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21/10/2019 Aplicações e Empréstimos - Financeiro P12 - Linha Microsiga Protheus - TDN

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Aplicações e Empréstimos - Financeiro P12


Criado por Fabio Casagrande Lima, última alteração por Luiz Henrique Oliveira Silva em 11 jun, 2019
Tempo aproximado para leitura: superior à 15 minutos

O objetivo do processo de Aplicações e Empréstimos é oferecer um controle sobre essas operações financeiras. Abaixo serão abordados os conceitos, configurações e como realizar as operações para a implementação desses
processos no Protheus.

Conceitos Importantes
Montante
É o capital inicial adicionado aos juros do período.

Juros
Constitui-se na remuneração de um capital aplicado ou emprestado, ou ainda no “aluguel” que se paga, ou que se cobra, pelo uso do dinheiro. Pode-se chamar também de juros a diferença entre o valor resgatado em uma
aplicação financeira e o seu valor inicial.
Em qualquer economia monetarista, o custo de emprestar ou de tomar emprestado qualquer quantia deve ser medido através de um índice entre o preço deste crédito e o seu valor, num determinado período de tempo. A
isto se dá o nome de taxa de juros. Esta taxa é utilizada como medida para se avaliar tanto a taxa de remuneração de um capital de quem possui recursos como de quem não os possui e que, portanto, terá que tomá-lo
emprestado.

Juros simples
O regime de juros simples, é aquele no qual a taxa de juros incide sempre sobre o capital inicial. A taxa, portanto, é chamada de proporcional, uma vez que varia linearmente ao longo do tempo.
Exemplo: 1% ao dia é igual a 30% ao mês, que por sua vez é igual a 360% ao ano e assim por diante.
Considere o capital inicial P aplicado a juros simples de taxa i por período, durante n períodos.
Lembrando que os juros simples incidem sempre sobre o capital inicial.
Podemos escrever a seguinte fórmula, facilmente demonstrável:

 J = juros produzidos depois de n períodos, do capital P aplicado a uma taxa de juros por período igual a i.

No final de n períodos, o capital será igual ao capital inicial adicionado aos juros produzidos no período. O capital inicial adicionado aos juros do período é denominado MONTANTE (M). Logo, teríamos:
M=P+J
J = P + P.i.n
M = P + P.i.n
M = P(1 + i.n)

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 Exemplo
A quantia de $3.000,00 é aplicada a juros simples de 5% ao mês, durante cinco anos.
Segue o calculo dos juros ao final dos cinco anos:
P = 3.000,00
I = 5% = 5/100 = 0,05 e n = 5 anos = 5.12 = 60 meses.
J = 3.000,00 x 0,05 x 60 = 9.000,00
M = 3000(1 + 0,05x60) = 3.000(1+3) = $12.000,00

Juros compostos
O regime de juros compostos, é aquele no qual a taxa de juros incide sobre o capital inicial, acrescido dos juros acumulados até o período anterior. A taxa varia exponencialmente ao longo do tempo. Neste regime de juros,
1% ao dia não é igual a 30% ao mês, que por sua vez não é igual a 360% ao ano.
O regime de juros compostos é o mais comum no sistema financeiro e portanto, o mais útil para cálculos de problemas do dia-a-dia. Os juros gerados a cada período são incorporados ao principal para o cálculo dos juros
do período seguinte.
Chamamos de capitalização o momento em que os juros são incorporados ao principal. Após três meses de capitalização, temos:
1º mês: M =P.(1 + i)
2º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i)
3º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i) x (1 + i)
Simplificando, obtemos a fórmula:

 Importante
A taxa i tem que ser expressa na mesma medida de tempo de n, ou seja, taxa de juros ao mês para n meses.

Para calcularmos apenas os juros basta diminuir o principal do montante ao final do período:

 Exemplo
Calculo de um montante de capital de $6.000,00, aplicado a juros compostos, durante 1 ano, à taxa de 3,5% ao mês.
P = R$6.000,00
n = 1 ano = 12 meses
i = 3,5 % a.m. = 0,035
M=?
Achando o M (Montante):

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Portanto o montante é R$9.066,41

Relação entre juros e progressões


No regime de juros simples: M( n ) = P + P.i.n ==> P.A. começando por P e razão P.i.n

No regime de juros compostos: M( n ) = P . ( 1 + i )n ==> P.G. começando por P e razão ( 1 + i )n


Portanto:
Em um regime de capitalização a juros simples o saldo cresce em progressão aritmética
Em um regime de capitalização a juros compostos o saldo cresce em progressão geométrica

 Exemplo
Supondo um saldo inicial de R$ 1.000,00 e uma taxa de juros de 50% ao período:

Tipos de Empréstimos
Mútuo
Operações de empréstimos vinculadas a um contrato onde se estabelece prazos, taxas, valores e garantias (Notas Promissórias/Recebíveis). Destina-se a empresas que necessitem de Capital de Giro.

Conta Garantida (C.C.G.)

