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Sistema de Gestão de Rede e Armazenamento de Energia

Residencial

Fernando Henrique Morais Silva


(fmorais0@gmail.com)

Pablo Roberto Julião da Silva Moreira


Walisson Ferreira de Carvalho
Coordenação de curso de Engenharia Elétrica

Resumo – Atualmente foi integrado ao sistema tarifário brasileiro uma tarifa


comercial/residencial que diferencia a tarifa por hora. A tarifa branca como opção,
corrobora aos consumidores a variação do valor da energia conforme o dia e o horário
do consumo, chamado de horário Fora de Ponta, Ponta e Intermediário. Por meio desta
variação o cliente tem a possibilidade de gerenciar seu consumo, com a utilização de um
sistema de baterias para suprir a demanda de energia, quando o custo é maior, reduz
consideravelmente o consumo neste período, colaborando com a diminuição do valor
pago na conta de energia.

Palavras-chaves – Tarifa branca, energia, baterias, economia, horário de ponta, fora ponta,
intermediário.

1. Introdução

Embasada na Resolução Normativa nº 733/2016 da ANEEL, de acordo com a


Cemig os consumidores de energia elétrica terão a opção de escolherem uma
nova modalidade tarifária, o sistema da tarifa branca. O benefício para o
consumidor é a possibilidade da gestão do consumo para horários de ponta,
em que o custo da energia é menos vantajoso, possibilitando o
descongestionamento da rede de transmissão e distribuição, reduzindo sua
demanda em horários de pico (FINOTTI et al., 2018).

Neste âmbito, o estudo visa averiguar a viabilidade da utilização de baterias


conectadas à rede. Qual impacto que poderia gerar, tendo como adoção à
tarifa branca, com auxílio de um sistema de gerenciamento ativo de energia
para classe residencial?
A instalação de baterias possibilita o armazenamento da energia em períodos
cuja eletricidade disponibilizada pela rede seja mais cara, no caso da adoção
de faixas tarifárias diferenciadas, tal qual é a tarifa branca. O processo se
remete a um sistema onde a uma troca de alimentação de energia entre
concessionaria e cliente através das baterias, porém, ainda não é permitido
pela legislação brasileira mas existe um estudo entre a Cemig e Alsol Energia
onde foi implantado em larga escala um sistema de armazenamento de energia
junto a uma usina fotovoltaica, instalada em Uberlândia Minas Gerais com
capacidade de armazenamento de 1,36 Mwh, (CRESESB, 2014).

Analisar a implantação de um sistema de armazenamento de energia por meio


da gestão de energia, afim de diminuir os gastos com energia elétrica por meio
da utilização de um novo modelo tarifário chamada de Tarifa Branca e baterias.
O processo se limita a classe residencial onde será desenvolvido um método
de gerenciamento de energia residencial com auxílio do SAE – Sistema de
Armazenamento de Energia, para modificação da curva de carga residencial na
tentativa de reduzir os gastos do consumidor.

Como objetivos específicos foram definidos os seguintes itens:

 Analisar as tecnologias existentes do SAE, com ênfase em baterias de


íons de lítio (Li-íon);
 Definir Tarifa Branca;
 Aplicar o método de gerenciamento de rede no estudo de caso;

2. Referencial Teórico

2.1 SAE - Sistema de Armazenamento de Energia

Atualmente no mercado mundial, há várias tecnologias de armazenamento


disponíveis, tais como: química, mecânica ou térmica. Estas tecnologias
convertem a energia elétrica em outra forma de energia armazenável. De
acordo com Brandão (2018), o SAE na forma de energia química é utilizado
desde os primeiros estudos envolvendo energia elétrica. Atualmente a
motivação é a construção de baterias com maior densidade de
armazenamento, perdas menores no processo de carga/descarga, menores
taxas de auto descarga e elevado número de ciclos de carga/descarga. A
Figura 1 apresenta os sistemas químicos de armazenamento de energia que
podem ser classificados como sistemas de armazenamento Interno ou Externo
(BUENO, 2018).

Figura 1 – Sistemas Químicos de Armazenamento de Energia

Fonte: ABAQUE – Associação Brasileira de Armazenamento e Qualidade de Energia.

