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Aula 15

Edificações p/ ITEP-RN (Perito Criminal - Engenharia Civil) Com videoaulas

Professor: Marcus Campiteli

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 AULA

EdificaÁıes ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli Aula 15

AULA 15: INSTALA«’ES HIDROSSANIT£RIAS

SUM£RIO P£GINA CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES   1 1. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS (NBR 5626) 2 2.
SUM£RIO P£GINA CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES   1 1. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS (NBR 5626) 2 2.

SUM£RIO

P£GINA

CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

 

1

1. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS (NBR 5626)

2

2. ESGOTO SANITÁRIO (NBR 8160)

 

16

3. REDE COLETORA DE ESGOTO (NBR 9649)

 

48

4. ESTAÇÕES

ELEVATÓRIAS

DE

ESGOTO

(NBR

12208)

54

5. QUESTÕES COMENTADAS

 

60

6. QUESTÕES APRESENTADAS

 

96

7. GABARITO

112

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

112

Ol· pessoal, apresentamos para vocÍs nesta aula as

informaÁıes normativas acerca de InstalaÁıes Hidrossanit·rias: NBR

5626/98 InstalaÁıes Hidr·ulicas Prediais; NBR 8160/99 Sistemas

prediais de esgoto sanit·rio - Projeto e execuÁ„o; NBR 9649/86

Projeto de redes coletoras de esgoto sanit·rio; e NBR 12208/92

Projeto de estaÁıes elevatÛrias de esgoto sanit·rio.

Vale a pena focar as partes negritadas.

Caso queiram treinar antes mesmo de adentrar ‡ teoria, h· os

capÌtulos finais com as questıes apresentadas e o gabarito final.

Bons estudos !

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1) INSTALA«’ES HIDR£ULICAS (NBR 5626)

Seguem algumas definiÁıes da NBR 5626/98 InstalaÁıes

Hidr·ulicas Prediais.

Alimentador

predial:

TubulaÁ„o

que

liga

a

fonte

de

abastecimento a um reservatÛrio de ·gua de uso domÈstico.

Barrilete: TubulaÁ„o que se origina no reservatÛrio e da qual

derivam as colunas de distribuiÁ„o, quando o tipo de abastecimento È

indireto. No caso de tipo de abastecimento direto, pode ser

considerado como a tubulaÁ„o diretamente ligada ao ramal predial ou

diretamente ligada ‡ fonte de abastecimento particular.

Camisa: DisposiÁ„o construtiva na parede ou piso de um

edifÌcio, destinada a proteger e/ou permitir livre movimentaÁ„o ‡

tubulaÁ„o que passa no seu interior.

Coluna de distribuiÁ„o: TubulaÁ„o derivada do barrilete e

destinada a alimentar ramais.

Conex„o cruzada: Qualquer ligaÁ„o fÌsica atravÈs de peÁa,

dispositivo ou outro arranjo que conecte duas tubulaÁıes das quais

uma conduz ·gua pot·vel e a outra ·gua de qualidade desconhecida

ou n„o pot·vel.

AtravÈs dessa ligaÁ„o a ·gua pode escoar de uma para outra

tubulaÁ„o, sendo o sentido de escoamento dependente do diferencial

de press„o entre as duas tubulaÁıes. A definiÁ„o tambÈm se aplica ‡

ligaÁ„o fÌsica que se estabelece entre a ·gua contida em uma

tubulaÁ„o da instalaÁ„o predial de ·gua fria e a ·gua servida contida

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 em

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em um aparelho sanit·rio ou qualquer outro recipiente que esteja

sendo utilizado.

Fonte de abastecimento: Sistema destinado a fornecer ·gua

para a instalaÁ„o predial de ·gua fria. Pode ser a rede p˙blica da

concession·ria ou qualquer sistema particular de fornecimento de

·gua. No caso da rede p˙blica, considera-se que a fonte de

abastecimento È a extremidade a jusante do ramal predial.

Galeria de serviÁos: EspaÁo fechado, semelhante a um duto,

mas de dimensıes tais que permitam o acesso de pessoas ao seu

interior atravÈs de portas ou aberturas de visita. Nele s„o instalados

tubulaÁıes, componentes em geral e outros tipos de instalaÁıes.

InstalaÁ„o elevatÛria: Sistema destinado a elevar a press„o

da ·gua em uma instalaÁ„o predial de ·gua fria, quando a press„o

disponÌvel na fonte de abastecimento for insuficiente, para

abastecimento do tipo direto, ou para suprimento do reservatÛrio

elevado no caso de abastecimento do tipo indireto. Inclui tambÈm o

caso onde um equipamento È usado para elevar a press„o em pontos

de utilizaÁ„o localizados.

NÌvel de transbordamento: NÌvel do plano horizontal que

passa pela borda do reservatÛrio, aparelho sanit·rio ou outro

componente. No caso de haver extravasor associado ao componente,

o nÌvel È aquele do plano horizontal que passa pelo nÌvel inferior

do extravasor.

Ponto de utilizaÁ„o (da ·gua): Extremidade a jusante do

sub-ramal a partir de onde a ·gua fria passa a ser considerada

·gua servida. Qualquer parte da instalaÁ„o predial de ·gua fria, a

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montante desta extremidade, deve preservar as caracterÌsticas da

·gua para o uso a que se destina.

Ramal:

TubulaÁ„o

derivada

da

coluna

destinada a alimentar os sub-ramais.

de

distribuiÁ„o

e

Ramal predial: TubulaÁ„o compreendida entre a rede p˙blica

de abastecimento de ·gua e a extremidade a montante do

alimentador predial ou de rede predial de distribuiÁ„o. O ponto onde

termina o ramal predial deve ser definido pela concession·ria.

Rede predial de distribuiÁ„o: Conjunto de tubulaÁıes

constituÌdo de barriletes, colunas de distribuiÁ„o, ramais e sub-

ramais, ou de alguns destes elementos, destinado a levar ·gua aos

pontos de utilizaÁ„o.

Refluxo de ·gua: Escoamento de ·gua ou outros lÌquidos e

subst‚ncias, proveniente de qualquer outra fonte, que n„o a fonte de

abastecimento prevista, para o interior da tubulaÁ„o destinada a

conduzir ·gua desta fonte. Incluem-se, neste caso, a

retrossifonagem, bem como outros tipos de refluxo como, por

exemplo, aquele que se estabelece atravÈs do mecanismo de vasos

comunicantes.

Registro de fechamento: Componente instalado na tubulaÁ„o

e destinado a interromper a passagem da ·gua. Deve ser usado

totalmente fechado ou totalmente aberto. Geralmente, empregam-se

registros de gaveta ou registros de esfera. Em ambos os casos, o

registro deve apresentar seÁ„o de passagem da ·gua com ·rea igual

‡ da seÁ„o interna da tubulaÁ„o onde est· instalado.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Registro

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Registro de utilizaÁ„o: Componente instalado na tubulaÁ„o e

destinado a controlar a vaz„o da ·gua utilizada. Geralmente

empregam-se registros de press„o ou v·lvula-globo em sub-

ramais.

Retrossifonagem: Refluxo de ·gua usada, proveniente de um

reservatÛrio, aparelho sanit·rio ou de qualquer outro recipiente, para

o interior de uma tubulaÁ„o, devido ‡ sua press„o ser inferior ‡

atmosfÈrica.

Sub-ramal: TubulaÁ„o que liga o ramal ao ponto de utilizaÁ„o.

Tipo de abastecimento: Forma como o abastecimento do

ponto de utilizaÁ„o È efetuado. Pode ser tanto direto, quando a ·gua

provÈm diretamente da fonte de abastecimento, como indireto,

quando a ·gua provÈm de um reservatÛrio existente no edifÌcio.

TubulaÁ„o de aviso: TubulaÁ„o destinada a alertar os

usu·rios que o nÌvel da ·gua no interior do reservatÛrio alcanÁou um

nÌvel superior ao m·ximo previsto. Deve ser dirigida para desaguar

em local habitualmente observ·vel.

TubulaÁ„o de extravas„o: TubulaÁ„o destinada a escoar o

eventual excesso de ·gua de reservatÛrios onde foi superado o nÌvel

de transbordamento.

TubulaÁ„o de limpeza: TubulaÁ„o destinada ao esvaziamento

do reservatÛrio, para permitir sua limpeza e manutenÁ„o.

1.2 - Materiais

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Adotam-se

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Adotam-se materiais met·licos (aÁo-carbono galvanizado,

cobre, chumbo (n„o deve ser utilizado nas instalaÁıes prediais de

·gua fria), ferro fundido galnavizado (conexıes), liga de cobre

(conexıes), materiais pl·sticos (poliÈster reforÁado com fibra de

vidro, polipropileno, PVC rÌgido), cimento amianto ou fibrocimento

(reservatÛrios), concreto (reservatÛrios).

1.3 - Projeto

As seguintes informaÁıes devem ser previamente levantadas

pelo projetista:

a) caracterÌsticas do consumo predial (volumes, vazıes

m·ximas e mÈdias, caracterÌsticas da ·gua, etc.);

b) caracterÌsticas da oferta de ·gua (disponibilidade de vaz„o,

faixa de variaÁ„o das pressıes, const‚ncia do abastecimento,

caracterÌsticas da ·gua, etc.);

c) necessidades de reservaÁ„o, inclusive para combate a

incÍndio;

d) no caso de captaÁ„o local de ·gua, as caracterÌsticas da

·gua, a posiÁ„o do nÌvel do lenÁol subterr‚neo e a previs„o quanto

ao risco de contaminaÁ„o.

A instalaÁ„o predial de ·gua fria abastecida com ·gua n„o

pot·vel deve ser totalmente independente daquela destinada ao uso

da ·gua pot·vel, ou seja, deve- se evitar a conex„o cruzada. A ·gua

n„o pot·vel pode ser utilizada para limpeza de bacias sanit·rias e

mictÛrios, para combate a incÍndios e para outros usos onde o

requisito de potabilidade n„o se faÁa necess·rio.

a) Alimentador predial

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No projeto do alimentador predial deve-se considerar o valor

m·ximo da press„o da ·gua proveniente da fonte de abastecimento.

O alimentador predial deve ser dotado, na sua extremidade a

jusante, de torneira de bÛia ou outro componente que cumpra a

mesma funÁ„o. Tendo em vista a facilidade de operaÁ„o do

reservatÛrio, recomenda-se que um registro de fechamento seja

instalado fora dele, para permitir sua manobra sem necessidade de

remover a tampa.

O alimentador predial pode ser aparente, enterrado, embutido

ou recoberto. No caso de ser enterrado, deve-se observar uma

dist‚ncia mÌnima horizontal de 3,0 m de qualquer fonte

potencialmente poluidora, como fossas negras, sumidouros, valas de

No caso de ser instalado na mesma vala que

tubulaÁıes enterradas de esgoto, o alimentador predial deve

apresentar sua geratriz inferior 30 cm acima da geratriz superior das

tubulaÁıes de esgoto.