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Modalidade de crédito rotativo, aberta/ …
Páginas com/ um limite para -utilização
Atualizações Financeirode -determinado
P12 contrato ou vinculado a uma conta corrente de natureza credora. Garante ao cliente liquidez imediata para atender suas necessidades
emergenciais.

Compror
Linha de crédito de financiamento para a aquisição de insumos ou produtos destinados à formação de estoque.

Vendor
Linha de crédito concedida à fabricantes e fornecedores de bens, para que suas vendas lhes sejam pagas à vista, através do financiamento das mesmas a seus clientes.

Desconto
Modalidade onde o cliente antecipa os recursos referenciados em Título de Crédito (Duplicatas, NP’s/outras) cobrança futura, geralmente provenientes de suas operações comerciais.

Cobrança Caucionada / Vinculada


Trata-se de cobrança escritural ou física de títulos de crédito (duplicatas, notas promissórias e outros títulos da espécie), que ficam vinculados como garantia em operações de empréstimo (Mútuo / CCG). Destina-se
principalmente a empresas que se enquadrem no segmento de Middle Market.

Tipos de Aplicações Financeiras


CDB
Um certificado de depósito bancário é um depósito baseado no tempo, em um banco ou instituição de poupanças e empréstimos. Quando você compra um CDB, concorda em deixar seu dinheiro no banco durante um
período de tempo específico, de 30 dias a vários anos. Em troca, o banco garante uma taxa de juros específica maior do que é pago em uma conta de poupança em caderneta bancária. Tem liquidez diária, porém está
sujeita a IOF, conforme tabela da Receita Federal. Existe incidência de IR Fonte, no resgate, equivalente a 20% dos rendimentos.

RDB (Recibo de Depósito Bancário)


Título emitido pelos bancos comerciais e de investimento, representativo dos depósitos a prazo. É intransferível e não tem liquidez, isto é, resgate somente no vencimento. Incidência de 20% de IR Fonte sobre os
rendimentos.

CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro)


Título emitido pelos bancos comerciais e de investimento, que só pode ser vendido para instituições financeiras. Não tem prazo mínimo e não há incidência de IR Fonte.

Títulos Públicos
Podem ser emitidos pelo Tesouro Nacional ou pelo Banco Central, pelos governos estaduais e municipais. Os emitidos pelo Tesouro Nacional ou pelo Banco Central, são papéis de curto e médio prazo, de baixíssimo
risco, com taxas de juros mais baixas do que as dos papéis emitidos por bancos e empresas.
Os títulos dos estados e municípios normalmente apresentam mais risco que os do governo federal, e por isso oferecem taxas de juros mais altas. Com a estabilização o governo iniciou um processo de emissão de
títulos com prazo mais longo, que tendem a pagar juros mais altos do que aqueles que tem prazo mais curto.
A classificação de baixíssimo risco, ou risco zero, é justificada pelo conceito de que Governo Federal “não quebra”.

Fundos de Investimentos
Um conjunto de ações, títulos e outros títulos mobiliários gerenciados por profissionais em investimentos, mas pertencentes aos acionistas do fundo de investimento. Quando você compra ações de um fundo de
investimento, seu dinheiro é somado ao dinheiro de outros investidores.
Quando você compra ações de um fundo de investimento, seu dinheiro é somado ao dinheiro de outros investidores.

Empréstimos
Inclusão de empréstimos
Quando a empresa obtém dinheiro emprestado, deverá cadastrá-lo no sistema através da opção abaixo:
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Atualizações
Aplicações/Emprest
Aplicação e Empréstimo (FINA171)
Incluir

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A tela de inclusão de empréstimo e aplicações é a mesma, por este motivo deve se atentar aos dados relevantes a operação de empréstimos, tais como:
Modelo: Indica que está sendo efetuada uma operação de empréstimo.
Taxa: Taxa de juros que serão cobradas pelo empréstimo. Deve-se informar a taxa de juros efetiva anual, pois o sistema calcula com base em uma taxa anual.
Para refletir melhor sua usabilidade, a partir da release 12.1.23 o título do campo passa a ser "Taxa" em vez de "Taxa Nominal".
Operação: Indica o tipo de empréstimo. Este tipo influenciará nos cálculos efetuados pelo sistema no momento do pagamento deste empréstimo, nas consultas de fluxo de caixa e também no relatório demonstrativo
de empréstimo. As opções disponíveis são configuradas nos parâmetros abaixo:

Parâmetro Descrição Conteúdo padrão


(SX6)

MV_EMPCAL1 Indica que os empréstimos configurados neste parâmetro serão em moeda "EUR"
estrangeira e os juros serão calculados no regime de juros simples.

MV_EMPCAL2 Indica que os empréstimos configurados neste parâmetro serão em moeda "FIN|COM|TAN|ALD|TIB|HOT"
nacional e os juros serão calculados no regime de juros simples.

MV_EMPCAL3 Indica que os empréstimos configurados neste parâmetro serão em moeda "EMP"
nacional e os juros serão calculados no regime de juros compostos.

MV_EMPCAL4 Indica que os empréstimos configurados neste parâmetro serão em moeda


estrangeira e os juros serão calculados no regime de juros compostos.

