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Engenharia Mecânica Ar Condicionado

Ar Condicionado
BIBLIOGRAFIA :
McQuiston F. C., Parker J. D. and Spitler J. D., Heating, Ventilating, and Air Conditioning – Analysis and Design, 5 th, John Wiley & Sons, Inc.,
ISBN 0-471-35098-2.
Stoecker, W. F., Saiz Jabardo, J. M., Refrigeração Industrial, 2ªed.,
2 ed., Edgard Blücher, 2002.
Stoecker, W. F., Jones, J. W., Refrigeração e Ar Condicionado,McGraw-Hill, 1985
Çengel, Y. A., Boles, M. A., Thermodynamics: An Engineering Approach, 5ª Ed., Mcgraw-Hill, 2006
Moran, M., J., Shapiro, H. N., Fundamentals of Engineering Thermodynamics, 5ª Ed., John Wiley & Sons, 2006.
ASHRAE (American Society of Heat Refrigeration, and Air Conditioning Engineers) - HandBook of Fundamentals ,2005.
ASHRAE (American Society of Heat Refrigeration, and Air Conditioning Engineers) - HandBook of Refrigeration ,2006.
ASHRAE (American Society of Heat Refrigeration, and Air Conditioning Engineers) - HandBook of Applications ,2007
ASHRAE (American Society of Heat Refrigeration, and Air Conditioning Engineers)HandBook of Systems and Equipments, 2008.
Kuehn, T. H., Ramsey, J. W., Threlkeld, J. L., Thermal Environmental Engineering. 3ª ed., Prentice Hall, 1998.
ABNT NBR 16401,, 2008. Instalações
ç de ar condicionado - Sistemas centrais e unitários,, Parte 1: Projeto
j Instalações
ç de ar condicionado.
ABNT NBR 16401, 2008 Instalações de ar condicionado - Sistemas centrais e unitários, Parte 2: Parâmetros de conforto térmico.
ABNT NBR 16401, 2008 Instalações de ar condicionado - Sistemas centrais e unitários, Parte 3: Qualidade do Ar Interior;
Silva, J. G., Introdução à Tecnologia da Refrigeração e da Climatização, Artliber, 2004.
Kreider J. F. & Rabl A., Cooling and Heating of Buildings: Design for efficiency, McGraw Hill, New York, 1994, 890 p.
SMACMA, HVAC Systems Duct Design, Sheet Metal and Air Conditioning, Contractors National Association, Atlanta, 1989.
Macintyre A. J., Ventilação Industrial e Controle da Poluição, Guanabara, 2ed, 1991.

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Conteúdo:
 TERMODINÂMICA: REVISÃO

 MISTRUA DE GASES E PSICROMETRIA

 SISTEMAS DE AR CONDICIONADO

 ZONEAMENTO

 CARGA TÉRMICA

 NORMAS TÉCNICAS PARA PROJETO

 CONFORTO TÉRMICO

 VENTILADORES E SISTEMAS DE DIFUSÃO


à DE AR

 SISTEMAS HIDRÔNICOS

SISTEMAS DE EXPANSÃO DIRETA

SISTEMAS DE ARMAZENAMENTO DE ENERGIA

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TERMODINÂMICA: REVISÃO

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SISTEMA E VOLUME DE CONTROLE


Sistemas:
• Quantidade de matéria ou região do espaço escolhida para estudo.
• A região externa ao sistema é dita vizinhança.
• Fronteira: superfície real ou imaginária que delimita o sistema
• Fronteira pode ser móvel ou rígida e não possui massa nem espessura
•Os sistemas podem ser classificados em:
• fechados
• abertos  Volume de Controle
 Sistemas Fechados: calor e trabalho podem atravessar a
fronteira do sistema, porém a quantidade de massa dentro das
fronteiras do sistema permanece fixa.

