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Fabricio Scheffer

6.(FURG 2006) Um atleta encontra-se na posição 80 metros de


COMPLEMENTARES OUTROS VESTIBULARES
RECENTES
um sistema de referência, quando um cronômetro é zerado. A partir
desse instante o atleta desenvolve uma velocidade constante de 4
m/s. O atleta se desloca no sentido positivo do sistema de referên-
cia durante toda a prova. Ao final de 2 min de prova o atleta estará
1. (FFFCMPA 2006) Ao realizar um teste ergométrico em uma
junto a posição ________, e atingirá a posição 500 m ao final de
esteira, um indivíduo caminhou durante 5 min com a velocidade de
_______.
4 km/h em relação à esteira. A seguir, correu durante 10 min com a
Assinale a alternativa em que as palavras apresentadas preenchem
velocidade de 8 km/h em relação à esteira. Sabendo-se que a ex-
adequadamente as respectivas colunas
tensão da passada do indivíduo é cerca de 1 m, quantos passos
aproximadamente ele deu durante o teste?
A) 160 m – 6 min e 15 s.
B) 480 m – 2 min e 5 s.
(A) 670
C) 480 m – 2 min e 25 s.
(B) 1.000
D) 560 m – 1 min e 45 s.
(C) 1.330
E) 560 m – 2 min e 40 s.
(D) 1.670
(E) 3.330
7.(FURG 2006) No mesmo instante em que um carro, parado em
uma sinaleira, parte do repouso com aceleração de 2,5 m/2,
2. (FFFCMPA 2006) Um carro que se desloca em movimento
passa por ele um ônibus à velocidade constante de 54 km/h. A
retilíneo, sem pre no mesmo sentido, a 54 km/h sofre uma acelera-
distância percorrida pelo carro até alcançar o ônibus e a velocidade
ção constante e, transcorridos 5 s, sua velocidade vale
nesse instante são, respectivamente:
90 km/h. A distância percorrida pelo carro nos 5 s é de
A) 180 m e 30 m/s.
(A) 40 m.
B) 45 m e 15 m/s.
(B) 90 m.
C) 120 m e 20 m/s.
(C) 100 m.
D) 30 m e 40 m/s.
(D) 125 m.
E) 215 m e 25 m/s.
(E) 200 m.
8.(FURG 2006) Uma criança com massa M (quilogramas) está
3. (FFFCMPA 2006) Um menino faz o seguinte experimento:
sentada junto à borda de um carrossel que tem um diâmetro D
segura com uma mão, a aproximadamente 1,6 m acima do assoa-
(metros). Um observador, situado em um sistema de referên-
lho, uma esfera maciça de chumbo com 1 cm de raio; com a outra
cia inercial, percebe que o carrossel demora T (segundos) para
mão, também a aproximadamente 1,6 m do solo, segura uma esfe-
dar uma volta completa. A partir das informações, considere as
ra maciça de chumbo com 2 cm de raio. Deixa a primeira esfera,
seguintes afirmações:
com 1 cm de raio, cair a partir do repouso e um pouco depois,
quando ela já está a cerca de 1,2 m do assoalho, solta em repouso
I. Se a criança estivesse sentada em uma posição que correspon-
a segunda esfera, com 2 cm de raio. Dessa forma, as duas esferas
de à metade do raio do carrossel, o módulo da sua velocidade
caem em queda livre até o assoalho. Sobre o experimento, conside-
angular não seria o mesmo.
re as assertivas abaixo.
I - O peso da segunda esfera é o dobro do peso da primeira.
II. Se a criança estivesse sentada em uma posição que correspon-
II - É impossível que a segunda esfera atinja o solo antes da
de à metade do raio do carrossel, o módulo da sua velocidade
primeira.
linear não seria o mesmo.
III - Sendo V o valor da velocidade com a qual a primeira esfera
atinge o solo, a segunda esfera atingirá o solo com uma velocidade
III. A força centrípeta exercida sobre a criança independe do tempo
com valor 2V.
que o carrossel demora para completar uma volta.
Quais são corretas?
IV. A resultante das forças exercidas sobre a criança aponta, tan-
(A) Apenas I
gencialmente, no sentido do movimento.
(B) Apenas II
(C) Apenas III
Quais afirmativas estão corretas sob o ponto de vista do observador
(D) Apenas I e II
inercial?
(E) Apenas I e III
A) Apenas I.
4. (FURG 2005) Uma pedra é lançada verticalmente para cima
B) Apenas II.
com velocidade inicial de 30 m/s. Indique a afirmativa INCORRETA
C) II e IV.
(Desprezar a resistência do ar).
D) I, II e III.
(A) No ponto mais alto a velocidade é nula.
E) I, II, III e IV.
(B) No ponto mais alto a aceleração é nula.
(C) A altura atingida pela pedra é de 45 m.
(D) A pedra retorna ao ponto de partida após 6,0 s.
(E) A pedra retorna ao ponto de partida com velocidade de módulo
30 m/s.

5.(FURG 2005) Um barco a motor, usando toda sua potência,


consegue subir um rio a 18 km/h em relação à
margem. Em seguida, desce o rio nas mesmas condições e conse-
gue fazê-lo a 44 km/h, também em relação à margem. Dessa forma,
é possível afirmar que a velocidade da água em relação à margem é

(A) 31 km/h.
(B) 26 km/h.
(C) 22 km/h.
(D) 13 km/h.
(E) 9 km/h.

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9.(FFCMPA 2007) Uma pedra é arremessada horizontalmente, com 14.(UPF 2008/1) Em função das notícias sobre a aviação ocorri-
uma velocidade de 20m/s, de uma ponte que está 16m acima da das nos últimos meses, verificou-se que num aeroporto um avião
superfície da água. Qual a velocidade da pedra, ao atingir a água? deve chegar à cabeceira da pista com velocidade igual ou inferior a
(Considere g = 9,8m/s2) 360 km/h. Se isso não ocorrer, ele corre o risco de não parar ao
final desta pista, que tem 2.000 m de comprimento. Nesta situação,
(A) 26,7m/s. pode-se afirmar que o valor máximo, em módulo, da aceleração de
(B) 13,5m/s. retardamento é, em m/s2, de:
(C) 713,6m/s
(D) 42,5m/s (A) 1,6
(E) 246,4m/s (B) 2,4
(C) 2,5
10.(FFCMPA 2007) Um projétil é disparado com uma velocidade (D) 3,6
inicial de 30m/s sob um ângulo de 60° acima do horizonte. No ponto (E) 9,8
mais elevado da trajetória, a velocidade (V0x) e a aceleração (a) do
projétil são, respectivamente, 15.(UPF 2008/1) Um estudante lança uma esfera de metal por
sobre a mesa plana e horizontal. Desprezando a resistência ofereci-
(A) V0x = 25m/s e a = 8,32m/s2. da pelo ar, pode-se afirmar que, durante o movimento de queda da
(B) V0x = 18m/s e a = 13,48m/s2. esfera, após abandonar a superfície da mesa, permanecem cons-
(C) Vox = 15m/s e a = 10,34m/s2. tantes:
(D) V0x=15m/s e a = 9,81m/s2.
(E) V0x=15m/s e a =7,68m/s2.