Quando enterrado, recomenda-se que o alimentador predial

seja posicionado acima do nÌvel do lenÁol fre·tico para diminuir o

risco de contaminaÁ„o da instalaÁ„o predial de ·gua fria em uma

circunst‚ncia acidental de n„o estanqueidade da tubulaÁ„o e de

infiltraÁ„o, etc

press„o negativa no alimentador predial.

b) ReservatÛrios

Em princÌpio um reservatÛrio para ·gua pot·vel n„o deve ser

apoiado no solo, ou ser enterrado total ou parcialmente, tendo em

vista o risco de contaminaÁ„o proveniente do solo, face ‡

permeabilidade das paredes do reservatÛrio ou qualquer falha que

implique a perda da estanqueidade.

Nos casos em que tal exigÍncia seja impossÌvel de ser atendida,

o reservatÛrio deve ser executado dentro de compartimento prÛprio,

que permita operaÁıes de inspeÁ„o e manutenÁ„o, devendo haver

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um afastamento, mÌnimo, de 60 cm entre as faces externas do

reservatÛrio (laterais, fundo e cobertura) e as faces internas do

compartimento.

O compartimento deve ser dotado de drenagem por gravidade,

ou bombeamento, sendo que, neste caso, a bomba hidr·ulica deve

ser instalada em poÁo adequado e dotada de sistema elÈtrico que

adverte em casos de falha no funcionamento na bomba.

O volume de ·gua reservado para uso domÈstico deve ser, no

mÌnimo, o necess·rio para 24 h de consumo normal no edifÌcio, sem

considerar o volume de ·gua para combate a incÍndio. No caso de

residÍncia de pequeno tamanho, recomenda- se que a reserva

mÌnima seja de 500 L.

ReservatÛrios de maior capacidade devem ser divididos em

dois ou mais compartimentos para permitir operaÁıes de manutenÁ„o

sem que haja interrupÁ„o na distribuiÁ„o de ·gua. S„o excetuadas

desta exigÍncia as residÍncias unifamiliares isoladas.

Devem ser tomadas medidas no sentido de evitar os efeitos da

formaÁ„o do vÛrtice na entrada das tubulaÁıes. Na entrada da

tubulaÁ„o de sucÁ„o, deve ser insta- lado um dispositivo de proteÁ„o

contra ingresso de eventuais objetos (crivo simples ou v·lvula de pÈ

com crivo).

O posicionamento relativo entre entrada e saÌda de ·gua deve

evitar o risco de ocorrÍncia de zonas de estagnaÁ„o dentro do

reservatÛrio. Assim, no caso de um reservatÛrio muito comprido,

recomenda-se posicionar a entrada e a saÌda em lados opostos

relativamente ‡ dimens„o predominante. Nos reservatÛrios em que

h· reserva de ·gua para outras finalidades, como È o caso de reserva

para combate a incÍndios, deve haver especial cuidado com esta

exigÍncia.

A extremidade da tomada de ·gua no reservatÛrio deve ser

elevada em relaÁ„o ao fundo deste reservatÛrio para evitar a entrada

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de resÌduos eventualmente existentes na rede predial de distribuiÁ„o.

A altura dessa extremidade, em relaÁ„o ao fundo do reservatÛrio,

deve ser relacionada com o di‚metro da tubulaÁ„o de tomada e com

a forma de limpeza que ser· adotada ao longo da vida do

reservatÛrio. Em reservatÛrio de pequena capacidade (por exemplo:

para casas unifamiliares, pequenos edifÌcios comerciais, etc.) e de

fundo plano e liso, recomenda-se uma altura mÌnima de 2 cm. No

caso especÌfico de reservatÛrio de fibrocimento (cimento-amianto), a

NBR 5649 dispıe que a tomada de ·gua esteja 3 cm acima da

regi„o mais profunda do reservatÛrio.

Para facilitar as operaÁıes de manutenÁ„o, que exigem a

interrupÁ„o da entrada de ·gua no reservatÛrio, recomenda-se que

seja instalado na tubulaÁ„o de alimentaÁ„o, externamente ao

reservatÛrio, um registro de fechamento ou outro dispositivo ou

componente que cumpra a mesma funÁ„o.

Considerando-se as faixas de press„o previstas na tubulaÁ„o

que abastece o reservatÛrio, recomenda- se que o nÌvel m·ximo da

superfÌcie livre da ·gua, no interior do reservatÛrio, seja situado

abaixo do nÌvel da geratriz inferior da tubulaÁ„o de extravas„o ou de

aviso.

Em instalaÁıes prediais de ·gua quente, onde o aquecimento È

feito por aquecedor alimentado por tubulaÁ„o que se liga ao

reservatÛrio, independentemente das tubulaÁıes da rede predial de

distribuiÁ„o, a tomada de ·gua da tubulaÁ„o que alimenta o

aquecedor deve se posicionar em nÌvel acima das tomadas de ·gua

fria, como meio de evitar o risco de queimaduras na eventualidade de

falha no abastecimento.

Em todos os reservatÛrios devem ser instaladas tubulaÁıes que

atendam ‡s seguintes necessidades:

a) aviso aos usu·rios de que a torneira de bÛia ou dispositivo

de interrupÁ„o do abastecimento do reservatÛrio, apresenta falha,

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ocorrendo, como conseq¸Íncia, a elevaÁ„o da superfÌcie da ·gua

acima do nÌvel m·ximo previsto;

b) extravas„o do volume de ·gua em excesso do interior do

reservatÛrio, para impedir a ocorrÍncia de transbordamento ou a

inutilizaÁ„o do dispositivo de prevenÁ„o ao refluxo previsto, devido ‡

falha na torneira de bÛia ou no dispositivo de interrupÁ„o do

abastecimento;

c) limpeza do reservatÛrio, para permitir o seu esvaziamento

completo, sempre que necess·rio.

As tubulaÁıes de aviso, extravas„o e limpeza devem ser

construÌdas de material rÌgido e resistente ‡ corros„o. Tubos flexÌveis

(como mangueiras) n„o devem ser utilizados, mesmo em trechos de

tubulaÁ„o. Os trechos horizontais devem ter declividade adequada

para desempenho eficiente de sua funÁ„o e o completo escoamento

da ·gua do seu interior.

A superfÌcie do fundo do reservatÛrio deve ter uma ligeira

declividade no sentido da entrada da tubulaÁ„o de limpeza, de modo

a facilitar o escoamento da ·gua e a remoÁ„o de detritos

remanescentes. Na tubulaÁ„o de limpeza, em posiÁ„o de f·cil acesso

e operaÁ„o, deve haver um registro de fechamento. A descarga da

·gua da tubulaÁ„o de limpeza deve se dar em local que n„o provoque

transtornos ‡s atividades dos usu·rios.

Toda a tubulaÁ„o de aviso deve descarregar imediatamente

apÛs a ·gua alcanÁar o nÌvel de extravas„o no reservatÛrio. A ·gua

deve ser descarregada em local facilmente observ·vel. Em nenhum

caso a tubulaÁ„o de aviso pode ter di‚metro interno menor

que 19 mm.

Quando uma tubulaÁ„o de extravas„o for usada no

reservatÛrio, seu di‚metro interno deve ser dimensionado de forma a

escoar o volume de ·gua em excesso. Em reservatÛrio de pequena

capacidade (por exemplo: para casas unifamiliares, pequenos

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edifÌcios comerciais, etc.), recomenda-se que o di‚metro da

tubulaÁ„o de extravas„o seja maior que o da tubulaÁ„o de

alimentaÁ„o.

A tubulaÁ„o de aviso deve ser conectada ‡ tubulaÁ„o de

extravas„o em seu trecho horizontal e em ponto situado a montante

da eventual interligaÁ„o com a tubulaÁ„o de limpeza, para que o

aviso n„o possa escoar ·gua suja e com partÌculas em suspens„o

provenientes da limpeza do reservatÛrio, evitando-se, desta forma, o

entupimento da tubulaÁ„o de aviso (geralmente de di‚metro nominal

reduzido como DN 20), bem como o despejo de sujeira prejudicial

aos ambientes prÛprios para o des·g¸e de aviso.

c) InstalaÁ„o ElevatÛria

Uma instalaÁ„o elevatÛria consiste no bombeamento de ·gua

de um reservatÛrio inferior para um reservatÛrio superior ou para

um reservatÛrio hidropneum·tico.

Na definiÁ„o do tipo de instalaÁ„o elevatÛria e na localizaÁ„o

dos reservatÛrios e bombas hidr·ulicas, deve-se considerar o uso

mais eficaz da press„o disponÌvel, tendo em vista a conservaÁ„o de

energia.

As instalaÁıes elevatÛrias devem possuir no mÌnimo

duas unidades de elevaÁ„o de press„o, independentes, com

vistas a garantir o abastecimento de ·gua no caso de falha de uma

das unidades.

Nas instalaÁıes elevatÛrias por recalque de ·gua, recomenda-

se a utilizaÁ„o de comando liga/desliga autom·tico, condicionado ao

nÌvel de ·gua nos reservatÛrios. Neste caso, este comando deve

permitir tambÈm o acionamento manual para operaÁıes de

manutenÁ„o.

d) Rede predial de distribuiÁ„o EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof.

d) Rede predial de distribuiÁ„o

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Recomenda-se que as tubulaÁıes horizontais sejam instaladas

com uma leve declividade, tendo em vista reduzir o risco de formaÁ„o

de bolhas de ar no seu interior. Pela mesma raz„o, elas devem ser

instaladas livres de calÁos e guias que possam provocar ondulaÁıes

localizadas.

Onde possÌvel, a tubulaÁ„o deve ser instalada com declive em

relaÁ„o ao fluxo da ·gua, com o ponto mais alto na saÌda da rede de

distribuiÁ„o do reservatÛrio elevado. Onde inevit·vel a instalaÁ„o de

trechos em aclive, em relaÁ„o ao fluxo, os pontos mais altos devem

ser, preferencialmente, nas peÁas de utilizaÁ„o ou providos de

dispositivos prÛprios para a eliminaÁ„o do ar (ventosas ou outros

meios), instalados em local apropriado.

Para possibilitar a manutenÁ„o de qualquer parte da rede

predial de distribuiÁ„o, dentro de um nÌvel de conforto previamente

estabelecido e considerados os custos de implantaÁ„o e operaÁ„o da

instalaÁ„o predial de ·gua fria, deve ser prevista a instalaÁ„o de

registros de fechamento, ou de outros componentes ou de

dispositivos que cumpram a mesma funÁ„o. Particularmente,

recomenda-se o emprego de registros de fechamento:

a) no barrilete, posicionado no trecho que alimenta o prÛprio

barrilete (no caso de tipo de abastecimento indireto posicionado em

cada trecho que se liga ao reservatÛrio);

b) na coluna de distribuiÁ„o, posicionado a montante do

primeiro ramal;

c) no ramal, posicionado a montante do primeiro sub- ramal.

e) Dimensionamento das tubulaÁıes

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A instalaÁ„o predial de ·gua fria deve ser dimensionada de

modo que a vaz„o de projeto estabelecida na tabela a seguir seja

disponÌvel no respectivo ponto de utilizaÁ„o, se apenas tal ponto

estiver em uso.