 Sistemas Abertos (Volume de Controle): calor, trabalho e


massa podem atravessar a fronteira do sistema (superfície de
controle), a quantidade de massa dentro das fronteiras do
sistema não é fixa.

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PROPRIEDADES, ESTADO, PROCESSO E CICLO


 PROPRIEDADE: Característica macroscópica do sistema; possui tanto um valor numérico
como um conjunto de unidades.
 3 tipos de propriedades termodinâmicas:
o Extensiva:
E tensi a depende da massa (Vol
(Volume,
me Energia)
o Intensiva: independe da massa (Pressão, Temperatura)
o Específica: propriedade extensiva divida pela massa

(Massa específica, Volume específico)
Intensiva

ESTADO: Condição de um sistema descrito pelas suas propriedades

PROCESSO: Transformação
ç de um estado para
p outro ( seqüência
q de estados  caminho))
• Regime Permanente: não há variação com o tempo
• Regime Transiente: há variações com o tempo
CICLO: Sequencia de processos que inicia e termina no mesmo estado
OBS.: Uma quantidade é uma propriedade se, e somente se, sua mudança em valor entre dois
estados é independente do processo.

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LEI ZERO DA TERMODINÂMICA; TEMPERATURA E PRESSÃO


Se dois corpos estão em equilíbrio térmico com um terceiro, eles estão
em equilíbrio térmico entre si
(R. H. Fowler em 1931)

 Escalas de Temperatura: Definidas a partir de um valor numérico associado a um ponto fixo


padrão.Internacionalmente ponto fixo padrão é o ponto triplo da água (T=0,01°C e 610Pa).
o Principais: Escala Celsius (°C); Escala Fahrenheit (°F); Escala Rankine (°R); Escala Kelvin (K)

T(C)  T(K)  273,15; T(R)  1,8 T(K); T(F)  T(R)  459, 67; T(F)  1,8T(C)  32

 Pressão:

F
P
A
P  Patm   g h

Pmano  Pabs  Patm

Pvacuo  Patm  Pabs

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FASE E SUBSTÂNCIA PURA


 Fase: quantidade de matéria homogênea (mesma composição química e estrutura física)
 Substância Pura: composição química invariável e uniforme
 Sistema Simples: 2 propriedades intensivas independentes determinam o estado
 Sistema Compressível Simples: Sistema simples composto por uma substância pura
 Outros Sistemas Simples: Sistema Elástico Simples, Sistema Magnético Simples

Sistema Compressível Simples

 Experimentos: P=P(v,T)  Superfície P-v-T


 Substância em Equilíbrio
 Na mudança de fase P e T são dependentes
 Mudança de fase: Vaporização, Solidificação e Sublimação
 Ponto Triplo: Três fases em equilíbrio
 Linha Tripla: linha que passa pelo ponto triplo
 Estado de Mudança de Fase: Estado de Saturação

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TABELAS DE PROPRIEDADES •Diagramas:


oP-v
• Relação funcional muito complicada  Tabelas; oT-s
oT-v oP-T
• Algumas propriedades termodinâmicas são medidas diretamente;
oP-h
• Outras propriedades termodinâmicas são derivadas;
• Tabelas divididas em:
oRegião de Vapor Superaquecido;
oRegião de Saturação (Líquido+Vapor);
oRegião de Líquido Comprimido;
oRegiões envolvendo a fase sólida.

• Propriedades Termodinâmicas:
Pressão (P) Energia Interna (u)
Temperatura (T) Entalpia (h)
Volume Específico (v) Entropia (s)

Saturação : TÍTULO (x)

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ESTADO DE REFERÊNCIA E VALORES DE REFERÊNCIA

 u, h, s não são medidas diretamente  ESTADO REFERÊNCIA;


Tabelas construídas a partir da referência:

