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RESUMEX DE AFO

(RESUMOS SINTÉTICOS PARA CONCURSO)


Insta@elielmadeiro
Olá, pessoal. Meu nome é Eliel Madeiro e resolvi criar esse caderno
de macetes com base em exercícios que fiz anteriormente a minha
aprovação no TRT7 (2 colocado). A intenção é clara: revisar o que já
estudei e, a partir de resumos, decorar alguns conceitos. Quero
deixar bem claro que, antes da prova ou nos fins de semana, seria
de suma importância dar uma lida rápida aqui, pois são bem
pontuais, curtos e diretos, bem do jeito que a gente gosta, né!!

Sem mais papo furado, quero desejar uma ótima revisão e FORÇA,
DEDICAÇÃO E CORAGEM PARA ENFRENTAR ESSA ROTINA PESADA.
Não sei o dia que você está lendo esse caderno, mas minha
nomeação saiu dia 10/05/2018 e a posse foi programada para o dia
28/05/2018 e posso te afirmar com toda certeza que é indescritível
a emoção!! Arrochaaaaaaaaaaa!

Ah, não esqueça de ler os resumos do meu parceiro, Bruno Severo (


insta @foconosmacetes). Ele também conta com um repertorio top
e sem contar que tem a experiencia de ser servidor do TRT14.
Despesas de Capital:
- Inversões Financeira: Não aumenta o capital.
- Investimentos: Aumenta o capital.

Um breve RESUMO sobre a LDO, abrangendo a:

LRF:
* equilíbrio entre receitas e despesas
* critérios e formas de limitação de empenho
* normas relativas a
- controle de custos e
- avaliação dos resultados
dos programas financiados com recursos dos orçamentos
* demais condições e exigências p/ transferência de recursos a entidades púb. e priv.
* anexo de metas fiscais
* anexo de riscos fiscais

CF:
* metas e prioridades
* despesas de capital p/ exercício financeiro subsequente
* orientar elaboração da LOA
* alteração na legislação tributária
* política de aplicação das AFOFO (Agências Financeiras Oficiais de FOmento)

::ISSO É IMPORTANTE::
Proposta até o dia...
PPA: até o dia 31 de agosto do primeiro mandato
LDO : até o dia 15 de abril
LOA: até o dia 31 de agosto

Aprovado até o dia ...


PPA : até 22 de dezembro do primeiro mandato.
LDO : até o dia 17 de julho
LOA : até o dia 22 de dezembro

REGRA DA VIGÊNCIA DOS CRÉDITOS ADICIONAIS


REGRA: os creditos terão vigencia no exercicio que forem abertos.
EXCEÇÃO : Créditos especiais e os estraordinarios, se forem abertos nos ultimos 4 MESES rsrs
do exercicio, se prolongam para o proximo.

Grupo de Natureza de Despesa : 3 - Outras Despesas Correntes


Elementos de Despesa:
30–Material de Consumo
32–Material, Bem ou Serviço para Distribuição Gratuita
33–Passagens e Despesas com Locomoção
35–Serviços de Consultoria
36–Outros Serviços de Terceiros–Pessoa Física
37–Locação de Mão-de-Obra
38–Arrendamento Mercantil
39–Outros Serviços de Terceiros–Pessoa Jurídica

TIPOS DE DESCENTRALIZAÇÃO ORÇAMENTÁRIA


Cota - transferência de recursos financeiros do órgão central de programação financeira
para os órgãos setoriais.
Repasse - transferência de recursos financeiros do órgão setorial de programação financeira
para órgão pertencente a outro ministério.
Sub-repasse - transferência de recursos financeiros do órgão setorial de programação finan-
ceira para órgão pertencente ao mesmo ministério, ou seja, órgão “subordinado”.
Destaque - descentralização externa de créditos orçamentários.
Provisão - descentralização interna de créditos orçamentários.

É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres
do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não poss ser cumprida integralmente
dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja sufi-
ciente disponibilidade de caixa para este efeito (art. 42, caput, da LRF).

"Macete"
"C G MA E D"
X X XX XX XX
Categoria ecônomica
Grupo de natureza da despesa
Modalidade de aplicação
Elemento da despesa
Desdobramentos
DÍVIDA FUNDADA
São dívidas de longo prazo, obrigações de exigibilidade superior a 12 (doze) meses, con-
traídas para atender a desequilíbrio orçamentário ou financiamento de obras e serviços
públicos. A dívida fundada é baseada em contratos de empréstimo ou financiamentos
com organismo multilaterais, agências governamentais ou credores privados, que geram
compromissos de exigibilidade superior a doze meses.
DÍVIDA FLUTUANTE
São dívidas a curto prazo também conhecida como débito de tesouraria. Compreende os
restos a pagar, parcelas de amortização e de juros da dívida fundada, depósitos, ARO
e débitos de tesouraria. Segundo a Lei nº 4.320/64, a dívida flutuante compreende os
restos a pagar, excluídos os serviços de dívida a pagar, os depósitos e os débitos de te-
souraria.

UM ARTIGO DA LRF QUE AMA CAIR PARA CARGOS DE AJAJ


Art. 22. A verificação do cumprimento dos limites estabelecidos nos arts. 19 (despesa to-
tal com pessoal) e 20 (limites globais) será realizada ao final de cada QUADRIMES-
TRE.

Parágrafo único. Se a despesa total com pessoal exceder a 95% do limite, SÃO VEDA-
DOS ao Poder ou órgão referido no art. 20 que houver incorrido no excesso:
I - concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a
qualquer título, SALVO os derivados de sentença judicial ou de determinação legal
ou contratual, ressalvada a revisão prevista no inciso X do art. 37 da Constituição;
II - criação de cargo, emprego ou função;
III - alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa;
IV - provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal a qualquer
título, RESSALVADA a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servido-
res das áreas de EDUCAÇÃO, SAÚDE e SEGURANÇA;
V - contratação de hora extra, SALVO no caso do disposto no inciso II do § 6o do art.
57 da Constituição e as situações previstas na lei de diretrizes orçamentárias.

EU ERREI ESSA QUESTÃO, ANOTEI OS PONTOS COBRADOS...

ANEXO DE METAS FISCAS: Estabelece as METAS ANUAIS das RECEITAS; DES-


PESAS; RESULTADO NOMINAL; RESULTADO PRIMÁRIO; MOTANTE DA DÍVIDA
para o exercício a que se referem e para os dois seguintes(subseguintes).
Art. 4o A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da
Constituição e:
§ 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais,
em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relati-
vas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da
dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguin-
tes.

SUBVENÇÕES SOCIAIS
Despesas orçamentárias para cobertura de despesas de instituições privadas de caráter
assistencial ou cultural, sem finalidade lucrativa, de acordo com os artigos 16, parágrafo
único, e 17 da Lei no 4.320/1964, observado o disposto no art. 26 da LRF.
SUBVENÇÕES ECONÔMICAS
Despesas orçamentárias com o pagamento de subvenções econômicas, a qualquer título,
autorizadas em leis específicas, tais como: ajuda financeira a entidades privadas com
fins lucrativos; concessão de bonificações a produtores, distribuidores e vendedores; co-
bertura, direta ou indireta, de parcela de encargos de empréstimos e financiamentos e
dos custos de aquisição, de produção, de escoamento, de distribuição, de venda e de
manutenção de bens, produtos e serviços em geral; e, ainda, outras operações com ca-
racterísticas semelhantes.

Transferência recebida de outro ente:


se for corrente: integra Receita Corrente Líquida
se for de capital: não integra
FCC AMAAAA!!!!
RECEITA REALIZADA=RECEITA ARRECADADA
RECEITA REALIZADA=Receita Prevista + Excesso de Arrecadação=125.000.000
+ 7.000.000=132.000.000

DESPESA EMPENHADA=Despesa Liquidada + RP. ÑP31/12/2015=98.000.000


+ 30.000.000= 128.000.000

ESSENCIAL SABER

Art. 18 LRF

§ 1o Os valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substitui-


ção de servidores e empregados públicos serão contabilizados como "Outras Despesas
de Pessoal".

Devem ser computadas como despesas de pessoal por estarem substituindo servidores
efetivos. Não entrarão no cálculo se não existir ou for extinta a função exercida pelos ter-
ceiros.

NÃO AUMENTOU... NÃO CONSTITUIU... INVERSÃO FINANCEIRA

AUMENTOU... CONSTITUIU... É EMPRESA COMERCIAL OU FINANCEIRA... INVERSÃO


FINANCEIRA

AUMENTOU... CONSTITUIU... NÃO É EMPRESA COMERCIAL OU FINANCEIRA... INVES-


TIMENTO

DECORE!!!
Lei 4320
Art.20 Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza,
não possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da
despesa poderão ser custeadas por dotações globais, classificadas entre as Despesas
de Capital.

PALAVRAS QUE DÃO PRA MATAR A QUESTÃO NA HORA!!


Falou em compatibilização é LOAAAAAA.
Falou em Anexo de Metas Fiscais e Anexo de Riscos Fiscais é LDO.

PARE SEU DIA PARA ANOTAR ISSO ATÉ NA PRIVADO DO BANHEIRO – cai prin-
cipalmente para quem faz AJAJ ou cespe!!
Limites:
I- Na esfera federal:
a) 2,5% para o Legislativo, incluindo TCU
b) 6% para o Judiciário
c) 40,9% Executivo
d) 0,6% MPU
II - Esfera Estadual:
a) 3% Legislativo, incluindo TCE
b) 6% Judiciário
c) 49% Executivo
d) 2% MPE
III - Município
a) 6% Legislativo incluindo TCM
b) 54% Executivo

FAVOR, TOME NOTA DESSE ARTIGO DA LRF

Art. 18.Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como despesa total com
pessoal: o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos, os inativos e
os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, ci-
vis,militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias,
tais como vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos da
aposentadoria, reformas e pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas ex-
tras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos soci-
ais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência.

IN: C.O.E.D.T
OUT: C.O.E.R.A.S
Categoria Econômica – um dígito
Origem – um dígito
Espécie – um dígito
Desdobramentos para identificação de peculiaridades da receita – 4 dígitos
Tipo – um dígito

(as verbas indenizatórias como diárias, transporte, ajuda de


custo não fazem parte deste rol e, portanto, podem ser gastas sem que
seja enquadrada como despesa total com pessoal)

AQUI MORA O PERIGO EM PROVAS DE ANALISTA

1) Limite de Alerta (Palavra menor /limite menor) 90%


2) Limite Prudencial (Palavra maior/ limite maior) = 95%

1- O Tribunal de Contas deve verificar, a cada quadrimestre, os cálculos dos limites de despesa
com pessoal de cada Poder/órgão. Caso o montante dessa despesa ultrapasse 90% (noventa
por cento) do limite, o Tribunal deverá emitir alerta ao respectivo Poder/órgão.
2- Chama-se de limite prudencial o percentual de 95% (noventa e cinco por cento) do
limite máximo de gastos com pessoal.
Se a despesa com pessoal de um Poder ou órgão exceder o limite prudencial, ficam veda-
dos:
I - concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração, salvo os
derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual e a revisão geral
anual de remuneração;
II - criação de cargo, emprego ou função;
III - alteração de estrutura de carreira que implique aumento de
despesa;
IV - provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal, ressalvada a repo-
sição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educa-
ção, saúde e segurança;
V - contratação de hora extra, salvo as situações previstas na lei de diretrizes orçamentá-
rias.

3- Além das restrições adotadas em caso de excesso do limite prudencial, o percentual que ex-
eliminado nos dois quadri-
ceder o limite máximo de gastos com pessoal deverá ser
mestres seguintes, sendo pelo menos um terço no primeiro.

SIGA SUA VIDA, MAS COM ISSO ANOTADO!!!

Para tanto, poderão ser reduzidas despesas com cargos em comissão e funções de confi-
ança ou exonerados servidores não estáveis, entre outras medidas.
Se o percentual excedente não for eliminado no prazo estabelecido, e enquanto perdurar o
excesso, não poderá:
- receber transferências voluntárias;
- obter garantia de outra unidade da Federação;
(exceto para refinanciar dívida mobiliária ou
- contratar operação de crédito
reduzir despesas com pessoal).
Essas restrições aplicam-se imediatamente, caso a despesa com pessoal ultrapasse o limite
máximo no primeiro quadrimestre do último ano de mandato dos titulares de Poder/órgão.

ARTs. QUE A FCC COBROU


art. 14. A concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual de-
corra renúncia de receita deverá estar acompanhada de estimativa do impacto orçamentário-
financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes[...]
art. 25.Para efeito desta Lei Complementar,entende-se por transferência voluntária a entrega de
recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou
assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destina-
dos ao Sistema Único de Saúde.

LRF (LC 101) - Art. 29. § 1º Equipara-se a operação de crédito a assunção, o re-
conhecimento ou a confissão de dívidas pelo ente da Federação, sem prejuízo
do cumprimento das exigências dos arts. 15 e 16.

A minha RECEITA do ano é o que o que previa + o que veio a mais (bônus - Excesso de Arrecada-
ção)

A minha DESPESA é todo montante liquidado (uma vez que reconheci o direito do credor) + inscri-
tos em RAP que não foram ainda liquidados (processados). Não conto o que ja paguei, pq esse valor
eu deduzo do que ja liquidei.

Art. 18,§ único,"a" e "b"


I. Cobertura dos déficits de manutenção das empresas públicas, exclusivamente de natu-
reza autárquica.(ERRADA)
Correção: DE NATUREZA AUTÁRQUICA OU NÃO.
II. Inclusão nas despesas de capital do orçamento.(ERRADA)
Correção: CORRENTES
III. Ajuda financeira a empresas com fins lucrativos autorizadas em lei especial.(CORRETA)
IV. Cobertura da diferença entre os preços de mercado e os preços de revenda, pelo go-
verno, de gêneros alimentícios ou outros materiais.(CORRETA)
V. Pagamento de bonificações a produtores de determinados gêneros ou materiais.(COR-
RETA)

Despesas correntes:
Água, luz e telefone............................................ R$ 35
Manutenção de veículo........................................R$ 55
Juros e encargos da dívida de longo prazo...............................R$
25
Aquisição de material de expediente........................................R$
65
Folha de pag. dos servidores ativos......................................... R$
390
Total......... R$ 570

OS DISPOSITIVOS LEGAIS QUE JÁ CAIRAM EM AFO

§ 2º Entende-se por superávit financeiro a diferença positiva en-


tre o ativo financeiro e o passivo financeiro

§ 3º Entende-se por EXcesso de arrecadação, para os fins deste


artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas mÊS a
mÊS entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se,
ainda, a tendência do exercício

Art. 15. Na Lei de Orçamento a discriminação da


despesa far-se-á no mínimo por elemen-
tos.
§ 1º Entende-se por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, mate-
rial, serviços, obras e outros meios de que se serve a administração publica para
consecução dos seus fins.
§ 2º Para efeito de classificação da despesa, considera-se material permanente o de dura-
ção superior a dois anos
Art. 14. Constitui unidade orçamentária o agrupamento de
serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que
serão consignadas dotações próprias.