2.1.1 Sistema de baterias íons de Lítio (Li-íon)

O Sistema de baterias íons de Lítio é uma tecnologia relativamente nova, a


fabricação destas baterias utiliza o Lítio, metal alcalino de maior potencial
eletroquímico na tabela periódica, (Bueno, 2018).

Baterias de íons de Lítio comparadas com bateria de hidreto metálico de níquel


e bateria de níquel cádmio tem maior capacidade de armazenamento de
energia. Além disso, não apresentam o efeito memória que consiste no fato de
que a bateria "memoriza" a carga adquirida no último processo de
carregamento e não consegue ultrapassá-lo. Se a bateria, uma vez que seja,
foi carregada com apenas uma pequena parcela de sua carga total, nas cargas
seguintes ela não consegue mais adquirir a carga completa por mais tempo
que a deixemos no carregador, são bem mais leves do que outros tipos de
baterias recarregáveis com a mesma capacidade e sua taxa de auto descarga
é baixa, cerca de 5% da carga por mês, variando de acordo com fabricantes,
sendo que os outros tipos de bateria possuem variação em torno de 20%,
(BRANDÃO, 2018).
2.1.2 Tecnologia existente no Mercado
2.1.2.1 Tesla Powerwall 2

Powerwall 2 é uma bateria recarregável de íon-lítio, a mesma tecnologia base


das baterias de celular, a ideia é que este produto consiga armazenar sem
nenhuma complicação a energia coletada da concessionária. A bateria pesa
cerca de 100 quilos e tem um comprimento 75 cm, altura de 115 cm e
espessura de 15 cm com a capacidade de armazenar 13,5 kWh, vem com um
inversor de tensão integrado, o que já deixa o equipamento pronto para enviar
a energia coletada para a rede elétrica da casa. Seu preço de mercado é US$
5,500. A Figura 3 mostra a estrutura física do Powerwall 2 (TESLA, 2018).

Figura 2 – Powerwall 2

Fonte: RODRIGUES, Marcelo (2016).

2.1.2.2 Orision

De acordo com ZAHUMENSZKY (2016), a bateria residencial da Orison vem


em dois modelos, um tradicional montado na parede, semelhante ao Powerwall
2 da Tesla, o outro é uma torre estilizada. Os dois formatos incluem uma
bateria de 2,2 kWh com um fluxo constante de 1,8 kWh. Isso é suficiente para
alimentar um ar-condicionado, um laptop e um televisor durante seis horas,
bem como uma geladeira durante 24 horas por dia.

As baterias Orison não são baratas, a versão de parede pode ser vendida por
US$ 1.600, e a versão em torre custará US$ 1.950 (ZAHUMENSZKY, 2016). A
Figura 3 mostra a estrutura física do Orison Wall e Tower (ORISON, 2018).
Figura 3 – Orison Wall e Tower

Fonte: ZAHUMENSZKY (2016).

2.2 Tarifa Branca

De acordo com a ANEEL (2016), resolução Normativa nº 733/2016, o


consumidor poderá solicitar a mudança para o sistema de tarifação bandeira
branca, sendo que, no dia 1º de janeiro de 2018 disponibilizou-se para todos os
consumidores residenciais, com as seguintes regras:

 A partir de 2018 para as novas ligações e para as unidades


consumidoras com média anual de consumo superior a 500 kWh por
mês;
 A partir de 2019 para unidades consumidoras com média anual de
consumo superior a 250 kWh por mês;
 A partir de 2020 para as demais unidades consumidoras.

O sistema da tarifa branca prevê 3 faixas de cobrança da energia, fora de


ponta, intermediária e ponta. Fora de ponta é o período do dia em que a
distribuidora registra menor demanda por eletricidade e, por isso, ela será mais
econômica para o cliente. A faixa intermediária e de ponta abrangem os
horários em que a demanda é maior e preço mais elevado (ANEEL, 2017).

O chamado horário de pico tem duração de três horas e de acordo com a


CEMIG ocorre entre às 17h e 20h. O intermediário será sempre uma hora
antes e uma hora depois do horário de pico. Essas faixas variam para cada
uma das 63 distribuidoras do país. A divisão pelas três faixas de consumo será
válida apenas para os dias úteis, durante os finais de semana, será cobrado
sempre o valor referente ao fora de ponta, ou seja, mais barato (CEMIG, 2018).
O principal objetivo da tarifa branca é incentivar o deslocamento do consumo
de energia para horários fora da ponta de consumo, quando a rede de
transmissão, por exemplo, opera com capacidade ociosa (ANEEL, 2017).

