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INCLUSÃO DE BENEFICIÁRIOS DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA NO CADASTRO ÚNICO

Desde novembro de 2016, tornou-se obrigatória a inscrição de beneficiários e requerentes do


Benefício de Prestação Continuada-BPC no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo
Federal ( Decreto nº 8.805/2016)

BPC quer dizer Benefício de Prestação Continuada. É um benefício da assistência social,


integrante do Sistema Único de Assistência Social – SUAS, pago pelo Governo Federal e
assegurado por lei, que permite o acesso de idosos e pessoas com deficiência às condições
mínimas de uma vida digna. Já são mais de 2 milhões de pessoas beneficiadas sob a
coordenação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Os beneficiários ganham independência, autonomia e participam muito mais da vida comunitária.


Em muitas regiões, o BPC movimenta o comércio da cidade.

O QUE É BPC.

O BPC é um benefício da assistência social. Isso significa que o BPC é um direito dos cidadãos
brasileiros, que atendem aos critérios da lei e que dele necessitam. O valor do BPC é de um
salário mínimo, pago por mês às pessoas idosas e/ou com deficiência que não podem garantir a
sua sobrevivência, por conta própria ou com o apoio da família.

Por sua vez, BPC não pode ser definido enquanto um programa, a exemplo do Programa
Bolsa Família que também consiste num benefício de transferência de renda. O “BPC,
diferentemente dos programas de transferência de renda que são temporários e de ação
emergencial, é constituído de garantia constitucional, podendo ser demandado pela população
beneficiária, obedecidos os critérios de elegibilidade

QUEM PODE RECEBER O BPC.

Podem receber o BPC pessoas idosas com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência. O
benefício é destinado a idosos que não têm direito à previdência social e a pessoas com
deficiência que não podem trabalhar e levar uma vida independente, sendo avaliado pelo serviço
de perícia médica do INSS.

Essas pessoas serão notificadas por meio da rede bancária e poderão receber carta com aviso
de recebimento. O bloqueio do pagamento do benefício será realizado quando houver êxito nas
outras modalidades de notificação.( carta e rede bancária).

O Ministério da Cidadania estabeleceu um calendário de inscrição de acordo com a data de


aniversário de cada beneficiário (Portaria MDS nº2.651/2018). Os beneficiários do BPC, que
ainda não estão no Cadastro Único devem procurar os Centros de Referência da Assistência
Social – CRAS.A inscrição pode ser feita pelo responsável pela Unidade Familiar –RF.

A renda familiar nos dois casos deve ser inferior a 1/4 do salário mínimo.

COMO VOCÊ PODE REQUERER O


BPC.

Se você tem direito a receber o

BPC, não é necessário nenhum intermediário. Basta dirigir-se à agência do

INSS mais próxima da sua casa, levando

consigo os documentos pessoais necessários. Veja a seguir quais são eles.

Algumas prefeituras também podem

orientar você. Confira se a prefeitura da

sua cidade pode ajudá-lo. É fundamental que as informações que você fornecer

estejam corretas e atualizadas.

QUAIS SÃO OS DOCUMENTOS

QUE VOCÊ PRECISA LEVAR PARA O

REQUERIMENTO.

Levar os documentos exigidos é

importante para que seja possível avaliar se você tem direito ao BPC. Por isso,

não esqueça: quando você fi zer o seu

requerimento, leve os seus documentos

e os documentos da sua família.

Seus documentos:

• Certidão de nascimento ou casamento;

• Documento de identidade, carteira de

trabalho ou outro que possa identifi car

quem é você;

• CPF, se tiver;

• Comprovante de residência;

• Documento legal, no caso

de procuração, guarda, tutela

ou curatela.

Documentos da sua família:

• Documento de identidade, carteira de


trabalho, CPF, se houver, certidão de nascimento ou casamento ou outros documentos que
possam identifi car todas as

pessoas que fazem parte da família e

suas rendas.

Deve ser preenchido o Formulário

de Declaração da Composição e Renda

Familiar. Este documento faz parte do

processo de requerimento e será entregue

a você no momento da sua inscrição.

