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ENFERMAGEM

ANGELA COELHO FEITOSA LIMA (0945789707)


FRANCISCA DE LOURDES DA ROCHA MENDES (0945771807)
IRISMÁ DIAS PEREIRA (0945721207)
MADALENA ARCENO DE SOUSA SILVA (0945766707)
RENATA GONÇALVES FREITAS (0967085507)

PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR:

Seminário Integrador de Saúde da Criança e do Adolescente

Araguaína-TO
2019
ANGELA COELHO FEITOSA LIMA (0945789707)
FRANCISCA DE LOURDES DA ROCHA MENDES (0945771807)
IRISMÁ DIAS PEREIRA (0945721207)
MADALENA ARCENO DE SOUSA SILVA (0945766707)
RENATA GONÇALVES FREITAS (0967085507)

PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR:

Seminário Integrador de Saúde da Criança e do Adolescente

Portfólio apresentado ao curso de Enfermagem com a


finalidade de obtenção de notas nas disciplinas de
Urgência e Emergência em Enfermagem; Saúde do
Trabalhador; Enfermagem na Saúde da Criança e do
Adolescente e Enfermagem em Centro Cirúrgico.

Tutor à Distância: Gustavo Marino Ferreira Sorgi

Tutor Presencial: Ana

Araguaína-TO
2019
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 3

DESENVOLVIMENTO ................................................................................................ 4

CONSIDERAÇÕES FINAIS.......................................................................................10
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................11
3

INTRODUÇÃO

A abordagem humanizada é essencial no atendimento inicial ao paciente que


se encontra em uma situação de emergência, o enfermeiro exercendo sua função
principal, que é o de assistencialismo, diante da emergência deve estar preparado
para tomada de decisão segura e livre de riscos. Assim, a emergência como o próprio
nome nos remete caracteriza-se por ser uma situação no qual há grande risco de
morte e/ou sofrimento intenso, sendo necessário uma intervenção rápida, direcionada
e segura visando socorrer o paciente.
O profissional Enfermeiro destaca-se na emergência devido suas
características generalistas, que lhe permitem poder para realizar o processo de
triagem no setor de emergência, assumido assim inicialmente a responsabilidade pela
avaliação inicial do paciente que precisa rapidamente de cuidados, a partir daí espera-
se a obtenção do diagnóstico, encaminhando o paciente para o setor clínico
adequado, além do supervisionamento quanto ao fluxo de atendimento, devido sua
autonomia coordena, supervisiona e orienta os demais membros que integram sua
equipe. Sendo ainda prioritário um conjunto de conhecimentos, atitudes, capacidades
e aptidões que habilitam o profissional a um atendimento humanizado.
É preciso compreender que os serviços de saúde, especialmente os serviços
de emergência dos hospitais públicos e privados do nosso país, funcionam
exatamente como uma porta de entrada para pacientes que buscam esse tipo de
atendimento por diferentes tipos de problemas de saúde, muitos deles preferem
buscar o atendimento mais complexo do que atenção primária, o que faz com que
grande seja a demanda dos hospitais de emergência.
Devido ao crescimento exorbitante da demanda que procura assistência
nesses hospitais, os governantes buscaram formas de reorganizar e agilizar o
atendimento conforme as reais necessidades dos pacientes. Assim sendo implantado
o Protocolo de Acolhimento por Classificação de Risco (PACR) que é uma
responsabilidade exclusivamente do enfermeiro (BRASIL, 2009).
Contudo, para eficácia da aplicação desta ferramenta é necessário que o
enfermeiro durante a avaliação busque conhecer a história pregressa do paciente, o
que levou até ali, buscando sempre de forma humanizada deixar o paciente a vontade
para que esse possa descrever para ele o que sente e procura naquela unidade de
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urgência, ressaltando que o enfermeiro deve ter domínio e habilidade para poder
desenvolver suas funções na emergência.
Diante disto, o presente trabalho visa apresenta algumas peculiaridades
especificas do enfermeiro, utilizando para tal a situação geradora de ensino, voltada
para a postura, atuação e cuidados da equipe em uma emergência.