A Figura 4 mostra um comparativo entre a Tarifa Branca e a Tarifa


Convencional. Antes da criação da Tarifa Branca, havia apenas uma tarifa, a
Convencional, que tem um valor único cobrado pela energia consumida e é
igual em todos os dias, em todas as horas (ANEEL, 2017).

Figura 4 – Tarifa Branca.

Fonte: ANEEL, 2018


3. Metodologia

3.1 Tipo de pesquisa

A natureza do trabalho é aplicada, pois gera conhecimentos sobre


armazenamento de energia e gestão de energia. Considerando a abordagem
do tema, conclui-se que a pesquisa é qualitativa, uma vez que não serão
utilizadas técnicas estatísticas.

3.2 Universo e amostra

Não haverá análise de universo. Como amostra, foi definido um estudo de caso
de uma residência conhecida para análise da implantação de gestão de
energia.

3.3 Instrumento de coleta de dados

O instrumento de coletas de dados foi feito através de estudo de caso uma vez
que, com o método de gestão de rede implantado, somados às coletas e
análise de dados, será definido um melhor resultado para aquela única
residência. A pesquisa é bibliográfica, já que foram utilizados vários artigos,
monografias, leis e livros para embasamento teórico.

3.4 Método de análise

O método de análise é descritivo e explicativo. Descritivo porque será feita uma


crítica de todo o tema do artigo para depois, através da interpretação e
comparação entre as variáveis obtidas, chegarmos a uma conclusão.
Explicativa, pois será mostrado graficamente se o método de gestão de energia
é válido com base nos dados levantados.

4. Resultados e Discussão

4.1 Método de Gerenciamento de Rede

Com utilização do SAE, faz-se necessária à análise do comportamento do


sistema adotando a tarifa branca como critério de análise, deslocando consumo
de energia em horário de pico, onde o mesmo é mais caro, para um horário
onde o custo mais baixo. A Figura 5 mostra uma representação em blocos da
estrutura base do funcionamento do gerenciador de energia.
Figura 5 – Representação da estrutura do gerenciador de energia.

Fonte: Próprio autor.

O método de gestão de energia se dará pela tomada de decisão de qual


alimentação utilizará, da rede ou da bateria, definido pelo horário em que
melhor satisfaz o sistema. A Figura 6 mostra a condição lógica de como o
sistema será alimentado.

Figura 6 – Lógica do gerenciador de energia.

Fonte: Próprio autor.

Para o período de carga é verificado o horário em que o sistema está operando


no momento. Este processo é aplicado para verificar se a bateria residencial
deve ser carregada. A bateria é carregada com a energia proveniente da rede e
sempre será feito no período fora de ponta, quando o consumo de energia é
menor. Esse é o período em que o preço da energia está mais baixo, por isso é
realizado o carregamento do dispositivo de armazenamento.

No período de descarga o sistema verifica se deve ser utilizada a energia do


armazenamento para suprir o consumo residencial. Tal verificação é realizada
de forma muito similar à do carregamento onde é verificado o horário em que o
sistema está operando no momento. Esse é o período em que o preço da
energia está mais alto, por isso é utilizada a energia armazenada e evita-se a
utilização da energia da rede.

4.2 Estudo de Caso

É considerado como modelo a bateria Powerwall 2 da Tesla de 13,5 kWh e a


bateria Orision de 2,2 kWh, para suprir a demanda de energia no horário de
ponta e intermediário no valor de 3,3 kWh. A curva de carga é o registro
horário, em um período diário, das demandas de capacidade. Através de um
sistema de medição de energia residencial foi medido o consumo de energia
em uma residência realizado por Alves (2018), formou-se a curva de carga
diária mostrada na Gráfico 1 (ALVES et al., 2018).

Gráfico 1 – Curva de carga alimentada pela rede.

Fonte: ALVES adaptado (2018).

Ao se alimentar a residência com a energia da bateria suprindo a demanda no


horário de ponta e intermediário, 16:00h até as 21:00h Cemig (2017), o
consumo esperado nesse intervalo será desconsiderado. Sendo assim não
será cobrado pelo consumo neste período, em que o preço da energia é mais
alto. O Gráfico 2 mostra como ficará a curva de carga quando for utilizado a
bateria em horários de ponta e intermediário de energia.