Aparelho sanit·rio

Bacia sanit·ria

PeÁa de utilizaÁ„o

Caixa de descarga

V·lvula de descarga

Vaz„o de

projeto L/s

0,15

1,70

de descarga Vaz„o de projeto L/s 0,15 1,70 Banheira Misturador (·gua fria) 0,30 Bebedouro
de descarga Vaz„o de projeto L/s 0,15 1,70 Banheira Misturador (·gua fria) 0,30 Bebedouro
de descarga Vaz„o de projeto L/s 0,15 1,70 Banheira Misturador (·gua fria) 0,30 Bebedouro
de descarga Vaz„o de projeto L/s 0,15 1,70 Banheira Misturador (·gua fria) 0,30 Bebedouro
de descarga Vaz„o de projeto L/s 0,15 1,70 Banheira Misturador (·gua fria) 0,30 Bebedouro
de descarga Vaz„o de projeto L/s 0,15 1,70 Banheira Misturador (·gua fria) 0,30 Bebedouro

Banheira

Misturador (·gua fria)

0,30

Bebedouro

Registro de press„o

0,10

BidÍ

Misturador (·gua fria)

0,10

Chuveiro ou ducha

Misturador (·gua fria)

0,20

Chuveiro elÈtrico

Registro de press„o

0,10

Lavadora de pratos ou de roupas

Registro de press„o

0,30

LavatÛrio

Torneira ou misturador (·gua fria)

0,15

MictÛrio cer‚mico com sif„o integrado

V·lvula de descarga

0,50

MictÛrio cer‚mico sem sif„o integrado

Caixa de descarga, registro de press„o ou v·lvula de descarga para mictÛrio

0,15

MictÛrio tipo calha

Caixa de descarga ou registro de press„o

0,15/m de

calha

Pia

Torneira ou misturador (·gua fria)

0,25

Pia

Torneira elÈtrica

0,10

Tanque

Torneira

0,25

Torneira de jardim ou lavagem em geral

Torneira

0,20

A rede predial de distribuiÁ„o deve ser dimensionada de tal

forma que, no uso simult‚neo prov·vel de dois ou mais pontos de

utilizaÁ„o, a vaz„o de projeto, estabelecida na tabela acima, seja

plenamente disponÌvel.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Nos

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Nos pontos de suprimento de reservatÛrios, a vaz„o de projeto

pode ser determinada dividindo-se a capacidade do reservatÛrio pelo

tempo de enchimento. No caso de edifÌcios com pequenos

reservatÛrios individualizados, como È o caso de residÍncias

unifamiliares, o tempo de enchimento deve ser menor do que 1 h. No

caso de grandes reservatÛrios, o tempo de enchimento pode ser de

atÈ 6 h, dependendo do tipo de edifÌcio.

As tubulaÁıes devem ser dimensionadas de modo que a

velocidade da ·gua, em qualquer trecho de tubulaÁ„o, n„o atinja

valores superiores a 3 m/s.

Em condiÁıes din‚micas (com escoamento), a press„o da ·gua

nos pontos de utilizaÁ„o deve ser estabelecida de modo a garantir a

vaz„o de projeto indicada na tabela acima e o bom funcionamento da

peÁa de utilizaÁ„o e de aparelho sanit·rio. Em qualquer caso, a

press„o n„o deve ser inferior a 10 kPa, com exceÁ„o do ponto da

caixa de descarga onde a press„o pode ser menor do que este valor,

atÈ um mÌnimo de 5 kPa, e do ponto da v·lvula de descarga para

bacia sanit·ria onde a press„o n„o deve ser inferior a 15 kPa.

Em qualquer ponto da rede predial de distribuiÁ„o, a press„o da

·gua em condiÁıes din‚micas (com escoa- mento) n„o deve ser

inferior a 5 kPa.

Em condiÁıes est·ticas (sem escoamento), a press„o da ·gua

em qualquer ponto de utilizaÁ„o da rede predial de distribuiÁ„o n„o

deve ser superior a 400 kPa.

A ocorrÍncia de sobrepressıes devidas a transientes hidr·ulicos

deve ser considerada no dimensionamento das tubulaÁıes. Tais

sobrepressıes s„o admitidas, desde que n„o superem o valor de 200

kPa.

f) Demais consideraÁıes de Projeto

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Tendo

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Tendo em vista resguardar a seguranÁa de fundaÁıes e outros

elementos estruturais e facilitar a manutenÁ„o das tubulaÁıes, È

recomend·vel manter um distanciamento mÌnimo de 0,5 m entre a

vala de assentamento e as referidas estruturas.

O acesso ao interior do reservatÛrio, para inspeÁ„o e limpeza,

deve ser garantido atravÈs de abertura com dimens„o mÌnima de 600

mm, em qualquer direÁ„o. No caso de reservatÛrio inferior, a

abertura deve ser dotada de rebordo com altura mÌnima de 100 mm

para evitar a entrada de ·gua de lavagem de piso e outras.

O espaÁo em torno do reservatÛrio deve ser suficiente para

permitir a realizaÁ„o das atividades de manutenÁ„o, bem como de

movimentaÁ„o segura da pessoa encarregada de execut·-las. Tais

atividades incluem: regulagem da torneira de bÛia, manobra de

registros, montagem e desmontagem de trechos de tubulaÁıes,

remoÁ„o e disposiÁ„o da tampa e outras.

Recomenda-se observar uma dist‚ncia mÌnima de 600 mm (que

pode ser reduzida atÈ 450 mm, no caso de reservatÛrio de pequena

capacidade atÈ 1 000 L):

a) entre qualquer ponto do reservatÛrio e o eixo de qualquer

tubulaÁ„o prÛxima, com exceÁ„o daquelas diretamente ligadas ao

reservatÛrio;

b) entre qualquer ponto do reservatÛrio e qualquer componente

utilizado na edificaÁ„o que possa ser considerado um obst·culo

permanente;

c) entre o eixo de qualquer tubulaÁ„o ligada ao reservatÛrio e

qualquer componente utilizado na edificaÁ„o que possa ser

considerado um obst·culo permanente.

2 - SISTEMAS PREDIAIS DE ESGOTO SANIT£RIO (NBR 8160)

2.1 - IntroduÁ„o

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 O

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O sistema de esgoto sanit·rio tem por funÁıes b·sicas coletar e

conduzir os despejos provenientes do uso adequado dos aparelhos

sanit·rios a um destino apropriado.

O sistema predial de esgoto sanit·rio deve ser separador

absoluto em relaÁ„o ao sistema predial de ·guas pluviais, ou seja,

n„o deve existir nenhuma ligaÁ„o entre os dois sistemas.

A NBR 8160 adota as seguintes definiÁıes:

Altura do fecho hÌdrico: Profundidade da camada lÌquida,

medida entre o nÌvel de saÌda e o ponto mais baixo da parede ou colo

inferior do desconector, que separa os compartimentos ou ramos de

entrada e saÌda desse dispositivo.

Barrilete de ventilaÁ„o: TubulaÁ„o horizontal com saÌda para

a atmosfera em um ponto, destinada a receber dois ou mais tubos

ventiladores.

Caixa coletora: Caixa onde se re˙nem os efluentes lÌquidos,

cuja disposiÁ„o exija elevaÁ„o mec‚nica.

Caixa de gordura: Caixa destinada a reter, na sua parte

superior, as gorduras, graxas e Ûleos contidos no esgoto, formando

camadas que devem ser removidas periodicamente, evitando que

estes componentes escoem livremente pela rede, obstruindo a

mesma.

Caixa de inspeÁ„o: Caixa destinada a permitir a inspeÁ„o,

limpeza, desobstruÁ„o, junÁ„o, mudanÁas de declividade e/ou direÁ„o

das tubulaÁıes.

Caixa de passagem: Caixa destinada a permitir a junÁ„o de

tubulaÁıes do subsistema de esgoto sanit·rio.

Caixa sifonada: Caixa provida de desconector, destinada a

receber efluentes da instalaÁ„o secund·ria de esgoto.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Coletor

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Coletor predial: Trecho de tubulaÁ„o compreendido entre a

˙ltima inserÁ„o de subcoletor, ramal de esgoto ou de descarga, ou

caixa de inspeÁ„o geral e o coletor p˙blico ou sistema particular.

Coletor p˙blico: TubulaÁ„o da rede coletora que recebe

contribuiÁ„o de esgoto dos coletores prediais em qualquer ponto ao

longo do seu comprimento.

Coluna de ventilaÁ„o: Tubo ventilador vertical que se

prolonga atravÈs de um ou mais andares e cuja extremidade superior

È aberta ‡ atmosfera, ou ligada a tubo ventilador prim·rio ou a

barrilete de ventilaÁ„o.

Curva de raio longo: Conex„o em forma de curva cujo raio

mÈdio de curvatura È maior ou igual a duas vezes o di‚metro interno

da peÁa.

Desconector: Dispositivo provido de fecho hÌdrico, destinado a

vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do

esgoto.

Di‚metro nominal (DN): Simples n˙mero que serve como

designaÁ„o para projeto e para classificar, em dimensıes, os

elementos das tubulaÁıes, e que corresponde, aproximadamente, ao

di‚metro interno da tubulaÁ„o em milÌmetros.

Dispositivo de inspeÁ„o: PeÁa ou recipiente para inspeÁ„o,

limpeza e desobstruÁ„o das tubulaÁıes.

Fator de falha: Probabilidade de que o n˙mero esperado de

aparelhos sanit·rios, em uso simult‚neo, seja ultrapassado.

Fecho hÌdrico: Camada lÌquida, de nÌvel constante, que em um

desconector veda a passagem dos gases.

InstalaÁ„o prim·ria de esgoto: Conjunto de tubulaÁıes e

dispositivos onde tÍm acesso gases provenientes do coletor p˙blico

ou dos dispositivos de tratamento.

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InstalaÁ„o secund·ria de esgoto: Conjunto de tubulaÁıes e

dispositivos onde n„o tÍm acesso os gases provenientes do coletor

p˙blico ou dos dispositivos de tratamento.

Ralo seco: Recipiente sem proteÁ„o hÌdrica, dotado de grelha

na parte superior, destinado a receber ·guas de lavagem de piso ou

de chuveiro.

Ralo sifonado: Recipiente dotado de desconector, com grelha

na parte superior, destinado a receber ·guas de lavagem de pisos ou

de chuveiro.

Ramal de descarga: TubulaÁ„o que recebe diretamente os

efluentes de aparelhos sanit·rios.

Ramal de esgoto: TubulaÁ„o prim·ria que recebe os efluentes

dos ramais de descarga diretamente ou a partir de um desconector.

Ramal de ventilaÁ„o: Tubo ventilador que interliga o

desconector, ou ramal de descarga, ou ramal de esgoto de um ou

mais aparelhos sanit·rios a uma coluna de ventilaÁ„o ou a um tubo

ventilador prim·rio.

Sif„o: Desconector destinado a receber efluentes do sistema

predial de esgoto sanit·rio.