Em alguns casos, o beneficiário precisa ser representado por outra pessoa para receber
o BPC. Escolha uma pessoa da sua confiança. NESTES CASOS, SERÃO
NECESSÁRIAS PROCURAÇÃO, GUARDA, TUTELA OU CURATELA. PROCURAÇÃO
– A procuração é útil em caso de problemas de saúde ou nos casos em que a pessoa
não pode se movimentar. Você deve escolher uma pessoa da sua confiança para
representá-lo. Essa pessoa, escolhida por você, será o seu procurador. GUARDA – Se
você é responsável por uma criança ou adolescente, mas não é pai ou mãe deles, você
deve comprovar a guarda com o documento. TUTELA – Quando os pais das crianças ou
adolescentes (menores de 18 anos) são inexistentes, é necessário que o juiz nomeie um
tutor. CURATELA – Este documento é necessário para o responsável por maiores de 18
anos que não possuem nenhum discernimento. Estas pessoas são consideradas, pela
lei, incapazes para atos da vida civil. A curatela não é obrigatória para ter direito ao BPC.
E deve ser usada em casos de real necessidade. Lembre-se: só autorize pessoas de
sua confiança. COMO SABER SE O SEU REQUERIMENTO PARA RECEBER O BPC
FOI APROVADO. O INSS enviará uma carta para a sua casa informando se você vai
receber ou não o BPC. Essa carta também informará como e onde você receberá o
dinheiro do BPC. Se você tiver direito ao BPC, em até 45 dias após a aprovação do seu
requerimento, o valor em dinheiro já estará liberado para você sacar. COMO O BPC É
PAGO. Quem tem direito ao BPC recebe do banco um cartão magnético para usar
apenas para o BPC. Você não precisa pagar por isso. Nem é obrigado a adquirir
nenhum produto do banco para receber o seu cartão. Com ele é muito fácil sacar o
dinheiro nos bancos que pagam o BPC. MAIS DE UMA PESSOA PODE RECEBER O
BPC NA SUA FAMÍLIA. Para que mais de uma pessoa receba o BPC na sua família, a
regra não muda: a renda familiar por pessoa tem que ser menor que 1/4 do salário
mínimo. Por isso, fique atento ao modo de fazer esta conta nos dois casos. SE VOCÊ É
IDOSO - Se já existe um idoso que recebe o BPC na família, este valor NÃO entra no
cálculo da renda familiar. SE VOCÊ É PESSOA COM DEFICIÊNCIA - Se já existe
alguém na família, idoso ou deficiente, que já receba o BPC, este valor ENTRA no
cálculo da renda familiar. EM CASO DE MORTE, O BPC NÃO PODE SER
TRANSFERIDO PARA OUTRA PESSOA DA FAMÍLIA. O BPC não é transferido em
caso de morte. Por exemplo, se os pais falecerem, o direito de receber o BPC não passa
para os filhos. Somente os valores não retirados em vida pelo beneficiário pode passar
para outras pessoas da família. DE ONDE VEM O DINHEIRO QUE PAGA O BPC. Todo
o dinheiro do BPC vem do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Esse Ministério cuida do Fundo Nacional de Assistência Social. O BPC investiu 7,5
bilhões de reais em 2005 e está atendendo mais de 2 milhões de brasileiros. E estes
números não param de crescer e de beneficiar mais brasileiros que não têm condições
de viver com dignidade. AS LEIS QUE GARANTEM O DIREITO AO BPC. A Lei
Orgânica da Assistência Social – LOAS regulamentou o BPC, que está previsto na
Constituição Federal. Em 2003, o Estatuto do Idoso reduziu de 67 para 65 anos a idade
mínima para o requerimento dos idosos. Assim, mais idosos puderam receber o BPC.
LEMBRETES O CARTÃO DO BPC É SEU. CUIDE BEM DELE. Não empreste o seu
cartão, nem diga a sua senha para ninguém. Em caso de perda ou roubo, informe
imediatamente ao banco onde você recebe o BPC. NÃO ESQUEÇA DE INFORMAR
SEU ENDEREÇO. Se você mudar de endereço, informe à agência do INSS mais
próxima da sua casa. Não esqueça de informar também a ocorrência de óbito (se falecer
a pessoa que recebe o BPC). QUALQUER PESSOA PODE REQUERER O BPC. VOCÊ
NÃO PRECISA PAGAR A NINGUÉM PARA FAZER ISSO POR VOCÊ. O BPC é um
benefício da assistência social, e todos os serviços para o seu requerimento são
públicos. Por isso, você não precisa pagar por eles. BPC É LEI. SE ALGUÉM FICAR
COM O SEU CARTÃO, ISSO É CRIME. O Estatuto do Idoso é muito claro. Ninguém tem
o direito de reter o cartão de um idoso que recebe o BPC, seja qual for a situação. Isso é
crime e está no Estatuto do Idoso, artigos 102, 103 e 104. AS INFORMAÇÕES DEVEM
SER ATUALIZADAS. A lei obriga que de dois em dois anos seja feita uma revisão na
lista das pessoas que recebem o BPC. Isso quer dizer que, a cada dois anos, é
verificado se as condições que garantiram o direito ao BPC ainda são as mesmas. A
atualização das informações é importante para que o Ministério do Desenvolvimento
Social e Combate à Fome pague o valor em dinheiro do BPC somente para quem
realmente precisa dele. Quem realiza esta revisão são as Secretarias Estaduais e
Municipais de Assistência Social, junto com o INSS e com o Ministério. Você pode
contar com a orientação do Centro de Referência Social - CRAS (Casas das Famílias ) e
das Secretarias Estaduais e Municipais de Assistência Social. O BPC PODE DEIXAR
DE SER PAGO. O pagamento do BPC só é garantido enquanto as pessoas que têm
direito a ele continuarem atendendo às exigências da lei. Por isso, você deve sempre
manter seus dados e informações em dia. Só assim o BPC tem o controle de quem
precisa ou não do dinheiro. Se você fizer a sua parte, o BPC vai continuar ajudando a
melhorar a sua vida e a de muitos brasileiros. O BPC NÃO É APOSENTADORIA. O BPC
NÃO DÁ DIREITO AO 13º PAGAMENTO. IRREGULARIDADES. A legislação diz que
qualquer pessoa que tenha conhecimento de alguma irregularidade no pagamento do
BPC deve denunciar, junto ao MDS, INSS ou Ministério Público. Se você souber de
alguma irregularidade, denuncie. O Benefício de Prestação Continuada, também
conhecido como BPC, é um benefício socioassistencial regulamentado pela Lei
Orgânica de Assistência Social (LOAS), que garante um salário mínimo mensal a idosos
e pessoas com deficiência que não possuem meios de prover a própria manutenção,
nem mesmo advindo de suas famílias.