 Moeda

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No campo Moeda (EH_MOEDA)
Páginaspode
/ … ser definida em -qual
/ Atualizações moeda o- empréstimo
Financeiro P12 foi realizado. Estando a cotação atualizada no Cadastro de Moedas, a atualização da taxa cambial é aplicada automaticamente para
esse empréstimo.

 Formula
No campo Formula pode ser determinado uma regra que tenha sido firmada com o banco através de uma formula especifica. Caso seja utilizado, será desconsiderada a taxa nominal informada (EH_TAXA)

 Tarifa do Contrato
Através do campo Tarifa Contr (EH_TARIFA) pode ser informada a tarifa do contrato (como por exemplo uma taxa de abertura de credito).

 Imposto de Renda
Não existe imposto de renda sobre empréstimos financeiros recebidos. O imposto será cobrado de quem empresta o valor, pois este terá um ganho com a operação e deverá pagar o imposto sobre a renda
recebida, e o sistema não controla empréstimos concedidos, apenas empréstimos recebidos. Desta forma não é necessário informar %Imposto IR.

 Após a inclusão do empréstimo o valor será creditado no banco/agencia/conta informado na data da operação definida, sendo possível conferir através do relatório de Extrato Bancário (FINR470) ou da rotina de
Conciliação Bancária (FINA380) esse credito;

Pagamento de empréstimos
Após a inclusão o empréstimo, ele ficará aguardando suas baixas (pagamentos) que serão registradas através da opção:
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Atualizações
Aplicações/Emprest
Resgate, Pagamento e Empréstimos
Resgatar
Utilizando como exemplo o empréstimo informado no passo anterior, simularemos um pagamento em 31/10/2017, considerando juros compostos e moeda nacional (devido a configuração do MV_EMPCAL3 = "EMP", sendo
essa a operação selecionada),:

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Formula aplicada para o calculoPáginas
dos juros:
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M = 100.000,00(1+0,50)30/360
M = 100.000,00 (1,03436608)
M = 103.436,61
J=M–P
J = 100.000,00 – 103.436,61
J = 3.436,61

Empréstimos com parcelas e FINAME


A rotina de Aplicações/Empréstimos permite gerar as parcela do empréstimo tomado, para comparar com o contrato fornecido pelo banco, bem como, tratar os contratos de FINAME firmados diretamente no BNDES ou
através de agente bancário.
Na inclusão do empréstimo foram disponibilizados os seguintes campos:
Gera Parcelas (EH_GERPARC): Campo para definir se empréstimo gera ou não parcelas. Caso informado "Sim" habilita os campos referente a geração de parcelas;
Amortização (EH_AMORTIZ):
Price: O valor das parcelas é constante durante todo o período do financiamento;
SAC: Mantém o mesmo valor de amortização durante o financiamento, mas diminui o valor pago em juros, o que reduz o valor da prestação durante o contrato;
Prazo (EH_PRAZO): Quantidade de meses para pagamento do empréstimo;
Carência (EH_CARENCI): Tempo de carência em meses;
Parcelas de Juros na Carência (EH_JURCAR): Permite definir se será ou gerado parcelas de juros durante o período de carência. Caso definido para não gerar, os juros do período de carência passam a ser
considerados dentro do período de vigência das parcelas a serem pagas ;
Valor Entrada (EH_ENTRADA): Permite informar um valor definido como entrada do empréstimo;
Spread Bancário (EH_SPREAD): Valor do Spread Bancário. (Diferença entre o que o banco paga na captação de recursos e o que cobra ao conceder um empréstimo para uma pessoa física ou jurídica);
% Spread Bancário (EH_PSPREAD): Porcentagem calculado sobre o valor financiado. Caso o valor esteja preenchido, o percentual não precisa ser informado;
Despesas Contrato (EH_DESPESA): Permite ao cliente informar os valores das despesas do contrato de empréstimo;
Data do Spread (EH_DSPREAD): Data em que o movimento bancário de Spread deve ser incluído. É preenchido automaticamente com a database;
Valor Amortização/Parcela (EH_VLAMORP): Permite definir o valor que será amortizado ou pago mensalmente conforme o tipo de Amortização: Se Price será o valor da parcela e se for SAC será o valor da
amortização. Campo opcional e permitido somente se o campo Prazo não for preenchido;
Considerar despesas na base de calculo (EH_BASEDES): Permite que o valor de IOF, taxas e despesas sejam considerados na base de calculo dos juros, assim fazendo com que esses valores sejam diluídos no
parcelamento;
Campo disponível a partir da release 12.1.25;