RENÚNCIA DA RECEITA COMPREENDE:


1)anistia
2)remissão
3)crédito presumido
4)isenção de caráter nao geral
5)alteração de aliquotas
6)contribuições/Subsídios
* A Renúncia da receita não se aplica ao cancelamento de débito cujo montante seja in-
ferior aos dos respectivos custos de cobrança.

A transparência das contas públicas ganhou força com o advento da LRF. Tanto
isso é fato que essa lei foi alterada justamente para o aprimoramento das regras
de transparência. Uma dessas modificações foi a exigência de disponibilização a
qualquer pessoa física ou jurídica de dados quanto à despesa pública, que deve
ocorrer
a) no momento de sua realização.

LEIA COM ATENÇÃO!

Art. 4º) § 3o A LDO conterá ARF, onde serão avaliados os passivos contingentes e
outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem
tomadas, caso se concretizem.

Art. 5º) A LOA CONTERÁ...


III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido
com base na RCL, serão estabelecidos na LDO, destinada ao:
b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

FGV FEZ ESTRAGO COM ESSE ART, ENTENDA A SISTEMATICA DELE!!!


Art. 23. Se a despesa total com pessoal, do Poder ou órgão referido no art. 20, ultrapassar os limi-
tes definidos no mesmo artigo, sem prejuízo das medidas previstas no art. 22, o percentual exce-
dente terá de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo
pelo menos um
terço no primeiro, adotando-se, entre outras, as providências previstas
nos §§ 3º e 4o do art. 169 da Constituição.

Art. 22. A verificação do cumprimento dos limites estabelecidos nos arts. 19 e 20 será realizada ao
final de cada quadrimestre.
Parágrafo único. Se a despesa total com pessoal exceder a 95% (noventa e cinco por cento) do
limite, são vedados ao Poder ou órgão referido no art. 20 que houver incorrido no excesso:
I - concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer tí-
tulo, salvo os derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual, ressalvada a
revisão prevista no inciso X do art. 37 da Constituição;
II - criação de cargo, emprego ou função;
III - alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa;
IV - provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal a qualquer título, res-
salvada a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educa-
ção, saúde e segurança;
V - contratação de hora extra, salvo no caso do disposto no inciso II do § 6o do art. 57 da
Constituição e as situações previstas na lei de diretrizes orçamentárias.

operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de


crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado
de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e
outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

O RGF abrange:
Administração direta;
Autarquias;
Fundações;
Fundos e Empresas estatais dependentes; e
Consórcios públicos, que integram a administração indireta dos entes da Federação consorciados;

Transferência feita por determinação constitucional/ legal: deduz da Re-


ceita Corrente Líquida

Transferências de Capital - as dotações para investimento ou inversões financeiras que


outras pessoas de direito público ou privado devam realizar, independente de contrapresta-
ção direta de bens ou serviços, constituindo essas transferências AUXÍLIOS (se derivar da
LOA) ou CONTRIBUIÇÕES (se derivar de lei especial anterior).

➔ ARO= Não pode ser feita no último ano do mandato


do chefe do executivo,
➔ RESTOS A PAGAR= Não pode ser contraido nos 2
últimos quadrimestres do último ano do chefe do execu-
tivo

Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20,


nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obri-
gação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro
dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte
sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.

ISSO JÁ CAIU EM PROVA DA FCC


Art. 35. É vedada a realização de operação de crédito entre um ente da Federação, direta-
mente ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação ou empresa estatal dependente, e
outro, inclusive suas entidades da administração indireta, ainda que sob a forma de nova-
ção, refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente.
§ 1o Excetuam-se da vedação a que se refere o caput as operações entre instituição finan-
ceira estatal e outro ente da Federação, inclusive suas entidades da administração indireta,
que não se destinem a:
I - financiar, direta ou indiretamente, despesas correntes;
II - refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente.
§ 2o O disposto no caput não impede Estados e Municípios de comprar títulos da dívida da
União como aplicação de suas disponibilidades.

II. renúncia de receita. - Anexo de Metas Fiscais,

LRF

Art. 44. É vedada a aplicação da receita de capital derivada da alienação de bens e direi-
tos que integram o patrimônio público para o financiamento de despesa corrente, salvo se
destinada por lei aos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos.

RREO
1- apuração da receita corrente líquida;
2 - receitas e despesas previdenciárias;
3 - resultados nominal e primário;
4 - despesas com juros;
5 - Restos a Pagar com os valores inscritos, os pagamentos realizados e o mon-
tante a pagar.
6- receitas e despesas em geral

RGF
1- despesa total com pessoal, distinguindo a com inativos e pensionis-
tas;
2- dívidas consolidada e mobiliária;
3- concessão de garantias;
4- operações de crédito, inclusive por antecipação de receita;
5- indicação das medidas corretivas adotadas ou a adotar, se ultrapassado qual-
quer dos limites;
6- montante das disponibilidades de caixa em trinta e um
de dezembro;

Lei 101/2000 LRF


Art. 36. É proibida a operação de crédito entre uma instituição financeira estatal e o ente
da Federação que a controle, na qualidade de beneficiário do empréstimo.
Art. 44. É vedada a aplicação da receita de capital derivada da alienação de bens e direitos
que integram o patrimônio público para o financiamento de despesa corrente, salvo se
destinada por lei aos regimes de previdência social, geral e próprio dos servido-
res públicos.

NA PRÁTICA...
Saldo do exercício anterior = 860.000,00
Ingressos:
Receitas Orçamentárias 12.250.000,00
Transferências Financeiras Recebidas 2.630.000,00
Inscrição de Restos a Pagar Processados 670.000,00
Inscrição de Restos a Pagar não Processados 230.000,00
Dispêndios:
Despesas Orçamentárias 13.480.000,00
Transferências Financeiras Concedidas 1.750.000,00
Pagamentos de Restos a Pagar Processados 620.000,00
Pagamentos de Restos a Pagar não Processados 350.000,00

DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Obras Públicas
Serviços em Regime de Programação Especial
Equipamentos e Instalações
Material Permanente
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades In-
dustriais ou Agrícolas
Inversões Financeiras
Aquisição de Imóveis
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades Co-
merciais ou Financeiras
Aquisição de Títulos Representativos de Capital de Empresa em Funcionamento
Constituição de Fundos Rotativos
Concessão de Empréstimos
Diversas Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Amortização da Dívida Pública
Auxílios para Obras Públicas
Auxílios para Equipamentos e Instalações
Auxílios para Inversões Financeiras
Outras Contribuições.
1.1. Receita Tributária
1.2. Receita de Contribuições
1.3. Receita Patrimonial
1.4. Receita Agropecuária
1.5. Receita Industrial
1.6. Receita de Serviços;
1.7. Transferências Correntes
1.8. Outras REX

APRENDENDO OS CONCEITOS COM EXEMPLOS...


IR retido na fonte --> Receita Tributária
Remuneração de Depósitos Bancários --> Receita Patrimonial
Multas e juros de mora de IPVA --> Outras Receitas Correntes
Operação de crédito interna --> Receita de Capital - Operação de Crédito
IPVA --> Receita Tributária
Taxa pelo poder de polícia --> Receita Tributária
Aluguéis --> Receita Patrimonial
Cota-parte do FPE --> TRANSFERÊNCIAS CORRENTES - R$ 70,00
ICMS --> Receita Tributária
Cota-parte do CFRH --> TRANSFERÊNCIAS CORRENTES - R$ 80,00
Dívida Ativa do ICMS --> Outras Receitas Correntes
Alienação de Bens Imóveis --> Receita de Capital - Alienação de Bens

demonstrativo das dívidas consolidadas e mobiliárias tá no RGF


§ 5º É facultado o desdobramento suplementar dos elementos de
despesa para atendimento das necessidades de escrituração
contábil e controle da execução orçamentária.

Art. 5º Em decorrência do disposto no art. 3o a estrutura da natureza da


despesa a ser observada na execução orçamentária de todas as esferas de
Governo será “c.g.mm.ee.dd”, onde:

a) “c” representa a categoria econômica;

b) “g” o grupo de natureza da despesa;

c) “mm” a modalidade de aplicação;

d) “ee” o elemento de despesa; e

e) “dd” o desdobramento, facultativo, do elemento de despesa

30 - Material de Consumo

Despesas orçamentárias com álcool automotivo; gasolina automotiva; diesel au-


tomotivo; lubrificantes automotivos; combustível e lubrificantes de aviação; gás
engarrafado; outros combustíveis e lubrificantes; material biológico, farmacoló-
gico e laboratorial; animais para estudo, corte ou abate; alimentos para ani-
mais; material de coudelaria ou de uso zootécnico; sementes e mudas de plan-
tas; gêneros de alimentação; material de construção para reparos em imóveis;
material de manobra e patrulhamento; material de proteção, segurança, so-
corro e sobrevivência; material de expediente; material de cama e mesa,
copa e cozinha, e produtos de higienização; material gráfico e de pro-
cessamento de dados; aquisição de disquete; pen-drive; material para espor-
tes e diversões; material para fotografia e filmagem; material para instalação
elétrica e eletrônica; material para manutenção, reposição e aplicação; material
odontológico, hospitalar e ambulatorial; material químico; material para teleco-
municações; vestuário, uniformes, fardamento, tecidos e aviamentos; material
de acondicionamento e embalagem; suprimento de proteção ao voo; supri-
mento de aviação; sobressalentes de máquinas e motores de navios e esqua-
dra; explosivos e munições; bandeiras, flâmulas e insígnias e outros materiais
de uso não-duradouro.

Lançamento de ofício ou Direto (IPTU, IPVA)


Não pago nem presto declaração antecipadamente.

Lançamento por declaração (II)


presto declaração mas não pago antecipadamente

Lançamento por homologação (ISS, ICMS, IR)


Presto declaração e pago antecipadamente, o lançamento nesse caso é a homologação
da autoridade administrativa.

§ 1o Reestimativa de receita por parte do Poder Le-


gislativo só será admitida se comprovado erro ou
omissão de ordem técnica ou legal.

LRF - Lc nº 101 de 04 de Maio de 2000 Art. 23. Se a despesa total


com pessoal, do Poder ou órgão referido no art. 20, ultrapassar os
limites definidos no mesmo artigo, sem prejuízo das medidas previs-
tas no art. 22, o percentual excedente terá de ser eliminado nos
dois quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um terço no pri-
meiro, adotando-se, entre outras, as providências previstas nos §§
3º e 4o do art. 169 da Constituição.

Portanto, deve-se efetuar a subtração do valor ultrapassado com o


limite e deste valor, obter o resultado de 1/3.
R$ 3.900.733.200,00, - R$ 3.714.984.000,00 = 185.749.200 x 1/3
=R$ 61.916.400,00
Lei 12.527/11
Art. 8º, § 4º - Os Municípios com população de até 10.000 (dez mil) habitantes ficam dispensados
da divulgação obrigatória na internet a que se refere o § 2º, mantida a obrigatoriedade de divulgação,
em tempo real, de informações relativas à execução orçamentária e financeira, nos critérios e prazos
previstos no art. 73-B da Lei Complementar no 101, de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade
Fiscal).

Uma descentralização orçamentária é pré-requisito indispensável para a execu-


ção de uma descentralização financeira.
ERRADA!!! Nem sempre. Por exemplo, nos casos em que houver convênio entre entes pú-
blicos, ocorre a descentralização financeira sem ocorrer a descentralização orçamentária.

Prazos na Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária.


PPA: envio até 31 de agosto e aprovação até 22 de dezembro
(QUATRO meses).
LDO: envio até 15 de abril e aprovação até 17 de julho (OITO meses
MEIO).
LOA: envio até 31 de agosto e aprovação até 22 de dezembro
(QUATRO meses).

Despesa com Pessoal: final de cada Quadrimestre. Redu-


zir DOIS Quadrimestres seguintes. sendo UM TERÇO no PRI-
MEIROQuadrimestre.
RREO: 30 dias após o Bimestre.
RGF: 30 dias após o Quadrimestre.
Dívida Consolidada: final de cada Quadrimestre. Redu-
zir TRÊS Quadrimestres seguintes. sendo 25% no PRI-
MEIRO Quadrimestre.
Dívidas Consolidada e Mobiliária: Ministério da Fazenda divul-
gará, MENSALMENTE, a relação dos entes que tenham ultra-
passado os limites.
Meta Primária e Nominal: final de cada Bimestre.
Cumprimento das Metas Fiscais: final de cada Quadrimestre,
nos meses de maio, setembro, fevereiro.
Banco Central apresentará o cumprimento dos Objetivos e
Metas das Políticas Monetárias, Creditícias e Cambiais, evi-
denciando o impacto e o custo fiscal de suas operações e os re-
sulta
dos dos demonstrados nos balanços: 90 dias após o encerra-
mento do Semestre.

Dívida ativa
Recebimento é um fato permutativo, com alterações qualitativas
do patrimônio:

Débito - Caixa (entrada de numerário)


Crédito - Dívida ativa (diminuição do direito de recebimento)

--> observa-se que não há receita sob enfoque patrimonial,


mas há receita orçamentária e alterações nas contas
"Caixa" e "Dívida Ativa", ou seja, há alterações nas contas
patrimoniais.