DESENVOLVIMENTO

Uma criança com 8 anos de idade, do sexo masculino, estava soltando pipa no
telhado de sua casa quando infelizmente sofreu uma queda de uma altura aproximada
de 2,5 metros. Quando sua mãe chegou no local do acidente, encontrou-o com
aspectos de sonolência, todavia, queixava-se de uma dor intensa, e percebeu que o
filho apresentava uma exposição óssea no braço direito. Dessa forma, essa
rapidamente acionou o serviço de emergência, que ao chegar no local realizou a
assistência pré-hospitalar, além de outros cuidados, tais como: imobilização, controle
de hemorragia e transporte, encaminhando paciente e sua mãe, para o hospital infantil
do município.
Chegando ao hospital, esse foi admitido no pronto socorro pelo enfermeiro
Ronaldo, que identificou presença de escoriações em vasto lateral da coxa direita,
sangramento de média quantidade em MSD, bem como, ferimento corto-contuso em
região temporal direita. No momento da avaliação, o paciente apresentou um episódio
de êmese e se manteve com queixas de dor intensa.
Na anamnese, Ronaldo constatou que o menino não apresentava histórico
prévio de patologias ou cirurgias, e sua mãe desconhecia alergias, entretanto, seu
esquema vacinal estava incompleto. Após passar pela classificação de risco, logo foi
diagnosticado com fratura exposta cominativa de úmero; o ferimento da região
temporal era superficial e o nível de consciência mantinha-se preservado, assim, foi
realizado o preparo pré-operatório e o paciente foi encaminhado para procedimento
cirúrgico. A cirurgia foi realizada com sucesso e teve duração de 2 horas. A única
intercorrência relatada foi de que a técnica de enfermagem circulante se perfurou ao
desprezar os materiais perfuro cortantes, os quais não foram separados
adequadamente pelo instrumentador após a intervenção cirúrgica.
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A assistência na emergência, remete ao enfermeiro uma postura diferenciada,


pois segundos definem se um paciente vive ou morre, por esse motivo, é
indispensável que esse tenha conhecimento sobre a cinemática do trauma. Assim,
Nitschke e Nazário (2010) salientam que durante a avaliação da cena no qual levou o
paciente a procurar atendimento, alguns pontos relevantes podem serem observados
podendo esses virem auxiliar o enfermeiro na identificação de lesões que são
resultantes da força e movimento envolvidos no acidente. Sendo assim, é de grande
importância que seja observado situações como: A forma do local do acidente, o que
atingiu e a velocidade, altura da queda, tipo de superfície da queda, superfície corporal
que primeiro atingiu ao solo na queda.
O PHTLS (2011) acrescenta que com a coleta do histórico concluído de como
ocorreu o evento traumático e sua devida interpretação qualificada, isso pode fazer
com que o socorrista identifique mesmo antes de ver o paciente a maioria das lesões
sofridas. Um profissional que desenvolve sua assistência baseada na cinemática do
trauma, possui uma importante ferramenta que o auxilia na observação não deixando
que passem despercebidas as lesões graves, além de já saber como realiza a melhor
forma o exame do paciente.
Devem ser analisadas a direção e velocidade do impacto, tamanho do paciente
e os sinais de liberação de energia. Sem a compreensão do mecanismo do trauma,
não será possível prognosticar as lesões. O mecanismo de trauma é uma ferramenta
de grande importância dentro da triagem uma vez que através dele faz a menção da
gravidade do paciente (TRAJANO, 2008).
No entanto, ressalta-se que as observações da biomecânica do trauma não
devem fazer com que acha uma demora no começo da avaliação e assistência ao
doente, mas que sejam utilizadas tais informações repassadas pelos acompanhantes
ou mesmo pela vítima, para a avaliação global da cena, o que também auxiliará o
enfermeiro quanto a escolha da área clinica que o paciente deverá ser internado para
receber os devidos cuidados assistenciais.
Devido à grande demanda dos hospitais de emergência. Todo o acolhimento
acontece com Classificação de Risco, sendo essa uma importante ferramenta
desenvolvida com a finalidade de promover melhorias dentro dos serviços de
emergência, onde os atendimentos são realizados de acordo com o grau de gravidade
apresentado pelo paciente, assim, como os possíveis riscos de agravamento ou ainda
pelo grau de vulnerabilidade dos mesmos.
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Segundo Oliveira e Trindade (2010) o enfermeiro é um dos profissionais mais