Observações
Se o campo Prazo (EH_PRAZO) estiver preenchido não é possível preencher o campo de valor de amortização/parcela (EH_VLAMORP).
O campo prazo possui uma validação para verificar qual o tamanho do campo Parcela do sistema. Caso seja necessário um prazo maior que o tamanho do campo deve-se alterar o grupo de campos PARCELA
via configurador e ajustar conforme a necessidade do cliente.
O cálculo das parcelas é realizado de acordo com o tipo de amortização escolhido (EH_AMORTIZ), podendo ser Price ou SAC.
Método SAC: Valor de amortização constante, variando o valor das parcelas.
Método Price: Valor da parcela constante, variando o valor da amortização.
Caso seja informado uma carência para o contrato (EH_CARENCI) o sistema verifica o parâmetro MV_TPCAREN.
Caso o conteúdo esteja definido como “1” o cálculo é feito considerando a quantidade de meses informado no campo Prazo menos a quantidade de meses informado no campo Carência. Ex: Prazo = 12
meses, Carência = 3 meses. Nesse caso serão geradas 12 parcelas, sendo que as 3 primeiras não terão amortização no saldo do empréstimo.
Se o parâmetro estiver definido como “2” o cálculo é feito considerando o Prazo mais a Carência como quantidade de parcelas. Ex: Prazo = 12 meses, Carência = 3 meses. Nesse caso serão geradas 15
parcelas, sendo que as 3 primeiras não terão amortização no saldo do empréstimo e as 12 parcelas restantes irão compor o total do empréstimo.
No cálculo das parcelas pode ou não optar pela cobrança de juros durante o período de carência. Este deve ser definido através do campo Parcelas de Juros na Carência (EH_JURCAR).
O valor das despesas é calculado da seguinte forma:
Valor = Spread Bancário (EH_SPREAD) + Despesas Contrato (EH_DESPESA) (Se Spread Bancário estiver em branco, sistema verifica porcentagem de SPREAD (EH_PSPREAD), e calcula o valor sobre
o total financiado para somar com o campo Despesas.
O fornecedor utilizado para geração das parcelas provisórias deve ser definido através do parâmetro MV_FOREMPR, porém, é possível alterar antes de gravar as parcelas através da opção disponível em Ações
Relacionadas/Definir Fornecedor.
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Gravação das parcelas
Após serem informados os dados para geração de empréstimo é mostrado uma tela com a composição das parcelas provisórias que serão geradas no contas a pagar (SE2). As parcelas serão geradas seguindo a
numeração do contrato de empréstimo, prefixo “EMP” e tipo “PR”. O título gerado possui a natureza informada no contrato e os valores das parcelas e juros são gravados nos campos E2_VALOR e E2_JUROS,
respectivamente.
Importante
Caso seja informado para gerar juros nas parcelas de carências, no contas a pagar será gerado os títulos com valor de R$ 0,01 e juros com o valor calculado sobre o total de debito do empréstimo.
O valor do título gravado no contas a pagar (E2_VALOR) é composto pela amortização da parcela mensal mais o juro calculado.

Gravação dos Custos


Os custos indiretos a aquisição do Empréstimo/Financiamento também é considerada, gerando uma movimentação bancária (SE5) com a composição do campo despesa e valor de spred ou porcentagem de spread.

Impressão do contrato de empréstimo


Após incluir o contrato foi disponibilizado um relatório para impressão dos dados do empréstimo e das parcelas provisórias geradas. Esta funcionalidade está disponível em Ações Relacionadas -> Imprimir Parcelas.

Exclusão do contrato de empréstimo


Caso não tenha realizado nenhuma operação financeiro no contrato é possível excluir o empréstimo e as parcelas provisórias geradas no contas a pagar.
Importante
A alteração de um contrato não altera as parcelas já gravadas no contas a pagar. Caso seja necessária qualquer alteração nas parcelas deve-se excluir o contrato e incluir novamente. Se existirem operações
financeiras deve-se estornar os pagamentos.

Pagamento do Empréstimo
No momento do resgate ao selecionar um contrato para pagamento foi adicionado o botão “Parcelas”, no qual, apresenta uma tela com as parcelas geradas no contas a pagar referente ao empréstimo selecionado.
Ao escolher a parcela que deseja realizar o pagamento, os valores das parcelas e juros são carregados para tela de pagamento para facilitar a movimentação financeira.
Após a confirmação do pagamento, o título a pagar que foi vinculado (tipo "PR") será baixado.
Importante
É permitido selecionar somente uma parcela para baixa no empréstimo;
O sistema não permite selecionar uma parcela caso contrato possua uma parcela anterior em aberto.

Estorno de pagamento
Sistema permite realizar o estorno das parcelas já realizadas e exclui os títulos provisórios do contas a pagar caso seja escolhida esta opção. Havendo mais de uma parcela baixada é mostrado uma tela com o número
da parcela para usuário escolher qual deseja efetuar o estorno.

