdf/pcp/v36n1/1982-3703-pcp-36-1-0196.pdf [Acesso
2019 Maio 1].

“A sexualidade no processo do envelhecimento: novas perspectivas -


comparação transcultural” http://www.scielo.br/pdf/epsic/v9n3/a03v09n3.pdf
[Acesso 2019 Maio 1].

“ELIMINAÇÃO - UMA NECESSIDADE BÁSICA DO HOMEM”


“http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
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“O envelhecimento”

http://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-
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“Alterações Bucais do Envelhecimento”


https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/3364.pdf [Acesso
2019 Maio 1].

“A Saúde da Pessoa Idosa: prevenção e promoção à Saúde Integral”

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-da-pessoa-idosa [Acesso
2019 Maio 1].

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