11.(UFPEL 2007 INV) Com base em seus conhecimentos sobre


Cinemática, analise as afirmativas abaixo.
(A) a aceleração e a força que age na esfera
(B) a aceleração e a quantidade de movimento da esfera
I. Quando um corpo anda com Movimento Uniforme, sua velocidade
(C) a velocidade e a força que age na esfera
e sua aceleração são constantes e diferentes de zero.
(D) a velocidade e a quantidade de movimento da esfera
II. Quando dois corpos são lançados, no vácuo, simultaneamente,
(E) a velocidade e a aceleração da esfera
de uma mesma altura, um para cima e outro para baixo, com mes-
ma velocidade inicial, chegarão ao solo com velocidades iguais.
16.(UNESP 2008) Em um aparelho simulador de queda livre de
III. Quando um corpo anda com Movimento Uniformemente Varia-
um parque de diversões, uma pessoa devidamente acomodada e
do, a distância percorrida por ele é diretamente proporcional ao
presa a uma poltrona é abandonada a partir do repouso de uma
tempo gasto.
altura h acima do solo. Inicia-se então um movimento de queda
IV. Quando um corpo anda com Movimento Circular Uniforme, sua
livre vertical, com todos os cuidados necessários para a máxima
velocidade é constante e sua aceleração é nula.
segurança da pessoa. Se g é a aceleração da gravidade, a altura
Está(ão) correta(s) apenas a(s)
mínima a partir da qual deve-se iniciar o processo de frenagem da
afirmativa(s)
pessoa, com desaceleração constante 3g, até o repouso no solo é
(A) II.
(A) h/8.
(B) II e III.
(B) h/6.
(C) I e IV.
(C) h/5.
(D) IV.
(D) h/4.
(E) I e II.
(E) h/2.
(F) I.R.
17.(UFCSPA 20008) O conceito de aceleração é importante no
12.(MACKENZIE 2008) Duas cidades, A e B, são interligadas por
estudo dos movimentos. Assim, se a aceleração de um móvel é 2
uma estrada com 50 km de comprimento. Em certo instante, um
m/s2,
automóvel parte do repouso, da cidade A rumo à cidade B, com
(A) o móvel percorre 2 m em cada segundo.
aceleração escalar constante de 1,0 m/s2 , durante 20 s. Após esse
(B) o móvel percorre 4 m em cada segundo.
tempo, sua velocidade escalar permanece constante. No instante em
(C) a velocidade média do móvel é 1 m/s.
que esse automóvel parte da cidade A, um outro automóvel passa
(D) a velocidade do móvel varia 2 m/s em cada segundo.
pela cidade B, dirigindo-se à cidade A, com velocidade escalar cons-
(E) a velocidade do móvel aumenta 4 m/s a cada segundo.
tante de 108 km/h. A distância, relativa à cidade A, medida ao longo
da estrada, em que ocorre o encontro desses dois automóveis, é
18.(UFSCPA 2009) Qual é o tempo total de frenagem de um
automóvel com velocidade de 144 km/h até atingir o repouso com
(A) 20,12 km
aceleração constante de 2 m/s2 ?
(B) 19,88 km
(C) 19,64 km
(A) 5s
(D) 9,40 km
(B) 10 s
(E) 9,16 km
(C) 15 s
(D) 20 s
13.(FURG 2007) Uma pedra é solta de um penhasco e leva t1
(E) 25 s
segundos para chegar no solo. Se t2 é o tempo necessário para a
pedra percorrer a primeira metade do percurso, então podemos
19.(FURG 2009) Numa tempestade, ouve-se o trovão 7,0 segun-
afirmar que a razão entre t1 e t2 vale:
dos após a visualização do relâmpago. Sabendo que a velocidade
(A) 1.
da luz é de 3,0x108m/s e que a velocidade do som é de 3,4x102m/s,
(B) 1/ 2 . é possível afirmar que a distância entre o local onde ocorreu o
(C) 2. relâmpago e onde ele foi visto é de
(D) 1/2.
(E) 2 . (A) 6,2x106 metros.
(B) 4,8x101 metros.
(C) 2,4x103 metros.
(D) 2,1x109 metros.
(E) 4,3x106 metros.

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20.(MACKENZIE 2009) Um corpo é abandonado do repouso de 23) (UFSM 2009) Um carro se desloca, com aceleração
uma certa altura e cai, em queda livre (g = 10 m/s2), por 4 s. Após constante, sobre um trecho em linha reta de uma estrada. A sua
esses 4s, o corpo adquire velocidade constante e chega ao solo em velocidade é medida em dois pontos dessa reta, separados por uma
3 s. A altura da qual esse corpo foi abandonado era de distância de 250 m um do outro. Ao passar pelo primeiro ponto, a
velocidade do carro é de 20 m/s e, ao passar pelo segundo, a
(A) 80 m velocidade é de 30 m/s. A aceleração do carro nesse trecho é, em
(B) 120 m m/s2,
(C) 180 m
(D) 200 m a) 0,5
(E) 220 m b) 1,0
c) 1,5
INSTRUÇÃO: Responder à questão 21 com base nas informações d) 2,0
apresentadas no quadro a seguir. e) 5,0

21.(PUC 2008/1) Medidas referentes ao movimento de uma 24.(UFSM 2009) Duas esferas metálicas idênticas são lançadas,
pequena simultaneamente, na horizontal, da borda de uma mesa, com
bola, rolando para baixo pela encosta de um terreno em declive, velocidades diferentes. Uma vez que, nas condições de realização
foram registradas na tabela a seguir. desse experimento, os efeitos do atrito com o ar podem ser
desconsiderados, pode-se afirmar que
I. os dois corpos tocam o solo ao mesmo tempo.
II. os dois corpos, ao tocar o solo, têm o mesmo módulo para a
velocidade vertical.
III. os dois corpos, ao tocar o solo, têm o mesmo módulo para a
velocidade horizontal.
Está(ão) correta(s)

(A) apenas I e II
(B) apenas I e III
(C) apenas II
(D) apenas III
A figura que melhor representa a forma aproximada do terreno
referido é (E) I, II e III

25.(UNESP 2009) Admita que em um trator semelhante ao da


foto a relação entre o raio dos pneus de trás (rT) e o raio dos pneus
da frente (rF) é rT = 1,5·rF.

(www.greenhorse.com.br/site/pops/204.html)
Chamando de vT e vF os módulos das velocidades de pontos desses
pneus em contato com o solo e de fT e fF as suas respectivas fre-
qüências de rotação, pode-se afirmar que, quando esse trator se
movimenta, sem derrapar, são válidas as relações:
22.(UFSM 2008) Num jogo de futebol, um jogador faz um
lançamento oblíquo de longa distância para o campo adversário, e o (A) vT = vF e fT = fF.
atacante desloca-se abaixo da bola, em direção ao ponto previsto (B) vT = vF e 1,5·fT = fF.
para o primeiro contato dela com o solo. Desconsiderando o efeito (C) vT = vF e fT = 1,5·fF.
do ar, analise as afirmativas: (D) vT = 1,5·vF e fT = fF.
I. Um observador que está na arquibancada lateral vê a bola (E) 1,5·vT = vF e fT = fF.
executar uma trajetória parabólica.
II. O atacante desloca-se em movimento retilíneo uniformemente 26.(UNIFESP 2009) Um avião a jato, para transporte de passa-
variado para um observador que está na arquibancada lateral. geiros, precisa atingir a velocidade de 252 km/h para decolar em
III. O atacante observa a bola em movimento retilíneo uma pista plana e reta. Para uma decolagem segura, o avião, par-
uniformemente variado. tindo do repouso, deve percorrer uma distância máxima de 1 960 m
até atingir aquela velocidade. Para tanto, os propulsores devem
Está(ão) correta(s) imprimir ao avião uma aceleração mínima e constante de

a) apenas I. (A) 1,25 m/s2.


b) apenas II. (B) 1,40 m/s2.
c) apenas I e II. (C) 1,50 m/s2.
d) apenas I e III. (D) 1,75 m/s2.
e) apenas II e III. (E) 2,00 m/s2.