indicados para realizar o processo de triagem, pois em sua formação acadêmica
aprende a prestar a devida assistência, com uma visão holística, ou seja, sabendo
observa o que a pessoa precisa de forma geral, visando atender suas reais
necessidades físicas, psicológicas e se necessário também de ordem social.
Então, compreende-se que o acolhimento com classificação de risco é um
processo de transformações, que trouxe consigo mudanças, modificando as
relações entre profissionais de saúde e usuários dos serviços de emergência. Tendo
como principal desígnio um atendimento mais humanizado e resolutivo, que visa
identificar e também priorizar os atendimentos realizados nesse serviço, sem deixar
de assistir os pacientes de forma digna e humanizada (FEIJÓ, 2010).
O Sistema de Manchester tem como base queixa principal do paciente, que
direciona o enfermeiro a um fluxograma de condição clínica. No sistema contém
aproximadamente 52 fluxogramas que são utilizados para diferentes problemas
apresentados: sendo sete utilizados especificadamente para crianças e dois para
catástrofes. Para que se chegue a uma cada categoria de nível de gravidade ou risco
utilizam-se então todos os sinais e sintomas que os discriminam, sendo estes
denominados de discriminadores, os quais dirigem a investigação. (ANZILIERO; et al,
2016).
As categorias de gravidade são descrita por cores; a cor vermelha determina
uma condição emergencial, propondo atendimento imediato; a laranja delimita
estados de muita urgência, onde o tempo para atendimento deve ser ≤ 10 minutos; a
cor amarela sugere urgência, onde o atendimento deve ser ≤ 60 minutos; na cor verde
são pacientes de pouca urgência e o atendimento poderia ocorrer em até ≤ 120
minutos; os de cor azul, no entanto, são considerados não urgentes e seu atendimento
pode ocorrer em tempo ≤ 240 minutos (GUEDES, 2015).
Desse modo, o acolhimento humanizado significa adotar um caráter ético,
dinâmico, capaz de partilhar saberes, dificuldades, ambições e precisões daquele
paciente que busca pelo serviço de emergência. Assim, esse método difere-se da
triagem, pois não se trata apenas de uma etapa do processo assistencial, mas sim
uma metodologia que visa gerar uma assistência mais qualificada em todas áreas da
saúde (FILHO; SOUZA; CASTANHEIRA, 2010)
É importante salientar, que ao desenvolver a assistência o enfermeiro deve
realizar inicialmente a avaliação primária, buscando quais os riscos eminentes, e
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assim buscar estabilizá-los obedecendo cada etapa, que é representada pelas letras
A,B,C,D e E, sendo que na A ocorre a estabilização da coluna Cervical, no qual o
enfermeiro deverá observar a expansividade e também certificar-se de que há
permeabilidade nas vias aéreas, já na B verifica-se o padrão respiratório, C verificar
a circulação através da verificação do pulso, D ao dialogar observa-se o estado
neurológico do paciente e na E última etapa busca-se formas de proteger a vítima
no local do acidente sem expô-la a novos riscos. Logo depois, realiza-se a avaliação
secundária que visa descobrir através da observação e apalpação se existem lesões
ou problemas diversos que tragam riscos de morte.
Todos os aspectos devem ser avaliados no paciente que sofreu o trauma,
especialmente quando o paciente se trata de uma criança, um ser indefeso, ingênuo.
A hospitalização para qualquer indivíduo é processo muito difícil, agora imagina para
uma criança se ver em uma situação adversa de todas já vivenciadas, pois sua rotina
acaba sendo modificada. É um processo que é estressante e ameaçador, pois para
ele ficar afastado do convívio familiar e social, tendo que viver com pessoas
desconhecidas, submetido a procedimentos invasivos e dolorosos, além de ter que se