Inscrição é um fato modificativo, alterando quantitativamente o
patrimônio:

D - Dívida Ativa (a receber)


C - Variação aiva (receita) --> Aumenta o PL

--> aqui há uma receita patrimonial


O que devemos memorizar sobre Suprimento de Fundos:

- também conhecida como despesa sob o regime de adian-


tamento
- trata-se de despesa orçamentária
- consiste na entrega de numerário ao servidor para des-
pesa que não possa subordinar-se o processo normal de
execução
- SEMPRE precedida de empenho
- concedido a critério do ordenador de despesa e sob sua
responsabilidade
- é utlizado para atender despesas eventuais, despesas de
pequeno vulto e despesas de caráter sigiloso
- não se fará adiantamento a servidor em alcance nem a
responsável por dois adiantamentos.

DESPESA TOTAL COM PESSOAL - Existem limites


de GASTOS GLOBAIS e de gastos por poder ou órgão, fi-
xados com base na receita líquida corrente, cujo atendi-
mento deverá ser verificado quadrimestralmente. A pro-
pósito de tais limites, instituiu-se um mecanismo de limite
prévio, na base de 95% dos valores estabelecidos como
teto de despesa de pessoal, para resguardar o volume má-
ximo de gastos e não excedê-los.

A renúncia compreende:

- ANISTIA
- REMISSÃO
- SUBSÍDIO
- CRÉDITO PRESUMIDO
- CONCESSÃO DE ISENÇÃO EM CARÁTER NÃO GERAL
- ALTERAÇÃO DE ALÍQUOTA OU MODIFICAÇÃO DE BASE DE CÁLCULO
- OUTROS BENEFÍCIOS QUE CORREPONDEM A TRATAMENTO DIFERENCIADO
Integrará o projeto de LDO o ANEXO DE METAS FISCAIS em que serão estabeleci-
das metas anuais para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

O ANEXO DE METAS FISCAIS conterá, ainda:

- avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior

- demonstrativo das metas anuais

- evolução do patrimônio líquido (também nos últimos 3 exercícios)

- avaliação da situação financeira e atuarial:

a) do RGPS, do regime próprio dos servidores e do FAT


b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial

- demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita

- estimativa da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado

Limite de ALERTA = 90% da RCL


Limite PRUDENCIAL = 95% da RCL (ele não pediu este nesta
questão, mas bom ficar atento porque algumas pedem)

ARTIGO 25, § 3º - Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferên-


cias voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a
ações de educação, saúde e assistência social.
SUPRIMENTO DE FUNDOS (DEC. 93.872/1986)
Caráter excepcionalmente;
À Critério do ordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade;
Sempre precedido do empenho na dotação própria às despesas a realizar;
Não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação;
Para atender despesas eventuais;
Quando a despesa deva ser feita em caráter sigiloso;
Para atender despesas de pequeno vulto;
Será contabilizado e incluído nas contas do ordenador como despesa realizada;

As restituições:
- Dentro do exercício vigente = Anulação de
despesa
- Após o encerramento do exercício = Receita
orçamentária

Não se concederá suprimento de fundos:


- A responsável por dois suprimentos;
- Ao beneficiário do material a adquirir, salvo se não houver outro
servidor;
- Ao Servidor que não prestou contas de sua aplicação;
- Ao servidor declarado em alcance;

>> SUPERÁVIT FINANCEIRO = ATIVO FINANCEIRO - PASSIVO FINANCEIRO


>> EXCEÇÕES AO PRINCÍPIO DA ESPECIFICAÇÃO:

1) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (É UMA DE ANULAÇÃO DE DOTAÇÃO, E CONSISTE


EM UMA RESERVA SEM DESTINAÇÃO ESPECÍFICA, JÁ QUE É DESTINADA A QUALQUER SI-
TUAÇÃO DE ANORMALIDADE, COMO CALAMIDADES PÚB, COMOÇÕES, GUERRAS..)

2) PROGRMAS ESPECIAIS DE TRABALHO (PROGRAMA DE PROTEÇÃO A TESTEMU-


NHA, NÃO SE PODE ESPECIFICAR PARA ONDE VAI O RECURSO, SENÃO PERDERIA A FINA-
LIDADE DO PROGRAMA, QUE É JUSTAMENTE ESCONDER A TESTEMUNHA)
LRF
“Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete au-
mento da despesa será acompanhado de:
I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar
em vigor e nos dois subseqüentes;
II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamen-
tária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e
com a lei de diretrizes orçamentárias.
§ 1o Para os fins desta Lei Complementar, considera-se:
I - adequada com a lei orçamentária anual, a despesa objeto de dotação específica e
suficiente, ou que esteja abrangida por crédito genérico, de forma que somadas todas as
despesas da mesma espécie, realizadas e a realizar, previstas no programa de trabalho,
não sejam ultrapassados os limites estabelecidos para o exercício;
II - compatível com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias, a despesa
que se conforme com as diretrizes, objetivos, prioridades e metas previstos nesses instru-
mentos e não infrinja qualquer de suas disposições.
§ 2o A estimativa de que trata o inciso I do caput será acompanhada das premissas e
metodologia de cálculo utilizadas.
§ 3o Ressalva-se do disposto neste artigo a despesa considerada irrele-
vante, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias.

Os pagamentos devidos pela Fazenda Pública, em virtude de sentença judiciária, far-se-ão


na ordem de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos, sendo proi-
bida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adici-
onais abertos para esse fim (art. 67 da Lei 4320/1964).
Assim, a situação em apreço confirma ilegalidade porque não é permitida a designação
expressa do nome do credor na dotação orçamentária do precatório.

Nos termos da LRF, o montante total, apurado sem duplicidade,


das obrigações financeiras do Estado do Ceará assumidas em vir-
tude de contratos é denominada
a) dívida pública consolidada.
LC 101- LRF

Art. 51.O Poder Executivo da União promoverá, até o dia trinta de


junho, a consolidação, nacional e por esfera de governo, das contas
dos entes da Federação relativas ao exercício anterior, e a sua divul-
gação, inclusive por meio eletrônico de acesso público
[...]
§ 2o O descumprimento dos prazos previstos neste artigo impedirá,
até que a situação seja regularizada, que o ente da Federação re-
ceba transferências voluntárias e contrate operações de cré-
dito, exceto as destinadas ao refinanciamento do principal atuali-
zado da dívida mobiliária

Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relati-


vos a:
I - apuração da receita corrente líquida, na forma defi-
nida no inciso IV do art. 2o, sua evolução, assim como a previsão de
seu desempenho até o final do exercício;

Art. 2o Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contri-


buições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferên-
cias correntes e outras receitas também correntes, deduzidos:

a) na União, os valores transferidos aos Estados e Municípios por determi-


nação constitucional ou legal, e as contribuições mencionadas na alínea a do in-
ciso I e no inciso II do art. 195, e no art. 239 da Constituição;
b) nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação
constitucional;
c) na União, nos Estados e nos Municípios, a contribuição dos servidores
para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas
provenientes da compensação financeira citada no § 9º do art. 201 da Consti-
tuição.
Ente / RCL / Exe / Leg / Jud / MP
União / 50% / 40,9% / 2,5% / 6% / 0,6%
Estad / 60% / 49% / 3% / 6% / 2%
Munic / 60% / 54% / 6% / - / -

Relatório de Gestão Fiscal:

-Emitido ao final de cada quadrimestre


-despesa com pessoal
-dívida consolidada imobiliária
-concessão de garantias-operações de crédito - ARO
-disponibilidade de caixa e restos a pagar (último quadrimestre)

E) Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos


relativos a:
III - da variação patrimonial, evidenciando a alienação de ativos e a
aplicação dos recursos dela decorrentes.

· Importante destacar que as verbas indenizatórias recebi-


das pelos funcionários públicos, tais como auxílio alimenta-
ção, vale-transporte, reembolso de despesas médicas, etc.,
são classificadas como “Outras Despesas Correntes” e não
em “Pessoal e Encargos Sociais”.
LRF
Art. 44. É vedada a aplicação da receita de capital deri-
vada da alienação de bens e direitos que integram o patri-
mônio público para o financiamento de despesa cor-
rente, salvo se destinada por lei aos regimes de previdên-
cia social, geral e próprio dos servidores públicos.

Se a despesa total de pessoal exceder a 95% do limite é vedado a quem hou-


ver incorrido no excesso:

1 - Concessão de aumento de remuneração a qualquer título, salvo se deriva-


dos de sentença judicial ou determinação legal ou contratual

2 - criação de cargo, emprego ou função

3 - provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal, ressal-


vada a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento d eservidores das
áreas de EDUCAÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA

4 - Contratação de hora extra, salvo no caso do dispoto de contratação ex-


traordinária do CN em caso de urgência ou interesse público relevante e nas si-
tuações prevista na LDO
A ESCRITURAÇÃO DAS CONTAS PÚBLICAS OBEDECERÁ ÀS SEGUINTES REGRAS:

1 - A DISPONIBILIDADE DE CAIXA CONSTARÁ DE REGISTRO PRÓPRIO

2 - A DESPESA E A ASSUNÇÃO DE COMPROMISSO SERÃO REGISTRADAS SEGUNDO O


REGIME DE COMPETÊNCIA

3 - AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS COMPREENDERÃO AS TRANSAÇÕES E OPERA-


ÇÕES DE CADA ÓRGÃO, FUNDO OU ENTIDADE DA ADM DIRETA, AUTÁRQUICA E
FUNDACIONAL

4 - AS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS SERÃO APRESENTADAS EM DE-


MONSTRATIVOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS ESPECÍFICOS

5 - AS OPERAÇÕES DE CRÉDITO, AS INSCRIÇÕES EM RESTOS A PAGAR E AS DEMAIS


FORMAS DE FINANCIAMENTO OU ASUSNÇÃO DE COMPROMISSOS JUNTO A TERCEI-
ROS, DEVERÃO SER ESCRITURADAS DE MODO A EVIDENCIAR O MONTANTE E A VA-
RIAÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA NO PERÍODO
6 - A DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS DARÁ DESTAQUE À ORIGEM
E AO DESTINO DOS RECURSOS PROVENIENTES DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS
---> NO CASO DAS DEMONSTRAÇÕES CONJUNTAS, EXCLUIR-SE-ÃO AS OPERÇÕES
INTRAGOVERNAMENTAIS
Lei 4.320
Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende
da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será
precedida de exposição justificativa. (Veto rejeitado no D.O.
05/05/1964) § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo,
desde que não comprometidos:
I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do
exercício anterior;
II - os provenientes de excesso de arrecadação;
III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações
orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;
IV - o produto de operações de credito autorizadas, em forma que
juridicamente possibilite ao poder executivo realiza-las.

Constituição Federal - Art. 167. São vedados:


(...)
III - a realização de operações de créditos que excedam o mon-
tante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas medi-
ante créditos suplementares ou especiais com finalidade pre-
cisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta;

SUPERÁVIT FINANCEIRO- Diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro


EXCESSO DE ARRECADAÇÃO- Saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês en-
tre a arrecadação prevista e a realizada
A CF estabelece limite de despesas com pessoal ativo e inativo.

Art. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constitui-


ção, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e
em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da
receita corrente líquida, a seguir discriminados:
I - União: 50% (cinqüenta por cento);
II - Estados: 60% (sessenta por cento);
III - Municípios: 60% (sessenta por cento).

ELE TERÁ 3 QUADRIMESTRES PARA RECONDUZIR O EXCESSO.

- O EXCEDENTE DEVERÁ SER ELIMINADO NOS 2 DOIS QUADRIMESTRES E NÃO REDU-


ZIDO.

Estimativa de impacto orçamentário-financeiro e Declaração do Or-


denador de Despesa são requisitos para:

→ Empenho e licitação de serviços;


→ Fornecimento de bens ou execução de obras;
→ Desapropriação de imóveis urbanos.

A LDO, de acordo com a CF/88 (Art. 165 §2o):


- Compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de
capital para o exercício financeiro subsequente;
- Orientará a elaboração da lei orçamentária anual;
- Disporá sobre as alterações na legislação tributária; e
- Estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
A LDO, de acordo com a LRF:
- Disporá sobre o equilíbrio entre as receitas e despesas;
- Disporá sobre os critérios e forma de limitação de empenho;
- Disporá sobre normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas
financiados com recursos dos orçamentos;
- Disporá sobre demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e
privadas.

Limitação de empenho = LDO


Normas relativas ao controle de custos = LDO
Demais condições e exigências para trans. = LDO
evolução do patrimônio líquido = LDO
Refinanciamento = LOA

Art. 53. Acompanharão o Relatório


Resumido demonstrativos relativos a:
III - resultados nominal e primário;

Limite prudencial 95%, limite alerta 90%

Manual SIAFI. Outras Despesas Correntes: Despesas


orçamentárias com aquisição de material de consumo, pagamento de
diárias, contribuições, subvenções, auxílio-alimentação, auxílio-
transporte, além de outras despesas da categoria econômica
"Despesas Correntes" não classificáveis nos demais grupos de
natureza de despesa.

DESPESA DE CAPITAL
investimento: despesa orcamentaria com software.
CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA POR IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁRIO:
o PRIMÁRIA: quando o valor da recita é incluída na apuração do resultado primário;
o NÃO PRIMÁRIA OU FINANCEIRA: quando a receita não é incluída na apuração do resultado
primário;

As classificações de receitas correntes intraorçamentárias e de receitas


de capital intraorçamentárias têm objetivos distintos da classificação da
receita por categoria econômica.

As receitas de alienação de bens apreendidos ou caucionados são classi-


ficadas na categoria econômica denominada receitas correntes.

Recursos provenientes de caução não devem ser considerados receita or-


çamentária, pois representam apenas movimentação de fundos.

RESULTADO PRIMÁRIO = DIVIDI-SE EM FINANCEIRA E PRIMÁRIA


ESFERA ORÇAMENTÁRIA = É DIVIDIDA EM FISCAL, SEGURIDADE E INVESTIMENTO

Quando o Estado atua como empresário no âmbito comercial, industrial


ou de prestação de serviços, as receitas originárias são classificadas como
empresariais; quando são provenientes de renda gerada pelo patrimônio
do próprio Estado, as receitas são classificadas como patrimoniais.
Certo: O limite de despesas de pessoal no caso dos estados corresponde a determi-
nado percentual das receitas correntes líquidas, cujo cálculo deve incluir as parcelas
recebidas e excluir as parcelas pagas ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento
da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação.