Gráfico 2 – Curva de carga alimentada pela rede e bateria.

Fonte: Próprio autor.

A Tabela 1 mostra detalhadamente o custo da energia consumida em cada


hora usando como referência o Anexo A e a bandeira verde para os cálculos.

Tabela 1 – Custo da energia consumida tarifa branca.

Fonte: Próprio autor.


A Tabela 2 evidencia a aplicação de recursos necessários para o uso do
sistema de armazenamento de energia e o retorno financeiro a longo prazo.

Tabela 2 – Viabilidade de implantação do sistema tarifa branca.

Fonte: Próprio autor.

Os modelos de baterias utilizados foram o Powerwall 2 da Tesla a qual o valor


de mercado em média custa U$5.500,00. Uma conversão direta com o dólar
custando R$4,05, o valor estipulado no Brasil seria de R$22.275,00 sem
encargos e impostos. E Orision a qual o valor de mercado em média custa
U$1.600,00. Uma conversão direta com o dólar custando R$4,05, o valor
estipulado no Brasil seria de R$6.480,00 sem encargos e impostos, porém
serão utilizadas duas baterias Orision para compensar a energia consumida em
horários de pico, custando assim o dobro do valor R$12.960,00. Considerando
que a bateria tem uma garantia de 10 anos de funcionamento, tendo em vista
seu correto manuseio, é possível verificar se há uma viabilidade de instalação
do sistema de gerenciamento a partir da economia gerada por ele.

A Tabela 3 mostra detalhadamente o custo da energia consumida em cada


hora usando como referência o Anexo B e a bandeira verde para os cálculos.
Tabela 3 – Custo da energia consumida tarifa convencional.

Fonte: Próprio autor.

A Tabela 4 evidencia a aplicação de recursos necessários para o uso do


sistema de armazenamento de energia e o retorno financeiro a longo prazo.

Tabela 4 – Viabilidade de implantação do sistema tarifa convencional.

Fonte: Próprio autor.


Os valores obtidos são referentes a bateria Powerwall 2 e Orision, tendo em
vista que existe outros equipamentos na implementação do sistema, nota-se
que o valor de retorno da aplicação e negativo inviabilizando a adoção do
Sistema de Gestão de Energia.

5. Conclusões

É verificado que existe uma mudança na curva de carga com a utilização do


método de gestão de energia realizado em uma única residência. Assim em
horários de pico o consumo de energia não exista por parte da rede da
concessionária de energia, gerando uma economia neste período.

Os valores obtidos foram insatisfatórios para implementação do sistema


gerando um déficit ao consumidor como mostrado na Tabela 2 e Tabela 4.
Podemos dizer que essa aplicação, basicamente, já está falida quanto à
rentabilidade. O valor a ser investido não supera a expectativa de no mínimo
recuperar o valor gasto com o retorno financeiro. A tarifa convencional com
valor consumido de R$150,04 ainda se sobressai a tarifa branca com valor de
R$168,75 mostrando que se não houver uma mudança da curva de carga a
tarifa branca sai mais caro do que a convencional. Porém, a tarifa branca tem
uma diferença melhor do que a tarifa convencional, seus valores
respectivamente são: R$67,00 e 87,84. Isso significa que em horários fora de
ponta a tarifa branca e melhor que a convencional e em horários de pico
quando o consumo e maior o valor a ser pago nesse período para tarifa branca
e de R$101,76 e para tarifa convencional e de R$62,20, tornando assim a tarifa
branca como um melhor controle de gasto dessa energia em horário de pico.

A utilização das baterias ainda pode afetar os custos de implantação do


sistema, porém, os valores de aquisição de uma bateria vêm tendo uma queda
em seu valor por se tratar de uma tecnologia em avanço que está sendo usada
e testada para mover carros, entre outras máquinas. Conclui-se que no
momento não é viável a instalação de um Sistema de Gerenciamento de
Energia por meio de baterias, com o modelo usado e com os valores de
conversão cambial aplicados, entretanto, clientes que possuam alto consumo
no horário de ponta e que paguem uma energia mais cara neste horário, onde
a tarifa na ponta para clientes de média tensão chega a R$ 2,40/kWh, embora
não se tenha previsão de adoção da tarifa branca em média e alta tensão, com
o valor na ponta nesta tensão há indícios que haverá viabilidade econômica.