Faz parte de um conjunto de ações do poder público e da sociedade para assegurar


direitos alicerçados no tripé da seguridade social, que refere-se à saúde, à previdência,
e à assistência social.

O acesso ao BPC consiste em um direito fundamental a todo cidadão que se enquadre


nos critérios de concessão, mesmo que não tenha contribuído financeiramente com a
previdência, compondo assim uma rede protetiva formada pelo Estado e pelo corpo
social que realiza as contribuições.
Dentro do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o benefício compõe a rede de
proteção social básica, trabalhando em conjunto e de forma multidisciplinar com os
demais setores de política pública. Isso se deve ao fato de que os trabalhadores da
Assistência Social prestam seus atendimentos analisando os mais diversos fatores da
vida do idoso e da pessoa com deficiência, como as áreas da saúde, educação,
habitação, entre outros.

É importante destacar que o BPC muitas vezes é confundido com outros benefícios
socioassistenciais. Diferente dos benefícios eventuais, que como o próprio nome diz,
têm o objetivo de superar uma vulnerabilidade temporária, o benefício de prestação
continuada na maioria das vezes trata-se de um auxílio financeiro permanente para
manutenção e proteção das pessoas que se enquadram nos critérios de concessão.

Quem tem direito ao benefício?


É garantido um salário mínimo mensal às pessoas idosas ou pessoas com deficiência
que comprovem não possuírem meios de proverem a própria manutenção ou de tê-la
provida por sua família.

Por idosos, entende-se as pessoas com 65 anos ou mais. As pessoas com deficiência
são aquelas que estão impedidas de trabalhar em um longo prazo (mínimo de dois anos)
por incapacidades de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Uma avaliação é
realizada pela perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para
diagnosticar o tipo da deficiência e o prazo de impedimento do trabalho.