Parâmetros
Nome: MV_FOREMPR

Tipo: Caracter

Exemplo de Conteúdo: 000001

Descrição: Fornecedor para geração das parcelas dos títulos provisórios de Empréstimo

Nome: MV_TPCAREN

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Tipo: Caracter / … / Atualizações - Financeiro - P12
Páginas
Exemplo de Conteúdo: 1

Descrição: Tipo de carência: 1 = Carência dentro do Prazo de Empréstimo. 2 = Carência fora do Prazo de Empréstimo

Exemplo:
Iremos simular um financiamento de R$ 3.000.000,00 com as seguintes caracteristicas:
Tabela de amortização: PRICE
30 parcelas;
Taxa de juros efetiva de 14,03% ao ano;
Possui carência nos 6 primeiros meses;
Não haverá emissão de parcelas dos juros nos 6 primeiros meses, porém serão calculados para serem acrescidos no saldo inicial a pagar após o período de carência;
O IOF e as despesas serão consideradas para a base de calculo dos juros;
A carência será considerada fora do período de empréstimo (MV_TPCAREN=2), ou seja, serão 30 parcelas de pagamento, caso contrario seriam 24 (retirando 6 parcelas referente a carência);

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Aplicações
Inclusão de aplicações
Quando a empresa realiza um investimento em uma aplicação financeira, deverá cadastrá-lo no sistema através da opção abaixo:
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Atualizações
Aplicações/Emprest
Aplicação e Empréstimo (FINA171)
Incluir

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A tela de inclusão para empréstimos e aplicações é a mesma, por este motivo deve atentar-se aos dados relevantes a operação de aplicações, tais como:
Modelo: Indica que está sendo efetuada uma operação de aplicação financeira.
Taxa Nominal: Taxa de juros que remunera a aplicação.
Para refletir melhor sua usabilidade, a partir da release 12.1.23 o título do campo passa a ser "Taxa" em vez de "Taxa Nominal".
Caso esta aplicação seja um CDB, os juros serão calculados conforme juros compostos sobre o saldo da aplicação.
Se for uma aplicação CDI, o percentual refere-se a uma remuneração fixa (percentual fixo) paga sobre a variação do CDI, cadastrada no SM2 (Cadastro de Moedas).
Ou seja, para uma aplicação CDB os juros são calculados diretamente sobre o principal, já uma aplicação CDI há um indexador informado no SM2, por isso o CDI deve ter um código de moeda diferente de 1.
Para aplicações CDB a taxa de juros deve ser informada em uma base anual.
Operação: Indica o tipo de aplicação financeira (CDI, CDB, caderneta de poupança, etc.).. Este tipo influenciará nos cálculos do resgate da aplicação, nas consultas de fluxo de caixa e também no relatório
demonstrativo de empréstimo. A ação sobre o conteúdo preenchido nesse campo será de acordo com a definição dos parâmetros abaixo:

Parâmetro Descrição Conteúdo


(SX6) padrão

MV_APLCAL1 Indica que as aplicações financeiras configuradas neste parâmetro serão calculadas conforme a "CDI"
variação do CDI diário. O CDI é um indexador que corrigirá a aplicação em que o banco pagará um
percentual sobre a variação deste indexador e ele é cadastrado no SM2. No cadastro da aplicação
deve-se informar o código da moeda que será o indexador, porém todas as aplicações são
efetuadas em R$. Quando um cliente diz que o CDB é atrelado ao CDI, deve-se incluir no sistema
uma operação do tipo CDI e não CDB, pois no sistema este dois tipos de aplicações possuem
cálculos diferenciados.

MV_APLCAL2 Indica que as aplicações configuradas neste parâmetro serão calculadas no regime de juros "CDB|RDB"
compostos diários. A taxa deve ser informada em uma base anual, o sistema efetua a conversão
da taxa e calcula os rendimentos do período de acordo com a quantidade de dias aplicados.

MV_APLCAL3 Indica que as aplicações configuradas neste parâmetro serão calculadas no regime de juros "CP "
simples diários. A taxa deve ser informada em uma base anual, o sistema efetua a conversão da
taxa e calcula os rendimentos do período de acordo com a quantidade de dias aplicados.

MV_APLCAL4 Indica que as aplicações configuradas neste parâmetro serão calculadas de acordo com a regra "FAF"
de Fundos de aplicações por Cotas (FAC), existem vários no mercado, maiores detalhes em: A
matemática dos fundos neste documento.

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Parâmetro Páginas / … / Atualizações - Financeiro - P12


Descrição Conteúdo
(SX6) padrão

MV_APLCAL5 Indica quais operacoes de aplicacao utilizam o calculo de rendimento por percentual sobre o
rendimento de uma determinada moeda.

 Variação do CDI
O cálculo da variação do CDI acumulado entre datas é efetuado através da seguinte fórmula:

 Para as taxas de CDI publicadas até 31/12/1997


Para as taxas de CDI publicadas até 31/12/1997, a fórmula da Taxa DI-CETIP Over é a seguinte:

Exemplo
Percentual destacado para remuneração: 97,5000

k DI TDI (DI/3000) TDI * (P/100) (1+TDI * (P/100)) * k-1 = Fator k

1 16,62 0,00554000 0,00540150 1,00540150

2 16,63 0,00554333 0,00540475 1,01083544

3 16,74 0,00558000 0,00544050 1,01633489

4 16,70 0,00556667 0,00542750 1,02185105

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k-1 = (1+TDI * (p/100) de k -1.
Páginas / …Exceto quando k=1,
/ Atualizações pois neste- caso
- Financeiro P12 o multiplicador será 1.