I) FCC
As receitas que decorrem de mutação patrimonial são as
receitas de capital, pois muitas vezes é a venda de um bem, por
exemplo. Neste caso, o patrimônio só fez mudar de forma, mas
não houve acréscimo ou decréscimo.
Correntes = Efetivas -> Aumentam ou diminuem o patrimônio

FCC
Segundo a Lei no 4.320/1964, a demonstração contábil
do ente público na qual os Restos a Pagar do exercício serão
computados na receita extraorçamentária para compensar
sua inclusão na despesa orçamentária é
a) o Balanço Financeiro.

LRF
Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo 3. desta lei
(ARO, Papel-moeda e entradas compensatórias do AF e PF) serão
classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, todas as
receitas arrecadadas, inclusive as provenientes de operações de crédito,
ainda que não previstas no Orçamento.
FCC
ALIENAÇÃO DE TÍTULOS MOBILIÁRIOS >> Trata-se de alienação de bens >> Receita de Capital

AMORTIZAÇÃO DE FINANCIAMENTOS >> Amortização de empréstimos >> Receita de Capital

IMPOSTOS >> Receita tributária >> Receita Corrente

INDENIZAÇÕES E RESTITUIÇÕES >> Conforme a tabela de classificação, 1920.00.00 -


Indenizações e classificações >> Receita Corrente

OPERAÇÕES DE CRÉDITO INTERNAS >> É um tipo específico de Operações de crédito >>


Receita de Capital

RECEITA DA DÍVIDA ATIVA NÃO TRIBUTÁRIA >> Conforme a tabela de classificação,


1932.00.00 - Receita da dívida ativa não tributária >> Receita Corrente

RECEITA DE CONTRATO DE PERMISSÃO DE USO >> Trata-se de 1330.00.00 Receita de


Concessões e Permissões >> Receita Corrente

RECEITA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO >> Trata-se de receita de serviços >> Receita


Corrente

RECEITA DE VALORES MOBILIÁRIOS >> Código 1320.00.00 Receita de valores mobiliários >>
Receita Corrente

RECEITAS IMOBILIÁRIAS >> Código 1310.00.00 Receitas imobiliárias >> Receita Corrente

TAXAS >> Código 1120.00.00 Taxas >> Receita Corrente

TRANSFERÊNCIAS DA UNIÃO PARA COBRIR DESPESAS CORRENTES >> A destinação já indica


o tipo de receita do devedor >> Receita Corrente

TRANSFERÊNCIAS DAS INSTITUIÇÕES PRIVADAS PARA COBRIR DESPESAS DE CAPITAL >>


Explicação análoga a anterior >> Receita de Capital

TRANSFERÊNCIAS DO ESTADO PARA COBRIR DESPESAS CORRENTES >> Explicação análoga a


anterior >> Receita de Capital

receita extraorçamentária:
Como exemplos temos:
- cauções
- fianças
- depósitos para garantia
- consignações em folha de pagamento
- retenções na fonte
- salários não reclamados
- inscrições de restos a pagar
- antecipação de receitas orçamentárias ou operações de crédito a curto prazo(mesma
coisa)
- emissão de moeda

Sua arrecadação NÃO depende de autorização legislativa e sua realização NÃO se vincula à
execução do orçamento.

FCC
Na INSCRIÇÃO de um empenho em restos a pagar (processado ou não), há o surgimento de
uma DESPESA ORÇAMENTÁRIA (regime orçamento de competência -> art. 35, II) e uma receita
EXTRA para compensar a inclusão dessa despesa (art. 103, parágrafo único, Lei 4320/64).
No PAGAMENTO, no exercício corrente, de restos a pagar inscritos em exercício anterior
independe do orçamento do ano em curso, pois já impactou o orçamento do ano em que foi
inscrito. Portanto, o pagamento de restos a pagar é uma DESPESA EXTRA.
Receita patrimonial - É o ingresso proveniente de rendimentos sobre investimentos
do ativo permanente, de aplicações de disponibilidades em operações de mercado e outros
rendimentos oriundos de renda de ativos permanentes.

Ex.: receitas imobiliárias: aluguéis, foros, laudêmios; receitas de valores mobiliários: juros
de títulos de renda, dividendos, participações; receitas de outorga de serviços
públicos etc

Investimentos
Obras Públicas
Serviços em Regime de Programação Especial
Equipamentos e Instalações
Material Permanente
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Emprêsas ou Entidades Industriais
ou Agrícolas

Inversões Financeiras
Aquisição de Imóveis
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Emprêsas ou Entidades Comerci-
ais ou Financeiras
Aquisição de Títulos Representativos de Capital de Emprêsa em Funcionamento
Constituição de Fundos Rotativos
Concessão de Empréstimos
Diversas Inversões Financeiras

Classificação Orçamentária da DESPESA: Categoria Econômica da Despesa, Na-


tureza de Despesa, Modalidade de Aplicação, Elemento de Despesa, Desdobra-
mento do Elemento.
1º Dígito: Categoria Econômica da Despesa.
2º Dígito: Grupo de Natureza de Despesa.
3º e 4º Dígitos: Modalidade de Aplicação.
5º e 6º Dígitos: Elemento de Despesa.
7º e 8º Dígitos: Desdobramento do Elemento (facultativo).
Descentralização de créditos
Provisão - unidade gestora pertencente ao mesmo órgão.
Destaque- unidade gestora pertencente a outro órgão.

Descentralização de recursos
Repasse - unidade gestora pertencente ao mesmo órgão.
Sub-repasse - unidade gestora pertencente a outro órgão.

A classificação de Despesas Efetivas e não efetivas é doutrinária e pode ser compreendida da


seguinte forma:

(*)Despesas Efetivas: são aquelas que provocam redução patrimonial, ou seja, deixam
o ente mais pobre. Em regra, toda despesa corrente é efetiva, excetuadas as despesas cor-
rentes empregadas na formação de estoques.

(*)Despesas Não Efetivas: são despesas cuja afetação patrimonial é nula, pois delas
originam-se bens ou contrapartidas de outros entes, órgãos ou entidades. Em regra, todas
as despesas de capital são não efetivas. Porém as transferências de capital não geram con-
trapartida para o ente recebedor. Dessa forma, os recursos saem dos cofres do ente trans-
feridor e não retornam, causando a redução patrimonial.

LRF, art. 73-A:

Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima para


denunciar ao respectivo Tribunal de Contas e ao órgão competente do Ministério Público
o descumprimento das prescrições estabelecidas nesta Lei Complementar.
SÃO INSTRUMENTOS DE TRANSPARÊNCIA DA GESTÃO FISCAL:

- OS PLANOS, ORÇAMENTOS E LDO

- AS PRESTAÇÕES DE CONTAS (E O RESPECTIVO PARECER PRÉVIO)

- O RELATÓRIO RESUMIDO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

- O RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL

- VERSÕES SIMPLIFICADAS DESSES DOCUMENTOS


Macete de prova: Sempre que a questão falar de relatório relacionado
com receita, frustração da receita, renúncia da receita, ela estará falando do
RREO (relatório resumido de execução orçamentária).
Não confundir com RGF (relatório de gestão fiscal).

Art. 53 LRF. Acompanharão o Relatório Resumido demons-


trativos relativos a:
I - apuração da receita corrente líquida, na forma definida
no inciso IV do art. 2o, sua evolução, assim como a previsão de seu
desempenho até o final do exercício;
II - receitas e despesas previdenciárias a que se refere o inciso
IV do art. 50;
III - resultados nominal e primário;
IV - despesas com juros, na forma do inciso II do art. 4o;
V - Restos a Pagar, detalhando, por Poder e órgão referido no
art. 20, os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante
a pagar.

Função alocativa: relaciona-se à alocação de recursos por parte do governo a fim de oferecer bens
públicos (ex. rodovias, segurança), bens semi-públicos ou meritórios (ex. educação e saúde), desen-
volvimento (ex. construção de usinas), etc.;
Registra, processa e evidencia os atos de gestão cujos efeitos possam produzir modificações no
patrimônio da entidade do setor público, bem como aqueles com funções específicas de con-
trole.

função distributiva: é a redistribuição de rendas realizada através das transferências, dos impostos e
dos subsídios governamentais. Um bom exemplo é a destinação de parte dos recursos provenientes
de tributação ao serviço público de saúde, serviço o qual é mais utilizado por indivíduos de menor
renda.
Refere-se á distribuição, por parte do governo, de rendas e riquezas, buscando uma adequação
àquilo que a sociedade acha justo.

função estabilizadora: é a aplicação das diversas políticas econômicas a fim de promover o em-
prego, o desenvolvimento e a estabilidade, diante da incapacidade do mercado em assegurar o atingi-
mento de tais objetivos.
Corresponde à aplicação de diversas políticas econômicas, pelo governo, a fim de promover o
emprego, o desenvolvimento e a estabilidade, quando o mercado é incapaz de assegurar o al-
cance dos objetivos.

Entre as funções econômicas do Estado, a defesa nacional mediante ma-


nutenção das Forças Armadas com recursos do orçamento público cum-
pre a função

= alocativa

A função do orçamento público que visa melhorar a posição


de algumas pessoas em detrimento de outras e, com isso,
corrigir falhas do mercado é denominada função
= distributiva

Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).


Ofício ou direto: em regra o lançamento tem como fato gerador situação
que já está nos cadastros fiscais, de modo que basta a autoridade consultar
aquele registro para que se tenha às mãos os dados fáticos necessários à re-
alização do lançamento. EX: IPTU e IPVA

Art. 55. O RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL conterá:

- operações de crédito
- concessões de garantia
- despesa total com pessoal
Art. 36, LRF: É proibida a operação de crédito entre uma instituição
financeira estatal e o ente da Federação que a controle, na qualidade
de beneficiário do empréstimo.

As OPERAÇÕES ESPECIAIS são despesas com indenizações, pagamen-


tos de sentenças judiciais, operações de financiamento e amortizações/en-
cargos.
Elas NÃO geram manutenção, expansão ou aperfeiçoamento das ações de
governo, mas estão incluídas na lei orçamentária.

Na Classificação Funcional, a função “Encargos Especiais” engloba as despesas


orçamentárias em relação às quais não se pode associar um bem ou serviço a ser gerado no
processo produtivo corrente, tais como: dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras afins,
representando, portanto, uma agregação neutra.

Dívida Flutuante: Op Créd ARO - Receita Extraorçamentária


Dívida Fundada: Operação de Crédito - Receita
Orçamentária
Inversões Financeiras

-imóveis ou bens já em utilização


-titulos(não importem aumento de capital)
-consituição ou aumento de capital
(instituições caráter comerc. e financeiro)

Investimentos
-planejamento e a execução de obras
-imóveis ou bens (para execução de obras)
-titulos(importem aumento de capital)
-consituição ou aumento de capital
(instituições sem caráter comerc. financeiro)

Transferencias de Capital
-Amortização da dívida Pública
-Envio de recursos a outros entes para cobrir
Invserões e Investimentos (desp. capital)

Agora é: Categoria Econômica, Origem, Especie, Desdobramentos e


Tipo
Receitas patrimoniais: 150
Aluguéis: 90
Remuneração de depósitos bancários: 70

Receitas de Capital: 1.600


Operações de crédito interna: 400
Alienação de bens imóveis: 1.200

Qual o orçamento? ESFERA


Quem é o responsável pela programação? INSTITUCIONAL
Em que área a ação governamental será realizada? FUNCIONAL
Para que os recursos são alocados? (Finalidad PROGRAMÁTICA
O que será adquirido? Qual o efeito econômico do gasto? NATUREZA (ECONÔMICA

NÃO É RECEITA ORÇAMENTARIA


- SUPERÁVIT FINANCEIRO
- CANCELAMENTO DESPESAS EM RESTO A PAGAR

DICA
Classificação institucional: Orgão orçamentário e Unidade Orçamentária
Classificação funcional: Função e subfunção
O orçamento base-zero é utilizado como um método que define objetivos
com vistas à otimização do custo-benefício, entretanto a sua adoção
prejudica a adequada vinculação do orçamento ao planejamento de longo
prazo. CERTO

As necessidades financeiras das unidades organizacionais são consideradas na elabo-


ração do orçamento denominado clássico ou tradicional. CERTO

IR retido na fonte --> Receita Tributária


Remuneração de Depósitos Bancários --> Receita Patrimonial
Multas e juros de mora de IPVA --> Outras Receitas Correntes
Operação de crédito interna --> Receita de Capital - Operação de
Crédito
IPVA --> Receita Tributária
Taxa pelo poder de polícia --> Receita Tributária
Aluguéis --> Receita Patrimonial
Cota-parte do FPE --> TRANSFERÊNCIAS CORRENTES - R$
70,00
ICMS --> Receita Tributária
Cota-parte do CFRH --> TRANSFERÊNCIAS CORRENTES - R$
80,00
Dívida Ativa do ICMS --> Outras Receitas Correntes
Alienação de Bens Imóveis --> Receita de Capital - Alienação de Bens

DESPESAS EFETIVAS:
São as despesas que alteram o Patrimônio, já que contribuem para o seu
decréscimo, provocando um fato contábil modificativo diminutivo, sem a
respectiva produção de mutação patrimonial.

As despesas correntes, regra geral , são despesas efetivas (pessoal, encargo


sociais, juros, aluguéis, etc.), no entanto as despesas de capital destinadas a
auxílios e contribuições de capital, bem como investimentos em bens de uso
comum do povo, também são despesas efetivas.

DESPESAS NÃO EFETIVAS:


Também conhecida como despesa por mutação patrimonial, são as despesas que
não provocam alteração no Patrimônio Público, já que possuem como
fundamento um fato contábil permutativo, constituindo-se em alterações
compensatórias por meio de mutações nos elementos patrimoniais.

Em regra, as despesas de capital são despesas não efetivas (investimentos,


inversões financeiras, amortização da dívida, outras despesas de capital
(excetuadas as citadas como efetivas)), porém dentro das despesas correntes
encontramos a aquisição de material permanente que também é uma despesa não
efetiva.

FCC

Receita Tributária: são os ingressos provenientes da arrecadação de


impostos, taxas e contribuições de melhoria. É receita privativa das
entidades investidas do poder de tributar: União, Estados, Distrito Federal
e Municípios. Lembrar de TIC
112- Taxas: têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia,
ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e
divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.
111- Impostos: é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma
situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao
contribuinte.
113- Contribuições de Melhoria: é instituída para fazer face ao custo de
obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite
total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que
da obra resultar para cada imóvel beneficiado.