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27.(UNISA 2009) Em um local em que as forças de resistência do (D) 6 s


ar podem ser desprezadas e a aceleração da gravidade tem intensi- (E) 7 s
dade g = 10 m/s2, uma pequena esfera foi abandonada a partir do
repouso, de uma altura h em relação ao solo. 32.(PUC-RJ 2009) O ponteiro dos minutos de um relógio tem 1
Sabendo-se que durante o último segundo de seu movimento de cm. Supondo que o movimento deste ponteiro é contínuo e que  =
queda a esfera percorreu uma distância de 35 m, é possível afirmar 3, a velocidade de translação na extremidade deste ponteiro é:
que a velocidade, em m/s, com que ela chegou ao solo foi de (A) 0,1 cm/min
(B) 0,2 cm/min
(A) 10. (C) 0,3 cm/min
(B) 20. (D) 0,4 cm/min
(C) 25. (E) 0,5 cm/min
(D) 35.
(E) 40. 33.(PUC-RJ 2009) Um objeto é lançado verticalmente para cima,
de uma base, com velocidade v = 30 m/s. Indique a distância total
28. (FGV-SP 2009) Uma grande manivela, quatro engrenagens percorrida pelo objeto desde sua saída da base até seu retorno,
pequenas de 10 dentes e outra de 24 dentes, tudo associado a três considerando a aceleração da gravidade g = 10 m/s2 e desprezando
cilindros de 8 cm de diâmetro, constituem este pequeno moedor a resistência do ar.
manual de cana.
(A) 30 m
(B) 55 m
(C) 70 m
(D) 90 m
(E) 100 m

34. (PUC-RJ 2009) Um satélite geoestacionário encontra-se


sempre posicionado sobre o mesmo ponto em relação à Terra.
Sabendo-se que o raio da órbita deste satélite é de 36 x 103 km e
considerando- se  = 3, podemos dizer que sua velocidade é:

(A) 0,5 km/s


(B) 1,5 km/s
Ao produzir caldo de cana, uma pessoa gira a manivela fazendo- a
(C) 2,5 km/s
completar uma volta a cada meio minuto. Supondo que a vara de
(D) 3,5 km/s
cana colocada entre os cilindros seja esmagada sem escorregamen-
(E) 4,5 km/s
to, a velocidade escalar com que a máquina puxa a cana para seu
interior, em cm/s, é, aproximadamente,
35.(UFAC 2009) Nos Jogos dos Povos Indígenas, uma índia lança
Dado: Se necessário use = 3
verticalmente para cima uma flecha de taquara, atingindo a altura
máxima de 125m. Qual a velocidade de lançamento da flecha, em
(A)0,20
m/s?
(B)0,35
Dado: g = 10 m/s2.
(C)0,70
(D)1,25
(A) 25
(E)1,50
(B) 50
(C) 20
29.(ITA 2009) Considere hipoteticamente duas bolas lançadas de
(D) 12,5
um mesmo lugar ao mesmo tempo: a bola 1, com velocidade para
(E) 30
cima de 30 m/s, e a bola 2, com velocidade de 50 m/s formando um
ângulo de 30o com a horizontal. Considerando g = 10 m/s2, assinale
36.(UFAC 2009) Um barco atravessa o Rio Negro de 5.000 m de
a distância entre as bolas no instante em que a primeira alcança sua
largura, movendo-se perpendicularmente à margem, com uma
máxima altura.
velocidade de aproximadamente 20 m/s. A correnteza arrasta o
(A) d = (6250)1/2m
barco de 1.500 m rio abaixo. Qual a velocidade média da corrente-
(B) d = (7217)1/2m
za?
(C) d = (17100)1/2m
(D) d = (19375)1/2m
(A) 6,0 m/s
(E) d = (26875)1/2m
(B) 60 m/s
(C) 20 m/s
30.(PUC-RJ 2009) Uma bola é lançada verticalmente para cima.
(D) 8 m/s
Podemos dizer que no ponto mais alto de sua trajetória:
(E) 7,5 m/s
(A) a velocidade da bola é máxima, e a aceleração da bola é vertical
e para baixo.
(B) a velocidade da bola é máxima, e a aceleração da bola é vertical
e para cima.
(C) a velocidade da bola é mínima, e a aceleração da bola é nula.
(D) a velocidade da bola é mínima, e a aceleração da bola é vertical
e para baixo.
(E) a velocidade da bola é mínima, e a aceleração da bola é vertical
e para cima.

31.(PUC-RJ 2009) Um objeto é lançado verticalmente para cima


de uma base com velocidade v = 30 m/s. Considerando a acelera-
ção da gravidade g = 10 m/s2 e desprezando-se a resistência do ar,
determine o tempo que o objeto leva para voltar à base da qual foi
lançado.

(A) 3 s
(B) 4 s
(C) 5 s
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37.(UFJF 2009) Um canhão encontra-se na borda de um penhasco II. O tempo que a bola leva para atingir o solo não depende de vo.
diante do mar, conforme mostra a figura. Esse canhão está a 78,4 III. O tempo para a bola cair a primeira metade da altura é o mes-
m acima do nível do mar, e ele dispara horizontalmente um projétil mo para a segunda metade.
com velocidade inicial de 15,0 m/s. Desprezando a resistência do ar IV. A componente horizontal da velocidade da bola, antes de atingir
e considerando a aceleração da gravidade como 9,8 m/s2, em quan- o solo, é vo.
to tempo e a que distância da base do penhasco o projétil irá atingir V. O tempo de queda da bola, em um planeta cuja aceleração da
o mar? (despreze os efeitos resistivos) gravidade seja 2g, será maior que na Terra.

40.(UFPI 2009) Dois trens, A e B, movendo-se em sentidos opos-


tos com velocidades cujos módulos são VA = VB = 10 m/s, em
relação ao solo, cruzam-se.
Por curiosidade, um passageiro do trem B mede o tempo que o
trem A leva para passar à sua frente. Se o tempo medido foi de 7,0
s, é correto afirmar que o comprimento do trem A é de:

(A) 30 m
(B) 70 m
(C) 100 m
(D) 140 m
(E) 210 m

(A) 15,0 s; 15,0 m. 41.(UFRJ 2009) No dia 10 de setembro de 2008, foi inaugurado o
(B) 4,0 s; 96,7 m. mais potente acelerador de partículas já construído. O acelerador
(C) 4,0 s; 60,0 m. tem um anel, considerado nesta questão como circular, de 27 km
(D) 240 s; 3600 m. de comprimento, no qual prótons são postos a girar em movimento
(E) 0,3 s; 4,0 m. uniforme.

38.(UEPA 2009) No mundo dos esportes de alto desempenho,


cada centésimo – e até milésimo – de segundo pode determinar a
vitória ou a derrota de um atleta numa prova. Em uma corrida de
100 m rasos, um atleta acelera rapidamente no início do percurso,
mantém uma velocidade aproximadamente constante em um trecho
e, próximo ao final do percurso, já começa a perder velocidade. A Supondo que um dos prótons se mova em uma circunferência de
tabela abaixo mostra os valores considerados ideais de velocidade 27 km de comprimento, com velocidade de módulo v =
para diferentes pontos do percurso. Para ter uma idéia das acelera- 240.000km/s, calcule o número de voltas que esse próton dá no
ções envolvidas na corrida, calcule o valor de aceleração entre as anel em uma hora.
posições 0 e 10 m, considerando-a constante.

Dentre as alternativas abaixo, a que mais se aproxima do valor que


você calculou é a aceleração:

a) de metade da gravidade na superfície da Terra. 42.(UNEMAT 2009) Um automóvel está em movimento unifor-
b) de um foguete na Terra que submete um astronauta a força de 3 memente variado com aceleração escalar igual a -5 m/s2, e sua
vezes seu peso. velocidade escalar varia no tempo, de acordo com a tabela abaixo:
c) da gravidade na superfície da Terra.
d) sofrida por um corpo em queda ao atingir a velocidade limite na
atmosfera.
e) de um corpo em queda na superfície da Lua, cuja gravidade é um
sexto daquela da Terra.