 Para as taxa de CDI publicadas após 01/01/1998


Para as taxa de CDI publicadas após 01/01/1998, a fórmula utilizada deve ser:

Exemplo
Percentual destacado para remuneração: 97,5000

k DI TDI (1+(DI/100)1/252)-1 TDI * (P/100) (1+TDI * (P/100)) * k-1 = Fator k

1 16,62 0,00061031 0,00540150 1,000580174

2 16,63 0,00061065 0,00059538 1,001161008

3 16,74 0,00061439 0,00059903 1,001745742

4 16,70 0,00061303 0,00059770 1,002329521

Multiplicando o fator k pelo saldo da aplicação, obtém-se o valor atualizado (com juros).
Subtraindo o saldo do valor atualizado, obtém-se os juros.

Resgate de aplicações
Após a inclusão da aplicação, ela ficará aguardando suas baixas (resgates) que serão registradas através da opção:
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Atualizações
Aplicações/Emprest
Resgate, Pagamento e Empréstimos
Resgatar
Utilizando como exemplo a aplicação mostrada no passo anterior, simularemos um resgate em 22/04/2004. Os juros serão calculados conforme variação do CDI, pois foi utilizado uma aplicação com esta característica.

 Cadastro de Moedas
Para o CDI é necessário definir um indexador no cadastro de moedas (tabela SM2), onde deve ser escolhido um código de moeda especifico para esse fim (no exemplo foi usada a moeda 5).

Ao incluir aplicações CDI no sistema, esse código de moeda deve ser informado no campo EH_MOEDA para que o calculo do resgate seja correto e de acordo com a instituição financeira.
As taxas diárias podem ser obtidas na internet, por exemplo no site da CETIP:

https://tdn.totvs.com/pages/releaseview.action?pageId=392500138 14/22
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A aplicação CDI, utilizada no exemplo acima, recebe 97,5% de remuneração. Utilizando o cálculo da variação do CDI encontramos o fator de 1,00113111 calculado sobre os dias 19 e 20/04 (dois dias), pois 21/04 é um
feriado (feriados, sábados e domingos são desconsiderados do cálculo do CDI). Multiplicando 50.000,00 pelo fator 1,00113111, obtemos o valor atualizado da aplicação: 50.056,56.
O IOF é calculado conforme a tabela regressiva. Três dias de aplicação equivalem a um IOF de 90% sobre o rendimento (veja tabela mais adiante neste documento em A Matemática dos Fundos), nos resgates efetuados
após 30 dias não há incidência de IOF. O Imposto de Renda é calculado sobre o Rendimento Líquido. Então:
56,56 (Rendimento Bruto)
50,90 (90% do rendimento)
5,66 (Rendimento Líquido)
1,13 (I.R. – 20% sobre o rendimento Líquido)
(+)Vlr Resgate = Vlr. Do Crédito + Impostos
Vlr. Resg.s/Princ. = Valor do resgate efetuado sobre o principal, ou seja, (+)Vlr Resgate – Juros
Vlr. Resg.s/Juros = Valor do resgate efetuado sobre os juros. Os juros demonstrados aqui, são calculados sobre o valor do crédito.

 Através do site do Banco Central é possível conferir a rentabilidade do resgate do CDI:

https://tdn.totvs.com/pages/releaseview.action?pageId=392500138 15/22
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Resgate de Fundos de Aplicações por cotas


Suponha que tenha sido incluída uma aplicação com o valor da cota do contrato utilizado em: 1,263745
Primeiramente será cadastrado no sistema o contrato bancário realizado, através do caminho abaixo:
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Atualizações
Cadastros
Contrato Bancário
Incluir
Deve ser informado o nº do contrato, o valor do contrato e o valor unitário das cotas:

Através do caminho abaixo deve ser incluído o cadastro da aplicação:


Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Atualizações
Aplicações/Emprest
Aplicação e Empréstimo (FINA171)
Incluir
Atentar-se para o preenchimento do campo de nº do contrato, para que seja preenchida automaticamente as informações referente ao mesmo:

https://tdn.totvs.com/pages/releaseview.action?pageId=392500138 16/22
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No dia 25/03/2004, efetuamos um resgate (25 dias após a inclusão da aplicação).

Os cálculos de Rendimento, IR, IOF, são demonstrados em “A Matemática dos Fundos”, neste documento.

A matemática dos Fundos


A maioria dos fundos existentes no mercado tem liquidez diária, entretanto, é cobrado o IOF para os resgates efetuados até o 29º dia corrido contados da data de cada aplicação, conforme tabela.

https://tdn.totvs.com/pages/releaseview.action?pageId=392500138 17/22
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A partir do 30º dia, cada aplicação fica isenta da cobrança do IOF.