Subsistema de ventilaÁ„o: Conjunto de tubulaÁıes ou

dispositivos destinados a encaminhar os gases para a atmosfera e

evitar que os mesmos se encaminhem para os ambientes sanit·rios.

Pode ser dividido em ventilaÁ„o prim·ria e secund·ria.

Subcoletor: TubulaÁ„o que recebe efluentes de um ou mais

tubos de queda ou ramais de esgoto.

Tubo de queda: TubulaÁ„o vertical que recebe efluentes de

subcoletores, ramais de esgoto e ramais de descarga.

Tubo ventilador: Tubo destinado a possibilitar o escoamento

de ar da atmosfera para o sistema de esgoto e vice-versa ou a

circulaÁ„o de ar no interior do mesmo, com a finalidade de proteger o

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fecho hÌdrico dos desconectores e encaminhar os gases para

atmosfera.

Tubo ventilador de alÌvio: Tubo ventilador ligando o tubo de

queda ou ramal de esgoto ou de descarga ‡ coluna de ventilaÁ„o.

Tubo ventilador de circuito: Tubo ventilador secund·rio

ligado a um ramal de esgoto e servindo a um grupo de aparelhos sem

ventilaÁ„o individual.

TubulaÁ„o de ventilaÁ„o prim·ria: Prolongamento do tubo

de queda acima do ramal mais alto a ele ligado e com extremidade

superior aberta ‡ atmosfera situada acima da cobertura do prÈdio.

b

TubulaÁ„o de ventilaÁ„o secund·ria: Conjunto de tubos e

conexıes com a finalidade de promover a ventilaÁ„o secund·ria do

sistema predial de esgoto sanit·rio.

Unidade de Hunter de contribuiÁ„o (UHC): Fator numÈrico

que representa a contribuiÁ„o considerada em funÁ„o da utilizaÁ„o

habitual de cada tipo de aparelho sanit·rio.

VentilaÁ„o prim·ria: VentilaÁ„o proporcionada pelo ar que

escoa pelo n˙cleo do tubo de queda, o qual È prolongado atÈ a

atmosfera, constituindo a tubulaÁ„o de ventilaÁ„o prim·ria.

VentilaÁ„o secund·ria: VentilaÁ„o proporcionada pelo ar que

escoa pelo interior de colunas, ramais ou barriletes de ventilaÁ„o,

constituindo a tubulaÁ„o de ventilaÁ„o secund·ria.

2.2 - Desconectores

Todos os aparelhos sanit·rios devem ser protegidos por

desconectores. Os desconectores podem atender a um aparelho ou a

um conjunto de aparelhos de uma mesma unidade autÙnoma.

Podem ser utilizadas caixas sifonadas para a coleta dos

despejos de conjuntos de aparelhos sanit·rios, tais como lavatÛrios,

bidÍs, banheiras e chuveiros de uma mesma unidade autÙnoma,

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 assim

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assim como as ·guas pro- venientes de lavagem de pisos, devendo

as mesmas, neste caso, ser providas de grelhas.

As caixas sifonadas que coletam despejos de mictÛrios devem

ter tampas cegas e n„o podem receber contribuiÁıes de outros

aparelhos sanit·rios, mesmo providos de desconector prÛprio.

Podem ser utilizadas caixas sifonadas para coleta de ·guas

provenientes apenas de lavagem de pisos, desde que os despejos das

caixas sifonadas sejam encaminhados para rede coletora adequada ‡

natureza desses despejos.

Os despejos provenientes de m·quinas de lavar roupas ou

tanques situados

ser

descarregados em tubos de queda exclusivos, com caixa sifonada

especial instalada no seu final.

Deve ser assegurada a manutenÁ„o do fecho hÌdrico dos

desconectores mediante as solicitaÁıes impostas pelo ambiente

(evaporaÁ„o, tiragem tÈrmica e aÁ„o do vento, variaÁıes de press„o

no ambiente) e pelo uso propriamente dito (sucÁ„o e sobrepress„o).

7

em

pavimentos

sobrepostos

podem

2.3 - Ramais de descarga e de esgoto

Todos os trechos horizontais previstos no sistema de coleta e

transporte de esgoto sanit·rio devem possibilitar o escoamento dos

efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma

declividade constante.

Recomendam-se as seguintes declividades mÌnimas:

a) 2% para tubulaÁıes com di‚metro nominal igual ou inferior a

75;

b) 1% para tubulaÁıes com di‚metro nominal igual ou superior

a 100.

As mudanÁas de direÁ„o nos trechos horizontais devem ser

feitas com peÁas com ‚ngulo central igual ou inferior a 45 .

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As mudanÁas de direÁ„o (horizontal para vertical e vice-versa)

podem ser executadas com peÁas com ‚ngulo central igual ou inferior

a 90 .

… vedada a ligaÁ„o de ramal de descarga ou ramal de esgoto,

atravÈs de inspeÁ„o existente em joelho ou curva, ao ramal de

descarga de bacia sanit·ria.

Os ramais de descarga e de esgoto devem permitir f·cil acesso

para desobstruÁ„o e limpeza.

2.4 - Tubos de queda

Os tubos de queda devem, sempre que possÌvel, ser instalados

em um ˙nico alinhamento. Quando necess·rios, os desvios devem

ser feitos com peÁas formando ‚ngulo central igual ou inferior a 90 ,

de preferÍncia com curvas de raio longo ou duas curvas de 45 .

Para os edifÌcios de dois ou mais andares, nos tubos de queda

3

que recebam efluentes de aparelhos sanit·rios tais como pias,

tanques, m·quinas de lavar e outros similares, onde s„o utilizados

detergentes que provoquem a formaÁ„o de espuma, devem ser

adotadas soluÁıes no sentido de evitar o retorno de espuma para os

ambientes sanit·rios, tais como:

a) n„o efetuar ligaÁıes de tubulaÁıes de esgoto ou de

ventilaÁ„o nas regiıes de ocorrÍncia de sobrepress„o;

b) efetuar o desvio do tubo de queda para a horizontal com

dispositivos que atenuem a sobrepress„o, ou seja, curva de 90 de

raio longo ou duas curvas de 45 ; ou

c) instalar dispositivos com a finalidade de evitar o retorno de

espuma.

S„o considerados zonas de sobrepress„o (ver figura abaixo):

a) o trecho, de comprimento igual a 40 di‚metros,

imediatamente a montante do desvio para horizontal;

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 b)

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b) o trecho de comprimento igual a 10 di‚metros,

imediatamente a jusante do mesmo desvio;

c) o trecho horizontal de comprimento igual a 40 di‚metros,

imediatamente a montante do prÛximo desvio;

d) o trecho de comprimento igual a 40 di‚metros,

imediatamente a montante da base do tubo de queda, e o trecho do

coletor ou subcoletor imediatamente a jusante da mesma base;

e) os trechos a montante e a jusante do primeiro desvio na

horizontal do coletor com comprimento igual a 40 di‚metros ou

subcoletor com comprimento igual a 10 di‚metros;

9

f) o trecho da coluna de ventilaÁ„o, para o caso de sistemas

com ventilaÁ„o secund·ria, com comprimento igual a 40 di‚metros, a

partir da ligaÁ„o da base da coluna com o tubo de queda ou ramal de

esgoto.

da base da coluna com o tubo de queda ou ramal de esgoto. Devem ser previstos

Devem ser previstos tubos de queda especiais para pias de

cozinha e m·quinas de lavar louÁas, providos de ventilaÁ„o prim·ria,

os quais devem descarregar em uma caixa de gordura coletiva.

2.5 - Subcoletores e coletor predial

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O coletor predial e os subcoletores devem ser de preferÍncia

retilÌneos. Quando necess·rio, os desvios devem ser feitos com peÁas

com ‚ngulo central igual ou inferior a 45 , acompanhados de

elementos que permitam a inspeÁ„o.

Todos os trechos horizontais devem possibilitar o escoamento

dos efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma

declividade constante, respeitando-se os valores mÌnimos previstos

na NBR 8160.

A declividade m·xima a ser considerada È de 5%.

No coletor predial n„o devem existir inserÁıes de quaisquer

f

dispositivos ou embaraÁos ao natural escoamento de despejos, tais

como desconectores, fundo de caixas de inspeÁ„o de cota inferior ‡

do perfil do coletor predial ou subcoletor, bolsas de tubulaÁıes dentro

de caixas de inspeÁ„o, sendo permitida a inserÁ„o de v·lvula de

retenÁ„o de esgoto.

As variaÁıes de di‚metro dos subcoletores e coletor predial

devem ser feitas mediante o emprego de dispositivos de inspeÁ„o ou

de peÁas especiais de ampliaÁ„o.

Quando as tubulaÁıes forem aparentes, as interligaÁıes de

ramais de descarga, ramais de esgoto e subcoletores devem ser

feitas atravÈs de junÁıes a 45 , com dispositivos de inspeÁ„o nos

trechos adjacentes; quando as tubulaÁıes forem enterradas, devem

ser feitas atravÈs de caixa de inspeÁ„o ou poÁo de visita.

2.6 - Dispositivos complementares

As caixas de gordura, poÁos de visita e caixas de inspeÁ„o

devem ser perfeitamente impermeabilizados, providos de dispositivos

adequados para inspeÁ„o, possuir tampa de fecho hermÈtico, ser

devidamente ventilados e constituÌdos de materiais n„o atac·veis

pelo esgoto.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 a)

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a) Caixas de gordura

… recomendado o uso de caixas de gordura quando os efluentes

contiverem resÌduos gordurosos.

As pias de cozinha ou m·quinas de lavar louÁas instaladas em

v·rios pavimentos sobrepostos devem descarregar em tubos de

queda exclusivos que conduzam o esgoto para caixas de gordura

coletivas, sendo vedado o uso de caixas de gordura individuais nos

andares.

b) Caixas e dispositivos de inspeÁ„o

O interior das tubulaÁıes, embutidas ou n„o, deve ser acessÌvel

por intermÈdio de dispositivos de inspeÁ„o.

Para garantir a acessibilidade aos elementos do sistema, devem

ser respeitadas no mÌnimo as seguintes condiÁıes:

a) a dist‚ncia entre dois dispositivos de inspeÁ„o n„o

deve ser superior a 25,00 m;

b) a dist‚ncia entre a ligaÁ„o do coletor predial com o

p˙blico e o dispositivo de inspeÁ„o mais prÛximo n„o deve ser

superior a 15,00 m; e

c) os comprimentos dos trechos dos ramais de descarga

e de esgoto de bacias sanit·rias, caixas de gordura e caixas

sifonadas, medidos entre os mesmos e os dispositivos de

inspeÁ„o, n„o devem ser superiores a 10,00 m.

Os desvios, as mudanÁas de declividade e a junÁ„o de

tubulaÁıes enterradas devem ser feitos mediante o emprego de

caixas de inspeÁ„o ou poÁos de visita.

Em prÈdios com mais de dois pavimentos, as caixas de

inspeÁ„o n„o devem ser instaladas a menos de 2,00 m de

dist‚ncia dos tubos de queda que contribuem para elas.