39.(UFPB 2009) Um jogador de tênis de mesa arremessa uma Analise as afirmativas abaixo.
bola horizontalmente, com velocidade vo, de uma mesa com altura
h. A uma distância R dessa mesa existe uma chapa metálica fina e I. A velocidade escalar inicial do automóvel é 10 m/s.
rígida com altura h/2, conforme representado abaixo: II. No instante de 2s, o automóvel pára e começa a mudar o senti-
do do seu movimento.
III. No intervalo de tempo entre 0 a 2s, o movimento do automóvel
é retardado e progressivo.
IV. No intervalo de tempo entre 2 e 6s, o movimento do automóvel
é acelerado e retrógrado.
Assinale a alternativa correta.
(A) Somente I e III são verdadeiras.
(B) II e IV são falsas.
(C) I, II, III e IV são verdadeiras.
(D) Somente I é verdadeira.
(E) III e IV são falsas.
Nesse contexto, desprezando-se as perdas de energia da bola por
atrito com o ar, ou devido a possível impacto com a chapa, identifi-
que as afirmativas corretas:

I. O menor valor que vo pode ter, para que a bola passe por cima da
parede, é R(g/h)1/2
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43.(UPE 2009) Um projétil é lançado em certa direção, partindo 45. (MACKENZIE 2010) Para que logrem êxito, é necessário que
do ponto A com velocidade inicial de módulo V0, formando com a a razão entre as acelerações escalares,
horizontal um ângulo de tiro igual a θ, cujas componentes vertical e a1 e a2, das respectivas crianças, seja
horizontal são iguais, respectivamente, a 8 m/s e 6 m/s. O projétil
descreve uma trajetória parabólica e atinge o solo no ponto E.
Despreze a resistência do ar.
Dado: g = 10 m/s2

De acordo com as informações e a figura acima, analise as afirmati-


vas abaixo.
I. O movimento no eixo X é uniforme, e o módulo da velocidade
inicial V0 é igual a 10 m/s.
II. No ponto C, o módulo da velocidade da partícula é igual a 6 m/s.
III. O movimento no eixo Y é uniformemente variado, e o módulo
da velocidade do projétil, ao atingir o ponto E, é menor do que o
módulo da velocidade de lançamento no ponto A. 46. (PUC-RS 2010/1) O acoplamento de engrenagens por correia
IV. Em um ponto qualquer da trajetória entre A e E, o vetor veloci- C, como o que é encontrado nas bicicletas, pode ser esquematica-
dade terá módulo mínimo igual a 6 m/s e máximo igual a 8 m/s. mente representado por:
É CORRETO afirmar que

(A) todos os itens estão corretos.


(B) apenas os itens I e III estão corretos.
(C) apenas os itens II e IV estão corretos.
(D) os itens III e IV estão incorretos.
(E) os itens I e II estão incorretos.
Considerando-se que a correia em movimento não deslize em
44. (FUVEST 2010) Numa filmagem, no exato instante em que um relação às rodas A e B, enquanto elas giram, é correto afirmar que
caminhão passa por uma marca no chão, um dublê selarga de um
viaduto para cair dentro de sua caçamba. A velocidade v do cami- (A) a velocidade angular das duas rodas é a mesma.
nhão é constante e o dublê inicia sua queda a partir do repouso, de (B) o módulo da aceleração centrípeta dos pontos periféricos de
uma altura de 5 m da caçamba, que tem 6 m de comprimento. A ambas as rodas tem o mesmo valor.
velocidade ideal do caminhão é aquela em que o dublê cai bem no (C) a frequência do movimento de cada polia é inversamente pro-
centro da caçamba, mas a velocidade real v do caminhão poderá ser porcional ao seu raio.
diferente e ele cairá mais à frente ou mais atrás do centro da ca- (D) as duas rodas executam o mesmo número de voltas no mesmo
çamba. Para que o dublê caia dentro da caçamba, v pode diferir da intervalo de tempo.
velocidade ideal, em módulo, no máximo: (E) o módulo da velocidade dos pontos periféricos das rodas é
diferente do módulo da velocidade da correia.
(A) 1 m/s.
(B) 3 m/s. 47. (UDESC 2010) Dois caminhões deslocam-se com velocidade
(C) 5 m/s. uniforme, em sentidos contrários, numa rodovia de mão dupla. A
(D) 7 m/s. velocidade do primeiro caminhão e a do segundo, em relação à
(E) 9 m/s. rodovia, são iguais a 40 km/h e 50 km/h, respectivamente. Um
caroneiro, no primeiro caminhão, verificou que o segundo caminhão
O enunciado abaixo refere-se às questão 45. levou apenas 1,0 s para passar por ele. O comprimento do segundo
Em uma região plana, delimitou-se o triângulo ABC, cujos lados AB e caminhão e a velocidade dele em relação ao caroneiro mencionado
BC medem, respectivamente, 300,00 m e 500,00 m. Duas crianças, são, respectivamente, iguais a:
de 39,20 kg cada uma, partem, simultaneamente, do repouso, do
ponto A, e devem chegar juntas ao ponto C, descrevendo movimen- (A) 25 m e 90 km/h
tos retilíneos uniformemente acelerados. (B) 2,8 m e 10 km/h
(C) 4,0 m e 25 m/s
(D) 28 m e 10 m/s
(E) 14 m e 50 km/h

48. (UFAL 2010) De dentro de um automóvel em movimento


retilíneo uniforme, numa estrada horizontal, um estudante olha pela
janela lateral e observa a chuva caindo, fazendo um ângulo  com a
direção vertical, com sen() = 0,8 e cos() = 0,6.
Para uma pessoa parada na estrada, a chuva cai verticalmente,
com velocidade constante de módulo v. Se o velocímetro do auto-
móvel marca 80,0 km/h, podese concluir que o valor de v é igual a:

(A) 48,0 km/h


(B) 60,0 km/h
(C) 64,0 km/h
(D) 80,0 km/h
(E) 106,7 km/h

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49. (UFMS 2010) Uma bola de bilhar de massa m é lançada hori- 53. (VUNESP 2010) Considerando que nos primeiros 10 m da
zontalmente com velocidade Vo da borda de uma mesa que está a prova, Usain Bolt tenha desenvolvido um movimento retilíneo uni-
uma altura H do solo também horizontal. A aceleração da gravidade formemente variado, são feitas as seguintes afirmações:
no local é g e é uniforme, veja a figura. Considerando que o ar
exerce uma força Fa de arrasto na bola dada pelo formalismo veto- I. ele percorreu esse trecho em 2 segundos;
rial Fa = -bV, onde b é uma constante de proporcionalidade, e V é II. nesse trecho sua velocidade média foi de 2,5 m/s;
o vetor velocidade da bola vista de um referencial inercial, assinale III. nesse trecho sua aceleração foi de 5 m/s2.
a(s) proposição(ões) correta(s). É correto o que se afirma em
(A) I, apenas.
(B) II, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) I, II e III.