NBP (Normal Boiling Point): Entalpia e Entropia = 0  Liq. Sat. a P=1atm

ASHRAE: Entalpia e Entropia = 0  Liquido Saturado a -40°C

IIR: Entalpia=200 kJ/kg e Entropia = 1 kJ/kg.K  Liquido Saturado a 0°C


International Institute of Refrigeration
 Independente do estado de referência a variação das propriedades é a mesma
 O valor absoluto pode variar com o estado de referência

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CALOR ESPECÍFICO
 Aplicados somente em condições nas
quais há somente uma fase
 Relação entre propriedades
 Propriedade intensiva
 Unidade no SI: [J/kg.K]

 u 
u  u(T,v)  c v   
 T  v

 h 
h  h(T,P)  c p   
 T P

cp
Razão de Calor Específico: k
cv
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CALOR ESPECÍFICO

 Substância Incompressível: substâncias que necessitam de grandes variações de


pressão para apresentarem variações significativas no seu volume especifico.
• Sólidos
• Líquidos

du
T2
c v (T)  (incompressível)
u2  u1   c (T) dT
T1
dT
h(T,P)  u(T)  Pv
h2  h1  u2  u1  v (P2  P1)
T2
h  du
h2  h1   c (T) dT  v (P
T1
2  P1)  
T P dT
 c v  cP  c

Em geral é muito pequeno

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MODELO DE GÁS IDEAL

Pv  RT du  c vo (T) dT

u  u(T) dh  c Po (T) dT

h  u(T)  RT

du P dv
ds  
T T
u(T) Pv
s 
T T R  c Po  c vo

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ENERGIA
• Energia diversas formas: Elétrica, Mecânica, Térmica entre outras;
• Análise Termodinâmica: Energia Macroscópica e Energia Microscópica
•Macroscópica: energia que o sistema possui em relação a um referencial 
ENERGIA CINÉTICA E POTENCIAL;
•Microscópica: energia associada à estrutura e atividade molecular do sistema
não depende de um referencial  ENERGIA INTERNA (U)

E  U  EC  EP
ENERGIA INTERNA ENTALPIA

•Energia Interna Específica (u): uU H  U  P


m
Unidade no SI: J/kg • Entalpia Específica (h ou i): h  u  P v
Unidade no SI: J/kg
ENERGIA CINÉTICA E POTENCIAL

m V2
EC  ; EP  m g z
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CALOR E TRABALHO
• Interações de energia
• Trabalho  FORÇA x DESLOCAMENTO
• Calor  Diferença de Temperatura (condução, convecção e radiação)

CALOR:
Q  0 : Calor transferido PARA o sistema
2
Q   Q   qdA
1
Q  A Q  0 : Calor transferido DO sistema
t2
 dt Q
Q  Q q Calor não é uma propriedade  Depende do caminho
t1
m

TRABALHO:
W  0 : Trabalho realizado PELO sistema
2
W   W   FV
W
1
W  0 : Trabalho realizado SOBRE o sistema
t2 
W
 dt
W  W w Trabalho não é uma propriedade  Depende do caminho
t1
m

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1ª LEI DA TERMODINÂMICA
• Princípio da Conservação da Energia

A energia não pode ser criada nem destruída


durante um processo, apenas muda de forma.

• Balanço de Energia

Esistema  Efinal  Einicial


Esist  Q  W
Esistema  U  EC  EP
• Sistema Fechado : Trabalho e Calor  E
• Volume de Controle: Trabalho, Calor e Fluxo de Massa  E

SISTEMAS FECHADOS BALANÇO DE ENERGIA PARA CICLOS

Qciclo  Wciclo
dE  Q  W (forma diferencial)

dE   (forma de taxa)
dt
QW  Q   W
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1ª LEI DA TERMODINÂMICA    Vavg A c


m
VOLUME DE CONTROLE Vazão em Massa: Vavg A c
 
m
CONSERVAÇÃO DA MASSA - Forma Diferencial v
Unidade SI: [kg/s]

dmvc
d
 m e  ms  V A

dt e s
Vazão Volumétrica: avg c

Unidade SI: [m³/s]

1ª LEI DA TERMODINÂMICA - Forma Diferencial

dEvc  Ve2   Vs2 


dt
 W
Q vc vc 
  m  h
e e 
2
 g z e   
m h
s s 
2
 g zs 
e   s  

• Regime Permanente: As propriedades não variam com o tempo.