N„o devem ser colocadas caixas de inspeÁ„o ou poÁos de visita

em ambientes pertencentes a uma unidade autÙnoma, quando os

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 mesmos

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mesmos recebem a contribuiÁ„o de despejos de outras unidades

autÙnomas.

As caixas de inspeÁ„o podem ser usadas para receber efluentes

fecais.

Os dispositivos de inspeÁ„o devem ser instalados junto ‡s

curvas dos tubos de queda, de preferÍncia ‡ montante das mesmas,

sempre que elas forem inatingÌveis por dispositivos de limpeza

introduzidos pelas caixas de inspeÁ„o ou pelos demais pontos de

acesso.

Os dispositivos de inspeÁ„o devem ter as seguintes

caracterÌsticas:

a) abertura suficiente para permitir as desobstruÁıes com a

utilizaÁ„o de equipamentos mec‚nicos de limpeza;

b) tampa hermÈtica removÌvel; e

c) quando embutidos em paredes no interior de residÍncias,

escritÛrios, ·reas p˙blicas, etc., n„o devem ser instalados com as

tampas salientes.

2.7 - InstalaÁ„o de recalque

Os efluentes de aparelhos sanit·rios e de dispositivos instalados

em nÌvel inferior ao do logradouro devem ser descarregados em uma

ou mais caixas de inspeÁ„o, as quais devem ser ligadas a uma caixa

coletora, disposta de modo a receber o esgoto por gravidade. A partir

da caixa coletora, por meio de bombas, devem ser recalcados para

uma caixa de inspeÁ„o (ou poÁo de visita), ramal de esgoto ligado

por gravidade ao coletor predial, ou diretamente ao mesmo, ou ao

sistema de tratamento de esgoto.

No caso de esgoto proveniente unicamente da lavagem de pisos

ou de automÛveis, dispensa-se o uso de caixas de inspeÁ„o, devendo

os efluentes ser encaminhados, neste caso, a uma caixa sifonada de

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di‚metro mÌnimo igual a 0,40 m, a qual pode ser ligada diretamente

a uma caixa coletora.

A caixa coletora deve ser perfeitamente impermeabilizada,

provida de dispositivos adequados para inspeÁ„o, limpeza e

ventilaÁ„o; de tampa hermÈtica e ser constituÌda de materiais n„o

atac·veis pelo esgoto.

As caixas de gordura ligadas ‡s caixas coletoras devem atender

‡s exigÍncias indicadas na tabela a seguir, ou ser providas de

tubulaÁ„o de ventilaÁ„o.

a seguir, ou ser providas de tubulaÁ„o de ventilaÁ„o. As bombas devem ser de construÁ„o especial,

As bombas devem ser de construÁ„o especial, ‡ prova de

obstruÁıes por ·guas servidas, massas e lÌquidos viscosos.

O funcionamento das bombas deve ser autom·tico e alternado,

comandado por chaves magnÈticas conjugadas com chaves de bÛia,

devendo essa instalaÁ„o ser equipada com dispositivo de alarme para

sinalizar a ocorrÍncia de falhas mec‚nicas.

A tubulaÁ„o de recalque deve ser ligada ‡ rede de esgoto

(coletor ou caixa de inspeÁ„o) de tal forma que seja impossÌvel o

refluxo do esgoto sanit·rio ‡ caixa coletora.

2.8 - Componentes do subsistema de ventilaÁ„o

O subsistema de ventilaÁ„o pode ser previsto de duas formas:

a) ventilaÁ„o prim·ria e secund·ria; ou

b) somente ventilaÁ„o prim·ria.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Caso

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Caso a somente ventilaÁ„o prim·ria n„o seja suficiente, podem

ser adotadas as seguintes medidas:

a) alterar as caracterÌsticas geomÈtricas do subsistema de

coleta e transporte, devendo-se, em seguida, verificar novamente a

suficiÍncia da ventilaÁ„o prim·ria; ou

b) prover ventilaÁ„o secund·ria.

A ventilaÁ„o secund·ria consiste, basicamente, em ramais e

colunas de ventilaÁ„o que interligam os ramais de descarga ou de

esgoto ‡ ventilaÁ„o prim·ria ou que s„o prolongados acima da co-

bertura; ou ent„o pela utilizaÁ„o de dispositivos de admiss„o de ar

(VAA) devidamente posicionados no sistema. Na figura a seguir, a

tÌtulo de ilustraÁ„o, apresentam-se estes tipos de ventilaÁ„o

secund·ria.

apresentam-se estes tipos de ventilaÁ„o secund·ria. Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br
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e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 A extremidade aberta do tubo ventilador prim·rio

A extremidade aberta do tubo ventilador prim·rio ou coluna de

ventilaÁ„o deve estar situada acima da cobertura do edifÌcio a uma

dist‚ncia mÌnima que impossibilite o encaminhamento ‡ mesma das

·guas pluviais provenientes do telhado ou laje impermeabilizada.

A extremidade aberta de um tubo ventilador prim·rio ou coluna

de ventilaÁ„o, conforme mostrado na figura abaixo:

a) n„o deve estar situada a menos de 4,00 m de qualquer

janela, porta ou v„o de ventilaÁ„o, salvo se elevada pelo menos 1,00

m das vergas dos respectivos v„os;

b) deve situar-se a uma altura mÌnima igual a 2,00 m acima da

cobertura, no caso de laje utilizada para outros fins alÈm de

cobertura; caso contr·rio, esta altura deve ser no mÌnimo igual a

0,30 m;

c) deve ser devidamente protegida nos trechos aparentes

contra choques ou acidentes que possam danific·-la;

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d) deve ser provida de terminal tipo chaminÈ, tÍ ou outro

dispositivo que impeÁa a entrada das ·guas pluviais diretamente ao

tubo de ventilaÁ„o.

das ·guas pluviais diretamente ao tubo de ventilaÁ„o. O projeto do subsistema de ventilaÁ„o deve ser

O projeto do subsistema de ventilaÁ„o deve ser feito de modo a

impedir o acesso de esgoto sanit·rio ao interior do mesmo.

O tubo ventilador prim·rio e a coluna de ventilaÁ„o devem ser

verticais e, sempre que possÌvel, instalados em uma ˙nica prumada;

quando necess·rias, as mudanÁas de direÁ„o devem ser feitas

mediante curvas de ‚ngulo central n„o superior a 90 , e com um

aclive mÌnimo de 1%.

Nos desvios de tubo de queda que formem um ‚ngulo maior

que 45 com a vertical, deve ser prevista ventilaÁ„o de acordo com

uma das seguintes alternativas:

a) considerar o tubo de queda como dois tubos independentes,

um acima e outro abaixo do desvio; ou

b) fazer com que a coluna de ventilaÁ„o acompanhe o desvio do

tubo de queda, conectando o tubo de queda ‡ coluna de ventilaÁ„o,

atravÈs de tubos ventiladores de alÌvio, acima e abaixo do desvio.

Em prÈdios de um sÛ pavimento, deve existir pelo menos um

tubo ventilador, ligado diretamente a uma caixa de inspeÁ„o ou em

junÁ„o ao coletor predial, subcoletor ou ramal de descarga de uma

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 bacia

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bacia sanit·ria e prolongado atÈ acima da cobertura desse prÈdio,

devendo-se prever a ligaÁ„o de todos os desconectores a um ele-

mento ventilado, respeitando-se as dist‚ncias m·ximas indicadas na

tabela a seguir:

as dist‚ncias m·ximas indicadas na tabela a seguir: Nos prÈdios cujo sistema predial de esgoto sanit·rio

Nos prÈdios cujo sistema predial de esgoto sanit·rio j· possua

pelo menos um tubo ventilador prim·rio de DN 100, fica dispensado o

prolongamento dos demais tubos de queda atÈ a cobertura, desde

que estejam preenchidas as seguintes condiÁıes:

a) o comprimento n„o exceda 1/4 da altura total do prÈdio,

medida na vertical do referido tubo;

b) n„o receba mais de 36 unidades de Hunter de contribuiÁ„o;

c) tenha a coluna de ventilaÁ„o prolongada atÈ acima da

cobertura ou em conex„o com outra existente.

Toda tubulaÁ„o de ventilaÁ„o deve ser instalada com

aclive mÌnimo de 1%, de modo que qualquer lÌquido que

porventura nela venha a ingressar possa escoar totalmente por

gravidade para dentro do ramal de descarga ou de esgoto em que o

ventilador tenha origem.

Toda coluna de ventilaÁ„o deve ter:

a) di‚metro uniforme;

b) a extremidade inferior ligada a um subcoletor ou a um tubo

de queda, em ponto situado abaixo da ligaÁ„o do primeiro ramal de

esgoto ou de descarga, ou neste ramal de esgoto ou de descarga;

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 c)

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c) a extremidade superior situada acima da cobertura do

edifÌcio, ou ligada a um tubo ventilador prim·rio a 0,15 m, ou mais,

acima do nÌvel de transbordamento da ·gua do mais elevado

aparelho sanit·rio por ele servido.

Quando n„o for conveniente o prolongamento de cada tubo

ventilador atÈ acima da cobertura, pode ser usado um barrilete de

ventilaÁ„o, a ser executado com aclive mÌnimo de 1% atÈ o trecho

prolongado.

As ligaÁıes da coluna de ventilaÁ„o aos demais componentes do

sistema de ventilaÁ„o ou do sistema de esgoto sanit·rio devem ser

feitas com conexıes apropriadas, como a seguir:

a) quando feita em uma tubulaÁ„o vertical, a ligaÁ„o deve ser

executada por meio de junÁ„o a 45 ; ou

b) quando feita em uma tubulaÁ„o horizontal, deve ser

executada acima do eixo da tubulaÁ„o, elevando- se o tubo ventilador

de uma dist‚ncia de atÈ 0,15 m, ou mais, acima do nÌvel de

transbordamento da ·gua do mais elevado dos aparelhos sanit·rios

por ele ventilados, antes de ligar-se a outro tubo ventilador,

respeitando-se o que segue:

- a ligaÁ„o ao tubo horizontal deve ser feita por meio de

tÍ 90 ou junÁ„o 45 com a derivaÁ„o instalada em ‚ngulo, de

preferÍncia, entre 45 e 90 em relaÁ„o ao tubo de esgoto,

conforme indicado na figura a seguir;

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EdificaÁıes ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli Aula 15

e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 - quando n„o houver espaÁo vertical para

- quando n„o houver espaÁo vertical para a soluÁ„o

apresentada acima, podem ser adotados ‚ngulos menores, com

o tubo ventilador ligado somente por junÁ„o 45 ao respectivo

ramal de esgoto e com seu trecho inicial instalado em aclive

mÌnimo de 2%;

- a dist‚ncia entre o ponto de inserÁ„o do ramal de

ventilaÁ„o ao tubo de esgoto e a conex„o de mudanÁa do

trecho horizontal para a vertical deve ser a mais curta possÌvel;

- a dist‚ncia entre a saÌda do aparelho sanit·rio e a

inserÁ„o do ramal de ventilaÁ„o deve ser igual a no mÌnimo

duas vezes o di‚metro do ramal de descarga.

