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ENSAIO COM CIMENTO PORTLAND

NITERÓI
2018
ANA PAULA SANTOS
RAYSSA CAMPOS

CIMENTO PORTLAND – DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA À


COMPRESSÃO - NBR 7215

Trabalho acadêmico apresentado á


disciplina de Materiais de Construção 2 do
7º semestre do curso de Engenharia Civil da
universidade La Salle, pelos discentes:
Ana Paula e Rayssa Campos.
Orientador (a): Prof.: Mariana Vaz de Souza

NITERÓI
2018
Sumário
1. Resumo
O presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no laboratório.
Realizamos ensaios com cimento, para concreto de fundação. O método
compreende a determinação da resistência à compressão de corpos de prova
cilíndricos de 50 mm de diâmetro e 100 mm de altura.
2. Introdução

O concreto é um material de construção que se obtém misturando-se um


aglomerante hidráulico com materiais inertes e com água. Os materiais inertes,
também chamados de agregados, podem ser ou naturais ou artificiais e são
classificados, de acordo com as dimensões de seus elementos, em graúdos e
miúdos. A pedra britada e o pedregulho são ditos agregados graúdos, sendo a
primeira artificial e o segundo natural. A areia e o pedrisco (pó de pedra) são
agregados considerados miúdos, sendo a primeira natural e o segundo
artificial.
O aglomerante hidráulico comumente empregado entre nós é o cimento
portland. São de diversos tipos e a escolha de um determinado tipo depende
das características do concreto que se quer obter. A mistura do cimento com a
água origina o material denominado pasta. A mistura da pasta e com o
agregado miúdo dá origem à argamassa. Adicionando-se o agregado graúdo à
argamassa resulta o concreto.
Quando completamente endurecido, o que acontece dias depois da
execução da mistura, o concreto apresenta-se como um material que é
bastante resistente à compressão e pouco resistente à tração. Nos concretos
usuais a resistência à compressão é de dez a doze vezes maior do que a
resistência à tração.
Deste modo, para que se possa utilizar o concreto na construção de
estruturas, aproveitando a sua boa resistência à compressão, é necessário
associá-lo a um material que tenha boa resistência à tração.
3. Materiais utilizados

Na elaboração dos corpos de prova utilizamos os seguintes materiais (figura 1):

 Cimento Portland
 Moldes de corpo de prova
 Betoneira
 Retificador manual de corpos de prova
 Prensa elétrica 100t
 Areia
 Brita

(Figura 2)

(Figura 6)

Figura 1
4. Metodologia

4.1 Análise
A primeira parte do experimento consistiu na pesagem do cimento, para
o experimento foi adotado as medidas para bloco de fundação (8kg), 1 de
cimento para 2,5 de areia e 4 de brita (1:2,5:4). (Figura 2)

(Figura 2)

Em seguida foi a pesagens da areia normalizada (2,5kg de cada), areia


grossa, areia média grossa, areia média fina e areia fina, respectivamente.
(Figura 3)

(Figura 3)

A brita que utilizamos foi a brita 2 (malha entre 25mm 50mm), é a mais
indicada para concreto extremamente resistente para construções que precisa
suportar mais peso. Para o experimento
pesamos (16kg). (Figura 4).
Colocamos água na medida de 1:1 na betoneira e aos poucos fomos
adicionando o cimento, areia e brita.(Figura
(Figura 5)
4)

(Figura 5)

Em seguida realizamos o Slump test, que verifica o abatimento do


concreto. olocamos a mistura em um cone, com 25 batidas para fixar melhor o
concreto. (Figura 6)

(Figura 6)

Ao retirar o molde de formato de tronco de cone, medimos o seu


assentamento e na escala de abatimento, o experimento ficou (colapso) pois
sua altura foi muito abaixo do que a norma pede. (figura 7)
(Figura 7)

Após realizar o Slump test, passamos a vacilina liquina nos moldes e


adicionamos o concreto no mesmo, com as 25 batidas que a norma solicita,
para que seja preenchido todos os espaços. (figura 8)

(figura 8)

Após o termino foi colocalo um pano umidecido em cima dos corpos de


prova. (figura 9)
(figura 9)

Após uma semana secando o corpo de prova foi retirado do molde,


usamos o retificador manual para deixar a superfície do corpo de prova sem
nenhuma imperfeição. (Figura 10)

(Figura 10)

Depois de passar pelo retificador, a altura do corpo de prova ficou 19,5 cm.
(Figura 9)
(Figura 9)

Em seguida o corpo de prova foi submetido ao teste de compressão, na


prensa eletrica 100t. (Figura 10)

(Figura 10)

O corpo de prova suportou uma carga máxima de 2,560 KgF e uma


tensão maxima de 3,2 MPa. (Figura 11)
(Figura 11)

O segundo corpo de prova foi testado após duas semanas, com um


resultado de uma carga máxima de 5,890 kgf e um tensão máxima de 7,4 Mpa.
(Figura 12)

(Figura 11)

O terceiro corpo de prova foi testado após três semanas, com um


resultado de uma carga máxima de 6000 kgf e um tensão máxima de 7,5 Mpa.
(Figura 13)
(Figura 12)

O quarto e ultimo corpo de prova foi testado após 28 dias, com um


resultado de uma carga máxima de kgf e um tensão máxima de Mpa. (Figura
14)
5. Conclusão

Com base nos dados analisados no laboratório, pode-se observar que


o traço de água que utilizamos foi em excesso, o que causou um colapso no
concreto. Ao retirar o corpo de prova do molde, ficou bem visível que a mistura
não estava com a quantidade certa de agua, pois ficou com pedaços não
preenchidos, o que causou uma resistência menor a compressão, pois quando
submetido a carga ele começou a fissurar pelos espaços vazios. Também
ocorreu erros com a quantidade de batidas, não foram realizadas corretamente
o que acarretou em uma peça que não teve seus espaços preenchido como
deveria ser.
Referências

https://www.ebah.com.br/content/ABAAABsfgAJ/introducao-ao-concreto-
armado

http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/10/a-consistencia-do-concreto-ensaio-
de.html

http://blogaecweb.com.br/blog/cimento-portland-conheca-os-tipos-vantagens-
de-cada-um/

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