54. (UEM 2010) No último campeonato mundial de atletismo


(001) A trajetória da bola não será uma parábola. disputado em Berlim, Usain Bolt, atleta jamaicano, quebrou seu
(002) A componente da velocidade da bola na direção horizontal próprio recorde mundial dos 100 metros rasos. Ele concluiu a prova
permanece constante durante a queda. no incrível tempo de 9,58 segundos.
(004) A força de arrasto é sempre vertical para cima. Uma análise minuciosa dessa façanha mostra que os primeiros 5
(008) O alcance A na horizontal é igual a Vo(2H/g)1/2. metros da prova ele cumpriu em 0,58 segundos e os outros 95
(016) A intensidade do vetor aceleração da bola vai diminuindo metros foram cumpridos com velocidade constante. Com base
durante a queda. nessas informações, analise as alternativas abaixo e assinale o que
for correto.
50. (UFPR 2010) Em uma prova internacional de ciclismo, dois dos 01) A velocidade média com que ele executa a prova é maior que
ciclistas, um francês e, separado por uma distância de 15 m à sua 36 km/h.
frente, um inglês, se movimentam com velocidades iguais e cons- 02) A aceleração média nos primeiros 5 metros de prova é maior
tantes de módulo 22 m/s. Considere agora que o representante que a aceleração de um corpo em queda livre.
brasileiro na prova, ao ultrapassar o ciclista francês, possui uma 04) A velocidade com que ele concluiu a prova é de 38 km/h.
velocidade constante de módulo 24 m/s e inicia uma aceleração 08) Qualquer atleta que realizar essa prova com uma aceleração
constante de módulo 0,4 m/s2, com o objetivo de ultrapassar o constante de 2,5 m/s2 conseguirá quebrar o recorde de Bolt.
ciclista inglês e ganhar a prova. No instante em que ele ultrapassa o 16) Qualquer atleta que realizar essa prova com uma velocidade
ciclista francês, faltam ainda 200 m para a linha de chegada. Com constante de 10 m/s conseguirá quebrar o recorde de Bolt.
base nesses dados e admitindo que o ciclista inglês, ao ser ultrapas-
sado pelo brasileiro, mantenha constantes as características do seu 55. (UEPG 2010) Sobre o movimento de um corpo que se desloca
movimento, assinale a alternativa correta para o tempo gasto pelo 2
ciclista brasileiro para ultrapassar o ciclista inglês e ganhar a corrida. de acordo com a equação e  e  v .t  a.t , assinale o que for
0 0
(A) 1 s. 2
(B) 2 s. correto.
(C) 3 s. 01) A velocidade inicial varia em função do tempo.
(D) 4 s. 02) O deslocamento do corpo é nulo quando o tempo for zero.
(E) 5 s. 04) Sobre o corpo existe a atuação de uma força constante.
08) Se o espaço inicial for negativo e a aceleração positiva, haverá
51. (PUC-RJ 2010/1) Uma tartaruga caminha, em linha reta, a 40 um instante em que o corpo passará sobre o referencial e a sua
metros/hora, por um tempo de 15 minutos. Qual a distância percor- velocidade será maior que zero.
rida? 16) O corpo se desloca numa trajetória retilínea com velocidade
(A) 30 m constante.
(B) 10 km
(C) 25 m 56. (UEPG 2010) Um disco de raio R executa um movimento
(D) 1 km circular uniforme. Considere dois pontos a e b, o primeiro (ponto a)
(E) 10 m localizado na borda do disco e o segundo (ponto b) localizado a
uma distância R/3 do centro do disco. Sobre esse evento assinale o
52. (PUC-RJ 2010/1) Um corredor olímpico de 100 metros rasos que for correto.
acelera desde a largada, com aceleração constante, até atingir a 01) As frequências dos pontos a e b são iguais.
linha de chegada, por onde ele passará com velocidade instantânea 02) Os períodos dos pontos a e b são iguais.
de 12 m/s no instante final. Qual a sua aceleração constante? 04) A velocidade escalar do ponto a é igual ao triplo da velocidade
(A) 10,0 m/s2 do ponto b.
(B) 1,0 m/s2 08) Em uma rotação completa a distância percorrida pelo ponto a é
(C) 1,66 m/s2 igual ao triplo da distância percorrida pelo ponto b.
(D) 0,72 m/s2 16) A aceleração centrípeta do ponto a é igual ao triplo da acelera-
(E) 2,0 m/s2 ção centrípeta do ponto b.

Texto para a questão de número 53. 57. (UEPG 2010) Uma pedra é lançada verticalmente de baixo
Um atleta além dos limites O desempenho espetacular do corredor para cima no vácuo com velocidade escalar v0. Após determinado
Usain Bolt, que quebrou novamente o recorde dos 100 metros, põe intervalo de tempo t, a pedra retorna ao ponto de lançamento.
em dúvida todas as previsões científicas sobre a velocidade máxima Sobre esse evento físico, assinale o que for correto.
que o corpo humano é capaz de atingir. No Mundial de Atletismo 01) Ao retornar ao ponto de lançamento, a velocidade vetorial da
disputado em Berlim, em agosto de 2009, o corredor jamaicano pedra será igual a v0.
quebrou o recorde mundial com o tempo de 9,58 segundos. Nessa 02) No instante t = v0 /g, o vetor velocidade inverterá o seu senti-
corrida, Bolt aumentou sua velocidade depois dos 60 m, quando os do.
outros corredores começavam a desacelerar. A tabela a seguir 04) Ao passar por um ponto qualquer da sua trajetória, as veloci-
mostra como variou a velocidade de Bolt, em km/h, em função de dades da pedra, na subida e na descida, têm o mesmo módulo.
sua posição, em m, durante a prova. 08) Durante o segundo intervalo de tempo, t/2, a pedra executa
um movimento progressivo acelerado.
16) No ponto h  1 g .t 2 , a velocidade da pedra será nula.
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58. (UNIOESTE 2010) Uma partícula parte do repouso e desloca- 62. (UEA 2010) Um ciclista parte do repouso e gasta 100 segun-
se com aceleração constante. Em um dado instante a sua velocidade dos para percorrer 600 metros em uma pista retilínea. Se sua bici-
é 10 m/s e 60 m depois é 20 m/s. Em relação ao exposto, assinale a cleta se desloca com aceleração constante, chegará ao final do
alternativa correta. percurso com velocidade, em m/s, igual a

(A) A aceleração da partícula é igual a 5 m/s2. (A) 8.


(B) A partícula demora 2 s para percorrer os 60 m mencionados. (B) 10.
(C) A partícula demora 2 s, desde o instante inicial, para atingir a (C) 12.
velocidade de 10 m/s. (D) 14.
(D) A partícula percorre 20 m até atingir a velocidade de 10 m/s. (E) 16.
(E) A partícula percorre os primeiros 20 m com velocidade constan-
te. 63. (UEA 2010) Um garoto sentado no chão lança uma bolinha
de gude na direção de um buraco situado a 2 metros de distância,
59. (UEA 2010) Uma barata corre em linha reta para fugir de em um terreno horizontal. A bolinha parte do solo em uma direção
uma provável chinelada. Se a barata parte do repouso, e se desloca que faz um ângulo de 45º acima da horizontal. Despreze a resistên-
com aceleração constante de 0,1 m/s2, o tempo, em segundos, que cia do ar. Para que a bolinha caia dentro do buraco, o módulo da
ela leva para atravessar um corredor de 3,2 m de comprimento é velocidade inicial de lançamento, em m/s, deve ser
(A) 2.
(B) 4. 2
Dados: g = 10 m/s2 sen 45º = cos 45º =
(C) 6.
(D) 8.
2
(E) 10.
(A) 10
60. (UEA 2010) Uma máquina de lavar roupa está funcionando na (B) 20
etapa de centrifugação. Instantes após o início dessa etapa, uma (C) 30
pequena peça de roupa, encostada na parede lateral do tambor da (D) 40
máquina, gira sem escorregar, com velocidade angular ω e acelera-
ção centrípeta de 400 m/s2. Quando o tambor atinge a velocidade (E) 50
máxima de rotação, a peça de roupa tem velocidade angular dupli-
cada e a aceleração centrípeta passa a ter módulo, em m/s2, igual a 64. (UNICASTELO 2010) O governo brasileiro está iniciando o
processo de licitação para concessão da exploração do serviço de
(A) 800. transporte ferroviário de passageiros ligando as cidades do Rio de
(B) 1 000. Janeiro, São Paulo e Campinas por um sistema de trens de alta
(C) 1 200. velocidade – TAV.
(D) 1 400. Sistemas ferroviários de alta velocidade utilizados no transporte de
(E) 1 600. passageiros compreendem, em geral, linhas ferroviárias projetadas
e construídas para trens capazes de desenvolver velocidades iguais
61. (UEA 2010) Na extração de látex das seringueiras, cortes são ou superiores a 200 km/h.
feitos na casca do tronco das árvores, por onde o látex escorre até O mapa mostra o percurso que o TAV brasileiro deverá percorrer,
uma cunha, que faz com que o líquido pingue em um recipiente quando estiver em operação.
coletor, amarrado ao tronco um pouco abaixo, como mostra a figu-
ra. Suponha que uma gota de látex pingue da cunha com velocidade
inicial na direção vertical, de 2 m/s, e caia em queda livre, 60 cm
até atingir a tigela coletora. Desprezando a resistência do ar, a
velocidade vertical da gota, ao atingir o recipiente, será, em m/s,
igual a
Dado: g = 10 m/s2

Relatório Halcrow/Sinergia (Volume 1 – Demanda e Previsão de


Receita)(www.tavbrasil.gov.br/Demanda.asp – acessado em
18.10.2009)
De acordo com o relatório Halcrow/Sinergia, divulgado pela ANTT –
Agência Nacional de Transportes Terrestres, o TAV brasileiro deverá
ter comprimento de 200 m e atingir velocidade comercial máxima
de 300 km/h.
Internacionalmente considera-se que, por razões de segurança e
conforto, a aceleração centrípeta máxima a que uma pessoa deve
ser submetida é de 0,05.g, onde g é a aceleração da gravidade
(www.ced.ufsc.br/emt/trabalhos/borracha/borracha/natural_arquivos/latex.htm)
local.
Sendo g = 10 m/s2, o raio mínimo que a ferrovia deverá ter, nos
(A) 4. trechos em que o TAV estiver com velocidade próxima ao seu valor
(B) 6. máximo é, aproximadamente, igual a
(C) 8. (A) 1,5 km.
(D) 10. (B) 4,5 km.
(E) 12. (C) 8,0 km.
(D) 9,3 km.
(E) 13,9 km.