Quando n„o for possÌvel ventilar o ramal de descarga da bacia

sanit·ria ligada diretamente ao tubo de queda (para a dist‚ncia

m·xima, conforme a tabela acima, o tubo de queda deve ser

ventilado imediatamente abaixo da ligaÁ„o do ramal da bacia

sanit·ria, conforme a figura a seguir.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 …

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e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 … dispensada a ventilaÁ„o do ramal de

… dispensada a ventilaÁ„o do ramal de descarga de uma

bacia sanit·ria ligada atravÈs de ramal exclusivo a um tubo de

queda a uma dist‚ncia m·xima de 2,40 m, desde que esse tubo

de queda receba, do mesmo pavimento, imediatamente abaixo,

outros ramais de esgoto ou de descarga devidamente ventilados,

conforme mostrado na figura a seguir.

ventilados, conforme mostrado na figura a seguir. Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br
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Bacias sanit·rias instaladas em bateria, devem ser ventiladas

por um tubo ventilador de circuito ligando a coluna de ventilaÁ„o

ao ramal de esgoto na regi„o entre a ˙ltima e a pen˙ltima bacias

sanit·rias, conforme indicado na figura seguinte.

bacias sanit·rias, conforme indicado na figura seguinte. Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cada

Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cada

grupo de no m·ximo oito bacias sanit·rias, contadas a partir da

mais prÛxima ao tubo de queda.

Quando o ramal de esgoto servir a mais de trÍs bacias

sanit·rias e houver aparelhos em andares superiores descarregando

no tubo de queda, È necess·ria a instalaÁ„o de tubo ventilador

suplementar, ligando o tubo ventilador de circuito ao ramal de esgoto

na regi„o entre o tubo de queda e a primeira bacia sanit·ria.

2.9 - Dimensionamento

a) Desconectores

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Todo

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Todo desconector deve satisfazer ‡s seguintes condiÁıes:

a) ter fecho hÌdrico com altura mÌnima de 0,05 m;

b) apresentar orifÌcio de saÌda com di‚metro igual ou superior

ao do ramal de descarga a ele conectado.

As caixas sifonadas devem ter as seguintes caracterÌsticas

mÌnimas:

a) ser de DN 100, quando receberem efluentes de aparelhos

sanit·rios atÈ o limite de 6 UHC;

b) ser de DN 125, quando receberem efluentes de aparelhos

sanit·rios atÈ o limite de 10 UHC;

c) ser de DN 150, quando receberem efluentes de aparelhos

sanit·rios atÈ o limite de 15 UHC.

O ramal de esgoto da caixa sifonada deve ser dimensionado

conforme indicado na tabela a seguir.

deve ser dimensionado conforme indicado na tabela a seguir. As caixas sifonadas especiais devem ter as

As caixas sifonadas especiais devem ter as seguintes

caracterÌsticas mÌnimas:

a) fecho hÌdrico com altura de 0,20 m;

b) quando cilÌndricas, devem ter o di‚metro interno de 0,30 m

e, quando prism·ticas de base poligonal, devem permitir na base a

inscriÁ„o de um cÌrculo de di‚metro de 0,30 m;

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 c)

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c) devem ser fechadas hermeticamente com tampa facilmente

removÌvel;

d) devem ter orifÌcio de saÌda com o di‚metro nominal DN 75.

b) Ramais de descarga e de esgoto

Para os ramais de descarga, devem ser adotados no mÌnimo os

di‚metros apresentados na tabela a seguir.

no mÌnimo os di‚metros apresentados na tabela a seguir. Para os aparelhos n„o relacionados na tabela
no mÌnimo os di‚metros apresentados na tabela a seguir. Para os aparelhos n„o relacionados na tabela

Para os aparelhos n„o relacionados na tabela acima, devem ser

estimadas as UHC correspondentes e o dimensionamento deve ser

feito com os valores indicados na tabela a seguir.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Para

EdificaÁıes ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli Aula 15

e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Para os ramais de esgoto, deve ser

Para os ramais de esgoto, deve ser utilizada a tabela a seguir.

os ramais de esgoto, deve ser utilizada a tabela a seguir. c) Tubos de queda Os

c) Tubos de queda

Os tubos de queda podem ser dimensionados pela somatÛria

das UHC, conforme valores indicados na tabela a seguir.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Quando

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e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Quando apresentarem desvios da vertical, os tubos

Quando apresentarem desvios da vertical, os tubos de queda

devem ser dimensionados da seguinte forma:

a) quando o desvio formar ‚ngulo igual ou inferior a 45 com a

vertical, o tubo de queda È dimensionado com os valores indicados na

tabela acima;

b) quando o desvio formar ‚ngulo superior a 45 com a

vertical, deve-se dimensionar:

- a parte do tubo de queda acima do desvio como um

tubo de queda independente, com base no n˙mero de unidades

de Hunter de contribuiÁ„o dos aparelhos acima do desvio, de

acordo com os valores da tabela acima;

- a parte horizontal do desvio de acordo com os valores

da tabela a seguir;

- a parte do tubo de queda abaixo do desvio, com base no

n˙mero de unidades de Hunter de contribuiÁ„o de todos os

aparelhos que descarregam neste tubo de queda, de acordo

com os valores da tabela acima, n„o podendo o di‚metro

nominal adotado, neste caso, ser menor do que o da parte

horizontal.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 d)

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e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 d) Coletor predial e subcoletores O coletor

d) Coletor predial e subcoletores

O coletor predial e os subcoletores podem ser dimensionados

pela somatÛria das UHC conforme os valores da tabela acima. O

coletor predial deve ter di‚metro nominal mÌnimo DN 100.

No dimensionamento do coletor predial e dos subcoletores em

prÈdios residenciais, deve ser considerado apenas o aparelho de

maior descarga de cada banheiro para a somatÛria do n˙mero de

unidades de Hunter de contribuiÁ„o.

Nos demais casos, devem ser considerados todos os aparelhos

contribuintes para o c·lculo do n˙mero de UHC.

e) Caixas de gordura

As caixas de gordura devem ser dimensionadas levando-se em

conta o que segue:

a) para a coleta de apenas uma cozinha, pode ser usada a caixa

de gordura pequena ou a caixa de gordura simples;

b) para a coleta de duas cozinhas, pode ser usada a caixa de

gordura simples ou a caixa de gordura dupla;

c) para a coleta de trÍs atÈ 12 cozinhas, deve ser usada a caixa

de gordura dupla;

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d) para a coleta de mais de 12 cozinhas, ou ainda, para

cozinhas de restaurantes, escolas, hospitais, quartÈis, etc., devem

ser previstas caixas de gordura especiais.

As caixas de gordura devem ser divididas em duas c‚maras,

uma receptora e outra vertedoura, separadas por um septo n„o

removÌvel.

As caixas de gordura podem ser dos seguintes tipos:

a) pequena (CGP), cilÌndrica, com as seguintes dimensıes

mÌnimas:

- di‚metro interno: 0,30 m;

- parte submersa do septo: 0,20 m;

- capacidade de retenÁ„o: 18 L;

- di‚metro nominal da tubulaÁ„o de saÌda: DN 75;

b) simples (CGS), cilÌndrica, com as seguintes dimensıes

mÌnimas:

- di‚metro interno: 0,40 m;

- parte submersa do septo: 0,20 m;

- capacidade de retenÁ„o: 31 L;

- di‚metro nominal da tubulaÁ„o de saÌda: DN 75;

c) dupla

mÌnimas:

(CGD),

cilÌndrica,

com

as

seguintes

dimensıes

- di‚metro interno: 0,60 m;

- parte submersa do septo: 0,35 m

- capacidade de retenÁ„o: 120 L;

- di‚metro nominal da tubulaÁ„o de saÌda: DN 100;

d) especial (CGE), prism·tica de base retangular, com as

seguintes caracterÌsticas:

- dist‚ncia mÌnima entre o septo e a saÌda: 0,20 m;

- volume da c‚mara de retenÁ„o de gordura obtido pela

fÛrmula: V = 2 N + 20, onde: N È o n˙mero de pessoas servidas

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pelas cozinhas que contribuem para a caixa de gordura no turno em

que existe maior afluxo; V È o volume, em litros;

- altura molhada: 0,60 m;

- parte submersa do septo: 0,40 m;

- di‚metro nominal mÌnimo da tubulaÁ„o de saÌda: DN

100.

f) Caixas de passagem

As caixas de passagem devem ter as seguintes caracterÌsticas:

- quando cilÌndricas, ter di‚metro mÌnimo igual a 0,15 m e,

quando prism·ticas de base poligonal, permitir na base a inscriÁ„o de

um cÌrculo de di‚metro mÌnimo igual a 0,15 m;

- ser providas de tampa cega, quando previstas em instalaÁıes

de esgoto prim·rio;

- ter altura mÌnima igual a 0,10 m;

- ter tubulaÁ„o de saÌda dimensionada pela tabela de

dimensionamento de ramais de esgoto, sendo o di‚metro mÌnimo

igual a DN 50.

g) Dispositivos de inspeÁ„o

As caixas de inspeÁ„o devem ter:

- profundidade m·xima de 1,00 m;

- forma prism·tica, de base quadrada ou retangular, de lado

interno mÌnimo de 0,60 m, ou cilÌndrica com di‚metro mÌnimo igual a

0,60 m;

- tampa facilmente removÌvel, permitindo perfeita vedaÁ„o;

- fundo construÌdo de modo a assegurar r·pido escoamento e

evitar formaÁ„o de depÛsitos.

Os poÁos de visita devem ter:

- profundidade maior que 1,00 m;

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- forma prism·tica de base quadrada ou retangular, com

dimens„o mÌnima de 1,10 m, ou cilÌndrica com um di‚metro interno

mÌnimo de 1,10 m;

- degraus que permitam o acesso ao seu interior;

- tampa removÌvel que garanta perfeita vedaÁ„o;

- fundo constituÌdo de modo a assegurar r·pido escoamento e

evitar formaÁ„o de sedimentos;

- duas partes, quando a profundidade total for igual ou inferior

a 1,80 m, sendo a parte inferior formada pela c‚mara de trabalho

(bal„o) de altura mÌnima de 1,50 m, e a parte superior formada pela

c‚mara de acesso, ou chaminÈ de acesso, com di‚metro interno

mÌnimo de 0,60 m.

h) InstalaÁ„o de recalque

O dimensionamento da instalaÁ„o de recalque deve ser feito

considerando-se, basicamente, os seguintes aspectos:

- a capacidade da bomba, que deve atender ‡ vaz„o m·xima

prov·vel de contribuiÁ„o dos aparelhos e dos dispositivos instalados

que possam estar em funcionamento simult‚neo;

-

o tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa;

-

o intervalo de tempo entre duas partidas consecutivas do

motor.

A caixa coletora deve ter a sua capacidade calculada de modo a

evitar a freq¸Íncia exagerada de partidas e paradas das bombas por

um volume insuficiente, bem como a ocorrÍncia de estado sÈptico por

um volume exagerado.