Para calcular o rendimento do seu fundo você precisa primeiro saber em quantas cotas foi transformado o capital investido, ou seja, quantas cotas cabem dentro do seu capital. O valor desta cota é publicado diariamente
nas seções de economia dos principais jornais, site do banco onde a aplicação foi efetuada, CVM (www.cvm.gov.br), etc. Antes de qualquer coisa, você pega o valor da aplicação – suponhamos R$ 10.000,00 – e divide-o
pelo valor da cota no dia da aplicação – R$ 1,263745 (geralmente é divulgado o valor das cotas com 6 casas decimais), por exemplo. O resultado é a quantidade de cotas que você possui. O sistema utilizará a cota
cadastrada no contrato, para no momento da inclusão da aplicação fazer esta conversão, e a partir da inclusão da aplicação, esta será controlada em cotas.
Quantidade de cotas que possui no fundo é igual a:
R$ 10.000,00 dividido por R$ 1,263745 = 7.912,988775 cotas
Uma vez conhecida a quantidade de cotas, você a multiplica pelo valor da cota do dia em que quer saber o seu saldo. Digamos que, após vinte e cinco dias corridos, ela tenha se valorizado e agora corresponde a R$
1,283459. Isso lhe dará o valor da aplicação atualizada. Esta cota, será cadastrada no SE0, através da opção:
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Atualizações
Cadastros
Contrato Bancário
Atualiza Cotação
Valor de uma aplicação atualizada
7.912,988775 multiplicados por R$ 1,283459 = R$ 10.156,00
Rendimento bruto total obtido no período

https://tdn.totvs.com/pages/releaseview.action?pageId=392500138 18/22
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1. Saldo em cotas 7.912,988775 multiplicado
Páginas pela cota do
/ … / Atualizações último dia -útil
- Financeiro P12do mês anterior, ou cota do dia da aplicação, 7.912,988775 x 1,263745 = 10.000,00
2. Saldo em cotas 7.912,988775 multiplicado pela cota do dia do resgate ou apropriação menos o saldo encontrado no item 1. Então, 7.912,988775 x 1,283459 – 10.000,00 = R$ 156,00 (rendimento bruto)
Se desejar calcular o rendimento proporcional ao resgate, utiliza-se da seguinte forma:
1. Obtém-se o valor do resgate em cotas, dividindo-se o valor do resgate pela cota do dia, exemplo: 1.000,00 / 1,283459 = 779,144484, supondo um resgate de R$ 1.000,00
2. Multiplica-se o valor em cotas obtidos no item 1 pela cota do ultimo dia útil do mês anterior ou pela cota do dia da aplicação, 779.144484 x 1,263745 = 984,64
3. Subtraia do valor do resgate o valor encontrado no item 2 e obtém-se o valor do rendimento proporcional aos 1.000,00. Ex. 1.000,00 – 984,64 = 15,36
Para um melhor entendimento, no resgate parcial, o rendimento é calculado utilizando uma regra de três simples. Exemplo:
Se 156,00 é o rendimento sobre os 10.000,00 atualizados, qual o rendimento sobre 1.000,00?

X = ( 156,00 x 1.000,00 ) / 10.156,00 = 15,36


Onde x = Rendimento sobre o resgate parcial.
Agora, como o cálculo foi efetuado após vinte e cinco dias corridos e, portanto, NÃO está isento da cobrança de IOF, caso haja resgate ou apropriação, deve-se calcular o valor referente ao IOF a ser pago. Pela tabela de
cobrança do imposto, caso haja um resgate no 25º dia após a aplicação, você deve pagar de IOF o equivalente a 16% do seu rendimento (veja na tabela de IOF que 25 dias correspondem a 16% de IOF sobre o
rendimento).
Valor de IOF que deve ser pago
16% = 0,16 multiplicado por R$ 156,00 = R$ 24,96
Caso você resgate a partir do 30º dia da data de sua aplicação, estará isento da cobrança de IOF sobre os seus rendimentos.
Agora, vamos demonstrar o cálculo do Imposto de Renda que incide sobre o seu rendimento bruto. O IR é recolhido na fonte pelo Administrador do Fundo de Investimento. O recolhimento é realizado, sempre, no último dia
útil do mês vigente ou no momento do resgate, o que ocorrer primeiro. Caso você não efetue um resgate, no último dia útil do mês o Administrador automaticamente realizará um débito do seu saldo em cotas, equivalente
ao valor de IR devido no mês vigente. Incide uma taxa de 20% sobre os rendimentos brutos, no caso de um Fundo de renda fixa.
Então, sobre o valor do rendimento bruto incide uma taxa de 20%, que deve ser recolhido à Receita Federal. O rendimento bruto já desconta o IOF devido, caso haja resgate em um período inferior a 30 dias corridos.
Valor do IR a ser recolhido
Sem incidência de IOF (prazo de resgate a partir do 30º dia da aplicação): R$ 156,00 multiplicados por 20% = 0,20 igual R$ 31,20
Caso não haja resgate até o final do mês, o seu saldo de cotas no último dia útil do mês será reduzido em: R$ 31,20 dividido por R$ 1,283459 (cota do último dia útil do mês) igual 24,309308 cotas.
Incidindo IOF
No caso do resgate no 25º dia, haverá incidência de R$ 24,96 de IOF e mais o IRF:
IRF = (156,00 - 24,96) = R$ 131,04 multiplicado por 20% = R$ 26,21
Agora, vamos calcular o seu rendimento final e a sua rentabilidade líquida dos impostos incidentes. Vamos considerar um resgate no 25º dia após a aplicação, com incidência de IOF e IR.
Obs: Caso o IOF calculado seja no momento da apropriação (IOF Virtual), seu valor será adicionado ao rendimento do mês seguinte, pois foi utilizado apenas para não calcular IR sobre IOF no primeiro mês e para que no
mês seguinte não seja calculado um rendimento menor e consequentemente um IR menor.
Cálculo da rentabilidade
1. Rendimento Líquido
= Rendimento bruto – IOF – IR = R$ 156,00 – R$ 24,96 – R$ 26,21
2. Rentabilidade Líquida
= Rendimento Líquido dividido Valor investido inicial x 100 = R$ 104,83 / R$ 10.000,00
= 1,05%, no período dos 25 dias corridos
No mês seguinte, o rendimento da aplicação será calculado utilizando a cota do último dia útil do mês anterior e a cota do dia da apropriação, o valor desta cotação deverá ser cadastrada no SE0, tanto no resgate, quanto
na apropriação mensal, o sistema já atualiza este arquivo com o valor da cota informada no resgate ou na apropriação.