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Informações para responder às questões de números 65 e (E) 40,0 m.


66.
Leia o texto e observe a figura a seguir: 66. (UNICASTELO 2010) Para que esse automóvel atinja a
Um carro com a etiqueta de identificação por radiofreqüência (RFID) velocidade de 108 km/h após percorrer uma distância de 155 m,
instalada no vidro chega à cabine de pedágio e, depois de uma tendo passado pela cancela, de acordo com a situação descrita
rápida troca de informações entre esta etiqueta e o banco de dados, acima, o motorista
a cancela eletrônica levanta automaticamente, liberando a passa- deverá imprimir ao veículo uma aceleração aproximada de
gem. Algumas horas depois, o mesmo veículo entra em um shop-
ping center e, ao sair do estacionamento, usa a mesma etiqueta (A) 0,7 m/s2.
para abrir a cancela. No fim do mês, o dono do carro recebe um (B) 2,0 m/s2.
extrato com informações de onde e quando a etiqueta com a marca (C) 2,5 m/s2.
Sem Parar/Via Fácil foi utilizada e o total da fatura a ser paga no (D) 4,0 m/s2.
banco. (E) 5,0 m/s2.
Como funciona:
1. Identificação: O carro com a etiqueta de RFID chega à cabine do 67. (UNCISAL 2010) Numa avenida retilínea, um automóvel
Sem Parar/Via Fácil. A antena capta os dados do veículo, a hora e o parte do repouso ao abrir o sinal de um semáforo, e atinge a velo-
local, e os envia para o banco de dados, atualizado com os dados cidade de 72 km/h em 10 s. Esta velocidade é mantida constante
dos clientes. O processo de autorização leva em média 200 milisse- durante 20 s, sendo que, em seguida, o motorista deve frear pa-
gundos. rando o carro em 5 s devido a um sinal vermelho no próximo semá-
2. Troc a de dados: As concessionárias de vias pedagiadas ou os foro. Considerando os trechos com velocidades variáveis uniforme-
estacionamentos de shopping centers conveniados comunicam-se mente, o espaço total percorrido pelo carro entre os dois semáforos
com a empresa que administra a rede Sem Parar. As informações é, em m,
sobre as transações realizadas nas cabines são enviadas em lotes.
3. Extrato: A empresa processa as informações recebidas das em- (A) 450.
presas conveniadas. Esse sistema emite o extrato com uma fatura (B) 500.
única para o cliente pagar no banco ou autorizar o débito em conta (C) 550.
corrente. (D) 650.
4. Pagamento: Os bancos e as administradoras de cartão de crédito (E) 700.
informam a STP sobre os pagamentos efetuados, e a empresa
atualiza o banco de dados nas cabines. Se pagou, o carro passa. 68. (UFBA 2010) As comemorações dos 40 anos da chegada do
Já o inadimplente fica bloqueado em todas as cancelas da rede até homem à Lua trouxeram à baila o grande número de céticos que
normalizar a situação. não acreditam nessa conquista humana. Em um programa televisi-
(Revista EXAME 03.04.2007) vo, um cientista informou que foram deixados na Lua espelhos
refletores para que, da Terra, a medida da distância Terra-Lua
pudesse ser realizada periodicamente, e com boa precisão, pela
medida do intervalo de tempo ∆t que um feixe de laser percorre o
caminho de ida e volta.

Um grupo acompanhou uma medida realizada por um cientista, na


qual ∆t = 2,5s. Considerando que a velocidade da luz, no vácuo, é
igual a 3.108m/s e desprezando os efeitos da rotação da Terra,
calcule a distância Terra-Lua.

65. (UNICASTELO 2010) A partir das informações fornecidas, e


considerando que o braço mecânico necessita de um tempo aproxi-
mado de 1 segundo para erguer a cancela, a distância mínima entre
o local em que se inicia a troca de informações eletrônicas e a can-
cela deve ter um valor mínimo de

(A) 2,2 m.
(B) 12,1 m.
(C) 13,3 m.
(D) 15,5 m.

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69. (UFPA 2010)Os portões automatizados deslizantes para gara- 72. (FMJU 2011) Na festa grega, enquanto todos gritavam
gens são normalmente providos de uma cremalheira ao longo de “Ôpaaa...” um convidado, seguindo a tradição, arremessa um prato
toda a sua extensão. A cremalheira consiste de um trilho ou barra verticalmente para baixo, em direção ao chão, a fim de espatifá-lo.
dentada, de plástico rígido e resistente, cujo suporte é soldado ao Quando o prato lhe sai da mão, ele já se encontra a 105 cm do
portão. A movimentação de abertura ou fechamento do portão é chão e sua velocidade é de 2 m/s. Sendo a aceleração da gravidade
feita por um motor elétrico de eixo com extremidade dentada cre- 10 m/s² e desprezando-se a resistência do ar, a velocidade que terá
malheira, conforme ilustrado na figura abaixo. o prato, no instante imediatamente anterior ao de tocar o chão, é,
em m/s,
(A) 3.
(B) 4.
(C) 5.
(D) 6.
(E) 7.

73. (FUVEST 2011) Uma menina, segurando uma bola de tênis,


corre com velocidade constante, de módulo igual a 10,8 km/h, em
trajetória retilínea, numa quadra plana e horizontal.
Num certo instante, a menina, com o braço esticado horizontalmen-
te ao lado do corpo, sem alterar o seu estado de movimento, solta
a bola, que leva 0,5 s para atingir o solo. As distâncias sm e sb
percorridas, respectivamente, pela menina e pela bola, na direção
horizontal, entre o instante em que a menina soltou a bola (t = 0 s)
e o instante t = 0,5 s, valem:
Considerando o caso em que o deslocamento do portão é 3 m, o
diâmetro D do eixo do motor é 8x10-2 m e o portão gira com fre-
quência constante de 50 rpm, podemos concluir que o tempo de a) sm = 1,25 m e sb = 0 m.
abertura ou fechamento do portão é, em segundos, b) sm = 1,25 m e sb = 1,50 m.
c) sm = 1,50 m e sb = 0 m.
(A) 10 d) sm = 1,50 m e sb = 1,25 m.
(B) 15 e) sm = 1,50 m e sb = 1,50 m.
(C) 22
(D) 25 74. (PAUSP 2011) Em um salto de paraquedas, a resistência do
(E) 32 ar desempenha um papel fundamental e permite a seus praticantes
saltar de grandes altitudes e chegar com segurança ao solo. O
70. (UEMA 2010) Quando tomamos banho na chuva, não senti- comportamento típico da magnitude da velocidade vertical (v) de
mos dor quando os pingos d’água batem em nosso corpo. Admitindo um paraquedista, em função do tempo (t), é mostrado na figura.
não haver atrito com o ar, com que velocidade chegaria ao solo uma
gota de chuva que cai de uma nuvem que se encontra a 245m
acima do solo?
Dado: Aceleração da gravidade: g=10 m/s2.