No caso de recebimento de efluentes de bacias sanit·rias, deve

ser considerado o atendimento aos seguintes aspectos:

- a caixa coletora deve possuir uma profundidade mÌnima igual

a 0,90 m, a contar do nÌvel da geratriz inferior da tubulaÁ„o afluente

mais baixa; o fundo deve ser suficientemente inclinado, para impedir

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a deposiÁ„o de materiais sÛlidos quando caixa for esvaziada

completamente;

- a caixa coletora deve ser ventilada por um tubo ventilador,

preferencialmente independente de qualquer outra ventilaÁ„o

utilizada no edifÌcio;

- devem ser instalados pelo menos dois grupos motobomba,

para funcionamento alternado.

Estas bombas devem permitir a passagem de esferas com

di‚metro de 0,06 m e o di‚metro nominal mÌnimo da tubulaÁ„o de

recalque deve ser DN 75.

Caso a caixa coletora n„o receba efluentes de bacias sanit·rias,

devem ser considerados os seguintes aspectos:

- a profundidade mÌnima deve ser igual a 0,60 m;

- as bombas a serem utilizadas devem permitir a passagem de

esferas de 0,018 m e o di‚metro nominal mÌnimo da tubulaÁ„o de

recalque deve ser DN 40.

As tubulaÁıes de sucÁ„o devem ser previstas de modo a se ter

uma para cada bomba e possuir di‚metro nominal uniforme e nunca

inferior ao das tubulaÁıes de recalque.

As tubulaÁıes de recalque devem atingir um nÌvel superior ao

do logradouro, de maneira que impossibilite o refluxo do esgoto,

devendo ser providas de dispositivos para este fim.

O volume ˙til da caixa coletora pode ser determinado atravÈs

da seguinte express„o:

pode ser determinado atravÈs da seguinte express„o: onde: V u È o volume compreendido entre o

onde:

V u È o volume compreendido entre o nÌvel m·ximo e o nÌvel

mÌnimo de operaÁ„o da caixa (faixa de operaÁ„o da bomba), em m 3 ;

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Q

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Q È a capacidade da bomba determinada em funÁ„o da vaz„o

afluente de esgoto ‡ caixa coletora, em m 3 /min;

t È o intervalo de tempo entre duas partidas consecutivas do

motor, em minutos.

Recomenda-se que o intervalo entre duas partidas consecutivas

do motor n„o seja inferior a 10 min, no sentido de se preservar os

equipamentos eletromec‚nicos de freq¸entes esforÁos de partida.

Recomenda-se que a capacidade da bomba seja considerada

como sendo, no mÌnimo, igual a duas vezes a vaz„o afluente de

esgoto sanit·rio.

O volume total È obtido pelo volume ˙til somado ‡queles

ocupados pelas bombas (se forem do tipo submersÌvel), tubulaÁıes e

acessÛrios da instalaÁ„o que se encontrem no interior da caixa

coletora

O tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa coletora pode ser

determinado a partir da seguinte equaÁ„o:

d = V t /q

onde:

d È o tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa coletora, em

minutos;

V t È o volume total da caixa coletora, em m 3 ;

q

È a vaz„o mÈdia de esgoto afluente, em m 3 /min.

O

tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa n„o deve ultrapassar

30 min, para que n„o haja comprometimento das condiÁıes de

aerobiose do esgoto.

i) Componentes do subsistema de ventilaÁ„o

Se as tubulaÁıes do subsistema de coleta e transporte de

esgoto sanit·rio foram dimensionadas pelo mÈtodo hidr·ulico

constante no anexo B da NBR 8160, as tubulaÁıes do subsistema de

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ventilaÁ„o devem ser dimensionadas pelo mÈtodo apresentado no

anexo D da mesma norma.

Caso contr·rio, as tubulaÁıes do subsistema de ventilaÁ„o,

devem ser dimensionadas a partir da metodologia apresentada a

seguir.

Devem ser adotados os seguintes critÈrios para o

dimensionamento do sistema de ventilaÁ„o secund·ria:

- ramal de ventilaÁ„o: di‚metro nominal n„o inferior aos limites

determinados na tabela a seguir:

n„o inferior aos limites determinados na tabela a seguir: - tubo ventilador de circuito: di‚metro nominal

- tubo ventilador de circuito: di‚metro nominal n„o inferior aos

limites determinados na tabela 2 da NBR 8160;

- tubo ventilador complementar: di‚metro nominal n„o inferior

‡ metade do di‚metro do ramal de esgoto a que estiver ligado;

- coluna de ventilaÁ„o: di‚metro nominal de acordo com as

indicaÁıes da tabela 2 da NBR 8160. Inclui-se no comprimento da

coluna de ventilaÁ„o, o trecho do tubo ventilador prim·rio entre o

ponto de inserÁ„o da coluna e a extremidade aberta do tubo

ventilador;

- barrilete de ventilaÁ„o: di‚metro nominal de cada trecho de

acordo com a tabela 2 da NBR 8160, sendo que o n˙mero de UHC de

cada trecho È a soma das unidades de todos os tubos de queda

servidos pelo trecho, e o comprimento a considerar È o mais extenso,

da base da coluna de ventilaÁ„o mais distante da extremidade aberta

do barrilete, atÈ essa extremidade;

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- tubo ventilador de alÌvio: di‚metro nominal igual ao di‚metro

nominal da coluna de ventilaÁ„o a que estiver ligado.

3 - Projeto da Rede Coletora de Esgoto (NBR 9649)

A NBR 9649 adota as seguintes definiÁıes:

LigaÁ„o predial: Trecho do coletor predial (ver NBR 8160)

compreendido entre o limite do terreno e o coletor de esgoto.

Coletor de esgoto: TubulaÁ„o da rede coletora que recebe

contribuiÁ„o de esgoto dos coletores prediais em qualquer ponto ao

longo de seu comprimento.

Coletor principal: Coletor de esgoto de maior extens„o dentro

de uma mesma bacia.

Coletor tronco: TubulaÁ„o da rede coletora que recebe apenas

contribuiÁ„o de esgoto de outros coletores.

Emiss·rio: TubulaÁ„o que recebe esgoto exclusivamente na

extremidade de montante.

Rede coletora: Conjunto constituÌdo por ligaÁıes prediais,

coletores de esgoto, e seus Ûrg„os acessÛrios.

Trecho: Segmento de coletor, coletor tronco, interceptor ou

emiss·rio, compreendido entre singularidades sucessivas; entende-se

por singularidade qualquer Ûrg„o acessÛrio, mudanÁa de direÁ„o e

variaÁıes de seÁ„o, de declividade e de vaz„o quando significativa.

PoÁo de visita (PV): C‚mara visit·vel atravÈs de abertura

existente em sua parte superior, destinada ‡ execuÁ„o de trabalhos

de manutenÁ„o.

Tubo de inspeÁ„o e limpeza (TIL): Dispositivo n„o visit·vel

que permite inspeÁ„o e introduÁ„o de equipamentos de limpeza.

Terminal de limpeza (TL): Dispositivo que permite

introduÁ„o de equipamentos de limpeza, localizado na cabeceira de

qualquer coletor.

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 Caixa

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Caixa de passagem (CP): C‚mara sem acesso localizada em

pontos singulares por necessidade construtiva.

Sif„o invertido: Trecho rebaixado com escoamento sob

press„o, cuja finalidade È transpor obst·culos, depressıes do terreno

ou cursos d‟água.

Passagem forÁada: Trecho com escoamento sob press„o, sem

rebaixamento.

Profundidade: DiferenÁa de nÌvel entre a superfÌcie do terreno

e

Recobrimento: DiferenÁa de nÌvel entre a superfÌcie do terreno

e

Tubo de queda: Dispositivo instalado no poÁo de visita (PV),

ligando um coletor afluente ao fundo do poÁo.

Coeficiente de retorno: RelaÁ„o mÈdia entre os volumes de

esgoto produzido e de ·gua efetivamente consumida.

a geratriz inferior interna do coletor.

==b739f==

a geratriz superior externa do coletor.

3.1 - Requisitos do Projeto

O levantamento planialtimÈtrico da ·rea de projeto e de

suas zonas de expans„o deve ser apresentado em escala mÌnima de

1:2000, com curvas de nÌvel de metro em metro e pontos cotados

onde necess·rios.

A planta deve ser apresentada com escala mÌnima de

1:10000, onde estejam representadas em conjunto as ·reas das

bacias de esgotamento de interesse para o projeto.

Dave haver o levantamento de obst·culos superficiais e

subterr‚neos nos logradouros onde, provavelmente, deve ser traÁada

a rede coletora, assim como o levantamento cadastral da rede

existente.

Deve-se realizar sondagens de reconhecimento para

determinaÁ„o da natureza do terreno e dos nÌveis do lenÁol fre·tico.

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3.2 - Atividades para elaboraÁ„o do Projeto

a) DelimitaÁ„o das bacias e sub-bacias de esgotamento cujas

contribuiÁıes podem influir no dimensionamento da rede, inclusive as

zonas de expans„o previstas, desconsiderando os limites polÌticos

administrativos.

b) DelimitaÁ„o da ·rea do projeto.

c) FixaÁ„o do inÌcio de operaÁ„o da rede e determinaÁ„o do

alcance do projeto e respectivas etapas de implantaÁ„o para as

diversas bacias de esgotamento.

d) C·lculo das taxas de contribuiÁ„o inicial e final, definidas no

Anexo.

e) TraÁado da rede, interligaÁıes com a rede existente, se

prevista sua utilizaÁ„o, e posiÁ„o dos outros componentes do sistema

em relaÁ„o ‡ rede.

f) VerificaÁ„o da capacidade da rede existente, se prevista sua

utilizaÁ„o.

Ûrg„os

acessÛrios.

h) Desenho da rede coletora e de seus Ûrg„os acessÛrios.

Devem ser localizadas em planta as contribuiÁıes industriais e outras

contribuiÁıes singulares.

g)

Dimensionamento

hidr·ulico

da

rede

e

seus

i) RelatÛrio de apresentaÁ„o do projeto contendo no mÌnimo:

-

apreciaÁ„o comparativa em relaÁ„o ‡s diretrizes da concepÁ„o

b·sica;

-

c·lculo hidr·ulico;

-

aspectos construtivos;

-

definiÁ„o dos tubos, materiais e respectivas quantidades;

-

especificaÁıes de serviÁos;

-

orÁamentos;

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- aspectos de operaÁ„o e manutenÁ„o;

- desenhos.

3.3 - Dimensionamento hidr·ulico

Para todos os trechos da rede devem ser estimadas as vazıes

inicial e final (Q i e Q f ).

Inexistindo dados pesquisados e comprovados, com validade

estatÌstica, recomenda-se como o menor valor de vaz„o 1,5 L/s

em qualquer trecho.

Os di‚metros a empregar devem ser os previstos nas normas e

especificaÁıes brasileiras relativas aos diversos materiais, o menor

n„o sendo inferior a DN 100.

A declividade de cada trecho da rede coletora n„o deve ser

inferior ‡ mÌnima admissÌvel e nem superior ‡ m·xima calculada

segundo o critÈrio dos par·grafos seguintes.