• Regime Transiente ou Transitório: As propriedades variam com o tempo.

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2ª LEI DA TERMODINÂMICA
 Direção em que um processo ocorre;
 Qualidade da energia;
 Processo  satisfazer a 1ª e a 2ª Lei da Termodinâmica
 2ª Lei da Termodinâmica  propriedade ENTROPIA
 2ª Lei da Termodinâmica  Limite teórico de máquinas térmicas

Reservatório Térmico Máquina Térmica


• Corpo com capacidade térmica elevada; •Motores, Refrigeradores e Bombas de Calor
• Absorve ou fornece calor sem variar a •Características das Máquinas Térmicas:
temperatura; • Recebem ou rejeitam calor a fonte de alta
• Exemplos: Oceanos, lagos, atmosfera temperatura;
•Mudança de Fase  Reservatórios Térmicos • Converte calor  trabalho ou trabalho  calor;
• Rejeitam ou retiram o calor de fonte de baixa
temperatura;
• Operam, geralmente, segundo um ciclo;
Fonte Sumidouro • Utilizam um fluido de trabalho.

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2ª LEI DA TERMODINÂMICA

Enunciado de Kelvin-Plank

É impossível para qualquer dispositivo térmico


que opera segundo um ciclo termodinâmico
th  100%  Não existe
receber calor de um único reservatório térmico e
produzir trabalho líquido.

Enunciado de Clausius

É impossível construir um dispositivo que opera


segundo
g um ciclo termodinâmico e q
que não p
produza
outros efeitos, além da transferência de calor de um
corpo a baixa temperatura para um corpo a alta
temperatura.

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2ª LEI DA TERMODINÂMICA
 A segunda lei da termodinâmica tem sido enunciada como a impossibilidade de construção de
um “Moto-Perpétuo de Segunda Espécie”

 Moto perpétuo de 1a espécie - Produziria trabalho do nada ou criaria massa e


energia - violaria a 1a lei da termodinâmica.
 Moto perpétuo de 2a espécie - Violaria a segunda lei da termodinâmica
(rendimento 100% ou COP = )
 Moto perpétuo de 3a espécie - Motor sem atrito, consequentemente se moveria
indefinidamente mas não produziria trabalho
Processos Reversíveis e Irreversíveis
 Processo Reversível: é um processo que quando revertido não se notará algum
vestígio
tí i no meio
i e no sistema.
i t (Id li
(Idealização)
ã )
 Processo Irreversível: é um processo que quando revertido se notará algum vestígio
no sistema e/ou no meio. (Processos Reais)

 FONTES DE IRREVERSIBILIDADES: Atrito; Expansão não resistida de uma gás; Transferência de


calor com diferença finita de temperatura; Mistura entre substâncias; Reações químicas

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2ª LEI DA TERMODINÂMICA
Ciclo de Carnot

•Engenheiro Frances Sadi Carnot (1824)


•Limite teórico para as máquinas térmicas
•Ciclo
Ciclo composto de 4 Processos Reversíveis
 Expansão Isotérmica Reversível
 Expansão Adiabática Reversível
 Compressão Isotérmica Reversível
 Compressão Adiabática Reversível
•É o mais eficiente entre dois reservatórios térmicos
Motor Térmico de Carnot Bomba de Calor de Carnot Refrigerador de Carnot

1 1
TL COPHP,CC  COPR,CC 
th,cc  1   TL   TH 
TH 1     1
 TH   TL 
 th,cc  Motor Irreversível  COPR,CC  Refrig. Irreversível
 
th   th,cc  Motor Reversivel COPR   COPR,CC  Refrig. Reversivel
    COP
 th,cc  Motor Impossível  R,CC  Refrig.Impossível

