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Psicologia da personalidade III

Aula * - 12 de novembro de 2019

● As relações são dadas além da contextualização histórica também pelo campo de


determinação do próprio ente. (ex: Quadro da monalisa)

● Ser para morte:


○ Uma outra expressão que Heidegger utiliza para falar de se ente que nós
mesmos somos. Isto é lembrar que entre as nossas possibilidades de ser está
em jogo o tempo todo pode não ser mais. Deixar de ser. A morte é o horizonte
da nossa existência. Ela marca uma outra diferente entre os entes e os entes
mundanos (Dasain e os outros): enquanto os entes se determinam no
nascimento o Dasein se determina apenas no momento da morte. (ex: o que
você quer ser quando crescer). Nós somos um horizonte de possibilidades,
isso significa dizer que nossas experiências de ser não estão dadas no
nascimento. Existir é lidar com nossas possibilidade de ser ( no existindo que
a relação entre ser aí e mundo vão se dando). A morte cessa as possibilidade
de ser (deixar de ser). A morte temporaliza.

○ Temporalidade: não é linear para o Heidegger. Estar entre aquilo que não
somos mais e aquilo que ainda não somos.

○ Espacialidade: (Quando penso na lasanha do almoço estou na sala ou em


casa? nos dois) a abertura que o mundo abre dá possibilidades interpretativas.
Um horizonte (ou trama) significativa. O sentido para heidegger é existencial.
(ex: tomar um rumo na vida) Movimento existẽncial em direção há (sentido).

Aula * - 19 de novembro de 2019

● Temporalidade e mundo heidegger casanova

○ Uma historicidade leitura fenomenológica sobre o tempo (livro).

○ Leituras fenomenológicas: muitas possibilidades de entendimento. Ler


ser e tempo de várias formas.

○ Há um horizonte cultural sedimentado na obra ser e tempo. Ler


radicalmente como uma obra de fenomenologia (ler a partir do que
Husserl como princípio dos princípios, suspensão de todas hipostasias,
os juízos prévios e pressupostos na filosofia).

○ Assunção: relação intuitiva. Suspensão de todos os posicionamento


ontológicos em geral ( Suspensão de todas as Hipostasias: Argumentar
em torno de um pressupostos, uma crença justificada em torno de
argumento).
○ Abandonar o saber sobre o ser das coisas. Isto aponta uma crise nos
modelos teóricos. (Ex: psicanálise tem como pressuposto o
inconsciente). Modelos teŕociso: possibilidades de construções teóricas
sobre o os objetos e sobre o sujeito.

○ Meditações cartesianas: Livro de Hurssel sobre o moedlo cartesiano.


Analogia ao exercito numa ilha. Para Hursel Decartes se aproximou da
definicação de intencionalidade. Decartes reduz tudo a ato da
cosnciências (ponto mínimo do pensamento de Decartes) O mundo se
transforma uma extensão das representações da consciência.

○ Projeto fenomenológico hurseliana: Aquele que a partir desta


mesma redução da cosnciência chega a intencionalidade. Todos os
processos da cosnciência se articulam com a perspectivas de mundo.
O posicinamento da consciência apresenta um tipo de mundo. A
cosnciência hurseliana é um fluxos de ações intencionais, ela é verbal.
(ex: escutar/escutado, lembrar/lembrado). Uma realidade que não é
realtiva mas é correlacional.

○ Problema da cosnciência: critica Heideggeriana a noção de consciência


de Hursel. Com a suspensão fenomenologica de Hursel chegariamos
ao mundo sem preconceitos, sem juízos previos (relação purificada). A
partir de Dilten, essas relações com o mundo acontecem em mundo
com história, um mundo que configura a relação e os posicionamentos.
Para Heidegger o mundo sempre estara atravessado por uma
sedimentação histórica. Heidegger acredida, a partir da hermeneutica,
que há um processamento historico deste campo (relação sujeito -
objeto, já presenete em Hursel). Hermeneutica é utilizada por Heideger
para suspender este campo de configuração sedimentado pela historia.

○ Há uma contradição entre a linguagem utilizada por Hursel e sua critica.


Por isso Heidegger vai inventar palavras. O problema de Hursel é
hermeneutico. Preocupação de Heidegger é suspender o ordenamento
interpretativo presente no pensamento de Hursel que deriva de ideia de
subjetividade moderna.

○ Dinâmica ek-stática originária (ek = ex de externo; stático = sistene, de


movimento; movimento para forá). O que nos determina são nossas
relações. Eterna reconfiguração de ser. Nós somo contato com o
mundo (somo dinamica com o mundo, ser para fora - para heidegger
fora -> ex-sistência). Intencionalidade (extase).

○ Satre: A existência precede a essência. Uma dinamica que leva a


propriedades qualificativas. Para Heidegger: A essência é a existência.

○ Para Heidegger somos intencionalidades. (não portamos, temos,


possuimos, somos). Nao somo sintese do fluxo, somos o fluxo.
○ Sub-ex-sistencia em si

○ Contradição perfomática (ex. revista da sociedade brasileira


heideggeriana que chama natureza humana)

○ O desterro é a essencia do ser aí humano. Desterrado também é


traduzido como desalojamento. Não temo uma natureza que nos torna
imanentemente agregados ao mundo. Precisamos ocntistuir um carater
de lugaridade porque nós temos um desalojamento existencial. Por isso
precisamos o tempo todo construir um lugar neste mundo. Para ter uma
sensação de pertecimento. Estrangeiridade.

○ Para Heidegger não é possivel falar de nascimento. Poderiamos dizer


que estamos eternamente nascendo. Diferende da morte onde este
mundo de horizonte de possibilidades finaliza.

○ Reler o parágrafo nove (22:40)

○ Utensílios se manifestam?