6. Referências Bibliográficas

1 - ALVES, Matheus et al. Sistema de Medição de Consumo de Energia


Elétrica Residencial. Centro Universitário UNA, Belo Horizonte, 2018.

2 - ANEEL. Resolução Normativa nº 733, de 06 de setembro de 2016. Aneel,


2016. Disponível em: < http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2016733.pdf>.
Acesso em 16 de novembro de 2018.

3 - ANEEL. Resolução normativa ANEEL. nº 414/2010 de 09 de setembro


de 2010. Disponível em: <
http://www.aneel.gov.br/documents/656877/14486448/bren2010414.pdf/3bd332
97-26f9-4ddf-94c3-f01d76d6f14a?Version=1.0>. Acesso em 16 de novembro de
2018.

4 - ANEEL. Tarifa branca. Aneel, 2017. Disponível em: <


http://www.aneel.gov.br/tarifa-branca>. Acesso em 16 de novembro de 2018.

5 - BARROS, Benjamim Ferreira de. BORELLI, Reinaldo. GEDRA, Ricardo


Luís. Gerenciamento de energia – Ações administrativas e técnicas de uso
adequado da energia elétrica. São Paulo: Érica Ltda, 2010.

6 - BUENO, A.F.M. e BRANDÃO, C.A.L. ABAQUE – Associação Brasileira de


Armazenamento e Qualidade de Energia. Visão geral de tecnologia e
mercado para os sistemas de armazenamento de energia elétrica no
brasil. Belo Horizonte 2018.

7 - CEMIG. FAQ Tarifas. Disponível em:< http://www.cemig.com.br/pt-


br/atendimento/Paginas/FAQ_Tarifa.aspx>. Acesso em 19 de outubro de 2018.

8 - CRESESB/CEPEL. Manual de Engenharia para Sistemas Fotovoltaicos.


Grupo de Trabalho de Energia Solar -GTES, DTE, CRESESB-CEPEL. Rio de
janeiro, 2014.

9 - EPE - Empresa de Pesquisa Energética. Projeção da demanda de energia


elétrica. Rio de janeiro, 2017. Disponível em:
<http://www.epe.gov.br/mercado/documents/serie estudos de
energia/20130117_1.pdf>. Acesso em 19 de outubro 2018.

10 - Finotti, Ariane Silva et al. Simulação do uso de baterias adotando a


tarifa branca para microgeração fotovoltaica de classe residencial.
Universidade de São Paulo, 2018.

11 - International Energy Agency. Key world energy statistics 2017. Oecd


publishing. Iea, 2017.

12 - PONCE-JARA, M. A.; Ruiz, E.; Gil, R.; Sancristóbal, E.; Pérez-Molina, C.;
Castro, M. Smart grid: assessment of the past and present in developed
and developing countries. Energy Strategy Reviews, 2017.

13 - RODRIGUES, Marcelo. Powerwall 2: como funciona a revolucionária


bateria da Tesla para casas. Dezembro de 2016. Disponível
em:<https://www.tecmundo.com.br/tesla/112821-powerwall-2-funciona-
evolucionaria-bateria-tesla-casas.htm>. Acesso em 19 de outubro 2018.

14 - Technology Overview on Electricity Storage - ISEA Institut für


Stromrichtertechnik und Elektrische Antriebe - RWTH Aachen University.

15 - ZAHUMENSZKY, Carlos. Esta bateria residencial é útil até para quem


não gera energia solar em casa. Fevereiro de 2016. Disponível em:
<https://gizmodo.uol.com.br/orison-bateria-residencial/>. Acesso em 19 de
outubro de 2018.

16 – Ambiente Energia. Cemig e Alsol inauguram o 1º sistema de


armazenamento em larga escala junto a uma usina fotovoltaica em Uberlândia.
19 de fevereiro de 2019. Disponível
em:<https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2019/02/cemig-alsol-
sistema-armazenamento-larga-escala-usina-fotovoltaica-uberlandia/35715>.
Anexo A

Fonte: CEMIG. FAQ Tarifas (2019).

Anexo B
Fonte: CEMIG. FAQ Tarifas (2019).

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