71. (ACAFE 2011/1) Em uma atividade experimental, deseja-se


verificar a dependência do tempo de queda livre de um corpo em
função de sua massa. Para isso tomam-se dois blocos A e B iguais
de mesma massa. Primeiro deixa-se cair livremente o bloco A e
mede-se o tempo t1 gasto para percorrer a altura h. Depois, repete-
se a situação anterior, mas desta vez é colocado o bloco B sobre o
bloco A e registra-se o tempo t2. Finalmente, amarra-se os blocos A
e B mediante uma corda e mede-se o tempo t3 que gasta A para Após o salto (t=0), a velocidade vertical v do paraquedista aumenta
percorrer a mesma altura h. e, depois de aproximadamente 20 segundos, atinge a velocidade
limite v1  50 m/s.
Quando o paraquedas é aberto, a velocidade diminui rapidamente,
atingindo uma nova velocidade limite v2  7 m/s.
Considerando g=10m/s2, analise as seguintes afirmações:
I. Desprezando-se a resistência do ar, um corpo qualquer em queda
livre, partindo do repouso, após 20 segundos, teria velocidade v
aproximadamente 4 vezes maior do que a velocidade limite v1.
II. Quando a velocidade limite v1 é atingida, o peso do paraquedis-
ta é igual à força de resistência viscosa exercida pelo ar.
III. A velocidade limite v2, com que o paraquedista chega ao solo, é
igual à velocidade vertical atingida por uma pessoa após um salto
de uma altura de aproximadamente 5 metros.
De acordo com o texto e os seus conhecimentos, está correto
apenas o que se afirma em
A alternativa que apresenta a relação correta entre os tempos
registrados é: a) I.
A ⇒ t1 > t2 > t3 b) II.
B ⇒ t1 < t2 = t3 c) III.
C ⇒ t1 < t2 < t3 d) I e II.
D ⇒ t1 = t2 = t3 e) II e III.

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75. (PAUSP 2011) A sonda New Horizons, lançada pela NASA em B) 4


janeiro de 2006, atingiu uma velocidade de 57.600 km/h ao sair da C) 200
órbita terrestre. Supondo que a referida sonda viaje sempre com D) 400
essa velocidade até o sistema estelar mais próximo, Alpha-Centauri, E) 20000
que está a uma distância aproximada de 4,4 anos-luz da Terra, o
tempo, em anos, para completar essa viagem seria entre 80. (UFSC 2011) Uma pedra A é lançada para cima com velocida-
de inicial de 20 m/s. Um segundo antes, outra pedra B era largada
a) 1 e 10. de uma altura de 35 m em relação ao solo. Supondo o atrito com o
b) 10 e 100. ar desprezível, no instante em que elas se encontram, é CORRETO
c) 100 e 1.000. afirmar que:
d) 1.000 e 10.000.
e) 10.000 e 100.000. 01. a aceleração da pedra A tem sentido oposto à aceleração da
pedra B.
76. (PUC-SP 2011) Patrícia ouve o eco de sua voz direta, refletida 02. o módulo da velocidade da pedra B é de 20 m/s.
por um grande espelho plano, no exato tempo de uma piscada de 04. o módulo da velocidade da pedra A é de 10 m/s.
olhos, após a emissão. Adotando a velocidade do som no ar como 08. a distância percorrida pela pedra A é de 16 m.
340m/s e o tempo médio de uma piscada igual a 0,4s, podemos 16. a posição da pedra B em relação ao solo é de 20 m.
afirmar que a distância entre a menina e o espelho vale

81. (UFTM 2011) Num jogo de vôlei, uma atacante acerta uma
cortada na bola no instante em que a bola está parada numa altura
h acima do solo. Devido à ação da atacante, a bola parte com
velocidade inicial V0, com componentes horizontal e vertical, res-
pectivamente em módulo, Vx = 8 m/s e Vy = 3 m/s, como mostram
as figuras 1 e 2.
A) 68m
B) 136m
C) 850m
D) 1700m
E) 8160m

77. (PUC-SP 2011) Lucas foi presenteado com um ventilador que,


20s após ser ligado, atinge uma frequência de 300rpm em um
movimento uniformemente acelerado. O espírito científico de Lucas
o fez se perguntar qual seria o número de voltas efetuadas pelas
pás do ventilador durante esse intervalo de tempo. Usando seus
conhecimentos de Física, ele encontrou

A) 300 voltas Após a cortada, a bola percorre uma distância horizontal de


B) 900 voltas 4 m, tocando o chão no ponto P.
C) 18000 voltas
D) 50 voltas
E) 6000 voltas

78. (UEPB 2011) Um marceneiro está trabalhando na cobertura de


um edifício. Por descuido, o martelo de massa 300 g escapa de sua
mão e cai verticalmente. Sabendo-se que a velocidade do martelo
imediatamenteantes de tocar o solo é de 25 m/s num tempo de
queda igual a 2 s e considerando a aceleração da gravidade 10m/s2,
a altura do edifício, em metros, é:

a) 15
b) 25
c) 20
d) 30
e) 10 Considerando que durante seu movimento a bola ficou sujeita
apenas à força gravitacional e adotando g = 10 m/s2, a altura h,
79. (UFAL 2011) Um carro passa por uma elevação na pista com em m, onde ela foi atingida é
velocidade de módulo constante e igual a 10 km/h. A elevação
corresponde a um arco de uma circunferência de raio R = 5 m, (A) 2,25.
centrada no ponto O (ver figura). Considerando o carro como uma (B) 2,50.
partícula material, qual a sua aceleração centrípeta, em km/h2, (C) 2,75.
sobre a elevação? (D) 3,00.
(E) 3,25.

A) 2

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82. (ACAFE 2012) Para garantir a segurança no trânsito, devese interior do tubo até o momento em que o segundo disco aparece
reduzir a velocidade de um veículo em dias de chuva, senão veja- fora do tubo, o intervalo de tempo demandado, em minutos, é
mos: um veículo em uma pista reta, asfaltada e seca, movendo-se (A) 2,4.
com velocidade de módulo 36 km/h (10 m/s) é freado e desloca-se (B) 2,5.
5,0 m até parar. Nas mesmas circunstâncias, só que com a pista (C) 2,6.
molhada sob chuva, necessita de 1,0 m a mais para parar. (D) 2,8.
Considerando a mesma situação (pista seca e molhada) e agora a (E) 3,0.
velocidade do veículo de módulo 108 km/h (30 m/s), a alternativa
correta que indica a distância a mais para parar, em metros, com a 86. (MACKENZIE 2012) Uma bola é chutada a partir de um
pista molhada em relação a pista seca é: ponto de uma região plana e horizontal, onde o c amp o gravitacio-
A⇒6 al é considerado uniforme, segundo a direção vertical descendente.
B⇒2
C ⇒ 1,5
D⇒9

83. (ACAFE 2012) Uma melhor mobilidade urbana aumenta a


segurança no trânsito e passa pela “convivência pacífica” entre
carros e bicicletas. A figura abaixo mostra uma bicicleta com as
rodas de transmissão, coroa e catraca, sendo que a catraca é ligada
à roda traseira, girando juntamente com ela quando o ciclista está
pedalando.