Contabilização
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21/10/2019 Aplicações e Empréstimos - Financeiro P12 - Linha Microsiga Protheus - TDN
A contabilização das Aplicações/Empréstimos
Páginas / …ocorre em duas etapas:
/ Atualizações Na sua- inclusão
- Financeiro P12 e mensalmente contabiliza-se os juros e impostos, utilizando as Rotinas abaixo:
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Miscelânea
Contábil
Apropriação Aplicação e Empréstimos (FINA182)
Modulo Financeiro (SIGAFIN)
Miscelânea
Contábil
Apropriação Aplicação Por Cotas (FINA183)
Para todos os lançamentos padrões desse processo deve-se utilizar os campos da tabela SEH.
Nas aplicações em Fundos de aplicações por Cotas o imposto de renda é retido na fonte. Por este motivo deve-se executar a rotina de contabilização das aplicações por cotas (FINA183) sempre no último dia útil do mês, para
que o sistema também faça o cálculo do IR e deduza o valor calculado do saldo em cotas da aplicação. Se isso não for efetuado haverá uma diferença no saldo em cotas da aplicação entre o sistema e o Agente Financeiro
onde foi realizada a aplicação.

 Exemplos de Lançamentos Padrão


LP 580 – Inclusão da Aplicação/Empréstimo
Conta: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Conta de aplicação”, “Conta de empréstimo”)
Valor do LP: SEH→EH_VALOR
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Aplicação financeira”, “Empréstimo bancário”)

LP 581 – Exclusão de Aplicação/Empréstimo


Conta: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Conta de estorno de aplicação”, “Conta de estorno empréstimo”)
Valor do LP: SEH→EH_VALOR
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Exclusão de aplicação financeira”, “Exclusão de Empréstimo bancário”)

LP 582 – Contabilização mensal dos juros/impostos de Aplicação e Juros de Empréstimo


Valor do LP: If(SEH->EH_APLEMP=”APL” .And. SEH->EH_ TIPO $ GetMv(“MV_APLCAL4”) .And. SEI->EI_TIPODOC = “I6”, SEI->EI_VALOR,SHE→EH_VALJUR)

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21/10/2019 Aplicações e Empréstimos - Financeiro P12 - Linha Microsiga Protheus - TDN
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL” .And.
Páginas / … SEH->EH_TIPO
/ Atualizações $ GetMv(“MV_APLCAL4”)
- Financeiro - P12 .And. SEI->EI_TIPODOC = “I6”, “IR de aplicação financeira”, “Juros de Empréstimo bancário”)

LP 584 – Estorno da contabilização mensal dos Impostos de aplicações por Cotas


Valor do LP: If(SEI->EI_TIPODOC=”I6”,EI→EI_VALOR,0)
Histórico: “Estorno de IR sobre aplicação financeira”

LP 585 – Resgate de Aplicação/Empréstimo


Seq. 01
Valor do LP: SEH→EH_VALJUR
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Juros de Aplicação financeira”, “Juros de Empréstimo bancário”)

Seq. 02
Valor do LP: SEH→EH_VALIOF
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “IOF de Aplicação financeira”, “Juros de Empréstimo bancário”)

Seq. 03
Valor do LP: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”,EH->EH_VALIRF,0)
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “IR sobre Aplicação financeira”, “”)

LP 586 – Estorno de Resgate de Aplicação/Empréstimo


Seq. 01
Valor do LP: SEH->EH_VALJUR
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Estorno de Juros de Aplicação financeira”, “Estorno Juros de Empréstimo bancário”)

Seq. 02
Valor do LP: SEH->EH_VALIOF
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Estorno de IOF de Aplicação financeira”, “Estorno de Juros de Empréstimo bancário”)

Seq. 03
Valor do LP: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”,EH->EH_VALIRF,0)
Histórico: If(SEH->EH_APLEMP=”APL”, “Estorno de IR sobre Aplicação financeira”, “”)

documento_tecnico fina183 fina182 fina120 fina171 fina181 aplicacoes emprestimos


resgate cdi

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