ausentar de seus amigos é um tanto doloroso para uma criança (GOMES; NÓBREGA,
2015).
As dificuldades que as crianças encaram durante a internação surgem devido,
fundamentalmente, ao temor do desconhecido ou às circunstâncias aborrecíeis
toleradas por elas em hospitalizações anteriores. Isso lhes causa medo, levando-as a
crer que todas as enfermeiras ou mesmo pessoas com vestimentas brancas lhes
ocasionarão sensações dolorosas (RIBEIRO, 2015).
Neste contexto, o enfermeiro desenvolve um papel importantíssimo o de
dialogar com a criança, utilizando para isto uma abordagem adequada de modo que
a criança e a família sintam-se acolhidas, utilizando o carisma e seus saberes para
prestar a assistência à criança no hospital. Nessa perspectiva, há o estabelecimento
de um vínculo terapêutico afetivo, no qual há a valorização da singularidade e a
historicidade da criança, assim como também da sua família.
Explicando para a criança a importância de cada tratamento, por que ele está
ali, quando tempo permanecerá no local, como ele pode estar contribuindo para que
ele sai de alta hospitalar mais rápido. Assim, irá tranquiliza-lo e este cooperará para a
realização dos cuidados.
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Dessa forma, o primeiro passo é dizer o que ele tem, explicando que devida
sua queda ouve a quebra de um osso importante para a movimentação do braço, por
esse motivo ele terá que passar por uma pequena cirurgia, sendo que o objetivo desta
principal finalidade do processo cirúrgico com fratura do úmero é colocar os
fragmentos no seu devido lugar e posteriormente fixá-los , de modo que ocorra a
consolidação óssea .Os riscos presentes nesse tipo de cirurgia são considerados
pequenos quando comparado com outras cirurgias, no entanto, nessa cirurgia pode
ocorrer a lesão do nervo radial , porém pode ser revertido com o passar dos meses,
praticamente de 5 a 6 meses.
Devido ao paciente encontra-se em estado crítico necessitando de
atendimento imediatamente, o paciente foi triado, avaliado e encaminhado ao centro
cirúrgico, aonde passou por três períodos que compõem o período operatório, sendo
o pré-operatório o momento que antecede a cirurgia, a mãe foi comunicada de todo o
procedimento que será realizado, a criança foi preparada para a cirurgia avaliando-
se a condição da criança, verificação dos sinais vitais, realizando também o
levantamento sobre o risco cardiológico, buscando saber-se este possui alguma
doença cárdica, pressão alta, o que pode aumentar os riscos do procedimento,
havendo a necessidade de monitorização constante, preparo de medicamentos
específicos para pessoas com problemas cardíacos, além de conhecer quais os riscos
de contaminação presente no trauma, o que também demanda outros tipos de
conduta para evitar tanto agravos para o paciente como para os profissionais que
estarão em contato diretamente com o paciente durante o procedimento cirúrgico.
Dentro do hospital, o enfermeiro é essencial em todas ações realizadas,
podendo desempenhar várias funções dentro do centro cirúrgico, como por exemplo,
supervisionamento, gerenciamento, assistência, controle de medicamentos, cuidados
com o ambiente, assim como prestar ao paciente uma assistência humanizada e
qualidade.
Devido a essencialidade em suas ações, é indispensável que o enfermeiro
detenha conhecimento relacionados aos procedimentos que são corriqueiramente
realizados no centro cirúrgico, de modo que busque sempre deixar uma equipe
treinada, qualificada e organizada prontamente para assistir da melhor forma o
paciente que se encontra naquele momento em estado de fragilidade e
vulnerabilidade.
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O centro cirúrgico é um local destinado a realização aos procedimentos