Em relação à situação acima,


marque com V as afirmações
verdadeiras e com F as falsas.
( ) A velocidade linear de um
ponto na periferia da catraca é
igual a de um ponto na periferia
de coroa.
( ) A velocidade linear de um ponto na periferia da catraca é menor A trajetória descrita pela bola é uma parábola, e a
que a de um ponto na periferia da roda. resistência do ar é desprezível. Considerando os valores da tabela
( ) A velocidade angular da coroa é menor que a velocidade angular ao lado, conclui-se que o ângulo α de lançamento da bola foi,
da catraca. aproximadamente,
( ) A velocidade angular da catraca é igual a velocidade angular da a) 15°
roda. b) 30°
A sequência correta, de cima para baixo, é: c) 45°
A⇒F-F-V-F d) 50°
B⇒F-V-F-V e) 75°
C⇒V-V-V-V
D⇒V-F-F–V 87. (MACKENZIE 2011/2) Em uma estrada retilínea, um auto-
móvel de 3 m de comprimento e velocidade constante de 90 km/h,
84. (ACAFE 2012) A posição em função do tempo de um corpo alcança uma carreta de 15 m de comprimento e velocidade, tam-
lançado verticalmente para cima é descrita pela equação bém constante, de 72 km/h. O sentido do movimento da carreta é o
mesmo que o do carro. A distância percorrida pelo automóvel para
, onde ho é a altura inicial, vo é a velocidade inicial ultrapassar completamente a carreta é de
e g é o valor da aceleração da gravidade. De certo ponto, se a) 40 m
lançam simultaneamente dois corpos com o mesmo valor de veloci- b) 55 m
dade inicial, vo = 10m/s, um verticalmente acima e outro vertical- c) 75 m
mente abaixo. d) 90 m
Desprezando a resistência do ar e considerando g = 10m/s2, a e) 100 m
distância, em metros, que separa esses dois corpos, um segundo
após serem lançados é: 88. (UFSM 2013) Durante uma visita ao planeta X, um astronauta
A ⇒ 10 realizou um experimento para determinar o módulo da aceleração
B⇒5 gravitacional local. O experimento consistiu em determinar o tempo
C ⇒ 20 de queda de um objeto de massa m, abandonado a partir do re-
D ⇒ 15 pouso e de uma altura h. O astronauta verificou que o tempo de
queda, desprezando a resistência com a atmosfera local, é metade
85. (FMJU 2012) Em antigas tubulações de água, a formação de do valor medido, quando o experimento é realizado na Terra, em
crostas pode causar a redução da vazão e, por esse motivo, devem condições idênticas. Com base nesse resultado, pode-se concluir
ser raspadas internamente. Como são tubos longos e enterrados sob que o módulo da aceleração gravitacional no planeta X (gx)é, com-
o asfalto, a raspagem procede do seguinte modo: operários abrem parado com o módulo da aceleração gravitacional na Terra (gt),
dois buracos distantes um do outro e, em cada um, seccionam o
tubo. Por um dos extremos, introduzem um cabo-guia que deve
aparecer do outro lado. Lá, engatam ao cabo-guia dois discos de
aço unidos por corrente e, em seguida, começam o recolhimento do
cabo-guia. Enquanto o cabo-guia é recolhido, as peças de aço ras-
pam o material depositado no interior da tubulação, desobstruindo-
a.

Em uma extensão de 27,0 m de cano, o par de peças que, unidas,


somam 1,5 m, é puxado pelo cabo-guia com velocidade constante
de 0,2 m/s. Do momento em que o primeiro disco é colocado no

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89. (UFSC 2013) A figura mostra a vitória tranquila do atleta 91. (FUVEST 2014) Uma estação espacial foi  projetada
jamaicano Usain Bolt na final da prova dos 100 m, nas Olimpíadas
com formato cilíndrico, de raio R igual a 100 m,
de Londres, em 2012. Com uma margem de vantagem de 0,12 s
para o segundo colocado, Bolt cruzou a linha de chegada superando como ilustra a figura ao lado. Para simular o efeito gravi‐
as expectativas de alguns especialistas. Todavia, a prova dos 100 m tacional e permitir
é um movimento complexo que envolve diversas fases, desde a que
largada até a chegada, e nem sempre o vencedor lidera todas as
etapas, como de fato ocorreu com Usain Bolt. Na tabela abaixo, são
As pessoas cami‐
apresentadas algumas informações sobre a prova, lembrando que o nhem na parte in‐
tempo de reação é o tempo que se passa entre o tiro de largada e o terna da casca cilín‐
início do movimento do atleta. drica, a estação gira
em  torno de seu
eixo, com  velocidade 
angular constante  . 
As pessoas terão
sensação de peso,
como se estivessem 
na Terra, se a velo‐
cidade for de, aproximadamente,

a) 0,1rad/s
b) 0,3rad/s
c) 1rad/s
d) 3rad/s
e) 10rad/s 
 
92. (UNICAMP 2014) O passeio completo no complexo do Pão de
Açúcar inclui um trecho de bondinho de aproximadamente 540 m,
da Praia Vermelha ao Morro da Urca, uma caminhada até a segun-
da estação no Morro da Urca, e um segundo trecho de bondinho de
cerca de 720 m, do Morro da Urca ao Pão de Açúcar. A velocidade
escalar média do bondinho no primeiro trecho é V1= 10,8 km/h e,
Com base nos dados da tabela, assinale a(s) proposição(ões) COR- no segundo, é V2= 14,4 km/h. Supondo que, em certo dia, o tempo
RETA(S). gasto na caminhada no Morro da Urca somado ao tempo de espera
01. O módulo da velocidade média do atleta Usain Bolt durante a nas estações é de 30 minutos, o tempo total do passeio completo
prova é de aproximadamente 10,38 m/s. da Praia Vermelha até o Pão de Açúcar será igual a
02. O módulo da velocidade instantânea máxima do atleta Yoham
Blake é maior do que 10,25 m/s. a) 33 min.
04. A aceleração constante que o atleta Tyson Gay deveria ter para b) 36 min.
completar a prova no tempo de 9,80 s é de aproximadamente 2,08 c) 42 min.
m/s2. d) 50 min.
08. No final da prova, o módulo da velocidade instantânea do atleta
Ryan Bailey é maior do que o módulo da sua velocidade em relação 93. (UNICAMP 2014) As máquinas cortadeiras e colheitadeiras de
ao vento. cana-de-açúcar podem substituir dezenas de trabalhadores rurais, o
16. O módulo da velocidade média do atleta Justin Gatlin no período que pode alterar de forma significativa a relação de trabalho nas
que está efetivamente correndo é de aproximadamente 10,21 m/s. lavouras de cana-de-açúcar. A pá cortadeira da máquina ilustrada
na figura abaixo gira em movimento circular uniforme a uma fre-
90. (PUCRS 2013/1) Uma esteira horizontal despeja minério quência de 300 rpm.
dentro de um vagão. As pedras de minério saem da esteira com ve- A velocidade de um ponto extremo P da pá vale (Considere ≈ 3)
locidade horizontal de 8,0m/s e levam 0,60s numa trajetória parabó-
lica até o centro do vagão. Considerando o peso como força resul-
tante atuando em cada pedra e a aceleração da gravidade como a) 9 m/s.
10m/s2, os módulos dos deslocamentos horizontal e vertical, bem b) 15 m/s.
como o da velocidade das pedras quando chegam ao vagão são, c) 18 m/s.
respectivamente, d) 60 m/s.

A) 6,0m 6,0m 14m/s


B) 6,0m 4,8m 14m/s
C) 4,8m 3,6m 10m/s
D) 4,8m 1,8m 10m/s
E) 4,8m 1,8m 6,0m/s

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1-D; 2-C ; 3-B ; 4-B ; 5-D ; 6-D ; 7-A ; 8-B ; 9-A; 10-D; 11-A;
12-B; 13-E; 14-C; 15-A; 16-D; 17-D ;18-D ; 19-C ;20-D; 21-C
22-D; 23-B; 24-A; 25-B; 26-A; 27-E ; 28-B ; 29-C; 30-D; 31-
D; 32-A ; 33-D ;34-C ; 35-B; 36-A; 37-C; 38-A; 39-I,II e IV 40-
D ; 41-3,2.107 voltas ; 42-C ; 43-D ; 44-B ; 45-A ; 46-C ; 47-A ;
48-B ; 49-001+016 ; 50-E; 51-E ; 52-D ; 53-B ; 54-15 55-14
56-31 ; 57-14 ; 58-D ; 59-D ; 60-E ; 61-A ; 62-C ; 63-B 64-E ;
65-C ; 66-C ; 67-C ; 68-375.000 km ; 69-B ; 70-70
m/s=25,2 km/h; 71-D ; 72-C ; 73-E ; 74-D ; 75-E ; 76-A 77-D ;
78-D ; 79-E; 80-06 ; 81-C ; 82-D ; 83-C ; 84-C ; 85-A ; 86-D ;
87-D ; 88-A ; 89-15 ; 90-D ; 91-B ; 92-B ; 93-C

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