Além dos quesitos citados acima, os possíveis beneficiários devem fazer parte de uma
família de baixa renda, ou seja, a renda familiar dividida pelo número de pessoas que
vivem sob o mesmo teto deve ser inferior a um quarto do salário mínimo.

O grau de parentesco para ser considerado no cálculo da renda familiar são: cônjuge ou
companheiro, pais, irmãos solteiros, filhos e enteados solteiros, menores tutelados, e o
próprio requerente.

Há situações em que a renda familiar por pessoa excede poucos reais ou


até mesmo centavos em relação ao um quarto do salário mínimo, mas
ainda assim é perceptível a necessidade do benefício para essa pessoa,
devido às despesas extras com locomoções, tratamentos com saúde e
demais necessidades básicas do indivíduo. Nesses casos, pode ocorrer
uma avaliação para um possível deferimento do BPC. Qual o
objetivo do BPC?
O Benefício foi criado com o objetivo de prover condições de manutenção própria para
pessoas incapacitadas de buscar meios de atender suas necessidades básicas, além de
garantir a proteção e os direitos sociais a todos os cidadãos que deles precisarem.
Qual órgão público é responsável?
Apesar de o BPC se tratar de um benefício socioassistencial, a sua operação, bem como
os pagamentos efetuados aos beneficiários, são de responsabilidade do INSS.

O restante da gestão, como regulação, financiamento, implementação e monitoramento,


são de competência do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

Qual o procedimento para recebê-lo?


O primeiro requisito básico é que o beneficiário precisa ter a inscrição no Cadastro de
Pessoas Físicas (CPF). Com o documento em mãos, é necessário o seu cadastramento
e da sua família no Cadastro Único, que é realizado no Centro de Referência de
Assistência Social ou na Secretaria de Assistência Social.

Depois dos procedimentos acima, é preciso providenciar os documentos e formulários


exigidos para dar entrada no pedido do BPC em uma das agências do INSS.

O benefício pode ser interrompido?


O BPC deve ser revisado a cada dois anos para que haja uma avaliação da necessidade
de continuar o pagamento, e se as condições que deram origem ao benefício
permanecem.

Caso tenha ocorrido a morte do beneficiário, a situação que derivou o BPC tenha sido
superada, ou alguma irregularidade encontrada, o pagamento é cancelado
imediatamente.

Vale ressaltar que o benefício não é cumulativo, ou seja, caso o usuário esteja
recebendo algum outro pagamento advindo da Previdência Social, como uma
aposentadoria, o BPC será descontinuado para essa pessoa.

Além disso, diferente da aposentadoria, o benefício continuado não dá o direito ao


décimo terceiro salário. Esse é um detalhe importante e precisa estar claro para todos os
beneficiários.

O Benefício de Prestação Continuada – BPC LOAS, é a garantia de um salário mínimo


mensal destinado para idosos acima de 65 anos que não possuem meios para prover a
própria manutenção e nem de tê-la provida por sua família.

Diferente dos outros benefícios como o auxílio-doença, auxílio acidente, aposentadoria por
invalidez e pensão por morte que são benefícios previdenciários e pagos apenas a
segurados do INSS, o BPC Loas é direito de qualquer cidadão brasileiro que preencha os
seus requisitos.

Também tem direito ao BPC LOAS as pessoas com deficiência, de qualquer idade com
impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.
O benefício assistencial é garantia constitucional do cidadão, presente na , Lei Orgânica da
Assistência Social (LOAS).

Requisitos para o BPC LOAS


 Para idosos, ter mais de 65 anos homem ou mulher.
 Ter renda familiar menor ou igual a ¼ do salário mínimo.
 Não receber outros benefícios do Governo Federal.
 No caso do BPC LOAS para deficientes exige que a pessoa tenha problema
físicos, mentais ou motores que a impossibilite de interagir no ambiente social. É
obrigatório passar por perícia médica do INSS que comprovem tais limitações
para ter direito ao benefício.

Lembrando que o BPC não é como a aposentadoria e pensão, e não dá direito ao 13º
salário .