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ENTROPIA WC  Wrev  Wsys

Desigualdade de Clausius
WC  QR  dEC
•Físico Alemão R. J. E. Clausius (1822–1888)
Q
•Valida para ciclos reversíveis e irreversíveis WC  TR 
QR Q T
•Igualdade
Ig aldade ciclos re
reversíveis
ersí eis 
TR T Enunciando de Kelvin-Planck
•Desigualdade ciclos irreversíveis 
Q WC  0
WC  TR  dEC
T 

Q
 T  0
Q
 W C   TR
T 
 dEC

Para Ciclos:  dE C 0

Q
WC  TR 
T

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ENTROPIA
Desigualdade de Clausius - para Processos
2
 Q  S  ENTROPIA
Clausius 1865      dS
T rev
Unidade no SI : [ J/K ]
1
•Processos Reversíveis  2 Q   1 Q  
     0
1 T A  2 T c   Q 
2
 1 Q 
        S2  S1
 2 Q   1 Q    1 T  A  2 T B
  
   0 
 1 T B  2 T C 
Principio do Aumento da Entropia
2
 Sger  0  Reversível
Q Q 
1 T  S2  S1  0  dS  T Sger  0 Sger  0  Irreversível

 Sger  0  Impossível
Q
dS   Sger
T Sger  Stotal  Ssist  Smeio
Q
Smeio 
Tmeio

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VARIAÇÃO DA ENTROPIA PARA UMA SUBSTÂNCIA PURA

 Estado Referência
Adiabático Reversível
 Propriedade derivada
 
S Processo Isoentrópico
s (Entropia Específica)
m
Unidade no SI : [ J/ kg K ]

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RELAÇÕES T dS
dU  Q int,rev  Wint,rev
Sistema Compressível Simples
Sistema Fechado
Q int,rev  T dS ; Wint,rev  Pd
Processo Internamente Reversível

dU  T dS  Pd  Tds  du  Pdv


Qint,rev  TdS

du  T ds  P dv

dh  du  P dv  v dP

T ds  dh  v dP

Válidas para Processos Reversíveis e Irreversíveis

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EFICIÊNCIA ISOENTRÓPICA Compressores e Bombas


Bocais
Turbina
2
V2,a ws
bocal  C/B 
wa 2
V2,s wa
T 
ws
0 9  bocal
0,9 b l  0
0,95
95 0,8  c  0,9
0,7  T  0,9

Compressor Isotérmico
Difusores

Psai  Pentra wt
difusor  C,isotérmico 
Psai,s  Pentra wa
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BALANÇO DE ENTROPIA

Sentra  Ssai  Sger  Ssist


Variação de Entropia do Sistema

Ssist  Sfinal  Sinicial


Transferência de Entropia (O que entra e sai)

Qk
Scalor   (T  const) ; S trabalho  0
k Tk
Sesc.massa  m s

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BALANÇO DE ENTROPIA – Sistema Fechado

Qk
T k
 Sger  Ssist
k
Sistema Fechado Adiabático

Sger  Ssist
Sistema + Vizinhança

Sger  Ssist  Sviz


Qviz
Sviz 
Tviz
Sger  0
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BALANÇO DE ENTROPIA – Volume de Controle



Q dS
k T k  e m e se  s m s ss  S ger  dtvc
k
Regime Permanente

Q
  m
Sger s s s e e e k T k
 s  m s 
k
Regime Permanente Adiabático

 
Sger  m s ss   m e se
s e
Regime Uniforme

Qk
 T m e se   ms ss  Sger   m2s2  m1s1 C S ger  0
k k e s

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IRREVERSIBILIDADE OU DESTRUIÇÃO DE EXERGIA

To  Temperatura de referência em K

 destruida  To Sger  0

 0  Processo Irreversível

 destruida   0  Processo Reversível
  0  ProcessoImpossível

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