IR retido na fonte sobre rendimento do trabalho: 250


Taxa pelo poder de polícia: 200
IPVA: 350
ICMS: 600

RECEITAS TRIBUTÁRIAS = 250 + 200 + 350 + 600 = R$ 1400


Outras Receitas Correntes - são os ingressos correntes
provenientes de outras origens, não classificáveis nas anteriores.
191 - Multa e Juros de Mora: registra o valor da receita
arrecadada com penalidades pecuniárias decorrentes da
inobservância de normas. 192 - Indenizações e Restituições:
registra o valor da arrecadação da receita com indenizações e
restituições.
193 - Receita de Dívida Ativa: registra o valor da arrecadação da
receita da dívida ativa constituídas de créditos da fazenda pública
de natureza tributária e não tributária.
199 - Receitas Diversas: registra o valor da arrecadação de
receitas que não se identifiquem com as especificações
anteriores.
Multas e juros de mora do IPVA: 40
Receitas da dívida ativa do ICMS: 160

OUTRAS RECEITAS CORRENTES = 40 + 160 = R$ 200

MACETE:
falou em dotaÇÃO --> especificaÇÃO

FONTES PARA ABERTURA DE CRÉDITOS ADICIONAIS:


SERRAO
SUPERAVIT FINANCEIRO
EXCESSO DE ARRECADAÇÃO
RESERVA DE CONTIGÊNCIA
RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDETES
ANULAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DE DOTAÇÕES
OPERAÇÕES DE CRÉDITOS
FCC
1- Receita Tributária RECEITA CORRENTE
2- Subvenções Sociais DESPESA CORRENTE
3- Receita Patrimonial RECEITA CORRENTE
4- Investimentos DESPESA DE CAPITAL
5- Operações de Crédito RECEITA DE CAPITAL
6- Inversões Financeiras DESPESA DE CAPITAL
7- Alienação de Bens RECEITA DE CAPITAL
8- Subvenções Econômicas DESPESA CORRENTE
9- Amortização de Empréstimos RECEITA DE CAPITAL
10- Amortização da Dívida Pública DESPESA DE CAPITAL

I. restos apagar, excluídos os serviços da dívida.


II. serviços da dívida a pagar.
III. depósitos.
IV. débitos de tesouraria.
Nos termos da Lei nº 4.320/1964, os itens I, II, III e IV integram,
correta e respectivamente, a
a) dívida flutuante, dívida flutuante, dívida flutuante e dívida
flutuante.

LRF Art. 31. Se a dívida consolidada de um ente da Federação ultrapassar o


respectivo limite ao final de um quadrimestre, deverá ser a ele
reconduzida até o término dos três subsequentes, reduzindo o excedente
em pelo menos 25% no primeito.
É arrecadação! Diferença básica entre arrecadação e recolhimento:
Arrecadação -> entrega de recurso ao agente ou banco arrecadador pelo
contribuinte ou devedor.
Recolhimento -> depósito em conta do Tesouro aberta especificamente
para esse fim, pelos caixas ou bancos arrecadadores.

É uma receita orçamentária:


a) Transferências Financeiras recebidas.
b) Transferências Correntes.
c) Superávit Financeiro.
d) Cancelamento de Restos a Pagar.
e) Antecipação de Receita Orçamentária.

Lei 4320 - 64 Art. 20


-> Os investimentos serao discriminados na Lei de
Orcamento segundo os projetos de obras e de outras
aplicacoes.
Paragrafo unico - Os programas especiais de trabalho que,
por sua natureza, nao possam cumprir-se
subordinadamente as normas gerais de execucao da
despesa poderao ser custeados por dotacoes globais,
classificadas entre as Despesas de Capital.

2º a 4.320 a Despesa Corrente é:


Despesas de custeio (Correspondem em contraprestação de bens e serviços)
Transferências correntes (NÃO correspondem em estação de bens e serviços)
2º a Classificação da Portaria Interministerial a Despesa Corrente é:
Pessoal e encargos sociais,
Juros e encargo da dívida e
Outras despesas correntes

Só esclarecendo o que o amigo abaixo disse:

Na INSCRIÇÃO de um empenho em restos a pagar


(processado ou não), há o surgimento de uma DESPESA
ORÇAMENTÁRIA (regime orçamento de competência -> art.
35, II) e uma receita EXTRA para compensar a inclusão
dessa despesa (art. 103, parágrafo único, Lei 4320/64).
No PAGAMENTO, no exercício corrente, de restos a pagar
inscritos em exercício anterior independe do orçamento do
ano em curso, pois já impactou o orçamento do ano em
que foi inscrito. Portanto, o pagamento de restos a pagar é
uma DESPESA EXTRA.

As ações podem ser classificadas:


Atividade - contribui para a manutenção
Projeto - contribui para a expansao ou aperfeiçoamento
Operações especiais - não contribui, nao gera constraprestação nem resulta em produto.

A inscrição de restos a pagar não processados


não afeta o crédito orçamentário disponível da entidade, pois
trata-se de despesa já empenhada, razão pela qual é considerada
uma receita extraorçamentária no Balanço Financeiro, para
compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

FCC
A tecnica de orçamentação base zero é uma tecnica cara, mas
assegura a alocação racional de recursos, ou seja, oferece sim
redução de custos ao orçamento
Constituído por diversas etapas, desde a proposta orçamentária
até a aprovação da lei orçamentária, o ciclo orçamentário é, ao
longo de todo exercício, um processo intermitente no que diz
respeito a análises e decisões. ERRADO ( tem que ser continuo).

III - Art. 29 § 1o Equipara-se a operação de crédito a assunção, o


reconhecimento ou a confissão de dívidas pelo ente da
Federação, sem prejuízo do cumprimento das exigências dos arts.
15 e 16.

IV: Art. 36. É proibida a operação de crédito entre uma instituição


financeira estatal e o ente da Federação que a controle, na
qualidade de beneficiário do empréstimo.

A palavra "chave" desta questão: PACOTES DE DECISÃO


(que serão submetidos ao Colégio de Decisão) - Orçamento Base
Zero (OBZ)

L4320
Art. 2... A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e
despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e
o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de
unidade, universalidade e anualidade.
Princípio da Anualidade: o orçamento deve ser elaborado e
autorizado para o período de um ano, coincindindo com o
exerício financeiro, entretanto possui duas exceções, que são os
créditos adicionais especiais e extraordinários, uma vez que a
Constituição Federal, abre exceção para os créditos supracitados,
cujo ato de autorização seja promulgado nos últimos quatro
meses do exercício financeiro. Nesse caso, reabertos nos limites
de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício
financeiro subseqüente.

DEA não é empenhado


DEAs são orçamentárias e, por isso, oneram o orçamento em
que o pagamento ocorre.

Modalidades de Empenho: Ordinário, Global, Estimativa.


Empenho Ordinário: montante conhecido e pagamento de uma só
vez.
Empenho Global: montante conhecido, mas com pagamento
parcelado, como por exemplo, aluguéis, salários, contratos de
prestação de serviços mensais como vigilância, limpeza.
Empenho por Estimativa: montante desconhecido, mas
estimável, como por exemplo, despesas com luz, telefone.
segundo a LRF, programas de duração continuada são os
que ultrapassam a dois exercícios financeiros (art. 17,
caput, LRF

Classificação por esfera orçamentária:


10- Orçamento Fiscal
20- Orçamento da Seguridade Social
30- Orçamento de Investimentos
Classificação Institucional:
1.º e 2.º dígitos: Órgão orçamentário
3.º, 4.º e 5.º dígitos: Unidade orçamentária (UO)
Classificação Funcional:
1.º e 2.º dígitos: Função;
3.º, 4.º e 5.º dígitos: Subfunção

As transferências destinadas a cobrir despesas de custeio de


entidades, inclusive de direito privado, subdividem-se em sociais
e econômicas. Essas transferências denominam-se
b) subvenções.
Execução financeira diz respeito a utilização de recursos e
não créditos.

Esqueminha a respeito da movimentação financeira:

DOTAÇÃO - è o montante autorizado por lei.

PROVISÃO - descentralização INTERNA de cré-


dito

DESTAQUE - descentralização EXTERNA de


crédito
SUB-REPASSE - descentralização INTERNA de dinheiro ($$$$)

REPASSE - descentralização EXTERNA de dinheiro ($$$$)


SUPERÁVIT FINANCEIRO- Diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro
EXCESSO DE ARRECADAÇÃO- Saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a
arrecadação prevista e a realizada

§ 1o No caso das demonstrações conjuntas, excluir-se-ão


as operações intragovernamentais.
DIFERENTE DE ACOMPANHAMENTO
4 etapas no ciclo ou processo orçamentário:
I. Elaboração/Planejamento da proposta orçamentária;
II. Discussão/ Estudo/Aprovação da lei de orçamento;
III. Execução orçamentária e financeira;
IV. Avaliação/Controle.
Art. 34. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil.

Direto ao ponto:

As etapas do ciclo / processo orçamentário são:

1º - Elaboração / Planejamento da proposta orçamentária;


2º - Discussão / Estudo / Aprovação;
3º - Execução Orçamentária e Financeira, e;
4º - Avaliação / Controle.

Portanto, dentro da 1ª etapa "Elaboração", há algumas fases a saber:

Fixação da Meta Fiscal


Projeção das Receitas;
Projeção das Despesas Obrigatórias, e;
Apuração das Despesas Discricionárias.

O princípio da anualidade traz que o exercício financeiro deverá coincidir


com o ano civil (01/01 a 31/12)

A proposta orçamentária deve ser apresentada, anualmente, à Secretaria de


Orçamento Federal por intermédio do Sistema Integrado de
Planejamento e Orçamento." (Gustavo Musy - Alfacon )
FCC- DEA
São consideradas despesas de exercícios anteriores, as
obrigações que se referem a exercício(s) findo(s), que não foram
empenhadas ou tiveram seus empenhos cancelados
indevidamente ou por falta de saldo financeiro para a sua
inscrição em restos a pagar.

LRF Art. 31.


Se a dívida consolidada de um ente da Federação ultrapassar o
respectivo limite ao final de um quadrimestre, deverá ser a ele
reconduzida até o término dos três subsequentes, reduzindo o
excedente em pelo menos 25% no primeito.

Lei 4.320/64 Art. 92. A dívida flutuante compreende:


I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II - os serviços da dívida a pagar;
III - os depósitos;
IV - os débitos de tesouraria.
====>
compete ao Senado Federal fixar, por proposta do Presidente da República, limites
globais para o montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios

SUPRIMENTO DE FUNDA:
No mesmo exercício -> Anulação de Despesa (AD)
Outro Exercício -> Receita Orçamentária (RO)
RECEITA EXTRA-ORÇAMENTÁRIA: Receitas que serão restituídas no
futuro.

( As contribuições previdenciárias descontadas da folha de pagamentos


dos funcionários de uma prefeitura que, posteriormente, deverão ser
pagas a quem de direito )

DICA

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um


TRIBUTO, logo é uma Receita Corrente Tributária.

Multas, juros de mora, indenizações, restituições, receitas da dívida ativa,


entre outras pertecem a Outras Receitas Correntes

− aquisição de cinco veículos novos (INVESTIMENTO = DESP. CAP.)

− fundo de garantia por tempo de serviço (PESSOAL E ENCARGOS = DESP. COR.)

− locação de imóveis para instalação do almoxarifado central (OUTRAS DESPESAS


CORRENTES= DESP. COR.)

− aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras (INVESTIMENTO =


DESP. CAP.)

− aquisição de passagens áreas (OUTRAS DESPESAS CORRENTES= DESP. COR.)

− contratação de pessoal por tempo determinado (PESSOAL E ENCARGOS = DESP. COR.)

− amortização efetiva do principal da dívida pública (AMORTIZAÇÃO DA DIVIDA= DESP. CAP.)

− juros e encargos de operações de crédito interna (JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA= DESP.


COR.)

− material de construção para reparos em imóveis (OUTRAS DESPESAS CORRENTES= DESP.


COR.)
O que devemos memorizar sobre Suprimento de Fundos:

- também conhecida como despesa sob o regime de adiantamento


- consiste na entrega de numerário ao servidor para despesa que não
possa subordinar-se o processo normal de execução
- SEMPRE precedida de empenho
- concedido a critério do ordenador de despesa e sob sua
responsabilidade
- é utlizado para atender despesas eventuais, despesas de pequeno
vulto e despesas de caráter sigiloso
- não se fará adiantamento a servidor em alcance nem a responsável
por dois adiantamentos.

Lei 4320
Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas
expressamente definidos em lei e consiste na entrega de numerário a
servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria para o fim de
realizar despesas, que não possam subordinarse ao processo normal de
aplicação.

Art. 69. Não se fará adiantamento a servidor em alcance nem a responsável


por dois adiantamento.

ALIENAÇÃO DE TÍTULOS MOBILIÁRIOS >> Trata-se de alienação de bens >> Receita de


Capital

AMORTIZAÇÃO DE FINANCIAMENTOS >> Amortização de empréstimos >> Receita de


Capital

IMPOSTOS >> Receita tributária >> Receita Corrente

INDENIZAÇÕES E RESTITUIÇÕES >> Conforme a tabela de classificação, 1920.00.00 -


Indenizações e classificações >> Receita Corrente
OPERAÇÕES DE CRÉDITO INTERNAS >> É um tipo específico de Operações de crédito
>> Receita de Capital

RECEITA DA DÍVIDA ATIVA NÃO TRIBUTÁRIA >> Conforme a tabela de classificação,


1932.00.00 - Receita da dívida ativa não tributária >>Receita Corrente

RECEITA DE CONTRATO DE PERMISSÃO DE USO >> Trata-se de 1330.00.00 Receita de


Concessões e Permissões >> Receita Corrente

RECEITA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO >> Trata-se de receita de serviços >> Receita


Corrente

RECEITA DE VALORES MOBILIÁRIOS >> Código 1320.00.00 Receita de valores mobiliários


>> Receita Corrente

RECEITAS IMOBILIÁRIAS >> Código 1310.00.00 Receitas imobiliárias >> Receita


Corrente

TAXAS >> Código 1120.00.00 Taxas >> Receita Corrente

TRANSFERÊNCIAS DA UNIÃO PARA COBRIR DESPESAS CORRENTES >> A destinação já


indica o tipo de receita do devedor >> Receita Corrente

TRANSFERÊNCIAS DAS INSTITUIÇÕES PRIVADAS PARA COBRIR DESPESAS DE CAPITAL


>> Explicação análoga a anterior >> Receita de Capital

TRANSFERÊNCIAS DO ESTADO PARA COBRIR DESPESAS CORRENTES >> Explicação


análoga a anterior >> Receita de Capital

Fases da receita, lembrar de PLAR

Previsão – expectativa de receita constante na LOA


Lançamento – ato da repartição competente que verifica a procedência do crédito fiscal, a
pessoa que lhe é devedora (registra no sistema)
Arrecadação – estado recebe os tributos e demais créditos a ele devido (rede bancária)
Recolhimento – entrega do numerário a conta única do tesouro (princípio da unidade)
Estágios da Receita: 3 LAR (Lançamento, Arrecadação e
Recolhimento) ( execução)
Estágios da Despesa: 4 FELIPA ( Fixação, Empenho,
Liquidação, Pagamento

Empenho anulado no exercício:


º Reverte à dotação

Empenho anulado no exercício seguinte:


º Receita do ano em que se efetivar

O superávit do orçamento corrente é uma Receita


ExtraOrçamentária, não constitui item da receita orçamentária.
O superávit do orçamento corrente é uma despesa de capital.