Como realizar a solicitação


Deve ser feito o cadastramento do beneficiário e sua família no Cadastro Único de
Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico.

Obs: A atualização do CadÚnico deve ser realizada a cada dois anos.

A solicitação do benefício pode ser feita no site meu.inss.gov.br , pelo 135 do INSS ou na
própria agência da previdência social.

Quais documentos são necessários para solicitar?


 Documento de identificação e CPF do titular (ao requerente maior de 16 anos
de idade será solicitado documento de identificação oficial com fotografia);
 Formulários preenchidos e assinados, de acordo a situação do titular (veja
abaixo a relação);
 Termo de Tutela, no caso de menores de 18 anos filhos de pais falecidos ou
desaparecidos ou que tenham sido destituídos do poder familiar;
 Documento que comprove regime de semiliberdade, liberdade assistida ou
outra medida em meio aberto, emitido pelo órgão competente de Segurança
Pública estadual ou federal, no caso de adolescentes com deficiência em
cumprimento de medida socioeducativa;
 Documento de identificação e procuração no caso de Representante Legal do
requerente

Há benefícios que não se confundem com Previdência Social (Não é necessário ter
contribuído com o INSS para receber), pois fazem parte da assistência social,e que são
pagos a pessoas com mais de 65 anos e aquelas que têm deficiência, mas não recebem
outros benefícios sociais. O nome desse benefício é Benefício de Prestação Continuada
da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/Loas).
O valor do BPC LOAS é de um salário mínimo por mês para os contemplados.
Para receber BPC LOAS 2018 não é preciso ter contribuído com o INSS.

Para pedir BPC LOAS é preciso que o idoso ou deficiente faça agendamento do BPC/LOAS
pelo telefone 135 ou pelo site da Previdência Social na internet.

BPC LOAS: IDOSOS


Para BPC/LOAS para idosos, os requisitos são:

 Ter mais de 65 anos


 Ter renda familiar de menos ou igual a ¼ do salário mínimo.
 O idoso deve ser brasileiro ou português com residência no Brasil.
 Não pode ganhar outros benefícios do governo federal.

É possível, porém, acumular BPC/LOAS com benefícios médicos ou com pensões


especiais.

DOCUMENTOS BPC LOAS


Para solicitar BPC LOAS é preciso ter em mãos documentos, que devem ser levados na
data do agendamento INSS.

BPC LOAS: DEFICIENTES


O BPC LOAS para deficientes exige que a pessoa tenha problemas físicos, mentais ou
motores que realmente impossibilitem que essas pessoa se integrem no ambiente social.
Nesse caso, é obrigatório passar por perícia médica INSS para ter direito ao BPC/LOAS.

Os demais requisitos são os mesmos para idosos.

CONSULTAR BPC LOAS ONLINE

Você pode consultar pedido BPC LOAS pela internet, na página da Previdência Social,
munido de login e senha e também do número de benefício.

Para fazer cadastro BPC/LOAS é preciso que você traga dados atualizados e
verdadeiros. Os demais requisitos são os mesmos para idosos.
CONSULTAR BPC LOAS ONLINE
Você pode consultar pedido BPC LOAS pela internet, na página da Previdência Social,
munido de login e senha e também do número de benefício.

Para fazer cadastro BPC/LOAS é preciso que você traga dados atualizados e verdadeiros.

NEGATIVA DE BENEFÍCIO BPC/LOAS


Se o BPC LOAS for negado, é possível recorrer em até 30 dias da sua ciência da decisão.
Caso não consiga reverter a negativa INSS, poderá entrar com ação judicial.

BPC LOAS 2018 NOVAS REGRAS


O governo está exigindo que idosos que recebam o BPC LOAS façam cadastro no
CadÚnico, sob pena de suspensão do benefício. Isso porque o BPC LOAS é destinado a
pessoas em situação de vulnerabilidade social, logo, devem estar cadastradas no Cadúnico
para receber benefícios sociais. Essas novas regras BPC Loas são recentes.

LEI BPC LOAS


O BPC LOAS foi criado pela LOAS – Lei Orgânica de Assistência Social.

BPC LOAS CADÚNICO


Para quem já tem CadÚnico não é preciso fazer nada em relação ao BPC LOAS.