cirúrgicos, um ambiente no qual os funcionários são colocados diante de fontes de
contaminação diariamente, por isso, a necessidade de uma grande atenção no
momento de manusear as pinças e demais equipamentos utilizados nas cirurgias.
Mas, se porventura ocorrer um acidente de trabalho com perfuro-cortante o
procedimento a ser realizado é o seguinte:

 Realizar a comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que se trata


de documento que é emitido pelo próprio hospital, a fim de reconhecer tanto
um acidente de trabalho ou de trajeto bem como uma doença ocupacional.
 Em seguida a empresa comunica à Previdência Social sobre o acidente
ocorrido, sendo que isso deve ocorrer mesmo quando não há necessidade
de afastamento das atividades, até o primeiro dia útil seguinte ao da
ocorrência.
 O preenchimento do CAT é realizado utilizando os seguintes
documentos: documento de identificação com foto e o número do CPF.
 Para qualquer dos casos indicados acima, deverão ser emitidas quatro
vias sendo:1ª via ao INSS, 2ª via ao segurado ou dependente, 3ª via ao
sindicato de classe do trabalhador e 4ª via à empresa (MINISTERIO DO
TRABALHO, 2010).
.
A notificação correta e a apuração adequada dos fatos relacionados aos
acidentes de trabalho são de extrema importância, pois permitem aos gestores das
empresas conhecer as situações de riscos e intervir com medidas direcionais,
mitigando os efeitos econômicos e sociais dos acidentes de trabalho nas instituições
(BAKE, ARAUJO,2012).
Em todas as ações o enfermeiro é essencial para dar direcionamento a equipe,
dentro do processo de assistência a emergência não é diferente. Dessa forma,
ressaltamos a importância desse profissional no processo de assistência aos
pacientes tanto na emergência como no centro cirúrgico.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS

A crescente demanda da população em busca pela assistência seja na


emergência, ou outras áreas da saúde, faz com que surja a necessidade de ações
mais planejadas e direcionadas a fim de prestar aos pacientes uma assistência mais
humanizada e com qualidade, visando assistir o paciente com dignidade.
Dessa forma, o presente trabalho relata a evolução da assistência a partir da
classificação de riscos, demonstrando sim que há formas de melhorar a assistência
ao paciente, além de garantir o direito à o atendimento à saúde, conforme sua queixa,
reduzindo também o tempo de espera e a forma como esses pacientes eram
atendidos anteriormente, que aumentava os riscos e as complicações.
Assim, houve uma evolução e a enfermagem a acompanhou, uma vez que na
atualidade o profissional enfermeiro possuir conhecimento suficiente para prestar com
maior segurança a triagem, classificação e assistência de modo geral ao paciente.
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REFERÊNCIAS

ANZILIERO, Franciele. et al. Sistema Manchester: tempo empregado na


classificação de risco e prioridade para atendimento em uma emergência. Rev
Gaúcha Enferm. 2016 dez;37(4):e64753. doi: http://dx.doi. org/10.1590/1983-
1447.2016.04.64753.

ATENDIMENTO pré-hospitalar ao traumatizado, PHTLS/ NAEMT: (tradução


Renata Scavone, et al.).- 7.ed.-Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

Bakke HA, Araújo NMC. Acidentes de trabalho com profissionais de saúde de um


hospital universitário. Prod J. 2010;20(4):669-76

FEIJÓ, V. B. E. R. Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: análise


da demanda atendida no pronto socorro de um hospital escola. 2010. 112 p.
Programa de Mestrado em Saúde Coletiva, Universidade Estadual de Londrina,
Londrina, 2010. Disponível
em:<http://www.uel.br/pos/saudecoletiva/Mestrado/diss/113.pdf>. Acesso em: 22
Abr.2019.

FILHO, A. D. D.et. al. Acolhimento com Classificação de Risco: humanização nos


serviços de emergência. 2010. 10 p. Curso de Enfermagem, Universidade Salgado
de Oliveira, Campus Goiânia, 2010. Disponível em:
<http://revista.universo.edu.br/index.php/1reta2/article/viewFile/311/238>.Acesso em:
19 Abr. 2019.

GOMES, G. L. L.; NÓBREGA, M. M. L. Ansiedade da hospitalização em crianças:


proposta de um diagnóstico de enfermagem. Revista Latino-Americana de
Enfermagem, v. 23, n. 5, p. 963-970, 2015.

GUEDES, Helisamara Mota; MARTINS, José Carlos Amado; CHIANCA, Tânia Couto
Machado. Valor de predição do Sistema de Triagem de Manchester: avaliação
dos desfechos clínicos de pacientes. Rev. Bras.Enferm. Brasília, fev. 2015.

NITSCHKE, Cesar Augusto Soares; NAZARIO, Nazaré Otília. Eixo II - Assistência e


Processo de Trabalho na Estratégia Saúde da Família: Módulo 15 Urgencia e
12

Emergencia. 2010.

TRAJANO, Josenir. CINEMÁTICA DO TRAUMA. 2008. 12 f. Monografia


(Especialização) - Curso de Enfermagem, Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro,
2008.

RIBEIRO, J. P. A ambiência como ferramenta de humanização da unidade de


pediatria: contribuições da enfermagem. Rio Grande/RS – Brasil. 2015. Tese
(Doutorado) – Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em
Enfermagem, 2015.

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