Cada trecho deve ser verificado pelo critÈrio de tens„o trativa

média de valor mínimo j t = 1,0 Pa, calculada para vaz„o inicial (Q i ),

para coeficiente de Manning n = 0,013. A declividade mÌnima que

satisfaz essa condiÁ„o pode ser determinada pela express„o

aproximada: I o mÌn. = 0,0055.Q i - 0,47, sendo I o mÌn. em m/m e Q i

em L/s.

Para coeficiente de Manning diferente de 0,013, os valores de

tens„o trativa mÈdia e declividade mÌnima a adotar devem ser

justificados.

A m·xima declividade admissÌvel È aquela para a qual se

tenha velocidade final = 5 m/s.

Quando a velocidade final È superior ‡ velocidade crÌtica, a

maior l‚mina admissÌvel deve ser 50% do di‚metro do coletor,

assegurando-se a ventilaÁ„o do trecho; a velocidade crÌtica È definida

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por: v c = 6 (g.R H ) 1/2 ,onde g = aceleraÁ„o da gravidade e R H = raio

hidr·ulico.

As lâminas d’água devem ser sempre calculadas

admitindo o escoamento em regime uniforme e permanente,

sendo o seu valor m·ximo, para vaz„o final (Q f ), a 75% do

di‚metro do coletor.

Sempre que a cota do nível d‟água na saÌda de qualquer PV ou

TIL está acima de qualquer das cotas dos níveis d‟água de entrada,

deve ser verificada a influÍncia do remanso no trecho de montante.

3.4 - DisposiÁıes construtivas

Devem ser construÌdos poÁos de visita (PV) em todos os pontos

singulares da rede coletora, tais como no inÌcio de coletores, nas

mudanÁas de direÁ„o, de declividade, de di‚metro e de material, na

reuni„o de coletores e onde h· degraus.

Garantidas as condiÁıes de acesso de equipamento para

limpeza do trecho a jusante, pode ser usada caixa de passagem (CP)

em substituiÁ„o a poÁo de visita (PV), nas mudanÁas de direÁ„o,

declividade, material e di‚metro, quando possÌvel a supress„o de

degrau.

As caixas de passagem (CP) podem ser substituÌdas por

conexıes nas mudanÁas de direÁ„o e declividade, quando as

deflexıes coincidem com as dessas peÁas.

As posiÁıes das caixas de passagem (CP) e das conexıes

utilizadas devem ser obrigatoriamente cadastradas.

Terminal de limpeza (TL) pode ser usado em substituiÁ„o a

poÁo de visita (PV) no inÌcio de coletores.

Tubo de inspeÁ„o e limpeza (TIL) pode ser usado em

substituiÁ„o a poÁo de visita (PV), nos casos previstos acima e nos

seguintes casos:

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a) na reuni„o de atÈ dois trechos ao coletor (trÍs entradas e

uma saÌda);

b) nos pontos com degrau de altura inferior a 0,50 m;

c) a jusante de ligaÁıes prediais cujas contribuiÁıes podem

acarretar problema de manutenÁ„o.

O PoÁo de Visita (PV) deve ser obrigatoriamente usado nos

seguintes casos:

a) na reuni„o de mais de dois trechos ao coletor;

b) na reuni„o que exige colocaÁ„o de tubo de queda;

c) nas extremidades de sifıes invertidos e passagens forÁadas;

d) nos casos previstos anteriormente quando a profundidade

for maior ou igual a 3,00 m.

O Tubo de Queda deve ser colocado quando o coletor afluente

apresentar degrau com altura maior ou igual a 0,50 m.

As dimensıes dos poÁos de visita (PV) devem se ater aos

seguintes limites:

a) tamp„o: di‚metro mÌnimo de 0,60m;

b) c‚mara: dimens„o mÌnima em planta de 0,80 m.

A dist‚ncia entre PV, TIL ou TL consecutivos deve ser limitada

pelo alcance dos equipamentos de desobstruÁ„o.

O fundo de PV, TIL e CP deve ser constituÌdo de calhas

destinadas a guiar os fluxos afluentes em direÁ„o ‡ saÌda.

Lateralmente, as calhas devem ter altura coincidindo com a geratriz

superior do tubo de saÌda.

O recobrimento n„o deve ser inferior a 0,90 m para coletor

assentado no leito da via de tr·fego, ou a 0,65 m para coletor

assentado no passeio. Recobrimento menor deve ser justificado.

A rede coletora n„o deve ser aprofundada para atendimento de

economia com cota de soleira abaixo do nÌvel da rua. Nos casos de

atendimento considerado necess·rio, devem ser feitas an·lises da

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conveniÍncia do aprofundamento, considerados seus efeitos nos

trechos subseq¸entes e comparando-se com outras soluÁıes.

4 - Projeto de estaÁıes elevatÛrias de esgoto sanit·rio (NBR

12208)

4.1 - IntroduÁ„o

A estaÁ„o elevatÛria de esgoto sanit·rio È a instalaÁ„o que se

destina ao transporte do esgoto do nÌvel do poÁo de sucÁ„o das

bombas ao nÌvel de descarga na saÌda do recalque, acompanhando

aproximadamente as variaÁıes da vaz„o afluente.

A NBR 12208 adota as seguintes definiÁıes:

Volume ˙til do poÁo de sucÁ„o: Volume compreendido entre

os nÌveis m·ximo e mÌnimo de operaÁ„o das bombas.

Volume efetivo do poÁo de sucÁ„o: Volume compreendido

entre o fundo do poÁo e o nÌvel mÈdio de operaÁ„o das bombas.

Tempo de detenÁ„o mÈdia: RelaÁ„o entre o volume efetivo e

a vaz„o mÈdia de inÌcio de plano afluente ao poÁo de sucÁ„o.

Vaz„o mÈdia de inÌcio de plano: Vaz„o afluente inicial (Q i ),

avaliada conforme critÈrio da NBR 9649 ou NBR 12207, conforme o

caso, desprezada a variabilidade hor·ria do fluxo (k2).

Faixa de operaÁ„o do poÁo de sucÁ„o: Dist‚ncia vertical

entre os nÌveis m·ximo e mÌnimo de operaÁ„o das bombas.

Curva caracterÌstica: Lugar geomÈtrico dos pontos de

correspondÍncia biunÌvoca entre altura manomÈtrica e vaz„o.

Ponto de operaÁ„o: IntersecÁ„o das curvas caracterÌsticas da

bomba e do sistema.

Altura manomÈtrica: DiferenÁa de press„o do lÌquido entre a

entrada e a saÌda da bomba.

4.2 - Dimensionamento do PoÁo de SucÁ„o

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O volume ˙til deve ser calculado considerando a vaz„o da

maior bomba a instalar (quando operada isoladamente) e o menor

intervalo de tempo entre partidas consecutivas do seu motor de

acionamento, conforme recomendado pelo fabricante.

devem ser

determinadas a partir do volume ˙til calculado, respeitados os

seguintes critÈrios:

As dimensıes e

a

forma do

poÁo

de

sucÁ„o

a) n„o permitir a formaÁ„o de vÛrtice;

b) n„o permitir descarga livre na entrada nem velocidade de

aproximaÁ„o superior a 0,60 m/s;

c) n„o permitir circulaÁ„o que favoreÁa a tomada por uma ou

mais bombas em prejuÌzo de outras;

d) n„o permitir depÛsitos no fundo ou nos cantos, adotando-se

paramentos inclinados no sentido das tomadas das bombas;

e) facilitar a instalaÁ„o de tubulaÁıes e conjuntos elevatÛrios,

bem como as condiÁıes de operaÁ„o, conforme recomendado pelo

fabricante.

O tempo de detenÁ„o mÈdia deve ser o menor possÌvel e,

portanto, eventuais folgas nas dimensıes do poÁo de sucÁ„o devem

ser eliminadas. O maior valor recomendado È de 30 min.

4.3 - Dimensionamento dos condutos

S„o recomendados os seguintes limites de velocidade:

a) na sucÁ„o: entre 0,60 e 1,50 m/s;

b) no recalque: entre 0,60 e 3,00 m/s.

4.4 - SeleÁ„o dos conjuntos motor-bomba

S„o determinantes as seguintes caracterÌsticas hidr·ulicas:

a) vaz„o de recalque;

b) altura manomÈtrica;

c) NPSH disponÌvel.

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a) Vaz„o de recalque

A seleÁ„o das bombas deve considerar as variaÁıes da vaz„o

afluente, combinando-as adequadamente com o esquema de entrada

em operaÁ„o das bombas.

b) Altura manomÈtrica

O c·lculo da altura manomÈtrica deve levar em consideraÁ„o:

- o envelhecimento dos tubos ao longo do alcance do projeto;

- a variaÁ„o combinada dos nÌveis no poÁo de sucÁ„o e na saÌda

do recalque;

- a aderÍncia de material ‡s paredes dos tubos (tubulaÁ„o

suja), quando houver chaminÈ de equilÌbrio no conduto de recalque.

c) NPSH disponÌvel

Deve superar o NPSH requerido pelas bombas em todos os

pontos de operaÁ„o, nas diversas situaÁıes possÌveis.

d) N˙mero de unidades

Devem ser previstos pelo menos dois conjuntos motor- bomba,

cada um com capacidade para recalcar a vaz„o m·xima, sendo um

deles reserva; no caso de mais de dois conjuntos, o reserva instalado

deve ter capacidade igual ‡ do conjunto de maior vaz„o; quando s„o

adotadas bombas de rotaÁ„o constante, recomenda-se que os

conjuntos motor-bomba sejam iguais.

4.5 - CaracterÌsticas operacionais dos conjuntos motor-bomba

O limite superior da rotaÁ„o recomendado È de 1.800

rpm.

As bombas selecionadas devem dispor de curvas caracterÌsticas

est·veis, cuja composiÁ„o com as curvas caracterÌsticas extremas do

EdificaÁıes に ITEP-RN/2017 VÌdeo-Aula, Teoria e Questıes Comentadas Prof. Marcus Campiteli に Aula 15 sistema

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sistema resulte em funcionamento adequado em todos os pontos de

operaÁ„o, conforme a associaÁ„o de bombas adotada. As curvas

caracterÌsticas extremas do sistema s„o as determinadas pelas

alturas geomÈtricas m·xima e mÌnima.

A potÍncia do motor de acionamento deve ser calculada de

modo a atender, com folga, a qualquer ponto de operaÁ„o da bomba

respectiva.

4.6 - Canal afluente

O canal afluente pode ser previsto, a montante do poÁo de

sucÁ„o, para as seguintes finalidades:

-

reuni„o de contribuiÁıes;

-

regularizaÁ„o do fluxo;

-

instalação de extravasor ou canal de desvio (“by-pass”);

-

instalação de comportas ou “stop logs”;

-

instalaÁ„o

de

equipamentos para remoÁ„o de sÛlidos

grosseiros;

<

-

instalaÁ„o de dispositivos para mediÁ„o;

 

-

inspeÁ„o e manutenÁ„o.