ONDE PEDIR BPC LOAS?


Para pedir BPC LOAS é preciso que o idoso ou deficiente devem ir a um Centro de
Referência de Atendimento Social – CRAS do seu bairro, com os documentos acima
para fazer cadastro BPC LOAS.

BOLSA FAMILIA

O Bolsa Família repassa todos os meses aos beneficiários uma quantia em


dinheiro a fim de promover o alívio imediato da pobreza. Para fazer parte do
programa, é necessário estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais
do governo federal. Com base nas informações do cadastro, o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS) avalia se a família tem ou não perfil para entrar no
programa. Já o valor repassado irá variar conforme o número de membros da
família, idade e renda declarada.

Para estar no Bolsa Família, é preciso ter renda por pessoa de até R$ 85,00
mensais. Se a família tiver na sua composição crianças ou adolescentes de até
17 anos, o patamar passa para R$ 170 mensais. A seleção é feita por meio de um
sistema informatizado, ou seja, embora seja pré-requisito para ingressar no
programa, estar no Cadastro Único não garante a entrada imediata no Bolsa
Família.

A inscrição no Cadastro Único deve ser feita por uma pessoa da família, chamada
de Responsável Familiar, no setor do cadastro ou do Bolsa Família no município.
Em muitas cidades, o próprio Centro de Referência de Assistência Social (Cras)
realiza o cadastramento. Essa pessoa deve ter pelo menos 16 anos e,
preferencialmente, ser mulher. Para fazer o cadastro, é necessário apresentar
CPF ou título de eleitor, além de algum documento dos outros integrantes da
família.

O Responsável Familiar é quem garante que as informações comunicadas


durante a entrevista são verdadeiras. “Todas as informações devem ser
prestadas corretamente, principalmente sobre renda e composição familiar. É
com base nesses dados e no cruzamento de outras informações que avaliaremos
se a família poderá ser selecionada para o Bolsa Família”, explica a diretora do
Departamento de Benefícios do MDS, Caroline Paranayba.
Condicionalidades – Ao ingressar no programa, os usuários devem estar
atentos às chamadas condicionalidades do Bolsa Família, que são compromissos
assumidos pelos beneficiários e pelo poder público para a superação da pobreza.
Na área da educação, Crianças e adolescentes com idades entre 6 e 15 anos
devem ter, no mínimo, 85% de presença nas aulas. Para jovens de 16 a 17 anos,
a frequência mínima exigida é de 75%.

Conforme Caroline, é importante comunicar ainda a instituição de ensino, na hora


da matrícula, que a criança faz parte do Bolsa Família. Isso permite que o
governo federal acompanhe a frequência escolar dos alunos. Os beneficiários
também precisam informar o setor responsável pelo programa no município
sempre que os filhos mudarem de escola. “A cada dois meses, o Ministério da
Educação informa para o MDS a frequência escolar dos beneficiários. Se não
soubermos em qual escola as crianças estão estudando, não teremos condição
de conferir se elas frequentaram as aulas. Por isso é tão importante comunicar a
mudança de escola à gestão municipal”, ressalta.

Na área da saúde, as famílias precisam manter em dia o calendário de vacinação


das crianças menores de 7 anos, além de levá-las ao posto de saúde para que
sejam pesadas, medidas e tenham o crescimento monitorado. Para as gestantes,
é necessário fazer o pré-natal.

Por meio das condicionalidades, o governo federal consegue identificar as


famílias que estão com dificuldade de acessar os serviços de educação e saúde.
Nesses casos, elas passam a receber atenção prioritária da assistência social
para que os problemas sejam solucionados.

Atualização cadastral – Quem recebe o Bolsa Família também precisa estar


atento à atualização cadastral. É preciso informar a gestão municipal do
programa, por exemplo, em caso de mudança de endereço, nascimento ou morte
de alguém da família e aumento ou diminuição de renda. Se não mantiver o
cadastro atualizado, a família pode ter o repasse do recurso bloqueado. Mesmo
que não tenha ocorrido nenhuma mudança, as famílias precisam atualizar ou
confirmar os dados a cada dois anos para continuar recebendo o benefício.