Art. 20. A repartição dos limites globais do art. 19 não poderá exceder os seguintes
percentuais:

I - na esfera federal:

a) 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de
Contas da União;

b) 6% (seis por cento) para o Judiciário;

c) 40,9% (quarenta inteiros e nove décimos por cento) para o Executivo, destacando-se 3%
(três por cento) para as despesas com pessoal decorrentes do que dispõem os incisos XIII e XIV
do art. 21 da Constituição e o art. 31 da Emenda Constitucional no 19, repartidos de forma
proporcional à média das despesas relativas a cada um destes dispositivos, em percentual da
receita corrente líquida, verificadas nos três exercícios financeiros imediatamente anteriores ao
da publicação desta Lei Complementar; (Vide Decreto nº 3.917, de 2001)

d) 0,6% (seis décimos por cento) para o Ministério Público da União;

II - na esfera estadual:

a) 3% (três por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Estado;


b) 6% (seis por cento) para o Judiciário;

c) 49% (quarenta e nove por cento) para o Executivo;

d) 2% (dois por cento) para o Ministério Público dos Estados;

III - na esfera municipal:

a) 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município,


quando houver;

b) 54% (cinqüenta e quatro por cento) para o Executivo.

§ 1o Nos Poderes Legislativo e Judiciário de cada esfera, os limites serão repartidos entre
seus órgãos de forma proporcional à média das despesas com pessoal, em percentual da
receita corrente líquida, verificadas nos três exercícios financeiros imediatamente anteriores ao
da publicação desta Lei Complementar.

§ 2o Para efeito deste artigo entende-se como órgão:

I - o Ministério Público;

II - no Poder Legislativo:

a) Federal, as respectivas Casas e o Tribunal de Contas da União;

b) Estadual, a Assembléia Legislativa e os Tribunais de Contas;

c) do Distrito Federal, a Câmara Legislativa e o Tribunal de Contas do Distrito Federal;

d) Municipal, a Câmara de Vereadores e o Tribunal de Contas do Município, quando


houver;

III - no Poder Judiciário:

a) Federal, os tribunais referidos no art. 92 da Constituição;

b) Estadual, o Tribunal de Justiça e outros, quando houver.

TOTAL: Aqueles que constam dos Orçamentos Fiscal e Seguridade Social - Incluem-se
Adm. Direta e Empresas DEPENDENTES;
PARCIAL: Aqueles que constam do Orçamento de Investimento - Algumas empresas
INDEPENDENTES
O pré-empenho é um documento utilizado pelo SIAFI por ocasião da assinatura de
contratos ou convênios pela administração, sendo substituído pela nota de empenho
quando se inicia a sua execução.
ERRADO. O pré-empenho busca assegurar o crédito para a despesa.
Normalmente é utilizada durante o período de licitação, que é uma fase demorada.
Já a nota de empenho é um documento contábil que comunica que o empenho foi efetivado. Mas ela
(a nota) não substituí na nada, ela acontece juntamente com o empenho.
Temos, portanto:
Pré-empenho (assegura o crédito) > Empenho + nota de empenho (comunica que o empenho foi rea-
lizado).

Se determinado crédito orçamentário sofrer alteração em relação à dotação autorizada na


lei orçamentária anual, competirá à Secretaria do Tesouro Nacional proceder à alteração do
valor no Sistema Integrado de Administração Financeira.

Caso a ordem bancária seja cancelada após a data de sua emissão, seu valor só re-
comporá a disponibilidade da unidade gestora no dia seguinte.

Qualquer irregularidade constatada após a contabilização de documento no SIAFI some nte


poderá ser corrigida por meio da emissão de um novo documento que efetue o acerto.

O CPR (Contas a Pagar e a Receber), um subsistema do SIAFI, permite a geração


automática de ordens bancárias e de documentos de recolhimento de tributos e con-
tribuições que, em conjunto com outros documentos, servirão para montar o fluxo
financeiro de cada unidade gestora.
Receitas Orçamentárias e Extra-orçamentárias

A receita pública pode ter natureza orçamentária, quando os recursos não serão
restituídos posteriormente ou natureza extra-orçamentária, quando os recursos
deverão ser devolvidos.

> Receita Orçamentária: Fonte de recursos que são do Estado e que não serão devolvi-
dos. São usados nas despesas públicas e podemser previstas na lei orçamentária anual.

> Receita Extra-Orçamentária: São patrimônios que serão devolvidos futuramente,


pois se tratam de recursos transitórios do Estado e que não podem ser previstos no orça-
mento. É usado para pagar as despesas extra-orçamentárias e podem ser convertidas em
orçamentáriasno momento em que o Estado consegue se beneficiar de decisões adminis-
trativas favoráveis.

Condições obrigatórias p/ renuncia da receita: Deverá estar acompanhada de estimativa do impacto


orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes e atender
ao disposto na lei de diretrizes orçamentárias.
Deverá, além disso, suprir uma das seguintes condições:

-> I - demonstração pelo proponente de que a renúncia foi considerada na estimativa


de receita da lei orçamentária, na forma do art. 12, e de que não afetará as metas de re-
sultados fiscais previstas no anexo próprio da lei de diretrizes orçamentárias;

e caso afete:

-> II - estar acompanhada de medidas de compensação, no período mencionado no ca-


put, por meio do aumento de receita, proveniente da elevação de alíquotas, ampliação da
base de cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição.

Ou seja, nao necessariamente a condição II será suprida, caso a condição I seja.


Se o valor empenhado for insuficiente para atender à despesa a ser realizada, o em-
penho poderá ser reforçado; no entanto, se o valor empenhado exceder o montante da
despesa realizada, deverá haver uma anulação parcial do empenho.

Se determinado tributo for pago após seu vencimento, a apuração e a apli-


cação da multa de mora cabível deverão ser feitas durante o estágio do
lançamento da receita.

Lei 4320
Art. 47. Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e
com base nos limites nela fixados, o Poder Executivo aprovará um
quadro de cotas trimestrais da despesa que cada unidade
orçamentária fica autorizada a utilizar

Cota, repasse e sub-repasse são figuras da descentraliza-


ção financeira.
Dotação, provisão e destaque são figuras da descentraliza-
ção de créditos orçamentários.

Um repasse pode ser realizado sem que te-


nha havido um destaque prévio.

Se determinado órgão público assinar contrato de empréstimo contraído para atender


a desequilíbrio financeiro em obras na sua sede, a parcela correspondente aos juros
da operação constituirá dívida flutuante, ao passo que o principal da dívida dependerá
do prazo de pagamento previsto no contrato, para efeito de classificação como dívida
fundada.
O anexo de metas fiscais é TRIENAL!

É bem verdade que o Anexo de Metas Fiscais estabelece metas para o exercício a que se
referem e para os dois seguintes (trienal), porém a LRF também diz que o anexo conterá a
avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior, logo realmente o referido
anexo abrange 4 exercícios (os 3 da meta e mais um da avaliação do ano anterior).

PPA --> Estratégico;

LDO --> Tático;

LOA --> Operacional;

Esfera = Fiscal, Seguridade Social ou Investimento.


Modalidade aplicação = Diretamente ou por transferência

Princípio da não-afetação.

Exceção:
v Transferências Constitucionais de impostos (FPE e FPM).
v Aplicação de percentuais de receita de impostos (União, 18%; Estados e Municípios, 25%) na
manutenção e desenvolvimento do ensino.
v Aplicação de percentuais da receita de impostos nas ações e serviços públicos de saúde.
v Prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita orçamentária (ARO).
v Vinculação de impostos estaduais e municipais para prestação de garantia ou contragarantia
à União, assim como para pagamento de débitos para com a União.
O § 4º do art. 167 da CF/88 só permite a vinculação de receitas
estaduais e municipais de impostos próprios e transferidos
“para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para
pagamento de débitos para com esta”.

Portanto, as contragarantias não se aplicam às empresas pri-


vadas.

São exatas 6 hipoteses de impedimento de receber adiantamento(


Suprimento de Fundos)
1) a quem não seja servidor( Obvio)
2) servidor já responsável por 2 suprimentos
3)a servidor que tenha a guarda ou utilização do material a
adquirir( ja possui)
4) a servidor que esgotado o prazo para prestaçao de contas nao o
tenha feito
5) servidor em alcance( remete a anterior)
6) servidor que esteja respondendo a IA( Inquerito adm

O Decreto no 93.872/1986 especifica as Despesas de Exercícios Anteriores:


a) Despesas que não se tenham processado na época própria: aquelas cujo empenho
tenha sido considerado insubsistente e anulado no encerramento do exercício
correspondente, mas que, dentro do prazo estabelecido, o credor tenha cumprido sua
obrigação;
b) Restos a Pagar com prescrição interrompida: a despesa cuja inscrição como
Restos a Pagar tenha sido cancelada, mas ainda vigente o direito do credor;
c) Compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício: a obrigação de
pagamento criada em virtude de lei, mas somente reconhecido o direito do reclamante
após o encerramento do exercício correspondente.
O prazo máximo para aplicação do suprimento de fundos será de até 90 (noventa) dias a
contar da data do ato de concessão do suprimento de fundos, e não ultrapassará o
término do exercício financeiro.

O prazo de aplicação do Suprimento de Fundos é de até 90 (noventa)


dias, contado da assinatura do ato de concessão. Para a prestação de
contas do Suprimento de Fundos, o prazo é de até 30 ( trinta) dias,
contado a partir do término do prazo de aplicação. Isto é, dispõe de até
90 (noventa) dias para aplicar e mais 30 (trinta) dias para prestar
contas, totalizando assim até 120 (cento e vinte) dias.

deve-se distinguir entre receitas tributárias derivadas e receita de


tributos oriundos da dívida ativa.

Pois, segundo a classificação da receita quanto à origem das receitas, o primeiro caso se
enquadra em receitas tributárias (Impostos, taxas e contribuições de melhoria) e o segundo
caso em outras receitas correntes (engloba os recebimentos da dívida ativa, de juros e multas
da dívida ativa), ambas pertencentes à categoria ecônomica de receitas correntes. Por pensar
o candidato que todo tributo é receita tributária, o induz ao erro, conforme é possivél
pressupor pela quantidade de erros da questão.

Lei 4320

Art. 65 O pagamento da despesa será efetuado por tesouraria ou


pagadoria regularmente instituídos por estabelecimentos
bancários credenciados e, em casos excepcionais, por meio de
adiantamento.

PagamenTo : Tesouraria ou Pagadoria


Excepcionalmente : adiantamento
Fases da Despesa Pública: o macete é FELP

Fixação - artigo 165 § 8º "A lei orçamentária anual não


conterá dispositivo estranho à previsão de receita e a
fixação de despesa" - trata-se do planejamento

Empenho - Lei 4.320/64 ... “Art. 58. O empenho de


despesa é o ato emanado de autoridade competente que
cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou
não de implemento de condição. ”.

Liquidação - Lei 4.320/64 ... “Art. 63. A liquidação da


despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo
credor tendo por base os títulos e documentos
comprobatórios do respectivo crédito. ”.

Pagamento - Lei 4.320/64 ... “Art. 62. O pagamento da


despesa só será efetuado quando ordenado após sua
regular liquidação. Art. 64. A ordem de pagamento é o
despacho exarado por autoridade competente,
determinando que a despesa seja paga

Letra B: § 3º É permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a


parcelamento

Letra C: Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.


§ 1º Em casos especiais previstos na legislação específica será dispensada a emissão da
nota de empenho.

Letra D: Há empenhos estimativos como a contratação de fornecimento de energia.


§ 2º Será feito por estimativa o empenho da despesa cujo montante não se possa
determinar.
Letra E: A derradeira fase é o pagamento.
Os estágios da despesa orçamentária pública na forma prevista na Lei nº4.320/1964
são: empenho, liquidação e pagamento.

Fonte: lei 4320 e prof. Wilson Araújo

Lei 4320
Art . 36. Considerem-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não
pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não
processadas

SUPRIMENTO DE FUNDO
Aplicação: máximo de 90 dias contados do ato de concessão do suprimento.
Obs: Aplicação não pode ultrapassar o exercício financeiro.

Prestação de contas: máximo de 30 dias contados da aplicação.


Obs: a prestação com aplicação até 31/12, não poderá ultrapassar 15/1.

Havendo restituição do Suprimento de Fundos, duas são as possibilidades:

* Mesmo Exercício Financeiro : Anulação da despesa


* Após o Exercício Financeiro: Receita orçamentária

Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas ex-


pressamente definidos em lei e consiste na entrega de numerário a ser-
vidor, sempre precedida de empenho na dotação própria para o fim de re-
alizar despesas, que não possam subordinar-se ao processo normal de
aplicação.
Art. 69. Não se fará adiantamento a servidor em alcance nem a respon-
sável por dois adiantamentos.
Art. 37 da Lei 4.320/64, ao tratar das Despesas de Exercícios Anterio-
res, prevê:

Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento


respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las,
que não se tenham processado na época própria, bem como os Restos a Pa-
gar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o
encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta de do-
tação específica consignada no orçamento, discriminada por elementos,
obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica.

Se é Restos a pagar: despesa extraorçamentária


Se é Despesas de exercícios anteriores: despesa orçamentária.

Se determinado órgão público tiver registrado o recebimento de caução


em garantia de uma licitação a ser realizada no exercício financeiro X0,
e se esse ingresso de recursos só tiver sido devolvido ao licitante no
exercício financeiro X1, então a devolução não poderá ser contabilizada
em X1 como despesa de exercícios anteriores.

Despesas de Exercícios Anteriores são:

"Despesas relativas a exercícios encerrados, para as quais o orça-


mento respectivo consignava crédito próprio, com saldo sufici-
entepara atendê-las, que não se tenham processado na época pró-
pria..."

A questão fala que não havia saldo suficiente, logo, não pode então
ser considerada Despesa de Exercício Anterior.
Estágios da DESPESA pública: FELP

Fixação ou programação

Empenho 1º estágio da execução


Ordinário - Quando destinado a atender a despesa cujo o pagamento se procede de uma só
vez.
Estimativa - Quando destinado a atender despesas para as quais não se possa previamente
determinar o montante exato;
Global - Qunado destinado a atender a despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento,
cujo montante exato possa ser determminado.

Liquidação 2º '' ''


Pagamento 3º " "

MCASP 6a edição - "No momento do pagamento de restos a pagar


referente à despesa empenhada pelo valor estimado, verifica-se se existe
diferença entre o valor da despesa inscrita e o valor real a ser pago; se
existir diferença, procede-se da seguinte forma:

> Se o valor real a ser pago for superior ao valor inscrito, a diferença
deverá ser empenhada a conta de despesas de exercícios anteriores;

> Se o valor real for inferior ao valor inscrito, o saldo existente deverá ser
cancelado."

MCASP 7a edição

"Assim, as Despesas de Exercícios Anteriores (DEA) abrangem


três situações:
1- Despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento
respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para
atendê-las, que não se tenham processado na época própria;
2- Restos a pagar com prescrição interrompida;
3- Compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício
correspondente. "

FCC- RESTO A PAGAR => em regra, os restos a pagar inscritos na


condição de não processados e não liquidados posteriormente
terão validade até 30 de junho do segundo ano subsequente ao
de sua inscrição.

Princípio da discriminação tem duas exceções:


1. Reserva de continência
2. Programa especial de Trabalho.

Art. 13 - L4320

Transferências Correntes

Subvenções Sociais
Subvenções Econômicas
Inativos
Pensionistas
Salário Família e Abono Familiar
Juros da Dívida Pública
Contribuições de Previdência Social
Diversas Transferências Correntes.
MACETE PRA DECORAR ALGUMAS RECEITAS EXTRAORÇAMENTÁRIAS QUE CAEM MUITO EM
PROVA

-> CAU OPERA A EMISSÃO DE PAPEL MOEDA E DEPOIS COMPENSA O DEPÓSITO

CAUÇÕES

OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR ARO


A
EMISSÃO DE PAPEL MOEDA e depois

COMPENSATÓRIO ENTRE ATIVO E PASSIVO

DEPÓSITOS JUDICIAS

RECEITA CORRENTE
R. Tributárias
Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana − IPTU 250,00
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza − ISS 150,00
Imposto de Transmissão Inter-vivos de Bens e de Direitos sobre Imóveis 90,00
Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária 110,00
R. Contribuições
Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios − FPM 130,00

R. Patrimonial
Receita referente à venda de editais para concorrência pública 90,00
Receita referente à indenização por danos causados ao patrimônio público 120,00
Arrendamentos − 60,00
R. Serviços
Receita referente a vistoria de veículos automotores 80,00
Receita referente a concessões e permissões do direito de exploração de serviços públicos de
transporte 120,00

TOTAL-1200,00
RECEITA DE CAPITAL
TransferÊncias de Capital
Recebimento de recursos financeiros transferidos pela União destinados a construção de duas
creches 260,00
R. Alienação de bens
Receita referente à alienação de dois terrenos urbanos 400,00
R. Operações de crédito
Receita referente a operações de crédito interna de longo prazo 240,00
TOTAL-900,00

Conforme esta classificação, as receitas do Governo Federal podem ser divididas em:
a) primárias (P), quando seus valores são incluídos na apuração do resultado
primário (diferença entre as receitas primárias e as despesas primárias); e
b) não primárias ou financeiras (F), quando não são incluídas nesse cálculo.

As receitas primárias(não financeira) referem-se, predominantemente, às receitas


correntes que advêm dos tributos, das contribuições sociais, das concessões, dos
dividendos recebidos pela União, da cota-parte das compensações financeiras, das
decorrentes do próprio esforço de arrecadação das UOs, das provenientes de doações e
convênios e outras também consideradas primárias.

As receitas não primárias ou financeiras são aquelas que não contribuem para o
resultado primário ou não alteram o endividamento líquido do Governo (setor público
não financeiro) no exercício financeiro correspondente, uma vez que criam uma
obrigação ou extinguem um direito, ambos de natureza financeira, junto ao setor
privado interno e/ou externo. São adquiridas junto ao mercado financeiro,
decorrentes da emissão de títulos, da contratação de operações de crédito por
organismos oficiais, das receitas de aplicações financeiras da União (juros
recebidos, por exemplo), das privatizações e outras.

Receita Orçamentária: Fonte de recursos que são do Estado e que não


serão devolvidos. São usados nas despesas públicas e podem ser
previstas na lei orçamentária anual.

Receita Extra-Orçamentária: São patrimônios que serão devolvidos


futuramente, pois se tratam de recursos transitórios do Estado e que
não podem ser previstos no orçamento. É usado para pagar as
despesas extra-orçamentárias e podem ser convertidas em
orçamentárias no momento em que o Estado consegue se beneficiar de
decisões administrativas favoráveis. MACETE: FICA ARO E EMITE
MOEDA RETIDA
FIança
CAução
ARO
EMIssão de MOEDA
RETenção na fonte (consignação em folha, contribuições
previdenciárias)

Receita Intraorçamentária: oriundas de operações realizadas entre


orgãos, fundos, autarquias, fundações públicas, empresas estatais
dependentes e demais entidades da administração pública integrantes
do orçamento fiscal e da seguridade social de uma mesma esfera do
governo.

Receita Patrimonial:
Receitas Imobiliárias
Receitas de Valores Mobiliários
Receita de Concessões e Permissões
Compensações Financeiras
Receita Decorrente do Direito de Exploração de Bens Públicos
em áreas de Domínio Público
Receita da Cessão de Direitos

a) Receita Corrente (CATEGORIA ECONÔMICA) e Receita de Capital (CATEGORIA


ECONÔMICA)
b) Receita Tributária (ORIGEM) e Receita Agropecuária (ORIGEM)
c) Receita de Impostos (ESPÉCIE) e Receita de Taxas (ESPÉCIE)
d) Receita de Contribuição de Melhoria (ESPÉCIE) e Receita Tributária (ORIGEM)
e) Receita de Serviço (ORIGEM) e Receita de Capital (CATEGORIA ECONÔMICA)
CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA POR NATUREZA DA RECEITA
CATEGORIA ECONÔMICA: Receitas Correntes; Receitas de Capital
ORIGEM: Receitas Correntes (Tributária; Contribuições; Patrimonial; Agropecuária;
Industrial; Serviços; Transferências Correntes; Outras Receitas Correntes) Receitas de
Capital (Operações de Crédito; Alienação de Bens; Amortização de Empréstimos;
Transferências de Capital; Outras Transferências de Capital)
ESPÉCIE: Tomando como base a questão, as espécies são de ORIGEM TRIBUTÁRIA
(Impostos; Taxas; Contribuição de Melhoria)
Fonte: Orçamento Público, AFO e LRF - Teoria e Questões 4ª Edição - Augustinho Paludo
(páginas 138-148)

CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA - POR NATUREZA ECONOMICA.


CATEGORIA ECONOMICA ( receita corrente ou de capital) --> ORIGEM ( receita
tributaria, patrimonial.... operação de credito) --> ESPECIE ( receita de impostos,
de contribuições de melhoria, taxa....) --> DESDOBRAMENTO PARA
IDENTIFICAÇÃO DE PECULIARIEDADE DA RECEITA.

Outras Receitas Correntes - são os ingressos correntes provenientes de outras origens, não
classificáveis nas anteriores.
191 - Multa e Juros de Mora: registra o valor da receita arrecadada com penalidades
pecuniárias decorrentes da inobservância de normas.
192 - Indenizações e Restituições: registra o valor da arrecadação da receita com
indenizações e restituições.
193 - Receita de Dívida Ativa: registra o valor da arrecadação da receita da dívida ativa
constituídas de créditos da fazenda pública de natureza tributária e não tributária.
199 - Receitas Diversas: registra o valor da arrecadação de receitas que não se
identifiquem com as especificações anteriores.
RECEITAS CLASSIFICADAS

IR retido na fonte --> Receita Tributária


Remuneração de Depósitos Bancários --> Receita Patrimonial
Multas e juros de mora de IPVA --> Outras Receitas Correntes
Operação de crédito interna --> Receita de Capital - Operação de Crédito
IPVA --> Receita Tributária
Taxa pelo poder de polícia --> Receita Tributária
Aluguéis --> Receita Patrimonial
Cota-parte do FPE --> TRANSFERÊNCIAS CORRENTES - R$ 70,00
ICMS --> Receita Tributária
Cota-parte do CFRH --> TRANSFERÊNCIAS CORRENTES - R$ 80,00
Dívida Ativa do ICMS --> Outras Receitas Correntes
Alienação de Bens Imóveis --> Receita de Capital - Alienação de Bens

Receitas patrimoniais: 150


Aluguéis: 90
Remuneração de depósitos bancários: 70

Receitas de Capital: 1.600


Operações de crédito interna: 400
Alienação de bens imóveis: 1.200

Lei 4.320
Art. 12
§ 1o Classificam-se como Despesas de Custeio as dotações para manutenção de
serviços anteriormente
criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de
bens imóveis.

Lei 4320 - 64
Paragrafo unico - Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, nao
possam cumprir-se subordinadamente as normas gerais de execucao da despesa
poderao ser custeados por dotacoes globais, classificadas entre as Despesas de
Capital.

DECORE

Material de consumo: despesas de custeio,


Equipamentos e Instalações: investimentos,
Serviços de Terceiros: despesas de custeio,
Salário Família: transferências correntes e
Material Permanente: investimentos.

Despesa corrente EFETIVA - Diminui o PL (Material consumo, por ex.)


***Despesa capital NÃO EFETIVA - não altera o PL - Amortização da
dívida - Transferência de capital (permutativa)
Receita corrente EFETIVA - Aumenta o PL
Receita de capital NÃO EFETIVA - não altera o PL - Amortização de
empréstimos

art. 12.

§ 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a


execução de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados
necessários à realização destas últimas, bem como para os programas especiais de
trabalho, aquisição de instalações, equipamentos e material permanente e
constituição ou aumento do capital de emprêsas que não sejam de caráter
comercial ou financeiro.

4.320/64

NOVO-> INVESTIMENTE

USADO-> INVERSÃO FINANCEIRA


As despesas são classificadas como:

1) Despesa orçamentária - prevista no orçamento e


provenientes e crédito adicional

2) Despesa extraorçamentária - despesas não previstas


no orçamento ( fiança, caução, ARO, emissão de moeda,
retenção em folha de pagamento)

3) Despesa intraorçamentária - despesas realizadas


entre os integrantes do orçamento fiscal e da seguridade
social na mesma esfera do governo

Classificação Institucional:
1º e 2º dígitos - Órgão orçamentário.
3º, 4º e 5º dígitos - Unidade orçamentária.

Classificação Funcional:
1.º e 2.º dígitos: Função;
3.º, 4.º e 5.º dígitos: Subfunção

− aquisição de cinco veículos novos (INVESTIMENTO = DESP. CAP.)

− fundo de garantia por tempo de serviço (PESSOAL E ENCARGOS = DESP. COR.)

− locação de imóveis para instalação do almoxarifado central (OUTRAS DESPESAS


CORRENTES= DESP. COR.)

− aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras (INVESTIMENTO


= DESP. CAP.)

− aquisição de passagens áreas (OUTRAS DESPESAS CORRENTES= DESP. COR.)


− contratação de pessoal por tempo determinado (PESSOAL E ENCARGOS = DESP.
COR.)

− amortização efetiva do principal da dívida pública (AMORTIZAÇÃO DA DIVIDA= DESP.


CAP.)

− juros e encargos de operações de crédito interna (JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA=


DESP. COR.)

− material de construção para reparos em imóveis (OUTRAS DESPESAS CORRENTES=


DESP. COR.)

Despesas de Capital:
- Inversões Financeira: Não aumenta o capital.
- Investimentos: Aumenta o capital.

Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias


econômicas: (Vide Decreto-lei nº 1.805, de 1980)
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Transferências Correntes
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital

FCC
Os créditos a receber da dívida ativa, que são classificados no ativo,
representam uma fonte potencial de fluxo de caixa.

FCC
A inscrição em dívida ativa é condição necessária à respectiva execução.
FCC
Receitas provenientes da dívida ativa da União devem ser classificadas
como outras receitas correntes.

LEi 4320/1964:

Art. 92. A dívida flutuante compreende:


I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II - os serviços da dívida a pagar;
III - os depósitos;
IV - os débitos de tesouraria.

Art. 167. São vedados:


IV - a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa,
ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que
se referem os arts. 158 e 159, a destinação de recursos para as ações e
serviços públicos de saúde, para manutenção e desenvolvimento do
ensino e para realização de atividades da administração tributária,
como determinado, respectivamente, pelos arts. 198, § 2º, 212 e 37,
XXII, e a prestação de garantias às operações de crédito por
antecipação de receita, previstas no art. 165, § 8º, bem como o disposto
no § 4º deste artigo;
Dica para memorizar as exceções:
• Pobre; [fundo de combate à pobreza]
• Sem receita; [repartição de receitas tributárias]
• Sem saúde; [recursos para a saúde]
• Sem educação; [recursos para a educação]
• Fica no ARO; [antecipação de receita orçamentária]
• Sobra tributo. [recursos para a administração tributária]
cespe= certo
O orçamento base-zero facilita o processo de revisão da decisão a respeito da alocação dos
recursos públicos, sendo, por essa razão, adequado às situações em que as despesas
públicas são limitadas por um teto de gastos.

O ciclo orçamentário é um processo contínuo, dinâmico


e flexível.

Ciclo Orçamentário Amplo


-Elaboração PPA
-Aprovação PPA
-Elaboração LDO
-Aprovação LDO
-Elaboração LOA
-Aprovação da LOA
-Execução da LOA
-Controle da LOA

fcc

A) A expansão de ação governamental acarreta aumento da despesa que será


acompanhado de: estimativa do impacto tanto orçamentário quanto financeiro.
Além disso, é preciso ter declaração do ordenador de despesa de que o aumento
tem adequação orçamentária e financeira.
B) Dívida pública mobiliária: dívida pública representador por títulos emitidos
pela União, inclusive BACEN,
Estados e Municípios.
C) Um dos objetivos da LRF é estabelecer normas voltadas para a gestão fiscal e
não orçamentária.
D) A avaliação atuarial será disciplinado no AMF que estará contido na LDO.
E) RCL é somatório das receitas tributárias, contribuições, patrimoniais,
industriais, serviços e de transferências correntes, que são deduzidos:
contribuições de servidores para a previdência, parcelas por determinação
constitucional (saúde e educação) e custeio da seguridade social.
fcc
O orçamento público é instrumento de transparência da gestão fiscal.
ARTIGO 48 DA LRF - São instrumentos de transparência da gestão fiscal:

1 - os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias

2 - as prestações de contas (e o respectivo parecer)

3 - o Relatório Resumido da Execução Orçamentária

4 - o Relatório de Gestão Fiscal

5 - as versões simplificadas desses documentos

Despesas....................Regime de Competência

IMPORTANTE PARA SUA VIDA


a) Restos a pagar são despesas pendentes de empenho e pagamento quando do
encerramento do exercício financeiro.(ERRADA).
Restos a pagar são despesas empenhadas e não pagas até 31.12.XXXX (exercício financeiro
vigente).

b) A despesa com inscrição em restos a pagar cancelada constitui uma despesa de


exercício anterior se o direito do credor ainda estiver em vigor. (CORRETA).
É vedada a reinscrição de um resto a pagar. Quando o direito do credor estiver vigente e ele
o requerer (restos a pagar com prescrição interrompida), deve-se pagá-lo como despesa
de exercício anterior.

c) Os restos a pagar e os serviços da dívida são exemplos de dívida fundada. (ERRADA).


Os restos a pagar e os serviços da dívida são enquadrados como dívida flutuante. Segue os
exemplos mais cobrados em prova nos comentários abaixo.

d) Obras públicas, subvenções econômicas e juros da dívida pública são despesas de


capital. (ERRADA)
As subvenções tanto econômica quanto social são despesas correntes classificadas como
transferências correntes. As obras públicas e todas as despesas que se relacionar a ela são
despesas de capital, com excessão da despesa com manutenção que é despesa corrente.
e) Empenho é ato contábil que registra a obrigação do Estado de efetuar pagamento a
terceiro, pendente ou não de implemento de condições. (ERRADA)
Empenho é o ato emanado de uma autoridade competente que cria para o Estado uma
obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição.

DICA

A arrecadação consiste na entrega do recurso ao agente ou banco arrecadador pelo


contribuinte ou devedor.
Já o recolhimento consiste no depósito em conta do Tesouro, aberta especificamente para
esse fim, pelos caixas ou bancos arrecadadores.

Receita Derivada: Caráter obrigatório/coercitivo Ex: Tributos(impostos,taxas,contribuições de


melhoria) , multas

Receita Originária: Caráter facultativo Ex: aluguéis de patrimônio público, tarifa de serviços

Multa e Imposto são Derivadas.

De acordo com a Lei nº. 4.320/64, a denominada receita de capital abrange:


a)
cobrança da dívida ativa
b)
percepção de dividendos
c)
alienação de bens móveis
d)
pagamento de valores mobiliários
e)
recebimento de participações

a) correntes e de capital. - CATEGORIA ECONÔMICA


b) aplicação direta e transferências a terceiros. - MODALIDADE DE APLICAÇÃO
c) vinculadas e ordinárias. - DESTINAÇÃO DE RECURSOS
Funções do Governo: Alocativas, Distributivas e Estabilizadoras.
- Função Alocativa: relaciona-se à alocação de recursos por parte do governo a fim de
oferecer bens públicos (exemplos: rodovias e segurança), bens semi-públicos ou
meritórios (exemplos: educação e saúde), desenvolvimento (exemplo: construção de
usinas);
- Função Distributiva: é a redistribuição de rendas realizada através das transferências, dos
impostos e dos subsídios governamentais.
Um bom exemplo é a destinação de parte dos recursos provenientes de tributação ao
serviço público de saúde, serviço o qual é mais utilizado por indivíduos de menor renda.
- Função Estabilizadora: é a aplicação das diversas políticas econômicas a fim de promover
o emprego, o desenvolvimento e a estabilidade, diante da incapacidade do mercado em
assegurar o atingimento de tais objetivos

O artigo 55 que define Relatório de Gestão Fiscal, solicita:

- Comparativo entre

→ Despesa Total

→ dívidas consolidada e mobiliária

→ concessão de garantias

→ operações de crédito, inclusive por antecipação de receita

- Açoes corretivas quando ultrapassado os limites

- Demonstrativo de:

→ Caixa em 31/12

→ Restos a Pagar (por tipo)

→ Comprovação de que no último ano de mandato não foram contratados ARO

→ Comprovação de que a ARO contratada no ano tenha sido paga, junto com as despesas
dela decorrentes, até 10/12

Execução financeira diz respeito a utilização de recursos e não créditos.

Recolhimento último estágio da receita.


Questão errada.

Estágios da Receita
-Previsão;
-Lançamento;
-Arrecadação e
-Recolhimento.

Os dividendos recebidos por determinada entidade pública são classificados como receita
corrente patrimonial.

Em relação às classificações da Receita pública quanto à sua regularidade,


podem se desdobrar em
Parte superior do formulário

b) Receitas Efetivas e Receitas por Mutação Patrimonial.

Receitas patrimoniais:
Ingressos provenientes de rendimentos sobre investimentos do ativo permanente, de
aplicações de disponibilidade em operações de mercado e outros rendimentos oriundos
de renda de ativos permanentes.
Ex:
- Juros, aluguéis, dividendos, receitas de concessões e permissões;
- taxa de ocupação de terrenos;
- taxa de ocupação de imóveis funcionais e próprios;
- remuneração de depósito bancário;
- remuneração de investimentos;
- compensação financeira com royalties pela produção de petroleo ou gás na-
tural.
As receitas públicas são classificadas como provisórias
e definitivas. NUNCA NEM VI. ERRADO
CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA POR IDENTIFICADOR DE RESULTADO PRIMÁ-
RIO:
o
PRIMÁRIA: quando o valor da recita é incluída na apuração do resultado primário;
o NÃO PRIMÁRIA OU FINANCEIRA: quando a receita não é incluída na apuração do resul-
tado primário;

A classificação destinada a identificar as receitas de acordo com sua inclusão no re-


sultado fiscal do governo divide-se em receitas de resultado primário e secundário.

CLASSIFICAÇÕES OFICIAIS DA RECEITA:

- NATUREZA (Corrente e de Capital)


- FONTE (Ordinária e Vinculada)
- RESULTADO PRIMÁRIO ( Primária e Financeira)
- ESFERA ORÇAMENTÁRIA ( Fiscal, Seguridade Social e Investimento)

O valor dos recursos recebidos por meio de cota-parte do fundo de participa-


ção dos Estados e do Distrito Federal, sob o aspecto orçamentário, é classifi-
cado na origem da receita corrente:
a) transferências correntes.
O imposto de renda retido na fonte sobre rendimentos pagos pelos estados e municípios, de competência
da União, não chega a constituir-se em transferência àqueles entes, sendo diretamente apropriado como
receita tributária própria

O nível categoria econômica obedece ao critério econômico. É utilizado para men-


surar o impacto das decisões do Governo na economia nacional (formação de capital, cus-
teio, investimentos etc.).

Já as codificações das receitas intraorçamentárias têm a finalidade de discriminar


as receitas referentes às operações entre órgãos, fundos, autarquias, fundações públicas,
empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes do orçamento fiscal e da se-
guridade social.

Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar,


são adotadas as seguintes definições:

I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das
obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos,
convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo
superior a doze meses; [GABARITO]

II - dívida pública mobiliária: dívida pública representada por títulos emitidos pela
União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios;

III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo,


abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento
antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento
mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos
financeiros;

IV - concessão de garantia: compromisso de adimplência de obrigação financeira ou


contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada;
V - refinanciamento da dívida mobiliária: emissão de títulos para pagamento do
principal acrescido da atualização monetária.

§ 1o Equipara-se a operação de crédito a assunção, o reconhecimento ou a confissão


de dívidas pelo ente da Federação, sem prejuízo do cumprimento das exigências dos arts.
15 e 16.

§ 2o Será incluída na dívida pública consolidada da União a relativa à emissão de


títulos de responsabilidade do Banco Central do Brasil.

§ 3o Também integram a dívida pública consolidada as operações de crédito de prazo


inferior a doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento. [GABARITO]

§ 4o O refinanciamento do principal da dívida mobiliária não excederá, ao término de


cada exercício financeiro, o montante do final do exercício anterior, somado ao das
operações de crédito autorizadas no orçamento para este efeito e efetivamente realizadas,
acrescido de atualização monetária.

Art. 14. A concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária


da qual decorra renúncia de receita deverá estar acompanhada de estimativa do
impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e
nos dois seguintes, atender ao disposto na lei de diretrizes orçamentárias e a pelo
menos uma das seguintes condições:

I - demonstração pelo proponente de que a renúncia foi considerada na estimativa de


receita da lei orçamentária, na forma do art. 12, e de que não afetará as metas de
resultados fiscais previstas no anexo próprio da lei de diretrizes orçamentárias;
OU

II - estar acompanhada de medidas de compensação, no período mencionado no


caput, por meio do aumento de receita, proveniente da elevação de alíquotas, ampliação
da base de cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição.
§ 2o Se o ato de concessão ou ampliação do incentivo ou benefício de que trata o caput
deste artigo decorrer da condição contida no inciso II, o benefício só entrará em vigor
quando implementadas as medidas referidas no mencionado inciso.''

LRF

Art. 37. Equiparam-se a operações de crédito e estão vedados:

I - captação de recursos a título de antecipação de receita de tributo ou contribuição cujo


fato gerador ainda não tenha ocorrido, sem prejuízo do disposto no § 7o do art. 150 da
Constituição;

II - recebimento antecipado de valores de empresa em que o Poder Público detenha,


direta ou indiretamente, a maioria do capital social com direito a voto, salvo lucros e
dividendos, na forma da legislação;

"A dor é passageira, mas a glória é eterna"

LRF Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:

I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das
obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos,
convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo
superior a doze meses.

§3o Também integram a dívida pública consolidada as operações de crédito de prazo inferior
a doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento.

Art. 20. A repartição dos limites globais do art. 19 não


poderá exceder os seguintes percentuais:

I - na esfera federal:
a) 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal
de Contas da União;

b) 6% (seis por cento) para o Judiciário;

c) 40,9% (quarenta inteiros e nove décimos por cento) para o Executivo, destacando-se
3% (três por cento) para as despesas com pessoal decorrentes do que dispõem os incisos XIII
e XIV do art. 21 da Constituição e o art. 31 da Emenda Constitucional no 19, repartidos de
forma proporcional à média das despesas relativas a cada um destes dispositivos, em
percentual da receita corrente líquida, verificadas nos três exercícios financeiros
imediatamente anteriores ao da publicação desta Lei Complementar; (Vide
Decreto nº 3.917, de 2001)

d) 0,6% (seis décimos por cento) para o Ministério Público da União;

II - na esfera estadual:

a) 3% (três por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Estado;

b) 6% (seis por cento) para o Judiciário;

c) 49% (quarenta e nove por cento) para o Executivo;

d) 2% (dois por cento) para o Ministério Público dos Estados;

III - na esfera municipal:

a) 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município,


quando houver;

b) 54% (cinqüenta e quatro por cento) para o Executivo.

§ 1o Nos Poderes Legislativo e Judiciário de cada esfera, os limites serão repartidos


entre seus órgãos de forma proporcional à média das despesas com pessoal, em percentual
da receita corrente líquida, verificadas nos três exercícios financeiros imediatamente
anteriores ao da publicação desta Lei Complementar.

CESPE
Despesas indenizatórias, como passagens e gastos com locomoção não se enquadram como
despesas com pessoal. São classificadas no GND 3 – Outras Despesas Correntes.

LRF
-> Art. 23. Se a despesa total com pessoal, do Poder ou órgão referido no art. 20,
ultrapassar os limites definidos no mesmo artigo, sem prejuízo das medidas previstas no
art. 22, o percentual excedente terá de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes,
sendo pelo menos um terço no primeiro, adotando-se, entre outras, as providências
previstas nos §§ 3º e 4o do art. 169 da Constituição.

-> Art. 31. Se a dívida consolidada de um ente da Federação ultrapassar o respectivo limite
ao final de um quadrimestre, deverá ser a ele reconduzida até o término dos três
subseqüentes, reduzindo o excedente em pelo menos 25% (vinte e cinco por cento) no
primeiro.

LEI 101, ART 2: IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de
contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e
outras receitas também correntes, deduzidos:

a) na União, os valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação


constitucional ou legal, e as contribuições mencionadas na alínea a do inciso I e no inciso II do
art. 195, e no art. 239 da Constituição;

b) nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional;

c) na União, nos Estados e nos Municípios, a contribuição dos servidores para o custeio do
seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da compensação
financeira

LRF
Art. 9o Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá
não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no
Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos
montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e
movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.

Artigo 116 da Lei 8666:

"§ 5o As receitas financeiras auferidas na forma do parágrafo anterior serão obrigatoriamente


computadas a crédito do convênio e aplicadas, exclusivamente, no objeto de sua finalidade,
devendo constar de demonstrativo específico que integrará as prestações de contas do ajuste."

convenente - convênio
contratado - contrato de repasse